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segunda-feira, junho 15, 2009

Dilúvio de Noé: Só não acredita quem não quer

Já estiveste numa daquelas situações em que tu e os teus amigos falavam de um dado assunto, mas todos sabiam que havia algo ninguém estava com vontade ou autorizado a falar? Por exemplo, imagina que há uma pessoa amiga que abandonou a mulher (e fugiu com outra), mas a ex-mulher não sabe que ele fugiu com outra; ela pensa que ele fugiu sozinho. Toda a gente sabe da verdade menos a ex-mulher, e sempre que tu e os outros amigos estão com ela, existe um acordo tácito de não menciconar nada sobre o relacionamento extra conjugal.

Quando lêmos o que os evolucionistas dizem cada vez que encontram um cemitério de fósseis, têmos a mesma sensação. Eles falam de tudo o que há para falar, mas têm o cuidado de não mencionar a causa mais lógica para o dito cemitério de fósseis: o Dilúvio de Noé.

Cemitério de fósseis acontece quando uma grande quantidade de fósseis é encontrada na mesma área. Um pouco por todo o mundo, esta situação tem sido documentada, e o padrão é essencialmente o mesmo: fósseis de vários animais, sedimentos movimentados por grande quantidade de água, e em muitos casos, boa preservação desses mesmos ossos/fósseis.O mais estranho desta situação é que muitas vezes os animais que são encontrados nem sequer vivem no mesmo habit.

Se tu encontras uma toupeira e um salmão no mesmo cemitério fóssil, logicamente concluis que algo de anormal se passou na hora da sua morte (ou na hora do seu enterro) porque estes animais vivem em ecossistemas totalmente distintos.

O que dizer também das enormes quantidades de fósseis de dinossauros que são encontradas enterradas no mesmo sítio? Coincidência? Todos eles decidiram morrer e fossilizar no mesmo sítio, ou é mais lógico que as águas de Noé tenham apanhado estes animais e enterrado no mesmo sítio?

Acho que todos se apercebem que uma catástrofe geológica é a explicação mais lógica para este padrão do registo fóssil, mas os ateus, sabendo que a Bíblia diz isso mesmo, tratam de inventar "modelos" para explicar o que os seus olhos observam. Reparem numa das coisas que eles dizem neste artigo:

Mas os cientistas sugerem agora que este vasto cemitério pode não ser o resultado de uma catástrofe súbita. Eles sugerem que o mesmo se formou lentamente durante um longo periodo de tempo.

Traduzido: "Não foi Deus! Foi a evolução!!!"

É uma tragédia que pessoas inteligentes resolvam sacrificar a sua inteligência a favor de mitos ateus. As evidências do julgamento de Deus ocorrido durante o Dilúvio são maciças, mas o ateu recusa-se a acreditar. Quem não acredita no julgamento ocorrido no passado, não vai acreditar no julgamento que se aproxima.

Uma dia a vida acaba, e ele encontra-se conscientemente rodeado de outras pessoas que resolveram rejeitar aquilo que eles sabiam ser verdade.

Mas aí, já vai ser tarde demais.

"Horrenda coisa é cair nas Mãos do Deus Vivo" - Hebreus 10:31

quarta-feira, fevereiro 11, 2009

Resposta ao João: Mutações não implicam evolução

Esta é a segunda parte da resposta ao João. A primeira parte pode ser encontrada aqui.

O João afirma corajosamente:

Mas a negação mesmo presente no texto do Mats, a que ele explicíta é:

“1. Mutações re-organizam e/ou apagam informação que já exista.. Elas não geram novas funções genéticas.

2. As mutações são na sua esmagadora maioria malignas para o sistema biológico. Acreditar que um processo aleatório como as mutações genéticas possam gerar sistemas sofisticados como o sistema de visão é ter uma fé imensa e totalmente infundada.”

Não é assim. As mutações quando aparecem podem ser de vários tipos.

Todas elas envolvem recombinação e/ou remoção de informação genética existente.
Por diversos processos e com variadas consequências. Podem ir desde uma troca de um nucleotideo por outro,

Troca implica a substituição de algo que já exista por outra que já exista. Nada disto é evidência para a evolução.
a perdas de bocados de cromossomas

A perda de informação genética, obviamente, não é evidência para a teoria que tenta explicar o ganho de informação genética.
ou duplicação do seu numero

Duplicação é a repetição de informação que já existia.
Acrescentam diversidade ao genoma.

"Diversidade" não é sinónimo de "evolução".
Ou seja, vai haver mais genes no total no património genético de uma população depois da mutação do que antes.

Mas não há nova informação, mas sim repetição de informação que já existia. Se um aluno fizer um trabalho escolar, copiá-lo, e entregar ao professor, será que ele vai ter o dobro da nota só porque entregou uma cópia do mesmo trabalho juntamente com o original?
A adaptação e a sobrevivência, para o meio ambiente específico do organismo melhorou ou piorou?

Adaptação não implica evolução. Um animal pode perder informação genética mas ficar mais adaptado a um ecosistema. Por exemplo, em algumas ilhas ventosas, insectos que perdam a habilidade de voar ficam mais adaptadas ao ecosistema, no entanto essa mutação involveu a perda de informação genética, e não a aquisição de nova informação.
Esta resistência à malária é ganha através da simples troca de ácido glutâmico por valina (aminoácidos) na cadeia de aminoácidos da hemoglobina.

Troca não é evidência para a evolução.
A probabilidade de uma mutação pontual surgir que melhore ainda mais aquilo que tem milhares de anos de evolução é pequena. Mas não inexistente. E muitas vezes é preciso um acumular de várias mutações, que até podem ser neutras, para dar origem a uma nova função, como ilustrado na já referida experiencia de Lensky.

Mutações que não envolvam a aquisição de informação genética é irrelevante para a teoria da evolução, uma vez que a teoria da evolução veio para tentar explicar como novas funcionalidades podem aparecer por si só, sem intervenção inteligente.

Os cientistas criacionistas aceitam as mutações genéticas como um facto científico principalmente porque é observável. O que os darwinistas nunca mostram é mutações que acrescentem informação genética.

É obvio que se acreditamos que a Terra só tem cerca de 6000 anos, não vai haver tempo para tal processo.

Exactamente. Por isso a necessidade ideológica (e não científica) dos imaginados "milhões de anos". Vocês precisam dos milhões de anos senão a vossa teoria seria ainda mais ridícula.
Mas resultados CIENTIFICOS não convergem nessa direcção.

Por acaso até convergem. O imaginado estrato geológico, que supostamente serve de manto de fundo para as eras geológicas, é uma confusão total. Animais que supostamente já deveriam ter desaparecido ainda estão vivos e com saúde, e animais que supostamente viveram há milhões de anos atrás estão exactamente iguais HOJE. Pelos vistos a evolução "esqueceu-se" deles.
Quanto ao acreditar que processos aleatórios não podem dar origem a mecanismos complexos como o olho é não querer compreender a analogia que eu dei do desenho do gato. Mas como eu disse, se no caso do desenho do gato poderia argumentar-se que era preciso uma guia ou algo parecido que fosse inteligente, em relação à filtragem das mutações por selecção natural essa guia é o meio ambiente.

Se assim fosse, nós haveríamos de ter algum tipo de evidência que demonstrasse o poder do "meio ambiente" para gerar sistemas tão sofisticados, ou menos, que o olho. Temos algum tipo de evidência assim? Ou será que "não temos tempo para vêr isso a acontecer, porque a evolução demora milhões de anos"?

Conclusão
Como seria de esperar, e como consequência da teoria da evolução, os exemplos de "evolução" são totalmente irrelevantes. Em todos os exemplos que forneceste, nenhum deles de facto mostra os poderes criativos das forças da natureza. Mas isso não é culpa tua, mas sim dos limites das forças da natureza.

O tempo passa, mas a evolução continua a segurar-se por arames cada vez mais frágeis.

domingo, janeiro 25, 2009

A Espantosa Água

Jó 37:10
Ao sopro de Deus forma-se o gelo, e as largas águas são congeladas.

De acordo com a teoria da evolução, toda a matéria e energia foram o resultado de uma gigantesca explosão chamada de "big bang". As leis que a matéria e a energia obedecem são também o resultado dessa mesma explosão. Como consequência dessas crenças, os evolucionistas estão convencidos que todas as coisas existentes no universo comportam-se da forma que comportam como resultado desse evento não planeado (big bang).

A primeira pergunta que um céptico deve fazer em relação à teoria da evolução é a seguinte: como é que eventos sem planeamento, sem inteligência, sem propósito e sem direcção poderiam ter gerado os sofisticados designs presentes na forma como certas matérias se comportam?

Consideremos a água, por exemplo.

A água é condição essencial (mas não condição suficiente) para a existência de vida. A água, que é a base do nosso sangue, transporta comida dissolvida para as células mais profundas do nosso corpo, bem como o oxigénio necessário para a sobrevivência dessas mesmas células. A água dissolve os desperdícios do corpo, e o seu comportamento perfeito proporciona que outros orgãos possam remover esses desperdícios do nosso sistema.

A água também recusa-se a comportar como os outros líquidos. Por exemplo, todos nós sabemos que quando um material passa do estado líquido para o sólido, torna-se mais denso e, como tal, mais pesado. No entanto, quando a água congela, ela não se torna mais pesada, mas exactamente o contrário: ela torna-se mais leve. Se ela se torna-se mais pesada, ela haveria de se afundar para o fundo dos mares do norte e matar toda a vida que lá estivesse.

Será por acaso que a água, o mesmo material necessário para a vida, seja capaz de realizar todas estas funções únicas, e tenha estas propriedades tão específicas? Ou, por outro lado, a água realiza essas funções porque Alguém (Deus) quis que assim fosse?

Será o "acaso" (evento sem plano, sem propósito, sem direcção, sem inteligência) uma explicação científica válida no que toca às origens, ou a teoria da evolução obedece as outras "leis da ciência"?

Conclusão:
As propriedades únicas da água, a par de uma míriade incontável de outros tantos, são um testemunho sólido (ou líquido, neste caso) dO Criador. Só a existência da água é evidência suficiente para Deus, mas para o ateu isto não importa.

Como o ateu não chegou à sua posição de fé por causa das evidências (ou por causa da suposta "inexistência" delas) o ateu não vai mudar de fé mesmo depois de observar o espantoso design existente no mundo biológico. Para o ateu, o que importa é manter Deus fora da cogitação.

É uma tragédia que pessoas inteligentes percam a alma por causa de uma crença tão ilógica. Mas se isso que eles querem (viver longe de Deus), então é isso que vão experimentar para sempre.

domingo, outubro 05, 2008

Rocha Mais Antiga Afinal é a Mais Nova

Em mais um exemplo da fiabilidade dos métodos de adivinhação ("datação") darwinistas, rochas que eram assumidas como tendo matéria orgânica pertencente às formas de vida mais antigas foram re-datadas. Agora essa rocha está no extremo oposto da coluna geológica darwinista (!).
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Na edição de Outubro da revista Geology, Donald R. Lowe (Stanford) e Gary R. Byerly (Louisiana State) dizem que as rochas anteriormente datadas como sendo do Período Archeano, afinal são do Período Quaternário. O Periodo Quaternário, segundo a geologia darwinista, é o mais recente da tabela geológica (entre 10.000 a 1,8 milhões de anos). Por outro lado, o Período Archeano tem mais de 3,5 biliões de anos, segundo a datação convencional.
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Exemplos como este são evidência empírica em como os métodos de adivinhação darwinistas não são de confiança. Curiosamente, a crença em "milhões de anos" para a idade da Terra foi o fundamento que permitiu à teoria da evolução ter alguma legitimidade, uma vez que seria complicado acreditar-se que um dinossauro evoluiu para um pássaro em 6,000, 5,000 ou 4,000 anos.
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Segundo alguns darwinistas, o tempo faz milagres: (ênfase adicionado)
"Time is the hero of the plot. The time with which we have to deal is of the order of two billion years... Given so much time the 'impossible' becomes possible, the possible probable, and the probable virtually certain. One has only to wait: time itself performs miracles." - George Wald (1967 Nobel Prize winner in Medicine), "The Origin of Life," Scientific American, vol. 191 1954, p. 46; reprinted on p. 307-320, A Treasury of Science, Fourth Revised Edition, Harlow Shapley et al., eds., Harper and Brothers Publishers, 1958. p 309.
Sinceramente eu acho que não é o tempo que faz milagres, mas a imaginação dos darwinistas é que faz milagres. A quantidade de ginástica mental que os ateus fazem para rejeitar Deus é impressionante. Muitos não se importam de subverter a moral, a lógica e principalmente a ciência como forma de justificar o seu ateísmo.
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Ainda em relação ao artigo: alguém ainda julga que a datação geológica é uma ciência exacta? Alguém julga que a nova data (das rochas) é a palavra final no que toca à sua idade?
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Sim, a ciência auto-corrige-se, mas enquanto não se "auto-corrige" os darwinistas vão fazendo declarações com implicações filosóficas e religiosas. Enquanto não se rejeitam os erros, os darwinistas vão dizendo que a rocha X tem os fósseis Y, e como a rocha tem a idade Z, então isto contradiz a Bíblia que diz que a idade não é Z, mas é bem menor. Temos que rejeitar a Bíblia porque os métodos de datação contradizem a Bíblia. Só é pena que os métodos de adivinhação sejam tão fiáveis como uma raposa no galinheiro.
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É absolutamente ilógico o cristão contorcer a Bìblia para acomodar conclusões que são baseadas em métodos falíveis. Para quê acomodar os "milhões de anos", se nós temos evidência empírica que esses métodos e as conclusões consequentes são altamente especulativos? Lembrem-se de factos como os descritos no artigo da próxima vez que um darwinista tentar usar a coluna geológica (ou tabela geológica) como evidência contra a Bíblia.
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O Sabino também tem um artigo onde se vê a "exactidão científica" dos métodos de adivinhação darwinista.

domingo, julho 27, 2008

A Fiabilidade das Opiniões Humanas

O Pedro pôs os links para estas fotos num comentário, mas eu acho que elas merecem ter um post só para elas.

A primeira é uma paródia ao jogo de adivinhação que vai na "ciência" da datação.


A segunda imagem é uma paródia aos "factos" que os cépticos usam contra a Bíblia, factos esses que mudam mais facilmente que a posição de treinador no Benfica.



Lucas 21:33 - "Passarão o céu e a terra, mas as Minhas Palavras não passarão" - Senhor Jesus Cristo

sábado, maio 31, 2008

Fósseis versus Darwin

Uma das ilusões mais fortes espalhadas pelos crentes darwinistas na arena pública é a de que o registo fóssil é evidência sólida de que as formas de vida estão relacionadas umas com as outras por descendência comum. Por sua vez, segundo reza o mito darwinista, essa linhagem é o resultado de forças não-guiadas, não-direccionadas, não-inteligentes, e não-pessoais.

O problema começa quando se começam a investigar os fósseis e se vê que, apesar de terem passado mais de 100 anos, os fósseis estão mais de acordo com a Criação do que com o darwinismo.

O evolucionista David Raup escreveu em 1979:

“O conhecimento do registo fóssil expandiu-se muito nestes 120 anos depois de Darwin…. Ironicamente, nós temos hoje menos exemplos de transições evolucionarias do que tinhamos no tempo de Charles Darwin (1).”

Uma das áreas onde a teoria da evolução está claramente contra os dados observáveis é no que toca à explosão do Período Câmbrico.

Um livro escolar diz:

“A maior parte do filo animal que está representado no registo fóssil aparece “completamente formado”, no período Câmbrico há cerca de 550 milhões de anos atrás…. O registo fóssil não serve portanto de ajuda no que respeita às origens e à diversificação dos vários filo animal” (2)

O problema é que esta exlosão não é a única. Foi observado no registo fóssil que há a “explosão” dos peixes, a “explosão” das plantas, a “explosão” das áves e até mesmo a “explosão” dos mamíferos. (Só nos falta mesmo é a explosão da teoria da evolução!)

Isto é exactamente o contrário do que se poderia prevêr se a evolução tivesse acontecido.

A evolução “prevê” uma continuidade e uma transição das formas de vida de um para as outras. Se isto fosse verdade, então o registo fóssil estaria inundado das espécies intermédias (aqueles que ainda não são o “ponto final”, mas já deixaram de ser o “ponto inicial”).

O que nós observamos é exactamente o contrário. Nós observamos o aparecimento abrupto (”explosivo”) das formas de vida, exactamente o que seria de prevêr se a Criação tivesse acontecido.

Conclusão:

Mais uma vez se vê que aquilo que os darwinistas esperavam da ciência falhou, e que essa mesma ciência está de acordo com o que Deus disse no Livro do Génesis.

………………………………….

1. David Raup, “Conflicts Between Darwin and Paleontology”, Field Museum of Natural History Bulletin, Vol. 50 (1) (1979).

2. R.S.K. Barnes, P. Calow & P.J.W. Olive, The Invertebrates: A New Synthesis, pages 9–10 (3rd ed., Blackwell Sci. Publications, 2001).

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