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sexta-feira, fevereiro 18, 2011

LifeSiteNews está sob ameaça de fechar por causa de processo de 500 mil dólares

É com grande preocupação que temos de informar aos nossos leitores que LifeSiteNews (LSN) do Canadá está sofrendo um processo legal — por incrível que pareça, o autor do processo é um padre! (LifeSiteNews é a organização mãe de Notícias Pró-Família em português.)
Os leitores habituais de LifeSiteNews não precisam de apresentação para o Pe. Raymond Gravel — ele é o padre de Quebec e ex-membro do Parlamento do Canadá que, conforme mostrou nossa reportagem, disse numa entrevista de rádio de 2004: “Sou pró-escolha* e não há bispo na terra que me impedirá de receber a Eucaristia, nem mesmo o Papa”.
Então, em 2008, ele defendeu a condecoração canadense mais elevada ao “pai do aborto” do Canadá — o arqui-aborteiro Henry Morgentaler! Durante sua carreira política ele era classificado como “pró-aborto” pela ala política do movimento pró-vida. Ele também criticava de forma frequente e pública os ensinos da Igreja Católica sobre a homossexualidade e o aborto.
Ainda que as reportagens de LifeSiteNews tenham de forma decisiva mostrado o que o próprio Pe. Gravel disse publicamente, ele está nos processando por difamação. Entre outras coisas, ele argumenta que não é pró-aborto, mas ele disse no passado que é “pró-escolha”*.
Ele está exigindo 500 mil dólares em indenização — que, por coincidência, é o orçamento de um ano inteiro para nós. Isso levaria LifeSiteNews à falência!
Você nos apoiará nesta ocasião em que estamos lutando contra esse processo?
Já é difícil LifeSiteNews sobreviver financeiramente, até mesmo quando a época está favorável. Mas com a recessão econômica ficou mais difícil do que nunca. Lutar contra esse processo acrescenta um peso financeiro extra potencialmente muito grande e atualmente impossível.
Em LSN dependemos completamente da Providência Divina; temos geralmente apenas o suficiente em nossa conta bancária para passar até a nossa próxima campanha trimestral de arrecadação de fundos (quando temos!). Nós simplesmente não temos dinheiro para gastar em honorários legais potencialmente impeditivos.
Esse processo também chega ao mesmo tempo em que ataques contra os direitos de liberdade de expressão de cidadãos e meios de comunicação pró-vida, pró-família e cristãos estão aumentando em todo o Ocidente.
É virtualmente importante que LifeSiteNews ganhe esse caso — não só por amor a LifeSiteNews, mas também por amor a todo o movimento pró-vida. Nós simplesmente não podemos deixar os oponentes da vida e família fecharem umas das poucas vozes que sustentam o direito à vida e a santidade do casamento e da família.
O próprio fato de que o Pe. Gravel sente que tem de processar LSN é evidência absoluta de quanto LSN é necessário. Escrevendo sobre LifeSiteNews.com em Le Devoir em 20 de abril de 2009, o Pe. Gravel disse que quando seu bispo recebeu uma carta do Vaticano “que me forçou a me aposentar da vida pública”, anexado à carta “estava um arquivo quase que exclusivamente em inglês composto de comentários negativos sobre mim… que vieram daqueles meios de comunicação ultraconservadores”. Ele até se queixou de LifeSiteNews durante um discurso na tribuna da Câmara dos Deputados!
E então, mais recentemente, o Pe. Gravel foi removido de uma posição como catequista chefe de sua diocese. Em sua ação legal, o Pe. Gravel indica que os artigos de LSN fizeram com que ele perdesse essa responsabilidade.
Apesar do fato de que LSN deixou claro que não desejávamos nenhum mal ao Pe. Gravel, e que, aliás, estamos preocupados com seu bem-estar, ele lançou uma ação legal que poderia de forma grave e até permanente atrapalhar nosso trabalho de salvar a vida e a cultura.
Nossa equipe já está tendo de dedicar o trabalho de vários dias completos para responder às acusações dele — e isso antes mesmo que o caso tivesse realmente começado. A primeira audiência preliminar é nesta quinta-feira em Joliette, Quebec.
Embora a estupenda Sociedade Thomas More de Chicago tenha se oferecido para nos ajudar nesse caso, há muito pouco que eles possam fazer. O caso terá de ser lutado nos tribunais de Quebec, e a Sociedade Thomas More é uma organização com sede nos EUA.
Portanto, somos forçados a contratar assistência legal profissional do Canadá. E como qualquer um que sabe a primeira coisa sobre processos legais, honorários legais podem subir… rápido.
Nesse momento difícil, temos mais uma vez de recorrer aos nossos apoiadores sempre fiéis. O único jeito de podermos resistir a esse ataque é com sua ajuda.
Estamos confiantes com relação à veracidade e profissionalismo de nossa reportagem nesse assunto e estamos determinados a lutar e ganhar contra esse processo injusto. Você se unirá a nós?
Você também apelará par que outros que conhecem você nos ajudem neste momento de necessidade extra especial?
Por favor, considere fazer uma doação. E então — divulgue essa mensagem.
* Nota do tradutor: “Pró-escolha” se refere ao apoio que se dá para uma mulher destruir, por meio do aborto legal, a vida do seu bebê em gestação.
Traduzido por Julio Severo: www.juliosevero.com
Copyright © LifeSiteNews.com. Este texto está sob a licença de Creative Commons Attribution-No Derivatives. Você pode republicar este artigo ou partes dele sem solicitar permissão, contanto que o conteúdo não seja alterado e seja claramente atribuído a “Notícias Pró-Família”. Qualquer site que publique textos completos ou grandes partes de artigos de Notícias Pró-Família ou LifeSiteNews.com em português tem a obrigação adicional de incluir um link ativo para “NoticiasProFamilia.blogspot.com”. O link não é exigido para citações. A republicação de artigos de Notícias Pró-Família ou LifeSiteNews.com que são originários de outras fontes está sujeita às condições dessas fontes.

segunda-feira, fevereiro 14, 2011

"Casamento" culturalmente marxista

Clique no seguinte link:

Para vêr mais posts sobre o Aborto, o Homossexualismo, o Islão, fica o meu contacto do Twitter.

Estudo indica que 75% dos homossexuais sexualmente ativos são portadores do Vírus do Papiloma Humano

A homofobia da Medicina

Matthew Cullinan Hoffman
BARCELONA, Espanha, 2 de dezembro de 2010 (Notícias Pró-Família) — Resultados preliminares de um estudo espanhol de homossexuais sexualmente ativos indicam que setenta e cinco por cento são portadores do vírus do Papiloma Humano (HPV), de acordo com um relatório da Europa Press.
O estudo, que está buscando seguir homossexuais sexualmente ativos que normalmente usam camisinhas, até agora seguiu 40 participantes do estudo durante um período de vários meses, e chegou a um número preliminar de 75 por cento de infecção do HPV.
A estatística é mais que duas vezes a média para os jovens espanhóis, de acordo com a Europa Press, que relata que 30 por cento são portadores do HPV.
Acredita-se que o Vírus do Papiloma Humano, que surge em centenas de variedades, causa câncer no colo de útero nas mulheres e câncer no pênis dos homens. É também um marcador para o risco de contrair o Vírus da Imunodeficiência Humana (conhecido como HIV), o vírus que se crê provoca a AIDS.
Conforme LifeSiteNews noticiou anteriormente, homossexuais sexualmente ativos têm muito mais probabilidade de contrair uma variedade de doenças debilitantes, inclusive a AIDS, hepatite, sífilis e infecções estafilococas. O elevado nível de doenças infecciosas entre homossexuais tem relação com elevados níveis de promiscuidade sexual. Os homossexuais têm um número estimado de parceiros sexuais a vida inteira estendendo-se às centenas, de acordo com alguns estudos.
O elevado índice de infecção do HIV entre homossexuais levou o Departamento de Saúde e Serviços Humanos dos EUA a proibir a doação de sangue proveniente de homens que têm cometido sodomia com homens depois de 1977.
Traduzido por Julio Severo: www.juliosevero.com

sábado, fevereiro 12, 2011

ONU legaliza pornografia infantil e prostituição

Como seria de esperar, os grupos que supostamente estavam "horrorizados" com a pedofilia dentro das igrejas (feita na sua maioria por homossexuais) estão totalmente silenciosos com os avanços que a ONU faz em torno de tornar as crianças em objectos sexuais.

Judith Reisman
Considere a recente reportagem da WND sobre recente abertura, na Escócia, da pornografia de internet para as crianças nas escolas, durante o horário de almoço, graças à Convenção dos Direitos da Criança da ONU, atualmente não-ratificada pelos reprimidos EUA.
Os “direitos da criança” da ONU incluem o condicionamento das crianças à prostituição e pornografia “consensual” e o “direito” de ser usada por qualquer canalha que elas “escolham.” Os pais que protestarem correm o risco de serem presos ou tachados de loucos.
Embora a Convenção dos Direitos da Criança da ONU, de 2010, evite a linguagem incendiária dos últimos anos, empregam-se os mesmos dispositivos de comercialização sexual de crianças.
“Artigo 1 (Definição de criança): A Convenção define ‘criança’ como uma pessoa abaixo da idade de 18 anos, a menos que as leis de um país em particular estabeleçam uma idade legal adulta inferior a essa”. Isso permite deliberadamente que qualquer idade seja redefinida como adulta.
Tradução: Países com prostituição ou pornografia legais e “idade adulta” inferior podem comercializar prostituição/pornografia infantil. Os autores dos “direitos” sabem que a idade adulta pode se tornar qualquer idade, dependendo da idade do(s) parceiro(s). A idade de consentimento da Espanha hoje é de 13 anos, a pornografia legal e a prostituição legal, na prática.
O artigo 17 diz: “(Acesso a informação; mídia de massa): As crianças têm o direito de obter informações que sejam importantes para sua saúde e bem-estar…”
Muito material internacional pornográfico e material fraudulento da Federação Internacional de Planejamento Familiar [a maior rede mundial de abortos] travestido de educação sexual e prevenção à AIDS é considerado bom para a “saúde e bem-estar” das crianças. Da mesma forma, “livros para crianças” mentem e violam sexualmente a criança leitora.
O Artigo 13 é a lei de acesso à pornografia: “A criança terá o direito à liberdade de expressão… a receber e compartilhar informação e ideias de todos os tipos, independentemente de fronteiras, seja oralmente, por escrito ou por via impressa, na forma de arte ou através de qualquer outra mídia da escolha da criança.”
Então, um educador pedófilo escocês organiza o acesso a “todas” as mídias para qualquer idade, de 1 a 18 anos. Livre “expressão... independentemente de fronteiras, seja oralmente, por escrito ou por via impressa, na forma de arte ou através de qualquer outra mídia da escolha da criança” é uma escolha da criança.
O artigo 15 às crianças de qualquer idade a “liberdade de associação e reunião pacífica. Nenhuma restrição pode ser colocada no exercício desses direitos” se eles forem legais e não violarem a segurança pública, etc. É ilegal aos pais impedirem as crianças de más ações, etc. Bilhões podem ser ganhos por meio destes artigos “de proteção” à criança.
Artigo 16: autoriza a prisão dos pais que interferirem nas atividades de um cafetão, pois as crianças estão protegidas contra “toda interferência arbitrária ou ilegal em sua privacidade… honra ou reputação.”
O artigo 24 prevê os serviços e a educação sobre o planejamento familiar como “serviço de saúde,” “abolindo práticas tradicionais prejudiciais à saúde das crianças.”
Tradução: a contracepção infantil, vacinação compulsória contra doenças venéreas e aborto como “proteções” infantis em documentos internacionais de assistência.
Nenhum dos “direitos” identifica imagens sexuais explícitas como “materiais que poderiam prejudicar as crianças.”
Por que será que os que trabalham para o UNICEF são sempre pintados como mocinhos? Na edição de primavera de 1991 do Journal of Pedophilia [Revista de Pedofilia], o autor lamenta o diretor belga do UNICEF tenha sido condenado pelo estupro, tortura, prostituição e pornografia na área de laboratórios da ONU que fica no subsolo da ONU. Os pedófilos protestaram, alegando que “Desde o caso Dutroux [UNICEF] na Bélgica, a televisão e os jornais estão cheios de notícias sobre pedofilia de um modo pejorativo e negativo.”
Puxa, não os jornais americanos. Embora a condenação de um notório grupo de pedófilos que regularmente abusava sexualmente de crianças no porão do escritório central do UNICEF seja de interesse significativo para os americanos, nem o UNICEF nem a imprensa americana acharam isso uma notícia digna de se noticiar, protegendo a imagem e a renda da UNICEF.
O UNICEF fornece nutrição básica, água potável, serviço sanitário, serviços emergenciais e instrução fundamental. Entretanto, os “direitos sexuais das crianças” do UNICEF significam que a raposa está guardando o galinheiro e comendo bem.
A Dra. Judith Reisman trabalhava como especialista em abuso sexual infantil e crimes envolvendo pornografia a serviço do Departamento de Justiça, Justiça Juvenil e Prevenção da Delinquência dos Estados Unidos, e autora de vários livros, o mais novo dos quais é: “Sexual Sabotage: How One Mad Scientist Unleashed a Plague of Corruption and Contagion on America.” [Sabotagem sexual: como um cientista louco desencadeou uma praga de corrupção e contágio na América]. Mais informações estão disponíveis no seu site.
Artigo original: WND.
Tradução do blog DEXTRA, feita por recomendação e a pedido de Julio Severo.
Divulgação: www.juliosevero.com

sexta-feira, fevereiro 11, 2011

Militante ateu defendeu inocência de pedófilo

Como sempre acontece, os militantes ateus só se importam com a pedofilia quando esta é feita por homossexuais dentro das igrejas. Quando os mesmos homossexuais abusam crianças fora das igrejas, então os militantes ateus já não tem problemas com isso.

Por isso é que desde o princípio se viu que toda a indignação contra os abusos a crianças católicas por parte de padres homossexuais era uma fachada. Os militantes não se preocupam com as crianças; eles usam-nas como forma de atacar o Cristianismo.



Asa Heuser, ativista do ateísmo que está envolvida nos principais movimentos de ateísmo e secularismo em nosso país, em movimentos como o UNA, a Liga Humanista Secular, a Atea, entre outros, e que em 2009 foi desmascarada aqui neste blog por ter se amasiado com um pedófilo, mas que até ali não havia sido formalmente condenado, e por ter se simulado luterana para seu marido auferir clientela como veterinário, conforme reportagem da Veja, defendeu a inocência do pedófilo Haroldo Galves, mesmo depois de sua condenação em primeira instância.

Neste print abaixo, retirado tempos atrás de uma comunidade do orkut contra a pedofilia, Asa Heuser defende a inocência de Haroldo Galves, que acabou tendo sua condenação confirmada semana passada pelo crime de pornografia infantil:


clique para ampliar

Se a situação de Asa já era ruim, piorou agora que Haroldo teve sua pena confirmada e publicada no site do Tribunal de Justiça. Asa está envolvida até o pescoço com o movimento ateu, e sua conduta no orkut simplesmente a desmoraliza não somente enquanto pessoa - que não é o objetivo deste blogueiro - mas a desmoraliza enquanto líder de movimentos ateus, contra o que devemos resistir bravamente, e cujo intuito é tão somente destruir os fundamentos cristãos de nossa sociedade e substituí-los por uma volúvel moral secular.

Esses líderes ateus gostam muito de condenar a pedofilia da seita do Vaticano II, mas não olham para seu próprio umbigo.

É importante divulgar esta postagem a fim de demonstrar como o movimento ateu não desfruta de qualquer idoneidade e credibilidade, já que suas lideranças se envolvem sentimentalmente com pedófilos, defendendo-os descaradamente, sem o menor pudor.

quarta-feira, fevereiro 09, 2011

O monstro conhecido como Kinsey

Mais um ídolo dos esquerdistas exposto como uma pessoa cruel e maligna.

Joseph Farah
Há quase quarenta anos, os EUA ficaram chocados com a notícia de que pesquisadores recrutaram centenas de agricultores negros com sífilis, prometendo a eles comida de graça, consultas médicas gratuitas e enterros gratuitos, mas sem lhes contar que eles tinham a doença sexualmente transmissível e sem tratá-los dela.

E há apenas duas semanas atrás, tanto Barack Obama quanto Hillary Clinton se desculparam em nome do governo americano por “experiências científicas” durante a década de 1940, quando centenas de pessoas na Guatemala foram intencionalmente infectadas com sífilis.

Elas foram todas usadas como cobaias humanas para rastrear a linha de progressão natural da doença.
Será que os EUA ficarão igualmente chocados em saber que um dos mais famosos e influentes pesquisadores da história moderna conduziu e patrocinou experiências com centenas de crianças novas, até bebês, que incluíam estupros? Parece inacreditável demais para ser verdade. Entretanto, está completamente documentado — e agora, uma sobrevivente idosa deste horror apareceu para contar sua história.
Em uma série de reportagens-denúncia sendo publicadas agora na WND, “Esther White,” pseudônimo de uma mulher agora na faixa dos 70 anos e vivendo na Califórnia, conta como, quando ela tinha 7 anos, o celebrado pesquisador sexual Alfred Kinsey encorajou seu pai — chegando a pagá-lo — para estuprá-la frequentemente em busca de “dados” que pudessem ser usados em seus best-sellers internacionais, “Sexual Behavior of the Human Male” [Comportamento Sexual no Macho Humano] e “Sexual Behavior in the Human Female” ]Comportamento Sexual na Fêmea Humana]
Embora o Instituto Kinsey tenha assegurado que a pesquisa usada nessas obras tenha sido elaborada a partir de entrevistas com pedófilos a respeito de suas atividades passadas, a nova acusação de uma vítima das experiências aterrorizantes de Kinsey revela que ele esteve ativamente envolvido na prática de crimes horríveis e monstruosos contra crianças — crimes que até hoje são um trauma constante nos que ainda estão vivos.
Esses crimes já seriam bastante chocantes se tivessem ocorrido em um vácuo social. Mas não. A pesquisa de Kinsey moldou em grande parte as concepções dos EUA a respeito de sexo desde que sua obra foi publicada, décadas atrás. Foi a fagulha que desencadeou a revolução da década de 1960, levando ao aborto a pedido, à agenda radical feminista, ao relaxamento das restrições contra a pornografia, às modernas leis de divórcio e às reivindicações homossexuais por parte do assim chamado movimento por “direitos gays”, que estão redefinindo radicalmente o casamento, a mais velha instituição no planeta.
Foi esta “pesquisa” bárbara há uma geração atrás que levou diretamente à violência sexual contra uma nova geração nas salas de aula das escolas públicas de todos os EUA, hoje em dia, nas quais a inocência é estilhaçada com aulas sobre como praticar sexo oral, a sodomia e o coito sem a mais leve preocupação com o impacto social, emocional e psicológico sobre as crianças pequenas.
Quase 70 anos após ter sido estuprada repetidas vezes por seu próprio pai sob as ordens de Kinsey, a vítima está desabafando, na esperança de levar o Congresso a investigar as “pesquisa” de Kinsey.
Não importa o ângulo sob o qual sejam encarados, os crimes de Kinsey foram mais graves e tiverem maior impacto sobre nossa sociedade do que qualquer coisa que ocorreu nas chocantes experiências de sífilis entre negros de Tuskegee.
O que Kinsey perpetrou foi a tortura de crianças — até de bebês.
Essas vítimas merecem ser ouvidas com muita atenção. É hora de uma nação que trocou suas opiniões sobre a moralidade sexual em grande parte devido às mentiras de Kinsey fazer um reexame rigoroso de sua metodologia e sua agenda bizarra.
Esse homem não foi um pesquisador. Ele foi um monstro.
A vítima nas matérias da WND — cujos estupros em série foram tratados como “pesquisa” por Kinsey e sua equipe — descreve o mais famoso cientista sexual da história como “louco,” “malévolo” e “encarnação de Satanás.”
Confirmando que seu pai e seu avô foram pagos por Kinsey e que Kinsey estava perfeitamente ciente do que estava sendo feito com ela, a vítima, hoje idosa, descreve como seu pai chegou a usar um cronômetro enquanto abusava sexualmente dela e também filmou algumas das sessões e mandou os vídeos caseiros para Kinsey. Ela também presenciou Kinsey entregando um cheque a seu avô.
“Eu acho que as experiências feitas com financiamento do governo são um problema que continua,” diz a vítima à WND. “Foi o que ocorreu com Kinsey. Experiências científicas. Eles não se importavam com as pessoas, eles se importavam somente com as estatísticas.”
Ajude a divulgar esses fatos — antes que mais crianças sejam vítimas da “pesquisa” de Kinsey.
Joseph Farah é fundador, editor e diretor de WND e colunista filiado ao Creators Syndicate. Ele é autor ou co-autor de 13 livros, incluindo o seu mais recente, “The Tea Party Manifesto: A Vision for an American Rebirth” [O Manifesto do Movimento Tea Party: Visão de um Renascimento Americano] e seu clássico, “Taking America Back: A Radical Plan to Revive Freedom, Morality and Justice” [Resgatando os EUA: Um Plano Radical para Reviver a Liberdade, a Moralidade e a Justiça] agora em sua terceira edição e com 14 reimpressões. Farah é ex-editor do lendário Sacramento Union e outros dos maiores jornais diários no mercado.
Artigo original: WND.
Tradução do blog DEXTRA, feita por recomendação e a pedido de Julio Severo.
Divulgação: www.juliosevero.com

segunda-feira, fevereiro 07, 2011

Olavo: Segundo a História, só o Cristianismo combateu a pedofilia

Olavo de Carvalho

O Globo, 27 de abril de 2002

Na Grécia e no Império Romano, o uso de menores para a satisfação sexual de adultos foi um costume tolerado e até prezado. Na China, castrar meninos para vendê-los a ricos pederastas foi um comércio legítimo durante milênios. No mundo islâmico, a rígida moral que ordena as relações entre homens e mulheres foi não raro compensada pela tolerância para com a pedofilia homossexual. Em alguns países isso durou até pelo menos o começo do século XX, fazendo da Argélia, por exemplo, um jardim das delícias para os viajantes depravados (leiam as memórias de André Gide, “Si le grain ne meurt”).

Por toda parte onde a prática da pedofilia recuou, foi a influência do cristianismo — e praticamente ela só — que libertou as crianças desse jugo temível.

Mas isso teve um preço. É como se uma corrente subterrânea de ódio e ressentimento atravessasse dois milênios de história, aguardando o momento da vingança. Esse momento chegou.

O movimento de indução à pedofilia começa quando Sigmund Freud cria uma versão caricaturalmente erotizada dos primeiros anos da vida humana, versão que com a maior facilidade é absorvida pela cultura do século. Desde então a vida familiar surge cada vez mais, no imaginário ocidental, como uma panela-de-pressão de desejos recalcados. No cinema e na literatura, as crianças parecem que nada mais têm a fazer do que espionar a vida sexual de seus pais pelo buraco da fechadura ou entregar-se elas próprias aos mais assombrosos jogos eróticos.

O potencial politicamente explosivo da idéia é logo aproveitado por Wilhelm Reich, psiquiatra comunista que organiza na Alemanha um movimento pela “libertação sexual da juventude”, depois transferido para os EUA, onde virá a constituir talvez a principal idéia-força das rebeliões de estudantes na década de 60.

Enquanto isso, o Relatório Kinsey, que hoje sabemos ter sido uma fraude em toda a linha, demole a imagem de respeitabilidade dos pais, mostrando-os às novas gerações como hipócritas sexualmente doentes ou libertinos enrustidos.

O advento da pílula e da camisinha, que os governos passam a distribuir alegremente nas escolas, soa como o toque de liberação geral do erotismo infanto-juvenil. Desde então a erotização da infância e da adolescência se expande dos círculos acadêmicos e literários para a cultura das classes média e baixa, por meio de uma infinidade de filmes, programas de TV, “grupos de encontro”, cursos de aconselhamento familiar, anúncios, o diabo. A educação sexual nas escolas torna-se uma indução direta de crianças e jovens à prática de tudo o que viram no cinema e na TV.

Mas até aí a legitimação da pedofilia aparece apenas insinuada, de contrabando no meio de reivindicações gerais que a envolvem como conseqüência implícita.

Em 1981, no entanto, a “Time” noticia que argumentos pró-pedofilia estão ganhando popularidade entre conselheiros sexuais. Larry Constantine, um terapeuta de família, proclama que as crianças “têm o direito de expressar-se sexualmente, o que significa que podem ter ou não ter contatos sexuais com pessoas mais velhas”. Um dos autores do Relatório Kinsey, Wardell Pomeroy, pontifica que o incesto “pode às vezes ser benéfico”.

A pretexto de combater a discriminação, representantes do movimento gay são autorizados a ensinar nas escolas infantis os benefícios da prática homossexual. Quem quer que se oponha a eles é estigmatizado, perseguido, demitido. Num livro elogiado por J. Elders, ex-ministro da Saúde dos EUA (surgeon general — aquele mesmo que faz advertências apocalípticas contra os cigarros), a jornalista Judith Levine afirma que os pedófilos são inofensivos e que a relação sexual de um menino com um sacerdote pode ser até uma coisa benéfica. Perigosos mesmo, diz Levine, são os pais, que projetam “seus medos e seu próprio desejo de carne infantil no mítico molestador de crianças”.

Organizações feministas ajudam a desarmar as crianças contra os pedófilos e armá-las contra a família, divulgando a teoria monstruosa de um psiquiatra argentino segundo a qual pelo menos uma entre cada quatro meninas é estuprada pelo próprio pai.

A consagração mais alta da pedofilia vem num número de 1998 do “Psychological Bulletin”, órgão da American Psychological Association. A revista afirma que abusos sexuais na infância “não causam dano intenso de maneira pervasiva”, e ainda recomenda que o termo pedofilia, “carregado de conotações negativas”, seja trocado para “intimidade intergeracional”.

Seria impensável que tão vasta revolução mental, alastrando-se por toda a sociedade, poupasse miraculosamente uma parte especial do público: os padres e seminaristas. No caso destes somou-se à pressão de fora um estímulo especial, bem calculado para agir desde dentro. Num livro recente, “Goodbye, good men”, o repórter americano Michael S. Rose mostra que há três décadas organizações gays dos EUA vêm colocando gente sua nos departamentos de psicologia dos seminários para dificultar a entrada de postulantes vocacionalmente dotados e forçar o ingresso maciço de homossexuais no clero. Nos principais seminários a propaganda do homossexualismo tornou-se ostensiva e estudantes heterossexuais foram forçados por seus superiores a submeter-se a condutas homossexuais.

Acuados e sabotados, confundidos e induzidos, é fatal mais dia menos dia muitos padres e seminaristas acabem cedendo à geral gandaia infanto-juvenil. E, quando isso acontece, todos os porta-vozes da moderna cultura “liberada”, todo o establishment “progressista”, toda a mídia “avançada”, todas as forças, enfim, que ao longo de cem anos foram despojando as crianças da aura protetora do cristianismo para entregá-las à cobiça de adultos perversos, repentinamente se rejubilam, porque encontraram um inocente sobre o qual lançar suas culpas. Cem anos de cultura pedófila, de repente, estão absolvidos, limpos, resgatados ante o Altíssimo: o único culpado de tudo é... o celibato clerical! A cristandade vai agora pagar por todo o mal que ela os impediu de fazer.

Não tenham dúvida: a Igreja é acusada e humilhada porque está inocente. Seus detratores a acusam porque são eles próprios os culpados. Nunca a teoria de René Girard, da perseguição ao bode expiatório como expediente para a restauração da unidade ilusória de uma coletividade em crise, encontrou confirmação tão patente, tão óbvia, tão universal e simultânea.

Quem quer que não perceba isso, neste momento, está divorciado da sua própria consciência. Tem olhos mas não vê, tem ouvidos mas não ouve.

Mas a própria Igreja, se em vez de denunciar seus atacantes preferir curvar-se ante eles num grotesco ato de contrição, sacrificando pro forma uns quantos padres pedófilos para não ter de enfrentar as forças que os injetaram nela como um vírus, terá feito sua escolha mais desastrosa dos últimos dois milênios.

sábado, fevereiro 05, 2011

sexta-feira, fevereiro 04, 2011

Novo Blog: Homossexualismo

Foi feito um novo blog cuja temática será o activismo e a agenda do movimento homossexual.

http://ohomossexualismo.blogspot.com/

quinta-feira, fevereiro 03, 2011

Morte de homossexual ugandês atribuida ao "discurso ódio" de evangélicos

É-nos informado:
A morte de Kato está a ser associada às palavras de ódio por parte de evangélicos Americanos uma vez que estes lutaram publicamente contra a homossexualidade e os direitos dos homossexuais.
Ainda não foi bem esclarecido quais são os "direitos" de quem resolve inserir os seus apêndices reprodutores na parte final do sistema digestivo de outro homem.
Durante os últimos anos, a homofobia alastrou-se por toda a África, mas especialmente no Uganda onde uma controversa lei anti-homossexualidade propôs a pena de morte para alguns homossexuais.
Curioso que os esquerdistas internacionais estejam tão focados no que se passa em África (chegando ao ponto de interferir com as leis locais como forma de avançar com a "preciosa" sodomia) mas estão totalmente imobilizados com os enforcamentos que se verificam nos países islâmicos.

Reparem também que a lei é contra comportamentos e não contra pessoas. Para se vêr a distinção imaginem o seguinte cenário:

Um homem aproxima-se da entrada de um café com um cigarro na mão e tenciona entrar. Quando já está muito próximo da entrada principal um dos funcionários aproxima-se dele e de forma simpática diz-lhe que é proibido fumar enquanto aponta para o sinal "No Smoking". O cliente pede desculpa, apaga o cigarro e depois entra.

O homem era tão fumador antes de entrar tal como o era depois de entrar, mas como a lei está focada num comportamento (fumar) e não naquilo que a pessoa é (fumador), o cliente pôde entrar livremente no café.

O mesmo se passa com as leis que os africanos tem contra a homossexualidade. O seu foco é contra aqueles que exercitam um comportamento que eles consideram nojento e desprezível, e não contra a pessoa que afirma gostar de tais comportamentos.

O que normalmente se passa é que os esquerdistas confundem "rejeição de um comportamento" com a "rejeição da pessoa que exibe preferência por tal comportamento". Eles fazem isto porque ninguém quer ser chamado de "preconceituoso" quando de outras pessoas se trata. Por isso confundem as duas como se fosse a mesma coisa.

Nós podemos ser contra comportamentos sem ser contra a pessoa, mas os esquerdistas não aceitam isso quando se tratam de comportamentos que eles aprovam.

As evidências sugerem que os evangélicos americanos estiveram envolvidos na composição da tal lei. Em Março de 2009 um evangelista com o nome de organizou uma conferência anti-gay em Kampala. Poucos dias depois, David Bahati, um legislador e amigo pessoal de Lively, introduziu a proposta de lei no Parlamento.
O facto de que o desprezo pelo comportamento homossexual ser normal entre os africanos parece ser um dado ignorado pelos esquerdistas. Não era necessário os evangélicos "trazer" desprezo por tal comportamento para África porque os africanos já desprezam-no - mesmo sem influência evangélica. Claro que os esquerdistas europeus não podem atacar de frente os africanos sem perder toda a sua pose de "politicamente correcto", portanto atacam o seu grupo "preferido": os cristãos brancos americanos.

Aparentemente os homofilicos assumem que toda a população mundial considera "normal" o que eles chamam de normal.


terça-feira, fevereiro 01, 2011

Homossexual tenta matar seu parceiro em Praia Grande

Será que a homofobia nunca terá um fim?

Os dois se conheceram em um site de relacionamento na internet e marcaram um encontro, em Praia Grande. O acusado alega ter esperado uma mulher. A vítima, por sua vez, disse que ele sabia de tudo.

O caso começou ainda no final no ano passado, quando os envolvidos se conheceram em uma comunidade virtual, ambos em busca de um parceiro

Entre uma conversa e outra eles resolveram no dia 16 janeiro, domingo, se conhecer pessoalmente, mas algo saiu fora do esperado. A vítima, na casa do acusado, em Praia Grande, foi espancada com um taco de madeira e teve ferimentos profundos na cabeça

Em seguida, o funcionário público, que é homossexual, foi coberto por um lençol branco e colocado no porta-malas do carro do bombeiro, que saiu dirigindo logo em seguida do local.

Em determinado ponto, em uma avenida movimentada da Cidade, o veículo diminuiu a velocidade e o homem conseguiu escapar do automóvel. Ele correu em direção a um restaurante, nas proximidades e foi socorrido até Pronto Socorro da Cidade, onde permaneceu internato até o dia 20.

"Assim que fui notificado do caso, no mesmo dia da alta da vítima, pedi a prisão provisória de cinco dias do acusado para o comandante dos Bombeiros de Cubatão. Ele ficou preso até sair a decisão do juiz, esta semana", explicou o delegado titular do 1º Distrito Policial de Praia Grande, Luis Evandro Medeiros.

O bombeiro, que também é professor de caratê e atleta profissional, responderá Ao processo criminal por tentativa de homicídio em regime fechado, em uma cadeia militar de Santos.


Versões do fato

Ainda segundo o delegado, que investigou o caso por quase uma semana, as versões dos envolvidos são diferentes, mas, ao mesmo tempo, complementares, o que resultou no esclarecimento do inquérito.

Enquanto a vítima diz que o bombeiro sabia de tudo, ele, por sua vez, alega que foi surpreendido ao encontrar um homem em vez de uma mulher, a Gabi – ou Gabriela.

Nos registros da Polícia Civil de Praia Grande, o bombeiro, que prestou depoimento na frente do próprio comandante e de um advogado, disse que as conversas começaram há pouco mais de um mês via Orkut.

Segundo a versão, do outro lado estava uma "loira, de olhos claros e super simpática". Ela identificou-se como Gabi. Após aproximação, marcaram um encontro na casa dele, às 19 horas daquele domingo.

O encontro ocorreu, mas não do jeito que era esperado. Ao entrar pela porta da frente, o bombeiro diz ter levado um susto ao encontrar um outro homem que, pulou contra ele. Como forma de se defender, usou um taco de madeira para contê-lo. Em seguida, diz ter prestado socorro, ao enrolar a vítima em um lençol e colocá-la no porta-malas do carro. No entanto, assumiu também que ao vê-lo saltando do veículo, não correu atrás.

Já o funcionário público, que até então era a Gabi, desmentiu a versão. Disse que desde o começo das conversas virtuais o bombeiro já sabia de tudo e que estava ciente da opção sexual dos dois, que em comum acordo resolveram se encontrar.

Em frente ao Atacadão da Cidade, segundo a vítima, eles se apresentaram pessoalmente. Em seguida, foram em direção à casa do bombeiro, que fica nas proximidades. Quando entraram no imóvel, sem saber explicar, ele foi espancado e enrolado em um lençol para conter os sangramentos na cabeça, que resultaram em cerca de 20 pontos.

Ao perceber que o acusado queria esconder o suposto corpo, o funcionário público conseguiu abrir o porta-malas e fugiu.

Inquérito instaurado

O caso só chegou ao conhecimento das autoridades na região no último dia 20. Foi quando a vítima recebeu alta do hospital e, imediatamente, seguiu para o 1º Distrito Policial de Praia Grande, onde prestou depoimento ao delegado titular, Luis Evandro.

Lá, o servidor disse também ter sido roubado, mas a moto e bens pessoais foram encontrados logo em seguida.

A prisão provisória foi acatada pelo comandante do Corpo de Bombeiros de Cubatão até que as investigações começassem. Em seguida, os fatos foram apurados com as partes, que apresentaram as versões diferentes.

A Promotoria do município, assim como o juiz responsável pelo caso, aceitou a denúncia feita pela polícia e determinou a detenção preventiva do bombeiro, que terá que responder ao processo em cárcere privado.

Ainda durante as investigações, foi constatado que o acusado é atleta oficial da Cidade de Cubatão e que ministra aula de caratê . Além disso, na temporada de verão, ele prestava serviços aos bombeiros. (*)

(*) Mais um registro para a mentirosa contabilidade de episódios de "homofobia". Enquanto lâmpadas fluorescentes estouradas na cabeça de transeuntes na Av. Paulista ensejam até enquadramento por "tentativa de homicídio", o que é o cúmulo do absurdo, simplesmente porque, segundo contam, a vítima era homossexual, monopolizando a atenção da mídia por semanas e semanas, crimes violentos entre homossexuais, que constituem a regra deste tipo de relacionamento, são minimizados e ocultados.

Quem quer que negue haver uma agenda destinada a glamourizar o comportamento homossexual e, ao mesmo tempo, vilificar o cidadão heterossexual como intolerante e até mesmo sádico, deve estar vivendo em outro planeta.

França diz não ao "casamento" homossexual

O Conselho Constitucional francês decidiu que a proibição do matrimónio entre duas pessoas do mesmo sexo não viola a Constituição do país, e só o Parlamento pode decidir uma mudança na legislação, segundo a resolução publicada na sua página Web.

Os nove "Sábios" que o compõem recordaram que segundo os artigos 75 e 144 do Código Civil, "o matrimónio é a união de um homem e uma mulher".

Além disso, o órgão francês indicou que o legislador, "no exercício de sua competência, estimou que a diferença de situação entre os casais do mesmo sexo e os casais compostos por um homem e uma mulher poderia justificar uma diferença de tratamento quanto às regras de direito da família".

"Não corresponde ao Conselho Constitucional substituir a sua apreciação (do legislador) na hora de ter em conta esta diferença de situação", explicou o Conselho referindo-se ao Parlamento.

A resolução vem pelo recurso de inconstitucionalidade interposto por duas lésbicas contra esses dois artigos.

Fonte: União das Famílias Portuguesas.


Que pena que Portugal tenha sido mal conduzido e nos tenha sido imposto a normalização da homossexualidade (via judicial) sem o consentimento (nem a consulta) dos afectados.

domingo, janeiro 30, 2011

Bombeiros forçados a participar em parada de "orgulho" sodomita

Quatro bombeiros da Califórnia forçados a participar numa parada homossexual em Julho de 2007 saíram vitoriosos do tribunal depois do Supremo Tribunal da Califórnia ter recusado ouvir a petição da cidade em rever a decisão do tribunal de Apelação do ano passado.

Um mês depois um chefe do batalhão os ter ordenado a conduzir um carro de combate ao fogo durante uma parada homossexual nas ruas da cidade, os quatro homens, liderados pelo Capitão John Ghiotto, processaram a cidade de San Diego por assédio sexual. Os homens suportaram abusos verbais e "convites", bem como gestos abertamente sexuais por parte das pessoas que observavam a parada.

A queixa original declara que "Nós nem podíamos olhar para o público sem receber em troca um tipo de gesto sexual." A queixa notou também que os protestadores cristãos atacaram verbalmente os homens por terem feito parte da parada.

Se os homens se tivessem recusado a participar no evento, arriscavam a suspensão imediata e a remoção de qualquer tipo de possibilidade de uma promoção num futuro próximo.

Como um supervisor, eu senti-me enojado e envergonhado por ter sujeitado a minha equipa a este tipo de comportamento.
O julgamento inicial terminou em Setembro de 2009, antes dum júri ter-se colocado do lado dos bombeiros no mês de Fevereiro posterior. Depois do advogado representante da cidade de San Diego ter apelado, os bombeiros ganharam outra vez em Outubro passado quando o Tribunal de Apelação da Califórnia ter emitido uma decisão fortemente em seu favor.

Charles LiMandri, que representou os bombeiros, afirmou à LifeSiteNews.com que os seus clientes estavam "jubilosos" com o resultado.

É um caso importante porque mostra que os Cristãos ou as pessoas religiosas estão dispostas a defender as suas crenças religiosas, e recusam-se a ser intimidadas pelas ideologias seculares. Eles possuem direitos que podem e devem ser vincados pelos tribunais......Neste caso, os seus direitos foram mantidos.
LiMandri acrescentou ainda que "isto envia uma mensagem poderosa sobre o que realmente são estas paradas gay".

Portanto, ficamos a saber que a agenda sodomita pode forçar cristãos (e outras pessoas não convencidas da "normalidade" da homossexualidade) a participar em eventos que contradigam as suas convicções religiosas. Mas para o lobby homossexual, isso não importa: o que importa é avançar com a "revolução" dos costumes, mesmo que para isso seja necessário (como o é sempre) pisar os direitos do resto da população.

Com que cara ficam aqueles pessoas que dizem "que mal é que tem os homossexuais se casarem? Como é que isso afecta os não-homossexuais?"

O que estas vítimas de guerra não entendem é que o "casamento homossexual" não é o objectivo mas sim um passo para algo maior. Acham mesmo que a vida homossexual vai mudar alguma coisas só porque alguém põe um anel num dedo? Não, não vai, e nem era suposto.

O propósito do "casamento homossexual" é o de 1) destruir o Cristianismo e a família e 2) mostrar à população que os activistas homossexuais "ganharam" a guerra cultural. Essencialmente, o propósito do "casamento homossexual" é o mesmo das paradas gay: exibição de poder e nada mais.

A normalização do comportamento homossexual afecta toda a sociedade, e portanto toda a sociedade pode dar o seu parecer sem ser qualificado de doente mental ("homofóbico"). Se os homossexuais não gostam de críticas, então não tentem usar os sistemas sociais para avançar com a sua agenda sexual.

Fonte: LifeSite News

sexta-feira, janeiro 28, 2011

Caixões para homossexuais

Aparentemente nenhum aspecto da cultura Ocidental está a salvo da grosseria do movimento homossexual. Imagina estares na difícil posição de escolher um caixão para um ente querido e dares de caras com isto:

Gay-coffin.jpg
Directores funerários alemães estão a apelar ao mercado "cor de rosa" ao lançarem caixões especialmente vocacionados a clientes homossexuais.
Os caixões estão cobertos de imagens homo-eróticas e o seu interior vem com interiores de marca luxuriosos, afirmam os autores da obra Mike Konigsfeld and Tom Brandl (Colónia - Alemanha).
Os designers desta abominação - 2 homens que vivem juntos numa relação homossexual há mais de 10 anos - defendem que poses clássicas de homens musculados (e nus) no caixão são a maneira "perfeita" de dizer adeus a um ente querido.

Uma coisa é certa: devido à natureza auto-destrutiva do comportamento homossexual, mercado não vai faltar.

terça-feira, janeiro 25, 2011

Homossexual usava patente militar para abusar de jovens recrutas

É quase sempre o mesmo grupo sexual envolvido em histórias deste tipo. No entanto,os esquerdistas não parecem interessados em averiguar as causas.

Pergunta relevante: o que é que aconteceria se em vez de militar, este homossexual fosse um padre ou um pastor evangélico?

Ênfase meu.

Matthew Cullinan Hoffman, correspondente na América Latina
MARABÁ, Brasil, 14 de outubro de 2010 (Notícias Pró-Família) — Um grupo de ex-soldados brasileiros diz que um tenente coronel fazia assédio sexual e forçava os recrutas a se engajarem em atos sexuais com ele a fim de continuarem suas carreiras militares, de acordo com a rede de televisão brasileira R7.
Contudo, apesar de provas fotográficas e de vídeo e de queixas formais de seis soldados e de numerosas testemunhas entrevistadas pelo R7, o exército brasileiro nega a existência de qualquer prova que comprometa o coronel.
Ou seja, há vídeos, fotos, testemunhos vários, mas isto é insuficiente para condenar o homossexual de abuso de poder. Onde estão os militantes ateus quando mais precisamos deles?!!
Depois das queixas iniciais em 2009, Alberto Almeida foi promovido da patente de major para tenente coronel e encarregado de um hospital local, onde ele também se engajava em assédio e conduta sexual imprópria, de acordo com as testemunhas.
Como um doente contagioso, Alberto Almeida continuou a aliciar outros jovens para serem objectos sexuais ao seu serviço. Quem se negasse corria o risco de ver a sua carreira militar destruída.
Os soldados que trabalhavam sob as ordens de Almeida dizem que o coronel tentava beijá-los na boca e tocar os órgãos sexuais deles e frequentemente os convidava para ir a casa dele.
Com fins militares, claro.
Ele está também sendo acusado de realizar festinhas para jovens recrutas numa praia isolada conhecida como ponto de encontro de namorados, e induzi-los a ter relações sexuais em troca de benefícios de carreira.
O vídeo fornecido para o R7 mostra uma das festas de praia, onde Almeida é exibido numa roupa de banho abrindo a entrada de uma tenda onde soldados estão dormindo juntos, e fazendo insinuações sexuais. De acordo com a reportagem, quinze recrutas participaram das atividades homossexuais. Outras fotos mostram Almeida vestido de mulher e abraçando recrutas jovens, um dos quais está vestido de forma fantasiosa e indecente.
Além dos dois soldados que dizem que sofreram assédio sexual quando estavam sob as ordens de Almeida, o R7 entrevistou outras testemunhas que trabalhavam no hospital, inclusive uma soldada que foi mandada embora do exército por insubordinação depois que ela mesma fez queixa de Almeida.
A verdade tem que estar sujeita ao marxismo cultural e não o inverso. Primeiro vem a ideologia e depois está a verdade dos factos.
“Todo mundo sabe” sobre a conduta de Almeida, a ex-sargenta Rubenice Dias Martins disse para o R7, “mas ninguém tem coragem de falar a verdade, com medo de ser perseguido, com medo de ser mandado embora”.
Ela está agora buscando assistência legal contra o exército, e quer ser reintegrada à sua posição de antes.
“Não tenho vergonha de nada”, disse Dias Martins, “porque quem tem de ter vergonha são eles”.
Nem mais!
Clique aqui para assistir ao vídeo original da reportagem do R7.
Traduzido por Julio Severo: www.juliosevero.com
Veja também este artigo original em inglês: http://www.lifesitenews.com/ldn/2010/oct/10101507.html
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segunda-feira, janeiro 24, 2011

Declínio moral da Inglaterra continua: Espectadores estarrecidos porque BBC passa seriado lésbico semi-pornográfico

Esta notícia tem cerca de 3 meses, mas ainda mostra que quanto menor é a influência da moral Bíblica na Inglaterra, maior é a decadência moral. Mas todos sabemos que isto faz parte do plano do marxismo cultural.

Original

Um drama lésbico controverso da BBC que mostrava duas mulheres fazendo sexo ao lado de um cadáver deixou os telespectadores estarrecidos.
Lindo. Da próxima vez que tal experimentarem em cima do cadáver?
O programa da BBC 3's Lip Service, que é dirigido a espectadores tão jovens quanto 16 anos e começou a ser exibido nesta semana, atraiu reclamações de telespectadores. E uma das atrizes do seriado revelou que filmar o drama controverso foi como trabalhar em set pornô.

Pornô?

Laura Fraser, que interpreta uma personagem chamada Cat, disse: "Eu comecei a me sentir como se eu estivesse fazendo um filme pornô. Começou a me assustar um pouco. Estávamos todos apavorados. No final de um dia eu estava pensando 'o que estou fazendo da vida?'
Vender a alma? Casualidade de guerra na batalha cultural? Peão dispensável? Há muitas maneiras de classificar o que ela está a fazer com a sua vida.
E então eu estava indo para casa com a minha filha Lila de seis anos que se sentia muito estranha".

BBC
A BBC descreve Lip Service como sendo um drama "ousado" sobre a vida sexual e amores de lésbicas de vinte e poucos anos que vivem na Glasgow contemporânea".
No entanto, o espetáculo atraiu um número de reclamações. Alice Seddon, que contatou um jornal nacional, disse: "Fiquei chocada e horrorizada. Era tão sem noção que desliguei".
Tal como os marxistas culturais desejam. O problema é que estas coisas vão voltar a acontecer até que a sensibilidade das pessoas esteja cauterizada.
Agitada
Outro espectador, ao comentar em um fórum na internet, descreveu a cena de sexo no salão funeral como "de virar o estômago". Harriet Braun, a criadora do show, falou ao Newsbeat da BBC e afirmou que o show é o mais realista possível. Ela disse: "Foi importante para mim que as personagens lésbicas apareçam como autênticas para um público lésbico. Eu queria que refletissem a vida real".
Se é para "reflectir a vida real" homossexual, espero que não se esqueçam de colocar lá, por exemplo, a violência doméstica, a promiscuidade, as relações de curta duração, e a desproporcional presença de homossexuais entre os pedófilos. Mas algo me diz que estes dados da "vida real" homossexual não vão ser incluídos na série televisiva.
Homossexuais
O primeiro episódio da Lip Service foi exibido na noite de terça-feira e assistido por cerca de 580.000 pessoas. No início deste mês um novo relatório encomendado pela BBC disse que homossexuais e bissexuais devem ser representados com mais freqüência e mais autenticamente pela emissora.
Excepto se isso não puder ser usado para a promoção da homossexualidade.
No entanto, o relatório também revelou que quase um em cada cinco espectadores é "desconfortável" ou "muito desconfortável" com cenas homossexuais.
Claro. Mas séries como esta tem como propósito retirar toda a normal aversão que todo o ser humano tem a comportamentos homossexuais da sociedade.
Estereótipos
O relatório oficial, intitulado Retrato de lésbicas, gays e bissexuais na BBC, recomendou que a empresa deixe de retratar os estereótipos dos homossexuais.
Não é um "estereótipo" afirmar que a vida homossexual é caracterizada pela promiscuidade. É um facto amplamente demonstrado.
No entanto, segundo o próprio relatório da emissora, mais espectadores homossexuais e bissexuais na verdade pensaram que o retrato feito pela corporação dos homossexuais era "realista" ao invés de "estereótipa".

O relatório também mostrou que dois terços dos espectadores estariam desconfortáveis ao assistir uma cena de sexo entre dois homens antes das 9 horas da noite, e quase metade disse que não queria ver dois homens beijando.

Homofóbicos!

Desconfortável
Mesmo após o horário de 9 horas da noite, mais de um em cada cinco espectadores, cerca de 21 por cento, disseram que estavam desconfortáveis ao ver dois homens de mãos dadas.

O relatório seguiu as estatísticas oficiais que mostram que apenas um por cento da população eram homossexuais, e apenas 0,5 por cento da população eram bissexuais.

Fonte: Christian Institute
Eis, portanto, a Inglaterra sem o Cristianismo: mostrar séries televisivas onde se vêem actos homossexuais na presença de cadáveres.

sábado, janeiro 22, 2011

Terapeuta cristã "força" homossexual a abandonar homossexualidade

Sumário da história: jornalista homossexual apresentou-se junto a uma terapeuta cristã e mentiu. Disse-lhe que tinha desejos homossexuais e que queria abandoná-los. A terapeuta cristã disse ao homossexual que o ajudaria, mas que as coisas seriam feitas dentro da visão cristã da sexualidade.

O jornalista homossexual mentiu outra vez e concordou. Devido a isso, a mulher agora tem que responder junto da Associação Britânica de Aconselhamento e Psicoterapia. O seu crime? Ser cristã, e querer trabalhar dentro dessa metodologia com pessoas que LIVREMENTE assim o desejem.

Terapeuta cristã enfrenta perda de licença depois de operação secreta de jornalista homossexual
(Notícias Pró-Família) — Em mais um exemplo do crescente conflito entre profissionais cristãos e o movimento homossexual na Inglaterra, uma psicoterapeuta cristã que ajuda indivíduos a vencerem inclinações homossexuais poderá ser “removida” ou proibida de exercer sua profissão.
Lesley Pilkington [mártir cristã]
Lesley Pilkington foi alvo de uma operação secreta de Patrick Strudwick, um jornalista disfarçado que a procurou para pedir ajuda com relação à sua sexualidade. Ele havia dito para Pilkington que queria deixar o estilo de vida homossexual e ela o informou que só trabalhava dentro de uma metodologia de aconselhamento cristão.
A mulher cristã foi clara e honesta desde o princípio, coisa que não se pode dizer do activista homossexual.
Strudwick, que foi a duas sessões de aconselhamento de Pilkington e publicou um texto escrito a partir das gravações das sessões no jornal The Independent, foi premiado como jornalista do ano pela organização homossexual Stonewall pela operação secreta.
Prémio por mentir?
Depois das sessões, ele fez uma denúncia na Associação Britânica de Aconselhamento e Psicoterapia alegando que Pilkington não havia respeitado a “natureza inalterável” de sua homossexualidade.
Resumindo: ele foi atrás dela segundo a sua livre vontade, e ele pediu ajuda para mudar a sua "natureza inalterável" da sua homossexualidade. Como ela concordou em ajudá-lo em algo que ele afirmou que queria fazer, então ela é culpada por querer ajudá-lo em algo que ele afirmou querer fazer.

Faz sentido? Claro que não, e nem era suposto.

Pilkington, que está marcada para aparecer diante de uma comissão de conduta profissional em 20 de janeiro e enfrenta a perda de seu credenciamento na Associação Britânica de Aconselhamento e Psicoterapia, disse:
“Ele me disse que estava procurando um tratamento por ser gay. Ele disse que estava deprimido e infeliz e pediu-me que eu lhe desse alguma terapia. Eu lhe disse que só trabalho usando uma metodologia bíblica cristã e ele disse que isso era exatamente o que ele queria”.
Ou seja, ela revelou-lhe desde logo com que música seria feita a dança, e ele concordou.
Comentando acerca do caso, o parlamentar conservador Roger Helmer disse:
“Por que um cirurgião tem total permissão de realizar uma operação de mudança de sexo, mas uma psiquiatra não tem permissão de ‘mudar’ um homossexual que deu consentimento?”
Ora, seu homofóbico, você não sabe que, de alguma forma, isso afecta a "natureza inalterável" da homossexualidade? Você não sabe que, segundo os iluminados que nos dizem que Deus não existe, não há nada de fundamentalmente errado em inserir partes do corpo masculino no orifício anal de outro homem? Você não entende que a homossexualidade é o único comportamento que deve ser sempre protegido de crítica e censura, apesar dos efeitos nefastos do mesmo?
“Se, por algum motivo — quer moral, religioso ou pessoal —, um homem homossexual quer ter ajuda para curar isso, ele deveria ter a permissão para buscar tratamento. Não estou de forma alguma criticando a homossexualidade, mas se há pessoas que querem mudar, por que é que elas deveriam ser impedidas?”
continuou Helmer.
Mas, ó homofóbico, não se pode mudar o comportamento sexual. Nunca. Jamais. Never! Esqueça o que as evidências mostram.
O Centro Legal Cristão, que está lidando com a defesa de Pilkington, disse:
“Aqueles que oferecem aconselhamento para homens e mulheres que querem mudar sua conduta homossexual estão cada vez mais se tornando alvos dos grupos homossexuais de pressão política, muitos dos quais não aceitam que as pessoas possam mudar sua conduta”.
Exacto. A homossexualidade é demasiado preciosa para os marxistas culturais uma vez que serve dois propósitos importantes: destruir a família e (com isso) destruir o Cristianismo. Por mais que ex-homossexuais venham a público dizer que deixaram esse comportamento, os marxistas culturais não vão aceitar os dados da ciência.

Por isso é que muitas vezes me pergunto sobre a sabedoria de se apresentarem evidências científicas aos militantes humanistas. Não vai fazer efeito nenhum, portanto para quê fazê-lo?

Depois, claro, vem a resposta.

As evidências não são para mudar o coração de quem não quer acreditar mas sim para fortalecer o coração de quem já está no caminho certo. Por isso, vale sempre a pena lutar pela verdade.

Andrea Minichiello Williams, diretor do Centro Legal Cristão, disse:
“Lesley é uma maravilhosa conselheira cristã que tem por muitos anos exercido sua profissão sem nenhum antecedente negativo. É chocante que ela tenha se tornado alvo de uma operação secreta, de mentiras e tenha sido descrita de forma deturpada por esse ativista homossexual e ainda pior que sua organização profissional esteja considerando suas ações dignas de investigação.

Parece que a objeção da Associação Britânica de Aconselhamento e Psicoterapia é que Lesley Pilkington tenha a perspectiva profissional e pessoal de que a homossexualidade não é uma orientação fixa.

Estamos do lado da Lesley e cremos que numa sociedade civilizada, a terapia deveria permanecer livremente disponível para aqueles que desejam mudar sua conduta homossexual, sem o medo de intimidação e ameaças dos grupos homossexuais de pressão política”.

Nem mais.


Vêr também:

Traduzido por Julio Severo: www.juliosevero.com

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