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quarta-feira, novembro 03, 2010

Estudos indicam que enjoo matinal pode ser mecanismo para proteger bebé

Salmo 71:6
Por Ti, tenho sido sustentado desde o ventre: Tu és aquele que me tiraste das entranhas da minha mãe: o meu louvor será para Ti constantemente.

Mais de 75% das mulheres sofre de algum tipo de enjoo matinal durante o primeiro trimestre da sua gravidez. Mais de metade fica fisicamente doente. Embora o dado seguinte possa não ajudar a mulher que sofre de enjoo matinal, pode ser útil saber que esse enjoo pode ter um propósito benéfico.

Uma bióloga da Universidade da Califórnia concluiu que o enjoo matinal pode ser um das formas do corpo proteger a criança em desenvolvimento. Margie Profet passou seis anos a estudar os hábitos alimentares, os defeitos de nascença e o nível de toxinas naturais na nossa comida e chegou a algumas conclusões interessantes.

A maior parte da nossa comida tem uma concentração mínima de toxinas em si. Por exemplo, as plantas geram toxinas para se protegerem de alguns insectos. Normalmente estas toxinas são tão fracas que elas são totalmente inofensivas para nós. No entanto, até à oitava semana de desenvolvimento, o bebé em crescimento está bastante susceptível ao efeito destas toxinas em baixas quantidades. Quando o corpo detecta um nível de toxinas perigoso para a criança, ele pode usar o enjoo matinal para se livrar delas.

Profet menciona outros estudos onde se mostra que mulheres que sentiam o acima mencionado enjoo matinal (e consequente vómito) durante a fase inicial da gravidez tinham taxas mais baixas de aborto natural do que as mulheres que não tem o enjoo matinal.

Ainda não há dados conclusivos, mas o enjoo matinal pode ser uma das formas que Deus encontrou para proteger a criança durante uma fase tão sensível da sua vida.



Atribuir a origem deste sistema integrado a forças não-inteligentes faz tanto sentido como afirmar que um portátil é o resultado de forças não inteligentes. Mas, claro, afirmações absurdas são a base da teoria da evolução.

Para quem acredita que a mais pequena célula humana (mais complexa do que qualquer coisa que o ser humano pode alguma vez construir) é o resultado de uma acumulação fortuita de variações aleatórias (filtradas pela selecção natural) acreditar que o sistema que detecta o nível toxicológico do corpo da mãe é o resultado de forças não inteligentes é apenas a consequência "lógica".

Não é ciência, mas sim mitologia ateísta mascarada de ciência.

Referência: "Morning sickness may protect fetus from toxins." Minneapolis Star Tribune, June 13. p. 7A

sexta-feira, outubro 08, 2010

Feminista: Porque é que os homens não querem casar com mulheres promíscuas?

Por incrível que pareça, existem algumas feministas que não querem reconhecer que a promiscuidade sexual é má para as mulheres em termos de encontrar homens dispostos a casarem-se com elas.

Feministas descobrem como funciona a economia de mercado (ou pelo menos o conceito de oferta) embora continuem inocentes no que toca a intersecção com a procura. Isto é quase como observar macacos a descobrirem que a coisa brilhante que se move por cima da pilha de madeira está quente.

A autora deste blog cita uma feminista que diz:

Nos média existe esta noção de envergonhar as mulheres promiscuas (eng: "slut") e isto acontece num nível mais pessoal entre pessoas que se envergonham umas as outras.

Há também algo que é discutido em outros sites mas nunca falado nos média - algo chamado de "rejeição de promiscuas". Esta última acontece com homens heterossexuais em busca de mulher com quem passar o resto da sua vida. Eu tenho alguma experiência pessoal com isto. O meu ex não tentou envergonhar-me mas mal soube mais sobre mim [o passado sexual], ele esfumou-se da minha vida.

Isto de se rejeitar as promiscuas está tão errado que as mulheres vêem-se obrigadas a recorrer a mentiras ou a esconderem o seu passado. Ambas as estratégias estão condenadas a ter efeitos contrários aos desejados.

A solução da feminista para o facto dos homens rejeitarem mulheres promiscuas quando pensam em casar? Simples:
Eu acho que se a maior parte das mulheres (ou muitas mulheres) tivessem uma história sexual frutífera, isso tornaria-se na norma e desde logo aceitável.
A escritora do blogue Susan Walsh comenta:
Isto é de facto uma declaração notável. A solução feminista para a rejeição de mulheres promiscuas é recrutar o maior número possível de mulheres para a promiscuidade de forma a que o mercado de mulheres sexualmente inexperientes desapareça.

Por outras palavras, os homens teriam a sua diversão enquanto fossem estudantes universitários mas quando chegasse a hora de casar a sua única opção seriam as mulheres "frutíferas".

Esta declaração é interessante porque mostra que os homens não podem ser convertidos para o pensamento feminista. O Movimento das Mulheres destruiu muitos muros mas o cérebro do homem é a sua última fronteira, e o cerco feminista não consegue erradicar esta dualidade de critérios.

A reacção feminista às consequências não previstas e indesejáveis do seu feminismo é tipicamente fascista. Em vez de re-avaliar as suas crenças o que as feministas tentam fazer é reduzir todas as mulheres a objectos sexuais de forma a que os homens não tenham por onde escolher senão entre uma delas.

Talvez por isso é que as feministas tenham um ódio tão grande pela mulher que mantém o seu respeito e não "extravagaza" em promiscuidade sexual. Essas mulheres - aquelas suficientemente confiantes para saber que não precisam de sexo para se sentiram "poderosas" - estão literalmente a condenar as feministas a uma velhice infeliz e solitária.

Quarenta anos de indoutrinação feminista não conseguiram transformar a preferência masculina em casar com mulheres sexualmente conservadoras, por isso as feministas voltaram-se (com algum sucesso) para outra estratégia: transformar as mulheres em objectos sexuais.

Nem é preciso dizer isto, mas a estratégia feminista de tornar "promiscuizar" as mulheres está condenada ao fracasso. Isto pode ser visto de forma simples: a esmagadora maioria das feministas são mulheres caucasianas (brancas). A esmagadora maioria das mulheres do mundo não são caucasianas. Se os homens ocidentais não conseguirem encontrar mulheres sexualmente castas para casar no ocidente, ou eles não se casam ou casam-se com mulheres de outras etnias.

De qualquer das formas, as feministas e as sexualmente promiscuas vão ser rejeitadas pelos homens.

Conclusão:

A análise da Sra Walsh é de se louvar uma vez que ela reconhece uma realidade que muitas mulheres não descortinam. Todos os novos parceiros sexuais que as mulheres aceitam não só tornam essas mulheres marginalmente menos atraentes aos olhos dos homens interessados em compromissos permanentes, como também reduzem o seu potencial valor marital.

Ver também:

1. Vida sexual + relacionamento sério = satisfação

2. Como combater a epidemia de DST: Seguir a Bíblia

3. Homens tem um mecanismo anti-evolutivo que suporta a fidelidade

4. Feminismo aumenta felicidade …..do homem?!!

5. Coabitação ligada a aumento exponencial em risco de relacionamentos fracassados

6. Casamento Versão Ateísmo Continua a Falhar

7. Coabitação Prenupcial Pode Estragar Casamento

8. Geneticamente e Espiritualmente Programados Para a Monogamia



Modificado a partir do original

quinta-feira, agosto 12, 2010

Grávidas tendem a ficar com doenças adormecidas

Quem é como o Senhor, Nosso Deus, que habita nas alturas
Que Se curva, para ver o que está nos céus e na terra;
Que do pó levanta o pequeno, e do monturo ergue o necessitado,
Para o fazer assentar com os príncipes, sim, com os príncipes do seu povo;
Que faz com que a mulher estéril habite em família e seja alegre mãe de filhos?!
Louvai ao Senhor.
Salmo 113:5-6

Mais um impressionante sistema de auto-defesa que Deus colocou na mulher.

A medicina a chama de remissão. Basicamente, isso é um estado de saúde no qual uma doença fica aparentemente inerte e sem nenhum sintoma na pessoa, mas não deixa de existir. É comum em grávidas, especialmente quando se trata de doenças auto-imunes (aquelas em que as células de defesa atacam o próprio organismo, sem motivo aparente), que são especialmente perigosas nesse período.

Cientistas da Universidade de Michigan (EUA) fizeram um estudo para descobrir porque é comum as mulheres entrarem nesse estado de remissão quando estão esperando um bebê. A chave para entender o motivo seria uma proteína, chamada de piruvato-quinase.

Essa enzima é parte fundamental no sistema imunológico, e a falta dessa substância no organismo é muito perigosa, pelo seguinte motivo: sem ela, o sistema imunológico não funciona com a mesma eficiência, o que abre espaço para a ação das doenças auto-imunes.

Assim, o corpo combate essas doenças apenas pela metade, o que leva o corpo ao estado de remissão: a doença foi aparentemente combatida, mas na verdade ainda existe e pode voltar mais forte ainda depois.

Por essa razão, os médicos apontam para a importância da descoberta, já que a partir dela podem se desenvolver tratamentos para suprir o organismo das grávidas com piruvato-quinase. Essa proteína tem um decréscimo natural em gestantes, por isso a preocupação especial com elas.

Descobriu-se essa carência da proteína a partir de testes de comparação, nos quais os organismos de 46 mulheres grávidas foram analisados ao lado de não-gestantes. O desenvolvimento de novos medicamentos nesse sentido pode ajudar a preservar a saúde das futuras mães no mundo todo. [Science Daily]

Nenhuma referência foi feita ao mito ateu chamado de "teoria da evolução" e nem era preciso. Se já é difícil aceitar que a reprodução sexual seja o resultado de forças não inteligentes, mais complicado fica aceitar que este sistema de "suspensão" de doenças seja o resultado de forças naturais (sem inteligência, sem propósito, sem plano, etc).

A teoria da evolução é uma história mitológica usada com o propósito de cegar as pessoas para o design que existe na natureza. Esse design é melhor explicado como o resultado de um Designer Inteligente, e não como o resultado de forças sem inteligência. Por mais semântica que os nossos amigos ateus possam inventar a volta dos dados da ciência, a verdade é que o que eles acreditam não faz sentido nenhum.

Mas também, não é suposto fazer sentido, mas sim manter Deus fora da equação.

segunda-feira, julho 26, 2010

Reino Unido: 1/3 das crianças vivem apenas com um pai

Mais um dos efeitos da perda da identidade cristã na Inglaterra. O mais triste de notícias como esta é que Portugal está a tentar seguir os mesmos ensinos sobre a família e sobre a sexualidade que nós sabemos que não funcionam.

Glória a Deus por países como a Polónia e a Lituânia que ainda resistem à intromissão nociva da ONU e das organizações europeias.

Original

No Reino Unido, 1 em cada 3 crianças vive sem seu pai ou sem sua mãe. É estimado que 3,8 milhões de crianças vivam nessas condições por lá. 2,7 milhões vivem apenas com a mãe, 200.000 apenas com o pai, cerca de 500.000 moram com novas famílias sem casamento e 400.000 em novas famílias com novo casamento. Desse total, mais da metade raramente vê o pai ou mãe que não vive com ela.

Em uma década, tais crianças passaram de 1/5 para quase 30% do total de crianças, de acordo com estudo da ONS - Office for National Statistics.

Os dados foram divulgados com outras estatísticas que mostram a desintegração da família: segundo projeções da ONS, o número de solteiros e pessoas que coabitam ultrapassará o número de casados dentro de 20 anos.

Segundo o Daily Mail, o aumento de crianças em famílias desestruturadas veio durante os anos em que o governo Labour (Tony Blair e Gordon Brown) determinou que todos os tipos de família são igualmente bons para as crianças e o sistema de benefícios foi reformulado para recompensar pais solteiros e penalizar casais.

Daquelas 3,8 milhões de crianças, mais de 2 milhões nunca ficou com o pai ou mãe faltoso mais de um dia seguido.

O analista da ONS, Ben Wilson, disse: "O crescimento do número de crianças com um pai ou mãe não-residente é uma dimensão de uma crescente diversidade das formas de família".

No entanto, apoiadores da família tradicional pediu ao governo de David Cameron que tente atuar no sentido de ajudar que famílias tradicionais consigam continuar juntas.

Patricia Morgan, pesquisadora e autora na área da família, disse: "Isto não é diversidade. Isto é um desastre".

"Toda evidência independente mostra que isso é uma coisa ruim. Estes dados mostram que a desintegração da família está se acelerando, com todos os problemas inevitáveis que se seguirão".

Jill Kirby, do think tank Centro para Estudos de Política, disse: "Crescer em uma família desestruturada pelo menos duplica o risco da criança ir mal na escola, sofrer de problemas de saúde, ficar desempregada quando crescer, ficar grávida quando chegar à adolescência, ou ir para o crime".

"É crucial que o governo faça algo para tentar dar às crianças um melhor começo. O Labour preferiu diversidade à estabilidade e prejudicou as crianças - o novo governo necessita mudar isso".

A ONS também prevê que o número de pais solteiros ou em coabitação irá ultrapassar o número de pais casados já em 2030.

Já hoje, a proporção da população adulta que é casada caiu para abaixo de 50%, a saber, para 49%. Em 2033, esse número chegará a 42%, segundo projeções. Já o número de casais coabitando subirá de 2,3 milhões para 3,8 milhões.

Fonte: Daily Mail

quinta-feira, julho 08, 2010

Evolução Suporta Infidelidade e a Mentira

Original

Duas notícias me chamaram a atenção hoje: “Crianças que mentem viram adultos bem-sucedidos” e “Poliamor permite amar mais de uma pessoa ao mesmo tempo”.
São a pura expressão prática do que Isaías escreveu 2.700 anos atrás: “Ai de vós que ao mal chamais bem, e ao bem, mal, que tomais as trevas por luz” (Is 5: 20). Leia aqui o resumo das matérias e veja se o mundo não está mesmo torto:

Seu filho pequeno anda contando mentiras? Não fique bravo, fique feliz! É o que aconselham pesquisadores do Instituto de Estudos Infantis da Universidade de Toronto, no Canadá. Depois de testar 1.200 crianças com idades entre dois e 16 anos, eles afirmam que os pequenos que mentem com pouca idade mostram um desenvolvimento mental especialmente rápido – o que indica que eles crescerão para se tornar adultos mais desenvoltos e perspicazes. E quanto mais novos eles começam a mentir, melhor! ‘Os pais não devem ficar alarmados caso os filhos contem mentirinhas’, diz o Dr. Kang Lee, líder do estudo. ‘Quanto mais bem construída for a mentira, melhor é o desenvolvimento cognitivo da criança. Eles podem se tornar grandes banqueiros no futuro’, conta. [...](Superinteressante)

E a outra notícia:
[O poliamor] se trata de uma maneira diferente de se relacionar, que recusa a monogamia e permite amar mais de uma pessoa ao mesmo tempo. Quem segue o poliamor, ama e é amado por mais de uma pessoa, mas os poliamoristas garantem que nada tem a ver com promiscuidade.

Nesse tipo de relação, não há traições: todos os envolvidos sabem e concordam com a não exclusividade do parceiro e vivem de maneira responsável e profunda seus amores. ‘Não há ciúme, pois não há medo de perder’, diz a psicoterapeuta e sexóloga Regina Navarro Lins, autora do livro A Cama na Varanda (Editora Best Seller), do Rio de Janeiro, que dedica um capítulo ao assunto. [...] ‘A exclusividade nos relacionamentos está saindo de cena para dar lugar a novas maneiras de amar, como o poliamor’ [, diz ela].” (UOL)

quarta-feira, julho 07, 2010

Evolucionismo diz: seja malvado nos relacionamentos

Original

Não há nada melhor do que se sentir feliz e seguro em um relacionamento amoroso, certo? Errado. Durante tempos difíceis, ter parceiros emocionalmente inseguros pode ser bom para nos alertar sobre possíveis perigos.

Quando encontram problemas conjugais, as pessoas reagem de forma diferente dependendo se elas consideram o mundo um lugar seguro ou não. Essa mesma reação acontece com as demais ameaças da vida.

Segundo a pesquisa, publicada no jornal Perspectives on Psychological Science, o processo de evolução do ser humano fez com que fossem formados grupos mistos de pessoas seguras e inseguras.

Esses grupos mesclados teriam (e ainda têm) mais chances de sobreviver do que exclusivos de cada tipo de pessoa. Pessoas bem-sucedidas no amor possuem o chamado estilo de apego seguro. Eles vêem o mundo de forma otimista e não deixam que pensamentos negativos atrapalhem sua vida. Até aí tudo bem, maravilha.

O problema é que, diante de uma adversidade, eles tendem a agir dessa forma mais despreocupada também. “Pessoas seguras demoram mais para reagir aos perigos porque elas têm que se organizar antes”, diz o psicólogo Tsachi Ein-Dor, da Nova Escola de Psicologia de Herzliya, em Israel.

Por outro lado, temos as pessoas inseguras. Sua vida amorosa pode não ser lá muito sólida, mas, em situações inesperadas que exigem raciocínio rápido, elas se dão bem. “O comportamento de apego é uma adaptação de sobrevivência”, diz Ein-Dor. Por não conseguirem sobreviver por conta própria, as crianças têm de se unir aos seus pais.

Se uma criança chora e é acalmada pela mãe, ela descobre que pode confiar nos outros para receber amor e apoio. Já aqueles cujos pais não têm tempo ou energia para lhe dar atenção aprendem na marra que têm de cuidar de si mesmas.

Para testar sua ideia de que grupos mistos beneficiaria sobrevivência, Ein-Dor e seus colegas colocaram grupos de três alunos em salas com máquinas de fumaça escondidas, que foram ligadas para simular um incêndio. Os grupos que mais rapidamente perceberam a fumaça eram aqueles que continham mais indivíduos de apego inseguro. Esses grupos também foram os primeiros a agir diante da ameaça e fugir da sala supostamente em chamas.

(Hypescience)

Nota: O criacionismo, por outro lado, como tem a Bíblia como fundamento moral, estabelece que a verdadeira felicidade está nos relacionamentos estáveis e baseados no amor verdadeiro que vem de Deus. Em caso de adversidade, casais assim procurarão resolver juntos os problemas, contando com a ajuda de Deus, em quem confiam e, por isso, não se desesperam - mesmo diante de "incêndios".[MB]

segunda-feira, julho 05, 2010

Infidelidade e Psicologia Evolutiva

E agora. um bocado de humor evolutivo.

Mais uma da turminha "evo psy"

"Estudo liga infidelidade masculina a QI mais baixo", noticiou o site da BBC, enfatizando um estudo que associa a escassez de inteligência à infidelidade masculina: "Homens que traem as esposas e namoradas tendem a ter QI mais baixo e ser menos inteligentes, segundo um estudo publicado na revista especializada Social Psychology Quarterly."

Só pelo título já foi possível vislumbrar o "dedo de Darwin" por trás. E não deu outra:

"Kanazawa foi mais longe e disse que outra conclusão do estudo é que o comportamento "fiel" do homem mais inteligente seria um sinal da evolução da espécie.
Sua teoria é baseada no conceito de que, ao longo da história evolucionária, os homens sempre foram “relativamente polígamos”, e que isso está mudando.
Para Kanazawa, assumir uma relação de exclusividade sexual teria se tornado então uma “novidade evolucionária” e pessoas mais inteligentes estariam mais inclinadas a adotar novas práticas em termos evolucionários – ou seja, a se tornar “mais evoluídas”.
Para o autor, isso se deve ao fato de pessoas mais inteligentes serem mais “abertas” a novas idéias e questionarem mais os dogmas.
Mas segundo Kanazawa, a exclusividade sexual não significa maior QI entre as mulheres, já que elas sempre foram relativamente monogâmicas e isso não representaria uma evolução."


O estudo é tão absurdo que ele, por si mesmo, se auto aniquila. Se já é complicado "medir a inteligência", imagine-se só medi-la à luz de eventos que supostamente aconteceram a milhões de anos ("Sua teoria é baseada no conceito de que, ao longo da história evolucionária, os homens sempre foram “relativamente polígamos”, e que isso está mudando").

Ademais, essa besteira de Q.I. também já há muito perdeu sua razão de ser (uma pessoa que sabe tocar violino não é nem um pouco mais inteligente do que um roceiro laçador de bois). É por essas e outras que o darwinismo cada vez mais se auto destrói. Sim, afinal, uma teoria que mete o bedelho em tudo quanto é buraco não pode ser levada muito a serio.

Pobre Salomão, que dizem ter tido mil mulheres! ((rs))

É isso!

quarta-feira, junho 30, 2010

"Retirem das escolas esse modelo de educação sexual. Amanhã será tarde demais"

Consequências da "educação sexual" (versão ateísmo) que os secularistas querem impor nas escolas.
Expresso - 28 Mai 05

‘Carta aberta aos pais portugueses’

WILLIAM Coulson é investigador em Etnopsicologia. Durante 17 anos foi consultor para as questões das Dimensões Humanas do Programa de Educação Médica da Universidade de Georgetown, nos EUA. Com doutoramentos em Filosofia e em Aconselhamento Psicológico, Coulson foi investigador associado de Carl Rogers. Em conjunto escreveram 17 volumes sobre psicologia e educação humanística. Neste artigo, Coulson conta que as suas teorias e de Rogers ganharam adeptos entre os técnicos de educação da SIECUS, um grupo que desenvolve os currículos de educação sexual enviados às delegações nacionais da IPPF (órgão internacional que reúne as associações de planeamento para a família). Coulson dedica hoje o seu tempo a falar a católicos e protestantes sobre os efeitos nefastos das suas teorias. Esteve em Portugal em Novembro, a alertar para os materiais de educação sexual portugueses que diz serem baseados nas filosofias que agora rejeita.

O MEU nome é William Coulson. Doutorei-me em Psicologia e Filosofia e, nos anos 60 e 70, fui colaborador muito próximo de Carl Rogers, o psicólogo americano de fama mundial. É conhecido que nós os dois coordenámos a edição de uma série de 17 livros promovendo uma nova técnica da psicologia chamada «Clarificação de Valores». O nosso objectivo era aumentar o bem-estar e a auto-estima das crianças, mas o que realmente aconteceu foi algo completamente diferente. A dada altura, desenvolvemos um currículo de educação sexual baseado nos jogos de clarificação de valores, o que incluía actividades em que as crianças eram convidadas a falar abertamente sobre sentimentos e desejos de natureza sexual.

Experimentámos esta nova técnica nas escolas dirigidas pela ordem do Imaculado Coração, na Califórnia. No início da experiência, a ordem tinha 58 escolas e 600 freiras. Em 2002, a BBC exibiu um documentário sobre a nossa experiência e o balanço que fazia era este: «O efeito da experiência foi um verdadeiro cataclismo. Em menos de um ano, 300 freiras - metade do convento - pediram ao Vaticano para serem dispensadas dos seus votos e, seis meses depois, o convento fechou as portas. Tudo o que restou foi um pequeno grupo de freiras… que se tornaram lésbicas radicais». Se o efeito sobre adultos é este, qualquer pessoa pode imaginar qual o efeito sobre crianças.

Eu poderia dar-lhes muitos dados e contar-lhes muitas histórias. A título de exemplo, conto a história da Carolyn (não é o seu verdadeiro nome), uma aluna que no sexto ano seguiu um programa de clarificação de valores. Carolyn aprendeu a tomar decisões autónomas sobre todo o tipo de coisas, incluindo algumas matérias sobre as quais ela não devia sequer pensar e muito menos ter a possibilidade de experimentar.

Tal como os outros alunos dos programas de clarificação de valores, ela aprendeu a fazer escolhas autónomas e sinceras no seu quadro próprio de valores. Como disse um dos seus colegas no funeral, Carolyn acabou por se convencer que só poderia estar segura de que as suas decisões eram autónomas caso fizesse aquilo que os adultos lhe diziam para não fazer.

Acabou por achar que o maior prazer da vida era fazer o que as pessoas proíbem. Como resultado disso, num certo dia de Março, saiu da escola num intervalo com um colega e o seu tio passador de droga. Nas margens de um rio, tomou droga, foi violada e depois lançada ao rio. O corpo da criança encantadora e inteligente (ela era a chefe de turma) só apareceu três semanas depois.

Para nós, desde a experiência nas escolas das freiras, era evidente que a nossa técnica psicológica não era boa nem para as crianças nem para os adultos. Ficou claro que tínhamos desenvolvido um instrumento perigoso para a saúde dos jovens, que em vez de os enriquecer os destruía.

Essa não era a nossa intenção, mas foi o que aconteceu. Infelizmente, as nossas teorias (ou uma versão delas, ainda mais extrema, promovida por Louis Raths) tornaram-se muito populares entre os técnicos de educação sexual da SIECUS, um grupo americano que desenvolve currículos de educação sexual que depois são espalhados pelo mundo inteiro pelas delegações nacionais de uma organização chamada IPPF.

Em 1983, num dos seus livros, Carl Rogers descreveu as nossas experiências como um «padrão de fracasso». Contudo, depois da sua morte, o editor (que publica livros para professores e alunos de ciências da educação) reeditou o livro removendo todas as referências ao «padrão de fracasso».

Parte deste padrão é o muro de silêncio que se constrói em torno dos seus resultados trágicos. Ainda assim, tanto hoje como então (embora não tão frequentemente quanto deveria), a realidade por vezes vem à tona. Em 1998, o «The New York Times» publicou um artigo intitulado «EUA acordam para uma epidemia de doenças sexuais».

Nesse artigo, a dr.ª Judith Wasserheit, especialista em doenças sexualmente transmissíveis (DST) e ex-directora da Divisão de Prevenção de DST do US Center for Disease Control, disse ao «Times» que aquilo que se está a passar nos EUA é um «desastre nacional». Disse ainda que «a maioria dos americanos nem sequer tem consciência de que está perante uma epidemia».

Na realidade,, lentamente vai crescendo a consciência relativamente a esse facto. E talvez, bem mais cedo do que podem pensar, os portugueses descubram que algo de semelhante se está a passar com os seus filhos. Em Novembro de 2004, estive em Portugal a estudar os materiais de educação sexual enviados para as escolas em 2000. Fiquei aterrado.

Talvez não haja em todo o mundo um currículo mais influenciado pelas ideias que eu e Carl Rogers testámos nos anos 60. Escrevo, pois, esta carta como um apelo. Eu sei o que vai acontecer às crianças de Portugal caso se apliquem nas escolas actividades baseadas nos jogos de clarificação de valores.

Estou certo de que vocês gostam muito dos vossos filhos. Por isso (e se me é permitido falar com emoção): retirem das escolas esse modelo de educação sexual. Amanhã será tarde demais. Eu ajudei a criar o monstro. Por favor, ajudem-me a matá-lo.

Califórnia, 20 de Maio de 2005

A loucura do planejamento do homem

Famílias cristãs modernas têm geralmente 2 filhos. Não é raro ver mulheres solteiras com três ou quatro filhos gerados de diferentes homens. Homens solteiros com vários filhos gerados com várias mulheres são uma crescente realidade moderna. Esse é o legado horrendo do planejamento familiar.
A pregação de planejamento familiar, iniciada pela teosofista lésbica Annie Besant na Inglaterra predominantemente protestante do século XIX, alcançou seu objetivo: hoje a Inglaterra é muito, muito menos cristã, e os homens e as mulheres são muito menos propensos a se casar. Dos que se casam, o padrão é dois filhos no máximo.
Margaret Sanger, inventora do termo “controle da natalidade” no inicio do século XX, já dizia que o controle da natalidade eventualmente destruiria o Cristianismo. Olhando para a Inglaterra, ninguém duvida de Sanger, fundadora da Federação Internacional de Planejamento Familiar, que é hoje a maior organização de aborto do mundo.
Assim como na Inglaterra, a febre do planejamento familiar, lançada por líderes da Nova Era, se espalhou como incêndio em todos os países protestantes. Depois, vieram as idéias de purificação racial e controle populacional no mesmo rastro. Os nazistas alemães e os comunistas soviéticos se beneficiaram muito dessas idéias.
Se a meta da agenda do controle populacional era doutrinar as famílias a ter dois filhos, o sucesso foi total, pelo menos na Europa e nos EUA. Mas no rastro surgiu um quadro sombrio.
Com a separação do sexo da procriação, veio o desprezo pelo casamento. Com o desprezo pelo casamento, vieram as liberdades sexuais, onde um homem faz sexo com quem quer, sem nenhuma responsabilidade conjugal. O resultado, como já vimos, são muitos e crescentes casos de mulheres solteiras que têm vários filhos de diferentes homens. E casos igualmente bizarros de homens que, como beija-flores pervertidos polinizando por aí, saem pela vida engravidando uma mulher atrás da outra.
Conheci um homem que, quando jovem e sem Deus, vivia despreocupado com casamento, apenas se ocupando com os prazeres, que lhe renderam oito filhos com oito diferentes mulheres. Já idoso, ele se volta para Deus e se torna pastor.
Mas há casos de homens muito mais jovens que também podem se gabar de terem oito ou mais filhos com diferentes mulheres. São crianças com vários irmãos que nunca terão o amor de um pai normal, enquanto seus pais prosseguem suas insanas disputas por novas mulheres para engravidar.
No final, uma multidão enorme de bebês ilegítimos, de diferentes pais e mães, é abortada ou recebe permissão de nascer. E as estatísticas para crianças nascidas fora do casamento e família natural não são bonitas: 70% dos delinqüentes vêm dessas relações irresponsáveis.
Em tempos passados, levava uma vida inteira para um homem depravado engravidar várias mulheres. Hoje, com sexo muito mais fácil e grátis, homens jovens podem engravidar uma variedade de mulheres em tempo mais curto, e o resultado é sempre vários abortos ou filhos ilegítimos.
Em vez de corrigir o problema valorizando a família natural e estabelecendo punições para condutas irresponsáveis, os engenheiros sociais preferem redefinir a família, removendo seu sentido original de “pai e mãe casados com filhos gerados por eles” para beneficiar qualquer agrupamento deformado, independente de casamento, composto por:
* Um homem e mulher amigados criando filhos de relacionamentos anteriores.
* Um homem divorciado com uma mulher divorciada criando filhos de casamentos anteriores.
* Um homem com outro homem criando filhos dos outros.
Esses grupos deformados, que são extremamente problemáticos, são englobados como “família” em culturas doentes, e não é de admirar que os governos digam que a “família” está com “problemas”. Provavelmente, os governos queiram propositadamente a classificação desses grupos deformados como “família” a fim de ter plenos poderes e pretextos para interferir, mutilar, traumatizar, desestruturar, danificar, desfigurar e destruir o poder da família natural.
Em vez de promover o crescimento da família natural, governos maliciosos e oportunistas promovem o crescimento de grupos deformados e sua valorização como “família”. Em vez de valorizar o aumento de bebês nascidos em famílias naturais, governos irresponsáveis, com sua doutrina de controle populacional, acabam promovendo explosão de abortos e nascimentos ilegítimos.
A doutrina do planejamento familiar conseguiu pois diminuir drasticamente o número de casamentos nos países ocidentais. Conseguiu também diminuir drasticamente o número de filhos nos casamentos formais hoje, que estão diminuindo. Mas no processo provocou o descontrole das relações sexuais e uma procriação desenfreada de homens e mulheres que nada querem com o casamento.
A doutrina do controle populacional, que está reduzindo os casamentos e famílias, vem provocando uma explosão inédita de filhos sem pai e sem família. Enquanto o número de casamentos diminui, o número de bebês ilegítimos cresce sem parar.
O amplo acesso ao aborto legal nos países ocidentais tem, por enquanto, conseguido maquear a enormidade de seus problemas demográficos, pois muitas mulheres que deveriam estar com 8 ou mais filhos com homens diferentes são solteiríssimas e sem filhos, prosseguindo “normalmente” suas carreiras e vida sexual ativa. O preço da liberdade sexual é um imenso derramamento de sangue que é impossível medir.
Ao homem que não quer engravidar mulher após mulher, só resta a opção do sexo anal (homossexual) e se tornar outra peça no esquema do controle populacional para destruir o casamento natural, colaborando para as muitas reivindicações gays de desfiguração da família natural.
Sexo, qualquer sexo, é promovido hoje, desde que mutile, traumatize, desestruture, danifique, desfigure ou até destrua filhos, valores, Cristianismo, casamento e família. Não é a toa que a Federação Internacional de Planejamento Familiar esteja empenhada em promover o aborto, o homossexualismo, o feminismo e a educação sexual nas escolas.
As conseqüências já estão aí. E nas próximas décadas, mais conseqüências virão. Por conta do número reduzido de filhos, a Europa está em processo de dominação de famílias muçulmanas grandes. Mas as perguntas mais urgentes dos líderes europeus nos próximos anos são: com uma população de jovens trabalhadores cada vez mais reduzida, como sustentar o sistema de previdência social? O que fazer com o número enorme de idosos que não para de crescer? A Holanda, que outrora era uma forte nação protestante, já deu a resposta oficial: eutanásia.
A Holanda, religiosamente fiel à doutrina do controle populacional, tem sido pioneira em casamento homossexual, adoção de crianças por casais gays, aceitação legal da maconha e outras drogas, etc. Além da eutanásia, a Holanda tem procurado exportar o aborto para outros países, por meio do seu infame barco do aborto. E por amor à diversidade e à demoniocracia, a Holanda tem a desonra de ter o primeiro partido pedófilo do mundo, composto majoritariamente por pedófilos homossexuais.
A Holanda e outros países modernos espelham bem o cumprimento do desejo de Margaret Sanger: o controle da natalidade destrói as igrejas cristãs e sua influência na sociedade.
Esse é o preço da aceitação do planejamento do homem. Esse é o preço da rejeição do planejamento de Deus.
Casar e ter vários filhos dentro do casamento é loucura, dizem os loucos deste mundo. Mas esta é a “loucura” do planejamento de Deus, onde Deus chama de “bênçãos” filhos e seu aumento nas famílias. Não casar e encher a terra de sangue de filhos ou enchê-la de filhos traumatizados sem pai, sem família e sem direção moral: essa é a loucura do planejamento do homem sem Deus. Esse é o legado do planejamento familiar.
Versão em inglês deste artigo: The folly of man’s planning

domingo, maio 30, 2010

Até onde irá a imaginação deles?

O Inimputável faz uma pergunta relevante:

Até onde irá a imaginação deles?



Com o fim dos temas fracturantes há que puxar pela imaginação. Temos que reconhecer que a esquerda revolucionária continua a esforçar-se. Avança-se já uma premonição de uma futura proposta (ver foto).
A destruição da estrutura da família continua e os Loiçãs, Cavacos e Sócrates deste país não se importam com isso.

Curiosamente, ainda hoje li uma notícia da morte de uma ex-estrela juvenil de nome Gary Coleman. Uma das coisas que o mesmo diz é que o seu ambiente familiar não era dos melhores. Isso pode ter influenciado a sua vida adulta conturbada. Mas o que é isso para os "mandadores sem lei"?

Já seria de esperar que os esquerdistas tentassem destruir a família uma vez que isso é um dos objectivos do socialismo/comunismo (ver ponto 40). Agora, um suposto homem da "direita" como o Cavaco a assinar uma legislação que destrói os princípios católicos que ele deveria defender não lembra a ninguém.

Mas isto faz parte dos sinais do fim dos tempos. Como cristãos devemos olhar para estes eventos da Vinda Próxima do Criador e não como situações que nos deixam desmoralizados e fragilizados. Não há nada que os anti-cristãos façam no seu processo de destruição da sociedade que não tenha sido prevista pelO Criador.

E Jesus, respondendo, disse-lhes: Acautelai-vos, que ninguém vos engane;
Porque muitos virão em meu nome, dizendo: "Eu sou o Cristo"; e enganarão a muitos. E ouvireis de guerras e de rumores de guerras; olhai, não vos assusteis, porque é mister que isso tudo aconteça, mas ainda não é o fim.

Porquanto se levantará nação contra nação, e reino contra reino, e haverá fomes, e pestes, e terramotos, em vários lugares.

Mas todas estas coisas são o princípio de dores.

Então vos hão-de entregar para serdes atormentados, e matar-vos-ão; e sereis odiados de todas as gentes, por causa do meu nome. Nesse tempo, muitos serão escandalizados, e trair-se-ão uns aos outros, e uns aos outros se aborrecerão.

E surgirão muitos falsos profetas, e enganarão a muitos. E, por se multiplicar a iniquidade, o amor de muitos esfriará. Mas aquele que perseverar até ao fim será salvo.

E este evangelho do reino será pregado em todo o mundo, em testemunho a todas as gentes, e então virá o fim.
Mateus 24:4-14

"Quantos “eu te amo” eu poderia ter dito em quinze minutos?"

sexta-feira, maio 14, 2010

Desintegração da família está custando 41 bilhões de libras ao governo inglês Patrick B. Craine

O secularismo continua a destruir famílias.
CAMBRIDGE, Inglaterra, 9 de março de 2010 (Notícias Pró-Família) — A desintegração das famílias está agora custando ao governo inglês 41 bilhões de libras por ano, avaliou a Fundação Relacionamentos, um instituto com sede na Inglaterra.
“É uma verdade impopular que escolhas têm conseqüências e custos, os quais nem sempre são arcados por aqueles que fizeram as escolhas”, escrevem eles num relatório de fevereiro, intitulado “Counting the Cost of Family Failure” (Contando o Custo do Fracasso Familiar).
A estimativa da Fundação inclui 12.38 bilhões de libras em créditos de impostos e benefícios, 4.27 bilhões em auxílio-moradia e 13.68 em assistência social e saúde. Os autores relatam que sua estimativa sai em 1.350 por ano por contribuinte do imposto de renda.
“A desintegração reduz a saúde, os bens e o bem-estar — as três coisas nas quais as pessoas mais têm interesse”, continuam eles. “E saúde, bens e bem-estar reduzidos todos colocam pressões nos relacionamentos tornando o ciclo da desintegração mais provável de continuar voltando”.
Eles observam que “não há solução fácil ou de curto prazo para a desintegração dos relacionamentos”, mas insistem em que a atual sobrecarga de gastos é “insustentável”.
O custo está se elevando “rapidamente”, dizem os membros do instituto, que também frisam que os números “não levam em consideração o sofrimento e a dor muitas vezes intensa vividos por aqueles que passam pela experiência de fracasso familiar”. “Quando os relacionamentos se desintegram os custos totais são incalculáveis”, acrescentam eles.
“Famílias que funcionam são a chave para o aprendizado, para o desenvolvimento de habilidades, para a aquisição de conhecimentos profissionais e para o fornecimento de assistência”, declara o relatório do instituto. “Elas fornecem assistência e apoio social no valor de 73 bilhões por ano na Inglaterra, e os negócios de família geram um movimento de mais de 1 trilhão, contribuindo 73 bilhões por ano em impostos”.
“Os relacionamentos custam muito mais do que dinheiro, mas os crescentes custos financeiros e emocionais mais amplos deviam motivar os responsáveis pelas políticas públicas a aumentar seu apoio aos relacionamentos”, continuam eles.
Num artigo opinativo no jornal Daily Mail no final de janeiro, a colunista Melanie Phillips ligou a desintegração da família à erosão da instituição do casamento na sociedade britânica. “A desintegração da família é o centro da gradual desintegração da conduta moral e social — e a erosão do casamento é o centro dessa desintegração”, argumentou ela.
O “frágil estado” do casamento, disse ela, “é devido ao fato de que o casamento vem sendo sistematicamente esvaziado de seu sentido”. Ela insistiu em que o casamento precisa de proteções legais e culturais e depende da promoção da “fidelidade e castidade”, mas em vez disso, “por mais de cinco décadas, essas leis e costumes vêm sendo sistematicamente corroídos ou destruídos”.
Ela indicou de forma especial o aumento de divórcio sem condenação da parte culpada, a aceitação do sexo fora do casamento, a coabitação e o Estado incentivando a criação de crianças fora do matrimônio.
Neste sentido, os líderes pró-família também frisam que a promoção da educação sexual nas escolas e as uniões homossexuais por parte do governo britânico são as principais causas da degradação do casamento, bem como da prática desenfreada do aborto.
A Fundação Relacionamentos exorta os responsáveis pelas políticas públicas a “fazer escolhas informadas em termos de motivação pública, oportunidade e apoio que levarão a relacionamentos mais estáveis, vidas prósperas e assim reduzirão os custos dos fracassos nos relacionamentos”.

quarta-feira, maio 12, 2010

Coabitação ligada a aumento exponencial em risco de relacionamentos fracassados

Mais uma vez se vê que o modelo secular para o casamento não funciona.
Thaddeus M. Baklinski
ANN ARBOR, Michigan, EUA, 4 de março de 2010 (Notícias Pró-Família) — Mais um novo estudo engrossa as fileiras das evidências persuasivas de que a coabitação antes do casamento aumenta de forma significativa a instabilidade dos relacionamentos.
A Dra. Pamela J. Smock, professora de pesquisas no Centro de Estudos Populacionais da Universidade de Michigan em Ann Arbor, publicou um estudo na Revista de Casamento e Família acerca de dados coletados sobre a coabitação nos Estados Unidos e as implicações da coabitação na estabilidade dos relacionamentos.
“A partir da perspectiva de muitos jovens adultos, casar sem viver junto parece à primeira vista algo bem tolo”, disse a Profª Smock. “Só porque alguns estudos acadêmicos mostram que viver junto pode de certa forma aumentar a chance de divórcio, os jovens adultos parecem não crer nisso”.
“A coabitação está cada vez mais se tornando a primeira união co-residencial formada entre jovens adultos”, disse o estudo. “Como conseqüência da crescente preponderância da coabitação, o número de crianças que nascem de pais amigados solteiros também aumentou”.
A Profª Smock constatou que a proporção de mulheres entre 35 e 40 anos de idade que já haviam coabitado havia duplicado nos últimos 15 anos, de 30 para 61 por cento, e que aproximadamente metade dos casais que coabitam casam dentro de três anos.
Contudo, o estudo revelou que, com diferenças baseadas em raça e etnicidade levadas em consideração, crianças que nascem de pais amigados em comparação com crianças que nascem de pais casados têm mais de cinco vezes o risco de experimentar a separação de seus pais, mostrando um aumento exponencial em relacionamentos fracassados para casais que atualmente coabitam ou já coabitaram.
A Profª Smock também constatou que relacionamentos fracassados devido à coabitação, a partir da perspectiva dos filhos desses casais, são mais comuns em casais brancos do que em casais negros ou hispânicos.
“Essa diferença em estabilidade da união é maior para as crianças brancas, em comparação com crianças negras ou mexicanas dos EUA. Para crianças brancas, diferenças nos níveis educacionais dos pais, uso de drogas por parte dos pais e casamento e filhos anteriores são as principais causas da instabilidade mais elevada vivida pelas crianças que nascem de pais amigados”.
O estudo conclui que os casais que vivem juntos antes de se casar têm menos probabilidade de permanecerem casados do que aqueles que não vão morar juntos antes do noivado ou casamento.
Um resumo do estudo “Married and Cohabiting Parents' Relationship Stability: A Focus on Race and Ethnicity” está disponível aqui.
Leia os artigos relacionados de LifeSiteNews:
Study Confirms Cohabitation Leads To Higher Chance Of Divorce and Lower Relationship Quality
http://www.lifesitenews.com/ldn/2009/jul/09071502.html
Reality Says Cohabitation a Disaster for Marriage but Poll Shows Public Believes Otherwise
http://www.lifesitenews.com/ldn/2008/aug/08080106.html
Cohabitation is bad for men, worse for women, and horrible for children
http://www.lifesitenews.com/ldn/2007/oct/07100902.html
Cohabitation Ends in Separation 90% of the Time
http://www.lifesitenews.com/ldn/2006/jul/06072106.html
Living Together Before Marriage Has Disastrous Results Study Finds
http://www.lifesitenews.com/ldn/2005/oct/05100305.html
Traduzido por Julio Severo: www.juliosevero.com
Veja também este artigo original em inglês: http://www.lifesite.net/ldn/viewonsite.html?articleid=10030411

sexta-feira, abril 30, 2010

Casamento Versão Ateísmo Continua a Falhar

Ele, porém, respondendo, disse-lhes: Não tendes lido que Aquele que os fez, no princípio, macho e fêmea os fez,
E disse: "Portanto, deixará o homem pai e mãe, e se unirá a sua mulher, e serão dois numa só carne" ?
Assim, não são mais dois, mas uma só carne. Portanto, o que Deus ajuntou, não o separe o homem.
Mateus 19:4-6

O Jornal "Destak" afirmou no dia 16 de Abril que "Esta foi a semana dos divórcios".
Comecemos por este mesmo, o 'repetente' Larry King. O apresentador norte-americano, de 76 anos, oficializou ontem o pedido de divórcio da sua oitava mulher, Shawn Southwick, de 50 anos. Depois de um casamento de 13 anos e de dois filhos em comum, começam já os problemas adjacentes à separação, já que tanto Shawn como Larry querem a guarda dos filhos.

Ficando ainda pelo número oito, Mel Gibson terminou a relação que mantinha com a mãe da sua oitava filha. Segundo uma fonte do actor, a separação de Oksana Grigorieva foi amigável. «São amigos e cuidarão de Lucia (filha) juntos», disse a mesma fonte.

Segue-se Kate Walsh, a Adison das séries Anatomia de Grey e Clínica Privada, que finalizou o processo de divórcio com o seu agora ex-marido Alex Young.

Casados durante 14 meses, os divorciados de fresco usaram uma forma inovadora de separar bens, atirando uma moeda ao ar.

Próximo? Depois dos problemas com álcool e drogas e de ter sido internado numa clínica de reabilitação, Charlie Sheen arranjou uma amante.

Quem não gostou da história foi a mulher do actor, Brooke Mueller, que está agora a considerar seriamente a hipótese de divórcio.

Em quatro dias da semana, quatro divórcios no mundo dos famosos. Será maldição?

Não, não é maldição, mas sim a consequência da destruição da cultura cristã. A cultura que agora reina no seu lugar promove a promiscuidade e o divórcio fácil (por sinal, um dos pontos tão querido dos comunistas), e como tal não é de estranhar que as pessoas mudem de marido ou mulher como quem muda de roupa.

No entanto, apesar dos promotores do secularismo não serem capazes de gerar um modelo de casamento que seja benéfico para a sociedade, eles querem destruir a definição de casamento que já existe como forma de englobar comportamentos sexuais auto-destrutivos.

Reparem no paradoxo: as mesmas pessoas que não sabem manter os seus próprios casamentos fazem todos os possíveis para que a definição de casamento que funciona (um homem + uma mulher) seja destruído. Isto seria o mesmo que ouvir conselhos matemáticos de quem pensa que 2 +2 = 8.

Claro que, como em tudo, quem sofre quando Deus é Removido da equação são os mais frágeis. As crianças que são geradas de tais uniões efémeras são as que vão crescer com o sentimento de que os seus pais não souberam ficar juntos. Muitas crianças podem até pensar que é culpa delas quando na verdade elas são as únicas inocentes neste processo.

Ateísmo é mau para a sociedade.

Tal como em tudo o resto, sempre que o ateísmo toma conta de uma instituição, coisas más acontecem. Uma árvore má só pode dar maus frutos, e isso é visível com a religião ateísta. Isto verifica-se na ciência, na música, nas artes, na política, na medicina e na vida familiar. Por outro lado, quando a Santidade de Deus e a Bíblia são levadas em consideração coisas boas daí advém.

"Eu vos digo, porém, que qualquer que repudiar a sua mulher, não sendo por causa de prostituição, e casar com outra, comete adultério; e, o que casar com a repudiada, também comete adultério."

Mateus 19:9

quinta-feira, fevereiro 18, 2010

Coabitação Prenupcial Pode Estragar Casamento

Um estudo recente aludido no LiveScience sugere que casais que coabitam antes do casamento são mais susceptíveis de se divorciar do que casais que não vivem juntos até o casamento.

Segundo uma estimativa, mais de 70% dos casais norte-americanos coabitam antes do casamento. O estudo, publicado na edição de Fevereiro do Journal of Family Psychology, indica que tal passo pode não ser sensato. Isto não se deve ao facto de uma das pessoas começar a enervar a outra, mas sim ao facto de viver junto poder conduzir o casal a entrar no matrimónio pelas razões erradas.

A pesquisadora chefe Galena Rhoades (University of Denver) afirma:

Nós julgamos que casais que começam a viver juntos sem um verdadeiro compromisso para o casamento podem acabar por serem arrastados para um casamento parcialmente porque já estão a viver juntos.
Os casais podem também ser empurradas para o casamento devido a uma dívida comum (casa, carro, etc) ou devido a presença de um animal de estimação.
Nós achamos que existe um sub-conjunto de pessoas que começou a coabitar antes do casamento, que possa ter decido casar por motivos diferentes do que o seu relacionamento.
Por outras palavras, o casamento que se seguiu a coabitação não foi algo que veio acrescentar algo a relação nem ao compromisso, mas sim algo que a dada altura foi "prático". Claro que se um relacionamento que se quer para toda a vida começa como algo "prático", há grandes probabilidades de se dissolver mais tarde.

Se é "prático" casar para ficarem juntos, talvez seja prático terminar o relacionamento quando o sentido prático se desvanecer. O casamento não será portanto, uma decisão baseada no compromisso, mas sim um passo baseado no utilitarismo.

Conclusão

A destruição da instituição do casamento é mais um dos muitos sinais da secularização da sociedade ocidental.

Será que há alguma coisa boa que o ateísmo produza para a sociedade? *

Mateus 19:4-6
Ele, porém, respondendo, disse-lhes:
Não tendes lido que Aquele que os fez, no princípio, macho e fêmea os fez,
E disse: Portanto, deixará o homem pai e mãe,
e se unirá a sua mulher, e serão dois numa só carne?

Assim, não são mais dois, mas uma só carne.
Portanto, o que Deus ajuntou, não o separe o homem.

* Pergunta retórica.

terça-feira, fevereiro 09, 2010

Crianças novas que recebem disciplina física se tornam adolescentes mais felizes e bem sucedidos

Porque o Senhor corrige o que ama, e açoita a qualquer que recebe por filho.
Se suportais a correcção, Deus vos trata como filhos; porque, que filho há a quem o pai não corrija?
Mas, se estais sem disciplina, da qual todos são feitos participantes, sois então bastardos, e não filhos.
Além do que tivemos os nossos pais, segundo a carne, para nos corrigirem, e nós os reverenciámos; não nos sujeitaremos, muito mais, ao Pai dos espíritos, para vivermos?
Hebreus 12:6-9

Este tipo de informação é contra-intuitiva em relação à "sabedoria" que recebemos diariamente, mas faz todo o sentido. Aparentemente pais que disciplinem fisicamente os seus filhos entre as idades de 2 a 6, estão a criar condições para que os mesmos sejam mais bem sucedidos na vida.

Certamente que os activistas vão se insurgir e gritar "Não se pode fazer violência contra crianças!" e outras coisas mais, mas os dados são claros. Como muitas vezes dizemos, contra factos não há argumentos, e os factos claramente mostram que disciplina física aos filhos, aplicada de forma sensata, é uma excelente forma de criar condições para o sucesso dos filhos. O artigo diz, e muito bem que "Os pais precisam somente aprender a distinguir a disciplina de um murro na cara".

Não deixa de ser curioso que muitas das pessoas que se insurgem contra a disciplina física aos filhos aparentam não ter problemas com a violência terminal que é feita às crianças ainda por nascer.

Eis então mais um excelente texto do blog do exilado Júlio Severo.

Crianças novas que recebem disciplina física se tornam adolescentes mais felizes e bem sucedidos

from Notícias Pró-Família
by LifeSiteNews

Thaddeus M. Baklinski

GRAND RAPIDS, Michigan, EUA, 5 de janeiro de 2010 (Notícias Pró-Família) — Um estudo realizado nos EUA indica que uma surra não é prejudicial para as crianças e, aliás, declara que crianças que foram fisicamente disciplinadas quando eram novas, entre as idades de 2 e 6, se tornaram adolescentes mais felizes e bem sucedidos e tiveram um melhor desempenho na escola, e tiveram mais probabilidade de fazer trabalho voluntário e querer ir para a universidade do que aqueles que nunca foram surrados.

O estudo, conduzido sob o patrocínio do Estudo dos Perfis da Vida Americana (EPVA) {http://pals.nd.edu/} e feito pela Dra. Marjorie Gunnoe, professora de psicologia na Faculdade Calvin em Grand Rapids, Michigan, revelou que há falta de evidências provando que uma surra prejudica as crianças, e que o uso sensato da surra como conseqüência normal para a má conduta é benéfico para as crianças.

“Não há base para as alegações que se fazem contra a surra disciplinar. Elas não estão em coerência com os dados”, disse Gunnoe.

“Penso na surra como um instrumento perigoso, mas há ocasiões em que há uma tarefa grande o bastante para um instrumento perigoso — não podemos simplesmente usá-lo para todas as nossas tarefas”, acrescentou ela.

A professora Gunnoe entrevistou 2.600 adolescentes, fazendo-lhes perguntas sobre surras. Ela constatou que quando as respostas dos participantes foram comparadas com sua conduta, tais como sucesso acadêmico, otimismo sobre o futuro, conduta anti-social, violência, ataques de depressão, aqueles que haviam sido fisicamente disciplinados só entre as idades de dois e seis tiveram o melhor desempenho em todas as medidas positivas.

Aqueles que haviam sido surrados entre sete e onze exibiam conduta mais negativa, mas ainda assim tinham mais probabilidade de obter sucesso acadêmico.

Em casos em que a disciplina física continuou além da idade de 12, ou naqueles que nunca haviam recebido castigo físico, os filhos tiveram um desempenho mais fraco nos indicadores que foram levados em consideração. A Dra. Gunnoe constatou que quase um quarto dos adolescentes no estudo relatou que jamais foram surrados.

O Conselho Americano de Pediatria (CAP) declara que uma surra disciplinar aplicada pelos pais pode ser eficaz quando utilizada de forma apropriada. “É claro que os pais não deveriam se apoiar exclusivamente na surra disciplinar para controlar a conduta de seus filhos”, diz a declaração de posição da organização. “As evidências indicam que pode ser uma parte útil e necessária de um plano bem sucedido de disciplina”.

De acordo com o CAP, a disciplina eficaz tem três componentes: um relacionamento de amor e apoio entre pais e filhos; uso de incentivos quando as crianças têm bom comportamento; e, uso de castigo quando as crianças se comportam mal.

Muitos pais que temem usar uma surra como castigo afirmam que a surra ensina conduta fisicamente agressiva que a criança imitará.

Aric Sigman, psicólogo e autor do livro “The Spoilt Generation: Why Restoring Authority will Make our Children and Society Happier” (A Geração Estragada: Por que restaurar a autoridade tornará nossos filhos e a sociedade mais felizes), comentou os resultados da pesquisa da professora Gunnoe.

“A ideia de que dar palmadas e violência estão na mesma categoria é uma maneira bizarra e doentia de ver aquilo que é castigo para a maioria dos pais”, ele disse ao jornal Daily Mail da Inglaterra.

“Se um pai que normalmente é afetivo e sensível à criança aplica de forma sensata a disciplina, a sociedade não tem por que se queixar e se enfurecer. Os pais precisam somente aprender a distinguir a disciplina de um murro na cara”.

Leia os artigos relacionados de LifeSiteNews:

American College of Pediatricians: "It's Okay for Parents to Spank"; Suggests Guidelines

UN Continues to Push for Criminalization of Spanking

Canada's Top Court Criminalizes Spanking Under 2, Over 12 and With Any Objects

Traduzido por Julio Severo: www.juliosevero.com

Fonte: http://noticiasprofamilia.blogspot.com

Veja também este artigo original em inglês: http://www.lifesitenews.com/ldn/2010/jan/10010507.html

sábado, novembro 14, 2009

Sexo e socialismo

Por Jayme S. Sellards

Sei que isso é esquisito, e até um pouco vergonhoso, mas é hora. Isso mesmo: É hora de falarmos sobre sexo.

Primeiro, quero deixar claro que o sexo é simplesmente outra função física, e não há nada de importante por trás dele. Segundo, o amor não existe. Por isso, não se preocupe sobre esperar até achar a pessoa certa. Aliás, você deveria se envolver em sexo indiscriminado com qualquer pessoa que por acaso apareça no seu caminho. Resumindo: todo sexo é aceitável, em qualquer tempo, em qualquer idade, com qualquer um.

O que? Você ficou ofendido com o que acabei de dizer? Olha, tenho de ser sincero e confessar que essa conversa de sexo não é realmente de minha autoria original. Estou apenas parafraseando Karl Marx. O que é importante entender, porém, é que embora o que acabei de dizer pode parecer loucura para você, é a perspectiva socialista exata acerca do sexo. Entenda: a promiscuidade e os desvios sexuais desempenham um papel no estabelecimento de um sistema socialista de governo.

Quando ouvem a palavra “socialismo”, a maior parte das pessoas acha que é uma filosofia econômica. As pessoas comuns associam o termo com a destruição do capitalismo e o governo tomando o setor privado. Embora isso seja certamente verdade, há também um componente social correspondente que é muitas vezes ignorado. É, afinal de contas, chamado “social”-ismo.

Marx entendia que o capitalismo não se sustenta sozinho. A idéia do livre mercado foi inventada por países ocidentais com valores éticos judaico-cristãos. Assim, ele sabia que qualquer um interessado em destruir o capitalismo tem também de erradicar os alicerces fundamentais da sociedade que o sustentam.

O componente mais fundamental de todas as sociedades é a família. Na civilização ocidental, a família começa no casamento de um homem e uma mulher. Durante esse casamento, o marido é tradicionalmente o líder da família e o provedor de alimento, roupas e abrigo. A esposa cria um lar amoroso e cria os filhos.

Os laços entre marido e esposa são vistos como espirituais, emocionais e exclusivos. O sexo é a expressão máxima desses laços e, de forma importante, o casamento só é consagrado depois que o marido e a esposa tiveram sua experiência física íntima. Como tal, o sexo pré-conjugal é desencorajado na cultura ocidental, pois barateia e desvaloriza os laços entre marido e esposa e, consequentemente, o significado do casamento e família.

O socialismo não consegue funcionar sob o modelo de família da civilização ocidental. Sob um regime socialista, não pode haver família tradicional, pois o Estado é o líder e provedor de todos. Além disso, toda espiritualidade e emoção têm de ser reservadas exclusivamente para o Estado. Portanto, Marx sabia que a fim de que o socialismo tivesse êxito, ele tinha de achar um jeito de destruir a família.

O modo mais fácil de alcançar essa meta, ele descobriu, era incentivando todos os tipos de sexo. Se o sexo fosse comum e indivíduos solteiros tivessem relações com quantos parceiros quisessem, o sexo perderia todo o seu sentido espiritual e emocional. Assim, o casamento se tornaria irrelevante, e as famílias acabariam deixando de existir.

Com esse propósito, Marx aplicou sua filosofia econômica à sua perspectiva acerca do casamento. Exatamente como ele pregava que toda propriedade privada tinha de ser abolida, da mesma forma ele pregava que todos os relacionamentos privados tinham de ser abolidos. No “Manifesto Comunista”, Marx exigiu “mulheres abertas para todos”, o que significava que nenhuma mulher deveria ser sexualmente exclusiva para um só homem. Em vez disso, as mulheres tinham de se repartir com todos os homens, sem nenhum compromisso. Essa é a origem do movimento de “amor livre” popularizado na década de 1960.

Aliás, não é por acaso que o aumento de programas assistencialistas de linha socialista na década de 1960 tenha coincidido com o aumento do movimento de “amor livre”. Foi um golpe socialista duplo contra nossa cultura tradicional. A “liberação sexual” desvalorizaria o sentido do sexo e família, e o Estado interviria para preencher o vazio, substituindo o marido como líder e provedor.

Durante os 40 anos passados, testemunhamos o sucesso desse plano. Ano após ano, permitimos gradualmente que o governo ganhe mais e mais controle sobre nossas vidas. Ao mesmo tempo, estamos também gradualmente abandonando nossa moralidade sexual tradicional e estamos aceitando o sexo antes do casamento, a criação de filhos sem pais, o casamento gay e até mesmo a pornografia como tendência atual e normal.

À medida que lutamos e resistimos à radical agenda econômica da esquerda, não nos esqueçamos de lutar contra sua radical agenda social também. Compreenda, como compreende a esquerda, que as famílias tradicionais intactas não entregam seu sustento nas mãos do governo. As famílias mesmas se sustentam.

Traduzido por Julio Severo: www.juliosevero.com

Fonte: WND

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