sexta-feira, setembro 16, 2011

A ressurreição dos "fósseis vivos".

A expressão paradoxal "fóssil vivo" é muito sugestiva. Vêr um animal ou planta a ressurgir quando o mesmo só era conhecido por meio dos fósseis pode parecer um milagre. Provavelmente a frase foi inventada como forma de salvar o darwinismo dos milhões de anos que a teoria absolutamente precisa.

É credível ter fé nas falhas temporais? Eis aqui uma história recente àcerca duma criatura anteriormente tida como "extinta" mas que está viva.

Pesquisadores sul africanos estavam certos que o fóssil vivo de carrapato (carraça ou chato) por eles encontrado representava um "elo perdido" que poderia explicar os relacionamentos entre várias linhagens de artrópodes que [alegadamente] evoluíram a característica de se alimentarem de sangue.

Isto originou frases estranhas tais como as que estão presentes no artigo (PLoS One)

Portanto, embora o acto de se alimentar de sangue tenha evoluído na linhagem ancestral do carrapato, a adaptação para os interfaces mamíferos e aviários ocorreu independentemente nas famílias moles e duras de carrapatos.
(Mans, de Klerk, Pienaar, and Latif, “Nuttalliella namaqua: A Living Fossil and Closest Relative to the Ancestral Tick Lineage: Implications for the Evolution of Blood-Feeding in Ticks,” Public Library of Science One, 6(8): e23675. doi:10.1371/journal.pone.0023675.)
Parece estranho que o ancestral das diversas linhagens de carrapatos estar a viver normalmente, sem alterações evolutivas durante milhões de anos.
Em conclusão, a análise filogenética indica que os grupos N. namaqua são fundamentais para ambas as famílias de carrapatos e são a linhagem mais próxima do último ancestral comum da linhagem dos carrapatos.

...

A preferência dos N. namaqua por ecossistemas secos e a existência de pequenos répteis podem, portanto, ser uma indicador dum estilo de vida mantido por mais de 250 milhões de anos. Isto tornaria esta espécie de carrapato num fóssil vivo.


Sem evolução durante 250 milhões de anos? Isto é "ciência"?

quarta-feira, setembro 14, 2011

Morcegos usam mapas internos na sua navegação

"Naquele dia, o homem lançará às toupeiras e aos morcegos os seus ídolos de prata, e os seus ídolos de ouro, que fizeram para ante eles se prostrarem." - Isaías 2:20

Há muitos anos que o sistema de ecolocalização dos morcegos fascina os observadores. Durante o curso da história temos aprendido que, graças às suas capacidades radar, os morcegos não só conseguem detectar presas em pleno vôo (tais como insectos), mas podem-se também manobrar através das cavernas e entre as árvores facilmente.

Mas como é que os morcegos navegam grandes distâncias? Esta pergunta atormentou os pesquisadores durante anos e graças a pequenas experiências em laboratórios, eles começam a suspeitar que os morcegos têm algo parecido a um mapa interno. Mas como é que testámos isso na natureza?

De Sião vem a resposta.

Um grupo de pesquisadores Israelitas determinou-se em localizar e acompanhar os morcegos na natureza. Eles desenvolveram um mini sistema GPS que conseguiram colocar nos morcegos da fruta do Egipto. Os engenhos GPS transmitiram a localização dos morcegos aos pesquisadores.

Eles descobriram que os morcegos voltavam para a mesma árvore da fruta todas as noites, chegando mesmo a passar ao lado de outras árvores de fruta similares durante o seu percurso. Eles aprenderam também que os morcegos voavam em linha recta em direcção a árvores que estavam entre 11 a 24 quilómetros das suas caves.

Foi sugerido que os morcegos poderiam estar a usar algum tipo de navegação que se baseasse no reconhecimento de marcos paisagísticos ou luzes. Devido a isso, os investigadores levaram alguns dos morcegos para uma área 40 quilómetros a sul das suas cavernas.

Posteriormente, libertaram alguns dos morcegos e descobriram que eles continuaram a voar directamente para as suas árvores da fruta favoritas. Os outros morcegos foram alimentados e mantidos presos até a madrugada. Quando eles foram libertos, os mesmos voaram directamente para as suas cavernas.

Foi então sugerido que eles poderiam estar a usar a visão e marcos geográficos, e como tal os morcegos foram desta vez transportados para uma região 80 quilómetros a sul da sua caverna e libertos no crepúsculo. Mais uma vez, os morcegos voaram directamente para as suas árvores de fruta favoritas.

No entanto, alguns dos morcegos foram libertos numa cratera e como tal não tinham linha visual em direcção ao horizonte. Estes morcegos demoraram algum tempo a encontrar a forma de sair da cratera, mas mal se encontraram fora, os mesmos voaram em linha recta em direcção às suas árvores de fruta.

Isto levou a que os pesquisadores concluíssem que que os morcegos usam uma combinação de visão e algum tipo cognitivo de mapa interno que cobre uma larga área - provavelmente uma área que excede os 96 quilómetros em tamanho.

Conclusão:

Não só Deus construiu os morcegos com um sofisticado sistema de ecolocalização (vêr 1, 2, 3) como também os dotou com a capacidade de criar e utilizar um mapa interno dentro dos seus pequenos cérebros.

Da próxima vez que alguém te acusar de ser "cego que nem um morcego", agradece-os pelo elogio e aproveita a oportunidade para lhe falares dos características de design que Deus colocou nos morcegos. Posteriormente, fala-lhe do Plano de Salvação que Deus preparou para todos os que querem viver eternamente.


Em nenhuma parte da pesquisa a teoria da evolução serviu de plataforma frutífera para o avanço do nosso conhecimento científico. Não foi necessário acreditar nos ridículos "milhões de anos", nem acreditar que animais terrestres evoluíram para baleias. (Sim, os evolucionistas realmente acreditam nisso).

Paralelamente, não foi preciso acreditar que as formas de vida são o resultado dum processo aleatório , impessoal, sem guia e sem direcção. Pelo contrário, as evidências científicas apontam na direcção contrária. Sistemas de emissão, recepção e análise de sons são SEMPRE o resultado de design inteligente. Porque é que os militantes evolucionistas não usam a mesma forma de pensar para os sistemas biológicos?

A resposta é clara: DEUS. Os evolucionistas sabem que, se concederem que as formas de vida demonstram serem o efeito Duma Causa Inteligente, isso servirá de evidência muito forte contra o seu naturalismo, humanismo e ateísmo. Devido a isso, os ateus em geral negam que os morcegos e os seus sistemas de ecolocalização e de navegação sejam o resultado de design.

Mas a verdade não se deixa prender por motivos ideológicos. Mais cedo ou mais tarde todos aqueles que usam a teoria da evolução como desculpa para rejeitarem o Deus que eles sabem que existe irão ter um encontro com Esse Mesmo Deus. Para o seu próprio bem, oremos para que esse encontro seja ainda em vida, porque se fôr depois de mortos, já vai ser tarde demais.

Referências:

Fruit Bats Use Internal Maps to Navigate, RedOrbit.com, Aug. 16, 2011.

Siegel-Itzkovich, Judy, Researchers Use GPS to Study Fruit Bat Navigation, Jerusalem Post, Aug. 16, 2011.

Cinesina: exemplo de nano-tecnologia celular



Um dos exemplos mais espantosos de nano-tecnologia celular é um motor molecular proteico conhecido como cinesina (ing: "kinesin"). A cinesina é responsável pelo transporte de "carga molecular" - incluindo cromossomas (por exemplo, durante a divisão celular), neuro-transmissores e outro material importante - de uma parte da célula para a outra.

A cinesina é conduzida pela hidrólise ATP (trifosfato de adenosina, tipo de energia armazenada dentro do organismo e composta de nucleotídeo (tipo de açúcar) com três fosfatos) e desde logo convertendo energia química em energia mecânica que ela usa para o movimento. Para além de cabeças globulares (geralmente chamadas de "motor domains"), cada molécula cinesina normalmente possui duas caudas em cada uma das extremidades. Estas extremidades é que seguram a carga molecular que a cinesina transporta.

O elevado número de processos que são levados a cabo por esta molécula tornam a aparência de design para além de negação racional. Mas há sempre um grupo minoritário de pessoas que resiste a óbvia conclusão devido à sua fé no naturalismo.

Um artigo presente no Science Daily (Outubro de 2010) revela:

"Os nossos resultados mostram que, se um motor molecular quer operar com sucesso dentro duma célula, o mesmo tem que levar a cabo um largo número de funções para além do simples transporte" afirma o Professor Matthias Rief do Departamento de Física da TU Muenchen.

Ele tem que ser capaz de se ligar e desligar, e não só tem que ser capaz de aceitar um carregamento para um lugar específico na célula, como ser capaz de o entregar no destino.

"É impressionante como a natureza consegue combinar todas estas funções dentro duma molécula" disse o Dr. Rief.

"Neste aspecto, esta estrutura é bastante superior a todos os esforços da nano-tecnologia moderna e serve de exemplo para nós todos". [ênfase adicionado]

A animação que se segue descreve a operacionalidade do nano-motor:


Modo de poupança de energia.

Um artigo recente apareceu no jornal Science (Kaan et al. 2011) mostrando como este motor molecular possui a capacidade de entrar em "modo de poupança de energia" quando não está em uso. (Podem lêr a reportagem da Science Daily aqui.)

A pesquisa levada a cabo fornece uma explicação possível do modo como a cinesina é capaz de poupar energia quando não está a executar função alguma - isto é, a habilidade de se fechar em si mesmo de modo a prevenir a perda de ATP. A reportagem da Science Daily ressalva:

Normalmente as cabeças cinesinais estão conectadas num ponto chamado de dobradiça (ing: "hinge"). Na nova estrutura, as cabeças movimentam-se em direcção uma da outra e são unidas pela área da cauda. Este confinamento duplo - na dobradiça e na ponte (união) - impede as cabeças de se separarem.

Uma vez que as cabeças têm que estar separadas uma da outra de forma a poder decompôr o ATP, este duplo entrelaço impede de modo eficiente que a molécula gere combustível como forma de alimentar o motor.

Portanto, este motor molecular entra elegantemente em "modo de poupança de energia" quando não está em uso - permitindo assim uma eficiência elevada no consumo de energia.

-Fonte-


Perguntas para os crentes evolucionistas: Se isto não é evidência positiva em favor do Design Inteligente - e por implicação, para Criação - então o que é? Vocês conhecem alguma força não-inteligente capaz de gerar motores que entram em "modo de poupança de energia" quando não estão em uso?
Porquanto não atentam para as obras do Senhor, nem para o que as Suas Mãos têm feito; pelo que, Ele os derribará e não os reedificará.
Salmo 28:5

Pondo a hipótese naturalista ao lado da hipótese Bíblica, e analisando as evidências científicas do um modo honesto, torna-se por demais óbvio que a Criação é a explicação que melhor se ajusta aos factos. O naturalismo é fragilizado sempre que nós analisamos as evidências biológicas em pormenor.

Para quem - como o o militante ateu Ludwig Krippahl - defende que os "modelos evolutivos" são os que permitem uma melhor harmonização dos dados concretos (vêr os comentários a este post) , que a operacionalidade da cinesina lhes sirva de evidência para a folia da sua fé em Darwin.

Ó Timóteo, guarda o depósito que te foi confiado, tendo horror aos clamores vãos e profanos, e às oposições da falsamente chamada ciência,
1 Timóteo 6:20

Golfinhos: modelo evolutivo impede avanço científico. Professor Ludwig Krippahl destroçado.

Há já algum tempo que os cientistas sabem que os golfinhos usam a visão e a sonda sub-aquática para encontrar comida e identificar objectos. No entanto, pesquisadores descobriram recentemente que para além da visão e do som, os golfinhos possuem percepção sensorial eléctrica. Como é que se explica que após anos de estudo este sentido nunca havia sido descoberto?

Nem sempre os golfinhos podem depender da sua visão - especialmente quando operam em águas turvas - e devido a isso, eles foram equipados com um afinado sistema de ecolocalização que lhes permite saber se o que os sinais captaram representa alimento, animal que não representa perigo ou um adversário (ou predador).

Mas os sinais sonoros não são muito eficientes a curta distância. Devido a isso, os pesquisadores acreditam terem identificado pelo menos uma espécie de golfinhos que sente a presença de campos eléctricos usando uma técnica chamada electro-percepção (Czech-Damal, N. U. et al. Electroreception in the Guiana dolphin (Sotalia guianensis). Proceedings of the Royal Society B. Published online before print July 27, 2011).

Quando os animais usam os seus músculos, eles geram campos eléctricos mínimos e estes golfinhos podem sentir esses pequenos sinais eléctricos a curta distância.

As descobertas de novas capacidades sensoriais são um processo contínuo. Por exemplo, em 2009 investigadores verificaram que as focas podem usar os seus bigodes para "lêr" mensagens subaquáticas deixadas para trás por peixes. Um estudo distinto reportou que certos olhos de camarão podem detectar doze cores primárias (os seres humanos conseguem vêr 3), e que tal facto pode levar a avanços na tecnologia (Thomas, B. Shrimp Eye May Inspire New DVD Technology).

Problemas para o modelo ateu evolutivo.

Os evolucionistas deparam-se com um desafio enorme ao tentarem explicar como estas capacidades sensoriais - muito mais miniaturizadas e eficientes do que qualquer artefacto por nós feito - pode ter uma origem não-inteligente. Qual é a força natural capaz de gerar um sistema de emissão, recepção e análise de sinais sonoros? E à prova de água.

Do lado oposto desta discussão encontram-se os Cristãos com fé no que Deus disse em Génesis. Criacionistas Bíblicos fazem a interpretação mais frontal, parcimónia, de acordo com as evidências e, desde logo, científica: criações superiores implicam Um Criador Superior.

Então como é que os crentes evolucionistas "explicam" a origem (e não o funcionamento) do electro-receptor do golfinho da Guina? O evolucionista Wolf Hanke declarou a Science Now que "Isto é um caso de convergência evolutiva" (Morell, V. Guiana Dolphins Can Use Electric Signals to Locate Prey. Science Now.).

A noção da "convergência evolutiva" refere-se à suposta evolução de sistemas biológicos semelhantes (mas nunca exactamente iguais no seu todo) em formas de vida totalmente distintos. Só que isto é um argumento circular uma vez que assume que a evolução ocorreu sem demonstrar como e quando (Lisle, J. 2010. Discerning Truth: Exposing Errors in Evolutionary Arguments. Green Forest, AR: Master Books, 23-38.).

Para mais informação em torno da "convergência evolutiva" leiam este e este artigo.

Não é mais lógico afirmar que a noção da "convergência evolutiva" é mais uma tentativa de se forçarem as evidências de modo a que estas estejam de acordo com a mitologia evolutiva?

Embora muitos peixes e anfíbios possuam electro-receptividade, entre os mamíferos apenas ornitorrinco e o equidna (na foto) estão identificados como animais com essa capacidade. O problema para os crentes evolucionistas é que não se consideram o ornitorrinco e o golfinho como tendo ancestralidade evolutiva próxima.

Dentro da cosmovisão evolutiva/naturalista, não há explicação científica para a origem de um único mecanismo electro-receptor - muito menos para dois em animais distintos.

Modelo evolutivo impediu avanço da ciência.

Como se a falta de um mecanismo que explique a origem do sistema de captação de sinais eléctricos nos golfinhos não fosse suficientemente mau para a teoria da evolução, ficamos a saber que foi essa mesma fé em Darwin que atrasou a pesquisa produtiva nos golfinhos ao se assumir que os pequenos buracos no focinho do golfinho fossem "vestígios" evolutivos.

A Science Now reportou:

Num ponto distante do passado evolutivo dos golfinhos, um dos seus ancestrais possuía bigodes que emergiam destes pequenos buracos; a maioria dos pesquisadores pensava que estes buracos não desempenhavam função alguma.
(Morell, V. Guiana Dolphins Can Use Electric Signals to Locate Prey. Science Now.)
Mas contrariamente ao que os evolucionistas acreditavam, esses orifícios desempenham funções: eles recebem os sinais eléctricos transmitidos através da água. A linha de pensamento evolutivo (aquilo que o evolucionista ateu Ludwig Krippahl chama de "modelos evolutivos") impediu esta descoberta espantosa devido ao seu preconceito contra o design intencional.

Esta mesma forma de pensar antiquada encontra-se dentro da alegação que defende a existência de "órgãos vestigiais" na natureza. Segundo esta argumento, estruturas classificadas como "vestigiais" são sistemas que no passado tinham função mas que, com o decorrer da evolução, a haviam perdido.

O problema (para os evolucionistas) é que o que eles pensavam ser "vestigial" a ciência mostrou ser funcional e operacional. Por exemplo, Darwin e os seus seguidores defendiam que o apêndice era um órgão vestigial e sem função, mas hoje sabemos que o mesmo desempenha funções importantes no nosso sistema imunitário.

Conclusão:

Aqueles pequenos buracos no focinho do golfinho não são vestígios do seu não-existente passado evolutivo mas sim sistemas bem construídos e totalmente funcionais dentro do aparato electro-receptor. Esta descoberta não é surpreendente se os animais foram 1) criados por Uma Mente Infinitamente Sábia e 2) criados para sobreviver.

Ao contrário da teoria da evolução, o Livro de Génesis relata-nos a Verdade sobre as nossas origens e sobre a origem dos sistemas biológicos na natureza. O facto da teoria da evolução impedir (mais uma vez) o avanço da ciência é precisamente o que seria de esperar se a teoria da evolução fosse exactamente o que ela é, isto é, uma teoria falsa criada com o expresso propósito de tirar de Deus a Glória de ter criado sistemas tão engenhos e magníficos.

Eu fiz a terra, o homem e os animais que estão sobre a face da terra, pelo Meu Grande Poder e com o Meu Braço Estendido, e a dou àquele que Me agrada em Meus Olhos.

Jeremias 27:5


segunda-feira, setembro 12, 2011

Bebés defendem-se do sistema imunitário materno


Salmo 139:13
Pois possuíste os meus rins;
entreteceste-me no ventre de minha mãe.

Quando alguém recebe um órgão pertencente a outra pessoa, a mesma tem que ingerir drogas suficientemente poderosas para impedir a rejeição do dito órgão. Isto acontece porque o corpo onde foi implantado o órgão reconhece que o mesmo não é "seu", e portanto trata-o como se fosse um "invasor" a ser destruído.

Isto levanta um problema: Porque é que o sistema imunitário da mulher grávida não reconhece o seu próprio filho como sendo distinto do seu corpo? Sendo um ser humano com uma composição genética herdada tanto do pai como da mãe, ele é distinto da sua mãe.

Alguns cientistas teorizam que a placenta é uma barreira física entre o bebé e o sistema imunitário da mãe. Outros, porém, acreditam que o bebé de alguma forma "esconde-se" do sistema imunitário da mãe. Uma terceira teoria afirma que o sistema imunitário da mãe é de alguma forma "obrigado" a tolerar a criança não nascida.

Pesquisas levadas a cabo pelos cientistas da "Medical College of Georgia" em Augusta, Geórgia, suportam esta terceira alternativa. Foi descoberto que a placenta produz um enzima (IDO) que opera de forma a suprimir as células da sistema imunitário materno. Mais precisamente, o bebé ainda por nascer produz a enzima correcta de forma a impedir que o sistema imunitário da mãe o ataque. Isto, claro, como efeito de milhões de mutações aleatórias filtradas pela sempre atenta selecção natural.

Os cientistas afirmam que esta descoberta pode servir de inspiração para a produção de novas drogas médicas que sirvam para tratar doenças relativas ao sistema auto-imunitário, bem como para tratar situações de rejeição de órgãos doados.

Conclusão:

Este sistema tinha que estar 100% operacional desde que apareceu na Terra uma vez que um bebé que não tivesse o enzima para combater o sistema imunitário da progenitora, morreria. O enzima não poderia ser um qualquer, mas apenas e só o enzima certo para combater o sistema de auto-defesa da mãe. A mãe, como é óbvio, também esteve num útero e como tal tinha que ter o mesmo enzima.

Os adivinhos evolucionistas, obviamente, não têm qualquer explicação naturalista e aleatória para a origem deste sistema, mas eles continuam a acreditar (por fé) que a evolução explica a sua origem. Cientificamente falando, é mais lógico inferir que este sistema interdependente apareceu na Terra completamente funcional (sem nenhuma evolução gradual) uma vez que o gradualismo mataria o bebé.

Ou o sistema está lá por inteiro ou não funciona.

Biblicamente falando, isto é mais uma evidência para o que o Rei David disse:

Salmo 139:14 Eu Te louvarei, porque de um modo terrível e tão maravilhoso fui formado; maravilhosas são as Tuas obras, e a minha alma o sabe muito bem.
O sistema de auto-defesa que os bebés possuem mostra ainda mais o Génio Infinito do Criador, o Senhor Jesus Cristo.

Como é normal, a teoria da evolução é totalmente desnecessária para a medicina, biologia e todas as áreas científicas que envolvam o estudo das formas de vida.

..................................................

PS: Se vocês virem "refutações" ateístas a este post, ou a outro post que aponta para a interdependência entre sistemas biológicos, façam esta pergunta a vocês mesmos:

Será que esta resposta mostra como é que o dito sistema surgiu como resultado de forças aleatórias, ou será que esta refutação apenas explica como é que o sistema funciona?
Eu digo isto porque, quando os ateus evolucionistas tentam refutar o que a ciência tem mostrado, os blogues evolucionistas invariavelmente evitam explicar a origem aleatória, não-inteligente, natural dos supracitados sistemas, e confundem os leitores com descrições sobre o funcionamento dos mesmos.

Mas reparem que o ponto de discórdia entre os cientistas evolucionistas e os cientistas criacionistas não é o funcionamento mas a origem da diversidade. Tanto os criacionistas como os evolucionistas estão de acordo em relação ao funcionamento.

Portanto, fiquem atentos à ilusão que os evolucionistas fazem. Sem dúvida que irão notar que as "explicações" dos mesmos são tudo menos algo que confirme os poderes criativos das forças aleatórias . Provavelmente eles precisem de um "jeitinho evolutivo"?*

* Referência à seguinte frase presente neste post do Ludwig:

"Foi possivelmente isto que induziu Haeckel a dar um “jeitinho” aos desenhos, convencendo-o que o embrião revivia formas ancestrais."

Vêr Também:


sábado, setembro 10, 2011

Mentiroso evolucionista

A seguinte declaração por parte dum evolucionista demonstra de forma cabal a necessidade de se assumir que um militante ateu é um mentiroso inclinado a redefinir a terminologia como forma de usá-la numa determinada discussão:
O termo "darwinismo" é uma expressão sem sentido que só existe na literatura criacionista.
Não é surpreendente que alguns ateus , especialmente os militantes, pratiquem a sua forma de Taqiyya. Eles rejeitam o Ponto de Referência para a moralidade (Deus) e como tal, não têm necessidade de agir de forma honesta e moral.

Mas o intrigante é o facto dos militantes evolucionistas afirmarem as mesmas mentiras vezes e vezes sem conta quando é empiricamente fácil expô-las.

Do "Oxford English Dictionary":

Darwinism
Pronunciation:/ˈdɑːwɪnɪz(ə)m/
noun

the theory of the evolution of species by natural selection advanced by Charles Darwin.

Derivatives

Darwinist
noun & adjective.
Ou seja, segundo o "Oxford English Dictionary" darwinismo é "a teoria da evolução das espécies tal como avançada por Charles Darwin".

Sem dúvida que mais cedo ou mais tarde os evolucionistas irão alegar que o dicionário Oxford English é "literatura criacionista". Mas aí podemos sempre apontar-lhes os dicionários "Collins", "Merrian-Webster", e "World Heritage".

Dar·win·ism

noun
the Darwinian theory that species originate by descent, with variation, from parent forms, through the natural selection of those individuals best adapted for the reproductive success of their kind.
Origin:
1855–60; Darwin + -ism
Regra número um quando se refuta as mentiras evolucionistas (e neo-ateístas) é nunca deixar que eles definam os termos.

Invariavelmente, eles irão definir as palavras de forma a que a única teoria verdadeiramente científica (por exclusão de partes e não por possuir evidências positivas em seu favor) seja a sua teoria da evolução.

sexta-feira, setembro 09, 2011

Humor: mini pregador

"Instrui ao menino no caminho em que deve andar; e até quando envelhecer não se desviará dele."
Provérbios 22:6



"Mas Jesus, chamando-os para si, disse: Deixai vir a Mim os meninos, e não os impeçais, porque dos tais é o reino de Deus."
Lucas 18:16

"Ciência" evolutiva: o egoísmo dos filhos é culpa das mães.


Na sua categoria com o nome de “Science News”, a Science Daily trombeteou o título "És Egoísta? Culpa a Tua Mãe!" Neste artigo é-nos dito que:
O facto das nossas ancestrais fêmeas terem-se dispersado mais do que os ancestrais machos pode levar a conflitos na nossa mente no que toca ao comportamento social", diz uma pesquisa recente.
E o que é que os místicos evolucionistas usaram como evidência? Quase nada:
Eles verificaram que, uma vez que, historicamente, as mulheres movimentaram-se mais que os homens, e portanto tem menos relacionamento com os seus vizinhos, os nossos genes paternos e os nossos genes maternos estão em conflito no que toca à forma como nos deveríamos comportar - enquanto que os nossos genes paternos encorajam-nos a sermos altruístas, os maternos encorajam-nos a sermos egoístas.
Antes desta pesquisa, provavelmente pensava-se que os homens tinham tendência a ser mais vagabundos ou mais egoístas, mas esta nova pesquisa (livre de evidências) diz que não.

Os evolucionistas não provaram qualquer tipo de relação entre genes e egoísmo - nem entre genes ou qualquer outro tipo de comportamento - nem ofereceram qualquer tipo de evidência que suporte a tese de que os genes da mãe são mais egoístas que os do pai.

O zoólogo de Oxford Andy Gardner foi mais além ao fazer alusão ao proverbial demónio e anjo sobre o ombro:

Isto conduz a conflitos no comportamento social: os genes que recebemos do nosso pai dizem-nos para sermos amáveis para os vizinhos enquanto que os genes da mãe, tal como um demónio sentado no teu ombro, tentam que nós nos comportemos de maneira egoísta.
O artigo nada diz se Gardner consultou a sua mãe como forma dela expressar a sua opinião sobre esta história. Se calhar ela deveria ter envidado o marido para fazer o papel de demónio.

Como é normal entre os órgãos de (des)informação evolucionistas, a Science Daily reportou este mito sem qualquer tipo de análise crítica, basicamente regurgitando o anúncio de impressa proveniente da Universidade de Oxford que, curiosamente ilustrou a teoria com uma foto de um demónio e outra de um anjo sobre os ombros dum homem. A expressão do homem sugere que ele é apenas uma vítima inocente das discordantes vozes genéticas dentro do seu cérebro. Aparentemente a equipa de Oxford não aplicou a sua teoria às suas próprias motivações em escrever esta história.



É isso pessoal. Mulheres = genes egoístas, e homens = genes altruístas. Portanto, maridos, da próxima vez que os vossos filhos se comportarem de forma egoísta, culpem a vossa mulher!

Sinceramente, ainda há evolucionistas que acreditam nestes mitos? Vocês evolucionistas não se sentem envergonhados quando os vossos cientistas evolucionistas tentam explicar todo o comportamento humano com base na teoria da evolução?

Curiosamente, eles nunca tentam explicar a fé na teoria da evolução como uma adaptação evolutiva. Se todo o comportamento humano pode ser explicado com base na teoria da evolução, se calhar a crença de que todo o comportamento humano pode ser explicado com referência à teoria da evolução pode ela mesmo ser explicada com base na teoria da evolução.

Se calhar o gene de acreditar na evolução surgiu na linhagem humana pouco depois de nos tornar-mo-nos sedentários, há cerca de 10,000 anos atrás. Ou então houve uma mutação aleatória que a selecção natural preservou e que favoreceu aqueles que acreditam na teoria da evolução em detrimento dos demais. Com o passar dos séculos, os evolucionistas tiveram mais descendência e tornaram-se dominantes na espécie. Nunca se sabe..... Mas isto também não explica o porquê dos crentes evolucionistas serem uma minoria em todo o mundo. Enfim.

Com mais esta "estória" dos genes "diabinhos" provenientes da mãe vemos como a teoria da evolução é uma anedota. Nós podemos usar esta teoria para justificar qualquer tipo de comportamento.

O que eu gostaria era de saber o que o lobby feminista tem a dizer deste tipo de mitologia que pontualmente procede dos sobrevalorizados e cientificamente inúteis laboratórios evolucionistas. Será que as feministas concordam com o que os evolucionistas estão a afirmar com pesquisas deste tipo? Será o nosso egoísmo resultado dos genes maternos? Será o nosso altruísmo consequência dos genes "bonzinhos" do pai?

quinta-feira, setembro 08, 2011

Revendo a revisão


Um estudo que tenha sido alvo de revisão de pares (eng: "peer-review") é normalmente considerado o exemplo perfeito para a verdade e fiabilidade científica. No entanto, depois de vários escândalos proeminentes, a preocupação em torno da utilidade do "peer-review" propagou-se para além do mundo académico.

A situação tornou-se de tal maneira alarmante que a Casa dos Comuns inglesa publicou uma reportagem em torno do processo de revisão depares. Uma vez que o governo britânico é um financiador relevante das pesquisas científicas, o seu parecer é relevante.

Como pano de fundo para esta desconfiança em torno da revisão de pares estão os escândalos em torno do Dr Andrew Wakefield e a sua fraudulenta e sem ética pesquisa em torno do autismo, e o "ClimateGate", a enorme controvérsia em torno de emails revelados ao público mostrando manipulação de dados e preconceitos editoriais por parte de alguns defensores do aquecimento global.

Mesmo alguns cientistas estão-se a tornar críticos. Entre algumas das objecções levantadas na reportagem encontram-se alegações de que a revisão depares "afoga" a novidade, reflecte os preconceitos dos editores, é onerosa e cansativa para os pesquisadores.

Para além disso, alguns editores de jornais científicos mundiais de renome questionam a sua eficiência. Drummond Rennie, editor do "Journal of the American Medical Association" disse a dada altura:

Se a revisão de pares fosse uma droga [com fins médicos], nunca teria permissão para ser vendida ao público.
Richard Horton, editor-chefe do "The Lancet", citou um estudo que concluía:
A revisão de pares editorial, embora amplamente usada, não é, em larga medida, testada e os seus efeitos são incertos.
Por outro lado, o grupo Research Councils UK afirmou ao comité que "a força da revisão de pares excede em muito as suas fraquezas."

De um modo geral, a reportagem expressa um certo grau de confiança na revisão de pares, mas ao mesmo afirma que o processo pode ser melhorado. A fiscalização da integridade das pesquisas é insatisfatória, segundo a reportagem. Deveria existir um regulador externo que lidasse com os raros casos de má conduta profissional nas pesquisas.

O MP que presidia o comité, Andrew Miller, disse o seguinte à BBC:

A questão aqui não são quantos erros são feitos e quantos desses erros escapam à rede, mas sim a potencial seriedade dos erros e da actividade fraudulenta. Para além disto ser algo que nos deveria preocupar, nós temos que pensar não só no incidente individual mas também no impacto que tal teria na confiança depositada na ciência. ~ BBC, Julho 28.
Fonte

Claro que se Deus não existe, não há"Regulador Externo" que lide com os "raros" (?) casos de má conduta profissional. No mundo estritamente materialista e naturalista, as fraudes são moralmente neutras. Sim, ninguém gosta de ser enganado, mas quem disse que a moralidade se deve basear no que nós gostamos ou deixamos de gostar?

Este tipo de notícia revela também a forma como o consenso evolutivo rejeita à priori qualquer artigo que mostra a fragilidade dos mitológicos "milhões de anos" ou do naturalismo: preconceito editorial.

Todos nós sabemos que estas coisas existem em todas as áreas da existência humana, mas os crentes evolucionistas esperam que nós acreditemos que a única razão que leva a que os jornais "científicos" rejeitem à priori trabalhos anti-evolutivos é a falta de "base científica".

terça-feira, setembro 06, 2011

A vida que Deus dá

Jó 12:9-10
Qual dentre todas estas coisas não sabe que a Mão do Senhor fez isto? Na Sua Mão está a vida de todo ser vivente, e o espírito de todo o género humano.

Muitos de nós provavelmente já ouviu dizer que 98% do nosso corpo é composto por químicos, no entanto, a matéria viva da qual é composta o nosso corpo é bem diferente da matéria morta.

O nosso crescente conhecimento da Bioquímica continua a fechar portas à teoria da evolução e a mostrar que o que Bíblia diz sobre a origem da vida está de acordo com as observações científicas.

Muitos cientistas evolucionistas admitem que dizer que a vida é apenas a composição certa de químicos, é como afirmar que o computador é apenas a composição certa de plástico, metal e eletricidade.

O crescente conhecimento do código de informação presente dentro das formas de vida tem conduzido muitos evolucionistas a procurarem explicações alternativas, alguns deles a considerarem a teoria da Criação.

O criacionismo Bíblico não tem aumentado a sua exposição pública devido ao facto de conseguir angariar muitos fundos, mas sim porque está a tornar-se por demais óbvio que as leis da ciência, tal como as conhecemos, não têm a capacidade de gerar os sistemas existentes na biosfera. Alguns cientistas, sabendo disto, preferem continuar a acreditar naquilo que sabem ser insuficiente, mas outros cientistas, e dentro do bom espírito científico, pesquisam alternativas.

O número de cientistas críticos da teoria da evolução está a aumentar devido ao facto de que, se há alguma coisa que a ciência tem revelado nas últimas décadas é que a vida é "impossível" - isto é, nunca poderia ser o resultado de causas naturais.

Isto está de acordo com a Palavra de Deus, a Bíblia, nos diz que, sem a intervenção Directa de Deus, a vida não poderia existir.

Revelação 4:11
Digno és, Senhor nosso e Deus nosso, de receber a glória e a honra e o poder; porque Tu criaste todas as coisas, e por Tua Vontade existiram e foram criadas.
O facto de só Deus poder ser a Fonte da Vida deveria aproximar-nos para o que Deus diz no Resto da Bíblia.

O que Deus nos diz no restante da Bíblia é que a vida é mais do que comida e bebida. A vida plena e satisfatória só se pode ter com Jesus Cristo, uma vez que, sendo Ele o Nosso Criador, Ele sabe o que é que nós precisamos para termos uma vida satisfatória.

Ter uma vida plena, no entanto, não quer dizer uma vida sem dificuldade, mas sim a certeza de que, apesar das dificuldades, o Senhor Jesus está connosco. O propósito da vida cristã não é ter uma vida fácil mas sim uma vida com um propósito que transcende a nossa mera existência material.

Uma das coisas que tenho aprendido a esse respeito é o de que o que causa desespero a muitas pessoas não são os problemas, mas sim a crença de que os seus problemas não tem solução.

A Mensagem de Deus para todos os seres humanos é precisamente o de que a vida é importante, mas mais importante que a vida é Ele. Os nossos problemas são temporários mas Deus é Eterno.

Se por acaso tu te encontras numa altura da tua vida em que só vês problemas e mais problemas, então descansa em Deus. Eu não digo com isto que os teus problemas vão desaparecer, mas sim que vais passar a ter o Todo Poderoso ao teu lado, sempre Pronto a confortar e ajudar. Mesmo que a vida te esmague e te deixe sem esperança, se tiveres a certeza de Quem Deus é, a tua alegria e vontade de lutar não vão acabar.

Confia no Senhor Jesus, e a tua vida vai mudar.

João 11:25-26
Declarou-lhe Jesus: Eu sou a ressurreição e a vida; quem crê em Mim, ainda que morra, viverá; e todo aquele que vive, e crê em Mim, jamais morrerá. Crês isto?

sábado, setembro 03, 2011

Alfred Wallace rejeitou selecção natural como mecanismo suficiente

Numa nova biografia, Alfred Russel Wallace: A Rediscovered Life, o historiador de ciência e professor na Universidade do Alabama Michael Flannery reporta como Wallace, co-fundador da teoria da evolução, progressivamente ficou desencantado com a noção da selecção natural ser mecanismo suficiente para explicar a complexidade da vida.

Wallace (1823-1913) concluiu que muitas das características dos organismos vivos só poderiam ser explicadas como o resultado de design por parte "Duma Mente Criativa.

Os críticos do DI frequentemente atacam a teoria afirmando que a mesma é "um impedimento para o avanço da ciência". Flannery mostra, por outro lado, que foi o compromisso de Alfred Wallace com a investigação aberta que o levou a concluir que, longe de ser aleatória e não-direccionada como Darwin insistia, a evolução manifesta evidências cientificamente detectáveis de design planeado.

Segudo Flannery, a Biologia está finalmente a aperceber-se da presciência de Wallace.

O livro de Flannery recebeu endosso entusiástico por parte de cientistas e historiadores incluindo Philip K. Wilson da Penn State College of Medicine, John S. Haller da Southern Illinois University e Michael Behe da Lehigh University.

Michael Egnor, professor e vice-director do"Department of Neurological Surgery" na "Stony Brook University Medical Center" disse:

O livro soberbo Flannery providencia o leitor com uma visão indespensável das guerras iniciais em torno da tempestade moderna em torno da teoria de Darwin e o design inteligente.

Para além do livro, as ideias de Wallace são o assunto dum novo site, www.alfredwallace.org, repleto de recursos gratuitos que incluem vídeos, excertos de livros e informação biográfica adicional àcerca de Wallace.

Wallace, um naturalista inglês, concebeu a sua versão da selecção natural no ano de 1859, altura em que Darwin ainda se encontrava "sentado" sobre o seu livro ainda por publicar. Depois de ter entrado em contacto com Darwin e ter partilhado a sua ideia com ele, Wallace colocou Darwin num tumulto, forçando-o a publicar o seu livro rapidamente antes que fosse suplantado por Wallace.

A tensão cresceu entre os dois quando no ano de 1869 Wallace revelou publicamente as suas dúvidas em torno da teoria darwiniana. Posteriormente, Wallace elaborou a uma versão madura da "evolução inteligente" culminando no seu magnum opus, The World of Life (1910).

Ao contrário de Darwin, Wallace opôs-se vocalmente ao racismo e à eugénica pseudo-científica.


Sem dúvida que qualquer escola pública interessada na educação científica dos alunos informaria os seus alunos que um dos promotores iniciais da teoria da selecção natural como mecanismo da evolução perdeu fé nessa posição e começou a postular um tipo de design inteligente.

Mas como nós todos sabemos, o papel do "professor" de Biologia não é ensinar a verdade mas sim ensinar a teoria da evolução. Daí se infere que a "apostasia" de Wallace vai ser ignorada pelas pessoas que alegadamente tem como missão informar os alunos.

quinta-feira, setembro 01, 2011

A importância do casamento

A razão principal que levou a que virtualmente todas as civilizações desde o início da história do homem tenham reconhecido e promovido o casamento entre o homem e a mulher é por esta ser a única união natural capaz de produzir crianças. Sim, o casamento existe muito por causa da procriação e todas as civilizações precisam de produzir crianças para sobreviver.

Sem as crianças - que só podem ser geradas na união sexual entre um homem e uma mulher - todas as nações, estados ou civilizações morrem. É, portanto, muito importante proteger e promover a instituição do casamento.

Mas há mais razões. Em adição à procriação, o casamento entre o homem e a mulher é o melhor ambiente para educar crianças. Sempre foi e sempre dá-de ser. A Biologia não pode ser ignorada. As crianças tem que ser criadas e famílias com pai e mãe são o melhor meio através dos qual elas melhor podem ser educadas.

Portanto, é do interesse do estado promover o casamento como a melhor forma de se tomar conta das crianças e educá-las de modo a que se tornem membros produtivos da sociedade.

Acresce-se que o casamento civiliza o homem. Os homens casados são mais produtivos e melhor comportados. Os solteiros são mais problemáticos para a sociedade, e como tal, o casamento é uma excelente forma de se "domesticar" o homem.

Paralelamente, o casamento protege as mulheres. As mulheres que são casadas são menos susceptíveis de experimentar violência de qualquer tipo do que as solteiras. Elas estão também protegidas financeiramente se criam as crianças e deixam de lado a carreira profissional devido a presença dum marido responsável e providenciador.


É por estas razões que as sociedades humanas reconheceram o casamento como sendo a união entre um homem e uma mulher - e é por isso que celebraram esta instituição.

Estas razões não só têm o suporte da sabedoria popular e do senso comum, mas têm do seu lado as pesquisas empíricas.

Quer se goste ou não, os casamentos tradicionais são os alicerces de qualquer sociedade. Portanto é muito importante pensar-se seriamente antes de se redefinir o conceito de "casamento" como forma de satisfazer uma minoria ideologicamente motivada.

quarta-feira, agosto 31, 2011

Os axiomas tipológicos e a imaginação de Darwin

O padrão empírico da natureza existente conforma-se de um modo notável com o modelo tipológico (vêr este postal). Os axiomas tipológicos básicos - que as classes são absolutamente distintas, que as classes possuem traços diagnósticos únicos e que esses traços diagnósticos estão presentes de um modo fundamentalmente invariante em todos os membros da classe - aplicam-se universalmente em toda a esfera da vida.

Consequentemente, a isolação das classes é invariavelmente absoluta e as transições para um traço característico [que nunca ocorreu] são normalmente abruptas e o fenómeno da descontinuidade encontra-se através de todo o reino dos seres vivos.

Mesmo se um certo número de espécies fossem reconhecidas pela biologia como intermédias, possuindo sistema de órgãos perfeitamente transicional no sentido requerido pela teoria da evolução, isto não seria suficiente para validar o modelo evolutivo da natureza.

Para refutar a tipologia e validar de um modo seguro as alegações evolutiva, seriam necessárias centenas ou mesmo milhares de diferentes espécies, todas intermédias em termos da sua biologia geral, fisiologia e anatomia dos seu sistema de órgãos.

De acordo com alguns evolucionistas, as bases filosóficas e ideológicas por trás do modelo tipológico (Criação Bíblica) podem ser alegações metafísicas descabidas, mas a verdade é que o padrão da biodiversidade ajusta-se de um modo perfeito com o modelo tipológico.

Devido a isto, é fácil de entender a resistência que Cuvier e Agassiz ofereceram às teorias evolutivas dos seus tempos. Aquilo que eles observavam no padrão da natureza estava de acordo com a sua interpretação anti-evolutiva dos dados.

A rejeição da evolução por parte dos grandes biólogos do século 19 não foi um recuar perante os dados empíricos; eles apenas e só não viam qualquer tipo de evidência para a ordem sequencial do padrão da natureza - e isto eles consideravam essencial antes de alguém sugerir o conceito da evolução orgânica a partir dos factos da biologia.

Nesta história toda, se havia alguém que rejeitava os dados, esse alguém era Darwin - o mesmo que admitiu não ter qualquer tipo de evidência empírica sólida para qualquer tipo de transformação evolutiva que ele postulava terem acontecido no passado.

Foi Darwin, o evolucionista, que admitiu numa carta a Asa Gray que "a imaginação tem que preencher as enormes falhas". (Darwin, C. (1858) numa carta a Asa Gray, 5 de Setembro de 1857, Zoologists, 16; 6297-99, ver p6299).


Modificado a partir do livro "Evolution: A Theory in Crisis", página 117.

segunda-feira, agosto 29, 2011

Avanços científicos ignoram desilusões de Darwin

Em Novembro do ano passado (2009), o Museu de Ciências de Londres publicou uma lista com as 10 maiores invenções científicas. Esta lista foi o resultado dos votos de cerca de 50 mil pessoas, às quais se pediu que a sua escolha levasse em consideração o impacto da invenção no passado, no presente e no futuro.


A máquina de raios-X ficou em 1º lugar, com cerca de 10 mil votos. Ela possibilitou, pela primeira vez, a visualização do interior do corpo humano sem que fosse preciso abri-lo.

A medicina foi um dos campos que recebeu mais votos, colocando duas outras invenções no topo da lista: a penicilina, em segundo lugar, e a descoberta da estrutura do DNA, em terceiro.

As 10 maiores invenções de todos os tempos:

1. Máquina de raios-X
2. Penicilina
3. Modelo do DNA
4. Nave Apollo 10
5. Foguete V2
6. Locomotiva a vapor ‘Rocket’
7. Computador ACE
8. Máquina a vapor
9. Carro Ford T
10. Telégrafo

CONCLUSÃO

É impressão minha ou não existem sinais da teoria da evolução nesta lista? É claro que não. A ciência progride aparte da teoria da evolução. A teoria da evolução só é importante nos campos criados para a explicar: paleoantropologia, biologia evolutiva, etc.

Como membro da Academia Nacional de Ciências, Philip Skell escreveu que a importância científica da teoria da evolução vai para além da realidade:

Recentemente perguntei a 70 eminentes investigadores se teriam feito o seu trabalho de maneira diferente se acreditassem que a teoria de Darwin estava errada. As suas respostas foram todas a mesma: “Não”.
(Philip Skell, “Why Do We Invoke Darwin? Evolutionary theory contributes little to experimental biology,” The Scientist (August 29, 2005).)

(Ver: Evolucionista sobrevaloriza importância da teoria da evolução)

Ao contrário do que alguns evolucionistas afirmam de forma religiosa, a teoria da evolução nunca foi nem é necessária para a ciência. A Ardi só foi considerada a descoberta científica mais relevante do ano de 2009 porque foi a Science quem fez a escolha, a mesma revista que , na altura, publicou 17 páginas sobre esse achado. Não seria de esperar outra coisa da Science a não ser que ela puxasse a brasa à sua sardinha.

Ninguém no seu perfeito juízo iria preterir um avanço médico por uma história da carochinha.

A ciência não precisa da teoria da evolução para subsistir e progredir. A teoria da evolução precisa da autoridade científica para conseguir fingir alguma credibilidade. A teoria da evolução é como um parasita que precisa de se apegar ao hospedeiro para conseguir sobreviver, prejudicando-o e atrasando o seu desenvolvimento (Ver exemplos: 1,2,3).

Vêr também:

Avanços tecnológicos não dependem da fé em Darwin

sábado, agosto 27, 2011

Avanços tecnológicos não dependem da fé em Darwin

"Para que os seus corações sejam consolados, e estejam unidos em amor, e enriquecidos da plenitude da inteligência, para conhecimento do mistério de Deus — Cristo,
Em quem estão escondidos todos os tesouros da sabedoria e da ciência."
Colossenses 2:2-3

É notável que haja evolucionistas que tentem validar a sua mitologia religiosa comparando-a com o sucesso das invenções tecnológicas. O seu argumento é o de que o criacionismo, ao atacar a teoria da evolução (e por implicação - segundo os evolucionistas - a "ciência"), está a impedir o progresso tecnológico uma vez que esse progresso depende da mesma metodologia que valida a teoria da evolução.

Mas não é difícil notar que os avanços tecnológicos não dependem em nada dos delírios de Darwin nem da "metodologia evolucionista" (seja lá o que isso fôr). Computadores, telemóveis, telefones, aviões e viagens à Lua não dependem de nada que tenha a ver com a evolução pelo simples facto da teoria da evolução ser uma história sobre o passado e não algo necessário para o dia a dia do biólogo.

Isto é feito óbvio pela existência de uma extensa comunidade científica que não tem fé na teoria da evolução - mesmo em áreas relevantes para a mesma (microbiologia, etc).

De facto - e para surpresa de muitos - avanços nas áreas da tecnologia e da transportação aérea foram feitos por cientistas criacionistas:

  • O criacionista Robert Boyle (1627–1691) é o pai da Química moderna e um dos cientistas que demoliu a teoria aristotélica dos quatro elementos. Para além disso, Boyle financiou palestras em defesa do Cristianismo e patrocinou missionários e traduções Bíblicas.
  • Telemóveis dependem de teoria da radiação electromagnética cujos fundamentos dependem do trabalho do criacionista James Clerk Maxwell (1831–1879).

  • Máquinas computacionais foram inventadas por Charles Babbage (1791–1871), que pese embora não fosse um criacionista Bíblico era um criacionista no sentido lato. Ele acreditava que "o estudo dos sistemas da natureza com precisão científica era uma preparação necessária e indispensável para entender e interpretar o seu testemunho em favor da Sabedoria e Bondade do Autor Divino".

  • Os irmãos criacionistas Orville (1871-1948) e Wilbur Wright (1867-1912) inventaram o avião depois de estudar o design que Deus tinha posto nas áves.

  • A teoria das órbitas planetárias foi inventada por Johannes Kepler (1571–1630), famoso por alegar que as suas descobertas eram o resultado de "pensar os Pensamentos de Deus em conformidade". Kepler definiu a data da criação como tendo acontecido a 3992 a.C., data próxima dos cálculos do Bispo Ussher.

  • A teoria da gravidade e as leis da inércia, essencial para as alunagens, foram descobertas pelo criacionista Isaac Newton (1642/3–1727).

  • O programa de alunagem foi liderado por Werner von Braun (1912-1977), que acreditava no Designer e opunha-se à teoria da evolução. Para além disso, um criacionista Bíblico, James Irwin. andou na Lua.

Conclusão:

Será a teoria da evolução fundamental para os avanços tecnológicos que possuímos hoje? Analisando as evidências históricas, podemos dizer com firmeza que não. A importância da teoria da evolução não pode ser encontrada dentro da actividade científica mas sim dentro da ideologia naturalista.

terça-feira, agosto 23, 2011

Baleias evoluiram rapidamente excepto quando não evoluiram rapidamente


As baleias evoluíram bastante depressa mas depois esqueceram-se de evoluir durante milhões de anos. Num estudo que alega que "As baleias evoluíram variadas formas e tamanhos de um modo explosivamente rápido" Brett Israel escreveu para a Live Science que "As baleias evoluíram num piscar de olhos". Supostamente esta evolução aconteceu há 35 milhões de anos atrás, mas durante os 25 milhões de anos seguintes, a sua evolução parou. Estranho, sem dúvida.

Durante um período de 5 milhões de anos, "quase como um piscar de olhos" segundo, Graham Slater da UCLA, algo dramático ocorreu:

A evolução da baleia iniciou. Havendo as baleias começado basicamente com o mesmo tipo de corpo, elas evoluíram para tudo desde as "porpoises" (um tipo de golfinho) para as baleias azuis. Isto num período de 5 milhões de anos.
Esta hipótese (ou fábula - como quiserem entender) é conhecida por “Explosive Radiation Hypothesis” (algo como o big bang mas aplicado às origens das baleias). Dentro destas novas formas de vida que surgiram como resultado desta radiação explosiva vieram coisas como a sonda usada pelos golfinhos, cérebros maiores e interacções sociais complexas.

E como, perguntam vocês? Através da evolução, claro.

Quaisquer que tenham sido as condições que permitiram as baleias modernas persistir, permitiram que elas tivessem evoluído para formas de vida únicas e díspares. Esses nichos [ecológicos] foram, na sua maioria, mantidos durante a maior parte da sua historia.
Quem fala assim é Michael Alfaro. Ele é um evolucionista e um perito na UCLA. Ele deve saber do que fala.

Ciência ou mitologia?

Vamos lá a por os pontos nos i em torno desta "Hipótese da Radiação Explosiva": um mamífero do tamanho de um cão entrou nos mares há cerca de 48 milhões de anos atrás e tornou-se numa baleia genérica há cerca de 35 milhões de anos atrás. Posteriormente, e numa fracção de tempo semelhante a um piscar de olhos (5 milhões de anos), aparecem (explosivamente) os variados tipos de baleias e os variados tipos de golfinhos nos mares.

Quem foi que deu a essas formas de vida sondas, bocas compostas por cerdas de material queratinoso com a função de filtrar a água e recolher o alimento e a sociabilidade complexa? A evolução, pois claro.

Não era suposto a evolução ser uma acumulação gradual de numerosas e sucessivas pequenas modificações? Então o que é que aconteceu?

Essas diferenças provavelmente já estavam nos seus lugares há 25 milhões de anos atrás, pelo menos, e durante milhões de anos, elas não mudaram muito.
Assim falou o oráculo do evolucionista Slater.

Portanto, a radiação da evolução das baleias criou sistemas tão complexos como a sonda sub-aquática no espaço de 5 milhões de anos, mas durante 25 milhões de anos, nada mais aconteceu debaixo do sol (ou debaixo da água, neste caso).

A evolução, portanto, gera complexidade num curto espaço de tempo, excepto quando não gera nada de novo durante um longo período de tempo.

Faz sentido, certo? Evolutivamente, talvez, mas cientificamente não.

segunda-feira, agosto 22, 2011

Central Criacionista

Foi feito um blogue que une alguns blogues em português que se dedicam à defesa da veracidade do Livro de Génesis. O mesmo é meramente informativo (não aberto a comentários).

Se souberem de mais algum que achem que seria um contributo positivo para a lista, deixem o link na caixa de comentários do blogue "Darwinismo".

Central Criacionista.

domingo, agosto 21, 2011

Sem evolução durante "550 milhões" de anos

De vez em quando acontece nós lermos "notícias evolutivas", e imaginar o que seria se os redactores removessem os óculos naturalistas. Neste artigo nós ficamos a saber que foram "descobertos três mil microrganismos semelhantes aos de há 550 milhões de anos".

Exactamente. Durante os supostos 500 milhões de anos, dinossauros vieram e foram, mamíferos surgiram sabe-se lá donde, baleias apareceram de animais terrestres, mas... o microrganismo conseguiu ficar essencialmente na mesma durante.... 500 milhões de anos.

Cientistas mexicanos descobriram no deserto de Cuatro Ciénegas, no Norte do México, perto de três mil microrganismos com características muito semelhantes aos de há 550 milhões de anos, que podem desempenhar um papel-chave no estudo da evolução.
Mais uma descoberta que provavelmente vai "iluminar certos aspectos da teoria da evolução".


O artigo não diz como é que a descoberta de seres vivos totalmente funcionais vai servir de evidência para a teoria que afirma que as formas de vida tem uma origem não-inteligente. Mas isso já seria pedir demais aos evolucionistas.
Esta espécie de "parque jurássico" das bactérias encontra-se num habitat de quase 400 poças de água, no qual foi mantido um sistema alimentar parecido ao que existiu há milhões de anos.
Daí se infere que, como o habitat era essencialmente o mesmo (segundo os evolucionistas), elas não tiveram necessidade de evoluir. No entanto, no caso da girafa e de outros animais que vivem lado a lado a ela, embora fizessem parte do mesmo ecossistema, ela (a girafa) sentiu pressão evolutiva suficiente para evoluir pescoços mais longos (com todas as mudanças daí inerentes).

Portanto, a teoria da evolução tem o mesmo peso científico que a frase "se não chover, então vai fazer Sol".

O que vemos são bactérias plenamente vivas e adaptadas [observação], que têm origem nas que há milhões de anos existiram ali, mas não sabemos se são muito ou pouco iguais [interpretação/especulação].
Metade desta frase é científica e depende das observações. A outra metade é interpretação baseada em pressuposições não confirmadas. Esta é uma das formas que os evolucionistas usam para manter a ilusão de rigor científico em torno da sua religião.

É importante saber o que foi observado e demonstrado, e separar o mesmo daquilo que é uma interpretação baseada no naturalismo.

Através do seu estudo podemos entender como foi a origem da vida e a diversidade biológica da Terra.

Não se entende como é que o estudo de formas de vida que, segundo os evolucionistas, estão essencialmente na mesma há mais de 500 milhões de anos pode-nos ajudar a entender "como foi a origem da vida".

Reparem como a discussão sobre a origem da vida flui naturalmente quando se fala em evolução. O artigo não tem a menor dificuldade em juntar a teoria da evolução com o estudo da origem da vida porque as duas estão umbilicalmente ligadas. Normalmente os evolucionistas costumam ser cuidadosos em distinguir uma da outra (devido ao manifesto fracasso das versões naturalistas sobre a origem da vida), mas, obviamente, essa separação é só para o público


A ciência só tem a ganhar com este tipo de descobertas, mas contrariamente ao que os nossos amigos evolucionistas possam afirmar, este tipo de observações não servem de evidências para os mitos de Darwin.

Se já é difícil de acreditar que a vida teve uma origem não-inteligente, mais ridículo é aceitar que microrganismos que normalmente possuem um tempo de vida mais curto tenham ficado essencialmente na mesma durante mais de 500 milhões de anos. Não se esqueçam que enquanto estes microorganismos se "esqueciam de evoluir", todo o resto da biodiversidade "emergiu".

Ridículo.

Salmo 92:6 - O homem brutal nada sabe, e o louco não entende isto.

Vêr também:

1. Teorias evolutivas sobre a origem da vida anulam-se mutuamente

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