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segunda-feira, janeiro 17, 2011

A agenda do marxismo cultural

O movimento esquerdista é a soma de tudo o que é anti-Bíblico, anti-civilização, anti-casamento e anti-social.

Façam um pequeno exercício: Tentem pensar em todas as ideologias e crenças que são contra o que a Bíblia diz. Agora juntem todas essas ideologias num único movimento. Isso é o esquerdismo actual.

Pensem no aborto, no auto-destrutivo comportamento homossexual, no multiculturalismo e nos movimentos ambientalistas radicais. Tudo isso são facetas duma mesma guerra; batalhas do mesmo confronto.

Esta guerra não começou em 1968, nem em 1918. Não começou com Gramsci nem com Marx e Engels. Também não começou com Darwin, nem com Malthus, nem Hume, nem com o Iluminismo e muito menos começou na Arábia há 1400 anos atrás. Estas figuras foram apenas peões nas mãos de alguém.

Esta guerra começou no Jardim do Éden quando Satanás pôs em causa o que Deus disse com as palavras "Será que Deus disse mesmo 'não comereis de toda a árvore do jardim?'". Desde então, ele tem usado pessoas, instituições e eventos para minar e destruir as estruturas sociais que Deus estabeleceu.

Os cristãos correctamente usam a unidade e a coerência da Revelação Bíblica como evidência em suporte da tese que a Bíblia tem Uma Fonte Única (Deus). Ora, os inimigos da civilização têm sido bastante consistentes na sua luta contra a Bíblia.

Primeiro tentaram destruir-nos de fora. Atacaram o casamento, a família e o cristianismo. Falharam. Como não conseguiram - tal como os revolucionários não conseguiram subverter a civilização ocidental a partir de fora - eles agora entram no acampamento inimigo e minam as estruturas internas dos seus adversários ideológicos.

Agora temos pessoas dentro da civilização ocidental que usam lugares de autoridade para promulgar ideologias que visam destruir o ocidente.

O vídeo colocado em baixo é bastante informativo sobre as intenções do esquerdismo, e como esse esquerdismo se tem transformado ao longo dos anos, embora o seu propósito seja sempre o mesmo.

Se és cristão, lembra-te duma coisa:

Porque não temos que lutar contra a carne e o sangue, mas, sim, contra os principados, contra as potestades, contra os príncipes das trevas deste século, contra as hostes espirituais da maldade, nos lugares celestiais. - Efésios 6:12



quinta-feira, janeiro 06, 2011

Cristofobia Global


Os cristãos são o grupo religioso mais perseguido do mundo

Como sempre, os países mais cristofóbicos do mundo são os países muçulmanos e os países liderados por ateus (China, Coreia do Norte, etc). Isto não deixa de ser alarmante quando se sabe que essas duas ideologias são as que se uniram para destruir o cristianismo europeu.

"O Relatório sobre a Liberdade Religiosa no Mundo 2010, apresentado pela Fundação Ajuda à Igreja que Sofre, revela que, em todo o mundo, o número de cristãos perseguidos é de 200 milhões. Outros 150 milhões são discriminados pela sua religião. A fé cristã é a mais difundida, mas também a mais perseguida. Segundo esta fonte, que analisa a situação de 194 países, aqueles onde se verificam as maiores violações à liberdade religiosa são a Arábia Saudita, Bangladesh, Egipto, Índia, China, Uzbequistão, Eritreia, Nigéria, Vietname, Iémen e Coreia do Norte."

Frei Bento Domingues hoje no Público.

Imagem daqui


Felizmente que "quer vivamos, quer morramos, somos do Senhor" e "maior é Aquele que está em nós do que aquele que está no mundo".

quarta-feira, janeiro 05, 2011

Preconceito naturalista: deuses pagãos? Ok. Deus da Bíblia? Não!

Uma reportagem que analisou um dos milagre que o Senhor Jesus fez há mais de 2000 foi recentemente retirado duma publicação médica. A revista Virology Journal havia publicado um artigo (escrito por pesquisadores chineses) que detalhava o caso duma mulher com febres altas que o Senhor Jesus curou. Os autores do estudo especularam que a mulher poderia ter gripe.

Algumas semanas após ter sido publicado, a blogsfera cristofóbica e Teofóbica tratou de ridicularizar e desrespeitar o trabalho de pesquisa dos cientistas. Devido a isto, a Virology Journal pediu desculpas e retirou o artigo da circulação.

Uma vez que a ciência moderna e a tecnologia são normalmente empregadas na pesquisa de eventos passados, porque é que este artigo em particular gerou tanta polémica? Nenhuma razão científica foi oferecida mas muitas razões ideológicas.

Um colunista escrevendo para a LiveScience disse:

Os autores do estudo diagnosticaram a mulher que [o Senhor] Jesus curou como sofrendo de gripe. Se os pesquisadores tivessem examinado algum documento recentemente descoberto, um corpo mumificado, ou outra tipo de evidência forense, isso seria uma coisa. Agora, usar os Evangelhos de Marcos, Mateus e Lucas da versão King James da Bíblia como a única base de dados torna o "Virology Journal" parecer a revista "Mad" ou o "The Onion.
Considerando que Marcos, Mateus e Lucas foram testemunhas oculares e escritores históricos do seu tempo, serão eles menos fiáveis que, por exemplo, Platão?

Há cerca de 2,000 anos atrás o filósofo grego descreveu a cidade perdida de Atlantis que supostamente se afundou no mar. A alusão a esta cidade iniciou a busca dos seus restos arqueológicos ou outro tipo de evidência em seu favor.

No ano de 2005 a revista científica Geology, que "os geólogos profissionais e estudantes universitários.......usam....para se manterem actualizados no que toca as tendências das pesquisas científicas" publicou um artigo intitulado de "Destruction of Atlantis by a Great Earthquake and Tsunami? A geological analysis of the Spartel Bank hypothesis."

Platão é o primeiro escritor a mencionar a cidade, e os outros comentários acerca dela são baseados na sua narrativa. Os seus escritos também mencionam o envolvimento do deus grego Poseidon, em cujos cuidados os outros deuses gregos haviam deixado Atlantis. Aparentemente Poseidon havia-se enamorado por uma mulher mortal, Cleito, que deu à luz cinco pares de gémeos masculinos.

Curiosamente, apesar de todas estas referências a deuses e ao seu envolvimento na vida humana, os escritos de Platão foram tão levados a sério que fomentaram não só estudos arqueológicos mas também estudos geológicos.

Pergunta para os naturalistas que subverteram a ciência e agora dominam as publicações científicas: o que é que faz dos escritos de Platão evidência suficiente para os geólogos iniciarem as suas pesquisas em torno de eventos passados, mas faz os escritos Bíblicos clinicamente e cientificamente inválidos à priori por parte dos médicos chineses? Até o Darth Vader fez uma aparição na revista Psychiatry Research:

Segundo alguns pesquisadores, a transformação de Anakin Skywalker para Darth Vader pode ter mais a ver com questões psicológicas do que com a Força.
Outros eventos Bíblicos (incluindo a estrela de Belém) foram usados para investigações científicas - especialmente em tentativas de as refutar. Porque é que alguns "eventos sobrenaturais" podem ser usados como base para a ciência mas os eventos sobrenaturais da Bíblia não podem?

Ao contrário da Guerra das Estrelas, a Bíblia é um Livro Histórico que contém comentários que, cientificamente falando, nunca podem ser barrados de escrutínio científico. As pesquisas vão continuar quer os jornais com "revisão de pares"publiquem os artigos ou não.

Conclusão:

O facto do artigo dos pesquisadores chineses ter sido retirado demonstra duas coisas:

  • A descriminação propositada contra visões que contradigam a cosmovisão mantida pela comunidade científica secular;
  • A habilidade dos jornais "científicos" de retirarem artigos científicos devido à pressões da opinião pública.
A rejeição do trabalho dos cientistas por parte da comunidade ateísta não foi baseada em argumentos científicos mas em argumentos anti-cristãos. Os ateus sentem-se fragilizados sempre que a ciência e a Bíblia se mostram em harmonia, e por isso tentam a todo o custo usar a censura como forma de esconder a harmonia que há entre uma e outra.

Este evento mostra bem como as crenças pessoais podem moldar a forma como fazemos análises científicas.


sábado, janeiro 01, 2011

Suécia: o exemplo “perfeito”

Julio Severo

Um polêmico projeto de lei, que proíbe os pais de disciplinar os filhos, foi aprovado por uma comissão da Câmara dos Deputados em Brasília. Segundo a autora socialista do projeto, uma surra ou palmada corretiva numa criança teimosa, desobediente e rebelde equivale à violência, e ela quer que o governo aja com força contra os pais disciplinadores.

Para ela, a disciplina física é uma das causas da violência na sociedade, levando as crianças a um comportamento agressivo.

Se a disciplina conduz à violência, então a proibição à disciplina produzirá uma sociedade totalmente pacífica e feliz, onde tudo é resolvido na base do diálogo. Para provar essa teoria, a deputada socialista precisaria de um bom exemplo. E ela conseguiu!

Para defender o projeto antidisciplina durante os debates na Câmara dos Deputados, veio ao Brasil o sr. Peter Tamm. Ele viajou da Suécia para o Brasil especialmente para garantir a vitória do projeto socialista.[1]

Por influência da ONU, a Suécia foi o primeiro país do mundo a proibir os pais de aplicar castigos físicos nos filhos, em 1979. Os defensores suecos dos “direitos” das crianças alegavam que com tal lei a sociedade seria livre de violência, principalmente nos lares.

A lei então se fortaleceu tanto que hoje a simples atitude de um pai ou mãe mandar o filho para o quarto ou levantar a voz para os filhos pode ser motivo de denúncia criminal. Qualquer filho pode denunciar os pais, na escola ou outro lugar. Uma simples discussão com um filho pode fazer com que os pais acabem tendo de enfrentar as autoridades! Na Suécia, não são os filhos que são disciplinados. São os pais.

O sr. Peter Tamm relatou à comissão da Câmara dos Deputados a experiência da Suécia em leis contra a disciplina e aconselhou os deputados a aprovar semelhantes leis no Brasil. O Brasil, segundo ele, precisava imitar as maravilhas do paraíso sueco. Os deputados precisavam aprovar o projeto da deputada do PT.

À primeira vista, pareceria estranho que uma deputada socialista precisasse da ajuda do modelo de uma nação européia na aprovação de uma lei no Brasil. Ela poderia ter utilizado o exemplo de uma nação declaradamente socialista.

Mas ela preferiu a Suécia, um país com aparência capitalista, mas que na verdade é o país que possui a forma mais moderna e perigosa de socialismo “democrático”.

As aparências enganam. Enganam mesmo. Quem olha para o Brasil do exterior, só vê praias, Carnaval, samba e futebol. Parece um paraíso. Quem ouviu o sueco na comissão da Câmara dos Deputados, também achou que a Suécia é um paraíso! Com tal exemplo sueco, os deputados não hesitaram em aprovar o projeto socialista.

Se a própria aparência do Brasil no exterior não é o que se vê, então qual é a realidade da Suécia? Como é o paraíso sueco?

  • A Suécia tem um dos mais elevados índices de aborto da Europa.[2]

  • A Suécia tem um dos mais elevados índices de gravidez entre adolescentes.[3]

  • O índice de casamentos suecos é um dos mais baixos do mundo, e o número de divórcios vem aumentando.[4]

  • Na Suécia, pouquíssimas famílias querem filhos. O índice de natalidade sueco é um dos mais baixos do mundo.[5]

  • A Suécia está entre os países em que há mais crimes violentos no mundo.[6]

  • O uso de drogas é abundante e o número de overdoses fatais dobrou nos dez anos passados.[7]

  • Os roubos são tantos que os cidadãos pararam de fazer boletim de ocorrência, pois a polícia sueca está sobrecarregada e não consegue investigar tudo.[8] Só entre 1950 e 2000, o índice de roubos aumentou 3.604 por cento.[9]

  • Os ataques aos transportes monetários são tão freqüentes que as empresas transportadoras estão ameaçando parar.[10]

  • A Suécia tem hoje um dos mais elevados índices de estupro do mundo.[11] Entre 1950 e 2000, o índice de estupros na Suécia cresceu 356 por cento. No mesmo período, todos os crimes aumentaram 424 por cento.[12] Está também aumentando o número de estupros cometidos por muçulmanos.[13]

Esse é o paraíso sueco.

Por que as autoridades suecas não tomam medidas duras contra os estupradores muçulmanos em seu país? Porque tais medidas poderiam atrair a retaliação dos países muçulmanos onde empresas suecas têm grandes negócios.

Assim, proteger os interesses financeiros das grandes empresas suecas é mais importante do que aplicar a justiça contra a onda covarde de estupros muçulmanos contra moças suecas.

Embora os imigrantes muçulmanos na Suécia estejam recebendo farta tolerância, os evangélicos suecos estão sofrendo repressão. Em

2004, o pastor pentecostal Ake Green foi sentenciado à prisão pelo “crime” de pregar trechos da Bíblia contra o homossexualismo.[14]

Um dia depois da condenação do Pr. Green, a polícia apareceu de surpresa na casa do evangélico

Leif Liljeström, sem nenhum mandado, e prendeu-o, levando-o à delegacia e confiscando seu computador — só porque ele declarou pela Internet que a sodomia é pecado.[15] Em 2004, outro pastor evangélico da Suécia, Ulf Ekman, foi perseguido pelas autoridades por pregar contra o homossexualismo.[16] Desde então, os pastores suecos têm procurado evitar mencionar os trechos da Bíblia sobre o homossexualismo.

Em contraste, um juiz do Supremo Tribunal da Suécia esteve envolvido num episódio escandaloso: Ele foi pego tentando pagar para ter sexo com um rapaz.[

17] Sua exploração homossexual não sofreu importunação das autoridades suecas.

A lei sueca é dura e inflexível contra os pais que tentam disciplinar os filhos, mas é tolerante com adultos que buscam sexo homossexual com rapazes.

As autoridades suecas assim ignoram os crimes de violação dos direitos humanos das jovens suecas cometidos por muçulmanos e toleram tentativas de abuso homossexual contra menores, mas não ignoram, de modo algum, uma pregação evangélica contra o pecado homossexual, nem toleram que um pai ou uma mãe discipline seus filhos.

Preciso fazer uma pergunta aos deputados federais. A maioria deles, na comissão da Câmara dos Deputados que debateu a proibição da disciplina, aceitou a apresentação bela e maravilhosa que o cidadão sueco fez de seu país nessa questão.

Pergunto:

Vocês querem que o Brasil vire uma Suécia, onde as autoridades ignoram os crimes reais, mas tratam como crime a disciplina física e a pregação de um pastor contra o pecado homossexual?

É esse tipo de “paraíso” que vocês querem para o Brasil?

Outros artigos de Julio Severo sobre a questão da disciplina:

O abuso estatal contra a ordem familiar

Quando um pai não disciplina o próprio filho

Artigos sobre perseguição contra os cristãos suecos:

Aconteceu em 2002: Suécia Adota Medidas para Tornar Crime a Oposição ao Homossexualismo

Aconteceu em 2004: Pastor Sueco é Condenado à Prisão por Pregar sobre o Homossexualismo

Aconteceu em 2004: Pastor Processado por Alegado Discurso Discriminatório Encoraja a Igreja a Evitar a Timidez

Aconteceu em 2005: Pastor Sueco Vence Processo que o Condenava por Crime de Preconceito Homossexual

Supremo Tribunal da Suécia Reverá Decisão que Inocentou Pastor Condenado por “Crime de Preconceito” por Pregar contra o Homossexualismo

Julgamento de Pastor Sueco Acusado de Crime de Ódio contra os Homossexuais Utilizado como Oportunidade para Evangelizar

Pastor Sueco É Inocentado da Acusação de Discurso de Ódio contra os Homossexuais

Fonte: www.juliosevero.com.br

Notas:

[1] http://www.camara.gov.br/internet/agencia/materias.asp?pk=59530&pesq=Tamm|

[2] http://www.cwfa.org/articledisplay.asp?id=1546&department=CWA&categoryid=life

[3] http://www.cwfa.org/articledisplay.asp?id=1546&department=CWA&categoryid=life

[4] http://www.family.org/cforum/fnif/news/a0037462.cfm

[5] http://www.frc.org/get.cfm?i=IF04G01

[6] http://www.wnd.com/news/article.asp?ARTICLE_ID=21902

[7] http://www.afa.net/clp/GetArticle.asp?id=63

[8] http://www.afa.net/clp/GetArticle.asp?id=63

[9] http://www.wnd.com/news/article.asp?ARTICLE_ID=47735

[10] http://www.afa.net/clp/GetArticle.asp?id=63

[11] http://www.afa.net/clp/GetArticle.asp?id=63

[12] http://www.wnd.com/news/article.asp?ARTICLE_ID=47735

[13] http://www.jihadwatch.org/dhimmiwatch/archives/009563.php

[14] http://www.akegreen.com/

[15] http://www.prayforsweden.com/

[16] http://juliosevero.blogspot.com/2004/10/pastor-sueco-perseguido-incentiva-os.html

quarta-feira, dezembro 15, 2010

Imagem: Genocidas ateus

Pelos seus frutos os conhecereis, e os frutos do ateísmo tem sido devastadores para a humanidade.

Fonte

terça-feira, dezembro 14, 2010

Sinisterismo - A religião secular da mentira

"The behavior of power-intensive regimes such as Nazism and Stalism is best explained by a shared hostility toward Christianity and Judaism."

URL - http://www.intellectualconservative.com/2006/02/23/bruce-walker%E2%80%99s-sinisterism-secular-religion-of-the-lie/

quarta-feira, novembro 17, 2010

Bento XVI e a hipocrisia dos homossexuais

O Henrique faz uma alusão a uma coisa que tem sido observada com frequência: os esquerdistas são muito "corajosos" no que se toca a criticar Bento XVI mas são estranhamente controlados no que toca a criticar os muçulmanos.

Nenhum grupo ideológico mata mais homossexuais do que os muçulmanos. Porque é que só os cristãos - os católicos em particular - são alvo de "mega-beijos" na praça pública? Onde estão os grupos homossexuais que se beijam em frente a mesquitas como forma de protestar pela matança de homossexuais nos países islâmicos?

Em Barcelona, um grupo de gays-tão-gays fez uma triste figura junto do Papa. Além de ser uma mera provocação, aquele exibicionismo sexual revela intolerância (contra os católicos) e cobardia (ante os muçulmanos).

I. Em Barcelona, o Papa foi recebido por um grupo de gays-tão-gays: este esquadrão de valentões começou a dar beijinhos repenicados à frente do Papa-móbil. Como é óbvio, esta bravura soft porn era uma espécie de protesto grupal contra as posições da Igreja na questão do casamento entre pessoas do mesmo sexo. Aqueles gays-tão-gays estavam, no fundo, a dar pulinhos corporativos, como que a dizer "olhem para nós, camaradas, olhem para nós, vejam como nós somos tão livres e corajosos perante o tirano que veste de branco. Olhem, olhem".

II. Toda esta cena tem sérios problemas. Em primeiro lugar, é uma triste demonstração de exibicionismo sexual. Se eu demonstrar o meu "orgulho heterossexual", corro o risco de ser acusado de "machista" ou "marialva", mas se um gay demonstrar o seu "orgulho gay", ah, é logo considerado um bravo libertador, um pensador da liberdade. Beija o teu homem à frente do Papa e serás considerado um Kant em potência, eis um belo slogan para o "orgulho gay". Depois, vamos lá ver uma coisa: o que é isso de "orgulho gay"? Se o desejo homossexual é tão natural como o desejo heterossexual, porque razão aquelas pessoas têm orgulho numa coisa que é natural? Se o desejo é natural, então a parte do "orgulho" não faz sentido.

III. Em segundo lugar, estas atitudes revelam uma profunda intolerância. Aquelas pessoas querem o quê? Querem que o Papa diga que o casamento gay é a melhor coisa do mundo? Meus amigos, o Papa e os católicos têm o direito às suas opiniões. Os católicos têm o direito de dizer que o casamento gay não devia ser legal. As opiniões são livres. No fundo, aqueles gays não toleram a ideia de alguém a pensar de forma diferente da sua. É sempre assim: os auto-proclamados donos da tolerância têm uma estranha atracção pela intolerância.

IV. Em terceiro lugar, estas demonstrações contra a - suposta - homofobia do Papa revelam uma profunda hipocrisia. Se quisessem mesmo lutar contra a homofobia motivada por líderes religiosos, estes gays podiam ir dar beijinhos para as portas das mesquitas (estou certo de que existem mesquitas em Espanha). Na Europa, as tais "comunidades muçulmanas" são rainhas e senhoras da homofobia. Portanto, a pergunta tem uma lógica cristalina: por que razão estes gays valentões não vão dar beijinhos à frente das mesquitas? Ide, valentes. Ide dar beijinhos ao pé do senhor imã.

sexta-feira, novembro 12, 2010

“Pluralismo” como desculpa para promover o secularismo radical na Europa

Uma das coisas mais irritantes que existe dentro das igrejas são os "idiotas úteis", ou seja, pessoas que se identificam como cristãs mas que ignorantemente apoiam causas que contradizem o seu cristianismo. Lembro-me uma vez de ver o Padre Milícias a defender a "multiculturalidade" ou o "multiculturalismo" como se isso fosse uma coisa boa.

Será que ele não sabe que quem defende tal ideologia auto-contraditória tem em vista APENAS E SÓ a destruição da cultura cristã? Se não é esse o propósito do multiculturalismo, porque será que o mesmo só é promovido no ocidente, tradicionalmente o bastião do cristianismo mundial?

Onde estão os multiculturalistas do mundo islâmico, por exemplo? Porque é que os promotores do "pluralismo" no ocidente não levam a sua mensagem para o oriente (bem mais monolítico) e anunciam a sua "boa nova" por lá?

Não o fazem porque não há cultura cristão dominante por lá, portanto, não há necessidade.

Claro que o Padre Milícias não deve ser má pessoa, mas acho que ele e muitos outros cristãos deste mundo (evangélicos, católicos, ortodoxos, etc) estão genuinamente enganados em relação ao "pluralismo" ou ao "multiculturalismo".

Felizmente que há cristãos que já abriram os olhos em relação a isso.

Hilary White
ROMA, Itália, 5 de agosto de 2010 (Notícias Pró-Família) — Diz-se que o infame Caso do Crucifixo no Tribunal Europeu de Direitos Humanos é um exemplo do uso crescente da doutrina do “pluralismo” para suprimir as expressões públicas de convicções religiosas na Europa.
Gregor Puppinck, diretor do Centro Europeu de Direito e Justiça (CEDJ), uma organização de proteção aos direitos civis, disse para a revista católica italiana Il Consulente RE na semana passada que o caso é só um exemplo do problema.
Puppinck e o CEDJ estão também de olho nas tentativas do governo radicalmente secularista da Espanha de atacar os fundamentos cristãos desse país usando o “pluralismo”, notando o começo de um novo currículo cívico secularista nas escolas em que “não se permite” a objeção religiosa.
Ele disse que esse currículo está na mesma escola filosófica que motivou o recente incidente em que o governo espanhol multou uma rede de televisão em 100 mil euros por ousar (http://noticiasprofamilia.blogspot.com/2010/07/rede-de-televisao-da-espanha-e-multada.html) criticar as paradas de orgulho gay.
“Sim, é a mesma mentalidade, que força os estudantes e não permite opiniões diferentes. O pluralismo, promovido como meio de descristianizar a cultura espanhola, exige que você aceite todas as condutas, mas exclui a possibilidade de juízos morais”.
O CEDJ trabalha em grande parte no Conselho da Europa e no Tribunal Europeu de Direitos Humanos (TEDH) em Estrasburgo, e esteve profundamente envolvido no caso Lautsi versus Itália em que o TEDH decidiu que crucifixos fossem removidos das escolas públicas italianas, de forma contraditória, na base da liberdade religiosa.
Puppinck notou a ironia do tribunal “garantindo liberdade religiosa por meio da medida de impedir… o exercício da religião!” Ele disse que a decisão indica um dos dois maiores “desafios” que a sociedade ocidental enfrenta hoje: o islamismo militante e o secularismo.
Ele notou que 21 países, (http://www.lifesitenews.com/ldn/2010/jul/10072303.html) quase metade dos 47 países membros do Conselho da Europa, têm protestado contra a decisão ou estão apoiando a Itália no recurso. O apoio desses países, disse ele, mostra que a iniciativa de “certos juízes de impor um modelo ocidental secular na Europa inteira foi golpeado por uma oposição sem precedente”.
“Aliás, vinte e um países defenderam publicamente a legalidade da presença de Cristo na sociedade. Esse é o aspecto mais importante da situação”.
Traduzido por Julio Severo: www.juliosevero.com
Veja também este artigo original em inglês: http://www.lifesite.net/ldn/viewonsite.html?articleid=10080509
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quinta-feira, novembro 04, 2010

Reino Unido: Gaystapo quer criminalizar a liberdade de expressão

Liberdade de expressão, mas não muito.
Reino Unido: cristãos que se opõem ao homossexualismo podem ser perseguidos por "crimes de ódio"

Um grupo cristão, chamado Christian Voice, descobriu que seu protesto contra uma parada gay, lésbica, bissexual, travestis e etc. em Manchester foi considerado como "ódio" e pode ser banido de todos os futuros protestos.

De acordo com um jornal local, um grupo de cerca de 20 cristãos, empunhando faixas, se juntaram do lado de fora da livraria John Rylands em Deansgate, enquanto o "desfile" passava.

A despeito do protesto do pequeno grupo ser completamente afogado pela gritaria e perversão da multidão de milhares, o conselho, dominado pelo Labour, decidiu que o pequeno grupo de cristãos estava "perturbando" o desfile e precisava ser banido.

Aparentemente, o conselho agora "planeja trabalhar com a polícia para ver se leis contra "crimes de ódio" podem ser usadas para proibir cenas similares no "Orgulho" do próximo verão".

Pat Karney, o porta-voz do Conselho, disse que "tais protestos não tinham nenhum lugar em Manchester".

"Eu estarei encontrando organizadores e a polícia para fazer certo que no ano que vem as pessoas não estejam sujeitas a estes discursos vis e cheios de ódio", disse Karney.

"Nós temos uma história orgulhosa em Manchester de liberdade de expressão, mas não há lugar para isso", ele adicionou, ou não se dando conta ou ignorando deliberadamente a total hipocrisia dessa declaração.

"Há coisas que nós podemos fazer usando leis de "crimes de ódio" para fazer certo que eles não voltarão", terminou Karney.

Stephen Green, diretor nacional do Christian Voice, foi citado como tendo dito que "é um dia muito triste para este país quando as autoridades querem se voltar contra os ensinamentos do Evangelho. Esta é uma grande violação à liberdade de expressão", ele disse.

Fonte: BNP News
Quanto tempo até a Bíblia ser banida da Inglaterra por ser "discurso de ódio"? John Wesley, Isaac Newton, Maxwell, Faraday e os cristãos ingleses que lutaram para abolir a escravatura devem estar a rebolar nos seus caixões.

O que já foi um grande país agora nada mais é que um sítio de perversão sexual, aborto ilimitado (200,000 por ano) e famílias degradas. Excelente trabalho, ateus!

sexta-feira, outubro 22, 2010

Governador mexicano é multado por mencionar Deus

Isto num país esmagadoramente católico. Qualquer dia ser cristão vai ser o mesmo que ser judeu na Alemanha nazi dos anos 30. Será?

Obrigado esquerdistas.

No passado, considerava-se delito blasfemar contra o nome de Deus, agora é crime mencioná-lo. Esse foi o caso do atual governador de Sinaloa, México, Mario López Valdez (foto acima) que venceu as recentes eleições para o governador e foi multado por ter, durante sua campanha eleitoral, pronunciado o nome de Deus.

O Tribunal Eleitoral do Poder Judiciário da Federação, órgão máximo na matéria no México, alegou a laicidade do estado e a proibição constitucional que proíbe o uso de expressões religiosas em disputa eleitoral, para justificar a punição.

Os Partidos derrotados ainda se acharam no dever de denunciar ao tribunal que Mario López invocou a proteção de Deus em outras ocasiões.

Como bem alertou o Professor Plinio Corrêa de Oliveira, em seu livro Revolução e Contra-Revolução, “o laicismo é uma forma de ateísmo. (...) Ele afirma a impossibilidade de se ter certeza da existência de Deus. De onde, na esfera temporal, o homem deve agir como se Deus não existisse. Ou seja, como pessoa que destronou a Deus.” (Parte I, Cap VII, pág 63, Art Press, 1998)

sábado, outubro 09, 2010

Padaria corre risco de ser fechada por não pactuar com homossexualidade

Um sistema legal controlado pelos esquerdistas caracteriza-se não só pela coerção em não atacar estilos de vida politicamente correctos, como também em ter que se tomar parte na promoção dos mesmos:
O dono de uma loja de bolos de Indianapolis pode ser despejado da sua localização de muitos anos por recusar uma encomenda especial feita por um grupo homossexual universitário.

A padaria "Just Cookies" opera no mercado (propriedade da cidade) há mais de 20 anos. O presidente da comissão de directores que supervisiona o mercado declarou ao jornal Indianapolis Star que ele "não gostaria de perde-los" como arrendatários mas que isso pode muito bem acontecer uma vez que o dono, David Stockton, tomou uma decisão moral de não pactuar com a actividade homossexual.

Gerou-se uma controvérsia quando os donos da padaria alegaram objecções morais em relação à encomenda de bolos decorados com arco-íris. A encomenda é para o "National Coming Out Day" que se realiza para a semana e que vai ser festejado numa universidade próxima.

David Stockton disse pelo telefone que ele não se sentia confortável em suportar os valores homossexuais especialmente porque isso não seria um bom exemplo para as suas duas filhas.

Micah Clarke da Associação da Família Americana de Indiana diz que há indícios de que a cidade pode despejar Stockton citando a legislação local de "anti-descriminação".

Nenhuma das pessoas que já leu o livro de Orwell 1984 vai ficar surpreendida com o facto de legislação de "anti-descriminação" ser usada para descriminar contra grupos que os esquerdistas não aprovam, nomeadamente, aqueles que são guiados por princípios morais em vez de decretos politicamente correctos da classe dominante.

Conclusão:

O que fica desta história é como o fascismo homossexual vai ganhando força com a preciosa ajuda dos esquerdistas. Debaixo do novo "sistema moral" já não há liberdade para não se pactuar com o auto-destrutivo comportamento homossexual: somos obrigados a fazer parte de comportamentos nocivos mesmo que isso contradiga as nossas convicções morais, a Medicina, a Fisiologia , etc.

Que isto nos sirva de exemplo para uma coisa que podemos transportar para a nossa vida pessoal: o mal só progride numa direcção. Se nós damos um centímetro de espaço ao mal, ele vai querer 10 cm. Se dermos 10, ele vai querer 50. Se dermos 50, ele vai querer 100, e assim sucessivamente até sermos totalmente derrotados espiritualmente.

O lobby homossexual, sendo um grupo que promove um comportamento que contradiz o propósito da Criação, vai continuar a forçar o seu comportamento pelas nossas vidas adentro até não poder mais.

Portanto, todo e qualquer compromisso que nós façamos com esse lobby é uma derrota para nós. Nesta guerra do homossexualismo contra Deus não há meio termo: ou se é contra ou se é a favor. Deus não nos deu espaço para sermos "neutros" (Lucas 11:23).

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Foto tirada do blog Moonbattery.com

quinta-feira, outubro 07, 2010

Desespero secularista na base do ódio anti-católico

Original.

Um bom contributo para a compreensão do quadro mental jugular: The Secular Inquisition – The campaign to arrest the pope is the product of an increasingly desperate secularism, which can only find meaning through ridiculing the religious

There is nothing remotely positive in the demand that British cops lock up the pope and then drag him to some international court on charges of ‘crimes against humanity’. Instead it springs from an increasingly desperate and discombobulated secularism, one which, unable to assert itself positively through Enlightening society and celebrating the achievements of mankind, asserts itself negatively, even repressively, through ridiculing the religious.

(…)

It’s worth asking why otherwise fairly intelligent thinkers get so dementedly exercised over the pope and the Catholic Church. What exactly is their beef? What are they objecting to? Very few (if any) of the pope-hunters were raised Catholic, so this isn’t about personal vengeance for some perceived slight by a priest or nun.

(…)

The reason this crusade is so hysterical is because it is not really about the pope at all – it is about the New Atheists themselves. The contemporary pope-hunting springs from a secularist movement which feels incapable of asserting a sense of purpose or meaning in any positive, human-centred way – as the great atheists of old such as Marx or Darwin might have done – and which instead can only assert itself negatively, in contrast to the ‘evil’ of religion, by posturing against the alleged wickedness of institutionalised faith. It is the inner emptiness, directionless and soullessness of contemporary secularism – in contrast to earlier, Enlightened and more positive secular movements – which has given birth to the bizarre clamour for the pope’s head.

Secularism is in crisis. In Enlightened times, progressive secular movements, those which eschewed the guidance of God in favour of relying on mankind to work out what his problems were and how to solve them, were all about having a positive view of humanity. Their vision was both terrifying and extremely liberating: that man alone could master the complexities of life on Earth and improve it for himself and future generations. Today, however, we live in misanthropic, deeply downbeat times, where mankind is looked upon as a greedy, destructive, unreliable force whose behaviour and thoughts must be governed from without.

Indeed, one of the newspaper writers who cheered on the vengeance of Hitchens and Dawkins against Benedict used the very same column to argue that ‘ecocide’ – otherwise known as mankind’s impact on the planet – should also be made a ‘crime against humanity’. It perfectly illustrated that it is not faith in humankind that drives today’s ‘muscular secularism’, but something like its opposite: a profound confusion about mankind’s role, a discomfort with the world we inhabit today, a powerful sense of isolation amongst contemporary New Secularists – isolation from other people, from any coherent ideas, from any stand-up system of meaning. Driven more by doubt and disarray than by a desire to Enlighten, the New Secularists come across as alarmingly intolerant of any system of meaning which, unlike theirs, appears to have some coherence and authority.

This is what drives their war against religion: an instinct for ridiculing those who still, unlike contemporary secularists themselves, have an overarching outlook on life and a strong belief system. That is really what they find so alien about the Catholic Church in particular – its beliefs, its faith, its hierarchy. An atheism utterly alienated from the mass of humanity and from any future-oriented vision can only lash out in an extreme and intolerant way against those who still seem to have strong beliefs: the religious, or the ‘deluded ones’, as the New Atheists see it.

sexta-feira, outubro 01, 2010

O colapso das igrejas evandélicas ocidentais?

O "Vox Day" escreveu um artigo onde analisa as previsões do fim das igrejas evangélicas americanas. Mas os ateus que não se alegrem porque Deus tem uma surpresa que os vai deixar de olhos em bico.

O que nós temos aqui, nesta previsão do colapso do movimento evangélico, é o tipicamente americano falhanço de olhar para além das fronteiras culturais enquanto se tenta contemplar as tendências globais:
Estamos em vias de assistir durante os próximos 10 anos ao colapso do Cristianismo Evangélico. Esta fim anunciado vai acompanhar a deterioração do mundo Protestante e vai alterar fundamentalmente o ambiente cultural e religioso do Ocidente. Dentro de duas gerações, o "evangeliquismo" vai ser uma casa vazia de seus ocupantes. (Entre 25 a 35% dos americanos são protestantes.)

Durante o "Protestante" século 20 os evangélicos floresceram, mas dentro em breve eles irão viver num século 21 religiosamente antagonista. Este colapso vai anunciar a chegada do capítulo anti-cristão do ocidente pós-cristão. A intolerância ao Cristianismo vai subir para níveis muitos de nós nunca acreditaria ser possível durante as nossas vidas. As políticas públicas vão-se tornar hostis ao Cristianismo evangélico, olhando para ele como o inimigo do bem comum.

Se a nossa sensibilidade cultural se limita à Europa e aos Estados Unidos - como é o caso dos Novos Ateus e dos Cristãos americanos - esta previsão faz todo o sentido enquanto se ignorarem as tendências demográficas. Mas a partir do momento em que levamos em conta o crescimento explosivo do Cristianismo em África e na Ásia, esta tese cai por terra.

Artigo proveniente do NPR, por incrível que pareça: Na Terra de Mao, a Crescente Onda do Cristianismo:

Sondagens oficiais feitas pelos chineses agora mostram que 1 em cada 3 chineses descreve-se como cristão, um número surpreendente num país oficialmente ateu e onde a religião estava banida até 3 décadas atrás.

Os últimos 30 anos de reformas económicas testemunharam um crescimento de crença religiosa. O governo chinês reconhece oficialmente 5 religiões: Protestantismo, Catolicismo, Budismo, Islão e Daoísmo. O maior crescimento de todos tem-se verificado no Cristianismo, o mesmo que o governo tem tentado controlar.

Algumas sondagens recentes calcularam que podem existir até 100 milhões de protestantes chineses. Isto pode significar que a China tem mais cristãos do que membros do Partido Comunista, actualmente contabilizado nos 75 milhões.

Não tenho dúvidas que as crescentes igrejas "liberais" evangélicas vão seguir o caminho das antigas denominações e declinar até a irrelevância. Mal é cortada da raiz nutridora da Palavra de Deus, a igreja Cristã invariavelmente morre.

Há alguns sinais que suportem isto, mas o mais visível de todos é o estabelecimento de mulheres no púlpito. Um exercício revelador é contar o número de "eu" que uma pregador feminina faz nos seus "sermões" e fazer o mesmo quando é um homem a pregar. Eu lembro-me de um ilustre exemplo em Woodland Hills onde eu desisti e parei de contar as referências à sua própria pessoa uma vez que o monólogo narcisista era mais sobre esta mulher e os seus sentimentos do que uma psicoterapia normal.

Uma vez que o governo dos EUA tem sido basicamente bem sucedido em controlar as igrejas através do estabelecimento de licenças federais, é de se notar que embora a China esteja a tentar utilizar a mesma táctica, os cristãos chineses já estão bem familiarizados com os custos da centralização para resistir os esforços estatais de os controlar.

Os EUA estão a seguir o mesmo caminho que a Europa seguiu até chegar ao período pós-cristão. Mas como se pode ver pela Europa, uma Europa pós-cristã secular não é suportável e rapidamente inclina-se para o paganismo. E como já foi muitas vezes demonstrado através da História, o paganismo é facilmente vencido pelo Cristianismo. É um ciclo histórico observável.

Infelizmente, os ciclos históricos estão lavados de sangue.

quinta-feira, setembro 16, 2010

Governo Socialista Espanhol Multa Televisão por Criticar Homossexualidade

Liberdade de expressão, sim, mas não muito.

Parece que o lobby homossexual tem um aliado bem poderoso na sua luta para a normalização do auto-destrutivo comportamento homossexual. Os cristãos que se cuidem.

MADRID, Espanha, 26 de julho de 2010 (Notícias Pró-Família) — O governo socialista da Espanha multou a rede de televisão Intereconomia em 100.000 euros (130.000 dólares americanos) por passar uma série de anúncios que o governo afirma “atacam a dignidade” dos homossexuais”
Os curtos anúncios de TV, que são anúncios promocionais da organização Intereconomia, mostram cenas de participantes com poucas e grotescas roupas nas paradas de “orgulho gay” fazendo gestos indecentes para as câmaras e denunciando os valores religiosos. As cenas, que são típicas de tais eventos de “orgulho”, são tão imorais que o Google exige que os visitantes declarem que têm mais de 18 anos de idade antes de mostrar a versão do YouTube.
Num dos anúncios, as imagens são interpostas com uma série de perguntas, inclusive “É essa a sociedade que você quer?” e se ou não a pessoa que assiste gostaria de “apoiar isso com dinheiro público?”. Termina com a pergunta: “Orgulho? Do que?”
Outro mostra uma série de fotos de ativistas homossexuais e em seguida fotos representando famílias e crianças, e conclui: “Um dia de orgulho gay, 364 dias de orgulho para as pessoas comuns e normais”. Os anúncios foram passados 273 vezes entre 22 de julho e 17 de setembro de 2009 na rede.
Depois de uma queixa judicial feita ao Ministério da Indústria em janeiro deste ano, o anúncio foi considerado inaceitável pelo governo de José Luis Rodríguez Zapatero, um regime socialista que estabeleceu o “casamento” homossexual no país e fortemente favorece a agenda política gay. A multa foi anunciada em 2 de junho.

Retribuição política?

O golpe violento do governo de Zapatero contra a Intereconomia pode também ser uma retribuição política contra a rede, que havia sido uma constante pedra no sapato dos socialistas da Espanha.
Os anúncios promocionais de Intereconomia atacam regularmente Zapatero e o socialismo. Um anúncio começa notando que “os socialistas nunca cessam de matar”, depois do qual mostra uma série de ditadores socialistas, inclusive Stálin, Hitler e Mao Tse Tung, e o correspondente número de vítimas mortas associadas a cada um. Então exibe a face do primeiro-ministro Zapatero e diz: “Socialismo espanhol: 100.000 mortos por ano — antes do nascimento”.
Intereconomia deu uma resposta oficial à multa, dizendo: “Ao analisar a multa imposta à Intereconomia pelo Ministério da Indústria por causa de uma campanha publicitária em defesa da família, é apropriado recordar que na Espanha não construímos uma democracia com o propósito de ter uma polícia policiando nossos pensamentos e opiniões”.
“Os espanhóis e seus meios de comunicação têm o direito de mostrar a intromissão do governo nos padrões de conduta pública”, diz a declaração. “Ainda mais quando essa intromissão é feita, como no caso do casamento gay, em desobediência ao consenso predominante na maioria imensa dos países desenvolvidos, e com o apoio de instituições como o Tribunal de Estrasburgo”.
“Se os minoritários grupos gays de pressão política podem exercer seu tradicional ativismo político, é legítimo dar voz às críticas”, escreve a rede, acrescentando que tais críticas são “baseadas na antropologia, ciência e a própria complexidade da realidade”.
Embora a multa seja insignificante, o Coletivo de Gays, Lésbicas, Bissexuais e Transexuais de Madri (COGAM) disse que não é suficiente.
A organização disse que os homossexuais na Espanha são “muito vulneráveis”, e exigiu “que esta rede seja fechada o mais rápido possível, mudando as leis em vigor se for necessário”.
Traduzido por Julio Severo: www.juliosevero.com
Veja também este artigo original em inglês: http://www.lifesite.net/ldn/viewonsite.html?articleid=10072601
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domingo, setembro 12, 2010

Vídeo “Crianças indígenas enterradas vivas” é bloqueado pelo YouTube

Pelos vistos a vida das crianças índias não vale muito para os socialistas. Primeiro está a ideologia (multiculturalismo), e depois, sim, está a vida. Como é normal, a aliança entre ideologias anti-cristãs (paganismo + socialismo + ateísmo) só trás sofrimento aos mais frágeis da sociedade.
Vídeo “Crianças indígenas enterradas vivas”, visitado por mais de 180 mil pessoas no Blog Julio Severo durante dois anos, é bloqueado pelo YouTube
Julio Severo
O vídeo “Crianças indígenas enterradas vivas” (http://www.youtube.com/watch?v=BDxdlVGjLdY&feature=player_embedded), depois de dois anos no Youtube através do Blog Julio Severo com um número de 180.295 visitas, foi rejeitado pelo Google como tendo conteúdo “impróprio”.
Qual era esse conteúdo? Era apenas uma filmagem denunciando como crianças índias que nascem com qualquer problema físico são sentenciadas à morte pelos pajés (feiticeiros) de algumas tribos brasileiras.
Todos esses assassinatos de crianças vêm sendo cometidos bem debaixo do nariz do governo brasileiro e de antropólogos, que protegem essa prática sob o manto sagrado da “cultura indígena” — que não difere absolutamente em nada da cultura nazista.
Missionários da JOCUM que resgataram algumas dessas crianças sentenciadas à morte têm sido ameaçados, porque tiveram a “ousadia” de tirar essas crianças da esfera dos pajés, livrando-as literalmente da morte.
Contudo, o governo Lula, que deu asilo a um comunista assassino italiano, não tem disposição nenhuma de dar abrigo e proteção para essas crianças. Pelo contrário, o governo exige que elas sejam devolvidas às suas tribos, onde enfrentarão inescapáveis sentenças “culturais”.
Conheci pessoalmente um casal da JOCUM que adotou Hakani, uma menina indígena que havia sido condenada à morte. Ela vive hoje em Brasília, com esse casal. Se for devolvida à tribo, ela será assassinada.
Em 2 de julho de 2008, escrevi e publiquei um artigo como minha manifestação de grito em defesa dessas crianças ameaçadas.
Não fui o único a participar desse grito de socorro. Muitos outros também se mobilizaram para ajudar essas crianças, inclusive o Dep. Henrique Afonso, que criou um projeto de lei exclusivamente para protegê-las, mas o PT obstruiu tudo.
No artigo, há o vídeo “Crianças indígenas enterradas vivas”, que não está mais disponível, porque a política do YouTube, cujo dono é o mesmo Google que vem favorecendo o homossexualismo de forma descarada, censurou o vídeo, sob a alegação de que tinha conteúdo impróprio.
Diante dessa censura, eu pergunto:
É impróprio denunciar o assassinato de crianças indígenas?
É impróprio se mobilizar na defesa delas?
É impróprio conscientizar o público do massacre de crianças inocentes nas tribos?
Há centenas de milhares de vídeos que o Google pode e deve censurar, por possuírem real conteúdo impróprio, indecente, pornográfico, violento e prejudicial. Mas calar a voz que clama pela vida das crianças é uma censura cruel, e esse tipo de censura tem um histórico que vem desde a Alemanha nazista até a Cuba e Coreia do Norte comunistas.
Se o conteúdo da denúncia de socorro do vídeo “Crianças indígenas enterradas vivas” é impróprio, o que dizer dos seus opositores?
Que tipo de conteúdo há na cabeça de governantes políticos e antropólogos que acobertam e protegem, sob as mais diferentes desculpas “culturais”, essa versão indígena da eugenia nazista?
Que tipo de conteúdo há na cabeça de alguém para silenciar um grito de socorro em favor dos inocentes e ameaçados?
Peço a colaboração de todos para restaurar meu vídeo ao seu link original: http://www.youtube.com/watch?v=BDxdlVGjLdY&feature=player_embedded
Por favor, manifeste-se educadamente para o Google no Brasil, telefonando ou enviando fax:
Google Brasil Internet Limitada
Av. Brigadeiro Faria Lima, 3900 5º andar, Itaim
São Paulo, 04538-132
Brasil
Fone: 11-3797-1000
Fax: 11-3797-1001
Campanha internacional para resgatar crianças indígenas do Brasil

sexta-feira, setembro 03, 2010

Professor Demitido por Falar Mal do Comportamento Homossexual

Já nem se pode ser contra o auto-destrutivo comportamento homossexual sem se sofrer perseguição. Aqueles que durante tanto tempo lutaram por "igualdade" agora já não se contentam com ela. Agora querem censurar todos aqueles discordam com as suas preferências/perversões sexuais.
Peter J. Smith
BERSEBA, Israel, 6 de julho de 2010 (Notícias Pró-Família) — Autoridades da prestigiosa Universidade Ben Gurion em Israel dizem que crêem em liberdade acadêmica, mas aparentemente decidem o que é aceitável ou não quando um professor faz comentários negativos sobre a homossexualidade. O professor Yeruham Leavitt descobriu isso do jeito difícil, depois que concordou com a preocupação de um estudante de que pais homossexuais privariam uma criança de uma criação “normal” de família durante a sessão de perguntas e respostas de sua palestra para estudantes de farmacologia.
De acordo com fontes noticiosas israelenses, a universidade demitiu o Prof. Yeruham Leavitt porque três estudantes — pelo menos um deles homossexual — sentiram-se ultrajados que Leavitt compartilharia tal opinião com sua classe de ética médica, e que ele continuaria a argumentar que pode-se escolher livremente controlar as próprias inclinações sexuais — tanto heterossexuais quanto homossexuais.
“Veja a mim como exemplo. Sinto-me atraído a todas as mulheres — mas eu me controlo”, disse ele conforme as reportagens. “Os homossexuais também podem se controlar”.
Os comentários vieram em meio a um debate de ética sobre inseminação artificial para duplas homossexuais.
Ynet News noticiou que os estudantes se queixaram para o comitê universitário, que então exigiu que Leavitt se explicasse. Leavitt disse que seus comentários foram compreendidos de forma correta, disse que não tinha nada pelo que se desculpar, reafirmou sua postura e declarou que ele tinha o direito de expressar suas opiniões pessoais diante de sua classe.
Mas o comitê universitário rejeitou a defesa de Leavitt, e condenou suas declarações “sobre o fenômeno da homossexualidade” como “ofensivas”. Depois de seu julgamento, eles cancelaram sua aula e o despediram de sua posição na universidade.
“Não há espaço para opiniões pessoais que ofendam alguns dos estudantes”, declarou uma carta do Professor Riad Agbaria, diretor do Departamento de Farmacologia Clínica da Ben Gurion, a qual o Ynet News obteve.
A universidade também reafirmou a postura de Agbaria numa declaração. “A Universidade Ben-Gurion santifica a liberdade de pensamento e expressão, mas o professor descaradamente passou dos limites”, disse a declaração.
Os funcionários e estudantes da universidade, e organizações que defendem a liberdade de expressão, tais como a Associação pelos Direitos Civis em Israel e o Fórum Legal pela Terra de Israel, expressaram indignação.
Ynet noticiou que um pequeno grupo de estudantes conduziu protestos fora da Universidade Ben Gurion por causa da demissão de Leavitt, com placas dizendo: “Chega de hipocrisia” e “Liberdade de expressão é apenas para a esquerda”.
Leavitt protestou contra a decisão como uma violação grosseira de seus direitos acadêmicos, e disse ao Ynet, “O fato de que a Universidade Ben-Gurion tenha me demitido de forma vergonhosa constitui uma violação séria de direitos fundamentais, inclusive o direito à dignidade, liberdade acadêmica e liberdade de expressão”.
“Não tenho nada contra a comunidade gay e lésbica”, reafirmou ele. “Além disso, durante meus muitos anos na universidade sempre instilei os valores da tolerância e liberalismo”.
O jornal israelense Arutz Sheva noticia que o Fórum Legal pela Terra de Israel está ameaçando levar o caso diante do Supremo Tribunal de Israel se a Ben Gurion não revogar sua decisão de demitir Leavitt. Eles comentaram que várias semanas atrás a Ben Gurion não demitiu o Dr. Neve Gordon, diretor do Departamento de Política e Governo da universidade, por convocar um boicote contra Israel durante uma de suas palestras.
Eles acrescentaram que o padrão duplo é descarado, considerando que o Prof. Weinblatt, reitor da universidade, fez uma defesa carregada de banalidades por Gordon, dizendo: “Vivemos num país democrático em que há liberdade de expressão para todos, até mesmo para aqueles cujas opiniões não são apreciadas por todos”.
O movimento Im Tirtzu da Ben Gurion também se uniu ao coro de condenação, declarando que a Universidade Ben Gurion havia demonstrado que “quando os professores ousam expressar uma opinião que não se alinhe com a opinião predominante da gerência, eles pagam o preço com suas posições”.
Traduzido por Julio Severo: www.juliosevero.com
Veja também este artigo original em inglês: http://www.lifesite.net/ldn/viewonsite.html?articleid=10070610
Copyright © LifeSiteNews.com.

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