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quinta-feira, março 29, 2012

Robô chita bate recorde de velocidade

E cantavam o cântico de Moisés, servo de Deus, e o cântico do Cordeiro, dizendo: Grandes e maravilhosas são as Tuas obras, Senhor Deus Todo-Poderoso! justos e verdadeiros são os Teus caminhos, ó Rei dos santos.
Revelação 15:3

Um robô bateu um novo recorde de velocidade para um robô com pernas. A máquina é conhecida como chita, atinge os 29 quilómetros por hora e os criadores pretendem utilizá-la em situações de guerra.

O robô chita pertence à Agência de Pesquisa Avançada e Projectos da Defesa americana (Darpa, sigla em inglês), administrada pelo Pentágono, e foi criado pela empresa Boston Dynamics.

A máquina de quatro patas atingiu a velocidade de 29 quilómetros por hora, em laboratório.

O recorde de velocidade de um robô desta classe era 21 quilómetros por hora e pertencia ao Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT), desde 1989.

O objectivo desta nova máquina é ajudar soldados em missões de longa distância durante guerras.

Os movimentos do robô foram baseados em movimentos de animais velozes e a máquina projecta-se, estendendo as suas costas e tornando-as flexíveis, aumentando o alcance dos passos.

O robô chita tem o tamanho de um cachorro.

Para já, a versão actual do animal depende de uma bomba hidráulica externa e um cientista tem que agarrar num tubo para que este não lhe atrapalhe a corrida. No entanto, deve sair um protótipo, este ano, que resolverá o problema.

A mesma empresa já criou outros modelos baseados em animais. O BigDog (Cão Grande, traduzido em português) faz percursos até 20,6 quilómetros, percorre caminhos húmidos de 35 graus de inclinação e transporta até 150 quilos.

Já o Rise, semelhante a um lagarto, sobe paredes, árvores e cercas usando as pequenas garras dos pés e uma cauda para ter equilíbrio.

Fonte

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Se a cópia duma chita precisou de design, planeamento, inteligência e informação em código, porque é que os militantes evolucionistas pensam que o original (bem mais complexo) não precisou de mais design, mais inteligência e mais planeamento?

Dito de outra forma: se são precisos seres inteligentes para criar a chita mecânica, porque é que não foi preciso Um Ser Inteligente para criar a bem-mais-complexa chita original? Ou é a chita original (carne e osso) obra de forças aleatórias?


Falarei da magnificência gloriosa da tua majestade e das tuas obras maravilhosas. - Salmo 145:5

Se não fosse o compromisso com o naturalismo, os evolucionistas há muito que teriam abandonado a sua fé em Darwin.


domingo, dezembro 11, 2011

O supergene das borboletas imitadoras

"Assim que, se alguém está em Cristo, nova criatura é: as coisas velhas já passaram; eis que tudo se fez novo."
2 Coríntios 5:17


Para os olhos não treinados, certas borboletas podem-se parecer essencialmente idênticas às variedades correspondentes em outras espécies. Usando este tipo de manobra cromática, elas podem fugir de predadores em busca de alimento visto que estes não as atacam uma vez que os insectos que as borboletas estão a imitar possuem um sabor horrível.

Desde o tempo de Darwin que os biólogos se questionam sobre a forma como estas borboletas conseguem imitar de forma tão próxima os padrões cromáticos duma espécie não relacionada. Agora, uma equipa internacional de pesquisadores classificou a genética interna do insecto e o que eles observaram não corresponde às suas expectativas evolucionistas.

Publicando online no jornal Nature, a equipa descobriu que a variedade nos padrões cromáticos da borboleta pertencente ao género Heliconius correspondiam perfeitamente com uma única diferença na base de ADN encontrada num conjunto especial de genes identificado como supergene.

Este supergene, identificado como P, é composto por um conjunto pequeno de genes que são misturados em padrões discretos. Gerações distintas podem de modo variado desenrolar blocos genéticos, com ordens distintas, de modo a que um tipo único possa expressar padrões de cores diferentes usando o mesmo ADN

Os autores do estudo afirmam:

A análise feita a 31 indivíduos de 4 "morphs" [variedades] revelou uma associação completa entre rearranjos alternativos e fenótipos com padrões específicos.
(Joron, M. et al. 2011. Chromosomal rearrangements maintain a polymorphic supergene controlling butterfly mimicry. Nature. Published online August 14, 2011)
O editor-chefe Mathieu Joron afirmou à agência noticiosa internacional AFP, "Ficamos estupefactos com o que encontrámos." O sistema em torno do supergene era tão "surpreendente" e "espantoso" que parecia "algo tirado da ficção científica." ('Supergene' is key to copycat butterflies. AFP. Postado na physorg.com 12 de Agosto de 2011).

O motivo que leva a que estes evolucionistas vejam o sistema em volta do supergene como algo tão espantoso centra-se no facto de ser demasiado bem organizado para ser o produto duma evolução cega e sem inteligência.

No entanto, embora este sistema seja espantoso para os evolucionistas, é algo perfeitamente esperado se na origem desta estrutura se encontra Uma Mente Inteligente com o propósito de gerar um sistema de comutação genético de modo a permitir que as borboletas expressem um padrão imitador quase perfeito - não em milhões e milhões de anos de tentativa e erro mas numa única geração.

Os autores do estudo admitiram:

A origem e manutenção do polimorfismo [conjunto de genes em permuta] adaptativo multilocus, à luz da recombinação, é um puzzle de longa data dentro da biologia evolutiva.
Isto quer dizer que os evolucionistas não fazem ideia nenhuma como um processo aleatório natural poderia construir estas operações genéticas elegantes e muito menos mantê-las durante "100 milhões de anos de evolução" (Joron, M. et al. 2011).

Mostrando mais uma vez como a teoria da evolução é uma paradigma filosófico dentro do qual se "deve" operar, e não ciência no verdadeiro sentido da expressão, os autores levantaram "hipóteses" em torno da origem do supergene:

  • Será que os genes evoluíram separadamente e posteriormente organizaram-se nos altamente estruturados e eficientes supergenes que observamos?
  • Ou será que um conjunto de precursores genéticos primeiramente se auto-organizou de forma a gerar a estrutura do supergene e posteriormente evoluiu até a forma actual?

Ambos os cenários requerem a existência de sequências genéticas inúteis durante vastos períodos de tempo - uma crença sem qualquer tipo de suporte científico. Além disso, como se pode ver, ambas as "hipóteses" assumem o que nunca foi suportado pelas evidências: o processo evolutivo.

Os pesquisadores sugeriram que os genes evoluíram primeiro e mais tarde organizaram-se formando o supergene. Mas isto é o mesmo que olhar para um teclado dum computador e "deduzir" que as teclas surgiram numa amontoado de teclas e mais se auto-organizaram.

Os genes em si são demasiado complexos para serem o resultado dum processo aleatório. Portanto afirmar que o supergene se formou desta forma não é uma explicação cientificamente válida.

Curiosamente, este novo estudo veio ajudar na resolução deste "puzzle de longa data", mas não da forma que os pesquisadores evolucionistas esperavam. Uma programação tudo-ou-nada como encontrada nestas borboletas imitadoras só poderia ser o obra Dum Programador com poderosos conhecimentos genéticos.

Os evolucionistas são livres de subscrever às versões da criação que melhor se ajustarem ao seu preconceito naturalista. Eles não são, no entanto, livres para dizer que sistemas baseados em programação programaram-se a si mesmos durante milhões de anos de tentativa e erro.

Ó Timóteo, guarda o depósito que te foi confiado,
tendo horror aos clamores vãos e profanos,
e às oposições da falsamente chamada ciência.

1 Timóteo 6:20


Todas as fotos tiradas da Wikipedia.

domingo, outubro 09, 2011

O imitador sub-aquático

Mutações aleatórias geraram um sistema com a capacidade de imitar outros sistemas biológicos - também resultantes de mutações aleatórias filtradas pela selecção natural.

Sem dúvida que isto demonstra de uma vez por todas o FACTO!! da evolução.

Por incrível que pareça (para os evolucionistas) este impostor consegue até imitar pedras. Vejam o vídeo seguinte e oiçam o espanto das pessoas quando se apercebem da forma notável como o polvo estava camuflado.

Impressionante, certo?

Pois bem; o que os evolucionistas querem que tu acredites é que esta capacidade de imitar animais e pedras - juntamente com o polvo em si - são o resultado de forças não-inteligentes através dos mitológicos "milhões de anos". Pior ainda é que eles chamam a isso de "facto científico".

Do ponto de vista científico faz muito mais sentido atribuir Uma Causa Inteligente a estes sistemas do que aceitar que as impessoais forças da natureza tenham capacidades criativas superiores às do homem moderno. Mas como já sabemos, a fé na teoria da evolução não é uma consequência da ciência, mas sim uma disposição filosófica fundamentada na rejeição do Criador.

"Porque as Suas Coisas Invisíveis, desde a criação do mundo, tanto o Seu Eterno Poder, como a Sua Divindade, se entendem, e claramente se vêem, pelas coisas que estão criadas, para que eles fiquem inexcusáveis"

Romanos 1:20


Vêr também:

1. Como é que o polvo imitador adquiriu as suas extraordinárias capacidades?

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