Mostrar mensagens com a etiqueta Feminismo. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Feminismo. Mostrar todas as mensagens

quarta-feira, outubro 27, 2010

A deshumanização da vida

Isto talvez explique o porquê de alguns aborcionistas terem o cuidado de evitar a palavra "bebé" quando se referem ao ser humano na fase de gestação.

By Peter J. Smith

WASHINGTON, D.C., August 20, 2010 (LifeSiteNews.com) – What do serial killers, slave-owners, eugenicists, and abortionists have in common? According to Michael Hitchborn of American Life League, all these groups can only carry out crimes against human beings by first de-personalizing or trivializing the humanity of their victims.

In a new ALL report released on YouTube, Hitchborn makes his case beginning with the famous 1991 film “Silence of the Lambs,” where a crazed transsexual killer pursued by an FBI agent (Jodie Foster) continually refers to his latest female victim as “it.”

In doing so, says Hitchborn, the killer “depersonalizes his victim, reducing her to the status of an object or animal.”

“The thing is, if his victim isn’t a person, then in his own mind, there is nothing wrong with what he is about to do,” continued Hitchborn.

The pro-life leader explained that a similar process of depersonalization and dehumanization is evident in the way that abortion advocates speak of a child developing in its mother’s womb as a “fetus”, “fertilized egg”, or a “clump of cells.”

The use of terms like these is the first step in reducing humans to the status of non-persons,” he added, saying history was replete with such examples.

Hitchborn referred to a clause within the U.S. Constitution prior to the enacting of the 13th amendment, where slaves were counted as three-fifths of a person. The agreement he said was a compromise with a culture that “viewed human slaves as property.” Proponents of slavery would claim that slaves were not people, and eugenicists of the 19th and 20th century would do the same thing, referring to those with disabilities or of certain ethnicities as “undesirables.”

Taken to its logical conclusion, these ideas led to the forming of the Nazi racial purity movement, which defined certain people as “subhuman” in popular propaganda.

The excuses, and they are excuses, for denying the humanity or personhood of individual human beings is done for one reason and one reason only: it is the only way to create a class of humans without any rights.”

Hitchborn said that Planned Parenthood, just like slave-owners, has to offer similar arguments dehumanizing or depersonalizing the unborn in order to justify their actions, with a motive for profit at the end of the line. Hitchborn told LifeSiteNews.com that “Planned Parenthood’s sole agenda is to gain money through the murder of children.”

Hitchborn pointed to a Planned Parenthood White Paper written in 1985 and republished in 2002 in response to the pro-life film “Silent Scream.” The paper argues that a “fetus” of 12 weeks gestation “cannot be compared in any way to a fully formed functioning person” – arguing that the unborn child’s dependency on his mother for survival, its undeveloped organs, and lack of conscious thought, means he does not merit the status of person.

“It is instead an in utero fetus with the potential of becoming a child.”

Planned Parenthood said they were responding to Silent Scream, because they feared it could jeopardize the “constitutional right to abortion” as well as “the lives and careers of abortion providers.”

“It really is a simple concept,” Hitchborn told LSN. “The only people making the argument that a human is not a person are those who want to create a class of subhumans that have no rights.”

Hitchborn praised the personhood initiative in Colorado, which is a ballot initiative to amend the State Constitution to recognize the personhood rights of all humans, from their biological beginning to their natural death. The amendment states: "the term 'person' shall apply to every human being from the beginning of the biological development of that human being.”

“The personhood initiative out in Colorado ties in perfectly with what [pro-life groups] are doing, because they are working on establishing an amendment that would recognize there is no do distinction between that which is a person and that which is a human,” said Hitchborn.

“They are establishing that we are all human, and that we are persons: that we all have a beginning and that beginning takes place in the womb, and not outside the womb, or some random spot on the spectrum by people who have an agenda to fulfill.

“There is no distinction between a person and a human, and the only people that make that distinction are those that have an agenda.”

View ALL’s full report with Michael Hitchborn here.


See previous coverage by LifeSiteNews.com:

Personhood Initiative Certified For Colorado Ballot
http://www.lifesitenews.com/ldn/2010/mar/10032904.html



Copyright © LifeSiteNews.com. This work is licensed under a Creative Commons Attribution-No Derivatives License. You may republish this article or portions of it without request provided the content is not altered and it is clearly attributed to "LifeSiteNews.com". Any website publishing of complete or large portions of original LifeSiteNews articles MUST additionally include a live link to www.LifeSiteNews.com. The link is not required for excerpts. Republishing of articles on LifeSiteNews.com from other sources as noted is subject to the conditions of those sources.

domingo, outubro 10, 2010

O que o lobby infanticida não diz

sexta-feira, outubro 08, 2010

Feminista: Porque é que os homens não querem casar com mulheres promíscuas?

Por incrível que pareça, existem algumas feministas que não querem reconhecer que a promiscuidade sexual é má para as mulheres em termos de encontrar homens dispostos a casarem-se com elas.

Feministas descobrem como funciona a economia de mercado (ou pelo menos o conceito de oferta) embora continuem inocentes no que toca a intersecção com a procura. Isto é quase como observar macacos a descobrirem que a coisa brilhante que se move por cima da pilha de madeira está quente.

A autora deste blog cita uma feminista que diz:

Nos média existe esta noção de envergonhar as mulheres promiscuas (eng: "slut") e isto acontece num nível mais pessoal entre pessoas que se envergonham umas as outras.

Há também algo que é discutido em outros sites mas nunca falado nos média - algo chamado de "rejeição de promiscuas". Esta última acontece com homens heterossexuais em busca de mulher com quem passar o resto da sua vida. Eu tenho alguma experiência pessoal com isto. O meu ex não tentou envergonhar-me mas mal soube mais sobre mim [o passado sexual], ele esfumou-se da minha vida.

Isto de se rejeitar as promiscuas está tão errado que as mulheres vêem-se obrigadas a recorrer a mentiras ou a esconderem o seu passado. Ambas as estratégias estão condenadas a ter efeitos contrários aos desejados.

A solução da feminista para o facto dos homens rejeitarem mulheres promiscuas quando pensam em casar? Simples:
Eu acho que se a maior parte das mulheres (ou muitas mulheres) tivessem uma história sexual frutífera, isso tornaria-se na norma e desde logo aceitável.
A escritora do blogue Susan Walsh comenta:
Isto é de facto uma declaração notável. A solução feminista para a rejeição de mulheres promiscuas é recrutar o maior número possível de mulheres para a promiscuidade de forma a que o mercado de mulheres sexualmente inexperientes desapareça.

Por outras palavras, os homens teriam a sua diversão enquanto fossem estudantes universitários mas quando chegasse a hora de casar a sua única opção seriam as mulheres "frutíferas".

Esta declaração é interessante porque mostra que os homens não podem ser convertidos para o pensamento feminista. O Movimento das Mulheres destruiu muitos muros mas o cérebro do homem é a sua última fronteira, e o cerco feminista não consegue erradicar esta dualidade de critérios.

A reacção feminista às consequências não previstas e indesejáveis do seu feminismo é tipicamente fascista. Em vez de re-avaliar as suas crenças o que as feministas tentam fazer é reduzir todas as mulheres a objectos sexuais de forma a que os homens não tenham por onde escolher senão entre uma delas.

Talvez por isso é que as feministas tenham um ódio tão grande pela mulher que mantém o seu respeito e não "extravagaza" em promiscuidade sexual. Essas mulheres - aquelas suficientemente confiantes para saber que não precisam de sexo para se sentiram "poderosas" - estão literalmente a condenar as feministas a uma velhice infeliz e solitária.

Quarenta anos de indoutrinação feminista não conseguiram transformar a preferência masculina em casar com mulheres sexualmente conservadoras, por isso as feministas voltaram-se (com algum sucesso) para outra estratégia: transformar as mulheres em objectos sexuais.

Nem é preciso dizer isto, mas a estratégia feminista de tornar "promiscuizar" as mulheres está condenada ao fracasso. Isto pode ser visto de forma simples: a esmagadora maioria das feministas são mulheres caucasianas (brancas). A esmagadora maioria das mulheres do mundo não são caucasianas. Se os homens ocidentais não conseguirem encontrar mulheres sexualmente castas para casar no ocidente, ou eles não se casam ou casam-se com mulheres de outras etnias.

De qualquer das formas, as feministas e as sexualmente promiscuas vão ser rejeitadas pelos homens.

Conclusão:

A análise da Sra Walsh é de se louvar uma vez que ela reconhece uma realidade que muitas mulheres não descortinam. Todos os novos parceiros sexuais que as mulheres aceitam não só tornam essas mulheres marginalmente menos atraentes aos olhos dos homens interessados em compromissos permanentes, como também reduzem o seu potencial valor marital.

Ver também:

1. Vida sexual + relacionamento sério = satisfação

2. Como combater a epidemia de DST: Seguir a Bíblia

3. Homens tem um mecanismo anti-evolutivo que suporta a fidelidade

4. Feminismo aumenta felicidade …..do homem?!!

5. Coabitação ligada a aumento exponencial em risco de relacionamentos fracassados

6. Casamento Versão Ateísmo Continua a Falhar

7. Coabitação Prenupcial Pode Estragar Casamento

8. Geneticamente e Espiritualmente Programados Para a Monogamia



Modificado a partir do original

sexta-feira, outubro 01, 2010

Infanticidas ganham peso na União Europeia

Aparentemente qualquer dia vamos ser obrigados a fazer abortos mesmo que isso seja contra o nosso código moral. Isto é o que acontece quando os "revolucionários" chegam ao poder: a liberdade individual diminui.

A vitória da agenda política feminista e gayzista na União Europeia

A União Europeia prepara-se para retirar ao cidadão o direito à liberdade de consciência — e à objecção de consciência — no que respeita à prática do aborto.


No dia 7 de Outubro p.f. será aprovada uma moção no parlamento europeu que retira ao cidadão a sua liberdade de consciência; nomeadamente retira o direito à objecção de consciência por parte dos profissionais de saúde quando se trate da prática do aborto. Para isso, a União Europeia vai decidir que o aborto é um “direito” inalienável, tal como é um direito inalienável o acesso à alimentação básica; as duas situações — a alimentação básica e o aborto — são assim colocadas pela União Europeia em pé de igualdade e exactamente com o mesmo valor.

A partir do momento em que o aborto é classificado como um “direito” inalienável, os profissionais de saúde são confrontados com uma nova “ética” que coloca as suas posições e convicções pessoais em situação de colisão com “valores mais elevados” a favor do aborto livre. Assim, a objecção de consciência em relação ao aborto será considerada como “um atentado a um direito inalienável”, e portanto, preterida em termos “éticos”.

Isto significa, em termos práticos e que toda a gente entenda, que passará a ser médico ou enfermeiro somente quem não tiver convicções sólidas acerca da vida humana, e todos os que não reconheçam no aborto um “direito inalienável” serão convidados a sair da área da saúde. Os profissionais de saúde que tiverem objecção de consciência em relação ao aborto livre e progressivamente sem limite de tempo para abortar, passam a fazer parte de uma lista negra de tipo estalinista.

O conceito de “saúde reprodutiva das mulheres” — segundo o relatório McCafferty (elaborado por uma feminista radical e lésbica inglesa, de seu nome Christine McCafferty) que será apresentado no parlamento europeu a 7 de Outubro para aprovação — dizia eu, o conceito de “saúde reprodutiva das mulheres” passa a ser sinónimo literal de “aborto livre”, sem restrições de objecção de consciência de quem quer que seja.

A questão que se pode levantar é saber qual é a preocupação de uma lésbica em relação à gravidez das outras mulheres: não só as lésbicas se recusam a ficar grávidas por opção cultural, como querem impôr às outras mulheres o acesso livre e irrestrito ao aborto.

Passa, assim, a ser proibida a objecção de consciência; passa a ser proibido ao cidadão pensar pela sua própria cabeça; o marxismo cultural marca pontos, rumo a um totalitarismo que se torna cada vez mais distinguível e identificável, mesmo pelo cidadão menos esclarecido. O Francisco Louçã, o Jerónimo de Sousa e o José Sócrates, devem estar contentes.

segunda-feira, setembro 27, 2010

Estudo Revela que Mulheres Preferem Patrões a Patroas

Elas são hormonais, incapazes de deixar a vida pessoal em casa e demasiado disponíveis para falar da vida alheia pelas costas. As patroas são um pesadelo no emprego, segundo uma pesquisa recente. E não são só os homens que pensam assim.

Dois terços das mulheres afirmaram que preferem ter um patrão em vez duma patroa porque a atitude masculina de ir direito ao assunto torna-os mais fáceis de lidar. Segundo o estudo, eles são muito menos susceptíveis de ter intenções escondidas, sofrer de mudanças de temperamento ou envolverem em políticas de escritório.

Pontos fortes do homem:

1. Directos.

2. Menos susceptíveis de se envolverem em "politiquices" no escritório.

3. Mais fácil de se chegar a um entendimento

4. Menos susceptíveis de refilar acerca dos outros.

5. Menos susceptíveis de sofrer mudanças de temperamento.

6. Capazes de deixar a sua vida privada em casa.

7. Sem "alturas do mês".

8. Mais dispostos a partilhar interesses comuns.

9. Não se sentem ameaçados se os outros são bons no seu trabalho.

10. Mais razoáveis.

Artigo integral.


As feministas bem tentam eliminar as distinções biológicas, psicológicas e mentais entre os homens e as mulheres (afirmando que tais diferenças são "construções sociais") mas acho que a maior parte da população mundial sabe que homens e mulheres são fundamentalmente diferentes.

Ainda bem que assim é, senão o mundo seria bem diferente (para pior).

domingo, setembro 19, 2010

Aborcionistas mexicanas conseguem a libertação de assassinas

Parece que a definição de aborto não é bem aquilo que as aborcionistas nos dizem. No México um grupo de mulheres deu à luz crianças saudáveis e depois mataram-nas. Obviamente foram presas por isso. Os grupos aborcionistas dizem que elas foram presas por motivo de "aborto".

Espera lá! Mas o aborto inclui seres humanos que já estão fora do corpo da mulher? Até quantos dias depois do nascimento ainda é "aborto" e quando é que passa a ser "assassínio"? Infelizmente as aborcionistas não dizem.

Matthew Cullinan Hoffman, correspondente na América Latina
GUANAJUATO, México, 2 de setembro de 2010 (Notícias Pró-Família) — Sete mulheres condenadas por infanticídio foram soltas pelo governador do estado de Guanajuato e por um juiz estadual depois de uma campanha imensa feita por grupos pró-aborto, que transformaram o caso delas num assunto amplamente discutido nos meios de comunicação nacionais.
O governador Juan Manuel Oliva também anunciou uma iniciativa legislativa para reduzir a pena criminal para o infanticídio entre 25 e 35 anos de prisão, para entre três e oito anos.
A decisão de soltar as mulheres ocorre depois de semanas de pressões feitas por organizações pró-aborto, membros do socialista Partido da Revolução Democrática (PRD) e dos meios de comunicação nacionais, os quais repetidamente afirmavam que as mulheres haviam realmente sido presas por “aborto”.
Hortensia Aragón Castillo, secretária geral do PRD, diz que não está satisfeita com as reformas legais propostas pelo governador Oliva, afirmando que “esquivam-se da questão central, que é a criminalização do direito de as mulheres decidirem sobre seus próprios corpos”.
Investigações feitas pelo Alto Comissário das Nações Unidas para os Direitos Humanos, bem como o comissário de direitos humanos do estado, não produziram nenhuma evidência de que as mulheres haviam sido condenadas por aborto deliberado. Contudo, grupos pró-aborto continuaram a insistir em que todas as sete mulheres presas por “assassinato por motivo de paternidade”, o termo legal no México que se refere a infanticídio, são inocentes da acusação.
Entre as que vão ser soltas está María Araceli Camargo, de 26 anos, condenada por infanticídio depois de dar a luz uma criança e abandoná-la para morrer numa latrina rural. De acordo com o jornal La Jornada, Camargo afirmou que achava que tinha diarreia, mas em vez disso deu a luz um bebê de 53 cm de comprimento, tamanho médio dos recém-nascidos, enquanto estava na latrina.
Em sua reportagem, La Jornada diz que Camargo cortou o cordão umbilical e abandonou o bebê, então foi até sua família afirmando que não estava se sentindo bem. Médicos do hospital para onde ela tinha sido levada reconheceram imediatamente que ela havia dado a luz, e alertaram os promotores, que encontraram a criança no fundo da latrina, com matéria fecal em seu sistema respiratório. Os promotores concluíram depois de uma autopsia que o bebê havia nascido saudável, com plena expectativa de vida. Camargo foi sentenciada a 26 anos de prisão, mas agora será solta depois de cumprir 8 anos.
Alma Yareli, solta recentemente pelo juiz estadual Miguel Valdez Reyes, havia sido condenada por infanticídio depois de dar a luz seu bebê de terceiro trimestre, o qual ela havia concebido num caso de adultério. Yareli afirmou que deu a luz o bebê prematuramente, e morto, numa banheira, e disse que ela foi motivada por medo quando o colocou num saco e o deixou numa rua, de acordo com o jornal Correo, de Guanajuato. Os promotores concluíram que o bebê de Yareli tinha morrido de hipotermia depois do nascimento.
Catorze outras mulheres estão atualmente sendo processadas pelo ministério público por crimes semelhantes, de acordo com reportagens dos meios de comunicação locais, embora haja dúvidas sobre o que será agora do caso delas.
Traduzido por Julio Severo: www.juliosevero.com
Veja também este artigo original em inglês: http://www.lifesite.net/ldn/viewonsite.html?articleid=10090301
Copyright © LifeSiteNews.com. Este texto está sob a licença de Creative Commons Attribution-No Derivatives. Você pode republicar este artigo ou partes dele sem solicitar permissão, contanto que o conteúdo não seja alterado e seja claramente atribuído a “Notícias Pró-Família”. Qualquer site que publique textos completos ou grandes partes de artigos de Notícias Pró-Família ou LifeSiteNews.com em português tem a obrigação adicional de incluir um link ativo para “NoticiasProFamilia.blogspot.com”. O link não é exigido para citações. A republicação de artigos de Notícias Pró-Família o LifeSiteNews.com que são originários de outras fontes está sujeita às condições dessas fontes.

sexta-feira, setembro 03, 2010

Como lidar com infanticidas (aborcionistas)


domingo, agosto 15, 2010

Feminista aborcionista: "Devemos estar preparadas a matar pela causa"

Ás vezes as feministas revelam ao mundo o quão macabras são as suas intenções para com a vida indefesa. Reparem também que o aborto é apenas um método para se atingir um fim. Elas não se preocupam com as vidas que são perdidas uma vez que para os esquerdistas "os fins justificam os meios".

Lembrem-se também que são pessoas deste calibre moral que querem ter poder sobre os vossos filhos através do sistema de ensino/indoutrinação estatal.

Original
"O abortamento de 200.000 bebês no Reino Unido a cada ano é o mal menor, independente de como se defina vida ou morte. Se você está disposta a morrer por uma causa, deve estar prepara a matar por ela também."
Assim escreveu a feminista abortista Antonia Senior em uma coluna no jornal Times, de Londres. Em países do primeiro-mundo, onde o tal "problema de Saúde Pública" não faz mais parte da mistureba enganadora abortista, resta-lhes defender o aborto por aquilo que ele realmente é. E é por isto que Antonia Senior pode ser sincera e chamar a matança anual de 200.000 seres humanos de "mal menor".

A sincera feminista, em dado momento de seu artigo, depara-se com a questão da definição do início da vida:
"O que está bastante claro para mim, na ausência de uma objetiva definição, é que um feto é uma vida, seja por qualquer medição subjetiva. Minha filha foi formada na concepção, e toda aquela mal compreendida alquimia, o acidental encontro de um espermatozóide com um determino óvulo, tornou-se minha querida filha, tendo sua personalidade já impressa naquele momento. Ela é ela mesma de forma única -- formada em meu útero, não pela minha criação."
Ou seja, filtrando o determinismo biológico que achei mal colocado, não resta dúvida que a feminista Antonia Senior admite que a vida humana inicia na concepção. Mas isto não a impede de, logo no parágrafo seguinte, ir direto ao ponto que ela quer defender:
"Qualquer outra conclusão é uma mentira conveniente que nós, no lado pró-escolha [N. do T.: eufemismo para "pró-aborto"] do debate dizemos a nós mesmos para que nos sintamos melhor com a ação de tirar uma vida. Aquela pequena coisa em forma de cavalo-marinho flutuando pelo útero é o milagre da vida em crescimento. Em um útero que não o deseja não é uma vida, mas um feto -- e, desta forma, pode ser morto."
"Mentira conveniente"!!! Aqui ela deita por terra até mesmo os argumentos de seus companheiros pró-aborto que insistem em retirar do fruto da concepção seu status de vida humana. Ela é extremamente sincera: é vida humana sim!

No entanto, para ela, o que determina se esta vida humana pode ou não fazer parte de sua estatística de "mal menor" é o simples desejo da mãe. Para a feminista, é a mãe que determina, em qualquer momento da gestação, se ela quer chamar o que vai em seu ventre de vida ou de "feto", o que é a senha para que ser humano que ali vai possa ser morto.

Confuso? Claro que é! Isto não faz qualquer sentido... Porém, é admirável a sinceridade da feminista ao admitir que o lado pró-aborto engana-se ao acreditar em suas próprias "mentiras convenientes"; é admirável que, mesmo à falta de uma objetividade maior sobre o que é a vida (segundo suas palavras), ela admita que na concepção temos já uma vida humana; e é estarrecedor que ela atropele tudo isto para eleger a "vontade da mãe" como uma força maior que o direito à vida de seu filho -- uma vida humana! -- em seu ventre.

É por isto que dizer que aborto é um "problema de Saúde Pública", este mantra produzido por ONGs abortistas e repetido à exaustão por políticos dos mais variados matizes, é simples cortina de fumaça, simples "mentira conveniente" que esconde a real face da luta pró-aborto, que é a suplantação do fundamental direito à vida de um ser humano inocente e frágil pelo direito de que uma mãe escolha a vida ou morte de seu filho.

Já em países como o Reino Unido não há tanto a necessidade de enganar a população, e feministas abortistas como Antonia Senior podem muito bem falar que os pró-aborto têm que estar dispostos não apenas a morrer por sua causa, mas a matar também por ela, pois isto, em última instâcia, é o que o aborto é.

Esta é a essência do movimento pró-aborto: a luta pelo direito de matar seres humanos inocentes e frágeis, cujo único "crime" foi estar no ventre de uma mãe que não o deseja.

-----
Fontes:
LifeSiteNews
University of Toronto - Students for Life

sábado, julho 17, 2010

Aborcionistas e Nações Unidas Juntam-se Para Corromper Adolescentes

As Escuteiras devem ser tão doces e inocentes como aparentam, senão porque é que a organização aborcionista "Paternidade Planeada" (eng: Planned Parenthood) sairia do seu caminho e usaria uma conferência das Nações Unidas para as corromper?

Esta notícia mostra o propósito da união satânica entre o Estado, as feministas e a industria da matança de bebés (aborto).

Há algumas semanas atrás, Sharon Slater, mãe de cinco filhos, inocentemente entrou dentro de um painel patrocinado pela "Girl Scouts USA" [GSUSA] numa Comissão das Nações Unidas acerca do "Estatuto da Mulher".

Quase imediatamente ela foi convidada a sair. De facto, todos os adultos que não faziam parte da GSUSA foram retirados da sala e esta ficou quase exclusivamente composta por raparigas adolescentes.

A sua curiosidade espevitou-se. A srª Slater ficou junto à porta enquanto decorria o painel, mas mal o mesmo acabou, ela entrou dentro da sala. O que ela encontrou lá dentro chocou não só esta mãe de cinco filhos mas chocou uma grande parte das mães que tem filhas na GSUSA.

O que é que ela encontrou lá dentro? Bíblias espalhadas sobre a mesa? Material criacionista? Material evangelístico? Nem por isso....
A srª Slater encontrou brochuras produzidas pela Paternidade Planeada (PP) com o nome de "Healthy, Happy and Hot", que, entre outras coisas, ensinava as raparigas que "Algumas pessoas tem relações sexuais enquanto estão sob o efeito de bebidas alcoólicas, e outras quando estão drogadas. Esta decisão é tua".
Isto é uma variação do que Satanás disse a Eva: "sereis como Deus, sabendo o bem e o mal" (Génesis 3:5). Ou seja, "tu é que decides o que é o bem e o que é o mal. Não te preocupes com o que Deus diz. Faz o que bem entenderes!"

Mas as coisas ficam bem piores:

O guia sexual explica que "Muitas pessoas pensam que o sexo é apenas sobre relações vaginais ou anais mas há muitas formas distintas de se ter relações sexuais. O sexo pode incluir beijar, tocar, lamber, fazer cócegas, chupar e acariciar. Algumas pessoas gostam de ter sexo agressivo enquanto outros preferem sexo mais calmo com os seus parceiros. Não há forma certa ou errada de se ter relações sexuais. Diverte-te, explora e sê tu mesma!"

O guia diz ainda para "explorar a próstata". Lembrem-se: isto foi distribuído a raparigas adolescentes.

Um dos problemas da materialização das fantasias masturbatórias dos esquerdistas envolvendo orgias com raparigas adolescentes é a proliferação de doenças sexualmente transmissíveis (DST). É uma lógica simples de entender: quanto maior a promiscuidade sexual, maiores as probabilidades de se contrair DSTs.

Mas não se preocupem: as crianças estão a ser preparadas para tal cenário:

Para além de conselhos sobre a próstata, a brochura sub-intitulada "Direitos, Sexualidade e Vivendo com a SIDA" também fornece informação incorrecta e perigosa sobre direitos e responsabilidades....A brochura diz que os seus [das raparigas adolescentes] direitos são violados quando o governo requer que elas informem a sua condição de portadoras de HIV aos seus parceiros.
Ou seja, a PP está deliberadamente a encorajar a propagação da SIDA entre as adolescentes. Já te perguntaste o quão maligno terias que ser para fazeres abortos aos milhões? Pois bem, agora já sabes.

A mesma organização que lucra com o aborto é a mesma organização que "aconselha" as pessoas contaminadas a não revelar o seu estado de saúde ao parceiro sexual.

Será que ninguém vê um conflito de interesses nesta situação? Porque é que se comissiona uma organização que lucra com o aborto para ensinar comportamentos sexuais a crianças e adolescentes? Não é óbvio que o único "comportamento" que essa organização vai sugerir é um que lhe permita manter em actividade, nomeadamente, a promiscuidade sexual? Quanto mais promiscua for uma pessoa, maiores são as hipóteses de se gerar uma criança não planeada. Isto faz com que muitas mulheres assumam que, como não querem o bebé, estão no seu "direito" de matá-lo (aborto). É esse mesmo aborto que dá lucro a organizações como a Paternidade Planeada.


Esta não é a primeira vez que a GSUSA tenta corromper sexualmente as crianças ao seu cuidado:
Numa conferência em 2004, co-financiada pela Paternidade Planeada [claro!], a organização GSUSA distribuiu brochuras a 700 raparigas com o título de "É Perfeitamente Normal". Este guia celebrava a masturbação, mostrava desenhos explícitos de actividade sexual entre parceiros e mostrava um rapaz a colocar um preservativo.

Sem surpresa alguma, a brochura listava dez razões importantes para se fazer um aborto.

As rapariguinhas que fazem parte da GSUSA podem ser inocentes mas os ateus, feministas, aborcionistas, lésbicas e outros anti-cristãos que controlam a organização não são:

As escuteiras actuais nada tem a ver com as escuteiras do tempo da tua irmã mais velha e muito menos tem algo a ver com as escuteiras do tempo da tua mãe. Nem de perto nem de longe. Esta organização parece ter-se aliado à ética do "tudo-vale" dos piratas sexuais esquerdistas, e para tal empreendimento eles tem o apoio das Nações Unidas.

Comparem isto com os Escuteiros que se tem mantido fiéis à sua visão inicial, e como "castigo" eles são proibidos de usar edifícios públicos.

Para quem não sabe, os Escuteiros americanos negam-se a ter entre si monitores/professores abertamente homossexuais. Por tal resistência ao lobby gay, eles estão a ser perseguidos pelos esquerdistas.

A resistência dos Escuteiros aos homossexuais é perfeitamente lógica visto que os homossexuais estão desproporcionalmente representados nos casos de pedofilia. Aliás, se pensarmos um pouco, não é difícil de ver o propósito homossexual em fazer parte de grupos onde há muitos rapazinhos disponíveis e longe da protecção dos pais.

Conclusão:

Se mais evidências nós precisássemos do verdadeiro propósito da "educação sexual" ateísta, acho que notícias como esta revelam muito. Eles não querem "educar" mas sim "indoutrinar" as crianças a favor da sua visão nojenta da sexualidade.

Reparem numa coisa curiosa: se eles estão tão certos de que o que fazem é moralmente certo, porque é que a srª Slater (e os outros pais) foram corridos da sala onde se ensinava às raparigas que fazer sexo enquanto drogada ou bêbada é uma decisão da adolescente? Se eles estão certos de que a sua visão da "educação sexual" é aceitável, porque não deixar os pais verem as coisas que eles dizem às raparigas?

A resposta é óbvia: eles sabem que o que estão a fazer está errado, e como tal eles tentam esconder a sua sujidade.

A Luz veio ao mundo, e os homens amaram mais as trevas do que a Luz, porque as suas obras eram más.
João 3:19
Que Deus nos livre da "educação sexual" promovida pela moralidade ateísta.

Prostituição: Onde está o feminismo quando a mulher mais precisa?

Com tantas mulheres a serem exploradas pela industria do sexo, seria de esperar que as feministas se organizassem para acabar com isso, mas parece que isso não é assim tão importante. Até parece que as feministas não se importam que as mulheres sejam vistas como objectos sexuais.

Provavelmente isso se deva ao facto de que quanto mais promiscua for uma sociedade, maiores são as hipóteses de gravidez indesejada, e maiores são as probabilidades de ter que matar o bebé.

O lobby feminista anda as reboque das intenções do lobby aborcionista, e portanto, as feministas não se importam que a sociedade se torna mais promiscua. Aliás, as feministas juntam-se à ONU de forma a ensinar às meninas formas de começar as actividades sexuais, e, claro, onde ir no caso de precisar de fazer um aborto.

A única ideologia que de facto dá valor às mulheres é o Cristianismo. Todas as outras ideologias invariavelmente pioram a condição da mulher.

Mais consequências da rejeição da moral cristã.

A indústria do sexo é a força mais destrutiva contra as mulheres

Organização católica ACRATH combate este flagelo na Austrália

SYDNEY, terça-feira, 8 de junho de 2010 (ZENIT.org). – A Austrália é uma das conexões centrais do tráfico de seres humanos, que envolve milhões de mulheres provenientes da Ásia, Europa e América do Sul, e movimenta cerca de 9 bilhões de dólares ao ano.

No país, a ACRATH (Australian Catholic Religious Against Trafficking in Humans) é um dos principais atores na luta para libertar as mulheres da indústria do sexo.

Segundo estatísticas citadas pela organização, o tráfico de seres humanos constitui a terceira maior indústria criminosa do mundo, após o tráfico de armas e o narcotráfico.

Leia o artigo inteiro em: http://www.zenit.org/article-25162?l=portuguese

quarta-feira, junho 30, 2010

A loucura do planejamento do homem

Famílias cristãs modernas têm geralmente 2 filhos. Não é raro ver mulheres solteiras com três ou quatro filhos gerados de diferentes homens. Homens solteiros com vários filhos gerados com várias mulheres são uma crescente realidade moderna. Esse é o legado horrendo do planejamento familiar.
A pregação de planejamento familiar, iniciada pela teosofista lésbica Annie Besant na Inglaterra predominantemente protestante do século XIX, alcançou seu objetivo: hoje a Inglaterra é muito, muito menos cristã, e os homens e as mulheres são muito menos propensos a se casar. Dos que se casam, o padrão é dois filhos no máximo.
Margaret Sanger, inventora do termo “controle da natalidade” no inicio do século XX, já dizia que o controle da natalidade eventualmente destruiria o Cristianismo. Olhando para a Inglaterra, ninguém duvida de Sanger, fundadora da Federação Internacional de Planejamento Familiar, que é hoje a maior organização de aborto do mundo.
Assim como na Inglaterra, a febre do planejamento familiar, lançada por líderes da Nova Era, se espalhou como incêndio em todos os países protestantes. Depois, vieram as idéias de purificação racial e controle populacional no mesmo rastro. Os nazistas alemães e os comunistas soviéticos se beneficiaram muito dessas idéias.
Se a meta da agenda do controle populacional era doutrinar as famílias a ter dois filhos, o sucesso foi total, pelo menos na Europa e nos EUA. Mas no rastro surgiu um quadro sombrio.
Com a separação do sexo da procriação, veio o desprezo pelo casamento. Com o desprezo pelo casamento, vieram as liberdades sexuais, onde um homem faz sexo com quem quer, sem nenhuma responsabilidade conjugal. O resultado, como já vimos, são muitos e crescentes casos de mulheres solteiras que têm vários filhos de diferentes homens. E casos igualmente bizarros de homens que, como beija-flores pervertidos polinizando por aí, saem pela vida engravidando uma mulher atrás da outra.
Conheci um homem que, quando jovem e sem Deus, vivia despreocupado com casamento, apenas se ocupando com os prazeres, que lhe renderam oito filhos com oito diferentes mulheres. Já idoso, ele se volta para Deus e se torna pastor.
Mas há casos de homens muito mais jovens que também podem se gabar de terem oito ou mais filhos com diferentes mulheres. São crianças com vários irmãos que nunca terão o amor de um pai normal, enquanto seus pais prosseguem suas insanas disputas por novas mulheres para engravidar.
No final, uma multidão enorme de bebês ilegítimos, de diferentes pais e mães, é abortada ou recebe permissão de nascer. E as estatísticas para crianças nascidas fora do casamento e família natural não são bonitas: 70% dos delinqüentes vêm dessas relações irresponsáveis.
Em tempos passados, levava uma vida inteira para um homem depravado engravidar várias mulheres. Hoje, com sexo muito mais fácil e grátis, homens jovens podem engravidar uma variedade de mulheres em tempo mais curto, e o resultado é sempre vários abortos ou filhos ilegítimos.
Em vez de corrigir o problema valorizando a família natural e estabelecendo punições para condutas irresponsáveis, os engenheiros sociais preferem redefinir a família, removendo seu sentido original de “pai e mãe casados com filhos gerados por eles” para beneficiar qualquer agrupamento deformado, independente de casamento, composto por:
* Um homem e mulher amigados criando filhos de relacionamentos anteriores.
* Um homem divorciado com uma mulher divorciada criando filhos de casamentos anteriores.
* Um homem com outro homem criando filhos dos outros.
Esses grupos deformados, que são extremamente problemáticos, são englobados como “família” em culturas doentes, e não é de admirar que os governos digam que a “família” está com “problemas”. Provavelmente, os governos queiram propositadamente a classificação desses grupos deformados como “família” a fim de ter plenos poderes e pretextos para interferir, mutilar, traumatizar, desestruturar, danificar, desfigurar e destruir o poder da família natural.
Em vez de promover o crescimento da família natural, governos maliciosos e oportunistas promovem o crescimento de grupos deformados e sua valorização como “família”. Em vez de valorizar o aumento de bebês nascidos em famílias naturais, governos irresponsáveis, com sua doutrina de controle populacional, acabam promovendo explosão de abortos e nascimentos ilegítimos.
A doutrina do planejamento familiar conseguiu pois diminuir drasticamente o número de casamentos nos países ocidentais. Conseguiu também diminuir drasticamente o número de filhos nos casamentos formais hoje, que estão diminuindo. Mas no processo provocou o descontrole das relações sexuais e uma procriação desenfreada de homens e mulheres que nada querem com o casamento.
A doutrina do controle populacional, que está reduzindo os casamentos e famílias, vem provocando uma explosão inédita de filhos sem pai e sem família. Enquanto o número de casamentos diminui, o número de bebês ilegítimos cresce sem parar.
O amplo acesso ao aborto legal nos países ocidentais tem, por enquanto, conseguido maquear a enormidade de seus problemas demográficos, pois muitas mulheres que deveriam estar com 8 ou mais filhos com homens diferentes são solteiríssimas e sem filhos, prosseguindo “normalmente” suas carreiras e vida sexual ativa. O preço da liberdade sexual é um imenso derramamento de sangue que é impossível medir.
Ao homem que não quer engravidar mulher após mulher, só resta a opção do sexo anal (homossexual) e se tornar outra peça no esquema do controle populacional para destruir o casamento natural, colaborando para as muitas reivindicações gays de desfiguração da família natural.
Sexo, qualquer sexo, é promovido hoje, desde que mutile, traumatize, desestruture, danifique, desfigure ou até destrua filhos, valores, Cristianismo, casamento e família. Não é a toa que a Federação Internacional de Planejamento Familiar esteja empenhada em promover o aborto, o homossexualismo, o feminismo e a educação sexual nas escolas.
As conseqüências já estão aí. E nas próximas décadas, mais conseqüências virão. Por conta do número reduzido de filhos, a Europa está em processo de dominação de famílias muçulmanas grandes. Mas as perguntas mais urgentes dos líderes europeus nos próximos anos são: com uma população de jovens trabalhadores cada vez mais reduzida, como sustentar o sistema de previdência social? O que fazer com o número enorme de idosos que não para de crescer? A Holanda, que outrora era uma forte nação protestante, já deu a resposta oficial: eutanásia.
A Holanda, religiosamente fiel à doutrina do controle populacional, tem sido pioneira em casamento homossexual, adoção de crianças por casais gays, aceitação legal da maconha e outras drogas, etc. Além da eutanásia, a Holanda tem procurado exportar o aborto para outros países, por meio do seu infame barco do aborto. E por amor à diversidade e à demoniocracia, a Holanda tem a desonra de ter o primeiro partido pedófilo do mundo, composto majoritariamente por pedófilos homossexuais.
A Holanda e outros países modernos espelham bem o cumprimento do desejo de Margaret Sanger: o controle da natalidade destrói as igrejas cristãs e sua influência na sociedade.
Esse é o preço da aceitação do planejamento do homem. Esse é o preço da rejeição do planejamento de Deus.
Casar e ter vários filhos dentro do casamento é loucura, dizem os loucos deste mundo. Mas esta é a “loucura” do planejamento de Deus, onde Deus chama de “bênçãos” filhos e seu aumento nas famílias. Não casar e encher a terra de sangue de filhos ou enchê-la de filhos traumatizados sem pai, sem família e sem direção moral: essa é a loucura do planejamento do homem sem Deus. Esse é o legado do planejamento familiar.
Versão em inglês deste artigo: The folly of man’s planning

sábado, junho 26, 2010

Ser Humano Abandonado Para Morrer Após Aborto Fracassado

Mais consequências da crença que coloca o homem como autoridade moral suprema. Quem geralmente paga com isso são os mais frágeis da sociedade, mas nada disso importa. O que importa para os promotores do infanticídio é destruir
ROSSANO, Itália, 27 de abril de 2010 (Notícias Pró-Família) — O governo italiano anunciou que lançará uma investigação de um hospital onde um bebê prematuro que nasceu vivo depois de uma tentativa de aborto foi abandonado durante horas para morrer, antes de receber atenção médica graças à intervenção de um padre.
“Se os relatórios estão corretos estamos falando de um caso grave de abandono terapêutico de um recém-nascido bem prematuro, provavelmente também com alguma forma de deficiência: um ato contra o sentimento da compaixão humana, mas também contra toda ética da profissão médica”, disse Eugenia Roccella, subsecretária de saúde da Itália.
“O Ministério da Saúde enviará seus inspetores para o Hospital de Rossano Calabro para garantir que o caso seja realmente tratado, e para verificar que a lei 194 tenha sido respeitada. Essa lei proíbe o aborto quando há a possibilidade de uma vida autônoma para o feto, e o permite apenas se a continuação da gravidez é perigosa para a vida da mulher”, acrescentou Roccella.
O bebê, que estava com 22 semanas de gestação, foi abortado num hospital de Rossano porque sofria de uma deformidade, embora a mãe tenha também afirmado que a gravidez representava um risco médico. Após sobreviver à tentativa do médico de matá-lo, o bebê não recebeu nenhum tratamento médico e foi abandonado para morrer.
De acordo com relatos da imprensa italiana, a situação foi descoberta por um padre, que havia sido informado sobre o aborto e tinha vindo para orar pela alma do bebê.
Contudo, ele ficou chocado ao descobrir que o bebê estava se movendo e respirando, envolto num lençol e deitado sem atendimento, com o cordão umbilical ainda preso. Ele relatou a situação aos médicos, que então colocaram o bebê na unidade de cuidado intensivo de um hospital vizinho. Mas ele morreu poucas horas mais tarde.
Além da investigação efetuada pelo Ministério da Saúde, autoridades locais de Rossano estão também investigando o caso para apurar se há negligência por parte dos médicos.
Muitos casos semelhantes de bebês abandonados para morrer depois de sobreviverem a abortos propositados têm sido documentados na imprensa dos EUA também, motivando a aprovação da Lei Federal de Bebês Nascidos Vivos, que entrou em vigor em 2002. Barack Obama, o atual presidente dos EUA, havia de forma infame feito oposição a uma versão estadual do projeto de lei enquanto era senador de Illinois.
Cobertura relacionada de LifeSiteNews:
How Babies Were Left to Die: Nurse Recounts Horrors of Infanticide Practice Barack Obama Protected
http://www.lifesitenews.com/ldn/2008/aug/08081209.html
66 British Babies Survived Abortion - All Were Left to Die Without Medical Aid
http://www.lifesitenews.com/ldn/2008/feb/08020408.html
Traduzido por Julio Severo: www.juliosevero.com
Veja também este artigo original em inglês: http://www.lifesitenews.com/ldn/2010/apr/10042705.html

quinta-feira, junho 17, 2010

Argentina: Feministas atacam Católicos

Mais um exemplo do que o futuro reserva aos cristãos, e também do verdadeiro sentimento que as feministas tem em relação a quem se oponha ao assassínio de bebés (aborto). Talvez as feministas apenas se estejam a revoltar contra 2000 anos de ataques e perseguições e....e... (inserir desculpa esfarrapada aqui).

Sobre a Defesa da Catedral de Neuquen

Neste vídeo, que a mídia nacional preferiu ignorar na época, é mostrada uma manifestação ocorrida no dia 17 de agosto de 2008, na cidade de Neuquén, Argentina.

Ne período ocorreu um evento chamado “Encuentro Nacional de Mujeres”, de tom feminista. O movimento pregava palavras de ódio a religiosos e gritos de ofensa a qualquer um que fosse contra o aborto. O grupo também era composto de lésbicas.

Estavam planejados atos de vandalismo contra a Catedral de Neuquén, e vários jovens católicos perceberam a armação e então fizeram um cordão de isolamento na frente da Catedral. Enquanto faziam orações, sofriam ofensas e manifestações de violência psicológica por parte das feministas.

E, como tenho mostrado aqui neste blog, em vários exemplos, a mente esquerdista não é normal, e passa a encarar qualquer que não pense como eles como um inimigo, a ponto de merecer cusparada na cara. Vejam, aos 4:15 do vídeo, um jovem católico recebendo um cuspe no rosto de uma das manifestantes.

As manifestantes também arrancaram dos católicos uma grande faixa com as cores da bandeira argentina e queimaram.

Durante as ofensas, os jovens ignoraram as provocações e continuaram rezando, o que parecia aumentar ainda mais o ódio das feministas da manifestação, como se pode ver no vídeo.

Ainda que em situação de superioridade moral, pois a violência partiu apenas das esquerdistas, fica bem claro como a mera atitude de postura ereta dos cristãos é suficiente para causar ódio nos anti-religiosos. Isso, aliás, explica muito da postura neo ateísta.

Supondo agora que a não reação tenha sido uma versão literal do “oferecer a outra face”, e, se ao invés de um cuspe, a manifestante resolvesse dar um tiro na cara do garoto? Enfim, a partir do momento que a não reação é legitima, tudo é permitido, certo?

Enfim, o vídeo fica como um alerta. A não-reação tende a ter consequências mais desastrosas. O caso da Catedral de Nauquén (omitido, convenientemente, pela mídia) é apenas um aperitivo perto do que vai ocorrer SE NÃO existir uma reação enérgica dos líderes religiosos. Simples assim.

E as regras do jogo estão clara: (1) contra os religiosos, tudo é permitido, (2) tudo que for feito contra eles será inclusive omitido, para evitar punições dos culpados, (3) até por que, se tudo contra os religiosos é permitido, não existe culpa para anti-religiosos, (4) enquanto não reagirem, os anti-religiosos podem fazer cada mais contra eles.

A regra é clara. Se os cristãos mansos continuarem a ir por esse caminho, no futuro cuspe na cara será um afago perto do que está por ocorrer.

É simplesmente o ato de observar os fatos como eles ocorrem e não como gostaríamos que fossem. A realidade às vezes é cruel, mas ignorá-la é ainda pior.

quarta-feira, junho 16, 2010

Pílulas hormonais de controle da natalidade reduzem a função sexual das mulheres

Não esperam ver este tipo de revelação nos órgãos de (des)informação esquerdistas.
Hilary White
7 de maio de 2010 (Notícias Pró-Família) — Na mesma época em que a pílula hormonal de controle da natalidade faz 50 anos, pesquisadores descobriram uma ligação entre ela e a disfunção sexual nas mulheres que a tomam. Num estudo alemão, 32 por cento de mais de 1.000 mulheres pesquisadas que tomavam a pílula tinham alguma forma de disfunção sexual.
“Nossos dados mostram que a contracepção hormonal em particular estava ligada a pontuações de reduzido desejo e estímulo quando comparados com outros contraceptivos”, os pesquisadores, dirigidos pela Dra. Lisa-Maria Wallwiener, da Universidade de Heidelberg, escreveram. O grupo que experimentou os níveis mais baixos de disfunção sexual era o que estava usando formas de controle da natalidade não hormonal.
“O efeito dos hormônios está aí, temos uma ligação. Mas, desta vez, não podemos dizer se isso é uma relação de causa e efeito”, disse o co-autor Dr. Alfred Mueck, professor do Centro de Saúde das Mulheres da Universidade de Tubingen. “Só podemos dizer que poderia haver um efeito de contraceptivos hormonais (no disfuncionamento sexual). Mas isso é só um fator além de outros fatores que podem influenciar a disfunção sexual”.
Um estudo, publicado na Revista de Medicina Sexual, examinou resultados de 1.086 estudantes de medicina do sexo feminino na Alemanha, e constatou que aquelas que tomavam pílulas de controle da natalidade e outras formas de contracepção hormonal corriam mais risco de libido baixa e problemas de estímulo. Falta de desejo sexual é o principal problema que as mulheres relatam, junto com falta de orgasmo, uma incapacidade de se excitar e intercurso doloroso.
Os pesquisadores crêem que a pílula pode reduzir os níveis circulatórios da testosterona, o hormônio necessário para estimular o desejo sexual e regular o fluxo sanguíneo para os órgãos genitais, em ambos os sexos
O editor-chefe da revista, o Dr. Irwin Goldstein, escreveu: “Quando você faz besteiras com seus hormônios sexuais de esteróide, você está apostando com sua vida sexual”.
“O valor desse documento é nos recordar que 300 milhões de usuárias da pílula (no mundo inteiro) estão se colocando em risco (de mudanças sexuais), com consentimento informado extremamente limitado de que isso está acontecendo”, disse Goldstein.
As mulheres, de seis diferentes faculdades de medicina, preencheram questionários online designados para identificar problemas com a função sexual dentro das quatro semanas passadas baseados no “Índice de Função Sexual da Mulher”, uma escala válida de 19 perguntas sobre os detalhes físicos de função sexual. Do grupo, aproximadamente 90 por cento usavam a contracepção, e quase todas tinham sido sexualmente ativas nas quatro semanas anteriores. Oitenta por cento estavam num “relacionamento estável”, que era definido como tendo tido o mesmo parceiro sexual durante pelo menos os seis meses passados. Setenta por cento das mulheres pesquisadas usavam contraceptivos hormonais.
Desde sua introdução no começo da década de 1960, os contraceptivos hormonais se tornaram um dos dois métodos mais populares de contracepção artificial, além da esterilização, com um número estimado de 300 milhões de mulheres usando-os no mundo inteiro. A Fiscalização Sanitária dos EUA (FDA) aprovou a pílula em 9 de maio de 1960.
Elaine Tyler May, de 62 anos, professora de história da Universidade de Minnesota e autora do livro “America and the Pill” (Os EUA e a Pílula) disse para a Associated Press nesta semana que as expectativas que se tinham com relação à pílula na década de 1960 não se concretizaram.
“Os casais poderiam ter sexo mais feliz com mais liberdade e menos medo. O índice de divórcio poderia descer e não haveria mais gravidezes indesejadas”, disse ela. “Nenhuma dessas coisas aconteceu, nem as esperanças otimistas ou os temores pessimistas de anarquia sexual”.
Contudo, apesar da garantia de May sobre “anarquia sexual”, as estatísticas mostram que embora o número de pessoas se casando continue a cair na maioria dos países ocidentais em que o uso da pílula é comum, esses mesmos países estão vendo uma explosão de doenças sexualmente transmissíveis e gravidezes fora do casamento. Aproximadamente metade de todas as gravidezes nos EUA é sem intencional e quase metade delas acaba em aborto.
A Inglaterra tem sido principalmente suscetível à anarquia sexual que May diz não aconteceu, com um dos índices mais elevados de gravidez entre adolescentes no mundo desenvolvido.
Embora as escolas tenham se tornado uma fonte comum de contraceptivos gratuitos para meninas, sem o conhecimento ou consentimento dos pais, estatísticas divulgadas nesta semana pela Secretaria de Estatísticas Nacionais mostram que aproximadamente 40.000 meninas britânicas abaixo de 18 anos ficaram grávidas em 2008, ou 40 por 1.000. Um relatório divulgado pela Fundação Relacionamentos, um instituto britânico, disse que o colapso da família está custando aos contribuintes do imposto de renda da Inglaterra aproximadamente 41.7 bilhões de libras por ano. Essa estimativa inclui 12.38 bilhões em créditos e benefícios fiscais, 4.27 bilhões em auxílio moradia e 13.68 bilhões em assistência de saúde e social.
Traduzido por Julio Severo: www.juliosevero.com
Veja também este artigo original em inglês: http://www.lifesite.net/ldn/viewonsite.html?articleid=10050701
.

domingo, junho 13, 2010

Feminismo aumenta felicidade .....do homem?!!

Sim, aparentemente o feminismo tem sido muito bom para os homens. Não é difícil de se ver porque. Agora, muito graças ao movimento feminista, o homem pode ter tudo o que quer da mulher sem ter que se comprometer com ela.
Como as feministas explicam a queda da satisfação feminina?

Em outubro de 2009, a revista Época publicou uma matéria mostrando estudos confirmando um fato evidente. Há um alto grau de insatisfação feminina com sua condição nos dias atuais, mesmo que em nenhum outro momento da história as mulheres tivessem tamanha emancipação. Ora, se o objetivo foi conquistado, qual o motivo para a frustração?

O feminismo exagerado sempre foi focado em que as opções oferecidas aos homens deveriam ser oferecidas às mulheres. Até aí tudo bem, pois é um direito legítimo. O problema é que as feministas usaram isso de forma MILITANTE, inclusive fazendo pressão sobre uma parte das mulheres que não queriam acesso aos mesmos direitos. Por exemplo, direito de rachar a conta no restaurante. Será que todas queriam esse “direito”?

Quer dizer, se algumas mulheres queriam apenas um casamento, e viver com os filhos, ela estaria ERRADA perante o novo paradigma feminista. Pois o paradigma feminista afirma que as mulheres devem CONQUISTAR POSIÇÕES antes apenas oferecidas aos homens.

Esqueciam-se elas de que aquilo que deveria ser apenas uma opção foi transformado em uma OBRIGAÇÃO, e naturalmente uma mulher, se quiser as mesmas posições que o homem (em termos profissionais, inclusive), irá ser COBRADA da mesma forma, oras.

A pergunta a ser feita agora é: estavam os conservadores certos ao criticarem, nos anos 60 e 70, os exageros do feminismo? O que importa é o que os dados dizem: e o gráfico abaixo mostra um declínio acentuado da felicidade feminina, com um aumento inversamente proporcional da felicidade masculina.

Há ainda argumentos pró-feminismo, inclusive explicitados na reportagem. Um deles é dizer que existe hoje em dia uma “ditadura da beleza”, que faz com que as mulheres sejam cobradas não só pelo seu sucesso profissional, como também pela sua beleza. Ué, mas a tal “ditadura da beleza” não existe também para os homens? Se as mulheres são mais emancipadas hoje do que no tempo de nossas avós, então podem também transformar os homens em meros objetos sexuais. Logo, a crítica aqui é vaga e não serve para defender a causa feminista neste ponto.

Um questionamento legítimo é o seguinte: será que as feministas, ao levantarem seu movimento, estavam preocupadas com as mulheres como um todo ou apenas com sua ideologia? O resultado atual nos mostra que a preocupação era realmente ideologia. Pois é uma ingenuidade achar que as feministas realmente tinham em mãos uma carta branca para defender as mulheres, com apoio irrestrito da maioria das mulheres.

E, em média, os homens atualmente, que seriam a classe a SER COMBATIDA pelo feminismo, está com um sorriso de orelha a orelha quando visualiza sua condição atual.

Quanto a isto, eis aqui o gesto que os homens deixam para as feministas:

sexta-feira, maio 28, 2010

Entrevista ao César das Neves

Ao lerem esta entrevista (PDF), reparem na forma como o "entrevistador"/inquisidor coloca as perguntas. Será que ele adoptaria a mesma lógica (e o mesmo tom) se estivesse a entrevistar uma feminista radical ou um activista homossexual?

Julgo que não.

quarta-feira, maio 19, 2010

Em Português

Eis aqui alguns links onde se pode ter acesso a mais informação relevante:


Julio Severo

Perspectivas

Henrique Raposo, A Tempo e a Desmodo

Roberto Cavalcanti

Mente Conservadora

sábado, maio 15, 2010

Feminismo destrói vidas. Solução? Mais Feminismo!

Aborto, que é a “matança de Eva”, é chamado de “a maior campanha de discriminação assassina contra as mulheres da História”

Joseph Meaney
19 de março de 2010 (Notícias Pró-Família) — Notícia fantástica! A grande imprensa e até a ONU “descobriram” a crise do “desaparecimento de meninas” num período de 30 anos. O jornal The Economist (em recente edição intitulada “Gendercide” [generocídio]) e o Programa de Desenvolvimento das Nações Unidas (PDNU) divulgaram a “notícia” de que mais de 100 milhões de meninas e mulheres que deveriam estar vivas não estão.
Os culpados são os pais que querem ter filhos somente do sexo masculino e usam sonogramas para identificar o sexo de seu bebê no útero. O resultado final é milhões de abortos de seleção sexual de indesejadas meninas a cada ano.
Há algum tempo os líderes pró-vida vêm denunciando essa “matança de Eva” nos termos mais fortes. É sem dúvida alguma a maior campanha de discriminação assassina contra as mulheres na História. Incrivelmente, com poucas exceções, o problema do aborto de seleção sexual está continuamente piorando na Ásia e no mundo inteiro!
O que é chocante é que a solução que o The Economist recomendou é mais feminismo: mais propaganda dos mesmos indivíduos que trouxeram a legalização do aborto, mas desta vez dirigida para de certo modo melhorar a imagem pública das mulheres e filhas. Basicamente, eles estão dizendo que são necessárias campanhas em massa para ressaltar as contribuições positivas das mulheres na sociedade.
É claro que qualquer sociedade que não valoriza meninas ou mulheres em geral, tanto quanto homens, está em necessidade séria de uma mudança de coração no assunto. Contudo, será que alguém consegue com seriedade aceitar a idéia de que aqueles que alardeiam o aborto como direito supremo das mulheres são os melhores para nos conduzir para a recuperação de um sentido da dignidade do que é ser mulher?
The Economist aponta de modo favorável para a modernização e sociedades que têm aborto legal, mas nenhuma crise de aborto de seleção sexual. Pondo de lado o fato de que eles reconhecem que os chineses e os nipo-americanos estão recorrendo a abortos de seleção sexual, essas mesmas sociedades “progressistas” adotaram muitas outras agressões à dignidade feminina: pornografia, contracepção, “educação sexual” que mostra a pessoa humana como objeto, e assim por diante.
Se eles estão propondo seriamente que a solução para a eliminação das mulheres nos países em desenvolvimento é uma aceitação mais completa da própria ideologia que vem de forma tão patente prejudicando as mulheres e os homens, então precisamos apontar para a estupidez dessa perspectiva tantas vezes quantas forem necessárias até eles se darem conta.
As feministas radicais de boa vontade sacrificam a saúde e vidas das mães no altar do aborto legal. É só mais um passo para elas permanecerem em silêncio enquanto meninas em gestação são assassinadas pelo “crime” de ser mulher. Como bem dá para entender, algumas feministas pró-aborto estão incomodadas com isso, mas estão presas em sua ideologia sinistra que afirma que ninguém pode dizer a ninguém mais que sua “escolha” de abortar é errada.
Um momento decisivo em minha educação pró-vida com relação às tão chamadas organizações de “direitos das mulheres” ocorreu quando estive num encontro de março de 2007 bem nas entranhas da sede da ONU em Nova Iorque. O governo da Coreia do Sul havia proposto que a total assembleia da Comissão da ONU sobre a Condição das Mulheres adotasse uma resolução condenando o aborto de seleção sexual. A vasta maioria das delegações internacionais foi inicialmente a favor dessa proposta. Mas então as feministas desencadearam sua fúria.
Aquelas que se proclamam como “defensoras das mulheres” fizeram pressões pesadas e conseguiram que a União Europeia e outras nações abandonassem as meninas em gestação para seu destino de destruição, acabando com a resolução da ONU que, em grande parte, era simbólica. A lógica delas era essencialmente esta: Se aceitarmos que alguns abortos têm de ser impedidos, então todos os abortos estarão em perigo, e nossa meta é espalhar, não limitar, o aborto.
O modo de acabar com o aborto de seleção sexual é convencer o mundo acerca da verdade sobre a pessoa humana. Todas as crianças são criadas iguais na própria imagem de Deus, e como tais têm profunda dignidade e um direito à vida, independente do que médicos, pais, sociedade ou o Estado “escolham”. Nenhuma campanha em massa de promoção da ideologia feminista poderá se comparar com esse padrão da Lei Natural no que se refere a proteger a vida das meninas em gestação.
Deve-se desmascarar nos termos mais fortes a mentira de que essas feministas hipócritas estão defendendo as mulheres ou meninas. Elas estão defendendo o aborto, ponto final. Elas não são parte da solução — elas são parte do problema — e a vida de milhões de meninas (e meninos) está sendo destruída todos os anos por causa delas.
Traduzido por Julio Severo: www.juliosevero.com
Veja também este artigo original em inglês: http://www.lifesitenews.com/ldn/2010/mar/10031914.html

Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...

Share

Twitter Delicious Facebook Digg Stumbleupon Favorites More