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terça-feira, agosto 24, 2010

Pensar em Deus diminui ansiedade ao se cometer erros

Especialmente dedica aos bulistas - e ateus no geral - que propagam o mito de que ateus são "mais felizes" do que cristãos.

Original

Estudo publicado na revista Psychological Science mostra que pensar em Deus reduz o estresse que as pessoas vivenciam ao cometer erros. As informações são do EurekAlert!. Os pesquisadores mediram as ondas cerebrais em uma situação específica - a reação das pessoas ao saber que cometeram erros em um teste.

Aqueles que foram preparados com pensamentos religiosos tiveram uma resposta menos proeminente do que aqueles que não os receberam. “Cerca de 85% da humanidade têm algum tipo de crença religiosa”, afirma Michael Inzlicht, que conduziu o estudo ao lado de Alexa Tullett. Ambos são da Universidade de Toronto Scarborough. Os pesquisadores mostraram que, quando as pessoas pensam em religião e em Deus, o cérebro delas responde de uma forma diferente - elas reagem com menos sofrimento e ansiedade após cometerem erros.

Antes de passar por um teste de computador com alto índice de erros, parte dos participantes tinha escrito sobre religião, ou completado um jogo de palavras-cruzadas com termos relacionados a Deus. Os exames mostraram que a actividade cerebral desses voluntários era reduzida no córtex cingulado anterior, área associada à excitação e que gera um alerta quando as coisas dão errado.

O curioso é que ateus reagiram de forma diferente: quando eram estimulados a pensar em assuntos relacionados a Deus, a actividade do córtex cingulado anterior deles aumentava. Os pesquisadores sugerem que, para pessoas religiosas, pensar em Deus pode fornecer uma maneira de ordenar o mundo e explicar eventos aparentemente aleatórios, o que reduz a angústia. Em contrapartida, para os ateus, os pensamentos sobre Deus podem contradizer o sistema de significados abraçado por eles e, assim, causar-lhes ainda mais sofrimento.

Pensar em religião traz calma quando se está em um incêndio e torna as pessoas menos angustiadas ao cometerem um erro”, diz Inzlicht.

Segundo ele, há evidência de que pessoas religiosas vivem mais tempo e tendem a ser mais felizes e saudáveis, mas ainda faltam conclusões mais precisas.

Os ateus, no entanto, não devem se desesperar. Os pesquisadores acreditam que a redução do sofrimento pode ocorrer não apenas quando se pensa na religião, mas quando se fornece qualquer tipo de estrutura para compreender o mundo. Portanto, os ateus poderiam ter se saído melhor no estudo se tivessem sido estimulados a pensar em suas próprias crenças antes de fazer o teste.

(UOL)


Nota: Mas que “crença” ateia poderia ajudar os ateus a compreender o mundo? Há questões transcendentes para as quais o pensamento naturalista/materialista não fornece nem sombra de resposta.

Essa pesquisa parece reflectir as palavras de Agostinho, quando disse que “nossos corações não repousam até que encontrem repouso em Ti”. Leia o Salmo 51 para verificar o efeito do perdão na vida de uma pessoa verdadeiramente arrependida.

Fomos criados por Deus e para Deus. Ele é um Pai de amor que quer nos dar descanso e aliviar nossos fardos de culpa (cf. Mt 11:28). Basta apenas irmos a Ele arrependidos e pedir perdão.[MB]

terça-feira, agosto 03, 2010

terça-feira, julho 13, 2010

Estudo da Universidade Fordham fornece ‘evidência empírica’ das iniciativas de mudança da orientação sexual

O lobby homossexual e os heterossexuais que suportam o comportamento homossexual alegam frequentemente que "não se pode mudar a orientação sexual" e que todas as tentativas a esse nível estão condenadas ao "fracasso".

Como sempre acontece com ideologias baseadas no ateísmo, o que elas dizem contradiz as observações.

É possível abandonar o comportamento homossexual tal como é possível deixar de consumir álcool ou deixar de tomar drogas leves ou pesadas. Tanto o primeiro como os últimos são comportamentos, e como comportamentos que são, podem muito bem ser alterados. Claro que nem sempre é fácil, mas os dados científicos mostram que é possível.

Hilary White
(Notícias Pró-Família) — Pesquisadores da Universidade de Fordham em Nova Iorque publicaram um estudo na edição de março do Journal of Men’s Studies (Revista de Estudos Masculinos), mostrando que homens homossexuais que buscam mudar sua “orientação” por meio do desenvolvimento de relacionamentos não sexuais saudáveis com outros homens podem obter resultados positivos.
De acordo com a Associação Nacional de Pesquisa e Terapia da Homossexualidade (cuja sigla em inglês é NARTH), o estudo fornece “valiosa evidência empírica” das predominantes pesquisas psicológicas que apóiam fatores ambientais como a causa da homossexualidade.
O estudo, feito pelo Dr. Elan Y. Karten e pelo Dr. Jay C. Wade, examinou as “características sociais e psicológicas” de homens que experimentam atrações homossexuais indesejadas e que buscam “iniciativas de mudança de orientação sexual” (IMOS).
Investigando essas características em casos de “mudança declarada pela própria pessoa que mudou”, Karten e Wade revelaram que clientes relataram que experimentaram “uma redução de conduta e sentimentos homossexuais, um aumento em conduta e sentimentos heterossexuais e uma mudança positiva no funcionamento psicológico” com IMOS.
Os pesquisadores descobriram que os fatores mais importantes que se correlacionam ao êxito da mudança de orientação eram “reduzido conflito em expressar afeição não sexual com outros homens, casamento com uma mulher e a sensação de desconexão com homens antes do tratamento”.
A NARTH comentou que os fatores como “reduzido conflito em expressar afeição não sexual com outros homens” fornece a “evidência empírica de que os pensamentos e sentimentos homossexuais são muito influenciados por fatores sociais e psicológicos”, em vez de serem predeterminados biologicamente.
A NARTH também observou que o estudo demonstrou que há um crescente volume de literatura em voga que está “começando a dar voz” ao valor das IMOS.
“Embora tal pesquisa seja considerada politicamente incorreta, Karten e Wade têm de ser elogiados por sua coragem de investigar tais questões, e a Universidade de Fordham tem de ser igualmente elogiada por patrociná-lo”.
“A Revista de Estudos Masculinos merece elogios por sua integridade em publicar pesquisas honestas, independente do sentimento político popular. Talvez outras revistas e publicações acadêmicas sigam o exemplo”, acrescentou Erwin.
Iniciativas para ajudar aqueles que sofrem de atrações indesejadas de mesmo sexo são amplamente denegridas nos meios de comunicação e principalmente pelas organizações homossexuais que afirmam que elas não são nada mais do que fanatismo religioso, ou “homofobia”. Mas alguns têm apontado para o fato das incoerências internas na teoria popularmente aceita de que os homossexuais tenham “nascido desse jeito” e que a homossexualidade é meramente uma variação da conduta humana normal.
A polêmica colunista conservadora americana Ann Coulter, escrevendo sobre a reação dos meios de comunicação à manifestação mais recente dos escândalos de abuso sexual da Igreja Católica, disse que a acusação de que é a norma do celibato clerical que “faz com que” padres cometam abusos sexuais contra rapazes e meninos contradiz a teoria determinista da homossexualidade.
Ela escreveu: “Se a culpa é do celibato, essa é uma descoberta sensacional, que merece ganhar um Prêmio Nobel, pois joga por terra anos de besteiras esquerdistas. Em todas as outras circunstâncias, ameaçam-lhe a pena de morte se você sugerir que a conduta sexual não é determinada no nascimento ou que gays podem ser ‘curados’. Agora os esquerdistas estão apregoando a ideia de que padres gays poderiam ter sido curados pelo casamento!”
Traduzido por Julio Severo: www.juliosevero.com
Veja também este artigo original em inglês: http://www.lifesitenews.com/ldn/2010/apr/10042103.html

segunda-feira, julho 05, 2010

Fé ajuda na prevenção de doenças cardiovasculares

A pesquisa feita nos Estados Unidos concluiu que a fé pode ajudar a reduzir sintomas como ansiedade, depressão e estresse, além de mudar hábitos como parar de beber e fumar. A discussão já chegou ao meio acadêmico.

Durante 31 anos, médicos americanos acompanharam 6.500 pacientes e constataram que a fé os ajudou na prevenção de doenças do coração. “Pode variar de 25% a 35% a redução nessas taxas de mortalidade cardiovascular, mas desde que o seguimento seja longo, o seguimento de ideias seja de 15, 20, 30 anos”, explica Álvaro Avezum Júnior, cardiologista.

Segundo os cardiologistas dos sete últimos estudos internacionais envolvendo crença x saúde, seis mostram que quando a pessoa exercita a espiritualidade, a chance de morrer por causa de problemas cardiovasculares diminui.

Um dos estudos avaliou quase quatro mil idosos. Os que frequentavam alguma reunião religiosa tiveram 40% na redução da taxa de pressão alta.

Os médicos dizem que a religiosidade ajuda a reduzir a produção de adrenalina e cortizol, um hormônio que está presente nos momentos de estresse e depressão, fatores de risco de doenças como infarto e derrame.

O enfrentamento de situações estressoras, com quaisquer fatores, e um deles é a religiosidade, atenuaria e a pessoa conseguiria gerenciar melhor o problema que está na frente dela”, informa o cardiologista. [...]

A oração, a fé podem ajudar mesmo, mas os cardiologistas reforçam que o paciente que tem algum problema de saúde precisa tomar remédio direitinho e fazer exames regularmente, seguindo sempre as orientações médicas.

(Jornal Hoje)

segunda-feira, junho 14, 2010

Associação de Terapeutas da Califórnia é pressionada a expulsar membros que tratam homossexualidade indesejada

Os que buscam tolerância são agora os intolerantes. Porque é que isto não surpreende?

Uma coisa é haver pessoas que gostem da vida homossexual e a queiram viver de forma pessoal. Outra completamente distinta é a existência de um lobby que luta contra o DIREITO que todo o homem ou mulher tem de procurar ajuda profissional para voluntariamente tentar sair do estilo de "vida" homossexual.

Para os activistas homossexuais isto é inadmissível e como tal pressionam os grupos profissionais. Que tal isto como exemplo de tolerância?

Kathleen Gilbert
SAN DIEGO, Califórnia, EUA, 3 de maio de 2010 (Notícias Pró-Família) — Terapeutas pró-família da Califórnia estão se esforçando para persuadir a maior associação de terapeutas do estado a permanecer firme contra as exigências de suprimir ou expulsar membros que buscam ajudar clientes com atração indesejada de mesmo sexo.
LifeSiteNews.com (LSN) noticiou em março que a Associação de Terapeutas de Casamento e Família da Califórnia (ATCFC) já se submeteu às exigências do movimento de militância gay para se retratar de artigos na revista da organização que apoiavam as perspectivas tradicionais sobre casamento e sexualidade, pedir desculpas por elas e condená-las como “homofóbicas”, e apresentar documentos legais se opondo à proibição de “casamento” gay da Califórnia.
Declarando que havia sido neutral em questões políticas desde o seu começo, a ATCFC havia até expressado choque com as “táticas intimidatórias” dos grupos gays de pressão política, antes de se submeter aos militantes. A submissão tem sido tão completa que a mais recente conferência anual da ATCFC em abril foi em grande parte dominada por seminários que celebravam a homossexualidade.
A organização está agora sob pressão para proibir totalmente a prática da terapia reparativa para clientes com atração indesejada de mesmo sexo, e expulsar quaisquer terapeutas que pratiquem tal terapia. A filial local da ATCFC em East Bay já divulgou uma declaração que afirma claramente que a terapia reparativa não apresenta nenhum “benefício permanente” e só causa “danos”, e está pressionando a organização estadual a adotar posição semelhante.
Numa carta apresentada ao diretor executivo e ao conselho administrativo da ATCFC no mês passado, 40 terapeutas pró-família da entidade Terapeutas que Adotam a Liberdade Religiosa (TALR) expressaram preocupação que sua liberdade religiosa está sendo colocada em perigo pelas recentes ações da organização. Ao se submeter às exigências dos grupos gays de pressão política, disse a entidade, “a liderança da ATCFC chegou perigosamente perto de marginalizar os terapeutas e clientes que são de meios religiosos tradicionais”.
Além disso, a entidade apontou para o fato de que a condenação generalizada que a ATCFC de East Bay fez da terapia reparativa foi “muito tendenciosa e incompleta”. “Embora focalizando na descoberta da APA de que alguns clientes acham as terapias prejudiciais, não se faz nenhuma menção do fato de que a APA também relatou que alguns clientes acham essas terapias úteis”, comentaram eles. Na sua página de Facebook, TALR indicou www.mychoicemytherapy.com, um site recentemente publicado por clientes da terapia reparativa que dão testemunho de sua eficácia.
Os terapeutas pediram à ATCFC que divulgue orientação para proteger a liberdade religiosa quando os valores dos clientes e pacientes entrarem em conflito, e publique um artigo sobre o problema de discriminação religiosa e um sobre o benefício da terapia reparativa, entre outros pedidos.
“Se o diálogo não for mais possível na revista The Therapist, e se o diálogo não for mais possível na lista de correspondência moderada da ATCFC”, disse a entidade, “estamos assustados que diálogo honesto e justo será suprimido da organização como um todo.
“Se as pessoas religiosas estão sendo censuradas e/ou injustamente atacadas quando se expressam em público sobre essas questões, nos encolhemos de medo só de pensar o que poderia estar ocorrendo por trás de portas fechadas em todo este estado”.
Um estagiário da ATCFC e co-fundador da TALR disse que a entidade apresentou à liderança da ATCFC testemunho profissional da eficácia da terapia reparativa, bem como cartas de clientes que haviam se beneficiado de tal terapia, na mesma época da carta deles. O estagiário disse para LifeSiteNews.com (LSN) que o conselho administrativo está “sendo muito misterioso” em sua resposta até agora.
A entidade confrontou a ATCFC em sua decisão de permitir que a terapeuta Lisa Maurel, que pediu para que os profissionais da terapia reparativa fossem expulsos da associação, falasse na conferência da ATCFC com foco na “diversidade” LBGT. A diretora executiva Mary Riemersma respondeu que, nas palavras do estagiário da TALR, “só porque alguém é uma apresentadora, isso não significa que nós na ATCFC concordamos com tudo o que ela diz”. Até o momento da publicação desta matéria, Riemersma não respondeu ao pedido de LSN por comentários.
O estagiário disse que a resposta da liderança foi hipócrita.
“Parece realmente incoerente dizer: estamos convidando alguém para ser apresentadora em nossa conferência anual, e o que ela diz não precisa ser factual ou acurado, mas nós eliminamos oito artigos de nossa revista porque não eram acurados e não eram factuais”, disse ela. “Não estamos engolindo essa resposta”.
A TALR espera que a ATCFC se decida numa posição com relação à terapia reparativa em sua reunião de diretoria de 12 de junho. Enquanto isso, terapeutas pró-família estão sofrendo pressões de membros homossexualistas da CAMFT que ficaram sabendo da carta da TERF.
“O outro lado está fazendo pressão, eles descobriram sobre nossa carta”, disse o estagiário. “Nesse ponto a ATCFC está sendo pressionada de ambos os lados, e só será uma questão de… quem é o mais convincente, ou quem é o mais estridente”.
O Dr. Jerry Harris, profissional particular de terapia de casamento e família há 30 anos, foi o autor de um artigo retirado da The Therapist que discutia a importância da terapia reparativa para indivíduos com atração de mesmo sexo.
“Há pessoas, quer sejam homens ou mulheres, que têm sentimentos, sentimentos de mesmo sexo, e elas não gostam desses sentimentos”, Harris disse para LifeSiteNews.com numa entrevista por telefone. “Nem todo mundo quer esses sentimentos, nem todos querem estar no estilo de vida gay… e essas pessoas deveriam ter a opção de ter alguma terapia para ajudar a resolver esses sentimentos”.
A prática de rotular profissionais de tal terapia como “homofóbicos”, ele disse, “não ajuda”. “Não creio que sou homofóbico — mas quando alguém que me rotula como isso, isso de certo modo acaba com o debate”, disse ele, “porque eles não querem se envolver no modo como me sinto, ou como creio, e por que sinto ou creio, eles só querem me descartar”.
Harris disse que sentia que as pressões dos grupos homossexuais estavam violando a integridade do campo psicoterapêutico. “É uma coisa extremamente política em que a ATCFC está entrando”, ele disse. “Não temos pesquisas suficientes em ambos os lados da estória”
Mas o nível de intimidação usado pelos grupos homossexuais de pressão política para avançar a agenda, indicou Harris, ameaçou sufocar todo diálogo na questão.
“Não tenho ouvido de conselheiros religiosos escrevendo aos gays e lhes dizendo como eles são terríveis, mas em boa parte do tempo é exatamente o contrário”, disse ele. “E as pessoas estão ficando muito intimidadas por aí. É por isso que é difícil atrair as pessoas para o nosso lado do argumento, se quiser, para se aproximar. Elas estão com medo de incômodo, de serem rotuladas como ou homofóbicas ou injustas ou incompetentes… ou [medo] de enviarem um cliente teste para ver o que você vai dizer. Há todos esses tipos de temores por aí”.
Veja a cobertura relacionada de LifeSiteNews.com:
Gay 'Marriage' Activists Forcing Pro-Family Views out of Califórnia Therapist Association
http://www.lifesitenews.com/ldn/2010/mar/10031511.html
Traduzido por Julio Severo: www.juliosevero.com
Veja também este artigo original em inglês: http://www.lifesitenews.com/ldn/2010/may/10050314.html

Artigo Mostra Forte Ligação Entre Homossexualidade e Pedofilia

Por John-Henry Westen

Um artigo vital produzido pelo director da "Human Life International Research", o sr Brian Clowes, praticamente acabou com o debate no que toca à questão se a homossexualidade entre os padres é a causa primária para o abuso de crianças. Citando numerosas pesquisas, Clowes demonstra que a homossexualidade está fortemente conectada ao abuso sexual de menores, e que o celibato não é a causa de pedofilia.

Os estudos citados por Clowes incluem:

1. O homossexual Alfred Kinsey, o pesquisador sexual americano de maior proeminência, descobriu em 1948 que 37% de todos os homens homossexuais admitiu ter tido relações sexuais com crianças com idades inferiores a 17 anos.

2. Um estudo recente publicado nos Arquivos do Comportamento Sexual verificou que "As melhores evidências epidemiológicas indicam que apenas 2,4% dos homens atraídos por adultos preferem outros homens. Em contraste, cerca de 25-40% dos homens atraídos por crianças preferem rapazes. Portanto, a taxa de atracção homossexual é 6-20 vezes mais alta entre os pedófilos."

3. Um estudo dos Arquivos de Comportamento Sexual observou que "Pedofilia parece ter uma associação superior às esperadas pelo acaso com outros dois estatisticamente infrequentes fenómenos. O primeiro deles é a homossexualidade ... Pesquisas recentes estimam que a prevalência da homossexualidade entre homens atraídos por outros adultos está na ordem dos 2%. Em contraste, a prevalência de homossexuais entre os pedófilos pode ser tão alto como 30-40%."

4. Um estudo no "Journal of Sex Research" notou que "... a proporção de agressores sexuais contra crianças do sexo masculino entre os homossexuais é substancialmente maior do que a proporção de agressores sexuais contra crianças do sexo feminino entre homens heterossexuais ... o desenvolvimento da pedofilia está mais conectada com a homossexualidade do que com a heterossexualidade.."

5. Um estudo levado com 229 pedófilos condenados pela lei publicado nos Arquivos do Comportamento Sexual descobriu que "86% dos agressores sexuais contra homens descreveu-se a si mesmo como homossexual ou bissexual."

Implicações?

Como psicólogos e teólogos tem vindo a público afirmar, o problema dos abusos de menores dentro das instituições cristãs não é um problema de celibato (nem é um problema dos rapazes estarem mais ao alcance dos abusadores) mas sim um problema de homossexuais pedófilos que usam a cobertura da igreja para abusar de rapazes.

O facto da imprensa secular recusar-se a investigar a relação entre a homossexualidade e a pedofilia revela que os seus ataques aos católicos não é baseado na busca da verdade, nem na defesa das crianças, mas sim em mais uma forma dos ateus tirarem proveito da situação.

Se eles verdadeiramente se preocupassem com o destino das crianças, eles seguiriam as evidências médicas e investigariam o união entre o comportamento homossexual e a pedofilia.

terça-feira, maio 25, 2010

Pessoas com forte fé religiosa tendem a valorizar mais a sua vida que ateus

Interessante.
Pesquisa nos EUA mostra que fiéis com doenças terminais pedem três vezes mais por tratamento intensivo do que os sem religião.

Um estudo de um instituto de tratamento do câncer nos Estados Unidos sugere que pessoas com fortes crenças religiosas lutam com mais intensidade contra a morte.

Pesquisadores do Instituto do Câncer Dana-Faber, de Boston, Massachusetts, acompanharam 345 pacientes com câncer em fase terminal até a hora de sua morte.

Eles afirmam que aqueles que rezavam regularmente pareciam querer que os médicos prolongassem suas vidas o máximo possível. De acordo com a pesquisa, pacientes com fortes traços religiosos tendiam a receber tratamentos intensivos para prolongar a vida três vezes mais do que aqueles que não eram tão religiosos.

A pesquisa também sugere que este tipo de cuidado intensivo, incluindo técnicas de ressuscitação, podem fazer com que a morte seja mais difícil.

"Estas descobertas precisam ser mais discutidas dentro das comunidades religiosas, e podem gerar mais reflexão daqueles que fornecem aconselhamento pastoral para pacientes com câncer em fase terminal", disse Holly Prigerson, que liderou a pesquisa.

O relatório dos pesquisadores americanos foi publicado na revista especializada Journal of the American Medical Association.

Entre os consultados, pouco mais de 30% concordaram com a afirmação de que a fé é "a coisa mais importante que faz você continuar".

Segundo os pesquisadores, era menor nesse grupo o número de pessoas que assinaram uma ordem proibindo os médicos o uso de técnicas de ressuscitação.

Outras pesquisas realizadas nos Estados Unidos mostraram que pessoas religiosas tendiam a apoiar o uso de cuidados intensivos nos últimos dias de vida. Entretanto, poucos estudos foram feitos para saber se estas pessoas recebiam estes cuidados.

Outros estudos afirmam que intervenções como cuidados intensivos nas últimas semanas e dias antes da morte podem reduzir a qualidade de vida do paciente.

Estudiosos da Escola de Medicina da Universidade de Pittsburgh descobriram que tratamentos como a respiração com ajuda de aparelhos e ressuscitação, alimentação com o uso de tubos e quimioterapia não paliativa estavam associados a mais sofrimento físico e psicológico. BBC Brasil - Todos os direitos reservados. É proibido todo tipo de reprodução sem autorização por escrito da BBC.

Tendo em conta que o estudo foi levado a cabo nos EUA, que é maioritariamente judaico-cristão, podemos concluir que é essa a visão do mundo que é aludida sempre que se fala em "religião". Isto mostra mais uma vez que, contrariamente ao que o ateu Clinton Richard Dawkins diz, a visão Bíblica do mundo produz muitos benefícios para a humanidade.

A vida é um dom, e aqueles que a tentam salvar estão a admitir que a sua vida tem valor. A Bíblia diz-nos que "um coração alegre é um bom remédio" (Provérbios 17:22) e isso é confirmado pela Medicina moderna. A atitude que nós adoptamos para combater uma doença pode ser decisiva para a superar. Se uma ideologia promove a que pessoas mantenham uma atitude positiva perante um problema físico ou psicológico isso é um ponto a favor para essa mesma ideologia.

Ao contrário do ateísmo, que é uma ideologia desesperante, a Bíblia mostra-nos que mantendo uma atitude vencedora sobre a doença aumentamos as hipóteses de superá-la.

Como se pode ver mais uma vez, o ateísmo é um problema social que deve ser exposto como tal.

Ver também:

1. Os Benefícios Socias do Cristianismo

2. Ir à igreja faz bem à saúde

3. Cientistas afirmam: Fé no Deus da Bíblia reduz ansiedade

4. Queres combater a depressão? A ciência diz para confiares em Deus

terça-feira, abril 27, 2010

Cardeal Bertone tem razão ao vincular pedofilia com homossexualidade, afirma psiquiatra nos EUA

Essencialmente o que o Cardeal disse foi que a maior parte dos padres acusados de abusar de crianças são homossexuais. Ele, contrariamente ao que alguns círculos homossexuais querem fazer passar, não disse que todos os homossexuais são pedófilos.

Agora alguns psiquiatras vem a público confirmar uma íntima ligação entre a pedofli

http://www.acidigital.com/noticia.php?id=18752

Dr. Richard Fitzgibbons / Cardeal Tarcisio Bertone

WASHINGTON DC, 20 Abr. 10 / 10:50 am (ACI).- O perito psiquiatra americano Richard Fitzgibbons, especialista no tratamento de sacerdotes que cometeram abusos contra menores, explicou que o Secretário de estado, Cardeal Tarcisio Bertone, tem razão ao vincular a pedofilia com a homossexualidade.

O Dr. Richard Fitzgibbons explicou à agência ACI Prensa que "os comentários do Cardeal Bertone se sustentam totalmente no estudo John Jay e na experiência clínica. De fato, todos os sacerdotes que tratei que estão envolvidos sexualmente com crianças estiveram envolvidos previamente em relações homossexuais adultas".

Desde 1988 este psiquiatra foi diretor do Comprehensive Counseling Center em West Conshohocken, Pensilvânia ele é também consultor da Congregação para o Clero.

Em uma carta que escreveu aos bispos em 2002, o Dr. Fitzgibbons explica que nos sacerdotes com estes problemas se podia apreciar "uma dor emocional profunda" durante a infância, problemas em sua relação com os pais, rechaço de seus semelhantes, falta de confiança masculina e pobre auto-estima. Estas experiências, assinalava o médico, faziam que os sacerdotes dirigissem sua tristeza e amargura contra a Igreja, seus ensinos em moral sexual e o Magistério.

A carta também afirma que este tipo de sacerdotes envolvidos em abusos de menores "negam com freqüência o pecado em suas vidas. Com freqüência rechaçam examinar sua consciência, aceitar os ensinos da Igreja em temas morais como guia de suas ações ou acudir regularmente ao sacramento da reconciliação".

Uma característica negativa destes presbíteros, diz o experiente psiquiatra, é "que também se negam procurar direção espiritual ou escolhem um diretor espiritual ou confessor, que abertamente se rebela ante os ensinos morais ou de sexualidade da Igreja".

Ao ser perguntado pela ACI Prensa sobre alguns novos dados da publicação da carta, o Dr. Fitzgibbons enfatizou o problema do narcisismo: "esta debilidade epidêmica da personalidade no ocidente predispõe aos indivíduos à ira excessiva, à própria adoração, à rebelião contra Deus e sua Igreja, particularmente em relação à moral sexual".

Ao explicar os dados do estudo dos investigadores do projeto John Jay, o psiquiatra assinala que 81 por cento das vítimas de abusos sexuais cometidos por membros do clero são crianças ou adolescentes varões. Destes, 51 por cento entre 11 e 14 anos, 27 por cento entre 15 e 17, 16 por cento entre 8 e 10; e 6 por cento abaixo de 7 anos.

Depois de assinalar que no caso de que existam sacerdotes com atração sexual por pessoas do mesmo sexo, é vital que eles recebam atenção psiquiátrica, o Dr. Fitzgibbons assegura que "observamos que muitos sacerdotes crescem em santidade e felicidade em seu ministério como resultado da cura de sua insegurança masculina sofrida quando eles foram meninos ou adolescentes, da solidão e da ira, e em conseqüência, também de sua atração pelo mesmo sexo".

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domingo, abril 04, 2010

Queres combater a depressão? A ciência diz para confiares em Deus

E disse o Senhor: "Tenho visto, atentamente, a aflição do meu povo, que está no Egipto, e tenho ouvido o seu clamor, por causa dos seus exactores, porque conheci as suas dores"
Êxodo 3:7

"Crença Num Deus que Se Preocupa [com a nossa vida] Melhora a Resposta ao Tratamento Médico para a Depressão".

Com este título para o seu artigo, a Science Daily praticamente refuta toda a conversa dos neo-ateus sobre os "malefícios" da religião. Se a religião no geral (e o cristianismo em particular) é assim tão má para o ser humano, como é que se explica que a crença no Deus da Bíblia tenha efeitos psicológicos e mentais tão benéficos?

Um estudo levado a cabo em 136 adultos no "Rush University Medical Center" tentou quantificar o efeito da crença Num Deus que Se preocupa nos tratamentos médicos para a depressão.

De acordo com o artigo, "o estudo verificou que aqueles que tinham uma forte crença Num Deus Pessoal e Preocupado eram mais susceptíveis de evidenciar melhorias." Como tal, os "clínicos precisam de estar cientes do papel da religião na vida dos pacientes".

O artigo diz ainda "se os pacientes forem ateus, questionem-se sobre o papel que Darwin tem nas suas vidas".

(Ok, esta última frase fui eu que inventei, mas pode ser que qualquer dia se faça essa experiência médica: "Como Darwin Pode Ajudar os Ateus a Sair da Depressão".)


Nem todas as crenças no "Deus que Se preocupa" são equivalentes. Imaginem que alguém acredita no Elvis, ou na "Força", ou em Zeus ou imaginem alguém que tens crenças falsas em relação ao "homem do andar de cima" (baseadas em nada mais que sentimentos subjectivos).

Assumindo que existe Um Deus que Se Preocupa, preferirias ter crenças deprimentes sobre o Deus Verdadeiro ou crenças confortantes sobre um falso deus? Escolherias ter uma falsa esperança que te faz sentir bem, ou um esperança verdadeira que não te faz sentir assim tão bem? É melhor definires isso à partida.

Se a tua prioridade é sentires-te bem, então não há necessidade em leres para além desta linha. Tens crenças irracionais.

Qual Deus?

Dos possíveis candidatos a ser o Deus Verdadeiro e ao mesmo tempo Um Deus que Se preocupa não há muitas opções disponíveis. Buda não se preocupa. Ele nem queria ser um deus. O Hinduísmo tem milhares de deuses; qual deles é que se deve seguir? Qual deles é que se preocupa com a nossa vida, especialmente quando nós temos que seguir o nosso karma?

O Confucionismo é um sistema de ensino sem o Deus Pessoal. É questionável se os leitores levam o animismo, o politeísmo ou outra religião defunta a sério. O mesmo se passa com as seitas do tipo a Cientologia, que fizeram o seu fundador riquíssimo; quem é que julga que L. Ron Hubbard se preocupa com alguém?

Das religiões com Um Deus Pessoal, há o Islamismo, mas os seus líderes ensinam que é impossível conhecer Allah, o deus dos muçulmanos. Não há paz nem certezas. Um muçulmano nunca sabe se Allah está satisfeito. Ele apenas pode esperar que, aquando da sua morte, ele tenha realizado boas obras em numero suficiente de forma a salvar-se.

Este é outro problema das seitas e religiões falsas: se a forma de estarmos em paz com Deus depende das nossas boas obras, nunca há forma de ter certeza da salvação.

O Judaísmo Talmúdico, havendo rejeitado o Senhor Jesus Cristo, continua à espera dO Messias que nunca vem. Sem o Templo e o sistema de sacrifício, não existe forma de se saber o que agrada a Deus.

Como uma religião que nos fala dO Deus que Se preocupa, o Cristianismo está praticamente sozinho e sem contestação. "Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu o Seu Filho Unigénito para que todo aquele que Nele creia não pereça mas tenha a vida eterna". Este é provavelmente o mais conhecido verso sobre o Deus que Se preocupa com as Suas criaturas (em outras línguas), mas certamente que não é o único.

Ele amou-nos tanto que fez o que fez. Isto é amor. O amor é activo e não passivo. O amor age e opera; não fica expectante e indiferente. Sabendo que nunca poderíamos chegar a Ele, Ele veio até nós. Sabendo que nós nunca poderíamos fazer boas obras suficientes para O agradar, Ele fez todo o trabalho. Enquanto éramos pecadores, Cristo morreu por nós (Romanos 5). Ele agora oferece a reconciliação como um dom gratuito (Romanos 6). Nós recebemos esse dom ao aceitarmos o Senhor Jesus (João 1). Nós recebemos Cristo ao reconhecermos o nosso pecado, confessando Jesus Cristo como O Senhor, e fazendo um pacto com Deus em nos afastarmos de tudo que O desagrada (Romanos 10).

Confessar Cristo significa: afirmar que Ele é O Senhor, confiar no que Ele fez por nós quando morreu na cruz e ressuscitou para a nossa salvação. Ao recebermos Cristo nós nascemos de novo (João 3, Romanos 1-10) – salvos da morte eterna, e iniciados numa nova vida.

Se isto não fosse o suficiente para cuidar do coração partido e sem esperança, repara no que a oferta de Deus traz ainda: um perdão completo do nosso pecado (Isaías 55); uma nova natureza com capacidade de agradar a Deus (II Corintios 5); o Espírito de Deus para viver dentro de nós (Imagem só! O Espírito que criou o universo a habitar dentro de nós - Romanos 8); acesso a Deus em todo o tempo, através da oração (Lucas 18), iluminação para entender a Sua Palavra (João 16); uma família de crentes para nos encorajar e nos fortalecer (Efésios 2, Hebreus 13), um propósito verdadeiro para a nossa vida (I Corintios 10) e a firme esperança do céu: uma criação sem corrupção, muito para além do que podemos imaginar (Revelação 21).

Se isto não cura a depressão, então nada o fará.

Este Deus providencia uma paz que excede todo o entendimento (Filipenses 4), sossego interior, confiança e a firme realização do Seu Suporte nos momentos conturbados (Romanos 5, II Corintios 4).

Se queres combater a depressão, segue o que a ciência diz: confia no Deus da Bíblia.

Cristo vive!

Por que buscais o Vivente entre os mortos? - Lucas 24:5

domingo, fevereiro 14, 2010

Ateu: A Minha Moralidade É Tão Perfeita Que Todos Deveriam Ter Uma Igual

Sub-Titulo: "Só São de Confiança Aqueles Que Concordam Comigo"

O ateu evolucionista Ludwig Krippahl fez um post em jeito de refutação ao artigo que o Júlio Severo tinha traduzido (reproduzido por mim aqui).

Após ler o que o Ludwig escreveu, podemos colocar as suas respostas em 4 grupos:

1. Só as fontes que estão de acordo com o Ludwig são "independentes" e fiáveis

2. Descontextualização do sentido original

3. Conceber conceitos morais absolutos sem mostrar fundamento que os tornam absolutos

4. Assumir o que tem que se provar.

Só as fontes que estão de acordo com o Ludwig são "independentes" e fiáveis.

No artigo original estão citados estudos feitos por grupos de pediatras pertencentes à ACP (American College of Pediatricians). Para além disto, o Ludwig diz ainda que o "estudo" é "um inquérito organizado pela University of Notre Dame, uma universidade católica da Congregação da Santa Cruz , e financiado pela Lilly Endowment, uma fundação privada de apoio a iniciativas religiosas". Disto o Ludwig infere que este estudo "é pouco independente".

Aparentemente para o Ludwig, o facto de haver católicos e outros cristãos a promover o castigo corporal entre as idades compreendidas entre 0s 2 e os 6 anos é o suficiente para desqualificar as conclusões científicas dos pesquisadores.

Dada essa situação, o Ludwig procurou "fontes" que estejam de acordo com a ética que ele construiu para si mesmo. E encontrou: Guidance for Effective Discipline. Esta, sim, já é uma organização que agrada ao Ludwig.

O Ludwig não apontou nenhum erro no estudo promovido pela ACP , mas desqualificou-o ideologicamente por não estar de acordo com o que ele acredita. Assim é mais fácil, pelos vistos.

Isto é análogo a alguém dizer que o Figo, e não o Eusébio, foi o melhor jogador português de sempre pelo simples facto de ele ter sido lançado para o futebol pelas escolas do Sporting, enquanto que outros ao mesmo nível não foram. Desqualifico todos os outros jogadores, não devido a insuficiências técnicas ou falta de talento, mas sim porque o Figo, e só ele, está de acordo com o critério que eu arbitrariamente construí.

O mesmo de passa com a recolha de dados ideologicamente selectiva do ateu Ludwig. Ele não disse quais foram os erros feitos pelos pesquisadores da ACP, mas decidiu que os seus estudos não são válidos dentro da visão da mundo que o Ludwig subscreve. O que podemos retirar da resposta do Ludwig é que ele não tem nada a apontar aos métodos usados para se chegar às estatísticas enumeradas pelos pediatras da ACP. Simplesmente, o que ele não gosta são das conclusões tão pró-teísmo.

O próprio Daily Mail, fonte longe de ser amiga da verdade Bíblica, expôs o artigo donde surgiu a tradução do Júlio Severo. Será que o Daily Mail é "independente" o suficiente para o Ludwig? Não sabemos. O que sabemos é o seguinte:

O estudo, conduzido sob o patrocínio do Estudo dos Perfis da Vida Americana (EPVA) {http://pals.nd.edu/} e feito pela Dra. Marjorie Gunnoe, professora de psicologia na Faculdade Calvin em Grand Rapids, Michigan, revelou que há falta de evidências provando que uma surra prejudica as crianças, e que o uso sensato da surra como consequência normal para a má conduta é benéfico para as crianças.

Descontextualização do sentido original.

No seu artigo o Ludwig diz:
Ensinar crianças à pancada é uma asneira pior.
Mas quem é que disse que se deve "ensinar crianças à pancada"? O Ludwig pelos vistos não leu o artigo original que diz:
O Conselho Americano de Pediatria (CAP) declara que uma surra disciplinar aplicada pelos pais pode ser eficaz quando utilizada de forma apropriada. “É claro que os pais não deveriam se apoiar exclusivamente na surra disciplinar para controlar a conduta de seus filhos”, diz a declaração de posição da organização.
O texto claramente diz que o uso de punição corporal faz parte do grupo de métodos para se disciplinar as crianças (dos 2 aos 6 anos), e não é o que o Ludwig chama de "ensinar crianças à pancada".

Porque é que o Ludwig não citou as palavras exactas ou contextualizadas do estudo da Drª Marjorie Gunnoe, professora de psicologia na Faculdade Calvin em Grand Rapids, Michigan?

Conceber conceitos morais absolutos sem mostrar fundamento que os tornam absolutos.

O Ludwig afirma:
Se a ensinarmos com empatia e diálogo a criança desenvolve valores éticos.
O Ludwig não diz quais são os "valores éticos" que ele tem em mente, mas, a levar pelo que o ponto 1) mostra, devem ser "valores éticos" que estão de acordo com o seu ateísmo. O problema claro está é que o que o Ludwig classifica de "valores éticos" é tão válido como quem os classifica de valores não-éticos. Isto deve-se ao facto do ateísmo negar a existência de Deus e desde logo abrir a porta ao relativismo moral.

Se Deus não existe, todos os "valores éticos" tem o mesmo valor. Porquê? Porque não há um Ponto de Referência Absoluto para a moralidade. Há pessoas que amam o seu próximo, e há pessoas que comem o seu próximo. Dentro da religião ateísta ambos os comportamentos são eticamente válidos visto que não há forma absoluta para se classificar um de "mau" e outro de "bom".

Se ensinamos as crianças com paciência, amor e diálogo elas tornam-se autónomas, capazes de perceber por si a diferença entre o bem e o mal.
Mas quem é que classifica o que é o "bem" e o "mal"? O ateu? O cristão? Nenhum? Não foi oferecido nenhum fundamento para a distinção (em termos absolutos) do bem e do mal.

Portanto, o Ludwig não só não mostra fundamento absoluto para o que ele chama de "ético", como assume que o que ele arbitrariamente qualifica de "ético" (ou o "bem") se aplica a outras pessoas, incluindo pessoas que não partilham da sua religião.

Assumir o que tem que se provar.

O Ludwig diz ainda que
Quem pensa por si corre o risco de ficar ateu.
O Ludwig não mostra a relação entre "pensar por si" e "ficar ateu". O Ludwig não diz o que é "pensar por si", mas deve ser algo do tipo: "pensar da forma que os ateus pensam". Eu sei que isto deve ser assim porque para o Ludwig a forma "certa" de pensar produz ateus, portanto, se alguém se tornou ateu, é porque "pensou por si".

Se, por outro lado, alguém abandonou a religião ateísta, e começou a pensar em coisas "ridículas" como a Lei da Biogénese (na natureza a vida só pode provir de vida, o que levanta a questão sobre quem - ou Quem - criou a primeira forma de vida), ou na Primeira Lei da Termodinâmica (na natureza a matéria/energia não pode ser destruída, o que leva-nos a inferir que a matéria teve uma Origem que vai para além da natureza, isto é, "Sobrenatural") então sofreu uma lavagem cerebral.

Isto é assim porque os ateus dizem que é assim, portanto deve estar certo.

Conclusão:

O texto do Ludwig leva-me a crer que o mesmo foi mais para consumo interno do que para um verdadeiro esclarecimento dos benefícios ou supostos malefícios do castigo corporal. As evidências científicas, por outro lado, "falam por si":
A professora Gunnoe entrevistou 2.600 adolescentes, fazendo-lhes perguntas sobre surras. Ela constatou que quando as respostas dos participantes foram comparadas com sua conduta, tais como sucesso académico, optimismo sobre o futuro, conduta anti-social, violência, ataques de depressão, aqueles que haviam sido fisicamente disciplinados entre as idades de dois e seis tiveram o melhor desempenho em todas as medidas positivas.

Porque o Senhor corrige o que ama, e açoita a qualquer que recebe por filho
Hebreus 12:6

terça-feira, fevereiro 09, 2010

Crianças novas que recebem disciplina física se tornam adolescentes mais felizes e bem sucedidos

Porque o Senhor corrige o que ama, e açoita a qualquer que recebe por filho.
Se suportais a correcção, Deus vos trata como filhos; porque, que filho há a quem o pai não corrija?
Mas, se estais sem disciplina, da qual todos são feitos participantes, sois então bastardos, e não filhos.
Além do que tivemos os nossos pais, segundo a carne, para nos corrigirem, e nós os reverenciámos; não nos sujeitaremos, muito mais, ao Pai dos espíritos, para vivermos?
Hebreus 12:6-9

Este tipo de informação é contra-intuitiva em relação à "sabedoria" que recebemos diariamente, mas faz todo o sentido. Aparentemente pais que disciplinem fisicamente os seus filhos entre as idades de 2 a 6, estão a criar condições para que os mesmos sejam mais bem sucedidos na vida.

Certamente que os activistas vão se insurgir e gritar "Não se pode fazer violência contra crianças!" e outras coisas mais, mas os dados são claros. Como muitas vezes dizemos, contra factos não há argumentos, e os factos claramente mostram que disciplina física aos filhos, aplicada de forma sensata, é uma excelente forma de criar condições para o sucesso dos filhos. O artigo diz, e muito bem que "Os pais precisam somente aprender a distinguir a disciplina de um murro na cara".

Não deixa de ser curioso que muitas das pessoas que se insurgem contra a disciplina física aos filhos aparentam não ter problemas com a violência terminal que é feita às crianças ainda por nascer.

Eis então mais um excelente texto do blog do exilado Júlio Severo.

Crianças novas que recebem disciplina física se tornam adolescentes mais felizes e bem sucedidos

from Notícias Pró-Família
by LifeSiteNews

Thaddeus M. Baklinski

GRAND RAPIDS, Michigan, EUA, 5 de janeiro de 2010 (Notícias Pró-Família) — Um estudo realizado nos EUA indica que uma surra não é prejudicial para as crianças e, aliás, declara que crianças que foram fisicamente disciplinadas quando eram novas, entre as idades de 2 e 6, se tornaram adolescentes mais felizes e bem sucedidos e tiveram um melhor desempenho na escola, e tiveram mais probabilidade de fazer trabalho voluntário e querer ir para a universidade do que aqueles que nunca foram surrados.

O estudo, conduzido sob o patrocínio do Estudo dos Perfis da Vida Americana (EPVA) {http://pals.nd.edu/} e feito pela Dra. Marjorie Gunnoe, professora de psicologia na Faculdade Calvin em Grand Rapids, Michigan, revelou que há falta de evidências provando que uma surra prejudica as crianças, e que o uso sensato da surra como conseqüência normal para a má conduta é benéfico para as crianças.

“Não há base para as alegações que se fazem contra a surra disciplinar. Elas não estão em coerência com os dados”, disse Gunnoe.

“Penso na surra como um instrumento perigoso, mas há ocasiões em que há uma tarefa grande o bastante para um instrumento perigoso — não podemos simplesmente usá-lo para todas as nossas tarefas”, acrescentou ela.

A professora Gunnoe entrevistou 2.600 adolescentes, fazendo-lhes perguntas sobre surras. Ela constatou que quando as respostas dos participantes foram comparadas com sua conduta, tais como sucesso acadêmico, otimismo sobre o futuro, conduta anti-social, violência, ataques de depressão, aqueles que haviam sido fisicamente disciplinados só entre as idades de dois e seis tiveram o melhor desempenho em todas as medidas positivas.

Aqueles que haviam sido surrados entre sete e onze exibiam conduta mais negativa, mas ainda assim tinham mais probabilidade de obter sucesso acadêmico.

Em casos em que a disciplina física continuou além da idade de 12, ou naqueles que nunca haviam recebido castigo físico, os filhos tiveram um desempenho mais fraco nos indicadores que foram levados em consideração. A Dra. Gunnoe constatou que quase um quarto dos adolescentes no estudo relatou que jamais foram surrados.

O Conselho Americano de Pediatria (CAP) declara que uma surra disciplinar aplicada pelos pais pode ser eficaz quando utilizada de forma apropriada. “É claro que os pais não deveriam se apoiar exclusivamente na surra disciplinar para controlar a conduta de seus filhos”, diz a declaração de posição da organização. “As evidências indicam que pode ser uma parte útil e necessária de um plano bem sucedido de disciplina”.

De acordo com o CAP, a disciplina eficaz tem três componentes: um relacionamento de amor e apoio entre pais e filhos; uso de incentivos quando as crianças têm bom comportamento; e, uso de castigo quando as crianças se comportam mal.

Muitos pais que temem usar uma surra como castigo afirmam que a surra ensina conduta fisicamente agressiva que a criança imitará.

Aric Sigman, psicólogo e autor do livro “The Spoilt Generation: Why Restoring Authority will Make our Children and Society Happier” (A Geração Estragada: Por que restaurar a autoridade tornará nossos filhos e a sociedade mais felizes), comentou os resultados da pesquisa da professora Gunnoe.

“A ideia de que dar palmadas e violência estão na mesma categoria é uma maneira bizarra e doentia de ver aquilo que é castigo para a maioria dos pais”, ele disse ao jornal Daily Mail da Inglaterra.

“Se um pai que normalmente é afetivo e sensível à criança aplica de forma sensata a disciplina, a sociedade não tem por que se queixar e se enfurecer. Os pais precisam somente aprender a distinguir a disciplina de um murro na cara”.

Leia os artigos relacionados de LifeSiteNews:

American College of Pediatricians: "It's Okay for Parents to Spank"; Suggests Guidelines

UN Continues to Push for Criminalization of Spanking

Canada's Top Court Criminalizes Spanking Under 2, Over 12 and With Any Objects

Traduzido por Julio Severo: www.juliosevero.com

Fonte: http://noticiasprofamilia.blogspot.com

Veja também este artigo original em inglês: http://www.lifesitenews.com/ldn/2010/jan/10010507.html

domingo, novembro 08, 2009

Os Benefícios Socias do Cristianismo

Pela bênção dos sinceros se exalta a cidade,
mas pela boca dos ímpios é derribada -
Provérbios 11:11

A Bíblia ensina-nos que os crentes podem trazer bênção para os descrentes em seu redor. Por exemplo, o Senhor abençoou toda a casa de Potifar apenas e só porque ela foi posta a cargo de José filho de Jacó. No entanto, os inimigos do Cristianismo nunca admitem que os cristãos podem ser veículos de bênção para as pessoas à sua volta.

Genter Lewy da Universidade Massachusetts, determinou-se a escrever um livro com o título de "Como a América não Precisa de Religião". Levem em conta que quando ateus a viver no ocidente dizem-se serem pessoas contra a "religião", elas invariavelmente tem em mente apenas e só o Cristianismo. Pelos vistos as outras religiões não são tão perigosas para o ateísmo como o Cristianismo.

Genter Lewy não é um cristão e nem acredita em Deus, e como tal ele determinou-se a escrever um livro em defesa do humanismo secular (ateísmo) e do relativismo ético.

À medida que Lewy coleccionava os dados da sua extensa pesquisa, ele apercebeu-se de um dado surpreendente: ele concluiu que o Cristianismo tem uma longa história no que toca ao suporte de estruturas de justiça social e de dignidade humana.

Outra pesquisa forçou-o a concluir que os Cristãos, quando comparados com os não-Cristãos, mostravam constantemente uma taxa mais baixa de comportamentos associados a males sociais e falhanços morais. Estes dados levaram em conta os divórcios, violência doméstica, filhos fora do casamento, criminalidade adulta e delinquência juvenil.

Levando em conta outros dados, Lewy finalmente concluiu que indivíduos que de facto levem uma vida Cristã, não só possuem taxas mais elevadas de felicidade, mas são também mais saudáveis.

Conclusão:

Os Cristãos não devem ter medo de viver de acordo com a sua fé no Senhor Jesus Cristo, uma vez que ao fazê-lo, Deus não só os abençoa, mas abençoa também as pessoas ao seu redor. Se não queres viver a tua vida Cristã por ti e por aquilo que o Senhor fêz por ti, ao menos fá-lo pelos outros. Existem pessoas que vivem sedentas de algo novo e puro, e tu podes ser a peça que Deus usará para transformar vidas que actualmente caminham para a separação eterna (inferno).

Referências:
Charles Colson, "The Gospel according to Jesse: Is religion a crutch?" Minnesota Christian Chronicle, December 2, 1999, p.16.

terça-feira, outubro 27, 2009

Freud está desactualizado. Quem é o próximo?

Lembram-se de Sigmund Freud? Ele era o ícone da psicologia durante a altura em que o século 19 se tornava no século 20. Ele era exaltado pelos cientistas da altura como um dos grandes pensadores contemporâneos (juntamente com Marx e Darwin). Não só o seu impacto no pensamento moderno foi imensurável, como também nos deu palavras como id, ego e superego e conceitos como o "inconsciente" que prevalecem ainda.

Devido aos "discernimentos" e "percepções" de Freud, um número incontável de pessoas preocupou-se com coisas como o "Complexo de Édipo" e outras coisas mais. As mesmas gastaram somas incríveis de dinheiro deitadas no divãs, a serem alvo de "psicanálise" como forma de serem "curadas" de doenças mentais - algumas delas sem dúvida trazidas ao de cima devido ao poder da sugestão aquando da enumeração dos sintomas das doenças.

O que é que os cientistas de 1909 diriam da citação seguinte, se lhes fosse trazida por um viajante do tempo?

Qualquer pessoa que fosse ler os trabalhos originais de Sigmund Freud poderia muito bem ser seduzida pela beleza da sua prosa, a elegância dos seus argumentos e pela acuidade da sua intuição.

No entanto, aqueles que possuem algumas bases científicas ficaram chocados pelo abandono com o qual ele elaborou as suas teorias, baseando-se efectivamente no vazio de evidências empíricas.

Esta é uma das razões principais pela qual o estilo de psicanálise promulgada por Freud esta desactualizada: o seu elevado consumo - os tratamentos podem durar anos - não é balanceado por evidências que confirmem a sua eficácia. (1)

O propósito do editorial da revista Nature foi o de introduzir esta lição do passado no decadente mundo da Psicologia moderna:
Se a Psicologia Clínica nos EUA quer-se manter viável e relevante no sistema de saúde moderno, ela tem que publicamente abraçar a ciência.
Será que a neurociência cognitiva aprendeu as lições do passado? Aparentemente não:
Existe um imperativo moral de transformar a arte da psicologia - presentemente em perigo de se desactualizar como as teorias de Freud - numa robusta e valorizada ciência, suportada pelas melhores pesquisas e economia de evidências.
Os editores não identificaram o fundamento para a moral nem para a ciência.

Será que Darwin é o próximo a cair? Será que ele é o vai ser o grande "já-era" no ano de 2020? Certamente que sim.

Reparem nos outros deuses do triunvirato, Marx e Freud. Com a excepção de alguns "fortes" académicos (e alguns escritores), os seus vastos impérios foram totalmente destruídos.

Sim, ainda existem ditaduras como a China, Vietname, Cuba e Coreia do Norte que exteriormente ainda se agarram à imagem de Marx, mas ninguém realmente acredita em coisas como "materialismo dialético" ou a "ditadura do proletariado" (não é assim, Van Jones?).

As bases filosóficas e empíricas para o Marxismo e o Freudismo (se é que alguma vez elas existiram) desmoronaram-se. Hoje em dia se alguém acha que o ateu Marx era brilhante, essa pessoa deveria fazer uma visita de estudo aos gulags (e aos campos de extermínio) e rever o vídeo da queda do Muro de Berlim. Do mesmo modo, se alguém acha que Freud era brilhante, esse alguém deveria ter a sua cabeça examinada.

A eminente queda de Darwin não vai por si só trazer uma nova era de paz intelectual e integridade. O inimigo das nossas almas e adversário de Deus vai-se certificar disso. As más ideologias tem que ser rapidamente substituídas pela Verdade, portanto prepara-te com a Boa Nova e fica firme na Rocha porque muitas pessoas desiludidas com o materialismo vão precisar de Deus.


1. Editorial, Nature 461, 847 (15 October 2009) | doi:10.1038/461847a.

domingo, outubro 25, 2009

Psicóloga carioca que oferecia terapia de conversão a gays pode ter seu registro cassado

Link Original
O Conselho Federal de Psicologia está estudando se cassa ou não o registro profissional de Rozângela Alves Justino, psicóloga que encara a homossexualidade como doença e oferece terapias de conversão a clientes que buscam esse tipo de tratamento. A decisão do Conselho Federal de Psicologia será dada no dia 31 próximo. Se o resgistro da psicóloga for cassado, será a primeira decisão do tipo no Brasil.


O Conselho proíbe há 10 anos que psicólogos tratem a homossexualidade como doença passível de cura.


A referida psicóloga que agora será julgada afirma que ter "atendido e curado centenas" de pacientes gays em 21 anos de atividades. Para ela, a homossexualidade é doença e causada "porque (os homossexuais) foram abusados na infância e na adolescência e sentiram prazer nisso". Rozangela é evangélica e orienta seus pacientes a buscarem orientação na igreja. A cassação de Rozângela foi pedida por associações gays e endossada por 71 psicólogos.
fonte: Mix Brasil

sábado, setembro 26, 2009

Evolução Favorece os Religiosos ?

Um artigo exposto no Daily Mail afirma que os seres humanos estão programados para acreditar em Deus. O artigo não diz, no entanto. quem é o Programador.

O artigo começa:

Pesquisadores afirmam que os humanos estão programados para acreditar em Deus porque isso lhes dá uma melhor chance de sobrevivência.
Os pesquisadores fazem esta análise partindo de uma posição ateísta/naturalista. Não lhes passa pela cabeça que, se calhar as pessoas estão predispostas para acreditar em Deus não só porque Ele constantemente os atrai para Si, mas também porque Ele os fêz assim. Estas explicações fazem mais sentido, mas os naturalistas nem sequer a contemplam.
Um estudo sobre a forma como o cérebro das crianças se desenvolve sugere que durante o processo evolutivo os indivíduos com tendências religiosas começaram a beneficiar delas - provavelmente ao trabalharem em grupos como forma de garantirem o futuro da sua comunidade.
Este artigo usa a evolução para explicar a religião, relegando desde logo as crenças religiosas para o nivel de uma adaptação evolutiva (e não algo baseado em dados verídicos). Classificar todas as crenças religiosas (excepto a crença religiosa ateísta, note-se) como adaptações biológicas é retirar a todas elas qualquer valor intrínseco, e coloca-las ao nível da cor do cabelo ou da cor dos olhos. São apenas adaptações biológicas sem peso ou valor moral algum.

Reparem que estes estudos raramente estudam as origens evolutivas do ateísmo. Donde surgiu o ateísmo? Quais são as vantagens evolutivas em se ser ateu?

Conclusão:

Este tipo de "estudo" é mais uma tentativa de se usar a ciência para retirar valor ao cristianismo. Não são estudos feitos com o propósito de se saber a verdade, mas sim estudos feitos tendo em vista a promoção do ateísmo.

Uma coisa que não deixa de ser curiosa é que estudos como este refutam o Richard Dawkins, uma vez que ele considera a fé cristã como um "vírus".

All in the mind: Scientists have claimed we are born to believe in God
O próprio artigo alude a isso ao afirmar:
Estas descobertas questionam ateus como o Richard Dawkins, o autor do livro "The God Delusion", que há muito afirma que crenças religiosas resultam de falta de escolaridade e indoutrinação infantil
Aparentemente a evolução favorece aqueles que são menos propensos a acreditar na teoria da evolução.

Curioso!

quinta-feira, abril 30, 2009

Cientistas afirmam: Fé no Deus da Bíblia reduz ansiedade

Este é mais um artigo para juntar a tantos outros que mostram os benefícios da fé no Deus da Bíblia. O ateu Richard Dawkins navega pelo mundo a anunciar o "evangelho" do desespero, e a proclamar que a "religião" (excepto a sua) é má. Os dados científicos, no entanto, mostram que genuína fé no Deus de Israel, Pai do Senhor Jesus Cristo, tem consequências positivas.

Uma das frases mais importantes do artigo é:

Those with the deepest religious belief were more likely to let mistakes roll off their backs, while those who tend toward atheism were more likely to suffer stress and anxiety after committing an error.

Conhecendo a mente ateísta, deixem-me dar alguns pontos

* O propósito do artigo não é o de "provar" que Deus existe (isso é óbvio), mas sim que existem benefícios médicos na genuína fé no Deus da Bíblia.

* O argumento exposto no artigo não é refutado com declarações como "os drogados também se sentem bem quando estão pedrados!!". Embora isto seja "verdade" (dependendo da definição de "bem"), as situações não são análogas. Enquanto o "bem estar" do drogado é uma indução provocada por químicos (os mesmos que mais tarde lhe vão causar problemas físicos e psicológicos) o bem estar daquele que professa fé no Deus da Bíblia não é uma consequência de uma indução artificial, mas sim uma disposição emocional.

* Apontar para as "atrocidades" feitas por aqueles que professam acreditar no Deus da Bíbla não refuta o que o artigo afirma. Duas pessoas podem afirmar estarem ao serviço do mesmo chefe, mas só uma delas de facto conhecer o que o chefe quer. Nós devêmos olhar para aqueles que agem de acordo com aquilo em que acreditam, e não para aqueles que afirmem acreditar numa coisa, mas ajam de forma contrária àquilo em que acreditam.

Ficam aqui algumas pérolas do artigo em questão

Freud insisted that religion was inversely associated with positive psychological health. Esteemed psychologist Albert Ellis, ranked by his peers as the second most influential psychotherapist in history, in the 1980s claimed that people who have strong religious convictions are going to have less tolerance to uncertainty, be less resilient, suffer more from anxiety, and be more prone to neuroses.(...)

In the 1990s, psychologist Kenneth Pargament faced off with these giants and suggested testing their claims scientifically by conducting actual psychological experiments, without a religious or anti-religious agenda. Dr. Pargament made an empirical science of the psychology of religion, and has published two books and over 150 scientific papers(...).

He has received numerous awards from the American Psychological Association and the American Psychiatric Association(...).

In general, his studies have shown that spirituality is an important resource for people in times of stress, and connection with God can be ameliorative for symptoms of stress, worry, and depression(...).

After reviewing Dr. Pargament's research, Dr. Ellis publicly retracted his statements and grudgingly admitted that, from a psychological standpoint, religion is "not necessarily a bad thing. [hehe- Mats]"(...)

In truth, as secularization in society has increased, so have the levels of anxiety and depression.

As Mr. Rosmarin points out, it makes sense that a person who believes in an omniscient, omnipotent, and loving God will not be consumed by worry or depression.

As David Rosmarin declares: "With the financial markets in crisis and with growing security concerns around the world, stress and worry have gone through the roof -- particularly in the Jewish community.

Increasing belief in God may help to decrease a lot of distress.

Amen para a última frase. Não só Deus tem o poder e a vontade de ajudar o ser humano, mas Ele já preparou uma Caminho para aqueles que querem descançar no Seu Amor para sempre. Esse Caminho não é físico mas sim Espírito. Esse Caminho chama-Se "Jesus Cristo".

O mundo, na sua "infinita sabedoria", oferece químicos para resolver problemas espirituais. Deus, o Criador, oferece-nos não químicos mas sim o Seu Filho, o Senhor Jesus Cristo. Jesus Cristo não só dá paz aos Seus seguidores, mas abre as portas da eternidade para todo aquele que crê (Acts 16:31).

Tendo em conta as evidências médicas, parece que, mais uma vez, o método de Deus funciona.

domingo, março 29, 2009

Psiquiatra ateu diz que Homosexuais Podem Mudar

Este cientista ateu confirma aquilo que a Bíblia afirma: não há nenhum pecado que o Senhor não possa curar em nós. Desde mentiras, violência, passando por adultério, pornografia, homosexualidade, o nosso Criador, o Senhor Jesus Cristo, pode e QUER mudar a nossa vida de forma que tenha repercussões para a eternidade.

Pelo Poder do Senhor Jesus Cristo, milhões de pessoas têm deixado a nostalgia (que era o meu caso), as drogas, a prostituição, a solidão, a pornografia e muitas coisas mais.

O mundo, no seu engano, diz que é impossível alguém deixar a práctica homosexual. As evidências médicas e a Palavra do Criador dizem exactamente o contrário.

Só Deus sabe a quantidade de pessoas estão hoje presas na mentira da homosexualidade apenas e só porque alguns "médicos" disseram que a homosexualidade era "normal".

João 8:10: O ladrão não vem senão a roubar, a matar e a destruir: Eu (O Senhor Jesus Cristo) vim para que tenham vida, e a tenham com abundância.

....................

O artigo seguinte encontra-se aqui: http://www.christianitytoday.com/ct/2005/april/20.94.html

Entrevistado por Douglas Leblanc

Robert L. Spitzer testemunhou em 1973 que a homosexualidade não é uma disordem clínica, e o seu contributo foi importante para que a "American Psychiatric Association" chegasse à mesma conclusão.

Trinta anos depois Spitzer causou outra comoção ao afirmar que homosexuais que queiram mudar a sua orientação sexual podem fazê-lo. (Archives of Sexual Behavior, October 2003).

O Dr Spitzer é professor de Psiquiatria na Columbia University, e chefe do "New York State Psychiatric Institute's Biometrics Research Department". Ele identifica-se a si mesmo como um judeu ateu.

A seguinte entrevista foi feita via telefone por Douglas LeBlanc.

Douglas Leblanc [DL]: O que é que o motivou a fazer o estudo sobre a terapia reparativa para os homosexuais?
Robert Spitzer [RS]: Eu estava num encontro anual da APA (American Psychiatric Association) onde falei com alguns ex-homosexuais que estavam às portas do encontro. Eles explicaram-me como eles tinham mudado. Isto interessou-me. Seguidamente tentei organizar um debate àcerca deste tópico, mas enquanto eu organizava o debate, tornou-se claro que as pessoas que eu gostaria que fizessem parte do debate afirmavam que não havia estudos suficientemente bons, e que tudo mais não seria que uma troca de opiniões.

[DL]: Houve alguma coisa que o tivesse surpreendido durante as entrevistas?
[RS]: Provavelmente o que me surpreendeu foi o quão convincentes os testemunhos eram. Joseph Nicolosi [National Association for Research and Therapy of Homosexuality] concordou em referenciar-me, penso eu, 10 ou 20 pacientes. No entanto ele insistiu em obter um resumo dos resultados antes de avançar. Provavelmente ele não queria ser enganado. Mas começando pela primeira pessoa com quem falei, eu tive sempre a sensação de que eu estava a lidar com algo genuíno.

[DL]: O que é que o fêz vêr que os pacientes estavam a ser genuínos?
[RS]: Quando falamos com as pessoas, ficámos com a sensação se elas estão a ser cândidas ou não. Eu tive a impressão que estavam a ser genuínas. Para além disso, havia consistência nos seus testemunhos uma vez que a mudança foi descrita como lenta e não imediata.

[DL]: Alguns dos seus críticos dizem que apenas os fundamentalistas [cristãos] poderiam pensar em terapia reparativa.
[RS]: O panorama mudou muito durante os últimos 20 ou 30 anos. Quando eu comecei a práctica clínica em 1961, era normal receber-se pacientes masculinos com intenções de mudar a sua orientação sexual. Hoje em dia eles já não vão a psiquiatras porque a notícia espalhou-se de que os profissionais da saúde mental já não consideram a homosexualidade um problema.


[DL]: De que modo é que o seu estudo afectou a sua relação com os seus colegas?
[RS]: Muitos dos meus colegas ficaram furiosos. Lembro-me que, quando apareci nos orgãos de comunicação pela primeira vez, recebi uma carta do deão de admissões na Universidade Columbia. Ele escreveu-me a dizer que era uma desgraça que um professor da Columbia fizesse tal coisa. Dentro da comunidade homosexual houve, inicialmente, uma raiva tremenda e um sentimento de traição. Julgo no entanto que esses sentimentos já se dissiparam. Mas convém dizer que eu estou num ponto da minha carreira onde eu já não me importo com essas coisas.

[DL]: Chegou a considerar um estudo-continuação?
[RS]: Não. Sinto-me um pouco fatigado. Alem disso não sei sobre o que é que o estudo seria. Algumas pessoas disseram: "Segue o progresso destas pessoas. Entrevista-as daqui a 5 anos. Hás-de vêr quantas é que voltaram para a homosexualidade". É sabido que muitas pessoas que tentam abandonar a vida homosexual voltam a cair nela.
Mas imagina que 5 ou 10% voltaram a cair na homosexualidade. E depois? Provavelmente haverias de encontrar estatísticas semelhantes entre pessoas que tentam abandonar o consumo de drogas. Algumas vão voltar a cair nas malhas da droga.

O estudo que deveria ser feito deveria ser um estudo controlado onde as pessoas entram na terapia, e depois são inicialmente avaliadas. Mais tarde voltas a avaliar e vês quantos é que realmente conseguiram mudar. Tal estudo, infelizmente, não vai ser feito.

[DL]: Isso deve-se à falta de interesse ou a falta de investimento?
[RS]: As razões são, primeiro, terapeutas reparativos não são cientistas - eles não fazem estudos. A segunda razão é que, se alguém propusesse ao National Institute of Mental Health que fizesse tal estudo, certamente que os homosexuais do estudo haveriam de dizer que é uma perda de tempo. Eles diriam: "Nós já sabemos que é uma fantochada. Para quê fazê-lo"?

[DL]: Você afirmou claramente que ninguém deve ser coagido a entrar numa terapia reparativa.
[RS]: Julgo que o termo politicamente correcto é "terapia de reorientação". Reparativa já implica que alguma coisa está "por reparar". Terapeutas reparativos, obviamente, acreditam nisto, mas chamar a este procedimento de "reparativo" mais ou menos enerva os homosexuais.

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