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segunda-feira, outubro 18, 2010

Fanático ambientalista queria mais programas dedicados a Darwin

Foi assustador e patético o que se verificou em Maryland, nas instalações do Discovery Channel, quando um terrorista ambientalista reteve alguns reféns durante um período de tempo. O acto foi uma tentativa de forçar a emissora televisiva não só a mostrar mais programas em torno de Malthus e Darwin, como também a forcá-los a difundir mais a mensagem da "sobre-população" e o do não-existente aquecimento global antropogénico (AGA).

Notoriamente ausente das reportagens iniciais estavam as referências a Darwin, no entanto, num manifesto por si feito, James J. Lee deixa bem claro quais eram as ideologias que o motivavam:

Desenvolvam programas que mencionam o facto das ciências Malthusianas mostrarem que produção alimentar conduz a uma sobre-população da raça humana. Falem da evolução. Falem de Malthus e Darwin até que isso seja assimilado pelos cérebros estúpidos das pessoas!!
A trindade do inferno está bem patente nestas breves palavras:
  • 1) ódio ao ser humano
  • 2) evolução
  • 3) controle dos recursos alimentares.

Já imaginaram o que é um país ser dominado por pessoas que querem fazer um controle populacional, mesmo que para isso tenham que reduzir a produção alimentar, ou matar bebés em larga escala? Bem, não pensem mais. Vejam este vídeo.

É curioso que Lee tivesse exigido que o Discovery Channel emitisse mais programas acerca da evolução quando este deve ser um dos canais que mais propaganda faz ao mito ateu com o nome de evolução. Pelos vistos não era o suficiente para Lee porque as pessoas teimavam em continuar a ter filhos e teimavam em continuar a produzir mais alimento para saciar a população.

Aquando do massacre de Columbine a alguns anos atrás, a conexão darwinista foi também omitida pelos órgãos de informação embora tenha sido bem explícito nas palavras dos dois assassinos. Pelos vistos o ateu James Lee vai ter a sua mensagem revista como forma de proteger o barbudo vitoriano.

Ideias tem consequências, e a crença de que o ser humano nada mais é que um acidente fortuito no grande esquema da vida tem as suas consequências. Primeiramente, se se ensina as crianças que nós somos animais então eles vão-se comportar como tal. Segundo, se essas mesmas crianças crescem debaixo da indoutrinação da "sobre-população", eles ficam mais susceptíveis de desenvolver um ódio irracional contra o ser humano.

É sempre de estranhar quando uma ideologia tenta avançar com métodos que envolvam exterminar seres humanos. O ser humano não só é a mais maravilhosa criação que Deus colocou na Terra como também é a razão pela qual a natureza existe. Sem o homem, a natureza não faz sentido.

segunda-feira, outubro 04, 2010

Peter Hitchens converteu-se do ateísmo ao Cristianismo

Fiquei surpreendido como uma pintura do inferno foi a forma que Deus usou para trazer esta criatura de Deus para a Sua família. Isto pode ser um bom exemplo para nós cristãos que por vezes pensamos que o que fazemos ou escrevemos (ou traduzimos) não está a ter efeito nenhum no mundo. Nós não sabemos disso.

Deus pode usar um post, uma linha ou uma palavra por ti escrita como faísca para incendiar o coração frio e rebelde. O importante é tentar sempre que possível colocar a Palavra de Deus nos posts uma vez que a Bíblia claramente diz que "A fé vem por ouvir, e ouvir a Palavra de Deus" (Romanos 10:17)

Outra coisa que é importante notar é como Peter Hitchens diz que os neo-ateus não sabem que tipo de forças eles estão a tentar invocar quando tentam destruir o cristianismo.

Aqui pode-se discordar com Peter porque alguns ateus já começaram a entender o que o fim do cristianismo na Europa significa. Cultura pós-cristã significa cultura pagã e não cultura "secular".

segunda-feira, setembro 20, 2010

Edir Macedo: Gosto de falar sobre a matança de bebés

Porque eu sei isto, que, depois da minha partida, entrarão no meio de vós lobos cruéis, que não perdoarão ao rebanho; E que, de entre vós mesmos, se levantarão homens que falarão coisas perversas, para atraírem os discípulos após si.
Actos 20:29-30

Provavelmente algumas pessoas vão-se insurgir com o Júlio Severo por apontar o grave pecado que o Edir Macedo está a cometer ao suportar a matança de bebés, mas isso não importa muito. O que importa é mostrar não é agradar aos homens mas sim a Deus.

Importa também mostrar que nem todos que andam dentro das igrejas são discípulos de Cristo.

Bispo Edir Macedo assume publicamente preferência pelo aborto
Reinaldo Azevedo
Demorei um pouco para voltar, né? Por bons motivos, creiam. Vamos lá.
Vocês sabem que os petistas, liderados pelo camarada Franklin Martins — aquele que ri quando aborda a execução de um inocente seqüestrado — querem acabar com o que chamam poder da imprensa tradicional. O PT gosta de poderes não-tradicionais, como o de Edir Macedo, por exemplo, o auto-intitulado “bispo” da igreja que ele próprio criou, a Universal do Reino de Deus. Macedo também é o dono da Rede Record, que o PT considera exemplo de bom jornalismo.
A frase é minha: “O PT é a Igreja Universal da política, e a Igreja Universal é o PT da religião”. Esses dois “entes” têm uma maneira muito parecida de conquistar os seus “fiéis”, além da identidade de pontos de vista. O que vocês verão abaixo é absolutamente chocante, mas poderia servir de norte moral para as “feministas” do PT, que defendem o aborto. Aliás, Dilma também defende. Deu entrevistas expressando o seu ponto de vista. Na campanha, está escondendo a sua posição. Vejam trecho de uma palestra de Macedo. É assustador. Se não quiserem ver tudo, transcrevo trechos de sua fala em vermelho e comento.
0s-3s — “Eu ADORO (sic) falar sobre aborto, planejamento familiar”.
Bem, alguém que diz “adorar” falar sobre aborto se define, não? Mais: aborto não é considerado uma forma de planejamento familiar em nenhum lugar do mundo. Ao contrário: ele decorre justamente da falta de planejamento.
Macedo desenvolverá a tese, que certa vigarice economicista andou abraçando, segundo a qual a legalização do aborto eleva a qualidade de vida das sociedades, diminui a violência etc. Ainda que fosse verdade, é o caso de considerar que há um monte de idéias imorais que “funcionam”. Que tal eliminar, por exemplo, todos os portadores de uma doença infecto-contagiosa? Não duvidem de que o “problema” estará resolvido. Que tal suspender o tratamento de doenças crônicas de pessoas que já não são mais economicamente ativas? Vamos economizar bastante — e alguém ainda poderá dizer que investir nos jovens é muito mais “produtivo”. Esse raciocínio — de Macedo, de certos indecorosos que falam “enquanto economistas” e, no caso, dos abortistas de maneira geral — nada mais é do que a justificação do mal. Na defesa de sua tese, afirma este homem de Deus entre 10s e 20s que o aborto nos conduz a uma sociedade com
“(…) menos violência (!!!), menos morte (!!!), menos mortalidade infantil (!!!), menos doenças (!!!), menos, enfim, todo o mal (!!!) que nós temos visto em nossa sociedade”
Impecável! Se a gente mata os fetos, é certo que haverá menos mortalidade infantil, não é mesmo? Macedo defende o aborto porque ele quer “menos violência” — logo, aborto não é violência. Ele quer “menos morte” — logo, o aborto não é “morte”… Como aborto também não é vida, então ele não é nada! Para este pastor de almas, não deve haver diferença entre um feto e gases intestinais.
2min25 — Quando você casa, você tem um empreendimento. Quando você tem um filho, você entra em outro empreendimento (!)
Não faltará pensador vagabundo no Brasil que verá nessa fala de Macedo, que chama filho de “empreedimento”, ecos de Max Weber e do “espírito protestante e a ética do capitalismo”. Não! Isso não é Weber, não! Trata-se de algo bem mais antigo…
4min — Eu pergunto: “O que é melhor? Um aborto ou uma criança mendigando, vivendo num lixão?” O que é melhor? A Bíblia fala que é melhor a pessoa não ter nascido do que ter nascido e viver o inferno. Eu sou a favor do aborto, sim. E digo isso alto e bom som, com toda a fé do meu coração”. E não tenho medo nenhum de pecar. E, se estou pecando, eu comento este pecado consciente. Se, eu não acredito nisso. É uma questão de inteligência, nem de fé. Lá em Nova York, depois que foi promovida a lei sobre o aborto, a criminalidade diminuiu assustadoramente. Por quê? Porque deixou de nascer criança revoltada criminalidade diminuiu (…)
Vamos lá:
— Vamos à primeira indagação: qualquer ser humano decente tem apenas uma resposta: melhor é a vida! Como ela é remediável, será sempre superior às coisas sem remédio, como a morte — em especial a morte de quem não pode se defender. A defesa do aborto é um absurdo lógico, derivado de uma imoralidade essencial: só um vivo pode fazê-la, se que é me entendem.
— É mentira! A Bíblia não endossa o aborto coisa nenhuma. Macedo tem em mente este trecho:
“Se o homem gerar cem filhos, e viver muitos anos, e os dias dos seus anos forem muitos, e se a sua alma não se fartar do bem, e além disso não tiver sepultura, digo que um aborto é melhor do que ele”.
O “bispo” faz uma alusão estúpida, bucéfala, ignorante e rasteira ao Eclesiastes (6,3). É no que dá uma teologia mais jovem do que o uísque que eu bebo. Afirmar que há, no trecho, endosso ao aborto é pura delinqüência teológica e bíblica. O aborto é empregado apenas como um extremo da fealdade. Não há endosso. É o exato oposto, Macedo!!!. Aprenda a ler, sujeito!!! Apela-se ao extremo, ao nefando, só para encarecer as dificulddes de uma vida sem Deus.
Essa história da queda do crime em Nova York por causa da legalização do aborto é uma das bobagens do livro “Freakonomics”, de Steven Levitt e Stephen J. Dubner. Já se provou que o erro da tese se sustenta também num erro de conta. Pesquisem a respeito. Boa parte das afirmações desses dois, diga-se, se sustenta numa falha lógica já apontada pelos escolásticos, cuja síntese é esta, em latim: “Post hoc, ergo propter hoc” - ou seja: “Depois disso; logo, por causa disso”. Como a queda na criminalidade se seguiu à legalização do aborto, então ela aconteceu POR CAUSA da legalização. A verdadeira revolução da política de segurança da cidade não deve ter tido nenhuma influência, não é mesmo? Ora, seria o caso de tentar explicar por que, por exemplo, imigrantes que chegam de países que vivem numa verdadeira anomia social se tornam respeitadores da lei em Nova York… Não deve ser por causa do aborto. Deve ser porque as leis funcionam.
Macedo, de todo modo, é mesmo um revolucionário da religião. Num livro aí que escreveu, chamou os antigos hebreus de “cristãos”. No dia 13 de outubro de 2007, ele concedeu uma entrevista à Folha. Leiam uma pergunta e uma resposta:
FOLHA — Alguns políticos então da base da Igreja Universal, como o bispo Rodrigues, foram atingidos em cheio pelos escândalos do primeiro mandato de Lula. A corrupção não é um pecado imperdoável?
MACEDO — Jesus ensina que o único pecado imperdoável é a blasfêmia contra o Espírito Santo. Para os demais, há perdão se houver arrependimento.
Entendi!
— O Deus de Macedo pode perdoar os culpados, mas não perdoa os fetos inocentes.
— O Deus de Macedo pode perdoar alguém que já pecou, mas é favorável à eliminação prévia de alguém que, segundo ele, corre o risco de pecar.
— Assim, para que possa continuar a perdoar os pecadores, o Deus de Macedo prega a eliminação dos puros.
Macedo se tornou a grande referência dos petistas em duas áreas: a verdadeira Lula News é a TV Record. A de Franklin dá traço; a de Macedo tem alguns telespectadores. E ele é também um guia espiritual do partido, especialmente do seu “coletivo de mulheres”, ou algo assim, que se mobilizou há dias para defender, junto à candidatura Dilma, uma vez mais, a legalização do aborto. Legalização a que ela já se disse favorável.
Uma outra revolução já está sendo gestada, esta na cultura: Tiririca tem tudo para ser o norte estético do poder caso Dilma se eleja. Afinal, na arte da representação, ele é tão requintado quanto é Macedo nos mistérios da teologia.
O grande milagre brasileiro

quinta-feira, agosto 05, 2010

Ciência Produtiva Imita a Natureza

"Eu fiz a terra, o homem e os animais que estão sobre a face da terra, pelo Meu Grande Poder e com o Meu Braço Estendido."
Jeremias 27:5

Alguns das mais frutíferos e interessantes projectos científicos envolvem copiar os princípios de design que Deus colocou na natureza de forma a gerar produtos eficientes e menos dispendiosos. Esta actividade biomimética não só satisfaz os consumidores - que podem ansiar por produtos mais ecológicos, mais baratos e melhores - como também satisfaz os cientistas ao aprofundar o seu entendimento da operacionalidade das maravilhas da criação.
  1. Adesivos e lagartixas: A PhysOrg publicou um artigo referente aos esforços correntes em se tentar imitar o soberbo adesivo dos dedos das lagartixas. "A estrutura única e a sua funcionalidade tornam os pés da lagartixa um dos mais eficientes sistemas de adesão encontrados na natureza" afirmou um cientista da Northeastern University.

  2. Computadores genéticos: Cientistas da Universidade de Reading tiveram "inspiração genética" para a criação de sistemas de processamento e armazenamento de informação, reportou a PhysOrg. Ao imitarem a genética, os pesquisadores julgam que podem "revolucionar" as tecnologias da informação.

  3. Robôs da traqueia: A tua traqueia está alinhada com cílios que mantém o revestimento interno limpo. Um novo micro-robô arquitectado em Stanford e na Universidade de Washington possui cílios artificiais. Mas esta é apenas uma parte biomimética do design integral, segundo a Science Daily. Ao imitar a centopeia, o micro-robô pode suportar até 7 vezes o seu peso e mover-se em qualquer direcção. A equipa científica fez um esforço louvável ao tentar reduzir as dimensões do robô de modo a que este pudesse competir com o original.
Um ângulo da biomimética relacionado com o que está em cima é a recolha de material biológico para novas funções. A Science Daily anunciou que "Tecnologia Inspirada na Biologia Produz Açúcar a partir de Bactéria Fotossintética". A Universidade de Harvard tem um “Wyss Institute for Biologically Inspired Engineering.” O instituto foi bem sucedida em produzir açucares simples e ácido láctico ao modificar bactérias de modo a que elas produzissem o que eles pretendiam.

Implicações para o ateísmo:

Estas notícias são dignas de serem lidas com mais detalhe e atenção. Como um divertimento extra, vejam se conseguem encontrar por lá alguma referência ao evolucionismo, ou alguma indicação de que o mito ateu conhecido como "teoria da evolução" foi de alguma forma uma plataforma útil em algum destes projectos.

Depois de se aperceberam da irrelevância científica do mito ateu, olhem para as mesmas notícias e vejam como os conceitos de Design Inteligente desempenharam um papel determinante na condução das equipas científicas rumo a um melhor entendimento dos sistemas biológicos.

Eu não me canso de fazer a mesma pergunta, e na minha modesta opinião, acho que é bem revelador da condição moral do ateu: Se as nossas cópias rudimentares (embora bem engenhosas) exigem esforço, planeamento, controle de efeitos, inteligência e criatividade, porque é que os nossos amigos ateus acham que os originais que existem na natureza, bem mais complexos e especificados que as cópias, não precisaram de inteligência e design? Os ateus tem que nos dar alguma fundamento científico para esta posição.

É tristemente impressionante que haja pessoas inteligentes que sacrifiquem os seus belos intelectos em favor de uma teoria da ridícula como a teoria da evolução.

Mas o futuro eterno é da sua responsabilidade. Os cristãos podem mostrar ao ateu como a origem dos sistemas biológicos é melhor explicada como o resultado do Poder Criativo de Deus, mas se o ateu se recusar a ver, então não há nada que se possa fazer.

O ateu seguirá para o inferno quando a realidade da existência de Deus estava bem patente aos seus olhos. É triste, mas é isso que o ateísmo faz as pessoas.

"Igreja" Evolucionista e Defensora do Homossexualismo em Decadência

Algumas vozes tem-se levantado a "exigir" que os cristãos ponham de lado ou minizem a importância do criacionismo nas suas interacções com os não-cristãos. Supostamente isto seria uma forma de ganhar mas respeitabilidade.

As intenções podem ser boas, mas como o povo diz, de boas intenções está o inferno cheio. Não faz sentido nenhum minimizar a importância da Doutrina da Criação (ou a do casamento ou dasantidade da vida) só porque os ateus acham que é "ridículo" acreditar que Deus criou em 6 dias ou que um Dilúvio cobriu toda a Terra. Convém não esquecer que muitos dos que acham que é "ridículo" que Deus possa criar em 6 dias, acreditam que a vida criou-se a si mesma, que répteis transformaram-se em passaros e que animais parecidos com o lobo evoluiram para baleias.

Além disso nós temos evidências empíricas de que a aceitação das mitologias ateístas só destroem a estrutura cristã. Caso de estudo: Igreja Anglicana.

Reconquista católica da Inglaterra?

Em Terras de Sua Majestade, o anglicanismo está em crise, mas o catolicismo revela pujança. Henrique VIII está a dar voltar no túmulo.

I. Há dias, o TLS trazia um excelente artigo: "Absent Anglicans" (2 de Julho), uma recensão de quatro livros (este , este , este e este ). O autor, Theo Hobson, acaba por falar de um fenómeno que não pode deixar de ser surpreendente: a crise do anglicanismo. Numa sociedade aberta e plural, a velha religião de Estado está a perder o papel tradicional de "unificador" moral da nação.

E isto abre espaço a novas religiões (sobretudo ao catolicismo). Ou seja, há um choque entre uma sociedade aberta e cosmopolita (não necessariamente pós-moderna) com uma igreja anglicana que foi fundada na negação da liberdade religiosa. Este choque está a danificar a reputação e o poder dos anglicanos.

II. Ora, este fenómeno está abrir espaços para o crescimento do catolicismo em Inglaterra (basta recordar a recente conversão de Tony Blair à Igreja Romana). Os meus amigos e amigas católicas estão em pulgas.

Acham que vão "reconquistar" a Inglaterra. Vai ser mesmo assim? Seja como for, uma coisa é certa: Bento XVI devia apostar forte e feio em Inglaterra. A muralha de Henrique VIII está em baixo.

Não é estranho que a instituição (não lhe chamo de "igreja") que mais se parece com o ateísmo é a mesma que está practicamente terminada e irrelevante? Por outro lado, os católicos, que defendem vigorosamente a santidade da vida e a definição tradicional do casamento (um homem + uma mulher) estão, de acordo com o Henrique Raposo,"pujantes"?

Isto é um sinal para nós: a minimização das doutrinas Bíblicas não nos torna mais "respeitados" mas faz exactamente ao contrário.

terça-feira, agosto 03, 2010

De lésbica a dona de casa e mãe de seis filhos

"Assim que, se alguém está em Cristo, nova criatura é: as coisas velhas já passaram; eis que tudo se fez novo."
1 Cor 5:17

Este é o tipo de coisas que os esquerdistas dizem que não acontece. "Ninguém abandona a vida homossexual!" dizem eles. "É impossível alguém deixar de ser lésbica" chilrem os esquerdistas.

Como geralmente acontece, eles estão errados. Pelo Poder do Criador, é possível deixar a vida de pecado (qualquer que seja o pecado), e caminhar numa nova vida sendo uma nova criatura (2 Cor 5:17).

É óbvio que os esquerdistas não sabem como é possível alguém deixar de ser homossexual, mas isso é o que seria de esperar de qualquer ideologia que desconhece a verdadeira natureza do homem.

Deus conhece a natureza do homem, e se Ele diz que é possível deixar a vida de pecado (1 Cor 6:10-11) então.....é possível deixar a vida de pecado. Ele é Quem manda no universo e não os esquerdistas ou os cristãos. Ele faz as coisas como quer, quando quer e a quem quiser. Não somos nós que dizemos a Ele como é que as coisas devem ser feitas.

Fica aqui mais um testemunho poderoso do Poder Transformador de Deus.

De lésbica a dona de casa e mãe de seis filhos: Jornalista canadense conta sua história
Georges Buscemi
20 de maio de 2010 (Notícias Pró-Família) — “Fui ateia por mais tempo do que posso me lembrar”, recordou Brigitte Bedard, uma jornalista de 41 anos, mas com aparência jovem. Com seu cabelo castanho cortado e desarranjado e seus óculos de estilo de aro grosso, ela é hoje mãe de seis filhos e cuida somente da casa. Ela estava se dirigindo a uma multidão de 200 participantes na conferência pró-vida da Coalizão da Vida de Quebec em 15 de maio, na cidade de Quebec.
Embora Bedard seja muito menos conhecida do que o palestrante principal da conferência — o Cardeal Marc Ouellet — cujas declarações solidamente pró-vida feitas depois naquela tarde foram rapidamente pegas pela mídia anti-vida de Quebec, ela poderia ser a palestrante que mais tocou os corações naquela tarde de sábado.
A sra. Bedard cresceu numa época em que a sociedade de Quebec estava passando pelo que os historiadores chamam de “Revolução Silenciosa”, um período do começo da década de 1960 até meados 1970 quando a sociedade de Quebec largou sua herança cristã e adotou valores seculares. “Nasci em 1968 — puro azar”, brincou ela.
Bedard teve uma típica infância num lar não religioso, e foi para a notoriamente esquerdista Universidade de Quebec em Montreal, onde estudou literatura, eventualmente se formando com um mestrado. “Enchi a mente de toda a literatura feminista radical — sorvi tudo”, disse ela.
Ela iniciou uma série de relacionamentos heterossexuais, todos terminando de forma infeliz. “Incitada o tempo inteiro pelo que eu estava lendo, comecei a pensar que já que todos os meus relacionamentos heterossexuais eram fracassos, que eu poderia ser uma lésbica”. E de fato ela mergulhou no estilo de vida lésbico, e confessou que se divertiu muito por algum tempo. “Foi realmente um tempo muito bom, de um jeito, estando com um grande grupo de garotas, andando pela cidade inteira, fumando um cigarro atrás do outro como se não fosse haver amanhã. Eu era também sexualmente muito atraente”.
Apesar da diversão e excitação do estilo de vida, ela se sentia arrebentada, recorda. “Mentalmente, eu estava em frangalhos. Eu sentia simplesmente que eu estava perdendo o controle, que eu estava mantendo as aparências, mas dentro eu estava em estado de miséria”. As coisas chegaram a um ponto crucial quando, inexplicavelmente, ela começou a chorar uma noite às 3 da madrugada e começou a gritar em seu apartamento vazio num bairro badalado de Montreal, implorando a Deus que “a levasse”. “Aqui estava eu, uma feminista militante atéia lésbica deitada no chão do meu apartamento clamando e implorando a Deus. Eu não estava com a mente legal, mas eu estava desesperada em busca de ajuda”.
Ela começou a buscar ajuda, vagueando e entrando e saindo de inúmeros programas tipos de 12 passos, na esperança de encontrar algum tipo de solução para sua ansiedade e “vida emporcalhada”. Para piorar o problema, ela havia acabado de parar de fumar: “De repente, fui forçada a enfrentar a vida nua e crua, sem nenhuma proteção ou pára-choque”.
Sem saber mais o que fazer, ela contou como alguém que ela conhecia falou sobre visitar “os monges” do Monastério Saint-Benoît em Saint-Benoît-du-Lac, Quebec. A ideia, tão bizarra quanto lhe parecia, a intrigou, e ela foi, mas não sem reservas. “Fui para o monastério armada de todo o desprezo e ódio pela Igreja patriarcal que eu havia acumulado durante os anos dos estudos feministas radicais. Para as feministas radicais, a Igreja é basicamente o inimigo número 1”.
Ela entrou no convento e lhe designaram uma sala e um monge com quem ela poderia conversar duas vezes por dia. “Por três dias seguidos, duas horas por dia, fiquei brava, gritei, praticamente espumei de raiva na face deste monge, escavando basicamente todo insulto, estereótipo e coisa suja que eu pudesse pensar, ou inventar sobre o Cristianismo. Eu estava tão louca da vida, tão magoada e irada, e eu estava descontando tudo neste monge, que jamais disse uma só palavra o tempo todo, mas em vez disso olhava para mim, balançando a cabeça”.
Então, no fim daqueles três dias, algo aconteceu que mudou a vida dela para sempre. “Foi o terceiro dia, a sexta hora de gritos. Estávamos para concluir mais uma vez. Basicamente, eu já tinha parado de gritar. Houve uma pausa. E então o monge levantou os olhos e me disse “você não tem ideia, absolutamente nenhuma ideia de quanto Deus ama você; Ele fez você do nada, ele conhece você, você não tem ideia de quanto ele ama você, Sua filha. Por isso, não sinta vergonha. Deixe tudo isso. Entregue tudo, entregue sua vida a Ele… Ele ama você muito”.
Essas simples palavras naquele momento crucial “a deixaram completamente no chão”, recordou ela. Daquele momento em diante, a vida dela mudou completamente. “Sou filha dEle, não há dois caminhos nessa questão. Não posso explicar isso”. Ela admite que se esforça para explicar exatamente o que foi que causou sua conversão: “Eu simplesmente digo que Deus me jogou ao chão, me abalou; eu não me converti, ele me trouxe a Si”.
Ela agora trabalha como jornalista independente e está casada e feliz como dona de casa e mãe de seis filhos. Mas a vida para ela agora não é um total mar de rosas. “Quando necessito quietude, não há nada que eu possa fazer, a não ser uma coisa: levantar-me às 4 da manhã. Eu faço isso muitas vezes, só para obter alguma paz”. Comentando as diferenças entre sua vida agora e sua vida na época em que ela era lésbica, ela disse brincando: “Viver com um homem é sem dúvida um sofrimento, mas viver com uma mulher o tempo inteiro era viver um inferno em vida”.
Brigitte Bedard, que escreve para o jornal Nouvel Informateur Catholique, foi uma das quatro participantes (além do palestrante principal, o Cardeal Marc Ouellet) na conferência anual da Coalizão da Vida de Quebec na cidade de Quebec em 15 de maio. Os vídeos das palestras (em francês no original, ou dublado em inglês) estão disponíveis por meio da Coalizão da Vida de Quebec.
Traduzido por Julio Severo: www.juliosevero.com
Veja também este artigo original em inglês: http://www.lifesite.net/ldn/viewonsite.html?articleid=10052001

sábado, junho 12, 2010

20 coisas ridículas que tens de acreditar para seres ateu

1. Tens de acreditar que o universo criou-se a si mesmo. Se rejeitas a proposição "Deus criou o universo", a tua única alternativa é que as leis que funcionam dentro do universo são também responsáveis pela criação desse mesmo universo.

2. Tens de acreditar que a vida criou-se a si mesma. Essencialmente, é o mesmo que o anterior mas aplicado às formas biológicas. Se és ateu, tens que acreditar que, de alguma forma, as "forças naturais" (seja lá o que isso for dentro do ateísmo) foram capazes de criar o que seres inteligentes como nós temos grandes dificuldades em imitar.

3. Tens de acreditar que essa vida, de alguma forma desconhecida da ciência, conseguiu criar os seus próprios sistemas para ver, respirar, navegar, auto-curar, alimentar, e tudo o mais.

4. Tens de acreditar que essa forma de vida gerou os seus próprios órgãos reprodutores, e que "por acaso", nas proximidades havia outra forma de vida que tinha órgãos reprodutores compatíveis de forma a que a reprodução sexual começasse a fazer parte da história da vida.

5. Tens de acreditar que formas de vida marinhas "quiseram" ir viver para terra firme, embora estivessem bem adaptadas à vida nos mares.

6. Tens de acreditar que durante o processo de se transformar em forma de vida terrestre, os seus órgãos internos e externos foram-se adaptando de forma calculada e simultânea de forma a que essa forma de vida não se tornasse incapaz de nadar mas fosse ainda incapaz de caminhar.

7. Tens de acreditar que, já em terra, essa forma de vida tivesse sido acompanhada pela "esposa" de forma a que ambos pudessem continuar com a linhagem.

8. Tens de acreditar que essa forma de vida se foi transformando de modo a que gerasse animais perfeitamente adaptados à vida em terra, embora tivesse vindo de um ambiente totalmente distinto como a água.

9. Tens de acreditar que, depois do aparecimento dos mamíferos, um deles "sentiu saudades" da vida na água, e evoluiu para algo que deu origem às baleias, golfinhos e outros mamíferos marinhos. Mais uma vez, e sempre de forma aleatória e não direccionada, os órgãos internos e externos tiveram que se modificar de forma coordenada e bem calibrada de forma a que o animal não se tornasse incapaz de viver em terra e nas profundezas marinhas.

10.Tens de acreditar que um réptil evoluiu para um pássaro, embora a mínima modificação da forma de caminhar dos pássaros signifique morte instantânea.

11. Tens de acreditar que os dinossauros viveram há "milhões de anos atrás" embora tenha sido encontrado material orgânico dentro de ossos de dinossauro em bom estado de preservação. Isto contradiz a tese de que eles viveram há milhões de anos.

12. Tens de te contradizer ao afirmar que, por um lado, os conceitos do "bem" e do "mal" são relativos às sociedades que as promovem, mas que ao mesmo tempo, é absolutamente errado roubar, matar, e ensinar o Criacionismo nas escolas.

13. Tens de afirmar que todo o comportamento humano pode ser explicado segundo a interacção das leis naturais na nossa constituição material, mas ao mesmo tempo devemos usar a "razão" (uma entidade não-física) para resolver os problemas morais da existência humana.

14. Tens de defender a tese de que o Cristianismo é mau para a sociedade, embora estudos científicos mostrem que aqueles que subscrevem a visão Bíblica do mundo são, em geral, mais saudáveis, mais optimistas, mais generosos, mais altruístas, e menos propensos a comportamentos auto-destrutivos.

15. Tens de acreditar que se o mundo subscrevesse à tua versão do ateísmo, o mundo seria bem melhor, pese embora o facto do ateísmo ser responsável pela morte de mais de 100 milhões de seres humanos em menos de 70 anos.

16. Tens de acreditar que a ciência é algo que suporta o ateísmo, embora a ciência moderna seja o resultado da visão Bíblica do mundo (1, 2, 3, 4, 5) e o ateísmo nada tenha feito para o avanço da ciência.

17. Tens de acreditar que, se os cristãos quiserem sobreviver neste mundo "científico", eles vão ter que rejeitar muitas das suas crenças "arcaicas", pese embora o facto de que igrejas que fizeram isso mesmo estarem a morrer espiritualmente.

18. Tens de aceitar que a homossexualidade é um comportamento natural e não-reversível, embora haja ampla documentação que mostre que o comportamento homossexual, como comportamento auto-destrutivo que é, possa ser alterado.

19. Tens de aceitar que não há problemas nenhum em abortar bebés, pese embora o facto de que mulheres que fazem abortos serem mais susceptíveis de contrair cancro da mama e serem mais propensas a ter problemas psicológicos.

20. Tens de aceitar a noção de que após a morte, entramos num estado permanente de não existência, pese embora Alguém tenha vindo do mundo dos mortos e tenha dito que há vida para além da sepultura.

E eu, quando O vi, caí aos Seus Pés, como morto; e Ele pôs sobre mim a Sua dextra, dizendo-me: Não temas; Eu sou o Primeiro e o Último; E o que Vivo e fui Morto, mas eis aqui estou Vivo para todo o sempre. Ámen. E tenho as chaves da morte e do inferno.

Revelação 1:17-18
Para além de rejeitares as evidências médicas e científicas que mitigam contra algumas das mais profundas crenças que o teu ateísmo te ensina, tens também o facto de fazeres toda a tua existência depender de algo que é refutado por Alguém que tem todo o conhecimento que alguma vez existiu, existe e vai existir:
Em Quem estão escondidos todos os tesouros da sabedoria e da ciência.
Colossenses 2:3
Conclusão: Se queres ser um "ateu consistente", tens que acreditar em coisas inconsistentes.


sábado, maio 29, 2010

A Falsa Espiritualidade

Isaías 55:6
Buscai ao Senhor, enquanto se pode achar, invocai-o, enquanto está perto.

Pequeno texto retirado de um livro.
"O homem era mais ridículo do que poderia imaginar-se. Ao vê-lo iluminado pelos focos de luz da televisão, Jeremy pensou que o guia dos espíritos parecia obstipado ao clamar que ouvia vozes vindas do além-túmulo.

Tinha adoptado um tom de falsa intimidade, agindo como se fosse o irmão ou o melhor amigo de cada um dos presentes que, na sua maioria, pareciam tomados de uma reverência temerosa - incluindo a loura e a mulher a quem o convidado estava a dirigir-se - e o consideravam uma bênção vinda do céu.

O que até fazia sentido, pensava Jeremy, pois esse era o local para onde os entes queridos mortos acabavam sempre por ir.

Os espíritos de além-túmulo estavam sempre rodeados de uma luz angelical e imersos numa aura de paz e tranquilidade. Nunca Jeremy ouvira falar de um guia de espíritos que estabelecesse a ligação com o outro local, o mais quente. Nunca um ente querido morto se queixava de estar a ser assado no espeto ou a ser cozido num caldeirão de óleo de motores, por exemplo".1

De facto não deixa de ser curioso que os "guias espirituais" que contactam com os supostos entes queridos já falecidos, afirmam sempre que os mesmos "estão em paz". Quantas vezes estes mesmos "guias" entraram em contacto com entes a suportar dores extremas e rodeados de fogo por todo o lado? Não seria de esperar haver um ou outro a reportar isso mesmo? Porque é que isso nunca acontece?

Uma situação semelhante acontece com a série "Em Contacto". Nesta série, e depois do episódio revelar a razão que leva este ou aquele "espírito" estar ainda a divagar entre os familiares ou amigos próximos, todos os mortos (ou a esmagadora maioria deles) dirigem-se para "a luz" independentemente da forma como viveram a sua vida. Não há menção de julgamento nem de castigo pela vida vivida. Lembro-me até dum caso em que até um ateu foi para "a luz" no final do episódio (!).

Claro que as pessoas podem justificadamente dizer que estes "gurus" espirituais (e estes programas de televisão) só enganam quem se deixa enganar. Até pode ser verdade, mas, pelo que se tem visto um pouco por todo o mundo, e principalmente depois da recepção entusiástica que Bento XVI recebeu por parte dos portugueses, há milhões de pessoas com fome de Deus. Há milhões de pessoas que genuinamente se apercebem que a sua vida é muito mais que aquilo que os ateus pregam um pouco por todo o lado, e como tal elas buscam "algo" que dê sentido à sua existência.

O que estes gurus televisivos fazem é satisfazer esta sede com uma falsa história do mundo espiritual. Neste visão espiritual (tão apreciada hoje em dia) não há lugar a arrependimento, julgamento, redenção, inferno e tormento eternos. Só o céu.

Todos são suficientemente bons para ganhar por si só um lugar no lugar de paz eterna (céu). Neste nova espiritualidade o que importa é manter as pessoas presas a uma droga que as destrói interiormente sem as pessoas se aperceberem.

A Palavra de Deus, por outro lado, diz-nos que o homem por si só não pode ganhar um lugar no mundo que está para vir. Precisamos da Graça e do Perdão de Deus. As nossas boas, por melhores que elas sejam, não apagam os nossos pecados e as nossas falhas. É preciso reconhecer que somos fracos e pecadores, e que como tal precisamos desesperadamente de depositar a nossa fé Naquele que Deus enviou, nomeadamente, o Senhor Jesus Cristo. Ele e só Ele nos pode fazer agradáveis aos Olhos de Seu Pai.

Esta é a verdadeira espiritualidade que nunca vai ser encontrada entre os gurus, médiums ou consultadores de espíritos mas só em Cristo Jesus.

Inclinai os vossos ouvidos e vinde a Mim; ouvi, e a vossa alma viverá; porque, convosco farei um concerto perpétuo, dando-vos as firmes beneficências de David.
Isaías 55:3


1. "Quem Ama Acredita" , Nicholas Sparks, páginas 11,12 (Ing: "True Believer")

domingo, abril 25, 2010

“Filho do Hamas” que nasceu de novo hoje luta contra “o deus do islamismo”

O Poder do Senhor Jesus Cristo continua a transformar vidas.
"Não estou aqui lutando contra muçulmanos. Estou lutando contra o deus deles”
Art Moore
© 2010 WorldNetDaily
De sua proeminente família muçulmana na Margem Ocidental até a agência de segurança de Israel onde ele trabalhou durante uma década — e até para alguns que se dizem cristãos — pessoas que conhecem Mosab Hassan Yousef estão achando difícil explicar sua radical transformação.
Como filho e herdeiro legítimo de um dos fundadores do grupo terrorista palestino Hamas, Yousef partiu o coração de sua família religiosa e extremamente unida e colocou a vida deles e a própria vida dele em perigo ao anunciar dois anos atrás que ele havia se tornado seguidor de Jesus Cristo. Hoje, as ameaças só se intensificaram desde que ele mudou sua missão: antes, ele salvava vidas lutando contra o terrorismo; agora, ele salva almas muçulmanas por meio de seus esforços para desmascarar o islamismo como “a maior mentira da história humana”.
Num debate via telefone na quinta-feira com WND e várias publicações cristãs, Yousef explicou que, junto com o Hamas, os meios de comunicação seculares e membros de algumas denominações cristãs estão tentando desacreditar a história que ele diz no recente livro “Son of Hamas” (Filho do Hamas), que está em décimo lugar na lista de livros mais vendidos do jornal New York Times nesta semana.
É uma história que muitos acham difícil de acreditar, ele reconheceu.
Mas o “segredo é bem simples”, disse Yousef, de 32 anos. “Quando o amor de nosso Senhor está no coração de um homem, esse homem age de forma totalmente diferente”.
“Eles não querem admitir isso”, ele disse dos que o menosprezam. “Se eles admitirem que o que mudou minha vida foi Jesus Cristo, isso abrirá muitas indagações, e eles não querem chegar a esse ponto”.
Ele está agora vivendo no Sul da Califórnia depois de trabalhar junto com seu pai, o xeique Hassan Yousef, na cidade de al-Ghaniya, na Margem Ocidental, perto de Ramalá. Nesse tempo, ele abraçou de forma secreta a fé cristã e serviu como um dos principais espiões do Shin Bet, agência de segurança interna de Israel.
O Hamas rejeitou as afirmações dele como propaganda sionista, mas um de seus treinadores do Shin Bet confirmou o que ele disse para o jornal israelense Haaretz. Yousef foi recrutado pelo Shin Bet em 1996 com a idade de 18 enquanto estava num prédio de detenção do Complexo Russo de Jerusalém. Ele havia sido preso depois de comprar uma arma. Sua primeira prisão ocorreu quando ele tinha 10 anos, durante a Primeira Intifada, ou “levante”, por lançar foguetes contra colonos israelenses.
No começo deste mês, seu pai divulgou uma declaração a partir da prisão israelense de que ele e sua família “renegaram completamente o homem que era nosso filho mais velho e que se chama Mosab”.
Logo depois de declarar publicamente sua fé cristã em agosto de 2008, a Frente de Mídia Islâmica Global — ligada a al-Qaida — divulgou uma declaração classificando-o como um infiel que está indo para o Inferno e citando o profeta Maomé do islamismo: “Matem quem mudar de religião”.
No mês passado, seu principal treinador no Shin Bet, “Capitão Loai”, falou para o Haaretz de sua grande admiração por Yousef, que atrapalhou dezenas de ataques terroristas de homens-bombas e tentativas de assassinatos orquestrados pelo Hamas, salvando centenas de vidas.
“Muitas pessoas devem a vida a ele e nem mesmo sabem”, disse Loai. “Pessoas que fizeram muito menos foram condecoradas com o Prêmio de Segurança de Israel”.
Yousef diz que ele foi um dos que revelaram que o grupo terrorista Brigada de Mártires Al-Aqsa era composto de membros da guarda presidencial Força 17, de Yasser Arafat.
Ele ajudou a recrutar homens como Ibrahim Hamid, comandante do Hamas, e Marwan Barghouti, considerado um dos líderes da Primeira e Segunda Intifada. Contudo, Yousef convenceu o Shin Bet a poupar a vida de seu pai, que Laoi disse que se não tivesse sido pelo pedido de Yousef, seu pai teria sido “morto mais de 10 vezes”. O xeique está numa prisão israelense desde que foi preso em setembro de 2005.
Yousef disse para o jornal Telegraph de Londres em agosto de 2008 que sua família estava “definitivamente sofrendo por causa do que eu fiz”.
“Eles não são uma família comum, eles são uma família muito famosa, e muçulmanos no mundo inteiro louvam minha família, louvam meu pai. Por isso, quando dei um passo como esse, era impossível para eles pensarem nisso, era loucura”.

Porta de Damasco

A jornada de Yousef para a fé cristã literalmente passou pela Porta de Damasco em Jerusalém, uma reconstrução da Idade Média da porta do primeiro século mediante a qual o Apóstolo Paulo viajou quando estava a caminho de suprimir de forma violenta a nova seita que ele considerava herética.
Nesse lugar histórico em 1999, Yousef e dois amigos se encontraram com um cristão britânico que estava visitando Jerusalém com um pequeno grupo evangelístico. O homem, um motorista de táxis na Inglaterra, que ficou em Jerusalém durante poucos dias, o convidou para um estudo da Bíblia na Associação de Jovens Cristãos perto do Hotel Rei Davi na Jerusalém ocidental.
“Peguei a Bíblia e comecei a estudá-la”, Yousef disse para os jornalistas na quinta-feira. “Levei seis anos para estudar o Cristianismo, estudar o islamismo tudo de novo e estudar ainda mais as outras religiões”.
Em seu livro, ele narra um momento decisivo em sua “odisséia espiritual” quando seu melhor amigo o dirigiu a um programa na Al-Hayat, uma estação de TV cristã via satélite em árabe.
Ele assistiu enquanto um idoso padre copta chamado Zakaria Botros “sistematicamente” realizava uma “autopsia no Corão, abrindo-o e expondo todo osso, músculo, nervo e órgão, e então pondo-os sob o microscópio da verdade e mostrando que o livro inteiro é canceroso”.
Yousef disse que ele não consegue indicar o dia ou a hora em que ele se tornou cristão, porque foi um “processo de seis anos”.
“Mas eu sabia que eu era cristão, e sabia que eu precisava ser batizado”.
Os treinadores de Yousef no Shin Bet lhe disseram que eles não viam problemas em sua fé cristã enquanto ele não a revelasse a ninguém mais e não fosse batizado. Yousef cria que eles estavam mais com medo de perdê-lo como espião do que de algum problema que uma declaração de conversão pudesse lhe trazer.
Mas em 2005, não muito depois que ele assistiu ao padre copta cortar e expor “todos os pedaços mortos de Alá que ainda estavam ligados ao islamismo e me cegavam para a verdade de que Jesus é o Filho de Deus”, ele literalmente arriscou-se, entrando nas águas do mar Mediterrâneo numa praia de Tel Aviv numa incomum cerimônia de batismo “secreta” realizada por um cristão de San Diego, EUA, que estava de visita.
Agora, Yousef reside na região de San Diego, onde ele freqüenta a Igreja da Estrada de Barrabás. Ele perdeu contato com o motorista de táxis da Inglaterra.
“Encontrei-me com ele apenas duas vezes. Não sei onde ele está, mas oro por ele sempre”, disse ele na quinta-feira.

A maior mentira da história

Com 10 anos de luta contra o terrorismo em sua experiência passada, Yousef se vê agora como numa missão nova, mas não menos provocativa — libertar muçulmanos do “deus do islamismo”.
Ele frisa que os muçulmanos não são seus inimigos.
“Meu coração se quebranta por eles”, ele disse para os jornalistas na quinta. “É isso o que quero que eles compreendam. Não estou aqui lutando contra muçulmanos. Estou lutando contra o deus deles, e creio que o maior inimigo que os muçulmanos estão enfrentando é seu deus e seu profeta”.
Maomé, disse Yousef, começou 1.400 anos atrás com uma mentira que ele “embrulhou com revestimentos de fatos, verdade, obras de caridade e boas coisas”.
“Por isso, ele é uma mentira perfeita”, ele disse. “Creio que o islamismo é a maior mentira da história humana. É desse jeito que creio. Os muçulmanos são vítimas dessa mentira”.
Agora, disse ele, é a “hora de eles despertarem dessa mentira, para serem corajosos o suficiente para enfrentá-la”.
Ele reconheceu que suas palavras ofendem a muitos de forma extrema.
“Mas alguém precisa dizer a verdade e lhes dizer isso com muito amor”, disse ele.
Yousef disse que quando ele pesquisou em busca da raiz dos problemas na face de seus compatriotas palestinos, ele chegou à conclusão de que é “o deus do islamismo”.
Mas ele argumenta que o obstáculo principal para persuadir os muçulmanos a abandonar o islamismo é não convencê-los de que “Maomé é um mentiroso”.
“O problema que eles enfrentam é que eles não têm a coragem de enfrentar as conseqüências se reconhecerem isso”, disse ele.

Algo muito melhor do que esta vida

Yousef disse na quinta que ele não espera que sumam as ameaças à sua vida que começaram no dia em que ele declarou sua fé em Jesus Cristo. Embora diga que ele “não parece alguém que quer morrer”, ele “não vai se esconder”.
“Como crente em Cristo, creio em suas promessas, e creio que ele está preparando algo muito melhor do que esta vida”, disse ele.
“Se o preço para espalhar a mensagem for meu sangue ou minha vida, assim seja. Não desejo morrer, mas provavelmente esse é melhor jeito de divulgar a mensagem”, disse Yousef. “Continuarei fazendo o que tenho de fazer, o que é certo fazer, e se o resultado for me matarem por essa causa… todos vão morrer algum dia”.
Respondendo à pergunta de quinta acerca das políticas do governo Bush e Obama de declarar o islamismo “uma religião de paz” e insistir em que os EUA não estão numa guerra contra o islamismo, Yousef deu sua opinião: “Com todo respeito ao senhor presidente, há um engano imenso”.
“Eu os incentivo a ler o Corão, capitulo 9, versos 5 e 29, que instituem a pena de morte a todos os que não crêem no islamismo”, disse ele.
“Isso não é novo”, acrescentou ele. “Essa não é a idéia de um muçulmano radical. Essa é a ideologia do próprio deus do islamismo. Por isso, não podemos mudar o que está no Corão, e nenhum muçulmano tem a autoridade de mudar isso”.
Ele compreende que diplomatas e governos têm limitações, mas crê que a ameaça permanecerá, a menos que se lide com a razão dos islâmicos que fazem guerra santa.
Yousef disse que seu chamado é desafiar o problema em seu ponto central.
“O que os governos estão fazendo? Eles estão lidando com alguns terroristas, radicais aqui e ali, mas estão ignorando, com certeza, a realidade do islamismo”, disse ele.
Depois de uma década de “luta contra o terrorismo”, ele disse que ficou claro que “estamos lutando contra um fantasma”.
“No fim do dia, a razão deles ainda está ali”, disse ele. “O melhor jeito de detê-los é lutar contra a ideologia deles. Se não lutarmos contra a razão deles, se não lutarmos contra a ideologia deles, se não desafiarmos a ideologia deles, continuarão aparecendo homens-bombas e extremistas”.
Ele disse que a tarefa não pode ser o dever do governo.
“Pedimos que o governo nos dê espaço para trabalhar”, ele disse. “Se não quisermos passar por esta guerra, esse é o dever de todo homem livre deste mundo. Não só do Cristianismo, mas de todo homem livre”.
Em sua entrevista ao Haaretz no mês passado, ele disse que muitos crêem que os terroristas são motivados pela “ocupação” israelense. Mas “tudo isso é apenas o pano de fundo”, insistiu ele.
“Não é a raiz do problema. A ocupação é como a chuva que cai em solo em que a semente foi plantada, mas não é a própria semente”, disse ele.
“A raiz do conflito entre israelenses e palestinos não está na segurança ou nas políticas: é uma guerra entre dois deuses, duas religiões”, argumentou Yousef.
O Corão, explicou ele, ensina que a terra da Palestina é uma doação sagrada [para os muçulmanos], um “Waqf”, que não deve ser entregue a ninguém mais.
O problema de Israel, disse ele, não está “no Hamas ou em qualquer outra organização, nem na interpretação que o Hamas tem em sua leitura do Corão. O problema está no deus do Corão”.
Até mesmo os “muçulmanos moderados” que lêem o Corão, argumentou Yousef, “têm de ler que os judeus são filhos de macacos e que os infiéis têm de ser mortos”.
Os palestinos têm de parar de culpar Israel, ou o Ocidente, por todos os seus problemas”, disse ele. “Se querem verdadeira liberdade, eles têm de se libertar de seu deus”.
Traduzido por Julio Severo: www.juliosevero.com

terça-feira, abril 20, 2010

Surpreendentemente Vegetarianos

Num mundo cheio de morte e sofrimento alguns animais são conhecidos como sendo ferozes carnívoros. De facto, a percepção de animais a comer outros animais é vista como normal neste mundo secular e fortemente influenciado pelo mito da teoria da evolução. Mas será que foi sempre assim?

A origem dos hábitos carnívoros

“E a todo o animal da terra, e a toda a ave dos céus, e a todo o réptil da terra, em que há alma vivente, toda a erva verde será para mantimento". E assim foi.
Não foi sempre assim. Segundo Aquele que estava lá quando os animais apareceram na Terra [DEUS], no princípio não havia morte no mundo e todos os animais eram vegetarianos. No entanto os cépticos alegam que animais como aranhas, aves de rapina e gatos nunca poderiam ter sobrevivido com tal dieta. Eles fazem estas alegações porque hoje em dia as suas dietas são quase exclusivamente carne e insectos.

Mas será tal crença verdadeira?

Aranhas.

Num artigo presente na Science News, uma aranha é reportada como sendo vegetariana. Para muitos isto parece ser uma alegação demasiado fantástica, mas é a pura verdade. A pequena aranha saltitante Bagheera kiplingi é a primeira aranha que é conhecida como sendo primariamente vegetariana.1

Alguns pesquisadores sabiam que certas aranhas comiam pólen e esporas que ficavam presas nas suas teias. Algumas até bebem regularmente néctar das plantas, mas a Bagheera kiplingi não parece ter apetite algum por outros animais. Ela vive em acácias na América Central e alimenta-se da árvore e não das formigas que vivem na mesma árvore.

Tal aranha lembra-nos que a criação original de Deus era de facto "muito boa" (Génesis 1:31) e perfeita (Deuteronómio 32:4). Os animais não se matavam uns aos outros uma vez que a morte não fazia parte da criação original (Génesis 1:30). Esse é o tipo de criação que seria de esperar Do Perfeito Deus da Vida.

No entanto, quando o pecado entrou no mundo, entrou também a morte (Génesis 3). As coisas já não estavam no estado perfeito mas no estado "caído". Essencialmente, o que passamos a sentir é uma pequena parcela do que é a vida sem Deus (imaginem como será no Inferno). Toda a criação está agora amaldiçoada devido ao pecado e é por isso que nós não só necessitamos dO Salvador (Romanos 5:12–19), como também de novos céus e nova Terra (Romanos 8:20–21, Revelação 21:1).

A dada altura, depois que o pecado entrou na perfeita criação de Deus e antes do Dilúvio de Noé, os animais começaram a comer outros animais. O conteúdo estomacal de animais enterrados em camadas geológicas depositas pelo Dilúvio de Noé mostram que os animais já comiam outros animais.

Os animais como a aranha mostram que, embora as mesmas sejam geralmente carnívoras, elas podem sobreviver com um dieta vegetariana.

Mas este não é o único animal que tem esta capacidade.

Leões.

Dois leões ficaram conhecidos por serem vegetarianos. Provavelmente a mais conhecida tenha sido a "Pequena Tyke", que morreu há muitos anos atrás. Este enorme gata foi criada numa quinta mas recusava-se a comer carne.2 A sua dieta vegetariana mostrou que os gatos, embora carnívoros quando selvagens, podem ser facilmente mantidos com uma dieta vegetariana.

Outra leoa, a Lea, foi vegetariana durante os primeiros 7 anos da sua vida. Mais tarde, ela foi transladada para um refugio na África do Sul, onde ela demorou cerca de um mês até habituar-se a comer carne.

Abutres.

O Gypohierax angolensis, ou abutre-das-palmeiras, é uma ave de rapina que não mete medo nem aos ratos. A dieta primária deste abutre são os frutos da palmeira, embora se saiba que ocasionalmente ele come peixe e alguns invertebrados. O facto dos frutos da palmeira serem o grosso da sua alimentação mostra que ele não precisa de carne para sobreviver.3

Pacu.

"Pacu" é um nome comum dado a diversas espécies de peixe da América do Sul que são primariamente vegetarianos, apesar de serem "primos" das piranhas. O pacu é um peixe da mesma subfamília que as piranhas, e provavelmente fazem parte do mesmo tipo-criado. De facto, o pacu é frequentemente confundido com as piranhas devido às suas semelhanças. Os peritos geralmente usam os seus dentes para distinguir o pacu das piranhas.4

Em algumas ocasiões o pacu come insectos e pequenos peixes, mas eles preferem comida vegetariana. Isto mostra que tais peixes não precisam de estar confinados a uma dieta carnívora, e que poderiam sobreviver logo após a Criação com uma dieta livre de carne.

Conclusão:

A noção de que os animais que são carnívoros hoje em dia sempre o foram durante a sua história tem que ser revista à luz da criação. Originalmente todos os animais eram vegetarianos; só depois do pecado ter entrado no mundo é que a morte e o sofrimento entraram na criação "muito boa" de Deus.

Animais que se pensava serem só carnívoros mas que sobrevivem com uma dieta vegetariana - como os gatos e as aranhas - não só oferecem-nos uma janela para o passado, como também revelam-nos como os animais poderiam ter sobrevivido na altura.

A posição ateísta de que não é possível todos os animais terem sido vegetarianos é enfraquecida com as observações científicas. Talvez não seja má ideia eles reavaliarem a sua fé.

Como sempre, a Bíblia está de acordo com as observações científicas.


Modifica a partir do original. Referências no original.

sexta-feira, abril 16, 2010

MITO: A caridade do ateu

Eu sou pobre e necessitado; mas o Senhor cuida de mim
Salmo 40:17

Muitos ateus afirmam serem "tão morais" como os religiosos. A diferença, segundo eles, é que enquanto eles o são de livre vontade, os religiosos são "forçados" a sê-lo devido as ameaças de inferno e outras coisas.

Christopher Hitchens, por exemplo, no seu livro "God Is Not Great" oferece-nos a vaga e subjectiva alegação de que nenhuma estatística vai alguma vez demonstrar que os ateus "cometem mais crimes de ganância ou violência do que os fiéis".

No entanto, durante o processo de comparação do comportamento de religiosos e ateus, os últimos tem sempre o cuidado de evitar cuidadosamente a questão da actividade caridosa. A razão devido a qual os ateus passam ao lado deste ponto é que os estudos demonstram claramente que há uma diferença abismal entre os ateus e os religiosos. Sem surpresa alguma, quando comparados com os ateus, os religiosos aparecem no topo em todos os estudos acerca da caridade.

Estados Unidos da América.

Durante o ano de 2000 pesquisadores da universidades americanos e a "Roper Center for Public Opinion Research" na Universidade de Connecticut levaram a cabo a "Social Capital Community Benchmark Survey", efectuando 30,000 observações em 50 comunidades nos EUA. O inquérito questionou indivíduos acerca do seu "comportamento cívico", incluindo as suas ofertas caridosas e o seu voluntariado durante o ano que precedeu ao inquérito.

Após a análise dos dados, Arthur Brooks da Universidade de Syracuse University dividiu os inquiridos em 3 grupos. Classificou as pessoas que frequentavam serviços religiosos pelos menos uma vez por semana (ou mais) como "Religiosos". Este grupo constituía 33% da amostra. Brooks deu o o nome de "Seculares" àqueles que frequentavam centros de oração poucas vezes por ano e aqueles que explicitamente afirmavam não ter uma religião. Estas pessoas constituíam 26% da amostra. Aqueles que praticavam a sua religião ocasionalmente eram os restantes 41%.

O Dr Brooks verificou que a variação entre os "Religiosos" e os "Seculares" era dramática.

Os religiosos eram 25 pontos percentuais mais susceptíveis de fazer donativos do que os seculares (91% para 66%), e 23 pontos mais susceptíveis de fazer trabalho voluntariado (67% para 44%). Traduzindo isto para a moeda americana, isto converte-se numa média anual de ofertas na ordem dos $2,210 entre os religiosos, e $642 entre os seculares.

No que toca ao serviço de voluntariado, os religiosos faziam-no cerca de 12 vezes por ano, enquanto que os seculares faziam-no em média 5,8 vezes por ano.

Para se ter uma visão mais clara, podemos dizer que os religiosos, embora sendo 33% da população, compõem 52% dos donativos e 45% do voluntariado. Os seculares constituem 26% da população mas eles contribuem apenas com 13% do total de dólares e 17% do voluntariado.

Surpreendentemente, o que estes dados mostram é que o factor determinante no que toca a prever comportamentos caridosos não é tanto a religião a que a pessoa pertence mas sim a seriedade com essa pessoa leva a sua religião. Por exemplo, entre aqueles que frequentam lugares de adoração regularmente, 92% dos Protestantes faz donativos, comparado com 91% dos católicos, 91% dos Judeus e 89% das pessoas de outras religiões.

Outro achado indicativo do estudo relaciona-se com os donativos feitos a caridades não religiosas. Aparentemente os religiosos são mais generosos que os seculares mesmo em causas não religiosas. Embora 68% da população total faça donativos (e 51% faça voluntariado) para causas não religiosas todos os anos, os religiosos são 10 pontos percentuais mais susceptíveis a dar do que os seculares (71% para 61%) e 21% pontos mais susceptíveis de fazer voluntariado (60% para 39%).

Como exemplo, os religiosos eram 7 pontos mais susceptíveis do que os secularistas de fazer voluntariado em favor de grupos de vizinhança ou grupos cívicos, 20 pontos mais susceptíveis de fazer voluntariado como forma de ajudar os pobres ou idosos, e 26% mais susceptíveis de fazer voluntariado em favor de escolas ou programas juvenis.

Analisando o panorama geral, a prática religiosa está directamente correlacionada com a generosidade, quer seja de dinheiro ou de tempo.

Surpreendente? Talvez não.

Estes dados só são surpreendentes para aqueles que estão motivados com um preconceito anti-religioso. Mesmo o deísta Voltaire - nenhum amigo do Cristianismo - sentiu-se obrigado em admitir o grande benefício da religião católica no que toca a caridade:
Provavelmente não há nada maior na Terra que o sacrifício da juventude e da beleza feito pelo sexo fraco de forma a poder trabalhar em hospitais como forma de aliviar a miséria humana, miséria essa tão revoltante para as nossas sensibilidades. As pessoas separadas da religião Romana [Catolicismo] tentaram imitar de forma imperfeita tão generosa caridade.
Na sua análise da caridade e a fé, o Dr Brooks termina com um olhar sobre a influência pedagógica da religião no que toca a fazer donativos e voluntariado:
Casas de oração podem ensinar aos seus congregados o dever religioso de dar, bem como promover entre os mesmos congregados formas de suprimir as necessidades materiais e espirituais dos pobres. Posto de outra forma, é mais provável as pessoas aprenderem a caridade dentro das igrejas, sinagogas e mesquitas, do que fora delas. Se a caridade é de facto um comportamento aprendido, pode ser que as casas de oração sejam um meio (embora um meio bem eficiente) de ensinar esse comportamento.
Os livros neo-ateus como "God Is Not Great" dependem quase exclusivamente de evidências anedóticas como forma de construírem o seu argumento contra a religião. Como forma de demonstrarem a suposta superioridade do ateísmo quando comparado com o teísmo, os neo-ateus simplesmente mostram as coisas horríveis feitas no nome da religião na esperança de que o horror e o choque que daí advenham sejam suficientes para afastar as pessoas da religião. No entanto, quando uma verdadeira comparação é feita entre religiosos e ateus, as evidências estatísticas favorecem os crentes em Deus.

Conclusão:

Quer nós falemos acerca do mal e do derramamento de sangue dos regimes ateus, ou da generosidade e caridade dos religiosos, ou simplesmente da felicidade derivada da fé religiosa, a fé em Deus supera o ateísmo em todas as áreas.

Este facto por si só deveria fazer o leitor não preconceituoso parar e pensar nisto.

E Jesus, olhando para ele, o amou e lhe disse: Falta-te uma coisa: vai, vende tudo quanto tens, e dá-o aos pobres, e terás um tesouro no céu; e vem, e segue-Me.
Marcos 10:21

terça-feira, março 30, 2010

Capacidades do Mundo Animal Que a Evolução Esqueceu-se de Conferir ao Ser Humano

DEUTERONÓMIO 18
"…Quando o tal profeta falar em nome do Senhor, e tal palavra se não cumprir, nem suceder assim, esta é palavra que o Senhor não falou: com soberba a falou o tal profeta, não tenhas temor dele"


Os "profetas" evolutivos enchem as páginas de jornais e as películas de cinema com mitos e imaginações que fariam qualquer contador de histórias orgulhoso. O problema é que quando nós lançamos um olhar crítico ao mito darwinista, as coisas simplesmente não se ajustam com a realidade.

Se o homem é o resultado de milhões de anos de evolução a partir de formas de vida inferiores, o homem deveria ter retido a maioria das melhores habilidades que todas as outras criaturas que fazem parte da sua árvore genealógica possuem.

De acordo com a teoria da evolução, os nossos ancestrais tinham a capacidade de opor o dedo grande do pé aos outros dedos, da mesma forma que o nosso polegar pode-se opor aos restantes. Se nós tivéssemos retido essa capacidade, poderíamos apanhar coisas do chão sem ser necessário debruçar.

A chimpanzé fêmea pode puxar cerca de 570 kilos só com um braço. Essa capacidade seria muito útil. Temos também o musaranho do Uganda, que com apenas 15cm de comprimento, pode suportar nas suas costas o peso de um homem com mais de 60 kgs. Provavelmente os mais fortes da população humana evoluíram a partir deles. O modesto caracol não só pode arrastar até 200 vezes o seu peso como também tem a força suficiente para levantar 10 vezes o seu peso total.

O que dizer do trilobita, que, segundo os sempre fiáveis métodos de datação/adivinhação darwinistas, está bem no fundo da escada evolutiva, mas mesmo assim possuía as lentes visuais mais sofisticadas alguma vez estudadas?

Uma vez que algumas destas capacidades iriam beneficiar o ser humano de forma impressionante, e visto que alguns animais que supostamente fazem parte do nosso passado as possuem, porque é que a evolução não as reteve (ou melhorou) à medida que nós evoluíamos?

A Resposta é Simples.

A evolução não reteve estas capacidades porque a evolução nunca aconteceu.

Nós somos o resultado do Poder Criativo Do Senhor Jesus Cristo, e não o resultado de processos não-inteligentes como a evolução. Mesmo depois de nós termos destruído grande parte da beleza da criação original com o nosso pecado, Ele não só ofereceu-Se para restaurar o nosso relacionamento com Ele, como também deixou-nos a promessa de que um dia as coisas vão voltar a ser como eram antes da Queda.

Todo aquele que confessar as suas culpas a Deus, e fazer uma nova aliança com o Criador através do perdão dos pecados fornecido pelo sacrifício do Senhor Jesus, verá os novos céus e a nova Terra que Deus vai preparar para nós (II S. PEDRO 3:13).

Aqueles que se julgam suficientemente bons para estar na Presença Santa de Deus (embora eles sejam suficientemente honestos para saberem que já fizeram coisas dignas de condenação) vão ver o chão a abrir-se por baixo deles (Números 26:10), e eles serão lançados na fornalha eterna do inferno, onde terão toda a eternidade para pensarem sobre o quão ilógico eles foram ao rejeitarem a porta aberta que Deus lhes deu.

De que lado vais estar?

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