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segunda-feira, março 08, 2010

Distribuição de preservativos ineficaz no combate as DSTs

(DST = Doenças sexualmente transmitidas)

Vidas humana continuam a ser ceifadas pelo ateísmo aplicado à sexualidade. Governos continuam a focar o seu combate às DSTs exclusivamente (ou maioritariamente) na distribuição de preservativos, mas as evidências mostram que esse método não é eficaz no combate.

Se ao menos os "mandadores sem lei" tomassem atenção ao que a Palavra do Criador diz, eles saberiam que há um método eficaz, bom e barato para combater as DSTs: abstinência enquanto solteiro, e fidelidade enquanto casado. Mas os "sábios" não se importam com medidas que possam de alguma forma validar a Bíblia. Eles preferem investir milhões em medidas falhadas do que reconhecerem que os seus métodos não funcionam.

Entretanto, mais e mais pessoas vão contraindo DSTs.

Estudo diz que 56% dos jovens num novo relacionamento sexual estão infectados com o HPV

John-Henry Westen

MONTREAL, Canadá, 3 de fevereiro de 2010 (Notícias Pró-Família) — Se já houve uma razão para os pais avisarem seus filhos adolescentes a evitar encontros sexuais antes do casamento, um estudo a descobriu. O estudo pioneiro de casais revelou que mais da metade (56 por cento) dos jovens num novo relacionamento sexual estavam infectados com a doença sexualmente transmissível HPV — o vírus do papiloma humano.

O HPV, um vírus contra o qual a camisinha não dá proteção, é a principal causa de câncer do colo do útero. Dos que estão infectados com o HPV, aproximadamente metade (44 por cento) estavam infectados com um tipo de HPV que provoca câncer.

O estudo, dirigido pelo Professor Eduardo Franco, diretor da Unidade de Epidemiologia e Câncer da Universidade de McGill, em colaboração com uma equipe de colegas da Universidade de McGill e do Centro Hospitalar da Universidade de Montreal, é o primeiro estudo de grande escala de infecção do HPV entre casais no começo de seus relacionamentos sexuais, quando a transmissão é mais provável.

Os resultados, publicados nas edições de janeiro de 2010 da revista de Epidemiologia e Doenças Sexualmente Transmissíveis, também indicam que há elevada probabilidade de transmissão do HPV entre parceiros. Quando um parceiro tinha o HPV, os pesquisadores observaram que em 42 por cento dos casais, o outro parceiro também tinha a infecção.

Além disso, os pesquisadores descobriram que a presença do HPV num parceiro é o fator que mais prognostica a descoberta do mesmo tipo de HPV no outro parceiro. Se um parceiro estava infectado com o HPV, a chance de o outro também estar infectado com o mesmo tipo de HPV aumentava para mais de 50 vezes.

Além do câncer de colo de útero, o HPV provoca outros cânceres, inclusive o de vulva, vagina, ânus e pênis. Embora os vírus do HPV sejam muito comuns — mais de 70 por cento das mulheres e dos homens terão esse tipo de infecção em algum ponto — a vasta maioria das infecções são assintomáticas e duram não mais que um ou dois anos. Muito embora menos de 1 por cento das mulheres que têm o HPV contrairão câncer do colo do útero, os números permanecem alarmantes.

Embora a abstinência antes do casamento seja o único modo seguro de evitar infecções, as empresas farmacêuticas desenvolveram uma polêmica vacina contra o HPV que vem sendo fortemente promovida pelos governos. A vacina — Gardasil — foi desenvolvida apressadamente e está cheia de relatórios de riscos de saúde, e está associada a várias mortes.

Uma organização defensora dos direitos dos cidadãos chamada Judicial Watch obteve informações sobre a Gardasil a partir de pedidos de Liberdade de Informação em 2007 e 2008, descobrindo um total de 47 mortes e milhares de efeitos colaterais graves ligados à vacina.

Traduzido por Julio Severo: www.juliosevero.com

Fonte: http://noticiasprofamilia.blogspot.com

Veja também este artigo original em inglês: http://www.lifesitenews.com/ldn/2010/feb/10020310.html

domingo, setembro 13, 2009

Índice de AIDS 50 vezes mais elevado em homens homossexuais

Uma autoridade dos Centros de Controle e Prevenção de Doenças (CCDs) anunciou na segunda-feira a estimativa dos CCDs de que nos Estados Unidos a AIDS predomina 50 vezes mais entre homens que fazem sexo com homens (HSH) do que o restante da população. A Dra. Amy Lansky revelou essa estatística durante uma sessão plenária na Conferência de Prevenção do HIV 2009 em Atlanta.

Os CCDs já haviam revelado no ano passado que aproximadamente 53% dos estimados 56.300 novos casos do HIV em 2006 ocorreram em homens homossexuais, com a população negra afetada de forma principal.

Contudo, as novas estatísticas estimam a predominância do HIV/AIDS em relação à população homossexual, que permite comparações com outros grupos na população mais ampla. Por causa da dificuldade de apurar a população homossexual, os CCDs tiveram de fazer estimativas. Com base numa variedade de pesquisas nacionais, eles basearam suas estatísticas na estimativa média de que os homossexuais constituem 4 por cento do total da população masculina dos EUA, relata RH Reality Check.

De acordo com a Dra. Lansky, então, com base no número de 4 por cento, os CCDs estimam que em 2007 houve 692,2 novos casos de HIV por 100.000 homens homossexuais — ou 50 vezes mais casos do que o resto da população.

Embora meramente uma conjectura, o anúncio dos CCDs confirma estatísticas e estudos anteriores que indicam casos vastamente desproporcionais de doenças relacionadas a sexo em homossexuais. De acordo com um estudo de fevereiro de 2007, por exemplo, os homens homossexuais com o HIV têm 90 vezes mais probabilidade de contrair câncer anal do que o resto da população.

No começo deste ano, como outro exemplo, os Centros de Controle de Doenças divulgaram um relatório estatístico indicando que os homens homossexuais perfazem 65 por cento dos casos registrados de sífilis em primeiro e segundo estágio em 2007. Um relatório da Agência de Saúde Pública do Canadá em 2006 revelou que 51 por cento das pessoas infectadas com o HIV no país eram homens homossexuais.

Aliás, as estatísticas sobre HIV/AIDS levaram um grupo, o Centro Gay e Lésbico de Los Angeles, a declarar em 2006 que o HIV/AIDS é uma “doença gay”, numa campanha de anúncios em outdoors para reduzir os índices de infecção do HIV.

Embora os ativistas homossexuais tenham ativamente suprimido tais estatísticas no passado e focalizado em retratar o HIV/AIDS como uma doença afetando a população inteira de forma igual, a crescente dificuldade de negar os fatos vem forçando uma exposição de intenções ocultas. No entanto, em vez de admitir qualquer problema inerente com a própria prática homossexual, a evidente predominância da doença entre homossexuais praticantes os levou a mudar de táticas e usar essas estatísticas para pressionar o governo e outras organizações a aumentar o apoio às comunidades homossexuais.

Perguntando o motivo por que levou tanto tempo para os CCDs fazerem sua própria estimativa sobre a elevada predominância da AIDS entre homens homossexuais, o ativista homossexual Dr. Senterfitt atribuiu tudo à “homofobia”. “Parece óbvio para mim”, diz ele, “que isso foi um efeito pelo menos indireto da geral homofobia ainda afetando muitos setores do governo, políticas públicas e as normas da sociedade e meios de comunicação deste país”.

“Temos de lutar para obter financiamentos e investimentos sociais adequados para acabar com o HIV/AIDS onde quer que continue a persistir e proliferar”, argumenta ele, “que é quase sempre onde a concentrada injustiça social também prolifera”.

Líderes pró-família, por outro lado, sustentam que a predominância de doenças relacionadas a sexo entre homossexuais é evidência clara de que as práticas homossexuais são um distúrbio. Por exemplo, num comentário para LifeSiteNews.com publicado no ano passado, J. Matt Barber declarou: “Ao admitir recentemente que o ‘HIV é uma doença gay’, Matt Foreman, que estava saindo de sua posição de diretor executivo da Força Tarefa Nacional Gay e Lésbica, reconheceu o que a classe médica sabe há décadas: o estilo de vida homossexual é extremamente perigoso e muitas vezes leva a doenças e até a morte”.

Veja cobertura relacionada de LifeSiteNews.com:

“Gay” Sex Kills
http://www.lifesitenews.com/ldn/2008/apr/08042101.html


Male Homosexual Sex Fuelling Spread of HIV in Asia, Warns World Health Organization
http://www.lifesitenews.com/ldn/2009/feb/09021708.html


High Occurrence in Africa of HIV among Homosexual Men Study Finds
http://www.lifesitenews.com/ldn/2009/jul/09072102.html

Traduzido por Julio Severo: www.juliosevero.com

Veja o artigo original aqui: http://www.lifesite.net/ldn/viewonsite.html?articleid=09082609

Copyright © LifeSiteNews.com. Este texto está sob a licença de Creative Commons Attribution-No Derivatives. Você pode republicar este artigo ou partes dele sem solicitar permissão, contanto que o conteúdo não seja alterado e seja claramente atribuído a “Notícias Pró-Família”. Qualquer site que publique textos completos ou grandes partes de artigos de Notícias Pró-Família ou LifeSiteNews.com em português tem a obrigação adicional de incluir um link ativo para “NoticiasProFamilia.blogspot.com”. O link não é exigido para citações. A republicação de artigos de Notícias Pró-Família o LifeSiteNews.com que são originários de outras fontes está sujeita às condições dessas fontes.

quinta-feira, setembro 10, 2009

Uganda: Sucesso na Luta Contra a SIDA

Aquando da sua visita a África, o enviado das Nações Unidas (o canadiano Stephen Lewis) foi fortemente crítico da campanha para a abstinência aplicada no Uganda, uma vez que a mesma reduziu o peso do preservativo na luta contra a SIDA (apesar de estar a ser muito bem sucedida). Aparentemente, apesar do programa estar a resultar, como o mesmo não se foca apenas e só no uso do preservativo, a organização que se dá pelo nome de Nações Unidas não está contente.

Joseph A. D'Agostino, do "Population Researcher Institute", sugere que o sucesso no combate a SIDA no Uganda "não é suficientemente bom para os oficiais das NU, cuja relação amorosa com o preservativo não conhece limites, e cuja raiva contra os EUA [de então] aumentou quando estes financiaram o seu próprio programa de combate a SIDA, em vez de entregarem o dinheiro às NU".

O Uganda (cuja campanha a favor da abstinência tem sido tão bem sucedida que a mesma pode ser comparada a uma vacina eficiente) reduziu as taxas de contágio do vírus HIV de 18% para 5-7%. Em qualquer outra área da sociedade, um comportamento que reduzisse a taxa de contágio de uma doença de 18% para 5-7% seria um sucesso, mas como o caminho proposto é um que envolve alteração de comportamentos sexuais (da promiscuidade para a responsabilidade), os secularistas das NU não estão contentes.

Nenhuma outra nação no mundo atingiu tamanho sucesso. (...) A maioria dos países africanos do sub-Sahara, seguindo o modelo pró-preservativo, continua a sofrer com o aumento das infecções com o HIV. Os inquéritos efectuados no Uganda mostram uma redução no sexo pré-marital entre os jovens e uma redução no sexo extra-marital entre os adultos. Resultado? Menos SIDA.

Lewis foi fortemente crítico do "Emergency Plan for AIDS Relief" (PEPFAR) proposto pelo então presidente George W. Bush, uma vez que o mesmo programa desviou o foco do uso dos preservativos, e focou-se no modelo adoptado pelo presidente do Uganda, Yoweri Museveni.

O envidado da NU descaramente afirmou:

Não tenho dúvidas nenhumas em afirmar que a crise de preservativos que se está a verificar no Uganda se deve à influência da PEPFAR. (...) A imposição de uma política defeituosa e fundamentada no dogma está a afectar o continente africano.
Errado, sr Lewis. A proposição (e não a imposição) de comportamentos sexuais responsáveis está a ser um sucesso no Uganda. A *imposição* de políticas pró-preservativo está a destruir vidas quando deveria estar a fazer exactamente o contrário.

O sr D'Agostinho comenta:

Isto é uma bizarra inversão da verdade que ameaça fazer um grave mal ao único programa no combate à SIDA/HIV que de facto resultou.
Até mesmo o Ministro da Saúde ugandês, Jim Muhwezi, diz que não há "falta de preservativos" no Uganda. Ele afirma:
Há uma bem coordenada campanha por parte daqueles que não querem usar outros métodos de combate à SIDA lado a lado com a promoção dos preservativos.

Em 2003 as próprias NU (United Nations AIDS agency - UNAIDS) admitiu que os preservativos têm uma desconcertante taxa de insucesso. O estudo revelou que os preservativos são ineficientes na luta contra o HIV em cerca de 10% das vezes que é usado. Esta admissão por parte das NU (que é bem inferior às conclusões chegadas por outros estudos que apontam para uma taxa de insucesso na ordem dos 50%) é um duro revés para os activistas a favor do controle da população, uma vez que os mesmos agressivamente e enganadoramente promoveram a comercialização dos preservativos no Terceiro Mundo como se eles fossem 100% eficientes.

D'Agostino enfaticamente afirma:

A abordagem das NU falhou e as suas próprias estatísticas assim o mostram. As taxas de HIV continuam a subir, e em certos países chegou aos 30%. (...) Duas décadas de educação sexual pornográfica e um maciço enviou de preservativos enviaram milhões de jovens africanos mais cedo para a campa.
No final dos tempos, Deus requerá cada uma dessas almas àqueles que enganadoramente propuseram "soluções" que eles mesmo sabiam que não funcionavam.

D'Agostino diz ainda:

Aparentemente atingir resultados não é o suficiente para os "grandes" da comunidade internacional.

As alternativas são: morte através do uso do preservativo ou nada.

Conclusão:

A tragédia da vida sem Deus é manifesta no proposição de "caminhos" e "soluções" que não resolvem nada. O sucesso do Uganda na promoção de estilos de vida responsáveis deveria ser uma luz em direcção a qual todos os paises que quisessem verdadeiramente combater a SIDA deveriam seguir, mas os "intelectuais" do mundo, a viver confortavelmente no mundo ocidental, totalmente ignorantes do que se passa em África, continuam a enviar preservativos como forma de combater a SIDA.

As suas próprias estatísticas mostram que as suas abordagens não funcionam, mas como a alternativa (abstinência, fidelidade, responsabilidade sexual, etc) não lhes interessa, eles continuam a promover o que eles empiricamente sabem que não funciona.

Deus tem um verso para tais "iluminados":

Dizendo-se sábios, tornaram-se loucos - Rom 1:22
Será possível um ser humano saber o caminho a seguir e propositadamente escolher o que ele sabe estar errado? Sim, é possível, e isso não é só visto no combate à SIDA. No que toca às nossas origens, o ser humano empiricamente observa a complexidade, estrutura, elegância e interdependência das formas de vida, mas, sabendo a verdade, prefere acreditar que tudo isso é fruto de forças aleatórias.

Não foi Deus os deixou sem evidências (porque a Palavra de Deus diz "Porquanto, tendo conhecido a Deus, não o glorificaram como Deus" - Rom 1:21), mas sim que as ramificações de tais evidências (sujeitar o seu comportamento à Lei de Deus) não lhes interessa.

Milhões de pessoas morreram e foram lançadas no fogo do inferno por terem seguido conselhos comportamentais vindos de entidades como a NU. Quantas dessas pessoas ainda estariam vivas se elas tivessem seguido aquilo que Deus diz?

Fugi da prostituição [fornicação]. Todo o pecado que o homem comete é fora do corpo; mas, o que se prostitui peca contra o seu próprio corpo. - 1 Co 6:18

Mas o corpo não é para a prostituição [fornicação], senão para o Senhor, e o Senhor para o corpo. -1 Co 6:13

Porque esta é a vontade de Deus: a vossa santificação, que vos abstenhais da prostituição [fornicação] - 1 Tess 4:3

O método do homem falha mesmo quando é bem usado. Repito, mesmo quando é bem aplicado, o método secularista falha. Alguns dizem 10% das vezes, mas outros dizem 50% das vezes. Isto indica que aquelas entidades que propõe o uso do preservativo (em oposição à abstinência, fidelidade e responsabilidade) são culpadas por todos aqueles que contrairam o vírus mesmo estando a usar a "protecção".

Por outro lado, o método de Deus funciona sempre que é aplicado.

Qual dos dois se deveria seguir?

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Vêr também:

1. Benefícios da Abstinência
2. O Insucesso Dos Métodos Humanos
3. Cientista de Harvard Afirma: Bento XVI tem razão

quarta-feira, setembro 09, 2009

Cientista de Harvard Afirma: Bento XVI tem razão

Mais uma vez o director do "AIDS Prevention Research Project" (Harvard) veio a público afirmar que Bento XVI estava correcto em relação às suas palavras em torno do preservativo e do combate à SIDA.

O Dr. Edward Green mencionou as palavras do Papa numa exposição que ele fez no passado dia 25 de Agosto, na 30ª Reunião Anual da "Rimini Meeting for Friendship Among the Peoples", promovida pelo movimento "Communion and Liberation".

"Como um cientista, eu fiquei espantado ao notar a proximidade das palavras do Papa em Março passado com as últimas descobertas científicas." afirmou o Dr. Green. "O preservativo não previne a SIDA. Apenas um comportamento sexual responsável pode controlar a epidemia."

"Quando Bento XVI disse que um comportamento sexual diferente deveria ser adoptado em África, uma vez que a colocação da nossa confiança nos preservativos na luta contra a SIDA não funciona, a imprensa internacional ficou escandalizada."

Em Março passado, o Papa Bento iniciou uma controvérsia global, enfurecendo os média, líderes mundiais, e até membros de igrejas, quando, durante a sua primeira visita pastoral a África, ele afirmou que os preservativos apenas agravam o problema da SIDA.

[A SIDA] é uma tragédia que não só não pode ser superada apenas pelo dinheiro, como também não pode ser superada pela distribuição de preservativos uma vez que esta práctica, ironicamente, apenas agrava o problema.

Entre os críticos notáveis encontram-se pessoas como o aborcionista Tony Blair, ex-primeiro ministro britânico. Curiosamente, o mesmo Blair, que se agregou a igreja Católica em Junho de 2007, e que ainda não repudiou a sua visão anti-vida, é uma pessoas cuja presença é esperada no evento Rimini deste ano.

As palavras de Bento XVI receberam, no entanto, a aprovação dos membros da hierarquia da Igreja, médicos católicos, e do próprio Dr Green.

Ao concordar com as palavras de Bento XVI, o perito no estudo da SIDA manifestou no entanto uma aprovação limitada ao uso dos preservativos.

O preservativo pode funcionar com indivíduos específicos, mas não serve quando se trata da situação de um continente. (...) Propôr-se o uso regular do preservativo como forma de combater a SIDA pode ter o efeito contrário.

O Dr Green apontou para o sucesso do método ABC adoptado no Uganda. As letras ABC significam "Abstain, Be faithful, and, as a last resource, use a Condom." (Abstém-te, Sê fiel, e em último caso, usa o preservativo)

O presidente pôde dizer a verdade ao seu povo, incluindo os jovens, nomeadamente, que em algumas situações, é necessário sacrifício, abstinência e fidelidade. Os resultados têm sido formidáveis.

Vêr também:

Papa Afirma que os Preservativos Não São solução no Combate à SIDA

Perito em SIDA de Harvard Afirma que o Papa está correcto ao Afirmar que a Distribuição de Preservativos Agrava o Problema da SIDA

sexta-feira, março 20, 2009

O Insucesso Dos Métodos Humanos

O ateu Ludwig comenta no seu blog as declarações do papa sobre a sexualidade e sobre o uso do preservativo. Como é "normal" entre os ateus, o Ludwig segue a forma normal de "defender" a sua posição:

1. Defende a "ciência", que nem sequer estava a ser atacada

2. Faz anúncios morais sobre a moralidade alheia, quando o seu ateísmo rejeita a moralidade absoluta.

3. Propóe que se siga um caminho que as evidências mostram ser falso.

De forma a vêr-se o "sucesso" de um programa social, deve haver dados que comparam o "antes" e o "depois".

No que toca à dominante aposta no uso do preservativo, qual é que tem sido o "sucesso"? Tem havido redução de novas pessoas a contrairem o virus ou não?

O único método que de facto funciona no combate à SIDA (e outras doenças sexualmetne transmitidas) é a mudança dos hábitos sexuais, o que inclui (entre outras coisas) fidelidade e abstinência. Curiosamente (ou talvez não), ambas são as que a Palavra do Criador contém.

Nada haveria de reduzir a SIDA mais depressa que o combate a promiscuidade e a promoção da abstinência. Mas o ser humano não quer isso. O ser humano quer é indulgir em cada vez mais anormais práticas sexuais (que incluem a bestialidade), e ter "liberdade" de copular com quem quiser, quando quiser, e onde quiser. Ninguém lhes diga para se controlar.

Depois de décadas a suportar o uso do preservativo, e sem aparentes resultados positivos, talvez seja a hora da humanidade experimentar método de Deus, o único que funciona sempre que é seguido (atenção à parte que diz "sempre que é seguido").

Vêr também:
Benefícios da Abstinência

sexta-feira, fevereiro 13, 2009

'Barebacking' cresce no Brasil e torna-se caso de saúde pública

via Roberto Cavalcanti de Roberto Cavalcanti em 07/01/09


Vagner Fernandes, Jornal do Brasil


RIO - “Procuram-se HIVs”. Impresso em um caderno de classificados dos jornais das grandes metrópoles, o anúncio não passaria despercebido. Do ponto de vista conceitual, HIV é uma sigla que desperta interesse e hostilidade, fascínio e medo, compaixão e ódio.

Estigmatizada até então como o acrônimo da morte, ela vem ganhando novos contornos etimológicos devido a um grupo de homens que praticam sexo com homens (os HSH), absolutamente crentes na teoria de que o vírus da Aids, se contraído numa relação sexual, pode trazer benefícios para seu cotidiano, libertando-o, de uma vez por todas, do uso do preservativo, aumentando o prazer, proporcionado uma liberdade só experimentada no auge da revolução sexual, na década de 70.

A teoria foi posta em prática. E tem nome: "barebacking" (derivado da palavra barebackers, usada em rodeios para designar os caubóis que montam a cavalo sem sela ou a pêlo).

O termo ficou conhecido internacionalmente como uma gíria para o sexo sem camisinha, praticado de preferência em grupo, em festas fechadas, por homens sorodiscordantes (HIVs positivos e negativos).

“Coisa de macho”, garantem os adeptos. O movimento cresce no Brasil, de forma assustadora, e tornou-se uma questão de saúde pública e motivo de preocupação social.

O Jornal do Brasil teve passe livre em dois desses encontros, batizados de bare party (festa bare).

É a primeira vez que um veículo de comunicação ingressa em reuniões nas quais o leitmotiv, ou fetiche, é praticar sexo com pessoas desconhecidas, que possam, acima de tudo, ser soropositivas. Às cegas, todos são guiados apenas pelo que sentem. E, para facilitar a comunicação, criaram um vocabulário próprio.

Festa da conversão

As orgias são chamadas de conversion parties ou roleta-russa. Entre os convidados, há os bug chasers (caçadores de vírus), o HIV negativo, que se lança ao sexo sem camisinha, e os gift givers (presenteadores), os soropositivos que se dispõem a contaminar um negativo.

São esses os responsáveis por entregar o gift (presente), o vírus. Quem participa de encontros bare confirma: o prazer sem barreiras é o que importa. Quanto à Aids, eles não encaram mais a doença como mortal, porém crônica, com tratamento à base do coquetel.

A contaminação, portanto, elimina o medo e apresenta uma perspectiva futura da naturalidade do contato pleno.

– Sou um barebacker assumido – dispara R. H., 31 anos, geógrafo e cientista social, com pós-graduação nas duas áreas.

– Eu odeio camisinha. Acho uma m... É terrível interromper o sexo para colocá-la. Acaba com o meu prazer. No mais, o bare, para mim, é um fetiche. Eu gosto, apesar de ter contraído o vírus da Aids numa festa. Mesmo assim, faria tudo de novo. Não me arrependo.

A declaração aterroriza, preocupa. E só mesmo ingressando no singular mundo dos barebackers para comprovar o que depoimentos, documentários, teses, livros e outros elementos que abordam o tema tentam desvendar ou explicar.

Na maioria das vezes, não conseguem. O que se testemunha numa festa bare está além da imaginação humana, supera os delírios e o surrealismo de Fellini em obras como Satyricon, ultrapassa a sordidez e o ceticismo pasoliniano em Saló ou 120 dias de Sodoma. Não há limites. De verdade.

A constatação pôde ser feita em encontros programados para homens de grupos sociais distintos. Na Ipanema da bossa nova, de gente chique “pulverizada” de Dior, Prada, Gucci, Kenzo, Gaultier e Armani, a reunião começa às 22h num casarão de uma das mais movimentadas e conhecidas ruas do bairro.

A mansão, de três andares, é fechada especialmente para a ocasião. O décor é sofisticado. No primeiro pavimento, paredes brancas contrastam com sofás vermelhos. TVs de plasma 42' exibem clipes de Madonna, Beyoncé, Cher, Christina Aguilera ou filmes com astros e estrelas de Hollywood.

As luminárias brancas rebatem a luz dicróica contra a parede, gerando clima de aconchego, e o bar, com bebidas importadas em sua maioria, está sempre livre. Ninguém fica sobre balcão. Não há tumulto. Claro, é uma festa para pessoas escolhidas a dedo, para poucos, no máximo 60 convidados, informados por e-mail.

Há regras, e elas são claras. É condição sine qua non ficar nu ou no, máximo, com uma toalha (cedida pela produção do evento) amarrada na cintura. Quem se recusa é convidado a se retirar.

Outra exigência: o sexo tem de ser praticado nos ambientes comuns de convivência. Ou seja, nada de se trancar em banheiro, em cozinha, em quarto. Ali, todos estão para ver e serem vistos.

E o ritual começa na entrada, quando os participantes tiram a roupa e guardam as peças em um armário, trancado com chave numerada. O funcionamento é semelhante ao de termas, masculinas ou femininas.

A medida, na verdade, serve para evitar a circulação com dinheiro e cartões de crédito. É precaução. Os que desejam consumir bebidas ou aperitivos, apenas transmitem ao barman o número assinalado na chave.

Os itens são lançados no computador e, no fim da festa, a conta é paga no caixa. O mecanismo lembra o adotado por boates e bares do eixo Rio–São Paulo, com suas tradicionais cartelas de consumação mínima. Só que numa festa bare, a bebida ajuda, os petiscos “fortalecem”, mas não são peças-chave para o divertimento.

Circulando pelos outros andares, a prova: na sala de vídeo, um jovem de cerca de 20 anos se entrega ao prazer, cercado por três homens.

Nenhum deles usa preservativo. A cena é chocante. O rodízio de papéis, durante o ato sexual, é comum nessas festas. Faz parte do jogo. O quarteto não frustra as expectativas dos voyeurs reunidos na porta da sala.

Como “astros do sexo”, diante de câmeras e de uma equipe de produção, atuam com vontade em uma performance longa, nada convencional, sem limites. Quem se propõe a ficar sob os holofotes sabe o risco que corre.

Mas é a sensação de perceber a adrenalina disparar e o coração bater aceleradamente devido ao unsafe sex (sexo inseguro) sem pudores e em público que os impulsiona.

Um deles podia ser gift giver e os outros bug chasers. Ou vice-versa. A probabilidade de o gift (o vírus) estar ali, entre eles, era grande. Ninguém se importava.

Quando terminou a primeira das muitas rodadas de sexo, o boy toy lover (brinquedo sexual) do trio foi jogar paciência em um dos quatro computadores, com internet liberada, instalados no segundo andar.

– As pessoas perdem a noção do perigo em busca do prazer – explica Jorge Eurico Ribeiro, 40 anos, coordenador de Estudos Clínicos da Fiocruz.

– E o conceito de barebacking se perdeu. Originária da Califórnia, a proposta é a de festas em que um ou mais participantes, sabidamente positivos, são convocados por um produtor para praticar sexo com os convidados sem o uso de preservativos. Todos têm ciência de que, na reunião, há portadores de HIV. O fetiche consiste exatamente na possibilidade de contrair ou não o vírus. Só que, atualmente, há quem acredite que as festas bare são simplesmente um evento para o sexo sem camisinha com participantes negativos, o que é um grande equívoco.

Ribeiro analisa que os barebackers que não apresentam o raciocínio da conversão imaginam, de fato, que, uma vez soronegativos, se limitarem seus relacionamentos com pessoas igualmente soronegativas, estarão fora do risco. Definitivamente não estão.

Há o espaço de tempo de variável (conhecido como janela imunológica) em que um indivíduo já contaminado pelo HIV pode ter resultados de exames laboratoriais de soronegatividade, ou seja, resultados falso-negativos. Testes HIV não são tão matemáticos como se supõe.

No Brasil, o obscuro universo do barebacking é pouco discutido publicamente por especialistas em sexualidade humana. Ainda não há estudo com precisão estatística sobre o número de praticantes, independente de orientação sexual.

No entanto, os relatórios do Ministério da Saúde com dados de infectados pelo HIV, de 1980 a junho de 2008, dão a pista. Os casos acumulados de Aids no país nesse período foram 506.499. Desses, 333.485 (66%) são homens e 172.995 (34%), mulheres. Em 2007, registraram-se 33.689 novos portadores.

Homo, bi ou hetero, todos praticaram sexo sem camisinha. A irresponsabilidade tem preço. E alto. Dos cofres públicos do governo federal saem cerca de R$ 1 bilhão por ano para tratamento exclusivo de soropositivos. Um paciente consome de R$ 5.300 a R$ 26.700 por ano. Cerca de 20 mil pessoas infectadas iniciam tratamento com anti-retrovirais no país, anualmente.

– Sinceramente, não me preocupo com essa questão e nem me sinto culpado. Não estou nem aí em ser um ônus para o governo – enfatiza R. H.

O Federal Health Research (centro de pesquisas de saúde), órgão governamental americano, divulgou recentemente a informação de que muitos homens com comportamento homossexual, bem como agentes de prevenção contra o HIV, confirmaram que a prática de sexo inseguro está se tornando cada vez mais comum.

Um estudo com 554 homens assumidamente homo ou bissexuais, residentes na Califórnia, apontou que 70% estavam familiarizados com o termo barebacking e que 14% já o haviam praticado, muitos em relacionamentos extraconjugais.

De acordo com a pesquisa, dos homens HIV positivos que participaram do estudo, 22% declararam ser barebackers e 10% dos negativos também tinham feito sexo inseguro nos últimos dois anos.

Não há informações sobre qual o número de pessoas em geral (homo, bi ou hetero) que pratica sexo inseguro nem sobre que motivos as levariam à auto-exposição.

Interesse dos jovens

Nas principais metrópoles, o fenômeno tem chamado a atenção de jovens. Comunidades sobre o tema se espalham por sites de relacionamento como o Orkut. No Rio e em São Paulo, a adesão ganha força.

Na indústria pornô, os filmes bare são os mais procurados. No YouTube, as postagens com cenas de sexo sem o uso de preservativos lideram o ranking das mais assistidas. Muitos dos que não praticam ou não têm coragem para fazê-lo buscam o prazer lançando mão de DVDs ou de vídeos na internet. O conceito de barebacking se dissemina.

– Colocar-se frente à possibilidade de contágio do HIV por meio do barebacking traz motivações psicológicas que podem ir do sadismo ao masoquismo. A possibilidade de uma relação sexual mais livre, com maior contato íntimo e afetivo pode estar encobrindo uma caráter suicida – avalia Paulo Bonança, sexólogo e psicólogo, membro da Sociedade Brasileira de Estudos da Sexualidade Humana e da Associação Brasileira para o Estudo da Inadequação Sexual.

Risco assumido

HIV positivo, o administrador T.W., 45 anos, ratifica a análise de Bonança. Para ele, os adeptos do movimento sabem os riscos da superexposição e, alguns, ressalta, desejam o contágio conscientemente:

– Quem pratica sexo sem preservativo não pode ser considerado ingênuo. Tenho um amigo casado com soropositivo. Ele pediu ao parceiro que o contaminasse. Disse que era por solidariedade, mas acho que é masoquismo.

As observações de Bonança e T.W. foram comprovadas pelo JB em outra festa com a mesma proposta. Dessa vez, na Zona Oeste, a mais de 60 km da reunião em Ipanema.

O encontro, realizado mensalmente em um sítio, é batizado de Vale Tudo e está em sua 17ª edição. De sunga, de cueca ou nus, exigência para entrar, os participantes se divertem ao som de funk. Dos inocentes à la Perlla aos proibidões, compostos pela “galera da comunidade”. Agora não há TVs de plasma, luz ambiente, bebidas ou petiscos sofisticados. Computador?

Nem pensar. É uma zona praticamente rural. O bar improvisado oferece cerveja em latão, sopa de ervilha, salsichão na brasa, batata frita na hora e campari. O sexo, claro, também é praticado sem timidez.

Na varanda do casarão, na sala, nos quartos, na piscina, na grama. O produtor avisa, na entrada, que os preservativos estão disponíveis.

Percebe-se o zelo pela prevenção. A maioria, no entanto, dispensa, sobretudo em se tratando de sexo oral.

As situações são muito parecidas com as da festa na Zona Sul. Geralmente, dois dão o sinal verde e, em poucos instantes, como num formigueiro, três, quatro, cinco ou dez estão reunidos em busca do prazer.

Há um ano e meio, Igor (codinome de J.C., 42 anos, professor dos ensinos fundamental e médio) produz em sociedade com Renato (A.F, 40 anos, militar), a Vale Tudo.

Garante que o encontro não incentiva o bare, é freqüentado só por maiores e que o uso de drogas é proibido. Esses são dois de cerca de 20 itens de uma espécie de manual enviado por e-mail aos convidados.

Ainda está registrado na mensagem:

- Sexo liberal entre todos. A formação de casais ou grupinhos é censurada. Estamos numa orgia e não num consultório matrimonial.

– Menor, cocaína, ecstasy, crack, maconha ou qualquer outra droga são vetados. Mas sempre há os que usam discretamente. Como posso controlar o que os convidados fazem? Se eu vir, peço que se retirem. Mas não vou colocar seguranças. Isso desconfiguraria a proposta da festa. São adultos. Cada um é responsável por seus atos – frisa Igor.

Mesmo sem ser em orgia, quem não usa proteção é 'barebacker'

A prática do sexo sem o uso de preservativo continua a conquistar novos adeptos. As campanhas milionárias do Ministério da Saúde sobre o tema não têm sido lá tão eficazes como deveriam.

E apesar do conceito de barebacking estar associado a orgias freqüentadas por homens que praticam sexo com homens, qualquer pessoa, independentemente de orientação sexual, que busca o prazer sem lançar mão de camisinha é um barebacker.

Também corre o risco de ser infectado, ainda que não seja um participante assíduo das conversion parties, as polêmicas e inconseqüentes festas de roleta-russa, nas quais os convidados brincam com a possibilidade de contrair o vírus HIV.

- Como expliquei, a conceituação de barebacking se transformou ao longo dos anos – ressalta Jorge Eurico Ribeiro, coordenador de Estudos Clínicos da Fiocruz.

– Todos os que praticam sexo sem preservativo, seja homo, bissexual ou hetero, podem ser considerados, atualmente, um bare.

Risco permanente

Ribeiro destaca a necessidade de de todos os que se lançam ao sexo sem camisinhas refletir sobre o polêmico tema e as conseqüências da prática. Os familiarizados com o termo e o movimento partem para o simples "sou contra" ou "sou a favor", estabelecendo-se, assim, dois lados que se mostram inconciliáveis justamente pela falta de consenso sobre a inconseqüência com que muitos homens praticam o unsafe sex. A discussão vai além.

- É importante se informar, pensar e decidir o que se pretende com isso. Ter uma vida saudável passa longe do exercício do bare. A decisão, claro, é exclusivamente pessoal. Da mesma forma que escolheram a orientação sexual, podem assim decidir o que fazer com o próprio corpo - assinala

Números divulgados pelo Ministério da Saúde sedimentam a análise do pesquisador. Em 1996, no Brasil, o índice de heterossexuais com mais de 13 anos contaminados pelo HIV era da ordem de 22,4% do total de 16.938 infectados.

Até junho deste ano, esse percentual saltou para 45,7%. Entre os homo/bissexuais houve uma redução de 32,5% (em 1996) para 27,4% (junho de 2008).

Preço mais alto

Garoto de programa desde 2005, Gabriel Chaves, 22 anos, afirma ser heterossexual e ter namorada. Mas assume que, quando um cliente oferece um valor maior do que o cachê estabelecido para praticar sexo sem preservativo, não pensa duas vezes:

– Tem uns que dobram ou triplicam o valor. Eu não tenho como recusar. Com mulher também é assim. Há homens que pagam mais para transar com elas no pêlo. É um risco, mas eu, por exemplo, procuro conversar antes e, aos poucos, perceber a qualidade do cliente – conta.

Gabriel não foge à regra dos barebackers e poderá fazer parte da estatística no futuro. Embora se autodenomine heterossexual, integra o grupo HSH (Homens que praticam sexo com Homens).

Há 12 anos, o percentual de HSHs infectados era de 24%. Uma década depois, em 2006, eles já somavam 41% do total de soropositivos naquele ano.

Aumento dos índices

Em 2004, a Pesquisa de Conhecimentos, Atitudes e Práticas Sexuais do Ministério da Saúde apontou que o índice estimado de HSHs no Brasil, entre 15 a 49 anos, era da ordem de 3,2 % da população, ou cerca de 1,5 milhão de pessoas.

A partir dessa base populacional, a pesquisa calculou a taxa de incidência da Aids nesse grupo. Foram constatados 226,5 casos para cada 100 mil pessoas. Esse índice é 11 vezes maior do que o da taxa da população geral (de heteros), que é de 19,5 casos por grupo de 100 mil.

O crescimento no número de casos, sobretudo entre os homens, está relacionado ao fato de que toda uma geração, que jamais havia tido contato direto com a Aids, atingiu uma faixa etária sexualmente ativa. Bombardeados por campanhas em favor do uso do preservativo, acabaram desenvolvendo uma certa "imunidade" a elas, crendo que a doença não é um "bicho tão feito quanto pintam".

Quando remédio é desculpa para ficar doente

Difundida principalmente nos Estados Unidos (Califórnia, em primeiro lugar) e na Europa, a prática do barebacking é polêmica.

Os adeptos do bare alegam que, em função dos avanços atuais relacionados ao tratamento anti-HIV e à facilidade de acesso a ele, caso sejam contaminados não perderão em qualidade de vida.

- Temos os anti-retrovirais, medicamentos que inibem a reprodução do vírus e potencializam o sistema imunológico. Isso impede o surgimento de enfermidades oportunistas (Aids) - ressaltam.

Eles ainda defendem como ponto positivo para não abrir mão da prática o fato de a ansiedade e a angústia frente ao possível contágio pelo HIV desaparecerem, assim que se descobrem soropositivos. Isso é sinônimo de libertação, pois que o uso do preservativo passa a ser descartado.

O barebacker está à procura da relação sexual mais livre, com maior contato íntimo e afetivo. As conseqüências, no entanto, relacionadas à prática nem sempre se traduzem de forma positiva, como supõem seus praticantes. Anti-retrovirais não são os únicos responsáveis pela qualidade de vida de um HIV.

Quando expostos, de forma freqüente, a relações de alto risco, os soropositivos podem sofrer o que se chama de “recontágio”, uma nova contaminação, acarretando aumento da carga viral e desencadeamento de queda de imunidade e sintomas.

Além disso, têm grande chance de contrair outras DSTs, tais com sífilis. Isso, certamente, dificultará o tratamento.

“Montar a pêlo”, a tradução literal para barebacking, seria uma lenda urbana se não houvesse comprovação real da prática.

A terrível tendência de comportamento existe. Há, de fato, homens, na maioria homossexuais, que querem ser infectados pelo HIV e outros que têm o prazer de ajudá-los a tornar esse desejo realidade.

Psicólogos, antropólogos e sociólogos teorizam sobre distúrbios de comportamento ou disfunção social. Para o resto do mundo, não passam de estúpidos ou patéticos. (*)



(*) A notícia em questão nos mostra que o homossexualismo é um vício que pode ser capital. Este vício decorre do processo de animalização do ser humano. O ser humano, brutalizado em seus vícios, entregando-se a paixões das mais vergonhosas, coloca o prazer como prioridade número 1 de sua vida, não obstante o preço que venha a pagar. Muitas das vezes, o preço é sua própria vida a ser sacrificada por tais divertimentos.

E tais divertimentos, como sabemos, custam caro a todos nós, pois enquanto pessoas morrem com diabetes, câncer e outras doenças, as quais não procuraram através de seu estilo de vida, outras drenam recursos para tratar de doenças as quais procuram culposa ou dolosamente através de seus comportamentos egoístas e irresponsáveis, como dá conta a reportagem acima. Não há, pois, justiça em tratar isonomicamente estes dois grupos de pessoas, ou mesmo, como é feito, priorizar o tratamento das que procuram as doenças. Estes que se dispõem a contaminar terceiros dolosamente devem ser tratados como bandidos e serem impedidos por todos os meios posssíveis de proliferarem suas doenças.

Que o homossexualismo deveria ser encarado como um problema de saúde pública, disso não resta a menor dúvida, pois, como já demonstrado anteriormente, o homossexualismo é um vício mais perigoso e fatal que o próprio fumo. O homossexualismo não é, porém, apenas um problema de saúde pública, mas um problema de cunho moral que requer profilaxia social, como se daria por exemplo com a sua criminalização.

O que resulta de tais festas de 'barebacking' é que os bissexuais acabarão por infectar pessoas inocentes, como as esposas que não sabem do comportamento dúbio de seus parceiros. Por esta razão é que a AIDS entre heterossexuais cresce mais entre mulheres do que entre homens, se é que realmente existe contaminação sexual heterossexual pelo vírus, o que sinceramente não acredito.

A extensão do dano causado pelo homossexualismo, porém, é minimizada pelas políticas públicas de aceitação do vício em nome do controle de natalidade. Hoje, no Brasil, todos os partidos curvam-se às políticas de "combate à homofobia", que nada mais são do que de apologia homossexual.

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