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sábado, agosto 27, 2011

Avanços tecnológicos não dependem da fé em Darwin

"Para que os seus corações sejam consolados, e estejam unidos em amor, e enriquecidos da plenitude da inteligência, para conhecimento do mistério de Deus — Cristo,
Em quem estão escondidos todos os tesouros da sabedoria e da ciência."
Colossenses 2:2-3

É notável que haja evolucionistas que tentem validar a sua mitologia religiosa comparando-a com o sucesso das invenções tecnológicas. O seu argumento é o de que o criacionismo, ao atacar a teoria da evolução (e por implicação - segundo os evolucionistas - a "ciência"), está a impedir o progresso tecnológico uma vez que esse progresso depende da mesma metodologia que valida a teoria da evolução.

Mas não é difícil notar que os avanços tecnológicos não dependem em nada dos delírios de Darwin nem da "metodologia evolucionista" (seja lá o que isso fôr). Computadores, telemóveis, telefones, aviões e viagens à Lua não dependem de nada que tenha a ver com a evolução pelo simples facto da teoria da evolução ser uma história sobre o passado e não algo necessário para o dia a dia do biólogo.

Isto é feito óbvio pela existência de uma extensa comunidade científica que não tem fé na teoria da evolução - mesmo em áreas relevantes para a mesma (microbiologia, etc).

De facto - e para surpresa de muitos - avanços nas áreas da tecnologia e da transportação aérea foram feitos por cientistas criacionistas:

  • O criacionista Robert Boyle (1627–1691) é o pai da Química moderna e um dos cientistas que demoliu a teoria aristotélica dos quatro elementos. Para além disso, Boyle financiou palestras em defesa do Cristianismo e patrocinou missionários e traduções Bíblicas.
  • Telemóveis dependem de teoria da radiação electromagnética cujos fundamentos dependem do trabalho do criacionista James Clerk Maxwell (1831–1879).

  • Máquinas computacionais foram inventadas por Charles Babbage (1791–1871), que pese embora não fosse um criacionista Bíblico era um criacionista no sentido lato. Ele acreditava que "o estudo dos sistemas da natureza com precisão científica era uma preparação necessária e indispensável para entender e interpretar o seu testemunho em favor da Sabedoria e Bondade do Autor Divino".

  • Os irmãos criacionistas Orville (1871-1948) e Wilbur Wright (1867-1912) inventaram o avião depois de estudar o design que Deus tinha posto nas áves.

  • A teoria das órbitas planetárias foi inventada por Johannes Kepler (1571–1630), famoso por alegar que as suas descobertas eram o resultado de "pensar os Pensamentos de Deus em conformidade". Kepler definiu a data da criação como tendo acontecido a 3992 a.C., data próxima dos cálculos do Bispo Ussher.

  • A teoria da gravidade e as leis da inércia, essencial para as alunagens, foram descobertas pelo criacionista Isaac Newton (1642/3–1727).

  • O programa de alunagem foi liderado por Werner von Braun (1912-1977), que acreditava no Designer e opunha-se à teoria da evolução. Para além disso, um criacionista Bíblico, James Irwin. andou na Lua.

Conclusão:

Será a teoria da evolução fundamental para os avanços tecnológicos que possuímos hoje? Analisando as evidências históricas, podemos dizer com firmeza que não. A importância da teoria da evolução não pode ser encontrada dentro da actividade científica mas sim dentro da ideologia naturalista.

sábado, agosto 06, 2011

terça-feira, agosto 02, 2011

Chapada no darwinismo

Porque o Senhor dos Exércitos o determinou; quem, pois, o invalidará? e a Sua Mão estendida está; quem, pois, a fará voltar atrás?
Isaías 14:27


A mão humana é sem sombra de dúvida uma estrutura maravilhosa.

A sua disposição e o aglomerado de estratégias de design permitem que o Homem - o único que possui este particular arranjo de ossos, tendões, músculos e nervos - escreva mais de 60 palavras por minuto ou use um martelo pesado enquanto segura numa delicada batata frita.

O que é que seria necessário para construir um aparato que conseguisse duplicar as capacidades da mão humana?

Uma série de cópias da mão humana foram desenvolvidas mas nenhuma delas se aproximou do alcance das funções da original. A última e mais avançada mão-robô foi recentemente descrita no jornal "Smart Materials and Structures" por dois pesquisadores da Virginia Polytechnic. De acordo com a Physorg.com, a sua invenção foi supostamente optimizada para "atingir uma aparência e performance quase humanas".

Mas quão próxima ela era de verdade?

Os autores descreveram os esforços hercúleos necessários para construir uma mão direita e um antebraço robóticos. Com o nome de "DART", a mão pode ser vista a tocar num teclado num vídeo online presente no artigo da Physorg.com.

Manifestamente, o DART não era rival para a mão humana (e o seu sistema nervoso) que usa "funções antecipatórias" para teclar 60 ou mais palavras por minuto. De forma a poder imitar a mão humana - que é "o melhor utensílio que existe para construir, cavar, agarrar, desenhar, escrever e muitas outras tarefas" - os engenheiros tiveram que arquitectar um mecanismo com as mesmas proporções, dimensões e características (incluindo a elasticidade, "sistema detector de densidade", toque e sensores de tensão).

O seu estudo citou o trabalho do cientista criacionista do século 19, o anatomista Charles Bell, que escreveu um livro inteiro em torno da mão humana e as suas exaltadas virtudes. Mas embora os autores do artigo tenha honrado a "Natureza" - chegando mesmo a capitalizar a palavra" - como a "criadora" da mão, o cientista Bell glorifou o Criador. Isto é feito evidente pelo título do livro:

  • The Fourth Bridgewater Treatise on the Power, Wisdom, and Goodness of God as Manifested in the Creation: The Hand; Its Mechanism and Vital Endowments as Evincing Design.

Portanto, por um lado os criadores do DART reconheceram que "abrir portas, alcançar objectos e escrever com teclados . . . . são tarefas simples de executar mas a interacção entre o cérebro, os sentidos e o movimento dos músculos no corpo humano são difíceis de replicar através da robótica". São tão difíceis que, de facto, os seus melhores esforços só conseguiram atingir cerca de 10% do "potencial total" da mão humana.

Mas por outro lado, eles presumem que a vastamente superior mão humana, que serviu de modelo para a sua construção, apenas "emergiu" no universo; sem qualquer tipo de esforço, de alguma forma a mesma evoluiu "tendo como base as exigências colocadas sobre si pelo meio ambiente".

O que os Cristãos atribuem a Deus os ateus evolucionistas atribuem à "Natureza". O seu paganismo foi previsto há séculos atrás pela Bíblia quando o Espírito Santo disse o seguinte, através do Seu escolhido, o Apostolo Paulo:

Pois mudaram a verdade de Deus em mentira, e honraram e serviram mais a criatura do que o Criador, que é bendito eternamente. Ámen
Romanos 1:25

O evolucionismo moderno nada mais é que paganismo mascarado de "ciência".


Então com o quê é que ficamos? A "Natureza" ou Deus? O facto dos engenheiros terem que exercer tanto trabalho intelectual e manual para criar uma espantosa - mas inferior - mão DART deveria responder de uma vez por todas a pergunta sobre QUEM está por trás do design existente na biosfera.

A natureza não tem a inteligência nem a capacidade para tal engenho, mas Deus tem todo o conhecimento (Colossenses 2:3) e todo o poder (Mateus 28:18).

Honrar a "Natureza" como causa primária para a origem da mão humana não é uma conclusão resultante das evidências científicas, mas sim uma escolha pessoal baseada nas escolhas ideológicas feitas à margem da ciência.

Embora os ateus evolucionistas tenham todo o direito de acreditar no que eles bem entenderem (por mais ridículas que sejam as suas crenças) eles não têm o direito de chamar de "ciência" as suas desilusões darwinistas.


quinta-feira, março 03, 2011

Criacionismo não é contra a ciência

Inspirado na campanha “Ciência não é contra Religião”, encabeçada pelos blogs www.teismo.net e www.quebrandoneoateismo.com.br, o blog www.criacionismo.com.br está promovendo também a campanha “Religião não é contra a Ciência”. Muitos ateus militantes e darwinistas tentam convencer os desavisados de que a ciência é incompatível com a religião bíblica. Nada mais falso. Na verdade, o método científico nasceu num contexto cristão, tendo os primeiros cientistas sido verdadeiros crentes na Palavra de Deus. Para fazer frente a essa ideia preconceituosa, elaboramos seis banners (três dos quais estão aí abaixo) com destaque para seis cientistas religiosos que provam a compatibilidade entre o pensamento científico e a religião baseada na Bíblia.


Ajude-nos a divulgar essas imagens (e as próximas três que publicarei em breve) no Orkut, Facebook, Twitter e em blogs/sites. E na próxima sexta-feira, dia 25, participe do tuitaço com a tag #religiaoeciencia

Mais próximo da data, postarei aqui algumas sugestões de conteúdos para o tuitaço. Participe![MB]

quinta-feira, outubro 28, 2010

Avanços tecnológicos não dependem da fé em Darwin

É notável que haja ateus que tentem validar a mitologia da evolução comparando-a com o sucesso das invenções tecnológicas. O seu argumento é o de que o criacionismo, ao atacar a teoria da evolução (e por implicação - segundo os evolucionistas - a "ciência"), está a impedir o progresso tecnológico uma vez que esse progresso depende da mesma metodologia que valida a teoria da evolução.

Mas não é difícil notar que os avanços tecnológicos não dependem em nada dos delírios de Darwin nem da "metodologia evolucionista". Computadores, telemóveis, telefones, aviões e viagens à Lua não dependem de nada que tenha a ver com a evolução pelo simples facto da teoria da evolução ser uma história sobre o passado e não algo necessário para o dia a dia do biólogo.

Isto é feito óbvio pela existência de uma extensa comunidade científica que não tem fé na teoria da evolução mesmo em áreas relevantes para a mesma (microbiologia, etc).

De facto - e para surpresa de muitos - avanços nas áreas da tecnologia e da transportação aérea foram feitos por cientistas criacionistas:

  • O criacionista Robert Boyle (1627–1691) é o pai da Química moderna e um dos cientistas que demoliu a teoria aristotélica dos quatro elementos. Para além disso, Boyle financiou palestras em defesa do Cristianismo e patrocinou missionários e traduções Bíblicas.
  • Telemóveis dependem de teoria da radiação electromagnética cujos fundamentos dependem do trabalho do criacionista James Clerk Maxwell (1831–1879).

  • Máquinas computacionais foram inventadas por Charles Babbage (1791–1871), que pese embora não fosse um criacionista Bíblico era um criacionista no sentido lato. Ele acreditava que "o estudo dos sistemas da natureza com precisão científica era uma preparação necessária e indispensável para entender e interpretar o seu testemunho em favor da Sabedoria e Bondade do Autor Divino".

  • Os irmãos criacionistas Orville (1871-1948) e Wilbur Wright (1867-1912) inventaram o avião depois de estudar o design que Deus tinha posto nas áves.

  • A teoria das órbitas planetárias foi inventada por Johannes Kepler (1571–1630), famoso por alegar que as suas descobertas eram o resultado de "pensar os Pensamentos de Deus em conformidade". Kepler definiu a data da criação como tendo acontecido a 3992 a.C., data próxima dos cálculos do Bispo Ussher.

  • A teoria da gravidade e as leis da inércia, essencial para as alunagens, foram descobertas pelo criacionista Isaac Newton (1642/3–1727).

  • O programa de alunagem foi liderado por Werner von Braun (1912-1977), que acreditava no Designer e opunha-se à teoria da evolução. Para além disso, um criacionista Bíblico, James Irwin. andou na Lua.

Conclusão:

Será a teoria da evolução fundamental para os avanços tecnológicos que possuímos hoje? Analisando as evidências históricas, podemos dizer com firmeza que não. A importância da teoria da evolução não pode ser encontrada dentro da actividade científica mas sim dentro da ideologia naturalista.

segunda-feira, maio 31, 2010

Queluz: Dia Global de Oração (2010)

segunda-feira, março 29, 2010

Criacionistas e a Astronomia

Os céus manifestam a Glória de Deus
e o firmamento anuncia a obra das Suas Mãos.
Salmo 19:1

Um cientista grego de nome Aristarco, que viveu no século III a.C., acreditava que a Terra e todos os outros planetas giravam em volta do Sol. Não o podia provar, no entanto, e por isso foram muito poucos os que se mostraram dispostos a acreditá-lo.

Muitas centenas de anos passaram antes que se pudesse reunir um número suficiente de informações exactas sobre os planetas capaz de enfraquecer a convicção de que tudo girava em torno da Terra.

Em 1543 o astrónomo polaco Nicolau Copérnico publicou um livro em que renovava a tese de que os planetas descrevem órbitas à volta de um ponto situado perto do Sol, e não em torno da Terra. Ainda não se dispunha de observações capazes de demonstrar a verdade da teoria, mas desta vez a tese foi bem recebida pelos outros astrónomos. Embora o sistema copernicano continuasse a utilizar deferentes e epiciclos, tornou muito mais simples o cálculo de futuras posições dos planetas.

Menos de cem anos depois de Copérnico, o astrónomo alemão Johannes Kepler efectuou uma série de cálculos sobre a órbita de Marte. Em consequência disso, descobriu que se podia por de lado toda a complicada utilização de deferentes e epiciclos. Marte, descobriu Kepler, desloca-se em torno do Sol numa trajectória oval, chamada elipse; com certeza que os outros planetas se deverão mover da mesma maneira, foi a conclusão a que Kepler finalmente chegou.

Mas ninguém sabia ainda porque é que os planetas deveriam descrever elipses.

A resposta não seria descoberta antes de 1687, quando o inglês Isaac Newton descobriu a Lei da Gravitação Universal. Newton mostrou que a gravidade «exigia» que os planetas se deslocassem em círculos ou elipses à volta do Sol.

Finalmente tínhamos uma teoria que combinava todo o conhecimento que o homem até então alcançara sobre o Universo, e que também provava que todos os corpos celestes, sejam eles quais forem, se comportam de harmonia com as leis da Física.

Fora dado um gigantesco passo em frente na maneira de os homens conceberem a Astronomia.

Fonte: "Segredos do Cosmos", Colin A. Ronan, página 30, (1964)


Os crentes ateus tem sempre o cuidado de contrapor "ciência" com "criacionismo", e "cientista" com "criacionista", como se um homem não pudesse ser ambos, e como se o criacionismo não estivesse em pleno acordo com a ciência. Ao fazerem isto, os ateus não só estão do lado errado da ciência, mas também estão do lado errado da História da ciência que eles tanto dizem seguir.

Reparem nos nomes dos homens que estão citados em cima: Nicolau Copérnico, Kepler e Isaac Newton. Todos eles eram criacionistas Bíblicos, e sem eles, a astronomia como nós a conhecemos provavelmente não estaria tão avançada.

Isto de maneira nenhuma "prova" que Deus criou o mundo em 6 dias, nem prova que o universo tem 6000 anos, mas serve, sim, de evidência muito forte contra a crença de que não é possível ser um homem de ciência e um criacionista Bíblico.

A ciência deve muito a homens como Galileu, Newton, Pascal, Mendel e outros criacionistas, mas se levássemos em conta apenas o que os ateus dizem, nunca haveríamos de saber acerca das raízes criacionistas da ciência moderna.

Diversos académicos já ressalvaram as origens Bíblicas da ciência moderna, mas pelos vistos muitas pessoas (incluindo muitos de nós cristãos) ainda não se aperceberam disso.

Loren Eiseley afirmou:

A filosofia da ciência experimental...começou com as suas descobertas e fez uso dos seus métodos na posição de fé (e não de conhecimento) que propõe que estamos a lidar com um um universo racional controlado por Um Criador que não age caprichosamente, e que não interfere com as forças que Ele pôs em funcionamento.....

É certamente um dos grandes paradoxos da história que a ciência, que profissionalmente pouco tem a ver com a fé, tenha as suas origens no acto de fé que afirma que o universo pode ser racionalmente interpretado, e que a ciência sustenha essa pressuposição.

Rodney Stark:

....suposições teológicas únicas ao Cristianismo explicam o porquê da ciência [moderna] ter nascido apenas na Europa cristã. Contrariamente à sabedoria prevalecente, a religião e a ciência não só são compatíveis, mas eram inseparáveis.

David A. Noebel acrescenta:

O facto da ciência ter emergido de todo é um testemunho poderoso para a veracidade do Cristianismo.C omo Louis Victor de Broglie afirmou, "Nós não estamos suficientemente perplexos com o facto de qualquer tipo de ciência ser possível".

O historiador e filósofo da ciência Stanley Jaki diz que "a crença Num Deus Pessoal e Racional, como manifesta na fé Cristã, suportaram a visão de que o mundo era um entidade objectiva e ordenada, investigável pela mente porque a mente era também um produto ordenado e objectivo proveniente do Mesmo Criador Racional, Consistente e Ordenado".

O ser humano acreditou que a ciência era possível porque o ser humano acreditou no Deus da razão e da ordem.

Conclusão:

Na era em que vivemos que controla a informação e os livros escolares, controla a população. Quem contra o que se ensina às novas gerações, controla o futuro. Hoje em dia, e principalmente na Europa, vivemos uma era pós-cristã onde tudo o que pode de alguma forma suportar a Bíblia tem que ser rejeitado. Uma das formas onde isto é manifesto é na História da ciência. Escondem-se as raízes cristãs da ciência moderna como forma de avançar com o ateísmo biológico (teoria da evolução) e ateísmo político (socialismo). A única forma de se vencer as várias formas em que nos é apresentado o ateísmo, não só é manter-mo-nos informados mas também disseminar a informação.

As falsas ideologias não toleram o livre acesso à informação que eles não possam controlar.

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