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sábado, julho 31, 2010

Grupo de muçulmanos mata esposa e filhos de cristão no Paquistão

ISLAMABAD, Paquistão, 08 de julho (CDN) - Um grupo de muçulmanos em Jhelum, no Paquistão, assassinou a esposa e quatro filhos de um cristão no mês passado, mas as autoridades locais estão com muito medo do líder muçulmano local para prestar queixa, de acordo com fontes de muçulmanos e cristãos da área.

Jamshed Masih, um policial que foi transferido 50 quilómetros (31 milhas) de Gujrat para Jhelum, província do Punjab, disse que uma bando liderado pelo líder religioso muçulmano Maulana Mahfooz Khan matou sua família em 21 de junho depois que Khan o chamou para a mesquita local e disse para ele deixar a colônia predominantemente muçulmana.

O vizinho muçulmano de Masih, Ali Murtaza, disse que depois de um comerciante se recusar a vender detergente para o filho mais velho de Masih, de 11 anos, Khan liderou um grupo de muçulmanos até a casa de Masih e confrontou com sua esposa. O bando acusou o garoto de blasfêmia contra Maomé, o profeta do Islão, e quando ela protestou, eles mataram ela e seus filhos.

Quando Masih tentou registrar uma queixa contra Khan pelo assassinato, o oficial Ramzan Mumtaz se recusou a fazê-lo, de acordo com Murtaza e o pastor presbiteriano Saleem Mall. Murtaza disse:

A SHO (estação policial) apenas disse: 'Eu sou um homem pobre, eu tenho uma família, e eu fui pressionado por autoridades superiores para não registrar a FIR (Relatório de Primeiras Informações), porque Khan é um homem muito influente. Lamento, eu não tenho nada em minhas mãos.
Contactado pelo Compass, Mumtaz confirmou que ele respondeu ao pedido para registrar a denúncia contra Khan nestas exatas palavras. Masih registrou uma queixa com o ministro-chefe da província de Punjab implorando por justiça, Mall disse ao Compass.

Fonte: Compass Direct News

"Vem mesmo a hora em que, qualquer que vos matar cuidará fazer um serviço a Deus."
João 16:2

domingo, julho 18, 2010

Talibãs Enforcam Miúdo de 7 anos

E de pensar que há ateus que acreditam que as religiões são essencialmente iguais.
Acabo de ler que os talibãs enforcaram um miúdo de apenas 7 anos – ao que parece, culpado de o seu avô se ter manifestado contra os partidários dessa seita de criminosos – com o espantoso argumento de que a criança em questão teria feito espionagem a favor dos Estados Unidos e da Nato!

Matar a sangue frio um miúdo de 7 anos…

É certo que os talibãs são uma organização criminosa, terrorista e extremista, conhecida pelas inomináveis crueldades perpetradas contra a população do seu próprio país, pelos horríveis atentados que praticou e ainda pratica contra civis, mas também por ter barbaramente destruído símbolos religiosos e monumentos culturais de incalculável valor.

Quem esqueceu as infames lapidações de mulheres que cometeram o crime de sair à rua sem a companhia de um familiar ou de falar com um estranho?

Quem não recorda as duas monumentais estátuas de Budas – sem dúvida património da humanidade – que aqueles miseráveis biltres se permitiram destruir há uns anos?

Mas enforcar um rapaz de apenas 7 anos…

Se o Mal tem uma face, ela é a dos monstros que foram capazes de uma tal atrocidade. Poderia discorrer sobre as causas da guerra civil, desde as responsabilidades internacionais à cupidez da corrupção e aos criminosos e sujos negócios da droga, ou, ainda, sobre a loucura niilista que para todo o sempre amaldiçoará os talibãs.

Poderia, também, lembrar a estulta retórica dos nossos serôdios trotskistas e estalinistas, no seu incansável afã de atacarem tudo o que lhes lembre o Ocidente. Mas não vale a pena. Uma inocente criança de 7 anos foi enforcada numa árvore.

No ano 2010. Em pleno século XXI.

Sim, o Mal existe.


terça-feira, julho 06, 2010

Os melhores amigos dos ateus (muçulmanos) exigem uma republica islâmica bem no centro da Europa

Os muçulmanos vão-se divertir imenso com os ateus europeus.

Uma vez que os europeus querem viver como pagãos, Deus enviou uma religião pagã para dominar sobre eles. Este padrão é o que se verificou com o Povo de Deus durante a era dos profetas e dos juízes. Sempre que Israel abandonava a adoração ao Verdadeiro Deus e seguia o caminho de outros deuses (e os servia) Deus retirava a Sua Mão Protectora sobre Israel. Os povos que viviam em redor de Israel foram muitas vezes usados por Deus como forma de corrigir e castigar o paganismo de Israel.

O mesmo está a acontecer com a Europa. Uma vez que os europeus abandonaram a adoração ao Verdadeiro Deus, e serviam deuses estranhos, Deus trouxe os muçulmanos para Europa como forma de castigar os europeus.

Boa sorte com os vossos argumentos contra os muçulmanos, ateus!

Original

Um compêndio de aforismos e profecias vêm diretamente dos lábios de membros do Sharia4Belgium:
"A democracia é incompatível com o Islão: A democracia é o povo que decide a lei, a democracia muda as leis todos os dias, enquanto que as leis já estão estabelecidas, uma vez por todas, por Alá. Atualmente estamos trabalhando para implementar a charia na Bélgica. A política aqui na Bélgica fracassou: 85% da população belga não acredita mais na política. Alá é o único que pode ser obedecido, o único que pode ser seguido, o único que pode ser amado.

A nós, não nos perguntaram se nós poderíamos usar o véu. Os irmãos e irmãs não devem viver com a idéia de que devem pedir alguma coisa a essa gente [os poderes seculares no local]. Deus deu-nos a verdade: não temos que pedir.

Nós dizemos: prepare-se para sair porque os muçulmanos vieram aqui para ficar e dominar. Alá enviou o seu mensageiro para o fazer dominar todas as religiões e todos os governos.

Aquele que não aceitar o véu, que se mude! Nós estamos aqui para ficar. Nós vamos conquistar este país e fazer a Bélgica um estado islâmico. De lá, sairemos para o resto da terra [a Europa] para conquistar e fazer dominar o Islão".

A típica resposta dos ateus é "isto já aconteceu no passado aqui na Europa, com os cristãos e já acabou, portanto o mesmo vai acontecer com os muçulmanos". A sério? Bem, então os ateus não tem nada a temer. :-)

Entretanto, nós cristãos vemos coisas como estas como a Mão de Deus a abater-se sobre a Europa ateísta. Mais cedo ou mais tarde vai aparecer um "líder" carismático com falas mansas (e poder sobre humano) a prometer muitas coisas e a conseguir enganar muitos durante algum tempo. Muitos, mas não todos. Deus já nos avisou sobre a sua vinda.

sexta-feira, julho 02, 2010

Holanda: Marroquino médio é preso 4,1 vezes

Será que a islamofobia nunca terá um fim?

Original

AMSTERDAM, 26/06/10 - Mais da metade dos jovens marroquinos na Holanda cometeram um ou mais crimes antes de atingir a idade de 22 anos. O homem jovem médio marroquino foi preso 4,1 vezes, de acordo com um estudo realizado por criminologistas e pesquisadores de migração para o Jornal de Criminologia.

Para o estudo, todo mundo que nasceu na Holanda em um determinado ano (1984) foi monitorado até que ele ou ela alcançasse os 22 anos. Os números mostram que 14 por cento deste grupo entraram em contato com a polícia por um crime pelo menos uma vez. Entre os homens holandeses, o valor é de 20 por cento, e entre os homens marroquinos, 54 por cento.

A média é puxada para baixo pelas garotas, que são menos ativas criminalmente que os garotos. Entre as meninas nascidas em 1984, 5,4 por cento vieram em contato com a polícia como criminosa em uma ou mais ocasiões.

Rapazes marroquinos entraram em contato com a polícia sob suspeita de um crime 4,1 vezes em média. Eles também foram, em média, os mais jovens quando foram registrados como autores pela primeira vez (17,6 anos).

Garotas marroquinas (16,6 por cento) também têm sido suspeitas com mais freqüência do que as garotas holandesas (4,5 por cento). Como as garotas do Suriname e Antilhas, elas também cometem cerca de três vezes mais crimes violentos.

Na introdução ao artigo, os editores do jornal escrevem que eles não querem que os dados criem a imagem de marroquinos como um grupo formando um problema. "As relações entre crime e migração requerem atenção minuciosa na pesquisa, mas a discussão crítica continua a ser necessária para impedir que a investigação involuntariamente contribua para a exclusão de grupos inteiros de imigrantes, a maioria dos quais não tem nada a ver com o crime".

domingo, junho 06, 2010

Turkish Paper Releases Images of Beaten & Stabbed Israeli Soldiers on the Mavi Marmara

Esta vai ficar na língua original senão alguém ainda me acusa de "distorcer" o que lá está. Isto é o que acontece aos Judeus que tem o azar de cair nas mãos de terroristas muçulmanos.

Images released of the welcoming party–
Turkey’s highest circulating newspaper Hurriyet on Sunday released photos of Israeli navy commandos who had been embroiled in the clash aboard the Gaza-bound Turkish aid ship Mavi Marmara last week.

An Israeli soldier holds his head after being beaten by the terrorist -peace activists with pipes, metal rods. chairs and knives on the Mavi Marmara. (Hurriyet)


An Israeli soldier being kicked and stomped on by the “peaceful” al-Qaeda-linked activists as they boarded the Mavi Marmara. (Hurriyet)

The Israel Defense Forces released a video depicting the activists aboard the ship attacking the navy commandos. The activists argued that they had been attacked first. Nine activists were killed in the melee, and dozens, including Israeli soldiers, were hurt – Via Haaretz.

sábado, maio 01, 2010

Israel: Abraço entre um judeu e palestino


Qual destes dois rapazes estaria mais em perigo se esta cena fosse presenciada pela família e amigos?

No que é que fundamentas a tua resposta?

Foto Original

domingo, abril 25, 2010

“Filho do Hamas” que nasceu de novo hoje luta contra “o deus do islamismo”

O Poder do Senhor Jesus Cristo continua a transformar vidas.
"Não estou aqui lutando contra muçulmanos. Estou lutando contra o deus deles”
Art Moore
© 2010 WorldNetDaily
De sua proeminente família muçulmana na Margem Ocidental até a agência de segurança de Israel onde ele trabalhou durante uma década — e até para alguns que se dizem cristãos — pessoas que conhecem Mosab Hassan Yousef estão achando difícil explicar sua radical transformação.
Como filho e herdeiro legítimo de um dos fundadores do grupo terrorista palestino Hamas, Yousef partiu o coração de sua família religiosa e extremamente unida e colocou a vida deles e a própria vida dele em perigo ao anunciar dois anos atrás que ele havia se tornado seguidor de Jesus Cristo. Hoje, as ameaças só se intensificaram desde que ele mudou sua missão: antes, ele salvava vidas lutando contra o terrorismo; agora, ele salva almas muçulmanas por meio de seus esforços para desmascarar o islamismo como “a maior mentira da história humana”.
Num debate via telefone na quinta-feira com WND e várias publicações cristãs, Yousef explicou que, junto com o Hamas, os meios de comunicação seculares e membros de algumas denominações cristãs estão tentando desacreditar a história que ele diz no recente livro “Son of Hamas” (Filho do Hamas), que está em décimo lugar na lista de livros mais vendidos do jornal New York Times nesta semana.
É uma história que muitos acham difícil de acreditar, ele reconheceu.
Mas o “segredo é bem simples”, disse Yousef, de 32 anos. “Quando o amor de nosso Senhor está no coração de um homem, esse homem age de forma totalmente diferente”.
“Eles não querem admitir isso”, ele disse dos que o menosprezam. “Se eles admitirem que o que mudou minha vida foi Jesus Cristo, isso abrirá muitas indagações, e eles não querem chegar a esse ponto”.
Ele está agora vivendo no Sul da Califórnia depois de trabalhar junto com seu pai, o xeique Hassan Yousef, na cidade de al-Ghaniya, na Margem Ocidental, perto de Ramalá. Nesse tempo, ele abraçou de forma secreta a fé cristã e serviu como um dos principais espiões do Shin Bet, agência de segurança interna de Israel.
O Hamas rejeitou as afirmações dele como propaganda sionista, mas um de seus treinadores do Shin Bet confirmou o que ele disse para o jornal israelense Haaretz. Yousef foi recrutado pelo Shin Bet em 1996 com a idade de 18 enquanto estava num prédio de detenção do Complexo Russo de Jerusalém. Ele havia sido preso depois de comprar uma arma. Sua primeira prisão ocorreu quando ele tinha 10 anos, durante a Primeira Intifada, ou “levante”, por lançar foguetes contra colonos israelenses.
No começo deste mês, seu pai divulgou uma declaração a partir da prisão israelense de que ele e sua família “renegaram completamente o homem que era nosso filho mais velho e que se chama Mosab”.
Logo depois de declarar publicamente sua fé cristã em agosto de 2008, a Frente de Mídia Islâmica Global — ligada a al-Qaida — divulgou uma declaração classificando-o como um infiel que está indo para o Inferno e citando o profeta Maomé do islamismo: “Matem quem mudar de religião”.
No mês passado, seu principal treinador no Shin Bet, “Capitão Loai”, falou para o Haaretz de sua grande admiração por Yousef, que atrapalhou dezenas de ataques terroristas de homens-bombas e tentativas de assassinatos orquestrados pelo Hamas, salvando centenas de vidas.
“Muitas pessoas devem a vida a ele e nem mesmo sabem”, disse Loai. “Pessoas que fizeram muito menos foram condecoradas com o Prêmio de Segurança de Israel”.
Yousef diz que ele foi um dos que revelaram que o grupo terrorista Brigada de Mártires Al-Aqsa era composto de membros da guarda presidencial Força 17, de Yasser Arafat.
Ele ajudou a recrutar homens como Ibrahim Hamid, comandante do Hamas, e Marwan Barghouti, considerado um dos líderes da Primeira e Segunda Intifada. Contudo, Yousef convenceu o Shin Bet a poupar a vida de seu pai, que Laoi disse que se não tivesse sido pelo pedido de Yousef, seu pai teria sido “morto mais de 10 vezes”. O xeique está numa prisão israelense desde que foi preso em setembro de 2005.
Yousef disse para o jornal Telegraph de Londres em agosto de 2008 que sua família estava “definitivamente sofrendo por causa do que eu fiz”.
“Eles não são uma família comum, eles são uma família muito famosa, e muçulmanos no mundo inteiro louvam minha família, louvam meu pai. Por isso, quando dei um passo como esse, era impossível para eles pensarem nisso, era loucura”.

Porta de Damasco

A jornada de Yousef para a fé cristã literalmente passou pela Porta de Damasco em Jerusalém, uma reconstrução da Idade Média da porta do primeiro século mediante a qual o Apóstolo Paulo viajou quando estava a caminho de suprimir de forma violenta a nova seita que ele considerava herética.
Nesse lugar histórico em 1999, Yousef e dois amigos se encontraram com um cristão britânico que estava visitando Jerusalém com um pequeno grupo evangelístico. O homem, um motorista de táxis na Inglaterra, que ficou em Jerusalém durante poucos dias, o convidou para um estudo da Bíblia na Associação de Jovens Cristãos perto do Hotel Rei Davi na Jerusalém ocidental.
“Peguei a Bíblia e comecei a estudá-la”, Yousef disse para os jornalistas na quinta-feira. “Levei seis anos para estudar o Cristianismo, estudar o islamismo tudo de novo e estudar ainda mais as outras religiões”.
Em seu livro, ele narra um momento decisivo em sua “odisséia espiritual” quando seu melhor amigo o dirigiu a um programa na Al-Hayat, uma estação de TV cristã via satélite em árabe.
Ele assistiu enquanto um idoso padre copta chamado Zakaria Botros “sistematicamente” realizava uma “autopsia no Corão, abrindo-o e expondo todo osso, músculo, nervo e órgão, e então pondo-os sob o microscópio da verdade e mostrando que o livro inteiro é canceroso”.
Yousef disse que ele não consegue indicar o dia ou a hora em que ele se tornou cristão, porque foi um “processo de seis anos”.
“Mas eu sabia que eu era cristão, e sabia que eu precisava ser batizado”.
Os treinadores de Yousef no Shin Bet lhe disseram que eles não viam problemas em sua fé cristã enquanto ele não a revelasse a ninguém mais e não fosse batizado. Yousef cria que eles estavam mais com medo de perdê-lo como espião do que de algum problema que uma declaração de conversão pudesse lhe trazer.
Mas em 2005, não muito depois que ele assistiu ao padre copta cortar e expor “todos os pedaços mortos de Alá que ainda estavam ligados ao islamismo e me cegavam para a verdade de que Jesus é o Filho de Deus”, ele literalmente arriscou-se, entrando nas águas do mar Mediterrâneo numa praia de Tel Aviv numa incomum cerimônia de batismo “secreta” realizada por um cristão de San Diego, EUA, que estava de visita.
Agora, Yousef reside na região de San Diego, onde ele freqüenta a Igreja da Estrada de Barrabás. Ele perdeu contato com o motorista de táxis da Inglaterra.
“Encontrei-me com ele apenas duas vezes. Não sei onde ele está, mas oro por ele sempre”, disse ele na quinta-feira.

A maior mentira da história

Com 10 anos de luta contra o terrorismo em sua experiência passada, Yousef se vê agora como numa missão nova, mas não menos provocativa — libertar muçulmanos do “deus do islamismo”.
Ele frisa que os muçulmanos não são seus inimigos.
“Meu coração se quebranta por eles”, ele disse para os jornalistas na quinta. “É isso o que quero que eles compreendam. Não estou aqui lutando contra muçulmanos. Estou lutando contra o deus deles, e creio que o maior inimigo que os muçulmanos estão enfrentando é seu deus e seu profeta”.
Maomé, disse Yousef, começou 1.400 anos atrás com uma mentira que ele “embrulhou com revestimentos de fatos, verdade, obras de caridade e boas coisas”.
“Por isso, ele é uma mentira perfeita”, ele disse. “Creio que o islamismo é a maior mentira da história humana. É desse jeito que creio. Os muçulmanos são vítimas dessa mentira”.
Agora, disse ele, é a “hora de eles despertarem dessa mentira, para serem corajosos o suficiente para enfrentá-la”.
Ele reconheceu que suas palavras ofendem a muitos de forma extrema.
“Mas alguém precisa dizer a verdade e lhes dizer isso com muito amor”, disse ele.
Yousef disse que quando ele pesquisou em busca da raiz dos problemas na face de seus compatriotas palestinos, ele chegou à conclusão de que é “o deus do islamismo”.
Mas ele argumenta que o obstáculo principal para persuadir os muçulmanos a abandonar o islamismo é não convencê-los de que “Maomé é um mentiroso”.
“O problema que eles enfrentam é que eles não têm a coragem de enfrentar as conseqüências se reconhecerem isso”, disse ele.

Algo muito melhor do que esta vida

Yousef disse na quinta que ele não espera que sumam as ameaças à sua vida que começaram no dia em que ele declarou sua fé em Jesus Cristo. Embora diga que ele “não parece alguém que quer morrer”, ele “não vai se esconder”.
“Como crente em Cristo, creio em suas promessas, e creio que ele está preparando algo muito melhor do que esta vida”, disse ele.
“Se o preço para espalhar a mensagem for meu sangue ou minha vida, assim seja. Não desejo morrer, mas provavelmente esse é melhor jeito de divulgar a mensagem”, disse Yousef. “Continuarei fazendo o que tenho de fazer, o que é certo fazer, e se o resultado for me matarem por essa causa… todos vão morrer algum dia”.
Respondendo à pergunta de quinta acerca das políticas do governo Bush e Obama de declarar o islamismo “uma religião de paz” e insistir em que os EUA não estão numa guerra contra o islamismo, Yousef deu sua opinião: “Com todo respeito ao senhor presidente, há um engano imenso”.
“Eu os incentivo a ler o Corão, capitulo 9, versos 5 e 29, que instituem a pena de morte a todos os que não crêem no islamismo”, disse ele.
“Isso não é novo”, acrescentou ele. “Essa não é a idéia de um muçulmano radical. Essa é a ideologia do próprio deus do islamismo. Por isso, não podemos mudar o que está no Corão, e nenhum muçulmano tem a autoridade de mudar isso”.
Ele compreende que diplomatas e governos têm limitações, mas crê que a ameaça permanecerá, a menos que se lide com a razão dos islâmicos que fazem guerra santa.
Yousef disse que seu chamado é desafiar o problema em seu ponto central.
“O que os governos estão fazendo? Eles estão lidando com alguns terroristas, radicais aqui e ali, mas estão ignorando, com certeza, a realidade do islamismo”, disse ele.
Depois de uma década de “luta contra o terrorismo”, ele disse que ficou claro que “estamos lutando contra um fantasma”.
“No fim do dia, a razão deles ainda está ali”, disse ele. “O melhor jeito de detê-los é lutar contra a ideologia deles. Se não lutarmos contra a razão deles, se não lutarmos contra a ideologia deles, se não desafiarmos a ideologia deles, continuarão aparecendo homens-bombas e extremistas”.
Ele disse que a tarefa não pode ser o dever do governo.
“Pedimos que o governo nos dê espaço para trabalhar”, ele disse. “Se não quisermos passar por esta guerra, esse é o dever de todo homem livre deste mundo. Não só do Cristianismo, mas de todo homem livre”.
Em sua entrevista ao Haaretz no mês passado, ele disse que muitos crêem que os terroristas são motivados pela “ocupação” israelense. Mas “tudo isso é apenas o pano de fundo”, insistiu ele.
“Não é a raiz do problema. A ocupação é como a chuva que cai em solo em que a semente foi plantada, mas não é a própria semente”, disse ele.
“A raiz do conflito entre israelenses e palestinos não está na segurança ou nas políticas: é uma guerra entre dois deuses, duas religiões”, argumentou Yousef.
O Corão, explicou ele, ensina que a terra da Palestina é uma doação sagrada [para os muçulmanos], um “Waqf”, que não deve ser entregue a ninguém mais.
O problema de Israel, disse ele, não está “no Hamas ou em qualquer outra organização, nem na interpretação que o Hamas tem em sua leitura do Corão. O problema está no deus do Corão”.
Até mesmo os “muçulmanos moderados” que lêem o Corão, argumentou Yousef, “têm de ler que os judeus são filhos de macacos e que os infiéis têm de ser mortos”.
Os palestinos têm de parar de culpar Israel, ou o Ocidente, por todos os seus problemas”, disse ele. “Se querem verdadeira liberdade, eles têm de se libertar de seu deus”.
Traduzido por Julio Severo: www.juliosevero.com

sexta-feira, dezembro 25, 2009

Visões e revelações do Senhor

2 Coríntios 12

1. É necessário gloriar-me, embora não convenha; mas passarei a visões e revelações do Senhor.

quinta-feira, dezembro 03, 2009

Video: Muçulmana Esfaqueia Polícia Judeu

Impressionante.

[youtube=http://www.youtube.com/watch?v=YMPfaPkPFLE&hl=pt_BR&fs=1&rel=0]

Será que ele foi motivada pela seguinte tradição islâmica?

"When judgment day arrives, Allah will give every Muslim a Jew or Christian to kill so that the Muslim will not enter into hell fire." -- Mohammed (Mishkat Al-Messabih, vol. 2, no. 5552.)

O video de cima foi removido, mas eis aqui um novo:

quinta-feira, agosto 06, 2009

Ateu Pat Condell Ataca o Multiculturalismo

Como os crentes ateus não acreditam em nada que saia da boca de um criacionista, deixo aqui as palavras do ateu evolucionista Pat Condell àcerca do fracasso do multiculturalismo.

Para quem não tem acompanhado o processo todo, o que o Pat ataca é a mentalidade prevalecente entre os círculos liberais em não condenar certos actos e certas prácticas islâmicas devido à crença no multiculturalismo. Esta crença afirma que os ocidentais não têm o direito de julgar os valores morais de outras culturas porque todas as culturas são moralmente iguais, ou pelo menos temos que respeitar as diferenças. Isto parece bom na teoria mas na práctica não funciona.

Esta rejeição da existência de uma lei moral a que todos estão sujeitos é uma das muitas consequências da secularização da europa ocidental. Sem a Bíblia para mostrar os valores morais absolutos (e o Fundamento da sua natureza absoluta - Deus), os seculares ficam totalmente à deriva no que toca aos princípios comportamentais. O Pat Condell já se apercebeu do fracasso do multiculturalismo, mas ele ainda não percebeu que o multiculturalismo é uma consequência do ateísmo.

Se Deus não existe, então todos os comportamentos morais, por mais irracionais, violentos ou absurdos que sejam, são igualmente válidos. Isso inclui cobrir mulheres com tendas ambulantes, as chamadas "matanças de honra" (honor killings) ou ainda o bestialismo.

Fica o video do ateu Pat Condell, e a forma como ele ataca o pensamento de certos secularistas liberais.

terça-feira, agosto 04, 2009

Muçulmanos queimam 8 cristãos até à morte

A religião que o evolucionista Bush descreve como a "religião da paz" continua a mostrar o seu lado "pacífico".

Como sempre, quem sofre com isso, enquanto o mundo continua a enviar milhões de euros para a "Palestina", são os cristãos.

Eight Christians Burnt to Death, and Scores More Injured, in Pakistan.

Hundreds of armed supporters of Lashkar-e-Jhangvi, an outlawed Islamic militant group, burned dozens of Christian homes in Gojra over the weekend after allegations that a copy of the Koran had been defiled.

The bloodthirsty Muslim mob opened fire indiscriminately, threw gas bombs and looted houses as thousands of the frightened Christians ran for safety. Residents said that police stood aside while the mob went on the rampage. “We kept begging for protection, but police did not take action,” Rafiq Masih, a resident said. The Lashkar-e-Jhangvi group is believed to have close links with Al Qaeda and has been involved in several terrorist attacks in recent years

João 16:2
Vocês [seguidores do Senhor Jesus] serão expulsos das sinagogas, e chegará o tempo em que qualquer um que os matar pensará que está fazendo a vontade de Deus

quinta-feira, maio 07, 2009

Hamas Cleric: "Mosques Are Factories for Jihad Fighters"

Lembrem-se que Israel tem que dar pedaços do seu país em troca de "paz" com grupos que, tal como os nazis, nem aceitam a sua existência.

sexta-feira, abril 24, 2009

Membro da familia real dos EAU envolvido em tortura

segunda-feira, abril 13, 2009

Distorções do "History Channel" em relação às Cruzadas

(Isto é o tipo de "informação" que é dado aos nossos jovens um pouco por todo o mundo ocidental. De repente, tudo o que é mau no ocidente é devido ao cristianismo, mas os muçulmanos, curiosamente, não têm culpas nenhumas no cartório. Será de admirar que depois de passar 20 anos a vêr lixo como este, os jovens não saibam o mínimo sobre o cristianismo e sobre a história?)

CRUSADESAESET.jpg

I recently taped and am watching a documentary, "The Crusades: Crescent and the Cross," on the History Channel. While it is more or less historically accurate—names, dates, figures—it suffers from two weaknesses, weaknesses that often take center stage whenever Islam is discussed in the West: 1) biases and apologetics on behalf of Islam, coupled with outright distortions concerning Christians and Christianity; and 2) anachronisms, by projecting the motives and worldview of modern man onto the motives and worldview of pre-modern man, both Muslims and Christians.

Take the first 10 minute segment, dealing with Pope Urban II’s call to the Crusades, including the famous Council of Clermont (1095) where Urban made his case. Urban is repeatedly portrayed as a sly politician wholly indifferent to Christianity and faith, simply interested in aggrandizing his power and authority.

Incidentally, we are never told how Islam “spread”—that Jerusalem (not to mention practically the entire Muslim world today) was ruthlessly conquered—even by the enthusiastic narrator who speaks with somber awe whenever touching upon Muslim prowess. Instead, the narrator informs us that the encroachment of the Turks upon Byzantium was “the perfect opportunity [for Urban] to enhance his political power.” And of course, the “historians” interviewed all agree.

The “British-Pakistani” Muslim historian, Tariq Ali, is repeatedly quoted as something of the final authority on the Crusades in this documentary. Sitting there pompously, he nonchalantly informs us that, if the popes were anything, they were “scheming, manipulating, intriguing” persons, always out to exploit.

So what if it is a historical fact, especially after the battle of Manzikert (1071, a little more than two decades before Urban’s call to the crusades), that the Muslim armies were conquering more Christian land and increasingly terrorizing and persecuting Christians? Or that the Fatimid caliph al-Hakim had recently desecrated and destroyed a number of important churches—such as the Church of St. Mark in Egypt and the Church of the Holy Sepulchre in Jerusalem—and decreed several, even more oppressive than usual, decrees against Christians and Jews? It is in this backdrop that Pope Urban called for the Crusades:
From the confines of Jerusalem and the city of Constantinople a horrible tale has gone forth and very frequently has been brought to our ears, namely, that a race from the kingdom of the Persians [i.e., Muslim Turks]…has invaded the lands of those Christians and has depopulated them by the sword, pillage and fire; it has led away a part of the captives into its own country, and a part it has destroyed by cruel tortures; it has either entirely destroyed the churches of God or appropriated them for the rites of its own religion (from the chronicles of Robert the Monk).

Despite the historically accurate nature of Urban’s less than subtle words, the narrator assures us that Urban’s speech was a “cunningly crafted piece of religious spin, spiced with exaggerated tales of Muslim atrocities against Christian pilgrims living in the Holy Land. It demonized the Turks.”



After all, “we”—the educated, modern, transcendent viewers—know better than that. Surely the Muslims and Turks did not behave that way—despite all the textual/eye-witness testimony to the contrary? Surely Pope Urban was simply the Medieval counterpart of the modern “Islamophobe”?

Next, we get a dramatization, supposedly of Urban, who looks more like a homeless, disheveled, madman, rabidly gesticulating and pontificating about the “wicked race of Saracens.” In other words, the modern viewer is supposed to go away with the view that Pope Urban was a closed-mind, intolerant, jingoistic racist—concepts that may make sense in the 21st century, but had no meaning in the 11th.

Again, the narrator, in a puzzled voice, states that thousands of Christians flocked to Urban’s call—but then he quickly explains their motivation: “prestige and honor.” He then goes on to say “But there was another attraction”—and here I thought he was going to mention sincere, though of course, "misplaced," religious conviction. Not at all; it was the “promise of great riches.”

And just to press the point, Tariq Ali, once again smugly assures us: “They wanted the money [of the Islamic world]. It was as simple as that.” Just in case the viewer doesn’t get the allusion that the crusaders were Western, evil, white imperialists out to seize the Muslims’ Medieval equivalent of oil—gold and treasure.

All of this is anachronistic. Insisting that the pope was out to exploit in order to aggrandize himself, or that the people were motivated by prestige, honor, and riches, and never once mentioning that maybe, just maybe now, both the pope and people were motivated by more sincere convictions (e.g., assisting fellow oppressed Christians) is highly problematic.

Medieval man was not modern man. While all men throughout all time have been prone to hypocrisy, greed, violence, etc., Medieval Christians, as opposed to their 21st century (secularized) counterparts, were, by default, much more guided by faith (whether this faith was misplaced or not is hardly the point).

“Secularism” was never an option; Christians firmly believed in heaven and hell, God and the devil. And these were motives. Thus, for a “history” program to discuss the Crusades without once alluding that the pope and the people may have actually believed that they were fighting for something more than “honor, prestige, and riches”—things that are intelligible within a secular, not religious, paradigm, hence the gross anachronism—is very misleading. One would have expected a channel devoted to “history” to be most on guard against projecting modern views and standards on people who lived a millennium ago.

One need not believe in God and religion; but one should still give them their due when discussing the Medieval world—just as one should give them their due when discussing the Medieval mentality of modern day jihadists.

quinta-feira, março 26, 2009

Demonstração em Luton (Inglaterra)

A Inglaterra secularizada tenta lutar contra o avanço do islão.

Boa sorte!

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