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domingo, maio 27, 2012

A natureza auto-contraditória do naturalismo

Quando o erro é examinado de forma exaustiva, invariavelmente as contradições internas tornam-se evidentes. Só a Verdade é que sobrevive ao exame minucioso. Uma das instâncias onde isto é notório é na posição mantida pelos naturalistas ateus. O ateu afirma:
Recuso-me a acreditar em qualquer coisa que não seja natural - cuja explicação não possa ser encontrada na natureza. Tudo tem que - e pode - ser explicado através dos processos naturais.
Portanto, segundo o naturalismo ateu, a existência de tudo o que se encontra no universo - bem como universo em si - têm que ser explicadas através de meios naturais; nada não-natural (ex: Um Ser Sobrenatural) pode ser levado em consideração.

O geólogo evolucionista Robert Hazen, que obteve um Ph.D. em "Earth Science" (Harvard), é um cientista de pesquisas no Geophysical Laboratory da Carnegie Institution of Washington e um professor de "Earth Science" na George Mason University. Na sua série de palestras com o nome de Origins of Life, Hazen disse:

Nesta série de palestras eu faço a pressuposição básica de que a vida emergiu segundo um tipo de processo natural. Proponho que a vida surgiu como efeito duma sequência de eventos que são completamente consistentes com as leis naturais da Física e da Química. Com esta pressuposição eu alinho-me com a forma de pensar da maioria dos cientistas.

Acredito num universo que está ordenado segundo estas leis naturais. Tal como outros cientistas, eu dependo do poder de observação, dos testes e do raciocínio teorético para entender a forma como o universo chegou até nós da forma que está.
(2005, ênf. adicionado).

O problema é que, ao manter esta forma de pensar, o naturalista rapidamente esbarra numa parede de factos científicos que contradizem a sua posição.

As leis da ciência são declarações formais (repetidamente provadas pela ciência) em torno do que acontece da natureza sem excepção. O naturalista não pode manter uma visão que contradiz as leis da natureza sem ao mesmo tempo entrar em contradição. Mas é nesta posição em que ele se encontra ao postular uma explicação que contradiz as leis da natureza ou mais pontos. Por exemplo, a explicação do adepto do naturalismo em torno da origem da matéria e da energia (isto é, geração espontânea ou existência eterna) não é natural visto que contradiz a Primeira e a Segunda Lei da Termodinâmica. (Miller, 2007).

O naturalista tem que continuar a contradizer-se ao alegar um processo não-natural para a origem da vida (isto é, abiogénese, que contradiz a Lei da Biogénese; Miller, 2012). Para piorar as coisas, o naturalista tem que se contradizer ao alegar que os vários tipos de formas de vida podem gerar tipos de vida totalmente distintos através da "macroevolução" - um processo que, ao contrário da "microevolução" [que não é evolução nenhuma] nunca foi observado na natureza.

A abiogénese, a geração espontânea, e a "macroevolução" são sugestões não-naturais uma vez que nunca foram observadas na natureza, embora sejam fundamentais para a visão não-natural do naturalista. Isto demonstra que a visão naturalistas é auto-contraditória. Se é auto-contraditória, então é falsa.

A cosmovisão que está de acordo com as evidências - e que não se contradiz - é a visão Cristã descrita nas páginas da Bíblia Sagrada. O naturalista não consegue explicar o universo sem recorrer a métodos não-naturais. O Cristão não tem problemas com as explicações sobrenaturais uma vez que a Bíblia declara que Deus - Um Ser Sobrenatural - criou o universo e a vida contida nele (exclusivamente na Terra).

A Verdade não se contradiz. Quando a mesma é examinada, a Verdade mantém-se firme. Quando uma pessoa decide combater a Verdade, invariavelmente prejudica-se a si mesma.

DISSE o néscio no seu coração: Não há Deus.
Têm-se corrompido e têm cometido abominável iniquidade:
não há ninguém que faça o bem.

Salmo 53:1

Fonte

REFERENCIAS

Hazen, Robert (2005), Origins of Life, audio-taped lecture (Chantilly, VA: The Teaching Company).

Miller, Jeff (2007), “God and the Laws of Thermodynamics: A Mechanical Engineer’s Perspective,” Reason & Revelation, 27[4]:25-31, April, http://www.apologeticspress.org/articles/3293.

Miller, Jeff (2012), “The Law of Biogenesis [Parts I & II],” Reason & Revelation, 32[1/2]:1-11,13-22, January-February, http://www.apologeticspress.org/APContent.aspx?category=9&article=4165&topic=93.

Thompson, Bert (2002), The Scientific Case for Creation (Montgomery, AL: Apologetics Press).


segunda-feira, maio 07, 2012

Problemas com a teoria da evolução

O design das formas de vida foi sempre um problema sério para o naturalismo evolucionista. Até o mais simples organismo unicelular é bastante complexo, com múltiplas partes sofisticadas - cada uma executando funções importantes e todas interdependentes.

As leis da estatística convenceram todos aqueles que se preocuparam em calcular as probabilidades que até algo tão básico como uma molécula proteica, que é uma estrutura unida por centenas de aminoácidos ordenados de forma precisa, nunca poderia surgir como efeito de forças aleatórias (não-pessoais, não-direccionadas e não-inteligentes). Tal molécula proteica é trivial quando comparada com qualquer parte operacional da célula. Quando se aceita que todas estas partes teriam que estar presentes e funcionais desde o princípio, tem que se admitir que a vida é impossível sem Um Designer Inteligente.

De facto, as formas de vida fornecem evidências tão poderosas em favor do design que só aqueles que propositadamente ignoram os dados (2 Pedro 3:5) podem atribuir ao acaso e à selecção natural a origem de sistemas tão complexos.

Todas as formas de vida - desde a bactéria até ao homem - possuem o admirável código ADN, que contém uma "livraria" cheia de informação específica e sem a qual a vida é impossível.

Outro problema fatal para o naturalismo a para a teoria da evolução - que, se chegou a ocorrer, ocorreu no passado - encontra-se na estrutura do registo fóssil, que é o único registo físico da vida que nós temos do passado. Como está a ser cada vez mais admitido pelos meus colegas evolucionistas, o registo fóssil não oferece qualquer tipo de evidência em favor da tese que postula a transformação/evolução dum tipo de animal para outro totalmente diferente uma vez que não há um linha evolutiva inquestionável observável no passado geológico.

Existe variação entre os tipos básicos, mas no mundo actual e no registo fóssil cada tipo é distinto dos outros. Embora a evolução "darwiniana" sempre tenha previsto que as formas transicionais seriam Mais Dia Menos Dia Encontradas (TM), o conceito actual nos círculos evolutivos é o da"evolução rápida" ou "equilíbrio pontual" (punctuated equilibrium).

Esta "nova" tentativa de harmonizar a ciência paleontológica com a teoria da evolução propõe que populações isoladas evoluíram rapidamente - tão rapidamente que não deixaram registo fóssil. Mas se não deixaram evidências, como é que se sabe que houve evolução?

Embora as falhas anti-evolutivas no registo fóssil se encontrem entre cada tipo básico de animal, existem duas enormes falhas em particular que devem ser ressalvadas:

  • A distância evolutiva entre os organismos unicelulares
  • A vasta gama de formas de vida pluricelulares, invertebrados marinhos que se opõem à "evolução rápida".

Na camada rochosa actualmente identificada como Câmbrica (que contém as primeiras aparições da vida multicelular), esponjas, moluscos, trilobitas, estrelas do mar, etc., são encontrados sem qualquer tipo de ancestrais evolutivos. Como diz o militante ateu Richard Dawkins, "até parece que foram plantados ali" (The Blind Watchmaker (1996) p.229).

O fosso que existe entre os invertebrados marinhos e os peixes vertebrados é igualmente imenso. Para tornar as coisas ainda piores para a religião evolucionista, os fósseis de peixe são encontrados no estrato Câmbrico. Se a teoria da evolução (versão darwiniana) fosse verdade, os peixes teriam evoluído de algo, e os invertebrados também.

Os evolucionistas não conseguem identificar os ancestrais (construir linhagens) mas os dados observáveis encaixam-se perfeitamente com o modelo criacionista visto que este propõe que os tipos básicos de vida foram criados totalmente formados e sem qualquer tipo de transição evolutiva.

Conclusão:

As evidências em favor da Criação são maciças e como tal, quem se opõem à mesma, fá-lo por motivos alheios à ciência empírica. Apenas um forte compromisso religioso com o naturalismo e com a militância ateísta podem explicar a fé na teoria da evolução. No entanto, o Criador diz que aqueles que negam as evidências em favor do design estão inexcusáveis. (Romanos 1:20). Não há desculpas para se recusar a existência de Deus.

Se tu pertences ao grupo de pessoas que postula uma causa não inteligente para as formas de vida, fica sabendo que a única pessoa que consegues enganar é a ti mesmo.

Os cientistas há já algum tempo que sabem da existência de verdadeiro design na natureza, mas por motivos não-científicos, não podem defendê-lo publicamente sem serem censurados e/ou atacados. Os filósofos há muito que já estabeleceram o conceito da Primeira Causa por trás da origem do universo.

Portanto, aquelas pessoas em quem tu puseste a tua fé como forma de justificares o teu ódio a Deus, são as mesmas que te dizem que o que acreditas (evolução ateísta) não está de acordo com os dados científicos e lógicos.

Modificado a partir do original


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