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quarta-feira, outubro 20, 2010

Crenças religiosas dos médicos influenciam na decisição de acabar com a vida

Ideias tem consequências e isso torna-se mais sério quando há vidas em jogo.

Será que as controvérsias em torno da religião e das nossas origens são meramente académicas? Claro que não; uma nova pesquisa mostra-nos a poderosa ligação entre os valores morais e comportamentos sociais.

A pesquisa - que apareceu no Journal of Medical Ethics - mostra que médicos ateus e agnósticos são mais susceptíveis de iniciar acções "com previsões de (ou parcialmente intencionadas em) terminar a vida". Por outras palavras, médicos ateus e agnósticos são os mais susceptíveis de considerar o término de uma vida como a "melhor opção" em certas e determinadas situações.

O resultado veio de uma sondagem feita a milhares de médicos a trabalharem no Reino Unido. Muitos dos médicos inquiridos trabalham em especialidades onde tratamentos de final de vida são rotina: neurologia, tratamento geriátrico, tratamento paliativo e cuidados intensivos.

Os médicos foram alvo de questões relativas a sua fé e o seu nível de religiosidade. A lista incluía Cristãos, Muçulmanos, Hindus e outros de outras confissões (incluindo ateus e agnósticos). Uma série de questões forçou os inquiridos a recordar o tratamento que eles disponibilizaram ao último paciente seu que tinha morrido ao perguntar, por exemplo, se eles tinham discutido com os pacientes opções que acelerassem a sua morte.

Sem surpresa alguma, os médicos menos religiosos eram quase duas vezes mais susceptíveis do que os outros médicos de optar por medidas que envolvessem o término da vida do paciente. Não só isso, mas os médicos menos religiosos eram mais susceptíveis de apoiar leis que permitissem a eutanásia bem como outro tipo de "assistência médica" que facilitasse a morte do paciente.


"Todos os que Me aborrecerem amam a morte." - Provérbios 8:36

Quando um homem rejeita Deus as consequências são mais do que Teológicas. Deus não é Uma Pessoa que viva fora da vida existência humana mas sim Um Ser que está envolvido em todos os aspectos da nossa existência. A obediência aos Seus Mandamentos gera um ambiente onde a vida é mais satisfatória e plena. Removendo Deus da nossa existência ficamos totalmente à deriva em termos morais.

O valor da vida humana - nova ou velha, nascida ou não nascida, doente ou saudável - é uma questão muito diferente entre uma pessoa que sabe que fomos feitos à Imagem de Deus e outra que pensa que somos o resultado acidental de um processo aleatório e violento através dos milhões de anos de selecção natural.

Isto não significa (obviamente) médicos ateus são pessoas motivadas em acabar com a vida humana, mas sim que o valor da vida humana muda se tu não acreditas em Deus. Pior ficam as coisas se és um médico ateu que acredita em "controle populacional" ou na mitologia de que "a Terra está sobre-ocupada".

Ideias tem consequências a rejeição da Bíblia tem as suas consequências. Como sempre, quem sofre quando Deus é Removido da existência humana são os que mais precisam de ajuda.


"Aprendei a fazer bem; praticai o que é recto; ajudai o oprimido; fazei justiça ao órfão; tratai da causa das viúvas."
Isaías 1:17

domingo, outubro 03, 2010

A contínua homofobia da Medicina: 48% dos casos de HIV são de sexo entre dois homens nos EUA

Incrível como as pessoas continuam a ver estes números e ninguém parece interessado em analisar as causas. Se calhar porque eles sabem quais são as causas mas não querem que a população se aperceba disso?

Não se esqueçam que é a estes grupos sexuais que os esquerdistas querem entregar crianças ("adopção").

48% dos casos de HIV são de sexo entre dois homens nos EUA
Recente estudo do CDC (Centers for Disease Control and Prevention) mostram que o sexo entre dois homens é responsável por quase metade (48%) dos mais de 1 milhão de pessoas vivendo com HIV nos Estados Unidos. Ainda, o sexo entre dois homens é responsável por mais da metade de todas as novas infecções de HIV nos Estados Unidos todo ano (53% de um estimado de 28.700 infecções).

Enquanto o CDC estima que homens que fazem sexo com outros homens representam apenas 4% da população masculina dos Estados Unidos com 13 anos ou mais, a taxa de novos diagnósticos de HIV entre essas pessoas é mais de 44 vezes maior que a dos outros homens (que possuem apenas relações heterossexuais).

Por último, homens que fazem sexo com outros homens são o único grupo de risco nos Estados Unidos em que novas infecções de HIV estão crescendo. Enquanto novas infecções declinaram tanto em heterossexuais como usuários de drogas injetáveis, o número anual de novas infecções de HIV entre homens gays tem crescido firmemente desde o início dos anos 90.

Veja estudo completo aqui.

quarta-feira, setembro 22, 2010

James Chin e a "epidemia" da SIDA: “Pura propaganda para defender interesses ideológicos”

Parece que o lobby homossexual foi um dos agentes que lucrou com a não-existente epidemia da SIDA.

Nem todos têm AIDS

Michael Fumento

Manifestações em favor de campanhas de prevenção se destacaram durante a abertura da XVI Conferência Internacional da AIDS em Toronto, Canadá, na semana passada. Oh, que tristeza! É tarde demais. No mesmo dia, o jornal Washington Post colocou uma foto na sua primeira página mostrando um homem com uma camiseta onde se lia: “Nós todos temos AIDS”. Pode jogar fora as camisinhas, esqueça a abstinência e não se incomode de fazer um teste. Ou qual é a parte do “todos” que você não entende?

É sério. Esse tipo de propaganda é só um exemplo de como ideologias políticas sempre aleijam as campanhas contra a AIDS. Ninguém realmente crê que nós todos temos AIDS. Mas muita gente está engolindo a idéia paranóica de que “Todo o mundo está em risco”. Não há dúvida que tal idéia atrapalha todo esforço de mirarmos a atenção naqueles que de fato estão em risco. A ciência inteira da epidemiologia (que começou quando o médico londrino John Snow mapeou os casos de cólera em sua cidade e descobriu que estavam todos agrupados ao redor de uma única bomba d’água) depende de se identificar os fatores de risco para se obter uma melhoria. No caso de Snow, bastou-lhe remover o cabo da bomba d’água e a epidemia cessou.

Ele teve a sorte de não ter de lidar com ativistas carregando cartazes dizendo: “A água não causa a cólera. O que causa a cólera é o preconceito e a ignorância!”

Desde 1985, quando a revista Life retumbou em imensas letras vermelhas, “Agora Ninguém Está a Salvo da AIDS”, os ativistas vêm lutando furiosamente contra a idéia de que a AIDS atinge como alvo aqueles que se envolvem em determinadas condutas. No entanto, nas duas décadas posteriores a AIDS permanece nos EUA uma doença predominante em homens homossexuais e usuários de drogas intravenosas. Menos de 39.000 americanos foram diagnosticados com AIDS em 2004 (dados mais recentes de que se dispõe), e menos de 16.000 morreram de AIDS. Isso significa 1 de cada 770 e 1 de cada 1.875 respectivamente. O fato é: quase todo mundo está a salvo da AIDS.

Mas é claro que a atenção principal dessa conferência é a questão internacional da AIDS, que todos sabemos está varrendo continentes inteiros do mapa. Uma alta autoridade de Uganda disse que dentro de dois anos sua nação “será um deserto”. O programa Nightline da ABC News declarou que dentro de 12 anos “50 milhões de africanos poderão morrer de AIDS”.

O problema é que essas predições foram feitas em 1986 e 1988. Contudo, desde 1985, a população de Uganda duplicou. Os 50 milhões de mortos para o ano 2000 do programa Nightline demonstraram ser 20 milhões em 2005, de acordo com as estimativas da ONU. Além disso, “na África abaixo do Saara, a região mais atingida pela epidemia da AIDS, os dados também indicam que o índice de incidência do HIV já chegou ao ponto máximo na maioria dos países”, de acordo com o Relatório da UNAIDS 2006.

Essas estatísticas são da própria agência da ONU que vem exagerando de modo flagrante a ameaça mundial da AIDS. Por exemplo, em 1998 essa agência estimou que 12% dos ruandeses de 15-49 anos de idade estavam infectados; hoje diz que é só 3%. Que diferença, hein? Por outro lado, outras agências haviam estimado uma estatística ainda mais horrível: que 30% dos ruandeses estavam infectados. De acordo com James Chin, uma ex-autoridade da ONU que realizou algumas das primeiras estimativas globais do HIV, tais estatísticas inventadas são “pura propaganda para defender interesses ideológicos”.

Entretanto, o ex-presidente americano Bill Clinton declarou aos participantes da conferência: “É difícil imaginar como o mundo poderá crescer, a menos que lidemos com a AIDS”. A verdade é que o crescimento da população mundial é mais acelerado nas regiões mais duramente atingidas pela AIDS.

Quanto à alegação bizarra de que ainda nos resta lidar coma AIDS, a UNAIDS relata que 1.3 milhão de pessoas nos países de renda baixa e média receberam terapia antiretroviral em 2004, cinco vezes mais do que o número de 2001. O sangue doado passa hoje por testes até mesmo nos países mais pobres. O nível de testes e educação nas nações mais pobres aumentou muito.

Enquanto isso, os gastos mundiais com a AIDS foram em média 1.7 bilhão de dólares entre 2002-2004, mas chegaram a 8.3 bilhão de dólares em 2005 e o orçamento para 2007 é 10 bilhões. O tamanho imenso dessa verba, e o desejo de tirar uma fatia, é tudo o que você precisa saber para entender como a conferência de Toronto conseguiu atrair de modo impressionante 24.000 participantes que são com todo acerto rotulados de “a indústria da AIDS”. Apesar disso, a UNAIDS insiste, esses 10 bilhões não serão o suficiente.

Ninguém está se importando com o fato de que até mesmo o atual orçamento para lidar com a AIDS está tirando dos recursos que deveriam ser investidos para combater a malária e a tuberculose. Anualmente, essas duas doenças matam juntas duas vezes mais pessoas do que a AIDS. A terapia antiretroviral para tratar a AIDS não cura ninguém e embora custe relativamente pouco no Terceiro Mundo — 300 a 1.200 dólares por ano — em comparação com a América do Norte, pode-se curar a tuberculose com 65 dólares de medicamentos. Dá para impedir a malária na África e Ásia por uma ninharia utilizando-se o DDT, mas os ambientalistas radicais e a União Européia bloquearam sua utilização naquelas regiões que mais precisam.

Pobres vítimas da malaria e da tuberculose. São obrigadas a morrer, porque não têm uma doença politicamente correta.

Michael Fumento é autor de The Myth of Heterosexual AIDS (O Mito da AIDS Heterossexual) e especialista em saúde e ciência no Instituto Hudson em Washington, D.C., EUA.

Traduzido e adaptado por Julio Severo: www.juliosevero.com; www.juliosevero.com.br

Fonte: http://www.spectator.org/dsp_article.asp?art_id=10252
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quinta-feira, setembro 02, 2010

Pensar em Deus acalma os crentes e irrita os ateus

Porque um Menino nos nasceu, Um Filho se nos deu; e o principado está sobre os Seus Ombros; e o Seu Nome será: Maravilhoso, Conselheiro, Deus forte, Pai da eternidade, Príncipe da paz.
Isaías 9:6

Não admira que os ateus sejam em média mais frágeis emocionalmente e fisicamente que os cristãos. Se pensar no Único que lhes poderia dar paz emocional lhes irrita, então não há nada que os possa acalmar.
Os investigadores determinaram que pensar em Deus pode ajudar a aliviar a ansiedade associada a cometer erros. No entanto, a conclusão só é válida para pessoas que acreditam em um Deus.

Os pesquisadores mediram as ondas cerebrais de um tipo particular de reação, enquanto os participantes do estudo cometeram erros em um teste. Aqueles que tinham se preparado para o teste com pensamentos religiosos tiveram uma resposta menos proeminente a erros do que aqueles que não tiveram.

Segundo os especialistas, 80% dos humanos têm algum tipo de crença religiosa. Os psicólogos querem estudar porque as pessoas têm essas crenças, explorando como elas funcionam, e para que elas possam servir.

Com dois experimentos, os pesquisadores mostraram que quando as pessoas pensam sobre religião e Deus, seus cérebros respondem de forma diferente, de uma forma que lhes permite ter contratempos e reagirem com menos sofrimento aos erros que provoquem ansiedade.

Os participantes ou escreveram sobre religião ou realizaram uma tarefa com palavras relacionadas à religião e Deus. Em seguida, os investigadores gravaram a atividade do cérebro à medida que eles completaram uma tarefa informatizada, que foi escolhida porque tem uma alta taxa de erros.

Os resultados mostraram que quando as pessoas foram condicionadas a pensar sobre religião e Deus, consciente ou inconscientemente, isso diminuiu a atividade cerebral em áreas compatíveis com o córtex cingulado anterior (CCA). O CCA é associado com uma série de coisas, incluindo a regulação de estados corporais de excitação e alerta quando as coisas estão indo mal.

Curiosamente, os ateus reagiram de forma diferente. Quando eles se prepararam inconscientemente com ideias relacionadas a Deus, o CCA aumentou a sua atividade. Os pesquisadores sugerem que, para as pessoas religiosas, pensar em Deus pode fornecer uma maneira de ordenar o mundo e explicar eventos aparentemente aleatórios e, portanto, reduz seus sentimentos de angústia. Em contrapartida, para os ateus, os pensamentos de Deus podem contradizer os sistemas de significado que eles acreditam, e assim causar-lhes mais sofrimento.

Os psicólogos pensam que esses resultados podem ajudar a compreender algumas das conclusões interessantes sobre as pessoas que são religiosas. Por exemplo, há evidências de que pessoas religiosas vivem mais tempo e tendem a ser mais felizes e saudáveis.

Os ateus não devem se desesperar, entretanto. Os pesquisadores acham que o mesmo efeito pode ocorrer com qualquer sistema de significado que fornece estrutura e ajuda as pessoas a compreender o seu mundo. Talvez os ateus se saíssem melhor se fossem condicionados a pensar sobre suas próprias crenças. [LiveScience]

"Com a minha voz, clamei ao Senhor, Ele ouviu-me, desde o Seu santo monte (Selah). Eu me deitei e dormi; acordei, porque o Senhor me sustentou. Não terei medo de dez milhares de pessoas que se puseram contra mim ao meu redor."
Salmo 3:4-6

terça-feira, agosto 24, 2010

Pensar em Deus diminui ansiedade ao se cometer erros

Especialmente dedica aos bulistas - e ateus no geral - que propagam o mito de que ateus são "mais felizes" do que cristãos.

Original

Estudo publicado na revista Psychological Science mostra que pensar em Deus reduz o estresse que as pessoas vivenciam ao cometer erros. As informações são do EurekAlert!. Os pesquisadores mediram as ondas cerebrais em uma situação específica - a reação das pessoas ao saber que cometeram erros em um teste.

Aqueles que foram preparados com pensamentos religiosos tiveram uma resposta menos proeminente do que aqueles que não os receberam. “Cerca de 85% da humanidade têm algum tipo de crença religiosa”, afirma Michael Inzlicht, que conduziu o estudo ao lado de Alexa Tullett. Ambos são da Universidade de Toronto Scarborough. Os pesquisadores mostraram que, quando as pessoas pensam em religião e em Deus, o cérebro delas responde de uma forma diferente - elas reagem com menos sofrimento e ansiedade após cometerem erros.

Antes de passar por um teste de computador com alto índice de erros, parte dos participantes tinha escrito sobre religião, ou completado um jogo de palavras-cruzadas com termos relacionados a Deus. Os exames mostraram que a actividade cerebral desses voluntários era reduzida no córtex cingulado anterior, área associada à excitação e que gera um alerta quando as coisas dão errado.

O curioso é que ateus reagiram de forma diferente: quando eram estimulados a pensar em assuntos relacionados a Deus, a actividade do córtex cingulado anterior deles aumentava. Os pesquisadores sugerem que, para pessoas religiosas, pensar em Deus pode fornecer uma maneira de ordenar o mundo e explicar eventos aparentemente aleatórios, o que reduz a angústia. Em contrapartida, para os ateus, os pensamentos sobre Deus podem contradizer o sistema de significados abraçado por eles e, assim, causar-lhes ainda mais sofrimento.

Pensar em religião traz calma quando se está em um incêndio e torna as pessoas menos angustiadas ao cometerem um erro”, diz Inzlicht.

Segundo ele, há evidência de que pessoas religiosas vivem mais tempo e tendem a ser mais felizes e saudáveis, mas ainda faltam conclusões mais precisas.

Os ateus, no entanto, não devem se desesperar. Os pesquisadores acreditam que a redução do sofrimento pode ocorrer não apenas quando se pensa na religião, mas quando se fornece qualquer tipo de estrutura para compreender o mundo. Portanto, os ateus poderiam ter se saído melhor no estudo se tivessem sido estimulados a pensar em suas próprias crenças antes de fazer o teste.

(UOL)


Nota: Mas que “crença” ateia poderia ajudar os ateus a compreender o mundo? Há questões transcendentes para as quais o pensamento naturalista/materialista não fornece nem sombra de resposta.

Essa pesquisa parece reflectir as palavras de Agostinho, quando disse que “nossos corações não repousam até que encontrem repouso em Ti”. Leia o Salmo 51 para verificar o efeito do perdão na vida de uma pessoa verdadeiramente arrependida.

Fomos criados por Deus e para Deus. Ele é um Pai de amor que quer nos dar descanso e aliviar nossos fardos de culpa (cf. Mt 11:28). Basta apenas irmos a Ele arrependidos e pedir perdão.[MB]

quinta-feira, agosto 19, 2010

Homossexualidade em Londres: O que fazer quando o método da distribuição do preservativo falha? Continuar com ele.

Um em cada sete homens homossexuais da vida gay de Londres está infectado com o HIV. Os promotores da "saúde sexual" continuam a avançar com a mensagem do preservativo enquanto que as taxas de contaminação aumentam.

Já foi dito várias vezes no passado por pessoas conhecedoras do assunto que a promoção do uso do preservativo como forma de combater as DST não funciona. Só uma mudança de comportamentos pode reverter as incidências, mas como uma mudança de comportamento envolve coisas 'horríveis' como abstinência e fidelidade, o mundo ateu não está interessado nisso.

Além disso, não interessa aos líderes mundiais elevar o nível médico das sociedades uma vez que isso pode conduzir a um aumento populacional. O que os líderes mundiais querem, pressionados pelos grupos da extrema esquerda ambientalista e não só, é reduzir a população mundial a todo o custo, mesmo que isso envolva deixar de prestar ajuda médica a quem precise.

Quando nós olhamos para algumas medidas (falhadas) da elite mundial no que toca à sexualidade e no que toca aos seus desejos de "controle populacional", as coisas começam a fazer mais sentido. Percebe-se o porquê dos mesmos insistirem em coisas que manifestamente só nos causam problemas de saúde.


Segundo um grupo de saúde homossexual, as taxas de contaminação do vírus HIV entre os homens londrinos que tem relações sexuais com outros homens (HSH) aumentaram dramaticamente nos últimos 7 anos. O "The Terrence Higins Trust" (THT) anunciou números que mostram como 1 em cada 7 homossexuais em Londres está infectado com o HIV, quando no resto do país a incidência é de 1 em cada 20. O número aumentou de 299 novos casos no ano 2000 para 710 em 2007.

De acordo com a agência de consciencialização sobre a SIDA, a AVERT, nos finais de 2008 os HSH eram estimados como sendo 38% dos casos de HIV na Grã-Bretanha, isto apesar dos mesmos serem uma população bem pequena no que toca à população total. Claro que o mundo secular não se questiona sobre as razões que levam a que uma porção tão pequena da população total possa ter uma incidência tão elevada de DST. Para os esquerdistas, isto não é relevante. O que interessa é avançar com um estilo de "vida" que torna um homem mais propenso a tornar-se mais um ser humano criado à Imagem de Deus contaminado com uma doença tão letal.

Alan Wardle, líder do "Health Promotion" da THT disse que os homens da "cena gay" estão genuinamente chocados com estes números.

A verdade é que, depois de Brighton, Londres tem a mais alta prevalência de HIV no país.

Apesar do falhanço evidente das campanhas em torno do uso do preservativo como forma de controlar as taxas de HIV, tanto o THT como a "Health Protection Agency" (HPA) concluíram que o "sexo seguro" era a única solução. Alan Wardle disse que a THT vai lançar a campanha "Um em cada Sete" como forma de "lembrar" os homens da cena gay acerca do uso do preservativo.

Ou seja, apesar destes métodos não estarem a funcionar, as agências que (fingem que) lutam contra o avanço da SIDA vão continuar a insistir neles e com isso a contribuir para o avanço da SIDA entre os HSH.

Vejam a forma como a Ruth Smith (cientista sénior do Centro de Infecções da HPA) diz uma coisa que mostra como as pessoas podem ter as evidências bem à sua frente mas rejeitá-las por motivos puramente ideológicos:

Nós temos que reforçar continuamente a mensagem do sexo seguro: usar o preservativo com todos os novos parceiros sexuais (ou com os casuais) é a forma mais certa de assegurar que as pessoas não se tornem seriamente infectadas com uma DST como o HIV.
Em vez de se tentar mudar os comportamentos sexuais da comunidade gay (e terminar com o sexo casual ou a promiscuidade), os centros 'médicos' apenas e só lutam contra os sintomas, deixando a doença (promiscuidade) completamente intocável.

Só uma palavra para o sr Alan Wardle: o preservativo não é a única solução para combater a SIDA ao nível social. Aliás, como mostram as evidências, essa medida nem funciona. É, sim, a "única" que a vossa ideologia ateísta aceita. A realidade dos factos mostra que há medidas bem mais eficientes e bem menos dispendiosas.

Qual é a solução para as epidemia das DST? O Centro de Controle de Doenças delineou um modo simples e eficiente para travar o avanço destas doenças:

A maneira mais segura de se evitar a transmissão de doenças como a sífilis, é abster-se do contacto sexual ou estar num relacionamento a longo prazo mutuamente monogâmico com um parceiro que já foi testado e de quem se sabe estar limpo de doenças.
...........
Abster-se de contacto sexual (abstinência) ou estar num relacionamento mutuamente monogâmico a longo prazo (ex: casamento). Isto parece algo tirado de um Certo Livro Antigo escrito há séculos atrás por "pastores ignorantes".

Conclusão:

A "receita" médica para combater a epidemia de DST é exactamente aquilo que a Bíblia nos diz sobre uma conduta sexual saudável.

Deve ser uma "coincidência" que a Medicina e a Bíblia estejam de acordo.

sexta-feira, agosto 13, 2010

A Homofobia da Medicina: Sangue de homens homossexuais continua banido

"Não erreis: nem os devassos, nem os idólatras, nem os adúlteros, nem os efeminados, nem os sodomitas, nem os ladrões, nem os avarentos, nem os bêbados, nem os maldizentes, nem os roubadores, herdarão o reino de Deus."
1 Cor 6:10

As sociedades ocidentais podem tentar (com algum sucesso) normalizar comportamentos auto-destrutivos, mas quando se leva em conta a medicina e a ciência, a homossexualidade continua a ser um comportamento não muito recomendável.
James Tillman
WASHINGTON, DC, EUA, 14 de junho de 2010 (Notícias Pró-Família) — A agência federal americana Comitê Consultivo de Segurança e Disponibilidade de Sangue (CCSDS) votou por 9 a 6 na sexta-feira para manter as atuais normas de doação de sangue, as quais proíbem totalmente homossexuais praticantes de doarem sangue.
Especificamente, as normas adiam qualquer potencial doador de sangue se ele é um homem que tem tido sexo com outro homem desde 1977, aproximadamente o começo da epidemia da AIDS.
O papel do comitê consultivo é oferecer assessoria não compulsória ao Ministério da Saúde e Serviços Humanos.
“O bom senso triunfou sobre as tendências politicamente corretas, um acontecimento cada vez mais raro, mas muito bem-vindo”, disse em resposta Peter Sprigg, do Conselho de Pesquisa da Família.
“Esse comitê ouviu durante um dia e meio testemunhos, inclusive as pesquisas mais recentes sobre os riscos do HIV no abastecimento de sangue, mas no final eles reconheceram que não há uma política de exame alternativo que comprove manter a segurança do suprimento de sangue dos EUA”.
O senador John Kerry e 17 outros democratas do Senado pediram que a FDA [agência sanitária dos EUA] cesse sua proibição “discriminatória”, argumentando que os atuais testes sanguíneos conseguem detectar o HIV. O adiamento indefinido de homens que têm sexo com homens (HSH) começou em 1983, antes da disponibilidade de testes para o HIV, disseram eles.
“Nenhuma simples evidência científica apoia a proibição”, declarou Kerry.
Contudo, os críticos têm apontado para o fato de que há um período de até seis meses depois que uma pessoa se torna infectada em que os testes de sangue não revelam o HIV, e durante o qual a pessoa infectada poderia ainda transmiti-lo a outra pessoa.
A FDA também declara que os testes de HIV podem não conseguir detectar todos os doadores infectados. De acordo com a FDA, pelo fato de que há mais de 20 milhões de transfusões de sangue a cada ano, um índice mesmo muito pequeno de fracasso aumenta o risco de HIV indetectado na população doadora.
Em seu testemunho diante do CCSDS, Sprigg disse que a afirmação de que “a atual política ‘discrimina’ na base de ‘orientação sexual’ é muito enganadora”.
Ele disse que o termo “orientação sexual” abrange o fenômeno psicológico da atração sexual, o fenômeno sociológico da auto-identificação sexual e o fenômeno físico da conduta sexual. Só o último fenômeno se aplica à questão da proibição de doação de sangue, e é “baseado num risco de conduta bem documentado — nada mais, nada menos”.
De acordo com os Centros de Controle de Doenças, embora os HSH (homens que têm sexo com homens) sejam estimados como 4% da população masculina dos EUA, o índice de novos diagnósticos do HIV entre eles é mais do que 44 vezes maior do que entre outros homens. Eles representam mais da metade de todas as novas infecções do HIV nos EUA a cada ano.
Embora as novas infecções do HIV tenham recentemente diminuído tanto entre heterossexuais quanto usuários de drogas injetáveis, o número anual de novas infecções do HIV entre HSH vem aumentando de modo constante desde o começo da década de 1990. Os HSHs têm também índices bem maiores de sífilis e outras doenças sexualmente transmissíveis do que os heterossexuais.
Sprigg disse: “Compreendo que há muitas pessoas que desejam avançar a meta socio-política de ganhar maior aceitação da homossexualidade”.
Entretanto, a política de doação de sangue não existe para atender a interesses sócio-políticos, nem deveria ser mudada para avançá-los”.
Ele concluiu: “Só a evidência científica importa, e ela indica que a atual política tem de permanecer em vigor”.
Veja matérias relacionadas em LifeSiteNews.com:
Researchers Argue Homosexuals Should be Allowed to Give Blood
http://www.lifesitenews.com/ldn/2010/may/10052612.html
DA: Gay Men Still Banned from Donating Blood Over Documented Risk Concerns
http://www.lifesitenews.com/ldn/2007/may/07052505.htm
Traduzido por Julio Severo: www.juliosevero.com
Veja também este artigo original em inglês: http://www.lifesite.net/ldn/viewonsite.html?articleid=10061402

quarta-feira, agosto 04, 2010

Envolvimento público na vida religiosa judaico-cristã aumenta niveis de saúde

"Não deixando a nossa congregação, como é costume de alguns, antes admoestando-nos uns aos outros, e tanto mais, quanto vedes que se vai aproximando aquele dia."
Hebreus 10:25


Vários estudos já aludiram a pesquisas independentes que fazem uma ligação entre saúde e envolvimento religioso. É sempre fácil de encontrar estudos individuais que "provam" praticamente qualquer ponto de vista. Devido a isso, pesquisadores fizeram um estudo estatístico a 42 trabalhos individuais feitos desde 1977.

Os 42 estudos que foram examinados envolveram mais de 125,000 pessoas, na sua maioria Cristãos e Judeus. A análise, conduzida pela "National Institute for Healthcare Research" fez uma distinção entre actividade religiosa pública e actividade religiosa privada. Actividade religiosa pública envolveu coisas como ir à igreja ou a sinagoga e fazer voluntariado para actividades religiosas. Actividade religiosa privada incluía coisas como orar sozinho e "sentimentos internos de espiritualidade".

Embora os ateus questionem estes estudos científicos (tal como contestam todos os dados científicos que contradizem a sua fé), as pesquisas consistentemente mostram que as pessoas religiosamente envolvidas com o cristianismo e o judaísmo não só vivem mais anos de vida, como em média possuem melhores níveis de saúde.

No entanto, os pesquisadores que analisaram todos estes estudos chegaram a uma nova conclusão à medida que analisavam as diferenças entre actividade religiosa pública e actividade religiosa privada. Eles concluíram que o envolvimento religioso público, em oposição ao envolvimento privado ou a nenhum envolvimento, mostrou uma relação estatisticamente importante no que toca a melhor saúde e níveis de sobrevivência.

Por outras palavras, as pessoas que se envolviam mais profundamente com a sua igreja ou com a sua sinagoga eram pessoas com tendência a viver mais tempo e a ter melhor saúde física e psicológica do que as pessoas menos envolvidas com a sua igreja ou com a sua sinagoga.

Conclusão:

Há 2000 anos atrás o Espírito Santo falou aos cristãos e encorajou-os a não abandonar a congregação com os santos. Tal como brasas retiradas da fogueira, quando os cristãos deixam de se congregar com outros cristãos, não só começam a esfriar na fé, como também começam a perder o fogo tão necessário para sobreviver neste mundo amaldiçoado pelo pecado.

Se tu és cristão e tens o hábito de dizer que "não preciso de ir à igreja para adorar a Deus!", olha o que a ciência te diz sobre os benefícios da comunhão dos santos. Se não consideras Hebreus 10:25 com motivação suficiente para estares junto a outros cristãos, ao menos fá-lo para abençoares os outros com a tua presença, e seres abençoado (física e espiritualmente) pelas vidas de pessoas com a mesma ideologia que tu.

Oração: Obrigado Deus pelos irmãos que Tu colocaste na minha vida.



Referências: Science News, 6/3/00, p. 359, "Religious commitment linked to longer life."

terça-feira, julho 13, 2010

Estudo brasileiro relaciona hepatite C a número de parceiros sexuais

Mais razões científicas para se evitar a promiscuidade por mais que a sociedade afirme que basta "usar a camisinha". Parece que a "educação sexual" promovida pelo ateísmo não está a funcionar. Os líderes estatais pensam que para controlar a epidemia de DST basta distribuir contraceptivos, mas não entendem que isso é contra producente.

Para se controlar as DTS é preciso uma mudança de comportamento e não distribuição de preservativos.

Ah, e não se esqueçam que, apesar dos seus métodos não funcionarem, os ateus querem forçar o resto da população a segui-los. Eles querem ensinar/indoutrinar os filhos alheios de que os seus métodos, apesar de falharem, são os "melhores".

O vírus da hepatite C (VHC), descoberto em 1989, já infectou cerca de 170 milhões de pessoas em todo o mundo, mas 40% dos eventos de transmissão não têm causa conhecida. Um novo estudo, liderado por pesquisadores brasileiros e realizado com amostras de sangue de pacientes do Estado de São Paulo, mostra pela primeira vez que fatores sociais podem ter um papel central nos padrões de disseminação do vírus.

O trabalho, publicado na edição desta quinta-feira (24) da revista científica de acesso livre PLoS ONE, revela que os diversos genótipos do vírus entraram em território paulista em diferentes momentos e tiveram taxas de crescimento distintas. A pesquisa indica ainda que a transmissão está relacionada com a rede de contatos sociais entre os indivíduos, direcionando-se para grupos com determinado tipo de comportamento.

De acordo com Paolo Zanotto, professor do Instituto de Ciências Biomédicas da Universidade de São Paulo (USP), autor principal do artigo, o estudo se baseou em sequências genéticas extraídas de amostras de sangue de 591 pacientes de cidades paulistas.

Um dos dados à disposição dos pesquisadores era o número de parceiros sexuais dos pacientes e, a partir daí, percebeu-se a relação entre o número de contatos sexuais e a transmissão do vírus.

Estima-se que os portadores do VHC no Brasil correspondam a até 3,5% da população. Não existe vacina disponível para a hepatite C e o tratamento para a doença consiste em antivirais que têm baixa eficácia e provocam efeitos colaterais.

O estudo mostrou que o subtipo 1b do VHC é o mais antigo e avançou mais lentamente que os subtipos 1a e 3a, em múltiplas classes sociais e faixas etárias. Por outro lado, os subtipos 1a e 3b estão associados a pessoas mais jovens, infectadas mais recentemente, com taxas mais altas de transmissão sexual.

Outro aspecto observado é que os pacientes com maior número de conexões praticam mais comportamentos de risco, como uso de drogas e sexo desprotegido. A associação entre a transmissão e a alta conectividade social e a transmissão do vírus não havia sido observada até agora porque a maior parte dos trabalhos se restringia a analisar dados provenientes de grupos de risco, mas nós optamos por uma amostra aleatória”, explicou Zanotto à Agência Fapesp.

Os diferentes subtipos do VHC entraram no Estado de São Paulo em diferentes momentos, segundo o estudo. O subtipo 1b infectava pessoas nascidas antes da década de 1930. Já o subtipo 3a entrou em cena no meio da década de 1950 e começou a se espalhar rapidamente.

No passado, o vírus foi disseminado principalmente por transfusão de sangue contaminado. Mas em 1990 foram implantados os testes anti-VHC em bancos de sangue e ele continuou se espalhando. O uso de drogas injetáveis é certamente importante para a transmissão, como a transfusão sanguínea já foi. Mas constatamos que grande parte dos novos casos não envolve esta prática e o vírus continua se espalhando”, disse o pesquisador.

O subtipo 1a teve seu crescimento acelerado por volta de 1990, mesmo com o fim da contaminação por transfusão de sangue e, segundo o estudo, já é o segundo subtipo mais comum, devendo superar em breve o subtipo 1b.

O subtipo 1a está associado às pessoas jovens com muita conectividade sexual. Outras características comuns nesse grupo são o uso frequente de drogas, prática de sexo desprotegido, tatuagens e encarceramento”, afirmou.

Segundo Zanotto, o estudo mostrou que as políticas de prevenção devem ser voltadas para os indivíduos que estão altamente conectados. “Não podemos garantir que a conectividade sexual explique a disseminação da hepatite C, mas há uma clara correlação. Não sabemos se a sexualidade é um indicador, ou uma via de transmissão, mas onde há fumaça há fogo.

Se o sexo não é o fator de transmissão, trata-se pelo menos de algum fator associado à grande conectividade sexual. O fato é que há uma clara estratificação comportamental nos padrões de transmissão”, disse.

segunda-feira, julho 05, 2010

Fé ajuda na prevenção de doenças cardiovasculares

A pesquisa feita nos Estados Unidos concluiu que a fé pode ajudar a reduzir sintomas como ansiedade, depressão e estresse, além de mudar hábitos como parar de beber e fumar. A discussão já chegou ao meio acadêmico.

Durante 31 anos, médicos americanos acompanharam 6.500 pacientes e constataram que a fé os ajudou na prevenção de doenças do coração. “Pode variar de 25% a 35% a redução nessas taxas de mortalidade cardiovascular, mas desde que o seguimento seja longo, o seguimento de ideias seja de 15, 20, 30 anos”, explica Álvaro Avezum Júnior, cardiologista.

Segundo os cardiologistas dos sete últimos estudos internacionais envolvendo crença x saúde, seis mostram que quando a pessoa exercita a espiritualidade, a chance de morrer por causa de problemas cardiovasculares diminui.

Um dos estudos avaliou quase quatro mil idosos. Os que frequentavam alguma reunião religiosa tiveram 40% na redução da taxa de pressão alta.

Os médicos dizem que a religiosidade ajuda a reduzir a produção de adrenalina e cortizol, um hormônio que está presente nos momentos de estresse e depressão, fatores de risco de doenças como infarto e derrame.

O enfrentamento de situações estressoras, com quaisquer fatores, e um deles é a religiosidade, atenuaria e a pessoa conseguiria gerenciar melhor o problema que está na frente dela”, informa o cardiologista. [...]

A oração, a fé podem ajudar mesmo, mas os cardiologistas reforçam que o paciente que tem algum problema de saúde precisa tomar remédio direitinho e fazer exames regularmente, seguindo sempre as orientações médicas.

(Jornal Hoje)

sexta-feira, junho 18, 2010

A Homofobia da Medicina: 10,5% dos gays brasileiros têm AIDS

A medicina continua a ser muito homofóbica.

10,5% dos gays brasileiros têm AIDS

BRASÍLIA - Estudo divulgado nesta quinta-feira pelo Ministério da Saúde mostrou que em dez das maiores cidades brasileiras a presença do vírus HIV é de 10,5% entre a população masculina homossexual com mais de 18 anos.

O número aponta que o risco de transmissão da Aids neste grupo é bem maior do que no restante da população - entre os homens brasileiros de todas as faixas etárias e orientações sexuais, com idade entre 15 e 49 anos, o índice de soropositivos é estimada em 0,8%.

Ainda de acordo com o levantamento, os gays fazem mais sexo casual, mas usam camisinha na mesma proporção que os heterossexuais, o que ajuda a explicar o maior risco de transmissão. (*)

(*) E os gays ainda têm a cara-de-pau de negarem que são, de fato, grupos de risco... E esses caras-de-pau ainda querem ter direito a doarem sangue em igualdade de condições aos héteros...
Não sou médico nem tenho conhecimentos nessa área, mas quando 10% de um grupo sexual está contaminado com uma DST tão letal como a SIDA, provavelmente impunha-se uma análise às causas disso, mas como neste caso se está a falar da intocável homossexualidade, os líderes não parecem muito preocupados.

Isto mostra que a ciência e a medicina não importam quando a ideologia contradiz ambas. Para muito boa gente, a ideologia toma preeminência sobre os dados da ciência.

É triste que toda a população tenha que aceitar como "normal" um comportamento sexual que, de acordo com os dados médicos, não é saudável.

quarta-feira, junho 16, 2010

Pílulas hormonais de controle da natalidade reduzem a função sexual das mulheres

Não esperam ver este tipo de revelação nos órgãos de (des)informação esquerdistas.
Hilary White
7 de maio de 2010 (Notícias Pró-Família) — Na mesma época em que a pílula hormonal de controle da natalidade faz 50 anos, pesquisadores descobriram uma ligação entre ela e a disfunção sexual nas mulheres que a tomam. Num estudo alemão, 32 por cento de mais de 1.000 mulheres pesquisadas que tomavam a pílula tinham alguma forma de disfunção sexual.
“Nossos dados mostram que a contracepção hormonal em particular estava ligada a pontuações de reduzido desejo e estímulo quando comparados com outros contraceptivos”, os pesquisadores, dirigidos pela Dra. Lisa-Maria Wallwiener, da Universidade de Heidelberg, escreveram. O grupo que experimentou os níveis mais baixos de disfunção sexual era o que estava usando formas de controle da natalidade não hormonal.
“O efeito dos hormônios está aí, temos uma ligação. Mas, desta vez, não podemos dizer se isso é uma relação de causa e efeito”, disse o co-autor Dr. Alfred Mueck, professor do Centro de Saúde das Mulheres da Universidade de Tubingen. “Só podemos dizer que poderia haver um efeito de contraceptivos hormonais (no disfuncionamento sexual). Mas isso é só um fator além de outros fatores que podem influenciar a disfunção sexual”.
Um estudo, publicado na Revista de Medicina Sexual, examinou resultados de 1.086 estudantes de medicina do sexo feminino na Alemanha, e constatou que aquelas que tomavam pílulas de controle da natalidade e outras formas de contracepção hormonal corriam mais risco de libido baixa e problemas de estímulo. Falta de desejo sexual é o principal problema que as mulheres relatam, junto com falta de orgasmo, uma incapacidade de se excitar e intercurso doloroso.
Os pesquisadores crêem que a pílula pode reduzir os níveis circulatórios da testosterona, o hormônio necessário para estimular o desejo sexual e regular o fluxo sanguíneo para os órgãos genitais, em ambos os sexos
O editor-chefe da revista, o Dr. Irwin Goldstein, escreveu: “Quando você faz besteiras com seus hormônios sexuais de esteróide, você está apostando com sua vida sexual”.
“O valor desse documento é nos recordar que 300 milhões de usuárias da pílula (no mundo inteiro) estão se colocando em risco (de mudanças sexuais), com consentimento informado extremamente limitado de que isso está acontecendo”, disse Goldstein.
As mulheres, de seis diferentes faculdades de medicina, preencheram questionários online designados para identificar problemas com a função sexual dentro das quatro semanas passadas baseados no “Índice de Função Sexual da Mulher”, uma escala válida de 19 perguntas sobre os detalhes físicos de função sexual. Do grupo, aproximadamente 90 por cento usavam a contracepção, e quase todas tinham sido sexualmente ativas nas quatro semanas anteriores. Oitenta por cento estavam num “relacionamento estável”, que era definido como tendo tido o mesmo parceiro sexual durante pelo menos os seis meses passados. Setenta por cento das mulheres pesquisadas usavam contraceptivos hormonais.
Desde sua introdução no começo da década de 1960, os contraceptivos hormonais se tornaram um dos dois métodos mais populares de contracepção artificial, além da esterilização, com um número estimado de 300 milhões de mulheres usando-os no mundo inteiro. A Fiscalização Sanitária dos EUA (FDA) aprovou a pílula em 9 de maio de 1960.
Elaine Tyler May, de 62 anos, professora de história da Universidade de Minnesota e autora do livro “America and the Pill” (Os EUA e a Pílula) disse para a Associated Press nesta semana que as expectativas que se tinham com relação à pílula na década de 1960 não se concretizaram.
“Os casais poderiam ter sexo mais feliz com mais liberdade e menos medo. O índice de divórcio poderia descer e não haveria mais gravidezes indesejadas”, disse ela. “Nenhuma dessas coisas aconteceu, nem as esperanças otimistas ou os temores pessimistas de anarquia sexual”.
Contudo, apesar da garantia de May sobre “anarquia sexual”, as estatísticas mostram que embora o número de pessoas se casando continue a cair na maioria dos países ocidentais em que o uso da pílula é comum, esses mesmos países estão vendo uma explosão de doenças sexualmente transmissíveis e gravidezes fora do casamento. Aproximadamente metade de todas as gravidezes nos EUA é sem intencional e quase metade delas acaba em aborto.
A Inglaterra tem sido principalmente suscetível à anarquia sexual que May diz não aconteceu, com um dos índices mais elevados de gravidez entre adolescentes no mundo desenvolvido.
Embora as escolas tenham se tornado uma fonte comum de contraceptivos gratuitos para meninas, sem o conhecimento ou consentimento dos pais, estatísticas divulgadas nesta semana pela Secretaria de Estatísticas Nacionais mostram que aproximadamente 40.000 meninas britânicas abaixo de 18 anos ficaram grávidas em 2008, ou 40 por 1.000. Um relatório divulgado pela Fundação Relacionamentos, um instituto britânico, disse que o colapso da família está custando aos contribuintes do imposto de renda da Inglaterra aproximadamente 41.7 bilhões de libras por ano. Essa estimativa inclui 12.38 bilhões em créditos e benefícios fiscais, 4.27 bilhões em auxílio moradia e 13.68 bilhões em assistência de saúde e social.
Traduzido por Julio Severo: www.juliosevero.com
Veja também este artigo original em inglês: http://www.lifesite.net/ldn/viewonsite.html?articleid=10050701
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terça-feira, maio 25, 2010

Pessoas com forte fé religiosa tendem a valorizar mais a sua vida que ateus

Interessante.
Pesquisa nos EUA mostra que fiéis com doenças terminais pedem três vezes mais por tratamento intensivo do que os sem religião.

Um estudo de um instituto de tratamento do câncer nos Estados Unidos sugere que pessoas com fortes crenças religiosas lutam com mais intensidade contra a morte.

Pesquisadores do Instituto do Câncer Dana-Faber, de Boston, Massachusetts, acompanharam 345 pacientes com câncer em fase terminal até a hora de sua morte.

Eles afirmam que aqueles que rezavam regularmente pareciam querer que os médicos prolongassem suas vidas o máximo possível. De acordo com a pesquisa, pacientes com fortes traços religiosos tendiam a receber tratamentos intensivos para prolongar a vida três vezes mais do que aqueles que não eram tão religiosos.

A pesquisa também sugere que este tipo de cuidado intensivo, incluindo técnicas de ressuscitação, podem fazer com que a morte seja mais difícil.

"Estas descobertas precisam ser mais discutidas dentro das comunidades religiosas, e podem gerar mais reflexão daqueles que fornecem aconselhamento pastoral para pacientes com câncer em fase terminal", disse Holly Prigerson, que liderou a pesquisa.

O relatório dos pesquisadores americanos foi publicado na revista especializada Journal of the American Medical Association.

Entre os consultados, pouco mais de 30% concordaram com a afirmação de que a fé é "a coisa mais importante que faz você continuar".

Segundo os pesquisadores, era menor nesse grupo o número de pessoas que assinaram uma ordem proibindo os médicos o uso de técnicas de ressuscitação.

Outras pesquisas realizadas nos Estados Unidos mostraram que pessoas religiosas tendiam a apoiar o uso de cuidados intensivos nos últimos dias de vida. Entretanto, poucos estudos foram feitos para saber se estas pessoas recebiam estes cuidados.

Outros estudos afirmam que intervenções como cuidados intensivos nas últimas semanas e dias antes da morte podem reduzir a qualidade de vida do paciente.

Estudiosos da Escola de Medicina da Universidade de Pittsburgh descobriram que tratamentos como a respiração com ajuda de aparelhos e ressuscitação, alimentação com o uso de tubos e quimioterapia não paliativa estavam associados a mais sofrimento físico e psicológico. BBC Brasil - Todos os direitos reservados. É proibido todo tipo de reprodução sem autorização por escrito da BBC.

Tendo em conta que o estudo foi levado a cabo nos EUA, que é maioritariamente judaico-cristão, podemos concluir que é essa a visão do mundo que é aludida sempre que se fala em "religião". Isto mostra mais uma vez que, contrariamente ao que o ateu Clinton Richard Dawkins diz, a visão Bíblica do mundo produz muitos benefícios para a humanidade.

A vida é um dom, e aqueles que a tentam salvar estão a admitir que a sua vida tem valor. A Bíblia diz-nos que "um coração alegre é um bom remédio" (Provérbios 17:22) e isso é confirmado pela Medicina moderna. A atitude que nós adoptamos para combater uma doença pode ser decisiva para a superar. Se uma ideologia promove a que pessoas mantenham uma atitude positiva perante um problema físico ou psicológico isso é um ponto a favor para essa mesma ideologia.

Ao contrário do ateísmo, que é uma ideologia desesperante, a Bíblia mostra-nos que mantendo uma atitude vencedora sobre a doença aumentamos as hipóteses de superá-la.

Como se pode ver mais uma vez, o ateísmo é um problema social que deve ser exposto como tal.

Ver também:

1. Os Benefícios Socias do Cristianismo

2. Ir à igreja faz bem à saúde

3. Cientistas afirmam: Fé no Deus da Bíblia reduz ansiedade

4. Queres combater a depressão? A ciência diz para confiares em Deus

segunda-feira, maio 03, 2010

Organização Homossexual da Califórnia Admite que a SIDA é uma "Doença Gay"

Washington, D.C., EUA — Em declaração pública no dia 8 de fevereiro de 2008, Matt Foreman, diretor executivo da Força Tarefa Nacional Gay e Lésbica, perturbou o movimento homossexual militante ao se juntar à Vigilância Sanitária americana, a organizações pró-família e a um número crescente de ativistas homossexuais dispostos a admitir que a conduta homossexual representa risco extremo e é a principal responsável pela propagação do HIV/AIDS nos EUA.

Tratando do assunto da AIDS, Foreman se desviou drasticamente da linha partidária do lobby gay ao confessar:

Internamente, quando esses números são divulgados, a classe de militantes gays parece reagir com indiferença em massa, como se isso não fosse nosso problema. Gente, com 70 por cento dos portadores do HIV deste país sendo gays ou bissexuais, não podemos negar que o HIV é uma doença gay. Temos de aceitar isso e enfrentar a verdade.
Pouco mais de um ano atrás, Lorri Jean, diretora-executiva do Centro Gay e Lésbico com sede em Los Angeles, de forma semelhante chocou o movimento homossexual ao declarar: “O HIV é uma doença gay. O HIV é nosso. Acabemos com ele”.

A confissão de Foreman vem logo após a carta de Matt Barber, diretor de questões culturais de Concerned Women for America, convidando Foreman e outros ativistas homossexuais a cooperar para desencorajar os homossexuais de se engajarem nas condutas de alto risco que pesquisadores recentemente determinaram são responsáveis pela propagação epidêmica de uma variante potencialmente mortal de uma infecção estafilococa entre certos segmentos da população gay. A Vigilância Sanitária reconheceu que muitas dessas mesmas condutas de alto risco, tais como o sexo anal entre homens, são as principais responsáveis pela propagação do HIV/AIDS.

Matt Barber falou com relação à confissão de Foreman:

“É extremamente animador ver que Matt Foreman, um ativista homossexual que por muito tempo negou os perigos do estilo de vida que ele promovia, publicamente agora aceita a verdade de que esse estilo de vida traz perigos inegáveis.

“Só espero que agora ele pare de promover a conduta homossexual e faça campanhas para que as elites liberais, principalmente os que administram as escolas públicas, tomem a mesma atitude. Os educadores precisam sinceramente tratar das conseqüências potencialmente mortais do estilo de vida ‘gay’.

“É crime e falta de juízo a Associação Nacional de Educação e os educadores liberais colocarem os modismos politicamente corretos e uma agenda política enganosa acima das vidas, saúde e bem-estar das crianças da nação. A evidência está aí para todos verem. Homossexualismo não tem a ver com ‘quem’ são eles, mas com ‘o que’ fazem eles. A Força Tarefa Nacional Gay e Lésbica tem agora, de fato, reconhecido essa realidade. A honestidade deles é estimulante e inesperada”,

concluiu Barber.

Título do original: Top “Gay” Organization Comes Clean: “HIV is a gay disease.”

Traduzido e adaptado por Julio Severo: www.juliosevero.com

Fonte: Concerned Women for America.

domingo, maio 02, 2010

Evolucionista: "Eu Não Sei Qual É a Razão do Percurso do Nervo Laríngeo Portanto o Mesmo Evoluiu"

O que primeiro começa o seu pleito, justo parece; mas vem o seu companheiro e o examina.
Provérbios 18:17

O ateu Mallmal desafiou-me a explicar o motivo da travessia do nervo laríngeo. Segundo o argumento Teológico proposto pelos ateus, "Deus nunca faria algo assim" portanto isto é o resultado do mitológico processo evolutivo.

Não deixa de ser curioso o facto dos ateus esperarem que os cristãos sejam capazes explicar as motivações de Deus ao construir algumas estruturas biológicas da forma que são, mas ao mesmo tempo, eles são incapazes de explicar como é que uma única célula pode ser o resultado de forças não inteligentes. Nós temos que conhecer as intenções do Todo Poderoso, mas eles nem capazes são de explicar a origem de uma célula. Este duplo padrão é muito revelador.

Outra coisa a levar em conta pelo desafio do Mallmal é que, ao contrário do que muitos ateus dizem, quando se discute a origem das espécies só há duas opções: criação ou evolução. Isto é evidenciado pelo facto do Mallmal assumir que "mau design" é evidência contra Deus, e desde logo evidência a favor da evolução.

Ora, se isto é assim, então o reverso também é perfeitamente lógico: evidência contra a evolução é evidência a favor da criação. O curioso é que os ateus já não aceitam esta última parte; ou seja, embora para eles seja válido que evidências contra Deus sejam evidências a favor da teoria da evolução, evidências contra esta última nunca podem ser evidências a favor de Deus. Dito de forma científica, "caras eu ganho, coroas tu perdes".

O nervo laríngeo recorrente (NLR) no homem é encontrado ramificando-se a partir do 10º (décimo) nervo craniano na cavidade do peito. Os 12 nervos cranianos fazem parte do elegantemente arquitectado sistema nervoso autonómico que controlam involuntariamente os processos corporais, incluindo a digestão, o batimento cardíaco e a respiração. Nem o Mallmal nem o Homero Ottoni nos deram uma explicação científica sobre a origem não-inteligente de um sistema nervoso que funciona involuntariamente. Talvez eles sejam capazes de fazer isso num futuro próximo?

Os ateus evolucionistas alegam que o Criador é um "Mau Designer" por ter colocado o NLR a dar uma volta para dentro do peito, fazendo um loop em volta de um ligamento do pulmão antes de voltar a laringe.

Foto tirada do blog Mallmal

Segundo o agnóstico evolucionista Michael Denton "O nervo laríngeo recorrente faz um loop em torno da aorta e volta à laringe em vez de fazer uma travessia directa."1Por outras palavras, "Porque não estender o nervo directamente do cérebro para a laringe?"

Antes de colocar aqui uma resposta, os cristãos devem-se lembrar que a lista de "mau design" proposta pelos ateus é sempre provisória. A sua fé de que é "mau design" é exacerbada pela sua falta de conhecimento científico. Num passado não muito distante os evolucionistas consideravam o apêndice como um órgão vestigial mas a ciência refutou a sua crença. Se voltarmos o tempo atrás veremos que os evolucionistas tinham uma lista bem extensa de supostos órgãos vestigiais mas à medida que a ciência avançava, essa lista foi ficando cada vez mais pequena.

Os evolucionistas são um dos poucos grupos deste mundo que usa a sua falta de conhecimento como evidência a seu favor. Eles essencialmente dizem "Eu não sei qual é a função desta estrutura biológica e como tal ela evoluiu!". Será isto lógico?

Exemplos do imaginado "mau design" inclui também o supostamente mal arquitectado polegar do urso panda. O falecido ateu marxista S. J. Gould2 repetidamente citou esta estrutura mas esqueceu-se de informar que o panda aparenta estar a viver muito bem com este suposto "mau design".

Em décadas mais recentes os evolucionistas ateus como o Clinton Richard Dawkins tem vindo a afirmar que a retina do nosso sistema de visão está "construída ao contrário". Se o Criador existisse Ele certamente não construiria esse sistema de forma a que a orientação das células foto-receptoras estivesse de forma a que a sua parte sensorial estivesse direccionada em oposição à fonte de luz.

Hoje em dia nós ouvimos cada vez menos este argumento. Porquê? Porque os cientistas que de facto percebem sobre o funcionamento da visão demonstraram que o aparato visual está construído exactamente da forma que deveria estar de forma a receber os fotões (luz) e direccionar os impulsos através dos nervos ópticos para a parte traseira do cérebro, onde elas são convertidas em imagens.

Aliás, se o nosso sistema de visão fosse construído da forma que os evolucionistas imaginam, nós seríamos cegos!

Então e o nervo?

Porque é que o Criador criou NLR com essa volta toda? Para os biólogos ateus, baseados na sua fé na teoria da evolução, isto é estranho e desnecessário, mas os cientistas cristãos e os médicos que estão a investigar este aparato possuem algumas teorias. Ao contrário dos ateus que qualificam isto de "mau design" e imediatamente se recusam a estudar uma possível função para essa volta, os verdadeiros cientistas estão a procura de respostas científicas. Isto mostra como a teoria da evolução é um impedimento para o avanço científico.

Existem ramos do NLR que passam por cima e por baixo da laringe (ambos ramificam-se a partir do vago) e isto poderia permitir alguma preservação de função em caso de algum se danificar. Redundância informacional é evidência de bom design. O NLR passa muito perto da base da aorta e provavelmente a variação do diâmetro da aorta pode alterar a função do NLR.

Claro que os campos da neuro-anatomia e fisiologia são uma afronta para a teoria que postula uma causa não inteligente para a biosfera (evolução). A origem da impressionante complexidade da vida não é algo que esteja ao alcance de processos naturais não inteligentes.

Os evolucionistas que expliquem ao mundo o aparecimento e a evolução gradual do cérebro humano enquanto os criacionistas tentam descobrir um motivo para a viagem do NLR. Acho que mais cedo nós teremos uma resposta científica para a última do que para a primeira.

Conclusão:

Daquilo que pude verificar e pesquisar, não há respostas definitivas em relação aos motivos que levaram Deus a construir o NLR com esta travessia, mas há algumas teorias testáveis. Assumir-se que é "mau design" e cruzar os braços não é resposta. É preguiça mental.

Como cristão e sabendo o Deus que eu tenho (que "Tudo faz bem" - Marcos 7:37) , eu posso fazer uma previsão científica: embora hoje não haja uma resposta definitiva para este percurso, um dia os cientistas vão descobrir os motivos para tal. O meu Deus não faz as coisas por acaso e se esta estrutura biológica está disposta desta forma, então há uma razão para tal. É nosso dever estudar, testar, pesquisar, perguntar até encontrarmos a resposta sobre a razão disto ser como é.

O meu desafio para o Mallmal é o seguinte: quando os cientistas descobrirem a razão deste percurso, estás disposto a fazer um post no teu blog e a reconhecer que foi a tua falta de conhecimento científico que te levou a assumir que isto é "mau design"? Ou será que vais ignorar os dados da ciência?

Eu dei-te a minha resposta o melhor que eu sei, reconhecendo que, de acordo com o que pude ver, ainda não há explicação científica para tal travessia. Espero que tu também possas ser honesto e reconhecer que a tua fé no ateísmo levou-te a ver "mau design" onde ele não existia.

Como vai ser, Mallmal? Fico à espera da tua resposta.


[ACTUALIZAÇÃO - 02-05-2010,14:00]

O Dr Jonathan Safarti diz em relação ao trajecto do NLR:

Acho que te estás a referir ao NLR, uma vez que, ultimamente, este argumento tem dado algumas voltas na boca de vários ateus, incluindo o Dawkins. É por isso que eu falo em algum detalhe acerca disto no meu último livro "The Greatest Hoax on Earth?"

O bem conhecido livro escolar "Gray's Anatomy" declara:

“As the recurrent nerve hooks around the subclavian artery or aorta, it gives off several cardiac filaments to the deep part of the cardiac plexus. As it ascends in the neck it gives off branches, more numerous on the left than on the right side, to the mucous membrane and muscular coat of the esophagus; branches to the mucous membrane and muscular fibers of the trachea; and some pharyngeal filaments to the Constrictor pharyngis inferior.”
Ou seja, Dawkins e os outros ateus apenas consideram o destino principal, a laringe. Na realidade, o nervo desempenha um papel importante em abastecer partes do coração, músculos da traqueia e membranas mucosas, e o esófago. Isto pode explicar o seu trajecto.
Tal como tinha sido dito, se o NLR está da forma que está, e tendo o mesmo sido o resultado de Design Inteligente, então seria de esperar alguma função para a sua trajectória. Segundo o dados médicos, a sua trajectória pode ser explicada como forma de abastecer as áreas por onde o NLR passa.

O que fica desta situação é o quão cientificamente estéril o ateísmo é. Enquanto o cristão se debruça sobre o problema e tenta encontrar alguma razão para as coisas estarem como estão, o ateu apenas diz que é "mau design" e perde toda a motivação em tentar descobrir a função.

Longe de ser um impedimento para a ciência, o cristianismo motiva as pessoas a tentar perceber o porquê das coisas funcionarem como funcionam. O ateísmo, por outro lado, é um beco sem saída.


Referências:
1. Denton, Michael J., Nature's Destiny, Free Press, 1998, p. 260.
2. Gould, S. J., "The Panda's Thumb of Technology," Natural History, January 1987, p. 14.

Algumas porções do texto foram traduzidas a partir do original.

quinta-feira, março 18, 2010

Vegetativos? Talvez não.

Este artigo presente no excelente blog do perseguido Júlio Severo é uma evidência muito forte contra a eutanásia.

Como sempre acontece quando a Bíblia deixa de ser a Suprema Autoridade Moral de uma sociedade, os mais frágeis (bebés no ventre, doentes, idosos) ficam totalmente à mercê dos desígnios arbitrários de homens falíveis.

Pacientes “vegetativos” podem ter consciência
Hilary White
3 de fevereiro de 2010 (Notícias Pró-Família) — Um novo estudo revelou que pacientes julgados estarem em estado “vegetativo” ainda têm função cerebral e podem até mesmo se comunicar em alguns casos. Publicado na Revista de Medicina da Nova Inglaterra, o estudo examinou 54 pacientes com “desordens de consciência” e avaliou sua “capacidade de gerar reações deliberadas” durante duas “tarefas estabelecidas de imagens mentais”.
Cinco dos pacientes puderam “deliberadamente modular” sua atividade cerebral e três desses exibiram “algum sinal de consciência”. Um dos cinco pôde comunicar respostas de sim ou não a perguntas simples.
Esses resultados, disseram os pesquisadores, indicaram que alguns pacientes diagnosticados como vegetativos podem ter alguma medida de “consciência preservada”.
Os pesquisadores concluíram “que uma pequena proporção de pacientes em estado vegetativo ou minimamente conscientes tem atividade cerebral que reflete alguma consciência e percepção”.
“Cuidadoso exame clínico resultará em reclassificação do estado de consciência em alguns desses pacientes. Essa técnica poderá ser útil para estabelecer comunicação básica com pacientes que parecem não reagir”.
A pesquisa, dirigida pelo Dr. Martin M. Monti, da Unidade de Ciência Cerebral e Cognitiva do Conselho de Pesquisa Médica em Cambridge, Inglaterra, também alertou sobre os elevados índices de diagnósticos errados, até 40 por cento, em casos de pacientes em “estado minimamente consciente”.
O relatório observou que “reação intencional a estímulos” é crucial na hora de avaliar pacientes em “estado vegetativo” e tem “implicações para subseqüente assistência e reabilitação, bem como para tomada de decisões legais é éticas”. Em jurisdições que permitem a remoção de órgãos de pacientes julgados com “morte cerebral”, tal tomada de decisão é uma questão de vida e morte.
“Ficamos perplexos quando aconteceu isso”, Monti disse para o jornal The New York Times. “Acho literalmente estupendo. Esse era um paciente que críamos estava em estado vegetativo havia cinco anos”.
Bobby Schindler, irmão de Terri Schiavo, que morreu depois que a sonda de alimentação dela foi removida sob ordens de seu marido, respondeu às descobertas do estudo, dizendo que ele desejava que tal tecnologia estivesse disponível para sua irmã.
“É perturbante para mim quando vejo esse tipo de pesquisa”, Schindler disse. “Estávamos tentando conseguir esses tipos de testes para Terri, mas o tribunal não nos permitiu realizá-los”.
O caso de Schiavo iniciou uma tormenta de publicidade entre 1998 e 2005. No fim, os tribunais ficaram do lado dos médicos que testificaram que Schiavo estava em persistente estado vegetativo, sem esperança de recuperação — embora os médicos que os Schindlers tivessem trazido para o tribunal dissessem que havia chance de recuperação.
Traduzido por Julio Severo: www.juliosevero.com
Veja também este artigo original em inglês: http://www.lifesite.net/ldn/viewonsite.html?articleid=10020403

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