Um ateu passa por um cristão e grita "Jesus é uma mentira!. Depois passa por um judeu e volta a gritar "Deus é uma mentira!". Depois disto, ele passa por um muçulmano e diz "Muito bom dia para si."
Evidências que suportam a Bíblia e refutam a Teoria da Evolução
Um estudo de cientistas europeus usou software de posicionamento global (GPS) para confirmar o mito de que as pessoas acabam por andar em círculos, por muito que queiram caminhar em frente.O trabalho foi realizado por investigadores do Instituto Max Planck para Cibernética Biológica, da Alemanha, e publicado na edição de hoje da revista Current Biology. "O que descobrimos é que as pessoas andam realmente em círculos", afirmou o principal autor da investigação, Jan Souman.
O estudo de nove pessoas a caminhar no deserto e numa floresta mostraram que todos tendiam a andar em círculos e/ou a desviar-se de uma linha recta quando nada tinham para os guiar, explicou.
No deserto, foi dito a duas pessoas para caminharem sempre a direito durante o dia. Neste caso, embora nenhum tenha percorrido um círculo completo, ambos se desviaram de uma linha recta. Outro voluntário caminhou durante a noite, em fase de lua cheia, mas desviou-se várias vezes sempre que o luar era tapado por nuvens e acabou a dirigir-se ao ponto de partida.
Noutro teste, seis estudantes foram levados para uma floresta grande e plana, tendo-lhes sido pedido para caminharem em linha recta. Quatro deles fizeram o percurso sob céu nublado, com o sol encoberto por árvores ou nuvens. Todos acabaram por andar em círculos apesar de pensarem que seguiam em frente.
Os outros dois conseguiram andar relativamente a direito, mas porque havia sol, justifica Souman. "As pessoas que caminhavam em círculos na floresta não conseguiam ver o sol", afirmou.
Todos os nove foram seguidos com GPS, tendo as suas rotas sido mapeadas digitalmente. Como os do deserto, os que caminharam na floresta conseguiram manter-se em linha mais recta quando havia sol descoberto.
Todavia, com uma venda nos olhos e tampões nos ouvidos, "as pessoas fazem todo o tipo de coisas", segundo o autor. "Fazem em círculos ou ziguezagues e é realmente difícil encontrar um denominador comum", realça.
Quanto ao motivo da realização dos estudos, Souman explicou que estes resultados, juntamente com os de futuros testes, servirão para compreender como é que o cérebro humano se serve dos estímulos sensoriais, desde a visão à audição, para ajudar à orientação.
Durante o decurso do Processo EvolutivoTM (milhões de anos e tal) houve mutações entre os seres humanos. Uma mutação gerou pessoas que andam sempre em frente, e outra gerou pessoas que andam em círculos. As pessoas que tendiam a andar em linha recta foram eliminadas pela selecção natural o que causou que o gene de "andar em círculos" se tornasse dominante.
Isto, claro está, aleatoriamente e sem força inteligente por trás dela.
Se não gostas desta Explicação CientíficaTM então deves ser um criacionista que odeia a CienciaTM.
* A evolução é um facto porque os verdadeiros cientistas dizem que é. Só são verdadeiros cientistas aqueles que dizem que a evolução é um facto!
Ora vejam então como a teoria da evolução é fácil de..."explicar":
Todos os vertebrados descendem de uma só espécie marinha que viveu há 500 milhões de anos. Os paleontólogos não sabem, ainda, muito sobre esta espécie mas, tal como os seus descendentes, apresentavam músculos segmentados e um sofisticado sistema imunitário inato.E pronto. Não se preocupem com coisas como "será que a Terra tem mesmo milhões de anos?" e.... "existe de facto alguma evidência para a evolução de um animal marinho para um terrestre?". Basta dizer:Com o passar dos anos ocorreram surpreendentes inovações, como as múltiplas cavidades coronárias, ossos, dentes, um esqueleto interno, e uma espécie de primatas, o Homo Sapiens, que conseguiu produzir uma linguagem sofisticada, cultura e tecnologia.
Há [inserir milhões de anos] atrás, o [inserir forma de vida] vivia tranquilamente no [inserir localização geográfica (de preferência bem longe)] quando decidiu que era hora de evoluir. Sim, ela decidiu isso por si mesma. Começou por si mesmo a arranjar o seu próprio corpo de modo a evoluir, e por sorte, as mutações apareceram na hora certa e no local certo. Também por sorte essas mutações foram todas benéficas e sem efeitos secundários. Passados alguns milhões de anos, aqui estamos nós.É isto que passa por "ciência" hoje em dia? Com "estórias " como estas, a teoria da evolução está a dar um mau nome à ciência.
Quando em Novembro próximo oferecermos a estudantes universitários 170,000 cópias do livro A Origem das Espécies , eu quero que cada um dos 170 mil estudantes leia o livro todo e não só a Introdução. Eu quero que eles leiam o livro Origem das Espécies minuciosamente.
Quando eu li o livro eu fiquei impressionado com o brilhantismo de Charles Darwin. Se ele fosse vivo, estou certo que ele faria parte dos criativos da Disney, ou faria uma fortuna como um dos roteiristas [eng: screenwriter] dos filmens de ficção científica.
Entre muitas outras coisas, Darwin reparou que os ursos pretos nadam durante horas com a boca aberta, apanhando insectos na água. Ele acreditava que, se eles mantivessem a sua boca aberta o dia todo, todos os dias (durante um longo período de tempo), eles adquiririam "bocas cada vez mais largas até quem uma criatura tão monstruosa como a baleia fosse produzida".
Os estudantes vão poder ler a sua explicação para o facto de não haver evidências empíricas para a sua teoria - que todas as variedades "intermédias desapareceram - tal como as placas douradas do Mormonismo, que supostamente foram entregues ao Joseph Smith pelo anjo Moroni, "desapareceram". Há uma diferença fundamental entre as placas douradas e as variedades intermédias. Os mórmones afirmam que só duas placas douradas desapareceram. Darwin disse que milhões de fósseis (aos quais ele chama de "inumeráveis") se encontram desaparecidos.
Passados 150 anos, os "elos perdidos" ainda se encontram perdidos.
Os estudantes podem ler como a cauda da girafa evoluiu do modo a poder afugentar as moscas. Pensem nos milhões de anos o pobre animal teve que sofrer antes da cauda ter evoluído.
Eles podem também ler como Darwin se questionava se o abutre não ficou calvo (durante os milhões de anos) devido ao facto de constantemente pôr a sua cabeça na carne podre. Darwin aconselhou, no entanto, alguma cautela porque "a cabeça do peru, que come comida limpa, também é calva". Os estudantes podem também reparar que milhões de homens são calvos e duvidar que tal se deve porque os seus ascendentes esfregavam as suas cabeças na carne em decomposição.
No livro de Darwin, nada é tal como Deus as criou. Deus não só não criou a cauda da girafa de modo a esta afugentar as moscas, como também não criou o abutre e o peru com uma cabeça calva. Em vez disso, toda a criação evoluiu milagrosamente -- partindo da boca do urso até a cauda da girafa, tudo evoluiu. Curiosamente, e após milhões e milhões de anos de redundância, tudo atingiu o estado de maturidade precisamente nos nossos dias.
Abram alas, J. R. R. Tolkien, Arthur C. Clark e J. K. Rowling! Estes três escritores juntos não se comparam com Charles Darwin. A maior parte dos fãs dos três escritores mencionados nas linhas de cima sabem que os seus escritos são fantasia, mas os fiéis discípulos de Darwin não sabem o mesmo em relação aos seus escritos.
O urso preto foi visto por Hearne a nadar durante horas a fio com a boca completamente aberta capturando insectos na água. Mesmo num caso extremo como este, se o suplimento de insectos fosse constante e se competidores melhor adaptados não existissem já, não vejo dificuldade que numa corrida entre ursos controlada pela selecção natural, eles se tornassem mais e mais aquáticos na sua estrutura e habitat (com bocas cada vez maiores) até que fosse produzida uma criatura tão monstruosa como a baleia (On the Origin of Species (1859), original edition, p. 184) ”
Apesar deste mito ter sido removido das edições que se seguiram, Darwin afirmou uma coisa interessante:
Eu ainda mantenho que não há dificuldade especial na boca do urso ser aumentada de forma útil para os seus variantes habitats ("More Letters of Charles Darwin," 1903, page 162)Reparem que nesta frase Darwin apenas fala no aumento da boca do urso de forma a que o mesmo a possa usar nos seus habitat. Ou seja, o Darwin deu uns passos atrás e afirmou uma coisa que ninguém se opõe. No entanto, se comparem a segunda frase com a primeira, notam imediatamente que o que ele disse na primeira é fundamentalmente distinto do que está na segunda. Enquanto que na primeira ele diz que um urso evoluiu para baleia, na segunda ele apenas afirma que a boca do urso pode mudar, coisa que ninguém duvida.
Este tipo de semântica ainda é usado pelos contemporâneos descendentes de Darwin como forma de esconder o falhanço da sua interpretação das evidências. Como não existem dados que confirmem a grandiosa história evolutiva (que todos os sistemas biológicos são o resultado de forças não-inteligentes), os evolucionistas limitam-se a usar eventos não controversos como evidências exclusivas para a sua mitologia.
Eu não sei quem foram ao certo as pessoas que "forçaram" Darwin a remover a primeira frase do seu livro, mas estou certo que devem ter sido os cientistas da altura, os mesmos que supostamente aceitaram a teoria mal ela foi publicada.
Não se esqueçam: o paradigma que presentemente controla os biólogos evolucionistas foi inicialmente promulgado pelo mesmo homem que acreditava que ursos evoluiram para baleias.
Isso, sim, seria um milagre.