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quinta-feira, março 01, 2012

Não há aquecimento global desde 1997

Em outras notícias relacionadas, o Sol alegadamente é quente e a água é molhada.

Como já foi dito por várias pessoas, a teoria do aquecimento global antrópico nunca teve nada a ver com a ciência visto que a mesma mais não é que um plano para um governo mundial.

O alegado "consenso" em torno do aquecimento global antrópico (AGA) enfrenta agora um desafio inconveniente após o conhecimento público de dados que mostram que o planeta não ficou mais quente desde 1997.

Os dados sugerem até que nós podemos estar a caminhar para uma mini idade do gelo análoga à queda de temperatura que ocorreu há cerca de 70 anos.

Tendo como base as leituras de mais de 30,000 estações de monitorização de temperaturas. os dados foram disponibilizados ao público pela Met Office e pela "University of East Anglia Climatic Research Unit."

O estudo confirma que a tendência de aumento das temperaturas mundiais terminou em 1997.

Mais uma vez, o consenso estava errado e os "negacionistas" estavam certos.

Lembrem-se disto da próxima vez que alguém quiser finalizar uma discussão apelando ao cientificamente irrelevante "consenso".

Fonte


sexta-feira, setembro 23, 2011

A resposta estática

Breve demonstração das supremacia da ideologia sobre as evidências e a ciência:
Surtos de cólera parecem estar a aumentar, mas um novo estudo descobriu que os mesmos não podem ser explicados pelo aquecimento global. . . . . O vibrião vive em águas perto da foz do rio - aumentando e diminuindo de tamanho consoante a variação do plâncton das plantas.

O plâncton é comido por pequenos crustáceos sob cujas conchas o vibriao se agarra. A superfície superior mais quente da água oceânica suprime o crescimento do plâncton, e como tal os cientistas assumiram que o surto de cólera diminuiria com o aquecimento global.

Portanto, a hipótese defendia que os surtos haveriam de diminuir com o aquecimento global. No entanto, observações subsequentes mostram que os surtos de cólera estão a aumentar.

A mente lógica e racional concluiria que provavelmente o aquecimento global não está a ocorrer, mesmo que seja possível que não haja relação entre os surtos de cólera e as temperaturas globais.

Mas como o que hoje em dia passa por "ciência" não permite que certos dogmas revelados pelo Consenso Divino sejam escrutinados (atenção, evolucionistas!), a conclusão é a de que a hipótese ("aquecimento global = diminuição dos surtos de cólera") deve estar errada. Pior, para se manter a ideologia intacta vai ser necessário construir uma nova hipótese que 1) aceite o aquecimento global e 2) acomode o aumento dos surtos de cólera.

Portanto, mesmo quando a "nova ciência" está errada, ela está certa. Deve ser aquela coisa da "auto-correcção" que os evolucionistas e os aquecimistas tanto falam ("sim, as observações não estão de acordo com a teoria, mas isso é a vantagem da ciência: auto-correcção!").

Na mente dos evolucionistas e dos proponentes do aquecimento global, a resposta é sempre estática; o que varia é a pergunta.

quinta-feira, setembro 08, 2011

Revendo a revisão


Um estudo que tenha sido alvo de revisão de pares (eng: "peer-review") é normalmente considerado o exemplo perfeito para a verdade e fiabilidade científica. No entanto, depois de vários escândalos proeminentes, a preocupação em torno da utilidade do "peer-review" propagou-se para além do mundo académico.

A situação tornou-se de tal maneira alarmante que a Casa dos Comuns inglesa publicou uma reportagem em torno do processo de revisão depares. Uma vez que o governo britânico é um financiador relevante das pesquisas científicas, o seu parecer é relevante.

Como pano de fundo para esta desconfiança em torno da revisão de pares estão os escândalos em torno do Dr Andrew Wakefield e a sua fraudulenta e sem ética pesquisa em torno do autismo, e o "ClimateGate", a enorme controvérsia em torno de emails revelados ao público mostrando manipulação de dados e preconceitos editoriais por parte de alguns defensores do aquecimento global.

Mesmo alguns cientistas estão-se a tornar críticos. Entre algumas das objecções levantadas na reportagem encontram-se alegações de que a revisão depares "afoga" a novidade, reflecte os preconceitos dos editores, é onerosa e cansativa para os pesquisadores.

Para além disso, alguns editores de jornais científicos mundiais de renome questionam a sua eficiência. Drummond Rennie, editor do "Journal of the American Medical Association" disse a dada altura:

Se a revisão de pares fosse uma droga [com fins médicos], nunca teria permissão para ser vendida ao público.
Richard Horton, editor-chefe do "The Lancet", citou um estudo que concluía:
A revisão de pares editorial, embora amplamente usada, não é, em larga medida, testada e os seus efeitos são incertos.
Por outro lado, o grupo Research Councils UK afirmou ao comité que "a força da revisão de pares excede em muito as suas fraquezas."

De um modo geral, a reportagem expressa um certo grau de confiança na revisão de pares, mas ao mesmo afirma que o processo pode ser melhorado. A fiscalização da integridade das pesquisas é insatisfatória, segundo a reportagem. Deveria existir um regulador externo que lidasse com os raros casos de má conduta profissional nas pesquisas.

O MP que presidia o comité, Andrew Miller, disse o seguinte à BBC:

A questão aqui não são quantos erros são feitos e quantos desses erros escapam à rede, mas sim a potencial seriedade dos erros e da actividade fraudulenta. Para além disto ser algo que nos deveria preocupar, nós temos que pensar não só no incidente individual mas também no impacto que tal teria na confiança depositada na ciência. ~ BBC, Julho 28.
Fonte

Claro que se Deus não existe, não há"Regulador Externo" que lide com os "raros" (?) casos de má conduta profissional. No mundo estritamente materialista e naturalista, as fraudes são moralmente neutras. Sim, ninguém gosta de ser enganado, mas quem disse que a moralidade se deve basear no que nós gostamos ou deixamos de gostar?

Este tipo de notícia revela também a forma como o consenso evolutivo rejeita à priori qualquer artigo que mostra a fragilidade dos mitológicos "milhões de anos" ou do naturalismo: preconceito editorial.

Todos nós sabemos que estas coisas existem em todas as áreas da existência humana, mas os crentes evolucionistas esperam que nós acreditemos que a única razão que leva a que os jornais "científicos" rejeitem à priori trabalhos anti-evolutivos é a falta de "base científica".

sábado, agosto 13, 2011

Evolucionistas reclassificam Archaeopteryx


Há já algum tempo que os evolucionistas consideram o Archaeopteryx um "elo perdido" entre as áves e os dinossauros. No entanto, depois de análises recentes a uma distinta criatura fossilizada, pesquisadores chineses concluíram que o Archaeopteryx não foi a primeira áve a evoluir, mas sim algo mais parecido com um dinossauro.

Esta nova categorização demonstra de forma bem óbvia a falta de suporte científico das interpretações evolutivas dos fósseis.

O Archaeopteryx possuía características únicas que os distinguiam da maioria das áves actuais, tais como dentes e uma longa cauda. No entanto, este animal possuía traços cardinais que definem as áves: penas para voar, asas, pés próprios para aterrar e osso esternal. (eng: "wishbone").

Baseados nestas características desde o século 19 que os cientistas identificavam o Archaeopteryx como uma áve e não como um réptil. Um livro evolucionista popular declarou que o Archaeopteryx era uma "áve primordial" da qual as áves modernas descendem (Perrins, C. 1979. Birds: Their Life, Their Ways, Their World. New York: The Reader's Digest Association).

Obviamente que os dados científicos não mostram que o Archaeopteryx evoluiu de algum réptil nem que o mesmo evoluiu para os modernos pássaros. O mesmo não tinha propriedades verdadeiramente transicionais tais como estruturas metade escamas, metade penas. Em vez disso ele possuía penas totalmente formadas iguais às penas que as áves modernas têm.

John Morris, presidente do "Institute for Creation Research" escreveu o seguinte no seu livro de 2010 The Fossil Record:

Não é suficiente o Archaeopteryx ter algumas características esqueléticas em comum com os répteis uma vez que isso verifica-se com todas as áves e todos os mamíferos em existência. Será que isto implica descendência comum?
(Morris, J. D. and F. J. Sherwin. 2010. The Fossil Record)

O novo fóssil.

O que é que levou a que o Archaeopteryx fosse redefinido do grupo das áves para essencialmente o grupo dos dinossauros? Curiosamente, isso aconteceu depois duma equipa de pesquisa ter revisto um novo fóssil encontrado na China — Xiaotingia zhengi—e terem formulado uma árvore evolutiva que levava em conta as características do novo fóssil.

Os métodos usados usados para a construção de tais árvores filogenéticas - as tais que mostram relacionamentos evolutivos - são inteiramente subjectivos. Devido a isto, não é surpreendente que a nova árvore esteja em conflito com as árvores de outros evolucionistas (Thomas, B. and F. Sherwin. Darwin's Withering Tree of Life).

Os autores chineses, que publicaram os seus resultados no jornal evolucionista Nature, afirmaram que a sua análise dos traços característicos colocam o Archaeopteryx "dentro dos Deinonychosauria" pese embora o facto do "Archaeopteryx ser colocado no grupo Avialae por virtualmente todas análises filogenéticas numéricas." (Xu, X. et al. 2011. An Archaeopteryx-like theropod from China and the origin of Avialae. Nature. 475 (7357): 465-470).

Dito de outra forma: os resultados destes pesquisadores estão em oposição ao "consenso" evolutivo ao mover o Archaeopteryx duma categoria que incluía áves extintas para uma categoria separada que inclui uma mistura evolutiva ainda maior de dinossauros e áves extintas.

A Nature News reportou

A análise de traços característicos sugere que o Archaeopteryx não é de todo uma áve.
(Kaplan, M. Archaeopteryx no longer first bird. Nature News. Posted on nature.com July 27, 2011, accessed July 28, 2011)
Da forma como esta "descoberta" está a ser apresentada, ficamos com a impressão que, depois de 150 anos a analisar os espécimenes fósseis, os evolucionistas descobriram novos traços no Archaeopteryx - traços esses que demonstram que o mesmo não é uma áve. Mas a "análise" nada mais foi que uma comparação de um conjunto de detalhes esqueléticos, todos processados através de algoritmos que foram pré-configurados para mostrar relacionamentos evolutivos - mesmo que tais "relacionamentos" se fizessem notar pela sua ausência.

Isto significa que a reclassificação foi baseada num estudo "viciado" à partida por assumpções evolutivas em vez duma análise honesta do fóssil que foi reclassificado.

Conclusão:

Na verdade, o Archaeopteryx continua a ser aquilo que sempre foi: nada mais que uma áve extinta. Ele não é nem de perto nem de longe um fóssil transicional - algo que, segundo a mitologia evolutiva, a maioria dos fósseis deveria ser.

Só dentro da religião evolutiva é que um animal pode ser reclassificado para outra categoria taxonómica não através da examinação directa das suas características mas sim através da análise dos traços duma criatura totalmente diferente.

E é esta teoria que supostamente nos faz vêr que Deus não é o Criador? Sinceramente, se a teoria da evolução é o melhor que os naturalistas/humanistas/militantes ateus conseguem inventar, então se calhar está na hora deles procurarem alternativas.

"E esta nova descoberta altera por completo tudo o que te foi ensinado àcerca da origem da vida.

Esperem! Uma descoberta ainda mais recente muda totalmente o que acabei de reportar..."


domingo, junho 05, 2011

Consenso médico pode ter colocado vidas em risco

"Porque todos pecaram e destituídos estão da Glória de Deus"
Romanos 3:23

Será que noventa e dois artigos arbitrados por pares publicados durante mais de 10 anos podem ter sido fraudulentos? Como é uma coisa dessas possível aconteceu?

A UK Telegraph soou o alarme em torno de Joachim Boldt, “tido como um especialista de topo na gestão do fluído intravenoso" colóide. O mesmo publicou em vários jornais médicos autoritários britânicos.

Os peritos descreveram as alegadas falsificações de Boldt como o maior escândalo da pesquisa médica desde que Andrew Wakefield foi exposto como uma fraude no ano passado por ter alegado falsamente ter provado uma ligação entre a vacina MMR e o autismo... As alegadas falsificações do senhor Bold tem mais de uma década.
Pior que isso é o facto de haver a possibilidade de pacientes britânicos terem sido expostos a tratamentos perigosos dados com a autoridade da ciência. O tratamento que ele alegou ser seguro "pode resultar em complicações que incluem falhas no coração e nos rins, entrada de fluidos nos pulmões e choques anafiláticos".

Aparentemente Boldt "falsificou as assinaturas dos seus alegados ‘co-autores’ nos seus estudos, levou a cabo testes não aprovados e requisitou financiamento para operações que nunca executou". Provavelmente isto foi feito para cair nas boas graças dos produtores dos dispendiosos medicamentos.


"Porque o amor do dinheiro é a raiz de toda a espécie de males" 1 Timóteo 6:10

Um pesquisador médico estava estupefacto:

Para mim, isto agita o mundo no qual eu trabalho e faz com que eu me sinta menos confiante nele. Se eu fizesse parte do público, provavelmente sentiria o mesmo.

Conclusão:

O Homem pode ir à lua, construir sistemas que permitam observar cada vez mais longe no universo, decorar a tabela periódica e executar cálculos mentais cada vez mais complexos, mas a sua natureza caída mais cedo ou mais tarde vai-se manifestar. Nem é uma questão de "se" mas sim "quando".

Para aqueles que colocam a sua fé nos "cientistas" em assuntos que giram em torno das nossas origens, o nosso lugar no universo, e o nosso futuro eterno, que este texto sirva de aviso. Se em coisas que nós podemos empiricamente testar, medir, repetir e observar, o ser humano mostra-se pouco fiável, que dizer de assuntos que gravitam para zonas geográficas e linhas temporais que não estão sujeitas à observação directa?

Olhai para Mim, e sereis salvos, vós, todos os termos da terra; porque Eu sou Deus, e não há outro.
Isaías 45:22

domingo, maio 22, 2011

Comunidade científica alemã aliou-se a Hitler

Um estudo que durou sete anos a concluir, feito pela agência do financiamento da pesquisa e investigação, foi finalizado recentemente. Os historiadores focaram-se especialmente nos anos da era Nazi, 1933-1945.

A reportagem foi mencionada nos jornais Nature1 e Science.2 Segundo o artigo, muitos dos cientistas alemães seguiram Hitler sem resistência. Ulrich Herbert, historiador da Universidade de Freiburg, disse:

A transição para o Socialismo Nacional para as maiores áreas de pesquisa não foi muito dramática. Em 1933, os Nazis posicionaram-se em muitos lugares de liderança, mas não havia uma agenda Nazi específica. Em vez disso, as vozes contrárias e as posições contrárias foram eliminadas.
Isto serve para mostrar que os cientistas, tal como o resto da população, não estão imunes a crenças, filosofias e predisposições. Todo o ser humano que pensa está sujeito a tudo isso.

É muito importante ter isto em conta quando ouvimos este ou aquele cientista a falar sobre qualquer assunto não-observável, especialmente um assunto que é tão importante para a visão do mundo que nós temos, nomeadamente, a teoria da evolução.

Os factos não se interpretam a si próprios.
......
1. “Lessons from the dark side,” Nature 755 (2008) | doi:10.1038/451755a.
2. Newsmakers, Science, Volume 319, Number 5865, Issue of 15 February 2008.

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