domingo, dezembro 11, 2011

O supergene das borboletas imitadoras

"Assim que, se alguém está em Cristo, nova criatura é: as coisas velhas já passaram; eis que tudo se fez novo."
2 Coríntios 5:17


Para os olhos não treinados, certas borboletas podem-se parecer essencialmente idênticas às variedades correspondentes em outras espécies. Usando este tipo de manobra cromática, elas podem fugir de predadores em busca de alimento visto que estes não as atacam uma vez que os insectos que as borboletas estão a imitar possuem um sabor horrível.

Desde o tempo de Darwin que os biólogos se questionam sobre a forma como estas borboletas conseguem imitar de forma tão próxima os padrões cromáticos duma espécie não relacionada. Agora, uma equipa internacional de pesquisadores classificou a genética interna do insecto e o que eles observaram não corresponde às suas expectativas evolucionistas.

Publicando online no jornal Nature, a equipa descobriu que a variedade nos padrões cromáticos da borboleta pertencente ao género Heliconius correspondiam perfeitamente com uma única diferença na base de ADN encontrada num conjunto especial de genes identificado como supergene.

Este supergene, identificado como P, é composto por um conjunto pequeno de genes que são misturados em padrões discretos. Gerações distintas podem de modo variado desenrolar blocos genéticos, com ordens distintas, de modo a que um tipo único possa expressar padrões de cores diferentes usando o mesmo ADN

Os autores do estudo afirmam:

A análise feita a 31 indivíduos de 4 "morphs" [variedades] revelou uma associação completa entre rearranjos alternativos e fenótipos com padrões específicos.
(Joron, M. et al. 2011. Chromosomal rearrangements maintain a polymorphic supergene controlling butterfly mimicry. Nature. Published online August 14, 2011)
O editor-chefe Mathieu Joron afirmou à agência noticiosa internacional AFP, "Ficamos estupefactos com o que encontrámos." O sistema em torno do supergene era tão "surpreendente" e "espantoso" que parecia "algo tirado da ficção científica." ('Supergene' is key to copycat butterflies. AFP. Postado na physorg.com 12 de Agosto de 2011).

O motivo que leva a que estes evolucionistas vejam o sistema em volta do supergene como algo tão espantoso centra-se no facto de ser demasiado bem organizado para ser o produto duma evolução cega e sem inteligência.

No entanto, embora este sistema seja espantoso para os evolucionistas, é algo perfeitamente esperado se na origem desta estrutura se encontra Uma Mente Inteligente com o propósito de gerar um sistema de comutação genético de modo a permitir que as borboletas expressem um padrão imitador quase perfeito - não em milhões e milhões de anos de tentativa e erro mas numa única geração.

Os autores do estudo admitiram:

A origem e manutenção do polimorfismo [conjunto de genes em permuta] adaptativo multilocus, à luz da recombinação, é um puzzle de longa data dentro da biologia evolutiva.
Isto quer dizer que os evolucionistas não fazem ideia nenhuma como um processo aleatório natural poderia construir estas operações genéticas elegantes e muito menos mantê-las durante "100 milhões de anos de evolução" (Joron, M. et al. 2011).

Mostrando mais uma vez como a teoria da evolução é uma paradigma filosófico dentro do qual se "deve" operar, e não ciência no verdadeiro sentido da expressão, os autores levantaram "hipóteses" em torno da origem do supergene:

  • Será que os genes evoluíram separadamente e posteriormente organizaram-se nos altamente estruturados e eficientes supergenes que observamos?
  • Ou será que um conjunto de precursores genéticos primeiramente se auto-organizou de forma a gerar a estrutura do supergene e posteriormente evoluiu até a forma actual?

Ambos os cenários requerem a existência de sequências genéticas inúteis durante vastos períodos de tempo - uma crença sem qualquer tipo de suporte científico. Além disso, como se pode ver, ambas as "hipóteses" assumem o que nunca foi suportado pelas evidências: o processo evolutivo.

Os pesquisadores sugeriram que os genes evoluíram primeiro e mais tarde organizaram-se formando o supergene. Mas isto é o mesmo que olhar para um teclado dum computador e "deduzir" que as teclas surgiram numa amontoado de teclas e mais se auto-organizaram.

Os genes em si são demasiado complexos para serem o resultado dum processo aleatório. Portanto afirmar que o supergene se formou desta forma não é uma explicação cientificamente válida.

Curiosamente, este novo estudo veio ajudar na resolução deste "puzzle de longa data", mas não da forma que os pesquisadores evolucionistas esperavam. Uma programação tudo-ou-nada como encontrada nestas borboletas imitadoras só poderia ser o obra Dum Programador com poderosos conhecimentos genéticos.

Os evolucionistas são livres de subscrever às versões da criação que melhor se ajustarem ao seu preconceito naturalista. Eles não são, no entanto, livres para dizer que sistemas baseados em programação programaram-se a si mesmos durante milhões de anos de tentativa e erro.

Ó Timóteo, guarda o depósito que te foi confiado,
tendo horror aos clamores vãos e profanos,
e às oposições da falsamente chamada ciência.

1 Timóteo 6:20


Todas as fotos tiradas da Wikipedia.

quinta-feira, dezembro 08, 2011

Comunicando com as abelhas e fragilizando o darwinismo

Cercaram-me como abelhas, mas apagaram-se como fogo de espinhos; pois no Nome do Senhor as despedacei.
Salmo 118:12

Em Junho de 1989 os cientistas reportaram terem conseguido pela primeira vez usar a linguagem das abelhas para comunicar com elas. Há já algum tempo que os cientistas sabiam como interpretar a "dança" das abelhas. Segundo se sabe, esta "dança" é usada pelas abelhas "batedoras" para comunicar às abelhas recolectoras a localização de fontes de alimentação.

Os pesquisadores decidiram levar a cabo experiências para confirmar se o seu entendimento em torno da comunicação das abelhas estava correcto. Mas como é que nos dirigimos a uma abelha e confirmamos que ela entendeu o que dissemos? Os cientistas decidiram que a única forma seria construir uma abelha-robô através da qual seria possível comunicar.

As primeiras tentativas não funcionaram muito bem: os modelos robóticos iniciais foram atacados viciosamente pelas abelhas. Após várias tentativas, os cientistas conseguiram por fim construir uma abelha-robô aceite pelas demais.

Estes pesquisadores, que descrevem a linguagem das abelhas como elegante e precisa, aprenderam o suficiente para comunicar com sucesso a localização duma fonte de alimentação nas redondezas às abelhas verdadeiras.

Apesar do seu sucesso, os pesquisadores são cautelosos ao afirmar que há ainda muito que aprender. Mas estas pesquisas podem um dia tornar possível controlar as abelhas de modo a enviá-las para um sítio específico que precise de polinização.

Nenhuma referência foi feita à teoria da evolução nem foi dito como uma firme fé na mesma poderia de alguma forma aprimorar o nosso conhecimento em torno da linguagem das abelhas.

No entanto, apesar da total irrelevância da teoria da evolução para a ciência, existe um significativo (mas minoritário) número de pessoas que religiosamente defende que sistemas de informação podem aparecer como o efeito de eventos aleatórios, irracionais, sem propósito e sem direcção. As evidências em favor desta hipótese fazem-se notar pela ausência.

Conclusão:

Este tipo de pesquisas demonstram de forma cabal que a teoria da evolução está em contradição com a ciência. Poderia a linguagem das abelhas ser o resultado de milhões de anos de mutações aleatórias filtradas pela selecção natural? Como é que ela sobreviveu antes de "evoluir" esta dança?

Para haver comunicação é necessário, no mínimo, a existência 1) dum emissor, 2) uma linguagem comum e 3) um receptor. Mesmo que uma das abelhas "aprendesse" a dançar como forma de indicar uma localização, este avanço só se fixaria na população se houvesse outra abelha por perto que falasse a mesma linguagem gestual/corporal. Como é que isto evoluiu através de mutações aleatórias?

Mas por mais espantoso que seja o facto de nós humanos aprendermos a linguagem das abelhas para podermos comunicar com elas, o maior gesto de comunicação alguma vez visto pelo Homem ocorreu quando o Próprio Deus tomou a forma dum Homem, e viveu entre nós durante cerca de 3 décadas, preparando assim o caminho para que um dia possamos subir com Ele para a Glória Eterna quando a nossa alma se separar do corpo físico.

Aqueles que estão em Cristo, certamente subirão com Ele para as mansões celestiais porque está escrito "porquanto teve por Fiel Aquele que lho tinha prometido." (Hebreus 11:11).

Aqueles cujas transgressões não foram perdoadas enquanto era possível, e morreram nas suas transgressões, certamente que descerão com o inimigo das nossas almas para a prisão eterna.

Então [O Filho de Deus] dirá, também, aos que estiverem à Sua esquerda: Apartai-vos de Mim, malditos, para o fogo eterno, preparado para o diabo e os seus anjos
Mateus 25:41
Este é o "decreto do Altíssimo" (Daniel 4:24) e ele certamente se cumprirá. A pergunta é: de que lado estás tu?


terça-feira, dezembro 06, 2011

Criados para voar e glorificar o Criador

Mas os que esperam no Senhor renovarão as suas forças, subirão com asas como águias: correrão, e não se cansarão; caminharão, e não se fatigarão.
Isaías 40: 31

Porque é que os pilotos e os mecânicos aeronáuticos são tão meticulosos na manutenção dos aviões e de outros engenhos voadores? Provavelmente porque basta uma pequena falha no sistema para que complicações ocorram e vidas sejam colocadas em risco.

Dispositivos feitos para voar possuem uma vasta gama de sistemas interdependentes que são especificamente construídos para facilitar o vôo.

As áves, por exemplo, foram claramente arquitectadas para voar; elas nunca poderiam ser o resultado duma leque enorme de mutações aleatórias filtradas pela selecção natural. A antigo Livro de Jó declarou isto mesmo:

Mas, pergunta agora às alimárias, e cada uma delas to ensinará; e às aves dos céus, e elas to farão saber:…Quem não entende, por todas estas coisas, que a Mão do Senhor fez isto? (Jó 12:7, 9)
Alguns dos sistemas necessários para o vôo são visíveis a olho nu - tais como as asas e a forma aerodinâmica do corpo. Existem, no entanto, outras características menos óbvias mas igualmente importantes.

Tudo aquilo que voa tem que possuir um rácio força/peso específico. Se o material do qual são feitas as asas fosse suficientemente forte para resistir ao ar mas demasiado pesado para ser elevado pelo "motor", tal criatura nunca sairia do chão.

Se porventura estas asas demasiado pesadas tivessem surgido durante a evolução, a criatura estaria em desvantagem para fazer vida no solo, mas ao mesmo tempo ainda não poderia usar o meio aéreo para a sua locomoção.

As asas dos pássaros são feitas de fibras de proteicas de queratina, leves e fortes.

Semelhantemente, o centro de gravidade (inglês: "center of mass") dos pássaros é na parte frontal do mesmo - entre as sua asas. Isto é um arranjo aerodinâmico crucial uma vez que o mesmo permite o controlo de equilíbrio e uma gestão de manobra em pleno vôo.

Para além disso, este centro de gravidade mais afastado das pernas e mais próximo dos membros anteriores demonstra de forma óbvia que as àves nunca poderiam descender de dinossauros uma vez que o centro de gravidade destes últimos é um pouco acima dos membros posteriores.

Os evolucionistas ainda não mostraram ao mundo os fósseis de animais com o centro de gravidade a movimentar-se para áreas mais próximas dos membros anteriores. De facto, criaturas cujo centro de gravidade estivesse em evolução para a parte frontal, mas que ainda se encontrasse a meio do corpo, nunca se poderia controlar durante o vôo.

Pior que isso, também já não poderia controlar de forma eficiente o seu corpo em terra firme. Tal criatura imaginária tornar-se-ia rapidamente numa presa fácil para os melhor equipados dinossauros em seu redor - terminando logo aí a sua história evolutiva.

Uma pequena mas crucial propriedade presente nos pássaros voadores é a pena alula. Posicionada de um modo preciso na parte frontal da asa, a mesma é "empurrada" para frente pouco antes do pássaro aterrar como forma de suavizar a aterragem. Sem elas, os pássaros pura e simplesmente teriam aterragens problemáticas.

Há outras propriedades específicas necessárias tais como um sistema de aterragem retráctil e estabilizadores horizontais. Isto sem falar nos mecanismos do pássaro que servem para a auto-reparação (cura).

Mas mesmo com todo este hardware específico, ordenado na ordem perfeita, o pássaro seria incapaz de voar se não tivesse um software interno para gerir toda esta maquinaria. Os seus controladores de vôo constantemente detectam a velocidade e a direcção do vento ao mesmo tempo que monitorizam os inputs visuais tri-dimensionais e os dados magnéticos.

Esta informação produz, posteriormente, uma miríade de outputs, incluindo a temporização e a activação dos largos músculos peitorais que dão poder às asas, bem como o controle dos pequenos músculos que ajustam a curvatura das pequenas penas num esforço coordenado para o vôo.

Os técnicos de manutenção dos aviões não podem de maneira nenhuma desprezar os pequenos detalhes uma vez que a vida dos passageiros e dos pilotos depende do normal funcionamento das partes específicas construídas segundo tamanhos, formas e potências precisas.

Portanto, uma vez que nós claramente notamos que nenhuma especificação foi deixada de fora no design das áves voadoras, a interpretação mais directa e parcimónica, de engenho para Engenheiro, de design para Designer, ou de criação para Criador, é perfeitamente válida.

E isto nem leva em consideração a beleza do vôo das aves, as suas canções, as suas penas coloridas - tudo propriedades que revelam arte e que exigem Um Artista que consiga unir vôos elevados de imaginação com a mais intrincada qualidade de engenharia.

Certamente que o Criador/Artista/Engenheiro/Designer merece crédito pelo Seu Fantástico trabalho.

Eu fiz a terra, o homem e os animais que estão sobre a face da terra, pelo Meu Grande Poder e com o Meu Braço estendido, e a dou àquele que Me agrada em Meus Olhos.

Jeremias 27:5

Qualquer menção duma origem não inteligente para estes sofisticados sistemas de suporte ao vôo deve ser tratada como humor ou mitologia (ou delírios) e não como uma tentativa válida de dar uma explicação minimamente científica.


domingo, dezembro 04, 2011

Dário Codina: "Criticar cientistas é o mesmo que atacar a ciência"

Aparentemente os cientistas pertencem a uma classe especial na sociedade uma vez que, segundo o Dário Codinha, criticar algumas das suas péssimas decisões é algo condenável. Seguramente que todos nós estamos agradecidos a este esclarecimento levadoa cabo pelo Dário.

Há alguns dias atrás ficamos a saber que alguns cientistas possuem planos para recriar o vírus da Peste Negra. Na altura o texto terminava da seguinte forma:

No entanto, recriar o micróbio da Peste Negra parece ser uma ideia epicamente estúpida.

Obviamente que um dos membros da equipa disse que “a antiga praga presumivelmente seria susceptível aos antibióticos.

Presumivelmente!

Supostamente a crítica a um comportamento tão irresponsável como a recriação dum micróbio que exterminou milhões de seres humanos na Europa implica "denegrir a ciência". As próprias pessoas que visam recriar o dito micróbio não tem forma de garantir a segurança alheia, mas mesmo assim, acham que seria boa ideia.

Se os energúmenos que estão à frente deste projecto genocida não têm forma de saber se não haverá uma contaminação geral da população, então todos nós temos o direito de os qualificar de estúpidos, ignorantes e irresponsáveis.

Mas o Dário acha que não. O Dário aparentemente não vê problemas em iniciar investigações sem o mínimo de medidas de segurança. Por aqui se vê como o Dário, e as pessoas envolvidas neste projecto, são irresponsáveis.

O Dário diz ainda:

Este autor, já conhecido por arranjar falácias para denegrir a ciência, agradece à ciência pelos avanços na luta contra a poliomielite e varíola. Contudo acha mal a ciência avançar na luta contra uma futura epidemia de peste bubónica.
Não há problemas em avançar com medidas que visem combater um micróbio tão mortífero desde que sejam feitas de forma responsável. Recriar um micróbio tão mortífero como forma de "presumivelmente" arranjar um antídoto é irresponsabilidade.
Mas como é óbvio este autor não percebe nada de ciência… mas escreve mal sobre a mesma sem a compreender.
Criticar comportamento irresponsável de alguns cientistas não implica uma crítica à ciência em si. O Dário aparentemente não entende a distinção entre cientistas e ciência.
Para finalizar com uma frase típica de quem só gosta de dizer mal:

“Além disso, se os cientistas têm planos para recriar algo, acho que seria mais proveitoso recriar o Tigre Dentes-de-Sabre. Este, sim, seria uma forma de vida interessante de se estudar – sem correr o risco de matar milhões de pessoas duma vez.”

Óbvio que, se tal acontecesse, o Mats já estava a dizer o oposto. Ainda por cima escreveu mal da ciência que salvou milhões de pessoas de epidemias e pandemias.

Como é que o Dário sabe o que eu diria se os cientistas recriassem o Tigre Dentes-de-Sabre? Será que ele também tem poderes sobrenaturais para saber o que vai no pensamento alheio?

A "ciência" (cientistas) sem dúvida que produziu trabalho experimental que mais tarde melhorou a qualidade de vida humana:

  • O criacionista Robert Boyle (1627–1691) é o pai da Química moderna e um dos cientistas que demoliu a teoria aristotélica dos quatro elementos. Para além disso, Boyle financiou palestras em defesa do Cristianismo e patrocinou missionários e traduções Bíblicas.
  • Telemóveis dependem de teoria da radiação electromagnética cujos fundamentos dependem do trabalho do criacionista James Clerk Maxwell (1831–1879).

  • Máquinas computacionais foram inventadas por Charles Babbage (1791–1871), que pese embora não fosse um criacionista Bíblico era um criacionista no sentido lato. Ele acreditava que “o estudo dos sistemas da natureza com precisão científica era uma preparação necessária e indispensável para entender e interpretar o seu testemunho em favor da Sabedoria e Bondade do Autor Divino”.

  • Os irmãos criacionistas Orville (1871-1948) e Wilbur Wright (1867-1912) inventaram o avião depois de estudar o design que Deus tinha posto nas áves.

  • A teoria das órbitas planetárias foi inventada por Johannes Kepler (1571–1630), famoso por alegar que as suas descobertas eram o resultado de “pensar os Pensamentos de Deus em conformidade“. Kepler definiu a data da criação como tendo acontecido a 3992 a.C., data próxima dos cálculos do Bispo Ussher.

  • A teoria da gravidade e as leis da inércia, essencial para as alunagens, foram descobertas pelo criacionista Isaac Newton (1642/3–1727).

  • O programa de alunagem foi liderado por Werner von Braun (1912-1977), que acreditava no Designer e opunha-se à teoria da evolução. Para além disso, um criacionista Bíblico, James Irwin. andou na Lua.

Mas ao mesmo tempo que houve cientistas a levar a cabo genuíno esforço científico, houve muitos outros que agiram de uma forma moralmente condenável. Por exemplo:

  • Manuel Elizalde Jr. pagou a camponeses filipinos locais para viver em cavernas, tirarem as suas roupas e aparentarem ser oriundos da "Idade da Pedra". Em troca deu-lhes somas de dinheiro e garantiu-lhes segurança durante as guerras tribais.
  • O próprio Darwin, santo do ateísmo moderno, disse

    "Num período futuro, não muito distante quando medido em séculos, as raças humanas civilizadas vão certamente exterminar e suplantar as raças selvagens por todo o mundo."

    Será legítimo criticar esta posição racista de Darwin ou isso consiste um "ataque à ciência" ?

  • O ateu Ernest Heackel levou a cabo trabalho fraudulento tendo em vista o avanço da sua teoria da evolução. Em relação a isso, o ateu marxista e evolucionista Stephen Jay Gould afirmou:

    "Embora nós não devêssemos ficar surpreendidos com o facto das ilustrações de Haeckel terem feito parte dos livros escolares do século 19, o mesmo não se passa quando verificamos a contínua reciclagem descuidada que conduziu a persistência das ditas ilustrações em muitos (se não na maioria) dos livros escolares contemporâneos!"

Segundo o Dário, criticar este comportamento menos ético por parte dos cientistas ateus e evolucionistas consiste num "ataque à ciência".

Conclusão:

Recriar um micróbio mortal sem garantir a segurança humana é um acto irresponsável. Criticar os cientistas que levam a cabo este empreendimento é perfeitamente normal e louvável. O Dário, pelo contrário, não entende que criticar actos levados a cabo por cientistas não consiste numa crítica à ciência em si.

Se é assim que ele pensa, então somos levados a acreditar que criticar o racismo de Darwin, as fraudes do ateu Heackel e a antropologia fraudulenta Manuel Elizalde Jr consistem em "ataques à ciência".

É precisamente por esta fé cega no que os "cientistas" dizem que faz com que os militantes evolucionistas sejam as pessoas mais crédulas do mundo actual.


Facebook.

quinta-feira, dezembro 01, 2011

A importância de se debater militantes ateus

Um dos leitores do blog do Vox Day pergunta-lhe sobre o porquê de ser tão difícil convencer os militantes ateus do que quer que seja:
Embora já ande a debater com ateus há cerca de 5 anos, e embora a minha escrita esteja a ficar melhor, não vejo muitos resultados.

Pergunto-me o seguinte: achas que há um sítio onde pessoas como eu podem debater e apenas ler o teu blog como forma de obter ideias e material?

Ou será melhor continuar com os debates?

Vox Day responde nas linhas que se seguem.

A seguinte citação resume tudo:

"He that complies against his will
Is of his own opinion still."
~Samuel Butler (1612-1680)


É uma tautologia. A maior parte dos ateus não acredita em Deus porque eles não acreditam em Deus. Se fores ver as suas histórias pessoais e fores ler os seus livros, tornar-se-á claramente aparente que a maioria deles determinou que Deus não existe quando tinham idades compreendidas entre os 10 e os 17 anos.

Há várias teorias sobre esta ocorrência, mas o que ressalva depois duma análise mais pormenorizada é que o seu ateísmo é, na verdade, muito menos racional e muito menos baseado em qualquer tipo de pensamento racional que a identificação política de estudantes universitários.

Todos os apelos à ciência mais não são que racionalizações ex post. Isto explica as falsas alegações àcerca do seu "conhecimento" Bíblico e a sua teologia infantil. O que passa por conhecimento mais não é que uma lembrança vaga das suas aulas de escola dominical.

Não me lembro de um único ateu que tenha sido capaz de me dizer a estrutura de um argumento presente na Summa Theologica, muito menos o conteúdo dos 610 argumentos lá presentes. E se o próximo ateu que encontrar tiver lido Tertuliano ou os Padres Latinos com a excepção de Agostinho, vai ser o primeiro.

A sua ignorância não se limita ao Cristianismo uma vez que eles raramente sabem o que quer que seja das outras confissões religiosas, ou outros livros religiosos, com a excepção da mitologia grega e a mitologia nórdica.

O propósito no debate com ateus não é a sua conversão. Nunca vais ver tais resultados. Isso simplesmente nunca vai acontecer uma vez que nenhum ateu irá alguma vez deixar de ser ateu apenas porque as suas racionalizações foram reveladas como factualmente incorrectas, logicamente falaciosas, ou simplesmente irracionais.

Mas tudo bem.

Devemos atacar os militantes ateus vez após vez como forma de neutralizar e contrariar os efeitos das suas palavras nas mentes mais frágeis , e/ou mentes em busca da verdade, ou ainda mentes ainda menos inclinadas a pensar do que a mente dos militantes ateus.

Eu raramente ataco de forma intencional os ateus que não tentam convencer os outros que deuses e o sobrenatural não existem precisamente por este motivo: não me interessa o que eles acreditam ou deixam de acreditar. A sua falta de crença não me afecta nem afecta outras pessoas.

Mas mal eles se determinam a tentar convencer os outros da validade da sua versão de ateísmo, eles tornam-se automaticamente em alvos abater.

Portanto, o meu conselho é, continua a fazer o que já fazes, continua a refinar e melhorar os teus argumentos e provavelmente irás impedir dezenas - talvez centenas de pessoas - de serem enganadas pelos falsos argumentos e pela lógica incorrecta apresentada pelos militantes ateus.


terça-feira, novembro 29, 2011

O pescoço da girafa

Como é que a girafa adquiriu o seu longo pescoço? Existe alguma explicação cientificamente válida?

Um famoso contador de histórias disse que "a girafa tinha a aparência semelhante a de outros animais que pastam nas savanas de África".

A dada altura, a girafa viu folhas frescas em ramos mais elevados.

A girafa reparou que essas folhas tinham uma aparência mais deliciosa e como tal, ele esticou-se, esticou-se e foi-se esticando.[Rudyard Kipling, "How the Giraffe Got its Long Neck," Just So Stories.]

O seu pescoço aumentou de tamanho, mas o mesmo aconteceu com o seu orgulho. De facto, diz-nos o contador de histórias, a girafa ficou demasiado orgulhosa ao se recusar a inclinar o seu pescoço como forma de comer a comida que se encontrava perto do chão.

Devido a isto, só as girafas com pescoços suficientemente longos conseguiram atingir os ramos mais altos e alimentarem-se. Todos os outros morreram.

História triste, certo?

Imaginem o cenário: centenas de girafas mortas espalhadas pelas savanas de África apenas e só porque não quiseram vergar os pescoços e comer a vegetação mais rasa ao mesmo tempo que os antílopes, os búfalos, as zebras e todos os outros herbívoros africanos caminhavam entre os cadáveres, alimentando-se calmamente da erva rasa.

Mas isto são histórias infantis; certamente que ninguém acredita que o uso de partes corporais vai modificar a informação genética que é passado aos descendentes, certo?

Daí, talvez não..

Entra a teoria da evolução.

Charles Darwin tentou dar uma explicação cientifica mais específica em relação à origem do pescoço da girafa. Ele diz:
. . . . os membros que conseguiam chegar aos ramos mais elevados e eram, durante [as secas], capazes de atingir 1 ou 2 centímetros acima dos outros, foram preservados.

Através deste processo longamente contínuo . . . sem dúvida combinado de um modo importante com os efeitos hereditários incrementado pelo uso de partes, parece-me com toda a certeza que qualquer quadrúpede com cascos (inglês: "hoofed") poderia ser convertido numa girafa.
[Charles Darwin, Origin of the Species (1859), p. 202, em Link]

Mas será isto verdade? Se as girafas mais baixas morreram porque não conseguiram chegar aos ramos mais elevados, o que é que aconteceria às girafas bebés ou ainda em desenvolvimento físico? Os seus pescoços seriam bem mais pequenos. E se as girafas mais pequenas começassem a morrer, não existiriam girafas adultas.

Mas há razões científicas que demonstram de forma bem clara que os delírios de Darwin são pura fantasia. Vamos examiná-las uma a uma.

  • Foram alguma vez encontrados fósseis de manadas de girafas com pescoços mais pequenos, num estado evolutivo anterior?

RESPOSTA: Não.

  • Será verdade que as girafas mais pequenas morreram porque não conseguiam chegar à comida?

RESPOSTA: Não. Tal como todos os outros animais, elas poderiam muito bem inclinar a cabeça e ingerir a vegetação mais rasa. A crença de que a girafa tenta sempre chegar aos ramos mais elevados é falsa:

De acordo com a hipótese competitiva, as girafas usam os seus pescoços como arma vantajosa durante as secas quando a comida é mais rara. No entanto, o que é observado nas savanas é exactamente o oposto.

( . . . )

As fêmeas passam mais de 50% do seu tempo a alimentarem-se com o pescoço na posição horizontal [um comportamento tão comum que é usado para determinar o sexo do animal à distância] e ambos os sexos alimentam-se de um modo mais rápido e mais frequentemente com os pescoços inclinados.

Estas observações, eles concluem, sugerem que 'os longos pescoços não evoluíram especificamente para levar a alimentação nos ramos mais elevados.'
["THE TALLEST TALE" - Link]

Darwin não tinha conhecimentos suficientes para levantar hipóteses ridículas, mas isso pode ser de alguma forma "desculpado". Os militantes evolucionistas modernos, ao aderirem aos erros de Darwin mesmo depois do que a ciência já mostrou, estão "inexcusáveis" (Romanos 1:20).
  • O que é que acontece quando os seus pescoços são mais longos que as suas pernas? Como é que eles atingem as folhas junto ao chão?

RESPOSTA: Elas apenas afastam as suas pernas da frente. É isso que fazem quando querem beber água.

  • Uma vez que a sua cabeça está abaixo do seu corpo, será que o sangue invade o seu cérebro e causa a que ela desmaie?

RESPOSTA: Os vasos sanguíneos do pescoço da girafa possuem válvulas especiais que controlam o fluxo de sangue. Se ela apenas tivesse um pescoço longo mas as válvulas não estivessem presentes, a girafa morreria.

Desde o princípio que a girafa foi construída para sobreviver:

O coração da girafa é provavelmente o mais poderoso do mundo animal uma vez que é necessária uma pressão duplamente superior para fornecer sangue ao cérebro da girafa.

Com um coração tão poderoso e uma pressão sanguínea tão forte, apenas características cuidadosamente construídas impedem que a sua cabeça "expluda" quando ela se inclina para beber água.

Igualmente maravilhoso é o facto do sangue não invadir as pernas da girafa, e elas não sangrarem muito se se ferirem nas pernas. O segredo encontra-se na pele extremamente dura e na fáscia interna que impede que o sangue se concentre.

Esta combinação dérmica está a ser estudada pelos cientistas da NASA como forma de se desenvolverem fatos de gravidade para os astronautas.
[Lynn Hofland, B.S.E.E., "Giraffes … animals that stand out in a crowd," - Link]

Não se afigura possível que os evolucionistas construam um cenário cientificamente plausível para a origem quer do pescoço da girafa quer do seu complicado sistema de regulação da pressão sanguínea.

Este sistema espantoso gera pressão sanguínea suficientemente forte para impulsionar o sangue até 5 metros até chegar ao cérebro, mas rapidamente reduz a pressão - para impedir danos cerebrais - quando o animal se inclina para beber água.


Depois de mais de um século de intensa exploração em busca de fósseis, os mais populares museus evolucionistas do mundo são incapazes de fornecer um único fóssil intermédio que consiga ligar a girafa a qualquer outro animal [Luther D. Sunderland, Darwin's Enigma (1988), pp. 83-84. t., pp. 26-27. - Link].

  • Existe planeamento na origem destas estruturas ou são elas obra do acaso evolutivo? Será credível afirmar que todos estes sistemas são o resultado dum processo aleatório não-inteligente filtrado pela selecção natural?

RESPOSTA: Não. A interpretação evolutiva é claramente ridícula e deficiente. Afirmar que estes mecanismos são o resultado de processos não inteligentes não é muito diferente da história infantil aludida no início do post. A diferença é que Rudyard Kipling não tencionava que a sua história fosse levada a sério, mas Darwin sim.

Então para quê o pescoço tão longo?

O pescoço da girafa cumpre de um modo perfeito dois critérios da Teoria da Mensagem:
  • Refuta o naturalismo ao mostrar que o pescoço nunca poderia ser o resultado de forças naturais
  • Une a girafa com o padrão de vida; Quem criou a girafa e o seu complexo sanguíneo, criou as outras formas de vida presentes na biosfera.

O criacionismo Bíblico - um sub-conjunto da Teoria da Mensagem - fornece-nos uma explicação 100% satisfatória em torno da origem do pescoço da girafa.

"E fez Deus as bestas-feras da terra, conforme a sua espécie, e o gado, conforme a sua espécie, e todo o réptil da terra, conforme a sua espécie. E viu Deus que era bom."
Génesis 1:25


segunda-feira, novembro 28, 2011

Libélula "ensina" cientistas

O naturalismo evolutivo pinta-nos a imagem de que a vida nada mais é que um longa colecção de acidentes genéticos que, por sorte, resultaram nos sistemas de vida que hoje se encontram na Terra. Esta visão imaginativa da biosfera destrói o nosso sentimento de admiração em relação à sofisticada engenharia presente no mundo vivo.

Consideremos o vôo, por exemplo. Existem duas versões em relação à sua alegada evolução:

  • Um grupo de evolucionistas sugere que as áves descendem de répteis que aprenderam a voar a partir das árvores. Depois de várias tentativas e erros, o vôo apareceu. Esta interpretação é conhecida no mundo evolutivo como "arbórea".
  • Outros evolucionistas, no entanto, defendem religiosamente que alguns répteis desenvolveram asas não para voar mas sim para perseguir insectos. Esta interpretação tem o nome de "cursorial".

Apesar de ambas as versões evolutivas serem cientificamente deficientes - como seria de esperar - os argumentos que os defensores da posição cursorial levantam contra a interpretação arbórea são, na sua maioria, válidos, tal como os argumentos levantados pelos defensores da interpretação arbórea contra a visão cursorial o são.

Mas pior que fornecer "explicações" que nada explicam em relação à origem dos sistemas biológicos, o naturalismo evolutivo não explica o porquê de grande parte do nosso conhecimento em torno da aerodinâmica vir do estudo das áves.

Se a biosfera é o resultado de uma longa série de acidentes não-inteligentes, qual é a origem da inteligência embutida nas formas de vida? Será que forças não-inteligentes têm a capacidade de gerar sistemas com inteligência ?

Para além da total ausência de explicação evolutiva cientificamente válida para o aparecimento de apenas um sistema de vôo, os evolucionistas têm, adicionalmente, que explicar o aparecimento das várias formas de vôo presentes no mundo vivo.

Os cientistas têm aprendido muitos segredos aerodinâmicos devido ao estudo que fazem do vôo da libélula.

Os nossos melhores engenhos de elevada performance mal podem-se erigir do chão, mas a libélula pode levantar até 15 vezes o seu peso.

Segundo se sabe, isto deve-se ao facto das asas da libélula estarem construídas de modo a gerar turbilhões sobre as superfícies onde elas se encontram.

Estes turbilhões são o segredo por trás da sua incrível capacidade de elevação.


Estão-se a desenvolver planos para se aplicar este método nos equipamentos de vôo por nós construídos.

Conclusão:

Para além de ser uma evidência devastadora contra a teoria da evolução, a excelência do design presente na natureza claramente aponta para Um Criador Inteligente.

Forças não inteligentes não conseguem gerar sistemas de vôo. Se os militantes evolucionistas acham que sim, então é a sua função fornecer algum tipo de evidência em suporte dessa posição - para além do clássico "se existe, é porque evoluiu".

Deus merece toda a Glória e louvor por 1) ter construído sistemas de vôo tão espantosos e 2) ter dado ao homem a capacidade de entender a Sua Criação.

Levantai ao alto os vossos olhos, e vede Quem criou estas coisas, Quem produz por conta o seu exército, Quem a todas chama pelos seus nomes
Isaías 40:26


"Dragonfly model for future wings." Science Digest, Mar. 1984. p. 87.

sábado, novembro 26, 2011

Como é que 75 baleias acabaram num deserto?

Se mais evidências fossem precisas em relação à cegueira voluntária dos evolucionistas, esta notícia deve removê-las duma vez por todas.
Algumas pessoas acreditam que elas ficaram desorientadas e encalharam-se mutuamente. Por sua vez, outros alegam que as mesmas ficaram presas num lago depois dum desabamento de terra.

Mas os cientistas continuam desorientados em relação à forma como dezenas de baleias acabaram num deserto, a mais de 800 metros do mar.

Esta é uma desorientação propositada, como se vai vêr mais à frente.
Os esqueletos de mais de 75 baleias, datados com mais de 2 milhões de anos, foram desenterrados uns juntos aos outros - a apenas algumas jardas de distância - num dos mais bem preservados cemitérios de baleias pré-históricas.
Escusado será dizer isto, mas os "2 milhões de anos" não vinham escritos nos fósseis das baleias. Essa data é "determinada" a partir de crenças sem o mínimo de suporte científico.

'Extraordinary': Prehistoric bones belonging to 75 whales have been found in the Atacama desert near Copiapo, Chile. Scientists remain baffled as to how they got there
Os cientistas chilenos do Smithsonian Institution estudam a forma como as baleias - algumas do tamanho de autocarros - foram encontrados exactamente na mesma "esquina" no deserto do Chile.

Os peritos afirmam que outras baleias pré-históricas foram encontradas juntas no Peru e no Egipto, mas os fósseis chilenos fazem-se notar pelo seu número impressionante e pelos ossos elegantemente preservados.

Não será esta preservação "elegante" uma evidência em favor da tese de que os mesmos foram enterrados rapidamente ?
Da mais de 75 baleias descobertas até agora, 20 eram esqueletos perfeitamente intactos. Os pesquisadores acreditam que podem estar milhares ainda por desenterrar.

Beached: The skeletons, which include a sperm whale and a now-extinct dolphin with tusks, were found more than half a mile from the South Pacific Ocean


Digging: The bones were found during a highway-widening project in 2010. Locals had seen bones poking through the ground but were unaware there were so many

Nicholas Pyenson, do "National Museum of Natural History" disse o seguinte à Associated Press:

Acho que morreram todas mais ou menos ao mesmo tempo.
Um evento catastrófico, sem dúvida.
Há muitas formas através das quais uma baleia pode morrer. Nós ainda estamos a testar todas as hipóteses distintas.
Todas? Acho que há uma hipótese que eles nem sequer levam em consideração.

Pyenson disse que o local foi em tempos um ambiente contendo uma lagoa e que as baleias "provavelmente" morreram entre 2 a 7 milhões de anos atrás (segundo os sempre fiáveis métodos de datação evolucionistas).

Preparation: A paleontologist encases a whale fossil to be taken to Chile's Paleontological Museum of Caldera. Most of the fossils are baleen whales measuring 25ft long


Discovery: The researchers believe the fossilized remains could have accumulated over a long period of time, between two million and seven million years ago

Erich Fitzgerald, (Museum Victoria in Melbourne - Austrália) disse que esta descoberta é bastante significativa.

Os fósseis estão muito bem preservados e bastante completos - uma combinação rara na paleontologia e uma que provavelmente incidirá alguma luz sobre as faces . . . da ecologia e evolução destas espécies extintas.
A imaginada evolução, quis dizer Erich Fitzgerald.

Hans Thewissen, perito em baleias e professor de anatomia na "Northeast Ohio Medical University", disse:

É possível que as baleias se tenham reunidas numa lagoa e então um tremor de terra ou uma tempestade tenha fechado a saída para o oceano. Subsequentemente, a lagoa secou e as baleias morrem.
Ele qualificou a acumulação de tantos esqueletos completos uma "situação pouco usual". Ele acrescenta ainda:
Se isto tivesse sido uma lagoa que tivesse secado, seria de esperar encontrar sinais da evaporação tais como sal cristalizado e gipsita nas rochas.

Por outro lado, se uma onda gigante tivesse lançado as baleias para a costa, a mesma onda teria empurrado o solo oceânico por toda a volta e nós veríamos marcas nas rochas.

Portanto, podemos rejeitar ambas as hipóteses.

Conclusão:

Antes de fazermos qualquer tipo de conclusão, vamos listar os dados disponíveis:
  • 1. Dezenas de baleias enterradas a mais de 800 metros do mar.
  • 2. Fósseis extraordinariamente bem preservados.
  • 3. Existem probabilidades de haver ainda mais fósseis enterrados.
  • 4. As hipóteses oferecidas pelos evolucionistas são, segundo eles próprios, insuficientes.
  • 5. Segundo parece, as baleias morreram todas mais ou menos ao mesmo tempo, o que suporta a tese dum evento catastrófico fora do normal.

Com estes dados todos à nossa disposição, se um cientista Cristão disser "as baleias foram mortas por um movimentação anormal e catastrófica de água e sedimentos", é possível refutar esta interpretação com base nos dados observáveis? Se o mesmo cientista usar estes dados científicos em favor do Dilúvio de Noé, há alguma forma de falsificar esta posição apelando aos factos empíricos?

A resposta é por demais óbvia: não. À luz das evidências, o Dilúvio de Noé mostra-se fiável e cientificamente válido. Repito, à luz das evidências e não à luz de filosofias naturalistas em busca desesperada de validação científica.

O que os evolucionistas fazem é rejeitar à partida qualquer tipo de interpretação que contradiga a teoria da evolução, e lançar hipóteses que se possam harmonizar com a mesma. Depois de construírem uma que eles acreditem ser "suficiente", alegam que foi isso mesmo que aconteceu.

Isto não é ciência mas preconceito naturalista.

Convém dizer que isto não prova que o Dilúvio ocorreu: isto apenas mostra que as evidências se ajustam ao que a Bíblia declara. Nem sempre é possível "provar" eventos históricos com base nas evidências disponíveis. Geralmente o que se faz é comparar as hipóteses e as evidências e ver qual delas tem maior poder explicativo.

Se usarmos esta metodologia, veremos que a Palavra de Deus contém a hipótese mais robusta. As alternativas evolucionistas são, segundo os próprios evolucionistas, deficientes e bastante frágeis.

Que pena que estes mesmos "cientistas" nem sequer façam jus à sua qualificação de cientistas ao rejeitarem à priori (e apenas por motivos ideológicos/religiosos/filosóficos) a única explicação que está de acordo com as evidências científicas.

No ano seiscentos da vida de Noé, no mês segundo, aos dezassete dias do mês, naquele mesmo dia, se romperam todas as fontes do grande abismo, e as janelas dos céus se abriram,

E houve chuva sobre a terra quarenta dias e quarenta noites.

E no mesmo dia, entrou Noé, e Sem, e Cam, e Jafeth, os filhos de Noé, como também a mulher de Noé, e as três mulheres dos seus filhos com ele na arca.

Eles, e todo o animal, conforme a sua espécie, e todo o gado, conforme a sua espécie, e todo o réptil que se roja sobre a terra, conforme a sua espécie, e toda a ave, conforme a sua espécie, todo o pássaro de toda a qualidade,

E de toda a carne, em que havia espírito de vida, entraram de dois em dois para Noé na arca.

E os que entraram, macho e fêmea de toda a carne entraram, como Deus lhe tinha ordenado: e o Senhor o fechou por fora.

Génesis 7:11-16




quinta-feira, novembro 24, 2011

O gelo da morte



Dionéia: caçadora de insectos e evidência contra mitologia darwinista

A dionéia (eng: "Venus flytrap") é uma das mais fascinantes plantas que alguma vez vamos encontrar. Já consideraram como é que a dionéia consegue fechar tão rapidamente, prendendo uma mosca ou outro insecto qualquer no seu interior? Os cientistas demoraram algum tempo até descobrirem a operacionalidade deste sistema biológico.

Quando os pêlos de disparo (aqueles que actuam como sensores activados por contacto) são tocados, um impulso eléctrico faz com que as células na parte externa da folha cresçam de forma explosiva. O fecho da folha nada mais é que o resultado dum crescimento celular extraordinariamente rápido. É este crescimento que fecha as folhas e prende o insecto que activou o sistema de captura.

Se a presa for incapaz de escapar, os seus movimentos continuarão a estimular os pêlos de disparo, o que fará com que a armadilha se feche ainda com mais força (de maneira quase hermética) permitindo então que o processo de digestão se inicie. Na ausência desse estímulo adicional, a armadilha abre-se, possivelmente como forma da planta evitar o esforço de digerir uma pedra ou uma presa que escapou. [Fonte]

A digestão, que dura aproximadamente 10 dias, é catalisada por enzimas secretadas por glândulas nos lóbulos. Após esse período, a presa está reduzida a um exoesqueleto de quitina.

Enquanto que as células do exterior crescem muito rapidamente para capturar as presas, as células do interior da folha demoram dias até chegarem ao nível das exteriores. É este crescimento das células interiores que volta a abrir a "boca" da planta, preparando-a para a próxima captura.


A melhor explicação para a origem deste sistema biológico é inquestionavelmente o design inteligente. Um sistema que dependa de vários subsistemas para levar a cabo funções fundamentais para a sobrevivência do todo tem que surgir totalmente operacional senão deixa de funcionar.

Afirmar que esta planta é o resultado de várias mutações aleatórias não-inteligentes filtradas pela selecção natural é uma proposição que contradiz os dados empíricos e, francamente, uma hipótese ridícula e desnecessária.

Esta planta é o resultado do Acto Criativo Sobrenatural de Deus. Se os militantes evolucionistas têm algum explicação alternativa que se ajuste melhor aos dados científicos, ficamos à espera.

"Quem não entende, por todas estas coisas, que a Mão do Senhor fez isto? Que está na Sua Mão a alma de tudo quanto vive, e o espírito de toda carne humana?"
Job 12:9-10


Nota: "How plants manage to move." Science Digest, Aug., 1983. p. 89.


terça-feira, novembro 22, 2011

Durante o tempo que vês este vídeo, 2 Cristãos terão sido mortos


Durante o tempo que leva tu a veres este vídeo, 2 Cristãos terão sido martirizados pela sua fé no Senhor Jesus Cristo.

Oremos pelos nos nossos irmãos e irmãs a suportar tribulação constante em países islâmicos, na Índia e nos países esquerdistas (Cuba, China, Coreia do Norte, etc).


Que o Todo Poderoso Senhor Jesus Cristo seja Glorificado pelo seu sacrifício.




"e outros experimentaram escárnios e açoites, e ainda cadeias e prisões. Foram apedrejados e tentados; foram serrados ao meio; morreram ao fio da espada; andaram vestidos de peles de ovelhas e de cabras, necessitados, aflitos e maltratados (dos quais o mundo não era digno)" - Hebreus 11:36-38

domingo, novembro 20, 2011

Estudos demonstram que as árvores evolutivas não funcionam

Filogenias ou árvores evolutivas são diagramas imaginativos que ilustram a forma como certas plantas ou animais supostamente evoluíram (e divergiram) a partir dum alegado descendente comum.

Num dos seus blocos de apontamentos, Charles Darwin desenhou uma destas árvores - normalmente referida como "árvore da vida".

Desde então, os evolucionistas têm compilado milhares de filogenias dos mais diversos animais e plantas. O problemático é que elas continuam a estar em contradição umas com as outras, apresentando assim uma imagem confusa e auto-refutante da história evolutiva.

Os autores dum estudo recente publicado na Proceedings of the National Academy of Sciences ressalvaram que a maior parte das árvores evolutivas não mostram extinções, mas sim, uma crescente diversificação das espécies através do tempo.

No entanto, não só o registo fóssil mostra extinções, como os autores do estudo escreveram que esta inconsistência "é desconcertante e lança sérias dúvidas sobre as técnicas filogenéticas [o uso de árvores evolutivas] usadas para se inferir a história da diversidade das espécies." (Morlon, H., T. L. Parsons, and J. B. Plotkin. Reconciling molecular phylogenies with the fossil record. Proceedings of the National Academy of Sciences. Publicado online antes de impresso - 19 de Setembro de 2011)

Esta admissão deveria servir de alerta para a natureza errónea da premissa evolutiva de que a vida complexa evoluiu a partir de formas de vida mais simples. Deveriam rejeitar as filogenias existentes? Outros evolucionistas admitem que sim uma vez que "uma vasta gama de evidências negativas" consistentemente importunam todo o empreendimento de construção de árvores (Lawton, G. 2009. Why Darwin Was Wrong About the Tree of Life. New Scientist. 2692: 34-39).

Uma vez que o padrão retirado das árvores evolutivas contradiz o padrão retirado do registo fóssil, os evolucionistas desta reportagem da PNAS propuseram um novo método de construção de árvores evolutivas. Eles acreditam que este novo método irá resolver a discrepância existente.

Nas suas equações relativas à construção de árvores evolutivas eles incluíram os seguintes itens:

  • 1) evolução rápida
  • 2) evolução lenta
  • 3) ausência de evolução ("stasis")
  • 4) e evolução revertida (extinções).

Isto supostamente facilitará o trabalho de construção de filogenias mais correctas em casos onde grupos de animais ou plantas sejam deficientes no que toca a "um registo fóssil fiável" (Morlon, H., T. L. Parsons, and J. B. Plotkin. Reconciling molecular phylogenies with the fossil record).

Os evolucionistas tentaram demonstrar a sua nova técnica aplicando-a aos cetáceos - uma ordem de mamíferos marinhos que inclui as baleias e os golfinhos. Eles formaram filogenias para 5 "grupos primários de cetáceos" e posteriormente calcularam médias de forma a que os resultados pudessem representar o número total de espécies ao longo do tempo evolutivo.

Mas porque é que eles não analisaram todos os cetáceos duma só vez? A sua análise parece manipular os dados de forma que estes se ajustem ao registo fóssil dos cetáceos.

Tanto a "história" do registo fóssil cetáceo como a filogenia usada no estudo da PNAS foram construídos segundo pressuposições evolutivas. A sua forma de pensamento circular estava bem distante dos dados reais e dificilmente representa uma análise científica objectiva.

Apesar de tentarem proteger o uso das árvores evolutivas na determinação da história evolutiva, esta reportagem apenas conseguiu colocar um ênfase no falhanço consistente na harmonização da teoria da evolução com o registo fóssil.

Uma vez que o registo fóssil não exibe qualquer tipo de evidência que suporte a evolução moléculas-para-homem, faz sentido que as árvores evolutivas estejam em conflito contínuo com o mesmo.

Os fósseis, para além de refutarem mitologias naturalistas mascaradas de ciência, mostram que as criaturas foram criadas como formas de vida distintas desde o princípio (Gish, D. 2006. Evolution: The Fossil Record Still Says, No!).

Porque [DEUS] falou, e tudo se fez; mandou, e logo tudo apareceu. Salmo 33:9


sexta-feira, novembro 18, 2011

Histórias da Bíblia em povos antigos: Torre de Babel

Algo interessante que ressalva o quão fiável a Bíblia é.
Por toda a Austrália, e sem se aperceberem da ligação, os Aborígenes possuem lendas e histórias que são muito parecidas com as histórias Bíblicas.

Por exemplo, quando George Rosendale no norte de Queensland ouviu pela primeira vez a história da Torre de Babel (enquanto criança e durante a Escola Dominical) ele levantou o braço e disse:

Vocês brancos tem a história totalmente distorcida. A história das línguas não aconteceu para lá dos mares. A minha avó disse que aconteceu aqui, perto de Cooktown.
A sua avó tinha ouvido a história quando ela era pequena, muito antes dos missionários chegaram.

Reparem que estas histórias nunca são sobre eventos depois da Dispersão de Babel. Elas podem ser reminiscentes de Adão e Eva no Jardim, o Dilúvio e Babel, mas, por exemplo, nada sobre Moisés atravessar o Mar Vermelho.

A razão é óbvia: depois da dispersão que Deus causou (Génesis 11), deixou de haver interacção entre os povos de onde procedem os Aborígenes e os povos que deram origem aos Hebreus.
Isto é exactamente o que seria de esperar se a Bíblia fosse historicamente fiável. A existência de lendas e histórias um pouco por todo o mundo semelhantes aos eventos reportados na Bíblia apontam para uma fonte comum.

Não deixa de ser curiosa a posição dos evolucionistas: quando eles observam semelhanças entre as formas de vida eles erradamente inferem que toda a vida deve ter um ascendente comum. Afinal, se os animais não possuem um parente comum, como é que se explicam as semelhanças?

No entanto, quando se observam semelhanças entre lendas e histórias mundiais acerca de um Dilúvio, eles já não inferem uma "origem comum", mas sim "várias descrições localizadas de eventos distintos".

Excepto no que toca ao Épico de Gilgamesh; neste caso, como há muitas semelhanças, e como aparentemente o Épico foi escrito antes de Génesis, os ateus dizem que Génesis e Gilgamesh tem uma origem comum. Segundo os cépticos, a Bíblia copiou o mito.

Não lhes passa pela cabeça que provavelmente Gilgamesh e Génesis reportam o mesmo evento histórico. Como esta hipótese contradiz o seu evolucionismo, a mesma tem que ser ideologicamente rejeitada.

Portanto, a "lógica" dos evolucionistas funciona assim:

1. Semelhanças entre os animais »» origem comum.

2. Semelhanças universais entre as descrições dum Dilúvio global »» origem distinta.

3. Semelhanças entre Gilgamesh e Génesis »» origem comum outra vez!

Conclusão:

A existência de tais lendas e histórias em povos tão afastados do Médio Oriente está de acordo com o que seria de esperar se o que a Bíblia relata aconteceu como reportado.

Houve verdadeiramente um Dilúvio que cobriu toda a Terra, e após isso houve uma Dispersão. Os povos levaram consigo a memória desses eventos e foram passando de geração em geração através dos séculos. Claro que, como eram maioritariamente tradições orais, muitos acrescentos foram feitos. Felizmente que Deus preservou a Reportagem dos eventos num Livro com o nome de "Bíblia".


Graças Te damos, Pai Celestial, por teres tido o cuidado de preservar a Tua Palavra através dos séculos para nosso benefício. Neste mundo de escuridão e pecado, a Tua Palavra - a Bíblia Sagrada - é de facto Lâmpada para os nossos pés e Luz para o nosso caminhar (Salmo 119:105).

Que Deus nos ajude a propagar Esta Palavra que Ele teve tanto cuidado a preservar, e mais importante ainda, que Essa Mesma Palavra seja preservada dentro de nós para os combates que se avizinham.

"Guarda e ouve todas estas palavras que te ordeno, para que bem te suceda a ti e aos teus filhos depois de ti, para sempre, quando fizeres o que for bom e recto aos Olhos do Senhor, teu Deus."

DEUTERONÓMIO 12:28

quarta-feira, novembro 16, 2011

A Vista Sensível

Jó 19:25-27
Porque eu sei que o meu Redentor vive, e que por fim se levantará sobre a terra. E depois de consumida a minha pele, contudo ainda em minha carne verei a Deus, Vê-Lo-ei, por mim mesmo, e os meus olhos, e não outros, O contemplarão; e por isso os meus rins se consomem no meu interior.


O olho humano é tão incrivelmente sensível que é capaz de detectar uma única partícula de luz, o fotão.

Na verdade, o olho humano é tão sensível que se não fossem as características especiais lá existentes (capazes de processar os bilhões de pedaços de informação que chegam ao olho por segundo) nós seríamos sobrepujados.
(Fonte da Imagem)

Embora o olho seja capaz de detectar um único fotão de luz, ele não envia informação ao cérebro enquanto a mesma área da vista não for atingida por pelo menos 6 fotões de luz. Se esse não fosse o caso, numa noite escura haveríamos de ver tudo estático.

Esta especial provisão existente no olho humana deveria fazer os evolucionistas ponderarem se o sistema de visão não tem de facto Uma Causa Inteligente. Afinal de contas, como é que as forças não inteligentes da natureza saberiam as propriedades básicas da Física que controlam o comportamento da luz?

O intervalo da sensibilidade da vista humana é também um milhão de vezes maior que os nossos equipamentos fotográficos, o que providencia um intervalo dinâmico de 10 bilhões para um. Enquanto que uma grande sensibilidade é necessária em noites escuras, um sistema interno de controle reduz a sensibilidade durante um dia de muito Sol.

Quando consideramos estas e muitas outras estruturas existentes dentro das formas de vida, ficámos com a nítida percepção de que, longe de excluir Deus como Uma Hipótese Viável, a ciência faz exactamente o contrário. Embora o nosso conhecimento científico acerca da forma como a visão funciona seja limitado, o que nós já sabemos deveria leva-nos a louvar a Deus juntamente com o Rei David e afirmar
Eu te louvarei, porque de um modo tão admirável e maravilhoso fui formado; maravilhosas são as tuas obras, e a minha alma o sabe muito bem.
Salmo 139:14
Mas será que só o cristão é que sabe que o corpo humano é o resultado de Design Inteligente? Não. Todo o ser humano sabe que nós fomos criados por Deus, desde os adultos até as crianças.

Então, pode-se perguntar, porque é uma larga percentagem da população mundial vive como se nós não tivéssemos sido criados por Deus? Porque é que as pessoas (a maioria) vive como se o que Deus diz (e disse) seja irrelevante para o nosso dia a dia?

A Bíblia diz-nos porquê:
E o julgamento é este: A luz veio ao mundo, e os homens amaram antes as trevas que a luz, porque as suas obras eram más.
João 3:19
O que afasta os homens de Deus não é o conhecimento nem é o mal que existe no mundo, mas sim o conhecimento que as pessoas tem do mal que elas já fizeram no mundo.

Como forma de esconder o seu pecado, Adão escondeu-se de Deus.

Como forma de esconder o seu pecado, o homem moderno "esconde" Deus.

.......................................................................................
Vêr também:
1. Visão Celestial
2. O Espantoso Picapau
3. A Improvável Abelha
4. Plantas Possuem Termostátos
5. O Cérebro Supera Computadores
6. Base de Dados de Mutações Aleatórias
7. Computador Mais Proximo do Cérebro
8. Sistema de Visão: Aprendendo com Deus
9. Asas de Borboleta: Aprendendo Com Deus
10. Cientistas Aprendem Com o que Deus Criou
11. Existe "Mau Design" No Sistema de Visão?
12. Formigas Jardineiras - Evolução ou Criação?
13. Criatura Que Refuta o Evolucionismo - Parte 2
14 "O Mais Sofisticado Engenho Voador do Planeta"
15. Criaturas Que Refutam o Evolucionismo - Parte 1
16. Sistema Imunitário e Spam: Aprendendo com Deus

domingo, novembro 13, 2011

Cão morre carbonizado depois de salvar o dono

Scott Dunn adormeceu no seu sofá na sua casa em Marietta, Georgia, com o seu devoto amigo Duncan ao seu lado.

O Duncan estava coberto ao meu lado e eu adormeci. A próxima coisa que me lembro é dele a ladrar e a tocar-me com as patas" afirmou Dunn. "Normalmente, isto significa que ele tem que ir à rua mas eu nada podia ver por causa do fumo."

Dunn rapidamente pôs as calças e as botas, encontrou as chaves da carrinha e o telemóvel, agarrou no boxer de 3 anos e meio pelo colar e correu para fora da casa.

Sem saber bem como, Duncan libertou-se e ficou preso na casa em chamas - onde ele morreu depois da salvar a vida do dono.

Qualquer pessoa que me conheça e tenha conhecido o Duncan sabe que ele foi o melhor cão do mundo; ele não merecia isto.

Eu deveria estar ali, e ele não deveria estar ali. Mas ele salvou-me a vida.

Mais tarde os bombeiros encontraram os restos do cão e enterraram-no no quintal.
Eles não queriam que eu visse mas eu recusei-me. Eu disse 'Este é o meu cão e como tal quero dizer-lhe o último adeus'.
Dunn disse que Duncan havia ficado terrivelmente carbonizado devido ao fogo.
Nunca o teriam reconhecido, mas mesmo assim, inclinei-me, dei-lhe um abraço e um beijo. Quatro ou cinco dos bombeiros começaram a chorar, mas eu não iria deixar ele ir embora assim.

Para além de toda a companhia que os cães fazem, alguns ainda conseguem ser usados pelo Criador para salvar vidas.

As nossas orações pelo Scott Duncan.

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