quarta-feira, março 07, 2012
domingo, março 04, 2012
2011: Mais um ano frustrante
A Nature reportou que "os cientistas [evolucionistas] descobriram uma nova espécie de hominídeo, o Australopithecus sediba" e "o mesmo grupo [de pesquisa] publicou agora 5 relatórios detalhando fósseis adicionais e análises posteriores."
O Institute of Creation Research reportou em 2010 que, segundo a linha temporal evolutiva, A. sediba era um fóssil fora-do-lugar que possuía pés primitivos e tecido cerebral residual. Este tecido supostamente tem 1,9 milhões de anos. Ambos estes factos demonstram que a criatura não era humana nem uma transição para humana.
Para além disso, a mesma criatura nunca poderia ser muito antiga visto ter ainda tecido orgânico intacto - que entraria em decomposição e teria desaparecido em apenas alguns milhares de anos.
De facto, a própria Nature declarou:
Vai ser, sem dúvida, difícil manter a sugestão de que as extensivas alterações evolutivas necessárias ocorreram no tempo disponível (no máximo 80,000 anos) se o fóssil A. sediba de Malapa deu origem à espécie Homo.
(2011 Editors' choice. Nature. 480 (7378): 468-469.)
O resto do editorial inclui notícias em torno do maciço buraco negro, o autismo e outras pesquisas científicas. Nenhuma das outras histórias directa ou indirectamente fala na teoria da evolução.
Isto é deveras perturbador . . . . . para um evolucionista. Afinal, não é a evolução a teoria unificadora da ciência e da biologia que, se omitida, torna a ciência nula e vazia? É esta história em torno do fóssil A. sediba o melhor que a mitologia evolutiva tem para oferecer no ano 2011?
É mais fácil acreditar que os editores se sentiram na obrigação religiosa de colocar a uma história evolutiva no meio das suas escolhas do que aceitar que eles viam qualquer tipo de genuíno valor científico numa história que eles mesmos acham ser problemática.
Dado isto, podemos concluir que o ano de 2011 foi mais um ano frustrante para os evolucionistas. A sua teoria continua a ser a anedota da ciência e não parece que novos dados venham alterar esta situação.
quinta-feira, março 01, 2012
Não há aquecimento global desde 1997
Como já foi dito por várias pessoas, a teoria do aquecimento global antrópico nunca teve nada a ver com a ciência visto que a mesma mais não é que um plano para um governo mundial.
O alegado "consenso" em torno do aquecimento global antrópico (AGA) enfrenta agora um desafio inconveniente após o conhecimento público de dados que mostram que o planeta não ficou mais quente desde 1997.
Os dados sugerem até que nós podemos estar a caminhar para uma mini idade do gelo análoga à queda de temperatura que ocorreu há cerca de 70 anos.
Tendo como base as leituras de mais de 30,000 estações de monitorização de temperaturas. os dados foram disponibilizados ao público pela Met Office e pela "University of East Anglia Climatic Research Unit."Mais uma vez, o consenso estava errado e os "negacionistas" estavam certos.O estudo confirma que a tendência de aumento das temperaturas mundiais terminou em 1997.
Lembrem-se disto da próxima vez que alguém quiser finalizar uma discussão apelando ao cientificamente irrelevante "consenso".
segunda-feira, fevereiro 27, 2012
Comunicação química
Tomemos como exemplo a fêmea da traça-da-seda; quando ela está pronta a acasalar, ela liberta pequenas quantidades dum químico específico como forma de atrair os macho da mesma espécie. Mesmo que ela liberte cerca de 1/100,000,000 duma grama, o macho pode detectar o químico a mais de 3,5 quilómetros de distância.
Muitos outros insectos usam feromónios semelhantes para atrair parceiros sexuais.
Os feromónios são também usados pelas formigas como forma de comunicação química para a identificação de rastos. Quando uma formiga encontra uma boa fonte de alimentação, ela regressa à colónia deixando atrás de si um rasto odorífero invisível. As formigas da mesma colónia usam este rasto para chegarem à fonte de alimentação.
Enquanto elas forem encontrando comida no destino, elas continuarão a reforçar o odor. Mal o suplemento alimentar tem o seu fim, e as formigas deixam de seguir o rastro, o odor desaparece no espaço de minutos.
Este odor é tão específico que se outras espécies de formigas o detectarem, não o seguirão até à comida devido ao facto de não reconhecerem a fragrância. Isto é excelente design preventivo visto que, deste modo, a fonte de alimentação é usada apenas pela colónia de formigas que a descobriu.
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Obviamente que este aparato bioquímico é melhor explicado como tendo Uma Causa Inteligente na sua origem, e não algo que é o efeito das forças naturais. A comunicação química permite que o comunicador envie mensagens aos membros da mesma espécie (ou até de outras espécies) tendo um propósito em vista (um final).
Dizer que sistemas de comunicação surgiram como efeito de forças aleatórias é a mesma coisa que afirmar que o código binário é o efeito de forças aleatórias. A partir do momento que começamos a falar em informação, mensagens, emissores e receptores, apercebe-mo-nos imediatamente que a vida tem que ter Um Criador.
Qualquer pessoa se apercebe disto, menos os militantes evolucionistas. Este minoritário grupo de iluminados defende que mensagens escrevem-se a elas mesmas, e que, depois de se auto-criarem, elas propagam-se de forma consistente pela biosfera. E eles arrogantemente qualificam isto de "ciência".
sexta-feira, fevereiro 24, 2012
Boas notícias: o mundo tem cada vez menos ateus.
Em todo o mundo, o número de ateus e não religiosos diminui a cada dia, de acordo com o estudo anual “Status das Missões Global.” Especificamente entre os anos 2000-2011, a categoria de “não religiosos” perdeu 700 adeptos por dia, enquanto a categoria “ateus” vem perdendo diariamente 300 adeptos.No total, nos últimos 11 anos 2,7 milhões de pessoas deixaram o grupo dos ‘não religiosos’ para aderirem a alguma religião. Neste mesmo período, 1,37 milhões deixaram de ser ateus.
Comparado com os dados de 1970 (em plena revolução sexual no Ocidente e ateísmo comunista na Europa), vemos que em 41 anos, o ateísmo perdeu 28 milhões de adeptos. Em contraste, a categoria dos ‘não religiosos’ têm crescido para mais de cem milhões, devido à queda dos regimes comunistas.
Muitos ex-ateus desses países tem declarado ‘sem religião’. Da mesma forma, na China, Vietnã e outros países comunistas ainda, muitos preferem declarar que não possuem religião alguma, em vez de ateu.
Crescimento em todas as religiões
As religiões crescerão no século XXI. Todas elas. Mesmo o Judaísmo que atravessou uma crise, quando em 1970 possuía 15,1 milhões de seguidores, e em 2000, menos de 14 milhões, agora tem voltado a crescer e possui 14,9 milhões de adeptos. O restante dos religiosos está assim distribuído:
-O cristianismo, com todas as suas variantes (protestantes, católicos e ortodoxos), possui 2 bilhões e 300 milhões de seguidores, tendo um aumento diário de 94 mil pessoas.
-O islamismo, com quase 1 bilhão e 580 milhões de adeptos, vem crescendo a uma taxa de 79 mil fiéis, diariamente.
-O hinduísmo tem 952 milhões de seguidores, e aumenta em 37 mil, a cada dia.
-O budismo tem 468 milhões fiéis, sendo agregados à religião 13,8 mil pessoas por dia.
-O taoismo chinês e o confucionismo somam juntos 457 milhões, ganhando 9,3 mil seguidores ao dia.
-A religiões étnicas possuem 269 milhões de pessoas e tem um aumento diário de 9 mil pessoas.
No total, no mundo há 2 bilhões de pessoas que nunca ouviram a mensagem do evangelho. Outros 2,6 milhões já ouviram falar ou conhecem até certo ponto, mas eles não seguem o cristianismo.
Ainda segundo o estudo, a Igreja Católica possui 1 bilhão e 160 milhões de religiosos, aumentando este número em 34 mil por dia.
As igrejas protestantes são responsáveis por 1 bilhão e 125 milhões de fiéis no mundo (incluindo os anglicanos), assim divididos:
-Carismáticos ou pentecostais são em 612 milhões, e aumentam em 37 mil a cada dia.
-Protestantes “clássicos” com 426 milhões, sendo aumentando este número em 20 mil por dia.
-Anglicanos, centrado principalmente na África e Ásia, totalizam 87 milhões, com um aumento de 3 mil, a cada 24 horas.
-Igrejas ortodoxas com 271 milhões, agregando-se diariamente ao grupo, 5 mil pessoas.
O estudo ainda revela que os grupos que incluem as Testemunhas de Jeová, o Mórmons, aqueles que duvidam da Trindade ou a divindade de Jesus e outros doutrinas similares somam juntos 35 milhões de adeptos, aumentando em 2 pessoas por dia.
Em 2011, os cristãos de todas as denominações tem feito circular mais de 71 milhões de Bíblias em mundo (há 1 bilhão e 740 milhões de Bíblias circulando no planeta, algumas em segredo).
Fonte: CBN, com adaptações de Holofote.Net
quinta-feira, fevereiro 23, 2012
Cancro evolutivo em regressão no Canadá
Espera-se que a campanha Question evolution! (Questionem a evolução!) venha a ter o mesmo efeito.
Um artigo de 8 de Agosto de 2008, com o título de Canadians Moving Towards Creation ("Canadianos Movem-se Rumo à Criação") reportou:
Mas isto não é tudo - louvemos o Senhor juntos visto que estamos a observar agora a eficácia dos museus da Criação!Ou seja, quando os residentes de Alberta tiveram acesso ao tipo de informação que as escolas públicas não disponibilizam, eles rapidamente começaram a perder a fé na tese que postula que lobos/vacas/ursos evoluíram para baleias. Porque será?Houve uma mudança de opinião espantosa durante o ano passado - o ano seguinte ao ano que em que abriram dois museus da criação em Alberta!
No ano passado 58% dos inquiridos locais acreditava na evolução, ao mesmo tempo que uns meros 28% acreditava que Deus havia criado os seres humanos nas formas actuais nos últimos 10,000 anos.
Cerca de 14% afirmou não estar seguro.
Claramente uma maioria acreditava na evolução e rejeitava o modelo criacionista da Terra-jovem.
Observem agora a enorme mudança que houve entre os inquiridos deste ano:
- 37% acredita que evoluímos (menos 21% pontos que os anteriores 58%)
- 40% dos inquiridos afirmou acreditar no criacionismo da Terra-jovem (+12 pontos que os anteriores 28%)
- 23% afirmou não saber (+ 9 pontos que os anteriores 14%)
Parabéns a Harry Nibourg (dono do "Big Valley Museum"), Vance Nelson (dono do "Creation Truth Museum") e Larry Dye (dono do "Bow Island Museum") - vocês tiveram um impacto enorme nas crenças dos habitantes de Alberta.
Trabalhemos agora no resto do Canadá.
Isto talvez explique o porquê dos militantes evolucionistas não permitirem que informação antagónica à sua teoria seja colocada à disposição da população.
A beleza da campanha Questionem a Evolução! é a de trazer a "montanha do museu da criação" às pessoas, e comunicar a Mensagem Bíblica e científica de modo a que as pessoas possam tomar decisões informadas (coisa que os evolucionistas evitam ao máximo).
Claro que, por mais propaganda que tivesse sido feita em favor da Bíblia e a da Criação, o seu efeito seria mínimo se não fosse o óbvio facto da teoria da evolução ser um anedota.
Aparentemente o dualismo que os evolucionistas tanto usam está a ter o efeito reverso ao desejado.
segunda-feira, fevereiro 20, 2012
Ameaçado de morte por não acreditar na teoria da evolução
domingo, fevereiro 19, 2012
Templo antigo contradiz a imaginada evolução da religião
Os antropólogos [evolucionistas] sempre assumiram que a religião organizada havia evoluído como forma de resolver as tensões que inevitavelmente surgiram quando os caçadores-recolectores se tornaram sedentários.Mas pilares extraordinariamente esculpidos encontrados no mais antigo templo do mundo, Gobekli Tepe, contradiz a versão evolutiva em torno da história antiga do homem (Cosner, L. and R. Carter. How does Göbekli Tepe fit with biblical history?).
A antropologia evolutiva oficial insiste que os seres humanos foram inventando a adoração religiosa à medida que emergiam da sua ancestralidade primata. Supostamente a religião emergiu depois do desenvolvimento da agricultura providenciar às pessoas tempo livre e proximidade suficiente para que conflitos fossem gerados uns com os outros.
Isto, supostamente, forneceu-lhes um incentivo para inventarem Deus e a religião.
Contadores de histórias evolucionistas como H. G. Wells ofereceram razões prováveis para a iniciativa humana de criar a religião. Em 1939, Wells especulou sobre as pessoas do Neolítico:
Tabu, that is to say primitive moral control, and magic, which is primitive science, are now grouped about the directive priesthood, and an elaborate astronomy fraught with worship, links the plough and the labouring beast and the sacrifice upon the altar with then constellations.
(Wells, H. G., J. E. Huxley and G. P. Wells. 1939. The Science of Life. New York: Garden City Publishing Company, 1458-1459.)
Igualmente especulativa, a reportagem da National Geographic em torno de Gobekli Tepe afirmou que "aqueles que ascenderam ao poder eram vistos como possuidores duma ligação especial com os deuses."
Mas a noção evolutiva de que as amenidades agriculturais geraram a religião está em vias de ser totalmente subvertida à luz dos complexos templos - totalmente construídos - descobertos em Gobekli Tepe (que, de forma lata, significa "montanha com barriga arredondada") no sul da Turquia.
Estes achados espantosos demonstram que a humanidade era capaz de levar a cabo rituais religiosos e adoração desde o princípio da sua existência - e não milhares de anos depois de ter supostamente evoluído.
Existem muitos mistérios em torno deste local. Por exemplo, ninguém sabe o porquê dos pilares do templo terem sido enterrados de propósito, provavelmente séculos depois da sua cuidadosa construção, nem o porquê deles exibirem padrões ornamentais, nem o porquê de terem imagens de áves, serpentes, um escorpião, bois, raposas, répteis, um homem e provavelmente dinossauros.
Paralelamente, ninguém sabe o porquê dos pilares terem sido ordenados em círculos de 4 pedras, nem há conhecimento do propósito da construção da estrutura em si.
Elif Batuman, que descreveu a sua visita ao templo de Gobekli Tepe na edição de Dezembro do "The New Yorker" disse:
De facto, ninguém sabe como é que o homem do neolítico conseguiu talhar estes pilares.Estas perguntas gerais podem nunca ser respondidas, mas estas ruínas fascinantes sem dúvida que refutaram certas alegações inspiradas pela teoria da evolução em torno do homem primitivo. Batuman escreveu:
A noção de se ter caçadores-recolectores a construir monumentos religiosos contradiz muito do que nós pensávamos saber sobre monumentos religiosos e sobre caçadores-recolectores.Porém, os evolucionistas continuam a tentar explicar mais esta contra-evidência dentro do seu paradigma naturalista.
(Batuman, E. The Sanctuary. The New Yorker. December 19 and 26, 2011: 72-83.)
O arqueólogo evolucionista Klaus Schmidt, pesquisador-chefe das escavações, sugeriu que, se calhar a adoração religiosa evoluiu primeiro, o que motivou a necessidade da agricultura.
Mas a reversão total da história evolutiva em torno da evolução humana apenas mostra como esta suposta "teoria científica" é plástica, subjectiva e claramente duvidosa.
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A linha temporal Bíblica coloca o berço da civilização essencialmente no sítio onde a Arca de Noé aterrou, perto do Crescente Fértil do Médio Oriente - o que inclui a Turquia. Devido a isto, faz sentido que Gobekli Tepe tenha sido um dos primeiros templos que a humanidade pós-Dilúvio construiu.
Este achado maravilhoso vindica o que a Bíblia sempre disse sobre a humanidade. O homem "primitivo" era tão inteligente e habilitado como o homem moderno - se calhar até mais.
De acordo com a Palavra Daquele que estava lá quando o homem surgiu (sendo Ele o Criador) a humanidade foi criada à Imagem e Semelhança de Deus - com todas as capacidades necessárias para imaginar, projectar, construir, plantar e adorar.
Este achado científico demonstra mais uma vez que os Cristãos que defendem os "milhões de anos" com base na "datação" evolutiva estão não só estão em oposição ao que os dados científicos demonstram, como estão em desacordo com o que o Criador diz.
sexta-feira, fevereiro 17, 2012
Richard Dawkins, o ignorante
Se por acaso tentassem definir o que é a arrogância intelectual deslocada não poderiam fazê-lo de melhor forma do que pedir ao mais famoso ateu do mundo que dissesse quem é e quem não é Cristão.
O militante ateu Richard Dawkins anunciou triunfalmente que "um surpreendente número [de Cristãos] não consegue dizer qual é o primeiro Livro do Novo Testamento".
A transcrição da discussão demonstra o quão embaraçoso foi o momento para Dawkins:
Fraser: Richard, se eu lhe perguntasse qual é o título completo do livro "A Origem das Espécies", estou certo que você seria capaz de responder a isso.Foi um minuto de ouro radiofónico. Para além de ser hilariante, foi bastante simbólico.
Dawkins: Sim, seria.
Fraser: Então diga lá.
Dawkins: "A Origem das Espécies" . . . . uh . . . . . "Com" . . .oh Deus . . . "A Origem das Espécies". . . . . . . Há um sub-título em torno da preservação das raças favorecidas no combate . . . . na luta pela vida.
Fraser: Se você perguntasse às pessoas que acreditam na teoria da evolução o que eu lhe perguntei e apenas 2% respondesse de forma acertada, seria terrivelmente fácil para mim afirmar que eles, afinal, não acreditam na teoria da evolução. Portanto, não é justo você fazer este tipo de perguntas.
O que temos aqui portanto é o Richard Dawkins a demonstrar que não sabe o título integral do livro cuja obediência religiosa ele tão avidamente promove por todo o mundo.
Como já foi dito por várias pessoas, Dawkins é uma fraude intelectual de todo o tamanho. Este tipo de comportamento não foi um lapso de memória temporário mas sim uma característica sua.
Este indivíduo frequentemente finge ter conhecimento que ele obviamente não tem, e assume saber coisas que claramente não sabe. É precisamente por isto que ele evita debater com pessoas que estão cientes da sua arrogância intelectual e que facilmente o poderiam ridicularizar em publico.
É suficientemente mau que Dawkins não tenha sido capaz de dizer o título integral do livro que ele afirma ser o livro mais importante da história - logo depois de ter defendido que seria capaz. Mas mais importante ainda, ele esqueceu-se da parte do título que se refere ao mecanismo supostamente responsável pela evolução!
Lembrem-se deste tipo de vergonha da próxima vez que um militante evolucionista vier com ares de superioridade intelectual e moral. Lembrem-se disto sempre que alguém quiser citar o Dawkins como algum tipo de "autoridade" científica no que toca a questões em torno da Biologia.
Entretanto, fica aqui o título integral do livro que Dawkins promove como sendo o livro mais importante da história do homem mas cujo titulo ele não sabe.
On the Origin of Species by Means of Natural Selection, or the Preservation of Favoured Races in the Struggle for Life.
E para o caso do Youtube tirar o vídeo:
quinta-feira, fevereiro 16, 2012
Faz sentido
De certa forma, faz sentido que sejam os evolucionistas a liderar este processo visto que tanto a crença de que lobos evoluíram para baleias como a crença de que o homem consegue aumentar a temperatura da Terra nada mais serem que ficção cientifica:
Será a educação em torno das alterações climáticas a nova evolução, isto é, ameaçada por parte de grupos de interesse muito bem organizados nas escolas distritais dos EUA bem como nos padrões de educação?A NCSE espera que a tarefa seja mais complicada do que o combate ao Criacionismo. Eugenie Scott afirma:Um crescente número de proponentes da educação acha que sim. Devido a isto a partir de ontem, a National Center for Science Education (NCSE) em Oakland, Califórnia, que se dedica a combater o ensino do Criacionismo, anunciou que vai se dedicar também ao combate dos negacionistas climáticos.
As forças unidas contra a ciência climática são mais numerosas e com melhor financiamento.Devido a isto, Scott defende que estas "forças" são mais capazes de propagar a sua mensagem nos órgãos de informação do que os defensores do Criacionismo.
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Um dos motivos que vai tornar o combate ao "negacionismo climático" mais complicado é o facto de ser mais difícil mentir às pessoas sobre algo que elas podem observar empiricamente, independentemente das formidáveis "forças unidas" contra a "ciência climática".
Outro motivo óbvio para o à vontade que muitos cientistas têm em demonstrar a idiotice da teoria do AGA é a inexistência de ramificações religiosas por parte desta (embora existam ramificações políticas). Quer uma pessoa acredite em Deus ou não acredite em Deus, a rejeição do AGA não vai alterar a sua cosmovisão.
No entanto, a crença no Criacionismo implica uma alteração fundamental na forma como vêmos o mundo. Para um militante ateu que claramente observa a insuficiência da teoria da evolução como explicação coerente para a origem dos sistemas biológicos, é complicado passar a defender o Criacionismo - embora se aperceba que esta teoria está melhor suportada pelos dados observáveis.
Para alguém que sempre se auto-glorificou em ser um "céptico" apenas e só por acreditar que o mundo biológico criou-se a si mesmo, o Criacionismo é muito mais perigoso que o AGA.
Como tal, prevejo que o NCSE mais cedo ou mais tarde desista de combater o "negacionismo climático" e volte a defender a tese de que a vida criou-se a si mesma.
segunda-feira, fevereiro 13, 2012
Comunicação entre pirilampos contradiz religião evolucionista
"Falou-lhes, pois, Jesus, outra vez, dizendo: Eu sou a luz do mundo; quem Me segue não andará em trevas, mas terá a luz da vida."
A sequência de luzes que os pirilampos produzem são na verdade um sistema de comunicação e linguagem bastante complexo. Cada uma das mais de 200 espécies de pirilampos possui a sua linguagem particular e distinta.
Cada espécie usa combinações distintas de cor, intensidade e intervalos entre os "flashes" (sinais luminosos).
À medida que o macho voa através da comunidade de pirilampos, ele automaticamente emite um série de sinais de luzes. "Falando" com os flashes de luz, ele busca a resposta apropriada por parte de fêmeas que estejam prontas a acasalar.
Como dito em cima, cada espécie de pirilampo possui a sua linguagem de luz distinta, o que ajuda os machos a identificar os membros da sua comunidade. As fêmeas que não estão prontas a acasalar, ou que já tenham acasalado, comunicam-no através dos flashes de luz aos machos voadores.
Existem evidências de que pelo menos uma espécie de pirilampo consegue entender a linguagem de outra espécie de pirilampo. As fêmeas desta espécie atraem machos de outra espécie para baixo usando a linguagem do macho e fingindo serem fêmeas prontas a acasalar. Quando o macho se aproxima para o acasalamento, a fêmea captura-o e come-o.
Tu podes também "falar" a língua dos pirilampos; para tal basta teres uma lanterna e ajustá-la de modo a que apenas um pequeno feixe de luz seja visível. Depois disso, observa com atenção os padrões de luz que as fêmeas estão a emitir e tentar imitar.
Se fizeres isto da forma certa, os pirilampos macho aproximar-se-ão para investigar a tua lanterna.
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Linguagem, codificação, emissores, receptores e imitação são entidades que refutam de todo a tese de que a biosfera possui causas não inteligentes. Forças não-inteligentes não possuem a capacidade de gerar sistemas que dependam de informação em código.
Como nós observamos na natureza sistemas cuja subsistência depende do código que possuem dentro de si (ADN) e do código que usam para propagar a espécie, é cientificamente seguro rejeitar a teoria da evolução como explicação válida para a origem destes sistemas.
A inteligência embutida na criação é uma das impressões digitais do Criador Infinitamente Inteligente. Tal inteligência natural nunca poderia ser o resultado de acidentes genéticos filtrados pela não-inteligente selecção natural.
quinta-feira, fevereiro 09, 2012
Estrutura interna do fígado contradiz mitos evolutivos
"Pois possuíste os meus rins; entreteceste-me no ventre de minha mãe"
O fígado dum adulto médio tem essencialmente o tamanho duma pequena bola de futebol americano. Pesando cerca de 1,360 Kgs, é o maior órgão interno do corpo humano.Ajustado de modo elegante entre costelas, o fígado não só executa mais de 500 funções distintas, como desempenha um papel de ligação fundamental e vital entre o coração, os pulmões e o sistema digestivo.
(Nada mau para algo que, segundo os evolucionistas, é o resultado de milhões de mutações aleatórias através dos mitológicos "milhões de anos".)
Dentro do fígado existe uma série espantosa de veias microscópicas onde cada gota de sangue é processada. Lá, as condições do sangue são constantemente monitorizadas de modo a garantir que a sua química esteja de acordo com os parâmetros necessários e restritos. Químicos inúteis são transformados em químicos úteis.
Paralelamente, o fígado produz proteínas, corrige factores em torno da coagulação do sangue, controla o balanceamento hormonal e neutraliza os venenos. Se substâncias são necessárias para combater uma infecção, o fígado encarrega-se de as produzir e adicioná-las à corrente sanguínea.
O fígado não só armazena vitaminas e minerais, como prepara-se a ele mesmo para fornecer ao corpo a energia necessária quando requisitada. Como se não fosse suficiente, o fígado produz a bílis, essencial para a digestão.
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Como é que os evolucionistas explicam a origem aleatória dum sistema integrado que leva a cabo mais de 500 funções - cada uma tão ou mais importante que a outra? Nem vamos levar em conta o facto de haver funções que são executadas em simultâneo.
Qual das funções do fígado evoluiu primeiro? Como é que a forma de vida em questão sobreviveu enquanto esperava que as outras funções evoluíam ? Há algum tipo de registo fóssil que demonstre essa tal "evolução"?
Apontar a existência actual de fígados com complexidades distintas não ajuda a teoria da evolução uma vez que, antes de apontar as variações na complexidade, os evolucionistas primeiro têm que estabelecer uma linhagem evolutiva.
É contra-producente apontar fígados com complexidades distintas, e alinhá-los em ordem de complexidade, sem primeiro demonstrar que o animal a quem pertence tal fígado está no sítio "certo" dentro da mitológica escala evolutiva.
Como seria de esperar, a operacionalidade do fígado tem levado muitos evolucionistas a abandonar a noção de que o mesmo é o resultado de milhões de anos de acidentes genéticos filtrados pela selecção natural.
Estruturas como o fígado são demasiado complexas e especificadas para serem o efeito da forças naturais sem propósito e sem capacidade de raciocínio. Como diz a Bíblia, é por demais óbvio que Deus merece a Glória por ter criado um sistema integrado como o fígado.
segunda-feira, fevereiro 06, 2012
Evolucionista recorre à censura como forma de defender a sua fé em Darwin
O Dr. Joseph A. Kuhn é um distinto cirurgião afiliado à "Baylor University Medical Center" em Dallas. O Dr. Kuhn publicou recentemente um artigo crítico em relação ao Darwinismo na revista Proceedings do centro médico. Este artigo causou a que o militante ateu e geneticista Jerry A. Coyne ficasse mais zangado que um vespão.Segundo o militante evolucionista Jerry Coyne, o artigo do Dr. Kuhn está "pobremente escrito, terrível, cheio de erros científicos e como tal, o jornal não só se deveria envergonhar do mesmo, como retratá-lo."
Há outro caminho a seguir que é refutar os "erros científicos" do tal artigo, mas o evolucionista não quer seguir esse caminho; é mais fácil e "científico" exigir que o jornal retire de circulação a publicação.
Aparentemente, dentro da fé evolucionista, a censura é uma forma válida de resposta científica.
Coyne escreve que a crítica que Kuhn faz às milhentas teorias em torno da origem da vida são "absurdamente engraçadas" - embora tais pesquisas nunca tenham levado a cabo a formação de uma única proteína funcional, muito menos duma célula viva.
Coyne prossegue rejeitando o argumento do Dr. Kahn (onde este alega que o sistema de visão depende dum sistema de transdução de luz irredutivelmente complexo) alegando que Kuhn (seguindo o exemplo de Michael Behe) está meramente a levantar um argumento baseado na ignorância e "não oferece qualquer tipo de exemplos" - embora o Dr. Kuhn tenha fundamentado o seu argumento com vários exemplos.
Coyne escreve que Dan-Erik Nilsson e Susanne Pelger, "usando um modelo computacional fixe, demonstraram que um complexo olho-tipo-câmara poderia evoluir facilmente." No entanto Nilsson e Pelger nunca fizeram o que este evolucionista mentiroso alega. A alegação de Coyne, se não for baseada na sua ignorância do que Nilsson e Pelger escreveram, está no limite da fraude.
Para além disso, a evolução do olho-câmara a partir duma área sensível à luz - mesmo que fosse assim tão fácil - é irrelevante para a discussão em torno da origem do sistema de transdução da luz, tal como Behe ressalvou em 1996.
Em resposta ao argumento de Kuhn (de que o registo fóssil falha ao não conter as inumeráveis formas transicionais requeridas pela teoria da Darwin, e que as mutações genéticas são inadequadas como forma de modificar um peixe para um anfíbio ou um primata primitivo para um humano) Coyne responde dizendo:
Ele [Kuhn] falha ao não se aperceber que este é um ponto morto uma vez que NÓS SABEMOS que isso aconteceu: nós temos os fósseis!"Portanto, diz Coyne, nós evolucionistas sabemos que a nossa teoria está certa porque temos os fósseis. No entanto, os fósseis - que são pedras congeladas no tempo - não nos dizem como é que uma forma de vida gradualmente se modificou até passar a ser outra.
Em resposta ao falhanço do registo fóssil em confirmar a imaginação evolutiva, os neo-darwinistas alegam que as modificações genéticas explicam essa transformação. No entanto, quando o Dr. Kuhn mostra aos evolucionistas o quão improvável isso é, Coyne - um geneticista! - ignora o ponto fulcral do argumento de Kuhn e repete um mantra como se fosse uma criança mimada: "Eu estou certo! Eu estou certo! Eu estou certo! Ganhei!"
Em vez de dar uma resposta minimamente científica ao argumento do Dr. Kuhn, Coyne apela a que seja feita uma censura ao artigo do mesmo. Ele conclui a sua "crítica" com as seguintes palavras:
Este artigo está cheio de erros, apropriações desenganadas provenientes da literatura criacionista, e ignorância básica das evidências em favor da evolução.Perceberam? Ou querem um desenho? Segundo Coyne, artigos que ressalvam os inúmeros problemas científicos da teoria da evolução têm que ser censurados sob pena de serem identificados de "literatura criacionista". Não é que haja genuínos erros científicos no artigo; o problema é que o artigo insurge-se contra o Santo Consenso Evolutivo (TM). Como tal, o mesmo tem que ser censurado.O mesmo é um embaraço para o autor, para o jornal e para o campo da Medicina em si.
Apelo ao jornal que retracte esta publicação visto que de outra forma a "Proceedings of the Baylor University Medical Center" vai para sempre ficar identificada como um veículo de propagação dos disparates criacionistas.
É assim que os evolucionistas defendem a sua fé em Darwin. Em qualquer outra área científica os argumentos seriam analisados de forma científica (e não emotiva) e rejeitados (ou aceites) segundo bases sólidas.
Quando se trata da teoria da evolução, visto que a mesma não é uma teoria científica mas uma religião mascarada de ciência, o mais nobre é censurar a oposição.
Façam uma pergunta a vocês mesmos: quando alguém não quer que a voz contrária seja ouvida pela maioria, o que é que isso demonstra em relação à pessoa que apela à censura? Será que ela tem genuína fé no acredita, ou será que ela sabe que a sua teoria não sobrevive o escrutínio científico?
Ao contrário dos evolucionistas, os Cristãos não apelam à censura como forma de propagar a Verdade do Livro de Génesis. Pelo contrário, nós queremos que as pessoas saibam em detalhe os absurdos da teoria da evolução como forma delas saberem o quão baixo uma pessoa pode descer na sua rejeição do Criador.
Quem tem a Verdade do seu lado não precisa de censurar os inimigos ideológicos.
quinta-feira, fevereiro 02, 2012
Estudo revela que cientistas são humanos
Um estudo divulgado pela Clinical Psychology aponta que pelo menos 33% dos cientistas utilizam práticas questionáveis para obter e publicar dados em pesquisas.
Entre os actos mais comuns, o estudo mostra que eles costumam forjar números de acordo com a intuição e mudar o enfoque da pesquisa de forma a obter os dados desejados.
Além disso, um em cada 50 cientistas admite falsificar estatísticas. A prática pode ter ainda mais adeptos, já que o número de pesquisadores que admitiu ter visto outros colegas lançando mão de métodos questionáveis é de 71%.
O estudo analisou ainda 281 trabalhos escritos realizados pelos professores e 50% deles continham erros de estatística. Em 15% dos trabalhos, os erros de pesquisa modificavam directamente o resultado final.
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Que pena que este estudo não se debruçou mais sobre a teoria da evolução senão o mesmo verificaria um desproporcional número de fraudes feitas no nome da legítima ciência.
segunda-feira, janeiro 30, 2012
O grande mergulhador
"E Deus criou as grandes baleias e todo o réptil de alma vivente que as águas abundantemente produziram, conforme as suas espécies; e toda a ave de asas, conforme a sua espécie.
E viu Deus que era bom.."
Apesar de ser um mamífero e não o que hoje chamamos de peixe, a foca de Weddell do Antárctico (Leptonychotes weddellii) é um dos maiores mergulhadores do mundo.Com um peso que pode chegar aos 500 kgs (nos machos), a foca de Weddell não só pode ficar até 70 minutos debaixo da água, como pode atingir profundidades na ordem dos 480 metros. Como termo de comparação, o melhor que um ser humano consegue fazer é ficar 13 minutos e 43 segundos debaixo de água, e chegar aos 85 metros de profundidade.
Os seres humanos não foram criados para suportar o tipo de pressão envolvida nos mergulhos profundos. Se nós ficamos demasiado tempo num local excessivamente profundo, e regressamos rapidamente à superfície, podemos morrer. A rápida mudança de pressão causa a que haja um desequilíbrio no normal funcionamento do nitrogénio no sangue.
O resultado é uma condição potencialmente fatal conhecida em inglês como "bends" (literalmente, "curvaturas"). As focas de Weddell, no entanto, não tem este tipo de cuidados ao vir à tona porque o seu sangue não contém nitrogénio dissolvido.
Visto que alegadamente o ser humano e as focas possuem um parente comum há "milhões e milhões" de anos atrás (talvez), seria curioso saber em que fase da imaginada evolução - de mamífero terrestre para mamífero marinho - é que o nitrogénio dissolvido saiu do sangue das focas de Weddell.
Mostrando mais uma vez a sua firme certeza de que há inteligência no mundo animal, os cientistas (inclusive os evolucionistas) tentam aprender a forma como o design dos pulmões das focas de Weddell impedem que as "bends" ocorram.
Para desespero de quem acredita que forças não inteligentes conseguem gerar sistemas duma complexidade que vai para além do que o ser humano alguma vez poderá imitar, o design das focas não acaba nos pulmões visto que este mamífero consegue suportar pressão superior a 340 kgs por cada 2,50cm, algo que causaria em nós convulsões epilépticas.
Não se sabe bem como é que esta capacidade pode ter evoluído com base na tentativa e erro. Se as focas não tivessem a ca
pacidade de resistir a pressões enormes logo desde o princípio, a primeira foca que tentasse nadar mais para o fundo, morria e não deixava descendentes.
Estar morto não é uma forma válida de se evoluir.
Se, por outro lado, a foca "desenvolvesse" (magia?) a capacidade de resistir a esta pressão mas o seu sangue fosse como o nosso, morreria à mesma. Ou seja, o aparato tem que estar todo lá para que a primeira foca que mergulhe mais fundo volte para dizer aos camaradas.
Claro que este tipo de perguntas só são problemáticas para quem acredita que a vida criou-se a si mesma e que lobos evoluíram para baleias. Quem defende que a evolução pertence no caixote de lixo da História da humanidade, e sabe que "no princípio criou Deus os céus e a Terra", não tem dificuldade alguma em ver que o aparato em volta das capacidades desta foca são obra de Design Inteligente.
O que a ciência está a descobrir em torno do design único das focas de Weddell tornam as ridículas alegações evolucionistas cada vez mais difíceis de subscrever. Elas sempre foram ridículas, mas à medida que a ciência avança, elas vão-te tornando ainda mais.
Claro que os evolucionistas são livres de acreditar que sistemas de mergulho e de suporte de pressão hídrica são obra de "milhões de milhões de anos" de tentativa e erro. Nós, os que vivemos no mundo real e não no mundo da fantasia, vamos continuar a chamar a isso de mitologia.
Fonte: Browne, Malcolm W. 1984. "Antarctica: life's tenuous toehold." Discover, Mar. p. 44.
domingo, janeiro 29, 2012
O inevitável acontece
Desde Freud que nos é dito que o Cristianismo é mau para as pessoas. Desde Jean Meslier que nos é dito que o Cristianismo é mau para as sociedades. Por incrível que parece, nós continuamos a ouvir este mantra apesar das evidências, dos documentários, dos testemunhos e dos dados científicos demonstrarem que o Cristianismo é bom para o indivíduo e significativamente positivo para a sociedade.
No entanto, apesar de décadas de evidências contraditórias à sua fé cega, os militantes ateus ainda lutam para uma sociedade totalmente anti-Cristã, baseada no naturalismo e tendo o mito da evolução como pano de fundo para as nossas origens. Pior ainda é que eles continuam a fazer isto mesmo quando esta visão começa a afectar o mundo à sua volta.
Mentiras, adultério, consumo de drogas, violação dos limites de velocidade, conduzir bêbado e roubar são tudo actividades que são hoje vistas de uma forma mais aceitável que o eram no virar do século. Segundo uma pesquisa levada a cabo pela Universidade de Essex, a condenação e a censura das chamadas "desonestidades de menor grau" diminuíram, independentemente da classe social, salário ou educação.
Os níveis de integridade são ligeiramente superiores entre as mulheres, mas a maior variação verifica-se na faixa etária onde se observa uma crescente tolerância à desonestidade entre os jovens.
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Não sei se é espantoso ou cómico que os académicos que levaram a cabo este estudo, que sem dúvida são todos avidos promotores duma sociedade livre da influência Cristã, falhem em unir o fenómeno observado com a causa adequada: redução da influência Cristã. Em vez do óbvio, eles divagam em explicações ridículas:
Nós achamos que isto ocorre porque os exemplos comportamentais existentes não são muito bons.E porque é que as pessoas para quem os jovens olham como exemplos são eles também pobres em termos de comportamentos moralmente superiores?
A ideia de que uma sociedade pode abandonar os seus fundamentos Cristãos com apenas algumas consequências menores é um absurdo de todo o tamanho.
Os militantes ateus podem continuar a produzir uma panóplia de argumentos tendo em vista à sua tentativa de separar a moralidade de Deus, mas os dados científicos e históricos, juntamente com milhares de anos de exploração filosófica, demonstram isto não pode ser feito com sucesso.
Sem o Deus da Bíblia, as sociedades degeneram-se de modo irreversível. Claro que nós sabemos que é precisamente isso que os marxistas culturais querem. O que é notável é alguém ainda acreditar na propaganda anunciada pelos militantes ateus em favor de coisas como "eu posso ser bom sem Deus".
Central Criacionista
Ajudem a divulgar esta Central para ver se conseguimos atingir mais almas com a mensagem da Criação e Salvação.
Trabalhemos enquanto é dia.
- "Portanto, meus amados irmãos, sede firmes e constantes, sempre abundantes na obra do Senhor, sabendo que o vosso trabalho não é vão no Senhor."
1 Cor 15:58
sábado, janeiro 28, 2012
Coabitação é degradante para a mulher
O estudo presente no Journal of Family Issues baseia-se em entrevistas pessoais aprofundadas e foca-se em sessões de grupos compostas por 192 indivíduos nos seus 20-quase-30 anos.
Em termos de sexo o grupo dividia-se em 50-50 (50% homens, 50% mulheres). Em termos de divisões rácicas, havia um número equivalente de caucasianos (brancos), negros e hispânicos.
Os tópicos incluíam os aspectos positivos e os negativos da coabitação, os motivos por trás da decisão da coabitação em substituição do casamento, motivos para não se coabitar, e o tipo de mudanças que poderiam ocorrer a partir do momento que o casal passasse a viver em regime de coabitação.
A socióloga Pamela Smock (University of Michigan Population Studies Center) afirmou:
Os homens e as mulheres espressaram expectativas distintas em relação ao relacionamento coabitante. Encontramos maior variação de sexo para sexo do que para grupo étnico para étnico. Isto sugere que há uma diferença substancial no papel que cada sexo atribui à coabitação durante a formação da união.Smock levou a cabo o estudo juntamente com Huang of the University (California Hastings College of the Law), Wendy Manning (Bowling Green State University), e Cara Bergstrom-Lynch (East Connecticut State University). O estudo teve o financiamento da Eunice Kennedy Shriver National Institute of Child Health and Human Development.
Razões.
* Querer passar mais tempo com o/a parceiro/a
* Partilhar as dificuldades económicas
* Testar a compatibilidade.
No entanto, a maneira como os homens e as mulheres falavam destes 3 motivos era muito díspares. Enquanto que as mulheres identificam o "amor" três vezes mais do que os homens como motivo para viver junto, os homens identificam o "sexo" quatro vezes mais do que a mulher como motivo para a coabitação.
Embora ambos os sexos tivessem identificado a coabitação como um estado temporário onde a compatibilidade seria "medida", grandes diferenças emergiram quando se falou nos propósitos finais da coabitação.
As mulheres olhavam para a mesma como um arranjo transicional tendo em vista o casamento, enquanto que os homens olham para o mesmo como uma forma de análise da relação - conveniente e de baixo-risco - com o objectivo de apurar se o relacionamento tinha o potencial para uma relação de longo duração.
Para além disto, aquando da qualificação deste "arranjo"alguns homens usaram termos degradantes para a mulher como "test-drive". Para estes homens, a mulher é um "objecto" a testar durante a coabitação, tal como se testa um carro antes de adquiri-lo.
No entanto, a maior diferença entre os sexos centrou-se no que cada grupo identifica como sendo as desvantagens da coabitação. As mulheres acreditam que viver junto envolve menos compromisso e legitimidade que o casamento, enquanto que os homens viam a coabitação como uma limitação à sua liberdade.
O resto pode ser lido aqui.
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Qualquer mulher que se deixe enganar pela coabitação está a reduzir as suas hipóteses de ter um casamento longo, satisfatório e realizador. Qualquer homem que proponha a coabitação a uma mulher, está implicitamente a dizer "Eu quero usufruir de tudo o que tu tens para dar como mulher, mas não quero qualquer tipo de compromisso sério contigo".
Que tipo de mulher aceita um "arranjo" tão degradante como este? Só mesmo a mulher que pensa que esta é a única forma de algum dia vir a casar, ou a forma mais "segura". Mas se isto é assim, e se ela se acha com tão pouco valor para ser reduzida a um "objecto" a ser "testado", então se calhar ela merece o tipo de sofrimentos que normalmente acompanham as relações sem compromisso.

sexta-feira, janeiro 27, 2012
Imagine
E não é por acaso que muitos inocentes acabem mesmo num caixão sempre que um homem utópico - que frequentemente é ateu mas não precisa de ser - se coloca numa posição de poder onde ele pode tentar construir o Novo Homem, a Nova Sociedade ou a Nova Ordem Mundial.
Não é o ateísmo que causa este utopismo letal, mas o facto amplamente observado é que os militantes ateus são muito susceptíveis a ele.
quarta-feira, janeiro 25, 2012
Porque é que Deus criou as plantas antes dos animais?
"Produza a terra erva verde, erva que dê semente, árvore frutífera que dê fruto segundo a sua espécie, cuja semente esteja nela sobre a terra."
E assim foi.
A vida vem da vida. Esta Lei da Biogénese, apesar dos inúmeros ataques por parte dos cientificamente ignorantes e ideologicamente motivados militantes evolucionistas, tem resistido às observações sistemáticas.
Paralelamente, esta Lei é cientificamente derivada da complexidade irredutível das células e das suas sub-estruturas.
Dado isto, porque é que Deus criou as plantas no 3º Dia da Criação e não no 5º ou no 6º?
As plantas fazem algo que os animais não fazem: elas produzem a sua própria energia. Elas recolhem-na da mais básica das formas de energia: a luz.
Devido a isto, as plantas, melhor do que qualquer outra forma de vida, podem directamente capturar a energia que chega à Terra proveniente de fora. Algumas formas de vida podem capturar energia química, mas esta energia é uma forma de armazenamento. A energia da luz é directa e básica.
De onde veio esta luz?
Isto também serve de resposta a todos os laodiceanos que atacam a Bíblia com perguntas ignorantes como:
Como é que os dias de Génesis podem ser literais se o Sol só foi criado no 4º Dia da Criação?Estes infiltrados pseudo-cristãos esquecem-se que para haver um ciclo dia/noite não é preciso o Sol mas sim uma fonte de luz em relação a qual a Terra leve a cabo o ciclo.
O uniformitarianismo defende que os processos que hoje operam, sempre operaram de igual modo no passado - à mesma taxa, frequência, cadência e velocidade.
Esta distorção falha a todos os níveis.
Primeiro, apesar das plantas produzirem a sua própria energia, elas precisam do dióxido de carbono para armazená-lo. No intervalo entre as alegadas duas "eras" ou duas "idades", entre o aparecimento das plantas ao aparecimento dos animais, as primeiras teriam usado todo o dióxido de carbono da atmosfera e morrido.
Segundo, o registo fóssil possui plantas misturadas com animais. Daqui se infere que as plantas e os animais sempre viveram lado a lado mal os animais apareceram na Terra.
Claro que os evolucionistas ateus não têm este tipo de problemas. Pelo menos é o que eles pensam. Eles erradamente subscrevem à noção de que as plantas e os animais "evoluíram" juntos e "apareceram" juntos. Se isto fosse verdade, então as plantas teriam aparecido mal a Terra começou.
Como é que as primeiras cloroplastas e as primeiras plantas evoluíram como efeito de forças naturais (aleatórias, sem propósito, sem guia e sem supervisão) ? A resposta é bastante simples: elas não evoluíram.
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Com a Grande Plantação, o 3º Dia da Criação chegou ao fim. Génesis 1 declara que, no final do dia, Deus declarou que o resultado era bom.
E a terra produziu erva, erva dando semente conforme a sua espécie, e a árvore frutífera, cuja semente está nela, conforme a sua espécie. E viu Deus que era bom.Obviamente que isto, segundo alguns "cristãos", está errado e/ou "alegorizado". Segundo eles (que aparentemente sabem mais do que Deus), este tipo de descrição é o efeito de épocas "pré-científicas" (seja lá o que isso for) e nada mais são que histórias alegóricas feitas por povos desconhecedores do que a Verdadeira Ciência nos tem mostrado ultimamente.Génesis 1:12
Curioso que estes infiltrados nunca nos digam onde é que a Génesis acaba com as "alegorias" e começa com História no verdadeiro sentido da palavra.













