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sábado, fevereiro 26, 2011

Em experiência de quase morte, menino diz “o céu é real”


Natalie Tysdal
IMPERIAL, Nebraska, EUA — Parece uma estória que um menino teve num sonho, mas para entender o que Colton Burpo diz você tem de ouvir o que ele conta que lhe aconteceu.
Tudo começou durante uma viagem ao Colorado. (Para assistir ao vídeo, siga este link: http://www.youtube.com/watch?v=z1VEXX3o9TQ)
Colton se queixou de uma dor no estômago, que o levou a uma ida ao médico e um diagnóstico de gripe. Depois, a família Burpo foi para casa, que fica na pequena cidade de Imperial, no Nebraska, onde outro médico descartou indicações de que Colton estivesse sofrendo de apendicite.
Mal se passaram dois dias, Todd e Sonja Burpo tiveram de levar urgente seu filho inerte a outro centro médico, onde ele foi imediatamente conduzido à cirurgia. O cirurgião de Colton estima que o apêndice do menino havia se rompido cinco dias antes de ser diagnosticado de forma adequada.
Todd se lembra de pensar: “Como pais, estávamos nos sentindo muito mal. O que foi que fizemos de errado?”
Enquanto Colton estava na cirurgia, Todd e Sonja oravam em quartos separados. Eles achavam que seu filho estava morrendo e se culpavam.
Miraculosamente, depois de uma recuperação difícil e outra cirurgia, Colton sobreviveu. Mas seu testemunho está longe de terminar.
Havia coisas que Colton fez e coisas que ele disse depois da cirurgia que estavam fora do normal, mas nada disso fazia sentido até que passaram em frente do hospital quatro meses depois da cirurgia.
Seu pai perguntou para Colton, em tom de brincadeira, se ele queria voltar ao hospital.
A resposta de Colton? “Sabe, papai, os anjos cantaram para mim enquanto eu estava ali”, disse o menino.
Todd se lembra de olhar para o espelho e ver a face de seu filho totalmente séria, sem nenhum sorriso ou noção de que ele estivesse brincando em retribuição.
Todd olhou para sua esposa e perguntou: “Alguma vez conversamos sobre anjos com você antes?”
Colton afirma que enquanto estava na mesa de operação ele foi para o céu e que ele conheceu seu bisavô Pop. Colton diz que seu avô não se parecia com o homem na foto de sua casa, mas em vez disso parecia o homem na foto que havia sido enviada meses depois por sua avó, um jovem sem óculos.
Mas talvez a parte mais chocante do testemunho de Colton seja o bebê sobre o qual ele nunca soube.
Um dia enquanto Colton estava brincando ele foi até sua mãe, e do nada perguntou: “Mamãe, tenho duas irmãs. Você teve um bebê que morreu na sua barriga, não é?”
Sonja ficou chocada e de boca aberta com o que seu menininho havia acabado de dizer. Quando ela lhe perguntou quem havia contado para ele, ele disse: “Ela mesma me disse, mamãe. Ela disse que morreu na sua barriga”.
Todd e Sonja nunca haviam dito para seu filho acerca do aborto espontâneo que Sonja tivera antes de Colton nascer. Afinal, esse era um assunto que estava muito além da capacidade de compreensão de um menino de quatro anos.
Colton também disse para sua mãe que ela era uma menina e “parecia conhecida e começou a me dar abraços e ela estava feliz de ter alguém da família dela lá em cima”.
Com o tempo as visões dele se tornaram mais fáceis de acreditar. Ele descreveu Jesus, e até falou sobre o Armagedom e como Deus lhe disse que seu pai lutaria nesta batalha final. Embora Todd fosse pastor, ele diz que nunca conversou detalhes dessa natureza com seu filho, que nem estava ainda em idade escolar.
Depois de anos de estórias e novos detalhes, os amigos de Todd e membros de sua igreja começaram a pedir-lhe que registrasse suas estórias. Eles incentivaram Todd a escrever um livro, que não era algo que ele quisesse fazer ou tivesse alguma ideia de como fazer.
Ele se lembra de orar sobre o assunto, e disse que só o faria se a oportunidade lhe fosse muito favorável. Não muito tempo depois de sua oração, uma editora ligou para ele.
Agora as estórias do céu contadas por Colton estão documentadas num livro intitulado “Heaven is for Real” (O Céu É Real).
Foram impressos 500.000 exemplares do livro e já se fala em fazer um filme. Sonja diz que é muito para sua família de cidade pequena, mas eles estão vendo sua história fazer uma diferença em muitas vidas.
Quanto a Colton, ele tem agora 11 anos de idade e adora cantar, praticar esportes e tocar trompete. Seu pai diz que sua experiência no céu não mudou seu filho, mas pelo fato de que Colton era tão novo quando tudo aconteceu definiu sua vida.
Quando lhe perguntam o motivo por que ele pensa que seu filho e sua família tiveram essa experiência, Todd diz: “Não sei a razão por que Deus nos escolheu. Se tivéssemos uma chance de votar quando vimos nosso filho sofrendo e a ponto de morrer, nós teríamos votado “não”. Não queríamos aquilo. Somos apenas pessoas normais para quem Deus fez um milagre”.
Copyright © 2011, KDVR-TV
Traduzido por Julio Severo: www.juliosevero.com
Fonte: Fox31.com
Para encomendar o livro “Heaven is for Real” (O Céu É Real), clique aqui.
Veja também artigo de WND sobre o mesmo assunto, com links no final que contêm material importante sobre esse assunto.
Outro artigo interessante em português:

domingo, junho 27, 2010

O que sobrou da religião - Olavo de Carvalho

Mais um excelente artigo do filósofo Olavo de Carvalho.

O que sobrou da religião

Olavo de Carvalho
Diário do Comércio, 12 de maio de 2010

Se há neste mundo um fato bem comprovado, é a percepção extra-sensorial durante o estado de morte clínica. Um corpo inerte, sem batimentos cardíacos ou qualquer atividade cerebral, desperta de repente e descreve, com riqueza de detalhes, o que se passava durante o seu transe, não só no quarto onde jazia, mas nos outros aposentos da casa ou do hospital, que de onde estava ele não poderia ver nem se estivesse acordado, bem de saúde e com os olhos abertos.

Isso já se repetiu tantas vezes, e foi atestado por tantas autoridades científicas idôneas, que só um completo ignorante na matéria pode teimar em permanecer incrédulo. Mas mesmo alguns daqueles que reconhecem a impossibilidade de negar o fato relutam em tirar a conclusão que ele impõe necessariamente: os limites da consciência humana estendem-se para além do horizonte da atividade corporal, inclusive a do cérebro.

A relutância em aceitar isso mostra que o “homem moderno” – o produto da cultura que herdamos do iluminismo – se identificou com o seu corpo ao ponto de sentir-se amedrontado e ofendido ante a mera sugestão de que sua pessoa é algo mais. É evidente que aí não se trata só de uma convicção, de uma idéia, mas de um transe auto-hipnótico incapacitante, de um bloqueio efetivo da percepção.

Esse estado é implantado nas almas pela tremenda pressão anônima da coletividade, que as mantém em estado de atrofia espiritual mediante a ameaça do escárnio e o temor – imaginário, mas nem por isso menos eficiente – da exclusão. Infinitamente multiplicado e potencializado pelo sistema educacional e pela a mídia , o que um dia foi mera idéia filosófica, ou pseudofilosófica, incorpora-se nas personalidades individuais como reflexo de autodefesa e, na mesma medida, restringe a autopercepção de cada qual ao mínimo necessário para o desempenho nas tarefas imediatas da vida socio-econômica.

É tudo uma profecia auto-realizável: se a evidência avassaladora da percepção extracorporal é negada, não é só porque as pessoas não acreditam nela – é porque se tornaram realmente incapazes de vivenciá-la de maneira consciente. Vivem alienadas da sua experiência psíquica mais profunda e constante, encerradas num círculo de banalidades no qual o triunfalismo “cultural” e “científico” da mídia popular infunde uma ilusão de riqueza e variedade.

O “mundo real” no qual essas pessoas acreditam viver é o dualismo galilaico-cartesiano, já totalmente desmoralizado pela física de Einstein e Planck, mas que a mídia e o sistema escolar continuam impondo à alma das multidões como verdade definitiva: tudo o que existe nesse mundo são as “coisas físicas” e, em cima delas, o “pensamento humano”, as “criações culturais”.

De um lado, a realidade dura da matéria regida por leis supostamente inflexíveis, nas quais se fundamenta a autoridade universal e inquestionável da “ciência”; de outro, a pasta mole e dúctil do “subjetivo”, do arbitrário, onde toda opinião vale o mesmo. Dessa esfera “subjetiva” faz parte a “religião”, que é o direito de crer no que bem se entenda, com a condição de não proclamá-lo jamais verdade objetiva ou valor universal.

Nessas condições, o próprio exercício da religião torna-se uma caricatura grotesca. Tanto quanto o ateu, o homem religioso de hoje em dia acredita piamente na existência de uma esfera material autônoma, regida por leis próprias que a ciência enuncia, só de vez em quando rompidas pela interferência do “milagre”, do “inexplicável”, do “divino”.

Por mais que a filosofia esculhambe com o “Deus dos hiatos” (aquele que só age por entre as brechas do conhecimento científico), ele é o único que restou no altar das multidões de crentes. Oficializada pelo establishment governamental, universitário e midiático, a rígida separação kantiana de “conhecimento” e “fé” tornou-se verdade de evangelho para a maioria das almas religiosas, embora ela seja, em si, perfeitamente herética à luz da doutrina católica, interpondo um abismo infranqueável entre dimensões cuja interpenetração, ao contrário, é a própria essência da concepção cristã do cosmos. É novamente a profecia auto-realizável em ação: à percepção mutilada do eu individual corresponde uma religião mutilada, e vice-versa.

Quando digo percepção mutilada, estou afirmando, taxativamente, que a imagem do eu como algo que reside no corpo ou se identifica com ele é fantástica, ilusória, doente. Ela impõe à consciência limitações que não são de maneira alguma naturais, muito menos necessárias.

Todas as tradições espirituais do mundo, todas as disciplinas sapienciais começam pela constatação óbvia de que o eu não é o corpo, não “está” no corpo mas de certo modo o abrange como o supra-espacial transcende e abrange o espacial (este é balizado por certas relações matemáticas que, em si, não estão em parte alguma do espaço).

Mas uma coisa é compreender isso por pura lógica, outra bem melhor é poder constatá-lo no fato vivo da percepção extra-sensorial em casos de morte clínica. Bastaria, a rigor, um único episódio desse tipo para dar por terra com a balela de que o cérebro, isto é, o corpo, “cria” a cognição, o pensamento, a consciência. Mas os episódios são milhares, e o desinteresse dos crentes por esse tipo de fenômenos (mais estudados por ateus, adeptos da New Age e budistas do que por católicos, protestantes, ou mesmo judeus crentes) denota que a mente religiosa já se conformou com um estado de existência diminuída, em que a alma supracorporal, condição fundamental do acesso a Deus, só passará a existir no outro mundo, por alguma transmutação mágica da psique corporal, em vez de constituir já nesta vida a nossa realidade pessoal mais concreta, mais substantiva e mais verdadeira, presente e atuante nos nossos atos mais mínimos como nas nossas vivências mais elevadas e sublimes.

Durante milênios cada ser humano, ao pronunciar a palavra “eu”, referia-se de maneira imediata e automática à sua alma imortal, a única que podia orar e responder por seus próprios atos ante o altar da divindade. Dessa alma, a psique corporal era uma parte e função menor, voltada ao meio material e social tão-somente, alheia a todo senso do eterno e, a rigor, incapaz de pecado ou santidade, apenas de delitos e virtudes socialmente reconhecidos.

A partir do momento em que a psique corporal foi assumida como realidade autônoma, cada indivíduo só se enxerga a si mesmo como membro de uma espécie animal e como “cidadão”, amputado daquela dimensão que fundamenta o senso último de responsabilidade e cultivando, em lugar dele, o mero instinto da adequação social, adornado ou não de “moral religiosa”.

Imaginem a diferença que isso faz, por exemplo, na compreensão que você tem da Bíblia: se você não a lê com sua alma imortal, talvez fosse melhor não lê-la de maneira alguma, porque a lê com a carne e não com o espírito.

quinta-feira, abril 08, 2010

A incapacidade moral do ateu de aceitar que tem uma alma

Há uma coisa que provavelmente não foi dita na discussão que o Ludwig levantou acerca da sua inabilidade de "encontrar" a alma: Nós não temos uma alma. Nós somos a alma. O que nós temos é um corpo físico.

Por isso é que muitas pessoas de diferentes locais, credos, etnias e estratos socias, quando atravessam aquilo que é conhecida como NDE (Experiência Quase Morte), reportam terem adquirido conhecimento sobre o mundo à sua volta mesmo quando o seu corpo físico estava clinicamente sem vida.

A típica resposta de "falta de oxigénio no cérebro" (ou outra tentativa de salvar o naturalismo) não está de acordo com os dados recolhidos em todo o mundo por médicos com reputação credível.

Portanto, um ser humano a tentar "encontrar" a alma, é a mesma coisa que nós tentarmos ver os nossos próprios olhos sem ajuda externa (sem espelho, etc).

Para termos informação sobre o mundo imaterial não só precisamos de ajuda externa (tal como precisamos de algo análogo a um espelho para vermos os nossos próprios olhos), mas temos que ter acesso a uma Fonte de Informação Autoritária sobre o dito mundo material.

O ateísmo religioso não tem nenhuma (para além dos auto-configurados e subjectivos "modelos") mas o Cristianismo tem: a Bíblia.

Tal como em todas as áreas da existência humana, o ateísmo deixa os ateus totalmente à deriva no que toca à componente mais importante do ser humano.


quarta-feira, dezembro 02, 2009

Verdade ou ficção? - Experiências fora do corpo

As experiências quase morte (EQM) e experiências fora do corpo (EFC) continuam a acontecer um pouco por todo o mundo. Os ateus e materialistas rejeitam filosoficamente qualquer explicação que entre em conflito com a sua cosmovisão, mas... as evidências continuam a acumular.

terça-feira, abril 14, 2009

Links: Profecias, EQM, Milagres, Anjos

Figure the Odds
Over 300 Prophecies Jesus Fulfilled

Near Death Experiences


Real Miracles and Angel Visits

Read about Jesus's Appearance to a Muslim

The Exodus Happened
See Chariot Wheels found in the Red Sea

domingo, novembro 23, 2008

domingo, agosto 17, 2008

Naturalismo e as EQM / EFC

[Actualização No Fundo do Artigo: 18/08/2008 - 13:59]

Uma das coisas que tem acontecido que as novas e cada vez melhores técnicas de ressuscitamento médico é que tem havido a capacidade de "tornar" a trazer a vida pessoas que doutro modo provavelmente estariam mortas para sempre.

Como consequência desses avanços, uma curiosa sub-cultura metafísica tem vindo a ganhar força. A cultura em questão é a cultura das EQM (Experiência Quase Morte) e EFC (Experiência Fora do Corpo).

Relatos de eventos sobrenaturais são uma constante em todo o mundo, independentemente da estrato social, étnico, económico e mesmo religioso. Na sua maioria, esses relatos ou são fraudes ou têm uma explicação natural. No entanto há sempre uma percentagem residual que não pode ser explicada naturalisticamente.

Uma das coisas que é um bocado difícil de explicar para quem tem uma visão naturalista do mundo são testemunhos de pessoas cegas que afirmam terem recolhido informação real durante a sua EQM.

Como é que se explica que pessoas cegas de nascença, e durante uma complicação médica, tenham saído do seu corpo e tenham visto lugares e pessoas?



....
Prevendo o tipo de respostas que os ateus vão elaborar, deixem-me avançar com uns pensamentos:
* O facto de haver fraudes não invalida o genuíno. Se há uma pessoa no Casal Ventoso que diz que viaja até Marte quando toma uns speeds, isso não invalida o testemunho da pessoa do video acima mostrado. As coisas tem que ser investigadas dentro do seu próprio mérito, e não discartadas com aquilo que os anglófonos chamam de "guilty by association".

* Se não fosse a crença no naturalismo, qual seria a conclusão óbvia deste e doutros testemunhos que apontam para o facto de haver realidade para além do mundo material?

[Actualização: 18/08/2008 - 13:59]

Eis aqui um blog de um evolucionista. Não tive tempo para lêr tudo o que lá está, mas acho que pode ser uma leitura interessante:

Near Death The Blind See

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