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quarta-feira, setembro 26, 2012

A Inquisição e os ateus


Levando em conta a quantidade de vezes que este assunto é levantado durante conversas e debates online com ateus comuns, é curioso que o livro de Richard Dawkins “The God Delusion” falhe em detalhar os "horrores" da Inquisição Espanhola. O falecido Christopher Hitchens evitava falar neste assunto, tal como o evita Daniel Dennett. Só o palhaço da "razão", Sam Harris, é suficientemente néscio para engolir a lenda antiga à medida que ele tenta qualificar as inquisições colectivas como um dos dois "episódios mais sombrios da história da fé."

No dia 9 de Junho de 721 A.D., o Duque Odo de Aquitaine derrotou Al-Samh ibn Malik al-Khawlani perante as paredes da sitiada cidade de Toulouse. Esta batalha, seguida pelas vitórias do Rei Pelayo das Astúrias e de Carlos Martel nas batalhas de Covadonga e Tours, deu término a um século de uma espantosa e bem sucedida expansão islâmica."

Pelos 760 anos que se seguiram, as conquistas dos Umayyads na península espanhola foram gradualmente revertidas por uma sucessão de Reis Cristãos, um longo processo perturbado pelas usuais mudanças de alianças e variados graus de ambição e competência militar em ambos os lados da divisão religiosa.A “Reconquista” foi finalizada com a queda da Granada muçulmana em 1492 às mãos das forças castelhanas do Rei Fernando.

A Inquisição Espanhola, que começou no ano de 1481, não pode ser entendida sem primeiro se reconhecer o significado desta épica guerra de 771 anos entre Cristãos e muçulmanos pela posse da península espanhola. Aquilo que o berbere Gen. Tariq ibn Zayid conquistou em apenas 8 anos - ao serviço do califado Umayyad - requereu um período 100 vezes mais longo para reconquistar.

Devido a isto, nem o Rei Fernando II de Aragão, nem a Rainha Isabel de Castela se encontravam inclinados a ariscar qualquer possibilidade de ter que repetir este grande empreendimento. Isabel, em particular, estava preocupada com as histórias em torno dos conversos, alegados Cristãos que fingiam ter convertido do Judaísmo mas que ainda practicavam a sua antiga fé. Isto era perturbador uma vez que era razoável assumir que aqueles que mentiam acerca da sua conversão religiosa, mentiam também acerca da sua lealdade à coroa unida, e era temido que os Judeus se encontravam outra vez a encorajar os líderes muçulmanos a tentar a recaptura da al-Andalus, tal como eles o tinham feito na captura original, 8 séculos antes. (“Continua a ser um facto que os Judeus, quer tenha sido de forma directa ou através dos seus correligionários em África, encorajaram os Maometanos a conquistar a Espanha” The Jewish Encyclopedia (1906). Vol XI, 485.).

Foi instalada uma comissão de investigação e os relatórios foram verificados. Foi por esta altura que os monarcas espanhóis requisitaram ao Papa Sixtus IV que ele criasse um ramo da Inquisição Romana que reportaria à coroa espanhola. Inicialmente, o papa recusou, mas quando Fernando ameaçou deixar Roma entregue a si própria, na eventualidade dum ataque turcos, ele acedeu de modo relutante e no dia 1 de Novembro de 1478 ele emitiu a “Exigit Sinceras Devotionis Affectus”, uma bula papal que estabelecia uma inquisição no reino de Castela de Isabel."

Temos a tendência de ficar com a impressão de que o Rei Fernando estava menos do que profundamente preocupado com a ameaça potencial dos conversos, e que agiu principalmente como forma de satisfazer os pedidos da sua esposa, uma vez que ele prontamente fez uso da sua nova autoridade fazendo absolutamente nada durante os dois anos que se seguiram.

Foi então que no dia 27 de Setembro de 1480, os primeiros dois inquisidores, Miguel de Morillo e Juan de San Martín, foram nomeados, o primeiro tribunal foi criado, e no dia 6 de Fevereiro de 1481, seis falsos Cristãos foram acusados, julgados e queimados naquele que foi o primeiro auto de fé da Inquisição Espanhola.

O que é que aconteceu entre Novembro de 1478 e Setembro de 1480 que inspirou este súbito ímpeto de acção? Embora historiadores tais como Henry Kamen declarem-se confusos sobre o que pode ter provocado a coroa espanhola, o ímpeto mais provável foi o que ocorreu no dia 28 de Julho, três meses antes da decisão do Rei Fernando.

Uma navegação turca liderada por Gedik Ahmed Pasha atacou a cidade aragonesa de Otranto, tomando-a no dia 11 de Agosto. Mais de metade dos 20,000 habitantes foram chacinados durante o saque à cidade. O arqui-bispo foi morto na catedral, e um dos líderes militares foi cerrado em dois enquanto ainda se encontrava vivo. O mesmo aconteceu a um bispo com o nome de Stephen Pendinelli.

Mas o evento mais infâme foi quando foi dada aos homens capturados em Otranto a escolha de converter ao islão ou morrer. 800 mantiveram a sua fé Cristã e foram decapitados en masse num local hoje conhecido como a Colina dos Mártires. A armada turca prosseguiu o seu percurso atacando as cidades de Vieste, Lecce, Taranto e Brindisi, e destruindo a grande biblioteca em Monastero di San Nicholas di Casole antes de regressar ao território otomano em Novembro.

Não deixa de ser uma ironia histórica de proporções significativas que mais pessoas tenham morrido neste evento esquecido, que quase de certeza inspirou a Inquisição Espanhola, do que aquelas que morreram nas famosas chamas da Inquisição propriamente ditas. Apesar da reputação de ter sido uma das mais maldosas e letais instituições da história da humanidade, a Inquisição Espanhola foi uma das mais hunanas e decentes do seu tempo, e até uma que pode ser considerada a mais razoável, considerando as circunstancias
  • A Inquisição Espanhola não tentou converter ninguém ao Cristianismo.
  • Os Inquisidores não eram os psicóticos caracterizados por Dostoevsky e Edgar Allan Poe.
  • A tortura raramente foi usada, e só o foi quando haviam evidências suficientes que indicavam que o acusado estava a mentir.
  • O motivo principal que levou a existência duma Inquisição Espanhola foi o facto de Fernando e Isabel encorajarem os Judeus e os muçulmanos a converterem-se ao Cristianismo - em vez de pura e simplesmente expulsa-los a todos, como fizeram outros reinos europeus, .
À luz da sua reputação assombrosa, certamente que será uma surpresa para aqueles que acreditam que milhões de pessoas morreram durante a Inquisição Espanhola aprender que, durante os séculos 16 e 17, menos de 3 pessoas por ano foram condenadas à morte pela Inquisição através de todo o Império Espanhol - que se estendia de Espanha a Sicília e o Peru.

Historiadores seculares que tiveram acesso aos arquivos do Vaticano em 1998, descobriram que dos 44,674 indivíduos julgados entre 1540 e 1700, apenas 804 foram registados como sendo relictus culiae saeculari. O relatório de 763 páginas indica que apenas 1% dos 125,000 julgamentos registados durante toda a inquisição resultou numa execução por parte da autoridade secular. Isto significa que, durante toda a sua infame história de 345 anos, a temida Inquisição Espanhola foi, anualmente, menos 14 vezes menos fatal que as mortes infantis que ocorrem a andar de bicicleta.

Se, como a certa altura descreveu o historiador Charles LeaIf, a Inquisição Espanhola foi o absolutismo teocrático no seu melhor, somos levados a concluir que foi um testemunho bastante positivo em favor do absolutismo teocrático.

É um testemunho para os estranhos caminhos da história que a Inquisição Espanhola permaneça notória até aos dias de hoje, especialmente quando se sabe que os 6,832 membros do clero Católico assassinados em 1936 durante o Terror Vermelho da República Espanhola são o dobro do número de vítimas durante os 345 anos da inquisição.
* * * * * * *

Resumindo, o número de vítimas Católicas causado pelos esquerdistas e pelos anti-Cristãos espanhóis em apenas 1 ano (1936), é superior ao número de vítimas da Inquisição Espanhola em 345 anos.


domingo, junho 19, 2011

Militantes ateus e o seu ódio anti-Católico

Em Espanha, as associações e movimentos revolucionários do ateísmo e anticristianismo por um mundo melhor, já estão a levar a sua teoria à prática: 
Igreja em Barcelona, após incêndio provocado por um grupo ateu.

"A única igreja que ilumina é a que arde. A luta continua" Mensagens escritas na parede exterior de uma igreja.

"Ardereis como em 36" Ameaça escrita na parede uma igreja, recordando os feitos dos ateus na Guerra Civil.
Panfleto " A única Igreja que ilumina é a que arde" , difundido pelas associações ateístas espanholas.

O lema está a ser espalhado nas ruas:


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"A única igreja que ilumina é a que arde em chamas"


"Esta é a nossa oferta", reprodução deste cartaz:


Movimento gay espanhol usa o logotipo da igreja a arder nas suas convocatórias de provocação a católicos.

Caixas de fósforos, o merchandising do ateísmo por um mundo mais pacífico

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«Oferecemos a nossa oferta particular à Igreja e seus valores:
3 litros de gasolina que arderam iluminando a escuridão da noite ( * )
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...." assaltaremos as igrejas para vender as suas jóias e incendiar as cruzes. A única igreja que ilumina é a que arde"
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«Somos uma frente ideológica para castigar exclusivamente a consciência católica.

A "procissão ateia" percorrerá as ruínas das Escolas Pias, incendiadas pela Frente Anarquista Ibérica no início da Guerra Civil Espanhola.

Acrescenta o porta-voz dos Ateos en lucha: "Essa Igreja foi queimada pelo povo de Madrid, na revolta que houve contra a República; para nós é uma referência indispensável." ( * )

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Comentário do Jairo:
É preciso ser estúpido para acredtar que o "ateísmo por um mundo melhor", o inventor do terrorismo bombista suicida, é o caminho para a paz no mundo. Toda a ideologia que define um alvo como inimigo da humanidade e de um futuro de prosperidade global, implica a classificação desse inimigo como merecedor de violência..

É por isso que os ateus militantes portugueses ficam caladinhos que nem ratos perante esses crimes dos seus camaradas espanhóis. São só ateus a cometerem excessos, numa luta de legítima defesa contra a pior coisa à face da Terra.

Como os poderiam condenar? Por mais crimes que um ateu cometa para mudar o mundo, eles estarão sempre legitimados. A religião fez sempre pior, e o fim da religião possibilitará o maior bem.

Se o fanático ateu não acreditasse na sua crença por um mundo melhor como incapaz de produzir violência por ódio fanático (seja fingindo que ele não existe, relativizando-o ou legitimando a violência em nome de outra coisa), não seria fanático.



[Meu comentário]: No ano de 1936 os ateus militantes espanhóis mataram mais de 6000 Católicos. Num só ano os militantes ateus mataram mais seres humanos do que 400 anos de Inquisição. No entanto estes mesmos militantes alegam que o mundo seria "melhor" se a "religião" (=Cristianismo) fosse erradicada e substituída pelo naturalismo e evolucionismo.

Olhando para o comportamento dos militantes ateus, e o silêncio dos seus irmãos ideológicos por todo o mundo, alguém ainda leva a sério pessoas que tenham tal ódio contra a ideologia mas perfeita que o mundo já conheceu, nomeadamente, o Cristianismo? Onde está Sam Harris? Onde está o Richard Dawkins?

Neste momento os Cristãos são o grupo religioso mais perseguido do mundo. A pergunta impõe-se: porque é que o mundo é tão rápido a condenar a "violência" de Israel contra os terroristas muçulmanos, mas totalmente silenciosos em condenar o ódio anti-Cristão que se alastra pelo mundo ocidental?

A explicação é simples: os marxistas que controlam as instituições mundiais não condenam esse ódio anti-Cristão porque eles tem planos para levar a cabo a sua própria versão da Solução Final em relação aos Cristãos. Só que estes pobres coitados são tão ignorantes da História que nem sabem contra Quem estão a lutar.

E, caindo em terra, ouviu Uma Voz que lhe dizia: Saulo, Saulo, por que Me persegues?
Actos 9:4

terça-feira, maio 03, 2011

Mais um guerreiro para o exército de Deus: "Católico Responde"

Um novo blogue dedicado a demonstrar a irracionalidade dos militantes ateus:


http://catolicoresp.wordpress.com/.

Em baixo coloquei um dos posts.



Técnica: Cristianismo foi criado para dominação.


Essa técnica mostra uma clara e completa falta de conhecimento histórico. O argumento baseia-se em dizer que o Cristianismo é falso porque ele foi criado para dominação social, ou seja, ele foi inventado com esse intuito. Ou seja, os seus fundadores(apóstolos e São Paulo, por exemplo) sabiam que era mentira, mas queriam enganar o povo.

Em primeiro lugar, não afirmei que o Cristianismo nunca foi usado para dominação social, eu disse que ele não foi criado com essa finalidade. Agora vamos avaliar essa afirmação já do início do Cristianismo. Atualmente os historiadores não negam a existência de Jesus Cristo, eles tem dúvidas, sim, sobre seus milagres, mas sua existência não é mais contestada.

Para que a afirmação feita seja real, é necessário que Jesus não tenha ressuscitado, ou ele teria realmente realizado um milagre. Então depois da morte de Jesus Cristo eles teriam inventado a sua ressurreição. Bom, se eles simplesmente saíssem por aí dizendo que Jesus tinha ressuscitado eles seriam facilmente desmentidos, já que o corpo ainda estaria em seu sepulcro e seria só olhar lá dentro e verificar. Portanto, a única explicação plausível é que eles teriam roubado o corpo.

Mas o corpo foi, conforme citado na própria Bíblia, protegido por oficiais romanos treinados pois os fariseus temiam que os apóstolos fossem roubar o corpo. Então lá foram 11 pescadores, passaram pelos guardas romanos sem que eles vissem e roubaram o corpo de Jesus Cristo. Depois saíram, ainda sem os guardas perceberem, e disseram que Jesus tinha ressuscitado. E eles tiveram esse trabalho todo para que? Para serem perseguidos e martirizados, todos os 11(com excessão de João). Porque diabos eles fariam isso? Ser perseguido não é um bom jeito de dominação social, é?

Bom, os apóstolos não foram suficientes? Então comentemos de São Paulo: Perseguidor ferrenho dos cristãos. Até que um dia uma luz aparece para ele, com uma voz e pergunta: “Paulo, Paulo, porque me persegues?”. Os outros que andavam com Paulo viram a luz e escutaram a voz, mas não entenderam o que a voz havia dito(segundo relatos). Bom, ou você irá acreditar que houve uma ilusão coletiva(algo como sonhos coletivos idênticos, na mesma noite) ou que Paulo inventou essa história.

O único caminho lógico é dizer que Paulo inventou a história. Porém, porque ele faria isso? Lá estava Paulo, perseguindo os Cristãos e levando uma vida boa. De um dia para o outro, ele decide que quer ser perseguido pelo governo romano e inventa essa história, deixando de ser perseguidor e passando a ser perseguido e deixando de ter uma vida boa para viver se escondendo. Realmente faz sentido? Não, não faz nenhum sentido. Ser perseguido não é, de modo algum, um bom jeito de dominação social.

Jesus, um dos supostos inventores, morreu na Cruz. Simão Pedro, o primeiro Papa, também morreu crucificado, e São Paulo foi decapitado. A história se repete a praticamente todos os primeiros líderes cristãos: Perseguidos pelo governo, vários foram assassinados. Dizer que eles inventaram isso para dominação é chamá-los de extremamente burros, pois eles realmente conseguiram exatamente o oposto. Ao invés de dominação social, eles conseguiram ser perseguidos… E nem por isso pararam de defender seus pontos de vista! Ou seja, eles acreditaram fortemente e sinceramente no que estavam pregando. Isso já retira a possibilidade de invenção por parte dessas pessoas, que é o objetivo ao refutar essa técnica(não vim aqui discutir sobre os motivos que os levaram a crer… Devo fazer isso em outro post algum dia).

Conclusão:

Esse argumento já está refutado apenas ao se mostrar o que aconteceu aos primeiros Cristãos. Se eles inventaram aquilo tudo para dominação social, porque eles continuaram defendendo o ponto de vista mesmo frente a frente com a morte? Porque eles decidiram piorar suas vidas com algo que eles sabiam ser uma mentira? Dizer que o Cristianismo foi criado para dominação social não faz o mínimo sentido.

quinta-feira, fevereiro 17, 2011

Reino Unido: escolas católicas têm mais qualidade

Não foi possível recolher comentários por parte de Richard Dawkins e companhia.

As escolas católicas da Inglaterra e de Gales oferecem uma educação melhor do que outras instituições em todos os níveis, especialmente no desenvolvimento pessoal dos estudantes.

Esta foi a conclusão de dois estudos publicados na última segunda-feira pelo Catholic Education Service for England and Wales (CESEW).

O CESEW publicou uma “Relação de Dados do Censo de 2009 para as Escolas e Colégios” e um estudo intitulado “Valor Agregado: O Diferencial dos Colégios e Escolas Católicas na Inglaterra”.

O estudo aponta que, conforme a Office for Standards in Education, Children’s Services and Skills (OFSTED), do governo, “as escolas católicas atingem, constantemente, uma pontuação melhor do que a média”.

O bispo Malcom Mahon, presidente da CESEW, afirmou que “esses dois estudos ratificam claramente que a educação católica contribui muito para o futuro da nossa sociedade”.

“Além disso”, agregou Mahon, “estes informes confirmam que o dinheiro dos contribuintes destinado às escolas católicas é bem empregado”.

Oona Stannard, chefe-executiva e diretora do CESEW, comentou: “Fico feliz de comprovar que os nossos esforços são valorizados com pontuações visivelmente mais altas no desenvolvimento pessoal, inclusive no prazer de frequentar a escola”.

“Obter resultados positivos não só beneficia os alunos, dos quais cerca de 30% não são católicos, mas mostra ainda que a Igreja investe no futuro bem-estar da sociedade através das escolas católicas”.

No desenvolvimento pessoal e no bem-estar, o estudo destaca que “a diferença mais notável é encontrada na avaliação do desenvolvimento espiritual, moral, social e cultural dos alunos, embora as escolas católicas tenham recebido melhor pontuação no aproveitamento que os alunos fazem da sua educação, no seu comportamento e na contribuição positiva que eles dão à comunidade local”.

Esta categoria, em que as escolas católicas mostram grande vantagem sobre a concorrência, exerce influência sobre outros elementos, como um estilo de vida saudável, práticas de segurança, assistência, comportamento e bem-estar econômico.

Acima da média

73% das escolas de ensino médio foram consideradas excelentes ou boas, contra 60% das escolas públicas. Na educação fundamental, 74% das católicas foram consideradas excelentes ou boas, ante 66% das públicas.

O estudo acrescenta que estes resultados refletem, também, a diversidade social que existe nas escolas católicas, já que estas instituições têm o mesmo quadro que as escolas públicas de crianças que recebem auxílios, como o refeitório gratuito.

As escolas católicas apresentam ainda maior diversidade étnica do que as suas homólogas públicas.

Na apresentação do informe, Stannard afirmou que “talvez a parte mais reveladora é a breve seção que pondera o valor agregado por estas escolas”.

“Esses resultados mostram que as nossas escolas estão se saindo extraordinariamente bem, tanto nas medidas objetivas dos resultados como quando se consideram fatores contextuais, como os níveis de diferenças sociais”, acrescentou.

Stannard continuou dizendo que “três destaques do informe são particularmente motivadores e deveriam nos incentivar à colaboração e à confiança nas nossas comunidades”.

“O primeiro é o alto nível de qualidade que oferecemos desde os primeiros anos até o ensino médio. O segundo é a grande qualidade em todos os aspectos da liderança”.

“O mais importante de todos talvez seja o terceiro, que concerne à nossa contribuição à comunidade, constantemente avaliada acima da média tanto no ensino fundamental quanto no médio”.

Stannard manifestou que “ao encarar os desafios da educação no século XXI, podemos afirmar com confiança que as escolas católicas fazem parte da solução e não do problema”.

domingo, fevereiro 13, 2011

Afonso Costa , o "mata-frades"

Talvez este ódio que o Afonso Costa tinha a uma parte importante da identidade portuguesa (o Catolicismo) revele a reverência que os militantes ateus tem por ele.

Ênfase adicionado.


Por Miguel Sousa Pinto

A alcunha de "mata-frades" dada a Afonso Costa pelos seus opositores reflete bem a intensidade com que este político levou a peito a tarefa de desmontar o poderio da Igreja após o 05 de outubro.

Mal assumiu a pasta de ministro da Justiça e Cultos no governo provisório saído da revolução, Afonso Costa decidiu-se a concretizar, com uma determinação pessoal que gerou amplo anedotário, um combate sem quartel aos poderes religiosos na política, sociedade, cultura e mentalidade portuguesas.

As ordens religiosas, principalmente os jesuítas, foram encerradas e o ministro em pessoa notabilizou-se pela sua participação nos interrogatórios dos religiosos condenados por não obedecerem às novas regras.

O ensino religioso foi retirado das escolas, o Estado torna-se laico [Falso. O Estado tornou-se anti-Cristão e não "laico"], o juramento de funcionários públicos e militares deixou de ter alusões a Deus, o divórcio foi instituído, o casamento passou a obedecer a registo civil...

Reparem como o esquerdismo usa a dissolução do casamento como um dos passos a tomar quando se quer destruir o Cristianismo.
a sequência de medidas tomadas pelo Governo nos primeiros meses da República é galopante e Afonso Costa foi um dos seus principais paladinos.

A convicção anti-clerical deste advogado nascido em Seia em 1871 vinha de longe e já em 1895 atacava violentamente as políticas sociais da Igreja na sua dissertação de doutoramento.

Quais políticas sociais? As casas de apoio aos órfãos? A ajuda aos pobres? A defesa da dignidade do ser humano?
A sua primeira intervenção política ocorreu em 1897 no Porto, num protesto contra o plano de alienar as linhas ferroviárias do Estado.

Desde então protagonizou várias lutas pela causa republicana, tendo sido eleito deputado em 1899 e disputado desde então várias eleições pelo círculo do Porto, ao mesmo tempo que conspirava intentonas, como o golpe do Elevador da Biblioteca, dias antes do regicídio de 1908.

Na Primeira República, Afonso Costa tornou-se rapidamente num dos políticos dominantes do regime, tendo anunciado a 29 de agosto de 1911, poucos dias após a aprovação da Constituição, o novo programa político do Partido Republicano Português.

Em 1912 promovia o aparecimento do Partido Democrático, mais radical, de que se tornou líder incontestado.

Pouco depois, em 1913, chefiava o seu primeiro governo e transformava o seu partido na força dominante da Primeira República até 1926.

Em 1915 liderava o seu segundo governo, assumindo a partir de março de 1916 a pasta das Finanças num executivo de unidade nacional - a "União Sagrada, decretada após a entrada de Portugal na I Grande Guerra - chefiado por António José de Almeida.

De abril a dezembro de 1917 regressou pela última vez à liderança do governo.

Nesta época chegou a invocar o marxismo e a luta de classes.

Óbvio. O ódio a Deus e o marxismo andam de mãos dadas.
Em outubro daquele ano visitou as tropas do Corpo Expedicionário na Flandres, acompanhado por Bernardino Machado. De regresso foi preso um tempo no Porto por ocasião do golpe de Sidónio Pais.

Após o assassinato deste, e terminada a Guerra, passou a chefiar a delegação portuguesa à Conferência de Paz, assinando em representação de Portugal o Tratado de Versalhes. Foi o representante português na primeira assembleia da Sociedade das Nações.

Em 1926, estando o Partido Democrático no poder, dá-se o golpe de 28 de maio que instalou a ditadura militar e que culminou no Estado Novo.

Afonso Costa exilou-se então em Paris e em fevereiro de 1927, juntamente com Álvaro de Castro, José Domingues dos Santos, Jaime Cortesão e António Sérgio, fundou a Liga de Defesa da República, em Paris.

No início do ano de 1937 foi indigitado Grão-Mestre da Maçonaria Portuguesa, cargo que já não chegou a assumir, já que faleceu a 11 de maio.

Ocultismo, ódio ao Cristianismo, marxismo e militância ateia.
O seu corpo encontra-se atualmente em Seia, no jazigo da família.
O descanso do seu corpo sem dúvida é bem mais tranquilo que o descanso da sua alma eterna.

terça-feira, fevereiro 01, 2011

Enfermeira Católica Forçada a Assistir a um Aborto

Para além do aumento exponencial dos impostos, listas de espera, racionamento e o declínio dos serviços médicos oferecidos, o plano médico do Presidente Hussein Obama Junior vai ter coisas como as que são reportadas aqui.

Uma enfermeira alega ter sido forçada a escolher entre seguir as suas convicções religiosas ou perder o seu emprego quando foi ordenada (contra a sua vontade) a dar suporte a um aborto .

Segundo o processo em tribunal, o hospital chegou ao ponto de exagerar a condição da paciente ao afirmar que ela poderia morrer se a enfermeira, uma católica devota, não seguisse as ordens. A sra Catherina Cenzon-DeCarlo (35 anos) afirmou que a situação "parecia o desenrolar de um filme de horror", e que desde o dia em que ela presenciou o aborto, tem tido pesadelos horrendos.

As maravilhas do plano médico do aborcionista Hussein Junior revelam-se mais e mais. Não só o mesmo plano tem características eugénicas, mas agora os cristãos que se oponham ao assassínio de bébés podem perder o seu emprego por isso.

O mesmo homem que votou contra a plano que visava dar apoio médico a bébés que sobrevivam aos abortos, é o mesmo homem que quer ditar como é que os hospitais devem ser geridos. Mais valia pôr o Hitler a tomar conta dos campos de concentração.

Ah, espera! Hitler de facto geria (indirectamente, é verdade) os campos de concentração, e todos nós sabemos como é que a história acabou.

domingo, janeiro 30, 2011

Militante ateu pede asilo na Suécia devido a abundância de crucifixos na Itália

Ateu italiano alega que já não tolera mais a abundância de crucifixos no seu país natal e como tal, ele pede asilo político à Suécia.

Ennio Montesi escreveu uma carta ao primeiro ministro sueco Fredrik Reinfeldt queixando-se que o Estado italiano o "obrigava" a viver com "um símbolo político e religioso que representa a morte".

Montesi já foi "desbatizado" e recentemente ganhou espaço nas manchetes dos jornais devido a uma campanha vocal contra a presença de cruzes num hospital onde ele esteve em recuperação. Segundo este homem, a presença de símbolos católicos aumentou o seu "sofrimento".

Não se sabe se ele evidenciou os outros sintomas que acompanham a intolerância a crucifixos: raiva incontrolada, gritos, levitação, vómitos, girar a cabeça 360 graus, et cetera.


Entretanto, o primeiro ministro sueco respondeu ao militante ateu:
Caro Ennio Montesi

Li a sua carta com toda a atenção que as cartas de pessoas mentalmente instáveis merecem. Aqui fica o meu humilde conselho: da próxima vez, antes de escrever cartas auto-humilhantes, certifique-se com o seu médico se já está apto para voltar a viver entre as pessoas normais.

Atenciosamente,

Fredrik Reinfeldt, Primeiro Ministro da Suécia, pela Graça de Deus.

domingo, janeiro 23, 2011

Era Hitler um Cristão?

quarta-feira, janeiro 19, 2011

Antonio Gramsci e sua influência na revolução cultural de nossos tempos

*Tradução de Renato Salles

A DEGRADAÇÃO DA CULTURA E DOS VALORES EM NOSSO TEMPO

A degradação da cultura e dos valores em nosso tempo, na busca de um pensamento Único e de uma Nova Ordem Mundial formam parte de uma inteligente estratégia desenhada por Antonio Gramsci (1891-1937).

1.- QUEM FOI ANTONIO GRAMSCI?

Foi um pensador e político italiano, um dos fundadores do Partido Comunista italiano.

Nasceu em Sardenha no ano de 1891 de família muito humilde. Estudante universitário em Turim de 1911 a 1914. Abandonou por problemas de saúde. Em 1919, junto com Palmiro Togliatti, fundou o diário ORDINE NUOVO, que logo foi órgão do partido comunista italiano fundado por ele em 1921.

1921-1924: trabalhou em Moscou e Viena para a II Internacional Socialista.

1925: De volta a Roma enfrenta a ditadura de Benito Mussolini. Foi preso em 1926 e encarcerado em 1928.

1928-1937: Do cárcere difundiu suas idéias revolucionárias através de cadernos manuscritos que só depois de sua morte se deram a conhecer com o nome de Cadernos do Cárcere (1948 e 1951)

Em 27 de abril de 1937 morreu no hospital da cadeia em Roma.

2.- A ESTRATÉGIA GRAMSCIANA

Gramsci sustentava que nenhuma ideologia poderia impor-se pela força. Toda revolução violenta gera, como resposta imediata, uma contra-revolução que debilita e até pode superar a força da primeira. Toda mudança exige uma mentalização prévia que adube a terra onde a mudança deve florescer. O ideal marxista não escapava a essa regra.

Por isso desenhou sua estratégia do seguinte modo:

Para impor uma mudança ideológica era necessário começar por conseguir a modificação do modo de pensar da sociedade civil (povo ou habitantes de um determinado país) através de pequenas mudanças realizadas ao longo do tempo no campo da cultura. Havia que construir um NOVO PENSAMENTO. Criar o que ele chamava o SENTIDO COMUM do povo, entendido como o modo comum de pensar do povo que historicamente prevalece entre os membros da sociedade. Havia que conseguir que a sociedade civil alcançasse um novo modo de “ver a vida e seus valores”. Para Gramsci, isto era mais importante e prioritário que alcançar o domínio da sociedade política. (conjunto de organismo que exercem o poder nos campos jurídico, político e militar).

Para conseguir que a sociedade civil (o povo soberano, a opinião publica) chegasse a ter um modo comum de sentir e pensar (sentido comum), era necessário apropriar-se dos ORGANISMOS E INSTITUIÇÕES onde se desenvolvem os valores e parâmetros culturais: MEIOS DE COMUNICAÇÃO, UNIVERSIDADE, ESCOLA E ARTES. Para ali havia que apontar. Com paciência, com o passar do tempo, educando as novas gerações desde sua infância. (Ex: A CHINA de Mao; a CUBA de Fidel Castro).

Depois de cumprido este processo ao longo dos anos, a consecução do poder político cairia por seu próprio peso, sem revoluções armadas, sem resistências nem contra-revoluções, sem necessidade de impor a NOVA ORDEM pela força, já que a mesma teria consenso geral.

3.- OBSTÁCULOS A SUPERAR PARA O ÊXITO DO PROCESSO GRAMSCIANO

O mesmo Gramsci assinalou que, para que o processo tivesse êxito, havia que rifar 2 obstáculos:

A IGREJA CATOLICA E A FAMILIA.

3.1. POR QUE A IGREJA CATOLICA? Porque Gramsci pensava que a razão da permanência da Igreja através dos séculos se apoiava nos três pontos seguintes:

a) a profissão de uma fé firme e inquebrantável, sem concessões e na constante repetição dos mesmos conteúdos doutrinais. Deste modo, [a Igreja] pôde conseguir um forte sentido comum (modo de pensar) no povo através dos séculos.

b) Haver conseguido amalgamar em seu seio tanto o povo analfabeto, a classe media e a elite intelectual própria. Com efeito, nenhuma filosofia imanentista, incluindo o marxismo, havia conseguido unir em um mesmo sentido comum ou crença, os intelectuais e o povo, os doutrinários e os praticantes, os expertos e os neófitos (ou “iniciados”). Gramsci, nisso, invejava a Igreja.

c) Por último, enquanto o marxismo exigia ao homem lutar para o êxito de uma sociedade sem classes aqui e agora, porque com a morte terminava tudo, a Igreja havia conseguido convencer o homem para a transcendência, ao mais além, e com isso não somente havia dado uma resposta ao sentido da vida como também ao sentido da morte.

3.2.-POR QUE A FAMILIA? Está claro que se a estratégia consistia na formação de um modo de pensar através da educação nos novos valores revolucionários, a família, primeira educadora do homem desde seu nascimento e durantes os primeiros e cruciais 5 anos de vida, era um incômodo intolerável.

4.- ESTRATÉGIA PARA SUPERAR ESTES OBSTÁCULOS SEGUNDO GRAMSCI

4.1. DESPRESTIGIAR A IGREJA, ao máximo possível com a desqualificação de sua doutrina (“a religião é o ópio dos povos”) e de seus membros hierárquicos (clero e vida consagrada).

4.2. DESTRUIR A FAMILIA, apresentado-a como uma instituição do passado, já superada, incapaz de educar. Retirando os filhos precocemente da influência de seus pais, mediante a educação massiva na “nova cultura”. (Experiência das granjas coletivas ou educação à distância). A intervenção na educação dos aspectos fundamentais de sua vida, desde a escola e sem a participação dos pais. Procurando que, pela ausência dos pais diante de compromissos de trabalho inescapáveis, os filhos fiquem sob a influência da educação dos contra-valores através da televisão.


5. ALGUMAS CONSEQÜÊNCIAS SOCIOCULTURAIS DA VIGÊNCIA FÁTICA DO GRAMSCISMO

Não podemos deixar de reconhecer “que muitos dos esforços e previsões deste político e filósofo sardo, se foi materializado de forma tal, que hoje são elementos que formam parte já da atmosfera comum que respiramos. Há uma inocultável hegemonia secularista que satura a mentalidade de grandes segmentos da sociedade atual – para além de opiniões políticas e variantes de países, regiões e cidades - e vai possibilitando, dia após dia, que o que antes era visto como inaceitável, negativo ou inclusive aberrante, se veja como “normal”, positivo e até elogiável, em mais de uma ocasião.

Vejamos alguns exemplos facilmente constatáveis: Gramsci postulava que da única realidade que se pode (e se deve) falar, é a “daqui embaixo” (fecha-se em um imanentismo total), que os escritores e os pensadores secularistas deviam hegemonizar os meios massivos de comunicação (basta ligar a televisão, escutar certos programas de radio ou debruçar-se sobre qualquer banca de jornal), que se tinha que acabar com o prestígio dos autores, instituições, meios de comunicação ou editoriais fieis aos valores da tradição, opostos aos desígnios dos secularistas, laicistas e “modernizantes”.

Inclusive, Gramsci previu a defecção de numerosos “católicos” que, deslumbrados pela utopia secularista, haviam de aceitar as diversas formas de “compromisso histórico”. O agudo intelectual italiano sabia bem que, se obtinham maiores ganhos por estas vias graduais, de lenta mas contínua transformação da mentalidade que pela via de uma perseguição aberta. Toda uma hábil guerra de posição estrategicamente concebida e executada. E muito mal entendida e enfrentada por quem estaria obrigado a fazê-lo.

Pareceria que vivemos em um mundo desenhado (e à medida de) Gramsci: se foi invertido os valores morais e políticos, se busca “desierarquizar” tudo o que é valioso, se exalta tudo que seja ou implique “horizontalismo”, se “desconstrói” o são pensamento filosófico e teológico, de forma tal que fica “pulverizado” em uma multidão de novas ideologias e “filosofias” cujo só empenho é “desmistificar”, “secularizar”, “dessacralizar”.

Seguramente se comprazeria – e muito- Antonio Gramsci ao ver em pleno processo de realização (atualização, diria Gentille) algo que alguma vez “profetizou”: o fim da religião teria que ocorrer por “suidicio”, ao diluir-se os limites da Cristandade com respeito ao mundo moderno. Enquanto uns recordam que o que está acontecendo é uma “cristianização do mundo”, o que na realidade se está dando é justamente o contrário: segmentos consideráveis de “cristãos” se mundanizam, adotando os parâmetros e critérios próprios de uma mentalidade totalmente inserida em uma cosmovisão intramundana e secularista. Ainda que nem sempre neguem explicitamente, vivem como se o mundo transcendente não existisse, como se tudo começasse e terminasse “aqui em baixo”.

O programa era (e é) bem claro: “conseguir o desprestígio da classe hegemônica, da Igreja, do exército, dos intelectuais, dos professores, etc. Haverá inclusive que hastear as bandeiras das liberdades burguesas, da democracia como brechas para penetrar na sociedade civil. Haverá que apresentar-se maquiavelicamente como defensor destas liberdades democráticas, mas sabendo muito bem que as considera tão só como um instrumento para a marxisação geral do sentido comum do povo” [8].

Outro lamentável fato facilmente constatável em diversos ambientes culturais do Ocidente, sobre tudo latino e latinoamericano, é o que se foi dado a chamar a “traição dos intelectuais”. Isto foi conseguido por diferentes vias, seja mediante favores, concessão de prebendas e bajulações de todo tipo, ou bem mediante a tática oposta, que é a seguida por intelectuais e professores que não se dobram antes as formas de cooptação; para eles estão a pressão, a chantagem, a ameaça e o boicote quando não o desprestígio, a calunia e a difamação.

E é que na estratégia gramscista o quebrantar de um modo ou outro ao intelectual opositor é fundamental: ouçamos de novo ao Padre Sáenz: “Gramsci considera que se ganhou uma grande batalha quando se consegue a defecção de um intelectual, quando se conquista a um teólogo traidor, um militar traidor, um professor traidor, traidor de sua cosmovisão... Não será necessário que estes “convertidos” se declarem marxistas ; o importante é que já não são inimigos, são aceitáveis para a nova cosmovisão. Daí a importância de ganhar-se os intelectuais tradicionais, que, aparentemente colocados por cima da política, influem decisivamente na propagação das idéias, já que cada intelectual (professor, periodista ou sacerdote) arrasta atrás de si um número considerável de prosélitos” [9].

O que na mentalidade predominante de nossos dias prevalece a nível popular o “da igualdade de qualquer religião”, “tudo é segundo como você vê”, “faz o que quiser desde que seja autêntico”, “agora tudo é permitido”, e já a nível filosófico o “não há natureza humana senão história”, “eu me dou minha própria essência”, “não há ser, senão tão somente o devir, ou inclusive, devires”, “não há verdade, tudo se reduz a multiplicidade(s)”, “não há escritor, somente texto”, “não há sujeito, senão estruturas epistêmicas”, e outras sandices e disparates do estilo (o catalogo, é inesgotável), quer dizer que um gramsciano camuflado, em invisível aliança (deliberada ou não) com o movimento New Age e outras inefáveis aderências, segue-se impondo em toda linha, para além das cada vezes mais escassas menções públicas deste autor, tanto por parte de quem o apóiam como por parte de seus detratores.”

Como vimos, o gramscianismo representa o mais agressivo, caustico e dissolvente ataque contra toda forma de religião transcendente e em particular contra o catolicismo. Muita da descristianização atual obedece em boa parte à ação destrutiva e semi-oculta dos “intelectuais orgânicos” a la Gramsci, estrategicamente situados, cuja ação toda se encontra encaminhada à “mutação do sentido comum” teísta e cristão a fim de que tenha direito o seu oposto.

Isso implica seu projeto de “decomposição interna do catolicismo” de “fazer assaltar a Igreja desde dentro” e de liquidar totalmente o “antigo conceito do mundo” inserido na cultura cristã-católica.

Finalmente, é míster assinalar que poucas coisas contribuem tanto ao avanço do secularismo como a defecção de teólogos, professores, pensadores, periodistas ou escritores. Pelo qual deverão pensar em congruência com os princípios dizem professar mas, não menos importante, também deverão levar uma vida coerente que não desvincule e incomunique as distintas dimensões da vida humana. “Quem não vive como pensa, acabará pensando como vive”.

Fonte do espanhol:

http://www.conviccionradio.cl/neomarxismo/antonio-gramsci-y-su-influencia-en-la-revolucion-cultural-de-nuestro-tiempo.html

sexta-feira, janeiro 14, 2011

"Ciência" versus História

Tenho que admitir, Scott Locklin identifica a invenção da ciência muito antes do que eu pensava; sempre pensei que era assumido a mesma ter iniciado com Galileu, o alegadamente pai da Ciência. Claro que nenhuma das versões se ajusta ao revisionismo histórico dos secularistas ateus e a sua fixação apaixonada na ideia ridícula da "guerra" entre a "ciência" e a religião:
A viagem de Bento XVI acabou e o santimonial Richard Dawkins não conseguiu prendê-lo em nome do humanismo secular. Embora eu não seja um crente, eu frequentemente questiono-me àcerca dos ateus profissionais que se cobrem sob o manto da "ciência". Será que eles sabem alguma coisa de História?

O que nós hoje em dia chamamos de "ciência" é algo inventado por seres humanos e não algo que emergiu da testa de Jove em tempos passados. Há uma data exacta antes de qual não há ciência e depois da qual há ciência. Isto não é polémico ou misterioso: nós sabemos exactamente quando é que isso aconteceu, e alguns dos manuscritos que inventaram a ciência e o pensamento moderno ainda existem.

O primeiro cientista da História foi Robert Grosseteste, embora o seu trabalho seja pouco conhecido na educação popular dos dias correntes. Ele nasceu em cerca de 1170 no seio de uma família humilde de Suffolk. Ele descobriu a sua vocação na Igreja Católica - uma fonte importante de mobilidade social desses tempos tal como o sistema universitário o é hoje.

Foi Grosseteste quem formulou a primeira descrição do processo científico. Ele foi o primeiro europeu (em séculos) a estudar o trabalho de Aristóteles e a estudar os escritos do filósofo natural Abu Ibn al-Haytham.

A partir destes pensadores ele desenvolveu a ideia de "composição e resolução" que é o método científico em si.

Interessante.

E claro que a resposta à pergunta citada em cima é "Não, os ateus profissionais não sabem nada da História da ciência".

Como regra geral podemos dizer que, sempre que a "ciência" contradiz a História, é mais seguro e mais sensato apostar na História.

Original

segunda-feira, janeiro 10, 2011

Juiz Espanhol Determina que Invasão de Igreja Católica Por Parte de Muçulmanos Não Viola Lei Que Proíbe Ofender Sentimentos Religiosos

Usando a mesma lógica, podemos determinar que matar judeus apenas e só porque são judeus não constitui anti-semitismo.

Claro que se a situação fosse inversa, os esquerdistas que controlam a Espanha não teriam problemas em punir os autores do crime. Mas como os esquerdistas são mais anti-cristãos que anti-religiosos, e como a presença maciça de muçulmanos na Espanha lhes permite usá-los contra a fé abraçado pela esmagadora maioria dos espanhóis, os socialistas espanhóis podem desculpar os crimes dos muçulmanos contra os católicos.

Matthew Cullinan Hoffman, correspondente na América Latina
CORDOBA, Espanha, 10 de novembro de 2010 (Notícias Pró-Família) — Um juiz espanhol deu como decisão que uma violenta ocupação da Catedral de Córdoba por parte de um grupo de muçulmanos em março deste ano não violou a lei da nação que proíbe ofender sentimentos religiosos.
De acordo com o serviço noticioso Europa Press, o juiz que ocupa o assento do Quarto Tribunal de Instrução de Córdoba decidiu que a incursão na catedral, que culminou num ataque contra vários guardas e um policial, foi meramente uma “desordem pública” e não tinha a intenção de ofender os sentimentos religiosos de ninguém.
“Não há tanto uma intenção minimizar ou ferir os sentimentos religiosos da religião católica tanto quanto uma tentativa de favorecer, sem mencionar impor com clareza, num falso gesto de tolerância, a possibilidade de realizar uma reunião religiosa conjunta [na catedral]”, o juiz declarou. “Não houve ação para desmerecer ou desacreditar a religião católica, mas em vez disso foi uma ação em favor de um uso conjunto [do espaço da catedral]”.
Mas esse "favor" já tinha sido rejeitado pelos católicos, portanto, o que os muçulmanos fizeram foi um crime de ódio contra os católicos.
Os muçulmanos espanhóis há muito tempo exigem o direito de realizar reuniões religiosas islâmicas na Catedral de Córdoba, que foi demolida pelos muçulmanos no oitavo século e substituída com uma mesquita depois que eles conquistaram a área. A catedral foi reconstruída no século XIII depois que os cristãos reconquistaram Córdoba. Contudo, boa parte da arquitetura original da mesquita foi deixada intacta.
Os muçulmanos apenas "exigem" usar este espaço católico para as suas rezas apenas e só porque tem em mente a futura transformação da igreja em mesquita.
Apesar de uma proibição contra reuniões islâmicas na catedral, um grupo de aproximadamente cem muçulmanos da Áustria entrou no prédio durante a Semana Santa, em 31 de março, liderado por um imame e ostentando walkie-talkies.
Portanto, ignoraram as leis espanholas e prosseguiram em fazer aquilo que já lhes tinha sido proibido.
Depois que começaram a realizar os ritos da religião islâmica eles foram confrontados pelos guardas de segurança e pela polícia, vários dos quais sofreram ferimentos após serem atacados por oito membros do grupo, um dos quais estava brandindo uma faca. Os oito agressores foram presos, embora o resto tivesse sido liberado depois de serem removidos a força da catedral.
Traduzido por Julio Severo: www.juliosevero.com
Veja também este artigo original em inglês: http://www.lifesitenews.com/ldn/2010/nov/10111001.html
Pouco a pouco a mitologia islâmica vai pervertendo as leis do mundo civilizado de modo a obter impunidade para si. Os esquerdistas europeus, voluntariamente ignorantes da natureza política do islamismo, continuam a conceder-lhe privilégios e benesses na esperança de poderem controlar os muçulmanos para o avanço do socialismo.

O que eles não sabem é que os muçulmanos não são assim tão controláveis. Vejam o exemplo das queima de carros na França e da total ingovernabilidade da 3ª maior cidade sueca, Malmöe.

sábado, janeiro 08, 2011

Católico Vietnamita Adopta Bebés Para Impedir Aborto

O chocante do aborto é que neste vídeo, é-nos dito que algumas mães que de outra forma teriam feito um aborto, entregaram os filhos a este homem católico para mais tarde os virem buscar. Ou seja, se tivessem tomado a decisão de abortar, teriam-se arrependido para sempre.

Como sempre acontece, a visão Bíblica da humanidade dá-nos dignidade (mesmo depois da morte) enquanto que a visão evolutiva/aborcionista/ateísta/esquerdista faz exactamente o contrário.

Escritora holandesa descobre que os esquerdistas são contra a liberdade de expressão

A Teofobia dos holandeses é consequência natural da adopção da visão esquerdista do mundo. Quanto mais esquerdista for uma sociedade, mais anti-cristã ela se torna. E isto não é por acaso.
Matthew Cullinan Hoffman
DEN BOSCH, Holanda, 15 de novembro de 2010 (Notícias Pró-Família) — Mariska Orbán de Haas, jornalista pró-vida, diz que recebeu centenas de ameaças de morte e mais de dez ameaças de tortura depois da publicação de uma carta aberta que ela escreveu para uma parlamentar pró-aborto pedindo-lhe que reconsiderasse a posição dela no assunto.
A carta, que foi dirigida à deputada Jeannine Hennis-Plasschaert e publicada no jornal Katholiek Nieuwsblad (Notícias Católicas), foi escrita em resposta à reação raivosa de Hennis-Plasschaert depois de receber um modelo de feto de plástico do bispo católico Everard de Jong. O bispo havia enviado modelos para Hennis-Plasschaert e todos os outros membros da Câmara dos Deputados da Holanda. Ele também incluiu uma carta em que pediu aos parlamentares que dessem um basta na matança de bebês em gestação em face de iminentes restrições de orçamento, apontando para o fato de que parar de financiar “sanguinárias clínicas de aborto” economizaria dinheiro e ajudaria a preservar as futuras gerações que poderiam cuidar dos idosos.
Depois que Hennis-Plasschaert chamou a carta do bispo de “repulsiva”, Orbán escreveu para ela publicamente, mencionando que tanto ela quanto Hennis-Plasschaert passaram pela experiência de sofrer abortos espontâneos, e que o modelo fetal que ela recebeu do Bispo De Jong seria semelhante aos filhos que elas perderam na época da morte deles.
“Nessa luz”, perguntou Orbán, “não é ‘repulsivo’ que nossa sociedade nos permita abortar mais de trinta mil bebês na Holanda a cada ano?” Ela comentou que os bebês que morrem por aborto deliberado são “exatamente iguais às vidinhas misteriosas que levamos dentro de nossas barrigas durante a gravidez”.
A carta, publicada em 27 de outubro, provocou revolta na Holanda, que é um país em grande parte esquerdista e pró-aborto. Orbán logo ofereceu um pedido público de desculpas, mas isso não a impediu de receber uma avalanche de respostas iradas. A jornalista francesa Jeanne Smits diz, em sua reportagem, que a carta gerou 350.000 tweets no Twitter, e vários sites criaram fotos distorcidas da face dela, retratando-a como um diabo.
Orbán comenta que nunca havia recebido tal resposta de leitores, até começar a escrever como jornalista católica.
No passado, como jornalista estiquei os limites, em vários temas, mas nunca tive esse tipo de resposta”, disse Orbán. “Se você escreve algo sobre a fé católica, então as pessoas reagem com muita força”.
Ouço muitos esquerdistas dizerem que a liberdade de expressão é muito importante, mas se você tem opiniões católicas é obviamente diferente”, ela acrescentou.
Links relacionados:
Katholiek Nieuwsblad (Catholic Newspaper of the Netherlands)
http://www.katholieknieuwsblad.nl/nieuws
Cobertura relacionada de LifeSiteNews:
Dutch Bishop Calls Parliamentarians to Defund Abortion
http://www.lifesitenews.com/ldn/2010/nov/10110401.html
Traduzido por Julio Severo: www.juliosevero.com
Veja também este artigo original em inglês: http://www.lifesite.net/ldn/viewonsite.html?articleid=10111511

quinta-feira, dezembro 23, 2010

Igreja Católica Espanhola e o seu trabalho social

Seria curioso comparar o monumental apoio social que a igreja católica desenvolve com o "apoio social" que as organizações feministas, homossexuais, ateístas desenvolvem. (Se bem que no caso das organizações homossexuais talvez seja melhor não sabermos que tipo de "apoio social" elas operam.)
Espanha, a força de uma Igreja perseguida pelo laicismo do Estado socialista.

Segundo o censo 2010 do Instituto Nacional de Estatística, a Espanha tem 46,9 milhões de habitantes. Destes, 92,5% são católicos. Do ponto de vista subjetivo, o Centro de Pesquisas Sociológicas informa que 72,7% dos espanhóis se consideram católicos.

As instituições eclesiais realizam uma ação caritativa e social imensa. A Igreja na Espanha tem 4.459 centros assistenciais, nos quais se atende um total de 2.764.719 pessoas.

Em concreto, há 93 hospitais, 72 ambulatórios, 788 asilos, 435 orfanatos, 301 consultores familiares e centros para a proteção da vida e mais de 3 mil centros especiais de educação ou reinserção social de propriedade da Igreja ou dirigidos por eclesiásticos ou religiosos.

No âmbito educativo, a Igreja trabalha na Espanha com 1.738 escolas infantis e de Ensino Fundamental, 3.694 escolas de Ensino Médio e 153 escolas de ensino superior e universidades. Um total de 1.370.151 alunos estuda em centros católicos.

Em termos gerais, em 2008, a Igreja economizou ao Estado, com suas atividades sociais, educativas e caritativas, 30 bilhões de euros, segundo a Conferência Episcopal Espanhola.

O número de novos batizados aumentou para 314.719, em 2009; as primeiras comunhões foram 244.489; e os casamentos religiosos, 91.386.

A geografia eclesiástica espanhola está composta por 14 províncias eclesiásticas, divididas em 69 dioceses. Conta com 22.674 paróquias, segundo o departamento de estatística da secretaria de Estado do Vaticano.

Neste momento, exercem seu ministério na Espanha: 2 cardeais, 14 arcebispos, 48 bispos residentes e 10 bispos auxiliares. Com relação aos eméritos, há 4 cardeais, 6 arcebispos, 25 bispos e 2 bispos auxiliares.

Ao mesmo tempo, em 2010, realizaram seu trabalho pastoral fora da Espanha 109 bispos espanhóis, distribuídos em mais de 30 países.

Os missionários espanhóis aumentaram para mais de 15 mil, dos quais 2.500 são religiosos, 9 mil, religiosas e mais de 2 mil, religiosos não ordenados.

A eles é preciso acrescentar 842 sacerdotes diocesanos, dos quais 355 trabalham na América Latina. Além disso, mais de 1.500 leigos espanhóis decidiram dedicar sua vida às missões em diversos lugares do mundo.

Atualmente, o país conta com 16.859 sacerdotes diocesanos e 7.990 sacerdotes religiosos. Há 1 sacerdote para cada 1.709 católicos.

Na Espanha, vivem 326 diáconos permanentes, 3.946 religiosos não sacerdotes e 50.653 religiosas professas.

Com relação às vocações ao sacerdócio, há 1.943 seminaristas maiores e 1.963 seminaristas menores, o que representa 4,27 seminaristas maiores para cada 100 mil habitantes.

Fonte: Zenit

quarta-feira, novembro 17, 2010

Bento XVI e a hipocrisia dos homossexuais

O Henrique faz uma alusão a uma coisa que tem sido observada com frequência: os esquerdistas são muito "corajosos" no que se toca a criticar Bento XVI mas são estranhamente controlados no que toca a criticar os muçulmanos.

Nenhum grupo ideológico mata mais homossexuais do que os muçulmanos. Porque é que só os cristãos - os católicos em particular - são alvo de "mega-beijos" na praça pública? Onde estão os grupos homossexuais que se beijam em frente a mesquitas como forma de protestar pela matança de homossexuais nos países islâmicos?

Em Barcelona, um grupo de gays-tão-gays fez uma triste figura junto do Papa. Além de ser uma mera provocação, aquele exibicionismo sexual revela intolerância (contra os católicos) e cobardia (ante os muçulmanos).

I. Em Barcelona, o Papa foi recebido por um grupo de gays-tão-gays: este esquadrão de valentões começou a dar beijinhos repenicados à frente do Papa-móbil. Como é óbvio, esta bravura soft porn era uma espécie de protesto grupal contra as posições da Igreja na questão do casamento entre pessoas do mesmo sexo. Aqueles gays-tão-gays estavam, no fundo, a dar pulinhos corporativos, como que a dizer "olhem para nós, camaradas, olhem para nós, vejam como nós somos tão livres e corajosos perante o tirano que veste de branco. Olhem, olhem".

II. Toda esta cena tem sérios problemas. Em primeiro lugar, é uma triste demonstração de exibicionismo sexual. Se eu demonstrar o meu "orgulho heterossexual", corro o risco de ser acusado de "machista" ou "marialva", mas se um gay demonstrar o seu "orgulho gay", ah, é logo considerado um bravo libertador, um pensador da liberdade. Beija o teu homem à frente do Papa e serás considerado um Kant em potência, eis um belo slogan para o "orgulho gay". Depois, vamos lá ver uma coisa: o que é isso de "orgulho gay"? Se o desejo homossexual é tão natural como o desejo heterossexual, porque razão aquelas pessoas têm orgulho numa coisa que é natural? Se o desejo é natural, então a parte do "orgulho" não faz sentido.

III. Em segundo lugar, estas atitudes revelam uma profunda intolerância. Aquelas pessoas querem o quê? Querem que o Papa diga que o casamento gay é a melhor coisa do mundo? Meus amigos, o Papa e os católicos têm o direito às suas opiniões. Os católicos têm o direito de dizer que o casamento gay não devia ser legal. As opiniões são livres. No fundo, aqueles gays não toleram a ideia de alguém a pensar de forma diferente da sua. É sempre assim: os auto-proclamados donos da tolerância têm uma estranha atracção pela intolerância.

IV. Em terceiro lugar, estas demonstrações contra a - suposta - homofobia do Papa revelam uma profunda hipocrisia. Se quisessem mesmo lutar contra a homofobia motivada por líderes religiosos, estes gays podiam ir dar beijinhos para as portas das mesquitas (estou certo de que existem mesquitas em Espanha). Na Europa, as tais "comunidades muçulmanas" são rainhas e senhoras da homofobia. Portanto, a pergunta tem uma lógica cristalina: por que razão estes gays valentões não vão dar beijinhos à frente das mesquitas? Ide, valentes. Ide dar beijinhos ao pé do senhor imã.

sexta-feira, novembro 05, 2010

Desproporcional presença dos "sem-religião" nas prisões paulistas

No mínimo interessante.

Os números não mentem:




CONCLUSÃO:

Isso revela maior propensão ao crime por parte dos sem religião, porquanto são mais super-representados entre os bandidos. Isso reforça a tese de que a ausência da verdadeira religião é um flagelo social a ser combatido, pois os sem religião são duas vezes mais tendentes a ser bandidos, enquanto cristãos católicos são duas vezes menos tendentes. Comparando-se católicos e sem religião, estes são quatro vezes mais tendentes a ser bandidos do que católicos. A ausência de religião é sim uma chaga social, e o indivíduo sem religião tende a praticar mais crimes que o religioso. A moral cristã mais uma vez triunfa sobre a moral laica através de conclusões estatísticas. Infelizmente, o mundo caminha em direção oposta.

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