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sábado, abril 16, 2011

Dinossauros chineses foram fossilizados por evento catastrófico

Dentes e fragmentos de fósseis de ossos do dum carnívoro parecido com o T. rex foram descobertos numa zona chinesa conhecida por ser um cemitério de fósseis. Os resíduos indicam que a criatura media mais de 9 metros do nariz até à cauda.1

Como é que um animal tão grande veio a fossilizar perto de muitos outros dinossauros?

Os pesquisadores estimaram que o dinossauro pesava cerca de 6 toneladas. O Dr . David Hone (University College Dublin) estudou os resíduos fósseis e era o autor principal do estudo publicado no jornal Cretaceous Research.2 Ele afirmou ao The Telegraph, que "Isto é um enorme T-rex e estas coisas não aparecem todos os dias. É um dos maiores predadores de todos os tempos."3

Como é que estas enormes criaturas - alcunhadas de Zhuchengtyrannus magnus em honra à cidade onde foram encontrados - acabaram na pedreira de Shandong, "uma das maiores concentrações de ossos de dinossauro do mundo?"3

Durante o processo de reconstrução das circunstâncias em torno da morte desta enorme criatura (e a sua posterior preservação como fóssil), inferiu-se logicamente que, se tivesse morrido de causas naturais num ambiente normal, os outros animais teriam decomposto o seu corpo. O tecido biológico presente entraria em decomposição rapidamente, como acontece hoje em dia.

Portanto, o que quer que tenha acontecido ao animal e à imensidão dos outros dinossauros encontrados juntos no espaço da mesma formação rochosa, tem que ter acontecido rapidamente - mais rapidamente que o processo de decomposição natural e a decomposição causada pelos outros animais.

O The Telegraph reportou:

Pesquisas sugerem que a área contém um elevado número de fósseis porque [no passado] era uma planície para onde muitos dinossauros foram empurrados ao mesmo tempo durante dilúvios e onde fossilizaram.3
Por outras palavras, esta criatura foi catastroficamente sobrepujada pela água. Mas quão forte este evento teria que ser? Teria que ser suficientemente forte para, pelos menos, arrastar um animal de 6 toneladas e enterrá-lo completamente, junto com muitos outros dinossauros cujos fósseis se encontram na mesma área.

Esta "cama" de ossos de dinossauro na China parece ser uma instância que o Dr. Henry Morris catalogou como "cemitério fóssil". Escrevendo em 1974, o pioneiro cientista Cristão afirmou:

Cemitérios de dinossauro similares são encontrados em todos os continentes, em todo o mundo. Mais uma vez o uniformitarianismo é desafiado ao ser-lhe pedido que indique um fenómeno igual a ocorrer em parte alguma do mundo de hoje.4
O uniformitarianismo assume que "o presente é a chave para o passado". Ou seja, todos as estruturas geológicas do mundo actual tem que ser explicadas segundo fenómenos que nós vejamos hoje em operação. Devido a isto, o Dr. Henry Morris desafiou os evolucionistas para indicarem o fenómeno hoje em operação que seja capaz de enterrar animais de 6 toneladas ao lado de uma imensidão de outros animais.

Este desafio deixa o defensor do uniformitarianismo numa posição difícil:

  • Ou ele diz que o processo que causou a sepultamento de tal quantidade de animais já não está em operação hoje, e desde logo, contradiz o uniformitarianismo;
  • Ou defende que tais fenómenos ainda estão em operação.

No caso dele aceitar a segunda, ele tem que mostrar evidências para tal. Se ele usar apontar para fenómenos como os que recentemente ocorreram no Japão, então ele confirma o que o Criacionismo sempre defendeu: a Terra foi periodicamente vítima de eventos geológicos catastróficos que misturaram camadas geológicas supostamente de "eras distintas". Devido a isso, é virtualmente impossível determinar a idade da Terra a partir dos estratos geológicos uma vez que os mesmos não foram depositados de forma a que possam ser usados como fontes fiáveis de determinação temporal.

Os uniformitarianistas, no entanto, insistem que os os processos lentos e graduais do presente explicam todos os fenómenos passados. No entanto, como os processos actuais (lentos e graduais) não transportam criaturas gigantes desta forma, nem os preservam como fósseis, então certamente que processos catastróficos - e não os graduais - são a melhor explicação para a origem de muitas características geológicas da Terra.

Curiosamente (ou não) a Bíblia reporta a ocorrência de um Dilúvio de proporções suficientemente capazes de transportar animais com 6 toneladas, e enterrá-los juntamente com outras criaturas terrestres de dimensões maciças:

E esteve o dilúvio quarenta dias sobre a terra, e cresceram as águas, e levantaram a arca, e ela se elevou sobre a terra.

E prevaleceram as águas, e cresceram grandemente sobre a terra; e a arca andava sobre as águas.

E as águas prevaleceram excessivamente sobre a terra; e todos os altos montes que havia debaixo de todo o céu, foram cobertos.

Génesis 7:17-19

Um Dilúvio universal explica de forma coerente a "cama" de fósseis encontrada na China. Como acontece sempre, a ciência está de acordo com a Palavra do Deus que criou os céus e a Terra.

Fonte

Referencias:

  1. Zhuchengtyrannus magnus. Palaeocritti―a guide to prehistoric animals. Posted on palaeocrittic.com, accessed April 5, 2011.
  2. Hone, D. W. E. et al. A new tyrannosaurine theropod, Zhuchengtyrannus magnus is named based on a maxilla and dentary. Cretaceous Research. Published online before print March 30, 2011.
  3. T-Rex's cousin found in China. The Telegraph. Posted on telegraph.co.uk April 1, 2011, accessed April 4, 2011.
  4. Morris, H. 1974. Scientific Creationism. Green Forest, AR: Master Books, 99.

quarta-feira, janeiro 05, 2011

Darwin destronado por geólogo

Evolução gradual parece sinónimo com Charles Darwin, mas um geólogo da "New York University" discorda. De acordo com um artigo na PhysOrg, Michael Rampino acha que Patrick Matthew merece ser identificado por oferecer uma visão mais realista da evolução - a visão catastrófica.
"Matthew descobriu e claramente declarou a ideia da selecção natural, aplicou-a à origem das espécies e colocou-a no contexto dum registo geológico marcado por extinções em massa seguida por adaptações relativamente rápidas," afirma Rampino, cuja pesquisa em torno de eventos catastróficos inclui estudos sobre actividade vulcânica e impacto de asteróides.
Levando em conta a aceitação recente da importância das extinções em massa catastróficas na história da vida, talvez seja tempo de considerar a visão evolutiva de Patrick Matthew como uma muito mais de acordo com as ideias actuais do que a visão de Darwin.
Ao colocar o ênfase em eventos catastróficos, Rampino está ao mesmo tempo a desqualificar um dos melhores amigos de Darwin - Charles Lyell, o ponto mais alto da geologia uniformitarianista. Rampino acha que Patrick Matthew estava muito à frente em relação aos seus pares, mas este dado escapou a atenção da comunidade científica da altura.


Rampino talvez não saiba, mas ao criticar o santo do ateísmo - Charles Darwin - ele colocou-se na linha de fogo dos militantes ateus. Não se pode pôr em causa Charles Darwin sem se sofrer ataques pessoais uma vez que, aos olhos do mundo secularista, um ataque a Darwin equivale a promover a Bíblia.

Como os secularistas são na sua maioria Teofóbicos, eles não toleram cientistas que criticam o homem que tornou possível ser um "ateu intelectualmente realizado".

segunda-feira, abril 26, 2010

Vulcão Islandês Suporta Catastrofismo

No ano seiscentos da vida de Noé, no mês segundo, aos dezassete dias do mês, naquele mesmo dia, se romperam todas as fontes do grande abismo, e as janelas dos céus se abriram
Génesis 7:11

Certamente muitos de nós (especialmente os que vivem na Europa) está ao corrente do que se tem passado com os cancelamentos de voos como consequência de actividade vulcânica.

Uma das coisas é de se ressalvar nisto tudo é o número de vulcões que foram necessários para praticamente paralisar uma parte substancial dos aviões. Quando se fica a a saber que toda esta comoção foi causada por apenas um vulcão não deixa de ser surpreendente.

Se um vulcão é capaz de gerar este caos por toda a Europa ocidental, imaginem o que aconteceria se "as fontes do grande abismo e as janelas do céu" se abrissem, como diz Génesis 7:11.

Eventos como este são uma prova empírica da falsidade do modelo geológico proposto pelos evolucionistas. Os evolucionistas erradamente subscrevem aquilo que é conhecido como o "uniformitarianismo geológico" (UG). Esta crença não só defende que "o presente é a chave do passado" mas também que a estrutura geológica terrestre é o resultado de processos lentos e graduais (e não o resultado de eventos catastróficos periódicos).

Por acreditarem que a Geologia suporta a crença no uniformitarianismo, os evolucionistas afirmam que usam as rochas como "evidência" para os não-existentes milhões de anos. O problema é que a Geologia não só não suporta a crença nos milhões de anos, como nós podemos empiricamente observar que a Terra sofre periodicamente catástrofes geológicas.

Isto destrói por completo qualquer tentativa de se usar as rochas como forma de medir a idade da Terra uma vez que aquilo os evolucionistas acreditam ter sido o resultado de milhões de anos de processos geológicos graduais pode ser o resultado de algumas horas de catástrofe geológica.

Relevância?

Isto é muito importante se nós levarmos em conta que a teoria da evolução depende da interpretação uniformitarianista das rochas. Se esta interpretação é falsa, como se pode empiricamente demonstrar, então a teoria da evolução também é falsa.

Se as rochas presentes na Terra não são o resultado de processos longos e graduais, então a interpretação evolucionistas dos fósseis que se encontram nessas mesmas rochas é falha.

Por outro lado, a interpretação Bíblica das rochas é a que melhor se harmoniza com as evidências científicas.

Não deixa de ser curioso que foi mesmo a visão Bíblica que serviu de base para avanços significativos para a Geologia. Cientistas como Nicolas Steno - considerado por muitos como o "pai da Geologia moderna" - era um criacionista convicto. Os seus "3 Princípios da Estratigrafia" são ainda fundamentais para a Geologia moderna. Steno não viu nenhuma contradição entre as observações geológicas e a Relevação Divina (contrariamente ao que a Wikipedia tenta fazer passar).

Conclusão:

O que interessa reter deste evento vulcânico é o quão rapidamente um evento catastrófico pode mudar a disposição e a composição geológica de um dado lugar. Assumir-se que as rochas são o reflexo de milhões de anos de processos lentos contradiz as observações científicas mas está perfeitamente de acordo com a Bíblia.

Ver também:

1. A Teoria da Falha contradiz a Bíblia
2. Rússia cresce depois de erupção vulcânica.
3. Geologia Catastrófica Confirmada Pela Ciência.
4. O mitológico asteróide e os dinossauros

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