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quarta-feira, outubro 03, 2012

O algoritmo das formigas


A Terra parece ser um sítio totalmente controlado pelas formigas uma vez que elas parecem cobrir o globo inteiro. O sucesso de qualquer colónia de formigas depende das capacidades inerentes de muitas das suas operárias. Uma das capacidades das formigas recolhedoras depende dum algoritmo que governa a frequência com que elas saem da colónia, e que tem um paralelo com um outro algoritmo gestor de dados de internet. 

As formigas recolhedores fazem buscas  por sementes e cada uma das formigas transporta uma semente de cada vez para a sua colónia. Se demasiadas formigas se encontram em busca de sementes, os recursos são desperdiçados, e a colónia poderá receber um excesso de provisões que poderiam gerar um bloqueio no tráfego (e problemas no armazenamento do excesso de alimentos).

Isto pode ser um desastre.

Por outro lado, a colónia passará fome se não haver sementes suficientes.  Como é que as formigas controlam esta tarefa crítica?  Os pesquisadores estavam curiosos por  descobrir a forma como as formigas levavam a cabo esta tarefa sem qualquer tipo de administração centralizada.

A resposta é que as formigas levam consigo todo o seu entendimento. Ao testarem com as formigas recolhedoras, os biólogos determinaram que, quando as formigas regressam  à colónia mais lentamente, então mais formigas sabem que têm que sair da colónia e ir recolher. Ao mesmo tempo, quando as formigas regressam em grande número, enchendo rapidamente as "dispensas", menos formigas saem para buscar alimento.

Biólogos e engenheiros de Stanford fizeram uma parceria e descobriram que um algoritmo frequentemente usado para regular o tráfego da internet assemelha-se com o que as formigas usam para regular o tráfego de recolha.  Os dados foram publicados no jornal onlone PLoS Computational Biology.

Eles observaram que o algoritmo presente no cérebro das formigas usa quatro variáveis. Uma descreve a taxa das formigas que saiam, outra descreve a quantidade com que a taxa aumenta à medida que cada formiga regressa, e outra descreve a forma como a taxa diminui cada vez que cada formiga sai. O artigo uniu estes parâmetros usando duas fórmulas::
  1. an = max(an-1-qDn-1+cAn-d,a), a0 = 0
  2. Dn~Poisson (an)
Quem diria que as formigas eram tão inteligentes?

Para além disto, as formigas recolhedoras sabem muito mais. Por exemplo, elas sabem qual a amplitude térmica ideal para elas irem em busca de alimento. Elas recolhem-se para o subsolo durante os períodos mais quentes dos desertos da zona ocidental dos EUA (onde muitas delas vivem).

Em dias de Sol, as formigas recolhedoras normalmente param de buscar alimento por volta das 11 a.m. e regressam quando as temperaturas baixam para os  118-125°F [47º - 51º Celsius]. Isto significa que as formigas possuem termómetros internos que comunicam com os seus centros de decisão. 
Claramente, as formigas não aprenderam isto numa escola, portanto é perfeitamente lógico e cientifico inferir que este conhecimento vem duma Fonte exterior a elas mesmas.

* * * * * * *

Não é difícil saber Quem é o Programador que codificou as formigas de modo a que elas possam executar algoritmos necessários para a sua sobrevivência, no entanto seria interessante saber se os militantes ateus realmente acreditam que um sistema que faz cálculos matemáticos pode ser o efeito de forças não-inteligentes. Se sim, que tipo de evidências eles fornecem que suporte esta posição religiosa não-científica?

Enquanto os militantes ateus pensam nisso, fica aqui um versículo especialmente para eles:

Vai ter com a formiga, ó preguiçoso: olha para os seus caminhos, e sê sábio.
Provérbios 6:6




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domingo, julho 29, 2012

O Criador e o vôo da libélula

Se mais evidências fossem necessárias para se observar a realidade do design no mundo natural, a pesquisa levada a cabo pela Drª Z. Jane Wang, professora de mecânica teorética e aplicada na Cornell University (Gold, 2006) junta-se à já-de-si-longa lista de evidências científicas. Centrando-se no sistema de vôo e na dinâmica dos fluídos, a Drª Wang ressalva que a melhor forma de aprender mais sobre o vôo é olhando para o que acontece naturalmente, isto é, o que existe no mundo biológico.

Note-se neste ponto importante: de forma a que a complexa mente humana possa compreender os princípios do vôo, ela tem que se focar no mundo natural - a Criação. Portanto, a mente inteligente tem que aprender a partir daquilo que - segundo a mitologia evolucionista - veio a existir e desenvolveu-se sem qualquer tipo de Mente Criadora. A inteligência depende assim da não-inteligência. Quem senão um evolucionista pode acreditar numa coisa tão ridícula como esta?

Reportando os seus achados no encontro anual da "American Association for the Advancement of Science", a Drª. Wang observou que a sua pesquisa põe em causa a sabedoria convencional que atribui mais eficiência aos aviões (invenções humanas) do que às criaturas do mundo natural. As libélulas, por exemplo, são "maravilhas da engenharia" (Gold, 2006).

“Maravilhas da engenharia” sem um Engenheiro é a posição dos evolucionistas ateus - apesar da auto-evidente irracionalidade de tal posição pseudo-cientifica.

De facto, a libélula possui quatro asas, em vez das duas como é normal, o que lhe permite arremessar-se para frente a cerca de 60 quilómetros por hora. Esta habilidade espantosa permite ao insecto pairar e mesmo reverter o seu vôo. Segundo a Drª Wang:

As libélulas possuem um bater de asas pouco usual. É um batimento cima-baixo em vez de frente-para-trás.... As libélulas são dos insectos mais manobráveis que existem, portanto se elas fazem as coisas dessa forma, então há uma razão por trás.

(Gold, 2006)

Claro que a crença de que há uma "razão" ou um motivo (ou propósito) por trás da operacionalidade dos dispositivos biológicos provém da crença de quem há Uma Mente por trás desse design.

Os evolucionistas ateus, que negam a existência do Criador, encontram-se assim na posição de assumir um propósito por trás da mecânica da vida rejeitando, no entanto, Aquele que criou os ditos dispositivos com um fim em vista.

Quanto mais os cientistas analisam as libélulas, mais eles se impressionam com estas "maravilhas da engenharia de vôo". (“How Do Things...,”). Durante o seu vôo, e quando batem as asas para baixo, as libélulas parecem contorcer as suas asas, criando um redemoinho de vento que flui através das suas asas, facilitando o levantar que lhes mantém no ar.

Durante os últimos anos a cientista australiana com o nome de Akiko Mizu­tani (Centre for Visual Science na Australian National University) estudou as libélulas de modo pormenorizado. As suas pesquisas revelaram que, quando ela persegue a sua presa, as libélulas "ensombram os seus inimigos com manobras complexas que os pilotos militares podem apenas sonhar em reproduzir. Os seus truque criam a ilusão de que não se estão a movimentar" (citada em “How Stealthy...,” 2003, 2398:26). De facto, segundo o Dr. Javaan Chahl, os rápidos movimentos aéreos permitem que a libélula aparente ser um objecto imóvel (“Military Looks to Mimic...,” 2003).

Este conhecimento não está a passar despercebido aos responsáveis militares uma vez que eles reconhecem as implicações incríveis que estas pesquisas podem ter no desenvolvimento tecnológico - desde a habilidade de aviões de guerra em aproximarem-se sem serem detectados, passando pelo aumento das capacidades de manobra e terminando numa maior logística dos helicópteros.

Verdadeiramente, "os cientistas acreditam que o controlo de vôo do insecto pode ter aplicações nos novos aviões e novos helicópteros." (2003). É alguma surpresa o facto do primeiro helicóptero alguma vez produzido ter recebido o revelador nome de “Dragonfly” [inglês para "libélula"] ? (“Sikorsky...,” 2003)

Se ninguém considera o helicóptero como um produto do tempo e do acaso, porque é que pessoas minimamente razoáveis acreditam que o insecto, que os cientistas analisam em busca de princípios de vôo superiores, evoluiu por meio das não-inteligentes forças da natureza?

Se a mente humana, com toda a sua complexidade e o seu design inteligente, é necessária para criar a capacidade de vôo (exemplo: aviões), o que é que se pode dizer da Mente que criou a mente humana? Se vários cientistas inteligentes têm que investir vastas quantidades de tempo, energia, intencionalidade, deliberação, conhecimento e análise de modo a descobrir os segredos "dos movimentos eficientes" da libélula, o que é que foi necessário para criar a libélula? "Forças evolutivas" vazias de inteligência, consciência e propósito ? Ridículo.

O tempo e o acaso evolutivo são insuficientes para explicar o maravilhoso design observado nos insectos como a libélula. A melhor explicação para a *origem* deste e de muitos outros sistemas biológicos é a Criação, e a Pessoa melhor colocada para o lugar de Criador é o Deus da Bíblia revelado na Sua Plenitude na Pessoa do Seu Único Filho Jesus Cristo.

"Digno és, Senhor, de receber glória, e honra, e poder;
porque Tu criaste todas as coisas, e por Tua vontade são e foram criadas.
"

Revelação 4:11


Fonte

REFERÊNCIAS:

  • Gold, Lauren (2006), “On the Wings of Dragonflies: Flapping Insect Uses Drag to Carry its Weight, Offering Insight into Intricacies of Flight,” Cornell University Chronicle, February 19, [On-line], URL: http://www.news.cornell.edu/stories/Feb06/AAAS.dragonflies.lg.html.
  • “How Do Things Fly?” (no date), Boeing, [On-line], URL: http://www.boeing.com/compan yoffices/aboutus/wonder_of_flight/dragon.html.
  • “Military Looks to Mimic Dragonflies” (2003), ABC News, June 5, [On-line], URL: http://www.abc.net.au/news/newsitems/200306/s872489.htm.
  • “How Stealthy Insects Outsmart Their Foe” (2003), New Scientist, 2398:26, June 7.
  • “Sikorsky HO2S-1/HO3S-1G ‘Dragonfly’” (2003), USCG Homepage, [On-line], URL: http://www.uscg.mil/hq/g-cp/history/WEBAIRCRAFT/AC_Sikorsky_HO3S.html.


quarta-feira, junho 27, 2012

Biomecânica confirma Génesis

Ouvi, ó céus, e presta ouvidos, tu, ó terra, porque fala o Senhor:
Criei filhos, e exalcei-os; mas eles prevaricaram contra Mim.
Isaías 1:2

Uma vez que todas as disciplinas científicas estão de acordo com o modelo da criação, o estudo do fascinante do mundo da biomecânica não pode ser excepção. O escritor científico Bruce Fellman declara:
Os estudos em torno da biomecânica mostram como o design e a construção das plantas e dos animais obedecem as leis da Física e capitalizam com as mesmas.
(Fellman, B., “The Wonders of Biomechanics,” Funk & Wagnalls 1991 Science Yearbook, p. 85)
A estas palavras, o cientista criacionista acrescentaria que tal "design" requer um Brilhante Designer.

Uma das áreas da biomecânica é a fascinante construção dos ossos. Há alguns anos atrás o evolucionista Carl Welty escreveu "As Áves como Máquinas Voadoras" (Birds as Flying Machines.” - Welty, C., “Birds as Flying Machines,” Vertebrate Structures and Functions, Scientific American, W.H. Freeman & Co. 1974, p. 66) onde fala das estrutura dos ossos das áves.

Deus criou as áves com ossos ocos de modo a dar força máxima para um peso menor. Por exemplo, o alcatraz pode ter até 2 metros de envergadura mas o seu esqueleto pesa apenas 0.113 quilos.

No seu artigo Welty tem a foto do osso da asa dum abutre exibindo a sua estrutura interna. Ele comenta:

Geometricamente falando, as ligações internas dos ossos são virtualmente idênticas às usadas nos alicerces Warren [ing: Warren truss] geralmente usados como componentes estruturais em aço.
Quando se compara a foto de Welty com a estrutura Warren no "Urquhart’s Civil Engineering Handbook" ficamos espantados coma a semelhante entre ambas.

A beleza da organização dos ossos trabeculares foi observada em 1866 pelo engenheiro suíço Karl Cullman quando este se deparou com a cabeça cortada dum fémur no laboratório dum colega e exclamou "Mas isso é o meu guindaste!"

De facto, o padrão interno dos ossos seria muito semelhante ao padrão de guindastes que Cullman havia criado para docas de descarregamento (Summers, A., Natural History, Sept. 2001, p. 74).

A.G. Carnes-Smith, um químico da Universidade de Glasgow (Escócia) admite que o que nos impressiona nos seres vivos é a criatividade embutida, a aparência de terem sido arquitectados, pensados - de terem sido agregados com um propósito. A característica singular é a enorme falha entre as versões mais simples de organismos que se possam imaginar - tal como nós os conhecemos - e os componentes que, de modo razoável, a Terra possa ter gerado.

Mas o problema maior aparece porque a maior parte da complexidade parece ser necessária para a operacionalidade total do organismo (Cairns-Smith, A.G., Seven Clues to the Origin of Life, Cambridge University Press, 1985).

Os ossos são os tecidos dinâmicos, complexos e vivos dos vertebrados. Qual é a origem de tal tecido único que combina células vivas (osteócitos) com minerais (cálcio e fósforo)? O falecido Gordon Rattray Taylor, antigo conselheiro científico da BBC, disse o seguinte no seu livro:

É óbvio que a criação [sic] dos ossos requereu não uma mas uma série de mutações, todas elas integradas tendo em vista o mesmo propósito - algo incrível para ter ocorrido por acaso.
(Taylor, G.R., The Great Evolution Mystery, Secker & Warburg, London, 1983, p. 57)
Segundo o neo-darwinismo, as "criaturas mais antigas" da escala evolutiva - tais como os corais, os moluscos e as esponjas - não possuíam esqueleto (ossos) mas de repente, e de modo inexplicável, animais com esqueletos apareceram no registo fóssil. A Grolier Multimedia Encyclopedia de 1998, referindo-se ao aparecimento abrupto das classes de filo dos grupos superiores de animais nas camadas Câmbricas e Ordovicianas, declara:
Isto reflecte uma aquisição súbita de esqueletos por parte dos vários grupos, o que, por si só, constitui um problema.
Um problema para a teoria da evolução, entenda-se, uma vez que Génesis claramente declara que as formas de vida aparecerem nos espaço de 6 dias (e não com intervalos de milhões de anos entre si, como pensam alguns "cristãos").

. . .

Como seria de esperar, os evolucionistas desdobram-se desesperadamente para fornecer explicações 100% naturalistas para a origem de estruturas tão complexas como os esqueletos e os ossos que fazem parte deles. Eles [os evolucionistas] preferem venerar a criação e não o Criador (Romanos 1:25). O evolucionista G.V. Lauder escreve sobre este assunto no segundo capítulo do seu livro "Adaptation" declarando:

Sem dúvida que a explicação mecanicista da Darwin para a origem o design orgânico foi uma enorme conquista intelectual.
(Rose, M.R. and Lauder, G.V., Adaptation, Academic Press, Inc. 1996)
Lauder prossegue afirmando que a "selecção" [natural] é a razão por trás da "manifesta complexidade dos organismos".

No entanto, e como é normal na religião evolucionista, pelos menos 4 outros biólogos evolucionistas discordam com a crença de Lauder, e afirmam na 6ª edição do seu texto que:

A selecção natural só pode operar nas propriedades biológicas que já existem; ela [a selecção natural] não gera características de modo a suprir necessidades adaptativas.
(Noble, Noble, Schad & MacInnes, Parasitology, Lea & Febiger, 1989, p. 516)
Ou seja, a selecção natural nunca pode ser usada como explicação para a origem de propriedades biológicas uma vez que a selecção natural, como o próprio nome indica, selecciona. Para haver selecção, tem que haver o que seleccionar.

Conclusão:

A biomecânica é apenas mais outra área da ciência que revela a Criativa Mão de Deus. Que pena que para a maior parte dos cientistas o naturalismo esteja acima da verdade.

Fonte


terça-feira, dezembro 06, 2011

Criados para voar e glorificar o Criador

Mas os que esperam no Senhor renovarão as suas forças, subirão com asas como águias: correrão, e não se cansarão; caminharão, e não se fatigarão.
Isaías 40: 31

Porque é que os pilotos e os mecânicos aeronáuticos são tão meticulosos na manutenção dos aviões e de outros engenhos voadores? Provavelmente porque basta uma pequena falha no sistema para que complicações ocorram e vidas sejam colocadas em risco.

Dispositivos feitos para voar possuem uma vasta gama de sistemas interdependentes que são especificamente construídos para facilitar o vôo.

As áves, por exemplo, foram claramente arquitectadas para voar; elas nunca poderiam ser o resultado duma leque enorme de mutações aleatórias filtradas pela selecção natural. A antigo Livro de Jó declarou isto mesmo:

Mas, pergunta agora às alimárias, e cada uma delas to ensinará; e às aves dos céus, e elas to farão saber:…Quem não entende, por todas estas coisas, que a Mão do Senhor fez isto? (Jó 12:7, 9)
Alguns dos sistemas necessários para o vôo são visíveis a olho nu - tais como as asas e a forma aerodinâmica do corpo. Existem, no entanto, outras características menos óbvias mas igualmente importantes.

Tudo aquilo que voa tem que possuir um rácio força/peso específico. Se o material do qual são feitas as asas fosse suficientemente forte para resistir ao ar mas demasiado pesado para ser elevado pelo "motor", tal criatura nunca sairia do chão.

Se porventura estas asas demasiado pesadas tivessem surgido durante a evolução, a criatura estaria em desvantagem para fazer vida no solo, mas ao mesmo tempo ainda não poderia usar o meio aéreo para a sua locomoção.

As asas dos pássaros são feitas de fibras de proteicas de queratina, leves e fortes.

Semelhantemente, o centro de gravidade (inglês: "center of mass") dos pássaros é na parte frontal do mesmo - entre as sua asas. Isto é um arranjo aerodinâmico crucial uma vez que o mesmo permite o controlo de equilíbrio e uma gestão de manobra em pleno vôo.

Para além disso, este centro de gravidade mais afastado das pernas e mais próximo dos membros anteriores demonstra de forma óbvia que as àves nunca poderiam descender de dinossauros uma vez que o centro de gravidade destes últimos é um pouco acima dos membros posteriores.

Os evolucionistas ainda não mostraram ao mundo os fósseis de animais com o centro de gravidade a movimentar-se para áreas mais próximas dos membros anteriores. De facto, criaturas cujo centro de gravidade estivesse em evolução para a parte frontal, mas que ainda se encontrasse a meio do corpo, nunca se poderia controlar durante o vôo.

Pior que isso, também já não poderia controlar de forma eficiente o seu corpo em terra firme. Tal criatura imaginária tornar-se-ia rapidamente numa presa fácil para os melhor equipados dinossauros em seu redor - terminando logo aí a sua história evolutiva.

Uma pequena mas crucial propriedade presente nos pássaros voadores é a pena alula. Posicionada de um modo preciso na parte frontal da asa, a mesma é "empurrada" para frente pouco antes do pássaro aterrar como forma de suavizar a aterragem. Sem elas, os pássaros pura e simplesmente teriam aterragens problemáticas.

Há outras propriedades específicas necessárias tais como um sistema de aterragem retráctil e estabilizadores horizontais. Isto sem falar nos mecanismos do pássaro que servem para a auto-reparação (cura).

Mas mesmo com todo este hardware específico, ordenado na ordem perfeita, o pássaro seria incapaz de voar se não tivesse um software interno para gerir toda esta maquinaria. Os seus controladores de vôo constantemente detectam a velocidade e a direcção do vento ao mesmo tempo que monitorizam os inputs visuais tri-dimensionais e os dados magnéticos.

Esta informação produz, posteriormente, uma miríade de outputs, incluindo a temporização e a activação dos largos músculos peitorais que dão poder às asas, bem como o controle dos pequenos músculos que ajustam a curvatura das pequenas penas num esforço coordenado para o vôo.

Os técnicos de manutenção dos aviões não podem de maneira nenhuma desprezar os pequenos detalhes uma vez que a vida dos passageiros e dos pilotos depende do normal funcionamento das partes específicas construídas segundo tamanhos, formas e potências precisas.

Portanto, uma vez que nós claramente notamos que nenhuma especificação foi deixada de fora no design das áves voadoras, a interpretação mais directa e parcimónica, de engenho para Engenheiro, de design para Designer, ou de criação para Criador, é perfeitamente válida.

E isto nem leva em consideração a beleza do vôo das aves, as suas canções, as suas penas coloridas - tudo propriedades que revelam arte e que exigem Um Artista que consiga unir vôos elevados de imaginação com a mais intrincada qualidade de engenharia.

Certamente que o Criador/Artista/Engenheiro/Designer merece crédito pelo Seu Fantástico trabalho.

Eu fiz a terra, o homem e os animais que estão sobre a face da terra, pelo Meu Grande Poder e com o Meu Braço estendido, e a dou àquele que Me agrada em Meus Olhos.

Jeremias 27:5

Qualquer menção duma origem não inteligente para estes sofisticados sistemas de suporte ao vôo deve ser tratada como humor ou mitologia (ou delírios) e não como uma tentativa válida de dar uma explicação minimamente científica.


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