segunda-feira, fevereiro 20, 2012
Ameaçado de morte por não acreditar na teoria da evolução
domingo, fevereiro 19, 2012
Templo antigo contradiz a imaginada evolução da religião
Os antropólogos [evolucionistas] sempre assumiram que a religião organizada havia evoluído como forma de resolver as tensões que inevitavelmente surgiram quando os caçadores-recolectores se tornaram sedentários.Mas pilares extraordinariamente esculpidos encontrados no mais antigo templo do mundo, Gobekli Tepe, contradiz a versão evolutiva em torno da história antiga do homem (Cosner, L. and R. Carter. How does Göbekli Tepe fit with biblical history?).
A antropologia evolutiva oficial insiste que os seres humanos foram inventando a adoração religiosa à medida que emergiam da sua ancestralidade primata. Supostamente a religião emergiu depois do desenvolvimento da agricultura providenciar às pessoas tempo livre e proximidade suficiente para que conflitos fossem gerados uns com os outros.
Isto, supostamente, forneceu-lhes um incentivo para inventarem Deus e a religião.
Contadores de histórias evolucionistas como H. G. Wells ofereceram razões prováveis para a iniciativa humana de criar a religião. Em 1939, Wells especulou sobre as pessoas do Neolítico:
Tabu, that is to say primitive moral control, and magic, which is primitive science, are now grouped about the directive priesthood, and an elaborate astronomy fraught with worship, links the plough and the labouring beast and the sacrifice upon the altar with then constellations.
(Wells, H. G., J. E. Huxley and G. P. Wells. 1939. The Science of Life. New York: Garden City Publishing Company, 1458-1459.)
Igualmente especulativa, a reportagem da National Geographic em torno de Gobekli Tepe afirmou que "aqueles que ascenderam ao poder eram vistos como possuidores duma ligação especial com os deuses."
Mas a noção evolutiva de que as amenidades agriculturais geraram a religião está em vias de ser totalmente subvertida à luz dos complexos templos - totalmente construídos - descobertos em Gobekli Tepe (que, de forma lata, significa "montanha com barriga arredondada") no sul da Turquia.
Estes achados espantosos demonstram que a humanidade era capaz de levar a cabo rituais religiosos e adoração desde o princípio da sua existência - e não milhares de anos depois de ter supostamente evoluído.
Existem muitos mistérios em torno deste local. Por exemplo, ninguém sabe o porquê dos pilares do templo terem sido enterrados de propósito, provavelmente séculos depois da sua cuidadosa construção, nem o porquê deles exibirem padrões ornamentais, nem o porquê de terem imagens de áves, serpentes, um escorpião, bois, raposas, répteis, um homem e provavelmente dinossauros.
Paralelamente, ninguém sabe o porquê dos pilares terem sido ordenados em círculos de 4 pedras, nem há conhecimento do propósito da construção da estrutura em si.
Elif Batuman, que descreveu a sua visita ao templo de Gobekli Tepe na edição de Dezembro do "The New Yorker" disse:
De facto, ninguém sabe como é que o homem do neolítico conseguiu talhar estes pilares.Estas perguntas gerais podem nunca ser respondidas, mas estas ruínas fascinantes sem dúvida que refutaram certas alegações inspiradas pela teoria da evolução em torno do homem primitivo. Batuman escreveu:
A noção de se ter caçadores-recolectores a construir monumentos religiosos contradiz muito do que nós pensávamos saber sobre monumentos religiosos e sobre caçadores-recolectores.Porém, os evolucionistas continuam a tentar explicar mais esta contra-evidência dentro do seu paradigma naturalista.
(Batuman, E. The Sanctuary. The New Yorker. December 19 and 26, 2011: 72-83.)
O arqueólogo evolucionista Klaus Schmidt, pesquisador-chefe das escavações, sugeriu que, se calhar a adoração religiosa evoluiu primeiro, o que motivou a necessidade da agricultura.
Mas a reversão total da história evolutiva em torno da evolução humana apenas mostra como esta suposta "teoria científica" é plástica, subjectiva e claramente duvidosa.
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A linha temporal Bíblica coloca o berço da civilização essencialmente no sítio onde a Arca de Noé aterrou, perto do Crescente Fértil do Médio Oriente - o que inclui a Turquia. Devido a isto, faz sentido que Gobekli Tepe tenha sido um dos primeiros templos que a humanidade pós-Dilúvio construiu.
Este achado maravilhoso vindica o que a Bíblia sempre disse sobre a humanidade. O homem "primitivo" era tão inteligente e habilitado como o homem moderno - se calhar até mais.
De acordo com a Palavra Daquele que estava lá quando o homem surgiu (sendo Ele o Criador) a humanidade foi criada à Imagem e Semelhança de Deus - com todas as capacidades necessárias para imaginar, projectar, construir, plantar e adorar.
Este achado científico demonstra mais uma vez que os Cristãos que defendem os "milhões de anos" com base na "datação" evolutiva estão não só estão em oposição ao que os dados científicos demonstram, como estão em desacordo com o que o Criador diz.
sexta-feira, fevereiro 17, 2012
Richard Dawkins, o ignorante
Se por acaso tentassem definir o que é a arrogância intelectual deslocada não poderiam fazê-lo de melhor forma do que pedir ao mais famoso ateu do mundo que dissesse quem é e quem não é Cristão.
O militante ateu Richard Dawkins anunciou triunfalmente que "um surpreendente número [de Cristãos] não consegue dizer qual é o primeiro Livro do Novo Testamento".
A transcrição da discussão demonstra o quão embaraçoso foi o momento para Dawkins:
Fraser: Richard, se eu lhe perguntasse qual é o título completo do livro "A Origem das Espécies", estou certo que você seria capaz de responder a isso.Foi um minuto de ouro radiofónico. Para além de ser hilariante, foi bastante simbólico.
Dawkins: Sim, seria.
Fraser: Então diga lá.
Dawkins: "A Origem das Espécies" . . . . uh . . . . . "Com" . . .oh Deus . . . "A Origem das Espécies". . . . . . . Há um sub-título em torno da preservação das raças favorecidas no combate . . . . na luta pela vida.
Fraser: Se você perguntasse às pessoas que acreditam na teoria da evolução o que eu lhe perguntei e apenas 2% respondesse de forma acertada, seria terrivelmente fácil para mim afirmar que eles, afinal, não acreditam na teoria da evolução. Portanto, não é justo você fazer este tipo de perguntas.
O que temos aqui portanto é o Richard Dawkins a demonstrar que não sabe o título integral do livro cuja obediência religiosa ele tão avidamente promove por todo o mundo.
Como já foi dito por várias pessoas, Dawkins é uma fraude intelectual de todo o tamanho. Este tipo de comportamento não foi um lapso de memória temporário mas sim uma característica sua.
Este indivíduo frequentemente finge ter conhecimento que ele obviamente não tem, e assume saber coisas que claramente não sabe. É precisamente por isto que ele evita debater com pessoas que estão cientes da sua arrogância intelectual e que facilmente o poderiam ridicularizar em publico.
É suficientemente mau que Dawkins não tenha sido capaz de dizer o título integral do livro que ele afirma ser o livro mais importante da história - logo depois de ter defendido que seria capaz. Mas mais importante ainda, ele esqueceu-se da parte do título que se refere ao mecanismo supostamente responsável pela evolução!
Lembrem-se deste tipo de vergonha da próxima vez que um militante evolucionista vier com ares de superioridade intelectual e moral. Lembrem-se disto sempre que alguém quiser citar o Dawkins como algum tipo de "autoridade" científica no que toca a questões em torno da Biologia.
Entretanto, fica aqui o título integral do livro que Dawkins promove como sendo o livro mais importante da história do homem mas cujo titulo ele não sabe.
On the Origin of Species by Means of Natural Selection, or the Preservation of Favoured Races in the Struggle for Life.
E para o caso do Youtube tirar o vídeo:
quinta-feira, fevereiro 16, 2012
Faz sentido
De certa forma, faz sentido que sejam os evolucionistas a liderar este processo visto que tanto a crença de que lobos evoluíram para baleias como a crença de que o homem consegue aumentar a temperatura da Terra nada mais serem que ficção cientifica:
Será a educação em torno das alterações climáticas a nova evolução, isto é, ameaçada por parte de grupos de interesse muito bem organizados nas escolas distritais dos EUA bem como nos padrões de educação?A NCSE espera que a tarefa seja mais complicada do que o combate ao Criacionismo. Eugenie Scott afirma:Um crescente número de proponentes da educação acha que sim. Devido a isto a partir de ontem, a National Center for Science Education (NCSE) em Oakland, Califórnia, que se dedica a combater o ensino do Criacionismo, anunciou que vai se dedicar também ao combate dos negacionistas climáticos.
As forças unidas contra a ciência climática são mais numerosas e com melhor financiamento.Devido a isto, Scott defende que estas "forças" são mais capazes de propagar a sua mensagem nos órgãos de informação do que os defensores do Criacionismo.
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Um dos motivos que vai tornar o combate ao "negacionismo climático" mais complicado é o facto de ser mais difícil mentir às pessoas sobre algo que elas podem observar empiricamente, independentemente das formidáveis "forças unidas" contra a "ciência climática".
Outro motivo óbvio para o à vontade que muitos cientistas têm em demonstrar a idiotice da teoria do AGA é a inexistência de ramificações religiosas por parte desta (embora existam ramificações políticas). Quer uma pessoa acredite em Deus ou não acredite em Deus, a rejeição do AGA não vai alterar a sua cosmovisão.
No entanto, a crença no Criacionismo implica uma alteração fundamental na forma como vêmos o mundo. Para um militante ateu que claramente observa a insuficiência da teoria da evolução como explicação coerente para a origem dos sistemas biológicos, é complicado passar a defender o Criacionismo - embora se aperceba que esta teoria está melhor suportada pelos dados observáveis.
Para alguém que sempre se auto-glorificou em ser um "céptico" apenas e só por acreditar que o mundo biológico criou-se a si mesmo, o Criacionismo é muito mais perigoso que o AGA.
Como tal, prevejo que o NCSE mais cedo ou mais tarde desista de combater o "negacionismo climático" e volte a defender a tese de que a vida criou-se a si mesma.
segunda-feira, fevereiro 13, 2012
Comunicação entre pirilampos contradiz religião evolucionista
"Falou-lhes, pois, Jesus, outra vez, dizendo: Eu sou a luz do mundo; quem Me segue não andará em trevas, mas terá a luz da vida."
A sequência de luzes que os pirilampos produzem são na verdade um sistema de comunicação e linguagem bastante complexo. Cada uma das mais de 200 espécies de pirilampos possui a sua linguagem particular e distinta.
Cada espécie usa combinações distintas de cor, intensidade e intervalos entre os "flashes" (sinais luminosos).
À medida que o macho voa através da comunidade de pirilampos, ele automaticamente emite um série de sinais de luzes. "Falando" com os flashes de luz, ele busca a resposta apropriada por parte de fêmeas que estejam prontas a acasalar.
Como dito em cima, cada espécie de pirilampo possui a sua linguagem de luz distinta, o que ajuda os machos a identificar os membros da sua comunidade. As fêmeas que não estão prontas a acasalar, ou que já tenham acasalado, comunicam-no através dos flashes de luz aos machos voadores.
Existem evidências de que pelo menos uma espécie de pirilampo consegue entender a linguagem de outra espécie de pirilampo. As fêmeas desta espécie atraem machos de outra espécie para baixo usando a linguagem do macho e fingindo serem fêmeas prontas a acasalar. Quando o macho se aproxima para o acasalamento, a fêmea captura-o e come-o.
Tu podes também "falar" a língua dos pirilampos; para tal basta teres uma lanterna e ajustá-la de modo a que apenas um pequeno feixe de luz seja visível. Depois disso, observa com atenção os padrões de luz que as fêmeas estão a emitir e tentar imitar.
Se fizeres isto da forma certa, os pirilampos macho aproximar-se-ão para investigar a tua lanterna.
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Linguagem, codificação, emissores, receptores e imitação são entidades que refutam de todo a tese de que a biosfera possui causas não inteligentes. Forças não-inteligentes não possuem a capacidade de gerar sistemas que dependam de informação em código.
Como nós observamos na natureza sistemas cuja subsistência depende do código que possuem dentro de si (ADN) e do código que usam para propagar a espécie, é cientificamente seguro rejeitar a teoria da evolução como explicação válida para a origem destes sistemas.
A inteligência embutida na criação é uma das impressões digitais do Criador Infinitamente Inteligente. Tal inteligência natural nunca poderia ser o resultado de acidentes genéticos filtrados pela não-inteligente selecção natural.
quinta-feira, fevereiro 09, 2012
Estrutura interna do fígado contradiz mitos evolutivos
"Pois possuíste os meus rins; entreteceste-me no ventre de minha mãe"
O fígado dum adulto médio tem essencialmente o tamanho duma pequena bola de futebol americano. Pesando cerca de 1,360 Kgs, é o maior órgão interno do corpo humano.Ajustado de modo elegante entre costelas, o fígado não só executa mais de 500 funções distintas, como desempenha um papel de ligação fundamental e vital entre o coração, os pulmões e o sistema digestivo.
(Nada mau para algo que, segundo os evolucionistas, é o resultado de milhões de mutações aleatórias através dos mitológicos "milhões de anos".)
Dentro do fígado existe uma série espantosa de veias microscópicas onde cada gota de sangue é processada. Lá, as condições do sangue são constantemente monitorizadas de modo a garantir que a sua química esteja de acordo com os parâmetros necessários e restritos. Químicos inúteis são transformados em químicos úteis.
Paralelamente, o fígado produz proteínas, corrige factores em torno da coagulação do sangue, controla o balanceamento hormonal e neutraliza os venenos. Se substâncias são necessárias para combater uma infecção, o fígado encarrega-se de as produzir e adicioná-las à corrente sanguínea.
O fígado não só armazena vitaminas e minerais, como prepara-se a ele mesmo para fornecer ao corpo a energia necessária quando requisitada. Como se não fosse suficiente, o fígado produz a bílis, essencial para a digestão.
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Como é que os evolucionistas explicam a origem aleatória dum sistema integrado que leva a cabo mais de 500 funções - cada uma tão ou mais importante que a outra? Nem vamos levar em conta o facto de haver funções que são executadas em simultâneo.
Qual das funções do fígado evoluiu primeiro? Como é que a forma de vida em questão sobreviveu enquanto esperava que as outras funções evoluíam ? Há algum tipo de registo fóssil que demonstre essa tal "evolução"?
Apontar a existência actual de fígados com complexidades distintas não ajuda a teoria da evolução uma vez que, antes de apontar as variações na complexidade, os evolucionistas primeiro têm que estabelecer uma linhagem evolutiva.
É contra-producente apontar fígados com complexidades distintas, e alinhá-los em ordem de complexidade, sem primeiro demonstrar que o animal a quem pertence tal fígado está no sítio "certo" dentro da mitológica escala evolutiva.
Como seria de esperar, a operacionalidade do fígado tem levado muitos evolucionistas a abandonar a noção de que o mesmo é o resultado de milhões de anos de acidentes genéticos filtrados pela selecção natural.
Estruturas como o fígado são demasiado complexas e especificadas para serem o efeito da forças naturais sem propósito e sem capacidade de raciocínio. Como diz a Bíblia, é por demais óbvio que Deus merece a Glória por ter criado um sistema integrado como o fígado.
segunda-feira, fevereiro 06, 2012
Evolucionista recorre à censura como forma de defender a sua fé em Darwin
O Dr. Joseph A. Kuhn é um distinto cirurgião afiliado à "Baylor University Medical Center" em Dallas. O Dr. Kuhn publicou recentemente um artigo crítico em relação ao Darwinismo na revista Proceedings do centro médico. Este artigo causou a que o militante ateu e geneticista Jerry A. Coyne ficasse mais zangado que um vespão.Segundo o militante evolucionista Jerry Coyne, o artigo do Dr. Kuhn está "pobremente escrito, terrível, cheio de erros científicos e como tal, o jornal não só se deveria envergonhar do mesmo, como retratá-lo."
Há outro caminho a seguir que é refutar os "erros científicos" do tal artigo, mas o evolucionista não quer seguir esse caminho; é mais fácil e "científico" exigir que o jornal retire de circulação a publicação.
Aparentemente, dentro da fé evolucionista, a censura é uma forma válida de resposta científica.
Coyne escreve que a crítica que Kuhn faz às milhentas teorias em torno da origem da vida são "absurdamente engraçadas" - embora tais pesquisas nunca tenham levado a cabo a formação de uma única proteína funcional, muito menos duma célula viva.
Coyne prossegue rejeitando o argumento do Dr. Kahn (onde este alega que o sistema de visão depende dum sistema de transdução de luz irredutivelmente complexo) alegando que Kuhn (seguindo o exemplo de Michael Behe) está meramente a levantar um argumento baseado na ignorância e "não oferece qualquer tipo de exemplos" - embora o Dr. Kuhn tenha fundamentado o seu argumento com vários exemplos.
Coyne escreve que Dan-Erik Nilsson e Susanne Pelger, "usando um modelo computacional fixe, demonstraram que um complexo olho-tipo-câmara poderia evoluir facilmente." No entanto Nilsson e Pelger nunca fizeram o que este evolucionista mentiroso alega. A alegação de Coyne, se não for baseada na sua ignorância do que Nilsson e Pelger escreveram, está no limite da fraude.
Para além disso, a evolução do olho-câmara a partir duma área sensível à luz - mesmo que fosse assim tão fácil - é irrelevante para a discussão em torno da origem do sistema de transdução da luz, tal como Behe ressalvou em 1996.
Em resposta ao argumento de Kuhn (de que o registo fóssil falha ao não conter as inumeráveis formas transicionais requeridas pela teoria da Darwin, e que as mutações genéticas são inadequadas como forma de modificar um peixe para um anfíbio ou um primata primitivo para um humano) Coyne responde dizendo:
Ele [Kuhn] falha ao não se aperceber que este é um ponto morto uma vez que NÓS SABEMOS que isso aconteceu: nós temos os fósseis!"Portanto, diz Coyne, nós evolucionistas sabemos que a nossa teoria está certa porque temos os fósseis. No entanto, os fósseis - que são pedras congeladas no tempo - não nos dizem como é que uma forma de vida gradualmente se modificou até passar a ser outra.
Em resposta ao falhanço do registo fóssil em confirmar a imaginação evolutiva, os neo-darwinistas alegam que as modificações genéticas explicam essa transformação. No entanto, quando o Dr. Kuhn mostra aos evolucionistas o quão improvável isso é, Coyne - um geneticista! - ignora o ponto fulcral do argumento de Kuhn e repete um mantra como se fosse uma criança mimada: "Eu estou certo! Eu estou certo! Eu estou certo! Ganhei!"
Em vez de dar uma resposta minimamente científica ao argumento do Dr. Kuhn, Coyne apela a que seja feita uma censura ao artigo do mesmo. Ele conclui a sua "crítica" com as seguintes palavras:
Este artigo está cheio de erros, apropriações desenganadas provenientes da literatura criacionista, e ignorância básica das evidências em favor da evolução.Perceberam? Ou querem um desenho? Segundo Coyne, artigos que ressalvam os inúmeros problemas científicos da teoria da evolução têm que ser censurados sob pena de serem identificados de "literatura criacionista". Não é que haja genuínos erros científicos no artigo; o problema é que o artigo insurge-se contra o Santo Consenso Evolutivo (TM). Como tal, o mesmo tem que ser censurado.O mesmo é um embaraço para o autor, para o jornal e para o campo da Medicina em si.
Apelo ao jornal que retracte esta publicação visto que de outra forma a "Proceedings of the Baylor University Medical Center" vai para sempre ficar identificada como um veículo de propagação dos disparates criacionistas.
É assim que os evolucionistas defendem a sua fé em Darwin. Em qualquer outra área científica os argumentos seriam analisados de forma científica (e não emotiva) e rejeitados (ou aceites) segundo bases sólidas.
Quando se trata da teoria da evolução, visto que a mesma não é uma teoria científica mas uma religião mascarada de ciência, o mais nobre é censurar a oposição.
Façam uma pergunta a vocês mesmos: quando alguém não quer que a voz contrária seja ouvida pela maioria, o que é que isso demonstra em relação à pessoa que apela à censura? Será que ela tem genuína fé no acredita, ou será que ela sabe que a sua teoria não sobrevive o escrutínio científico?
Ao contrário dos evolucionistas, os Cristãos não apelam à censura como forma de propagar a Verdade do Livro de Génesis. Pelo contrário, nós queremos que as pessoas saibam em detalhe os absurdos da teoria da evolução como forma delas saberem o quão baixo uma pessoa pode descer na sua rejeição do Criador.
Quem tem a Verdade do seu lado não precisa de censurar os inimigos ideológicos.
quinta-feira, fevereiro 02, 2012
Estudo revela que cientistas são humanos
Um estudo divulgado pela Clinical Psychology aponta que pelo menos 33% dos cientistas utilizam práticas questionáveis para obter e publicar dados em pesquisas.
Entre os actos mais comuns, o estudo mostra que eles costumam forjar números de acordo com a intuição e mudar o enfoque da pesquisa de forma a obter os dados desejados.
Além disso, um em cada 50 cientistas admite falsificar estatísticas. A prática pode ter ainda mais adeptos, já que o número de pesquisadores que admitiu ter visto outros colegas lançando mão de métodos questionáveis é de 71%.
O estudo analisou ainda 281 trabalhos escritos realizados pelos professores e 50% deles continham erros de estatística. Em 15% dos trabalhos, os erros de pesquisa modificavam directamente o resultado final.
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Que pena que este estudo não se debruçou mais sobre a teoria da evolução senão o mesmo verificaria um desproporcional número de fraudes feitas no nome da legítima ciência.
segunda-feira, janeiro 30, 2012
O grande mergulhador
"E Deus criou as grandes baleias e todo o réptil de alma vivente que as águas abundantemente produziram, conforme as suas espécies; e toda a ave de asas, conforme a sua espécie.
E viu Deus que era bom.."
Apesar de ser um mamífero e não o que hoje chamamos de peixe, a foca de Weddell do Antárctico (Leptonychotes weddellii) é um dos maiores mergulhadores do mundo.Com um peso que pode chegar aos 500 kgs (nos machos), a foca de Weddell não só pode ficar até 70 minutos debaixo da água, como pode atingir profundidades na ordem dos 480 metros. Como termo de comparação, o melhor que um ser humano consegue fazer é ficar 13 minutos e 43 segundos debaixo de água, e chegar aos 85 metros de profundidade.
Os seres humanos não foram criados para suportar o tipo de pressão envolvida nos mergulhos profundos. Se nós ficamos demasiado tempo num local excessivamente profundo, e regressamos rapidamente à superfície, podemos morrer. A rápida mudança de pressão causa a que haja um desequilíbrio no normal funcionamento do nitrogénio no sangue.
O resultado é uma condição potencialmente fatal conhecida em inglês como "bends" (literalmente, "curvaturas"). As focas de Weddell, no entanto, não tem este tipo de cuidados ao vir à tona porque o seu sangue não contém nitrogénio dissolvido.
Visto que alegadamente o ser humano e as focas possuem um parente comum há "milhões e milhões" de anos atrás (talvez), seria curioso saber em que fase da imaginada evolução - de mamífero terrestre para mamífero marinho - é que o nitrogénio dissolvido saiu do sangue das focas de Weddell.
Mostrando mais uma vez a sua firme certeza de que há inteligência no mundo animal, os cientistas (inclusive os evolucionistas) tentam aprender a forma como o design dos pulmões das focas de Weddell impedem que as "bends" ocorram.
Para desespero de quem acredita que forças não inteligentes conseguem gerar sistemas duma complexidade que vai para além do que o ser humano alguma vez poderá imitar, o design das focas não acaba nos pulmões visto que este mamífero consegue suportar pressão superior a 340 kgs por cada 2,50cm, algo que causaria em nós convulsões epilépticas.
Não se sabe bem como é que esta capacidade pode ter evoluído com base na tentativa e erro. Se as focas não tivessem a ca
pacidade de resistir a pressões enormes logo desde o princípio, a primeira foca que tentasse nadar mais para o fundo, morria e não deixava descendentes.
Estar morto não é uma forma válida de se evoluir.
Se, por outro lado, a foca "desenvolvesse" (magia?) a capacidade de resistir a esta pressão mas o seu sangue fosse como o nosso, morreria à mesma. Ou seja, o aparato tem que estar todo lá para que a primeira foca que mergulhe mais fundo volte para dizer aos camaradas.
Claro que este tipo de perguntas só são problemáticas para quem acredita que a vida criou-se a si mesma e que lobos evoluíram para baleias. Quem defende que a evolução pertence no caixote de lixo da História da humanidade, e sabe que "no princípio criou Deus os céus e a Terra", não tem dificuldade alguma em ver que o aparato em volta das capacidades desta foca são obra de Design Inteligente.
O que a ciência está a descobrir em torno do design único das focas de Weddell tornam as ridículas alegações evolucionistas cada vez mais difíceis de subscrever. Elas sempre foram ridículas, mas à medida que a ciência avança, elas vão-te tornando ainda mais.
Claro que os evolucionistas são livres de acreditar que sistemas de mergulho e de suporte de pressão hídrica são obra de "milhões de milhões de anos" de tentativa e erro. Nós, os que vivemos no mundo real e não no mundo da fantasia, vamos continuar a chamar a isso de mitologia.
Fonte: Browne, Malcolm W. 1984. "Antarctica: life's tenuous toehold." Discover, Mar. p. 44.
domingo, janeiro 29, 2012
O inevitável acontece
Desde Freud que nos é dito que o Cristianismo é mau para as pessoas. Desde Jean Meslier que nos é dito que o Cristianismo é mau para as sociedades. Por incrível que parece, nós continuamos a ouvir este mantra apesar das evidências, dos documentários, dos testemunhos e dos dados científicos demonstrarem que o Cristianismo é bom para o indivíduo e significativamente positivo para a sociedade.
No entanto, apesar de décadas de evidências contraditórias à sua fé cega, os militantes ateus ainda lutam para uma sociedade totalmente anti-Cristã, baseada no naturalismo e tendo o mito da evolução como pano de fundo para as nossas origens. Pior ainda é que eles continuam a fazer isto mesmo quando esta visão começa a afectar o mundo à sua volta.
Mentiras, adultério, consumo de drogas, violação dos limites de velocidade, conduzir bêbado e roubar são tudo actividades que são hoje vistas de uma forma mais aceitável que o eram no virar do século. Segundo uma pesquisa levada a cabo pela Universidade de Essex, a condenação e a censura das chamadas "desonestidades de menor grau" diminuíram, independentemente da classe social, salário ou educação.
Os níveis de integridade são ligeiramente superiores entre as mulheres, mas a maior variação verifica-se na faixa etária onde se observa uma crescente tolerância à desonestidade entre os jovens.
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Não sei se é espantoso ou cómico que os académicos que levaram a cabo este estudo, que sem dúvida são todos avidos promotores duma sociedade livre da influência Cristã, falhem em unir o fenómeno observado com a causa adequada: redução da influência Cristã. Em vez do óbvio, eles divagam em explicações ridículas:
Nós achamos que isto ocorre porque os exemplos comportamentais existentes não são muito bons.E porque é que as pessoas para quem os jovens olham como exemplos são eles também pobres em termos de comportamentos moralmente superiores?
A ideia de que uma sociedade pode abandonar os seus fundamentos Cristãos com apenas algumas consequências menores é um absurdo de todo o tamanho.
Os militantes ateus podem continuar a produzir uma panóplia de argumentos tendo em vista à sua tentativa de separar a moralidade de Deus, mas os dados científicos e históricos, juntamente com milhares de anos de exploração filosófica, demonstram isto não pode ser feito com sucesso.
Sem o Deus da Bíblia, as sociedades degeneram-se de modo irreversível. Claro que nós sabemos que é precisamente isso que os marxistas culturais querem. O que é notável é alguém ainda acreditar na propaganda anunciada pelos militantes ateus em favor de coisas como "eu posso ser bom sem Deus".
Central Criacionista
Ajudem a divulgar esta Central para ver se conseguimos atingir mais almas com a mensagem da Criação e Salvação.
Trabalhemos enquanto é dia.
- "Portanto, meus amados irmãos, sede firmes e constantes, sempre abundantes na obra do Senhor, sabendo que o vosso trabalho não é vão no Senhor."
1 Cor 15:58
sábado, janeiro 28, 2012
Coabitação é degradante para a mulher
O estudo presente no Journal of Family Issues baseia-se em entrevistas pessoais aprofundadas e foca-se em sessões de grupos compostas por 192 indivíduos nos seus 20-quase-30 anos.
Em termos de sexo o grupo dividia-se em 50-50 (50% homens, 50% mulheres). Em termos de divisões rácicas, havia um número equivalente de caucasianos (brancos), negros e hispânicos.
Os tópicos incluíam os aspectos positivos e os negativos da coabitação, os motivos por trás da decisão da coabitação em substituição do casamento, motivos para não se coabitar, e o tipo de mudanças que poderiam ocorrer a partir do momento que o casal passasse a viver em regime de coabitação.
A socióloga Pamela Smock (University of Michigan Population Studies Center) afirmou:
Os homens e as mulheres espressaram expectativas distintas em relação ao relacionamento coabitante. Encontramos maior variação de sexo para sexo do que para grupo étnico para étnico. Isto sugere que há uma diferença substancial no papel que cada sexo atribui à coabitação durante a formação da união.Smock levou a cabo o estudo juntamente com Huang of the University (California Hastings College of the Law), Wendy Manning (Bowling Green State University), e Cara Bergstrom-Lynch (East Connecticut State University). O estudo teve o financiamento da Eunice Kennedy Shriver National Institute of Child Health and Human Development.
Razões.
* Querer passar mais tempo com o/a parceiro/a
* Partilhar as dificuldades económicas
* Testar a compatibilidade.
No entanto, a maneira como os homens e as mulheres falavam destes 3 motivos era muito díspares. Enquanto que as mulheres identificam o "amor" três vezes mais do que os homens como motivo para viver junto, os homens identificam o "sexo" quatro vezes mais do que a mulher como motivo para a coabitação.
Embora ambos os sexos tivessem identificado a coabitação como um estado temporário onde a compatibilidade seria "medida", grandes diferenças emergiram quando se falou nos propósitos finais da coabitação.
As mulheres olhavam para a mesma como um arranjo transicional tendo em vista o casamento, enquanto que os homens olham para o mesmo como uma forma de análise da relação - conveniente e de baixo-risco - com o objectivo de apurar se o relacionamento tinha o potencial para uma relação de longo duração.
Para além disto, aquando da qualificação deste "arranjo"alguns homens usaram termos degradantes para a mulher como "test-drive". Para estes homens, a mulher é um "objecto" a testar durante a coabitação, tal como se testa um carro antes de adquiri-lo.
No entanto, a maior diferença entre os sexos centrou-se no que cada grupo identifica como sendo as desvantagens da coabitação. As mulheres acreditam que viver junto envolve menos compromisso e legitimidade que o casamento, enquanto que os homens viam a coabitação como uma limitação à sua liberdade.
O resto pode ser lido aqui.
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Qualquer mulher que se deixe enganar pela coabitação está a reduzir as suas hipóteses de ter um casamento longo, satisfatório e realizador. Qualquer homem que proponha a coabitação a uma mulher, está implicitamente a dizer "Eu quero usufruir de tudo o que tu tens para dar como mulher, mas não quero qualquer tipo de compromisso sério contigo".
Que tipo de mulher aceita um "arranjo" tão degradante como este? Só mesmo a mulher que pensa que esta é a única forma de algum dia vir a casar, ou a forma mais "segura". Mas se isto é assim, e se ela se acha com tão pouco valor para ser reduzida a um "objecto" a ser "testado", então se calhar ela merece o tipo de sofrimentos que normalmente acompanham as relações sem compromisso.

sexta-feira, janeiro 27, 2012
Imagine
E não é por acaso que muitos inocentes acabem mesmo num caixão sempre que um homem utópico - que frequentemente é ateu mas não precisa de ser - se coloca numa posição de poder onde ele pode tentar construir o Novo Homem, a Nova Sociedade ou a Nova Ordem Mundial.
Não é o ateísmo que causa este utopismo letal, mas o facto amplamente observado é que os militantes ateus são muito susceptíveis a ele.
quarta-feira, janeiro 25, 2012
Porque é que Deus criou as plantas antes dos animais?
"Produza a terra erva verde, erva que dê semente, árvore frutífera que dê fruto segundo a sua espécie, cuja semente esteja nela sobre a terra."
E assim foi.
A vida vem da vida. Esta Lei da Biogénese, apesar dos inúmeros ataques por parte dos cientificamente ignorantes e ideologicamente motivados militantes evolucionistas, tem resistido às observações sistemáticas.
Paralelamente, esta Lei é cientificamente derivada da complexidade irredutível das células e das suas sub-estruturas.
Dado isto, porque é que Deus criou as plantas no 3º Dia da Criação e não no 5º ou no 6º?
As plantas fazem algo que os animais não fazem: elas produzem a sua própria energia. Elas recolhem-na da mais básica das formas de energia: a luz.
Devido a isto, as plantas, melhor do que qualquer outra forma de vida, podem directamente capturar a energia que chega à Terra proveniente de fora. Algumas formas de vida podem capturar energia química, mas esta energia é uma forma de armazenamento. A energia da luz é directa e básica.
De onde veio esta luz?
Isto também serve de resposta a todos os laodiceanos que atacam a Bíblia com perguntas ignorantes como:
Como é que os dias de Génesis podem ser literais se o Sol só foi criado no 4º Dia da Criação?Estes infiltrados pseudo-cristãos esquecem-se que para haver um ciclo dia/noite não é preciso o Sol mas sim uma fonte de luz em relação a qual a Terra leve a cabo o ciclo.
O uniformitarianismo defende que os processos que hoje operam, sempre operaram de igual modo no passado - à mesma taxa, frequência, cadência e velocidade.
Esta distorção falha a todos os níveis.
Primeiro, apesar das plantas produzirem a sua própria energia, elas precisam do dióxido de carbono para armazená-lo. No intervalo entre as alegadas duas "eras" ou duas "idades", entre o aparecimento das plantas ao aparecimento dos animais, as primeiras teriam usado todo o dióxido de carbono da atmosfera e morrido.
Segundo, o registo fóssil possui plantas misturadas com animais. Daqui se infere que as plantas e os animais sempre viveram lado a lado mal os animais apareceram na Terra.
Claro que os evolucionistas ateus não têm este tipo de problemas. Pelo menos é o que eles pensam. Eles erradamente subscrevem à noção de que as plantas e os animais "evoluíram" juntos e "apareceram" juntos. Se isto fosse verdade, então as plantas teriam aparecido mal a Terra começou.
Como é que as primeiras cloroplastas e as primeiras plantas evoluíram como efeito de forças naturais (aleatórias, sem propósito, sem guia e sem supervisão) ? A resposta é bastante simples: elas não evoluíram.
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Com a Grande Plantação, o 3º Dia da Criação chegou ao fim. Génesis 1 declara que, no final do dia, Deus declarou que o resultado era bom.
E a terra produziu erva, erva dando semente conforme a sua espécie, e a árvore frutífera, cuja semente está nela, conforme a sua espécie. E viu Deus que era bom.Obviamente que isto, segundo alguns "cristãos", está errado e/ou "alegorizado". Segundo eles (que aparentemente sabem mais do que Deus), este tipo de descrição é o efeito de épocas "pré-científicas" (seja lá o que isso for) e nada mais são que histórias alegóricas feitas por povos desconhecedores do que a Verdadeira Ciência nos tem mostrado ultimamente.Génesis 1:12
Curioso que estes infiltrados nunca nos digam onde é que a Génesis acaba com as "alegorias" e começa com História no verdadeiro sentido da palavra.
terça-feira, janeiro 24, 2012
A inevitável vitória do ateísmo
Alexandre Aan, de 31 anos, pode ser preso por 5 anos por ter escrito "Deus não existe" no Facebook. O funcionário foi atacado e espancado por uma turba furiosa que invadiu o seu escritório governamental na "Dharmasraya Development Planning Board".
O indonésio foi levada por uma força policial protectora e desde então receia mais agressões físicas.
Na Indonésia, o ateísmo é uma violação da lei segundo os princípios fundadores do mesmo. Este país, o mais populoso país islâmico do mundo, reconhece o direito à práctica de 6 confissões: o islão, protestantismo, catolicismo, hinduísmo, budismo e confucionismo. O ateísmo, no entanto, é ilegal.
De acordo com a lei da Indonésia. qualquer pessoa que tente impedir outros de manter a sua fé, pode ser preso por 5 anos sob acusações de blasfémia.
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Os militantes ateus gostam de profetizar o "inevitável triunfo do ateísmo" devido ao facto de existirem pequenas nações europeias - com taxas de natalidade inferiores às necessárias para a substituição da população - com minorias ateístas estatisticamente significativas. (Nenhum destes países tem uma maioria ateísta).
Mas ao mesmo tempo que eles fazem estas adivinhações, nações com um número de pessoas quase igual ao número total de habitantes da União Europeia, e com taxas de natalidade quase o dobro das taxas de natalidade da Suécia, França, e outros países europeus, persegue de forma activa os ateus (ao contrário do Cristianismo histórico).
Não se sabe bem como, mas o militante ateu normal olha para estes dados, e conclui que, não só está a vencer a guerra, como que a vitória final do ateísmo é inevitável. Este tipo de análise de dados é totalmente ilógica para qualquer pessoa normal, mas não para o militante ateu.
Mas para quem acredita que o universo e a vida são o resultado de forças não inteligentes, acreditar que quanto menos ateus há, mais ateu vai ser o futuro, não é um passo de lógica totalmente descabido.
Peruanos comiam pipocas antes mesmo de fabricar cerâmica
Depois de lermos notícias como esta, perguntem-se se não é legítimo colocarmos em causa os métodos de datação evolucionistas que frequentemente produzem "surpresas" como esta.
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Cientistas peruanos e americanos conseguiram desenterrar palha de milho, caules, espigas e borlas (pólen de produção de flores no milho) que datam de há 6.700 a 3.000 anos em Huaca Prieta Paredones, no norte do Peru.
As características do sabugo de milho sugerem que os habitantes dessas regiões preparavam e comiam milho de várias maneiras, inclusive fazendo farinha e pipoca.
A pipoca peruana é a mais antiga evidência fóssil do milho «rebentado» na América do Sul. Apesar de já existir consumo de milho há milhares de anos na região andina, esse vegetal ainda não era uma parte importante da alimentação do povo antigo.
«Em muitas áreas, o milho chegou antes da cerâmica. Isso indica que o consumo de milho não dependia da cerâmica», diz Dolores Piperno, do Museu Nacional de História Natural Smithsonian.
domingo, janeiro 22, 2012
Besouro bombardeia teoria da evolução
Glândulas dentro do besouro produzem uma mistura de dois compostos de hidroquinona e peróxido de hidrogénio - mantidos em câmaras distintas uma vez que quando entram em contacto uma com a outra. elas reagem.
Quando o insecto se sente ameaçado, os químicos são misturados numa terceira câmara, onde um terceiro químico é acrescentado, produzindo assim uma reacção explosiva. Esta reacção força a solução cáustica para fora através dum "bico". O besouro é mestre em apontar este "bico" na direcção dos inimigos.
Se neste sistema faltasse uma das partes, o mesmo seria mais do que inútil para os besouro; os químicos por si só são bastante perigosos. Dado isto, este sofisticado sistema de defesa nunca poderia ser o resultado duma evolução faseada e gradual.
Imaginemos que o pobre besouro havia evoluído a habilidade de produzir os químicos mas não tinha ainda evoluído as câmaras certas para levar a cabo a mistura sem se explodir a ela mesma. Mal ela se sentisse ameaçada, o besouro morria.
O besouro bombardeiro é um problema tão grave para a evolução aleatória que alguns militantes evolucionistas contestaram a noção de que uma explosão ocorre. Mas os factos são o que são: esta bomba química pode deixar marcas nas superfícies para onde está apontada.
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Claramente, o besouro bombardeiro é uma evidência poderosa para a noção de que as criaturas foram criadas totalmente funcionais - e não são o resultado de processos aleatórios graduais.
Notas: Science Digest, Aug., 1983. p. 74. Photo by Patrick Coin (cc-by-sa-2.5).
quinta-feira, janeiro 19, 2012
As baleias do deserto

Claramente, uma catástrofe deve ter ocorrido visto que tantas baleias morreram ao mesmo tempo (ou foram enterradas todas no mesmo sítio). Semelhantemente, é por demais claro que a catástrofe envolveu largas quantidades de areia em movimento de modo a aprisionar animais tão grandes em arenito.
As construções foram temporariamente suspensas de modo a que paleontólogos do Smithsonian possam examinar os fósseis. Uma vez que o local pode ser destruído quando os trabalhos reatarem, os cientistas estão a usar tecnologia baseada em imagens de laser de modo a que possam registar os fósseis em posições 3D para avaliação futura (Gramling, C. Researchers Rush to Recover Whale Fossils From Highway Project. ScienceInsider. Posted on news.sciencemag.org November 18, 2011, accessed December 14, 2011).
Imagens das escavações mostram os restos das baleias muito juntos uns aos outros e mesmo sobrepostos uns sobre os outros. Os mesmos estão reunidos num sítio chamada Bacia Caldera, onde água proveniente do continente em direcção ao Pacífico ficou presa.
A água teria rapidamente evaporado logo após a depositação das baleias, permitindo que as carcaças secassem rapidamente (em vez de decaírem) à medida que a areia circundante endurecia e se transformava em arenito e os preservava.
A noção iluminista de processos geológicos lentos graduais não tem resposta para este cemitério gigantesco. Do mesmo modo, esta errónea noção geológica não consegue explicar um outro caso onde 300 baleias foram enterradas juntamente com animais terrestres, também perto da costa ocidental da América do Sul (Brand, L. R. et al. 2004. Fossil whale preservation implies high diatom accumulation rate in the Miocene-Pliocene Pisco Formation of Peru. Geology. 32 (2): 165-168).
No entanto, uma maciça catástrofe aquática como o Dilúvio de Noé teria o poder necessário para mover a quantidade de sedimentos e volume de água essenciais para formar este gigantesco cemitério de fósseis de baleias.
Génesis 8:3 diz:
E as águas tornaram de sobre a terra continuamente, e ao cabo de cento e cinquenta dias as águas minguaram.Uma vez que estes depósitos de fósseis de baleia provavelmente se encontram sobre milhares de metros de rochas sedimentares, é perfeitamente lógico concluir que a maior parte das rochas subjacentes foram formadas durante os primeiros 150 dias do Dilúvio - à medida que a água transportava sedimentos para o continente.
Mais tarde, e ainda durante o ano do Dilúvio, as baleias terão sido depositadas nas áreas mais baixas à medida que as águas "minguavam" dos continentes para as novas e mais profundas bacias. Isto explicaria não só o largo número de restos encontrados no mesmo local, mas também a sua preservação.
A ScienceInsider reportou que os pesquisadores "lutam para descobrir a forma como este local foi formado e como os mamíferos marinhos morreram".
O primeiro local onde eles deveriam procurar respostas é na Bíblia - mais especificamente, no Livro de Génesis.
terça-feira, janeiro 17, 2012
Conchas de camarão inspiram novo material biodegradável
O "Wyss Institute" em Harvard especializa-e em criar novos materiais e novos engenhos tendo como base os padrões encontrados nos seres vivos. A sua última contribuição foi inspirada pelo versátil material encontrado na cutícula dos insectos, que é forte e flexível mas, ao mesmo tempo, espantosamente leve.O resultado das suas pesquisas foi baptizada com o nome de "shrilk," uma substância moldável e biodegradável, derivada das conchas de camarão (e da seda) e forte como algumas ligas de alumínio - mas com metade do seu peso.
A reportagem da Wyss Institute diz:
A shrilk pode ser usada para construir sacos de lixo, acondicionamento e fraldas que são rapidamente biodegradáveis.Os inventores copiaram o arranjo tipo-contraplacado das camadas interconectadas das cutículas dos artrópodes tais como os camarões, as lagostas ou os insectos. Eles arranjaram a quitina retirada dos camarões descartados em pequenas camadas ensanduichadas entre proteínas derivada da seda. O padrão de cruzamento de camadas duplicou a força total.
A quitina é um polímero que providencia uma protecção rígida mas ao mesmo tempo flexível aos artrópodes e a mais algumas criaturas. Os pesquisadores há já algum tempo que haviam definido procedimentos baseados no uso de ácidos para modificar e extrair quitina de cutículas como as conchas dos camarões. Este derivado da quitina tem sido extrudado em várias formas e posteriormente endurecido sob a influência de alguns químicos.
Os engenheiros do shrilk acrescentaram a técnica de camadas, criando novas formas e grossuras, mas efectivamente copiando o plano que providenciou força às conchas de camarão originais.
Eles não construíram máquinas com a capacidade de manufacturar a quitina ou as proteínas produzidas pelos artrópodes e vermes.
Eles apenas copiaram/imitaram as estratégias das criaturas no que toca à organização em camadas dos materiais.
Levando tudo em consideração, pelos menos 3 distintos e interdependentes níveis de informação são necessários para as cutículas dos insectos e para o shrilk:
- Projectos genéticos que especificam o acompanhamento das pequenas máquinas celulares que manufacturam e excretam quitina e seda.
- As proteínas de quitina e da seda encontram-se organizadas segundo padrões moleculares que são precisamente especificadas para os seus propósitos.
- Estes ingredientes são depositados segundo uma estratégia de modo a que se possam tornar fortes, flexíveis e biodegradáveis.
Por mais inteligentes que estes pesquisadores de Harvard sejam (e sem dúvidas que são), eles apenas foram bem sucedidos na imitação do 3ª nível de informação.
Todos os 3 níveis são fundamentais para o funcionamento da cutícula em favor dos artrópodes - claramente implicando que, não só eles foram originalmente formulados duma só vez (Salmo 33:9), mas que precisavam Dum Engenheiro Superior para os criar.
De longe, o Melhor Candidato para o papel do tal Engenheiro é o Deus da Bíblia. Se os evolucionistas souberem de outra candidato melhor colocado para ser o arquitecto de sistemas baseados em informação em código, eles que a mostrem.
Até lá, ficamos com o que sabemos: códigos de informação sempre o resultado de mentes inteligentes. Como encontramos códigos de informação nos seres vivos, então estes foram feitos por Alguém.











