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quinta-feira, março 15, 2012

Cirurgião revela mais falhas na teoria da evolução

O cirurgião Joseph Kuhn (Baylor University Medical Center) descreveu recentemente 3 problemas sérios com a evolução darwiniana num artigo intitulado "Dissecting Darwinism" (Dissecando o Darwinismo). Ele escreveu que os 3 pontos eenunciados foram citados em frente à "Texas State Board of Education", que, passados alguns dias de deliberação, decidiu que os livros escolares deveriam ensinar os pontos fortes e os pontos fracos da teoria da evolução.

Diga-se de passagem que as únicas pessoas que se insurgiram com o ensino da teoria da evolução como uma teoria científica (e não como um dogma religioso) foram os evolucionistas. Aparentemente ensinar os pontos fortes e as fraquezas da teoria da evolução é problemático . . . para a teoria da evolução.

A primeira fraqueza que Kuhn descreveu é, na verdade, bem mais do que uma fraqueza, mas sim um argumento poderoso contra a noção de que processos naturais alguma vez poderiam produzir células a partir de químicos sem vida.

O que mantém as células com vida, diz Kuhn, é a não-natural informação que existe dentro das moléculas da vida. Estas moléculas não possuem o tipo de aleatoriedade que os processos naturais produzem. De facto, quando estas forças naturais operam de forma aleatória sobre estas moléculas, as mesmas perdem a sua vital informação e o organismo morre.

Kuhn escreveu:

O problema fundamental e insuperável da evolução darwiniana encontra-se na complexidade espantosa e na informação inerente contida no ADN.
(Kuhn, J. A. 2012. Dissecting Darwinism. Baylor University Medical Center Proceedings. 25 (1): 41-47.)
O tipo de informação que o ADN codifica é o tipo de linguagem "tudo-ou-nada". Sistemas celulares que usam o ADN possuem as mesmas características básicas e irredutíveis de qualquer linguagem humana:
* símbolos.
* significado para cada um dos símbolos
* regras gramaticais dentro das quais os símbolos podem ser interpretados
* emissores e receptores
* propósito ou efeito desejado aquando do envio das mensagens

Este tipo de estrutura organizacional e informática nunca provém de forças naturais mas é sempre o efeito de uma ou mais mentes pensantes e conscientes.

Kuhn escreveu:

Tendo como base a consciencialização da inexplicável informação em código presente no ADN, para além da inconcebível auto-formação do ADN e inabilidade de se justificar os biliões de nucleotídeos especificamente organizados em cada célula, é razoável concluir que existem várias fraquezas na teoria que postula melhoria gradual através da selecção natural (Darwinismo) como forma de explicar a origem química da vida.

Para além disso, a evolução darwiniana e a selecção natural nunca poderiam ser os mecanismos por trás da origem da vida uma vez que estes processos requerem o funcionamento da replicação e esta não existia antes da origem da vida.
(Kuhn, J. A. 2012. Dissecting Darwinism. 41-47.)

Até mesmo o ardente evolucionista e militante ateu Richard Dawkins admitiu em 2009 que "o problema mais profundo ainda por resolver da Biologia é a origem da vida em si" (Dawkins, R. 2009. Evolution: The next 200 years. New Scientist. 2693: 41).

Claro que o problema não é da "Biologia" mas especificamente da teoria da evolução. A Biologia propriamente dita não tem "problemas profundos" quando se trata da origem da vida. Só quando operamos dentro da camisa de forças chamada "naturalismo" é que ficamos com "problemas profundos" quando se fala na origem da vida.

Enquanto que o militante ateu Dawkins ainda tem fé de que um dia - talvez - o naturalismo consiga explicar a origem da vida, o médico Joseph Kuhn reconheceu o óbvio: a natureza por si só nunca poderia ter produzido a vida. Ou seja, ambos reconhecem que as sugestões que se restringem ao naturalismo têm sido cientificamente insuficientes.

Fonte

. . . . . .

Sem duvida que os estudantes deveriam ficar a par das inúmeras fraquezas que a teoria da evolução possui, mas infelizmente isso não acontece.

Não é dito aos estudantes que o naturalismo falha logo na origem da vida e nem é dito que os próprios militantes ateus e ávidos evolucionistas não possuem respostas científicas para essa questão. Os evolucionistas que controlam o sistema de ensino não revelam esse tipo de informação porque estão perfeitamente cientes que o neo-darwinismo não sobreviveria ao escrutínio científico.

Se o naturalismo falha logo no início do processo, será lógico restringir a Biologia nesse mesmo constrangimento? Se as forças naturais não conseguem gerar uma única célula auto-replicante, porque é que os evolucionistas acreditam que essas mesmas forças naturais conseguiram gerar olhos, ouvidos, braços, pernas, sistemas reprodutores, sistemas de refrigeração, sistemas de auto-reparação, asas, ecolocalização e muito mais?

É por dados científicos como os levantados pelo Dr Kuhn que os evolucionistas tentam desesperadamente separar a origem da vida da teoria da evolução em si. Eles claramente apercebem-se que, se o naturalismo falha na origem da vida, não há justificação científica para se excluir teorias e hipóteses biológicas que não estejam de acordo com o mesmo naturalismo.

Mas nós, que confiamos Naquele em Quem estão escondidos todos os tesouros da ciência e sabedoria, não podemos dar margem de manobra aos ideólogos evolucionistas.

Ou o naturalismo explica todo o processo Biológico (desde a origem da vida) ou então não pode ser o constrangimento filosófico dentro do qual todas as teorias da biologia têm forçosamente que operar.

Reparem que sem apresentar qualquer tipo de alternativa, o Dr Kuhn levantou um argumento devastador contra a teoria da evolução. Imaginem o que aconteceria aos estudantes que saíssem duma aula do Dr Kuhn (em torno da inabilidade da teoria da evolução para explicar a origem da vida) e deparassem com um Cristão - em evangelismo e firme crente no que Deus diz em Génesis - a anunciar "todo o conselho de Deus" desde a Criação até Revelação.

O efeito que teria!

Infelizmente, a maior parte dos Cristãos está mais interessada em colocar fotos suas no facebook e no blogger do que defender a Verdade da Bíblia. Estes "Cristãos" não entram na guerra cultural e nem tomam parte da batalha espiritual mas gostam de andar com a etiqueta que diz "Cristão" - como se fazer parte da Igreja de Deus fosse análogo a pertencer a um grupo social e não a pertencer ao Corpo Místico do Senhor Jesus.

Vêr também:

Evolucionista recorre à censura como forma de defender a sua fé em Darwin



segunda-feira, fevereiro 27, 2012

Comunicação química

Existem muitos métodos de comunicação sobre os quais nós humanos nem nos apercebemos nem investimos tempo a pensar neles. Um desses métodos de transmissão de informação é a via química.

Tomemos como exemplo a fêmea da traça-da-seda; quando ela está pronta a acasalar, ela liberta pequenas quantidades dum químico específico como forma de atrair os macho da mesma espécie. Mesmo que ela liberte cerca de 1/100,000,000 duma grama, o macho pode detectar o químico a mais de 3,5 quilómetros de distância.

Muitos outros insectos usam feromónios semelhantes para atrair parceiros sexuais.

Os feromónios são também usados pelas formigas como forma de comunicação química para a identificação de rastos. Quando uma formiga encontra uma boa fonte de alimentação, ela regressa à colónia deixando atrás de si um rasto odorífero invisível. As formigas da mesma colónia usam este rasto para chegarem à fonte de alimentação.

Enquanto elas forem encontrando comida no destino, elas continuarão a reforçar o odor. Mal o suplemento alimentar tem o seu fim, e as formigas deixam de seguir o rastro, o odor desaparece no espaço de minutos.

Este odor é tão específico que se outras espécies de formigas o detectarem, não o seguirão até à comida devido ao facto de não reconhecerem a fragrância. Isto é excelente design preventivo visto que, deste modo, a fonte de alimentação é usada apenas pela colónia de formigas que a descobriu.

. . . . . . . .

Obviamente que este aparato bioquímico é melhor explicado como tendo Uma Causa Inteligente na sua origem, e não algo que é o efeito das forças naturais. A comunicação química permite que o comunicador envie mensagens aos membros da mesma espécie (ou até de outras espécies) tendo um propósito em vista (um final).

Dizer que sistemas de comunicação surgiram como efeito de forças aleatórias é a mesma coisa que afirmar que o código binário é o efeito de forças aleatórias. A partir do momento que começamos a falar em informação, mensagens, emissores e receptores, apercebe-mo-nos imediatamente que a vida tem que ter Um Criador.

Qualquer pessoa se apercebe disto, menos os militantes evolucionistas. Este minoritário grupo de iluminados defende que mensagens escrevem-se a elas mesmas, e que, depois de se auto-criarem, elas propagam-se de forma consistente pela biosfera. E eles arrogantemente qualificam isto de "ciência".


segunda-feira, fevereiro 13, 2012

Comunicação entre pirilampos contradiz religião evolucionista

João 8:12
"Falou-lhes, pois, Jesus, outra vez, dizendo: Eu sou a luz do mundo; quem Me segue não andará em trevas, mas terá a luz da vida."

A sequência de luzes que os pirilampos produzem são na verdade um sistema de comunicação e linguagem bastante complexo. Cada uma das mais de 200 espécies de pirilampos possui a sua linguagem particular e distinta.

Cada espécie usa combinações distintas de cor, intensidade e intervalos entre os "flashes" (sinais luminosos).

À medida que o macho voa através da comunidade de pirilampos, ele automaticamente emite um série de sinais de luzes. "Falando" com os flashes de luz, ele busca a resposta apropriada por parte de fêmeas que estejam prontas a acasalar.

Como dito em cima, cada espécie de pirilampo possui a sua linguagem de luz distinta, o que ajuda os machos a identificar os membros da sua comunidade. As fêmeas que não estão prontas a acasalar, ou que já tenham acasalado, comunicam-no através dos flashes de luz aos machos voadores.

Existem evidências de que pelo menos uma espécie de pirilampo consegue entender a linguagem de outra espécie de pirilampo. As fêmeas desta espécie atraem machos de outra espécie para baixo usando a linguagem do macho e fingindo serem fêmeas prontas a acasalar. Quando o macho se aproxima para o acasalamento, a fêmea captura-o e come-o.

Tu podes também "falar" a língua dos pirilampos; para tal basta teres uma lanterna e ajustá-la de modo a que apenas um pequeno feixe de luz seja visível. Depois disso, observa com atenção os padrões de luz que as fêmeas estão a emitir e tentar imitar.

Se fizeres isto da forma certa, os pirilampos macho aproximar-se-ão para investigar a tua lanterna.

. . . . . . . .

Linguagem, codificação, emissores, receptores e imitação são entidades que refutam de todo a tese de que a biosfera possui causas não inteligentes. Forças não-inteligentes não possuem a capacidade de gerar sistemas que dependam de informação em código.

Como nós observamos na natureza sistemas cuja subsistência depende do código que possuem dentro de si (ADN) e do código que usam para propagar a espécie, é cientificamente seguro rejeitar a teoria da evolução como explicação válida para a origem destes sistemas.

A inteligência embutida na criação é uma das impressões digitais do Criador Infinitamente Inteligente. Tal inteligência natural nunca poderia ser o resultado de acidentes genéticos filtrados pela não-inteligente selecção natural.


quinta-feira, dezembro 15, 2011

O mau cheiro da teoria da evolução

"E chegou-se, e beijou-o; então cheirou o cheiro dos seus vestidos e abençoou-o, e disse: Eis que o cheiro do meu filho é como o cheiro do campo, que o Senhor abençoou"
Génesis 27:27

Quantos cheiros distintos achas que o teu nariz é capaz de identificar? A resposta correcta é cerca de 10,000. Como é que o teu nariz distingue o cheiro duma rosa do cheiro duma doninha? Até há algum tempo atrás os cientistas não estavam seguros em relação às suas hipóteses.

Actualmente, no entanto, sabemos que os humanos e os restantes mamíferos detectam o cheiro usando pelo menos 1,000 genes distintos. Estes genes estão localizados em todas as células do nosso corpo mas apenas estão activos no nosso nariz.

Os cientistas afirmam que esta descoberta fornece-lhes o primeiro vislumbre da operacionalidade do sistema de detecção de cheiros. Segundo um dos pesquisadores, antes disto "nós practicamente não tínhamos qualquer tipo de conhecimento em torno do sistema olfactivo; isto realmente abre uma nova dimensão no estudo molecular do cheiro de uma forma fascinante."

As pesquisas envolvidas demonstram que cada um dos genes distintos parece arquitectado para responder a um pequeno grupo de odores. À medida que cada grupo de genes faz a sua parte, todo o sistema é capaz de reconhecer tudo o que podemos cheirar.

Estes genes transmitem sinais das células nervosas do nariz até a uma pequena região do cérebro chamada de bulbo olfactivo.

Agora que os genes estão identificados, os investigadores afirmam que podem começar a entender melhor a forma como os odores são detectados e como o cérebro interpreta os sinais provenientes do nariz.

. . . . .

O nosso sentido de olfacto depende dum sofisticado e elegante sistema. Mil genes estão no cerne de tal maquinaria biológica - sendo que cada um destes genes é informação, isto é, código informático criado com o expresso propósito de descodificar o que nós cheiramos.

"Informação", "programação" e "descodificação" são termos que suportam a tese de que Um Criador gerou os biossistemas envolvidos no detecção de odores.

Quando os militantes evolucionistas defendem que sistemas que dependem de informação em código são o resultado de forças não inteligentes, eles revelam de forma óbvia que a sua teoria não é algo que depende das evidências científicas uma vez que não há força não inteligente com a capacidade de gerar sistemas onde haja informação em código.

Todos os sistemas que possuem informação em código e cujas origens nós tenhamos observado são sempre o resultado de uma ou mais mentes inteligentes.

Como nós encontramos informação em código dentro das formas de vida, a interpretação que está de acordo com a ciência é aquela que infere Uma Causa Inteligente.

Fonte:
"Scientists find genes that let nose make scents of what it smells."
Minneapolis Star-Tribune.
Apr. 5, 1991. p. 7A.


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