Estas são as consequências da rejeição do Criador como Fonte de Suporte e Amparo nas horas complicadas da vida.
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Evidências que suportam a Bíblia e refutam a Teoria da Evolução
Estas são as consequências da rejeição do Criador como Fonte de Suporte e Amparo nas horas complicadas da vida.
Matthew Cullinan HoffmanDEN BOSCH, Holanda, 15 de novembro de 2010 (Notícias Pró-Família) — Mariska Orbán de Haas, jornalista pró-vida, diz que recebeu centenas de ameaças de morte e mais de dez ameaças de tortura depois da publicação de uma carta aberta que ela escreveu para uma parlamentar pró-aborto pedindo-lhe que reconsiderasse a posição dela no assunto.A carta, que foi dirigida à deputada Jeannine Hennis-Plasschaert e publicada no jornal Katholiek Nieuwsblad (Notícias Católicas), foi escrita em resposta à reação raivosa de Hennis-Plasschaert depois de receber um modelo de feto de plástico do bispo católico Everard de Jong. O bispo havia enviado modelos para Hennis-Plasschaert e todos os outros membros da Câmara dos Deputados da Holanda. Ele também incluiu uma carta em que pediu aos parlamentares que dessem um basta na matança de bebês em gestação em face de iminentes restrições de orçamento, apontando para o fato de que parar de financiar “sanguinárias clínicas de aborto” economizaria dinheiro e ajudaria a preservar as futuras gerações que poderiam cuidar dos idosos.Depois que Hennis-Plasschaert chamou a carta do bispo de “repulsiva”, Orbán escreveu para ela publicamente, mencionando que tanto ela quanto Hennis-Plasschaert passaram pela experiência de sofrer abortos espontâneos, e que o modelo fetal que ela recebeu do Bispo De Jong seria semelhante aos filhos que elas perderam na época da morte deles.“Nessa luz”, perguntou Orbán, “não é ‘repulsivo’ que nossa sociedade nos permita abortar mais de trinta mil bebês na Holanda a cada ano?” Ela comentou que os bebês que morrem por aborto deliberado são “exatamente iguais às vidinhas misteriosas que levamos dentro de nossas barrigas durante a gravidez”.A carta, publicada em 27 de outubro, provocou revolta na Holanda, que é um país em grande parte esquerdista e pró-aborto. Orbán logo ofereceu um pedido público de desculpas, mas isso não a impediu de receber uma avalanche de respostas iradas. A jornalista francesa Jeanne Smits diz, em sua reportagem, que a carta gerou 350.000 tweets no Twitter, e vários sites criaram fotos distorcidas da face dela, retratando-a como um diabo.Orbán comenta que nunca havia recebido tal resposta de leitores, até começar a escrever como jornalista católica.“No passado, como jornalista estiquei os limites, em vários temas, mas nunca tive esse tipo de resposta”, disse Orbán. “Se você escreve algo sobre a fé católica, então as pessoas reagem com muita força”.“Ouço muitos esquerdistas dizerem que a liberdade de expressão é muito importante, mas se você tem opiniões católicas é obviamente diferente”, ela acrescentou.Links relacionados:Katholiek Nieuwsblad (Catholic Newspaper of the Netherlands)
http://www.katholieknieuwsblad.nl/nieuws Open Lettter to Jeanine Hennis (Dutch)
http://www.katholieknieuwsblad.nl/ archief/Artikelen/2010/10/27/ Open_brief_aan_Jeanine_Hennis Cobertura relacionada de LifeSiteNews:Dutch Bishop Calls Parliamentarians to Defund Abortion
http://www.lifesitenews.com/ldn/2010/nov/10110401.html Traduzido por Julio Severo: www.juliosevero.comVeja também este artigo original em inglês: http://www.lifesite.net/ldn/viewonsite.html?articleid= 10111511
Tanto os activistas pró-vida como os que defendem os direitos dos desabilitados responderam e disseram que o sistema proposto por Marsland é uma regresso às práticas de esterilização coerciva do passado.
Marsland afirmou à BBC que a "esterilização permanente" é a solução não só para a negligência infantil mas também para o abuso.
As crianças são abusadas ou grosseiramente negligenciadas por uma pequena minoria de pais inadequados......Tais pais não se distinguem pelas desvantagens, pobreza ou exploração mas por um número de imperfeições morais e mentais causadas por sérios defeitos mentais.A solução?
A solução é a esterilização permanente.Ouch.
Uma mulher holandesa foi presa por ter morto os seus 4 recém nascidos filhos e os ter embalado em malas de viagem. Na Holanda o infanticídio é legal desde que a dose letal seja administrada por um médico.
De acordo com a Radio Netherlands Worldwide, a jovem de 25 anos era bem conhecida na zona rural de Nij Beets - na província holandesa de Friesland. Ela conseguiu esconder os infanticídios durante anos até que a polícia a prendeu há algumas semanas.
A polícia recebeu um alerta dum vizinho desconfiado que reparou que ela constantemente ficava grávida mas nunca tinha nenhuma criança. Depois das autoridades acharem que a sua história de "dar as crianças para adopção" não era convincente, a mulher confessou os assassínios e mostrou onde as crianças estavam guardadas: empacotadas em malas de viagem no sótão dos pais.
Segundo se pensa, as crianças nasceram durante os anos de 2002 e 2010. Os seus pais, com quem ela vivia, negaram qualquer tipo de conhecimento das gravidezes da filha.
Apesar do choque e da raiva dos moradores locais, a lei holandesa permite que médicos matem o recém nascido no caso de "sofrimento insuportável". Eles tem é que agir de acordo com o Protocolo de Groningen.
Este "protocolo", cujo nome oficial é "Protocolo de Groningen para a Eutanásia dos Recém Nascidos", foi desenvolvido por médicos do Centro Médico da Universidade de Groningen em cooperação com autoridades legais.
De acordo com este "protocolo" os holandeses aceitam o "infanticídio eugénico" onde cerca de 15 a 20 seres humanos são mortos anualmente apenas e só porque grupos de pessoas julgam que o bebé está em "sofrimento insuportável". A maior parte dessas crianças havia sido diagnosticada com rompimento da coluna vertebral (eng: spina bifida).
O neuro-cirurgião pediátrico Rob de Jong criticou o "Protocolo de Groningen" no jornal médico "Child's Nervous System" alegando que é difícil de provar que o sofrimento de uma criança é ou vai-se manter insuportável. Em artigos onde se falava de crianças que sofriam de spina bifida, De Jong citou um certo número de médicos que, em retrospecção, reconheceu que os seus diagnósticos iniciais estavam incorrectos. Por outras palavras, e para nos apercebermos do horror, houve seres humanos cuja vida foi terminada apenas e só porque uma ou mais pessoas fizeram um diagnóstico errado.
O bioético Wesley J. Smith comentou no seu blog que se calhar as autoridades deveriam acusar a jovem holandesa de "exercer medicina sem licença":
Qual é a diferença entre a mulher e os médicos que matam os bebés? Uma licença médica? O uso de injecção letal? Ou será isto intolerância contra bebés que terão incapacidades ou doenças terminais? (...) Se calhar a defesa legal da mulher deveria ser que ela não queria que os filhos viessem a sofrer ao serem adoptados.
À medida que a Bíblia vai sendo posta de parte como Autoridade Moral suprema, as pessoas mais frágeis da sociedade (bebés, deficientes, etc) vão sentir na pele o horror que é quando quem decide o que é o bem e o mal é o ser humano.
Josef Mengele, o nacional socialista que fez experiências humanas em crianças judias, ficaria orgulho em ver que a Holanda continua com o seu trabalho eugénico. Claro que por trás do eugenismo está a crença na sobrevivência dos mais aptos e purificação da espécie.
Crenças tem consequências e crença na teoria da evolução tem consequências sociais devastadoras.
Será que as controvérsias em torno da religião e das nossas origens são meramente académicas? Claro que não; uma nova pesquisa mostra-nos a poderosa ligação entre os valores morais e comportamentos sociais.
A pesquisa - que apareceu no Journal of Medical Ethics - mostra que médicos ateus e agnósticos são mais susceptíveis de iniciar acções "com previsões de (ou parcialmente intencionadas em) terminar a vida". Por outras palavras, médicos ateus e agnósticos são os mais susceptíveis de considerar o término de uma vida como a "melhor opção" em certas e determinadas situações.
O resultado veio de uma sondagem feita a milhares de médicos a trabalharem no Reino Unido. Muitos dos médicos inquiridos trabalham em especialidades onde tratamentos de final de vida são rotina: neurologia, tratamento geriátrico, tratamento paliativo e cuidados intensivos.
Os médicos foram alvo de questões relativas a sua fé e o seu nível de religiosidade. A lista incluía Cristãos, Muçulmanos, Hindus e outros de outras confissões (incluindo ateus e agnósticos). Uma série de questões forçou os inquiridos a recordar o tratamento que eles disponibilizaram ao último paciente seu que tinha morrido ao perguntar, por exemplo, se eles tinham discutido com os pacientes opções que acelerassem a sua morte.
Sem surpresa alguma, os médicos menos religiosos eram quase duas vezes mais susceptíveis do que os outros médicos de optar por medidas que envolvessem o término da vida do paciente. Não só isso, mas os médicos menos religiosos eram mais susceptíveis de apoiar leis que permitissem a eutanásia bem como outro tipo de "assistência médica" que facilitasse a morte do paciente.
O valor da vida humana - nova ou velha, nascida ou não nascida, doente ou saudável - é uma questão muito diferente entre uma pessoa que sabe que fomos feitos à Imagem de Deus e outra que pensa que somos o resultado acidental de um processo aleatório e violento através dos milhões de anos de selecção natural.
Isto não significa (obviamente) médicos ateus são pessoas motivadas em acabar com a vida humana, mas sim que o valor da vida humana muda se tu não acreditas em Deus. Pior ficam as coisas se és um médico ateu que acredita em "controle populacional" ou na mitologia de que "a Terra está sobre-ocupada".
Ideias tem consequências a rejeição da Bíblia tem as suas consequências. Como sempre, quem sofre quando Deus é Removido da existência humana são os que mais precisam de ajuda.
Relatório britânico pedido pela Câmara dos Comuns põe em causa argumento da dor para reduzir o prazo em que se pode interromper gravidez por malformações.Portanto, foi um relatório encomendado com o propósito de refutar uma questão ideologicamente sensível, e não algo que os "cientistas" descobriram no normal curso do seu trabalho.
Vejam a forma como começa esta notícia "científico":
Tudo indica que os fetos humanos reagem a agressões mas não sentem dor pelo menos até às 24 semanas de gestação.O quê?! "Tudo indica" e não "está confirmado"? Porque não a última e não a primeira? Porque não usar a expressão "Provou-se em laboratório"?
Sempre que nós estivermos da presença de frases como "tudo indica", podemos ter a certeza que o seu verdadeiro significado é "temos algumas evidências mas não estamos dispostos a colocar a nossa reputação em risco".
A conclusão é publicada num relatório do Real Colégio de Obstetrícia e Ginecologia britânico, feito a partir da análise dos estudos científicos e médicos mais relevantes sobre este assunto que foram publicados desde 1997."Estudos científicos" e "médicos mais relevantes". Depois disso, como não acreditar nas suas conclusões? Afinal, nós todos sabemos que, em Medicina, o consenso tem sempre razão.
É notório que as ligações [nervosas] entre a periferia e o córtex não estão intactas antes das 24 semanas de gestação.Várias coisas não foram ditas:
Infelizmente, os "cientistas e médicos" não disseram.
Como a maioria dos neurocientistas acreditam que o córtex é necessário para perceber a dor, pode-se concluir que o feto não consegue experimentar a dor antes deste período”, diz o relatório.Então a conclusão de que o bebé não sente dor não é uma ramificação das evidências mas sim um efeito do que os neurocientistas ACREDITAM ser necessário para se sentir a dor. Portanto, essa CRENÇA dos neurocientistas está a ser usada como base (ou suporte) para se tirar a vida a outro ser humano.
O aborcionista pode responder e dizer:
Além disso, este tipo de lógica é ridícula. O facto do bebé não sentir dor (segundo a crença de alguns neurocientistas) não serve de suporte para o assassínio. Há pacientes em estado vegetativo que podem não sentir a dor. Será isto evidência de que se pode tirar a sua vida?
Não sentir dor não suporta o movimento aborcionista, mas não esperem que eles reconheçam o erro.
Cientistas comunicam-se com paciente em estado vegetativo
Os pacientes respondem às perguntas ativando diferentes áreas do cérebro relacionadas às atividades motoras.[Imagem: MRWHH]
Comunicação mental.
Um grupo de cientistas europeus conseguiu estabelecer uma comunicação com um paciente em estado vegetativo, em que este respondia mentalmente "sim" ou "não" às perguntas dos estudiosos.
A pesquisa, publicada no New England Journal of Medicine nesta quarta-feira, explica que o paciente está nessa condição vegetativa há sete anos, quando sofreu um acidente de trânsito.
Pesquisas anteriores já haviam demonstrado que pacientes em estado vegetativo podem aprender. Recentemente, pesquisadores afirmaram ter se comunicado com um paciente que estava em coma há 23 anos e um pai acordou sua filha do coma fazendo-lhe perguntas de matemática.
Isto demonstra que o estado vegetativo, ou o coma, ainda são muito pouco compreendidos pela ciência - veja Coma é diagnosticada incorrectamente em 41% dos casos.
Respostas motoras do cérebro
Os médicos das universidades de Cambridge, na Inglaterra, e de Liège, na Bélgica, pediram ao paciente belga que imaginasse atividades motoras, como jogar tênis, para responder "sim", e imagens espaciais, como ruas, para indicar "não".
Os especialistas sabiam que cada tipo de pensamento ativaria uma área diferente de seu cérebro. Portanto, por meio de uma técnica de Imagem por Ressonância Magnética Funcional (fMRI, na sigla em inglês), que monitora a atividade cerebral do paciente em tempo real, eles puderam identificar suas respostas.
O paciente respondeu correctamente a cinco das seis perguntas sobre sua vida pessoal. Ele confirmou, por exemplo, que seu pai se chamava Alexander.
"Nós ficamos atônitos quando vimos os resultados do exame do paciente. Ele foi capaz de responder correctamente às questões que fizemos simplesmente alterando seus pensamentos", disse Adrian Owen, professor de neurologia da Universidade de Cambridge e um dos coordenadores da pesquisa.
Problemas de consciência
No total, o grupo trabalhou com 54 pacientes que sofrem de desordem de consciência, dos quais 23 estão em estado vegetativo. Eles também usaram a técnica com voluntários saudáveis, para efeito de comparação.
O repórter da BBC Fergus Walsh também passou pelo teste do fMRI. "Eu passei aos cientistas os nomes de duas mulheres, sendo uma delas a minha mãe. Eu me imaginei jogando ténis quando disseram o nome dela. Em um minuto eles sabiam qual das duas era a minha mãe. Eles também foram capazes de acertar se eu tinha filhos", narrou Walsh.
A pesquisa concluiu que dos 54 pacientes envolvidos, cinco foram capazes de voluntariamente alterar sua actividade cerebral. Três deles demonstraram inclusive algum grau de consciência, mas os outros dois não necessariamente mudaram seus pensamentos conscientemente.
Decisões do paciente
Owen diz que o estudo abre o caminho para que o paciente em estado vegetativo possa tomar decisões quanto ao seu tratamento.
"Você poderia perguntar se os pacientes sentem dor e então prescrever algum analgésico, e você poderia ir além e perguntar a eles sobre seu estado emocional", explicou.
O uso dessa técnica pode levantar questões éticas, como por exemplo, se é correto desactivar os aparelhos para deixar um paciente em estado vegetativo morrer, já que ele pode ter algum grau de consciência e até capacidade de manifestar vontade própria.
Como sempre acontece quando a Bíblia deixa de ser a Suprema Autoridade Moral de uma sociedade, os mais frágeis (bebés no ventre, doentes, idosos) ficam totalmente à mercê dos desígnios arbitrários de homens falíveis.
Pacientes “vegetativos” podem ter consciênciaHilary White3 de fevereiro de 2010 (Notícias Pró-Família) — Um novo estudo revelou que pacientes julgados estarem em estado “vegetativo” ainda têm função cerebral e podem até mesmo se comunicar em alguns casos. Publicado na Revista de Medicina da Nova Inglaterra, o estudo examinou 54 pacientes com “desordens de consciência” e avaliou sua “capacidade de gerar reações deliberadas” durante duas “tarefas estabelecidas de imagens mentais”.Cinco dos pacientes puderam “deliberadamente modular” sua atividade cerebral e três desses exibiram “algum sinal de consciência”. Um dos cinco pôde comunicar respostas de sim ou não a perguntas simples.Esses resultados, disseram os pesquisadores, indicaram que alguns pacientes diagnosticados como vegetativos podem ter alguma medida de “consciência preservada”.Os pesquisadores concluíram “que uma pequena proporção de pacientes em estado vegetativo ou minimamente conscientes tem atividade cerebral que reflete alguma consciência e percepção”.“Cuidadoso exame clínico resultará em reclassificação do estado de consciência em alguns desses pacientes. Essa técnica poderá ser útil para estabelecer comunicação básica com pacientes que parecem não reagir”.A pesquisa, dirigida pelo Dr. Martin M. Monti, da Unidade de Ciência Cerebral e Cognitiva do Conselho de Pesquisa Médica em Cambridge, Inglaterra, também alertou sobre os elevados índices de diagnósticos errados, até 40 por cento, em casos de pacientes em “estado minimamente consciente”.O relatório observou que “reação intencional a estímulos” é crucial na hora de avaliar pacientes em “estado vegetativo” e tem “implicações para subseqüente assistência e reabilitação, bem como para tomada de decisões legais é éticas”. Em jurisdições que permitem a remoção de órgãos de pacientes julgados com “morte cerebral”, tal tomada de decisão é uma questão de vida e morte.“Ficamos perplexos quando aconteceu isso”, Monti disse para o jornal The New York Times. “Acho literalmente estupendo. Esse era um paciente que críamos estava em estado vegetativo havia cinco anos”.Bobby Schindler, irmão de Terri Schiavo, que morreu depois que a sonda de alimentação dela foi removida sob ordens de seu marido, respondeu às descobertas do estudo, dizendo que ele desejava que tal tecnologia estivesse disponível para sua irmã.“É perturbante para mim quando vejo esse tipo de pesquisa”, Schindler disse. “Estávamos tentando conseguir esses tipos de testes para Terri, mas o tribunal não nos permitiu realizá-los”.O caso de Schiavo iniciou uma tormenta de publicidade entre 1998 e 2005. No fim, os tribunais ficaram do lado dos médicos que testificaram que Schiavo estava em persistente estado vegetativo, sem esperança de recuperação — embora os médicos que os Schindlers tivessem trazido para o tribunal dissessem que havia chance de recuperação.Traduzido por Julio Severo: www.juliosevero.comVeja também este artigo original em inglês: http://www.lifesite.net/ldn/viewonsite.html?articleid= 10020403
