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quinta-feira, outubro 11, 2012

(OBS: As desnecessárias e cientificamente irrelevantes referências à teoria da evolução presentes no texto original não são partilhadas pelo editor do blogue)


(Phys.org)

Segundo um estudo recente levado a cabo pelo antropólogo da Universidade do Missouri (MU)  Robert Walker, antes do contacto com os Europeus os conflitos violentos nas sociedades tribais da floresta Amazónica eram responsáveis por 30% de todas as mortes. Entender os motivos por trás dessas altercações na Amazónia incide alguma luz nas motivações instintivas que continuam a empurrar os grupos humanos para a violência, bem como as formas como a cultura influencia a intensidade e frequência da violência.

Walker, autor principal e professor-assistente de antropologia na "College of Arts and Science" da MU, afirmou:

Os mesmos motivos - vingança, honra, território e inveja centrada nas mulheres - que motivaram conflitos mortais na Amazónia, continuam fomentar a violência do mundo actual. A história evolutiva  humana em torno de conflitos violentos entre grupos rivais teve origem nos nossos ancestrais primatas. São necessárias doses maciças de treinamento social e controle institucional para resistir os nossos instintos e resolver as disputas verbalmente - e não com armas.

Felizmente, as pessoas desenvolveram formas de canalizar e desviar esses instintos para longe de conflitos mortíferos. Por exemplo, o desporto e os jogos de computador normalmente envolvem os mesmos impulsos de derrotar um grupo rival.

Walker examinou os registos de 1,145 mortes violentas em 44 sociedades . . . . da América do Sul revendo 11 estudos antropológicos prévios. Ele analisou as mortes numa base caso-a-caso como forma de determinar quais os factores culturais influenciaram a contagem dos corpos.

Ataques internos entre tribos com linguagens e culturas similares foram os motivos mais frequentes, mas com menos casualidades, quando comparados com os menos frequentes mas mais mortíferos  ataques externos provenientes de tribos com linguagem distinta.

Walker afirma:

A língua e outras diferenças culturais desempenham um papel no "choque de civilizações" que resultaram em actos violentos recentes, tais como o ataque à embaixada dos EUA na Líbia e a contínua guerra no Afeganistão.

Trabalhar para desenvolver um sentido de humanidade para todas as pessoas da Terra pode ajudar a reduzir os episódios de violência mais significativos ao encorajar as pessoas a olhar umas para as outras como um grupo unificado que trabalha para os objectivos globais comuns.

Os ataques às vezes envolviam o rapto de mulheres e em média, um similar número de mulheres foram raptadas tanto nos conflitos internos como nos conflitos externos.

Outro aspecto da guerrilha amazónica era a traição - tal como o acto de convidar um grupo rival para uma celebração e prosseguir com a chacina do mesmo depois deles estarem embriagados. Estes ataques resultaram em níveis elevados de mortalidade.

Walker diz:

A vingança era histórica guerra intertribal, tal como os modernos conflitos entre gangues, porque demonstrar fraqueza poderia resultar em mais ataques. O ciclo de violência poderia resultar na erradicação mútua das tribos.

Depois do contactos com os Europeus, a dinâmica da vida tribal amazónica mudou de forma dramática. Embora a disseminação do Cristianismo e a imposição de estruturas legais nacionais tenham resultado numa enorme perda da identidade cultural, ela também resultou na redução dos mortíferos ataques. Hoje em dia, tal tipo de violência é raro. A doença e o conflito com lenhadores ilegais e mineiros é a causa de morte mais comum.

Estudo: "Body counts in lowland South American violence," publicado no jornal científico Evolution & Human Behavior. (Provided by University of Missouri-Columbia)

* * * * * * *

Aparentemente o Cristianismo, ao contrário do paganismo, é uma ideologia que motiva-nos a "resistir os nossos instintos e resolver as disputas verbalmente - e não com armas" para além de "canalizar e desviar esses instintos para longe de conflitos mortíferos".

Para além disso, o Cristianismo fornece "um sentido de humanidade para todas as pessoas da Terra" e encoraja "as pessoas a olhar umas para as outras como um grupo unificado que trabalha para os objectivos globais comuns." Por outro lado, como o Cristianismo não vê a mulher como propriedade mas como companheira e adjutora no plano de Deus, ataques ("raids") que têm em vista o rapto de mulheres é algo condenado.

Como a Bíblia proíbe o uso da mentira (Êxodo 20:16), "o acto de convidar um grupo rival para uma celebração e prosseguir com a chacina do mesmo" é uma práctica também proibida pela Palavra de Deus.

Por fim, uma pergunta: a perda da "identidade cultural" duma cultura que era responsável pela morte de 30% dos seus próprios cidadãos é algo que deve ser lamentado?


quinta-feira, setembro 01, 2011

A importância do casamento

A razão principal que levou a que virtualmente todas as civilizações desde o início da história do homem tenham reconhecido e promovido o casamento entre o homem e a mulher é por esta ser a única união natural capaz de produzir crianças. Sim, o casamento existe muito por causa da procriação e todas as civilizações precisam de produzir crianças para sobreviver.

Sem as crianças - que só podem ser geradas na união sexual entre um homem e uma mulher - todas as nações, estados ou civilizações morrem. É, portanto, muito importante proteger e promover a instituição do casamento.

Mas há mais razões. Em adição à procriação, o casamento entre o homem e a mulher é o melhor ambiente para educar crianças. Sempre foi e sempre dá-de ser. A Biologia não pode ser ignorada. As crianças tem que ser criadas e famílias com pai e mãe são o melhor meio através dos qual elas melhor podem ser educadas.

Portanto, é do interesse do estado promover o casamento como a melhor forma de se tomar conta das crianças e educá-las de modo a que se tornem membros produtivos da sociedade.

Acresce-se que o casamento civiliza o homem. Os homens casados são mais produtivos e melhor comportados. Os solteiros são mais problemáticos para a sociedade, e como tal, o casamento é uma excelente forma de se "domesticar" o homem.

Paralelamente, o casamento protege as mulheres. As mulheres que são casadas são menos susceptíveis de experimentar violência de qualquer tipo do que as solteiras. Elas estão também protegidas financeiramente se criam as crianças e deixam de lado a carreira profissional devido a presença dum marido responsável e providenciador.


É por estas razões que as sociedades humanas reconheceram o casamento como sendo a união entre um homem e uma mulher - e é por isso que celebraram esta instituição.

Estas razões não só têm o suporte da sabedoria popular e do senso comum, mas têm do seu lado as pesquisas empíricas.

Quer se goste ou não, os casamentos tradicionais são os alicerces de qualquer sociedade. Portanto é muito importante pensar-se seriamente antes de se redefinir o conceito de "casamento" como forma de satisfazer uma minoria ideologicamente motivada.

quarta-feira, janeiro 19, 2011

Antonio Gramsci e sua influência na revolução cultural de nossos tempos

*Tradução de Renato Salles

A DEGRADAÇÃO DA CULTURA E DOS VALORES EM NOSSO TEMPO

A degradação da cultura e dos valores em nosso tempo, na busca de um pensamento Único e de uma Nova Ordem Mundial formam parte de uma inteligente estratégia desenhada por Antonio Gramsci (1891-1937).

1.- QUEM FOI ANTONIO GRAMSCI?

Foi um pensador e político italiano, um dos fundadores do Partido Comunista italiano.

Nasceu em Sardenha no ano de 1891 de família muito humilde. Estudante universitário em Turim de 1911 a 1914. Abandonou por problemas de saúde. Em 1919, junto com Palmiro Togliatti, fundou o diário ORDINE NUOVO, que logo foi órgão do partido comunista italiano fundado por ele em 1921.

1921-1924: trabalhou em Moscou e Viena para a II Internacional Socialista.

1925: De volta a Roma enfrenta a ditadura de Benito Mussolini. Foi preso em 1926 e encarcerado em 1928.

1928-1937: Do cárcere difundiu suas idéias revolucionárias através de cadernos manuscritos que só depois de sua morte se deram a conhecer com o nome de Cadernos do Cárcere (1948 e 1951)

Em 27 de abril de 1937 morreu no hospital da cadeia em Roma.

2.- A ESTRATÉGIA GRAMSCIANA

Gramsci sustentava que nenhuma ideologia poderia impor-se pela força. Toda revolução violenta gera, como resposta imediata, uma contra-revolução que debilita e até pode superar a força da primeira. Toda mudança exige uma mentalização prévia que adube a terra onde a mudança deve florescer. O ideal marxista não escapava a essa regra.

Por isso desenhou sua estratégia do seguinte modo:

Para impor uma mudança ideológica era necessário começar por conseguir a modificação do modo de pensar da sociedade civil (povo ou habitantes de um determinado país) através de pequenas mudanças realizadas ao longo do tempo no campo da cultura. Havia que construir um NOVO PENSAMENTO. Criar o que ele chamava o SENTIDO COMUM do povo, entendido como o modo comum de pensar do povo que historicamente prevalece entre os membros da sociedade. Havia que conseguir que a sociedade civil alcançasse um novo modo de “ver a vida e seus valores”. Para Gramsci, isto era mais importante e prioritário que alcançar o domínio da sociedade política. (conjunto de organismo que exercem o poder nos campos jurídico, político e militar).

Para conseguir que a sociedade civil (o povo soberano, a opinião publica) chegasse a ter um modo comum de sentir e pensar (sentido comum), era necessário apropriar-se dos ORGANISMOS E INSTITUIÇÕES onde se desenvolvem os valores e parâmetros culturais: MEIOS DE COMUNICAÇÃO, UNIVERSIDADE, ESCOLA E ARTES. Para ali havia que apontar. Com paciência, com o passar do tempo, educando as novas gerações desde sua infância. (Ex: A CHINA de Mao; a CUBA de Fidel Castro).

Depois de cumprido este processo ao longo dos anos, a consecução do poder político cairia por seu próprio peso, sem revoluções armadas, sem resistências nem contra-revoluções, sem necessidade de impor a NOVA ORDEM pela força, já que a mesma teria consenso geral.

3.- OBSTÁCULOS A SUPERAR PARA O ÊXITO DO PROCESSO GRAMSCIANO

O mesmo Gramsci assinalou que, para que o processo tivesse êxito, havia que rifar 2 obstáculos:

A IGREJA CATOLICA E A FAMILIA.

3.1. POR QUE A IGREJA CATOLICA? Porque Gramsci pensava que a razão da permanência da Igreja através dos séculos se apoiava nos três pontos seguintes:

a) a profissão de uma fé firme e inquebrantável, sem concessões e na constante repetição dos mesmos conteúdos doutrinais. Deste modo, [a Igreja] pôde conseguir um forte sentido comum (modo de pensar) no povo através dos séculos.

b) Haver conseguido amalgamar em seu seio tanto o povo analfabeto, a classe media e a elite intelectual própria. Com efeito, nenhuma filosofia imanentista, incluindo o marxismo, havia conseguido unir em um mesmo sentido comum ou crença, os intelectuais e o povo, os doutrinários e os praticantes, os expertos e os neófitos (ou “iniciados”). Gramsci, nisso, invejava a Igreja.

c) Por último, enquanto o marxismo exigia ao homem lutar para o êxito de uma sociedade sem classes aqui e agora, porque com a morte terminava tudo, a Igreja havia conseguido convencer o homem para a transcendência, ao mais além, e com isso não somente havia dado uma resposta ao sentido da vida como também ao sentido da morte.

3.2.-POR QUE A FAMILIA? Está claro que se a estratégia consistia na formação de um modo de pensar através da educação nos novos valores revolucionários, a família, primeira educadora do homem desde seu nascimento e durantes os primeiros e cruciais 5 anos de vida, era um incômodo intolerável.

4.- ESTRATÉGIA PARA SUPERAR ESTES OBSTÁCULOS SEGUNDO GRAMSCI

4.1. DESPRESTIGIAR A IGREJA, ao máximo possível com a desqualificação de sua doutrina (“a religião é o ópio dos povos”) e de seus membros hierárquicos (clero e vida consagrada).

4.2. DESTRUIR A FAMILIA, apresentado-a como uma instituição do passado, já superada, incapaz de educar. Retirando os filhos precocemente da influência de seus pais, mediante a educação massiva na “nova cultura”. (Experiência das granjas coletivas ou educação à distância). A intervenção na educação dos aspectos fundamentais de sua vida, desde a escola e sem a participação dos pais. Procurando que, pela ausência dos pais diante de compromissos de trabalho inescapáveis, os filhos fiquem sob a influência da educação dos contra-valores através da televisão.


5. ALGUMAS CONSEQÜÊNCIAS SOCIOCULTURAIS DA VIGÊNCIA FÁTICA DO GRAMSCISMO

Não podemos deixar de reconhecer “que muitos dos esforços e previsões deste político e filósofo sardo, se foi materializado de forma tal, que hoje são elementos que formam parte já da atmosfera comum que respiramos. Há uma inocultável hegemonia secularista que satura a mentalidade de grandes segmentos da sociedade atual – para além de opiniões políticas e variantes de países, regiões e cidades - e vai possibilitando, dia após dia, que o que antes era visto como inaceitável, negativo ou inclusive aberrante, se veja como “normal”, positivo e até elogiável, em mais de uma ocasião.

Vejamos alguns exemplos facilmente constatáveis: Gramsci postulava que da única realidade que se pode (e se deve) falar, é a “daqui embaixo” (fecha-se em um imanentismo total), que os escritores e os pensadores secularistas deviam hegemonizar os meios massivos de comunicação (basta ligar a televisão, escutar certos programas de radio ou debruçar-se sobre qualquer banca de jornal), que se tinha que acabar com o prestígio dos autores, instituições, meios de comunicação ou editoriais fieis aos valores da tradição, opostos aos desígnios dos secularistas, laicistas e “modernizantes”.

Inclusive, Gramsci previu a defecção de numerosos “católicos” que, deslumbrados pela utopia secularista, haviam de aceitar as diversas formas de “compromisso histórico”. O agudo intelectual italiano sabia bem que, se obtinham maiores ganhos por estas vias graduais, de lenta mas contínua transformação da mentalidade que pela via de uma perseguição aberta. Toda uma hábil guerra de posição estrategicamente concebida e executada. E muito mal entendida e enfrentada por quem estaria obrigado a fazê-lo.

Pareceria que vivemos em um mundo desenhado (e à medida de) Gramsci: se foi invertido os valores morais e políticos, se busca “desierarquizar” tudo o que é valioso, se exalta tudo que seja ou implique “horizontalismo”, se “desconstrói” o são pensamento filosófico e teológico, de forma tal que fica “pulverizado” em uma multidão de novas ideologias e “filosofias” cujo só empenho é “desmistificar”, “secularizar”, “dessacralizar”.

Seguramente se comprazeria – e muito- Antonio Gramsci ao ver em pleno processo de realização (atualização, diria Gentille) algo que alguma vez “profetizou”: o fim da religião teria que ocorrer por “suidicio”, ao diluir-se os limites da Cristandade com respeito ao mundo moderno. Enquanto uns recordam que o que está acontecendo é uma “cristianização do mundo”, o que na realidade se está dando é justamente o contrário: segmentos consideráveis de “cristãos” se mundanizam, adotando os parâmetros e critérios próprios de uma mentalidade totalmente inserida em uma cosmovisão intramundana e secularista. Ainda que nem sempre neguem explicitamente, vivem como se o mundo transcendente não existisse, como se tudo começasse e terminasse “aqui em baixo”.

O programa era (e é) bem claro: “conseguir o desprestígio da classe hegemônica, da Igreja, do exército, dos intelectuais, dos professores, etc. Haverá inclusive que hastear as bandeiras das liberdades burguesas, da democracia como brechas para penetrar na sociedade civil. Haverá que apresentar-se maquiavelicamente como defensor destas liberdades democráticas, mas sabendo muito bem que as considera tão só como um instrumento para a marxisação geral do sentido comum do povo” [8].

Outro lamentável fato facilmente constatável em diversos ambientes culturais do Ocidente, sobre tudo latino e latinoamericano, é o que se foi dado a chamar a “traição dos intelectuais”. Isto foi conseguido por diferentes vias, seja mediante favores, concessão de prebendas e bajulações de todo tipo, ou bem mediante a tática oposta, que é a seguida por intelectuais e professores que não se dobram antes as formas de cooptação; para eles estão a pressão, a chantagem, a ameaça e o boicote quando não o desprestígio, a calunia e a difamação.

E é que na estratégia gramscista o quebrantar de um modo ou outro ao intelectual opositor é fundamental: ouçamos de novo ao Padre Sáenz: “Gramsci considera que se ganhou uma grande batalha quando se consegue a defecção de um intelectual, quando se conquista a um teólogo traidor, um militar traidor, um professor traidor, traidor de sua cosmovisão... Não será necessário que estes “convertidos” se declarem marxistas ; o importante é que já não são inimigos, são aceitáveis para a nova cosmovisão. Daí a importância de ganhar-se os intelectuais tradicionais, que, aparentemente colocados por cima da política, influem decisivamente na propagação das idéias, já que cada intelectual (professor, periodista ou sacerdote) arrasta atrás de si um número considerável de prosélitos” [9].

O que na mentalidade predominante de nossos dias prevalece a nível popular o “da igualdade de qualquer religião”, “tudo é segundo como você vê”, “faz o que quiser desde que seja autêntico”, “agora tudo é permitido”, e já a nível filosófico o “não há natureza humana senão história”, “eu me dou minha própria essência”, “não há ser, senão tão somente o devir, ou inclusive, devires”, “não há verdade, tudo se reduz a multiplicidade(s)”, “não há escritor, somente texto”, “não há sujeito, senão estruturas epistêmicas”, e outras sandices e disparates do estilo (o catalogo, é inesgotável), quer dizer que um gramsciano camuflado, em invisível aliança (deliberada ou não) com o movimento New Age e outras inefáveis aderências, segue-se impondo em toda linha, para além das cada vezes mais escassas menções públicas deste autor, tanto por parte de quem o apóiam como por parte de seus detratores.”

Como vimos, o gramscianismo representa o mais agressivo, caustico e dissolvente ataque contra toda forma de religião transcendente e em particular contra o catolicismo. Muita da descristianização atual obedece em boa parte à ação destrutiva e semi-oculta dos “intelectuais orgânicos” a la Gramsci, estrategicamente situados, cuja ação toda se encontra encaminhada à “mutação do sentido comum” teísta e cristão a fim de que tenha direito o seu oposto.

Isso implica seu projeto de “decomposição interna do catolicismo” de “fazer assaltar a Igreja desde dentro” e de liquidar totalmente o “antigo conceito do mundo” inserido na cultura cristã-católica.

Finalmente, é míster assinalar que poucas coisas contribuem tanto ao avanço do secularismo como a defecção de teólogos, professores, pensadores, periodistas ou escritores. Pelo qual deverão pensar em congruência com os princípios dizem professar mas, não menos importante, também deverão levar uma vida coerente que não desvincule e incomunique as distintas dimensões da vida humana. “Quem não vive como pensa, acabará pensando como vive”.

Fonte do espanhol:

http://www.conviccionradio.cl/neomarxismo/antonio-gramsci-y-su-influencia-en-la-revolucion-cultural-de-nuestro-tiempo.html

segunda-feira, janeiro 17, 2011

A agenda do marxismo cultural

O movimento esquerdista é a soma de tudo o que é anti-Bíblico, anti-civilização, anti-casamento e anti-social.

Façam um pequeno exercício: Tentem pensar em todas as ideologias e crenças que são contra o que a Bíblia diz. Agora juntem todas essas ideologias num único movimento. Isso é o esquerdismo actual.

Pensem no aborto, no auto-destrutivo comportamento homossexual, no multiculturalismo e nos movimentos ambientalistas radicais. Tudo isso são facetas duma mesma guerra; batalhas do mesmo confronto.

Esta guerra não começou em 1968, nem em 1918. Não começou com Gramsci nem com Marx e Engels. Também não começou com Darwin, nem com Malthus, nem Hume, nem com o Iluminismo e muito menos começou na Arábia há 1400 anos atrás. Estas figuras foram apenas peões nas mãos de alguém.

Esta guerra começou no Jardim do Éden quando Satanás pôs em causa o que Deus disse com as palavras "Será que Deus disse mesmo 'não comereis de toda a árvore do jardim?'". Desde então, ele tem usado pessoas, instituições e eventos para minar e destruir as estruturas sociais que Deus estabeleceu.

Os cristãos correctamente usam a unidade e a coerência da Revelação Bíblica como evidência em suporte da tese que a Bíblia tem Uma Fonte Única (Deus). Ora, os inimigos da civilização têm sido bastante consistentes na sua luta contra a Bíblia.

Primeiro tentaram destruir-nos de fora. Atacaram o casamento, a família e o cristianismo. Falharam. Como não conseguiram - tal como os revolucionários não conseguiram subverter a civilização ocidental a partir de fora - eles agora entram no acampamento inimigo e minam as estruturas internas dos seus adversários ideológicos.

Agora temos pessoas dentro da civilização ocidental que usam lugares de autoridade para promulgar ideologias que visam destruir o ocidente.

O vídeo colocado em baixo é bastante informativo sobre as intenções do esquerdismo, e como esse esquerdismo se tem transformado ao longo dos anos, embora o seu propósito seja sempre o mesmo.

Se és cristão, lembra-te duma coisa:

Porque não temos que lutar contra a carne e o sangue, mas, sim, contra os principados, contra as potestades, contra os príncipes das trevas deste século, contra as hostes espirituais da maldade, nos lugares celestiais. - Efésios 6:12



segunda-feira, janeiro 10, 2011

A "evolução" das instituições ocidentais


Uma das instituições de caridade mais conhecidas da Inglaterra mudou o seu nome, perdendo a ligação às suas raízes Cristãs. A "Young Women’s Christian Association" pôs de parte o seu nome histórico porque "ele já não reflecte quem nós somos".

Esta organização, que é financiada pelo legado deixado por apoiantes Cristãos durante 15 décadas, vai agora ser conhecida como "Platform 51".

As chefes dizem que o nome foi escolhido de modo a reflectir o facto de 51% das pessoas serem mulheres, e de modo a que elas possam usar a caridade como plataforma "para dizerem as suas opiniões" e "evoluírem para a fase seguinte das suas vidas".

A decisão de remover todas as menções ao Cristianismo na caridade atraiu as críticas dos grupos religiosos. Aparentemente esta decisão abriu áreas de conflito entre o renomeado grupo em Inglaterra e no Pais de Gales e as Young Women's Christian Association (YWCA) que cresceram após a caridade ter sido formada por duas mulheres inglesas em 1855.

Falando a partir do quartel general das YWCA em Genebra, as oficiais disseram que nenhum dos outros 124 ramos nos outros países vai mudar o seu nome. A porta-voz Sylvie Jacquat disse:

O nome tem existido há mais de 150 anos e nós não nem estamos a discutir uma mudança..... Nós olhamos para o nosso nome como uma forma de promover os valores e os princípios Cristãos.
Embora permaneça listada no livro anual da Igreja de Inglaterra como uma organização "de maior importância na Igreja de Inglaterra", nenhum dos fiduciários ou gerentes superiores são representantes da igreja. A presidente (Helen Wollaston) é uma activista pelos "direitos" dos homossexuais.

Tal como aconteceu com a ciência e com a cultura ocidental, os esquerdistas aproveitam-se do trabalho dos Cristãos para promover as suas ideologias demoníacas.

Esta organização Cristã foi iniciada por mulheres Cristãs com o expresso propósito de reflectir a visão Cristã pelo mundo.

As esquerdistas que agora dominam essa instituição aproveitam-se de 150 anos de trabalho Cristão, e usam essa plataforma para promover ideias que reflectem mais o que elas subscrevem do que as ideias que reflectem as motivações das fundadoras.

Ou seja, o edifício foi criado com fundamento Cristão mas as pessoas que usufruem da estabilidade desse edifício julgam que podem manter o edifício mesmo depois de se destruírem os fundamentos.

Este tipo de "evolução" é exactamente o mesmo que se verificou com os grandes centros universitários do mundo. A esmagadora maioria deles foi planeado, erigido, edificado e mantido por Cristãos durante décadas. Yale, Princeton, Harvard, Oxford, Sorbonne e muitos outros locais de conhecimento foram iniciados por Cristãos, mas com o passar dos anos, os ateus tomaram conta dessas instituições.

Agora, esses mesmos militantes ateus - que nada fizeram para construir esses sítios - usam a desproporcional presença de esquerdistas nas universidades mundiais como "evidência" para as suas ideologias, como se o sucesso académico dessas instituições se devesse ao seu ateísmo/esquerdismo.

Conclusão:

O ateísmo é uma ideologia parasítica - vive à custa do cristianismo. Os locais mundiais onde o ateísmo é mais forte é em sítios que são (ou foram) cristãos. Quantos clones de Richard Dawkins fazem propaganda do seu ateísmo a partir de países islâmicos? Quantos Sam Harris apregoam que o mundo criou-se a si mesmo a partir de países hindus ou budistas? O ateísmo deve a sua existência ao Cristianismo, porque no dia em que o Cristianismo deixar de existir, o ateísmo vai tornar-se irrelevante.

Olhando para a actuação e motivação dos militantes ateus, nós ficamos com a impressão que o ateísmo foi especialmente criado para lutar contra o Cristianismo e contra o Cristianismo.

Será?

quarta-feira, janeiro 05, 2011

A diferença que o Senhor Jesus faz

Um homem das ilhas Fiji pergunta ao militante ateu Christopher Hitchens o que é que o ateísmo tem para lhe oferecer, uma vez que o Cristianismo conduziu a que o seu povo deixasse o canibalismo. O militante ateu praticamente ignora o ponto da questão, e alega que há algo de errado com o Cristianismo uma vez que ele só chegou há Terra há 2,000 anos. Supostamente isto significa que antes disso Deus não Se importava com a humanidade.

Teve que ser o católico Dinesh de Souza a chamar-lhe a atenção.

quinta-feira, dezembro 30, 2010

A influência Judaico-Cristã sobre a ciência moderna

http://www.americanvision.org/articlearchive2007/08-15-07.asp

John D. Barrow, escrevendo no The World Within the World, comenta:

Já foi mesmo sugerido que essa visão teve um papel determinante no desenvolvimento bem sucedido da ciência nas culturas Ocidentais, e isso aconteceu porque essas culturas foram influenciadas pela tradição Judaico-Cristã, que promulgou a fé na racionalidade e na ordem da Natureza, durante um período da história em que as ideias humanas estavam intimamente ligadas a todo o tipo de noções mágicas e ocultas.
Hoje em dia, com o domínio das cosmologias "big bang" na astronomia e a desproporcional fé em Darwin entre os biólogos, podemos afirmar com algum nível de segurança que as noções "mágicas e ocultas" voltaram a fazer parte daquilo que chamamos de ciência.

quinta-feira, dezembro 09, 2010

Inglaterra avança para o Islão: carne halal para todos!

Mas, se alguém vos disser: Isto foi sacrificado aos ídolos, não comais, por causa daquele que vos advertiu e por causa da consciência; porque a terra é do Senhor, e toda a sua plenitude.
1 Cor 10:28

A Grã-Bretanha lidera a corrida no que toca a demonstrar que a cultura ateísta e secular que por lá domina é apenas uma breve paragem até a queda para o paganismo:
Uma investigação levada a cabo pela "Mail on Sunday" – que vai alarmar todos aqueles preocupados com a crueldade animal - revelou que escolas, hospitais, pubs e locais desportivos famosos como Ascot e Twickenham estão - de forma controversa e sem o conhecimento do público - a servir carne de animais mortos de acordo com a estrita lei islâmica [Sharia].

Toda a carne (bovina, galinácea, etc) vendida aos fãs no estádio Wembley foi preparada secretamente de acordo com a lei sharia, enquanto que o colégio Cheltenham, que se vangloria do seu "forte etos Cristão", é uma das muitas escolas públicas de topo que também serve carne de galinha halal aos estudantes sem os informar.
Fazer coisas às escondidas do público é sintomático de quem sabe que o que faz não está certo. Se eles sabem que o que estão a fazer não está correcto, porque é que o fazem?
Até mesmo o maior grupo de restaurantes da Grã-Bretanha, o grupo Whitebread, admitiu que mais de 3/4 da sua carne é halal.
A lei Sharia expressamente proíbe que se atordoe o animal antes de o decapitar - como é normalmente feito nos matadouros britânicos. Em vez disso, o animal tem que estar desperto enquanto a sua garganta é cortada, e à medida que o seu sangue vai-se esvaindo, algumas frases religiosas de louvor a Alá são proferidas.

Vai ser interessante ver se os agressivos (e mal educados) ateus da Inglaterra se manifestam contra isto, ou se por outro lado agem da forma que se espera e permaneçam calados uma vez muitos deles são anti-cristãos e não anti-religiosos. Já imaginaram o reboliço que os ateus britânicos fariam se soubessem que o Estado inglês estava a considerar proibir o consumo de carne durante Sexta Feira Santa?

Parece que há algumas religiões que os ateus aprovam.

O mais engraçado é que esta história está a ser tratada não como um gesto de submissão à religião islâmica mas sim apenas e só como um caso de crueldade animal.

Pode-se perguntar o porquê dos ateus britânicos não se manifestarem contra estas coisas. Simples. Da forma como as coisas estão actualmente, enquanto houver cristãos (ou cultura cristã) na Grã-Bretanha, os muçulmanos e os ateus estão do mesmo lado da guerra. Os ateus usam os muçulmanos para destruir a cultura cristã, e os muçulmanos usam os ateus com o mesmo propósito. Por enquanto, não interessa aos ateus diminuir ou silenciar os muçulmanos.

Para além disso, os muçulmanos em regra geral votam em partidos que suportam a causa ateísta, portanto, interessa aos ateus que os muçulmanos aumentem de numero porque assim significam mais votos para os partidos de esquerda.

O que os historicamente ignorantes ateus não sabem é que os muçulmanos não se preocupam muito com "lealdades" aos "kafiirs". A partir do momento em que eles se encontrem em número suficiente, os muçulmanos vão-se voltar contra os mesmos ateus que os ajudaram a destruir a cultura cristã.

Como os ateus não tem motivação nenhuma de lutar e morrer pelo ateísmo, isto significa que o futuro da Inglaterra afigura-se muito pouco saudável para os ateus.

Deve ser por isso que o ateu Richard Dawkins afirma:

Tanto quanto sei não há Cristãos a explodir prédios. Não conheço Cristãos que façam ataques suicidas bombistas, nem conheço uma grande denominação Cristã que acredita que a apostasia deva ser punida com a morte.

Eu tenho sentimentos divididos em relação ao fim do Cristianismo uma vez que o Cristianismo pode ser uma fortaleza contra algo pior.

Pois é.

Vêr também:

Professor de História Afirma: Não Sei Se o Fim do Cristianismo Será Benéfico Para as Sociedades

quinta-feira, novembro 18, 2010

Christopher Hitchens: as térmites do multiculturalismo

Embora o Chris Hitchens correctamente responda ao homem que tentou culpar o ocidente pelos ataques terroristas, ele falha em aperceber-se que as crenças que levaram o homem da audiência em pensar tal coisa tem as suas bases no mesmo ateísmo que Hitchens defende.

O multiculturalismo que tragicamente vai ganhando força no mundo ocidental é consequência do avanço do ateísmo e da rejeição do cristianismo. Se Deus não existe, como é que se pode qualificar outras culturas de "erradas"? Se o homem é a medida de todas as coisas, então não há culturas com práticas "erradas" e "nocivas". Dentro do multiculturalismo moral não há bases para se qualificar o comportamento de pessoas que atiram ácido para a cara de mulheres de "errado". Há sim opiniões humanas, todas eles tão válidas como a próxima.

Por isso é que eu acho tragicamente hilariante que pessoas como o Pat Condell ou o Chris Hitchens correctamente mostrem os problemas do multiculturalismo moral, mas ao mesmo tempo dediquem tanto tempo a combater o Cristianismo sem se aperceberem que a destruição do Cristianismo permite o avanço do mesmo multiculturalismo que eles combatem.

Estas óbvias contradições são apenas mais um resultado das crenças que rejeitam o Deus da Bíblia.

sexta-feira, setembro 10, 2010

Descobertos 33 corpos de sacrifícios humanos da civilização Inca no Peru

Deuteronómio 18:9-14

Quando entrares na terra que o Senhor, teu Deus, te der, não aprenderás a fazer conforme as abominações daquelas nações.

Entre ti se não achará quem faça passar pelo fogo o seu filho ou a sua filha, nem adivinhador, nem prognosticador, nem agoureiro, nem feiticeiro;

Nem encantador de encantamentos, nem quem consulte um espírito adivinhante, nem mágico, nem quem consulte os mortos:

Pois todo aquele que faz tal coisa é abominação ao Senhor; e por estas abominações o Senhor, Teu Deus, as lança fora de diante dele.

Perfeito serás, como o Senhor, Teu Deus.

Porque estas nações, que hás-de possuir, ouvem os prognosticadores e os adivinhadores: porém, a ti, o Senhor, Teu Deus, não permitiu tal coisa.


Pesquisadores em um sítio arqueológico no norte do Peru fizeram uma descoberta de dezenas de pessoas sacrificadas aproximadamente 600 anos atrás pela civilização Inca.

Os corpos, que mostram sinais de cortes e degolamento, foram encontrados em bom estado de conservação, de acordo com Carlos Webster, líder das escavações no acampamento Chotuna-Chornancap. Os sacrifícios foram realizados poucas décadas antes da chegada dos exploradores espanhóis no Peru.

Embora seja comum encontrar evidências de sacrifício humano nas ruínas das civilizações Incas e pré-Incas, os pesquisadores ficaram surpresos de encontrar 33 pessoas no mesmo local. “A maior parte dos corpos pertence a jovens mulheres, de aproximadamente 15 anos. Uma delas parecia estar grávida, pois encontramos evidências de um feto em seu abdómen, provavelmente de quatro meses”, disse Webster sobre as descobertas feitas nas escavações, que já duram um ano e meio.

Grande parte dos cadáveres está em bom estado de conservação – os tecidos e cabelos foram preservados. Eles foram encontrados em uma área seca, a mais de dois metros de profundidade”, diz Webster.

Os cientistas afirmam que o sacrifício humano era comum na cultura Inca, que se desenvolveu imediatamente antes da chegada dos exploradores espanhóis na América, entre os anos 1400 e 1500 nas áreas que hoje pertencem ao Peru, Chile e Equador.

A civilização Inca é bastante conhecida pelas ruínas de sua capital, Machu Picchu, um dos maiores destinos turísticos do Peru e considerada uma das novas sete maravilhas do mundo.

O sítio arqueológico de Chotuna-Chornancap, que tem 95 hectares, fica a 20 quilômetros da cidade litorânea de Chiclayo, próximo à tumba de Sipan, uma das maiores descobertas arqueológicas do último século. [Fonte]

Agradecimentos ao "esotérico" do Nuno Dias pela notícia.

sábado, agosto 16, 2008

Como Cristãos Salvaram a Civilização Ocidental

Raymond Ibrahim: Today in History, Constantinople saves Western Civilization from Islam

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Since certain Muslim media are fond of rehashing old history, reminding Muslims of the “atrocities” committed by the hated Crusader—past and present—it seems only logical that we here in the West also remember the past. Today in history, Christendom secured a great victory over Islam—one that is responsible for the very existence of Western civilization.

The year was 715, and one Suleiman had risen to the caliphate. He immediately made it clear that he would be the one Muslim who would fulfill Muhammad’s prophecy that Constantinople would eventually be subsumed into the umma. After spending nearly two years mustering the Muslims and preparing a massive navy, he unleashed the full might of the caliphate: the chroniclers say that 120,000 infantry and cavalry, along with 80,000 seamen, were sent to seal Constantinople’s fate. To further give his “blessing” to this campaign, and evincing how seriously he took it, he appointed his own brother, Maslama, at the head of the land army.

While making their way through that great desolate no-man’s land between the Byzantine and Umayyad empires, where certain Turkic tribes (then mushrikin) frequented the region, the Muslims would often wait till near dawn, and then shout in mass “Allahu Akbar!” (God is greatest), attacking and slaying all in their path. According to the Muslim chronicler al-Tabari, “The inhabitants of the city were filled with terror the likes of which they had never experienced before. All they saw were Muslims in their midst screaming ‘Allahu Akbar!’ Allah planted terror in their hearts…. The men were crucified over the course of 24 km.” (Al-Tabari goes on to explain that they did so, and were successful, in accordance to Koranic verse 3:151: “We shall cast terror into the hearts of infidels!”)

Simultaneously, the Muslim fleets were on their way to the Bosporus. Luckily for Constantinople, Leo III came to power, since it was in part due to his many stratagems that the Muslims were repulsed. (Tabari simply relates that Leo continuously duped Maslama, as if the latter were “a silly plaything of a woman.”)

At any rate, the Byzantine war-ships, which had recently come to utilize a new “secret weapon” commonly known as “fire-water” or “Greek fire,” according to Theophanes, set ablaze almost the entire Muslim fleet. After this Christian victory, the Byzantines settled into their fortified city for the winter, and let the elements have their way with Maslama’s massive land force. According to the chroniclers, this was by far one of the harshest winters; many thousands of Muslims perished of starvation and disease. Says Theophanes: “Some even say they put dead men and their own dung in pans, kneaded this, and ate it. A plague-like disease descended on them, and destroyed a countless throng.” The second sentence verifies the veracity of the first.

The new caliph, Omar II (the ambitious Suleiman had by now died of “indigestion,” apparently after consuming two baskets of eggs and figs, followed by marrow and sugar for dessert) had just assumed the caliphate. After many Muslims had died out on the frontiers (where snow lasted on the earth for 100 days), Omar finally sent reinforcements and supplies. It was by now spring, and the Muslims tried one last effort. The chroniclers relay that some 800 ships were sent from Alexandria and North Africa to the Bosporus, this time on guard against the Greek fire. Maslama had also renewed the siege.

Delivery for Constantinople came from the least expected source—the Egyptian crew of the Alexandrian ships. During the night, they all fled to Constantinople, acclaiming the Christian emperor. Why? Because they were all primarily still Christian—Copts—and, contrary to the many apologetics that suggest the Copts “welcomed” the invading Muslims, as this anecdote clearly reveals, had no great love for Islamic rule. Theophanes says that, as the Copts were fleeing in desertion to the city, “the sea looked entirely made of wood.” Taking advantage of this, Leo released from the citadel once again the fire-ships. Considering the loss of manpower with the Copts’ desertion, the confrontation was more a rout than a battle.

Finally, and due to Leo’s “diplomatic” overtures to the warlike Bulgars, he managed to get this Turkic people to attack Maslama’s already wearied army—killing, according to the chroniclers, 22,000 Muslims. It was over, and, on August 15th, 718, the siege was lifted, and the dejected Muslim army made its way back to Dar al-Islam.

Though many historians have rightly hailed the somewhat contemporary Battle of Tours of 732, where Charles the Hammer repulsed the invading Muslim armies, as one of the most decisive victories for Western civilization, in fact, the Byzantine victory over the Muslims is more important: it had the full backing of the caliphate, and consisted of far greater manpower. Had the Muslims won, and since Byzantium was the bulwark of Europe’s eastern flank, there would have been nothing in their way from turning the whole of Europe into the north-western appendage of Dar al-Islam.

This has been a "Today in History" moment.

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