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domingo, abril 25, 2010

“Filho do Hamas” que nasceu de novo hoje luta contra “o deus do islamismo”

O Poder do Senhor Jesus Cristo continua a transformar vidas.
"Não estou aqui lutando contra muçulmanos. Estou lutando contra o deus deles”
Art Moore
© 2010 WorldNetDaily
De sua proeminente família muçulmana na Margem Ocidental até a agência de segurança de Israel onde ele trabalhou durante uma década — e até para alguns que se dizem cristãos — pessoas que conhecem Mosab Hassan Yousef estão achando difícil explicar sua radical transformação.
Como filho e herdeiro legítimo de um dos fundadores do grupo terrorista palestino Hamas, Yousef partiu o coração de sua família religiosa e extremamente unida e colocou a vida deles e a própria vida dele em perigo ao anunciar dois anos atrás que ele havia se tornado seguidor de Jesus Cristo. Hoje, as ameaças só se intensificaram desde que ele mudou sua missão: antes, ele salvava vidas lutando contra o terrorismo; agora, ele salva almas muçulmanas por meio de seus esforços para desmascarar o islamismo como “a maior mentira da história humana”.
Num debate via telefone na quinta-feira com WND e várias publicações cristãs, Yousef explicou que, junto com o Hamas, os meios de comunicação seculares e membros de algumas denominações cristãs estão tentando desacreditar a história que ele diz no recente livro “Son of Hamas” (Filho do Hamas), que está em décimo lugar na lista de livros mais vendidos do jornal New York Times nesta semana.
É uma história que muitos acham difícil de acreditar, ele reconheceu.
Mas o “segredo é bem simples”, disse Yousef, de 32 anos. “Quando o amor de nosso Senhor está no coração de um homem, esse homem age de forma totalmente diferente”.
“Eles não querem admitir isso”, ele disse dos que o menosprezam. “Se eles admitirem que o que mudou minha vida foi Jesus Cristo, isso abrirá muitas indagações, e eles não querem chegar a esse ponto”.
Ele está agora vivendo no Sul da Califórnia depois de trabalhar junto com seu pai, o xeique Hassan Yousef, na cidade de al-Ghaniya, na Margem Ocidental, perto de Ramalá. Nesse tempo, ele abraçou de forma secreta a fé cristã e serviu como um dos principais espiões do Shin Bet, agência de segurança interna de Israel.
O Hamas rejeitou as afirmações dele como propaganda sionista, mas um de seus treinadores do Shin Bet confirmou o que ele disse para o jornal israelense Haaretz. Yousef foi recrutado pelo Shin Bet em 1996 com a idade de 18 enquanto estava num prédio de detenção do Complexo Russo de Jerusalém. Ele havia sido preso depois de comprar uma arma. Sua primeira prisão ocorreu quando ele tinha 10 anos, durante a Primeira Intifada, ou “levante”, por lançar foguetes contra colonos israelenses.
No começo deste mês, seu pai divulgou uma declaração a partir da prisão israelense de que ele e sua família “renegaram completamente o homem que era nosso filho mais velho e que se chama Mosab”.
Logo depois de declarar publicamente sua fé cristã em agosto de 2008, a Frente de Mídia Islâmica Global — ligada a al-Qaida — divulgou uma declaração classificando-o como um infiel que está indo para o Inferno e citando o profeta Maomé do islamismo: “Matem quem mudar de religião”.
No mês passado, seu principal treinador no Shin Bet, “Capitão Loai”, falou para o Haaretz de sua grande admiração por Yousef, que atrapalhou dezenas de ataques terroristas de homens-bombas e tentativas de assassinatos orquestrados pelo Hamas, salvando centenas de vidas.
“Muitas pessoas devem a vida a ele e nem mesmo sabem”, disse Loai. “Pessoas que fizeram muito menos foram condecoradas com o Prêmio de Segurança de Israel”.
Yousef diz que ele foi um dos que revelaram que o grupo terrorista Brigada de Mártires Al-Aqsa era composto de membros da guarda presidencial Força 17, de Yasser Arafat.
Ele ajudou a recrutar homens como Ibrahim Hamid, comandante do Hamas, e Marwan Barghouti, considerado um dos líderes da Primeira e Segunda Intifada. Contudo, Yousef convenceu o Shin Bet a poupar a vida de seu pai, que Laoi disse que se não tivesse sido pelo pedido de Yousef, seu pai teria sido “morto mais de 10 vezes”. O xeique está numa prisão israelense desde que foi preso em setembro de 2005.
Yousef disse para o jornal Telegraph de Londres em agosto de 2008 que sua família estava “definitivamente sofrendo por causa do que eu fiz”.
“Eles não são uma família comum, eles são uma família muito famosa, e muçulmanos no mundo inteiro louvam minha família, louvam meu pai. Por isso, quando dei um passo como esse, era impossível para eles pensarem nisso, era loucura”.

Porta de Damasco

A jornada de Yousef para a fé cristã literalmente passou pela Porta de Damasco em Jerusalém, uma reconstrução da Idade Média da porta do primeiro século mediante a qual o Apóstolo Paulo viajou quando estava a caminho de suprimir de forma violenta a nova seita que ele considerava herética.
Nesse lugar histórico em 1999, Yousef e dois amigos se encontraram com um cristão britânico que estava visitando Jerusalém com um pequeno grupo evangelístico. O homem, um motorista de táxis na Inglaterra, que ficou em Jerusalém durante poucos dias, o convidou para um estudo da Bíblia na Associação de Jovens Cristãos perto do Hotel Rei Davi na Jerusalém ocidental.
“Peguei a Bíblia e comecei a estudá-la”, Yousef disse para os jornalistas na quinta-feira. “Levei seis anos para estudar o Cristianismo, estudar o islamismo tudo de novo e estudar ainda mais as outras religiões”.
Em seu livro, ele narra um momento decisivo em sua “odisséia espiritual” quando seu melhor amigo o dirigiu a um programa na Al-Hayat, uma estação de TV cristã via satélite em árabe.
Ele assistiu enquanto um idoso padre copta chamado Zakaria Botros “sistematicamente” realizava uma “autopsia no Corão, abrindo-o e expondo todo osso, músculo, nervo e órgão, e então pondo-os sob o microscópio da verdade e mostrando que o livro inteiro é canceroso”.
Yousef disse que ele não consegue indicar o dia ou a hora em que ele se tornou cristão, porque foi um “processo de seis anos”.
“Mas eu sabia que eu era cristão, e sabia que eu precisava ser batizado”.
Os treinadores de Yousef no Shin Bet lhe disseram que eles não viam problemas em sua fé cristã enquanto ele não a revelasse a ninguém mais e não fosse batizado. Yousef cria que eles estavam mais com medo de perdê-lo como espião do que de algum problema que uma declaração de conversão pudesse lhe trazer.
Mas em 2005, não muito depois que ele assistiu ao padre copta cortar e expor “todos os pedaços mortos de Alá que ainda estavam ligados ao islamismo e me cegavam para a verdade de que Jesus é o Filho de Deus”, ele literalmente arriscou-se, entrando nas águas do mar Mediterrâneo numa praia de Tel Aviv numa incomum cerimônia de batismo “secreta” realizada por um cristão de San Diego, EUA, que estava de visita.
Agora, Yousef reside na região de San Diego, onde ele freqüenta a Igreja da Estrada de Barrabás. Ele perdeu contato com o motorista de táxis da Inglaterra.
“Encontrei-me com ele apenas duas vezes. Não sei onde ele está, mas oro por ele sempre”, disse ele na quinta-feira.

A maior mentira da história

Com 10 anos de luta contra o terrorismo em sua experiência passada, Yousef se vê agora como numa missão nova, mas não menos provocativa — libertar muçulmanos do “deus do islamismo”.
Ele frisa que os muçulmanos não são seus inimigos.
“Meu coração se quebranta por eles”, ele disse para os jornalistas na quinta. “É isso o que quero que eles compreendam. Não estou aqui lutando contra muçulmanos. Estou lutando contra o deus deles, e creio que o maior inimigo que os muçulmanos estão enfrentando é seu deus e seu profeta”.
Maomé, disse Yousef, começou 1.400 anos atrás com uma mentira que ele “embrulhou com revestimentos de fatos, verdade, obras de caridade e boas coisas”.
“Por isso, ele é uma mentira perfeita”, ele disse. “Creio que o islamismo é a maior mentira da história humana. É desse jeito que creio. Os muçulmanos são vítimas dessa mentira”.
Agora, disse ele, é a “hora de eles despertarem dessa mentira, para serem corajosos o suficiente para enfrentá-la”.
Ele reconheceu que suas palavras ofendem a muitos de forma extrema.
“Mas alguém precisa dizer a verdade e lhes dizer isso com muito amor”, disse ele.
Yousef disse que quando ele pesquisou em busca da raiz dos problemas na face de seus compatriotas palestinos, ele chegou à conclusão de que é “o deus do islamismo”.
Mas ele argumenta que o obstáculo principal para persuadir os muçulmanos a abandonar o islamismo é não convencê-los de que “Maomé é um mentiroso”.
“O problema que eles enfrentam é que eles não têm a coragem de enfrentar as conseqüências se reconhecerem isso”, disse ele.

Algo muito melhor do que esta vida

Yousef disse na quinta que ele não espera que sumam as ameaças à sua vida que começaram no dia em que ele declarou sua fé em Jesus Cristo. Embora diga que ele “não parece alguém que quer morrer”, ele “não vai se esconder”.
“Como crente em Cristo, creio em suas promessas, e creio que ele está preparando algo muito melhor do que esta vida”, disse ele.
“Se o preço para espalhar a mensagem for meu sangue ou minha vida, assim seja. Não desejo morrer, mas provavelmente esse é melhor jeito de divulgar a mensagem”, disse Yousef. “Continuarei fazendo o que tenho de fazer, o que é certo fazer, e se o resultado for me matarem por essa causa… todos vão morrer algum dia”.
Respondendo à pergunta de quinta acerca das políticas do governo Bush e Obama de declarar o islamismo “uma religião de paz” e insistir em que os EUA não estão numa guerra contra o islamismo, Yousef deu sua opinião: “Com todo respeito ao senhor presidente, há um engano imenso”.
“Eu os incentivo a ler o Corão, capitulo 9, versos 5 e 29, que instituem a pena de morte a todos os que não crêem no islamismo”, disse ele.
“Isso não é novo”, acrescentou ele. “Essa não é a idéia de um muçulmano radical. Essa é a ideologia do próprio deus do islamismo. Por isso, não podemos mudar o que está no Corão, e nenhum muçulmano tem a autoridade de mudar isso”.
Ele compreende que diplomatas e governos têm limitações, mas crê que a ameaça permanecerá, a menos que se lide com a razão dos islâmicos que fazem guerra santa.
Yousef disse que seu chamado é desafiar o problema em seu ponto central.
“O que os governos estão fazendo? Eles estão lidando com alguns terroristas, radicais aqui e ali, mas estão ignorando, com certeza, a realidade do islamismo”, disse ele.
Depois de uma década de “luta contra o terrorismo”, ele disse que ficou claro que “estamos lutando contra um fantasma”.
“No fim do dia, a razão deles ainda está ali”, disse ele. “O melhor jeito de detê-los é lutar contra a ideologia deles. Se não lutarmos contra a razão deles, se não lutarmos contra a ideologia deles, se não desafiarmos a ideologia deles, continuarão aparecendo homens-bombas e extremistas”.
Ele disse que a tarefa não pode ser o dever do governo.
“Pedimos que o governo nos dê espaço para trabalhar”, ele disse. “Se não quisermos passar por esta guerra, esse é o dever de todo homem livre deste mundo. Não só do Cristianismo, mas de todo homem livre”.
Em sua entrevista ao Haaretz no mês passado, ele disse que muitos crêem que os terroristas são motivados pela “ocupação” israelense. Mas “tudo isso é apenas o pano de fundo”, insistiu ele.
“Não é a raiz do problema. A ocupação é como a chuva que cai em solo em que a semente foi plantada, mas não é a própria semente”, disse ele.
“A raiz do conflito entre israelenses e palestinos não está na segurança ou nas políticas: é uma guerra entre dois deuses, duas religiões”, argumentou Yousef.
O Corão, explicou ele, ensina que a terra da Palestina é uma doação sagrada [para os muçulmanos], um “Waqf”, que não deve ser entregue a ninguém mais.
O problema de Israel, disse ele, não está “no Hamas ou em qualquer outra organização, nem na interpretação que o Hamas tem em sua leitura do Corão. O problema está no deus do Corão”.
Até mesmo os “muçulmanos moderados” que lêem o Corão, argumentou Yousef, “têm de ler que os judeus são filhos de macacos e que os infiéis têm de ser mortos”.
Os palestinos têm de parar de culpar Israel, ou o Ocidente, por todos os seus problemas”, disse ele. “Se querem verdadeira liberdade, eles têm de se libertar de seu deus”.
Traduzido por Julio Severo: www.juliosevero.com

terça-feira, abril 20, 2010

Surpreendentemente Vegetarianos

Num mundo cheio de morte e sofrimento alguns animais são conhecidos como sendo ferozes carnívoros. De facto, a percepção de animais a comer outros animais é vista como normal neste mundo secular e fortemente influenciado pelo mito da teoria da evolução. Mas será que foi sempre assim?

A origem dos hábitos carnívoros

“E a todo o animal da terra, e a toda a ave dos céus, e a todo o réptil da terra, em que há alma vivente, toda a erva verde será para mantimento". E assim foi.
Não foi sempre assim. Segundo Aquele que estava lá quando os animais apareceram na Terra [DEUS], no princípio não havia morte no mundo e todos os animais eram vegetarianos. No entanto os cépticos alegam que animais como aranhas, aves de rapina e gatos nunca poderiam ter sobrevivido com tal dieta. Eles fazem estas alegações porque hoje em dia as suas dietas são quase exclusivamente carne e insectos.

Mas será tal crença verdadeira?

Aranhas.

Num artigo presente na Science News, uma aranha é reportada como sendo vegetariana. Para muitos isto parece ser uma alegação demasiado fantástica, mas é a pura verdade. A pequena aranha saltitante Bagheera kiplingi é a primeira aranha que é conhecida como sendo primariamente vegetariana.1

Alguns pesquisadores sabiam que certas aranhas comiam pólen e esporas que ficavam presas nas suas teias. Algumas até bebem regularmente néctar das plantas, mas a Bagheera kiplingi não parece ter apetite algum por outros animais. Ela vive em acácias na América Central e alimenta-se da árvore e não das formigas que vivem na mesma árvore.

Tal aranha lembra-nos que a criação original de Deus era de facto "muito boa" (Génesis 1:31) e perfeita (Deuteronómio 32:4). Os animais não se matavam uns aos outros uma vez que a morte não fazia parte da criação original (Génesis 1:30). Esse é o tipo de criação que seria de esperar Do Perfeito Deus da Vida.

No entanto, quando o pecado entrou no mundo, entrou também a morte (Génesis 3). As coisas já não estavam no estado perfeito mas no estado "caído". Essencialmente, o que passamos a sentir é uma pequena parcela do que é a vida sem Deus (imaginem como será no Inferno). Toda a criação está agora amaldiçoada devido ao pecado e é por isso que nós não só necessitamos dO Salvador (Romanos 5:12–19), como também de novos céus e nova Terra (Romanos 8:20–21, Revelação 21:1).

A dada altura, depois que o pecado entrou na perfeita criação de Deus e antes do Dilúvio de Noé, os animais começaram a comer outros animais. O conteúdo estomacal de animais enterrados em camadas geológicas depositas pelo Dilúvio de Noé mostram que os animais já comiam outros animais.

Os animais como a aranha mostram que, embora as mesmas sejam geralmente carnívoras, elas podem sobreviver com um dieta vegetariana.

Mas este não é o único animal que tem esta capacidade.

Leões.

Dois leões ficaram conhecidos por serem vegetarianos. Provavelmente a mais conhecida tenha sido a "Pequena Tyke", que morreu há muitos anos atrás. Este enorme gata foi criada numa quinta mas recusava-se a comer carne.2 A sua dieta vegetariana mostrou que os gatos, embora carnívoros quando selvagens, podem ser facilmente mantidos com uma dieta vegetariana.

Outra leoa, a Lea, foi vegetariana durante os primeiros 7 anos da sua vida. Mais tarde, ela foi transladada para um refugio na África do Sul, onde ela demorou cerca de um mês até habituar-se a comer carne.

Abutres.

O Gypohierax angolensis, ou abutre-das-palmeiras, é uma ave de rapina que não mete medo nem aos ratos. A dieta primária deste abutre são os frutos da palmeira, embora se saiba que ocasionalmente ele come peixe e alguns invertebrados. O facto dos frutos da palmeira serem o grosso da sua alimentação mostra que ele não precisa de carne para sobreviver.3

Pacu.

"Pacu" é um nome comum dado a diversas espécies de peixe da América do Sul que são primariamente vegetarianos, apesar de serem "primos" das piranhas. O pacu é um peixe da mesma subfamília que as piranhas, e provavelmente fazem parte do mesmo tipo-criado. De facto, o pacu é frequentemente confundido com as piranhas devido às suas semelhanças. Os peritos geralmente usam os seus dentes para distinguir o pacu das piranhas.4

Em algumas ocasiões o pacu come insectos e pequenos peixes, mas eles preferem comida vegetariana. Isto mostra que tais peixes não precisam de estar confinados a uma dieta carnívora, e que poderiam sobreviver logo após a Criação com uma dieta livre de carne.

Conclusão:

A noção de que os animais que são carnívoros hoje em dia sempre o foram durante a sua história tem que ser revista à luz da criação. Originalmente todos os animais eram vegetarianos; só depois do pecado ter entrado no mundo é que a morte e o sofrimento entraram na criação "muito boa" de Deus.

Animais que se pensava serem só carnívoros mas que sobrevivem com uma dieta vegetariana - como os gatos e as aranhas - não só oferecem-nos uma janela para o passado, como também revelam-nos como os animais poderiam ter sobrevivido na altura.

A posição ateísta de que não é possível todos os animais terem sido vegetarianos é enfraquecida com as observações científicas. Talvez não seja má ideia eles reavaliarem a sua fé.

Como sempre, a Bíblia está de acordo com as observações científicas.


Modifica a partir do original. Referências no original.

sexta-feira, abril 16, 2010

MITO: A caridade do ateu

Eu sou pobre e necessitado; mas o Senhor cuida de mim
Salmo 40:17

Muitos ateus afirmam serem "tão morais" como os religiosos. A diferença, segundo eles, é que enquanto eles o são de livre vontade, os religiosos são "forçados" a sê-lo devido as ameaças de inferno e outras coisas.

Christopher Hitchens, por exemplo, no seu livro "God Is Not Great" oferece-nos a vaga e subjectiva alegação de que nenhuma estatística vai alguma vez demonstrar que os ateus "cometem mais crimes de ganância ou violência do que os fiéis".

No entanto, durante o processo de comparação do comportamento de religiosos e ateus, os últimos tem sempre o cuidado de evitar cuidadosamente a questão da actividade caridosa. A razão devido a qual os ateus passam ao lado deste ponto é que os estudos demonstram claramente que há uma diferença abismal entre os ateus e os religiosos. Sem surpresa alguma, quando comparados com os ateus, os religiosos aparecem no topo em todos os estudos acerca da caridade.

Estados Unidos da América.

Durante o ano de 2000 pesquisadores da universidades americanos e a "Roper Center for Public Opinion Research" na Universidade de Connecticut levaram a cabo a "Social Capital Community Benchmark Survey", efectuando 30,000 observações em 50 comunidades nos EUA. O inquérito questionou indivíduos acerca do seu "comportamento cívico", incluindo as suas ofertas caridosas e o seu voluntariado durante o ano que precedeu ao inquérito.

Após a análise dos dados, Arthur Brooks da Universidade de Syracuse University dividiu os inquiridos em 3 grupos. Classificou as pessoas que frequentavam serviços religiosos pelos menos uma vez por semana (ou mais) como "Religiosos". Este grupo constituía 33% da amostra. Brooks deu o o nome de "Seculares" àqueles que frequentavam centros de oração poucas vezes por ano e aqueles que explicitamente afirmavam não ter uma religião. Estas pessoas constituíam 26% da amostra. Aqueles que praticavam a sua religião ocasionalmente eram os restantes 41%.

O Dr Brooks verificou que a variação entre os "Religiosos" e os "Seculares" era dramática.

Os religiosos eram 25 pontos percentuais mais susceptíveis de fazer donativos do que os seculares (91% para 66%), e 23 pontos mais susceptíveis de fazer trabalho voluntariado (67% para 44%). Traduzindo isto para a moeda americana, isto converte-se numa média anual de ofertas na ordem dos $2,210 entre os religiosos, e $642 entre os seculares.

No que toca ao serviço de voluntariado, os religiosos faziam-no cerca de 12 vezes por ano, enquanto que os seculares faziam-no em média 5,8 vezes por ano.

Para se ter uma visão mais clara, podemos dizer que os religiosos, embora sendo 33% da população, compõem 52% dos donativos e 45% do voluntariado. Os seculares constituem 26% da população mas eles contribuem apenas com 13% do total de dólares e 17% do voluntariado.

Surpreendentemente, o que estes dados mostram é que o factor determinante no que toca a prever comportamentos caridosos não é tanto a religião a que a pessoa pertence mas sim a seriedade com essa pessoa leva a sua religião. Por exemplo, entre aqueles que frequentam lugares de adoração regularmente, 92% dos Protestantes faz donativos, comparado com 91% dos católicos, 91% dos Judeus e 89% das pessoas de outras religiões.

Outro achado indicativo do estudo relaciona-se com os donativos feitos a caridades não religiosas. Aparentemente os religiosos são mais generosos que os seculares mesmo em causas não religiosas. Embora 68% da população total faça donativos (e 51% faça voluntariado) para causas não religiosas todos os anos, os religiosos são 10 pontos percentuais mais susceptíveis a dar do que os seculares (71% para 61%) e 21% pontos mais susceptíveis de fazer voluntariado (60% para 39%).

Como exemplo, os religiosos eram 7 pontos mais susceptíveis do que os secularistas de fazer voluntariado em favor de grupos de vizinhança ou grupos cívicos, 20 pontos mais susceptíveis de fazer voluntariado como forma de ajudar os pobres ou idosos, e 26% mais susceptíveis de fazer voluntariado em favor de escolas ou programas juvenis.

Analisando o panorama geral, a prática religiosa está directamente correlacionada com a generosidade, quer seja de dinheiro ou de tempo.

Surpreendente? Talvez não.

Estes dados só são surpreendentes para aqueles que estão motivados com um preconceito anti-religioso. Mesmo o deísta Voltaire - nenhum amigo do Cristianismo - sentiu-se obrigado em admitir o grande benefício da religião católica no que toca a caridade:
Provavelmente não há nada maior na Terra que o sacrifício da juventude e da beleza feito pelo sexo fraco de forma a poder trabalhar em hospitais como forma de aliviar a miséria humana, miséria essa tão revoltante para as nossas sensibilidades. As pessoas separadas da religião Romana [Catolicismo] tentaram imitar de forma imperfeita tão generosa caridade.
Na sua análise da caridade e a fé, o Dr Brooks termina com um olhar sobre a influência pedagógica da religião no que toca a fazer donativos e voluntariado:
Casas de oração podem ensinar aos seus congregados o dever religioso de dar, bem como promover entre os mesmos congregados formas de suprimir as necessidades materiais e espirituais dos pobres. Posto de outra forma, é mais provável as pessoas aprenderem a caridade dentro das igrejas, sinagogas e mesquitas, do que fora delas. Se a caridade é de facto um comportamento aprendido, pode ser que as casas de oração sejam um meio (embora um meio bem eficiente) de ensinar esse comportamento.
Os livros neo-ateus como "God Is Not Great" dependem quase exclusivamente de evidências anedóticas como forma de construírem o seu argumento contra a religião. Como forma de demonstrarem a suposta superioridade do ateísmo quando comparado com o teísmo, os neo-ateus simplesmente mostram as coisas horríveis feitas no nome da religião na esperança de que o horror e o choque que daí advenham sejam suficientes para afastar as pessoas da religião. No entanto, quando uma verdadeira comparação é feita entre religiosos e ateus, as evidências estatísticas favorecem os crentes em Deus.

Conclusão:

Quer nós falemos acerca do mal e do derramamento de sangue dos regimes ateus, ou da generosidade e caridade dos religiosos, ou simplesmente da felicidade derivada da fé religiosa, a fé em Deus supera o ateísmo em todas as áreas.

Este facto por si só deveria fazer o leitor não preconceituoso parar e pensar nisto.

E Jesus, olhando para ele, o amou e lhe disse: Falta-te uma coisa: vai, vende tudo quanto tens, e dá-o aos pobres, e terás um tesouro no céu; e vem, e segue-Me.
Marcos 10:21

terça-feira, março 30, 2010

Capacidades do Mundo Animal Que a Evolução Esqueceu-se de Conferir ao Ser Humano

DEUTERONÓMIO 18
"…Quando o tal profeta falar em nome do Senhor, e tal palavra se não cumprir, nem suceder assim, esta é palavra que o Senhor não falou: com soberba a falou o tal profeta, não tenhas temor dele"


Os "profetas" evolutivos enchem as páginas de jornais e as películas de cinema com mitos e imaginações que fariam qualquer contador de histórias orgulhoso. O problema é que quando nós lançamos um olhar crítico ao mito darwinista, as coisas simplesmente não se ajustam com a realidade.

Se o homem é o resultado de milhões de anos de evolução a partir de formas de vida inferiores, o homem deveria ter retido a maioria das melhores habilidades que todas as outras criaturas que fazem parte da sua árvore genealógica possuem.

De acordo com a teoria da evolução, os nossos ancestrais tinham a capacidade de opor o dedo grande do pé aos outros dedos, da mesma forma que o nosso polegar pode-se opor aos restantes. Se nós tivéssemos retido essa capacidade, poderíamos apanhar coisas do chão sem ser necessário debruçar.

A chimpanzé fêmea pode puxar cerca de 570 kilos só com um braço. Essa capacidade seria muito útil. Temos também o musaranho do Uganda, que com apenas 15cm de comprimento, pode suportar nas suas costas o peso de um homem com mais de 60 kgs. Provavelmente os mais fortes da população humana evoluíram a partir deles. O modesto caracol não só pode arrastar até 200 vezes o seu peso como também tem a força suficiente para levantar 10 vezes o seu peso total.

O que dizer do trilobita, que, segundo os sempre fiáveis métodos de datação/adivinhação darwinistas, está bem no fundo da escada evolutiva, mas mesmo assim possuía as lentes visuais mais sofisticadas alguma vez estudadas?

Uma vez que algumas destas capacidades iriam beneficiar o ser humano de forma impressionante, e visto que alguns animais que supostamente fazem parte do nosso passado as possuem, porque é que a evolução não as reteve (ou melhorou) à medida que nós evoluíamos?

A Resposta é Simples.

A evolução não reteve estas capacidades porque a evolução nunca aconteceu.

Nós somos o resultado do Poder Criativo Do Senhor Jesus Cristo, e não o resultado de processos não-inteligentes como a evolução. Mesmo depois de nós termos destruído grande parte da beleza da criação original com o nosso pecado, Ele não só ofereceu-Se para restaurar o nosso relacionamento com Ele, como também deixou-nos a promessa de que um dia as coisas vão voltar a ser como eram antes da Queda.

Todo aquele que confessar as suas culpas a Deus, e fazer uma nova aliança com o Criador através do perdão dos pecados fornecido pelo sacrifício do Senhor Jesus, verá os novos céus e a nova Terra que Deus vai preparar para nós (II S. PEDRO 3:13).

Aqueles que se julgam suficientemente bons para estar na Presença Santa de Deus (embora eles sejam suficientemente honestos para saberem que já fizeram coisas dignas de condenação) vão ver o chão a abrir-se por baixo deles (Números 26:10), e eles serão lançados na fornalha eterna do inferno, onde terão toda a eternidade para pensarem sobre o quão ilógico eles foram ao rejeitarem a porta aberta que Deus lhes deu.

De que lado vais estar?

sexta-feira, março 26, 2010

Cidade Bíblica de Hasor Confirmada

1 Reis 9:15
E esta é a causa do tributo, que impôs o rei Salomão, para edificar a casa do Senhor e a sua casa, e Milo, e o muro de Jerusalém, como, também, a Hasor, e a Megido, e a Gezer.


Arqueólogos seculares, acostumados/indoutrinados a pensar que a Bíblia está errada, assumem que os elementos históricos encontrados nas Escrituras são exageros ou pura e simplesmente, erros de pessoas "primitivas" .

Foi com esta atitude que os arqueólogos começaram as suas investigações nas ruínas de Hasor: para ver se era possível encontrar evidências para a parede que a Bíblia afirma ter sido aumentada por Salomão.

Hasor era uma cidade importante nas rotas primariamente militares e comerciais entre Israel, Fenícia, Síria, Mesopotâmia, e Egipto. Esta mesma cidade tinha sido destruída por Josué quando Israel tomou possessão da Terra Prometida, como Deus lhes tinha ordenado. Durante os séculos que se seguiram, esta área começou a ser habitada pelos israelitas.

Aquando do reinado de Salomão, a cidade albergava entre 800 a 1000 pessoas. Os arqueólogos repararam que durante a altura do reinado de Salomão, a parede da cidade foi expandida, dobrando o seu tamanho. Outras construções foram também acrescentadas durante esta altura.

As escavações mostram que durante o reinado de Salomão, a cidade era próspera. O portão de 6 câmaras é típico dos portões que Israel construiu durante esta altura. Portões com o mesmo design existem também em Megido e Gezer, duas outras cidades que também foram fortificadas por Salomão, de acordo com o mesmo verso que menciona a fortificação de Hasor.

Conclusão:

Mais uma vez, e sem surpresa para quem tem estado atento aos achados da ciência arqueológica, a Bíblia revela-se como fiel e correcta.

Se em coisas que nós podemos testar, a Bíblia mostra-se como fidedigna, qual é o fundamento para se rejeitar o que ela afirma sobre coisas que não se podem testar (céu, inferno, etc)?

Deus teve o cuidado de preservar a Sua Palavra para nós, não só porque as consequências de se rejeitarem os seus preceitos são demasiado horríveis, mas porque Ele é Fiel. Ele é o Ponto de Referência Absoluto para o Bem, o Mal, a Verdade e tudo o mais, e Ele não mente.

No entanto, e apesar da ciência vir quase todos os anos confirmar o que a Bíblia diz sobre o nosso passado, os crentes ateus não se arrependem do seus pecados. Continuam a pensar que sabem mais do que Deus, até que um dia Deus lhes mostra Quem é que manda neste universo. Só que quando isso acontece, para muitos, é para condenação eterna e não para mudança de vida.

Nós sabemos que Só o Espírito Santo tem o poder de transformar um ateu num cristão (João 16:8), mas estas evidências científicas podem ser usadas pelO Espírito do Senhor para atrair uma alma condenada à Palavra de Deus. Afinal, a "fé vem por ouvir, e o ouvir pela Palavra de Deus" (Romanos 10:17).

Oremos para que sejamos, primeiro que tudo, coerentes com o que afirmamos acreditar, e seguidamente, pessoas que usam todas as armas disponíveis para atrair pessoas para o Senhor Jesus Cristo (inclusive a ciência).

O temor do Senhor é o princípio da sabedoria, e a ciência do Santo a prudência.
Provérbios 9:10

terça-feira, março 23, 2010

Mito: Religião causa mais mal que bem

Assim, toda a árvore boa produz bons frutos, e toda a árvore má produz frutos maus.
Não pode a árvore boa dar maus frutos; nem a árvore má dar frutos bons.
Toda a árvore que não dá bom fruto corta-se e lança-se no fogo.
Portanto, pelos seus frutos os conhecereis.
Mateus 7:17-20

Os ateus contemporâneos não só acusam a religião de ser um mal para a civilização como também alegam que as sociedades seriam mais saudáveis e mais seguras sem crenças religiosas. Hitchens, por exemplo, no seu livro "God is Not That Great", pergunta se o efeito da religião é positivo ou negativo. "Será que a religião causa mais mal que bem?" (p. 217). Como seria de esperar, a sua resposta é um "Sim!" ressonante.

A religião é a causa de todos os males sociais, segundo Hitchens. O subtítulo provocativo do seu livro - "Como a Religião Envenena Tudo" - parece implicar que a religião apenas causa o mal e nada mais.

Isto pode parecer estranho para o resto da população, mas temos que nos lembrar que o ateísmo rege-se de uma realidade virtual e não de factos e dados.

A sabedoria comum da humanidade sempre considerou que a religião torna as pessoas melhores e não piores. A nossa experiência suporta esta posição.

[OBS: Todas as referências aos efeitos positivos da religião serão sempre em referência ao judeu-cristianismo e não a qualquer outra religião.]

Quais são as evidências que os ateus usam como forma de mostrar os malefícios da religião? Donde é que lhes veio a mente tão extravagante crença? Após algum escrutínio, as "evidências" que são avançadas pelos ateus são tudo menos sólidas.

As "evidências"

Em vez de se examinarem os ensinos religiosos contextualmente como forma de descobrir os seus efeitos na sociedade, Hitchens, por exemplo, oferece "evidências" anedóticas como forma de suportar a crença de que a religião é má para a sociedade.

Ele começa o 13º capítulo do seu livro, cujo título é "Será Que a Religião Faz Com Que as Pessoas se Comportem Melhor?" com um ataque pessoal a Martin Luther King Jr (MLK). Ele faz uma asserção matreira mas absurda. Ele lança a questão se o cristianismo de MLK tornou-o numa melhor pessoa. Ele mesmo responde que sim, MLK fez uma vasta gama de coisas boas na sociedade na área dos direitos civis mas, e aqui está a gema do seu argumento, MLK não era um cristão.

Ele pode ter dito que ele era cristão, pensado que ele era cristão mas ele estava enganado. Hitchens sabe mais do que ele sobre a sua própria fé.

Hitchens afirma que "em nenhuma maneira real, em oposição a nominal, era [MLK) um cristão" (p. 176). Que tipo de retórica o malabarista semântico usa como forma de chegar a esta conclusão? Bem, Hitchens sabe que MLK não era um cristão porque ele não advogou o recurso a violência e nem ameaçou outras pessoas com o inferno. Portanto MLK não era um verdadeiro cristão.

Isto é a mesma coisa que afirmar que o Hitchens não pode ser um ateu porque ele demasiado boa pessoa.

Régua Viciada.

Como é que os neo-ateus explicam, portanto, as inegáveis contribuições positivas do Cristianismo para a sociedade? Eles essencialmente usam o tipo de lógica usada por Hitchens em relação a MLK: se um cristão fez coisas boas, então ele não era um "verdadeiro cristão". Se outra pessoa fez coisas más, então essa pessoa era religiosa, independentemente das evidências para o contrário. Portanto esta "régua" de medir está viciada contra o Cristianismo.

Hitchens e os da sua tribo ateísta afirmam seguir o princípio Bíblico de julgar uma árvore pelos seus frutos, mas quando eles examinam a árvore do cristianismo, eles apenas levam em consideração as coisas más que os cristãos fizeram e nunca as coisas boas. Os inúmeros santos, génios e benfeitores encorajados pela fé cristã pura e simplesmente não contam para nada.

Benefícios Sociais da Fé Cristã.

Durante o processo de elaboração do seu argumento, os ateus que seguem a linha de pensamento de Hitchens privam-se de considerar as praticamente incontáveis formas que o Cristianismo beneficiou o mundo que hoje conhecemos.

O que dizer dos inúmeros hospitais construídos por cristãos? O que dizer das ordens de freiras estabelecidas para cuidar dos enfermos ou educar crianças? Eu pessoalmente conheço pessoas não-cristãs que, a determinada altura da sua vida, e apesar de não serem cristãs (algumas são muçulmanas), foram abençoadas em estudar em centros de aprendizagem erigidos por cristãos. O que dizer das sopas dos pobres ou dos orfanatos? O que dizer da preservação da literatura clássica e dos tesouros artísticos e literários?

Em vez de usar coisas que o Cristianismo ensina ou promove, os ateus enumeram coisas que o Cristianismo não fez para melhorar o mundo, ou coisas que não fez suficientemente bem, ou ainda coisas que não as fez suficiente depressa.

Este tipo de pseudo-metodologia pode ser usado para desacreditar qualquer coisa.

Tomemos o exemplo uma das mais benéficas disciplinas que existe: a medicina. Imaginemos que iríamos estudar os maiores erros alguma vez cometidos no nome da medicina através da História - desde as cirurgias mal feitas, o uso de sanguessugas para tirar sangue, perfuração crânio, as demoníacas experiências médicas efectuadas pelos eugénicos nazis, etc - e usássemos essa pesquisa como uma acusação ao ramo médico por inteiro.

Durante a última parte de século 19, por exemplo, a pseudo medicina abundava um pouco por todo o lado, e incontáveis espectáculos "médicos" promoviam as virtudes de poções e produtos sem benefício médico algum. Usando o padrão de Hitchens nós temos então que dizer que a medicina tem sido um desastre para a humanidade, e todos os médicos deveriam ser executados!

Se pode haver boa medicina e má medicina, porque é que não pode haver boa religião e má religião?

Vez após vez Hitchens afirma que tudo aquilo de bom que é feito no nome da religião poderia ser feito no nome do humanismo secular. Portanto, conclui Hitchens, a religião nada contribui para o bem geral.

Ele parece não se aperceber do ponto mais importante: existem pessoas que fazem muitas coisas boas motivadas apenas pela sua fé cristã, coisas essas que elas não fariam de outro modo. As pessoas poderiam muito bem ser compassivas e generosas no nome do humanismo secular, mas o facto permanece que elas mais frequentemente o são no nome da religião cristã.

Conclusão:

Sem dúvida que os cristãos poderiam fazer muito mais, e as acusações de Hitchens, embora feitas com um mau espírito, obrigam-nos como cristãos a "examinar-mo-nos a nós próprios" (1 Cor 11:18, 2 Cor 13:5) para vermos se estamos a ser boas testemunhas do Senhor Jesus Cristo. No entanto, uma avaliação imparcial dos factos vai conduzir qualquer pessoa objectiva a concluir que a religião, e o Cristianismo em particular, têm sido e continuam a ser uma força poderosa para o bem pessoal e social.

Mateus 5:16
Assim resplandeça a vossa luz diante dos homens, para que vejam as vossas boas obras e glorifiquem a vosso Pai que está nos céus


Modificado a partir do original

segunda-feira, março 15, 2010

Arqueólogos encontram em Jerusalém muralha atribuída ao rei Salomão

Fica cada vez mais difícil de criticar a historicidade da Bíblia quando a ciência vem confirmar mais da informação lá contida. Em vez de se perguntarem sobre o porquê disto se verificar com tanta frequência, o ateu vai continuar a acreditar naquilo que os professores universitários e programas de televisão lhe "ensinam"/indoutrinam sobre a Bíblia.
Arqueólogos israelenses descobriram em escavações realizadas junto à Cidade Antiga de Jerusalém os restos de uma muralha do século 10º a.C., que poderiam confirmar a descrição bíblica dos tempos do rei Salomão.

Uma parte da muralha, de 70 metros de comprimento e seis de altura, foi encontrada em um local de nome Ofel, entre a conhecida como Cidadela de Davi e a parede sul do Monte do Templo judeu, também conhecido como Esplanada das Mesquitas muçulmana.


Tara Todras Whitehill/AP
Arqueóloga Eilat Mazar (de vermelho), que lidera pesquisa sobre muralha atribuída ao rei Salomão
Arqueóloga Eilat Mazar (de vermelho), que lidera pesquisa sobre muralha atribuída ao rei Salomão

Empreendidas nos últimos meses, as escavações fazem parte de um projeto da Universidade Hebraica de Jerusalém, a Autoridade de Antiguidades de Israel e outras instituições, e conta com o financiamento de patrocinadores americanos.

Sua diretora, Eilat Mazar, data a muralha com base em fragmentos de vasilhas descobertas nos arredores. Segundo ela, os objetos são de tempos do reinado de Salomão, o período de maior construção até então em Jerusalém e quando foi erguido o Primeiro Templo judeu, segundo o Antigo Testamento.

"Esta é a primeira vez que se descobre uma estrutura desse período que pode ter uma correlação com as descrições das obras de Salomão em Jerusalém", afirma.

"A Bíblia conta que Salomão construiu, com ajuda dos fenícios, que eram excelentes construtores, o Templo e seu novo palácio e que os rodeou com uma cidade. O mais provável é que estivesse conectada à muralha mais antiga da Cidadela de Davi", explica a diretora das escavações.

Texto completo.

Houve uma pessoa que disse uma coisa que não me esqueci (parafraseando:)

A Bíblia é como uma bigorna que tem resisto à martelada dos cépticos.

Não deixa de ser "curioso" que, geração após geração, novos iluminados se levantem e "descubram" mais "problemas" na Palavra de Deus. Mais tarde, no entanto, não só se vem a descobrir que os ditos iluminados não eram assim tão iluminados, como se fica a saber que a Bíblia estava certa no ponto que estava a ser atacada.

É uma tragédia que as pessoas tenham a Verdade bem à sua frente, mas prefiram rejeitá-la em favor de mitos ateus. Tragédia porque quando forem lançadas no inferno devido ao facto de terem morrido no seu pecado não arrependido, irão odiar-se a si mesmas para toda a eternidade.

Trágico.

segunda-feira, fevereiro 22, 2010

O ateísmo político e a falta de auto-crítica dos ateus

“O comunismo começa onde começa o ateísmo"
(Karl Marx)

“O ateísmo é a natural e inseparável parte do comunismo.”
(atribuída a Vladimir I. Lenin)

Mas o que pecar contra Mim violentará a sua própria alma
todos os que Me aborrecerem amam a morte.
Provérbios 8:36

Três dos maiores genocidas da história da humanidade eram ateus: Josef Stalin, Mao Tsé Tung e Pol Pot. Juntos, estes ateus mataram perto de 100 milhões de almas em menos de 100 anos. Eles mataram através da fome (Holodomor), fuzilamento, trabalhos forçados e muitas outras formas. O seu ódio ao ser humano e ao cristianismo é algo que o mundo nunca deve esquecer.

Se os 3 não tivessem já partido para um outro domínio de existência (inferno), todos eles diriam que as suas acções tinham em vista a defesa da sua visão política. Todos eles provavelmente diriam que o que fizeram era perfeitamente justificável dentro da visão do mundo que eles subscreviam. Para eles, a eliminação dos opositores ideológicos era algo necessário para o progresso do comunismo.

Até este ponto todos estamos de acordo uma vez que os dados históricos estão à disposição de todos. Os problemas começam quando nós começamos a entender a natureza ateísta do comunismo. Quando começamos a ligar os pontos, como dizem os anglófonos, podemos ver que o ateísmo teve um peso enorme dentro das matanças socialistas soviéticas e chinesas. Isto incomoda os ateus uma vez que os mesmos estão habituados a impugnar os cristãos como os causadores de todo o mal no mundo.

Como Mikhail Gorbachev apropriadamente asseverou, o Estado comunista empreendeu uma patente “Guerra contra a Religião.” Ele lamentara que os bolcheviques, seus predecessores, mesmo após a guerra civil terminada no começo dos anos 20, durante uma época de “paz”, “continuou a por ao chão as igrejas, a prender sacerdotes e a destruí-los”.

Os ateus modernos, cientes do perigo que há em se mostrar a intima ligação entre comunismo e o ateísmo, tentam a todo o custo atirar esse fardo para cima dos seus opositores ideológicos: os cristãos. Pessoas como Stalin e Mao Tsé Tung já não são, portanto, líderes ateus, mas sim líderes com uma leve inclinação religiosa. As suas matanças, como tal, já não são da responsabilidade das suas crenças ateístas, mas sim responsabilidade de crenças teístas.

O ateu evolucionista Ludwig segue a mesma linha de pensamento no seu comentário às palavras de Christopher Hitchens. Ele diz:

Mesmo entre os que são ateus, num sentido estrito, o mau comportamento institucionalizado vem da aceitação acrítica de superstições e ideologias estranhas ao ateísmo.
Nós sabemos que são "estranhas ao ateísmo" porque o Ludwig nos diz que são estranhas ao ateísmo. O Ludwig assume que a "aceitação acrítica de superstições e ideologias" é algo que o ateísmo não aceita, mas não nos diz porquê. Ele apenas diz que é assim.

Portanto, por definição, o ateísmo é imune ao "mau comportamento institucionalizado". Se se verifica que ateus implantam "maus comportamentos institucionalizados", por definição, isso não é da responsabilidade do ateísmo.

De que forma é que combater o cristianismo é "estranho ao ateísmo"? De que forma é que institucionalizar movimentos políticos para se remover a influência do cristianismo numa sociedade é "estranho ao ateísmo"? Num mundo onde a lei imperadora é a lei da sobrevivência do mais forte/apto, de que forma é que a eliminação sistemática de cristãos por parte de ateus é algo "estranho ao ateísmo"?

Na Coreia do Norte, um exemplo comum dos terrores do ateísmo, a Constituição foi alterada em 1998 para nomear Kim Il-Sung o Presidente Eterno da República. O homem já tinha morrido quatro anos antes.
E depois? O facto da Constituição ter sido alterada 4 anos após a sua morte não invalida o que ele fez em vida.
O estalinismo, o maoismo e a ditadura em Cuba, apesar de não seguirem algo que oficialmente seja considerado divino, assentam também numa teimosia ideológica que o ateísmo não exige mas que é fundamental em qualquer religião.
Embora não sejam bem bem religiosos, ao possuírem uma "teimosia ideológica", os estados comunistas são, portanto, mais perto da religião do que do ateísmo. Nós sabemos disto porque o ateísmo não tem nenhuma "teimosia ideológica". Por definição.

Qual é a verdade?

Infelizmente para os crentes ateus, a realidade nega-se a conformar aos seus revisionismos históricos. Por mais que eles tentem absolver o ateísmo dos genocídios do comunismo, as evidências continuam firmes.

Eis, seguidamente, algumas das coisas que os ateus comunistas afirmaram.

Enquanto as lêem, perguntem-se se se justifica a remoção do ateísmo como ideologia-mãe do comunismo.

* “É preciso combater a religião, eis o ABC do comunismo.” (Vladimir Lenin, marxista revolucionário russo)

* “Detrás de cada imagem de Cristo só se vê o gesto brutal do capital.” (Vladimir Lenin)

* “Deus é uma mentira.” (Vladimir Lenin)

* “O homem que se ocupa em louvar a Deus se suja na sua própria saliva.” (Vladimir Lenin)

* “Deus é o inimigo pessoal da sociedade comunista.” (Vladimir Lenin, carta a Gorki)

* “Nós odiamos o cristianismo e os cristãos.” (Anatoly Lunatcharsky, marxista revolucionário russo)

* “Nosso programa inclui necessariamente a propaganda do ateísmo” (Vladimir Lenin)

Conclusão:

É por demais óbvia a associação entre o ateísmo e o comunismo e esta ligação não é algo que os ateus possam empurrar para o colo dos cristãos como forma de desculpabilizar o ateísmo. Eles, tal como nós, têm que assumir as consequências daqueles que agiram de acordo com a sua ideologia.

Fazer revisionismo histórico e alterar as definições de termos apenas mostra a outros ateus que há algo de errado com o ateísmo. Dizer que eles não eram "verdadeiros ateus" é incorrer na falácia do "verdadeiro escocês". Quem é que define o que é um "verdadeiro ateu"?

Se vocês têm que deturpar o passado como forma de vencer no futuro, então há algo de errado com o vosso presente.

quinta-feira, fevereiro 11, 2010

Ateísmo e argumentos emotivos

Argumentos emotivos permeiam a religião ateísta. Coisas como "Será que o Teu Deus está a torturar a minha avózinha no inferno só porque ela morreu sem fé no Teu Deus?!!".

O "argumento" da servidão tem o mesmo propósito: desencadear um sentimento de repulsa por coisas relativas a Deus (afinal, quem é que quer ser um "servo"/escravo? Quem é que faz mal a avózinhas? Só alguém "mau", certo?).

O problema é que não importa se é "mau" ou não. O que importa é se é verdade. Se a avózinha morreu sem fé salvadora, então ela foi para o inferno. Se o cristão acredita em Deus, ele é um filho de Deus, e não tem aquilo que o ateu considera "relação de servidão" com Deus.

Argumentos emotivos realçam também a inconsistência do ateu: se Deus não existe, quem é que define em termos absolutos o que é o "mau" e o "bem"? Se Deus não existe, então o "bem" e o "mal" são concepções subjectivas e definidas por cada pessoa.

Daí se infere que, embora o ateu possa considerar "mau" Deus mandar "avózinhas" para o inferno, isso é só "mau" dentro do sistema moral do ateu. Pode muito bem ser "bom" dentro daquilo que Deus concebeu como um sistema moral justo.

terça-feira, fevereiro 02, 2010

A História Oculta do Mundo: A Pedofilia do Hamas

A religião islâmica é tudo aquilo que os ateus gostariam que o cristianismo fosse, mas, "curiosamente", eles estão calados em relação a isso. Por outras palavras, toda a "violência", xenofobia, descriminação sexual, e matança de homossexuais que os ateus afirmam que é promovido pelo cristianismo, está presente no Islão. No entanto, e apesar das inúmeras evidências para os efeitos nocivos da religião islâmica, os ateus estão obcecados com o cristianismo.
A História Oculta do Mundo: A Pedofilia do Hamas

Enquanto a imprensa exalta os "lutadores da liberdade do Hamas", os "rebeldes", o mundo desconhece uma das histórias mais SÓRDIDAS de abuso infantil, torturas e sodomização do planeta, vinda do fundo dos esgotos de Gaza: os casamentos pedófilos do Hamas, que envolvem até crianças de 4 anos. Tudo com a devida autorização da lei do islamismo radical.

Infância perdida, abuso certo: ficaremos calados?

A denúncia é do Phd Paul L. Williams e está publicada no blog thelastcrusade.org e é traduzida com exclusividade no Brasil pelo De Olho Na Mídia (ninguém mais na imprensa nacional pareceu se interessar pelo assunto).

Um evento de gala ocorreu em Gaza. O Hamas foi o patrocinador de um casamento em massa para 450 casais. A maioria dos noivos estava na casa dos 25 aos 30 anos; a maioria das noivas tinham menos de dez anos.

Grandes dignatários muçulmanos, incluindo Mahmud Zahar, um líder do Hamas foram pessoalmente cumprimentar os casais que fizeram parte desta cerimônia tão cuidadosamente planejada.



"Nós estamos felizes em dizer à América que ela não pode nos negar alegria e felicidade"
, Zahar falou aos noivos, todos eles vestidos em ternos pretos idênticos e pertencentes ao vizinho campo de refugiados de Jabalia.


Cada noivo recebeu 500 dólares de presente do Hamas.

As garotas na pré-puberdade (pré-puberdade?????), que estavam vestidas de branco e adornadas com maquiagem excessiva, receberam bouquets de noiva.

"Nós estamos oferecendo este casamento como um presente para o nosso povo que segue firme diante do cerco e da guerra"
, discursou o homem forte do Hamas no local, Ibrahim Salaf.


As fotos do casamento relatam o resto desta história repugnante.

Noivas de 4 a 10 anos e presentes de $500

O Centro Internacional Para Pesquisas Sobre Mulheres estima agora que existam 51 milhões de noivas infantis vivendo no planeta e quase todas em países muçulmanos.

Quase 30% destas pequenas noivas apanham regularmente e são molestadas por seus maridos no Egito; mais de 26% sofrem abuso similar na Jordânia.

Todo ano, três milhões de garotas muçulmanas são submetidas a mutilações genitais, de acordo com a UNICEF. A prática ainda não foi proibida em muitos lugares da América.

Nesta hora até a miséria desaparece de Gaza: carros de luxo para meninas reduzidas a lixo.

A prática da pedofilia teria base e apoio do islã. O livro Sahih Bukhari em seu quinto capítulo traz que Aisha, uma das esposas de Maomé teria seis anos quando se casou com ele e as primeiras relações íntimas ocorreram aos nove. O período de espera não teria sido por conta da pouca idade da menina, mas de uma doença que ela tinha na época. Em compensação, Maomé teria sido generoso com a menina: permitiu que ela levasse todos os seus brinquedos e bonecas para sua tenda...

Mais ainda: talvez o mais conhecido de todos os clérigos muçulmanos deste século, o Aiatóla Komeini, defendeu em discursos horripilantes a prática da pedofilia:

Um homem pode obter prazer sexual de uma criança tão jovem quanto um bebê. Entretanto, ele não pode penetrar; sodomizar a criança não tem problema. Se um homem penetrar e machucar a criança, então ele será responsável pelo seu sustento o resto da vida. A garota entretanto, não fica sendo contada entre suas quatro esposas permanentes. O homem não poderá também se casar com a irmã da garota... É melhor para uma garota casar neste período, quando ela vai começar a menstruar, para que isso ocorra na casa do seu marido e não na casa do seu pai. Todo pai que casar sua filha tão jovem terá assegurado um lugar permanente no céu.

Esta é a história que a mídia não conta, que o mundo se cala e não quer ver, ou que não querem que você saiba.


Mas agora você está ciente, não tem mais jeito! Vai ficar calado? Cobre os veículos de mídia, aja! Se você não fizer nada, ninguém poderá salvar estas vítimas inocentes do inferno do Hamas e similares.

quinta-feira, janeiro 21, 2010

A inconsistência do ateísmo perante uma tragédia

“Os segredos da evolução são o tempo e a morte.
Tempo, para permitir a acumulação das mutações favoráveis,
e morte, para criar espaço para as novas espécies.

Carl Sagan, Cosmos, programa intitulado “One Voice in the Cosmic Fugue.”

A evolução requer a morte. No seu âmago, as postulações de Darwin apelam ao poder da morte como forma de remover os menos favorecidos e permitir que os "mais favorecidos" possam tomar o seu lugar. A selecção natural, neste sentido darwiniano, prossegue com o seu trabalho, removendo indivíduos, populações e às vezes espécies inteiras.

Quando alguém vive ou sofre, o Darwinismo oferece as maquinações frias e distantes do tempo e da morte. Qualquer coisa para além disto envolveria propósito existencial e dentro da cosmovisão ateísta isso não é permitido.

Dentro da cosmovisão ateísta a evolução é moralmente neutra. Quando uma tragédia acontece a evolução não nos pode dizer que algo é detrimental. Vendo bem as coisas, a morte não é "fora do tempo" nem trágica uma vez que a morte é o modo como o "progresso" é efectuado.

Tragédia?

Demorou algum tempo, mas aconteceu. Depois do que se verificou no Haiti, era uma questão de tempo até um ateu usar esta calamidade como "evidência" contra Deus.

Segundo os crentes ateus, se o Deus da Bíblia é Todo Poderoso e Infinitamente Bondoso, então coisas más não deveriam acontecer no universo que Ele controla. Como coisas más de facto acontecem do mundo, o crente ateu conclui que Deus não deve existir.

Mas como acontece normalmente, cada vez que o crente ateu ataca a moral alheia, ele está a contradizer a sua religião (ateísmo).

Vejamos as coisas dentro da cosmovisão que o ateu defende: o naturalismo/evolucionismo/ateísmo.

Se nós pegarmos na ideia da "sobrevivência do mais forte" e aplicá-la à sua conclusão lógica, parece absurdo que alguém que aceite a teoria da evolução classifique a morte como uma coisa má. De facto, o ateu consistente deveria alegrar-se com o facto da natureza ter eliminado competidores no que toca o acesso aos recursos. Mas eles não vivem assim.

Felizmente, são poucos (inexistentes?) os ateus que se alegram com a morte de pessoas em calamidades geológicas. Mas reparem que isso não se deve ao seu ateísmo, mas sim a compaixão normal que Deus colocou em todos nós.

Embora a posição seja contradita pelo ateísmo, muitos ateus vêem os seres humanos como aquilo que eles são: seres preciosos. Quando calamidades acontecem, tanto ateus como cristãos lamentam-se com tais eventos, e muitas pessoas de ambos os grupos prontificam-se a ajudar os necessitados, O problema claro está é que o ateu está a ser inconsistente com a sua fé. Se ele fosse de facto viver de acordo com o ateísmo, ele não deveria ajudar os mais necessitados, e muito menos entristecer-se com a perda de vida de "inocentes".

Mas, tal como já foi dito no passado, é muito difícil ser-se um ateu consistente, e como tal, eles continuam a assumir coisas que só fazem sentido se Deus existe como forma de mostrar que Deus não existe.

O que Deus diz em relação a calamidades

A boa notícia disto tudo é que o ateísmo é falso, e a morte não é a resposta final. A tragédia afecta-nos tão profundamente porque "toda a criação geme" (Rom 8:22). Cada um de nós pode confortar-se com o facto de não existir nenhum processo evolutivo que mastiga espécies, e cospe o que resta sem se preocupar com quem ou o quê eles são: invés disso, existe sim um Criador cheio de amor que preparou um caminho para preservar o que de mais importante nós temos: a nossa alma.

Conclusão:

Carl Sagan estava errado. O tempo e a morte não são tudo o que há. Quando vemos pessoas a lamentarem-se perante tragédias, devemos levar isso como um sinal poderoso para o conhecimento universal de que a morte não deveria fazer parte da existência humana. Todo o ser humano sabe que a morte, o sofrimento e as calamidades são coisas más, mas só a Palavra de Deus noz diz porquê: todas elas são "intrusas" na criação.

Mas um dia Deus vai limpar "dos seus olhos toda a lágrima; e não haverá mais morte, nem pranto, nem clamor, nem dor; porque já as primeiras coisas são passadas" (Rev 21:4). Deus vai restaurar a Sua criação, e aquilo que todo o ser humano sabe ser uma aberração (a morte) vai ser banida para sempre.

1 Cor 15:54-58

E, quando isto que é corruptível se revestir da incorruptibilidade, e isto que é mortal se revestir da imortalidade, então cumprir-se-á a palavra que está escrita:

Tragada foi a morte na vitória.
Onde está, ó morte, o teu aguilhão? Onde está, ó inferno, a tua vitória?
Ora o aguilhão da morte é o pecado, e a força do pecado é a lei.

Mas, graças a Deus, que nos dá a vitória, por nosso Senhor Jesus Cristo.

Portanto, meus amados irmãos, sede firmes e constantes, sempre abundantes na obra do Senhor, sabendo que o vosso trabalho não é vão no Senhor.

O mundo não precisa de pessoas que passam a sua vida a procurar razões para justificar a sua rejeição do Criador, mas sim de pessoas que conheçam Deus e propaguem pelo mundo quão grande o amor que Ele tem por nós.

segunda-feira, dezembro 28, 2009

Allan Kardec e as doutrinas de demónios

"Aos homens está ordenado morrerem uma vez,vindo, depois disso, o juízo"Hebreus 9:27

"Nascer, morrer, renascer ainda e progredir sempre,
tal é a lei"
Blog dos Espíritas - 27.12.2009

"Mas o Espírito expressamente diz que,
nos últimos tempos, apostatarão alguns da fé,
dando ouvidos a espíritos enganadores,
e a doutrinas de demónios"
1 Timóteo 4:1

A eminente chegada do avançado Alan Kardec para o Benfica suscitou um interesse pelas origens do seu nome, visto que o mesmo não tem raízes na língua portuguesa.

O que se pode saber é que o nome provém de um homem que, segundo a Wikipédia, "notabilizou-se como o codificador do Espiritismo, também denominado de Doutrina Espírita".

A proliferação de "doutrinas dos demónios" é algo que Deus já nos tinha avisado na Sua Palavra (1 Tim 4:1), mas mesmo assim foi importante saber o que é que os espíritas realmente acreditam.

Obviamente que não seria de esperar muita divergência em relação aos fundamentos básicos dos outras seitas e cultos não-cristãos, mas mesmo assim um conhecimento acima do superficial à cerca de outras religiões é sempre útil na altura de expressar uma opinião.

De modo a que o texto não fique de sobremaneira longo, vamos comparar a doutrina do inferno mantida pelos espíritas à luz da Palavra de Deus.

A Bíblia é a Autoridade Suprema no que toca a assuntos do mundo espiritual, e como os espíritas afirmam que o "Espiritismo pauta-se principalmente no Novo Testamento, tirando daí ensinos que podem nos explicar o sentido da vida e direcionar os nossos comportamentos", assume-se que eles aceitem o que o Novo Testamento como Autoritário.

De modo geral, e de acordo com aquilo que se pode ver e ler na literatura das seitas e cultos não-cristãos, a forma mais rápida de se identificar uma é ver o que ele dizem sobre o inferno. As seitas raramente (ou nunca) possuem uma doutrina Bíblica sobre a realidade do inferno.

De uma forma ou doutra, elas ou negam totalmente a sua existência (como o ateísmo), ou redefinem o que o inferno é. Isto não é de estranhar porque as religiões com origens puramente humanas (ou demoníacas) são baseadas nas "boas obras" como forma de salvação (auto sotéricas).

Elas não aceitam que "todos pecaram e destituídos estão da glória de Deus" (Rom 3:23) e nem que "todos nós somos como o imundo, e todas as nossas justiças como trapo da imundícia; e todos nós caímos, como a folha, e as nossas culpas, como um vento, nos arrebatam" (Isaías 64:6), mas sim que o homem, por ser essencialmente bom (segundo as suas doutrinas) pode melhorar através dos tempos.

É difícil não ver aqui uma leve aceitação da cosmovisão evolutiva (melhoria através do tempo).

Vamos ver então o que os espíritas acreditam em relação ao inferno:

"O inferno nada mais é que o reflexo de nós mesmos, quando, pelo relaxamento e pela crueldade, nos entregamos à prática de ações deprimentes, que nos constrangem a temporária segregação nos resultados deploráveis de nossos próprios erros." (Fonte)
O inferno não é, obviamente, o "reflexo de nós mesmos", mas um um lugar real de sofrimento eterno:
Então dirá, também, aos que estiverem à sua esquerda: Apartai-vos de mim, malditos, para o fogo eterno, preparado para o diabo e os seus anjos - Mateus 25:41
Este lugar não foi criado para o ser humano, mas todos aqueles que morrem no seu pecado irão ser lançados lá. A doutrina espírita leva os seus fiéis a acreditar que o inferno ou é construção humana, ou que não existe.
"O inferno, a rigor, é obra nossa, genuinamente nossa." (Fonte)
O inferno não é obra nossa, mas sim criação de Deus para os anjos caídos (Mateus 25:41).
"Não há céu nem inferno conforme pintam as religiões tradicionais." (Fonte)
Não se entende o que quer dizer "religiões tradicionais" mas quase de certeza que o que está em vista são o céu e inferno descritos pela Palavra de Deus. O que esta citação espírita está efectivamente a dizer é que o Novo Testamento, que eles afirmam seguir, está errado na sua descrição de céu e o inferno.
"Nas mais expressivas lições de Jesus, não existem, propriamente, as condenações implícitas ao sofrimento eterno, como quiseram os inventores de um inferno mitológico." (Fonte)
Infelizmente para os espíritas (especialmente para aqueles que já morreram) o Senhor Jesus Cristo de facto falou num inferno como sendo lugar de castigo eterno:
"Serpentes, raça de víboras! como escapareis da condenação do inferno?" - Mateus 23:33

"E, se a tua mão te escandalizar, corta-a; melhor é para ti entrares na vida aleijado, do que, tendo duas mãos, ires para o inferno, para o fogo que nunca se apaga" - Marcos 9:43

Conclusão:

A total (ou parcial) negação da doutrina Bíblica do inferno é elucidativa à cerca dos "espíritos" com quem os espíritas afirmam comunicar.

Para além da total perversão do Novo Testamento em relação às Palavras DO Senhor Jesus Cristo, os espíritas deturpam outras doutrinas Bíblicas como a proibição de tentar comunicar com os "mortos", a leitura descontextualizada da Bíblia Hebraica, a ignorância relativa à natureza dos demónios, e, como isso não fosse suficientemente mau, eles aparentam subscrever a doutrina da reencarnação (refutada por Hebreus 9:27 e pelo Sacrifício do Senhor Jesus Cristo).

Allan Kardec "enganou e foi enganado" (2 Tim 3:13) por aqueles espíritos em quem ele tinha depositado a sua fé. Já é tarde demais para ele, mas se ainda és uma das pessoas envolvidas nessa religião, ouve as Palavras do Criador:

Mas, quanto aos tímidos, e aos descrentes, e aos abomináveis, e aos homicidas, e aos devassos, e aos feiticeiros, e aos idólatras, e a todos os mentirosos, a sua parte será no lago que arde com fogo e enxofre; o que é a segunda morte. - Rev 21:8

Ficarão de fora os cães e os feiticeiros, e os que se prostituem, e os homicidas, e os idólatras, e qualquer que ama e comete a mentira. - Rev 22:15


OBS: Tentem encontrar um site espírita que se dirija ao Senhor Jesus Cristo (e não a Deus Pai) como "Senhor", e depois digam quantas ocorrências encontraram. Irão ver o quão raro isso é. Porque será?

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