sexta-feira, julho 15, 2011

Correndo para Deus

"Não sabeis vós que os que correm no estádio, todos, na verdade, correm, mas um só leva o prémio? Correi, de tal maneira que o alcanceis."
(1 Coríntios 9:24)

"Portanto, ide, ensinai todas as nações, baptizando-as em Nome do Pai, e do Filho e do Espírito Santo."
(Mateus 28:19)


Vários estudos científicos examinaram a mecânica da locomoção humana. e observaram que, aparentemente, o homem foi feito com equipamento extremamente eficiente para caminhar. Pode um processo não-inteligente como a evolução legitimamente tomar crédito pelo design das nossas pernas (bem como a eficiência requerida) ? Ou é mais lógico inferir Uma Causa Inteligente?

Um estudo recente descobriu que a locomoção humana possui duas mudanças: andar e correr. Quando nós andamos, uma grande proporção da transferência de energia entre os passos ocorre na anca. O estudo, publicado no jornal Interface, mostrou que quando a velocidade atinge os 2 metros por segundo, o corpo ajusta-se para o modo de corrida.1 Quando corremos, mais transferência de energia ocorre nos tornozelos.

Resumindo, "alterar o modo de locomoção de andar para correr resulta numa significante (p = 0.02) alteração na produção de energia da anca para o tornozelo".1 Os pesquisadores da "North Carolina State University" mediram a produção de energia de dez pessoas a andar ou a correr a velocidades distintas.

Um estudo distinto (2010) descobriu que andar colocando os calcanhares no chão antes do resto do pé é mais eficiente do que as formas alternativas.2

O próprio acto de andar é um processo muito eficiente, quer seja no homem, quer seja nos animais. David Carrier, autor-principal do tal estudo, afirmou:

O nosso estudo mostra que a postura que usa os calcanhares primeiro aumenta aumenta a economia da caminhada mas não da corrida.3
Correr é igualmente eficiente quer se pouse primeiro o calcanhar ou quer se pouse primeiro o dedo grande do pé.

Não há evidências de evolução.

Um artigo dos evolucionistas da Nature declara:
Presentemente, no entanto, o registo fóssil oferece pouca informação àcerca da origem do bipedalismo [andar sobre duas pernas], e apesar de um século de pesquisa dos fósseis existentes e a anatomia comparativa, não há consenso em torno do modo de locomoção que precedeu o bipedalismo.4
Semelhantemente, um estudo de 2003 explicou que a transição evolutiva dum animal que se movimenta sobre as quatro pernas para o bipedalismo seria algo simples, mas os dados não se enquadram nesta crença.

Os autores escreveram no The Journal of Experimental Biology:

No entanto, estudos experimentais em torno da locomoção nos humanos e nos primatas não-humanos demonstraram que a evolução do bipedalismo envolveu uma série mais complexa de transições.5

E o facto de tantas transições - todas elas muito específicas - serem necessárias antes da eficiência de andar poder conferir ganhos metabólicos, é um dado que mitiga contra a evolução por via da selecção natural. Dito de outra forma, as estruturas anatómicas que supostamente são o resultado de todas estas "transições" são, na verdade, características de design intencionais.

Entre estas estruturas estão "a pouco usual estrutura do nosso pé", incluindo o "grande calcanhar", bem como o comprimento e orientação recta do dedo grande do pé e os ossos da anca - que apontam os joelhos para a frente em direcção àquilo que nós caminhamos.3

Sem todos estes ossos, ligamentos, tendões e músculos propriamente integrados entre si a toda a hora, seria impossível caminhar como um homem. Os evolucionistas têm que depositar a sua fé em "transições" físicas imaginárias que nunca iriam trabalhar uma vez que elas requereriam imensas criaturas vazias de tais estruturas . Isto practicamente causaria que essas formas de vida fossem imóveis.

No entanto, aqueles que "humildemente caminham com Deus" podem confiar nas evidências físicas que claramente demonstram que a mecânica por detrás da locomoção é resultado de criação Divina.

Eu Te louvarei, porque de um modo terrível e tão maravilhoso fui formado; maravilhosas são as Tuas obras, e a minha alma o sabe muito bem.
Salmo 139:14.

Vêr também:

1. Laetoli: ciência pisa teoria da evolução (outra vez)

2. Aprendendo com Deus: Como Criar Sistemas de Locomoção Mais Eficientes


Modificado a partir do original.

Referências:

  1. Farris, D. J. and G. S. Sawicki. The mechanics and energetics of human walking and running: a joint level perspective. Interface (a journal of the Royal Society). Published online before print May 25, 2011.
  2. Cunningham, C. B. et al. 2010. The influence of foot posture on the cost of transport in humans. The Journal of Experimental Biology. 213 (5): 790-797.
  3. The Cost of Being on Your Toes. The University of Utah news release, February 11, 2010.
  4. Richmond, B. G. and D. S. Strait. 2000. Evidence that humans evolved from a knuckle-walking ancestor. Nature. 404 (6776): 382-385. Quoted in Sherwin, F. 2006. Walking the Walk. Acts & Facts. 35 (11).
  5. Schmitt, D. 2003. Insights into the evolution of human bipedalism from experimental studies of humans and other primates. The Journal of Experimental Biology. 206 (9): 1437-1448.
  6. Miquéias 6:8.


quinta-feira, julho 14, 2011

Quem realmente se opôs a Darwin?

Um dos grandes mitos urbanos que os darwinistas propagam é o de que quando seu livro "On the Origin of Species" foi publicado, a maior oposição que Darwin encontrou veio dos líderes religiosos e não dos cientistas.

Nada poderia estar mais longe da verdade. A maior oposição que Darwin encontrou veio de outros cientistas que apontaram evidências que não estavam de acordo com a sua teoria, principalmente o registo fóssil.

Eis uma pequena lista de centistas que rejeitaram o darwinismo por razões científicas:

  • Louis Agassiz - Professor de Zoologia na Universidade de Harvard
  • George Cuvier
  • H.G. Bronn
  • François Jules Pictet
  • Richard Owen - Anatomista britânico
O Dr Michael Denton, no seu livro "Evolution: A Theory in Crisis", páginas 104 e 105, diz:
O anti-evolucionismo dos eminentes biólogos do século 19 não era baseado na religião.
Ele acrescenta na página 100:
O facto de que muito dos fundadores da Biologia moderna, aqueles que descobriram todos os factos básicos da morfologia comparativa sobre o qual a Biologia evolutiva moderna é baseada, viam a Natureza como essencialmente um descontinuo de tipos isolados, únicos e sem "pontes" de variedades transitórias, posição totalmente contrária às ideias evolucionistas, é obviamente muito difícil de reconciliar com a noção popular de que todos os factos da Biologia irrefutavelmente suportam a interpretação evolucionista.
("Evolution: A Theory in Crisis; pag 100)"
Por outras palavras, aqueles que fundaram os alicerces da Biologia moderna não acreditavam na teoria da evolução, mas acreditavam que a natureza exibia "tipos" distintos.

Esta clara divisão existente entre as formas de vida é precisamente aquilo que poderíamos prever, baseados na Palavra de Deus. No capítulo 1 do Livro de Génesis, quatro vezes a Palavra de Deus diz "conforme a sua espécie" ou "segundo a sua espécie", referindo-se às plantas e aos animais.

Ou seja, as formas de vida quando nascem, já têm dentro de si a informação genética necessária para a geração seguinte. Os gatos hão-de sempre dar a luz gatos, os cães hão-de sempre dar à luz cães, os macacos hão-de sempre dar à luz outros macacos, assim sucessivamente.

Não só isto é totalmente o contrário do que poderíamos esperar se a teoria da evolução estivesse de acordo com as evidências, mas é uma confirmação da Bíblia.

Mais uma vez vêmos que a ciência, quando propriamente interpretada, confirma a Palavra de Deus.

A ciência e as Escrituras são contra a teoria da evolução.

terça-feira, julho 12, 2011

Árvore de Darwin atacada por criacionistas evolucionistas

A Julho de 1837 Charles Darwin teve uma ideia original. Durante os seus estudos em Londres, ele voltou a página do seu livro de apontamentos e escreveu "I think". Então fez um esboço de uma árvore.

Tanto quanto se sabe, essa foi a primeira vez que ele aludiu ao conceito da "árvore da vida" como forma de explicar o suposto relacionamento evolutivo entre as espécies. Esse conceito ficou tão firme na mente de Darwin, que quando o seu livro "On The Origin of Species" foi publicado 22 anos mais tarde, a sua árvore já se tinha transformado e crescido bastante.

Este ícone da teoria da evolução ganhou vida própria e hoje é muito difícil encontrar um evolucionista que não aluda a árvore de Darwin como explicação dos acima mencionados supostos relacionamentos evolutivos.

Mas a ciência tem o "péssimo" hábito de refutar os mitos darwinistas.

Segundo este artigo, os problemas começaram com a descoberta doa ADN:

Então, o que é que aconteceu? Estritamente falando, o ADN aconteceu.
A descoberta do ADN abriu novos horizontes para a Biologia:
Finalmente aqui estava o cerne da hereditariedade onde certamente estava escrita a história da vida. Se ao menos nós conseguíssemos descodificá-lo.
"Descodificação" implica "codificação". Quem é que codificou o ADN? Infelizmente o artigo não disse.

Com esta descoberta, os darwinistas naturalmente acreditaram que o que fosse descoberto haveria de confirmar a crença de que o mundo biológico criou-se a si mesmo. Infelizmente, como o artigo refere, aconteceu exactamente o contrário.

Os problemas começaram no princípio da década 90 quando se tornou possível sequenciar os genes "archaeal" e os genes das bactérias, e não só o RNA. Toda a gente esperou ["toda a gente" = evolucionistas) que estas sequências do ADN fossem confirmar a árvore do RNA.

De facto, em casos pontuais, assim se verificou, mas em momentos cruciais, isso não aconteceu. O RNA, por exemplo, pode sugerir que a espécie A está mais próxima em termos evolutivos da espécie B, do que a espécie C, mas uma árvore feita com o ADN sugeria exactamente o contrário."

Lembrem-se de artigos como este e como este sempre que virem a suposta "árvore da vida" exposta num livro escolar. O que estão a vêr não é ciência mas um mito naturalista mascarado de ciência.

Conclusão:
Não existe nenhuma "árvore da vida" evolutiva porque a evolução nunca aconteceu. A ciência mais uma vez acrescenta lenha na fogueira onde a teoria da evolução está a arder.

Os tipos básicos das formas de vida estão separadas desde o princípio da criação, e a única forma de uni-las é rejeitar as observações e converter-se ao naturalismo.

Mais uma vez se vê que a interpretação Bíblica está de acordo com as observações, e a mitologia darwinista não tem bases científicas.

Evolucionista: Se a evolução não fosse um FACTO eu nem poderia beber um copo de água!


O evolucionista Nuno Mendes comentou neste post e disse:

Eu uso todos os dias modelos evolutivos para fazer investigação.

É mesmo? Será que se a teoria da evolução não fizesse parte do lote de crenças do Nuno, ele faria a sua investigação de alguma forma diferente? Não, e já se vai vêr porquê.

Modelos esses que permitem fazer genómica comparativa e testar hipóteses sobre evolução de proteínas, genes e outras moléculas. Esses modelos permitem comparar a informação genómica associada a organismos cujo antepassado comum existiu presumivelmente há dezenas ou por vezes centenas milhões de anos.

Resumindo, comparam-se genes, fazem-se hipóteses, e especula-se sobre um mitológico "parente comum" que supostamente viveu há “milhões de anos”. Presumivelmente.

Vamos fazer uma jogo. Vamos imaginar que o Nuno não era um evolucionista. Será que ele poderia fazer comparação genómica sem acreditar na evolução? Obviamente que sim! A crença na teoria da evolução não acrescenta nada ao método de trabalho (de uma forma que beneficie a ciência).

Admitamos, por hipótese, que eu amanhã tinha um acesso de fé criacionista e resolvia repudiar a teoria da evolução. Como sugere que eu fizesse o meu trabalho?

Não é preciso acreditar-se na teoria da evolução para se comparar genes.

Em que teoria devem sustentar o seu trabalho os milhares de cientistas que trabalham na área da Biologia e usam constantemente genómica comparativa para fazer pesquisa fundamental e aplicada que eventualmente nos permite compreender melhor os processos biológicos e, por vezes, melhorar a qualidade de vida das pessoas possibilitando o desenvolvimento de medicamentos ou outras terapias?

Qual foi o medicamento que foi desenvolvido tendo como fundamento a crença de que a vida biológica é o resultado de milhões de mutações aleatórias filtradas pela selecção natural?

Deixa-me propôr-te uma situação hipotética. Imagina que eu era mecânico e tinha à minha frente vários carros cujo funcionamento eu tinha que estudar. Se por acaso alguém chegasse, e dissesse “Sabes, Mats, estes carros desenvolveram-se durante um período de milhões de anos por si só, através de uma série de acidentes fortuitos e selecção natural“, deveria eu mudar a minha metodologia de investigação relativo ao funcionamento interno da maquinaria? Obviamente que não.

Agora aplica o mesmo princípio à Biologia e a teoria da evolução. Eu tenho um gato, um pombo e um sapo e tenho que estudar e comparar os seus genes. Se alguém vier e disser “Mats, os pombos, como áves que são, evoluíram dos dinossauros“, deveria eu mudar o meu método investigação se quisesse saber mais sobre a informação genética dos ditos seres vivos? Absolutamente que não.

A teoria da evolução é uma história imaginativa sobre um hipotético passado. Não é alguma coisa que seja fundamental para o progresso e desenvolvimento da Biologia.

Dr Michael Denton, no seu livro “Evolution: A Theory in Crisis”, (páginas 104 e 105), diz:

O anti-evolucionismo dos eminentes biólogos do século 19 não era baseado na religião.

Ele acrescenta na página 100:

O facto de que muitos dos fundadores da Biologia moderna - aqueles que descobriram todos os factos básicos da morfologia comparativa sobre o qual a Biologia evolutiva moderna é baseada - terem mantido uma visão da Natureza como um descontinuo de tipos isolados, únicos e sem “pontes” de variedades transitórias, posição totalmente contrária às ideias evolucionistas, é obviamente muito difícil de reconciliar com a noção popular de que todos os factos da Biologia irrefutavelmente suportam a interpretação evolucionista.

(”Evolution: A Theory in Crisis; pag 100)

Por outras palavras, aqueles que fundaram os alicerces da Biologia moderna não acreditavam na teoria da evolução. Isto não prova nada, mas serve para pôr um grande ponto de interrogação às palavras do Nuno.

Dr Marc Kirschner, fundador do Departamento de Biologia Sistemática, na Universidade de Harvard diz:

De facto, durante os últimos 100 anos, practicamente toda a biologia progrediu independente da teoria da evolução, excepto a própria biologia evolucionária. A Biologia Molecular, Bioquímica. Fisiologia não tiveram em conta a teoria da evolução.

(citado no “Boston Globe” 23 de Outubro 2005)”

Conclusão:

Sim, eu entendo que provavelmente o Nuno tenha uma forte crença na teoria da evolução, mas, tal como os cientistas acima referidos disseram

1) os fundadores dos vários ramos da Biologia não eram evolucionistas e

2) durante os últimos 100 anos a Biologia avançou tranquilamente sem levar em conta os mitos darwinistas.


Homologia

Uma das evidências usadas pelos evolucionistas para a sua teoria é a Homologia. O que é a homologia?:
"A homologia tem sido uma forte evidência em favor da Teoria da Evolução, pois ela sugere ancestralidade comum entre organismos diferentes possuindo estruturas frequentemente semelhantes com a mesma origem embriológica, lembrando que o desenvolvimento do embrião recapitula parcialmente as origens do organismo."
Existem vários problemas com esta crença:

Os genes que especificam as estruturas ditas homólogas em espécies diferentes não são os mesmos. Dito doutra forma, os genes que codificam para a "mão" do ser vivo X não são os mesmos que codificam para a "mão" do ser vivo Y. No entanto os darwinistas acreditam que tanto o animal X como o Y evoluíram de um parente comum. Porque é que a meio da evolução outros genes começaram a ser usados?

O Dr Denton diz:

"A base evolucionária da homologia é provavelmente severamente danificada com a descoberta de que estruturas aparentemente homólogas são especificadas por genes bem diferentes em espécies diferentes" - "Evolution: A Theory in Crisis, página 149"
O outro problema é que a semelhança que existe em estruturas ditas homólogas pode muito bem ser evidência para Um Criador Comum.

Nós humanos re-usamos design que achamos funcionais (ex: rodas em todos os veículos que andam nas estradas). Porque é que Deus não faria o mesmo? Porque é que Deus não usaria design que Ele ache funcional em mais do que uma forma de vida?

A semelhança pode ser uma baseada na funcionalidade, e não na descendência comum.

A homologia não é, portanto, evidência para a evolução.

segunda-feira, julho 11, 2011

Hititas: Bíblia refuta críticos (outra vez)

1 Samuel 11:1
"ENTÃO subiu Naás, amonita, e, sitiou a Jabés-gilead: e disseram todos os homens de Jabés a Naás: Faze aliança connosco, e te serviremos."

Durante os últimos dois séculos, muitos críticos da Bíblia desenvolveram uma interpretação céptica em relação à mesma. O seu visão era a de que a Bíblia mais não era que um Documento que exibia a evolução da crença - e não algo Revelado Pelo Criador. De acordo com esta posição, o Cristianismo havia "evoluído" de religiões prévias.

Como resultado disto, muitos críticos (e infelizmente, muitos pseudo-cristãos) rejeitaram a ideia da Bíblia como a inerrante, inspirada e fiável Palavra de Deus em todos os assuntos a que ela alude (especialmente Génesis).

Uma vez que eles mantém esta interpretação, eles defendem terem encontrado "muitos erros na Bíblia" através dos anos.

Os "erros" da Bíblia.

Houve uma altura em que os críticos afirmavam que os Hititas mencionados na Bíblia Hebraica "nunca existiram". Segundo estes críticos, os antigos escritores dos Livros Bíblicos "inventaram" este povo como forma de fabricar vitórias Israelitas sobre eles.

Só que como acontece sempre que a Bíblia afirma algo, os dados vieram confirmar o que Deus disse. Eventualmente foram encontradas evidências arqueológicas da existência dos Hititas. Provando mais uma vez o forte sentido de humor que Deus tem, uma das primeiras evidências que foram encontradas foram jarros com pouco menos de 2 metros de altura!

Os críticos, esses, desapareceram desta discussão apenas para surgirem mais tarde a criticar outra alegação histórica da Palavra de Deus. Através dos anos estes críticos tem sido constantemente refutados pelas evidências, mas não parece que eles estejam a levar em conta este facto.

A Terra de Canaã.

De modo similar, era um "consenso" entre os críticos a noção de que os Israelitas nunca poderiam ter entrado na terra de Canaã na altura em que a Bíblia reporta isso ter acontecido. Eles alegavam que, como a Bíblia menciona os Amonitas - que os críticos erradamente pensavam só terem vivido na terra de Canaã mais tarde - então a datação Bíblica está "errada".

Mais uma vez, os críticos estavam errados e a Bíblia correcta uma vez que no ano de 1989 arqueólogos provaram que os Amonitas estiveram em Canaã muito antes da altura do Êxodo do Povo Judaico.

Conclusão:

Como escreve um arqueólogo Cristão, "geralmente, a ausência de evidência não é evidência para a ausência." A lição que o Cristão pode tirar disto é simples:
Se a Bíblia diz que algo é verdade, então acredita.
Se Deus diz que Ele criou o universo em seis dias, então acredita. Se Ele diz que houve um Dilúvio universal que cobriu de água toda a Terra, então acredita.

Se Ele diz que um dia voltará para julgar os vivos e os mortos, e aqueles cujos nomes não estão no Livro da Vida serão lançados no fogo eterno, então, obviamente, acredita e toma as providências para não seres lá lançado.

"A Tua Palavra é a Verdade."
João 17:17


Notas: "Late bronze city found in Jordan." Archaeology and Biblical Research, v. 4, n. 1., Winter 1991. p. 27.

domingo, julho 10, 2011

A ciência ideal é inferior à Revelação ideal

Se alguém quer comparar a relativa eficiência da ciência com a Revelação, primeiro é preciso saber se estão a comparar as coisas certas:
Uma das grandes forças da ciência é que ela é auto-correctora. O astrofísico [ateu] Carl Sagan disse:

"Há muitas hipóteses na ciência que estão erradas. Mas não há problemas: isto é o início do processo para se descobrir a verdade. A ciência é empreendimento auto-corrector."

Seria bom se as coisas fossem assim tão simples. Os cientistas podem orgulhosamente apontar instâncias onde de facto houve auto-correcção, mas a ciência não é como o iPhone: não se auto-corrige instantaneamente.

Tal como a miríade de controvérsias dos últimos meses mostraram, a ciência corrige os seus erros de uma forma mais lenta . . . . e com mais dificuldade do que as palavras de Sagan demonstram.

E porquê? A resposta mais simples é a de que é preciso tempo para rever o trabalho dos outros cientistas e replicar as experiências. Os cientistas são pessoas ocupadas - buscando financiamento e a posição de catedráticos. Como resultado, os artigos que atraem críticas duras podem mesmo assim escapar ao requerido e cuidadoso escrutínio se se quiserem refutar as conclusões.

Mesmo quando os cientistas replicam as experiências, chegando a descobrir que o resultado original é falso, pode haver grandes dificuldades na publicação das refutações. A razão é surpreendentemente mundana: os editores das revistas cientificas preferem publicar trabalhos originais e inovadores do que replicações cuidadosas.

Por outras palavras, a ciência real é bastante diferente da ciência idealizada. Isto não só não é surpreendente como levanta alguns pontos importantes.

Se vamos comparar a ciência com a Revelação, nós temos que comparar teoria com a teoria, bem como a práctica com a práctica. A imaginada superioridade da ciência é fundamentada na sua suposta natureza auto-correctora. Mas ciência que nunca é replicada nunca se irá corrigir, portanto a ciência na práctica não pode ser justificada com a sua não-existente auto-correcção.

Além disso, enquanto nós apelarmos para a não existente característica auto-correctora, nós vamos estar a apelar para a ciência idealizada. Se é assim, então também temos que comparar a Revelação ideal em teoria.

Dado isto, uma directa linha de informação com o Criador do universo é bem superior a mera repetição de experiências científicas; neste caso, o apelo literal à legítima Autoridade Divina não é uma falácia lógica. Segundo o ponto de vista platónico, é bastante claro que a ciência ideal é inferior a Revelação ideal.

Repito: ciência ideal é a capacidade de se auto-corrigir enquanto que a Revelação Ideal é a informação que tu obtens do Deus Verdadeiro.

A questão que sobra é saber se a ciência real e tal como é practicada - sem auto-correcção - é superior às versões defeituosas da Revelação que são praticadas (islão, budismo, hinduísmo, etc), chegando ao ponto de impossibilitar a distinção entre o genuíno e o falso entre as várias concepções de Revelação.

Fonte


Resumindo: Verdadeira Revelação (aquilo que Deus realmente disse) é sempre superior à verdadeira ciência (a capacidade de auto-correcção) porque Deus, devido à Sua Natureza, é Uma Fonte de informação Perfeita.

Portanto, se tu és um Cristão que aceita a Palavra de Deus como Revelação Perfeita, a forma certa de pensar é interpretar as imaginações do homem à luz do que Deus disse, e não o contrário.

É a Bíblia que determina o que é verdadeira ciência e não a ciência que determina se a Bíblia está certa ou não. Fazer o contrário é dar mais autoridade às opiniões do homem em detrimento da Sabedoria infinita de Deus.

Haeckel: mentiroso, ateu e evolucionista

Provavelmente muitos já viram fotos como esta.

Fake drawing

O que muitos não sabem é que estas fotos são FALSAS. O evolucionista Haeckel usou-as como "evidência"para a evolução.

Esta história foi o princípio de muitos anos de falsas evidências promovidas pelos evolucionistas, sendo o famoso "Piltdown Man" um dos caso mais duradouros (+/- 40 anos).

sábado, julho 09, 2011

Tatuagens: "Vós adorais o que não sabeis"

Durante toda a História do homem as tatuagens sempre estiveram associadas ao paganismo, demonismo, misticismo, xamanismo, adoração de baal, canibalismo e practicamente todas as prácticas pagãs conhecidas. As tatuagens NUNCA estiveram associadas ao Cristianismo nem a Cristãos firmes crentes na Palavra de Deus.

Para além disso, sempre que o Cristianismo entra numa cultura, as tatuagens (tal como o paganismo) desaparecem. A única excepção são os mornos, carnais, e desobedientes "Cristãos" laodecianos.

O nascimento das tatuagens deu sempre origem ao crescimento de religiões pagãs e misticismo. Sem excepção, pesquisa após pesquisa, estudo após estudo, livro após livro confirmam exactamente isso: as tatuagens estão relacionadas ao paganismo.

A documentação que se segue é apenas uma pequena gota de água no oceano de documentação que comprova a origem ocultista e demoníaca das tatuagens.

Lembrem-se duma coisa: a documentação que se segue é feita por livros pró-tatuagem a listar a óbvia ligação espiritual e conexão religiosa das tatuagens. Não são escritores Cristãos a tentar colocar as tatuagens sob uma má luz.

Por mais que o "Cristão" carnal e rebelde tente justificar a sua lógica distorcida para se tatuarem com a marca demoníaca proibida, os factos falam mais alto - suportados por toneladas de pesquisas e documentação escritas por autoridades pró-tatuagens:

  • O fundamento, origem, propósito e significado das tatuagens encontra-se no demonismo pagão, xamanismo, adoração de baal e misticismo ocultista.

Em muitas culturas, o tatuador é ao mesmo tempo um xamã, um "magick-man", um sacerdote ou sacerdotisa. De acordo com o dicionário, o xamã é um intermediário entre o mundo natural e o mundo sobrenatural, usando magia para curar doenças, prever o futuro e controlar as forças espirituais (www.infoplease.com/ipd/A0648969.html).

Tatuar o corpo é muitas vezes um ritual mágico em culturas mais tradicionais e o tatuador é um sacerdote ou xamã respeitado.
(Michelle Delio, Tattoo: The Exotic Art of Skin Decoration, p. 73)

Nas Ilhas Fiji, Formosa, Nova Zelândia e em certas tribos índias norte americanas, tatuar era visto como uma cerimónia religiosa levada a cabo por sacerdotes e sacerdotisas.
(Ronald Scutt, Art, Sex and Symbol, 1974, p. 64)

O processo de tatuar um corpo, que envolvia rituais complexos e tabus, só poderia ser feito por sacerdotes, e estava associado a crenças que eram conhecidas apenas pelos membros da casta sacerdotal.... Hambly concluiu que, historicamente, tatuar se tinha originado em conexão com rituais antigos de escarificação e sangria que estavam associadas com prácticas religiosas destinadas a colocar a alma humana em harmonia com forças sobrenaturais, e garantir a continuidade entre esta vida e a próxima.
(Gilbert, Steve, Tattoo History: A Source Book, p. 158)

O tatuador, o xamã ou o sacerdote ocultista muitas vezes usa a tatuagem como um ponto de contacto, ou zonas de entrada para o mundo espiritual. A tatuagem não só é muito mais que só uma "decoração corporal" mas também é muito mais que uma camada de tinta cortada para dentro da pele.

De facto, até ao século 20, a tatuagem foi sempre um veículo para invocações religiosas pagãs. Mesmo hoje, em muitos países ocidentais, acredita-se que a tatuagem é uma ponte para o mundo sobrenatural. A famosa bruxa e autora Laurie Cabot escreve o seguinte sobre as tatuagens:

As origens da tatuação estão relacionadas com artes mágicas antigas.
(Laurie Cabot, Power of the Witch, cited in Masonic and Occult Symbols Illustrated by Dr. Cathy Burns, p. 301)

De acordo com Amy Krakow no sua crónica The Total Tattoo Book, 'tatuar sempre teve funções bem definidas: marcar um ritual de passagem duma fase da vida, invocar os espíritos, orgulhosamente, desafiadoramente ou sorrateiramente mostrar quem tu és através da arte corporal.'

Muitas tribos praticavam tatuação terapêutica. Os Ojibwa, por exemplo, tatuavam as têmporas, a testa e as bochechas daqueles que sofriam de dores de cabeça ou dores de dentes que eles julgavam terem sido causadas por espíritos malignos. Músicas e danças que eram supostas exorcizar os demónios acompanhavam a cerimónia de tatuação.
(Gilbert, Steve, Tattoo History: A Source Book, p. 90)

A tatuagem centra-se na personalização do corpo, tornando-o num verdadeiro corpo e templo digno do espírito que habita dentro dele. . .Tatuar o corpo, portanto, é uma forma de manter as necessidades espirituais e materiais do meu corpo em equilíbrio.
(Michelle Delio, Tattoo: The Exotic Art of Skin Decoration, p. 8)

Entre as taras actuais no que de tatuagens se trata, existem as "tatuagens tribais" - que mais não são que puro paganismo. As tatuagens tribais são designs que possuem simbolismo místico sério e significado ocultista. As tatuagens tribais em especial são canais possíveis para a possessão espiritual e demoníaca.

Quando os designs são escolhidos com cuidado, as tatuagens possuem um poder e magia próprias. Elas decoram o corpo mas ao mesmo tempo engrandecem a alma.
(Michelle Delio, Tattoo: The Exotic Art of Skin Decoration, p. 13)

O motivo pelo qual perfurar a pele pode ser considerado com algum grau de admiração não é difícil de encontrar, uma vez que, em primeiro lugar, há o derramamento se sangue - o que para o mundo selvagem é algo cheio de significado como um factor de rejuvenescimento e imortalidade.Há em adição a abertura de várias entradas por onde o mal pode penetrar. . .
(Hambly Wilfrid D. 1925. The History of Tattooing and its Significance, p. 233, cited in Gilbert, Steve, Tattoo History: A Source Book, p. 162)

A revista Rolling Stone descreve o famoso artista tatuador durante a tatuação como alguém . . . . que permite que os seus demónios-clientes o ajudem a guiar a agulha.
(Rolling Stone magazine, March 28, 2002, p. 40)

A tatuação birmanesa tem sido associada com a religião há milhares de anos. O acto de tatuar entre os grupos indígenas da América do Norte . . . . está fundada na esfera espiritual também.
(Laura Reybold, Everything you need to know about the dangers of tattooing and body piercing, p. 15)

Crânios impressos na pele abundam e representações do Anjo da Morte (eng: "Grim Reaper") são vistas com regularidade. . . . Estas imagens, indelevelmente marcadas na pele, reflectem a incerteza em relação ao futuro e sublimam o medo universal do desconhecido.

Possivelmente, e ao mesmo tempo, o uso da figura de morte no corpo pode ser uma invocação de quaisquer que sejam as forças indefiníveis da natureza e do cosmos que existem, numa tentativa de proteger de tal destino quem carrega a tatuagem.
(Henry Ferguson and Lynn Procter, The Art of the Tattoo, p. 76)

No seu livro exaustivo Art, Sex and Symbol, Ronald Scutt foca-se em grande detalhe na história e na cultura das tatuagens. Scutt documenta que, na maioria das vezes, as tatuagens estão associadas a propósitos espirituais, religiosos e místicos. A documentação seguinte é do livro de Scutt:

De facto, tendo em vista o seu desenvolvimento subsequente, é muito mais provável que as tatuagens tenham um significado místico, ou que tenham sido usadas como um símbolo de estatuto...
(Ronald Scutt, Art, Sex and Symbol, 1974, p. 22)

[Tatuar] "Em associação com a adoração do Sol, construções megalíticas, perfuração das orelhas, adoração da serpente . . . "
(Ronald Scutt, Art, Sex and Symbol, 1974, p. 22)

Acredita-se que estas marcas [tatuagens] estão associadas à adoração da deusa do Sol Neith.
(Ronald Scutt, Art, Sex and Symbol, 1974, p. 24)

Seja o que fôr, as tribos primitivas estavam sem dúvidas convencidas que o espírito, havendo escapado do corpo por altura da morte, retinha uma réplica do anfitrião terrestre. Devido a isso, eles usavam as tatuagens como identificação no próximo mundo e um passaporte para a futura felicidade.
(Ronald Scutt, Art, Sex and Symbol, 1974, p. 63)

Os índios Mohave instituíram a tatuação do queixo em ambos os sexos porque acreditava-se que um tipo de Juiz observava todos os que chegavam ao Sil’aid (Terra dos Mortos) e se um homem não tivesse marcas na sua face, Ele [o Juiz] enviava-o para o submundo onde os ratos do deserto estão.
(Ronald Scutt, Art, Sex and Symbol, 1974, p. 63)

Entre outras tribos índias existia a convicção que durante a viagem em direcção aos céus - em direcção às "muitas moradias" - eles seriam parados por uma mulher velha e examinados (em busca de tatuagens na testa, no queixo ou no pulso). Se não houvesse alguma, o soldado desafortunado seria empurrado de um ponto alto e lançado na Terra sem esperança de alguma vez readquirir aceitação no mundo espiritual.
(Ronald Scutt, Art, Sex and Symbol, 1974, p. 63)

Os Hindus em Bengal acreditavam que sem tatuagens os pais não seriam capazes de reconhecer os fulhos no outro mundo.
(Ronald Scutt, Art, Sex and Symbol, 1974, p. 63)

Outras tribos defendiam que as mulheres sem tatuagens serviriam de comida para os deuses.
(Ronald Scutt, Art, Sex and Symbol, 1974, p. 64)
No entanto, a adoração do deus-Sol baal envolvia a marcação das mãos com o sinal divino [tatuagens] numa tentativa mística de adquirir força.
(Ronald Scutt, Art, Sex and Symbol, 1974, p. 64)

De acordo com as pesquisas e estatísticas, Scutt lista as razões que levam as pessoas a fazer uma tatuagem e a segunda razão é: "garantir um lugar no céu".

"Razões para fazer uma tatuagem:
2. Garantir um lugar no céu.
5. Aplacar os maus espíritos na altura da morte
6. Adquirir características especiais através do totemismo e a adoração de ancestrais.
9. Tornar o corpo sexualmente interessante.
(Ronald Scutt, Art, Sex and Symbol, 1974, p. 13)

O Dr. Hambly, provavelmente o maior historiador e pesquisador de tatuagens que alguma vez viveu, escreve vez após vez que as tatuagens baseiam-se em rituais religiosos e espiritismo pagão. Qualquer estudo honesto e sério em torno das origens e fundamentos das tatuagens vai claramente expôr as intenções demoníacas e sobrenaturais das mesmas.

No seu popular livro "Tattoo History: A Source Book", o entusiasta das tatuagens e historiador, Steve Gilbert cita alguns factos históricos encontrados que Hambly encontrou durante a sua extensa pesquisa.

[Hambly] recontou uma vasta gama de exemplos que ele havia escolhido da pesquisa dos antropólogos em muitas partes do mundo. O propósito das tatuagens era:

Prevenir as dores
Proteger o corpo das feridas causadas com armas
Dar força sobre-humana
Preservar a juventude
Aumentar os poderes sobrenaturais do xamã
Garantir a sobrevivência da alma depois da morte
Identificar a alma no além
Atrair a boa sorte.
Proteger o corpo da bruxaria
Garantir a protecção duma divindade
Conferir poderes ocultistas
Prevenir o afogamento
Exorcizar os demónios
Garantir a protecção por parte dum animal totémico ou guarda espiritual
Lembrar uma peregrinação a um lugar santo
etc.

O GRANDE INIMIGO DAS TATUAGENS: O SENHOR JESUS CRISTO

Segundo a História, sempre que as tribos pagãs (com o hábito de usar tatuagens) se convertiam ao Cristianismo, sem excepção, uma das primeiras prácticas pagãs a desaparecer era o uso de tatuagens [II CORÍNTIOS 5:17].

E porquê? Porque, ao contrário dos "Cristãos" desobedientes e carnais da actualidade, os pagãos convertidos SABIAM que as tatuagens são contra a Palavra de Deus. O Espírito Santo rapidamente dizia aos pagãos convertidos: "Agora que és meu, não quero tatuagens no teu corpo".

E os ex-pagãos, ao contrário dos Cristãos ocidentais, OBEDECEM.

Tal como aconteceu nas civilizações que usavam as tatuagens, quando estas tribos pagãs se converteram ao Cristianismo, os seus rituais religiosos e culturais (que incluíam o uso de tatuagens, piercing e escarificação) forma tornados banidos.
(Jean-Chris Miller, The Body Art Book : A Complete, Illustrated Guide to Tattoos, Piercings, and Other Body Modifications, p.9)

Quando o Senhor Jesus chega, as tatuagens desaparecem.

Sempre que os missionários se depararam com tatuagens, eles irradicaram-nas.
(Gilbert, Steve, Tattoo History: A Source Book, p. 101)
Embora estas e outras modificações corporais tenham continuado a ser praticadas no "underground" como forma dos não-Cristãos se identificarem uns aos outros, Deus te livre de seres apanhado e teres as tuas marcas reveladas.
(Jean-Chris Miller, The Body Art Book : A Complete, Illustrated Guide to Tattoos, Piercings, and Other Body Modifications, p.11)

O autor deste texto diz o seguinte:

Tenho muitos amigos que fizeram tatuagens antes de aceitarem a salvação. Sem excepção alguma, todos eles estão hoje em dia envergonhados com as suas tatuagens, e sempre que podem, tentam escondê-las.

Mas antes de terem sido salvos - tal como as tribos pagãs - eles orgulhosamente exibiam as suas tatuagens.

Deixem-me acrescentar uma coisa: muitos deles começaram a sentir vergonha das tatuagens ANTES de lerem Levítico 19:28, ou antes de alguém os dizer que as tatuagens são condenáveis.

Depois de receberem o Senhor Jesus Cristo, e com a ajuda da infusão do Espírito Santo, eles SABIAM que as tatuagens desagradam a Deus.

Glória a Deus por tal evidência de unidade no Espírito.

Um testemunho poderoso em torno do autor das tatuagens é descrito por Steve Gilbert:

Quando Cortez e os seus conquistadores chegaram às costas do México em 1519, eles ficaram horrorizados por descobrir que os nativos não só adoravam demónios em forma de estátuas e ídolos, como de alguma forma haviam conseguido imprimir imagens indeléveis destes ídolos na sua pela.Os espanhóis, que nunca haviam sido expostos às tatuagens, reconheceram rapidamente isto como obra do Satanás.
(Gilbert, Steve, Tattoo History: A Source Book, p. 99)

Embora os Católicos espanhóis nunca tivessem sido expostos a tatuagens, eles "reconheceram rapidamente isto como obra do Satanás". No entanto, os desobedientes, carnais e rebeldes "Cristãos" actuais dizem coisas ridículas como "marcarem-se para Jesus" (!).

AS TATUAGENS E O MUNDO CIVILIZADO.

Alguém pode dizer "Mas isso foi nas idade das trevas. Isso foi nas terras pagãs. Tudo isso mudou hoje em dia. Hoje ninguém faz relação entre as tatuagens e rituais espirituais pagãos."

Fazem sim senhor!

Estas tatuagens agem como talismãs protectores e conferidores de poder a quem o usa. Há até alguns artistas corporais que executam tatuagens ritualistas, piercing, marcações, e cortes. Eles podem até sugerir que tu consultes o teu quadro astrológico como forma de escolheres a melhor altura para fazer a tua arte corporal. Eles irão arder incenso e acender velas.
(Jean-Chris Miller, The Body Art Book : A Complete, Illustrated Guide to Tattoos, Piercings, and Other Body Modifications, p. 29)

Alguns tatuadores no Ocidente estão a experimentar tatuação ritualista. Este método de trabalho incorpora rituais para a criação de um espaço sagrado na área onde a tatuagem será posicionada. Usualmente incenso é queimado e os deuses convidados para abençoar os resultados.
(Michelle Delio, Tattoo: The Exotic Art of Skin Decoration, p. 75)

TATUAGENS: O CÁLICE DOS DEMÓNIOS.
Não podeis beber o cálix do Senhor e o cálix dos demónios; não podeis ser participantes da mesa do Senhor e da mesa dos demónios..
1 CORÍNTIOS 10:21


sexta-feira, julho 08, 2011

As leis da ciência são evidência para Um Legislador

"Nunca saberemos de onde as leis da física vieram, mas sabemos que são leis."
(Richard Dawkins)
Um dos argumentos que os ateus, cépticos, evolucionistas ou agnósticos gostam de usar contra a Bíblia é a "ciência". O que é que quero dizer com isto? Eles apontam para a regularidades do universo como evidência que em nenhuma altura foi necessária a intervenção sobrenatural de Deus, nem na criação, nem em situação alguma.

Como é perceptível, este tipo de argumento falha por dois motivos

  1. O facto de nós podermos explicar como é que uma coisa funciona não diz nada como é que ela veio a existir. (Ex: se eu explicar a mecânica de um telemóvel isso não diz nada como é que ele foi fabricado)

  2. O facto de haver regularidades na natureza aponta para Alguém que tenha imposto essas regularidades neste sistema a que nós chamamos de universo.
Em relação ao ponto 1) acho que não existe polémica. Agora, em relação ao ponto 2) os militantes evolucionistas têm a tendência a resistir. Eles rejeitam esse ponto, não porque não seja verdade, mas porque as implicações são devastadoras para a sua cosmovisão.

Para alguém que sempre apontou para a ciência como "arma" contra a Bíblia, deve ser um bocado estranho que essa mesma ciência seja, pelo contrário, uma evidência para a existência de Deus.

A pergunta que os militantes evolucionistas devem-se colocar, antes de usar a ciência contra Deus é:

De onde surgiram as leis da ciência?

quinta-feira, julho 07, 2011

A única evolução que está de acordo com as evidências

Para que, ao Nome de Jesus, se dobre todo o joelho dos que estão nos céus, e na terra, e debaixo da terra, E toda a língua confesse que Jesus Cristo é o Senhor, para a Glória de Deus Pai.
Filipenses 2:10-11

quarta-feira, julho 06, 2011

Velocidade da luz é alterada por campo eletromagnético

Fonte

Óptica e física básica

A luz não viaja na mesma velocidade em todas as direções quando ela está sob o efeito de um campo eletromagnético.

Embora tenha sido previsto pela teoria, esse efeito contra-intuitivo foi agora demonstrado experimentalmente pela primeira vez por uma equipe da Universidade Paul Sabatier e do Centro Nacional de Pesquisas Científicas (CNRS), da França.

Os pesquisadores mediram, com uma precisão extrema - de cerca de um bilionésimo de metro por segundo - a diferença entre as velocidades de propagação da luz em uma direção e na direção oposta.

A diferença encontrada abre caminho para pesquisas mais aprofundadas com o objetivo de melhorar o modelo que descreve as interações das partículas elementares, o chamado Modelo Padrão da Física.

Os resultados também apontam para novas aplicações em óptica.

Velocidade da luz

No vácuo absoluto, a luz viaja a uma velocidade constante de 299.792.458 m/s - para facilitar, esse número normalmente é arredondado para 300 mil km/s.

Parece natural que ela se propagasse na mesma velocidade em todas as direções.

No entanto, existem situações em que essa propriedade não é válida, principalmente quando a luz está viajando sob o efeito de um campo elétrico ou de um campo magnético.

Esses casos foram inicialmente previstos pela teoria no final dos anos 1970, e deveriam ser observados mesmo em um vácuo. No entanto, essas variações muito pequenas são difíceis de confirmar experimentalmente.

O progresso tecnológico tornou possível a detecção desses efeitos em um gás, o nitrogênio no caso do experimento agora realizado.

Cavidade óptica

Para observar a variação da velocidade da luz, os pesquisadores projetaram uma cavidade óptica na qual os feixes de luz passam através de um dispositivo composto por ímãs e eletrodos, o que torna possível a geração de intensos campos elétricos e magnéticos - o campo magnético aplicado é 20.000 vezes maior do que a da Terra.

Uma cavidade óptica é um dispositivo no qual determinados raios de luz permanecem confinados por meio de espelhos, nos quais esses raios ficam refletindo continuamente.

Dessa forma, os pesquisadores conseguiram demonstrar experimentalmente que a luz não viaja na mesma velocidade em direções opostas em um gás sobre o qual está atuando um campo eletromagnético.

A diferença medida na velocidade da luz é de cerca de um bilionésimo de metro por segundo (m/s), ou seja, 10-9 m/s, o que equivale a 10-18 vezes a velocidade da luz.

Esta diferença infinitesimal, prevista pela teoria, é causada pelos campos magnéticos e elétricos.

Implicações teóricas e práticas

Os resultados abrem caminho para diversas novas pesquisas.

Em primeiro lugar, eles permitirão um refinamento das medições da anisotropia da propagação da luz. Aumentando a sensibilidade do dispositivo de medição, os pesquisadores poderão, no futuro, observar minúsculas falhas da invariância de Lorentz, que é uma simetria fundamental expressa como parte da Teoria da Relatividade.

Isso tornaria possível testar algumas propostas teóricas para melhorar o Modelo Padrão, um modelo que hoje descreve todas as interações entre as partículas elementares.

Em segundo lugar, essa anisotropia direcional, governada por um campo eletromagnético, pode gerar novas aplicações em óptica, tais como componentes cujo comportamento será diferente dependendo da direção, tudo controlado por um campo magnético externo.

Manipulando a velocidade da luz

Ao longo dos últimos anos, várias pesquisas têm feito descobertas sobre a velocidade da luz e sobre as possibilidades de manipulação dessa velocidade:

Aumentando a velocidade da luz

Diminuindo a velocidade da luz

Mexidas mais exóticas com a velocidade da luz

segunda-feira, julho 04, 2011

Aranhas mergulhadoras e insectos que usam a energia do Sol

Os mergulhadores conseguem explorar as profundezas subaquáticas em primeira mão devido a um equipamento especializado desenvolvido no século passado.

Semelhantemente, aviões que usam o Sol como fonte de energia, actualmente em desenvolvimento, prometem disponibilizar vôos livres de combustível.

Estas invenções abrem novas dimensões para a exploração humana, mas os equivalentes no mundo dos aracnídeos e no mundo dos insectos já existem no planeta há séculos.

A palavra "Scuba" hoje em dia tem um significado próprio, mas originalmente isso era um acrónimo para "Self-Contained Underwater Breathing Apparatus". Uma das versões mais antigas com o nome de "aqualung" foi arquitectado em parte pelo falecido Jacques Cousteau. O equipamento scuba moderno é o resultado de vários refinamentos de engenharia.

No entanto, parece que algumas aranhas já eram mergulhadoras especializadas muito antes de Cousteau. A aranha-de-água (Argyroneta aquatica) é capaz de conectar uma bolha de ar no seu abdómen e usá-la debaixo de água como forma de trocar de gás.

Um artigo da LiveScience descreve como estes aracnídeos constroem teias subaquáticas nas lagoas e depois servem-se da zona circundante como depósito de presas, usando uma ou mais bolhas de ar colocadas por perto como forma de se manterem debaixo de água.1 Um estudo recente descobriu que as aranhas podem ficar debaixo de água "mais do que um dia", o que surpreendeu os pesquisadores.2


Num contexto similar, cientistas da Universidade de Tel Aviv (UTA) tentaram descobrir o motivo que leva a que algumas vespas ("hornets") estejam mais activas quando a luz do Sol é mais intensa. Eles descobriram que estas criaturas convertem a luz ultravioleta para energia eléctrica usando 1) estrias microscópicas presentes nas suas listras castanho-escuro, 2) furos minúsculos nas listras amarelas, e 3) os pigmentos de melanina (castanho) e xantopterina (amarelo).

Os autores do estudo publicado no jornal Naturwissenschaften escreveram:

As superfícies cutículas estão estruturadas de forma a reduzir a reflectância e agir como grades de difração para reterem a luz e aumentarem a quantidade absorvida na cutícula.3
A equipa tentou duplicar as estruturas do corpo do insecto que absorvem a energia solar, mas
obtiveram resultados pobres no seu plano de atingir as mesmas taxas de eficiência em termos de recolha de energia. Num futuro próximo eles tencionam refinar o modelo para verificarem se este bio-mimetismo pode fornecer pistas em torno de soluções para energia renovável.4
A exposição a luz solar intensa ajudou os insectos na recolha de energia, mas será que a energia suplementar presa ao corpo as aqueceu em demasia? Segundo os pesquisadores, não, uma vez que estas vespas estão equipadas com pequenos sistemas refrigeração.

David Bergman, da Escola de Física e Astronomia da Universidade de Tel Aviv, declarou que o insecto possui "um sistema de extracção de calor bem desenvolvido" que o mantém o corpo fresco, "algo que não é fácil de fazer".4


Algo para os militantes evolucionistas pensarem: se não é fácil para um ser inteligente (com visão, propósito e planeamento) criar um sistema vagamente análogo, vocês acham mesmo que a natureza (vazia de inteligência, planeamento ou visão futura) consegue? No entanto, os vossos "cientistas" continuam a encher os vossos ouvidos com "fábulas enganosas" ao atribuírem ao que foi criado o poder de criar. Eles falam-vos em "milhões de anos", "mutações aleatórias" e "selecção natural" e vocês caiem que nem patinhos na sua teia evolutiva.

Não é mais do que óbvio que estas maravilhas de bio-design estão bem para além do que a natureza ou o ser humano alguma vez conseguiriam copiar na sua plenitude? Então porque é que alguns militantes evolucionistas continuam cegos às evidências e tentam usar estruturas com este tipo de design contra o Designer?


Plantas com defesa aérea

"E mais, o Senhor, teu Deus, entre eles mandará vespões, até que pereçam os que ficarem, e se escondam de diante de ti."
DEUTERONÓMIO 7:20


Pesquisas recentes revelaram que, quando atacadas, muitas plantas produzem químicos que causam problemas de digestão aos insectos que as tentem devorar. Para além disso, elas parecem avisar as plantas vizinhas àcerca do ataque de modo a que elas possam iniciar a sua defesa.

Quando atacadas por lagartas, algumas plantas libertam um odor que os cientistas descreveram apenas como "odor de pétalas verdes". Este odor atrai umas certas vespas fêmeas que habitam nessa planta. A vespa ataca a lagarta deixando-a paralisada após injectar um químico dentro dela. Ela prossegue depositando ovos no interior da lagarta, ovos esses que, após a eclosão, irão consumir a hospedeira.

O "odor de pétalas verdes" é a forma de chamar defesas aéreas. Isto é, literalmente, comunicação entre plantas e insectos.

Alguns cientistas evolucionistas, no entanto, ficaram perturbados com esta sofisticação e inteligência biológica. Segundo a mitologia darwinista, é suposto as plantas serem demasiado "simples" para comunicar. Como diz um evolucionista,

Isto não é uma defesa contra coisa alguma . . . isto "apenas acontece".
Quantos de nós não experimentou usar este tipo de "explicação" durante a nossa idade infantil? "Não fui eu que deixei cair o jarro. Apenas aconteceu!".

As coisas não "acontecem" e a ciência demonstra isso mesmo. Este sistema interdependente tem Uma Causa. Não só nós nos apercebemos que existe Um Deus Criador por trás da biosfera (tornando o homem indesculpável, perante a realidade de Deus, como disse o Apóstolo Paulo em Romanos 1) , como também vêmos a Sua Inteligência Infinita ao providenciar um sistema de defesa químico às plantas.

Referências: Chen, I. 1990. "Pest-eating allies: calling up the reserves." Science News, v. 138, Dec. 22 & 29. p. 410.

domingo, julho 03, 2011

Galáxias inesperadas contradizem o Big Bang

O Criador diz em Isaías 45:12:
Eu fiz a terra, e criei nela o homem; Eu o fiz: as Minhas Mãos estenderam os céus, e a todos os seus exércitos dei as Minhas ordens.
1 Coríntios 15:41 diz:
Uma é a glória do sol, e outra a glória da lua, e outra a glória das estrelas; porque uma estrela difere em glória de outra estrela.
Se o que a Bíblia diz é verdade, então os planetas, as estrelas e as galáxias deveriam ser únicas, desafiando deste modo as explicações naturalistas em torno da origem do universo. A mais famosa das teorias naturalistas em torno das causas do universo é o mitológico big bang.

A verdade da posição Bíblica em torno da singularidade dos corpos celestes está perfeitamente confirmada no sistema solar uma vez que cada planeta possui uma composição química essencialmente única.1 A descoberta de galáxias "velhas" misturadas com galáxias "novas" mostra que a formação galáctica como proposta pelos crentes no big bang (e nos milhões de anos) é practicamente impossível.2

Será que a criação Bíblica é a melhor explicação para a singularidade das entidades celestes?

No dia 13 de Junho deste ano, a revista New Scientist sumarizou o trabalho recente do astrónomo John Kormendy e o cosmólogo Jim Peebles. Os astrónomos estão a descobrir evidências que, segundo Peebles, mostram que "as galáxias são complicadas e nós não entendemos como é que elas se formam. Isto é realmente um embaraço."3

Na edição de Janeiro da revista Nature, Peebles sumarizou dois artigos científicos que descrevem discos galácticos que falham em se conformarem às expectativas dos modelos naturalistas em torno da origem do universo.4

As galáxias que eles investigaram continham pontos de massa muito densos no centro dos seus núcleos. Mas só cerca de metade delas tinham uma saliência de estrelas associadas por perto. As outras galáxias eram planas quando vistas de lado, embora aparentassem ser mais brilhantes perto do centro.

De acordo com Peebles, galáxias sem saliência são "espantosamente inesperadas, segundo o modelo padrão" [big bang].3 Ele escreve na Nature:

Um desafio para o poder progressivo dos métodos teoréticos é a compreensão desta migração interna da matéria e o porquê de ter preferencialmente alimentado pseudosaliências [concentração de estrelas dentro das galáxias] em algumas galáxias e buracos negros noutras.4
Por outras palavras, porque é que a matéria se tornou saliente para além da superfície plana de algumas galáxias em espiral ou em disco, enquanto que em outras galáxias (com formas semelhantes) a matéria se manteve confinada dentro da superfície lisa da galáxia?

Eles descobriram um largo número de galáxias "slimline" em "espirais pristinas". Estas são um "problema enorme" porque, tal como Kormendy disse à New Scientist, "Não sabemos como prevenir a formação de saliências quando as galáxias ficam demasiado grandes devido a fusões."3

Segundo o modelo tradicional, no início do universo, proto-galáxias chocaram umas com as outras até formarem as maciças galáxias actuais - proposição que não tem qualquer suporte científico algum. Mas mesmo esta conjectura defende que tais colisões gerassem desorganizações e saliências, mas o que se observa é que quase metade das galáxias observadas são ordenadas e achatadas.

Um aspecto das galáxias planas (como a Via Láctea e a Galáxia M101) que não foi discutido é o quão jovens aparentam. Não deveriam os seus milhões de estrelas ter tido ampla oportunidade para colidir durante os milhões de anos, especialmente nas áreas mais densas? Pelo menos algumas - senão a maioria - das estrelas deveria ter sido chocada para fora da planície galáctica. Em vez disso, o seu agrupamento é tão ordenado como pontos de tinta numa folha de papel. Observações similares mostram que os anéis achatados de Saturno aparentam ser jovens.5


Esta aparência juvenil não é problema alguma para a criação recente como expressa na Palavra de Deus. Paralelamente, a mistura entre galáxias salientes e galáxias sem saliência é facilmente explicável como sendo o resultado da Intenção Criativa de Deus. Isto foi feito desta forma precisamente para refutar qualquer tipo de interpretação naturalista.

Modificado a partir do original

Referências:

  1. Thomas, B. Exoplanet Discoveries Demolish Planet Formation Theories. ICR News. Posted on icr.org January 24, 2011, accessed June 16, 2011.
  2. Coppedge, D. F. 2006. Mature at Birth: Universe Discredits Evolution. Acts & Facts. 35 (10).
  3. Thomas, V. and R. Webb. 2011. Slim and beautiful: Galaxies too good to be true. New Scientist. 2816: 32-35.
  4. Peebles, P. J. E. 2011. Astrophysics: How galaxies got their black holes. Nature. 469 (7330): 305-306.
  5. Coppedge, D. 2008. Rescuing Ring Ages. Acts & Facts. 37 (10): 15.

sábado, julho 02, 2011

Roger Scruton e o darwinismo

Roger Scruton, filósofo inglês, tem isto a dizer sobre o neo-darwinismo:

Durante as duas últimas décadas, no entanto, o Darwinismo invadiu o campo das Humanísticas de uma forma que nem o próprio Darwin teria previsto.

A dúvida e a hesitação deram lugar à certeza, a interpretação foi assumida como uma explicação, e todo o domínio da experiência estética e o análise literária foi reduzida e qualificada como uma "adaptação" - uma parte da biologia humana que existe devido ao benefício que ela confere aos nossos genes.

Já não há necessidade de ponderar sobre o significado da música ou sobre a natureza da beleza da arte. O significado da arte e da música residem no que elas fazem pelos nossos genes. Mal nós nos apercebermos que estas características da condição humana são "adaptações", provavelmente adquiridas há muitos milhares de anos atrás - durante o tempo dos nossos ancestrais caçadores e recolhedores - nós vamos ser capazes de as explicar.

Nós vamos descobrir o que são a música e a arte ao descobrirmos o que elas fazem.

. . . .

[O problema] é que toda a aproximação da "adaptação" para o fenómeno humano é nebuloso. Envolve uma explicação mecânica, caso a caso, da teoria da selecção natural - como suplementada pela genética moderna.

Ela diz-nos que, se uma característica está difundida pelas espécies, então a mesma foi "escolhida favoravelmente". Mas isto apenas significa que uma propriedade não é uma má adaptação e que não desapareceria debaixo da pressão evolutiva. É uma observação trivial.

Tudo o que existe poderia ser classificado de "não disfuncional". Isto não nos diz nada sobre como a característica em questão veio a existir.

Isto é algo que é frequentemente dito a evolucionistas como o Ludwig Krippahl mas que aparentemente não é aceite.

Os evolucionistas ainda não entenderam que afirmar que uma propriedade biológica foi "evolutivamente conservada" não nos diz absolutamente nada sobre a forma como ela veio a existir.

Os críticos da mitologia neo-darwinista não querem saber se uma característica está bem difundida, nem que existem vários tipos do mesmo sistema na biosfera. O que nós queremos que os evolucionistas expliquem ao mundo é como é que um processo não-inteligente, não-planeado (aleatório), sem direcção e sem propósito foi capaz de gerar o tipo de sistemas integrados que vêmos na biosfera.

Se vocês evolucionistas nos dizem que a teoria da evolução torna o Deus Criador "desnecessário", então a vossa teoria tem que ser capaz de ser uma explicação coerente (e de acordo com as evidências) para a origem das formas de vida. Ou seja, a vossa teoria tem que ser capaz de fazer aquilo que nós Cristãos atribuímos a Deus: criar as formas de vida.

Quando vocês evolucionistas se limitam a dizer como é que um sistema funciona (e não como veio a existir), ou quando dizem que dado atributo foi "conservado através dos milhões de anos", ou que algo está "propagado" no esquema da vida, dentro do debate Evolução versus Criação, isso não serve de evidência em favor da primeira.


Referência: “Only Adapt: Can science explain art, music and literature?” (Big Questions Online, December 9, 2010)

Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...

Share

Twitter Delicious Facebook Digg Stumbleupon Favorites More