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segunda-feira, setembro 10, 2012

Cientistas australianos apresentam olho biónico que pode ajudar cegos

Uma equipa de cientistas australianos implantou o primeiro protótipo de olho biónico numa mulher, e explicaram que o feito poderá devolver a visão a muitos cegos, noticiou hoje a revista Ciência Hoje.

A cirurgia, que permitiu reformular o olho da paciente electromecanicamente, é considerada pelos cientistas como o maior marco desde o desenvolvimento do Braille.

De acordo com os cientistas australianos, citados pela revista, o aparelho está desenhado para pacientes que sofrem uma perda de visão degenerativa e hereditária, causada por uma condição genética conhecida como rinite pigmentosa.

O olho biónico, que é implantado parcialmente no globo ocular, dispõe de uma pequena câmara, colocada sobre uma lente, que captura imagens e envia-as para um processador que pode guardar-se num bolso.

O dispositivo transmite um sinal dentro da retina para estimular os neurónios vivos, o que permite enviar imagens ao cérebro.

Um mês depois de implantado e tendo a paciente recuperado já da cirurgia, a equipa ligou o dispositivo no laboratório, provocando de imediato uma reacção visual na mulher.

Referindo ter tido "uma experiência incrível", a paciente afirmou ter visto um pequeno flash, reacção que nunca conseguiu obter através de outros estímulos.

O olho biónico foi desenvolvido por uma empresa apoiada pelo Estado australiano, tendo sido formalmente apresentado pelo Governo daquele país.

Este "pode ser um dos avanços científicos mais importantes da nossa geração", afirmou o primeiro-ministro australiano, Kevin Rudd, numa apresentação formal do projeto.

"O projeto do olho biónico permitirá à Austrália manter-se na vanguarda desta linha de investigação e comercialização, devolvendo a visão a milhares de pessoas em todo o mundo", acrescentou.

A empresa espera agora conseguir desenvolver implantes mais completos, já que este protótipo não permite a recuperação de uma visão perfeita, esclareceu a equipa.


VÍDEO


* * * * * * *

Se a cópia é o efeito de design inteligente, porque é que os militantes evolucionistas realmente esperam ser levados a sério quando afirmam que o original - muito mais complexo que a cópia - é o resultado de forças não inteligentes?

sábado, julho 14, 2012

Será que os Aborígenes viram dinossauros?

"E de noite saí pela porta do vale, para a banda da fonte do dragão, e para a porta do monturo, e contemplei os muros de Jerusalém"
Neemias 2:13

A selva do Congo está a tornar-se cada vez mais conhecida como o refúgio duma criatura com o nome de Mokele-Mbembe.1 Os locais estão bem familiarizados com esta criatura, que eles, a partir de reconstruções de fósseis, rapidamente identificam como sendo um dinossauro. No entanto, poucos se apercebem que descrições semelhantes ocorrem em outras partes do mundo,

Os Aborígenes australianos possuem histórias em torno de encontros com monstros enormes e aterradores cuja aparência varia entre dinossauros até cangurus gigantes - que se acredita ter-se extinguido há muito tempo.

O Povo Aborígene.

O termo "Aborígene" aplica-se de modo lato às pessoas que viviam na Austrália na época em que os Europeus deram início à sua colonização - há mais ou menos 200 anos atrás. Existiam centenas de tribos distintas dispersas pelo continente, variando no seu dialecto e nos seus costumes.2

Os monstros Dreamtime.

Os mitos e as lendas dos Aborígenes, incluindo a sua descrição da criação do mundo - conhecidas como "Dreamtime" - falam de monstros e criaturas alguns dos quais mitológicos. Outras criaturas, no entanto. podem ser referências a criaturas genuínas que os Aborígenes insistem ter existido em "carne e osso." Algumas dessas criaturas são remanescentes de animais considerados "pré-históricos", que supostamente se extinguiram dezenas de milhares - ou mesmo milhões - de anos atrás.

Os Aborígenes não mantiveram registos escritos uma vez que as suas tradições e conhecimentos foram transmitidos oralmente de geração em geração. 3 Tais tradições orais geralmente duram algumas poucas centenas de anos até serem distorcidas de modo irreconhecível. 4 Isto sugere que alguns destes animais podem ter vivido na Austrália há 200 ou 300 anos atrás, ou até mais recentemente.

Esta conclusão pode surpreender algumas pessoas mas ela provavelmente explica o porquê de existirem encontros documentados com esses monstros depois da chegada dos europeus.

Por exemplo, em Julho de 1845 o Geelong Advertiser, de Victoria - Austrália - reportou a descoberta dum osso fossilizado que forma parte do joelho dum animal gigantesco. O jornal alegou que o osso foi mostrado a um Aborígene, considerado por eles como alguém bastante inteligente, e ele imediatamente identificou o osso como pertencendo ao ‘bunyip’. Mais tarde uma ilustração litográfica da criatura foi feita.

Em 1900, pelo 150º aniversário da publicação o artista gráfico Kevin McNulty desenhou a imagem mostrada logo a seguir tendo como base o texto original da reportagem jornalística.

Quando o osso foi mostrado a outros Aborígenes que "não tiveram oportunidade de comunicar entre si", eles instantaneamente reconheceram o osso e a imagem como pertencendo ao ‘bunyip,’ palavra comum entre as línguas aborígenes para descrever um mostro assustador.

Para além disso, eles forneceram relatos detalhados e consistentes do local onde algumas pessoas haviam sido mortas por esses animais. Foi dito que a criatura era anfíbia, depositava ovos e que, tendo como base a descrição, parecia combinar "as características duma áve e as de um jacaré" - isto é, um réptil bípede. (Note-se que os crocodilos e os jacarés são encontrados no Austrália excepto no norte. Geelong é no sul.)

Um dos Aborígenes, com o nome de Mumbowran, mostrou "várias feridas profundas no seu peito causadas pelas garras do animal."5

A descrição e o esboço ajustam-se a alguns dinossauros bípedes.

Um largo número de histórias em torno de criaturas com a aparência de dinossauro foram recolhidas por Rex Gilriy, um evolucionista. 6 Uma vez que devemos sempre ter cuidado para não dependermos demasiado duma fonte sem antes termos algum tipo de confirmação independente, um largo número das historias que ele descreve foram omitidas. No entanto, Burrunjor e Kulta, cujas descrições aparecem mais embaixo, aparecem também no livro do zoólogo Karl Shuker.7

Burrunjor.

Estendendo-se desde "Northern Territory’s Arnhem Land" a Este através do Golfo da Carpentaria até ao distrito de Queensland Cape York, há a história do ‘Burrunjor.’ A descrição é remanescente dum Allosaurus, uma versão menor do sobejamente conhecido Tyrannosaurus. Em 1950, pecuaristas da fronteira entre o "Northern Territory" e Queensland alegaram estar a perder estoque para um animal estranho que deixava corpos mutilados e meio-comidos durante o seu rasto destrutivo.

Em 1961 um batedor Aborígene alegou também ter visto um réptil bípede - 7 a 8 metros de altura - movimentando-se entre os arbustos perto de Lagoon Creek na "Gulf Coast".

Algumas partes da vastidão do Norte da Austrália continuam inexploradas, e largas áreas estão vedadas ao acesso público. Pode ser que algumas criaturas ainda desconhecidas possam ser encontradas por lá. Isto é um cenário possível, se levarmos em conta que, há alguns anos atrás, a árvore Wollemi Pine foi encontrada no parque nacional em New South Wales. Os cientistas afirmaram que "isto é o mesmo que encontrar um pequeno dinossauro."

A árvore era conhecida apenas pelos fósseis da "idade dos dinossauros", mas fósseis da mesma árvore não eram encontrados em mais nenhuma das camadas intermédias. Ao contrário dos animais, as árvores não podme fugir e esconder, no entanto esta árvore só recentemente foi descoberta pelo homem. 8

Kulta.

Algumas partes da Austrália possuem tradições de répteis enormes o que pode indicar que eles eram saurópodes com pescoços longos - grupo de dinossauro que inclui Diplodocus e Apatosaurus. As tribos centro-australianas, por exemplo, descrevem "Kulta" como sendo uma serpente gigante que vivia nos pântanos - que outrora cobriam a região - e que se alimentava de plantas. Segundo foi reportado, ele [Kulta] possuía uma cabeça pequena na extremidade do seu longo e estreito pescoço, um corpo maciço suportado por 4 pernas enormes, e uma longa e pontiaguda cauda.

Infelizmente, reportam os Aborígenes, "a terra eventualmente secou, as florestas transformaram-se em desertos, os pântanos esvaziaram-se e o Kulta morreu." 6 Isto ajusta-se na perfeição aos modelos criacionistas em torno das mudanças climáticas que ocorreram depois do Dilúvio de Noé.

Uma vez que a maior parte das águas do Dilúvio vieram do subsolo (Génesis 7:11 e 8:2) - e não da chuva como defendem alguns ignorante Bíblicos - os oceanos pós-Diluvianos seriam mais quentes que os oceanos actuais. A humidade extra na atmosfera, gerada como consequência, teria durado séculos, providenciando condições ideiais para uma Idade do Gelo. 9

Este mesmo aumento na humidade significaria que haveria mais precipitação durante os primeiros séculos após o Dilúvio em áreas não afectadas pelo gelo. Eventualmente, o padrão das precipitações normalizou-se mal o calor oceânico em excesso passou a estar em sintonia com a temperatura do ar.

Isto é consistente com a visão universalmente aceite de que os actualmente áridos desertos australianos foram em tempos cobertos por vegetação lustrosa e ambiente húmido. Devido a isso, os dinossauros australianos devem ter morrido, em larga maioria, como consequência das alterações climáticas que causaram que as terras fossem gradualmente secando.

Nessie: a viver num lago em Queensland?

Ao mesmo tempo que a controvérsia em torno do famoso Monstro do Loch Ness (Escócia) se dissipa, muitas pessoas não estão cientes que monstros de lagoas foram alegadamente vistos em outros lugares. É dito que animais enormes e sem explicação como o Nessie vivem em vários lagos dos dois hemisférios. Estes lagos geralmente são profundos, remotos e com uma temperatura à volta dos 10°C.10

Dennis Fields, uma antigo missionário junto da tribo Kuku Yalanji (Far North Queensland) disse ao ministério Creation Ministries International [CMI] - com sede na Austrália - que, há alguns anos atrás, uns anciãos da tribo falaram-lhe duma criatura conhecida por Yarru (ou Yarrba). A tribo habita a região florestal da região, onde existem vários sítios ("waterholes") onde alegadamente o Yarru viveu.

Existe uma história que reporta a forma como Yarru devorou uma jovem donzela. O missionário pediu a um dos artistas da tribo que pintasse a história para si. O artista tribal, com muito pouca educação formal e desconhecedor da aparência dos animais alegadamente pré-históricos, desenhou tendo como base as descrições transmitidas a ele através das histórias antigas.

A pintura (mais tarde doada ao ministério CMI e visível mais embaixo) mostra uma criatura surpreendentemente parecida com plesiossauros extintos.

Avistamentos europeus de monstros aquáticos normalmente estão de acordo com esta descrição. 11 A maior parte dos evolucionistas, no entanto, não aceita estes dados uma vez que, segundo a sua religião, estas criaturas supostamente deixaram de existir há sensivelmente 65 milhões de anos.

Durante séculos, o povo Dharuk falou no poderoso ‘Mirreeulla,’ cuja habitação é o "Hawkesbury River", perto de Sidney. Avistamento de criaturas com a forma dum plesiossauro neste rio têm continuado até os tempos modernos. Estima-se que a criatura tenha cerca de 15 metros de comprimento.

Conclusão:

A herança histórica dos Aborígenes está a perder-se rapidamente. Muitas histórias Dreamtime ainda falam de eventos da sua história - até à dispersão de Babel - tais como o grande Dilúvio. 12 Existem várias tradições que sugerem que os ancestrais dos Aborígenes actuais podem ter tido algum tipo de interacção com os últimos dinossauros sobreviventes neste continente em rápido processo de desertificação. Os detalhes em torno da reportagem jornalística do que parece ter sido um dinossauro bípede em Geelong, no século passado, parecem difíceis de rejeitar.

Pessoas e povos de eras passadas que alegam terem visto dinossauros são incontáveis, principalmente na forma de lendas de dragões provenientes de diferentes partes do globo.13 Várias fontes de informação mostraram já evidências fotográficas de pinturas rochosas de dinossauros.14

Mesmo que só uma porção delas seja baseada em factos, as imensas histórias Aborígenes são consistentes com o padrão. Descrições de criaturas com a aparência de dinossauros encontram-se na Bíblia (Jó 40:15–41:34).

Todos estes dados históricos contradizem o sistema de crenças evolucionista uma vez que eles erradamente insistem que homem algum alguma vez viu algo que se pareça com um dinossauro visto que o ser humano supostamente apareceu na Terra "milhões de anos" após a extinção dos dinossauros.

Temos, portanto, que rejeitar os dados históricos, as pinturas, os testemunhos oculares, e a Bíblia, como forma de não causarmos dano à mitologia evolucionista.

Fonte


sexta-feira, novembro 18, 2011

Histórias da Bíblia em povos antigos: Torre de Babel

Algo interessante que ressalva o quão fiável a Bíblia é.
Por toda a Austrália, e sem se aperceberem da ligação, os Aborígenes possuem lendas e histórias que são muito parecidas com as histórias Bíblicas.

Por exemplo, quando George Rosendale no norte de Queensland ouviu pela primeira vez a história da Torre de Babel (enquanto criança e durante a Escola Dominical) ele levantou o braço e disse:

Vocês brancos tem a história totalmente distorcida. A história das línguas não aconteceu para lá dos mares. A minha avó disse que aconteceu aqui, perto de Cooktown.
A sua avó tinha ouvido a história quando ela era pequena, muito antes dos missionários chegaram.

Reparem que estas histórias nunca são sobre eventos depois da Dispersão de Babel. Elas podem ser reminiscentes de Adão e Eva no Jardim, o Dilúvio e Babel, mas, por exemplo, nada sobre Moisés atravessar o Mar Vermelho.

A razão é óbvia: depois da dispersão que Deus causou (Génesis 11), deixou de haver interacção entre os povos de onde procedem os Aborígenes e os povos que deram origem aos Hebreus.
Isto é exactamente o que seria de esperar se a Bíblia fosse historicamente fiável. A existência de lendas e histórias um pouco por todo o mundo semelhantes aos eventos reportados na Bíblia apontam para uma fonte comum.

Não deixa de ser curiosa a posição dos evolucionistas: quando eles observam semelhanças entre as formas de vida eles erradamente inferem que toda a vida deve ter um ascendente comum. Afinal, se os animais não possuem um parente comum, como é que se explicam as semelhanças?

No entanto, quando se observam semelhanças entre lendas e histórias mundiais acerca de um Dilúvio, eles já não inferem uma "origem comum", mas sim "várias descrições localizadas de eventos distintos".

Excepto no que toca ao Épico de Gilgamesh; neste caso, como há muitas semelhanças, e como aparentemente o Épico foi escrito antes de Génesis, os ateus dizem que Génesis e Gilgamesh tem uma origem comum. Segundo os cépticos, a Bíblia copiou o mito.

Não lhes passa pela cabeça que provavelmente Gilgamesh e Génesis reportam o mesmo evento histórico. Como esta hipótese contradiz o seu evolucionismo, a mesma tem que ser ideologicamente rejeitada.

Portanto, a "lógica" dos evolucionistas funciona assim:

1. Semelhanças entre os animais »» origem comum.

2. Semelhanças universais entre as descrições dum Dilúvio global »» origem distinta.

3. Semelhanças entre Gilgamesh e Génesis »» origem comum outra vez!

Conclusão:

A existência de tais lendas e histórias em povos tão afastados do Médio Oriente está de acordo com o que seria de esperar se o que a Bíblia relata aconteceu como reportado.

Houve verdadeiramente um Dilúvio que cobriu toda a Terra, e após isso houve uma Dispersão. Os povos levaram consigo a memória desses eventos e foram passando de geração em geração através dos séculos. Claro que, como eram maioritariamente tradições orais, muitos acrescentos foram feitos. Felizmente que Deus preservou a Reportagem dos eventos num Livro com o nome de "Bíblia".


Graças Te damos, Pai Celestial, por teres tido o cuidado de preservar a Tua Palavra através dos séculos para nosso benefício. Neste mundo de escuridão e pecado, a Tua Palavra - a Bíblia Sagrada - é de facto Lâmpada para os nossos pés e Luz para o nosso caminhar (Salmo 119:105).

Que Deus nos ajude a propagar Esta Palavra que Ele teve tanto cuidado a preservar, e mais importante ainda, que Essa Mesma Palavra seja preservada dentro de nós para os combates que se avizinham.

"Guarda e ouve todas estas palavras que te ordeno, para que bem te suceda a ti e aos teus filhos depois de ti, para sempre, quando fizeres o que for bom e recto aos Olhos do Senhor, teu Deus."

DEUTERONÓMIO 12:28

sábado, outubro 29, 2011

Olhos da libélula demasiado complexos para terem evoluído

As libélulas voam com habilidade surpreendente à medida que evitam os obstáculos e caçam outros insectos voadores. Isto é possível devido a forma precisa que os seus olhos lhes permite entender o meio que as rodeia.

De facto, os artrópodes como as libélulas e os camarões possuem alguns dos melhores equipamentos ópticos do mundo (Thomas, B. Shrimp Eye May Inspire New DVD Technology. ICR News. Posted on icr.org November 4).

Se estes avançados sistemas visuais fossem o resultado de milhões de anos de tentativa-e-erro, como defendido pelos crentes evolucionistas, seria de esperar encontrar algum tipo de progressão simples-para-complicado no registo fóssil. No entanto, o que os dados nos mostram são olhos complexos e avançados presentes em camadas geológicas que os evolucionistas acreditam serem as mais antigas.

Na Kangooroo Island (Austrália) foram descobertos olhos complexos entre os fósseis do Período Câmbrico - demasiado cedo para se ajustar à mitologia evolucionista. Os olhos possuem indentações que são análogas aos traços superficiais dos olhos dos artrópodes modernos.

Olhos compostos como estes possuem muitas linhas de unidades conhecidas como omatídeos, cada uma com a sua própria lente. Numa reportagem publicada na Nature, os autores do estudo afirmaram:

Estas lentes não só são muito numerosas e largas, como estão dispostas de forma hexagonal em arranjos de seis em seis: este é o sistema mais denso e mais eficiente de arrumação.
(Lee, M. S. Y. et al. 2011. Modern optics in exceptionally preserved eyes of Early Cambrian arthropods from Australia. Nature. 474 (7353): 631-634.)
Um vídeo online da Universidade de Adelaide descreveu os olhos câmbricos como "surpreendentemente avançados em muitos aspectos. Isto mostra que as criaturas primitivas evoluíram rapidamente uma visão poderosa durante a 'Explosão Câmbrica'".


Esta "explosão" refere-se ao aparecimento súbito dos representantes de todos os filos animais (existentes ou extintos) na camada fóssil mais baixa das rochas Câmbricas - aquelas que os evolucionistas religiosamente insistem que foram depositadas há mais de 500 milhões de anos atrás.

Mas será que estes dados demonstram "rápida evolução"?

O composto óptico que os pesquisadores analisaram - os mais avançados descobertos até hoje nos fósseis Câmbricos -possuíam mais de 3,000 lentes. Os mesmos foram comparados com os olhos do "robber fly". Este insecto possui uma visão detectora de movimento excelente, o que lhe permite caçar em pleno vôo. Os autores do estudo afirmaram:

Estes novos fósseis revelam que alguns dos mais antigos artrópodes haviam já adquirido sistemas de visão similares aos sistemas de visão dos actuais insectos, sublinhando a velocidade e a magnitude da inovação evolutiva que ocorreu durante a Explosão Câmbrica.
(Lee, M. S. Y. et al. 2011. Modern optics in exceptionally preserved eyes of Early Cambrian arthropods from Australia. Nature. 474)
Uma observação estritamente científica (vazia de interpretações evolutivas) mostra apenas que estes fósseis de artrópodes possuíam olhos totalmente desenvolvidos análogos aos olhos dos artrópodes ainda existentes. Declarações como "antigos artrópodes" e "inovação evolutiva" não são científicas uma vez que derivam da visão evolutiva da Biologia e da História -- e não dos dados fósseis.

Este avançado sistema tecnológico óptico nunca poderia vir a existir sem Um Criador Inteligente (Deus). Design técnico é sempre o efeito de técnicos de design.

Mas mesmo que estes olhos pudessem ser aleatoriamente especificados, dentro da linha temporal evolutiva não há tempo suficiente para eles se desenvolverem. Alegadamente, a evolução inovou os olhos compostos num período de apenas 30 milhões de anos (desde a altura em que os evolucionistas pensam que a vida surgiu - 542 milhões de anos atrás - até à data atribuída a este fóssil - 521 milhões de anos).

Quantidades enormes de informação codificada são necessários para construir estes olhos compostas. Para além disso, cada parcela de informação genética supostamente apareceu devido a mutações fortuitas.

O problema é que, de acordo com os cálculos levados a cabo por evolucionistas, 216 milhões de anos seriam necessários só para adquirir duas mutações coordenadas - pelo menos nos seres humanos (Durrett, R. and D. Schmidt. 2008. Waiting for Two Mutations: With Applications to Regulatory Sequence Evolution and the Limits of Darwinian Evolution. Genetics. 180 (3): 1501-1509).

Os olhos compostos necessitam de milhares de mutações coordenadas em apenas 30 milhões de anos. Essencialmente, os evolucionistas refutam a sua próprio história.

Conclusão:

A hipótese que defende que estes sistemas ópticos são o resultado de "inovação evolutiva" é claramente falsa. A única alternativa viável é que os mesmos foram criados.

Olhos com elevado estado de sofisticação nos fósseis Câmbricos não são surpresa alguma para aquele que acredita Naquele em Quem "estão escondidos todos os tesouros da sabedoria e da ciência" (Colossenses 2:3).

Uma vez que Ele "falou, e tudo se fez; mandou, e logo tudo apareceu" (Salmo 33:9), faz todo o sentido que os animais apareçam no registo fóssil totalmente funcionais e operacionais - sem registo algum dum mitológico "passado evolutivo" por trás de si.

Pode ser que num futuro próximo os evolucionistas se coloquem do lado da ciência e abandonem os delírios de Darwin. Até lá, a função dos Cristãos é anunciar as "grandezas de Deus" (Actos 2:11) "a tempo e fora de tempo" (2 Timóteo 4:2).


quinta-feira, abril 29, 2010

Historias da Bíblia em povos antigos: Torre de Babel

Algo interessante que ressalva o quão fiável a Bíblia é.
Por toda a Austrália, e sem se aperceberem da ligação, os Aborígenes possuem lendas e histórias que são muito parecidas com as histórias Bíblicas.

Por exemplo, quando George Rosendale no norte de Queensland ouviu pela primeira vez a história da Torre de Babel (enquanto criança e durante a Escola Dominical) ele levantou o braço e disse:

Vocês brancos tem a história totalmente distorcida. A história das línguas não aconteceu para lá dos mares. A minha avó disse que aconteceu aqui, perto de Cooktown.
A sua avó tinha ouvido a história quando ela era pequena, muito antes dos missionários chegaram.12

Reparem que estas histórias nunca são sobre eventos depois da Dispersão de Babel, isto é, elas podem ser reminiscentes de Adão e Eva no Jardim, o Dilúvio e Babel, mas nada sobre Moisés atravessar o Mar Vermelho, por exemplo.

A razão é óbvia: depois da dispersão que Deus causou (Génesis 11), deixou de haver interacção entre os povos de onde procedem os Aborígenes e os povos que deram origem aos Hebreus.

Isto é exactamente o que seria de esperar se a Bíblia fosse historicamente fiável. A existência de lendas e histórias um pouco por todo o mundo semelhantes aos eventos reportados na Bíblia apontam para uma fonte comum.

Não deixa de ser curiosa a posição dos ateus: quando eles observam semelhanças entre as formas de vida eles erradamente inferem que toda a vida deve ter um ascendente comum. Afinal, os animais não possuem um parente comum, como é que se explicam as semelhanças? No entanto, quando se observam semelhanças entre lendas e histórias mundiais acerca de um Dilúvio, eles já não inferem uma "origem comum", mas sim "várias descrições localizadas de eventos distintos".

Excepto no que toca ao Épico de Gilgamesh; neste caso, como há muitas semelhanças, e como aparentemente o Épico foi escrito antes de Génesis, os ateus dizem que Génesis e Gilgamesh tem uma origem comum. Segundo os cépticos, a Bíblia copiou o mito.

Não lhes passa pela cabeça aceitar que provavelmente Gilgamesh e Génesis reportam o mesmo evento histórico. Como esta hipótese contradiz o seu evolucionismo, a mesma tem que ser ideologicamente rejeitada.

Portanto, a "lógica" do ateu funciona assim:

1. Semelhanças entre os animais >> origem comum.

2. Semelhanças universais entre as descrições dum Dilúvio global >> origem distinta.

3. Semelhanças entre Gilgamesh e Génesis >> origem comum outra vez!

Conclusão:

A existência de tais lendas e histórias em povos tão afastados do Médio Oriente esta bem de acordo com o que seria de esperar se o que a Bíblia relata aconteceu como reportado.

Houve verdadeiramente um Dilúvio que cobriu toda a Terra, e após isso houve uma Dispersão. Os povos levaram consigo a memória desses eventos e foram passando de geração em geração através dos séculos. Claro que, como eram maioritariamente tradições orais, muitos acrescentos foram feitos. Felizmente que Deus preservou a Reportagem dos eventos num Livro com o nome de "Bíblia".

Graças Te damos, Pai Celestial, por teres tido o cuidado de preservar a Tua Palavra através dos séculos para nosso benefício. Neste mundo de escuridão e pecado, a Tua Palavra - a Bíblia Sagrada - é de facto Lâmpada para os nossos pés e luz para o nosso caminhar (Salmo 119:105).

Que Deus nos ajude a propagar Esta Palavra que Ele teve tanto cuidado a preservar, e mais importante ainda, que Essa Mesma Palavra seja preservada dentro de nós para os combates que se avizinham.


"Guarda e ouve todas estas palavras que te ordeno, para que bem te suceda a ti e aos teus filhos depois de ti, para sempre, quando fizeres o que for bom e recto aos Olhos do Senhor, teu Deus."
DEUTERONÓMIO 12:28

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