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domingo, janeiro 30, 2011

Militante ateu pede asilo na Suécia devido a abundância de crucifixos na Itália

Ateu italiano alega que já não tolera mais a abundância de crucifixos no seu país natal e como tal, ele pede asilo político à Suécia.

Ennio Montesi escreveu uma carta ao primeiro ministro sueco Fredrik Reinfeldt queixando-se que o Estado italiano o "obrigava" a viver com "um símbolo político e religioso que representa a morte".

Montesi já foi "desbatizado" e recentemente ganhou espaço nas manchetes dos jornais devido a uma campanha vocal contra a presença de cruzes num hospital onde ele esteve em recuperação. Segundo este homem, a presença de símbolos católicos aumentou o seu "sofrimento".

Não se sabe se ele evidenciou os outros sintomas que acompanham a intolerância a crucifixos: raiva incontrolada, gritos, levitação, vómitos, girar a cabeça 360 graus, et cetera.


Entretanto, o primeiro ministro sueco respondeu ao militante ateu:
Caro Ennio Montesi

Li a sua carta com toda a atenção que as cartas de pessoas mentalmente instáveis merecem. Aqui fica o meu humilde conselho: da próxima vez, antes de escrever cartas auto-humilhantes, certifique-se com o seu médico se já está apto para voltar a viver entre as pessoas normais.

Atenciosamente,

Fredrik Reinfeldt, Primeiro Ministro da Suécia, pela Graça de Deus.

domingo, julho 11, 2010

Itália: Lobby Homossexual Quer Usar Escolas Para Indoutrinar Crianças

Tudo o que o lobby homossexual quer é impor as suas práticas sexuais à sociedade (começando desde a mais tenra idade). Quem se opuser a esta indoutrinação estatal corre o risco de ser catalogado de "homofóbico" e "intolerante".

Curiosamente estas pessoas que querem usar o estado para promover a homossexualidade nunca falam do lado negro da homossexualidade, nomeadamente, o facto dos homossexuais terem uma expectativa de vida mais baixa (morrem mais jovens), o facto dos homossexuais estarem desproporcionalmente representados nos casos de pedofilia, o facto dos homossexuais proporcionalmente cometerem mais suicídios, proporcionalmente consumirem mais droga e proporcionalmente fumarem mais que os heterossexuais.

Isto mostra que o seu plano não é ensinar mas indoutrinar. Quem ensina revela todos os factos. Quem indoutrina só revela os factos que podem suportar a sua ideologia.

Hilary White
ROMA, Itália, 14 de junho de 2010 (Notícias Pró-Família) — O Ministério de Oportunidades Iguais da Itália divulgou um relatório pedindo “iniciativas máximas de execução das leis” contra a violência “homofóbica”. O ministério quer “a primeira campanha organizada para gerar a conscientização contra a homofobia e discriminação de gênero” e está exortando o Parlamento a apoiar uma nova lei sobre a questão.
A campanha, que custará uma quantia estimada de dois milhões de euros, incluirá anúncios de TV e milhares de brochuras para serem distribuídas nas escolas.
Mara Carfagna, ministra de Oportunidades Iguais, pediu que o governo trouxesse, “tão logo quanto possível, apoio unanime a uma lei para frustrar a violência provocada pela discriminação”.
“A homofobia não tem cor, não está confinada a apenas certas áreas do país”, disse ela, “e só pode ser derrotada com o compromisso de todos”.
A organização Radici Christiane (Raízes Cristãs) respondeu à proposta dizendo que a “vasta maioria” dos italianos e parlamentares do partido governista Popolo della Liberta se opõe à legitimação social e legal da homossexualidade.
Radici Christiane disse que a medida do Ministério de Oportunidades Iguais frisa a necessidade de os italianos “se prepararem” para responder às reivindicações do movimento homossexual, e serem “convencidos do valor da moralidade tradicional”.
A organização quer uma resposta dos eleitores e está pedindo que o público entre em contato com o Ministério de Oportunidades Iguais para expressar suas preocupações.
Na Itália, o movimento para criar reconhecimento legal da atividade homossexual é mais publicamente um movimento da extrema esquerda do que nos países de língua inglesa. Em 1986, o grupo interparlamentar comunista de mulheres e Arcigay, a organização homossexual nacional de pressão política, levantou a questão de uniões civis no Parlamento italiano. Uma sucessão de projetos de lei foi introduzida durante a década de 1990, mas todos morreram na fase das comissões.
Desde a eleição em 2008 do mais recente governo Berlusconi, um grupo de parlamentares anunciou que traria um projeto de lei diante do Parlamento, mas a oposição pública às uniões de mesmo sexo permanece elevada. Uma pesquisa Eurobarometer de 2006 mostrou que só 31 por cento dos italianos apoiavam tais uniões, em comparação com a média da UE de 44 por cento.
A medida na Itália segue uma tendência vista em outros países ocidentais, onde os governos estão cada vez mais usando o poder das leis, principalmente sob a proteção da “anti-discriminação”, para promoverem a doutrinação do movimento homossexual nas escolas.
Para fazer contato com o Ministério de Oportunidades Iguais: infostampa@pariopportunita.gov.itinfostampa@pariopportunita.gov.it
Leia cobertura relacionada de LSN:
Mandatory Curriculum for Ontario Schools Promotes Homosexuality, Masturbation
http://www.lifesitenews.com/ldn/2010/mar/10030216.html
Mandatory Homosexual Indoctrination in Grade School Survives after Supreme Court Turns Down Case
http://www.lifesitenews.com/ldn/2008/oct/08100812.html
Obama's "Safe Schools" Czar Dreamed of "Promoting Homosexuality" to Schoolchildren
http://www.lifesitenews.com/ldn/2009/jun/09061113.html
Traduzido por Julio Severo: www.juliosevero.com
Veja também este artigo original em inglês: http://www.lifesitenews.com/ldn/2010/jun/10061401.html

sexta-feira, fevereiro 05, 2010

Itália para ateus: "no nossa casa mandamos nós!"

Os italianos ganharam o meu respeito por resistirem ao avanço do ateísmo através do sistema legal. Como, pelos vistos, os ateus não conseguem remover a fé cristã por via do debate, ciência e lógica, os ateus tentam usar o sistema legal para o fazer.

Felizmente ainda existem países que não se envergonham da sua identidade cristã.

Hilary White

ROMA, Itália, 6 de janeiro de 2010 (Notícias Pró-Família) — O Tribunal Constitucional da Itália deu uma decisão declarando a supremacia das leis e costumes italianos sobre as ordens do Tribunal de Direitos Humanos da Europa (TDHE). Em novembro, uma ordem do TDHE sediado em Estrasburgo para que todos os crucifixos fossem retirados das escolas públicas italianas provocou revolta na Itália. Especialistas legais avisaram que a decisão minaria as liberdades religiosas e a soberania nacional em todos os países membros da União Européia.

Mas o Supremo Tribunal da Itália disse que nos pontos em que as decisões do TDHE entram em conflito com as cláusulas da Constituição italiana, tais decisões “carecem de legitimidade”. Piero A. Tozzi, do Instituto Católico de Direitos Humanos e da Família, disse que a decisão tem o propósito de alertar contra veredictos politicamente motivados do tribunal de Estrasburgo e contra suas tentativas de ultrapassar limites de jurisdição.

Depois dessa decisão antes do Natal, veio um projeto de lei, apresentado no Senado da Itália, que pretende regular a exibição de crucifixos em todas as escolas estatais. O Senador Stephen Ceccanti, professor de direito constitucional, disse que o projeto exige que os crucifixos sejam exibidos, “considerando o valor da cultura religiosa da herança histórica do povo italiano e a contribuição dos valores constitucionais, e como sinal do valor e limites da Constituição”.

O projeto, apresentado no Senado em 17 de dezembro, propõe lidar com o problema de crianças cujos pais se ofendem com a presença de um crucifixo permitindo que outros símbolos religiosos sejam exibidos, ou que o crucifixo seja removido em casos individuais em que não se pode alcançar nenhum acordo mútuo.

Em novembro, o TDHE, órgão do Conselho da Europa que é influente nas políticas da União Européia, havia sustentado uma queixa de Soile Lautsi, uma finlandesa atéia com cidadania italiana. Ela disse que seus filhos foram obrigados a ver um crucifixo todos os dias na escola pública que freqüentavam e que isso constituía violação de sua liberdade religiosa. Ela foi compensada em €5000 (US $7200), a serem pagos pelo governo italiano.

O veredicto do TDHE disse: “A exibição compulsória de um símbolo de determinada confissão em dependências usadas pelas autoridades públicas… restringe o direito dos pais de educar seus filhos conforme suas convicções”.

O veredicto do TDHE já havia provocado ultraje nacional entre os italianos, virando manchete durante semanas. Prefeitos de várias municipalidades em todo o país responderam à ordem do TDHE de remover crucifixos ordenando em vez disso que todas as escolas e órgãos públicos que não os tivessem que exibissem um crucifixo ou enfrentassem multas diárias de até €500. Um prefeito, Umberto Macci de Priverno na Província de Latina, Lazio, no centro da Itália, até despachou a polícia local para inspecionar as escolas para garantir que os crucifixos estivessem ali.

O governo italiano prometeu recorrer da decisão do TDHE, citando o Artigo 7 da Constituição italiana que diz: “O Estado e a igreja são, cada um em sua própria esfera, independentes e soberanos”. O relacionamento entre a Igreja Católica e o Estado italiano é regulado pelo Patti Lateranensi, o Tratado de Latrão, que estabelece a coabitação e o reconhecimento mútuo das esferas seculares e religiosas e declara claramente que os crucifixos têm de ser exibidos em escolas públicas e nos tribunais.

Vejam a notícia integral aqui.

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