Como se não fosse suficientemente embaraçoso ter Cristãos a expôr de forma metódica toda a idiotice que sai da sua boca sempre que ele a abre, o militante ateu e firme crente evolucionista PZ Myers agora tem outros ateus a criticar a sua falta de lógica. David Sloan Wilson ressalva o óbvio quando afirma que PZ Myers não age ou pensa de forma científica quando o assunto é a religião:
No espírito da ciência como processo de desacordo construtivo, a Evolution: This View of Life publicou uma crítica ao meu artigo anterior intitulado "The New Atheism and Evolutionary Religious Studies: Clarifying Their Relationship".
A crítica foi levada acabo por parte do evolucionista e blogueiro prolífico PZ Myers e tem o título de "You Want Evidence that Religion is Bad for Our Species? OPEN YOUR EYES." ["Queres Evidências de que a Religião é Má para a Nossa Espécie? ABRE OS OLHOS."]
Infelizmente, a crítica de Myer levanta a questão se ele está de todo a operar como um cientista quando o tema é a religião.
Imaginemos Myers a ensinar os seus alunos na sua área de especialização e a afirmar que tudo o que precisam para entender o tema é abrir os olhos. Isto seria um absurdo. O propósito da ciência é entender tópicos que são demasiado complexos para serem auto-evidentes.
Num passado recente escrevi sobre o problema de cientistas usarem a sua reputação numa área específica como forma de pregar em torno de outros assuntos sem fazerem o trabalho de casa que um bom jornalista científico faria e sem operarem de forma minimamente cientifica.
Pz Myers tem uma boa reputação científica como biólogo (. . .) mas quando se fala de religião, ele está sem ministério.
Como as pessoas que acompanham as parvoíces que os militantes ateus escrevem já sabem, não é só em assuntos religiosos que os evolucionistas ateus são ignorantes. É em virtualmente todos os assuntos que estão fora do seu âmbito profissional (História, etc).
Para piorar as coisas, não só PZ Myers e os ateus evolucionistas estão como peixes fora de água quando tentam usar a pseudo-autoridade evolutiva para criticar o resto da sociedade, como estão manifestamente sem confiança nos seus conhecimentos nas suas próprias áreas profissionais. Isto é confirmado pelo temor universal que a maioria dos cientistas evolucionistas tem em debater com cientistas criacionistas.
Mas neste caso entende-se o medo evolucionistas; não deve ser nada fácil defender que peixes evoluíram para pescadores, lobos/vacas/ursos evoluíram para baleias e informação em código (ADN) escreveu-se a si mesma.
Quando o erro é examinado de forma exaustiva, invariavelmente as contradições internas tornam-se evidentes. Só a Verdade é que sobrevive ao exame minucioso. Uma das instâncias onde isto é notório é na posição mantida pelos naturalistas ateus. O ateu afirma:
Recuso-me a acreditar em qualquer coisa que não seja natural - cuja explicação não possa ser encontrada na natureza. Tudo tem que - e pode - ser explicado através dos processos naturais.
Portanto, segundo o naturalismo ateu, a existência de tudo o que se encontra no universo - bem como universo em si - têm que ser explicadas através de meios naturais; nada não-natural (ex: Um Ser Sobrenatural) pode ser levado em consideração.
O geólogo evolucionista Robert Hazen, que obteve um Ph.D. em "Earth Science" (Harvard), é um cientista de pesquisas no Geophysical Laboratory da Carnegie Institution of Washington e um professor de "Earth Science" na George Mason University. Na sua série de palestras com o nome de Origins of Life, Hazen disse:
Nesta série de palestras eu faço a pressuposição básica de que a vida emergiu segundo um tipo de processo natural. Proponho que a vida surgiu como efeito duma sequência de eventos que são completamente consistentes com as leis naturais da Física e da Química. Com esta pressuposição eu alinho-me com a forma de pensar da maioria dos cientistas.
Acredito num universo que está ordenado segundo estas leis naturais. Tal como outros cientistas, eu dependo do poder de observação, dos testes e do raciocínio teorético para entender a forma como o universo chegou até nós da forma que está. (2005, ênf. adicionado).
O problema é que, ao manter esta forma de pensar, o naturalista rapidamente esbarra numa parede de factos científicos que contradizem a sua posição.
As leis da ciência são declarações formais (repetidamente provadas pela ciência) em torno do que acontece da natureza sem excepção. O naturalista não pode manter uma visão que contradiz as leis da natureza sem ao mesmo tempo entrar em contradição. Mas é nesta posição em que ele se encontra ao postular uma explicação que contradiz as leis da natureza ou mais pontos. Por exemplo, a explicação do adepto do naturalismo em torno da origem da matéria e da energia(isto é, geração espontânea ou existência eterna) não é natural visto que contradiz a Primeira e a Segunda Lei da Termodinâmica. (Miller, 2007).
O naturalista tem que continuar a contradizer-se ao alegar um processo não-natural para a origem da vida(isto é, abiogénese, que contradiz a Lei da Biogénese; Miller, 2012). Para piorar as coisas, o naturalista tem que se contradizer ao alegar que os vários tipos de formas de vida podem gerar tipos de vida totalmente distintos através da "macroevolução" - um processo que, ao contrário da "microevolução" [que não é evolução nenhuma] nunca foi observado na natureza.
A abiogénese, a geração espontânea, e a "macroevolução" são sugestões não-naturais uma vez que nunca foram observadas na natureza, embora sejam fundamentais para a visão não-natural do naturalista. Isto demonstra que a visão naturalistas é auto-contraditória. Se é auto-contraditória, então é falsa.
A cosmovisão que está de acordo com as evidências - e que não se contradiz - é a visão Cristã descrita nas páginas da Bíblia Sagrada. O naturalista não consegue explicar o universo sem recorrer a métodos não-naturais. O Cristão não tem problemas com as explicações sobrenaturais uma vez que a Bíblia declara que Deus - Um Ser Sobrenatural - criou o universo e a vida contida nele (exclusivamente na Terra).
A Verdade não se contradiz. Quando a mesma é examinada, a Verdade mantém-se firme. Quando uma pessoa decide combater a Verdade, invariavelmente prejudica-se a si mesma.
DISSE o néscio no seu coração: Não há Deus. Têm-se corrompido e têm cometido abominável iniquidade: não há ninguém que faça o bem. Salmo 53:1
Hazen, Robert (2005), Origins of Life, audio-taped lecture (Chantilly, VA: The Teaching Company).
Miller, Jeff (2007), “God and the Laws of Thermodynamics: A Mechanical Engineer’s Perspective,” Reason & Revelation, 27[4]:25-31, April, http://www.apologeticspress.org/articles/3293.
À medida que avançamos no século 21, os cientistas seculares continuam em busca de respostas 100% "naturais" para a origem do universo e para origem da vida neste planeta. Pode-se dizer desde já que não serão bem sucedidos.
A New Scientist é uma publicação britânica popular entre os cientistas e entre o resto da sociedade. Em Julho de 2011 a revista perguntou "Porque é que o universo existe?" e "Porque é que existe algo em vez de nada?" (Gefter, A. 2011. Existence special: Cosmic mysteries, human questions—Existence: Why is there a universe? New Scientist. 2822: 27-28). Uma vez que as explicações Bíblicas não são toleradas, os secularistas vêem-se forçados a sugerir alternativas pouco satisfatórias tais como "se calhar o big bang foi o nada a realizar o que acontece naturalmente." (Ibid, 29)
Mas o mitológico big bang está ele mesmo imerso em problemas científicos(Berlinski, D. February 1998. Was There a Big Bang?). De facto, a mais básica de todas as leis científicas - a lei da causa e efeito (nenhum efeito é superior à sua causa) - torna-se irrelevante se o universo é o resultado do caos, aparecendo e evoluindo por acaso.
Para além disso, convém perguntar: de que é o universo feito? A "ciência" secular desconhece:
O problema é que nós ainda não temos qualquer tipo de pista que nos leve a saber de que é o universo composto.
(Peterson, J. 2000. Universe in the balance. New Scientist. 2269: 27.)
A repórter Amanda Gefter diz:
É uma sorte nós estarmos aqui.
(Gefter, Existence special: Cosmic mysteries, human questions, 27.)
Sem surpresa alguma, a Bíblia ensina-nos uma criação propositada onde o homem, criado à Imagem de Deus, recebeu o domínio sobre toda a criação (Génesis 1:26-28).
. . . .
As "explicações" naturalistas em torno da forma como a vida supostamente surgiu a partir de material inorgânico (abiogénese) não são cientificamente melhores. Actualmente, os evolucionistas imaginam um cenário onde uma molécula primordial - com o nome de replicador ARN (ácido ribonucléico) - de alguma forma construiu-se a ela mesma na "sopa primordial" de Darwin.
Como é normal nas alegações evolucionistas, não há qualquer tipo de evidência geológica em favor da passada existência desta "sopa" ou evidências que demonstrem como tais nucleotídeos reactivos podem se ter acumulado e auto-organizado.
De facto, Michael Marshall reportou: "Mas há ainda um enorme e óbvio problema: de onde surgiu originalmente o ARN?" (Marshall, M. 2011. First life: The search for the first replicator. New Scientist. 2825: 34.) e "A vida deve ter começado com uma molécula simples que conseguia criar cópias dela mesma." (Ibid, 33. (Ver também Figure 28.1 em Chaisson, E. e S. McMillan. 2011. Astronomy Today, 7th ed. Boston: Addison-Wesley, 708.)
"Deve ter" é uma frase gerada a partir da convicção religiosa de que o sobrenatural não existe e como tal "deve" existir uma explicação totalmente naturalista.
Mais à frente no artigo, Marshall lamenta:
Podemos nunca vir a saber com toda a certeza mas alguns caminhos estão a ser explorados. A maioria dos biólogos pensa que deve ter existido algo parecido com uma célula desde o início como forma de conter o replicador e manter as partes componentes unidas.
(Ibid, 35.)
À medida que o conhecimento dos cientistas em torno da complexidade celular continua a escalar (Karp, G. 2010. Cell and Molecular Biology, 6th ed. Hoboken, NJ: John Wiley & Sons, Inc), alguns evolucionistas começam a defender que é pouco realista afirmar que tal entidade tenha surgido por acaso e como efeito de forças aleatórias.
Não é de estranhar, portanto, que eles convenientemente passem por cima dos problemas bioquímicos sofisticados da abiogénese espontânea e simplesmente afirmem que "deve ter existido algo parecido com uma célula desde o início". Problema resolvido!
No entanto, e em termos gerais, pode-se dizer que os evolucionistas estão confiantes que estão na posse da ideia correcta:
Um destes dias, diz [John Sutherland, MRC Laboratory of Molecular Biology], alguém encherá um recipiente com uma mistura de químicos primordiais, e depois de o ter mantido sob as condições certas, observará a vida a emergir. "Essa experiência será feita".
(Marshall, First life: The search for the first replicator, 35.)
Esperem sentados visto que a ciência de ponta demonstra que a vida nunca pode ser o efeito de forças não-inteligentes. Na natureza, a vida biológica só pode vir de outra biológica (e não de elementos sem vida).
A maravilhosa mensagem da Criação não é uma de acaso, tempo e processos naturais, mas sim de propósito e planeamento como parte do Plano de Deus para a humanidade.
Evolucionista à espera que a vida apareça como efeito de forças não inteligentes.
O design das formas de vida foi sempre um problema sério para o naturalismo evolucionista. Até o mais simples organismo unicelular é bastante complexo, com múltiplas partes sofisticadas - cada uma executando funções importantes e todas interdependentes.
As leis da estatística convenceram todos aqueles que se preocuparam em calcular as probabilidades que até algo tão básico como uma molécula proteica, que é uma estrutura unida por centenas de aminoácidos ordenados de forma precisa, nunca poderia surgir como efeito de forças aleatórias (não-pessoais, não-direccionadas e não-inteligentes). Tal molécula proteica é trivial quando comparada com qualquer parte operacional da célula. Quando se aceita que todas estas partes teriam que estar presentes e funcionais desde o princípio, tem que se admitir que a vida é impossível sem Um Designer Inteligente.
De facto, as formas de vida fornecem evidências tão poderosas em favor do design que só aqueles que propositadamente ignoram os dados (2 Pedro 3:5) podem atribuir ao acaso e à selecção natural a origem de sistemas tão complexos.
Todas as formas de vida - desde a bactéria até ao homem - possuem o admirável código ADN, que contém uma "livraria" cheia de informação específica e sem a qual a vida é impossível.
Outro problema fatal para o naturalismo a para a teoria da evolução - que, se chegou a ocorrer, ocorreu no passado - encontra-se na estrutura do registo fóssil, que é o único registo físico da vida que nós temos do passado. Como está a ser cada vez mais admitido pelos meus colegas evolucionistas, o registo fóssil não oferece qualquer tipo de evidência em favor da tese que postula a transformação/evolução dum tipo de animal para outro totalmente diferente uma vez que não há um linha evolutiva inquestionável observável no passado geológico.
Existe variação entre os tipos básicos, mas no mundo actual e no registo fóssil cada tipo é distinto dos outros. Embora a evolução "darwiniana" sempre tenha previsto que as formas transicionais seriam Mais Dia Menos Dia Encontradas (TM), o conceito actual nos círculos evolutivos é o da"evolução rápida" ou "equilíbrio pontual" (punctuated equilibrium).
Esta "nova" tentativa de harmonizar a ciência paleontológica com a teoria da evolução propõe que populações isoladas evoluíram rapidamente - tão rapidamente que não deixaram registo fóssil. Mas se não deixaram evidências, como é que se sabe que houve evolução?
Embora as falhas anti-evolutivas no registo fóssil se encontrem entre cada tipo básico de animal, existem duas enormes falhas em particular que devem ser ressalvadas:
A distância evolutiva entre os organismos unicelulares
A vasta gama de formas de vida pluricelulares, invertebrados marinhos que se opõem à "evolução rápida".
Na camada rochosa actualmente identificada como Câmbrica (que contém as primeiras aparições da vida multicelular), esponjas,moluscos, trilobitas,estrelas do mar, etc., são encontrados sem qualquer tipo de ancestrais evolutivos. Como diz o militante ateu Richard Dawkins, "até parece que foram plantados ali" (The Blind Watchmaker (1996) p.229).
O fosso que existe entre os invertebrados marinhos e os peixes vertebrados é igualmente imenso. Para tornar as coisas ainda piores para a religião evolucionista, os fósseis de peixe são encontrados no estrato Câmbrico. Se a teoria da evolução (versão darwiniana) fosse verdade, os peixes teriam evoluído de algo, e os invertebrados também.
Os evolucionistas não conseguem identificar os ancestrais (construir linhagens) mas os dados observáveis encaixam-se perfeitamente com o modelo criacionista visto que este propõe que os tipos básicos de vida foram criados totalmente formados e sem qualquer tipo de transição evolutiva.
Conclusão:
As evidências em favor da Criação são maciças e como tal, quem se opõem à mesma, fá-lo por motivos alheios à ciência empírica. Apenas um forte compromisso religioso com o naturalismo e com a militância ateísta podem explicar a fé na teoria da evolução. No entanto, o Criador diz que aqueles que negam as evidências em favor do design estão inexcusáveis. (Romanos 1:20). Não há desculpas para se recusar a existência de Deus.
Se tu pertences ao grupo de pessoas que postula uma causa não inteligente para as formas de vida, fica sabendo que a única pessoa que consegues enganar é a ti mesmo.
Os cientistas há já algum tempo que sabem da existência de verdadeiro design na natureza, mas por motivos não-científicos, não podem defendê-lo publicamente sem serem censurados e/ou atacados. Os filósofos há muito que já estabeleceram o conceito da Primeira Causa por trás da origem do universo.
Portanto, aquelas pessoas em quem tu puseste a tua fé como forma de justificares o teu ódio a Deus, são as mesmas que te dizem que o que acreditas (evolução ateísta) não está de acordo com os dados científicos e lógicos.
Para além de confirmar o antigo provérbio que fala de cientistas a batalharem para atingir o topo do conhecimento só para descobrirem teólogos e filósofos já lá presentes, a última tentativa naturalista para explicar a origem do universo sem Deus revela o crescente desespero dos cientificamente anti-teístas.
É, talvez, o mistério por excelência. Teoricamente os cientistas podem registar todas as galáxias até a uma colisão durante o big bang. . . . . Mas a questão em torno do porquê o big bang ter ocorrido ou o porquê da existência de partículas quânticas presumia-se estar confortavelmente fora dos limites da ciência e dentro dos domínios da filosofia e da religião.
Agora, nem mesmo essa pressuposição está a salvo, como ficou demonstrado no novo livro do cosmólogo Lawrence M. Krauss.
Nele, ele junta-se a um coro de físicos e cosmólogos que têm avançado para terra sagrada, proclamando durante os últimos anos, e de forma incrementalmente audível, que a ciência pode explicar como é que algo - nomeadamente, o nosso cosmos - pode surgir do nada.
Se não foi do nada, então foi de algo muito próximo do nada. Deus, alegam eles, não faz parte da equação..
Krauss delineia três tipos de nada.
1) Primeiro é o espaço vazio.
No entanto nós hoje sabemos que o espaço vazio está cheio de energia, vibrando com campos electromagnéticos e partículas virtuais dançando ao som de energia emprestada.
2) Segundo, o nada sem espaço ou tempo.
Seguindo a lógica quântica, os teoristas propuseram que universos inteiros poderiam emergir deste nada, tal como bolhas de sabão a surgir da água.
Existe um nada mais profundo onde nem as leis da física se fazem presentes. Como surgiram tais leis? Será que elas surgiram com o universo ou de acordo com ele?
Aqui o Dr. Krauss, na minha opinião, tristemente, recorre ao novo e mais controverso brinquedo da caixa de ferramentas dos cosmologistas: o multiverso, uma quase infinita assembléia de universos, cada um com as suas aleatoriamente determinadas regras, partículas e forças , que representam soluções para as equações básicas da teoria das cordas - a alegada teoria do tudo, ou talvez, como dizem alguns, a teoria do qualquer coisa.
Existe, obviamente, um 4º tipo de nada. Este último nada é a soma total da validade científica contida na tentativa desesperada de Krauss de usar de modo fraudulento a aparência de ciência para evitar a conclusão óbvia, fundamentada pela lógica filosófica.
Por outras palavras, todo o palavreado de Krauss tem apenas um propósito: evitar Deus a todo o custo. Mas isto é o naturalismo filosófico a sobrepor-se aos dados da ciência visto que estes últimos claramente demonstram que o universo foi criado.
As "explicações" de Krauss nem chegam a ser ficção científica; são pura fantasia.
Se qualquer um de nós propuser que unicórnios adultos podem surgir ex nihilo por si só, tal como bolhas provenientes de água quente, as pessoas correctamente rejeitariam as nossas alegações e provavelmente seríamos qualificados insanos.
Mas substituam "unicórnio" por "universo" e o que dizemos passa a ser "ciência".
"Eu fiz a terra, o homem e os animais que estão sobre a face da terra, pelo Meu grande Poder e com o Meu Braço estendido, e a dou àquele que Me agrada em Meus Olhos." Jeremias 27:5
O cirurgião Joseph Kuhn (Baylor University Medical Center) descreveu recentemente 3 problemas sérios com a evolução darwiniana num artigo intitulado "Dissecting Darwinism" (Dissecando o Darwinismo). Ele escreveu que os 3 pontos eenunciados foram citados em frente à "Texas State Board of Education", que, passados alguns dias de deliberação, decidiu que os livros escolares deveriam ensinar os pontos fortes e os pontos fracos da teoria da evolução.
Diga-se de passagem que as únicas pessoas que se insurgiram com o ensino da teoria da evolução como uma teoria científica (e não como um dogma religioso) foram os evolucionistas. Aparentemente ensinar os pontos fortes e as fraquezas da teoria da evolução é problemático . . . para a teoria da evolução.
A primeira fraqueza que Kuhn descreveu é, na verdade, bem mais do que uma fraqueza, mas sim um argumento poderoso contra a noção de que processos naturais alguma vez poderiam produzir células a partir de químicos sem vida.
O que mantém as células com vida, diz Kuhn, é a não-natural informação que existe dentro das moléculas da vida. Estas moléculas não possuem o tipo de aleatoriedade que os processos naturais produzem. De facto, quando estas forças naturais operam de forma aleatória sobre estas moléculas, as mesmas perdem a sua vital informação e o organismo morre.
Kuhn escreveu:
O problema fundamental e insuperável da evolução darwiniana encontra-se na complexidade espantosa e na informação inerente contida no ADN. (Kuhn, J. A. 2012. Dissecting Darwinism. Baylor University Medical Center Proceedings. 25 (1): 41-47.)
O tipo de informação que o ADN codifica é o tipo de linguagem "tudo-ou-nada". Sistemas celulares que usam o ADN possuem as mesmas características básicas e irredutíveis de qualquer linguagem humana: * símbolos. * significado para cada um dos símbolos
* regras gramaticais dentro das quais os símbolos podem ser interpretados
* emissores e receptores * propósito ou efeito desejado aquando do envio das mensagens
Este tipo de estrutura organizacional e informática nunca provém de forças naturais mas é sempre o efeito de uma ou mais mentes pensantes e conscientes.
Kuhn escreveu:
Tendo como base a consciencialização da inexplicável informação em código presente no ADN, para além da inconcebível auto-formação do ADN e inabilidade de se justificar os biliões de nucleotídeos especificamente organizados em cada célula, é razoável concluir que existem várias fraquezas na teoria que postula melhoria gradual através da selecção natural (Darwinismo) como forma de explicar a origem química da vida.
Para além disso, a evolução darwiniana e a selecção natural nunca poderiam ser os mecanismos por trás da origem da vida uma vez que estes processos requerem o funcionamento da replicação e esta não existia antes da origem da vida. (Kuhn, J. A. 2012. Dissecting Darwinism. 41-47.)
Até mesmo o ardente evolucionista e militante ateu Richard Dawkins admitiu em 2009 que "o problema mais profundo ainda por resolver da Biologia é a origem da vida em si" (Dawkins, R. 2009. Evolution: The next 200 years. New Scientist. 2693: 41).
Claro que o problema não é da "Biologia" mas especificamente da teoria da evolução. A Biologia propriamente dita não tem "problemas profundos" quando se trata da origem da vida. Só quando operamos dentro da camisa de forças chamada "naturalismo" é que ficamos com "problemas profundos" quando se fala na origem da vida.
Enquanto que o militante ateu Dawkins ainda tem fé de que um dia - talvez - o naturalismo consiga explicar a origem da vida, o médico Joseph Kuhn reconheceu o óbvio: a natureza por si só nunca poderia ter produzido a vida. Ou seja, ambos reconhecem que as sugestões que se restringem ao naturalismo têm sido cientificamente insuficientes.
Sem duvida que os estudantes deveriam ficar a par das inúmeras fraquezas que a teoria da evolução possui, mas infelizmente isso não acontece.
Não é dito aos estudantes que o naturalismo falha logo na origem da vida e nem é dito que os próprios militantes ateus e ávidos evolucionistas não possuem respostas científicas para essa questão. Os evolucionistas que controlam o sistema de ensino não revelam esse tipo de informação porque estão perfeitamente cientes que o neo-darwinismo não sobreviveria ao escrutínio científico.
Se o naturalismo falha logo no início do processo, será lógico restringir a Biologia nesse mesmo constrangimento? Se as forças naturais não conseguem gerar uma única célula auto-replicante, porque é que os evolucionistas acreditam que essas mesmas forças naturais conseguiram gerar olhos, ouvidos, braços, pernas, sistemas reprodutores, sistemas de refrigeração, sistemas de auto-reparação, asas, ecolocalização e muito mais?
É por dados científicos como os levantados pelo Dr Kuhn que os evolucionistas tentam desesperadamente separar a origem da vida da teoria da evolução em si. Eles claramente apercebem-se que, se o naturalismo falha na origem da vida, não há justificação científica para se excluir teorias e hipóteses biológicas que não estejam de acordo com o mesmo naturalismo.
Mas nós, que confiamos Naquele em Quem estão escondidos todos os tesouros da ciência e sabedoria, não podemos dar margem de manobra aos ideólogos evolucionistas.
Ou o naturalismo explica todo o processo Biológico (desde a origem da vida) ou então não pode ser o constrangimento filosófico dentro do qual todas as teorias da biologia têm forçosamente que operar.
Reparem que sem apresentar qualquer tipo de alternativa, o Dr Kuhn levantou um argumento devastador contra a teoria da evolução. Imaginem o que aconteceria aos estudantes que saíssem duma aula do Dr Kuhn (em torno da inabilidade da teoria da evolução para explicar a origem da vida)e deparassem com um Cristão - em evangelismo e firme crente no que Deus diz em Génesis - a anunciar "todo o conselho de Deus" desde a Criação até Revelação.
O efeito que teria!
Infelizmente, a maior parte dos Cristãos está mais interessada em colocar fotos suas no facebook e no blogger do que defender a Verdade da Bíblia. Estes "Cristãos" não entram na guerra cultural e nem tomam parte da batalha espiritual mas gostam de andar com a etiqueta que diz "Cristão" - como se fazer parte da Igreja de Deus fosse análogo a pertencer a um grupo social e não a pertencer ao Corpo Místico do Senhor Jesus.
Uma das coisas mais espantosas da evolução, para além de espontaneamente gerar tudo, é a sua capacidade de criar autómatos conscientes que, por sua vez, se apercebem que eles - e tudo o resto - evoluíram.
O livro “On the Origin of Species” revelou como os processos físicos por si só produzem a ilusão de design.
Variações aleatórias e a selecção natural são as fontes estritamente físicas da economia meios/fins da natureza que nos enganam e fazem-nos procurar um Designer.
Os naturalistas aplicaram este discernimento para revelar a natureza biológica das emoções humanas, percepção e cognição, linguagem, valores morais, laços sociais e instituições políticas.
A filosofia naturalista, por sua vez, retribuiu o favor ajudando a Psicologia, a Antropologia Evolutiva e a Biologia resolverem os seus problemas através de maior claridade conceptual em torno da função, adaptação, aptidão darwiniana e selecção individual versus selecção de grupo.
E aí temos. Rosenberg revela que ele nada mais é que o resultado dum processo físico que, mais tarde, o tornou consciente que ele é o resultado dum processo físico. Como se isso não fosse suficiente, os naturalistas aplicaram esta forma de pensar para revelar a origem das emoções, da moralidade e de tudo o resto.
Isto, sim, é o que se pode chamar Pesquisa Científica Sólida.
Ninguém sabe como é que uma mistura de químicos sem vida espontaneamente se organizou de modo a gerar a primeira célula. (Davies, Paul, Australian Centre for Astrobiology, Sydney, New Scientist 179(2403):32, 2003.)
Andrew Knoll, professor de Biologia em Harvard, disse:
Na verdade, nós não sabemos como é que a vida se originou neste planeta. (Knoll, Andrew H., PBS Nova interview, How Did Life Begin? July 1, 2004)
Por mais pequena que a célula possa ser, ela necessita de centenas de proteínas para poder levar a cabo as funções mais básicas. Mesmo que todos os átomos do universo fossem uma experiência com todos os aminoácidos presentes para todas as vibrações moleculares possíveis na suposta idade evolutiva do universo, nem uma única proteína funcional se formaria.
Como tal, como é que a vida, com centenas de proteínas, se originou apenas como efeito das forças da química (sem design inteligente)?
2.Como é que o código genético surgiu?
Um código é um sistema de linguagem sofisticado com letras e palavras onde o significado das palavras é independente das propriedades químicas das letras - tal como a informação neste texto não é produto das propriedades químicas da tinta (ou pixeis no ecrân)
Que outro sistema de código existe que não tenha sido efeito de design inteligente? Como é que o sistema de código do ADN surgiu sem ser obra de design inteligente?
3. Como é que as mutações - acidentes na cópia ("letras" do ADN trocadas, apagadas ou acrescentadas, duplicação de genes, inversão cromossómica, etc) - geraram os enormes volumes de informação de ADN nos sistemas biológicos?
Como é que tais erros poderiam gerar 3 mil milhões de letras de informação ADN de modo a modificar um micróbio num microbiólogo? Há informação para construir proteínas mas também para controlar o seu uso - tal como um livro de culinária possui os ingredientes mas também a forma como usar os ditos ingredientes. Um se o outro não serve para nada.
As mutações são conhecidas pelo seu poder destrutivo, incluindo mais de 1,000 doenças tais como a hemofilia. Muito raramente elas são fonte de algum tipo de ajuda. Como é que a mistura de informação ADN existente poderia gerar novos caminhos bioquímicos ou nano-máquinas biológicas?
4.Porque é que a selecção natural, um princípio aludido por um criacionista 25 anos antes de Darwin, é ensinada como "evolução" como se isso explicasse a origem e diversidade da vida?
Por definição, a selecção natural (SN) é um processo selectivo(escolhendo entre informação genética que já existe) e como tal, não é um processo criativo. A SN pode explicar a sobrevivência dos mais aptos (como certos genes beneficiam um certo tipo de criaturas a viver num ecossistema específico) mas não a origem dos mais aptos
A morte de formas de vida mal-adaptadas a um ecossistema, bem como a sobrevivência dos melhor adaptados, não explica a origem das características que tornam um organismo melhor ajustado a um meio ambiente.
5. Como é que as novas reacções bioquímicas, que envolvem múltiplos enzimas a operarem em sincronia, se originaram?
Todas as reacções químicas (bem as nano-máquinas) requerem múltiplos componentes "proteína + enzima" para funcionarem. Como é que acidentes fortuitos criaram apenas uma das tais estruturas?
O bioquímico evolucionista Franklin Harold escreveu:
Temos que admitir que actualmente não existe nenhuma explicação darwiniana em torno da evolução de qualquer sistema bioquímico ou celular - apenas uma variedade de especulações esperançosas. (Harold, Franklin M. (Prof. Emeritus Biochemistry, Colorado State University) The way of the cell: molecules, organisms and the order of life, Oxford University Press, New York, 2001, p. 205.)
Porque é que as escolas públicas - pagas por todos - escondem este tipo de declarações?
6. Os seres vivos têm a aparência de terem sido criados; como é que os evolucionistas sabem que eles não foram?
O militante ateu e evolucionista Richard Dawkins escreveu:
A Biologia é o estudo de coisas complicadas que possuem a aparência de terem sido projectadas [criadas] com um propósito. (Dawkins, R., The Blind Watchmaker, W.W. Norton & Company, New York, p. 1, 1986)
Francis Crick, outro militante ateu e fervoroso evolucionista (e co-descobridor da estrutura dupla-hélix do ADN) escreveu:
Os biólogos têm que se lembrar constantemente que o que eles observam não foi criado mas, em vez disso, evoluiu. (Crick, F., What mad pursuit: a Personal View of Scientific Discovery, Sloan Foundation Science, London, 1988, p. 138.)
O problema para os evolucionistas é que os seres vivos demonstram demasiado design. Quem é que levanta objecções a um arqueólogo quando ele declara que um certo tipo de cerâmica aponta para design intencional e inteligente?
No entanto, e numa total inversão da lógica e da ciência, os evolucionistas rejeitam qualquer interpretação da biologia que aponte para o Design Inteligente.
Porque é que as origens da biosfera se devem restringir apenas e só a causas que estejam de acordo com a versão actual do Naturalismo?
7.Como é que a vida multi-celular surgiu?
Como é que as células adaptadas para a sobrevivência individual "aprenderam" a cooperar para formar plantas e animais complexos?
8. Como é que o sexo surgiu?
A reprodução assexuada produz o dobro do sucesso reprodutivo que a reprodução sexual. Dada esta situação, como é que a última se tornou suficientemente vantajosa para ser seleccionada?
Como é que a forças da Física e da Química conseguiram, ao mesmo tempo, e na mesma área geográfica, inventar o aparato complementar necessário para a reprodução sexual? É importante não esquecer que processos não-inteligentes não conseguem planear futura coordenação entre macho e fêmea.
9.Porque é que os esperados incontáveis milhões de fósseis transicionais ainda estão em falta?
Darwin ressalvou o problema mas o mesmo ainda se mantém. As árvores evolutivas dos livros escolares baseiam-se na imaginação dos evolucionistas e não nos fósseis em si. O famoso evolucionista e paleontólogo Stephen Jay Gould escreveu:
A extrema raridade das formas transicionais no registo fóssil continua a ser o segredo comercial da paleontologia. (Gould, Stephen Jay, Evolution’s erratic pace, Natural History 86(5):14, May 1977.)
10.Como é que os "fósseis vivos" permanecem essencialmente na mesma durante os supostos "milhões de anos", se a evolução transformou minhocas em seres humanos durante o mesmo período?
O evolucionista Gould escreveu:
A persistência da estabilidade entre as espécies tem que ser considerada um problema evolutivo. (Gould, S.J. and Eldredge, N., Punctuated equilibrium comes of age. Nature 366:223–224, 1993.)
Não seria do interesse dos alunos saber que o padrão da vida não está de acordo com as expectativas evolutivas?
11.Como é que a química cega gerou a mente, a inteligência, o propósito, o altruísmo e a moralidade?
Se tudo evoluiu e o ser humano inventou Deus, qual é o propósito e o significado da vida - se é que há algum? Devem os estudantes receber aulas de niilismo (a vida não tem sentido) nas aulas de ciência?
12. Porque é que os evolucionistas toleram histórias da carochinha?
Os evolucionistas usam com frequência histórias maleáveis e imaginativas como forma de "explicar" uma observação que contradiga a teoria da evolução. O falecido professor de Química Dr Philip Skell escreveu:
As explicações darwinistas para coisas como essas são usualmente demasiado flexíveis: a selecção natural torna os homens mais egocêntricos e agressivos excepto -- excepto quando os torna mais altruístas e pacíficos. Ou, a selecção natural produz homens viris que estão desejosos de disseminar a sua semente -- excepto quando a selecção prefere homens que são protectores fiéis.
Quando uma explicação é assim tão flexível que pode explicar qualquer tipo de comportamento, torna-se difícil testá-lo empiricamente -- muito menos usá-la como catalisadora de descobertas científicas. (Skell, P.S., Why Do We Invoke Darwin? Evolutionary theory contributes little to experimental biology, The Scientist 19(16):10, 2005.)
Se uma teoria (evolução) explica dois comportamentos ou duas observações mutuamente exclusivas, será que se pode considerar a mesma uma teoria "científica"?
13.Onde estão os avanços científicos causados pela teoria da evolução?
Dr Marc Kirschner, fundador do Departamento de Biologia Sistemática, na Universidade de Harvard diz
De facto, durante os últimos 100 anos, practicamente toda a biologia progrediu independente da teoria da evolução, excepto a própria biologia evolucionária.
A Biologia Molecular, Bioquímica. Fisiologia não tiveram em conta a teoria da evolução.
(citado no “Boston Globe” 23 de Outubro 2005)
O Dr Skell escreveu:
É o nosso conhecimento da operacionalidade das formas de vida - e não especulações sobre a forma como eles surgiram há milhões de anos atrás - que é essencial para os médicos, veterinários, agricultores. (Skell, P.S., The Dangers Of Overselling Evolution; Forbes magazine, 23 Feb 2009)
Na verdade, a teoria da evolução impede o avanço científico. Porquê, então, as escolas e as universidades ensinarem o darwinismo de forma tão dogmática, retirando tempo à biologia experimental que tanto tem beneficiado a Humanidade?
14.A ciência envolve a experimentação como método de descobrir a forma como as coisas funcionam. Porque é que a evolução, uma "teoria" sobre o passado, é ensinada como se fosse o mesmo que a ciência operacional?
Nós não podemos experimentar -- ou observar -- o que ocorreu no passado. Quando questionado se a evolução alguma vez havia sido observada, o militante ateu e evolucionista Richard Clinton Dawkins disse:
A evolução já foi observada; ela só não foi observada durante o período em que estava a ocorrer. (pbs.org/now/printable/transcript349_full_print.html>, 3 December, 2004.)
Não seria benéfico se os evolucionistas fossem honestos e revelassem ao mundo que a sua teoria é uma hipótese (entre muitas) sobre o que alegadamente ocorreu no passado?
15.Porque é que uma ideia fundamentalmente religiosa, um sistema de crenças de falha em explicar as evidências, é ensinada nas aulas de ciência?
Karl Popper, famoso filósofo da ciência, disse:
O darwinismo não é ciência testável mas sim um programa metafísico [religioso] de pesquisa. (Popper, K., Unended Quest, Fontana, Collins, Glasgow, p. 151, 1976)
Michael Ruse, um fervoroso evolucionista, declara:
A evolução é promovida pelos seus aderentes como algo mais do que ciência.
A evolução é promovida como uma ideologia, uma religião secular – uma alternativa ao Cristianismo, com propósito e moralidade.
Eu sou um ardente evolucionista e um ex-Cristão, mas tenho que admitir que esta queixa – e o sr [Duane] Gish é um dos que a faz – os literalistas [criacionistas] estão correctos. A evolução é uma religião.
Isto foi assim em relação à evolução no princípio e é assim em relação à evolução hoje.
(Michael Ruse, “Saving Darwinism from the Darwinians,” National Post (May 13, 2000)
Se "não se pode ensinar religião nas aulas de ciência", porque é que se ensina a "teoria" da evolução?
Crianças com idades que podem chegar aos cinco deveriam ter lições em torno dos princípios da teoria da evolução, defende um [militante] ateu proeminente.
O Professor Richard Dawkins alega que a teoria da evolução de Charles Darwin é tão importante que todas as escolas primárias em Inglaterra deveria tê-la nos seus currículos, disse ele ao The Times.O biólogo evolucionário acredita que os mais jovens são capazes de assimilar os princípios básicos da teoria que sustenta o estudo da biologia.
Não se esqueçam destas palavras da próxima vez que um evolucionista se posicionar como um "pensador crítico".
Isto remove os últimos vestígios de dúvida em relação a Dawkins não mais fingir ser um cientista, mas sim um pedo-propagandista do ateísmo e materialismo científico.
É também curioso observá-lo a insistir que crianças que mal sabem ler ou escrever conseguem assimilar os princípios básicos da teoria ao mesmo tempo que outros evolucionistas defendem que cientistas do gabarito de Micheal Behe não sabem nada de "ciência" [isto é, evolução].
Ou seja, os rudimentos da teoria da evolução são tão fáceis de entender que até crianças de 5 anos assimilam-nas, mas ao mesmo tempo o facto de adultos com qualificações superiores em biologia e bio-química não a aceitarem, não se deve ao facto de terem feito uma avaliação das evidências e acharem a teoria em falta, mas sim porque eles não entenderam nada sobre a teoria de Darwin.
Mesmo que a teoria da evolução fosse 100% verdade, a teoria seria 100% irrelevante para a ciência. Mesmo que as transições entre a ameba e o homo sapiens sapiens pudessem ser listadas com precisão, isto teria literalmente um impacto próximo de zero entre 99,99% da população mundial - com a excepção dum número ínfimo de profissionais que trabalham em disciplinas evolutivas.
Não há área alguma da ciência que seja operacionalmente impossível de levar a cabo sem uma fé firme de que peixes evoluíram para pescadores, lobos para baleias ou dinossauros para colibris.
Vai ser engraçado vêr o que 12 anos de indoutrinação em favor estudos femininos, homossexualismo, aborcionismo e evolucionismo (em detrimento de habilidades de leitura, escrita, e matemática) irão produzir nas crianças.
Este evento demonstra também que a teoria da evolução é uma teoria religiosa mascarada de ciência. O que Dawkins quer não é que as crianças fiquem melhor preparadas para entender a biologia mas sim menos predispostas a aceitar teorias que contradigam o naturalismo/ateísmo/evolucionismo.
Lembrem-se também que é este homem que quer usar as escolas públicas (pagas por todos) para ensinar a sua versão pessoal àcerca das nossas origens, mas ao mesmo tempo se insurge quando os Cristãos - na privacidade dos seus lares - ensinam os seus próprios filhos segundo o seu superior Código Moral.
No seu mais recente livro dirigido às crianças, The Magic of Reality, Richard Dawkins lamenta o facto de muitas pessoas inteligentes terem dificuldade em aceitar que peixes evoluíram para pescadores, que lobos/vacas evoluíram para baleias, e que dinossauros evoluíram para colibris.
Será que, sugere ele [Dawkins], nós nos tornamos "sobrepujados pela familiaridade enganadora?". Ele coloca as culpas na filosofia do essencialismo - de Aristóteles e Platão - que assegura que as categorias são distintas e com claras demarcações entre si.
A grande magia da evolução [sic], ressalva ele, é a forma como uma coisa, e de forma muito lenta, se pode tornar noutra. Dado o tempo suficiente, uma célula pode-se tornar num olho, num elefante ou num homem.
Claro que uma célula se pode tornar num olho, num elefante ou num homem. Não é isto mais do que óbvio? O falhanço dos evolucionistas em explicar de modo factual como é que isto aconteceu não é perturbador uma vez que o problema é demasiado complicado.
Este tipo de declaração é difícil de inventar. Ele acredita mesmo nisto.
Portanto, o que temos aqui é um dos líderes da religião evolucionista confuso pelo facto de pessoas inteligentes não marcharem com ele para o mar. Não é mais do que óbvio que uma célula pode-se transformar espontaneamente num elefante?
O ateísmo do professor Dawkins é central no seu fervor. Isto não se pode tornar numa distracção.
Ou seja, não só o ateísmo de Dawkins não é uma distracção, como o mesmo é irrelevante uma vez que quando ele fala acerca da evolução Dawkins é motivado pelo seu Teísmo e não pelo seu ateísmo.
As convicções de Dawkins não são as de que a evolução deve ser verdade porque Deus não existe, mas sim a evolução deve ser verdade porque Deus nunca faria o mundo biológico da forma como ele está. Tal como os ateus um pouco por todo o lado, Dawkins não acredita em Deus mas sabe tudo sobre Deus. Isto é pura metafísica.
Dawkins alega que as estruturas biológicas nunca poderiam ter sido planeadas por um Alguém com capacidade para criar o mundo. "Designer inteligente algum" ele assegura "faria as coisas desta forma."
Isto, claro, não é uma alegação científica. Dawkins, tal como todos os militantes evolucionistas, é motivado pela sua metafísica. Ele, posteriormente, tenta negar este facto [isto é, "o meu ateísmo é secundário, mas eu sei que Deus nunca faria as coisas assim!"].
Se os evolucionistas estão certos de que nenhum designer inteligente faria as estruturas tal como elas estão, então, sim, a evolução (duma forma ou outra) é auto-evidente. Mas tudo isto está assente na sua premissa não-científica ["Deus nunca faria as coisas desta forma"]. Sem esta premissa, tudo o que nós temos é a alegação ridícula de que células espontaneamente se transformam em elefantes.
A discussão entre a criação e a evolução não é uma entre a"ciência" e a "religião" mas sim duas interpretações metafísicas dos dados disponíveis. A diferença é que a interpretação criacionista está de acordo com os dados.
Cruzado ateu e autor do livro The God Delusion, Richard Dawkins é o Professor de "Entendimento Público da Ciência" em Oxford. No ano de 2007 ele visitou o biólogo Rupert Sheldrake em busca de uma entrevista a incluir no seu programa "Inimigos da Razão".
Richard Dawkins é um homem com uma missão - a erradicação da religião e da superstição e a sua substituição pela ciência e a razão. A Channel 4 TV tem -lhe repetidamente providenciado um púlpito através do qual Dawkins pode pregar a sua mensagem. A sua polémica série de TV chamada Inimigos da Razão(2 episódios) foi uma sequela a sua diatribe contra a religião, A Raiz de Todo o Mal? (2006).
Pouco antes da série Inimigos da Razão ser filmada, a IWC Media (companhia da produção) disse-me que Richard Dawkins queria visitar-me para discutir a minha pesquisa nas habilidades inexplicáveis de pessoas e animais. Eu estava relutante em tomar parte nisto mas a representante da companhia garantiu-me que "este documentário, após insistência da Channel 4, seria mais balanceado que A Raiz de Todo o Mal".
Ela acrescentou ainda que "Estamos desejosos que isto seja uma discussão entre dois cientistas acerca de modos científicos de investigação". Como tal eu concordei e agendei uma data.
Eu ainda não sabia ainda o que esperar. Será que Dawkins se comportaria de forma dogmática, com uma firewall mental a bloquear qualquer tipo de evidência que contradissesse as suas crenças? Ou será que ele seria mais mente aberta e divertido com quem se conversar?
O naturalista chega.
Foi-nos pedido que nos sentássemos frente à frente; fomos filmados com uma câmara manual (eng: "hand held"). O Richard começou por dizer que ele e eu concordaríamos em muitas coisas, "mas o que me preocupa em si é que você está preparado para acreditar em praticamente tudo. A ciência deveria ser baseada num número mínimo de crenças."
Eu concordei que nós tínhamos de facto muito em comum, "mas o que me preocupa em si é que você dá uma imagem dogmática de si, dando uma má impressão do que a ciência é."
Seguidamente, e num espírito romântico, ele afirmou que "gostaria de acreditar em telepatia", mas não havia evidência alguma para isso. Ele ignorou todas as pesquisas em torno da questão.
Ele comparou a falta de aceitação da telepatia por parte de cientistas como ele com a forma como o sistema de eco-locação foi descoberto nos morcegos, seguido da sua rápida aceitação pela comunidade científica durante os anos 40 do século 20.
Na realidade, como mais tarde descobri, Lazzaro Spallanzani tinha mostrado no ano de 1793 que os morcegos dependem da audição para encontrarem o seu caminho, mas os oponentes cépticos ignoraram as suas experiências e ajudaram a atrasar as pesquisas em mais de um século.
[Ou seja, o consenso científico impediu o avanço da ciência.]
No entanto o Richard reconheceu que a telepatia era uma mudança mais radical que a eco-locação. Ele disse que se realmente ela ocorresse, isso haveria de "transtornar as leis da Física" e acrescentou que "alegações extraordinárias requerem evidências extraordinárias."
"Isso depende do que você considera como extraordinário" respondi. "A maioria das pessoas afirma que elas já experimentaram a telepatia especialmente no que toca a chamadas telefónicas.
Neste sentido, a telepatia é bem ordinária. A alegação de que a maioria das pessoas está iludida em relação às suas próprias experiências é extraordinária. Onde está a evidência extraordinária para isto?".
Ele não ofereceu nenhuma evidência para isto à parte de argumentos genéricos acerca da falibilidade do julgamento humano. Ele assumiu que as pessoas querem acreditar no "paranormal" devido a pensamento desejoso.
Nós concordamos então que mais experiências controladas eram necessárias. Eu disse então que era por isso que eu vinha a fazer tais experiências, incluindo testes de modo a verificar se as pessoas poderiam saber quem é que as estava a ligar através do telefone quando a pessoa que estava a ligar era escolhida aleatoriamente. Os resultados eram bem superiores o que seria de esperar ao nível do acaso.
Durante a semana anterior, e de modo a que ele pudesse ver os dados, eu tinha envidado ao Richard cópias dos meus artigos publicados em jornais sujeitos a revisão de pares.
O Richard pareceu um bocado incomodado e disse "Eu não quero discutir as evidências". Eu perguntei "Porque não?". "Não há tempo. É demasiado complicado. Além disso, não é para isso que este programa está a ser feito."
A câmara parou.
O director, Russel Barnes, afirmou que ele também não estava interessado nas evidências. O filme que ele estava a fazer era só mais uma polémica ao estilo de Dawkins. Eu disse ao Russell :
"Se você vai tratar a telepatia como uma crença irracional certamente que as evidências acerca da sua existência são essências para a discussão. Se a telepatia ocorre, então não é irracional acreditar nela.
Pensei que era sobre isso que haveríamos de falar. Eu fui bem claro desde o princípio que não estava interessado em tomar parte em mais um exercício de falsificação de baixo nível."
O Richard disse
"Isto não é um exercício de falsificação de baixo nível, mas sim um exercício de falsificação de alto nível."
Nesse caso, disse eu, tinha havido um mau entendimento porque eu tinha sido levado a acreditar que isto seria uma discussão científica equilibrada acerca das evidências. O Russell Barnes pediu para ver os emails que eu tinha recebido da sua assistente. Ele leu-os com óbvia consternação e disse que as certezas que ela me tinha dado estavam erradas.
A equipa de filmagem empacotou o seu equipamento e saiu.
Richard Dawkins há muito que proclamou que "O paranormal é uma fraude. Todos aqueles que tentam vende-lo são uns falsos e uns charlatães". A série Inimigos da Razão tinha como propósito popularizar esta crença.
Mas será que esta sua cruzada promove realmente um "entendimento público da ciência", posição que ele é professor em Oxford?
Deveria a ciência ser uma veículo de preconceito, uma variante dum sistema de crenças fundamentalista? Ou deveria ser um método de investigação para dentro do desconhecido?
Depois de ler estas linhas ficamos a ver que os militantes ateus não estão interessados nas evidências. Para eles o que importa é a distorção da ciência como forma de ela sempre apontar para o neo-ateísmo.
O Rupert Sheldrake é um cientista que ficou interessado na pesquisa da telepatia, e como um verdadeiro cientista, ele gerou hipóteses, fez testes e chegou a algumas conclusões. A maior dessas conclusões é que a telepatia é um fenómeno universal e bem mais frequente do que muitos de nós pensa.
Os militantes ateus, claro está, não podem aceitar isto porque para eles nenhuma informação pode chegar a outro ser humano (ou animal) senão através do mundo físico (natural, material, etc). Como é difícil de ignorar as evidências a favor da telepatia, os ateus da estirpe do Dawkins evitam discutir as evidências e focam-se em ridicularizá-las. É mais fácil assim.
Perguntem-se a vocês mesmos: desde quando é que um cientista diz "não estou interessado nas evidências!" ? Não são as evidências o cerne de um bom processo científico? Porque será que o militante ateu Richard Dawkins não quer ver as evidências? Será porque ele sabe que isso seria destrutivo para o seu naturalismo?
Com eventos como este pode-se ver como o ateísmo é contra a ciência. Se não fosse o ateísmo de Dawkins, ele não teria problemas em investigar a telepatia, mas como ele sabe onde isso acaba, ele rejeita qualquer empreendimento cientifico em torno disso.
O ateísmo impede o avanço da ciência.
Para nos cristãos a habilidade humana e animal de poder emitir informação para além dos meios chamados naturais não é nada de estranhar. O Nosso Deus , quando assim Ele entende, também comunica com o ser humano de uma forma que não depende do mundo material. Portanto não é de estranhar que Ele tenha dado ao ser humano (e a alguns animais) alguma dessa capacidade.
Ao contrário do ateísmo, o Cristianismo está de acordo as evidências científicas.
"HAVENDO Deus antigamente falado muitas vezes e de muitas maneiras aos pais, pelos profetas, a nós, falou-nos, nestes últimos dias, pelO Filho"
Se nós soubermos fazer as perguntas certas, os darwinistas revelarão a natureza religiosa da sua teoria pagã. Como tal, apresento aqui uma lista de 10 perguntas que podem ser feitas aos professores de biologia darwinistas.
Esta lista é uma modificação da lista originalmente proposta pelo Dr William Dembski.
1. Se a natureza ou alguns aspectos dela foram arquitectados inteligentemente, como é que nós podemos saber?
2. O projecto científico que opera sob o nome de SETI (Search for Extraterrestrial Intelligence) procura sinais espaciais com origem inteligente. Deveriam os cientistas procurar indícios biológicos com origem inteligente? Porquê? E se não, porque não?
3. Como é que podemos explicar a complexidade e a saturação informacional presente nos sistemas biológicos? Como é que eles originaram?
4. Existe alguma estrutura presente nas células que se assemelhe a algum engenho feito por humanos? Como é que podemos explicar tais estruturas?
5.O que são sistemas de complexidade irredutível? Existe algum sistema assim na biologia? Se sim, serão esses sistemas evidência para design inteligente? Se não, porque não?
6.Designers humanos (arquitectos, engenheiros, etc) re-utilizam sistemas que funcionam bem. As formas de vida também exibem evidência de re-utilização de sistemas e estruturas (o sistema de visão humano é semelhante ao dos polvos e lulas, por exemplo). Será isto evidência para descendência comum, design comum, ou uma combinação dos dois?
7. Para melhor se entenderem os sistemas biológicos, os biólogos moleculares muitas vezes têm de usar aquilo que se chama de "engenharia revertida". Uma vez que se tem que usar engenharia revertida para melhor se entenderem as funções de certos sistemas biológico, será isto evidência que esses sistemas foram originalmente "arquitectados" (isto é, feitos por uma Inteligência)?
8. Existe alguma diferença entre previsões científicas feitas pela teoria da evolução e as previsões feitas pela teoria do design inteligente? Tomemos o exemplo do chamado "ADN lixo" (junk DNA). Para qual das duas teorias a noção de que largas partes ADN são "lixo" seria mais plausível? Evolução ou design inteligente?
9. Que tipo de evidências te poderiam convencer que a teoria do design inteligente é verdadeira e que o neo-Darwinismo é falso? Se nenhuma evidência a esse nível existe, e nem sequer pode existir, de que forma é o neo-darwinismo uma teoria científica testável?
10.Será possível determinar se um objecto foi feito por alguém sem sabermos quemesse alguém é? Por exemplo, será possível determinar que um objecto é um artefacto antigo mesmo sem sabermos qual foi a civilização que o produziu?
Longe vão os tempos em que os darwinistas agitavam uns ossinhos numa sala de aula e afirmavam que isso eram "evidências" para "evolução".
Hoje em dia, e em parte (não em todo) graças ao trabalho dos cientistas Cristãos, o público está a inteirar-se mais sobre o que se está a debater. Um bom exemplo disso foi o título do passado debate em Oeiras entre o Ludwig e o Jónatas. Para constrangimento do Ludwig, o título do debate foi "EvolucioNISMO vs Criacionismo", e não "A Teoria da Evolução vs Criacionismo".
O "-ismo" posto à frente é uma boa forma das pessoas pensarem nestes assuntos sem assumirem à partida que sabem qual dos lados é ciência e qual é religião.
O que está a ser debatido são duas interpretações sobre o passado, e não "ciência versus religião". Os darwinistas não gostam que a natureza religiosa da sua teoria seja exposta, mas a ciência e o Evangelho de Cristo não podem parar só porque os ateus não gostam de ser escrutinados cientificamente.