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quarta-feira, junho 13, 2012

Evolucionistas tardios em reconhecer a co-existência entre humanos e mamíferos gigantes


Os mamíferos gigantes divagaram pela América do Norte durante a Idade de Gelo, mas será que os seres humanos estavam presentes por essa altura? Um local em Vero Beach (Flórida - EUA) contém fósseis de mamutes, mastodonte, preguiças gigantes e de seres humanos. Isto constitui um problema para a linha temporal evolutiva uma vez que segundo reza o mito a história contada durante gerações por arqueólogos evolucionistas, não era suposto os seres humanos estarem presentes por lá nessa altura.

Quando foram descobertos no princípio do século 29, os pesquisadores insistiram que os restos humanos de Vero Beach haviam sido empurrados para o local muito depois dos mamíferos gigantes terem fossilizado.

Mas os novos resultados, tal como acontece com outras reavaliações de áreas antigas, revelam que os fósseis foram feitos sensivelmente na mesma altura e que os seres humanos viveram e morreram na América do Norte muito antes do que se pensava.

O que é que causou a que os pesquisadores demorassem tanto tempo?

Os motivos que levaram a que se demorasse tanto tempo a investigar as evidências são as mesmas que causam a que as evidências fósseis de humanos e dinossauros sejam tão raras.

Arqueólogos da Universidade da Flórida analisaram os elementos nos variados ossos do local em Vero Beach, confirmando que eles estão estatisticamente de acordo (Torrent, D. New UF study shows early North Americans lived with extinct giant beasts. University of Florida News. Posted on news.ufl.edu May 3, 2012.).

Esta linha de evidências mostra que eles (os humanos e os grandes mamíferos) foram enterrados ao mesmo tempo o que contradiz o dogma de que, por esta altura, os humanos não haviam ainda chegado à América do Norte.

Supostamente, os americanos mais antigos foram os povos Clóvis, que deixaram cachos de ferramentas nas grutas do Novo México que os pesquisadores descobriram no início e a meio do século 20. No entanto, estas novas evidências de povos pré-clovianos estão a forçar uma revisão histórica em larga escala.

A Nature recentemente reviu algumas das evidências pré-clovianas que incluem:

  • 1) esterco fossilizado duma gruta em Orégão
  • 2) restos dum acampamento no Chile

e

  • 4) "locais no Tennessee e na Flórida, onde as evidências pré-clovianas de caça ao mamute foram descobertas nas décadas 1980 e 1990" (Curry, A. 2012. Coming to America. Nature. 485(7396): 30-32.).

E agora, as evidências encontradas em Vero Beach aumentam a "lenta avalanche de descobertas" (Curry, A. 2012. Coming to America. Nature. 485(7396): 30-32.).

Na verdade, como algumas destas evidências pré-clovianas foram descobertas há décadas atrás, as evidências em si não foram assim tão lentas mas sim a vontade de investigar e reportá-las é que foi.

Será que houve algum outro factor para além dos dados arqueológicos a desempenhar algum papel na supressão das evidências em favor dos povos pré-clovianos?

A aderência a uma narrativa particular aparentemente tem mais peso do que as evidências que contradizem a narrativa. Por exemplo, uma das narrativas mais antigas mantida a ferro e fogo por parte dos arqueólogos evolucionistas afirma que os antigos migraram da Ásia para a América através da ponte terrestre de Bering durante a Idade do Gelo.

Recentemente, no entanto, alguns atrevem-se a sugerir que os antigos viajaram de barco através da costa, numa hipótese conhecida como "migração costeira" ("coastal migration"). Outras vozes ainda mais raras afirmam que eles (os antigos) flutuaram através do Atlântico até chegarem a América.

Porque é que estas alternativas demoraram tanto tempo a serem lançadas? O arqueólogo Jon Erlandson (University of Oregon ) disse o seguinte à Nature,

Quando preparava a minha dissertação foi-me dito para não escrever em torno da migração costeira . O meu conselheiro disse que isso arruinaria a minha carreira.
(Curry, A. 2012. Coming to America. Nature. 485(7396): 30-32.)
Se uma carreira profissional pode ser arruinada apenas por desafiar a teoria oficial em torno da migração norte-americana, o que é que aconteceria ao cientista que questionasse a noção de que os humanos não co-existiram com os dinossauros, e apelasse a uma avaliação mais científica das evidências?

Certamente que durante muitos anos a aderência dogmática à narrativa primeiro-os-Clóvis suprimiu a interpretação mais frontal das evidências em favor dos povos pré-clovianos.

Semelhantemente, o dogma em torno da alegada evolução humana causou a que muitos pesquisadores fizessem uma má identificação dos ossos de pés humanos encontrados no continente africano ao assumirem que eram pés de algum macaco extinto (Thomas, B. Human Foot Bone Misidentified as Lucy's).

Só Deus sabe o tipo de fósseis humanos que foram já desenterrados em camadas geológicas mais "antigas" mas mal identificas apenas e só por não se ajustarem na mitológica narrativa evolucionista.

Fonte

* * * * * * *

Como já se sabe, a "liberdade" que os evolucionistas dizem existir no mundo da "ciência" evolutiva não existe. Os cientistas não são de maneira nenhum livres para levantar críticas científicas à teoria da evolução sem, como resultado, sofrerem algum tipo de censura ou críticas por parte dos mutaween evolutivos.


segunda-feira, abril 16, 2012

O computador dos morcegos

Quase todos nós estamos familiarizados com a forma como o som proveniente de (por exemplo) comboios se modifica à medida de se aproxima e posteriormente se afasta de nós.

A variação na frequência é causada pela alteração do movimento do comboio tendo como referência a posição do ouvinte. Primeiro o comboio dirige-se ao ouvinte, mas depois passa por ele e começa a afastar-se. Esta variação no tom chama-se "Efeito Doppler" ou "Variação Doppler".

Aplique-mos agora o mesmo princípio para o sistema de ecolocalização dos morcegos.

Os morcegos são mais sensíveis a certas frequências à medida que escutam o eco do grito breve e curto por eles emitido. Se tu és um morcego, tu escutas o eco proveniente de objectos fixos, como as árvores, mas também de insectos que estão em vias de se tornarem a tua próxima refeição.

Devido à diferença de movimento entre estes objectos - tendo como ponto de referência o teu vôo - o retorno que o efeito Doppler causa ao grito por ti emitido varia de uns para os outros. Essa variação pode colocar o eco de retorno fora do intervalo de alcance a que tu és mais sensível.

Os cientistas descobriram que o morcego resolve este problema calculando a modificação esperada na frequência devido ao efeito Doppler, e posteriormente, alterando o grito de modo a que o eco de retorno esteja na frequência necessária.

Quantos de nós poderia fazer o mesmo sem um computador ou outro tipo de equipamento sofisticado? Pois, o morcego já nasceu com um "computador" dentro de si.

Fonte: "Bats alter frequency of squeaks to aid hunt for prey." The San Diego Union, Mon., Oct. 23, 1989. p. D 1. Para mais informação em relação aos morcegos e à sua ecolocalização, ver http://science.howstuffworks.com/environmental/life/zoology/mammals/bat2.htm

* * * * * * * * *

Segundo os crentes evolucionistas, o morcego e o aparato biológico que ele usa para voar e caçar para sobreviver são o resultado de forças aleatórias que não o tinham em vista nem em mente. Ou seja, segundo os evolucionistas, o morcego é o resultado de forças naturais - e não o resultado de design inteligente.

Se alguém disser a um evolucionista que o computador que ele usa todos os dias é o resultado de forças não inteligentes, ele correctamente dirá que é impossível que forças não inteligentes gerem a informação em código lá presente.

No entanto, este mesmo evolucionista acredita que o morcego e o seu sistema de ecolocalização - bem mais complexos que o melhor dos computadores existentes no mundo - são o resultado das forças naturais a operar nas formas de vida durante os ridículos "milhões de anos".

Segundo o credo evolucionista, aquilo que seres inteligentes não conseguem fazer - ou têm dificuldade em fazer - as forças da natureza conseguem fazer por si só.

Isto, sim, é fé e devoção religiosa.

É desnecessário repetir isto, mas a maquinaria interna dos morcegos ajusta-se na perfeição com a tese que defende uma Causa Inteligente por trás do design existente no mundo. Forças não inteligentes não possuem a capacidade de gerar informação em código. Como a vida é composta por informação em código, é cientificamente valido rejeitar a teoria da evolução e subscrever a teoria do design inteligente.

Digno és, Senhor, de receber glória, e honra, e poder;
porque Tu criaste todas as coisas,
e por Tua vontade são e foram criadas.

Apocalipse 4:11


segunda-feira, janeiro 30, 2012

O grande mergulhador

Génesis 1:21
"E Deus criou as grandes baleias e todo o réptil de alma vivente que as águas abundantemente produziram, conforme as suas espécies; e toda a ave de asas, conforme a sua espécie.
E viu Deus que era bom..
"

Apesar de ser um mamífero e não o que hoje chamamos de peixe, a foca de Weddell do Antárctico (Leptonychotes weddellii) é um dos maiores mergulhadores do mundo.

Com um peso que pode chegar aos 500 kgs (nos machos), a foca de Weddell não só pode ficar até 70 minutos debaixo da água, como pode atingir profundidades na ordem dos 480 metros. Como termo de comparação, o melhor que um ser humano consegue fazer é ficar 13 minutos e 43 segundos debaixo de água, e chegar aos 85 metros de profundidade.

Os seres humanos não foram criados para suportar o tipo de pressão envolvida nos mergulhos profundos. Se nós ficamos demasiado tempo num local excessivamente profundo, e regressamos rapidamente à superfície, podemos morrer. A rápida mudança de pressão causa a que haja um desequilíbrio no normal funcionamento do nitrogénio no sangue.

O resultado é uma condição potencialmente fatal conhecida em inglês como "bends" (literalmente, "curvaturas"). As focas de Weddell, no entanto, não tem este tipo de cuidados ao vir à tona porque o seu sangue não contém nitrogénio dissolvido.

Visto que alegadamente o ser humano e as focas possuem um parente comum há "milhões e milhões" de anos atrás (talvez), seria curioso saber em que fase da imaginada evolução - de mamífero terrestre para mamífero marinho - é que o nitrogénio dissolvido saiu do sangue das focas de Weddell.

Mostrando mais uma vez a sua firme certeza de que há inteligência no mundo animal, os cientistas (inclusive os evolucionistas) tentam aprender a forma como o design dos pulmões das focas de Weddell impedem que as "bends" ocorram.

Para desespero de quem acredita que forças não inteligentes conseguem gerar sistemas duma complexidade que vai para além do que o ser humano alguma vez poderá imitar, o design das focas não acaba nos pulmões visto que este mamífero consegue suportar pressão superior a 340 kgs por cada 2,50cm, algo que causaria em nós convulsões epilépticas.

Não se sabe bem como é que esta capacidade pode ter evoluído com base na tentativa e erro. Se as focas não tivessem a caItálicopacidade de resistir a pressões enormes logo desde o princípio, a primeira foca que tentasse nadar mais para o fundo, morria e não deixava descendentes.

Estar morto não é uma forma válida de se evoluir.

Se, por outro lado, a foca "desenvolvesse" (magia?) a capacidade de resistir a esta pressão mas o seu sangue fosse como o nosso, morreria à mesma. Ou seja, o aparato tem que estar todo lá para que a primeira foca que mergulhe mais fundo volte para dizer aos camaradas.

Claro que este tipo de perguntas só são problemáticas para quem acredita que a vida criou-se a si mesma e que lobos evoluíram para baleias. Quem defende que a evolução pertence no caixote de lixo da História da humanidade, e sabe que "no princípio criou Deus os céus e a Terra", não tem dificuldade alguma em ver que o aparato em volta das capacidades desta foca são obra de Design Inteligente.

O que a ciência está a descobrir em torno do design único das focas de Weddell tornam as ridículas alegações evolucionistas cada vez mais difíceis de subscrever. Elas sempre foram ridículas, mas à medida que a ciência avança, elas vão-te tornando ainda mais.

Claro que os evolucionistas são livres de acreditar que sistemas de mergulho e de suporte de pressão hídrica são obra de "milhões de milhões de anos" de tentativa e erro. Nós, os que vivemos no mundo real e não no mundo da fantasia, vamos continuar a chamar a isso de mitologia.

Fonte: Browne, Malcolm W. 1984. "Antarctica: life's tenuous toehold." Discover, Mar. p. 44.



quinta-feira, setembro 29, 2011

Golfinhos: comunicação especializada permite "diplomacia"

"E disse Deus: Produzam as águas abundantemente répteis de alma vivente; e voem as aves sobre a face da expansão dos céus."
Génesis 1:20

O que é que acontece quando dois golfinhos nadam rapidamente em direcção ao mesmo pedaço de comida? Sem qualquer tipo de capacidade para anular choques, os golfinho nariz-de-garrafa rapidamente se tornaria nos golfinhos nariz-espalmado (ou pior).

Felizmente, os golfinhos têm uma solução: comunicação especializada. Como é que o "modelo evolutivo" explica (mais) esta espantosa capacidade?

Pesquisadores do "Italian Institute for Research on Bottlenose Dolphins" na Sardenha (Itália) compilaram a mais compreensiva análise (até hoje) das "conversas" entre golfinhos. O estudo foi publicado no livro técnico "Dolphins: Anatomy, Behavior and Threats."

Embora se pensasse anteriormente que os assobios fossem o método de vocalização dominante entre os golfinhos, estas novas descobertas revelam que um conjunto de sons ainda mais importante são "burst-pulsed." A complexidade destes sinais mais subtis demonstram claramente "a nossa falta de entendimento àcerca da comunicação entre estes mamíferos marinhos."

Quando vários golfinhos se aproximam da mesma fonte de alimento, uma comunicação complicada baseada nos sons "burst-pulsed" assegura que o golfinho dominante recebe a direcção certa e chega à comida sem colisões. Isto já foi chamado de "diplomacia" uma vez que permite que estes mamíferos marinhos evitem conflitos físicos.

Surpreendentemente, os pesquisadores descobriram também que estas formas de comunicação são personalizadas de um golfinho para outro golfinho específico - ao contrário da vocalização humana que pode ser escutada por qualquer pessoa que esteja por perto.

Conclusão:

O "modelo evolutivo" é totalmente desnecessário para explicar a origem deste sofisticado sistema de comunicação.

Em vez de ser o resultado de uma série de transições evolutivas através dos mitológicos "milhões de anos", os golfinhos são conhecidos apenas como eles são hoje: totalmente equipados, munidos com um sofisticado sistema sonar (integrado nos seus lubrificados corpos hidrodinâmicos) e com capacidades instintivas que lhes permitem entender exactamente o que eles dizem uns aos outros e porquê o dizem.

Certamente que Um Criador Omnipotente merece receber o crédito por ter criado um sistema natural tão extraordinário. Ou será que os crentes nos modelos evolutivos têm explicação melhor (e de acordo com as evidências) que a criação?

"E Deus criou as grandes baleias e todo o réptil de alma vivente que as águas abundantemente produziram, conforme as suas espécies; e toda a ave de asas, conforme a sua espécie. E viu Deus que era bom." - Génesis 1:21


-Modificado a partir do original-

sexta-feira, setembro 23, 2011

Castores derrubam árvore evolutiva

Os castores há muito que são animais fascinantes de observar. Eles são um bocado desajeitados em terra e, ao contrário dos outros roedores, não são de modo algum rápidos. Eles provavelmente são os únicos roedores que o homem pode vencer numa corrida. Mas mal os colocamos em água, eles tornam-se nadadores graciosos.

Ninguém pode negar que eles são dos melhores engenheiros do mundo animal. Eles conseguem pegar numa pilha de madeira e transformá-la numa barragem muito bem construída (ao mesmo ue constroem uma casa segura para si e para a sua família).

Biólogos e engenheiros, que há já algum tempo estudam as habilidades construtoras do castor, ficam constantemente surpreendidos não só pela forma como eles sabem construir uma barragem, mas também pela forma como a reparam e preservam tão bem.

Os dentes frontais do castor, com a sua extremidade bastante afiada, são também bastante distintos, Os mesmos possuem a forma de cinzéis usados para trabalhar em madeira. Os castores usam estes cinzéis embutidos não só para cortar árvores dos mais variados tamanhos mas também para podar ramos e cortá-los de modo a ficarem do tamanho certo segundo o propósito que o mamífero tem em mente.

Os dentes frontais do castor estão em constante crescimento, o que é bom uma vez que cortar árvores e podar ramos vai, gradualmente, desgastando-os. E são precisamente estes dentes frontais que tem sido notícia no mundo dos fósseis.

Funcionários do "Bureau of Land Management" trabalhavam perto do "John Day Fossil Beds National Monument" no Oregon quando descobriram alguns dentes de castor fossilizados. De acordo com o "National Park Service", os evolucionistas acreditam que os dentes têm cerca de 7 milhões de anos e representam os fósseis mais antigos alguma vez encontrados na América do Norte.

Não só os evolucionistas acreditam que estes são os fósseis de castor mais antigos alguma vez encontrados naquele continente, como também estão surpresos pelo facto dos dentes serem:

Virtualmente idênticos aos dentes dos castores actuais, mostrando que o animal mudou muito pouco durante os últimos 7 milhões de anos. Isto indica que a sua aparência e o seu papel no meio ambiente seriam os mesmos no passado.
Os mais antigos fósseis de castor (encontrados na Alemanha) estão datados pelos evolucionistas como tendo entre 10 a 12 milhões de anos . Curiosamente (ou talvez não) nenhum fóssil foi alguma vez encontrado que exiba um castor intermédio; uma criatura que evoluía para ser um castor mas não era ainda um.

Seria de esperar algum tipo de fósseis de intermédios mas tal como todos os outros animais existentes na Terra (cujos fósseis foram descobertos), eles fazem-se notar pela sua óbvia e desconcertante ausência.

O fóssil de castor mais antigo que existe (que, como sabemos, não pode ser mais velho que 4,400 anos - a altura do Dilúvio de Noé) aparece abruptamente no registo fóssil como um genuíno castor. Não há a mínima evidência de um proto-castor em vias de se tornar num castor.

Conclusão:

Como acontece com frequência sempre, quando investigamos as evidências sem o preconceito naturalista, observamos o aparecimento repentino do castor - como se apenas tivesse sido colocado no seu habitat totalmente funcional (isto é, criado).

Quando fazemos o que a Igreja em Bereia fez e confrontamos o que o homem diz com aquilo que Deus disse nas Escrituras, observamos que Deus está sempre Certo.

Podemos, então, dizer que os castores apontam-nos o caminho para a Palavra de Deus como o Único Livro que nos dá a verdadeira história sobre as suas origens.



quarta-feira, setembro 14, 2011

Morcegos usam mapas internos na sua navegação

"Naquele dia, o homem lançará às toupeiras e aos morcegos os seus ídolos de prata, e os seus ídolos de ouro, que fizeram para ante eles se prostrarem." - Isaías 2:20

Há muitos anos que o sistema de ecolocalização dos morcegos fascina os observadores. Durante o curso da história temos aprendido que, graças às suas capacidades radar, os morcegos não só conseguem detectar presas em pleno vôo (tais como insectos), mas podem-se também manobrar através das cavernas e entre as árvores facilmente.

Mas como é que os morcegos navegam grandes distâncias? Esta pergunta atormentou os pesquisadores durante anos e graças a pequenas experiências em laboratórios, eles começam a suspeitar que os morcegos têm algo parecido a um mapa interno. Mas como é que testámos isso na natureza?

De Sião vem a resposta.

Um grupo de pesquisadores Israelitas determinou-se em localizar e acompanhar os morcegos na natureza. Eles desenvolveram um mini sistema GPS que conseguiram colocar nos morcegos da fruta do Egipto. Os engenhos GPS transmitiram a localização dos morcegos aos pesquisadores.

Eles descobriram que os morcegos voltavam para a mesma árvore da fruta todas as noites, chegando mesmo a passar ao lado de outras árvores de fruta similares durante o seu percurso. Eles aprenderam também que os morcegos voavam em linha recta em direcção a árvores que estavam entre 11 a 24 quilómetros das suas caves.

Foi sugerido que os morcegos poderiam estar a usar algum tipo de navegação que se baseasse no reconhecimento de marcos paisagísticos ou luzes. Devido a isso, os investigadores levaram alguns dos morcegos para uma área 40 quilómetros a sul das suas cavernas.

Posteriormente, libertaram alguns dos morcegos e descobriram que eles continuaram a voar directamente para as suas árvores da fruta favoritas. Os outros morcegos foram alimentados e mantidos presos até a madrugada. Quando eles foram libertos, os mesmos voaram directamente para as suas cavernas.

Foi então sugerido que eles poderiam estar a usar a visão e marcos geográficos, e como tal os morcegos foram desta vez transportados para uma região 80 quilómetros a sul da sua caverna e libertos no crepúsculo. Mais uma vez, os morcegos voaram directamente para as suas árvores de fruta favoritas.

No entanto, alguns dos morcegos foram libertos numa cratera e como tal não tinham linha visual em direcção ao horizonte. Estes morcegos demoraram algum tempo a encontrar a forma de sair da cratera, mas mal se encontraram fora, os mesmos voaram em linha recta em direcção às suas árvores de fruta.

Isto levou a que os pesquisadores concluíssem que que os morcegos usam uma combinação de visão e algum tipo cognitivo de mapa interno que cobre uma larga área - provavelmente uma área que excede os 96 quilómetros em tamanho.

Conclusão:

Não só Deus construiu os morcegos com um sofisticado sistema de ecolocalização (vêr 1, 2, 3) como também os dotou com a capacidade de criar e utilizar um mapa interno dentro dos seus pequenos cérebros.

Da próxima vez que alguém te acusar de ser "cego que nem um morcego", agradece-os pelo elogio e aproveita a oportunidade para lhe falares dos características de design que Deus colocou nos morcegos. Posteriormente, fala-lhe do Plano de Salvação que Deus preparou para todos os que querem viver eternamente.


Em nenhuma parte da pesquisa a teoria da evolução serviu de plataforma frutífera para o avanço do nosso conhecimento científico. Não foi necessário acreditar nos ridículos "milhões de anos", nem acreditar que animais terrestres evoluíram para baleias. (Sim, os evolucionistas realmente acreditam nisso).

Paralelamente, não foi preciso acreditar que as formas de vida são o resultado dum processo aleatório , impessoal, sem guia e sem direcção. Pelo contrário, as evidências científicas apontam na direcção contrária. Sistemas de emissão, recepção e análise de sons são SEMPRE o resultado de design inteligente. Porque é que os militantes evolucionistas não usam a mesma forma de pensar para os sistemas biológicos?

A resposta é clara: DEUS. Os evolucionistas sabem que, se concederem que as formas de vida demonstram serem o efeito Duma Causa Inteligente, isso servirá de evidência muito forte contra o seu naturalismo, humanismo e ateísmo. Devido a isso, os ateus em geral negam que os morcegos e os seus sistemas de ecolocalização e de navegação sejam o resultado de design.

Mas a verdade não se deixa prender por motivos ideológicos. Mais cedo ou mais tarde todos aqueles que usam a teoria da evolução como desculpa para rejeitarem o Deus que eles sabem que existe irão ter um encontro com Esse Mesmo Deus. Para o seu próprio bem, oremos para que esse encontro seja ainda em vida, porque se fôr depois de mortos, já vai ser tarde demais.

Referências:

Fruit Bats Use Internal Maps to Navigate, RedOrbit.com, Aug. 16, 2011.

Siegel-Itzkovich, Judy, Researchers Use GPS to Study Fruit Bat Navigation, Jerusalem Post, Aug. 16, 2011.

quarta-feira, agosto 03, 2011

Traça bloqueia sonar dos morcegos

Os engenheiros náuticos não são os únicos que podem perturbar o sonar do inimigo. Cientistas descobriram uma espécie de traça-tigre que frustra os planos dos morcegos esfomeados emitindo cliques ruidosamente altos para bloquear a habilidade de eco-localização do morcego.

Há muito que os pesquisadores sabiam que algumas espécies de traças enviam cliques em resposta ao sonar dos morcegos, mas até agora, ninguém tinha provado que os supracitados cliques tinham alguma influência no morcego.

O estudante de ecologia da Universidade Wake Forest Aaron Corcoran, (co-autor do estudo publicado na revista Science) declara:

A ideia da perturbação do mecanismo já circulava há cerca de 50 anos, mas ninguém havia colocado um morcego e uma traça juntas (numa sala de vôo) para vêr o que acontecia.
Corcoran e os seus colegas colocaram uma espécie específica de traça-tigre, a Bertholdia trigona, contra morcegos castanhos treinados a caçar numa sala de vôo.

Enquanto as traças foram capazes de emitir cliques, os morcegos não as conseguiram capturar (embora as traças estivessem presas e suspensas por uma corda).


Mas quando os cientistas perfuraram as estruturas produtoras de som da traça (impossibilitando-a de emitir os cliques), a traça rapidamente se tornou no almoço do morcego.


James Fullard da Universidade Toronto - que não esteve envolvido no estudo - afirmou:

Este é o primeiro bom caso sólido disto ocorrer . . . Para este morcego e para esta traça parece convincente que algum tipo de perturbação está a ocorrer.

Fullard afirmou que uma das coisas que torna este estudo tão excitante é que nem todas as traças que produzem cliques conseguem perturbar o sonar. Pesquisas prévias revelaram que duas outras variedades da traça-tigre produzem cliques que são demasiado tranquilos para interferir com a eco-localização dos morcegos.

Em vez disso, afirmou Fullard, estas traças provavelmente usam o clique como um aviso: uma vez que a maioria das traças que respondem com cliques são venenosas, os cientistas colocam a hipótese do clique servir de aviso: "Não me comas. Eu tenho um mau sabor".

Mas não só a traça B. trigona não é venenosa como se deve levar em conta que os pesquisadores da Wake Forest usaram morcegos jovens que não haviam tido ainda qualquer contacto com traças produtoras de cliques e portanto não haviam aprendido a equivaler os cliques com o mau gosto. Mesmo depois de tentativas múltiplas e em noites distintas, os morcegos não podiam capturar a traça B. trigona.

Corcoran afirma:

Estivemos em testes durante sete dias mas os morcegos nunca se habituaram. Eles foram imediatamente "desviados" pela traça através de toda a experiência.
Os mamíferos assustam-se facilmente, mas estes morcegos não parecem estar a ser afectados pelo susto.

Mecanismo desconhecido.

Os pesquisadores não sabem ainda como é que o sistema anti-sonar das traças funciona, mas eles possuem duas hipóteses:
  • Os cliques da traça provavelmente agem como ecos falsos - essencialmente forçando o morcego a vêr em duplicado
  • Ou então elas interrompem o eco do morcego, fazendo com que a presa pareça estar mais próxima do que realmente está.

Ao contrário das outras traças, a B. trigona parece estar particularmente construída [por Quem?] para perturbar o sonar do morcego uma vez que consegue produzir 4,500 cliques por segundo. Um barulho quase constante é importante porque previne que o morcego oiça o eco do seu próprio sonar.

O perito em eco-locação Bill Conner, líder do projecto, misturou verdadeira ciência com mitologia evolutiva ao afirmar:

Se a temporização for acertada, se um clique chegar ao morcego na janela dos 2 milisegundos antes da chegada do eco verdadeiro, isto vai desviar o software de mapeamento do morcego . . . . Por isso é que pensamos que este animal tenha evoluído sons que cobrem todo o tempo acústico.
Esta referência à teoria da evolução está totalmente fora do contexto uma vez que até agora falamos de estruturas que envolvem planeamento, sofisticação, design e interdependência. Nada disto requer a intromissão de Darwin.

Conner continua:

Se ouvirmos as gravações, as traças fazem cliques o tempo todo e isso aumenta de forma significativa as probabilidades de alguns cliques serem assimilados na janela temporal precisa.
O grupo descobriu a traça B. trigona numa floresta do Equador, mas ficaram felizes por haverem descoberto a mesma forma de vida em regiões tão a norte como o Arizona.

Fonte


A única menção que é feita em todo o texto à mitologia neodarwinista é a que foi ressalvada logo na altura. Como se pôde ver, ela era totalmente desnecessária para o avanço do nosso conhecimento.

Este tipo de pesquisa revela mais uma vez que a inferência para o design é a que melhor explica a origem dos sistemas e sub-sistemas presentes nas formas de vida. Tentar encontrar uma força não-inteligente que consiga gerar sistemas de emissão, recepção e análise de som é claramente um empreendimento cientificamente ridículo.

A tragédia da ciência actual é que há centenas de pessoas um pouco por todo o mundo que passam o seu tempo (e o nosso dinheiro) a tentar encontrar evidencias para as alegações neodarwinistas. Isto é o que se chama perder o tempo a perseguir traças.

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