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sábado, julho 07, 2012

Fotossíntese usa física quântica


A vida animal e a vida humana dependem directamente ou indirectamente das plantas. Estas, por sua vez, dependem de máquinas biológicas precisas que capturam e convertem a luz em energia que as células possam usar.

Pesquisadores da "Argonne National Laboratory" (Illinois) têm vindo a usar espectroscopia ultra-rápida para descobrir a forma como estes sistemas operam. A sua última observação em torno da recentemente descoberta complexidade da fotossíntese deixou-os perplexos. Aparentemente a maquinaria biológica em volta da fotossíntese é tecnologicamente tão sofisticada que ela tira vantagem da natureza quântica da luz.

Inicialmente os pesquisadores arrefeceram a bactéria fotossintética de modo a que a interacção entre o fotão e o electrão - na proteína que recolhe a luz - ocorresse mais devagar de modo a ser investigada mais detalhadamente.

Eles incidiram um comprimento de luz sobre moléculas de pigmentos específicas dentro do complexo bioquímico das proteínas que capturam a luz. Cada complexo contém múltiplos pigmentos ordenados de forma precisa. Segundo reportado pela "Argonne Labs",

Os cientistas de Argonne viram algo que ninguém havia alguma vez observado: um único fotão parecia agitar cromóforos [pigmentos] distintos simultaneamente.

(Sagoff, J. Scientists uncover a photosynthetic puzzle. Argonne National Laboratory)

Isto está de acordo com observações peculiares da "coerência quântica" da luz onde uma única partícula super-rápida aparece em dois lugares distintos ao mesmo tempo (DeYoung, D. 1998. Creation and Quantum Mechanics. Acts & Facts. 27 (11)). A bioquímica bacteriana explora esta propriedade da luz quando a captura. Mas como?

Os pesquisadores escreveram no "Proceedings of the National Academy of Sciences" que capturar a luz na sua coerência quântica era "provavelmente devido ao acoplamento electrónico entre o cofactor [pigmento]," e as proteínas precisamente posicionadas especificam o acoplamento (Huang, L. et al. 2012. Cofactor-specific photochemical function resolved by ultrafast spectroscopy in photosynthetic reaction center crystals. Proceedings of the National Academy of Sciences).

Tal como aquelas algas que vivem em zonas com pouca luminosidade (Thomas, B. Algae Molecule Masters Quantum Mechanics), os complexos que capturam a luz estão organizados de forma a explorar a propriedade quântica da luz de modo a maximizar a transferência de energia através de grandes distâncias. Isto aumenta de modo significativo a sua eficiência na captura da luz (Lee, H., Y-C Cheng, and G. Fleming. Coherence Dynamics in Photosynthesis: Protein Protection of Excitonic Coherence. Science. 316 (5830): 1462-1465 e Strumpfer, J. et al. 2012. How Quantum Coherence Assists Photosynthetic Light-Harvesting. Journal of Physical Chemistry Letters. 3 (4): 536-542.).

Ou seja, a bactéria encontra-se equipada com maquinaria que só poderia ter sido construída por Alguém - ou por outra maquinaria que, por sua vez, só poderia ter sido feita por Alguém - que possuía um conhecimento aprofundado da natureza quântica da luz (As àves usam também a mecânica quântica para navegar. Ver: Sherwin, F. Bird Brains and Quantum Mechanics).

Isto surpreendeu o co-autor Gary Wiederrecht que perguntou:

Como é que Mãe Natureza criou este solução elegante?

(Sagoff, J. Scientists uncover a photosynthetic puzzle. Argonne National Laboratory.)

Claro que "ela" não criou nada uma vez que se assim tivesse acontecido, ele nunca pensaria nesta pergunta.

Semelhantemente, o bioquímico de Argonne e autor sénior David Tiede disse:

Isto leva-nos a ponderar se elas estão ali por acidente, ou se nos estão a dizer algo subtil e único sobre estes materiais.

(Sagoff, J. Scientists uncover a photosynthetic puzzle. Argonne National Laboratory)

A "mãe natureza" e a sua mão mágica de acidentes aleatórios nunca poderiam ter gerado esta tecnologia avançada uma vez que ela não só está muito para além da tecnologia humana actual, como se encontra para além da compreensão humana actual em torno da operacionalidade da coerência quântica. Se seres inteligentes não conseguem nem imaginar como é que estas máquinas funcionam - muito menos construir uma igual - é ridículo dizer que as forças não-inteligentes da natureza tenham essa capacidade.

Se a maquinaria fotossintética das bactérias descarta a "mãe natureza" como agente criador, então a sua origem só pode ser explicada da mesma forma que outras maquinarias o são: como efeito de inteligência. Neste caso, como estamos a falar da natureza biológicaem si, então Quem fez a natureza existe para além do mundo natural.

Fonte

* * * * * * *

Através deste tipo de evidências científicas podemos ver a natureza religiosa da teoria da evolução. Os evolucionistas, note-se, são as pessoas que investem largas somas de dinheiro para - parafraseando Carl Sagan - procurar "sinais de inteligência" pelo universo afora ao mesmo tempo que rejeitam de todo o complexo e surpreendente equipamento informático que se encontra dentro deles - e dentro das bactérias.

Por isso é que nós, Cristãos, temos que tomar ciência duma coisa muito importante: sempre que falamos com um ateu evolucionista, estamos a falar com um devoto religioso fundamentalista que rejeita as evidências como forma de manter o seu sistema de crenças intacto. Não é que ele seja menos inteligente que os Cristãos; não é. O que se passa é que ele propositadamente se recusa a usar a sua inteligência devido as ramificações anti-ateístas dos dados da ciência.

É em relação a estas pessoas que o Espírito Santo diz em 2 Pedro 3:5:

Eles voluntariamente ignoram isto.
Não é que os mecanismos da ciência os force a chegar a essa conclusão; é a sua filosofia de vida que os força a fechar o seu entendimento de modo a que não vejam a verdade estampada bem à sua frente. Eles são aqueles que "dizendo-se sábios, tornaram-se loucos" (Romanos 1:22).


domingo, agosto 21, 2011

Sem evolução durante "550 milhões" de anos

De vez em quando acontece nós lermos "notícias evolutivas", e imaginar o que seria se os redactores removessem os óculos naturalistas. Neste artigo nós ficamos a saber que foram "descobertos três mil microrganismos semelhantes aos de há 550 milhões de anos".

Exactamente. Durante os supostos 500 milhões de anos, dinossauros vieram e foram, mamíferos surgiram sabe-se lá donde, baleias apareceram de animais terrestres, mas... o microrganismo conseguiu ficar essencialmente na mesma durante.... 500 milhões de anos.

Cientistas mexicanos descobriram no deserto de Cuatro Ciénegas, no Norte do México, perto de três mil microrganismos com características muito semelhantes aos de há 550 milhões de anos, que podem desempenhar um papel-chave no estudo da evolução.
Mais uma descoberta que provavelmente vai "iluminar certos aspectos da teoria da evolução".


O artigo não diz como é que a descoberta de seres vivos totalmente funcionais vai servir de evidência para a teoria que afirma que as formas de vida tem uma origem não-inteligente. Mas isso já seria pedir demais aos evolucionistas.
Esta espécie de "parque jurássico" das bactérias encontra-se num habitat de quase 400 poças de água, no qual foi mantido um sistema alimentar parecido ao que existiu há milhões de anos.
Daí se infere que, como o habitat era essencialmente o mesmo (segundo os evolucionistas), elas não tiveram necessidade de evoluir. No entanto, no caso da girafa e de outros animais que vivem lado a lado a ela, embora fizessem parte do mesmo ecossistema, ela (a girafa) sentiu pressão evolutiva suficiente para evoluir pescoços mais longos (com todas as mudanças daí inerentes).

Portanto, a teoria da evolução tem o mesmo peso científico que a frase "se não chover, então vai fazer Sol".

O que vemos são bactérias plenamente vivas e adaptadas [observação], que têm origem nas que há milhões de anos existiram ali, mas não sabemos se são muito ou pouco iguais [interpretação/especulação].
Metade desta frase é científica e depende das observações. A outra metade é interpretação baseada em pressuposições não confirmadas. Esta é uma das formas que os evolucionistas usam para manter a ilusão de rigor científico em torno da sua religião.

É importante saber o que foi observado e demonstrado, e separar o mesmo daquilo que é uma interpretação baseada no naturalismo.

Através do seu estudo podemos entender como foi a origem da vida e a diversidade biológica da Terra.

Não se entende como é que o estudo de formas de vida que, segundo os evolucionistas, estão essencialmente na mesma há mais de 500 milhões de anos pode-nos ajudar a entender "como foi a origem da vida".

Reparem como a discussão sobre a origem da vida flui naturalmente quando se fala em evolução. O artigo não tem a menor dificuldade em juntar a teoria da evolução com o estudo da origem da vida porque as duas estão umbilicalmente ligadas. Normalmente os evolucionistas costumam ser cuidadosos em distinguir uma da outra (devido ao manifesto fracasso das versões naturalistas sobre a origem da vida), mas, obviamente, essa separação é só para o público


A ciência só tem a ganhar com este tipo de descobertas, mas contrariamente ao que os nossos amigos evolucionistas possam afirmar, este tipo de observações não servem de evidências para os mitos de Darwin.

Se já é difícil de acreditar que a vida teve uma origem não-inteligente, mais ridículo é aceitar que microrganismos que normalmente possuem um tempo de vida mais curto tenham ficado essencialmente na mesma durante mais de 500 milhões de anos. Não se esqueçam que enquanto estes microorganismos se "esqueciam de evoluir", todo o resto da biodiversidade "emergiu".

Ridículo.

Salmo 92:6 - O homem brutal nada sabe, e o louco não entende isto.

Vêr também:

1. Teorias evolutivas sobre a origem da vida anulam-se mutuamente

quarta-feira, março 24, 2010

Nylon, Bactérias e Mitologia Evolutiva

As bactérias com capacidade de digerir o nylon foram descobertas nos anos 70. O nylon é uma substância feita pelo homem durante o século XX. Uma vez que as bactérias nunca tinham sido expostas ao nylon, será que a sua nova capacidade não demonstra de forma conclusiva um progresso evolutivo?

Infelizmente para os ateus, não.

A evolução (por vezes erradamente conhecida por "macroevolução") é tipicamente descrita como um processo natural que gera novas estruturas biológicas a partir de matéria menos ordenada. Deste modo, reza o mito, e assumindo não só os mitológicos "milhões de anos", mas também a selecção dos mais aptos duma população e as mutações aleatórias, criaturas "simples" como a bactéria terão sido transformadas em organismos complexos como as aves.

Este processo implica uma "história" do nosso passado biológico que não só contradiz as observações científicas, mas também contradiz a criação de formas de vida (completamente funcionais) como descrito pelO Criador no Livro de Génesis (ver 1:11-27).

Por outro lado, a adaptação (ou a erradamente chamada de "microevolução") descreve a capacidade dos organismos de sofrerem mudanças através das gerações como forma de retirar o melhor do meio ambiente ou sobreviver melhor no mesmo. Contrariamente ao que alguns ateus evolucionistas imaginam, essas mudanças que se verificam nas formas de vida não são sem limites. Por mais que se faça reprodução selectiva com cavalos de corrida (como forma de produzir cavalos cada vez mais rápidos) existe uma barreira para além da qual os cavalos já não são biologicamente e fisiologicamente capazes de correr. Há um limite para as variações.

Todas as modificações que são observáveis gravitam sempre em torno de características base do dito organismo. Os cientistas criacionistas aceitam que as criaturas receberam de Deus a capacidade de se adaptar a diversos ecossistemas, mas as adaptações tem limites naturais, ou constrangimentos biológicos.

As adaptações em resposta ao meio ambiente são observáveis mas a evolução nunca foi observada.

Quando a Fé Evolucionista Distorce os Factos.

Muitos proponentes da teoria da evolução afirmam que as bactérias comedoras de nylon demonstram fortemente o tipo de evolução que pode gerar novas estruturas celulares e novos organismos1. No entanto, e como diz o Livro Santo em Provérbios 18:17, "O que primeiro começa o seu pleito, justo parece; mas vem o seu companheiro e o examina."

Examinar apenas a característica visível e aparente pode ser enganador. Pesquisas recentes nos genes por trás desta característica indicam que nenhuma evolução ocorreu2. De facto, os genes da bactéria em questão mostram que houve uma degradação por via da mutação.

Ciência Analisa; Evolução Esfuma-se.

O gene que possibilita às bactérias a absorção do nylon está num pequeno "loop" de ADN modificável.3 Antes da sua mutação, este gene codificava para uma proteína chamada de EII, que possui a habilidade especial de quebrar proteínas pequenas e circularizadas. Apesar de ser sintético, o nylon é em muitos aspectos como uma proteína uma vez que o seu inventor (Wallace Carothers) modelou a fibra original baseando-se na química proteica conhecida.

Depois da mutação, a nova proteína EII foi capaz de interagir tanto com o nylon circular como o nylon recto/direito. Isto é um exemplo claro de uma perda de especificação que confere uma vantagem ao organismo. Uma analogia semelhante é a seguinte: imaginem que o interior de um cadeado está feito para um tipo de chaves específico. Por motivos não relevantes agora, o interior desse mesmo cadeado foi danificado de modo que mais chaves agora conseguem abri-lo. Agora, mais chaves podem interagir com esse cadeado de forma funcional, mas isso não é o resultado de "mais informação" ou de mais especificidade das chaves, mas sim da perda de especificidade do cadeado.

Conclusão:

A degeneração de um gene, mesmo que ofereça benefícios a bactéria, não explica a origem do mesmo gene. Não se esqueçam que o livro de Darwin chama-se "A Origem das Espécies" e não "A Modificação das Espécies". Explicar como 2 gatos brancos dão à luz gatos pretos, branco e cinzentos não nos diz como é que os mesmos gatos se originaram. É importante nós cristãos mantermos o foco na "origem" e não na "variação" visto que os ateus evolucionistas tem o hábito de oferecer exemplos de "variação" como evidência para a origem.

Nós não podemos construir um novo cadeado danificando um cadeado já existente. As bactérias que digerem nylon são um exemplo de variação e não de evolução.

Este dado científico mostra também o Quão Benevolente o Criador é uma vez que Ele permitiu que as bactérias beneficiem com a degradação, e permitiu que os homens possam ter benefícios com as bactérias que reciclam lixo sintético de volta ao ecossistema.



Referências:
1. Thwaites, W.M. 1985. New Proteins Without God’s Help. Creation/Evolution. 5 (2): 1-3.
2. Anderson, K.L, and G. Purdom. 2008. A Creationist Perspective of Beneficial Mutations in Bacteria. Proceedings of the Sixth International Conference on Creationism. Pittsburgh PA: Creation Science Fellowship and Dallas, TX: Institute for Creation Research, 73-86.
3. Yasuhira, K. et al, 2007. 6-Aminohexanoate Oligomer Hydrolases from the Alkalophilic Bacteria Agromyes sp. Strain KY5R and Kocuria sp. Strain KY2. Applied and Environmental Microbiology. 73 (21): 7099-7102.

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