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sábado, julho 03, 2010

MOVE - Quem São

Uma boa causa
Somos um grupo de pais, que ficaram chocados pela forma como a educação sexual nas escolas tem vindo a ser ministrada, sem seu conhecimento nem consentimento, conforme foi denunciado no Jornal "Expresso" no passado dia 14 de Maio. Nesse sentido, demos início a uma petição online para que o Ministério da Educação faça uma investigação séria ao que se está a passar.

Dada a enorme adesão a esta petição e sugestões recebidas de milhares de pais, organizámo-nos sob a forma de Movimento de Pais, a fim de lutarmos pelos objectivos enumerados na referida petição.

Uma vez que imensos pais não têm acesso à internet, lançámos a mesma petição em papel, para que todos tenham a oportunidade de manifestar o seu desacordo.

Apelamos, assim, a todos os pais que:

- Leiam a notícia que deu origem a este movimento;
- Caso discordem da orientação que tem vindo a ser dada pelo Ministério da Educação, assinem a petição, divulguem, imprimam a petição em papel e colaborem na angariação de assinaturas.

Uma acção destas acarreta sempre despesas. Pedimos, também, que sejam depositados donativos na conta: 0079 0000 113 04 387 10 143

Pelo MOVE - Movimento de Pais
Ana Líbano Monteiro
Isabel Carmo Pedro
João Botelho

Tel: 934 600 075

quarta-feira, junho 30, 2010

"Retirem das escolas esse modelo de educação sexual. Amanhã será tarde demais"

Consequências da "educação sexual" (versão ateísmo) que os secularistas querem impor nas escolas.
Expresso - 28 Mai 05

‘Carta aberta aos pais portugueses’

WILLIAM Coulson é investigador em Etnopsicologia. Durante 17 anos foi consultor para as questões das Dimensões Humanas do Programa de Educação Médica da Universidade de Georgetown, nos EUA. Com doutoramentos em Filosofia e em Aconselhamento Psicológico, Coulson foi investigador associado de Carl Rogers. Em conjunto escreveram 17 volumes sobre psicologia e educação humanística. Neste artigo, Coulson conta que as suas teorias e de Rogers ganharam adeptos entre os técnicos de educação da SIECUS, um grupo que desenvolve os currículos de educação sexual enviados às delegações nacionais da IPPF (órgão internacional que reúne as associações de planeamento para a família). Coulson dedica hoje o seu tempo a falar a católicos e protestantes sobre os efeitos nefastos das suas teorias. Esteve em Portugal em Novembro, a alertar para os materiais de educação sexual portugueses que diz serem baseados nas filosofias que agora rejeita.

O MEU nome é William Coulson. Doutorei-me em Psicologia e Filosofia e, nos anos 60 e 70, fui colaborador muito próximo de Carl Rogers, o psicólogo americano de fama mundial. É conhecido que nós os dois coordenámos a edição de uma série de 17 livros promovendo uma nova técnica da psicologia chamada «Clarificação de Valores». O nosso objectivo era aumentar o bem-estar e a auto-estima das crianças, mas o que realmente aconteceu foi algo completamente diferente. A dada altura, desenvolvemos um currículo de educação sexual baseado nos jogos de clarificação de valores, o que incluía actividades em que as crianças eram convidadas a falar abertamente sobre sentimentos e desejos de natureza sexual.

Experimentámos esta nova técnica nas escolas dirigidas pela ordem do Imaculado Coração, na Califórnia. No início da experiência, a ordem tinha 58 escolas e 600 freiras. Em 2002, a BBC exibiu um documentário sobre a nossa experiência e o balanço que fazia era este: «O efeito da experiência foi um verdadeiro cataclismo. Em menos de um ano, 300 freiras - metade do convento - pediram ao Vaticano para serem dispensadas dos seus votos e, seis meses depois, o convento fechou as portas. Tudo o que restou foi um pequeno grupo de freiras… que se tornaram lésbicas radicais». Se o efeito sobre adultos é este, qualquer pessoa pode imaginar qual o efeito sobre crianças.

Eu poderia dar-lhes muitos dados e contar-lhes muitas histórias. A título de exemplo, conto a história da Carolyn (não é o seu verdadeiro nome), uma aluna que no sexto ano seguiu um programa de clarificação de valores. Carolyn aprendeu a tomar decisões autónomas sobre todo o tipo de coisas, incluindo algumas matérias sobre as quais ela não devia sequer pensar e muito menos ter a possibilidade de experimentar.

Tal como os outros alunos dos programas de clarificação de valores, ela aprendeu a fazer escolhas autónomas e sinceras no seu quadro próprio de valores. Como disse um dos seus colegas no funeral, Carolyn acabou por se convencer que só poderia estar segura de que as suas decisões eram autónomas caso fizesse aquilo que os adultos lhe diziam para não fazer.

Acabou por achar que o maior prazer da vida era fazer o que as pessoas proíbem. Como resultado disso, num certo dia de Março, saiu da escola num intervalo com um colega e o seu tio passador de droga. Nas margens de um rio, tomou droga, foi violada e depois lançada ao rio. O corpo da criança encantadora e inteligente (ela era a chefe de turma) só apareceu três semanas depois.

Para nós, desde a experiência nas escolas das freiras, era evidente que a nossa técnica psicológica não era boa nem para as crianças nem para os adultos. Ficou claro que tínhamos desenvolvido um instrumento perigoso para a saúde dos jovens, que em vez de os enriquecer os destruía.

Essa não era a nossa intenção, mas foi o que aconteceu. Infelizmente, as nossas teorias (ou uma versão delas, ainda mais extrema, promovida por Louis Raths) tornaram-se muito populares entre os técnicos de educação sexual da SIECUS, um grupo americano que desenvolve currículos de educação sexual que depois são espalhados pelo mundo inteiro pelas delegações nacionais de uma organização chamada IPPF.

Em 1983, num dos seus livros, Carl Rogers descreveu as nossas experiências como um «padrão de fracasso». Contudo, depois da sua morte, o editor (que publica livros para professores e alunos de ciências da educação) reeditou o livro removendo todas as referências ao «padrão de fracasso».

Parte deste padrão é o muro de silêncio que se constrói em torno dos seus resultados trágicos. Ainda assim, tanto hoje como então (embora não tão frequentemente quanto deveria), a realidade por vezes vem à tona. Em 1998, o «The New York Times» publicou um artigo intitulado «EUA acordam para uma epidemia de doenças sexuais».

Nesse artigo, a dr.ª Judith Wasserheit, especialista em doenças sexualmente transmissíveis (DST) e ex-directora da Divisão de Prevenção de DST do US Center for Disease Control, disse ao «Times» que aquilo que se está a passar nos EUA é um «desastre nacional». Disse ainda que «a maioria dos americanos nem sequer tem consciência de que está perante uma epidemia».

Na realidade,, lentamente vai crescendo a consciência relativamente a esse facto. E talvez, bem mais cedo do que podem pensar, os portugueses descubram que algo de semelhante se está a passar com os seus filhos. Em Novembro de 2004, estive em Portugal a estudar os materiais de educação sexual enviados para as escolas em 2000. Fiquei aterrado.

Talvez não haja em todo o mundo um currículo mais influenciado pelas ideias que eu e Carl Rogers testámos nos anos 60. Escrevo, pois, esta carta como um apelo. Eu sei o que vai acontecer às crianças de Portugal caso se apliquem nas escolas actividades baseadas nos jogos de clarificação de valores.

Estou certo de que vocês gostam muito dos vossos filhos. Por isso (e se me é permitido falar com emoção): retirem das escolas esse modelo de educação sexual. Amanhã será tarde demais. Eu ajudei a criar o monstro. Por favor, ajudem-me a matá-lo.

Califórnia, 20 de Maio de 2005

sexta-feira, junho 11, 2010

Grupo Homossexual Britânico Quer Ensinar Homossexualidade nas Escolas Públicas

Mas tudo o que eles queriam era igualdade, certo? Bem, pelos vistos o que o lobby homossexual quer é a supremacia cultural e não só a igualdade.

Essencialmente eles querem preparar o caminho para a produção de mais e mais homossexuais (força através dos números). Como eles não conseguem gerar nova vida, eles vão tentar influenciar a vida que é gerada através da sexualidade normal.

Que este tipo de informação nos ensine pelo menos uma coisa: o mal só tem uma direcção.

Reino Unido: paper ensina jovens garotos de 13 anos a fazer sexo anal e oral

Um documento foi produzido por homossexuais no Reino Unido que querem apresentá-lo às escolas a fim de "ensinar" jovens garotos de 13 anos de idade como fazer sexo anal e oral com outros meninos, escreveu Alex Spak, analista político e jurídico.

"O paper é absolutamente revoltante... As demandas por "direitos" homossexuais não param quando os homossexuais recebem a liberdade e a igualdade. Na realidade, suas demandas crescem o tempo todo e continuam até que toda a sociedade esteja praticando estilo de vida homossexual", escreveu Alex Spak.

"Seu políticos NÃO devem ser enganados ao pensar que dar "direitos" a homossexuais é o objetivo final. É apenas mais um passo para alcançar uma maior aceitação da perversidade sexual em todas as idades. Este artigo é apenas outra evidência disso!"

Fonte: Christian Telegraph

quinta-feira, abril 22, 2010

Governo Indiano para ateus ocidentais: "Não Queremos a Vossa Pornografia Ensinada às Nossas Crianças!"

Apesar da toda a sua ciência e tecnologia, o ocidente secular tem muito a aprender com áreas do globo onde ainda resta alguma sanidade mental no que toca à sexualidade.
Governo da Índia diz: A educação sexual “não tem absolutamente lugar algum” em nossas escolas, pois promove a promiscuidade

Hilary White

NOVA DELHI, ÍNDIA, 12 de junho de 2009 (Notícias Pró-Família) — O governo da Índia rejeitou os programas de educação sexual ao estilo ocidental, dizendo que não fazem nada para resolver o problema da gravidez entre adolescentes, mas só agrava o problema de promover a promiscuidade sexual.

Um relatório do governo sobre o assunto foi divulgado em resposta a uma petição lançada pelos cidadãos contra uma decisão do Ministério Federal de Desenvolvimento de Recursos Humanos (DRH) para iniciar educação sexual nas escolas. O programa havia sido elogiado como um meio de impedir a propagação da AIDS e outras doenças sexualmente transmissíveis. Os materiais para professores e facilitadores da Índia incluíam detalhes explícitos sobre “métodos alternativos” de sexo, inclusive sexo anal e oral, apresentados como meios de evitar a AIDS.

De acordo com o governo, o currículo preparado com material do UNICEF, havia “chocado a consciência” do país e foi descrito como “muito alarmante”. Se implementado, o relatório disse, “promoveria promiscuidade da pior espécie”. O relatório foi divulgado em março por uma comissão do senado do Parlamento Indiano, e diz que a introdução da educação sexual nas escolas da Índia deve pelo menos ser adiada até que a questão seja totalmente debatida em público.

A posição do governo indiano contrasta fortemente com a posição do Ocidente, que, em reação às crescentes taxas de gravidez e doenças sexualmente transmissíveis entre adolescentes, vem invariavelmente aumentando o acesso a anticoncepcionais e aborto grátis e expondo crianças cada vez mais novas a uma educação sexual mais explícita.

O testemunho de testemunhas e peticionários em que se baseou o relatório foi uma crítica pungente dos efeitos que tais programas estão tendo nos países que os adotaram. Os peticionários disseram para a comissão que o proposto currículo “seria um golpe na raiz da estrutura cultural de nossa sociedade nutrida durante milênios”.

Se implementado, disseram os peticionários, o programa “corromperia os jovens indianos e levaria ao colapso do sistema educacional”. Em grande parte, disseram eles, tais programas não são nada mais do que uma “educação para vender camisinhas” que levará à criação de uma “sociedade imoral” e a um aumento de famílias de mães solteiras.

O relatório acusou o Ministério DRH, em seus esforços de suprimir a petição, de usar “jargão técnico e eufemismo” a fim de minimizar os temores dos peticionários.

Tão explícito era o material em questão que no processo de sua apresentação à comissão, pediu-se aos peticionários que não fizessem uma apresentação de PowerPoint porque a comissão “não estava se sentindo à vontade com ela e poderia ser vergonhoso, principalmente para as senhoras membros e outras mulheres presentes”.

Os peticionários haviam apontado para a crescente taxa de gravidezes entre adolescentes de outros países, observando que na França, as escolas são equipadas com enfermeiras para distribuir “pílulas anticoncepcionais” para meninas na manhã após um “sexo inseguro”. O relatório também notou a situação na Grã Bretanha, onde as escolas estão “ligadas a centros de aborto para eliminar as gravidezes das adolescentes.

E no final disto tudo, um dos homens citados disse o óbvio:
Pratiba Naitthani, um co-peticionário e professor, disse para a comissão que nada é mais seguro do que a abstinência sexual até o casamento”.
Bingo, sr Naitthani. Parece que o sr. tem mais inteligência num dedo mindinho do que muitos aqui na Europa. Os ateus europeus continuam a forçar as suas medidas falhadas nas crianças e nos adolescentes quando existe um método bem mais eficaz e bem mais barato do que a distribuição de preservativos: abstinência enquanto solteiro e fidelidade quando casado.

O problema é que esta medida, que nós sabemos que funciona sempre que é seguido, é algo que está de acordo com a Bíblia, e como tal, apesar de funcionar, os secularistas continuam a insistir com as suas medidas falhadas. Quem sofre com isso - como sempre acontece sempre que Deus é Colocado fora da equação - são os mais frágeis da sociedade: os bebés em gestação, as mulheres desesperadas e os jovens que foram enganados a pensar que o preservativo é 100% eficaz na luta contra a SIDA.

Às chega-se a pensar que estes "iluminados" que distribuem preservativos nas escolas querem causar sofrimento na sociedade. Será que o seu propósito é esse? Será que eles sabem que as suas medidas não funcionam e por isso mesmo eles insistem com elas? Será que o seu propósito é mesmo o de destruir a maior parte da população mundial?

Para ler o relatório complete em inglês, clique aqui.

Traduzido por Julio Severo: www.juliosevero.com

Fonte: http://noticiasprofamilia.blogspot.com/2009/06/governo-da-india-diz-educacao-sexual.html

Veja o artigo original aqui: http://www.lifesitenews.com/ldn/2009/jun/09061202.html

terça-feira, fevereiro 16, 2010

Cruzadas, Torcidas e Retorcidas

A notícia seguinte foi enviada pelo Adalberto Felipe, a quem lhe agradeço o tempo dispensado.

Basicamente o que o artigo diz é levantar um pouco o véu da História, e mostrar que a "sabedoria" politicamente correcta que temos sido "ensinados"/indoutrinados não corresponde à verdade dos factos.

Cruzadas, Torcidas e Retorcidas

Percival Puggina

Suponho que o leitor tenha péssima imagem das Cruzadas. Considera-as momentos negros da história da humanidade. Mais ou menos assim: estavam os elegantes e cultos seguidores de Maomé postos em sossego, como Inês de Castro, colhendo o doce fruto de seus anos, quando irromperam os selvagens cristãos, em sucessivas investidas, tentando arrancar-lhes do peito a sua Jerusalém.

Essa imagem se formou em aulas de história, nas piadas e gracejos anticatólicos de cursinhos e universidades, e em criteriosas conversas de mesa de bar. As Cruzadas fazem parte da surrada coletânea de acusações com que se denigre a imagem da Igreja, sempre repetindo as mesmas coisas.

Seria desonestidade desenhar qualquer das Cruzadas como marcha de indivíduos exemplares, soldados valentes e leais, em busca da libertação do Santo Sepulcro. Entre os nobres propósitos da convocação feita em Clermont por Eudes de Châtillon, o papa francês, Urbano II - "Homens de Deus, homens eleitos e abençoados..." - e a massa humana que chegou a Jerusalém, havia enormes diferenças: dois anos de marcha, milhares de quilômetros e uma curiosa amálgama de santos (como S. Luis), guerreiros valentes e generosos (como Godofredo de Bulhões) e bandidos interesseiros (como Boemundo). Tinha que acontecer de tudo um pouco e aconteceu mesmo.

Mas não é isso que ponho em discussão. O que pretendo suscitar é o que não se menciona sobre o contexto em que se desenrolaram tais fatos. Corria o século XI. Cavaleiros de Alá e muçulmanos de várias nacionalidades, havia quatro séculos, tinham tomado Jerusalém e ameaçavam a Europa por todas as suas penínsulas sobre o Mediterrâneo. E não o faziam com bons modos.

Havia mais de trezentos anos dominavam a Península Ibérica. Al-Hakim, em 1010, destruíra o Santo Sepulcro. Sucediam-se os ataques contra Bizâncio, de onde o basileu Aleixo Comneno pedia socorro ao Ocidente para defendê-la de investidas que se prolongaram por oitocentos anos e se completariam em 1453 quando Maomé II tomou a cidade em definitivo.

Aliás, a longa saga e a agonia de Bizâncio, as terríveis 72 horas que se sucederam à queda do último baluarte cristão no Oriente, quando milhares de cristãos foram decapitados (o sultão invasor prometera entregar a cidade a seus soldados por três dias), compõem uma das páginas mais terríveis da História. Mas não é verdadeiro que esse fato só entra no nosso conhecimento como "a tomada de Constantinopla pelos turcos" a dar causa às Grandes Navegações?

Essa é a narrativa histórica, cruzada, torcida e retorcida, zarolha e tendenciosa, nitidamente anti-cristã, que a cada dia mais se avoluma através de todas as formas de comunicação à disposição dos manipuladores. A quem servem? À verdade é que não é.

domingo, janeiro 24, 2010

Heterofobia e o caso dois “Shephards”

Artigo Original
Muitas agressões violentas que heterossexuais sofrem de homossexuais são ignoradas no debate sobre crimes de ódio

Peter J. Smith

HARRISBURG, Pensilvânia, EUA, 21 de dezembro de 2009 (Notícias Pró-Família) — Alega-se que tanto Matthew Shephard quanto Jason Shephard foram vítimas de crimes de ódio. Alega-se que ambos foram visados por seus respectivos agressores por causa de sua orientação sexual. Mas diferente do primeiro Shephard, Jason Shephard foi assassinado por sua heterossexualidade por um agressor homossexual, e uma organização pró-família quer saber se a nova lei federal contra crimes de ódio seria aplicada em ambos os casos.

A Associação da Família Americana da Pensilvânia argumenta que os heterossexuais visados por homossexuais por causa de sua orientação sexual deveriam receber as mesmas acusações formais que recebem os heterossexuais que visam homossexuais. A nova lei federal contra crimes de ódio “Lei de Prevenção aos Crimes de Ódio Matthew Shephard e James Byrd Jr.” aplica proteções federais especiais para vítimas de crimes que são visadas por seus agressores por causa de sua “real ou percebida orientação sexual e identidade de gênero”.

Os ativistas homossexuais lutaram para aprovar o projeto de lei, que o Congresso aprovou como uma emenda num projeto de lei de defesa nacional e o presidente Obama o sancionou em outubro.

Mas e quanto aos heterossexuais visados por homossexuais por causa de sua orientação sexual? A AFA da Pensilvânia diz que se a lei tiver de ser aceita literalmente, então os homossexuais deveriam também enfrentar instauração de processos por agredir brutalmente vítimas visadas por sua heterossexualidade. Contudo, esses nomes recebem pouca atenção, principalmente nos meios de comunicação nacionais.

Diferente de Matthew Shephard — cujos agressores confessaram ter cometido o assassinato brutal por causa de drogas e não a orientação sexual dele — Jason Shephard de Filadélfia foi morto por estrangulamento em 2006 por William Smithson, de 44 anos, por resistir a seus avanços e estupro homossexual. Smithson trabalhava na empresa em que Shephard era estagiário, e premeditou o ataque sexual contra Shephard, colocando de modo despercebido uma droga de sonolência na bebida de Shephard durante um jantar. Para acobertar o crime, Smithson registrou pessoalmente um boletim de ocorrência notificando o desaparecimento de Shephard, e até se apresentou para a família de Shephard, antes que a polícia finalmente o pegasse em flagrante tentando se desfazer do cadáver em decomposição.

Na sexta-feira, o Tribunal Superior da Pensilvânia confirmou a condenação de Smithson por assassinato de primeiro grau, sentenciando-o a prisão perpétua.

E diferente de Matthew Shephard, o assassinato do heterossexual Jason Shephard cometido por um homossexual recebeu atenção quase que somente da Pensilvânia, sem que se reivindicassem iniciativas legislativas ou públicas por causa da tragédia da morte dele. O jovem que se descrevia como “um filho de cavalheiro indo ver o que o mundo tinha a oferecer” tem uma simples página no Facebook dedicada à sua memória, por amor daqueles que o conheceram.

“Quem nos Estados Unidos dá atenção a seus nomes ou agora ao nome de Amanda Collette?” perguntou Diane Gramley, presidente da AFA da PA, querendo saber se os casos de vítimas heterossexuais também receberiam a mesma proteção especial concedida a homossexuais visados pela orientação sexual sob as leis contra crimes de ódio.

Collete, uma estudante de 15 anos numa escola secundária em Miami, foi assassinada por uma colega de classe lésbica de 16 anos por rejeitar os avanços lésbicos dela. O jornal Miami Herald informou que a lésbica Teah Wimberly confessou para a polícia que matou Collete a tiros em novembro de 2008 de modo que “ela também sofresse”.

Em Prairie Grove, Arkansas, Joshua Brown e David Carpenter amarram o adolescente Jesse Dirkhising, de 13 anos, e o sodomizaram até matá-lo. WorldNetDaily relata que Dirkhising morreu em seu próprio vômito enquanto Brown e Carpenter interromperam seu selvagem ataque sexual para lanchar.

Nicholas Gutierrez de Chicago estuprou, espancou, esfaqueou e estrangulou Mary Stachowicz, de 51 anos, escondendo seu corpo debaixo do piso de seu apartamento, pelo simples motivo de que Stachowicz havia lhe pedido para deixar o estilo de vida homossexual.

Para Gramley, esses casos brutais — não menos brutais do que o assassinato de Matthew Shephard — parecem bem qualificados para receber acusações formais de crimes de ódio. Mas conforme aponta a AFA da PA, só os homossexuais como vítimas de “crimes de ódio” podem exigir atenção nacional: o assassinato de Matthew Shephard produziu mais de 3.000 notícias no mês após sua morte, enquanto só quarenta notícias apareceram no mês após o brutal estupro e assassinato do adolescente Dirkhising.

“Só o fato de que o projeto de lei contra crimes de ódio sancionado pelo presidente Obama em outubro tem o nome do homossexual Matthew Shephard revela a verdadeira intenção de seus promotores — dar proteções especiais para homossexuais, bissexuais e transgêneros”, comentou Gramley. “Predigo que os assassinatos de heterossexuais cometidos por homossexuais continuarão a ser ignorados”.

Muitas organizações pró-família suspeitavam que a Lei Matthew Shephard tinha o objetivo de tornar os homossexuais e os transgêneros uma classe protegida debaixo da lei federal. Mas permaneceram outras preocupações sérias.

Os oponentes da legislação contra crimes de ódio em geral acusam que essas leis violam o devido processo e cláusulas de proteção igual da 14ª Emenda da Constituição dos Estados Unidos tornando os pensamentos de uma pessoa um fator tão importante quanto a natureza de seu ato na instauração de processos contra um crime.

Os Secretários de Direitos Civis dos EUA escreveram cartas aos líderes da Câmara dos Deputados e do Senado condenando a lei, dizendo que eles “consideram a ampla federalização do crime como uma ameaça às liberdades civis”. Os secretários também chamaram a atenção para o fato de que a lei cria uma brecha legal para as proibições da Constituição ao double jeopardy [condição de ser julgado duas vezes pelo mesmo crime], porque a lei permite que o governo federal julgue uma pessoa que já foi inocentada num julgamento estadual, pelo mesmo crime.

quarta-feira, janeiro 20, 2010

Holanda: Educação sexual homossexual vai ser obrigatória?

Quando os que pedem tolerância se tornam intolerantes. Isto é só o começo.
James Tillman
AMSTERDÃ, Holanda, 11 de dezembro de 2009 (Notícias Pró-Família) — De acordo com o parlamentar holandês Boris van der Ham, do esquerdista Partido Democratas 66, o governo tem de obrigar todas as escolas, inclusive as escolas religiosas, a incluir a homossexualidade como tópico de suas aulas de educação sexual.
“Um número muito grande de crianças está sendo criada com uma moralidade homofóbica”, disse van der Ham. “Embora isso seja mais comum em famílias imigrantes urbanas, as famílias rurais holandesas também têm tais preconceitos. As escolas têm de corrigir essa imagem”.
A declaração do parlamentar foi marcada para coincidir com um debate na quinta-feira sobre esse assunto. Seis organizações homossexuais enviaram uma carta conjunta ao parlamentar holandês pedindo a inclusão da homossexualidade como tema obrigatório.
Em Amsterdã, 82 por cento das escolas nada falam sobre o assunto da homossexualidade na educação sexual, de acordo com a Rádio Holanda Mundial. Van der Ham nega que seu projeto de lei violaria a liberdade de educação religiosa conforme estipula o Artigo 23 da Constituição holandesa.
“As escolas são livres na forma de suas lições”, disse ele, “mas os objetivos principais têm de ser cumpridos”.
Boris van der Ham havia anteriormente protestado contra a atitude do governo polonês para com os homossexuais salientando o dever da Polônia de seguir os regulamentos da União Européia. Ele também apoiou uma emenda à Constituição holandesa para incluir os homossexuais entre os grupos contra os quais a discriminação é explicitamente proibida.
A Holanda já tem algumas das políticas mais pró-homossexualismo e anti-vida de todos os países do mundo. A Holanda foi o primeiro país a legalizar o “casamento” homossexual e a permitir que parceiros homossexuais adotassem crianças e tem gasto milhões de euros para promover a homossexualidade como normal.
O governo holandês também subsidia o aborto e permite que os médicos holandeses matem os doentes, os idosos e os bebês deficientes.
Veja notícia relacionada de LifeSiteNews.com
"Fantástico"! Todos aqueles "cristãos" que se ocupam a defender o avanço do comportamento homossexual devem ler notícias como esta várias vezes, e pedir perdão a Deus por se terem deixado enganar.

domingo, dezembro 20, 2009

Breve Entrevista ao sr Monckton

Os aquecimistas ficaram zangados pelo facto de Mockton comparar os jovens que defendem o aquecimento global (às vezes violentamente) com a juventude hitleriana.

Um desses jovens encontrou o cientista e fez-lhe algumas perguntas.

quinta-feira, dezembro 17, 2009

União Europeia: o que se temia começa a acontecer

O que se temia em relaçao aos auto-conferidos poderes da União Europeia começa a acontecer.
Lituânia se defende de resolução da Europa favorecendo propaganda homossexual

UE ameaça suspender Lituânia por causa de sua lei que protege menores de idade contra a promoção homossexual

Austin Ruse

WASHINGTON, D.C., EUA, 12 de novembro de 2009 (Notícias Pró-Família) — A luta por causa da propaganda homossexual nas escolas que está ocorrendo entre os Parlamentos Lituanos e Europeus se intensificou nesta semana com o Parlamento Lituano (Siemas) instruindo seu governo a entrar com uma ação legal contra os europeus no Tribunal de Justiça da União Européia (UE).

O argumento começou com a passagem da “Lei de Proteção aos Menores de Idades contra os Efeitos Prejudiciais de Informações Públicas” da Lituânia que proíbe a promoção de “relações homossexuais, bissexuais e polígamas” entre menores de 18 anos. Embora o presidente lituano subsequentemente vetasse a medida, o Siemas derrubou o veto dele e a lei está marcada para entrar em vigor em março próximo.

Como consequência, em setembro o Parlamento Europeu (PE) votou 349-218 para condenar a nova lei e pedir à Agência da UE de Direitos Fundamentais que a analise. O Parlamento também considerou o que é chamado de ação do “artigo 7” contra a Lituânia, que poderia ter resultado na suspensão da Lituânia da União Européia. Jean Lambert, parlamentar britânica, disse na época: “Essa lei viola os Tratados da UE, a Carta da UE e a Convenção Européia de Direitos Humanos, e tem de ser urgentemente revogada nessas bases”.

Além da educação de crianças e direitos dos pais, a questão da soberania nacional é fundamental no debate. Os lituanos insistem em que são livres para promulgar tais leis e que as instituições européias não têm nenhuma “competência” neles. Muitos europeus há muito temem o que vêem como inevitável interferência da UE em assuntos de vida e família.

O Tratado de Lisboa, que entre outras mudanças tornaria a Carta da UE de Direitos Fundamentais obrigatória sobre os membros, foi derrotado pela Irlanda há dois anos em parte por causa de tais questões de soberania. Os eleitores irlandeses acabaram aprovando o Tratado de Lisboa, mas só depois que garantias escritas de soberania foram introduzidas no tratado.

A resposta lituana aprovada recentemente quer que o Tribunal Europeu de Justiça decida a “legalidade” da resolução do Parlamento Europeu e decida, além disso, que a resolução não tem validade. O Siemas argumenta que se a resolução européia não for formalmente invalidada se tornaria “um precedente perigoso”.

A resolução lituana também expressou “tristeza” e “profunda preocupação” que o Parlamento Europeu tentou “duvidar da legalidade da lei aprovada pela grande maioria do parlamento democraticamente eleito de um país membro, embora essa questão não seja da jurisdição do PE”.

Mecislovas Zasciurinskas, membro do Partido Trabalhista lituano, pediu na tribuna lituana: “O que vocês acham: Essa é apenas uma tentativa isolada de interferir nos assuntos de um Estado soberano? Ou é o começo de uma imposição absoluta? Anos atrás chamávamos isso ‘o Controle de Moscou’, a tendência de se meter na vida de todos…”

O conservador Ceslovas Stankevicius disse: “Isso é da competência do Siemas, e o PE não tem nenhum direito de se enfiar nisso, pois a Lituânia não violou nenhuma lei”.

A resolução do Parlamento Europeu não é obrigatória e não tem a força de lei. Contudo, tais resoluções são usadas por ativistas para construir um precedente legal de relações públicas contra o país visado. Embora a Agência de Direitos Fundamentais não seja obrigada a executar a resolução do PE, poderia usar a resolução do PE como incentivo para começar uma investigação.

Este artigo foi publicado com a permissão de www.c-fam.org

Traduzido por Julio Severo: www.juliosevero.com

Fonte: http://noticiasprofamilia.blogspot.com

Isto é só principio. Mesmo tendo em vista coisas como estas (promoção de pornografia homossexual entre menores) ainda há pessoas que se admiram quando se diz que os secularistas são mais susceptíveis que os cristãos em legitimar a pedofilia. Quem dá legitimidade aos comportamentos homossexuais está a preparar o caminho para os "relacionamentos inter-geracionais" (pedofilia).

quinta-feira, julho 02, 2009

Indoutrinação ateísta em escolas estatais?

A história reportada neste comentário é elucidativa da indoutrinação ateísta que ocorre em muitos centros de "aprendizagem". Professores ateus aproveitam a sua posição de autoridade , e impõem a sua fé na mente de alunos impressionáveis.

É impossível ensinar-se sobre a origens do universo, da vida e do homem sem se divagar na filosofia e na religião, portanto o que é que dá o direito a estes "professores/indoutrinadores de imporem a sua religião?

Esta foi a minha resposta ao comentário acima mencionado.

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Olá Ismael. Deixa-me dar a minha opinião.

o meu professor disse-me que a Bíblia não era uma narração de acontecimentos reais

Quando o professor afirma isto, ele está a relatar a sua fé, e não factos.

e que era impossível Noé ter levado na arca todas as espécies terrestres, porque passado pouco tempo a maior parte ia morrer com doenças.

O “professor”/indoutrinador engana-se porque Noé não teve que levar “todas as espécies terrestes”, mas sim só aqueles que respiram pelas narinas, e APENAS um par por tipo.
Por exemplo, ele não precisava de levar tigres, leões, pumas, etc, etc, mas só um par através do qual toda essa diversidade se originou. Do mesmo modo, não precisava de levar cães, lobos, dingos, chacais e raposas, mas só um par através do qual toda a diversidade se originasse no futuro.

É preciso vêr uma coisa muito importante: Foi Deus quem trouxe os animais a Noé, e não o contrário. Deus sabe que tipo de animais seriam suficientes para gerar a bio-diversidade existente hoje.

Depois disse que há algumas coisas na Bíblia que são impossíveis de terem ocorrido.

Isto é mais uma declaração da sua fé do que um facto. Ele não sabe o que é impossível de ter acontecido.

Se nós somos descendentes de Adão e Eva e eles tiveram dois filhos (Caim e Abel) um matou o outro, de onde é que vem o resto da humanidade?

Mas Adão e Eva tiveram mais filhos (Génesis 5:4)

Eu não soube responder e fui consultar o Livro de Génesis e o que diz é
“ E conheceu Caim a sua mulher, e ela concebeu, e deu à luz a Enoque; e ele edificou uma cidade, e chamou o nome da cidade conforme o nome de seu filho Enoque;” Antes disto não fala em mais pessoas pelo que continuo com esta dúvida.

O facto de não menccionar esta ou aquela pessoa não quer dizer que a dita pessoa não existia.

Deus criou mais gente que não descendia de Adão e Eva?

Não.

E se criou estas pessoas tinham o pecado original? Um dos seus post dizia que a Eva mitocondrial tinha 6000 anos, portanto toda a humanidade deve ser descendente de Eva.

Exacto. Todos nós somos descendentes de Adão e Eva. Se nós todos não somos descendentes de Adão e Eva, então aqueles que não são descendentes de Adão não possuem a natureza caída. Se não possuem a natureza caída, então não pecaram. Se não pecaram, então o Senhor Jesus não morreu por eles. Se isto é assim, então isto contradiz a Bìblia uma vez que esta afirma que o Senhor morreu pelos pecados de toda a humanidade (João 1:29). Isto mostra que toda a humanidade é descendente do mesmo pai e da mesma mãe.

Se assim fôr a mulher de Caim tinha que ser sua irmã, o que não será verdade.

Por acaso é. Naquela altura, como o Sabino já disse neste blog, não havia problemas em irmãos casarem-se porque não havia defeitos genéticos entre nós. Só muito mais tarde, quando uma grande quantidade de problemas genéticos já tinham entrado em nós, é que Deus proibiu o casamento entre irmãos.

Nunca ouviste a expressão “Tu és a prova de primos não se devem casar?”. Isso deve-se ao facto de muitas vezes pessoas com proximidade genética gerarem filhos com mongolism (ou outro problema genético qualquer). Mas isso acontece devido a deformações que entraram em nós devido à queda e ao pecado. Mas se recuarmos no tempo, a primera geração de filhos não teria os problemas que nós hoje temos, portanto não haveria problemas em haver casamentos entre irmãos.

Além disso, pensa assim: de certa forma, toda a gente casa-se com “irmãos”, uma vez que nós todos somos filhos de Adão e Eva.

domingo, junho 07, 2009

É oficial: a vida criou-se a si própria

Depois de décadas de busca intensiva, muitos milhões de dinheiro público investidos e de muitos acidentes durante o percurso (Piltdown Man, Nebraska Man, etc), os ateus finalmente encontraram a evidência que confirma que a vida criou-se a si mesma. (O som de portas a fechar que vocês ouvem são os institutos criacionistas a fecharem um pouco por todo o mundo)

Perguntam vocês "Mas o que é que foi encontrado? Encontrou-se alguma força natural capaz de criar sistemas de vida a partir da matéria morta? Encontraram a força não-inteligente com capacidade de escrever códigos de informação com o nível de complexidade existente nas formas biológicas? Ou será que observaram a força aleatória com capacidade de transformar um dinossauro num pássaro?"As respostas para todas estas perguntas são "Não, não e não".

"Então" - pode-se perguntar - "O que é que foi encontrado?"

Um fóssil de um animal extinto.

(Silêncio)

Não perguntem como é que o fóssil de um animal extinto confirma a teoria que afirma que não há design no mundo biológico, mas se "todos os cientistas o afirmam, então deve ser verdade".

Agora que a poeira em relação à "Ida" está a acalmar, convém falar um pouco disto.

O que fica depois de toda a comoção é o quão crédulos os evolucionistas são quando se encontra o que eles pensam ser uma evidência para a sua teoria religiosa. Em nenhuma outra área da ciência se aceitam teorias com o nível de "evidências" que a teoria da evolução tem.

Embora os cientistas tenham sido bem mais reservados em torno do fóssil, a imprensa evolucionista, sabendo que não tem que responder a ninguém, fez anúncios bombásticos.

A descoberta do 95%-completo fóssil de um "macaco-lémur" - baptizado de Ida - é descrito pelos especialistas como a "oitava maravilha"

O fóssil de um animal extinto é, de acordo com a religião ateísta, a "oitava maravilha".

O naturalista britânico David Attenborough afirma:

Agora as pessoas podem dizer "Muito bem. Vocês dizem que nós somos primatas. Mostrem-nos o elo". O tal elo, diriam eles, está em falta. Pois bem, agora já não está mais em falta.

Portanto, segundo o eminente evolucionista David Attenborough, o fóssil com o nome de "Ida" é de alguma forma evidência para a teoria que afirma que a vida biológica criou-se a si própria. Não se sabe como é que ele chegou a esta conclusão, mas ele é um cientista evolucionista, e como tal ele deve estar certo.

O mais engraçado desta novela toda é que os cientistas que estudaram o fóssil foram bem mais cuidadosos do que os média evolucionistas. Se os média tivessem o propósito de informar (e não indoutrinar a favor da religião evolucionista) tudo o que eles precisavam de fazer é citar os cientistas que analisaram o fóssil. A meu vêr, como o que os cientistas disseram não era suficientemente forte para ser usado a favor de Darwin, os média trataram de adulterar a história. Isto é bem sintomático da teoria da evolução, uma vez que, não tendo evidências que a confirmem, força a que os seus adoradores inventem "factos" como forma de justificar a sua fé.

Eis aqui algumas das coisas que os cientistas disseram. Reparem como eles são bem mais objectivos e cuidadosos na sua análise:


Philip Gingerich, president-elect of the Paleontological Society in the U.S., has co-written a paper that will detail next week the latest fossil discovery in Public Library of Science, a peer-reviewed, online journal. A fossil discovery suggests humans may be descended from an animal that resembles present-day lemurs like this one.

"This discovery brings a forgotten group into focus as a possible ancestor of higher primates,"

Mr. Gingerich, a professor of paleontology at the University of Michigan, said in an interview.

---

"Lemur advocates will be delighted, but tarsier advocates will be underwhelmed" by the new evidence, says Tim White, a paleontologist at the University of California, Berkeley. "The debate will persist."

Conclusão:

Este fóssil pode ser um elo perdido, ou não. Tudo depende do que o observador quiser acreditar. Os ateus, no entanto, já concluiram que este fóssil confirma a teoria da evolução. Como ateus que são, não têm outra escolha uma vez que, havendo rejeitado Deus como o Criador, eles são ideologicamente obrigados a acreditar que a vida criou-se a si própria (por mais ridículo que isso seja).

Para os cristãos este fóssil nada mais é que um fóssil.

Se calhar a linha de investigação que os evolucionistas deveriam levar em consideração é o que é que causou que este animal ficasse tão bem fossilizado (95%). Seria necessário que ele fosse enterrado rapidamente por sedimentos em movimento.

O que é que poderia causar a movimentação de sedimentos de tal forma rápida que enterrasse este animal em poucos minutos? Talvez uma catástrofe geológica.

Talvez... um Dilúvio.

domingo, maio 17, 2009

Indoutrinação Homosexual em creches?

Artigo Original




Oh, the joys of a public school education. Read what they are teaching our children in California, via One News Now:
http://onenewsnow.com/Education/Default.aspx?id=529992

Parents fight homosexual indoctrination of kindergarteners

A California school district seems intent on teaching pre-school children to accept the homosexual lifestyle.

The Alameda Unified School District announced it was considering a supplemental curriculum to eradicate ‘homophobia’ in kindergarten children. Brad Dacus, founder of the Pacific Justice Institute (PJI), said the meeting room for the public session earlier this week was overcrowded with angry parents
.
http://www.pacificjustice.org/

Nowhere at anytime did it give any protection for children being bullied because of their faith, their religion, their size, their race, ethnicity,’ he points out. ‘It is only going to give this special anti-bullying protection for homosexuals and transsexuals.’

Dacus said an attorney from PJI spoke before the board meeting. ‘And [the attorney] made it very clear that this is an abridgement and an affront to the neutral role that school districts are supposed to play in respecting the rights of parents and not to engage in such overt and open indoctrination and mandatory acceptance of such controversial, immoral lifestyles,’ he concludes.

Parents cannot opt out their children from the curriculum. Dacus says it is important to remember that the children are kindergarten age, and many cannot even write their names -- yet they are being taught that homosexuality is an acceptable lifestyle.”

segunda-feira, abril 13, 2009

Distorções do "History Channel" em relação às Cruzadas

(Isto é o tipo de "informação" que é dado aos nossos jovens um pouco por todo o mundo ocidental. De repente, tudo o que é mau no ocidente é devido ao cristianismo, mas os muçulmanos, curiosamente, não têm culpas nenhumas no cartório. Será de admirar que depois de passar 20 anos a vêr lixo como este, os jovens não saibam o mínimo sobre o cristianismo e sobre a história?)

CRUSADESAESET.jpg

I recently taped and am watching a documentary, "The Crusades: Crescent and the Cross," on the History Channel. While it is more or less historically accurate—names, dates, figures—it suffers from two weaknesses, weaknesses that often take center stage whenever Islam is discussed in the West: 1) biases and apologetics on behalf of Islam, coupled with outright distortions concerning Christians and Christianity; and 2) anachronisms, by projecting the motives and worldview of modern man onto the motives and worldview of pre-modern man, both Muslims and Christians.

Take the first 10 minute segment, dealing with Pope Urban II’s call to the Crusades, including the famous Council of Clermont (1095) where Urban made his case. Urban is repeatedly portrayed as a sly politician wholly indifferent to Christianity and faith, simply interested in aggrandizing his power and authority.

Incidentally, we are never told how Islam “spread”—that Jerusalem (not to mention practically the entire Muslim world today) was ruthlessly conquered—even by the enthusiastic narrator who speaks with somber awe whenever touching upon Muslim prowess. Instead, the narrator informs us that the encroachment of the Turks upon Byzantium was “the perfect opportunity [for Urban] to enhance his political power.” And of course, the “historians” interviewed all agree.

The “British-Pakistani” Muslim historian, Tariq Ali, is repeatedly quoted as something of the final authority on the Crusades in this documentary. Sitting there pompously, he nonchalantly informs us that, if the popes were anything, they were “scheming, manipulating, intriguing” persons, always out to exploit.

So what if it is a historical fact, especially after the battle of Manzikert (1071, a little more than two decades before Urban’s call to the crusades), that the Muslim armies were conquering more Christian land and increasingly terrorizing and persecuting Christians? Or that the Fatimid caliph al-Hakim had recently desecrated and destroyed a number of important churches—such as the Church of St. Mark in Egypt and the Church of the Holy Sepulchre in Jerusalem—and decreed several, even more oppressive than usual, decrees against Christians and Jews? It is in this backdrop that Pope Urban called for the Crusades:
From the confines of Jerusalem and the city of Constantinople a horrible tale has gone forth and very frequently has been brought to our ears, namely, that a race from the kingdom of the Persians [i.e., Muslim Turks]…has invaded the lands of those Christians and has depopulated them by the sword, pillage and fire; it has led away a part of the captives into its own country, and a part it has destroyed by cruel tortures; it has either entirely destroyed the churches of God or appropriated them for the rites of its own religion (from the chronicles of Robert the Monk).

Despite the historically accurate nature of Urban’s less than subtle words, the narrator assures us that Urban’s speech was a “cunningly crafted piece of religious spin, spiced with exaggerated tales of Muslim atrocities against Christian pilgrims living in the Holy Land. It demonized the Turks.”



After all, “we”—the educated, modern, transcendent viewers—know better than that. Surely the Muslims and Turks did not behave that way—despite all the textual/eye-witness testimony to the contrary? Surely Pope Urban was simply the Medieval counterpart of the modern “Islamophobe”?

Next, we get a dramatization, supposedly of Urban, who looks more like a homeless, disheveled, madman, rabidly gesticulating and pontificating about the “wicked race of Saracens.” In other words, the modern viewer is supposed to go away with the view that Pope Urban was a closed-mind, intolerant, jingoistic racist—concepts that may make sense in the 21st century, but had no meaning in the 11th.

Again, the narrator, in a puzzled voice, states that thousands of Christians flocked to Urban’s call—but then he quickly explains their motivation: “prestige and honor.” He then goes on to say “But there was another attraction”—and here I thought he was going to mention sincere, though of course, "misplaced," religious conviction. Not at all; it was the “promise of great riches.”

And just to press the point, Tariq Ali, once again smugly assures us: “They wanted the money [of the Islamic world]. It was as simple as that.” Just in case the viewer doesn’t get the allusion that the crusaders were Western, evil, white imperialists out to seize the Muslims’ Medieval equivalent of oil—gold and treasure.

All of this is anachronistic. Insisting that the pope was out to exploit in order to aggrandize himself, or that the people were motivated by prestige, honor, and riches, and never once mentioning that maybe, just maybe now, both the pope and people were motivated by more sincere convictions (e.g., assisting fellow oppressed Christians) is highly problematic.

Medieval man was not modern man. While all men throughout all time have been prone to hypocrisy, greed, violence, etc., Medieval Christians, as opposed to their 21st century (secularized) counterparts, were, by default, much more guided by faith (whether this faith was misplaced or not is hardly the point).

“Secularism” was never an option; Christians firmly believed in heaven and hell, God and the devil. And these were motives. Thus, for a “history” program to discuss the Crusades without once alluding that the pope and the people may have actually believed that they were fighting for something more than “honor, prestige, and riches”—things that are intelligible within a secular, not religious, paradigm, hence the gross anachronism—is very misleading. One would have expected a channel devoted to “history” to be most on guard against projecting modern views and standards on people who lived a millennium ago.

One need not believe in God and religion; but one should still give them their due when discussing the Medieval world—just as one should give them their due when discussing the Medieval mentality of modern day jihadists.

segunda-feira, março 30, 2009

“He loved Big Brother"

A frase final do clássico de George Orwell "1984" sumariza o triunfo da ideologia sobre a verdade. Como crentes no Senhor Jesus Cristo, será que presentemente encaramos o mesmo perigo?

No livro supra citado, Orwell reporta a crescente insatisfação de Winston Smith em relação ao Partido governante personificado pelo Big Brother. Orwell não só menciona o que aconteceu quando a dessidência de Smith foi detectada pela "Polícia do Pensamento", como também reporta o processo de "re-educação" (tortura e lavagem cerebral) a que ele foi submetido como forma de aceitar a versão de realidade ditada pelo Partido.

É o Partido - "o Big Brother" - que define o que é a verdade para todos. Tal como Winston aprendeu no livro, se nós contestamos a versão da realidade imposta pelo Partido, nós temos primeiramente que esquecer tudo aquilo que o "Big Brother" quer que nós esqueçamos. Temos que aceitar contradições como algo perfeitamente normal, e como forma de mantermos paz pessoal e segurança, temos que conformar-mo-nos à realidade imposta pelo Big Brother .

Não é muito difícil para mentiras tornarem-se verdades aceites. Como Winston foi forçado a aceitar, não existe tal coisa chamada de realidade externa. A realidade está na mente - na mente do Big Brother.

O clássico de Orwell tem sido considerado uma sátira às políticas de poder e barbarismo do Estalinismo e outros regimes totalitários, no entanto é de sobremaneira profético àcerca do poder de qualquer classe governante para ditar o que deve e não deve ser aceite como verdade.

O influente pensador cristão Francis Schaeffer (escrevendo uma geração depois de Orwell) descreveu como à medida que os princípios absolutos de Deus vão sendo são descartados, princípios humanos aparecem para os substituir. Os novos "absolutos" tornam-se então aqueles que são ditados pela pessoa mais poderosa do grupo governante.

Hoje em dia o grupo governante impõe às massas que a evolução é a verdade. Inquestionável verdade, dizem-nos eles. Juntamente com a sua Polícia do Pensamento, eles querem matar à nascença qualquer debate sobre esta "verdade".

Infelizmente, eles têm sido bem sucedidos.

Um exemplo do seu sucesso: Durante o mês de Janeiro de 2009 um grupo preocupado com o "crescente criacionismo" nas escolas públicas foi bem sucedido em influenciar o "Texas State Board of Education" de modo a estes removerem legislação com mais de 20 anos que afirmava que os "pontos fortes e as fraquezas" das teorias científicas devem ser discutidas. A Polícia do Pensamento não queria que o Darwinismo fosse criticado.

O lobby pro-Darwin era composto por membros de 3 organizações: "American Civil Liberties Union" (União Americana das Liberdades Civis), "Texas Freedom Network" (Rede de Liberdade do Texas) e "National Center for Science Education" (Centro Nacional a favor da Educação Científica).

Reparem neste paradoxo:
• Um grupo preocupado com as "Liberdades Civis" que quer tirar a liberdade de discussão.
• Uma "Rede de Liberdade" que quer impedir a liberdade de expressão.
• Um grupo a favor da "Educação Científica" quer impor um dogma em vêz dos normais espíritos e pensamentos críticos.

Tal como na sociedade Orwelliana descrita no livro "1984", hoje em dia somos compelidos a ignorar as imensas evidências a favor do design existente no mundo biológico, e a aceitar a versão da realidade imposta pelo Big Brother (evolução, naturalismo, humanismo, ateísmo, aborcionismo, homosexualismo, etc).

O estabelecimento onde Winston foi torturado chamava-se "O Ministério do Amor", e o departamento de propaganda do mesmo Partido chamava-se "O Ministério da Verdade".

A Polícia do Pensamento contemporânea não só está a forçar a maioria da população a aceitar a teoria da evolução, como também está a tentar que todos aceitem a "realidade" do aquecimento global. As coisas chegaram ao ponto de um ex-vice presidente americano receber um prémio Nobel da Paz por avançar com a causa do aquecimento global.

Tentem pôr de parte o ridículo e o absurdo de um Prémio Nobel da "Paz" ser oferecido a uma pessoa que avança com uma teoria científica. Ponham de parte também o facto de muitos cientistas estarem a reportar a severidade dos invernos e o declínio nas temperaturas médias durante a década passada. Esqueçam todas estas contradições. Apenas mudem a etiqueta de "aquecimento global" para "mudança climática", e nós ainda estamos perante uma catástrofe. Como é que sabemos? Porque..... o Big Brother assim o disse.

E nós todos nós sabemos que tudo o que os evolucionistas querem é o bem de todos nós......certo?

quarta-feira, fevereiro 18, 2009

Acreditas em Deus? Então és um fascista!

Pelo menos é o que um professor/indoutrinador universitário pensa.

Coisas como esta acontecem um pouco por todo o mundo ocidental, apesar do mesmo que estar a recolher os benefícios da visão judaico-cristã (ciência, liberdade, etc).

Impressionante que a fé que gerou o sucesso da civilização ocidental esteja a ser tão atacada no ocidente.

Outra coisa que este evento mostra é o elevado nível de indoctrinação que existe na elite ocidental. Quem não pensa "como deve ser", é segregado e considerado um ser intelectualmente inferior.

Dias virão em que a perseguição vai aumentar, mas os demónios que actuam por intermédio deste tipo de professores por enquanto contentam-se com isto.

A raiva deste tipo de "professores"/indoutrinadores não é, obviamente, contra os cristãos , mas contra Aquele que eles afirmam "não existir". Afirmam, sim, mas não vivem de acordo com o que afirmam.

Isto também serve de alarme para aqueles "cristãos" que têm o hábito de juntar forças com os ateus contra os criacionistas, como forma de manter alguma legitimidade intelectual.

O meu conselho é: não te iludas. Aquilo que os ateus sentem por aquilo que tu acreditas (apesar de acreditares na evolução, fornicação- sexo antes do casamento - , casamento gay e aborto) é pior do que aquilo que eles sentem pelos criacionistas, anti-aborcionistas, e adeptos do casamento normal (um homem + uma mulher). Eles apenas te usam como forma de atacar aqueles que defendem a verdade Bíblica. Quando eles não precisarem mais de ti, descartam-te como uma pastilha elástica mastigada.

Ninguém respeita aquele que não vive de acordo com aquilo que supostamente deveria acreditar (Tito 1:16) .

O cristão genuíno não tem que desesperar com notícias como esta uma vez que isto é precisamente o que o Senhor da Glória, o Senhor Jesus Cristo, prometeu àqueles que seguem os Seus Ensinamentos.

"Tenho-vos dito estas coisas, para que em Mim tenhais paz. No mundo tereis tribulações; mas tende bom ânimo, Eu venci o mundo". - João 16:33

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