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segunda-feira, junho 06, 2011

Aplicação Social do Darwinismo

Um comentador afirma:
Sim, a evolução está certa, os teus raciocínios circulares é que estão errados. Já afirmei, e reafirmei, que a teoria da evolução NÃO TEM APLICAÇÃO SOCIAL!, apenas biológica.
Será isto assim mesmo? Se é mesmo assim, então como é que se explica o fenómeno recorrente de evolucionistas usarem a sua interpretação das evidências como fundamento para decisões morais?

Neste artigo publicado na New Scientist, Rowan Hooper ataca o Papa Bento 16 por este afirmar que é tão importante salvar as florestas tropicais de destruição como é importante proteger a humanidade do comportamento homossexual e bissexual. A revista usa então a sua interpretação da evolução como forma de refutar as palavras do Papa.

Se isto não é usar o darwinismo como "corrector social", então não sei o que é.

O darwinismo sempre foi usado como arma social e afirmar-se o contrário é ingenuidade. Desde Darwin, passando pela família Huxley (especialmente Thomas e Julian), não esquecendo Dawkins e os seus discípulos, a teoria da evolução sempre foi usada como uma ideologia moral alternativa ao Cristianismo Bíblico.

Curiosamente, a noção de que a teoria da evolução tem sido usada como uma ideologia/religião também é afirmada por evolucionistas famosos como Michael Ruse. Ele afirma:

A evolução é promovida pelos seus aderentes como algo mais do que ciência.

A evolução é promovida como uma ideologia, uma religião secular - uma alternativa ao Cristianismo, com propósito e moralidade.

Eu sou um ardente evolucionista e um ex-Cristão, mas tenho que admitir que esta queixa - e o sr [Duane] Gish é um dos que a faz - os literalistas estão correctos. A evolução é uma religião.

Isto foi assim em relação à evolução no princípio e é assim em relação à evolução hoje.

(Michael Ruse, "Saving Darwinism from the Darwinians," National Post (May 13, 2000)

Nenhum criacionista o teria afirmado melhor.

segunda-feira, maio 23, 2011

Motorista pedófilo abusa de menino de 7 anos

Como acontece com desproporcional frequência, o pedófilo é homossexual. Mas não esperem que isso seja reportado pelas notícias.

Um motorista de 48 anos é suspeito de ter abusado do afilhado de 7 anos no Jardim Casqueiro, em Cubatão. De acordo com o apurado, os pais notaram atitudes estranhas no menino ao voltar da casa do padrinho.

Questionado sobre o que havia ocorrido, o menino teria dito apenas não querer que a “Dindinha” soubesse, pois não queria se separar dela.

Conforme o relatado pela criança, quando ficava sozinha com o padrinho, o homem abaixava a calça da vítima e praticava abusos. Ele também teria beijado o menino na boca. O abuso teria ocorrido mais de uma vez.

O caso foi levado para a Delegacia Sede de Cubatão para ser registrado, onde foi requisitada realização de exame de corpo de delito. O caso foi encaminhado à Delegacia de Defesa da Mulher (DDM) da Cidade. (*)

(*) Mais um caso emblemático de homopedofilia. A notícia não frisa que foi um homossexual que abusou de uma criança, por isso imperativo fazer isso aqui. A associação homossexualismo e pedofilia é irrefutável. Faz parte da subcultura homossexual. Pederastia é uma palavra que designa homopedofilia.

sábado, maio 07, 2011

Os erros de Dorothy Lavigne

Fiquei a conhecer a Dorothy Lavigne quando ela deixou um colorido comentário no postal "Nature" propõe que sejam removidas partes da Bíblia". Houve muitas falsidades e óbvias deturpações de lógica, e como tal, (antevendo que esta forma de pensar repita-se no futuro) o melhor é fazer uma resposta separada como forma de citá-lo quando for necessária.

A Dorothy Lavigne começa o seu comentário exibindo as suas capacidades de leitura mental afirmando:

Ja sei que não vão aceitar meu comentário (viva a sagrada liberdade de expressão)
Primeiro, se ela sabia que o seu comentário não seria aceite, porque é que se deu ao trabalho de enviá-lo à mesma? Seria só para os olhos do editor do blogue?

Segundo, "liberdade de expressão" não é a mesma coisa que "aceitar a forma como a liberdade alheia é usada". Tu, Dorothy, tens toda a liberdade para dizeres o que bem entendes, mas o resto do mundo não é obrigado a aceitar as tuas crenças como verdadeiras.

Se eu vejo que o que tu dizes é mentira, e como este espaço no blogger está reservado para aquilo que eu acredito ser verdade (como tu tens o teu espaço no blogger para o que tu acreditas ser verdade), eu não estou na obrigação de publicar o que tu dizes - especialmente quando dizes mentiras óbvias como as que vamos vêr a seguir.

A Dorothy continua:

mas antes de criticar a proposta de edição "evolucionista", que tal criticar as edições suspeitíssmas feitas por Lutero e pelo Concílio de Niceia?
Quais "edições"? Supostamente a Dorothy subscreve à mitologia de que o Concílio de Niceia (325) foi convocado para se "decidir" quais os Livros que fariam parte da Bíblia. Alegadamente, antes desse Concílio o mundo Cristão não sabia quais eram os Livros Sagrados e quais as fabricações.

Mas tal como este site demonstra, "there appears almost no evidence that the council of Nicaea made any pronouncements on which books go in the Bible". Ou seja, aquilo que a Dorothy pensa ser a verdade está em clara contradição com os dados da História.

Ou pelo menos apresentem seu posicionamento de forma mais completa e criteirosa, mostrando qual Biblia vc se apoe que se seja editada: a canon católico ou o protestante?
Qualquer uma delas, uma vez que os Livros que os militantes ateus querem editar encontram-se nos dois cânones. A Dorothy aparentemente não sabia disso.
Em segundo lugar, as pessoas que comprovadamente mais doam dinheiro para instituições de caridade, entre elas Bill Gates, são ATEUS.
Como é possível que alguém ainda acredite nestas fábulas? Para isso, ofereço à Dorothy algo que possa útil:
É um facto universal que os Cristãos dão mais do seu tempo e do seu dinheiro para caridade do que os militantes ateus.

Os religiosos eram 25 pontos percentuais mais susceptíveis de fazer donativos do que os seculares (91% para 66%), e 23 pontos mais susceptíveis de fazer trabalho voluntariado (67% para 44%). Traduzindo isto para a moeda americana, isto converte-se numa média anual de ofertas na ordem dos $2,210 entre os religiosos, e $642 entre os seculares.

No que toca ao serviço de voluntariado, os religiosos faziam-no cerca de 12 vezes por ano, enquanto que os seculares faziam-no em média 5,8 vezes por ano.

Para se ter uma visão mais clara, podemos dizer que os religiosos, embora sendo 33% da população, compõem 52% dos donativos e 45% do voluntariado. Os seculares constituem 26% da população mas eles contribuem apenas com 13% do total de dólares e 17% do voluntariado.

Como se isto não fosse suficiente, nós agora temos ateus a afirmarem que o trabalho social dos Cristãos (especialmente da Igreja Católica) é fantástico.
Eis uma das pérolas dessa tradução:
Hoje, um ateu confirmado, fiquei convencido da enorme contribuição que o evangelismo Cristão traz para África: vincadamente distinto do trabalho das Organizações Não Governamentais (ONG) seculares, projectos governamentais e esforços internacionais de caridade. Estes por si só não fazem o trabalho. A educação e o treino por si só não são suficientes. Em África o Cristianismo muda os corações das pessoas. Traz transformação espiritual. O renascer é real. A mudança é benéfica.

Eu costumava evitar esta verdade aplaudindo – o quanto era possível – o trabalho prático das igrejas missionárias em África. É uma pena, dizia eu, que a salvação faça parte do pacote, mas os Cristãos – negros ou brancos – verdadeiramente curam os enfermos, ensinam as pessoas a ler e escrever. Apenas uma forma severa de secularismo poderia ver um hospital ou uma escola e afirmar que o mundo estaria melhor sem isso.

Eu condescendia de que se a fé era necessária para motivar os missionários, que seja: mas o que conta era a obra e não a fé.

Mas isto não se ajusta aos factos. A fé faz mais do que apenas suportar os missionários; a fé também transformava o rebanho. Este é o efeito que é tão importante e que eu não posso deixar de observar.

Dorothy, fica um desafio: mostra-me um único aspecto da cultura ocidental que tenha sido melhorada devido ao ateísmo ou o evolucionismo. Mostra-me as instituições de caridade, as escolas e os orfanatos que tenham sido abertos segundo temática ateísta ou evolucionista.

A Dorothy continua com os erros:

Em terceiro lugar, tanto o cristianismo quanto o judaismo e o islã são religiões abrâmicas, a origem da violência religiosa é a mesma- o Pentateuco e a lei mosaica. Est8dar [sic] um pouc [sic] de história e teologia faz bem.
Para já, eu rejeito por completo a estupidez do termo "religião abrâmica". Não há religiões "abrâmicas". Há sim o bloco Judaico-Cristão, o bloco islâmico, as crenças orientais e tudo o mais (hinduísmo, budismo, etc). Associar o Judaísmo com o islão ou o Cristianismo com o islão apenas e só porque os islâmicos alegam seguirem a tradição de Abraão é um erro grave.

Se vamos usar essa forma de pensar, então temos que acrescentar os Russelitas ("Testemunhas de Jeová"), os Mórmons, os Ahmadiyahs, a Nação do islão e todas as religiões que alegam seguirem Abraão. Se vais dizer que essas religiões não são bem diferentes da raiz donde emergiram, então tenta dizer a um muçulmano sunita que o honorável Elijah Muhammad era o "último profeta do islão" (como alega a Nação do islão).

Resumindo, não são os não-Judeus nem os não-Cristãos que decidem quem faz parte do nosso bloco ideológico. Nós é que identificamos quem pertence ao nosso grupo e principalmente quem não pertence. Os politicamente motivados muçulmanos não pertencem.

Segundo, a tentativa fugaz de associar o Judaísmo e o Cristianismo à violência islâmica é mal sucedida uma vez que nem o Judaísmo nem o Cristianismo dão aprovação ao terror como forma de conquistar vantagens políticas ou geográficas (ou para criação "de um mundo melhor" sob a dominação de um código moral e político do século 7).

E em quarto lugar, é de uma desinformação terrível confundir darwinismo com darwinismo social.
Quem faz essa "confusão" são os darwinistas. Afinal, quem decidiu que as raças "selvagens" seriam num futuro próximo vencidas pelas raças mais avançadas? Ora, o vosso tio Charles Darwin. É impossível separar o darwinismo social do darwinismo em si. Vocês não gostam dessa união porque o século 20 demonstra de forma clara o quão genocidas essas crenças são.
A origem da eugenia no ocidente, mais uma vez é biblica, uma vez que a lei mosaica já previa punição para que se misturava aos povos "gentios" e excluia cegos, coxos, leprosos, e qualquer pessoa defetuosa do templo.
Aparentemente a Dorothy não sabe o que a eugenia. A eugenia é a tentativa de melhorar a "raça" humana usando princípios evolutivos.

Como é que excluir certas pessoas (incluindo judeus com deficiências físicas) de ministrarem no Templo do Senhor melhora a "raça" humana?

è bem o tipo de desinformação vinda de um blog que, em pleno século XXI, AINDA apregoa a ultrapassada, anti-científica e anti-biblica mitologia criacionista.
Infelizmente, a Dorothy não sabe que o criacionismo era a fé dominante entre os cientistas que fundaram a ciência que a Dorothy agora tenta usar contra o criacionismo. A Dorothy também não diz como é que a crença na Criação como revelada no Livro de Génesis é "ultrapassada, anti-ciência" e anti-Bíblica. Como é que uma doutrina defendida pela Bíblia pode ser "anti-Bíblica"?

Como "aperitivo" ficam aqui alguns links onde a Dorothy pode verificar a irrelevância do evolucionismo para a ciência e como os dados se ajustam melhor com a Bíblia:

Quanto a mim, discordo que a Biblia deve ser editada NOVAMENTE.
Sem dúvida que os Cristãos do mundo inteiro vão ficar mais descansados por saberem que uma blogueira da América do Sul discorda com a edição da Bíblia.
Tal livro maléfico e ímpio (prega a não-piedade com o "outro")
Mostra o verso em questão. Estou certo que o "outro" deve ser o "homem maldoso" que Moisés disse para não tolerar.

Além disso, como "ex-cristã", a Dorothy não tem fundamento para criticar a moralidade da Bíblia uma vez que se Deus (o Deus da Bíblia) não existe, todos os comportamentos morais são válidos. O termo "maléfico" dito pela Dorothy é relativo uma vez que para ela Deus não existe.

deve ficar num museu, como lembrança de um época em que se matava com requintes de crueldade,
Sim, o ser humano sempre foi muito para matar. Veja-se na forma como se matam os bebés que se encontram no ventre materno.
estuprava-se mulheres indefesas e crianças de peito, tudo em nome de uma suposto 'Deus'- que não evolui.
Sim, é triste o que o ser humano fez em Nome de Deus. Hoje em dia cortam-se bebés aos bocados em nome da "ciência" e da "liberdade". Usando a tua lógica, como alguém faz coisas más em nome da "ciência" então a ciência deve ser criticada.

Além disso, segundo a teoria da evolução o estupro é uma "adaptação evolutiva".

E por fim, não se diz mais "discoteca" a décadas, hoje se diz "danceteria". Evoluam pelo menos o vocabulário...
Primeiro, eu vivo em Portugal e como tal falo da forma que se fala em Portugal. Segundo, diz-se "há décadas" e não "a décadas". Se vais-te armar em professora de português, ao menos tenta não dar erros ortográficos na mesma frase onde me "corriges" de erros ortográficos.
Vou publicar este comentário no blog e em outros lugares, fiquem livres para comentar por la, onde não serão censurados.
Ainda bem que falas nos teus blogues. Eis aqui uma amostra dos blogues que a Dorothy segue ou edita:
  • "Evolução LGBT" - Onde se pode lêr que "Este site é dedicado a temas como espiritualidade, política, sociedade, economia e cultura tendo como foco principal o universo LGBT e o rosacrucianismo." Ou seja, homossexualismo e ocultismo.
  • "Fudida na Sarjeta" (em construção).
  • "Parada Lésbica" - Onde se lê que é "um portal de cultural para mulheres que amam mulheres".

Como se isto não fosse suficientemente mau eis aqui a forma como Dorothy se descreve:

A autora do presente blog é atriz, cantora de chuveiro, estudante de Historia pela UFPR, militante pela causa dos direitos LGBT, ex-hetero [homossexual], ex-evangélica (curada desse vicio [mas actualmente viciada na homossexualidade]) e professora nas horas vagas.
Como é normal nas pessoas que se recusam a aceitar a Verdade da Bíblia, o pecado é o motivo por trás de tudo.

Dorothy é homossexual e sabe que tal comportamento está em óbvia oposição à Vontade de Deus (bem em oposição a Medicina e a Fisiologia) mas como não pode admitir que são os seus (novos) gostos sexuais que a afastam de Deus, ela tenta-se justificar alegando problemas morais, históricos e científicos na Bíblia.

Como se viu em cima, os tais "erros" estão presentes, sim, mas sim na argumentação da Dorothy e não na Bíblia.


Ficamos sem saber se a Dorothy concorda que os ateus evolucionistas deveriam responder ao mundo pelas atrocidades que levaram a cabo antes de sugerirem que partes da Bíblia sejam editadas.

Os ateus comunistas mataram mais de 100 milhões de seres humanos em menos de 100 anos. Não é tempo deles pedirem desculpas ao mundo. Milhares de seres humanos foram mortos por motivos eugénicos. O eugenismo é uma crença evolutiva. Não está na hora dos evolucionistas assumirem um enorme mea culpa e reconhecerem que a sua ideologia teve resultados horríveis?

Obviamente que a Dorothy não vai seguir esse caminho uma vez que ela tem imenso a perder. Afinal, havendo rejeitado Deus como Autoridade Moral na sua vida, a Dorothy nada mais tem que a evolução para explicar a sua origem. Se ela admite que foi essa mesma crença evolucionista que causou milhares de mortos um pouco por todo o mundo, o que é que lhe resta?

Mas isso já é problema dela. Até que ela consiga resolver estes problemas, ela não tem autoridade nenhum para criticar a Bíblia.

sábado, março 19, 2011

Homossexualismo: conexão satânica

Os ativistas gays mencionam o fato de que até os orixás respeitam a homossexualidade. Mas isso não é de estranhar. Os demônios têm uma inclinação radical pelo pecado e pela destruição do ser humano, ainda que muitas vezes disfarcem suas atividades nefastas com uma fachada de bondade. Uma jovem funcionária de um hemocentro do Rio de Janeiro contou-me de um paciente pai-de-santo gay e aidético que se relacionava sexualmente com crianças.

O homossexualismo parece ser um problema comum entre os praticantes dos cultos afro-brasileiros, onde há entidades demoníacas específicas que causam e valorizam a homossexualidade e outras perversões sexuais. Aliás, a palavra quimbanda, do ritual de macumba, era usada em Angola para designar os homossexuais.

Em seu livro Porque Deus Condena o Espiritismo, o jornalista Jefferson Magno Costa revela:

Homossexualismo no candomblé

Estudioso insuspeito, o antropólogo Edison Carneiro (irmão do famoso político Nelson Carneiro), afirma, no seu livro Candomblés da Bahia (p. 140) que o candomblé arrasta muitos homens ao homossexualismo, confirmando assim o que já havia sido observado por outro estudioso desse assunto, o sociólogo Roger Bastide. Segundo Edison Carneiro, é difícil esses efeminados não serem “cavalos de Yansã, orixá que geralmente se manifesta em mulheres inquietas, de grande vida sexual, que se entregam a todos os homens que encontram…”

O jornalista Jefferson conta um caso:

Era pouco mais de meio-dia quando ele encontrou o pequeno Fernando, de nove anos de idade, perambulando pelos trilhos da linha férrea que passa nas proximidades da cidade de São Roque, interior de São Paulo. Levou o menino para casa, pediu à mulher com quem vivia há poucas semanas, Dalva Braga Medeiros, que desse comida ao garoto e lhe trocasse a roupa. Dalva demorou a atendê-lo, e ele mesmo pegou a roupa de um dos filhos da mulher e vestiu em Fernando.

Após beber aguardente, pegou o menino pela mão e saiu, alegando que ia comprar mais bebida. Ao voltar, Dalva viu manchas de sangue na roupa do pequeno Fernando. E imediatamente entendeu que o menino havia sido estuprado.

Instantes depois, ele convidou Fernando para sair outra vez, mas diante da recusa e do medo do menino, resolveu chamar Rogério, de 12 anos, filho de Dalva, para fazer companhia àquela assustada e indefesa criança, e “para ver como se mata um porquinho”. Conduzindo os dois meninos até uma clareira situada no alto de um morro, desenhou um tridente no chão, e em seguida, segundo contou Rogério, pegou o pequeno Fernando pelo pescoço e enterrou-lhe uma faca no peito; porém, insatisfeito por não ver a criança morrer imediatamente, ele, o pai-de-santo Josué Rodrigues de Souza, deu um talho de dez centímetros no pescoço da pequena vítima, e começou a lamber-lhe o sangue.

Após praticar esse ato abominável, monstruoso e demoníaco, o pai-de-santo assassino foi chamar Dalva, “pois ela nunca tinha visto um sacrifício”, mostrou-lhe a criança toda ensangüentada e morta, confessou-lhe haver praticado aquilo incorporado pelo caboclo Zé Capoeira, e que havia estuprado a criança antes de matá-la “porque satanás não aceita a alma de gente pura” (Jornal O Globo, 13/03/1986). “Eu tinha de matar uma pessoa e dar o sangue para exu. Ele estava pedindo”, foram suas palavras ao ser preso três dias após o crime. (Revista Veja, 19/03/1986, p. 111).

Escândalos e crimes no rastro das religiões africanas

O bárbaro crime praticado pelo pai-de-santo Josué é mais um entre centenas de casos envolvendo pessoas que, julgando estar servindo a Deus estão servindo ao diabo… Diante dos inúmeros casos desse gênero registrados pela imprensa, é uma pena que a indignação popular não tenha memória. O povo se esquece com muita facilidade. Há alguns anos, por ter assassinado, em rituais de magia negra, seis crianças seqüestradas em diferentes lugares do Estado do Rio, foi preso em Cantagalo, RJ, o pai-de-santo Waldir Souza Lima.

Os casos de crianças desaparecidas que são estupradas e sacrificadas em rituais de pais-de-santo parecem ser um problema sério envolvendo os cultos afro-brasileiros. Assim, além de levarem os indivíduos ao homossexualismo, os demônios também os levam a abusar sexualmente de crianças e até matá-las.

Talvez o pior assassino em série do mundo seja o homossexual Gilles de Rais, que matou brutalmente oitocentos meninos. Cada garoto era atraído à sua casa, onde recebia banho e comida. Então, quando o pobre menino pensava que aquele era o seu dia de sorte, Gilles o estuprava e queimava, ou o cortava e comia. Em seu livro The Devil’s Web (A Teia do Diabo), Pat Pulling revela o envolvimento do satanismo com o estupro e o sacrifício ritual de crianças. Ela cita o caso de Gilles:

Gilles de Rais era um nobre europeu do século 15 que estava totalmente envolvido na alquimia e outras ciências ocultas. Ele era também um pervertido sexual e sadista que matava… crianças antes de ser preso, julgado e condenado à morte. Outras evidências mostram que no passado os praticantes de adoração aos demônios realmente sacrificavam criancinhas durante suas cerimônias rituais.

Em sua pesquisa do ocultismo, Pulling chegou a entrevistar pessoalmente na prisão o homossexual Henry Lucas, um satanista que comia carne humana e que afirmou ter matado 360 pessoas em sacrifício ao diabo. Satanistas como Lucas e até cantores de rock famosos seguem as idéias de Aleister Crowley, o mais conhecido ocultista do século 20 e provavelmente o responsável pela enorme popularidade da magia negra hoje nos EUA e Europa, onde ele é considerado o pai do moderno ocultismo.

ua filosofia principal era “Deixa-te levar pelos desejos carnais!” e “Fazei o que quiserdes” , que se parece muito com a resposta que um gay aidético deu quando as autoridades médicas lhe disseram que ele estava colocando vidas em perigo. O gay aidético declarou: “Tenho o direito de fazer o que quiser com o meu corpo”. Crowley, que também era conhecido como A Besta, era viciado em drogas e tinha um prazer especial na prática da bruxaria homossexual. Seus seguidores (e provavelmente ele também) faziam sacrifícios rituais ao diabo com tanta crueldade e sadismo que o governo italiano o expulsou da Itália depois que se ficou sabendo das sangrentas orgias fatais com crianças que ocorriam em seu templo na Sicília. Pouco antes de morrer, Kinsey visitou esse templo e, de acordo com a Drª Reisman, ele era admirador de Crowley.

Embora as três principais religiões do mundo (Judaísmo, Cristianismo e Islamismo) condenem o homossexualismo, as religiões ocultas seguem um rumo diferente. Nessas religiões, os homossexuais ocupam posições elevadas. Quando as civilizações pagãs governavam o mundo, o comportamento homossexual e a relação sexual entre homens e meninos eram amplamente praticados e aceitos, Os praticantes do homossexualismo eram respeitados e muitas vezes tinham funções de destaque nas religiões e na sociedade. A escritora Judy Grahn, que apóia os ativistas gays, diz:

Muitos aspectos do shamanismo continham homossexualismo, e muitos dos deuses, espíritos e divindades do mundo têm ligação com a homossexualidade. No Taiti, havia divindades especiais para a adoração homossexual. Os antigos templos Shinto do Japão mostram cenas de orgias em rituais sexuais semelhantes às bacanais dos romanos… a Grande Deusa Mãe da antiga China, Kwan-Yin, era adorada com rituais sexuais que incluíam o homossexualismo. Quando os conquistadores espanhóis chegaram à América Central e ao Yucatan, eles viram que o que mais predominava eram sacerdotes gays e estátuas mostrando a união homossexual como ato sagrado.

No Yucatan o deus Chin instituiu a homossexualidade sagrada e sacerdotes gays serviam nos templos exatamente como acontecia na antiga Babilônia…

Na época do Antigo Testamento, as autoridades civis eram orientadas por Deus a aplicar a pena mais elevada para os atos sexuais dos homossexuais:

Se um homem tiver relações com outro homem, os dois deverão ser mortos por causa desse ato nojento; eles serão responsáveis pela sua própria morte. (Levítico 20.13 BLH)

O movimento homossexual diz que o homossexualismo não é crime. Então por que no sistema civil da Bíblia os atos homossexuais eram tratados com a penalidade máxima, juntamente com os crimes mais graves? Considerando que as práticas sexuais dos homossexuais muitas vezes trazem uma série de riscos à própria saúde de seus praticantes e ao bem-estar da sociedade em geral, o único modo de desencorajar essas práticas e trazer alguma proteção contra esses perigos era mediante o uso de leis rígidas.

Pode-se dizer, com toda justiça, que é útil o estabelecimento de leis que tratam como crimes as condutas e os atos, sejam homossexuais ou não, que propagam doenças e influências fisica e moralmente nocivas para as crianças e para as famílias.

Fonte: "As Ilusões do Movimento Homossexual", de Júlio Severo

sexta-feira, março 18, 2011

Violência entre casais homossexuais é maior do que nos heterossexuais

Aparentemente a homofobia estende-se para além do mundo heterossexual. Alguns comentários meus pelo meio.
Apesar de invisível, a violência nas relações homossexuais é “tendencialmente mais elevada”. Esta é a ideia-chave de um estudo que acaba de ser feito na Universidade do Minho (UM): 39,1 por cento dos participantes admitiram ter adoptado algum comportamento violento e 37,7 revelaram ter sido vítimas de, pelo menos, um acto abusivo no ano anterior.

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“A amostra é pequena e específica”, ressalva Carla Machado, co-autora com Laura Gil Costa e Rute Antunes. Responderam ao inquérito 151 indivíduos dos 15 aos 60 anos ligados a associações de defesa dos direitos dos homossexuais – 37,7 por cento eram estudantes, 19,9 exerciam profissões intelectuais e científicas, e as pessoas “mais escolarizadas tendem a identificar como violentos comportamentos banalizados pelas menos escolarizadas”.

Analisando o que cada um admite já ter praticado, a violência psicológica é mais frequente (30,5) do que a física (24,5). Analisando o que cada um diz já ter sofrido, a tendência mantém-se: 35,1 por cento foram vítimas de, pelo menos, um acto de violência emocional e 24,5 de uma agressão física no último ano.

O mais comum é insultar, difamar, humilhar, partir ou danificar objectos de propósito ou deitar a comida no chão para assustar, gritar ou ameaçar, dar uma bofetada. Foi encontrada uma forma específica de abuso: o “outing” ou ameaça de “outing” (revelação indesejada da orientação sexual do parceiro se este tentar acabar a relação). O que pode causar “perda de emprego, abandono de familiares e amigos ou da custódia de um filho”.

Igual a outros países

Estes resultados vão ao encontro das taxas encontradas noutros países.

Homofobia internacional.
A tendência para maior violência é clara: numa investigação sobre violência conjugal heterossexual, que teve por base 2391 famílias, 22,2 por cento dos sujeitos assumiram-se como vítimas e 26,22 por cento como agressores.

A professora da UM diz que a violência entre casais do mesmo sexo tem sido “negada ou ocultada” pela comunidade homossexual, já que reforça estereótipos negativos, e pelos investigadores da área, já que interroga o pressuposto feminista de que a violência é filha da desigualdade de género.

Sim, é sempre mau quando a realidade se recusa a conformar com mitologias feministas.
Como nas relações heterossexuais, “a vítima sente-se isolada, vulnerável, presa à relação”. Prende-a o amor. Prende-a o factor financeiro quando a relação implica rendimentos, negócios, aquisições conjuntas. Há, porém, uma “importante diferença”: o preconceito.
Pronto. Aqui começa a desculpabilização da homossexualidade em si como um dos factores geradores de tensão nas parcerias homossexuais.
Teia de silêncio

Diversos mitos ajudam a construir uma teia de silêncio. A sociedade tende a encarar as “relações homossexuais como igualitárias”, “imunes à violência íntima”.

Não sei como se chegou a esta conclusão. Como é que ela sabe que a sociedade vê as parcerias homossexuais como "imunes à violência"?
E a acreditar na suposta “facilidade (emocional e financeira) que a vítima teria em abandonar a relação”. Como se as suas relações fossem “meramente sexuais”.
Uma vez que a vida homossexual é caracterizada pela promiscuidade (busca de mais e mais parceiros sexuais, especialmente entre os homens), a inferência de que a homossexualidade seja "meramente sexual" é justificada até certo ponto.
Múltiplos estudos sugerem que os homossexuais são “profundamente discriminados em diversos sectores da sociedade”. Na família, no acesso a trabalho e morada, no emprego, na escola, na polícia, no exército e noutras instituições.
Atenção que para os esquerdistas a palavra "descriminação" tem um entendimento muito vago. Por exemplo, se dois homossexuais se estiverem a beijar à porta de um jardim de infância, e alguém sair de dentro e expulsá-los dali, para muitos isto é "descriminação". Se um cristão estiver a citar a Bíblia e a mostrar que a homossexualidade é um desvio do Plano de Deus para a sexualidade humana, os homossexuais podem gritar "descriminação!" mesmo que o dito cristão não esteja a apelar a violência.

Para os marxisstas culturais "descriminação" é tudo o que é feito por pessoas que não pactuam com as suas ideologias.

Podem “sentir que estão sós contra o mundo – e esse sentimento pode alimentar a relação, mas também torná-la mais tensa”, explica.
Sim, a homossexualidade parece ser uma vida de grande solidão e isolamento.
A homofobia pode gerar “baixa auto-estima ou sentimento de inadequação sexual, que o sujeito procura compensar através da subjugação do parceiro”.
Reparem como a palavra "homofobia" é introduzida no texto sem nos ser dito o que ela significa. O que é a "homofobia"? Por "fobias" nós entendemos como sendo um medo irracional por algo. Será que a escritora deste artigo quer mesmo dizer que o que leva um homossexual a espancar outro homossexual é o "medo irracional" que a sociedade tem dos homossexuais? Como é que ela sabe disto?
Também pode “funcionar como um legitimador da violência sofrida, uma vez que o indivíduo acredita que é merecedor ou até mesmo culpado da violência”.
Não é isto algo semelhante ao Síndrome de Stockholm? O que é que isso tem a ver com a "homofobia" (seja lá o que isso for)?
As vítimas homossexuais têm em regra menos apoio.
Não nos é dito como é que ela sabe disto. Se um homem ou mulher é agredido por outra pessoa, a lei aplica-se a ambas independentemente das prácticas sexuais que elas adoptem. Não há motivo nenhum para se pensar que ser-se homossexual reduz as hipóteses duma pessoa de ser tratada com dignidade pela lei vigente.
Por vezes, os familiares nem sabem que elas têm uma relação íntima.
Se não sabem é porque o homossexual não disse.
Revelar a violência também pode ser encarado como uma forma de reforçar a imagem negativa que a família tem da homossexualidade.
Não há mal nenhum em ter uma imagem negativa de um comportamento auto-destrutivo.
As vítimas chegam a preferir “manter um relacionamento íntimo violento a permitir comentários do tipo: 'Eu bem te avisei.’”
O resto da população não tem culpa nenhuma que um homem decida ficar envolvido num relacionamento onde ele é abusado fisicamente pelo parceiro.
E os serviços? Não há casas abrigo para homens. E Carla Machado questiona-se sobre a sensibilidade que terá quem trabalha em casas abrigo destinadas a mulheres e crianças para lidar com lésbicas vítimas de violência doméstica.
Mas se já há casas de abrigo para mulheres que sofram violência dos maridos, estas também servem para quem sofra violência da parceira. Mesmo as mais ávidas instituições cristãs nunca rejeitariam de prestar ajuda a um homossexual vítima de violência só porque ele ou ela é homossexual.

Mas neste ponto é preciso ver que a escritora pode ter alguma razão: não parece haver casas de apoio para homens vítimas de violência doméstica. Mas isso se calhar se deve à crença feminista de que a violência doméstica é sempre feita pelo homem.

“A prevalência alerta-nos para a necessidade de maximizarmos a visibilidade deste fenómeno”, conclui o artigo científico, que foi há uns dias para publicação numa revista científica. “Num contexto social preconceituoso, sem campanhas de informação adequadas ou serviços específicos, muitas vítimas de violência íntima não são sequer capazes de reconhecer as suas relações como abusivas”.
Não sabemos o que este "artigo científico" entende como "contexto social preconceituoso".
As investigadoras julgam importante criar serviços ou, pelo menos, alargar os já existentes aos homossexuais. Acham que “o maior desafio face à violência nas relações homossexuais continua a ser a cegueira inerente à homofobia”.
É normal as pessoas terem cegueira em torno de um comportamento tão ínfimo (medo irracional dos homossexuais).

Conclusão:

O artigo começa bem mas depois termina colocando a maior parte da culpa da violência doméstica no "contexto social preconceituoso". Não há evidências para tal alegação, portanto podemos assumir que esta foi feita apenas com o propósito de desculpabilizar o comportamento como agente gerador de tensão entre os parceiros.

Eis aqui uma boa leitura sobre o que verdadeiramente é a vida homossexual.

sexta-feira, março 11, 2011

A Medicina e a "normalidade" do comportamento homossexual

(Fonte)

Alguns comentários médicos

Autores desse relatório: John Shea,MD, FRCP (C), Radiologist; John K. Wilson MD, FRCP (C), Cardiologist; Paul Ranalli MD, FRCP (C), Neurologist; Christina Paulaitis MD, CCFP, Family Physician; Luigi Castagna MD, FRCP (C), Paediatric Neurologist; Hans-Christian Raabe MD, MRCP MRCGP Internist; W. André Lafrance MD, FRCP (C), Dermatologist

1. Antecedentes.

Apesar da impressão dada pela mídia, o número real de homossexuais é bastante pequeno. Essencialmente, todas as pesquisas mostram que o número de homossexuais seja somente de 1-3% da população. O número de homossexuais vivendo em ‘parcerias de direito comum’ é até menor, somente 0.5% dos pares. Isso constrasta com 70% de todas as famílias com um casal casado. A pressão para introduzir casamentos do mesmo sexo vem de uma muito pequena parte da sociedade.

• De acordo com as Estatísticas do Canadá, 1.3% dos homens e 0.7% das mulheres consideraram-se homossexuais.
(www.statcan.ca/Daily/English/040615/d040615b.htm)

• Estudos recentes em muito diferentes países mostram que a prevalência da homossexualidade é menos que 3% da população: Em um estudo nos EUA, a prevalência da homossexualidade era estimada ser 2.1% dos homens e 1.5% das mulheres. (Gilman SE. Am J Public Health. 2001; 91: 933-9.) Um outro estudo dos EUA estimou a prevalência da população lésbica adulta ser 1.87% (Aaron DJ et al. J Epidemiol Community Health. 2003; 57 :207-9.) Em uma recente pesquisa Britânica, 2.8% dos homens foram classificados como homossexuais (Mercer CH et al. AIDS. 2004; 18: 1453-8). Em um recente estudo holandês 2.8% dos homens e 1.4% das mulheres tinham tido parceiros do mesmo sexo. (Sandfort TG et al. Arch Gen Psychiatry. 2001; 58 :85-91.) Em um estudo neozelandês, 2.8% dos jovens adultos foram classificados como homossexuais ou bissexuais. (Fergusson DM et al. Arch Gen Psychiatry. 1999; 56 : 876-80)

• Em 2001, havia mais de 8.3 milhões de famílias no Canadá, dos quais aproximadamente 6 milhões (70%) eram casais casados e 1.1 milhões casais em direito comum. O censo de 2001 foi o primeiro a fornecer dados sobre parceiras do mesmo sexo. Um total de 34,200 pares (ou 0.5% de todos os pares) identificou-se como pares do mesmo sexo em direito comum. (www.statcan.ca/Daily/English/021022/ d021022a.htm)

2. Riscos à saúde do estilo de vida homossexual.

A mídia retrata o estilo de vida homossexual como feliz, saudável e estável. Porém, o estilo de vida homossexual é associado com um grande número de muito sérias conseqüências à saúde física e emocional. Muitos relacionamentos homossexuais ‘comprometidos’ só sobrevivem uns poucos anos.

Isso levanta dúvidas se as crianças educadas em famílias do mesmo sexo estão sendo educadas em um ambiente protetor.

A. Há taxas muito altas de promiscuidade sexual entre a população homossexual com curta duração de relacionamentos ‘comprometidos’.

• Um estudo de homens homossexuais mostra que mais de 75% dos homens homossexuais admitiram terem sexo com mais de 100 diferentes homens em toda sua vida: aproximadamente 15% reclamaram ter tido 100-249 parceiros sexuais, 17% reclamaram 250-499, 15% reclamaram 500-999 e 28% reclamaram mais de 1,000 parceiros sexuais por toda a vida. (Bell AP, Weinberg MS. Homosexualities. New York 1978).
• Promiscuidade entre mulheres é menos extrema, mas é ainda maior do que entre mulheres heterossexuais. Muitas mulheres ‘lésbicas’ também têm sexo com homens. Mulheres lésbicas eram mais do que 4 vezes mais prováveis de ter tido mais do que 50 parceiros machos por toda a vida do que mulheres heterossexuais. (Fethers K et al. Sexually transmitted infections and risk behaviours in women who have sex with women. Sexually Transmitted Infections 2000; 76: 345-9.)

• Bem mais altas taxas de promiscuidade são observadas mesmo dentro de relacionamentos gays ‘comprometidos’ do que no casamento heterossexual: Na Holanda, relacionamentos homossexuais masculinos permancem, em media, 1.5 anos, e homens gays têm uma média de oito parceiros por ano fora de seus supostos relacionamentos “comprometidos”. (Xiridou M, et al. A contribuição de parcerias estáveis e casuais à incidência da infecção do HIV entre homens heterossexuais em Amsterdam. AIDS. 2003; 17: 1029-38.) Homens gays têm sexo com algum outro que seu parceiro primário em 66% dos relacionamentos no interior do primeiro ano, saltando para 90% dos relacionamentos depois de cinco anos. (Harry J. Gay Couples. New York. 1984)

• Em uma pesquisa online entre aproximadamente 8,000 homossexuais, 71% dos relacionamentos do mesmo sexo permaneceram menos do que oito anos. Somente 9% dos relacionamentos do mesmo sexo permaneceram mais do que 16 anos. (2003-2004 Gay & Lesbian Consumer Online Census; www.glcensus.org)

• As altas taxas de promiscuidade não são surpreendentes: autores gays admitem que a ‘liberação gay foi baseada … na irmandade sexual da promiscuidade’. (Rotello G. Sexual Ecology. New York 1998)

B. Entre homossexuais, práticas sexuais de mais alto risco tais como sexo anal são muito comuns.

• A maioria dos homens homossexuais (60%) engaja-se em sexo anal, freqüentemente sem preservativos e mesmo que saibam que são HIV positivo. (Mercer CH et al. Prevalência crescente de parcerias masculinas homossexuais e práticas na Grã-Bretanha 1990-2000. AIDS. 2004; 18: 1453-8) Como resultado, um grande número de doenças são associadas com o intercurso anal, muitas das quais são raras e mesmo desconhecidas na população heterossexual tais como: câncer anal, Chlamydia trachomatis, Cryptosporidium, Giárdia lamblia, vírus da Herpes simples, HIV, vírus papilloma humano, Isospora belli, Microsporidia, Gonorréia, Sífilis, Hepatite B e C e outras. (www.netdoctor.co.uk; www.gayhealthchannel.com; )

• Há um significante aumento no risco de contrair HIV quando se engajando em sexo anal. Jovens homens homossexuais na idade entre 15-22, que já tiveram sexo anal têm cinco vezes maior risco de contrair HIV do que aqueles que nunca se engajaram em sexo anal. (Valleroy L, et al. HIV prevalence and associated risks in young men who have sex with men. JAMA. 2000; 284: 198-204.)

• O termo ‘barebacking’ refere-se ao intencional sexo anal inseguro. Em um estudo de homens gays HIV-positivo, a maioria dos participantes (84%) reportou engajar-se em barebacking nos últimos três meses, e 43% dos homens reportaram recente sexo desprotegido com um parceiro que mais provavelmente não está infectado com HIV, portanto botando um outro homem em risco de contrair o HIV. (Halkitis PN. Intentional unsafe sex (barebacking) among HIV-positive gay men who seek sexual partners on the Internet. AIDS Care. 2003; 15: 367-78.)

• Enquanto muitos homossexuais estão cientes do risco do HIV, um grande número não está ciente do risco de contrair DST’s não-HIV, muitas das quais têm sérias complicações ou podem não ser curáveis. (K-Y lubricant and the National Lesbian and Gay Health Association survey)

• Enquanto ‘sempre’ o uso de preservativo reduza o risco de contrair HIV por volta de 85%, Preservativos, mesmo quando usados em 100% do tempo, falham em dar níveis adequados de proteção contra muitas das DST’s não-HIV tais como Sífilis, Gonorréia, Chlamydia, Herpes, verrugas genitais e outras. O único sexo seguro é, com exceção da abstinência, monogamia mútua com um parceiro não infectado. (Sex, Condoms, and STDs: What We Now Know. Medical Institute for Sexual Health. 2002)

C. Homossexuais têm taxas muito altas de infecções sexualmente transmitidas tais como HIV que representam uma maior carga ao serviço de saúde.

• Mais de 70% de todos os diagnósticos de AIDS no Canadá em adultos sobre a idade de 15 depois de junho de 2004 foram em homens homossexuais (13,019 fora de 19,238). 60% de todos os testes de HIV positivo são encontrados em homens homossexuais. Isso contrasta com simplesmente mais de 15% de todos os testes HIV positivos que são devidos ao contato heterossexual. (Public Health Agency of Canada. HIV and AIDS in Canada. November 2004).

• O recentemente observado dramático aumento na sífilis em muitas grandes cidades tais como Los Angeles, San Francisco, mas também em Londres e Manchester, no Reino Unido são na maioria observados em homens homossexuais. (Centers for Disease Control and Prevention (CDC). Tendências em primária e secundária sífilis e infecções de HIV em homens que têm sexo com outros homens. MMWR 2004; 53: 575-8. and Nicoll A. Are trends in HIV, gonorrhoea, and syphilis worsening in western Europe? BMJ 2002; 324:1324-7.)

D. Há taxas elevadas de doenças mentais entre a população homossexual comparada à população geral. Muitos estudos mostram muito mais altas taxas de doenças psiquiátricas, tais como depressão, tentativas de suicídio e abuso de drogas entre homossexuais do que entre a população geral. O estilo de vida homossexual é associado com uma expectativa de vida abreviada em mais de 20 anos.

• Em um estudo na Nova Zelândia, dados foram recolhidos em uma amplitude de doenças psiquiátricas entre jovens gays, lésbicas e bissexuais. Na idade de 21, homossexuais e bissexuais estavam em quatro vezes maior risco de maior depressão e desordem de conduta, cinco vezes maior risco de dependência de nicotina, duas vezes maior risco de abuso ou adição de substância e seis vezes mais prováveis de ter tentado o suicídio. (Fergusson DM et al. Is sexual orientation related to mental health problems and suicidality in young people? Arch Gen Psychiatry. 1999; 56: 876-80.)

• Em um recente estudo norte-americano da saúde mental dos homossexuais, foi encontrado que homens gays e bissexuais tinham um risco aumentado em três vezes de maior depressão e cinco vezes maior risco de desordem do pânico. Eles eram três vezes mais prováveis a avaliar sua saúde mental como somente ‘moderada’ ou ‘pobre’ e para experimentar altos níveis de sofrimento. Mulheres gays e bissexuais tinham um risco de quase quatro vezes mais de desordem de ansiedade geral e ambos grupos eram mais do que três vezes mais prováveis do que a população geral a exigir tratamento em um ambiente de saúde mental. (Cochran S. et al. Prevalence of mental disorders, psychological distress, and mental health services use among lesbian, gay, and bisexual adults in the United States. J Consult Clin Psychol. 2003; 71 :53-61.)

• É reclamado que as altas taxas de doenças mentais entre homossexuais são resultado de ‘homofobia’. Porém, mesmo na Holanda, que tem sido bem mais tolerante aos relacionamentos do mesmo sexo e que recentemente legalizou os casamentos do mesmo sexo, altos níveis de doença psiquiátrica, incluindo maior depressão, desordem bipolar (‘depressão maníaca’), agorafobia , desordem compulsiva obsessiva e adição de drogas são encontradas. (Sandfort TG, et al. Same-sex sexual behavior and psychiatric disorders: findings from the Netherlands Mental Health Survey and Incidence Study (NEMESIS). Arch Gen Psychiatry. 2001; 58 :85-91.)

• Além disto, se a ‘homofobia’ e preconceitos foram a causa das altas taxas de desordens psiquiátricas e tentativas de suicídio entre homossexuais, alguém similarmente esperaria encontrar mais altas taxas de suicídio e suicídio entre minorias étnicas expostas ao racismo. Porém, isso não é usualmente o caso.

• Em um estudo em Vancouver, a expectativa de vida na idade dos 20 anos para homens gays e bissexuais é de 8 a 20 anos menos do que para todos homens. Se o mesmo padrão de moralidade continuasse, estima-se que aproximadamente metade dos homens gays e bissexuais atualmente na idade dos 20 anos não atingirão seu 65º aniversário. (Hogg RS et al. Modelling the impact of HIV disease on mortality in gay and bisexual men. International Journal of Epidemiology.1997; 26:657-61)

3. Homossexualidade e pedofilia.

Quaisquer tentativas de legalizar o casamento gay deveriam estar ciente do vínculo entre homossexualidade e pedofilia. Enquanto a maioria dos homossexuais não estão envolvidos com pedofilia, é de grave preocupação que há um desproporcionalmente muito maior número de homossexuais entre pedófilos e uma coincidência entre o movimento gay e o movimento para tornar a pedofilia aceitável

• Um exemplo histórico bem conhecido sobre o vínculo entre homossexualidade e pedofilia é encontrado na Grécia antiga. A mitologia grega é saturada com histórias de pedofilia e o a literatura grega antiga glorifica a pedofilia. O grupo etário de meninos que eram usados para o ‘prazer sexual’ era provável no limite de 12-17. A prostituição masculina era muito comum com bordéis em que garotos e homens jovens ficavam disponíveis. Há evidência de um extensivo comércio de garotos. (Churchill W. Homosexual Behavior among Males. Hawthorn. New York. 1967)

• Há vínculos entre pedofilia e homossexualidade. O cientista político Prof. Mirkin escreveu em um jornal que: ‘organizações pedófilas eram originalmente parte da coalizão gay/lésbica …’ (Mirkin H. The pattern of sexual politics: feminism, homosexuality and pedophilia. Journal of Homosexuality 1999; 37: 1-24.). Há um coincidência entre o ‘movimento gay’ e o movimento para tornar a pedofilia aceitável através de organizações tais como a Associação Norte Americana de Amor Homem/Menino (NAMBLA), como admitida por David Thorstad, co-fundador do NAMBLA escrevendo no Journal of Homosexuality. (Thorstad D. Man/boy love and the American gay movement. Journal of Homosexuality. 1990; 20 : 251-74)

• O número de homossexuais em essencialmente todas as pesquisas é menor que 3%. (As estatísticas do Canadá descobriram que somente 1% da população se descreveu como homossexual.) Porém, a percentagem de homossexuais entre pedófilos é 25%. (Blanchard R et al. Fraternal birth order and sexual orientation in pedophiles. Archives of Sexual Behavior 2000; 29: 463-78.) Portanto, a prevalência da pedofilia entre homossexuais é cerca de 10-25 vezes mais alta do que alguém esperaria se a proporção de pedófilos fosse igualmente distribuída no interior das populações heterossexuais e homossexuais.

4. ‘Casamento Gay’.

Ativistas gays reclamam que não há diferença entre crianças educadas em um lar homossexual em oposição a uma família heterossexual. Porém, essencialmente todos os estudos que mostram que não há nenhuma diferença foram criticados por causa de pobre qualidade de pesquisa. Apesar das desvantagens, os estudos parecem sugerir que as crianças educadas por pais do mesmo sexo podem ser mais sexualmente promíscuas e mais prováveis de se tornarem homossexuais.

• Em uma análise de todos os estudos que objetivam descobrir nenhuma diferença entre crianças educadas em famílias por pais do mesmo sexo e pais de diferente sexo, maiores falhas metodológicas foram notadas. Por exemplo, os estudos têm muito pequenos tamanhos de amostras, seleção de amostra induzida, ou falta de grupos de controle. (P. Morgan, Children as Trophies? Christian Institute. Newcastle upon Tyne, 2002)

• Apesar das limitações dos estudos de paternidade do mesmo sexo algumas diferenças são encontradas. Crianças educadas com pais do mesmo sexo são mais prováveis de se tornarem sexualmente promíscuas e são mais prováveis de se tornarem elas mesmas homossexuais. (Riggs SC. Coparent or Second-Parent Adoption by Same-Sex Parents. (letter) Pediatrics 2002; 109: 1193-4.)

• Porém, a principal preocupação permanece a inerente instabilidade de casamentos do mesmo sexo. Na pesquisa holandesa mencionada acima, a duração média de uma parceria ‘comprometida’ homossexual foi de somente 1.5 anos. Na mencionada pesquisa de quase 8,000 gays, 71% dos relacionamentos não permaneceram por 8 anos. Além disto, violência entre parcerias homossexuais é duas ou três vezes mais comum do que em relacionamentos heterossexuais. Um tal ambiente não fornece estabilidade requerida para se educar crianças. O ex-homossexual Stephen Bennett que é casado com sua esposa e tem dois filhos declara: ‘Garantir aos homossexuais o direito de se casarem ou adotarem crianças é deliberadamente criar famílias disfuncionais.’

5. Evidência biológica a respeito do desenvolvimento de gênero.

Apesar de toda a impressão dada pela mídia, a homossexualidade não é uma condição inteiramente inata nem é imutável. O assim-chamado ‘gene gay’ nunca foi encontrado. Há estudos que mostram que é possível mudar a orientação sexual de predominantemente homossexual para predominantemente heterossexual.

• Uma recente revisão por autores simpáticos ao movimento gay mostra claramente que o desenvolvimento homossexual não pode ser somente determinado por genes. Evidência da biologia mostra claramente que gays não nascem simplesmente dessa forma. As influências ambientais representam um significante papel no desenvolvimento da identidade de gênero e comportamento sexual. (Bailey JM. Biological perspectives on sexual orientation. In: Garnets LD and Kimmel DC: Psychological perspectives on lesbian, gay, and bisexual experiences. Columbia University Press, New York. 2003)

• Não há qualquer evidência convincente para um ‘gene gay’. Realmente, se houvesse um ‘gene gay’, aqueles que carregassem ele provavelmente estariam em uma desvantagem no no processo de evolução da seleção natural: ‘Se houvesse um gene gay’ esse gene causaria um problema significante: a homossexualidade é associada com baixa fertilidade, realmente se um homossexual tem somente sexo com pessoas do mesmo sexo, ele não terá prole.’ (Bailey JM. Biological perspectives on sexual orientation. 2003)

• Uma forma de descobrir se uma condição é geneticamente determinada é examinar o comportamento de gêmeos idênticos (quem tem o mesmo material genético) e comparando-os com gêmeos não-idênticos. È assumido que gêmeos crescem no mesmo ambiente. Havia vários estudos investigando se os irmãos gêmeos de homens homossexuais são também homossexuais. Concordância (ambos gêmeos idênticos sendo homossexuais) foi encontrada em somente 25-50% de pares de gêmeos idênticos. ‘Genes’, portanto, não podem explicar inteiramente orientação homossexual e comportamento. (Pillard RC and Weinrich JD. Evidence of familial nature of male homosexuality . Archives of General Psychiatry. 1986: 42; 808-12. King M and McDonald E. Homosexuals who are twins. A study of 46 probands. British Journal of Psychiatry. 1992; 160: 407-9.)

• Recentemente, um estudo foi publicado pelo Professor Spitzer, um proeminente psiquiatra. Ele é visto com um campeão histórico de ativismo gay por representar um papel chave na remoção da homossexualidade do manual psiquiátrico de desordens mentais em 1973. Em seu estudo, ele examinou se uma orientação predominantemente homossexual, determina, em indivíduos, resposta à terapia. Ele examinou 200 entrevistados de ambos gêneros que reportaram mudanças de orientação homossexual para heterossexual, permanecendo 5 anos ou mais. Ele escreve: ‘Embora inidicalmente cético, no curso do estudo, o autor se tornou convencido da possibiliade de mudança em alguns homens gays e lésbicas.’ Embora exemplos de mudança "completa" na orientação não fosse comum, a maioria dos participantes reportou mudança de uma predominantemente ou exclusivamente orientação homossexual antes da terapia para uma predominantemente ou exclusivamente orientação heterossexual no ano passado como um resultado de terapia reparativa.

Esses resultados pareceriam contradizer a posição de enunciados das maiores organizações de saúde mental nos Estados Unidos, que reclamam que não há base científica em acreditar que a psicoterapia efetiva em endereçar a atração do mesmo sexo. (Spitzer RL. Can some gay men and lesbians change their sexual orientation? 200 participants reporting a change from homosexual to heterosexual orientation. Arch Sex Behav. 2003; 32: 403-17; discussion 419-72. – further evidence see www.narth.com)

6. Benefícios do casamento tradicional.

Há significantes benefícios do casamento (heterossexual) para o indivíduo e a sociedade. Casais casados heterossexualmente são, em média, mais saudáveis, têm menores problemas psicológicos e vivem mais do que indivíduos coabitantes ou solteiros. A política do Governo, portanto, deveria apoiar e fortalecer o casamento heterossexual.

• Em análises pelo Professor Oswald, Professor de Economia na Universidade Warwick, Reino Unido, descobriu-se que o casamento reduz a mortalidade. O excesso de mortalidade de homens que não são casados é similar ao excesso de mortalidade por fumo. O casamento tem um efeito muito mais importante na longevidade do que o rendimento. Para homens, o efeito é positivo e substancial. Quase exatamente compensa as grandes (negativas) conseqüências do fumo. Para mulheres, o efeito é aproximadamente metade da proporção do efeito de fumar.

• O casamento é associado com maior felicidade, menor depressão, menor abuso de álcool e menor fumo. O casamento fornece um efeito benéfico em termos de reduzir o abuso de álcool especialmente para homens e reduzir depressão tanto em homens quanto em mulheres.

• Benefícios à saúde do casamento parecem ser limitados ao casamento. A coabitação não confere o mesmo grau de benefício do casamento. O casamento formal parece mesmo ser importante. Em uns poucos estudos que comparam o casamento e a coabitação, os resultados tendem a mostrar um efeito benéfico de estar casado. (Gardner J, Oswald A, Is it Money or Marriage that Keeps People Alive? August 2002. Wilson CM and Oswald AJ: How Does Marriage Affect Physical and Psychological Health? A Survey of the Longitudinal Evidence. (January 2002; both papers available on Prof Oswald’s website – see ‘further reading’)

7. Efeitos adversos do colapso das famílias.

Há uma abundância de evidência ligando o colapso das famílias com muitas conseqüências adversas à saúde para crianças e à sociedade como um todo. A política do Governo, portanto, deveria ser para fortalecer o casamento baseado na família de marido e mulher. ‘Casamentos gays’, com sua inerente instabilidade, contribuirão para muitos efeitos adversos que o colapso da família tem nas crianças e na sociedade como um todo.

• Na origem de muitos dos problemas que nós vemos em crianças e adultos jovens – tais como dificuldades emocionais e comportamentais, performance pobre na escola, abuso de substâncias, sexualidade precoce na adolescência, incluindo gravidez na adolescência e delinqüência juvenil – está o crescimento dramático na dissolução da família e ‘modificação de relacionamento’ de pais, contrariamente a afetar suas crianças (Para uma visão geral ver: Rebecca O’Neill. Experiments in living. CIVITAS. 2002)

• Como um resultado de colapso familiar, crianças têm em media mais doenças incluindo mais alta mortalidade, problemas emocionais (incluindo uma taxa de suicídio mais alta).

• Crianças de famílias rompidas têm performance mais pobre na escola incluindo performance mais pobre em matemática, leitura e escrita.

• Crianças de famílias rompidas são mais prováveis a viver na pobreza. Como resultado de colapso da família, muitas famílias de pais solteiros vivem na pobreza.

• Crianças de famílias rompidas são também mais prováveis de ter problemas com abuso de substâncias e saúde sexual pobre incluindo gravidez na adolescência.

• Além disto, crianças de lares rompidos são mais prováveis de estar se engajando em atividade criminal e são desproporcionalmente mais representados na população carcerária.

• Em um estudo de mais de 170 cidades norte-americanas, um claro vínculo entre taxa de divórcio e crime foi descoberto. Baixas taxas de divórcio eram associadas com taxas reduzidas de crime. (Sampson RJ, Crime in Cities. Tonry & Morris eds., Crime and Justice, Chicago 1992)

Leitura posterior

Health risks of gay sex: www.corporateresourcecouncil.org/white_papers/Health_Risks.pdf
Effects of family breakdown on children and society by CIVITAS, London, UK: www.civitas.org.uk/pdf/Experiments.pdf
Marriage research (by Prof Andrew Oswald): www2.warwick.ac.uk/fac/soc/economics/staff/faculty/oswald/
Therapy of homosexual orientation: www.narth.com (National Association for Research and Therapy of Homosexuality).

domingo, março 06, 2011

A técnica da rotulação inversa

Olavo de Carvalho
Miguel Nicolelis é professor de neurociências na Duke University (EUA), fundador do Instituto de Neurociências Edmond e Lilly Safra (Macaíba, RN) e membro das Academias de Ciências do Brasil e da França. A esse currículo notável acrescentou-se recentemente sua nomeação, pelo Papa Bento XVI, para a Pontifícia Academia de Ciências do Vaticano. O site Viomundo, do jornalista Luiz Carlos Azenha, apresenta-o agora em formato ainda mais atraente: o cientista seria vítima indefesa de uma vasta campanha de ódio e intimidação movida pela sempre abominável “extrema direita”.
Chocado e amedrontado ante a virulência assassina da campanha, o prof. Nicolelis, no tom de bom-mocismo que deve caracterizá-lo como um adepto incondicional do debate livre e democrático, alerta para os perigos da radicalização ideológica:
“O seu adversário político, ideológico, passa a ser o seu inimigo. E esse inimigo é passível de qualquer tipo de punição, até mesmo a morte. Eu não consigo imaginar que essas pessoas que propagam mensagens de ódio, vingança, violência, podem ao mesmo tempo se dizer cristãs.”
Mas em que consistiu, afinal, a mortífera campanha? Consistiu em duas coisas: Primeiro, uma notícia de dez linhas, publicada no site Rorate Coeli em 5 de janeiro (v. http://rorate-caeli.blogspot.com/2011/01/pope-names-pro-abortion-and-pro-gay.html), dando ciência de que o Prof. Nicolelis era um ardente defensor do abortismo e das políticas gayzistas (bem como, no ano passado, da candidatura Dilma Rousseff), sendo portanto um pouco estranha a sua presença numa instituição vinculada à Igreja Católica. Depois, um (1, hum) artigo escrito pelo jornalista americano Matthew Cullinan Hoffman, publicado no site Last Days Watchman (v. http://www.lifesitenews.com/news/defender-of-pro-abortion-and-homosexualist-policies-appointed-to-vaticans-a) e depois reproduzido com ou sem acréscimos e comentários nuns poucos sites cristãos, entre os quais a versão brasileira de Lifesitenews, Notícias Pró-Família, dirigida pelo escritor brasileiro Júlio Severo (voltarei a falar dele mais adiante). Hoffman, que é católico, comentava: “O Papa Benedito XVI é um inflexível defensor do direito à vida e dos valores da família, sendo improvável que ele estivesse ciente da biografia de Nicolelis ao indicá-lo para a Academia.”
Houve qualquer ameaça, qualquer esboço de planos agressivos? O prof. Nicolelis confessa: Não, não houve.
Contra aquelas expressões de discordância perfeitamente inofensiva, como reagiu o Prof. Nicolelis? Debatendo com os adversários? Que nada. Ele próprio descreve os seus procedimentos argumentativos:
“O pessoal do meu laboratório contatou a Duke, alertou sobre esses sites e a polícia da universidadade já começou a monitorar o caso. A segurança do meu laboratório foi reforçada... Ninguém chega lá sem passar pela segurança.”
E adverte: ao primeiro sinal de ameaça no Brasil, chamará imediatamente a Polícia Federal.
Dentre os potenciais agressores do prof. Nicolelis denunciados pelo site Viomundo, um dos principais já está sob controle. Júlio Severo, procurado pela polícia brasileira pelo crime hediondo de ter dito e insistido que o homossexualismo é pecado e tem cura, está escondido no exterior, trocando de país como quem troca de cuecas, vivendo em extrema penúria com mulher e quatro filhos pequenos. O repórter Luiz Carlos Azenha menciona esse fato com evidente satisfação. Celebra-o também, como sinal dos progressos da democracia no Brasil, o site Fórum, do colunista Luís Nassif (http://blogln.ning.com/forum/topics/homofobia-em-preto-e-branco?page=1&commentId=2189391%3AComment%3A502681&x=1#2189391Comment502681).
As premissas lógicas embutidas nas declarações do Prof. Nicolelis e nas reportagens dos sites Viomundo e Fórum não poderiam ser mais evidentes:
1) Dizer qualquer palavra contra o homossexualismo, mesmo de maneira genérica e desacompanhada de qualquer ameaça, é incitação à violência, coisa indigna de pessoas que se dizem cristãs.
2) Um cidadão esclarecido, amante do debate livre e democrático, deve reagir a essas opiniões exibindo-se em público como vítima iminente de atentado, chamando a polícia e fazendo com que os desgraçados opinadores sejam perseguidos como bandidos, acossados como ratos.
A reação brutalmente exagerada, espera-se, induzirá o distinto publico a acreditar piamente que violentos são aqueles que emitiram as opiniões, não aqueles que mobilizaram contra eles a força armada do aparato repressor.
Se o leitor queria uma ilustração local do que escrevi sobre a técnica da rotulação inversa, aí está.
O emprego constante e obsessivo dessa técnica é uma das manifestações mais corriqueiras da inversão geral da realidade, característica da mentalidade revolucionária.
Não por coincidência, mas muito significativamente, o prof. Nicolelis, algum tempo atrás, andou esbravejando contra a “direita histérica”. Histeria, por definição, é reação hiperbólica a algum estímulo imaginário e postiço. Quando o prof. Nicolelis reage histericamente, histéricos são portanto os outros.
Divulgação: www.juliosevero.com

sexta-feira, fevereiro 25, 2011

Casal Cristão é Proibido de Adotar Criança ou Prestar Assistência Social Por Ser Contra a Homossexualidade

O lobby pró-sodomia continua a restringir os direitos humanos dos cristãos.

Original




Um casal cristão na Inglaterra, fez várias tentativas para prestar assistência social às crianças, mas foi bloqueada por causa de suas opiniões sobre a homossexualidade.

Eunice e Owen Johns estavam escalados para enfrentar o Supremo Tribunal, na segunda-feira, e os seus advogados dizem que o desfecho do caso poderia afetar o futuro de acolhedores cristãos e os pais adotivos.

"Pode não ser muito cedo que as autoridades locais decidam que os Cristãos não podem cuidar de algumas das crianças mais vulneráveis na nossa sociedade, simplesmente porque eles desaprovam a homossexualidade," disse o Centro Legal Cristão, em um comunicado.

Os Johns aplicaram em 2007 para serem prestadores de cuidados temporários de crianças entre as idades de cinco e dez. Uma assistente social visita a sua casa em Derby, na Inglaterra, a cada duas semanas como parte do processo de avaliação. Durante uma das visitas, a assistente social mencionou que, se uma criança chegou da escola e disse aos pais adotivos que ele ou ela é homossexual, os pais teriam de dizer ao filho que está tudo bem.

Eunice Johns respondeu: "Como Cristão crentes na Bíblia, eu não acho que eu possa fazer isso."

Com isso, o Conselho da cidade de Derby City suspendeu o processo de candidatura. Os Johns, em seguida, enfrentaram um grupo de pelo menos uma dúzia de pessoas e afirmaram novamente que se recusam a dizer a uma criança que está tudo bem em ser um homossexual.

"Eu disse a eles que eu sei que eles não vão me deixar adotar ... mas não há nenhuma maneira que eu possa fazer isso como um Cristão crente na Bíblia e que eu não tenha que dizer isso," disse ela.

Uma semana depois, o casal recebeu uma carta do conselho dizendo "obrigado por retirar sua candidatura."

O Centro Legal Cristão apontou a ironia na matéria em que os Johns serviram anteriormente como pais adotivos para o município Derby mesmo por cerca de 12 anos.

"Os Johns são um casal cristão amoroso, que no passado, e no futuro, darão uma casa maravilhosa para uma criança vulnerável," disse Andrea Minichiello-Williams, diretora do centro, de acordo com Telegraph UK.

O Conselho da cidade de Derby reintegrou pedido do casal e foram convidados pelo Centro Legal Cristão para clarificar a sua política sobre a adequação das famílias de acolhimento, com as visões tradicionais sobre ética sexual. O painel de aprovação do Conselho falharam em tomar uma decisão final sobre o pedido dos Johns.

Como o caso enfrenta o Tribunal Superior, o Centro Legal Cristão diz: "este é um processo vital para a liberdade cristã."

"O município tem a obrigação de respeitar as crenças religiosas dos Johns, mas também para cumprir a lei da igualdade, que proíbe a discriminação por orientação sexual. O caso vai decidir se os Johns serão capazes de promover, sem comprometer suas crenças," explicou o centro.

O Novo Ato de Igualdade do Reino Unido entrou em vigor no mês passado. A lei consolida nove peças de legislação de anti-discriminação em um estatuto e abrange áreas como pagar, gênero, deficiência, religião e crença. A nova lei visa impedir a discriminação de uma ampla gama de setores, incluindo o local de trabalho, educação e serviços.


Fonte: Christian Post
Via: Libertos do Opressor

quarta-feira, fevereiro 23, 2011

Secretário-geral da ONU: Por Favor, Respeitem os Comportamentos Sexuais Auto-Destrutivos!

Longe vão os tempos (se é que chegaram a existir) em que a ONU se preocupava com direitos verdadeiros e não com "direitos" artificiais. Hoje em dia, e à medida que a história da Humanidade caminha rapidamente para o seu grande final, os esquerdistas que controlam esse e outras grandes organizações mundiais, preocupam-se em defender comportamentos que a Medicina demonstra serem auto-destrutivos.Mas como a História já mostrou, para os esquerdistas a ideologia está acima da ciência, moralidade, senso comum e respeito pela vida alheia.
Patrick B. Craine
NOVA IORQUE, EUA, 14 de dezembro de 2010 (C-FAM/Notícias Pró-Família) — Falando no aniversário de 62 anos em que a ONU adotou a Declaração Universal dos Direitos Humanos (DUDH) na sexta-feira, Ban Ki-moon, secretário-geral da ONU, pediu o fim das leis que criminalizam a homossexualidade e exigiu maior respeito por “direitos” homossexuais e transgêneros.
Hoje, muitas nações têm modernas constituições que garantem direitos e liberdades essenciais. Mas a homossexualidade é considerada crime em mais de 70 países”, disse o dirigente da ONU. “Isso não está certo”.
A DUDH, disse ele, “não é chamada de a declaração ‘parcial’ de direitos humanos. Não é a declaração ‘às vezes’ de direitos humanos. É a declaração universal, garantindo a todos os seres humanos seus direitos humanos básicos — sem exceção’”.
A declaração do secretário-geral da ONU foi atacada por Austin Ruse, presidente do Instituto Católico de Família e Direitos Humanos (C-FAM), que disse para LifeSiteNews que Moon está “atribuindo à Declaração Universal dos Direitos Humanos o sentido de defesa à agenda gay”. A DUDH, disse ele, abrange homossexuais tanto quanto qualquer outra pessoa, mas “não inclui a agenda homossexual”.
Há um bloco sólido de pelo menos 60 países na Assembleia Geral da ONU que não permitirá que isso ocorra”, acrescentou ele.
Moon falou num grande evento organizado na sede da ONU por ativistas homossexuais.
Susan Rice, embaixadora dos EUA na ONU, expressou revolta com uma recente votação numa comissão da Assembleia Geral que excluiu menções à “orientação sexual” de uma medida condenando assassinatos extrajudiciais de pessoas vulneráveis no mundo inteiro.
Rice prometeu que os Estados Unidos patrocinarão uma emenda à resolução. “Vamos permanecer firmes nesse princípio básico”, disse ela.
Eles tiveram o apoio do arcebispo Desmond Tutu, que falou por teleconferência. O prelado anglicano comparou as iniciativas homossexuais à luta contra o apartheid na África do Sul.
Contudo, Ruse disse que os negros americanos veriam a comparação de Tutu como “profundamente repulsiva porque há uma vasta diferença entre algo que é inato como raça e algo que é causado por fatores psicológicos ou trauma”.
A comparação entre raça e “orientação sexual”, disse ele, é “profundamente repulsiva” para aproximadamente metade, ou até mais, da Assembleia Geral da ONU.
Embora ele tenha reconhecido que a oposição ao homossexualismo tenha ido longe demais em certas partes do mundo, Ruse apontou para o fato de que os homossexuais na América do Norte e Europa estão “entre as pessoas mais ricas, realizadas e elogiadas de nossa sociedade”.
Dizer que eles se comparam às pessoas que sofreram sob o apartheid é ridículo”, disse ele.
O que isso realmente significa é que a agenda homossexual não só é uma moda, mas também se tornou normal na sociedade”, continuou ele. “O que estão tratando não é simplesmente acabar com e pena de morte e a criminalização da homossexualidade… Querem colocar a agenda homossexual em pé de igualdade, e ate mesmo acima, da liberdade religiosa”.
Traduzido por Julio Severo: www.juliosevero.com
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