domingo, julho 22, 2012

Será que os nossos antepassados usaram fósseis para retratar os dinossauros?

A presença de esculturas, estatuetas e pinturas de dinossauros um pouco por todo o mundo demonstra que os antigos estavam cientes da aparência dos dinossauros muitos antes dos cientistas da era moderna darem início às escavações e reconstruções dos respectivos ossos.

Os criacionistas defendem que as ilustrações antigas de dinossauros, unidas aos registos históricos e à Palavra de Deus, demonstram que, num passado recente, os seres humanos e esses répteis coexistiram.

Outros sugerem no entanto os antigos sabiam da aparência dos dinossauros apenas e só através dos fósseis presentes nas rochas. Supostamente, tal como o homem actual baseia o grafismo em volta dos dinossauros nos fósseis que nos são disponibilizados pelos cientistas, o homem antigo tomou como base para as suas esculturas, estátuas e pinturas, os fósseis presentes nas camadas rochosas.

À luz das evidências, será esta conclusão razoável? Na verdade, existem vários dados que mitigam contra a hipótese de que a base das caracterizações dos homens antigos foram os fósseis por eles descobertos.

PRIMEIRO: Ao contrário dos desenhos feitos no século 21, os petroglifos (esculturas), pictogramas (pinturas) e os figurinos de dinossauro estão profundamente enraizados no contexto histórico de homens a viver lado a lado com criaturas com a aparência de dinossauros.

Se não existissem narrativas e referências históricas de homens a viver e a interagir com dinossauros, a arte antiga em torno dos mesmos seria um testemunho menos impressionante em favor da coexistência entre ambos os grupos.

Se há milhares de anos atrás o cenário mundial era como o actual - onde os homens escavavam, reconstruíam e tentavam deduzir a aparência dos animais a partir dos ossos - então a arte antiga seria interpretada de forma totalmente diferente.

No entanto, quando se fala em dinossauros, o contexto histórico do mundo de há centenas de milhares de anos atrás era exactamente o oposto do que é hoje. A História regista a forma como as pessoas de todo o mundo contaram histórias em torno da sua coexistência com "dragões" (isto é, dinossauros).

As evidências [em favor dos dragões/dinossauros] não se restringem aos trabalhos da história natural e da literatura, mas aparecem também em crónicas de eventos diários . . . . E tais testemunhos oculares não derivam de boatos ou rumores anónimos; eles foram estabelecidos por pessoas com algum estatuto - Reis, cavaleiros, monges, arcebispos, estudiosos e santos.

(Hogarth and Clery, 1979, pp. 13-14).

Se este mundo continuar por mais 1000 anos, os historiadores do ano 3000 deverão ser capazes de distinguir entre 1) as pinturas humanas feitas actualmente (onde claramente se vê que as mesmas foram feitas a partir de reconstrução fóssil e não de coexistência), e 2) as pinturas humanas feitas no ano 500 A.D (onde as pessoas alegaram ter vivido com animais que hoje chamamos de dinossauro).

SEGUNDO: Sabemos mediante as Escrituras que passaram-se apenas alguns milhares de anos desde a altura em que o homem viveu com um animal que possuía ossos tais como "tubos de bronze" e costelas como "barras de ferro" (Jó 40:18), para além de ter "cauda como cedro" (Jó 40:17).

Outro animal com a aparência dum dinossauro/dragão que viveu no tempo de Jó possuía dentes terríveis (Jó 41:14), pescoço poderoso (Jó 41:22), e poderia respirar fogo e fumo (Jó 41:18-21).

Para além disso. se Deus fez "os céus e a terra, o mar e tudo o que neles" durante os seis dias da Criação (Êxodo 20:11), então obviamente o homem coexistiu com os dinossauros, bem como com todos os outros animais que entretanto desapareceram.

Levando isto em conta, a arte antiga em torno dos dinossauros está de acordo com o registo histórico e, mais importante, de acordo com a Palavra de Deus.

TERCEIRO: localizar, escavar, juntar e ilustrar os fósseis é um processo minucioso, complexo e demorado. Não há qualquer tipo de evidência que suporte a tese de que os antigos escavavam fósseis, reconstruíam os seus esqueletos e posteriormente desenhavam-nos - tal como os cientistas do século 21 fazem de forma tão cuidada.

As ilustrações modernas não são feitas simplesmente dirigindo-se aos leitos fósseis e desenhando o que os ilustradores pensam que era a aparência do dinossauro. A maior parte dos ossos de dinossauro encontrados por todo o mundo nem são articulados - isto é, alinhados de acordo com o que eram na vida real.

Segundo James Powell, director Museu de História Natural Los Angeles County "apesar do popular e intenso interesse científico nos dinossauros, e apesar dos amplamente publicitados esforços dos caçadores de dinossauro, apenas 2,100 ossos de dinossauros articulados" existem nos museus por todo o mundo (1998, p. xv, ver também Dodson, 1990, 87:7608; Lewin, 1990).

Os cientistas investiram milhões de dólares durante os últimos 150 anos localizando e escavando de forma persistente os fósseis de dinossauro. No entanto relativamente poucos foram alinhados precisamente da forma que eles eram em vida. Para além disso, se levarmos em conta que quase metade (45.3%) de todos os géneros de dinossauro baseiam-se num único espécime, e que 74% representam 5 espécimes ou menos (Dodson, 87:7608), a sugestão de que os antigos apenas viram os fósseis de dinossauros e correctamente desenharam imagens destes animais parece ser totalmente pouco razoável.

Para além disso, como afirmado previamente, o contexto histórico dos tempos antigos não é o de homens a cavar os ossos de dinossauro, imaginar qual seria a sua aparência e depois gravá-los em rochas; o contexto histórico é o deles gravarem nas rochas o que eles viram com os seus olhos.

QUARTO: a arte antiga em torno dos dinossauros repetidamente encontra-se rodeada de genuínos animais, embora muitos estejam já extintos:

  • No templo Ta Prohm perto de Siem Reap, no Cambodja, as esculturas de Stegosaurus encontram-se rodeadas de esculturas de animais ainda vivos hoje em dia, incluindo macacos, papagaios, cisnes e búfalos.
  • No "Natural Bridges National Monument" em Utah, o dinossauro com a aparência de Apatosaurus encontra-se perto de representações de humanos e de cabras selvagens.
  • No "Havasupai Canyon" no norte do Arizona, a arte em torno de criaturas com a aparência de dinossauros encontra-se na mesma parede onde se vêem elefantes, seres humanos e um ibex (cabra dos Alpes).
  • No túmulo do Bispo Bell ("Bishop Bell's Tomb"), em Carlisle, Inglaterra, dois dinossauros de pescoço longo estão gravados juntos a uma áve, um porco, um peixe e um cão.

  • As pedras Ica (Peru) possuem muitos outros animais para além dos dinossauros.

Contrastem estes contextos com a forma como as ilustrações modernas de dinossauros mostram a "cientificamente correcta" visam dos mesmos: elas mostram outras criaturas alegadamente "pré-históricas" junto aos dinossauros, e não seres humanos, macacos, girafas, ursos ou outros mamíferos que supostamente evoluíram "milhões de anos" depois dos dinossauros alegadamente se extinguirem.

Ao contrário disto, a arte antiga em torno dos dinossauros é feita num contexto de coexistência entre os mesmos e os seres humanos.

QUINTO: Embora desde os meados dos anos 1800 que os cientistas se encontrem a escavar os fósseis de dinossauro, e tentem reuni-los da forma que eles julgam ter sido a sua aparência original, muitas vezes eles enganaram-se nas suas recriações (Potter, 2007). Por exemplo, Don Patton notou:

Quando os ossos de Iguanodon foram descobertos no início do século 19, os cientistas tinham uma ideia muito pobre da sua real aparência. Mais para o fim do século 19 [quase 70 anos depois] a sua concepção havia melhorado significativamente. Hoje, nós sabemos muito mais. Por exemplo, os tendões ossificados da cauda indicam que a cauda não repousava no chão mas que se posicionava erecta.

De modo impressionante, esta posição cientificamente correcta é exactamente como a criatura com a aparência dum dinossauro Iguanodon é caracterizada na colecção de figuras de Acambaro.

Consideramos também o quão cientificamente correctos os saurópodes com espinhos dérmicos foram caracterizados na colecção das pedras de Ica.

Eembora os cientistas estejam a estudar os fósseis de dinossauro de todo o mundo há mais de 150 anos, o homem moderno não estava ciente que alguns (muitos?) dinossauros saurópodes possuíam espinhos dérmicos,. Esta característica não foi aprendida a partir dos fósseis até 1992.

Os antigos peruanos sabiam disto muito antes de 1992.

Será que temos de acreditar que eles cuidadosamente examinaram, escavaram e reconstruíram os ossos e a pele dos saurópodes a partir dos fósseis , uma recriação científica minuciosa que a História não revela ter sido levada a cabo pelos antigos? Ou é muito mais razoável e parcimónico concluir que o homem antigo viveu lado a lado com os animais que ele gravou e pintou nas rochas?

Os homens actuais possuem o luxo de poderem pesquisar informação em torno dos dinossauros exposta por todo o mundo. Para além disso, dados que têm sido recolhidos desde os anos vinte do século 19 (1820s) estão disponíveis aos cientistas actuais. Os antigos foram capazes de retratar os dinossauros de forma correcta mesmo não tendo este tipo de ciência ao seu dispor. A explicação mais lógica é a de que eles realmente viram dinossauros vivos.

SEXTO: Embora alguns tenham sugerido que os antigos podem ter baseado as suas ilustrações de dinossauros a partir de fósseis, vários cépticos afirmaram já a improbabilidade da arte em torno dos dinossauros de lugares como Peru, México, e Inglaterra se terem baseado nos fósseis.

A evolucionista Adrienne Mayor abordou a questão dos figurinos de Acambaro, e perguntou:

Será que as figuras de répteis de Acambaro são reconstruções cientificas surpreendentemente correctas baseadas na observação dos fósseis?
A sua resposta:
Muito pouco provável. Os fósseis do estado de Guanajuato pertencem aos mastodontes do Pleistoceno e aos cavalos, e não aos dinossauros do período Mesozóico de há 250-65 milhões de anos atrás.

(2005, p. 337).

E o que dizer dos dinossauros gravados nas pedras de Ica? Poderão eles terem tido como base os fósseis da mesma área? Mayor conclui:
Não. Os restos fósseis dessa área são de mamíferos do Oligoceno ao Pleistoceno; não há restos de dinossauros do período Cretáceo.

(p. 339)

O que dizer dos dinossauros de pescoço longo gravados no túmulo do Bispo Bell (por volta de 1500 AD) em torno dos quais alguns críticos admitem que parecem-se "mais com dinossauros quadrúpedes do que com qualquer outra criatura do passado ou do presente" ? (“Bishop Bell’s...,” 2007)

Será que os cépticos acreditam que os ingleses escavaram o dinossauro de pescoço longo no século 15, sem deixarem qualquer tipo de registo do seu trabalho paleontológico, e depois requisitaram um artista para gravar o animal no túmulo do Bispo Bell?

Embora alguns cépticos ressalvem que "esta hipótese . . . é, pelo menos, possível", eles admitem que que ela é "caprichosa" (“Bishop Bell’s...,” 2007). Sem dúvida, muito caprichosa. Declarações como esta mostram como as pessoas, incluindo os evolucionistas. estão a começar a aceitar o facto dos antigos estarem cientes da aparência dos dinossauros.

SÉTIMO: Embora a História não registe os antigos a escavar e a reconstruir meticulosamente os ossos de dinossauro - e depois a desenhá-los de forma anatomicamente correcta - existem indícios históricos da forma como os fósseis foram mal interpretados antes dos tempos modernos.

Por exemplo, o Dr. Donald DeYoung notou que “em 1677 um osso enorme foi encontrado na Inglaterra e inicialmente foi atribuído aos gigantes descritos em Génesis 6:4. No entanto, desenhos do osso que perduraram no tempo mostram que o mesmo é muito parecido com o fémur dum dinossauro (2000, p. 39).

Para além disso, há já muito tempo que se assume que a lenda em torno do Ciclope se originou no facto dos gregos terem descoberto um crânio dum mamute anão - que possui uma cavidade nasal no centro do crânio - e terem erradamente concluído que isso era uma cavidade ocular (cf. “Meet the Original...,” n.d.).

Ninguém levanta questões em torno das interpretações erradas que os antigos fizeram dos ossos e dos fósseis. O curioso é o seguinte: onde estão os exemplos históricos que demonstram que os antigos encontraram, identificaram, escavaram e reconstruíram correctamente os fósseis de dinossauro?

FINALMENTE: Ao contrário dos dias actuais, onde os cientistas e os ilustradores científicos normalmente recriam os esqueletos tendo como base o registo fóssil, os antigos caracterizaram os corpos reais destas criaturas. Se o seu conhecimento em torno dos dinossauros foi adquirido a partir dos fósseis, seria de esperar que eles ocasionalmente desenhassem esqueletos. Em vez disso, o que nós encontramos é exemplo atrás de exemplo de dinossauros tal como eles seriam na vida real - exactamente o que seria de esperar se os antigos tivessem vivido junto aos mesmos.

CONCLUSÃO.

O argumento em favor da coexistência entre humanos e dinossauros é cumulativo. Como pessoas que não duvidam do que Deus diz em Génesis, nós admitimos de forma firme e assertiva que a nossa crença tem como ponto de partida a interpretação contextual [e não "literal", como alguns ignorantes evolucionistas dizem] de Génesis e Êxodo 20:11.

No entanto, a coexistência entre humanos e dinossauros encontra-se bem demonstrada através de evidências físicas (através de arte gráfica e geológica produzida por povos de todo o mundo, há muitos anos atrás).

Verdadeiramente, se os homens e os dinossauros viveram lado a lado, a arte, as histórias e o Testemunho Bíblico fazem todo o sentido.

Fonte

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Os "Cristãos" que negam que o homem antigo viu dinossauros tem dois tipos de evidência contra si: a Inerrante, Infalível Palavra de Deus, e o testemunho da História. Se isto não é suficiente para o convencer, então que tipo de evidências o farão aceitar que os dinossauros não viveram há "milhões de anos" atrás mas sim há milhares de anos atrás?

Por sua vez, os ateus evolucionistas têm que reavaliar tudo aquilo que aprenderam nas escolas e nas universidades, e questionarem o porquê de ninguém lhes ter informado deste tipo de dados históricos.

Se um homem pode passar 20 anos no sistema de educação ocidental sem nunca ouvir falar no túmulo do Bispo Bell, ou nos dinossauros caracterizados nas pedras peruanas (Ica), que outras coisas lhes estão a ser vedadas como forma dele nunca vir a conhecer a verdade?

"Pois mudaram a verdade de Deus em mentira, e honraram e serviram mais a criatura do que o Criador, que é bendito eternamente. Ámen."
Romanos 1:25

REFERÊNCIAS

“Bishop Bell’s Dinosaurs” (2007), Skepticwiki, June, [On-line], URL: http://skepticwiki.org/index.php/Bishop_Bell’s_Dinosaurs.

DeYoung, Donald (2000), Dinosaurs and Creation (Grand Rapids, MI: Baker).

Dodson, Peter (1990), “Counting Dinosaurs: How Many Kinds Were There?” Proceedings of the National Academy of Sciences, 87:7608-7612, October.

Hogarth, Peter and Val Clery (1979), Dragons (New York: Viking Press).

Lewin, Roger (1990), “Science: Dinosaur Count Reveals Surprisingly Few Species,” New Scientist Archive, 128[1745], December, [On-line], URL: http://archive.newscientist.com/secure/article/article.jsp?rp=1&id=mg 12817452.700.

Lyons, Eric (2001), “Behemoth and Leviathan—Creatures of Controversy,” Reason & Revelation, 21[1]:1-7, January.

Lyons, Eric (2007a), “Historical Support for the Coexistence of Dinosaurs and Humans—Part I & II,” Reason & Revelation, 27[9-10]:65-71,73-79, September-October.

Lyons, Eric (2007b), “Why Are Dinosaurs Not Mentioned in the Bible?” [On-line], URL: http://www.apologeticspress.org/articles/3350.

Mayor, Adrienne (2005), Fossil Legends of the First Americans (Princeton, NJ: Princeton University Press).

“Meet the Original Cyclops” (no date), The Classics Pages: Homer’s Odyssey, [On-line], URL: http://www.users.globalnet.co.uk/~loxias/cyclops02.htm.

Patton, Don (no date), “The Photogallery of the Dinosaur Figurines of Acambaro, Mexico,” [On-line], URL: http://www.bible.ca/tracks/tracks-acambaro-dinos.htm.

Potter, Ned (2007), “Rediscovering the Dinosaurs,” [On-line], URL: http://www.abcnews.go.com/Technology/story?id=3027863&page=1.

Powell, James (1998), Night Comes to the Cretaceous (New York: Harcourt Brace).

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terça-feira, julho 17, 2012

Previsão científica feita em 1984 confirma Génesis e criação recente

Porque em seis dias fez o Senhor os céus e a terra, o mar e tudo o que neles há, e ao sétimo dia descansou
Êxodo 20:11

O planeta Mercúrio fornece muitas pistas em favor da sua singular e recente criação. Por exemplo, a sua densidade e composição não estão de acordo com os modelos evolutivos planetários, e a geologia da sua superfície, bem como o seu campo magnéticos, estão demasiado activos para terem milhares de milhões de anos.1, 2, 3

Novos dados provenientes veículo espacial com o nome de MESSENGER — que tem estado a investigar a densa superfície de Mercúrio desde 2004 — confirmou outra previsão científica - feita há 28 anos atrás (1984) - baseada no modelo Bíblico.

O cientista criacionista D. Russell Humphreys descreveu o seu modelo e as suas previsões no Creation Research Society Quarterly (CRSQ), escrevendo que um dia mais tarde, os cientistas encontrariam magnetização remanescente nas rochas da crosta mercuriana. Na altura, o Dr Humphreys escreveu:

As rochas ígneas mais antigas de Mercúrio ou Marte têm que possuir uma magnetização natural remanescente, tal como as rochas lunares possuem.4
"Remanescente" refere-se ao magnetismo prolongado ou duradouro (inglês: "lingering"). As rochas da crosta mercuriana capturaram algum do magnetismo planetário quando arrefeceram e solidificaram para aquilo que é hoje uma planície vulcânica no norte.

Segundo o modelo criacionista do Dr. Humphreys, os campos magnéticos planetários eram mais fortes imediatamente após terem sido criados a partir da água - há cerca de 6,000 anos atrás - e a sua força têm vindo a diminuir desde então.

Analisando as novas observações, 28 anos depois, quão acertadas foram as previsões do físico criacionista?

O magnetómetro da sonda espacial analisou o magnetismo das rochas vulcânicas da crosta mercuriana das regiões nortenhas do planeta, e os resultados, que foram apresentados na 43ª "Lunar and Planetary Science Conference" em Março de 2012, revelaram que Mercúrio tinha "um campo magnético residual" que provavelmente era "uma magnetização remanescente adquirida durante o período em que o campo magnético de Mercúrio se encontrava no lado oposto da polaridade, e provavelmente mais forte, que o campo magnético actual." 5

Num fórum online criado para os cientistas criacionistas, (CRSnet), Humphreys escreveu:

Fico feliz pelo facto da magnetização da crosta de Mercúrio uma vez que está de acordo com mais uma das minhas previsões detalhadas no meu artigo de 1984 presente no artigo do CRSQ em torno dos campos magnéticos dos planetas. A parte que se referia a Marte foi cumprida há uma década atrás, e agora foi a vez da parte que se refere a Mercúrio.6
O modelo criacionista de Humphreys - o modelo que apresentou as mais-tarde-cumpridas previsões em torno da magnetização de Mercúrio - assumiu a idade do universo inferida pela Bíblia, bem como assumiu as origens aquáticas do universo. 7, 8

Tal como as outras previsões que mais tarde se confirmaram, a crosta magnética de Mercúrio está de acordo com a Criação tal como Génesis a revela.

Fonte

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Durante estes 28 anos muitos cépticos criticaram as suas previsões e gesticularam os seus dedos acusadores contra o Dr. Russ Humphreys. O tempo, esse eterno revelador, veio dar razão ao cientista ao mesmo tempo que refutou os crentes nos milhões de anos.

A questão agora é: uma vez que a ciência parece estar de acordo com a Terra Jovem, com que cara ficam todos os "Cristãos" que defendem que o universo tem "milhões e milhões de anos"?

Se a sua escolha pelo modelo naturalista em torno da idade do universo era consequência da sua aderência ao que eles pensavam serem "factos científicos", será que eles irão, agora, mudar a sua opinião, confessar o seu pecado por terem duvidado de Deus, e proclamarem a Verdade da criação, tal como claramente revelada em Génesis e Êxodo 20:11?

Ou será que continuarão a acreditar nos mitológicos "milhões de anos", apesar da ciência e da Bíblia mostrarem que a Terra é muito mais recente do que o tempo necessário para o processo evolutivo?

A minha crença pessoal é a de que eles - os "Cristãos " que duvidam do que Deus disse em Génesis 1 e Êxodo 20:11 - continuarão a acreditar que o universo tem milhões de anos, independentemente das evidências, demonstrando assim que não era a ciência que os levava a escolher os milhões de anos e a rejeitar a Bíblia.

Em relação aos ateus evolucionistas, estes dados científicos não se ajustam à sua visão naturalista do mundo, e como tal os mesmos vão ser rejeitados como "conspirações criacionistas" ou "más interpretações". É muito fácil ser-se evolucionista quando se rejeitam os dados da ciência.

Referencias

  1. Thomas, B. Messenger Spacecraft Confirms: Mercury Is Unique. ICR News. Posted on icr.org July 28, 2011, accessed June 14, 2012.
  2. Thomas, B. Mercury's Fading Magnetic Field Fits Creation Model. ICR News. Posted on icr.org October 26, 2011, accessed June 14, 2012.
  3. Thomas, B. Mercury's Surface Looks Young. ICR News. Posted on icr.org October 24, 2011, accessed June 14, 2012.
  4. Humphrey's, D. R. The Creation of Planetary Magnetic Fields. Creation Research Society Quarterly. 21 (3).
  5. Purucker, M.E. et al. 2012. Evidence for a Crustal Magnetic Signature on Mercury from MESSENGER Magnetometer Observations. 43rd Lunar and Planetary Science Conference, Woodlands, TX: Lunar and Planetary Institute, 1297.
  6. Comment posted June 11, 2102 by D. Russell Humphreys on CRSnet, an online creation science forum hosted by the Creation Research Society.
  7. See: Johnson, J.J.S. 2008. How Young Is the Earth? Applying Simple Math to Data Provided in Genesis. Acts & Facts. 37 (10): 4.
  8. For example, 2 Peter 3:5 describes earth as having been formed "standing out of the water."

sábado, julho 14, 2012

Será que os Aborígenes viram dinossauros?

"E de noite saí pela porta do vale, para a banda da fonte do dragão, e para a porta do monturo, e contemplei os muros de Jerusalém"
Neemias 2:13

A selva do Congo está a tornar-se cada vez mais conhecida como o refúgio duma criatura com o nome de Mokele-Mbembe.1 Os locais estão bem familiarizados com esta criatura, que eles, a partir de reconstruções de fósseis, rapidamente identificam como sendo um dinossauro. No entanto, poucos se apercebem que descrições semelhantes ocorrem em outras partes do mundo,

Os Aborígenes australianos possuem histórias em torno de encontros com monstros enormes e aterradores cuja aparência varia entre dinossauros até cangurus gigantes - que se acredita ter-se extinguido há muito tempo.

O Povo Aborígene.

O termo "Aborígene" aplica-se de modo lato às pessoas que viviam na Austrália na época em que os Europeus deram início à sua colonização - há mais ou menos 200 anos atrás. Existiam centenas de tribos distintas dispersas pelo continente, variando no seu dialecto e nos seus costumes.2

Os monstros Dreamtime.

Os mitos e as lendas dos Aborígenes, incluindo a sua descrição da criação do mundo - conhecidas como "Dreamtime" - falam de monstros e criaturas alguns dos quais mitológicos. Outras criaturas, no entanto. podem ser referências a criaturas genuínas que os Aborígenes insistem ter existido em "carne e osso." Algumas dessas criaturas são remanescentes de animais considerados "pré-históricos", que supostamente se extinguiram dezenas de milhares - ou mesmo milhões - de anos atrás.

Os Aborígenes não mantiveram registos escritos uma vez que as suas tradições e conhecimentos foram transmitidos oralmente de geração em geração. 3 Tais tradições orais geralmente duram algumas poucas centenas de anos até serem distorcidas de modo irreconhecível. 4 Isto sugere que alguns destes animais podem ter vivido na Austrália há 200 ou 300 anos atrás, ou até mais recentemente.

Esta conclusão pode surpreender algumas pessoas mas ela provavelmente explica o porquê de existirem encontros documentados com esses monstros depois da chegada dos europeus.

Por exemplo, em Julho de 1845 o Geelong Advertiser, de Victoria - Austrália - reportou a descoberta dum osso fossilizado que forma parte do joelho dum animal gigantesco. O jornal alegou que o osso foi mostrado a um Aborígene, considerado por eles como alguém bastante inteligente, e ele imediatamente identificou o osso como pertencendo ao ‘bunyip’. Mais tarde uma ilustração litográfica da criatura foi feita.

Em 1900, pelo 150º aniversário da publicação o artista gráfico Kevin McNulty desenhou a imagem mostrada logo a seguir tendo como base o texto original da reportagem jornalística.

Quando o osso foi mostrado a outros Aborígenes que "não tiveram oportunidade de comunicar entre si", eles instantaneamente reconheceram o osso e a imagem como pertencendo ao ‘bunyip,’ palavra comum entre as línguas aborígenes para descrever um mostro assustador.

Para além disso, eles forneceram relatos detalhados e consistentes do local onde algumas pessoas haviam sido mortas por esses animais. Foi dito que a criatura era anfíbia, depositava ovos e que, tendo como base a descrição, parecia combinar "as características duma áve e as de um jacaré" - isto é, um réptil bípede. (Note-se que os crocodilos e os jacarés são encontrados no Austrália excepto no norte. Geelong é no sul.)

Um dos Aborígenes, com o nome de Mumbowran, mostrou "várias feridas profundas no seu peito causadas pelas garras do animal."5

A descrição e o esboço ajustam-se a alguns dinossauros bípedes.

Um largo número de histórias em torno de criaturas com a aparência de dinossauro foram recolhidas por Rex Gilriy, um evolucionista. 6 Uma vez que devemos sempre ter cuidado para não dependermos demasiado duma fonte sem antes termos algum tipo de confirmação independente, um largo número das historias que ele descreve foram omitidas. No entanto, Burrunjor e Kulta, cujas descrições aparecem mais embaixo, aparecem também no livro do zoólogo Karl Shuker.7

Burrunjor.

Estendendo-se desde "Northern Territory’s Arnhem Land" a Este através do Golfo da Carpentaria até ao distrito de Queensland Cape York, há a história do ‘Burrunjor.’ A descrição é remanescente dum Allosaurus, uma versão menor do sobejamente conhecido Tyrannosaurus. Em 1950, pecuaristas da fronteira entre o "Northern Territory" e Queensland alegaram estar a perder estoque para um animal estranho que deixava corpos mutilados e meio-comidos durante o seu rasto destrutivo.

Em 1961 um batedor Aborígene alegou também ter visto um réptil bípede - 7 a 8 metros de altura - movimentando-se entre os arbustos perto de Lagoon Creek na "Gulf Coast".

Algumas partes da vastidão do Norte da Austrália continuam inexploradas, e largas áreas estão vedadas ao acesso público. Pode ser que algumas criaturas ainda desconhecidas possam ser encontradas por lá. Isto é um cenário possível, se levarmos em conta que, há alguns anos atrás, a árvore Wollemi Pine foi encontrada no parque nacional em New South Wales. Os cientistas afirmaram que "isto é o mesmo que encontrar um pequeno dinossauro."

A árvore era conhecida apenas pelos fósseis da "idade dos dinossauros", mas fósseis da mesma árvore não eram encontrados em mais nenhuma das camadas intermédias. Ao contrário dos animais, as árvores não podme fugir e esconder, no entanto esta árvore só recentemente foi descoberta pelo homem. 8

Kulta.

Algumas partes da Austrália possuem tradições de répteis enormes o que pode indicar que eles eram saurópodes com pescoços longos - grupo de dinossauro que inclui Diplodocus e Apatosaurus. As tribos centro-australianas, por exemplo, descrevem "Kulta" como sendo uma serpente gigante que vivia nos pântanos - que outrora cobriam a região - e que se alimentava de plantas. Segundo foi reportado, ele [Kulta] possuía uma cabeça pequena na extremidade do seu longo e estreito pescoço, um corpo maciço suportado por 4 pernas enormes, e uma longa e pontiaguda cauda.

Infelizmente, reportam os Aborígenes, "a terra eventualmente secou, as florestas transformaram-se em desertos, os pântanos esvaziaram-se e o Kulta morreu." 6 Isto ajusta-se na perfeição aos modelos criacionistas em torno das mudanças climáticas que ocorreram depois do Dilúvio de Noé.

Uma vez que a maior parte das águas do Dilúvio vieram do subsolo (Génesis 7:11 e 8:2) - e não da chuva como defendem alguns ignorante Bíblicos - os oceanos pós-Diluvianos seriam mais quentes que os oceanos actuais. A humidade extra na atmosfera, gerada como consequência, teria durado séculos, providenciando condições ideiais para uma Idade do Gelo. 9

Este mesmo aumento na humidade significaria que haveria mais precipitação durante os primeiros séculos após o Dilúvio em áreas não afectadas pelo gelo. Eventualmente, o padrão das precipitações normalizou-se mal o calor oceânico em excesso passou a estar em sintonia com a temperatura do ar.

Isto é consistente com a visão universalmente aceite de que os actualmente áridos desertos australianos foram em tempos cobertos por vegetação lustrosa e ambiente húmido. Devido a isso, os dinossauros australianos devem ter morrido, em larga maioria, como consequência das alterações climáticas que causaram que as terras fossem gradualmente secando.

Nessie: a viver num lago em Queensland?

Ao mesmo tempo que a controvérsia em torno do famoso Monstro do Loch Ness (Escócia) se dissipa, muitas pessoas não estão cientes que monstros de lagoas foram alegadamente vistos em outros lugares. É dito que animais enormes e sem explicação como o Nessie vivem em vários lagos dos dois hemisférios. Estes lagos geralmente são profundos, remotos e com uma temperatura à volta dos 10°C.10

Dennis Fields, uma antigo missionário junto da tribo Kuku Yalanji (Far North Queensland) disse ao ministério Creation Ministries International [CMI] - com sede na Austrália - que, há alguns anos atrás, uns anciãos da tribo falaram-lhe duma criatura conhecida por Yarru (ou Yarrba). A tribo habita a região florestal da região, onde existem vários sítios ("waterholes") onde alegadamente o Yarru viveu.

Existe uma história que reporta a forma como Yarru devorou uma jovem donzela. O missionário pediu a um dos artistas da tribo que pintasse a história para si. O artista tribal, com muito pouca educação formal e desconhecedor da aparência dos animais alegadamente pré-históricos, desenhou tendo como base as descrições transmitidas a ele através das histórias antigas.

A pintura (mais tarde doada ao ministério CMI e visível mais embaixo) mostra uma criatura surpreendentemente parecida com plesiossauros extintos.

Avistamentos europeus de monstros aquáticos normalmente estão de acordo com esta descrição. 11 A maior parte dos evolucionistas, no entanto, não aceita estes dados uma vez que, segundo a sua religião, estas criaturas supostamente deixaram de existir há sensivelmente 65 milhões de anos.

Durante séculos, o povo Dharuk falou no poderoso ‘Mirreeulla,’ cuja habitação é o "Hawkesbury River", perto de Sidney. Avistamento de criaturas com a forma dum plesiossauro neste rio têm continuado até os tempos modernos. Estima-se que a criatura tenha cerca de 15 metros de comprimento.

Conclusão:

A herança histórica dos Aborígenes está a perder-se rapidamente. Muitas histórias Dreamtime ainda falam de eventos da sua história - até à dispersão de Babel - tais como o grande Dilúvio. 12 Existem várias tradições que sugerem que os ancestrais dos Aborígenes actuais podem ter tido algum tipo de interacção com os últimos dinossauros sobreviventes neste continente em rápido processo de desertificação. Os detalhes em torno da reportagem jornalística do que parece ter sido um dinossauro bípede em Geelong, no século passado, parecem difíceis de rejeitar.

Pessoas e povos de eras passadas que alegam terem visto dinossauros são incontáveis, principalmente na forma de lendas de dragões provenientes de diferentes partes do globo.13 Várias fontes de informação mostraram já evidências fotográficas de pinturas rochosas de dinossauros.14

Mesmo que só uma porção delas seja baseada em factos, as imensas histórias Aborígenes são consistentes com o padrão. Descrições de criaturas com a aparência de dinossauros encontram-se na Bíblia (Jó 40:15–41:34).

Todos estes dados históricos contradizem o sistema de crenças evolucionista uma vez que eles erradamente insistem que homem algum alguma vez viu algo que se pareça com um dinossauro visto que o ser humano supostamente apareceu na Terra "milhões de anos" após a extinção dos dinossauros.

Temos, portanto, que rejeitar os dados históricos, as pinturas, os testemunhos oculares, e a Bíblia, como forma de não causarmos dano à mitologia evolucionista.

Fonte


terça-feira, julho 10, 2012

Acrobacias surpreendentes da libélula

Há já muito tempo que se sabe que as libélulas são voadoras exímias. Pesquisas recentes demonstram que elas podem seguir os outros insectos com manobras incrivelmente intricadas que dão a aparência dela estar estacionária em relação ao seu alvo.1

Os olhos compostos dos insectos são bons para detectar o menor movimento 2. Devido a isto, os padrões de vôo devem conter sistemas de controle espantosos. Dar a aparência de estar parado pode ser muito útil para se atacar furtivamente uma presa ou para se fugir dum predador.

Uma reportagem breve contida na New Scientist disse:

As libélulas eclipsam os seus inimigos através de manobras complexas que os pilotos de aviões militares só podem sonhar em imitar . . . . Estas manobras exigem sensores de posição e sistemas de controle extraordinários. 3
O pesquisador, Akiko Mizutani [Centre for Visual Science at the Australian National University - Canberra], disse:
Este tipo de performance é difícil de atingir sem sistemas de medição volumosos. 3
Algumas semanas depois, dois pesquisadores da Universidade de Londres programaram mísseis dum jogo de guerra de computador de forma a que estes imitassem o movimento das manobras de camuflagem das libélulas.

Os mísseis chegaram muito mais perto do alvo antes de serem detectados. Eles usaram um programa de computador de rede neural e o Ministro da Defesa britânico expressou interesse nele. 4

Fonte

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O que os mais engenhosos designers humanos não conseguem imitar com sistemas de grande dimensão, o Criador da libélula conseguiu programar no pequeno cérebro da mesma. No entanto, e de forma totalmente irracional, os crentes evolucionistas defendem que o cérebro da libélula, bem como as suas espantosas capacidades aerodinâmicas, são o resultado de mutações aleatórias filtradas pela selecção natural durante os mitológicos "milhões de anos".

. . . .

Como é que isto se enquadra no ensino Bíblico de que a morte é o resultado da Queda de Adão? Primeiro: os insectos não são classificados de "vivos" e contendo "alma - tal como o são os vertebrados; a Bíblia nunca os identifica como nephesh chayyāh (נֶפֶשׁ חַיָּה, hebraico para "alma/ criatura vivente).

Segundo: esta capacidade que hoje é usada para a predação poderia ter funções não-predatórias antes da Queda de Adão - por exemplo, para o acasalamento.

Terceiro: esta pode ser uma capacidade que se encontrava latente nas libélulas até que Adão pecou. Uma vez que Deus "chama as coisas que não são como se já fossem" (Romanos 4:17), Deus pode ter programado isto nos genes da libélula desde o princípio, mas só as ter activado depois da Queda.5

Conclusão:

Do ponto de vista Bíblico, as espantosas capacidades da libélula possuem explicação clara, coerente e perfeitamente harmoniosa com os dados científicos. A sofisticação do vôo da libélula, bem como os seus sistemas de controle de navegação integrados no seu pequeno cérebro, claramente apontam para Deus.

Por outro lado, a explicação ateísta humanista naturalista evolucionista não só se encontra em oposição aos dados observáveis - sistemas não inteligentes não conseguem gerar sistemas de vôo com a complexidade da libélula - como se encontra em oposição à Palavra de Quem estava presente quando a libélula surgiu na Terra.

Portanto, os evolucionistas estão em oposição à ciência que dizem acreditar e em oposição a Deus, Que gerou as condições necessárias para o estudo da ciência.

Mas tudo bem. Desde que eles - os evolucionistas - estejam de acordo uns com os outros, não há mal nenhum, certo?

Referências:

  1. Mizutani, A. et al., Motion camouflage in dragonflies, Nature 423(6940):604, 5 June 2003.
  2. E.g. by ingenious programming to measure optic flow—see Sarfati, J., Can it bee? Creation 25(2):44–45, 2003; after Esch, H.E. et al., Honeybee dances communicate distances measured by optic flow, Nature 411(6837):581–583, 31 May 2001.
  3. Anon., How stealthy insects outsmart their foe, New Scientist 178(2398):26, 7 June 2003.
  4. Graham-Rowe, D., You’ll never see it coming ... , New Scientist 178(2401):18–19, 28 June 2003.
  5. See also Batten, D. (Ed.), Sarfati, J. and Wieland, C., The Creation Answers Book, Creation Publishers, Brisbane, Australia; Triune Press, Brisbane, Australia, 1999; and Q&A: Genesis—Curse.


sábado, julho 07, 2012

Fotossíntese usa física quântica


A vida animal e a vida humana dependem directamente ou indirectamente das plantas. Estas, por sua vez, dependem de máquinas biológicas precisas que capturam e convertem a luz em energia que as células possam usar.

Pesquisadores da "Argonne National Laboratory" (Illinois) têm vindo a usar espectroscopia ultra-rápida para descobrir a forma como estes sistemas operam. A sua última observação em torno da recentemente descoberta complexidade da fotossíntese deixou-os perplexos. Aparentemente a maquinaria biológica em volta da fotossíntese é tecnologicamente tão sofisticada que ela tira vantagem da natureza quântica da luz.

Inicialmente os pesquisadores arrefeceram a bactéria fotossintética de modo a que a interacção entre o fotão e o electrão - na proteína que recolhe a luz - ocorresse mais devagar de modo a ser investigada mais detalhadamente.

Eles incidiram um comprimento de luz sobre moléculas de pigmentos específicas dentro do complexo bioquímico das proteínas que capturam a luz. Cada complexo contém múltiplos pigmentos ordenados de forma precisa. Segundo reportado pela "Argonne Labs",

Os cientistas de Argonne viram algo que ninguém havia alguma vez observado: um único fotão parecia agitar cromóforos [pigmentos] distintos simultaneamente.

(Sagoff, J. Scientists uncover a photosynthetic puzzle. Argonne National Laboratory)

Isto está de acordo com observações peculiares da "coerência quântica" da luz onde uma única partícula super-rápida aparece em dois lugares distintos ao mesmo tempo (DeYoung, D. 1998. Creation and Quantum Mechanics. Acts & Facts. 27 (11)). A bioquímica bacteriana explora esta propriedade da luz quando a captura. Mas como?

Os pesquisadores escreveram no "Proceedings of the National Academy of Sciences" que capturar a luz na sua coerência quântica era "provavelmente devido ao acoplamento electrónico entre o cofactor [pigmento]," e as proteínas precisamente posicionadas especificam o acoplamento (Huang, L. et al. 2012. Cofactor-specific photochemical function resolved by ultrafast spectroscopy in photosynthetic reaction center crystals. Proceedings of the National Academy of Sciences).

Tal como aquelas algas que vivem em zonas com pouca luminosidade (Thomas, B. Algae Molecule Masters Quantum Mechanics), os complexos que capturam a luz estão organizados de forma a explorar a propriedade quântica da luz de modo a maximizar a transferência de energia através de grandes distâncias. Isto aumenta de modo significativo a sua eficiência na captura da luz (Lee, H., Y-C Cheng, and G. Fleming. Coherence Dynamics in Photosynthesis: Protein Protection of Excitonic Coherence. Science. 316 (5830): 1462-1465 e Strumpfer, J. et al. 2012. How Quantum Coherence Assists Photosynthetic Light-Harvesting. Journal of Physical Chemistry Letters. 3 (4): 536-542.).

Ou seja, a bactéria encontra-se equipada com maquinaria que só poderia ter sido construída por Alguém - ou por outra maquinaria que, por sua vez, só poderia ter sido feita por Alguém - que possuía um conhecimento aprofundado da natureza quântica da luz (As àves usam também a mecânica quântica para navegar. Ver: Sherwin, F. Bird Brains and Quantum Mechanics).

Isto surpreendeu o co-autor Gary Wiederrecht que perguntou:

Como é que Mãe Natureza criou este solução elegante?

(Sagoff, J. Scientists uncover a photosynthetic puzzle. Argonne National Laboratory.)

Claro que "ela" não criou nada uma vez que se assim tivesse acontecido, ele nunca pensaria nesta pergunta.

Semelhantemente, o bioquímico de Argonne e autor sénior David Tiede disse:

Isto leva-nos a ponderar se elas estão ali por acidente, ou se nos estão a dizer algo subtil e único sobre estes materiais.

(Sagoff, J. Scientists uncover a photosynthetic puzzle. Argonne National Laboratory)

A "mãe natureza" e a sua mão mágica de acidentes aleatórios nunca poderiam ter gerado esta tecnologia avançada uma vez que ela não só está muito para além da tecnologia humana actual, como se encontra para além da compreensão humana actual em torno da operacionalidade da coerência quântica. Se seres inteligentes não conseguem nem imaginar como é que estas máquinas funcionam - muito menos construir uma igual - é ridículo dizer que as forças não-inteligentes da natureza tenham essa capacidade.

Se a maquinaria fotossintética das bactérias descarta a "mãe natureza" como agente criador, então a sua origem só pode ser explicada da mesma forma que outras maquinarias o são: como efeito de inteligência. Neste caso, como estamos a falar da natureza biológicaem si, então Quem fez a natureza existe para além do mundo natural.

Fonte

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Através deste tipo de evidências científicas podemos ver a natureza religiosa da teoria da evolução. Os evolucionistas, note-se, são as pessoas que investem largas somas de dinheiro para - parafraseando Carl Sagan - procurar "sinais de inteligência" pelo universo afora ao mesmo tempo que rejeitam de todo o complexo e surpreendente equipamento informático que se encontra dentro deles - e dentro das bactérias.

Por isso é que nós, Cristãos, temos que tomar ciência duma coisa muito importante: sempre que falamos com um ateu evolucionista, estamos a falar com um devoto religioso fundamentalista que rejeita as evidências como forma de manter o seu sistema de crenças intacto. Não é que ele seja menos inteligente que os Cristãos; não é. O que se passa é que ele propositadamente se recusa a usar a sua inteligência devido as ramificações anti-ateístas dos dados da ciência.

É em relação a estas pessoas que o Espírito Santo diz em 2 Pedro 3:5:

Eles voluntariamente ignoram isto.
Não é que os mecanismos da ciência os force a chegar a essa conclusão; é a sua filosofia de vida que os força a fechar o seu entendimento de modo a que não vejam a verdade estampada bem à sua frente. Eles são aqueles que "dizendo-se sábios, tornaram-se loucos" (Romanos 1:22).


terça-feira, julho 03, 2012

Formigas matemáticas

Será que as formigas sabem contar? Parece que sim.
Quando formigas exploradoras deparam-se com uma fonte de alimento, elas levam-na para a colónia. Se o item é demasiado bom mas demasiado grande para ser transportado - apesar da força das formigas -, a exploradora regressa ao ninho e volta com ajuda.

O interessante deste procedimento é que, segundo alguns cientistas, as formigas fazem uma avaliação do trabalho que vai ser despendido e regressam ao local onde se encontra o item com a ajuda suficiente para a missão, mas nada mais do que isso.

Um cientista cortou um gafanhoto morto em 3 bocados: o segundo bocado era duas vezes maior que o primeiro, e o terceiro bocado era duas vezes maior que o segundo. Posteriormente, ele deixou os três pedaços em locais que ele sabia que seriam percorridos pelas formigas exploradoras. Ele observou como cada um dos pedaços foi descoberto e inspeccionado pela formiga-batedora antes dela regressar à colónia.

Quando a formiga voltou ao local com reforços, o cientista contou o número de formigas que operavam em cada um dos pedaços. O pedaço mais pequeno tinha 28 formigas em seu redor e o segundo pedaço tinha 44 formigas. Quantas formigas julgas que trabalhavam para transportar o terceiro e o maior pedaço? Se disseres 88 - que é o dobro de 44 - falhas por um. Havia precisamente 89 formigas em redor do terceiro pedaço.

Somos forçados a concluir que habilidades matemáticas fazem parte do conjunto de capacidades que as formigas possuem dentro de si.

Fonte

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Do ponto de vista evolutivo/naturalista/ateu, capacidades matemáticas em insectos "primitivos" não fazem sentido nenhum, mas dentro da visão Bíblica das nossas origens estas capacidades são perfeitamente normais e esperadas.

Se - como demonstram a Bíblia e a ciência - as formas de vida foram construídas para sobreviver, faz sentido que Deus tenha capacitado os animais com características que aumentem as suas capacidades de sobrevivência.

Essencialmente, o que as formigas fazem é o que o Criador diz em Lucas 14:28:

Pois, qual de vós, querendo edificar uma torre, não se assenta primeiro a fazer as contas dos gastos, para ver se tem com que a acabar?
Elas fazem uma avaliação do trabalho à sua frente, e voltam para a sua colónia com essa informação. Quando regressam ao sítio onde se encontra a fonte de alimento, elas fazem-se acompanhar por uma força suficiente para a função.

Nada mais, e nada menos.

Sem dúvida que para o evolucionista comum isto é mais uma evidência dos poderes "criativos" das forças da natureza, mas para o resto da população mundial, a operacionalidade neste insecto é um óbvio testemunho para o Génio Criativo de Deus. Que pena que os evolucionistas coloquem mais peso na sua filosofia naturalista do que no que a ciência realmente demonstra.


sábado, junho 30, 2012

Tartarugas fossilizadas: Evidência em favor do Dilúvio de Noé

E, como foi nos dias de Noé, assim será, também, a vinda do Filho do homem.
Mateus 24:37


A palavra "excitação" não qualifica de modo exaustivo o evento. Os órgãos de informação anunciaram as "tartarugas em acasalamento" antes mesmo do artigo científico estar oficialmente disponível online.

O depósito fóssil de Messel Pit - Alemanha - forneceu já uma multitude de tesouros fósseis mas o anuncio da descoberta de vertebrados fossilizados em copulação era o sonho de qualquer editor informativo. Até a BBC deu publicidade à notícia com o título "Tartarugas fossilizaram num abraço sexual".

Note-se que não foi só um par de tartarugas aquáticas que foram encontradas mas sim nove.

Do ponto de vista evolutivo, é fácil entender a excitação dos cientistas e dos órgãos de informação evolucionistas. Tendo como base o seu paradigma naturalista, é surpreendente que fóssil algum tenha sido encontrado - mais surpreendente ainda se forem encontrados 9. Como o pesquisador de renome Walter Joyce (Universidade de Tübingen - Alemanha) devaneou "não há razão alguma para se entrar no registo fóssil quando se está a acasalar."

Se o paradigma uniformista evolutivo - que envolve milhões de anos de processos lentos e graduais - está correcto, então Walter tem razão no que diz. Tal como Joyce disse à LiveScience:

As probabilidades de ambos os parceiros morrerem exactamente na mesma altura são altamente baixas; as chances de ambos serem posteriormente preservados como fósseis é ainda mais baixas.
Por outro lado, tal como tem sido dito pelos cientistas criacionistas, as evidências fazem muito mais sentido à luz da descrição Bíblica da História. Estes nove pares de tartarugas são melhor entendidos como um legado dum enterramento rápido durante o Dilúvio de Noé.

Primeiro: note-se que os fósseis foram descritos como muito bem preservados: "espécimes fósseis incríveis", "fósseis verdadeiramente excepcionais", tais como todos os outros "milhares de extraordinariamente bem preservadas criaturas fósseis retiradas de Messel Pit”— fósseis conhecidos por serem "extraordinariamente bem preservados . . . [por exemplo] insectos e penas que possuem ainda indícios das suas cores originais."

Segundo: note-se que estas tartarugas, identificadas como Allaeochelys crassesculpta, nas palavras do pesquisador Walter Joyceteriam uma aparência similar a dos seus relativos vivos mais próximos, a tartaruga com nariz de porco (Carettochelys insculpta) da Nova Guiné e da Austrália, mas um bocado menor." Isto é precisamente o que o artigo da Creation magazine reportou sobre as tartarugas.

Dito de outra forma, apesar dos alegados 47 milhões de anos terem entretanto passado desde a fossilização, as tartarugas são virtualmente idênticas às tartarugas actuais, isto é, não houve evolução.

Na verdade, o verdadeiro tempo decorrido desde que estas tartarugas foram enterradas rapidamente é de ~4500 anos - isto é, começando a contar desde o Dilúvio de Noé.

Terceiro: apesar das alegações evolucionistas de que "é raro um animal morrer e fossilizar-se enquanto está envolvido num comportamento", a sua própria documentação está repleta de tais exemplos. Por exemplo, peixes que fossilizaram enquanto tinham presas na sua boca, e dinossauros que fossilizaram enquanto lutavam ou enquanto chocavam os ovos nos seus ninhos.

Devido a este acumular de evidências contraditórias não é de admirar que muitos paleontólogos se estejam a afastar do uniformitarianismo ("o presente é a chave do passado") e estejam de modo crescente a invocar cenários catastróficos. No entanto, e como forma de manterem os seus empregos, prestígio profissional e financiamento, eles estão proibidos de invocar o Dilúvio de Noé como o tal evento catastrófico.

No caso destas tartarugas, o cenário preferido por Joyce e os seus colegas é o das mesmas terem sido preservadas num lago vulcânico.

As tartarugas acasaladoras dizem-nos que a superfície das águas do lago Messel eram suficientemente hospitaleiras para permitir que as tartarugas lá vivessem e lá acasalassem, mas os animais poderiam morrer acidentalmente quando - durante o acasalamento - se afundassem nas relativamente superficiais e venenosas camadas subsuperficiais.

Muitos animais entram num estado de transe quando estão a acasalar ou a colocar ovos, e é inteiramente possível que estas tartarugas simplesmente não se tenham apercebido que estavam a entrar em águas venenosas até que já era tarde demais.

Esta é inequivocamente uma criativa "estória" mas, e como é normal na teoria da evolução e nos milhões de anos, há falhas fatais. A Nature cita um estudante de paleontologia na Universidade da Carolina do Norte, Edwin Cadena - em processo de doutoramento - que considera plausível a explicação de Joyce para as tartarugas, mas insuficiente para explicar os outros fósseis encontrados no mesmo local.
A noção do lago estratificado funciona para o que aconteceu às tartarugas mas não funciona tão bem para outros fósseis encontrados em Messel, tais como morcegos, áves ou mesmo outros mamíferos.
Se as camadas superiores eram inóspitas, pergunta Cadena, o que é que causou a morte das áves e dos mamíferos terrestres?
As tartarugas são apenas uma parte do mistério em decurso.

(Switek, B., Sex locked in stone, Nature doi:10.1038/nature.2012.10850, 20 June 2012.)

Na verdade, mesmo que nenhum outro animal tivesse sido achado fossilizado em Messel, a explicação de Joyce nem para as tartarugas funcionaria uma vez que seria preciso acreditar numa misteriosa ordem de eventos que se abateu sobre os nove pares de tartarugas, e que todos os nove pares tivessem sido protegidos da decomposição e da predação. Quais são as probabilidades disso ocorrer no mundo natural?

Fonte

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O contínuo "mistério fóssil" é facilmente explicável se olharmos para Génesis como o relato de eventos históricos - e não "mitos" ou "alegoria". As evidências em favor do cataclismo com a duração dum ano que a Bíblia descreve encontram-se ao nosso redor, e por baixo de nós.

A melhor explicação para estas tartarugas que fossilizaram enquanto acasalavam é a subterração rápida após um dos muitos eventos catastróficos sedimentários que ocorreram durante o Dilúvio global descrito na Palavra de Deus.

Que pena que muitos Cristãos ainda estejam do lado errado da ciência e da Verdade Bíblica.

Porquanto, assim como, nos dias anteriores ao dilúvio,
comiam, bebiam, casavam e davam-se em casamento, até ao dia em que Noé entrou na arca.

E não o perceberam, até que veio o dilúvio e os levou a todos, assim será, também, a vinda do Filho do homem.
Mateus 24:38-39


quarta-feira, junho 27, 2012

Biomecânica confirma Génesis

Ouvi, ó céus, e presta ouvidos, tu, ó terra, porque fala o Senhor:
Criei filhos, e exalcei-os; mas eles prevaricaram contra Mim.
Isaías 1:2

Uma vez que todas as disciplinas científicas estão de acordo com o modelo da criação, o estudo do fascinante do mundo da biomecânica não pode ser excepção. O escritor científico Bruce Fellman declara:
Os estudos em torno da biomecânica mostram como o design e a construção das plantas e dos animais obedecem as leis da Física e capitalizam com as mesmas.
(Fellman, B., “The Wonders of Biomechanics,” Funk & Wagnalls 1991 Science Yearbook, p. 85)
A estas palavras, o cientista criacionista acrescentaria que tal "design" requer um Brilhante Designer.

Uma das áreas da biomecânica é a fascinante construção dos ossos. Há alguns anos atrás o evolucionista Carl Welty escreveu "As Áves como Máquinas Voadoras" (Birds as Flying Machines.” - Welty, C., “Birds as Flying Machines,” Vertebrate Structures and Functions, Scientific American, W.H. Freeman & Co. 1974, p. 66) onde fala das estrutura dos ossos das áves.

Deus criou as áves com ossos ocos de modo a dar força máxima para um peso menor. Por exemplo, o alcatraz pode ter até 2 metros de envergadura mas o seu esqueleto pesa apenas 0.113 quilos.

No seu artigo Welty tem a foto do osso da asa dum abutre exibindo a sua estrutura interna. Ele comenta:

Geometricamente falando, as ligações internas dos ossos são virtualmente idênticas às usadas nos alicerces Warren [ing: Warren truss] geralmente usados como componentes estruturais em aço.
Quando se compara a foto de Welty com a estrutura Warren no "Urquhart’s Civil Engineering Handbook" ficamos espantados coma a semelhante entre ambas.

A beleza da organização dos ossos trabeculares foi observada em 1866 pelo engenheiro suíço Karl Cullman quando este se deparou com a cabeça cortada dum fémur no laboratório dum colega e exclamou "Mas isso é o meu guindaste!"

De facto, o padrão interno dos ossos seria muito semelhante ao padrão de guindastes que Cullman havia criado para docas de descarregamento (Summers, A., Natural History, Sept. 2001, p. 74).

A.G. Carnes-Smith, um químico da Universidade de Glasgow (Escócia) admite que o que nos impressiona nos seres vivos é a criatividade embutida, a aparência de terem sido arquitectados, pensados - de terem sido agregados com um propósito. A característica singular é a enorme falha entre as versões mais simples de organismos que se possam imaginar - tal como nós os conhecemos - e os componentes que, de modo razoável, a Terra possa ter gerado.

Mas o problema maior aparece porque a maior parte da complexidade parece ser necessária para a operacionalidade total do organismo (Cairns-Smith, A.G., Seven Clues to the Origin of Life, Cambridge University Press, 1985).

Os ossos são os tecidos dinâmicos, complexos e vivos dos vertebrados. Qual é a origem de tal tecido único que combina células vivas (osteócitos) com minerais (cálcio e fósforo)? O falecido Gordon Rattray Taylor, antigo conselheiro científico da BBC, disse o seguinte no seu livro:

É óbvio que a criação [sic] dos ossos requereu não uma mas uma série de mutações, todas elas integradas tendo em vista o mesmo propósito - algo incrível para ter ocorrido por acaso.
(Taylor, G.R., The Great Evolution Mystery, Secker & Warburg, London, 1983, p. 57)
Segundo o neo-darwinismo, as "criaturas mais antigas" da escala evolutiva - tais como os corais, os moluscos e as esponjas - não possuíam esqueleto (ossos) mas de repente, e de modo inexplicável, animais com esqueletos apareceram no registo fóssil. A Grolier Multimedia Encyclopedia de 1998, referindo-se ao aparecimento abrupto das classes de filo dos grupos superiores de animais nas camadas Câmbricas e Ordovicianas, declara:
Isto reflecte uma aquisição súbita de esqueletos por parte dos vários grupos, o que, por si só, constitui um problema.
Um problema para a teoria da evolução, entenda-se, uma vez que Génesis claramente declara que as formas de vida aparecerem nos espaço de 6 dias (e não com intervalos de milhões de anos entre si, como pensam alguns "cristãos").

. . .

Como seria de esperar, os evolucionistas desdobram-se desesperadamente para fornecer explicações 100% naturalistas para a origem de estruturas tão complexas como os esqueletos e os ossos que fazem parte deles. Eles [os evolucionistas] preferem venerar a criação e não o Criador (Romanos 1:25). O evolucionista G.V. Lauder escreve sobre este assunto no segundo capítulo do seu livro "Adaptation" declarando:

Sem dúvida que a explicação mecanicista da Darwin para a origem o design orgânico foi uma enorme conquista intelectual.
(Rose, M.R. and Lauder, G.V., Adaptation, Academic Press, Inc. 1996)
Lauder prossegue afirmando que a "selecção" [natural] é a razão por trás da "manifesta complexidade dos organismos".

No entanto, e como é normal na religião evolucionista, pelos menos 4 outros biólogos evolucionistas discordam com a crença de Lauder, e afirmam na 6ª edição do seu texto que:

A selecção natural só pode operar nas propriedades biológicas que já existem; ela [a selecção natural] não gera características de modo a suprir necessidades adaptativas.
(Noble, Noble, Schad & MacInnes, Parasitology, Lea & Febiger, 1989, p. 516)
Ou seja, a selecção natural nunca pode ser usada como explicação para a origem de propriedades biológicas uma vez que a selecção natural, como o próprio nome indica, selecciona. Para haver selecção, tem que haver o que seleccionar.

Conclusão:

A biomecânica é apenas mais outra área da ciência que revela a Criativa Mão de Deus. Que pena que para a maior parte dos cientistas o naturalismo esteja acima da verdade.

Fonte


sábado, junho 23, 2012

O papel da selecção natural no mundo real


Quando vejo os Teus céus, obra dos Teus Dedos, a lua e as estrelas que preparaste
Salmo 8:3

O livro "A Origem das Espécies Por Meio da Selecção Natural" tornou-se popular - e ainda é - porque tenta [sem sucesso] explicar a criação sem referência ao Criador - colocando no Seu lugar um fenómeno conhecido como selecção natural (ou "sobrevivência do mais apto").

Hoje, se um evolucionista ateu e um criacionista se encontrassem lado a lado a observar uma bela flor - ou o vôo espectacular do beija-flor - eles teriam ideias bastante díspares em relação à origem de tais mecanismos. O ateu, limitado pela sua aderência ao naturalismo, não teria escolha senão em reconhecer o imaginado "poder ilimitado" da selecção natural afirmando algo do género:

A selecção, agindo sobre a variabilidade genética nas populações naturais, é responsável pela espantosa e aparente diversidade entre os animais e as plantas à nossa volta.
(Wen-Hsiung Li, Molecular Evolution, Sinauer, 1997, p. 432)
Mas estas alegações estão cheias de problemas científicos, tal como os próprios darwinistas modernos (neo-darwinistas) reconhecem. Numa admissão franca, um eminente evolucionista declarou:
No entanto, quando, em 1859 [Charles Darwin] publicou a Origem das Espécies, ele não tinha qualquer tipo de evidência inequívoca da existência da selecção [natural].
(Ernest Mayr, What Evolution Is, Basic Books, N.J., 2001, p. 1213. . Vêr também: Margulis & Sagan, Acquiring Genomes, Basic Books, 2002.)

Um professor da "Nottingham Trent University" questiona:

Mesmo que os neo-darwinistas estejam correctos, a que nível é que a selecção natural é suposta operar?
(Trevor Palmer, Controversy—Catastrophism and Evolution, Kluwer Academic, 1999)
Certamente que não é ao nível mais baixo:
A forma como a selecção natural opera ao nível molecular é ainda um problema enorme para a biologia evolutiva.
(Yokoyama, "Color vision of the Coelacanth," Journal of Heredity, May/June 2000)
O falecido evolucionista Stephen Jay Gould descreveu os limites deste processo supostamente criativo:
A selecção natural é, portanto, um princípio de adaptação local e não um avanço ou progresso geral.
(Scientific American, Outubro 1994, p. 85)
E é exactamente esse o ponto que os criacionistas levantam contra a mitologia evolutiva. Os cientistas criacionistas não só não possuem qualquer tipo de argumento contra as palavras de Gould. como acrescentariam ainda que a selecção natural não tem nada a ver com a origem das espécies ou dos tipos básicos.

Outros biólogos evolucionistas concordam:

A selecção natural só pode operar sobre as propriedades biológicas que já existem [criação]; não pode criar propriedades que satisfaçam necessidades de adaptação.
(Noble, et al., Parasitology, sixth edition, "Evolution of Parasitism," Lea and Febiger, 1989, p. 516)
Fonte

. . . .

Concluindo, sempre que um evolucionista apelar à selecção natural como agente criativo, podemos ter a certeza que estamos a falar com uma pessoa muito mal informado sobre aquilo que ela diz acreditar.

Para nós cristãos, os limites das forças naturais não são problemáticas uma vez que nós sabemos que a natureza não se criou a ela mesma (Salmo 8:3-4).


quarta-feira, junho 20, 2012

Leviatã: crocodilo ou dinossauro?


PODERÁS pescar com anzol o leviatã, ou ligarás a sua língua com a corda? . . Os teus companheiros farão dele um banquete, ou o repartirão entre os negociantes? . . Debaixo de si, tem conchas ponteagudas; estende-se sobre coisas ponteagudas como na lama.
Jó 41;1,6,30

O capítulo 41 do Livro de Jó descreve uma criatura chamada de "Leviatã". Tal como nas descrições anteriores ao beemonte, o Senhor está a impressionar Jó com a sabedoria e majestade do Seu Poder criativo. E de facto, o leviatã é uma criatura impressionante.

É-nos dito que ele não o pode ser subjugado de modo a que ela serva os seres humanos, e ninguém cai duas vezes no erro de lutar contra ele. Provavelmente porque essa pessoa deixa de existir depois da primeira tentativa.

O leviatã é poderoso e gracioso mas considera o aço como palha uma vez que o ferro não consegue penetrar as suas escamas blindadas. Até as suas partes inferiores são compostas por escamas blindadas.

Que criatura tão temível é esta?

Algumas traduções sugerem que o leviatã é um crocodilo dos rios, mas isto é refutado pelo óbvio facto da descrição nem de perto nem de longe se ajustar:

  • Os crocodilos não possuem escamas ponteagudas ou blindadas nas suas partes inferiores.

Em vez disso, essa zona dos crocodilos é macia e facilmente perfurada - até mesmo com uma faca. Mesmo nos tempos do Antigo Testamento, algumas pessoas ganhavam a vida matando crocodilos e comercializando a sua pele de couro. Devido a isso - mas não exclusivamente devido a isso - os crocodilos tornaram-se extintos em alguns lugares.

  • É possível domesticar o crocodilo mas é impossível domesticar o leviatã.


* * * * * *

Claramente o leviatã não é um crocodilo e nem parece ser uma outra criatura familiar. É possível que o mesmo tenha sido um dinossauro que vivia nas águas - talvez algo parecido com um tylosaurus.

Presentemente não podemos ter 100% de certezas, mas podemos afirmar com relativo grau de segurança que o leviatã não se conforma com os répteis conhecidos actualmente.

PS: Algumas traduções cristãs - especialmente aquelas que são feitas por grupos que defendem os "milhões de anos" ou a teoria da evolução - tentam anular o peso de algumas descrições de modo a que a mesma se possa ajustar a um animal actual. Por exemplo, no caso do beemonte muitas traduções têm notas de rodapé qualificando-o como um hipopótamo ou um elefante. Isso está errado, como vamos ver num futuro próximo.

A Bíblia foi inspirada mas os comentários de rodapé não.


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