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domingo, junho 06, 2010

Turkish Paper Releases Images of Beaten & Stabbed Israeli Soldiers on the Mavi Marmara

Esta vai ficar na língua original senão alguém ainda me acusa de "distorcer" o que lá está. Isto é o que acontece aos Judeus que tem o azar de cair nas mãos de terroristas muçulmanos.

Images released of the welcoming party–
Turkey’s highest circulating newspaper Hurriyet on Sunday released photos of Israeli navy commandos who had been embroiled in the clash aboard the Gaza-bound Turkish aid ship Mavi Marmara last week.

An Israeli soldier holds his head after being beaten by the terrorist -peace activists with pipes, metal rods. chairs and knives on the Mavi Marmara. (Hurriyet)


An Israeli soldier being kicked and stomped on by the “peaceful” al-Qaeda-linked activists as they boarded the Mavi Marmara. (Hurriyet)

The Israel Defense Forces released a video depicting the activists aboard the ship attacking the navy commandos. The activists argued that they had been attacked first. Nine activists were killed in the melee, and dozens, including Israeli soldiers, were hurt – Via Haaretz.

quinta-feira, junho 03, 2010

Israel defende-se e Obama continua em silêncio


Depois de se saber que tipo de pessoas iam no barco que Israel destruiu, o presidente da extrema esquerda Barack Obama continua sem apoiar Israel.

Triste.

sábado, maio 01, 2010

Israel: Abraço entre um judeu e palestino


Qual destes dois rapazes estaria mais em perigo se esta cena fosse presenciada pela família e amigos?

No que é que fundamentas a tua resposta?

Foto Original

quarta-feira, abril 28, 2010

Um professor com fé e razão

Ouviram aquela história do fundamentalista religioso que queria ensinar Física na Universidade de Cambridge? Este projecto-de-instrutor não era só um Cristão: ele estava tão preocupado com a Profecia Bíblica que escreveu um livro intitulado de "Observações em Torno das Profecias de Daniel e do Apocalipse de São João."

Baseado na sua leitura de Daniel, ele previu a data do Apocalipse: não antes de 2060. Ele calculou o ano em que o mundo foi criado. Quando Génesis 1:1 diz "No princípio", ele determinou que isso significa 3988 a.C..

Não há muitas universidades dispostas a contratar alguém que defende não só o "design inteligente", mas a criação Divina por completo. Os escritos deste candidato em Astronomia, por exemplo, incluem estes pensamentos acerca do sistema solar:

Este maravilhoso sistema composto pelo sol, planetas e cometas só poderia proceder do Conselho e Domínio de Um Ser Inteligente e poderoso. . . Ele governa todas as coisas e sabe todas as coisas que são e as que podem vir a ser feitas.
Contratar alguém com tal visão para ensinar Física?! Só se for em alguma escola secundária Baptista bem dentro da "Cintura da Bíblia", porque em qualquer outro lugar a sua contratação causaria uma erupção nos órgãos directores da instituição. Muitos deles fariam eco das palavras de Richard Dawkins que afirma ser "hostil à religião fundamentalista porque ela perverte activamente o empreendimento científico. . . . Ela subverte a ciência e drena o intelecto."

Igualmente brusco é Sam Harris, outro inimigo da religião. Ele escreveu que "o conflito entre a religião e a ciência é inerente. (...) O sucesso da ciência frequentemente é feito à custa do dogma religioso: a sustentação do dogma religioso é sempre feito às custas da ciência."

Menos elegante mas mais influente, os "Padrões Nacionais para a Educação Científica" publicado pela Academia Nacional de Ciências, em 1995, colocaram a religião no grupo dos "mitos", "inspiração mística" e "superstição" - todas elas incompatíveis com o estudo científico. Michael Dini, biólogo da Texas Tech University esteve nas notícias em 2003 devido a sua política de negar cartas de recomendação a qualquer estudante que não conseguisse "verdadeira e abertamente dar uma resposta científica" à questão das origens do ser humano. A ciência e a religião, afirmou ele, "não se devem sobrepor".

Mas tais considerações não impediram Cambridge de contratar o indivíduo em cima referido mesmo sendo ele alguém totalmente mergulhado na Teologia e na Bíblia. De facto, eles nomearam-no para a prestigiante "Lucasian Chair of Mathematics" em 1668. Em boa hora eles o fizeram uma vez que Isaac Newton, apesar do seu fervor religioso e interesse intenso pela interpretação Bíblica, veio a ser o mais renomeado cientista da sua era, e provavelmente o mais influente em toda a história da ciência.Contrariamente à mensagem que os ateus contemporâneos tentam passar ao público, o seu criacionismo pelos vistos não foi impedimento nenhum para o seu trabalho científico.

O interesse absorvente de Newton pela Teologia, escatologia e os segredos da Bíblia é o assunto da exibição na Hebrew University em Jerusalém. Os seus vastos escritos religiosos - estimados na ordem das 3 milhões de palavras - estendiam-se das dimensões do Templo de Salomão, passando pelo estudo de um método para calcular a data da Páscoa, chegando à elucidação de símbolos Bíblicos.

Newton foi um dos últimos grandes homens da Renascença. (...) um pensador que trabalhou em Matemática, Física, Óptica, Alquimia, História, Teologia e a interpretação de Profecias e viu uma ligação entre todas elas.
O preconceito contemporâneo de que a religião [cristã] invariavelmente "subverte a ciência" é refutado pela figura extraordinária que conseguiu descobrir a composição da luz, deduzir as leis da inércia, inventar o cálculo, computar a velocidade do som, definir a gravitação universal, tudo isto enquanto acreditava no "domínio de Um Ser Inteligente e Poderoso". Longe de subverter a integridade científica, a exibição ressalva, "a piedade de Newton foi uma das inspirações para o estudo da natureza e para o que hoje chamamos de ciência."

Para Newton era axiomático que a pesquisa religiosa e a investigação científica complementavam-se. Havia verdade a ser encontrada nos dois "livros" autorados Pelo Criador, o Livro das Escrituras e o livro da natureza - ou como diria o criacionista Francis Bacon, "o Livro da Palavra de Deus" e o "livro das obras de Deus".

Estudar empiricamente o mundo não significava abandonar a fé cristã. Pelo contrário: quanto mais profundamente as obras da Criação fossem entendidas, mais próximos se estaria do Criador. Na linguagem do Salmo 19 "Os céus manifestam a glória de Deus e o firmamento anuncia a obra das Suas Mãos."


domingo, abril 25, 2010

“Filho do Hamas” que nasceu de novo hoje luta contra “o deus do islamismo”

O Poder do Senhor Jesus Cristo continua a transformar vidas.
"Não estou aqui lutando contra muçulmanos. Estou lutando contra o deus deles”
Art Moore
© 2010 WorldNetDaily
De sua proeminente família muçulmana na Margem Ocidental até a agência de segurança de Israel onde ele trabalhou durante uma década — e até para alguns que se dizem cristãos — pessoas que conhecem Mosab Hassan Yousef estão achando difícil explicar sua radical transformação.
Como filho e herdeiro legítimo de um dos fundadores do grupo terrorista palestino Hamas, Yousef partiu o coração de sua família religiosa e extremamente unida e colocou a vida deles e a própria vida dele em perigo ao anunciar dois anos atrás que ele havia se tornado seguidor de Jesus Cristo. Hoje, as ameaças só se intensificaram desde que ele mudou sua missão: antes, ele salvava vidas lutando contra o terrorismo; agora, ele salva almas muçulmanas por meio de seus esforços para desmascarar o islamismo como “a maior mentira da história humana”.
Num debate via telefone na quinta-feira com WND e várias publicações cristãs, Yousef explicou que, junto com o Hamas, os meios de comunicação seculares e membros de algumas denominações cristãs estão tentando desacreditar a história que ele diz no recente livro “Son of Hamas” (Filho do Hamas), que está em décimo lugar na lista de livros mais vendidos do jornal New York Times nesta semana.
É uma história que muitos acham difícil de acreditar, ele reconheceu.
Mas o “segredo é bem simples”, disse Yousef, de 32 anos. “Quando o amor de nosso Senhor está no coração de um homem, esse homem age de forma totalmente diferente”.
“Eles não querem admitir isso”, ele disse dos que o menosprezam. “Se eles admitirem que o que mudou minha vida foi Jesus Cristo, isso abrirá muitas indagações, e eles não querem chegar a esse ponto”.
Ele está agora vivendo no Sul da Califórnia depois de trabalhar junto com seu pai, o xeique Hassan Yousef, na cidade de al-Ghaniya, na Margem Ocidental, perto de Ramalá. Nesse tempo, ele abraçou de forma secreta a fé cristã e serviu como um dos principais espiões do Shin Bet, agência de segurança interna de Israel.
O Hamas rejeitou as afirmações dele como propaganda sionista, mas um de seus treinadores do Shin Bet confirmou o que ele disse para o jornal israelense Haaretz. Yousef foi recrutado pelo Shin Bet em 1996 com a idade de 18 enquanto estava num prédio de detenção do Complexo Russo de Jerusalém. Ele havia sido preso depois de comprar uma arma. Sua primeira prisão ocorreu quando ele tinha 10 anos, durante a Primeira Intifada, ou “levante”, por lançar foguetes contra colonos israelenses.
No começo deste mês, seu pai divulgou uma declaração a partir da prisão israelense de que ele e sua família “renegaram completamente o homem que era nosso filho mais velho e que se chama Mosab”.
Logo depois de declarar publicamente sua fé cristã em agosto de 2008, a Frente de Mídia Islâmica Global — ligada a al-Qaida — divulgou uma declaração classificando-o como um infiel que está indo para o Inferno e citando o profeta Maomé do islamismo: “Matem quem mudar de religião”.
No mês passado, seu principal treinador no Shin Bet, “Capitão Loai”, falou para o Haaretz de sua grande admiração por Yousef, que atrapalhou dezenas de ataques terroristas de homens-bombas e tentativas de assassinatos orquestrados pelo Hamas, salvando centenas de vidas.
“Muitas pessoas devem a vida a ele e nem mesmo sabem”, disse Loai. “Pessoas que fizeram muito menos foram condecoradas com o Prêmio de Segurança de Israel”.
Yousef diz que ele foi um dos que revelaram que o grupo terrorista Brigada de Mártires Al-Aqsa era composto de membros da guarda presidencial Força 17, de Yasser Arafat.
Ele ajudou a recrutar homens como Ibrahim Hamid, comandante do Hamas, e Marwan Barghouti, considerado um dos líderes da Primeira e Segunda Intifada. Contudo, Yousef convenceu o Shin Bet a poupar a vida de seu pai, que Laoi disse que se não tivesse sido pelo pedido de Yousef, seu pai teria sido “morto mais de 10 vezes”. O xeique está numa prisão israelense desde que foi preso em setembro de 2005.
Yousef disse para o jornal Telegraph de Londres em agosto de 2008 que sua família estava “definitivamente sofrendo por causa do que eu fiz”.
“Eles não são uma família comum, eles são uma família muito famosa, e muçulmanos no mundo inteiro louvam minha família, louvam meu pai. Por isso, quando dei um passo como esse, era impossível para eles pensarem nisso, era loucura”.

Porta de Damasco

A jornada de Yousef para a fé cristã literalmente passou pela Porta de Damasco em Jerusalém, uma reconstrução da Idade Média da porta do primeiro século mediante a qual o Apóstolo Paulo viajou quando estava a caminho de suprimir de forma violenta a nova seita que ele considerava herética.
Nesse lugar histórico em 1999, Yousef e dois amigos se encontraram com um cristão britânico que estava visitando Jerusalém com um pequeno grupo evangelístico. O homem, um motorista de táxis na Inglaterra, que ficou em Jerusalém durante poucos dias, o convidou para um estudo da Bíblia na Associação de Jovens Cristãos perto do Hotel Rei Davi na Jerusalém ocidental.
“Peguei a Bíblia e comecei a estudá-la”, Yousef disse para os jornalistas na quinta-feira. “Levei seis anos para estudar o Cristianismo, estudar o islamismo tudo de novo e estudar ainda mais as outras religiões”.
Em seu livro, ele narra um momento decisivo em sua “odisséia espiritual” quando seu melhor amigo o dirigiu a um programa na Al-Hayat, uma estação de TV cristã via satélite em árabe.
Ele assistiu enquanto um idoso padre copta chamado Zakaria Botros “sistematicamente” realizava uma “autopsia no Corão, abrindo-o e expondo todo osso, músculo, nervo e órgão, e então pondo-os sob o microscópio da verdade e mostrando que o livro inteiro é canceroso”.
Yousef disse que ele não consegue indicar o dia ou a hora em que ele se tornou cristão, porque foi um “processo de seis anos”.
“Mas eu sabia que eu era cristão, e sabia que eu precisava ser batizado”.
Os treinadores de Yousef no Shin Bet lhe disseram que eles não viam problemas em sua fé cristã enquanto ele não a revelasse a ninguém mais e não fosse batizado. Yousef cria que eles estavam mais com medo de perdê-lo como espião do que de algum problema que uma declaração de conversão pudesse lhe trazer.
Mas em 2005, não muito depois que ele assistiu ao padre copta cortar e expor “todos os pedaços mortos de Alá que ainda estavam ligados ao islamismo e me cegavam para a verdade de que Jesus é o Filho de Deus”, ele literalmente arriscou-se, entrando nas águas do mar Mediterrâneo numa praia de Tel Aviv numa incomum cerimônia de batismo “secreta” realizada por um cristão de San Diego, EUA, que estava de visita.
Agora, Yousef reside na região de San Diego, onde ele freqüenta a Igreja da Estrada de Barrabás. Ele perdeu contato com o motorista de táxis da Inglaterra.
“Encontrei-me com ele apenas duas vezes. Não sei onde ele está, mas oro por ele sempre”, disse ele na quinta-feira.

A maior mentira da história

Com 10 anos de luta contra o terrorismo em sua experiência passada, Yousef se vê agora como numa missão nova, mas não menos provocativa — libertar muçulmanos do “deus do islamismo”.
Ele frisa que os muçulmanos não são seus inimigos.
“Meu coração se quebranta por eles”, ele disse para os jornalistas na quinta. “É isso o que quero que eles compreendam. Não estou aqui lutando contra muçulmanos. Estou lutando contra o deus deles, e creio que o maior inimigo que os muçulmanos estão enfrentando é seu deus e seu profeta”.
Maomé, disse Yousef, começou 1.400 anos atrás com uma mentira que ele “embrulhou com revestimentos de fatos, verdade, obras de caridade e boas coisas”.
“Por isso, ele é uma mentira perfeita”, ele disse. “Creio que o islamismo é a maior mentira da história humana. É desse jeito que creio. Os muçulmanos são vítimas dessa mentira”.
Agora, disse ele, é a “hora de eles despertarem dessa mentira, para serem corajosos o suficiente para enfrentá-la”.
Ele reconheceu que suas palavras ofendem a muitos de forma extrema.
“Mas alguém precisa dizer a verdade e lhes dizer isso com muito amor”, disse ele.
Yousef disse que quando ele pesquisou em busca da raiz dos problemas na face de seus compatriotas palestinos, ele chegou à conclusão de que é “o deus do islamismo”.
Mas ele argumenta que o obstáculo principal para persuadir os muçulmanos a abandonar o islamismo é não convencê-los de que “Maomé é um mentiroso”.
“O problema que eles enfrentam é que eles não têm a coragem de enfrentar as conseqüências se reconhecerem isso”, disse ele.

Algo muito melhor do que esta vida

Yousef disse na quinta que ele não espera que sumam as ameaças à sua vida que começaram no dia em que ele declarou sua fé em Jesus Cristo. Embora diga que ele “não parece alguém que quer morrer”, ele “não vai se esconder”.
“Como crente em Cristo, creio em suas promessas, e creio que ele está preparando algo muito melhor do que esta vida”, disse ele.
“Se o preço para espalhar a mensagem for meu sangue ou minha vida, assim seja. Não desejo morrer, mas provavelmente esse é melhor jeito de divulgar a mensagem”, disse Yousef. “Continuarei fazendo o que tenho de fazer, o que é certo fazer, e se o resultado for me matarem por essa causa… todos vão morrer algum dia”.
Respondendo à pergunta de quinta acerca das políticas do governo Bush e Obama de declarar o islamismo “uma religião de paz” e insistir em que os EUA não estão numa guerra contra o islamismo, Yousef deu sua opinião: “Com todo respeito ao senhor presidente, há um engano imenso”.
“Eu os incentivo a ler o Corão, capitulo 9, versos 5 e 29, que instituem a pena de morte a todos os que não crêem no islamismo”, disse ele.
“Isso não é novo”, acrescentou ele. “Essa não é a idéia de um muçulmano radical. Essa é a ideologia do próprio deus do islamismo. Por isso, não podemos mudar o que está no Corão, e nenhum muçulmano tem a autoridade de mudar isso”.
Ele compreende que diplomatas e governos têm limitações, mas crê que a ameaça permanecerá, a menos que se lide com a razão dos islâmicos que fazem guerra santa.
Yousef disse que seu chamado é desafiar o problema em seu ponto central.
“O que os governos estão fazendo? Eles estão lidando com alguns terroristas, radicais aqui e ali, mas estão ignorando, com certeza, a realidade do islamismo”, disse ele.
Depois de uma década de “luta contra o terrorismo”, ele disse que ficou claro que “estamos lutando contra um fantasma”.
“No fim do dia, a razão deles ainda está ali”, disse ele. “O melhor jeito de detê-los é lutar contra a ideologia deles. Se não lutarmos contra a razão deles, se não lutarmos contra a ideologia deles, se não desafiarmos a ideologia deles, continuarão aparecendo homens-bombas e extremistas”.
Ele disse que a tarefa não pode ser o dever do governo.
“Pedimos que o governo nos dê espaço para trabalhar”, ele disse. “Se não quisermos passar por esta guerra, esse é o dever de todo homem livre deste mundo. Não só do Cristianismo, mas de todo homem livre”.
Em sua entrevista ao Haaretz no mês passado, ele disse que muitos crêem que os terroristas são motivados pela “ocupação” israelense. Mas “tudo isso é apenas o pano de fundo”, insistiu ele.
“Não é a raiz do problema. A ocupação é como a chuva que cai em solo em que a semente foi plantada, mas não é a própria semente”, disse ele.
“A raiz do conflito entre israelenses e palestinos não está na segurança ou nas políticas: é uma guerra entre dois deuses, duas religiões”, argumentou Yousef.
O Corão, explicou ele, ensina que a terra da Palestina é uma doação sagrada [para os muçulmanos], um “Waqf”, que não deve ser entregue a ninguém mais.
O problema de Israel, disse ele, não está “no Hamas ou em qualquer outra organização, nem na interpretação que o Hamas tem em sua leitura do Corão. O problema está no deus do Corão”.
Até mesmo os “muçulmanos moderados” que lêem o Corão, argumentou Yousef, “têm de ler que os judeus são filhos de macacos e que os infiéis têm de ser mortos”.
Os palestinos têm de parar de culpar Israel, ou o Ocidente, por todos os seus problemas”, disse ele. “Se querem verdadeira liberdade, eles têm de se libertar de seu deus”.
Traduzido por Julio Severo: www.juliosevero.com

sábado, abril 17, 2010

Texto em Hebraico Antigo Decifrado

Mais más notícias para os crentes ateus.

Finalmente temos algum desenvolvimento em relação às inscrições cerâmicas em hebraico antigo encontradas em 2008. A inscrição, proveniente de Khirbet Qeiyafa (vinda do tempo dos réis David e Salomão) foi decifrada e anunciada na Yahoo News, PhysOrg, e EurekAlert. Science Daily publicou uma reportagem extensiva no dia 8 de Janeiro.

O Prof. Gershon Galil da Universidade de Haifa explicou o seu significado:

Isto indica que o Reino de Israel já existia no século 10 a.C., e que alguns dos Textos Bíblicos foram escritos centenas de anos antes presentes nas pesquisas actuais.
Esta evidência aparentemente refuta a interpretação minimalista da história Bíblica. Esta visão alega que nunca existiu um reino pertencente a David e Salomão.

A EurekAlert afirma:

Isto está em oposição às datas da composição da Bíblia aceites hoje em dia, que nunca haveria de aceitar a possibilidade da Bíblia (ou partes dela) terem sido escritas durante este período antigo

TRADUÇÃO: os críticos diziam uma coisa, mas a ciência arqueológica confirma o que os cristãos sempre disseram.

De acordo ainda com o artigo na EurekAlert, inferências mais significativas podem ser feitas:

O Prof. Galil ressalva também que a inscrição foi descoberta numa zona provincial da Judeia. Ele explica que se havia escribas na periferia, pode ser assumido que aqueles que habitavam a região central e Jerusalém eram escritores ainda mais proficientes.

Agora pode ser mantido que era perfeitamente razoável que durante o século 10 a.C. - durante o reinado do Rei David - havia escribas em Israel capazes de escrever textos literários e historiografias complexas tais como os Livros de Juízes e Samuel.

Ele acrescenta que a complexidade do texto descoberto em Khirbet Qeiyafa, bem como as fortificações impressionantes encontradas na área, refutam a alegação que nega a existência do Reino de Israel durante esta altura.

O texto da inscrição é relativo ao tratamento a dar aos mais desfavorecidos da sociedade. A inscrição não é literalmente tirada da Bíblia (verbatim) mas é semelhante a passagens que expressam preocupação com as viúvas, órfãos e os pobres. A tradução inglesa lê
“you shall not do [it], but worship the [Lord]. Judge the sla[ve] and the wid[ow]. Judge the orph[an] [and] the stranger. [Pl]ead for the infant; plead for the po[or and] the widow. Rehabilitate [the poor] at the hands of the king. Protect the po[or and] the slave; [supp]ort the stranger.”
Isto expressa uma moralidade que vem da Bíblia. E se calhar "o Rei", era o Rei David.

Conclusão:

Isto não só é muito emocionante e significativo, como também dá mais peso à posição cristã. Fica cada vez mais difícil os ateus afirmarem que a Bíblia Hebraica não é historicamente fiável quando os dados científicos dizem que ela é.

Se quanto mais atrás no tempo nós vamos, nós vemos que a Bíblia está de acordo com os factos conhecidos, porque é que a Bíblia não estaria certa na sua descrição das nossas origens? Não há motivos científicos para se rejeitar a descrição Bíblica das nossa origens, mas apenas motivos ideológicos.

Pois bem, os ateus são livres de terem a ideologia que bem entenderem mas eles que se mentalizem que é a Bíblia que está de acordo com a História, e não o ateísmo.


A LiveScience, maioritariamente pró-darwinista, não só mencionou o achado de uma forma favorável, como também concordou que o mesmo achado mostra que a Bíblia pode ter sido escrita mais cedo do que quando os académicos liberais afirmam que ela foi escrita:
Até agora, muitos académicos mantiveram a crença de que a Bíblia Hebraica foi escrita no século 6 a.C., porque se pensava que a escrita Hebraica não se tinha originado antes dessa altura. Mas o recentemente decifrado texto Hebraico é cerca de 4 séculos mais antigos, segundo os cientistas.
"A tua Palavra é a Verdade." - João 17:17

sábado, abril 10, 2010

A censura como forma de defender paradigmas seculares

O cientista-mor do Ministério de Educação de Israel, o Dr. Gavriel Avital, está a ser forçado a demitir-se do cargo por ter atacado duas doutrinas religiosas.

Não, não foram doutrinas do Judaísmo, mas sim doutrinas ateístas do "consenso científico: a evolução e o aquecimento global.

Os secularistas não o podem classificar de ignorante; ele é um cientista. Como tal os secularistas acusam-no de heresia. Pode haver "debates saudáveis", diz um crítico, mas não dentro do Ministério de Educação. "Argumentos e contra argumentos" são permitidos mas só enquanto os mesmos não são persuasivos.

Em vez de debaterem com o Dr. Graviel, ou reunirem simpósios e palestras para se debater estes temas, os aquecimistas e os evolucionistas fazem os possíveis para que o homem seja despedido.

É assim que a ciência avança, certo?

Que isto nos sirva de evidência sempre que um ateu afirmar que "se houvesse evidências contra a evolução, os cientistas seriam livres de as apresentar".

quinta-feira, dezembro 03, 2009

Video: Muçulmana Esfaqueia Polícia Judeu

Impressionante.

[youtube=http://www.youtube.com/watch?v=YMPfaPkPFLE&hl=pt_BR&fs=1&rel=0]

Será que ele foi motivada pela seguinte tradição islâmica?

"When judgment day arrives, Allah will give every Muslim a Jew or Christian to kill so that the Muslim will not enter into hell fire." -- Mohammed (Mishkat Al-Messabih, vol. 2, no. 5552.)

O video de cima foi removido, mas eis aqui um novo:

domingo, junho 21, 2009

Como boicotar Israel e os Judeus

quinta-feira, maio 07, 2009

Hamas Cleric: "Mosques Are Factories for Jihad Fighters"

Lembrem-se que Israel tem que dar pedaços do seu país em troca de "paz" com grupos que, tal como os nazis, nem aceitam a sua existência.

domingo, abril 26, 2009

A historicidade confiável do livro de Daniel

http://arqueologiabiblica.blogspot.com/2009/01/historicidade-confivel-do-livro-de.html

Há pelo menos três bons motivos para acreditarmos que o livro de Daniel é confiável do ponto de vista histórico e que de fato foi escrito no 6º século antes de Cristo:

1) A arqueologia tem reconstruído as informações históricas do livro de Daniel.

a) Toda a história desse profeta hebreu se passa na cidade de Babilônia. Os críticos da Bíblia afirmavam que se Babilônia realmente houvesse existido, não passaria de um pequeno clã. A arqueologia demonstrou o oposto. Os resultados dos estudos do arqueólogo alemão Robert Koldewey, feitos entre 1899 e 1917, provaram que Babilônia era um grande centro econômico e político no Antigo Oriente Médio na metade do 1º milênio a.C. (600 a.C.).

b) Outro ponto de questionamento era sobre a existência ou não de Nabucodonosor, rei de Babilônia na época do profeta Daniel. Mais uma vez a arqueologia resolveu a questão trazendo à luz muitos tabletes que foram encontrados nas ruínas escavadas por Koldewey com o nome Nabu-Kudurru-Usur, ou seja, Nabucodonosor! Não é incrível como um tablete de 2.600 anos consegue esmiuçar teorias fundamentadas no silêncio?

c) Assim como a opinião dos críticos teve que ser radicalmente mudada a respeito de Babilônia e de Nabucodonosor, o mesmo aconteceu com Belsazar, o último rei da Babilônia. Críticos modernos não concordavam com essa informação. Novamente a arqueologia refutou essa opinião. Vários tabletes cuneiformes confirmam que Nabonido, o último rei de Babilônia, deixou seu filho Bel-Shar-Usur (Belsazar) cuidando do Império enquanto ele estava em Temã, na Arábia. Você pode confirmar em Daniel 5:7 que Belsazar ofereceu para Daniel o terceiro lugar no reino, já que o pai, Nabonido, era o primeiro e ele, Belsazar, o segundo.

d) Até os amigos de Daniel estão documentados nos tabletes cuneiformes da antiga Babilônia. Foi descoberto um prisma de argila, publicado em 1931, contendo o nome dos oficiais de Nabucodonosor. Três nomes nos interessam: Hanunu (Hananias), Ardi-Nabu (Abed Nego) e Mushallim-Marduk (Mesaque). Incrível! Os mesmos nomes dos companheiros de Daniel mencionados nos capítulos 1, 2 e 3 de seu livro! Um grande defensor dessa associação é o adventista e especialista em estudos orientais William Shea, em seu artigo: “Daniel 3: Extra-biblical texts and the convocation on the plain of Dura”, AUSS 20:1 [Spring, 1982] 29-52. Hoje esse artefato encontra-se no Museu de Istambul, na Turquia.

Resumindo: as informações históricas do livro de Daniel são confirmadas pela arqueologia bíblica.

2) Por muitos anos os defensores da composição do livro de Daniel no 2º século a.C. se valeram das palavras gregas do capítulo 3 para “confirmar” a autoria da obra no período helenístico. Essa opinião apresenta dois problemas sérios:

a) Há ampla documentação do relacionamento entre os gregos e os impérios da Mesopotâmia antes mesmo do 6º século a.C. Nos registros do rei assírio Sargão II, por exemplo, fala-se sobre cativos da região da Macedônia (Cicília, Lídia, Ionia e Chipre). Se os judeus em Babilônia eram solicitados para tocar canções judaicas (Salmo 137:3), por que não imaginar o mesmo com os gregos? Um poeta grego chamado Alcaeus de Lesbos (600 a.C.) menciona que seu irmão Antimenidas estava servindo no exército de Babilônia. Logo, não nos deve causar espanto algum o fato de termos na orquestra babilônica instrumentos gregos.

b) Se o livro de Daniel foi escrito durante o período de dominação grega sobre os judeus, por que há apenas três palavras gregas ao longo de todo o livro? Por que não há costumes helenísticos em nenhum dos incidentes do livro numa época em que os judeus eram fortemente influenciados pelos filósofos da Grécia? Esse fato parece negar uma data no 2º século a.C.

Resumindo: o fato de existirem palavras gregas no terceiro capítulo de Daniel não prova sua composição no 2º século a.C., pelo contrário, intercâmbio cultural entre Babilônia e Grécia era comum antes mesmo do 6º século a.C.

3) Daniel foi escrito em dois idiomas: hebraico (1:1-2:4 e 8:1-12:13) e aramaico (2:4b-7:28).

Diversos nomes no estudo do aramaico bíblico (Kenneth Kitchen, Gleason Archer Jr, Franz Rosenthal, por exemplo) afirmam que o aramaico usado por Daniel difere em muito do aramaico utilizado nos Manuscritos do Mar Morto que datam do 2º século a.C. Para Archer Jr., a morfologia, o vocabulário e a sintaxe do aramaico do livro de Daniel são bem mais antigos do que os textos encontrados no deserto da Judéia. Não só isso, mas que o tipo da língua que Daniel utilizou para escrever era o mesmo utilizado nas “cortes” por volta do 7º século a.C.

Resumindo: o aramaico utilizado por Daniel corresponde justamente àquele utilizado em meados no 6º século a.C. nas cortes reais.

Qual a relevância dessas informações para um leitor da Bíblia no século 21? Gostaria de destacar dois pontos para responder esta questão:

1) Como foi demonstrado acima, Daniel escreveu seu livro muito antes do cumprimento de suas profecias. Logo, isso nos mostra a Soberania e Autoridade de Deus sobre a história da civilização. Se Deus é capaz de comandar o futuro, Ele é a única resposta para os problemas da humanidade.

2) A inspiração das Escrituras. O livro de Daniel se mostrou confiável no ponto de vista histórico e, consequentemente, profético. Essa é a realidade com toda a Bíblia, que graças a descobertas de cidades, personagens e inscrições, mostra-se verdadeira para o ser humano.

O livro de Daniel, longe de ser uma fraude, é um relato fidedigno. Ao escavarmos profundamente as Escrituras e estudarmos a História, podemos perceber que a Bíblia é um documento histórico confiável.

Luiz Gustavo Assis é formado em Teologia e atua como Capelão no Colégio Adventista de Esteio, RS.

sexta-feira, janeiro 09, 2009

Hamas nas suas próprias palavras

quarta-feira, dezembro 24, 2008

Caminhada de um Palestino do Ódio Para o Amor

quarta-feira, agosto 20, 2008

Ezequiel 37 - A Visão do Profeta

Ezequiel 37

1Veio sobre mim a mão do Senhor; e ele me levou no Espírito do Senhor, e me pôs no meio do vale que estava cheio de ossos;


2e me fez andar ao redor deles. E eis que eram muito numerosos sobre a face do vale; e eis que estavam sequíssimos.


3Ele me perguntou: Filho do homem, poderão viver estes ossos? Respondi: Senhor Deus, tu o sabes.


4Então me disse: Profetiza sobre estes ossos, e dize-lhes: Ossos secos, ouvi a palavra do Senhor.


5Assim diz o Senhor Deus a estes ossos: Eis que vou fazer entrar em vós o fôlego da vida, e vivereis.



6E porei nervos sobre vós, e farei crescer carne sobre vós, e sobre vos estenderei pele, e porei em vós o fôlego da vida, e vivereis. Então sabereis que eu sou o Senhor.


7Profetizei, pois, como se me deu ordem. Ora enquanto eu profetizava, houve um ruído; e eis que se fez um rebuliço, e os ossos se achegaram, osso ao seu osso.

8E olhei, e eis que vieram nervos sobre eles, e cresceu a carne, e estendeu-se a pele sobre eles por cima; mas não havia neles fôlego.


9Então ele me disse: Profetiza ao fôlego da vida, profetiza, ó filho do homem, e dize ao fôlego da vida: Assim diz o Senhor Deus: Vem dos quatro ventos, ó fôlego da vida, e assopra sobre estes mortos, para que vivam.


10Profetizei, pois, como ele me ordenara; então o fôlego da vida entrou neles e viveram, e se puseram em pé, um exército grande em extremo.


11Então me disse: Filho do homem, estes ossos são toda a casa de Israel. Eis que eles dizem: Os nossos ossos secaram-se, e pereceu a nossa esperança; estamos de todo cortados.

12Portanto profetiza, e dize-lhes: Assim diz o Senhor Deus: Eis que eu vos abrirei as vossas sepulturas, sim, das vossas sepulturas vos farei sair, ó povo meu, e vos trarei ã terra de Israel.

13E quando eu vos abrir as sepulturas, e delas vos fizer sair, ó povo meu, sabereis que eu sou o Senhor.

14E porei em vós o meu Espírito, e vivereis, e vos porei na vossa terra; e sabereis que eu, o Senhor, o falei e o cumpri, diz o Senhor.



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