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quarta-feira, setembro 26, 2012

A Inquisição e os ateus


Levando em conta a quantidade de vezes que este assunto é levantado durante conversas e debates online com ateus comuns, é curioso que o livro de Richard Dawkins “The God Delusion” falhe em detalhar os "horrores" da Inquisição Espanhola. O falecido Christopher Hitchens evitava falar neste assunto, tal como o evita Daniel Dennett. Só o palhaço da "razão", Sam Harris, é suficientemente néscio para engolir a lenda antiga à medida que ele tenta qualificar as inquisições colectivas como um dos dois "episódios mais sombrios da história da fé."

No dia 9 de Junho de 721 A.D., o Duque Odo de Aquitaine derrotou Al-Samh ibn Malik al-Khawlani perante as paredes da sitiada cidade de Toulouse. Esta batalha, seguida pelas vitórias do Rei Pelayo das Astúrias e de Carlos Martel nas batalhas de Covadonga e Tours, deu término a um século de uma espantosa e bem sucedida expansão islâmica."

Pelos 760 anos que se seguiram, as conquistas dos Umayyads na península espanhola foram gradualmente revertidas por uma sucessão de Reis Cristãos, um longo processo perturbado pelas usuais mudanças de alianças e variados graus de ambição e competência militar em ambos os lados da divisão religiosa.A “Reconquista” foi finalizada com a queda da Granada muçulmana em 1492 às mãos das forças castelhanas do Rei Fernando.

A Inquisição Espanhola, que começou no ano de 1481, não pode ser entendida sem primeiro se reconhecer o significado desta épica guerra de 771 anos entre Cristãos e muçulmanos pela posse da península espanhola. Aquilo que o berbere Gen. Tariq ibn Zayid conquistou em apenas 8 anos - ao serviço do califado Umayyad - requereu um período 100 vezes mais longo para reconquistar.

Devido a isto, nem o Rei Fernando II de Aragão, nem a Rainha Isabel de Castela se encontravam inclinados a ariscar qualquer possibilidade de ter que repetir este grande empreendimento. Isabel, em particular, estava preocupada com as histórias em torno dos conversos, alegados Cristãos que fingiam ter convertido do Judaísmo mas que ainda practicavam a sua antiga fé. Isto era perturbador uma vez que era razoável assumir que aqueles que mentiam acerca da sua conversão religiosa, mentiam também acerca da sua lealdade à coroa unida, e era temido que os Judeus se encontravam outra vez a encorajar os líderes muçulmanos a tentar a recaptura da al-Andalus, tal como eles o tinham feito na captura original, 8 séculos antes. (“Continua a ser um facto que os Judeus, quer tenha sido de forma directa ou através dos seus correligionários em África, encorajaram os Maometanos a conquistar a Espanha” The Jewish Encyclopedia (1906). Vol XI, 485.).

Foi instalada uma comissão de investigação e os relatórios foram verificados. Foi por esta altura que os monarcas espanhóis requisitaram ao Papa Sixtus IV que ele criasse um ramo da Inquisição Romana que reportaria à coroa espanhola. Inicialmente, o papa recusou, mas quando Fernando ameaçou deixar Roma entregue a si própria, na eventualidade dum ataque turcos, ele acedeu de modo relutante e no dia 1 de Novembro de 1478 ele emitiu a “Exigit Sinceras Devotionis Affectus”, uma bula papal que estabelecia uma inquisição no reino de Castela de Isabel."

Temos a tendência de ficar com a impressão de que o Rei Fernando estava menos do que profundamente preocupado com a ameaça potencial dos conversos, e que agiu principalmente como forma de satisfazer os pedidos da sua esposa, uma vez que ele prontamente fez uso da sua nova autoridade fazendo absolutamente nada durante os dois anos que se seguiram.

Foi então que no dia 27 de Setembro de 1480, os primeiros dois inquisidores, Miguel de Morillo e Juan de San Martín, foram nomeados, o primeiro tribunal foi criado, e no dia 6 de Fevereiro de 1481, seis falsos Cristãos foram acusados, julgados e queimados naquele que foi o primeiro auto de fé da Inquisição Espanhola.

O que é que aconteceu entre Novembro de 1478 e Setembro de 1480 que inspirou este súbito ímpeto de acção? Embora historiadores tais como Henry Kamen declarem-se confusos sobre o que pode ter provocado a coroa espanhola, o ímpeto mais provável foi o que ocorreu no dia 28 de Julho, três meses antes da decisão do Rei Fernando.

Uma navegação turca liderada por Gedik Ahmed Pasha atacou a cidade aragonesa de Otranto, tomando-a no dia 11 de Agosto. Mais de metade dos 20,000 habitantes foram chacinados durante o saque à cidade. O arqui-bispo foi morto na catedral, e um dos líderes militares foi cerrado em dois enquanto ainda se encontrava vivo. O mesmo aconteceu a um bispo com o nome de Stephen Pendinelli.

Mas o evento mais infâme foi quando foi dada aos homens capturados em Otranto a escolha de converter ao islão ou morrer. 800 mantiveram a sua fé Cristã e foram decapitados en masse num local hoje conhecido como a Colina dos Mártires. A armada turca prosseguiu o seu percurso atacando as cidades de Vieste, Lecce, Taranto e Brindisi, e destruindo a grande biblioteca em Monastero di San Nicholas di Casole antes de regressar ao território otomano em Novembro.

Não deixa de ser uma ironia histórica de proporções significativas que mais pessoas tenham morrido neste evento esquecido, que quase de certeza inspirou a Inquisição Espanhola, do que aquelas que morreram nas famosas chamas da Inquisição propriamente ditas. Apesar da reputação de ter sido uma das mais maldosas e letais instituições da história da humanidade, a Inquisição Espanhola foi uma das mais hunanas e decentes do seu tempo, e até uma que pode ser considerada a mais razoável, considerando as circunstancias
  • A Inquisição Espanhola não tentou converter ninguém ao Cristianismo.
  • Os Inquisidores não eram os psicóticos caracterizados por Dostoevsky e Edgar Allan Poe.
  • A tortura raramente foi usada, e só o foi quando haviam evidências suficientes que indicavam que o acusado estava a mentir.
  • O motivo principal que levou a existência duma Inquisição Espanhola foi o facto de Fernando e Isabel encorajarem os Judeus e os muçulmanos a converterem-se ao Cristianismo - em vez de pura e simplesmente expulsa-los a todos, como fizeram outros reinos europeus, .
À luz da sua reputação assombrosa, certamente que será uma surpresa para aqueles que acreditam que milhões de pessoas morreram durante a Inquisição Espanhola aprender que, durante os séculos 16 e 17, menos de 3 pessoas por ano foram condenadas à morte pela Inquisição através de todo o Império Espanhol - que se estendia de Espanha a Sicília e o Peru.

Historiadores seculares que tiveram acesso aos arquivos do Vaticano em 1998, descobriram que dos 44,674 indivíduos julgados entre 1540 e 1700, apenas 804 foram registados como sendo relictus culiae saeculari. O relatório de 763 páginas indica que apenas 1% dos 125,000 julgamentos registados durante toda a inquisição resultou numa execução por parte da autoridade secular. Isto significa que, durante toda a sua infame história de 345 anos, a temida Inquisição Espanhola foi, anualmente, menos 14 vezes menos fatal que as mortes infantis que ocorrem a andar de bicicleta.

Se, como a certa altura descreveu o historiador Charles LeaIf, a Inquisição Espanhola foi o absolutismo teocrático no seu melhor, somos levados a concluir que foi um testemunho bastante positivo em favor do absolutismo teocrático.

É um testemunho para os estranhos caminhos da história que a Inquisição Espanhola permaneça notória até aos dias de hoje, especialmente quando se sabe que os 6,832 membros do clero Católico assassinados em 1936 durante o Terror Vermelho da República Espanhola são o dobro do número de vítimas durante os 345 anos da inquisição.
* * * * * * *

Resumindo, o número de vítimas Católicas causado pelos esquerdistas e pelos anti-Cristãos espanhóis em apenas 1 ano (1936), é superior ao número de vítimas da Inquisição Espanhola em 345 anos.


sábado, junho 09, 2012

Cientista ateu ataca evolucionista PZ Myers

Como se não fosse suficientemente embaraçoso ter Cristãos a expôr de forma metódica toda a idiotice que sai da sua boca sempre que ele a abre, o militante ateu e firme crente evolucionista PZ Myers agora tem outros ateus a criticar a sua falta de lógica. David Sloan Wilson ressalva o óbvio quando afirma que PZ Myers não age ou pensa de forma científica quando o assunto é a religião:
No espírito da ciência como processo de desacordo construtivo, a Evolution: This View of Life publicou uma crítica ao meu artigo anterior intitulado "The New Atheism and Evolutionary Religious Studies: Clarifying Their Relationship".

A crítica foi levada acabo por parte do evolucionista e blogueiro prolífico PZ Myers e tem o título de "You Want Evidence that Religion is Bad for Our Species? OPEN YOUR EYES." ["Queres Evidências de que a Religião é Má para a Nossa Espécie? ABRE OS OLHOS."]

Infelizmente, a crítica de Myer levanta a questão se ele está de todo a operar como um cientista quando o tema é a religião.

Imaginemos Myers a ensinar os seus alunos na sua área de especialização e a afirmar que tudo o que precisam para entender o tema é abrir os olhos. Isto seria um absurdo. O propósito da ciência é entender tópicos que são demasiado complexos para serem auto-evidentes.

Num passado recente escrevi sobre o problema de cientistas usarem a sua reputação numa área específica como forma de pregar em torno de outros assuntos sem fazerem o trabalho de casa que um bom jornalista científico faria e sem operarem de forma minimamente cientifica.

Pz Myers tem uma boa reputação científica como biólogo (. . .) mas quando se fala de religião, ele está sem ministério.

Como as pessoas que acompanham as parvoíces que os militantes ateus escrevem já sabem, não é só em assuntos religiosos que os evolucionistas ateus são ignorantes. É em virtualmente todos os assuntos que estão fora do seu âmbito profissional (História, etc).

Para piorar as coisas, não só PZ Myers e os ateus evolucionistas estão como peixes fora de água quando tentam usar a pseudo-autoridade evolutiva para criticar o resto da sociedade, como estão manifestamente sem confiança nos seus conhecimentos nas suas próprias áreas profissionais. Isto é confirmado pelo temor universal que a maioria dos cientistas evolucionistas tem em debater com cientistas criacionistas.

Mas neste caso entende-se o medo evolucionistas; não deve ser nada fácil defender que peixes evoluíram para pescadores, lobos/vacas/ursos evoluíram para baleias e informação em código (ADN) escreveu-se a si mesma.

Ignorante


sexta-feira, fevereiro 24, 2012

Boas notícias: o mundo tem cada vez menos ateus.

Em todo o mundo, o número de ateus e não religiosos diminui a cada dia, de acordo com o estudo anual “Status das Missões Global.” Especificamente entre os anos 2000-2011, a categoria de “não religiosos” perdeu 700 adeptos por dia, enquanto a categoria “ateus” vem perdendo diariamente 300 adeptos.

No total, nos últimos 11 anos 2,7 milhões de pessoas deixaram o grupo dos ‘não religiosos’ para aderirem a alguma religião. Neste mesmo período, 1,37 milhões deixaram de ser ateus.

Comparado com os dados de 1970 (em plena revolução sexual no Ocidente e ateísmo comunista na Europa), vemos que em 41 anos, o ateísmo perdeu 28 milhões de adeptos. Em contraste, a categoria dos ‘não religiosos’ têm crescido para mais de cem milhões, devido à queda dos regimes comunistas.

Muitos ex-ateus desses países tem declarado ‘sem religião’. Da mesma forma, na China, Vietnã e outros países comunistas ainda, muitos preferem declarar que não possuem religião alguma, em vez de ateu.

Crescimento em todas as religiões

As religiões crescerão no século XXI. Todas elas. Mesmo o Judaísmo que atravessou uma crise, quando em 1970 possuía 15,1 milhões de seguidores, e em 2000, menos de 14 milhões, agora tem voltado a crescer e possui 14,9 milhões de adeptos. O restante dos religiosos está assim distribuído:

-O cristianismo, com todas as suas variantes (protestantes, católicos e ortodoxos), possui 2 bilhões e 300 milhões de seguidores, tendo um aumento diário de 94 mil pessoas.

-O islamismo, com quase 1 bilhão e 580 milhões de adeptos, vem crescendo a uma taxa de 79 mil fiéis, diariamente.

-O hinduísmo tem 952 milhões de seguidores, e aumenta em 37 mil, a cada dia.

-O budismo tem 468 milhões fiéis, sendo agregados à religião 13,8 mil pessoas por dia.

-O taoismo chinês e o confucionismo somam juntos 457 milhões, ganhando 9,3 mil seguidores ao dia.

-A religiões étnicas possuem 269 milhões de pessoas e tem um aumento diário de 9 mil pessoas.

No total, no mundo há 2 bilhões de pessoas que nunca ouviram a mensagem do evangelho. Outros 2,6 milhões já ouviram falar ou conhecem até certo ponto, mas eles não seguem o cristianismo.

Ainda segundo o estudo, a Igreja Católica possui 1 bilhão e 160 milhões de religiosos, aumentando este número em 34 mil por dia.

As igrejas protestantes são responsáveis ​​por 1 bilhão e 125 milhões de fiéis no mundo (incluindo os anglicanos), assim divididos:

-Carismáticos ou pentecostais são em 612 milhões, e aumentam em 37 mil a cada dia.

-Protestantes “clássicos” com 426 milhões, sendo aumentando este número em 20 mil por dia.

-Anglicanos, centrado principalmente na África e Ásia, totalizam 87 milhões, com um aumento de 3 mil, a cada 24 horas.

-Igrejas ortodoxas com 271 milhões, agregando-se diariamente ao grupo, 5 mil pessoas.

O estudo ainda revela que os grupos que incluem as Testemunhas de Jeová, o Mórmons, aqueles que duvidam da Trindade ou a divindade de Jesus e outros doutrinas similares somam juntos 35 milhões de adeptos, aumentando em 2 pessoas por dia.

Em 2011, os cristãos de todas as denominações tem feito circular mais de 71 milhões de Bíblias em mundo (há 1 bilhão e 740 milhões de Bíblias circulando no planeta, algumas em segredo).

Fonte: CBN, com adaptações de Holofote.Net


quinta-feira, dezembro 01, 2011

A importância de se debater militantes ateus

Um dos leitores do blog do Vox Day pergunta-lhe sobre o porquê de ser tão difícil convencer os militantes ateus do que quer que seja:
Embora já ande a debater com ateus há cerca de 5 anos, e embora a minha escrita esteja a ficar melhor, não vejo muitos resultados.

Pergunto-me o seguinte: achas que há um sítio onde pessoas como eu podem debater e apenas ler o teu blog como forma de obter ideias e material?

Ou será melhor continuar com os debates?

Vox Day responde nas linhas que se seguem.

A seguinte citação resume tudo:

"He that complies against his will
Is of his own opinion still."
~Samuel Butler (1612-1680)


É uma tautologia. A maior parte dos ateus não acredita em Deus porque eles não acreditam em Deus. Se fores ver as suas histórias pessoais e fores ler os seus livros, tornar-se-á claramente aparente que a maioria deles determinou que Deus não existe quando tinham idades compreendidas entre os 10 e os 17 anos.

Há várias teorias sobre esta ocorrência, mas o que ressalva depois duma análise mais pormenorizada é que o seu ateísmo é, na verdade, muito menos racional e muito menos baseado em qualquer tipo de pensamento racional que a identificação política de estudantes universitários.

Todos os apelos à ciência mais não são que racionalizações ex post. Isto explica as falsas alegações àcerca do seu "conhecimento" Bíblico e a sua teologia infantil. O que passa por conhecimento mais não é que uma lembrança vaga das suas aulas de escola dominical.

Não me lembro de um único ateu que tenha sido capaz de me dizer a estrutura de um argumento presente na Summa Theologica, muito menos o conteúdo dos 610 argumentos lá presentes. E se o próximo ateu que encontrar tiver lido Tertuliano ou os Padres Latinos com a excepção de Agostinho, vai ser o primeiro.

A sua ignorância não se limita ao Cristianismo uma vez que eles raramente sabem o que quer que seja das outras confissões religiosas, ou outros livros religiosos, com a excepção da mitologia grega e a mitologia nórdica.

O propósito no debate com ateus não é a sua conversão. Nunca vais ver tais resultados. Isso simplesmente nunca vai acontecer uma vez que nenhum ateu irá alguma vez deixar de ser ateu apenas porque as suas racionalizações foram reveladas como factualmente incorrectas, logicamente falaciosas, ou simplesmente irracionais.

Mas tudo bem.

Devemos atacar os militantes ateus vez após vez como forma de neutralizar e contrariar os efeitos das suas palavras nas mentes mais frágeis , e/ou mentes em busca da verdade, ou ainda mentes ainda menos inclinadas a pensar do que a mente dos militantes ateus.

Eu raramente ataco de forma intencional os ateus que não tentam convencer os outros que deuses e o sobrenatural não existem precisamente por este motivo: não me interessa o que eles acreditam ou deixam de acreditar. A sua falta de crença não me afecta nem afecta outras pessoas.

Mas mal eles se determinam a tentar convencer os outros da validade da sua versão de ateísmo, eles tornam-se automaticamente em alvos abater.

Portanto, o meu conselho é, continua a fazer o que já fazes, continua a refinar e melhorar os teus argumentos e provavelmente irás impedir dezenas - talvez centenas de pessoas - de serem enganadas pelos falsos argumentos e pela lógica incorrecta apresentada pelos militantes ateus.


terça-feira, novembro 08, 2011

Carta de um ateu para os Cristãos



Vocês [Cristãos] estão mesmo convencidos de que têm todas as respostas. Vocês convenceram-se a acreditar que estão 100% certos. Muito bem, deixem-me dizer-vos apenas uma coisa. Vocês consideram-se compassivos em relação aos outros seres humanos?

Se vocês estão certos, como vocês dizem que estão, como é que conseguem dormir à noite? Quando vocês falam comigo, estão a falar com uma pessoa que vocês acreditam estar a caminhar para a perdição eterna.

Vocês acreditam que estão a falar com alguém que caminha para a carnificina eterna de dôr horrível que o vosso deus de 'amor' criou, no entanto vocês não fazem nada.

Se vocês verdadeiramente acreditassem que todos os dias milhares de pessoas estão a ser lançadas num sítio onde o destino é eterno e imutável, vocês deveriam estar a correr as estradas cheios de raiva devido à cegueira de quem não acredita no inferno.

Isto é equivalente a estares numa cruzamento a observar pessoas a passarem por ti cegamente, e tu não fazeres nada enquanto elas caminham tranquilamente para o meio da estrada, sendo depois atropeladas por um autocarro em alta velocidade.

Isto tudo enquanto tu observas calmamente o que se está à passar, à espera que o sinal dê "Verde" para os peões para poderes avançar.

Pensa.

Se a Bíblia está certa, imagina os horrores que o Inferno reserva. Será que vais deixar isso acontecer sem te importares com a salvação de mais ninguém para além da tua?

Se tu estás certo então tu não só és uma pessoa que não se preocupa mas também uma pessoa puramente egoísta (obscenidade) que não tem o direito de falar sobre assuntos como o amor e a preocupação.

..............

Por incrível que pareça, Deus falou através da carta deste ateu. Se o inferno é 1% do que a Bíblia diz que é, então não falar dos condenados àcerca do Juízo de se aproxima é uma óbvia manifestação de indiferença ao sofrimento alheio. A indiferença é pior que o ódio.

Trabalhemos para que não façamos parte do grupo de pessoas que ouvirá as terríveis Palavras que o Senhor profetizou sobre o Julgamento Final:

Então dirá, também, aos que estiverem à sua esquerda: Apartai-vos de Mim, malditos, para o fogo eterno, preparado para o diabo e os seus anjos.
Mateus 25:41

Serpentes, raça de víboras! como escapareis da condenação do inferno?

Mateus 23:33

sexta-feira, outubro 07, 2011

Ódio antigo na boca de novos intérpretes

Isto foi no passado:



Isto é agora:


Mudam os intérpretes mas o ódio é o mesmo. Até parece que são inspirados pela mesma personalidade....

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