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quinta-feira, setembro 06, 2012

É a bússola do salmão obra do acaso ou obra do Criador?

Como é que o salmão encontra o seu caminho desde o enorme oceano até ao mesmo local onde nasceu? Estudos demonstram que os peixes usam o seu apurado sentido de olfacto para navegar, e desde logo, células quimio-receptores nos seus narizes detectam químicos específicos. Outros estudos demonstraram que o salmão e outros animais de alguma forma usam uma bússola interna. Os pesquisadores finalmente descobriram-no.

A bússola do salmão foi difícil de encontrar porque a mesmo é bastante pequena. As células individuais contém conjuntos microscópicos de cristais de magnetite - o mesmo mineral usado nas bússolas feitas pelo homem. Os cientistas isolaram-nos do resto do tecido do nariz do salmão e observaram-nos através dum microscópio.

Rodando um enorme campo magnético em volta do tecido, causaram que apenas as células de magnetite rodassem em sintonia. Eles escreveram o seguinte, no Proceedings of the National Academy of Sciences:
Observou-se que as células rodavam com mesma frequência que a frequência condutora do campo magnético externo.1
Aparentemente, as células em redor das células que contém o magnetite detectam e transmitem os dados do ângulo de rotação para os nervos sensoriais que continuam até ao cérebro do peixe. O cérebro coordena a combinada informação química, magnética, e outra, permitindo ao peixe que navegue com sucesso.

Para além disso, apenas 1 em cada 10,000 células do tecido nasal do peixe continham magnetite e magneto-receptores. O autor-sénior do estudo, Michael Winklhofer (Universidade Ludwig-Maximilians em Munique), afirmou o seguinte à Live Science
Se elas se encontrassem mais perto umas das outras, como as células foto-receptoras na retina ou as células capilares no ouvido interior, então elas interfeririam fortemente umas com as outras uma vez que as agulhas do compasso interno produziriam um campo magnético local que seria sentido pelas células magnéticas circundantes. Tal proximidade deterioraria o sentido magnético.2
As engenhosas e microscópicas células da bússola nunca chegariam a funcionar se não estivessem ordenadas da forma que estão entre as células

Sai a ciência, entra a teoria da evolução.

Será que alguém alegaria que uma bússola totalmente funcional, possuindo já uma agulha rotativa, poderia alguma vez ser o efeito de forças não inteligentes? Aparentemente sim.

Um biólogo (e perito no comportamento magnético animal) da "University of North Carolina" afirmou à Live Science que, uma vez que outros animais parecem navegar com informação proveniente duma bússola interna, então também eles devem ter uma bússola semelhante ao do salmão. Dado isto, o biólogo sugeriu que outros tipos de magneto-receptores podem ter evoluído separadamente.

Reparem na lógica deste evolucionista: a única evidência que ele usa para a sua alegação de que "outros tipos de magneto-receptores podem ter evoluído separadamente" é o facto de existirem outros magneto-receptores. Só isso. Isto é o mesmo que alguém defender a evolução aleatória dos carros actuais usando como evidência a existência de vários tipos de carros.

Infelizmente para os crentes evolucionistas, não há a mínima evidência de que as bússolas biológicos evoluíram. Aliás, esta alegação - a de que as bússolas naturais são resultado dum mitológico processo evolutivo, e desde logo, construíram-se a elas mesmas, peça a peça, sem qualquer intervenção inteligente - ignora o facto do cerne irredutível da bússola não poder ser desprovido duma das partes sem que o todo deixe de operar.

Os cristais, a localização das células, os receptores entre as células, e o meio de comunicar os dados provenientes do magneto-receptor para o cérebro (para processamento) têm todos que existir ao mesmo tempo. E isso requer um designer - e não um designer qualquer mas Alguém com conhecimentos insondáveis de bioquímica, magnetismo, física, anatomia e hidrodinâmica.

De acordo com os dados disponibilizados pela ciência, ninguém melhor que o Deus da Bíblia está qualificado para ser o Criador do salmão e da bússola que ele carrega consigo.

Mas a melhor bússola que Deus criou não é aquela que se encontra nos animais, mas sim aquele que se encontra dentro do ser humano. Essa bússola , que invariavelmente aponta para o Senhor Jesus, indica-nos o caminho para a vida eterna mediante fé no Criador feito Homem.
Mas temos confiança, e desejamos, antes, deixar este corpo, para habitar com o Senhor.- 2 Coríntios 5:8
Para além da bússola interno que Deus criou dentro de todos os seres humanos, temos ainda a Bússola Escrita, a Bíblia, "à qual bem fazeis em estar atentos, como a uma luz que alumia em lugar escuro, até que o dia esclareça, e a estrela da alva apareça nos vossos corações" (2 Pedro 1:19).


Referencias
1. Eder, S. et al. Magnetic characterization of isolated candidate vertebrate magnetoreceptor cells. Proceedings of the National Academy of Sciences.
Published online before print on pnas.org July 9, 2012.

2.Wolchover, N. Likely Source of Animals' Magnetic Sense Identified. Live Science. Posted on livescience.com July 9, 2012, accessed 2. July 17, 2012.



terça-feira, julho 17, 2012

Previsão científica feita em 1984 confirma Génesis e criação recente

Porque em seis dias fez o Senhor os céus e a terra, o mar e tudo o que neles há, e ao sétimo dia descansou
Êxodo 20:11

O planeta Mercúrio fornece muitas pistas em favor da sua singular e recente criação. Por exemplo, a sua densidade e composição não estão de acordo com os modelos evolutivos planetários, e a geologia da sua superfície, bem como o seu campo magnéticos, estão demasiado activos para terem milhares de milhões de anos.1, 2, 3

Novos dados provenientes veículo espacial com o nome de MESSENGER — que tem estado a investigar a densa superfície de Mercúrio desde 2004 — confirmou outra previsão científica - feita há 28 anos atrás (1984) - baseada no modelo Bíblico.

O cientista criacionista D. Russell Humphreys descreveu o seu modelo e as suas previsões no Creation Research Society Quarterly (CRSQ), escrevendo que um dia mais tarde, os cientistas encontrariam magnetização remanescente nas rochas da crosta mercuriana. Na altura, o Dr Humphreys escreveu:

As rochas ígneas mais antigas de Mercúrio ou Marte têm que possuir uma magnetização natural remanescente, tal como as rochas lunares possuem.4
"Remanescente" refere-se ao magnetismo prolongado ou duradouro (inglês: "lingering"). As rochas da crosta mercuriana capturaram algum do magnetismo planetário quando arrefeceram e solidificaram para aquilo que é hoje uma planície vulcânica no norte.

Segundo o modelo criacionista do Dr. Humphreys, os campos magnéticos planetários eram mais fortes imediatamente após terem sido criados a partir da água - há cerca de 6,000 anos atrás - e a sua força têm vindo a diminuir desde então.

Analisando as novas observações, 28 anos depois, quão acertadas foram as previsões do físico criacionista?

O magnetómetro da sonda espacial analisou o magnetismo das rochas vulcânicas da crosta mercuriana das regiões nortenhas do planeta, e os resultados, que foram apresentados na 43ª "Lunar and Planetary Science Conference" em Março de 2012, revelaram que Mercúrio tinha "um campo magnético residual" que provavelmente era "uma magnetização remanescente adquirida durante o período em que o campo magnético de Mercúrio se encontrava no lado oposto da polaridade, e provavelmente mais forte, que o campo magnético actual." 5

Num fórum online criado para os cientistas criacionistas, (CRSnet), Humphreys escreveu:

Fico feliz pelo facto da magnetização da crosta de Mercúrio uma vez que está de acordo com mais uma das minhas previsões detalhadas no meu artigo de 1984 presente no artigo do CRSQ em torno dos campos magnéticos dos planetas. A parte que se referia a Marte foi cumprida há uma década atrás, e agora foi a vez da parte que se refere a Mercúrio.6
O modelo criacionista de Humphreys - o modelo que apresentou as mais-tarde-cumpridas previsões em torno da magnetização de Mercúrio - assumiu a idade do universo inferida pela Bíblia, bem como assumiu as origens aquáticas do universo. 7, 8

Tal como as outras previsões que mais tarde se confirmaram, a crosta magnética de Mercúrio está de acordo com a Criação tal como Génesis a revela.

Fonte

* * * * * * *

Durante estes 28 anos muitos cépticos criticaram as suas previsões e gesticularam os seus dedos acusadores contra o Dr. Russ Humphreys. O tempo, esse eterno revelador, veio dar razão ao cientista ao mesmo tempo que refutou os crentes nos milhões de anos.

A questão agora é: uma vez que a ciência parece estar de acordo com a Terra Jovem, com que cara ficam todos os "Cristãos" que defendem que o universo tem "milhões e milhões de anos"?

Se a sua escolha pelo modelo naturalista em torno da idade do universo era consequência da sua aderência ao que eles pensavam serem "factos científicos", será que eles irão, agora, mudar a sua opinião, confessar o seu pecado por terem duvidado de Deus, e proclamarem a Verdade da criação, tal como claramente revelada em Génesis e Êxodo 20:11?

Ou será que continuarão a acreditar nos mitológicos "milhões de anos", apesar da ciência e da Bíblia mostrarem que a Terra é muito mais recente do que o tempo necessário para o processo evolutivo?

A minha crença pessoal é a de que eles - os "Cristãos " que duvidam do que Deus disse em Génesis 1 e Êxodo 20:11 - continuarão a acreditar que o universo tem milhões de anos, independentemente das evidências, demonstrando assim que não era a ciência que os levava a escolher os milhões de anos e a rejeitar a Bíblia.

Em relação aos ateus evolucionistas, estes dados científicos não se ajustam à sua visão naturalista do mundo, e como tal os mesmos vão ser rejeitados como "conspirações criacionistas" ou "más interpretações". É muito fácil ser-se evolucionista quando se rejeitam os dados da ciência.

Referencias

  1. Thomas, B. Messenger Spacecraft Confirms: Mercury Is Unique. ICR News. Posted on icr.org July 28, 2011, accessed June 14, 2012.
  2. Thomas, B. Mercury's Fading Magnetic Field Fits Creation Model. ICR News. Posted on icr.org October 26, 2011, accessed June 14, 2012.
  3. Thomas, B. Mercury's Surface Looks Young. ICR News. Posted on icr.org October 24, 2011, accessed June 14, 2012.
  4. Humphrey's, D. R. The Creation of Planetary Magnetic Fields. Creation Research Society Quarterly. 21 (3).
  5. Purucker, M.E. et al. 2012. Evidence for a Crustal Magnetic Signature on Mercury from MESSENGER Magnetometer Observations. 43rd Lunar and Planetary Science Conference, Woodlands, TX: Lunar and Planetary Institute, 1297.
  6. Comment posted June 11, 2102 by D. Russell Humphreys on CRSnet, an online creation science forum hosted by the Creation Research Society.
  7. See: Johnson, J.J.S. 2008. How Young Is the Earth? Applying Simple Math to Data Provided in Genesis. Acts & Facts. 37 (10): 4.
  8. For example, 2 Peter 3:5 describes earth as having been formed "standing out of the water."

terça-feira, julho 19, 2011

Evidências para uma Terra Jovem

"Porque, se vós crêsseis em Moisés, creríeis em Mim; porque de Mim escreveu ele."
João 5:46

A crença nos milhões de anos não provém dos dados da ciência mas sim de crenças construídas com o expresso propósito de destruir a Autoridade da Bíblia.

Como dizia um dos mentores da mitologia nos milhões de anos, o objectivo era "libertar a ciência [da influência] de Moisés". E porquê remover a influência de Moisés da ciência? Porque se nós acreditarmos no que o Profeta de Deus escreveu sobre a Criação e o Dilúvio nunca seremos levados a acreditar que a Terra tem "milhões de anos".

Se já é suficientemente problemático um ser humano assumir saber mais do que o Criador no que toca à idade da Terra, mais problemático é se esse ser humano se qualifica como "cristão" mas ao mesmo tempo rejeita o que a Bíblia claramente diz sobre o tempo que Deus levou para trazer o universo a existência.

Em baixo ficam algumas evidências listadas pelo Dr Jonathan Safarti em torno da idade da Terra. Este tipo de dados científicos são úteis em conversas com não-Cristãos. Para os Cristãos, a Palavra de Deus é Suficiente. (Para os laodiceanos, a Palavra de Deus aparentemente não é suficiente.)

Evidências para uma Terra Jovem.

Actualmente, 90% dos métodos de datação usados para estimar a idade da Terra apontam para uma idade muito inferior aos milhares de milhões de anos defendidos pelos evolucionistas (e seus aliados laodiceanos). Eis aqui algumas:

  • Glóbulos vermelhos e hemoglobina foram encontrados (não-fossilizados!) dentro de ossos de dinossauro. Estes nunca poderiam durar mais do que alguns milhares de anos - certamente nunca os 65 milhões de anos defendidos pelos evolucionistas como a data em que o último dinossauro desapareceu da Terra.

  • O campo magnético da Terra tem vindo a decair tão depressa que nunca poderia ter mais do que 10,000 anos. Reversões aceleradas durante o Dilúvio de Noé - e flutuações ocorridas pouco depois - causaram a que o campo magnético decaísse ainda mais depressa.

  • O hélio está a entrar na atmosfera devido ao decaimento radioactivo, mas muito dele não escapa. No entanto, a quantidade total de hélio na atmosfera é de cerca de 1/2000 da quantidade que se esperaria se a Terra tivesse os mitológicos "milhões de anos". Isto ocorre de forma razoavelmente rápida, mas ainda há tanto hélio em algumas rochas que ele não teve tempo para escapar - certamente não os "milhões de anos".

  • Uma supernova é a explosão duma estrela gigante. A explosão é tão brilhante que, por alguns instantes, ela obscura o resto da galáxia. De acordo com as equações físicas, os remanescentes de supernova (RSNs) deveriam continuar a expandir durante centenas de milhares de anos. No entanto, não há RSNs muito antigas e expandidas (Fase 3), nem algumas moderadamente antigas (Fase 2) na nossa galáxia (Via Láctea) ou nas galáxias satélite, as Nuvens de Magalhães.

    Isto é precisamente o que seria de esperar se estas galáxias não existissem a tempo suficiente para uma ampla expansão.

  • A lua está a afastar-se lentamente da Terra a uma velocidade de 4 cm por ano (e esta taxa era maior no passado). Mesmo que a lua tivesse iniciado a sua recessão practicamente encostada à Terra, ela atingiria a posição actual em cerca de 1,37 mil milhões de anos. Isto da uma idade máxima possível para a lua - e não a idade actual. Isto são idades demasiado recentes para a evolução e os mitológicos "milhões de anos" (e idades demasiados novas em si, se levarmos em conta o que a datação radiométrica "atribui" às rochas lunares).

  • O sal está a ser despejado nos mares mais rapidamente do que a quantidade de sal que escapa de lá. Se o sal está a ser depositado nos mares há "milhões de anos", nem de perto nem de longe os mares têm a salinidade prevista. Mesmo concedendo assumpções generosas para os crentes nos mitológicos "milhões de anos", os mares nunca poderiam ter mais do que 62 milhões de anos - muito menos do que os milhares de milhões defendidos pelos evolucionistas e os seus aliados laodecianos.

    Mais uma vez, isto indica uma idade máxima e não a idade actual.

Os defensores da Historicidade de Génesis sabem que é virtualmente impossível provar a idade da Terra usando um método de datação específico. Nós sabemos que a ciência é tentativa uma vez que nós (ao contrário de Deus) não estamos na posse de todos os dados - especialmente quando se fala do passado não observável.

Mas isto tanto é verdade para os criacionistas como o é para os crentes nos "milhões de anos" e os seus "argumentos" em favor das suas posições anti-Bíblicas. A história do evolucionismo está repleta de incidentes onde os seus defensores foram forçados a abandonar muitas das suas "evidências".

O ateu e crente nos milhões de anos Will Provine diz:

A maior parte do que aprendi da área na escola de graduação (1964–68) ou está errado ou foi alterado de modo significativo.
(Teaching about Evolution and the Nature of Science, A Review by Dr Will B. Provine; available online from (cited 18 February 1999))
Os criacionistas sabem das limitações destes métodos de datação melhor do que os evolucionistas que usam processos actuais para "provar" que a Terra tem milhares de milhões de anos. Na realidade, todos os métodos de datação - mesmo aqueles que apontam para uma Terra jovem - baseiam-se em crenças não sujeitas a teste empírico ou pressuposições não-provadas.

Há anos atrás ouvi um Cristão dizer que "a única forma segura de se saber a idade de algo, é saber quem a construiu e, assumindo que é uma pessoa séria, perguntar-lhe". Eu acrescento: ou isso, ou estar presente na altura em que tal é feito.

No que toca à idade da Terra, o Cristão não tem necessidade de ficar sujeito a qualquer "vento de doutrina" (Efésios 4:14) ou acreditar em "fábulas artificialmente compostas" (2 Pedro 1:16) uma vez nós temos o Testemunho Escrito Daquele que estava Presente quando a Terra surgiu. Aliás, não só Ele estava Presente, como Ele é o Autor.

Eu fiz a terra, o homem e os animais que estão sobre a face da terra, pelo Meu Grande Poder e com o Meu Braço estendido, e a dou àquele que Me agrada em Meus Olhos.
Jeremias 27:5

Porque em seis dias fez o Senhor os céus e a terra, o mar e tudo o que neles há, e ao sétimo dia descansou: portanto, abençoou o Senhor o dia do sábado, e o santificou.

Êxodo 20:11
PS: Ainda estou à espera que algum laodiceano me dê uma interpretação de Êxodo 20:11 que não seja em favor duma Terra Jovem.

Vêr também:

1. Sete motivos para o Cristão rejeitar os mitológicos “milhões de anos”

2. Os dias de Génesis

3. Teoria da falha contradiz a Bíblia

4. Galáxias inesperadas contradizem o Big Bang

5. Hititas: Bíblia refuta críticos (outra vez)

6. Será a Palavra do Criador Suficiente?

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