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segunda-feira, janeiro 31, 2011

Teoria da Evolução ao Serviço do Infanticídio, Violação e Genocídio

Pouco depois de Darwin ter publicado a sua teoria, diversos grupos sociais (e políticos) começarem a aplicá-la em áreas afastadas da ciência. O Darwinismo na natureza foi interpretado como uma batalha sangrenta de um contra todos. Os evolucionistas explicaram muitos actos naturais como sendo "beneficiais para a evolução". Tudo aquilo que favorecia a sobrevivência e a reprodução recebia uma interpretação Darwiniana:
Há boas razões biológicas para a violação ocorrer. Se um animal do sexo masculino está preparado para tentar ocasionalmente a violação, então é mais provável que ele se reproduza dessa forma do que de outra qualquer. (Michael Ruse, "Is Rape Wrong in Andromeda?", página 76, 1985)
O Darwinismo foi também transferido para a esfera das relações humanas e muitas vezes com implicações arrepiantes:
Mesmo o infanticídio praticado por vários povos através da história humana trabalha para a aptidão Darwiniana em vez de agir como um freio ao crescimento populacional. Não há motivo algum em manter com vida bebés que não poderiam ser suportados por muito tempo. Matar bebés que de outra forma nunca poderiam ser criados em segurança oferece melhores oportunidades de sobrevivência aos restantes.

O infanticídio em tempos de dificuldade pode significar o aumento do número de crianças que chega a idade adulta. (Colinvaux P., "Why Big Fierce Animals Are Rare", páginas 16-17, 1978)

....

O infanticídio é a morte dos bebés excedentes - que de outro modo teriam à sua disposição recursos limitados - de modo a que outros possam sobreviver. Não só é o mecanismo de escolha inerente ao nosso comportamento sexual como também uma estratégia de reprodução Darwiniana. O infanticídio confere aptidão (Colinvaux, 1978, página 216).

Mesmo doutrinas Darwinianas obscuras tiveram um impacto imenso nas polícias sociais. O conceito de "recuos genéticos", por exemplo, foi usado como explicação para o comportamento criminoso. O criminoso era tido como um "recuo genético" até ao homem primitivo (ou até ao símio) que possuía pouca fibra moral ou apenas um desejo por sangue.

Consequentemente, muitos administradores, empregadores e juristas acreditavam que poderiam identificar os criminosos a partir das suas características físicas "macacais". O "recuo genético" era usado para identificar a mente criminosa. A forma da cabeça ou dos olhos, as orelhas pontiagudas e até a epilepsia eram considerados sinas de degeneração moral.

Anos mais tarde, Lombroso conferiu proeminência especial à epilepsia como marca de criminalidade; finalmente ele declarou que quase todos os "nascidos criminosos" sofrem de alguma forma de epilepsia.

O fardo imposto pela teoria de Lombroso sobre os epilépticos não pode ser calculado; eles tornaram-se num alvo maior dos esquemas eugénicos em parte devido ao facto de Lombroso ter defendido que a sua doença era um sinal de degeneração moral. (Gould, 1981, pág 134)

Conclusão:

A teoria da evolução foi contextualmente usada para justificar a violação de mulheres, a matança de bebés e o extermínio em massa de pessoas que sofriam de uma doença (epilepsia). Será que todos os evolucionistas que usaram a teoria da evolução para justificar estes horrores estavam errados? Ou será que o carácter anti-humano da teoria explica o porquê dela ser usada para justificar o assassínio em massa?

Os evolucionistas modernos, embaraçados pelo que os seus irmãos na fé fizeram no passado, tentam a todo o custo separar a teoria das pessoas que a usam para justificar comportamentos anti-vida. Mas será isto lógico? Será lógico aceitar a noção de que os evolucionistas que viveram dentro do contexto donde surgiu a teoria da evolução não entenderam o que Darwin tinha em mente, e que só os evolucionistas do século 21 é que discerniram as "verdadeiras intenções" da teoria?

Na verdade, isto é uma discussão que os evolucionistas tem que resolver entre eles. Os que defendem a extensão da teoria para áreas da psicologia comportamental tem que explicar aos que se negam a fazer isto o porquê de o fazerem.

Ideias tem consequências e a teoria da evolução tem consequências gravíssimas.


Modificado a partir da página 154 do livro "The Biotic Message" (Walter ReMine)

sexta-feira, novembro 05, 2010

Desproporcional presença dos "sem-religião" nas prisões paulistas

No mínimo interessante.

Os números não mentem:




CONCLUSÃO:

Isso revela maior propensão ao crime por parte dos sem religião, porquanto são mais super-representados entre os bandidos. Isso reforça a tese de que a ausência da verdadeira religião é um flagelo social a ser combatido, pois os sem religião são duas vezes mais tendentes a ser bandidos, enquanto cristãos católicos são duas vezes menos tendentes. Comparando-se católicos e sem religião, estes são quatro vezes mais tendentes a ser bandidos do que católicos. A ausência de religião é sim uma chaga social, e o indivíduo sem religião tende a praticar mais crimes que o religioso. A moral cristã mais uma vez triunfa sobre a moral laica através de conclusões estatísticas. Infelizmente, o mundo caminha em direção oposta.

sexta-feira, julho 02, 2010

Holanda: Marroquino médio é preso 4,1 vezes

Será que a islamofobia nunca terá um fim?

Original

AMSTERDAM, 26/06/10 - Mais da metade dos jovens marroquinos na Holanda cometeram um ou mais crimes antes de atingir a idade de 22 anos. O homem jovem médio marroquino foi preso 4,1 vezes, de acordo com um estudo realizado por criminologistas e pesquisadores de migração para o Jornal de Criminologia.

Para o estudo, todo mundo que nasceu na Holanda em um determinado ano (1984) foi monitorado até que ele ou ela alcançasse os 22 anos. Os números mostram que 14 por cento deste grupo entraram em contato com a polícia por um crime pelo menos uma vez. Entre os homens holandeses, o valor é de 20 por cento, e entre os homens marroquinos, 54 por cento.

A média é puxada para baixo pelas garotas, que são menos ativas criminalmente que os garotos. Entre as meninas nascidas em 1984, 5,4 por cento vieram em contato com a polícia como criminosa em uma ou mais ocasiões.

Rapazes marroquinos entraram em contato com a polícia sob suspeita de um crime 4,1 vezes em média. Eles também foram, em média, os mais jovens quando foram registrados como autores pela primeira vez (17,6 anos).

Garotas marroquinas (16,6 por cento) também têm sido suspeitas com mais freqüência do que as garotas holandesas (4,5 por cento). Como as garotas do Suriname e Antilhas, elas também cometem cerca de três vezes mais crimes violentos.

Na introdução ao artigo, os editores do jornal escrevem que eles não querem que os dados criem a imagem de marroquinos como um grupo formando um problema. "As relações entre crime e migração requerem atenção minuciosa na pesquisa, mas a discussão crítica continua a ser necessária para impedir que a investigação involuntariamente contribua para a exclusão de grupos inteiros de imigrantes, a maioria dos quais não tem nada a ver com o crime".

sexta-feira, abril 03, 2009

Qual é a importância de um pai na família?

Lucas 1:17
E irá adiante dele no espírito e virtude de Elias, para converter os corações dos pais aos filhos, e os rebeldes à prudência dos justos, com o fim de preparar, ao Senhor, um povo bem disposto

Qual é a importância do pai para os seus filhos? Primeiro que tudo, o papel de um pai na família foi dada por Deus, mas à medida que a sociedade se torna mais ateísta, as familias têm sido redefinidas de forma a tornar o papel do pai num papel sem importância ou desnecessária. Numerosos estudos têm mostrado as consequências disto.

Entre 1960 e 1990 (nos EUA) a percentagem de crianças a viver longe do pai duplicou para 36%. Estudos mostram que é pior para a criança perder o pai devido a um divórcio do que perder o pai devido a um falecimento. A falta de um pai é um dos factores contributivos para o início prematuro da actividade sexual. O suicídio juvenil, que tem uma taxa mais elevada num lar sem um pai, triplicou desde 1960.

Estudos sobre a performance estudantil mostra que os resultados decresceram em 75 pontos desde 1960. Esta queda está ligada à falta de um pai em casa.

Rapazes criados sem um pai são mais susceptíveis de ter problemas com as autoridades. Isto talvez explique o porquê dos afro-americanos estarem disproporcionadamente representados em taxas de crimes nos EUA: a maioria dos afro-americanos cresce em lares onde o pai é uma figura ausente. Quando se comparam estes dados com os euro-americanos que cresceram sem um pai, a taxa de criminalidade é semelhante. Isto mostra a importância de um pai na família.

De acordo com vários estudos, crianças sem um pai são mais susceptívis de serem vítimas de abuso infantil.

Um estudo que demorou 26 anos a estar completo mostrou que um dos factores mais importantes para a criança desenvolver empatia é o envolvimento paterno na família.

Um outro estudo mostrou que 90% das crianças que frequentam a igreja com os pais permanecem activamente envolvidos na congregação. Se nenhum dos pais vai à igreja juntamente com eles, apenas 40% permanecem fiéis à congregação. Se apenas o pai vai com a criança à igreja, 80% permanece fiél.

Conclusão: O design para o casamento ideial como Deus sempre quis (um homem + uma mulher) tem uma importância fulcral para o desenvolvimento da criança. O homem, na sua tradicional folia de querer fazer as coisas à sua maneira, acha que o casamento pode ser um homem com outro homem, ou uma mulher com outra mulher, ou mesmo um homem com mais do que uma mulher. Outros acham que o pai não é importante para o desenvolvimento social da criança.

As prisões um pouco por todo o mundo dizem o contrário.

Temos que admitir que nós não podemos melhorar o design original imposto por Deus para um casamento funcional.

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