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quarta-feira, maio 23, 2012

Cientistas seculares continuam sem respostas

"Dizendo-se sábios, tornaram-se loucos"

Romanos 1:22


À medida que avançamos no século 21, os cientistas seculares continuam em busca de respostas 100% "naturais" para a origem do universo e para origem da vida neste planeta. Pode-se dizer desde já que não serão bem sucedidos.

A New Scientist é uma publicação britânica popular entre os cientistas e entre o resto da sociedade. Em Julho de 2011 a revista perguntou "Porque é que o universo existe?" e "Porque é que existe algo em vez de nada?" (Gefter, A. 2011. Existence special: Cosmic mysteries, human questions—Existence: Why is there a universe? New Scientist. 2822: 27-28). Uma vez que as explicações Bíblicas não são toleradas, os secularistas vêem-se forçados a sugerir alternativas pouco satisfatórias tais como "se calhar o big bang foi o nada a realizar o que acontece naturalmente." (Ibid, 29)

Mas o mitológico big bang está ele mesmo imerso em problemas científicos (Berlinski, D. February 1998. Was There a Big Bang?). De facto, a mais básica de todas as leis científicas - a lei da causa e efeito (nenhum efeito é superior à sua causa) - torna-se irrelevante se o universo é o resultado do caos, aparecendo e evoluindo por acaso.

Para além disso, convém perguntar: de que é o universo feito? A "ciência" secular desconhece:

O problema é que nós ainda não temos qualquer tipo de pista que nos leve a saber de que é o universo composto.
(Peterson, J. 2000. Universe in the balance. New Scientist. 2269: 27.)
A repórter Amanda Gefter diz:
É uma sorte nós estarmos aqui.
(Gefter, Existence special: Cosmic mysteries, human questions, 27.)
Sem surpresa alguma, a Bíblia ensina-nos uma criação propositada onde o homem, criado à Imagem de Deus, recebeu o domínio sobre toda a criação (Génesis 1:26-28).

. . . .

As "explicações" naturalistas em torno da forma como a vida supostamente surgiu a partir de material inorgânico (abiogénese) não são cientificamente melhores. Actualmente, os evolucionistas imaginam um cenário onde uma molécula primordial - com o nome de replicador ARN (ácido ribonucléico) - de alguma forma construiu-se a ela mesma na "sopa primordial" de Darwin.

Como é normal nas alegações evolucionistas, não há qualquer tipo de evidência geológica em favor da passada existência desta "sopa" ou evidências que demonstrem como tais nucleotídeos reactivos podem se ter acumulado e auto-organizado.

De facto, Michael Marshall reportou: "Mas há ainda um enorme e óbvio problema: de onde surgiu originalmente o ARN?" (Marshall, M. 2011. First life: The search for the first replicator. New Scientist. 2825: 34.) e "A vida deve ter começado com uma molécula simples que conseguia criar cópias dela mesma." (Ibid, 33. (Ver também Figure 28.1 em Chaisson, E. e S. McMillan. 2011. Astronomy Today, 7th ed. Boston: Addison-Wesley, 708.)

"Deve ter" é uma frase gerada a partir da convicção religiosa de que o sobrenatural não existe e como tal "deve" existir uma explicação totalmente naturalista.

Mais à frente no artigo, Marshall lamenta:

Podemos nunca vir a saber com toda a certeza mas alguns caminhos estão a ser explorados. A maioria dos biólogos pensa que deve ter existido algo parecido com uma célula desde o início como forma de conter o replicador e manter as partes componentes unidas.
(Ibid, 35.)
À medida que o conhecimento dos cientistas em torno da complexidade celular continua a escalar (Karp, G. 2010. Cell and Molecular Biology, 6th ed. Hoboken, NJ: John Wiley & Sons, Inc), alguns evolucionistas começam a defender que é pouco realista afirmar que tal entidade tenha surgido por acaso e como efeito de forças aleatórias.

Não é de estranhar, portanto, que eles convenientemente passem por cima dos problemas bioquímicos sofisticados da abiogénese espontânea e simplesmente afirmem que "deve ter existido algo parecido com uma célula desde o início". Problema resolvido!

No entanto, e em termos gerais, pode-se dizer que os evolucionistas estão confiantes que estão na posse da ideia correcta:

Um destes dias, diz [John Sutherland, MRC Laboratory of Molecular Biology], alguém encherá um recipiente com uma mistura de químicos primordiais, e depois de o ter mantido sob as condições certas, observará a vida a emergir. "Essa experiência será feita".
(Marshall, First life: The search for the first replicator, 35.)
Esperem sentados visto que a ciência de ponta demonstra que a vida nunca pode ser o efeito de forças não-inteligentes. Na natureza, a vida biológica só pode vir de outra biológica (e não de elementos sem vida).

A maravilhosa mensagem da Criação não é uma de acaso, tempo e processos naturais, mas sim de propósito e planeamento como parte do Plano de Deus para a humanidade.

Evolucionista à espera que a vida apareça como efeito de forças não inteligentes.


domingo, dezembro 25, 2011

Galáxias distantes demasiado maduras para o big bang

"Todas as coisas foram feitas por Ele
e, sem Ele, nada do que foi feito se fez."
João 1:3

Uma explosão da raios gama atravessou duas galáxias distantes durante o seu caminho até à Terra, iluminando-as de trás para a frente e acrescentando novos dados em torno dos modelos que visam explicar a origem e estrutura do universo.

Imagens do evento espantaram alguns astrónomos evolucionistas uma vez que a composição química destas galáxias aparentemente novas é demasiado madura para se encaixar na teoria do big bang.

Sandra Savaglio, autora principal do estudo, afirma:

Estas galáxias possuem mais elementos pesados do que alguma vez haviam sido observados numa fase tão recente da evolução do universo.

Não estávamos à espera que o universo fosse tão maduro, tão evoluído quimicamente, tão cedo.

Uma das crenças cardinais da doutrina do big bang é que certas estrelas processam elementos leves para elementos pesados. O big bang supostamente produziu apenas os elementos mais leves, hidrogénio e hélio.

Os astrónomos evolucionistas especulam que após "milhões de anos", nuvens de hidrogénio condensaram e tornaram-se em estrelas. Passados mais alguns milhões de anos, estas estrelas ficaram suficientemente maduras para gerar os elementos mais pesados - aquilo que os astrónomos chamam de "metais".

Mas não só as estrelas nunca poderiam ser formadas desta forma, como os novos dados contradizem a doutrina do big bang.

Ao contrário da esperada imaturidade e leveza dos elementos galácticos das galáxias mais distantes, segundo os autores, "a imagem emergente é a da propagação generalizada de metalicidade". Os pesquisadores analisaram as linhas espectrais da explosão da raios gama e as mesmas mostraram que as galáxias por onde os raios haviam viajado continham mais metais que o sol.

As galáxias distantes aparentam ser tão maduras como as galáxias próximas da Terra. É quase como se não houvesse qualquer tipo de distinção temporal entre a formação das galáxias. Por exemplo, galáxias espirais bastante distantes - onde as estrelas estão organizadas em longos braços espirais - aparentam ter atravessado o mesmo tempo de enrolamento espiral como as mais próximas.

Isto é consistente com a posição que defende que o tempo astronómico decorre, ou decorria, a taxas distintas do tempo terrestre (Humphreys, R. How do spiral galaxies and supernova remnants fit in with Dr. Humphreys' cosmological model? Creation Ministries International. Posted on creation.com, accessed November 17, 2011.) .

Paralelamente, isto está de acordo com a ideia da luz das estrelas não demorar tempo algum a chegar à Terra (Lisle, J. 2010. Anisotropic Synchrony Convention—A Solution to the Distant Starlight Problem. Answers Research Journal. 3: 191-207.)

Os astrónomos frequentemente encontram galáxias com aparência "madura" a grandes distâncias da Terra. Estas galáxias contradizem o big bang no que toca a forma como a natureza as poderia ter construído, tal como quando ela as poderia ter construído.

Fonte

. . . . .

Porque é que estas galáxias aparentem ser tão maduras? O mitológico big bang nunca poderia ter construído estrelas e galáxias, mas sim material igualmente difuso (Coppedge, D. 2007. Inflating the Evidence. Acts & Facts.).

Dado isto, a própria existência de estrelas e galáxias requer uma Causa que vai para além da capacidade das forças da natureza tal como nós as conhecemos hoje. Isto está em perfeito acordo com o que Génesis 1 revela à Humanidade:

NO princípio, criou Deus os céus e a terra.

E a terra era sem forma e vazia; e havia trevas sobre a face do abismo; e o Espírito de Deus se movia sobre a face das águas.

As evidências científicas estão em perfeita harmonia com Génesis 1, contrariamente ao que muitos "cristãos" laodiceanos defendem. Não há motivos científicos para se imaginar que a linha temporal revelada em Génesis e Êxodo 20:11 está errada. As pessoas que assim defendem, fazem-no à revelia do que Deus e a ciência demonstram.

Mas para esses Deus tem um versículo específico:

Se vos falei de coisas terrestres, e não crestes, como crereis se vos falar das celestiais?

João 3:12

Se tu não acreditas no que Deus diz em relação à origem do universo, porque é que acreditas no que Deus diz em relação ao final do universo?

Se não acreditas no que Deus te diz sobre a forma como o universo e a vida surgiram, porque é que acreditas no que Deus te diz sobre o fim do universo e o fim da vida ("Mas nós, segundo a sua promessa, aguardamos novos céus e nova terra, em que habita a justiça." - 2 Pedro 3:13) ?

Resumindo, se não acreditas em Génesis, porque é que acreditas no resto da Bíblia? Quem revelou João, Mateus, Lucas e Romanos, também inspirou Êxodo 20:11 e Génesis 1. Se queres ser consistente, tens que subscrever tudo o rejeitar tudo.

Se achas que estás suficientemente qualificado para determinar onde é que Deus estava certo e onde é que Ele estava errado, se calhar tu sabes mais que Ele.


segunda-feira, outubro 03, 2011

Evolucionistas distorcem a Física para acomodar o big bang

Os astrónomos descobriram uma misteriosa estrela que é composta quase na totalidade por hidrogénio e gás hélio. De acordo com as teorias naturalistas em torno da formação de estrelas, esta estrela não deveria existir uma vez que faltam-lhe quantidades maciças de elementos mais pesados como o oxigénio, o carbono e o ferro (bem como o lítio). No entanto, de acordo com a Palavra do Criador, a existência de tal estrela não constitui problema algum.

No seu estudo publicado na Nature, pesquisadores determinaram a composição da estrela - baptizada de SDSS J102915+ 172927 - ao analisarem a luz que ela emitia. A autora principal Elisabetta Caffau afirmou o seguinte:

Uma teoria bastante aceite [big bang] prevê que estrelas como esta, com pouca massa e quantidades extremamente baixas de metais, não deveria existir uma vez que as nuvens do material a partir do qual elas se formaram nunca poderia condensar.
(The Star That Should Not Exist. European Southern Observatory press release, August 31, 2011. )
Mas a Física claramente mostra que as estrelas não se podem forma a partir de nuvens sem que ocorra um evento miraculoso e fortuito (Thomas, B. Does a Distant Galaxy Show Star Formation? ICR News. Posted on icr.org March 29, 2010).

De modo a que uma nuvem de gás quente condense e se torne numa estrela, o calor tem que escapar de alguma forma. Quanto mais densas as partículas de gás se tornam, mais quentes elas ficam, repelindo-se, desde logo, umas as outras de uma forma tão forte que elas nunca haveriam de condensar e formar uma estrela.

Numa reportagem recente, os pesquisadores teorizaram que "as linhas estruturas afinadas do carbono ionizado e do oxigénio neutral" poderiam dissipar quantidades suficientes do calor da nuvem de modo a que ela condense - e uma estrela seja formada - se a nuvem fosse comprimida por uma explosão estelar próxima (Caffau, E. et al. 2011. An extremely primitive star in the Galactic halo. Nature. 477 (7362): 67-69).

Mas esta "estrela anormal" não possui nem de perto nem de longe carbono ou oxigénio suficientes indicando que ela nunca poderia ser formada deste modo. Proporcionalmente, ela tem 20,000 vezes menos metais que o Sol (The Star That Should Not Exist. European Southern Observatory press release, August 31, 2011).

Surpreendentemente, a estrela também não possui lítio detectável, que se julga ser o terceiro elemento mais abundante presente na nuvem a partir da qual esta estrela alegadamente se formou.

Como forma de salvar as teorias naturalistas em torno da formação das estrelas, os autores do estudo tiveram que especular e dizer que, a dada altura, a estrela era extraordinariamente quente de modo a ter conseguido queimar todo o lítio. No entanto, os mesmos pesquisadores afirmam que os motivos físicos "para esta fusão não são inteiramente entendidos" (Caffau, E. et al. 2011. An extremely primitive star in the Galactic halo. Nature. 477 (7362): 67-69)

Uma vez que os atributos desta estrela estão em contradição óbvia com os modelos naturalistas da Física convencional, o estudo entreteve-se com a ideia duma nova "Física" que descreve "uma nucleossíntese [formação de elementos pesados] do Big bang diferente". Ou seja, como a ciência actual não está de acordo com o "modelo evolutivo" aplicado à formação das estrelas, os naturalistas distorcem a ciência em vez de aceitarem que a sua interpretação dos dados está errada.

Mas porquê distorcer a Física para acomodar a cosmologia big bang quando a origem da estrela em questão é facilmente explicável com a metafísica? Quando todas as opções dentro do âmbito da Física falham em explicar a origem dum fenómeno, então as opções fora da Física devem ser consideradas e testadas à luz das evidências.

No que toca à origem das estrelas no geral - esta em particular - a Palavra Daquele que existe fora do espaço físico declara que "[Deus] fez também as estrelas" (Génesis 1:16). Confirma-se, portanto, que as estrelas "declaram as Glória de Deus" (Salmo 19:1) ao perturbarem todas as tentativas evolucionistas de substituir Deus pelo naturalismo.


domingo, setembro 18, 2011

Agrupamento cosmológico embaraça modelo evolucionista


No dia 10 de Junho deste ano, a ICR News exibiu uma reportagem sobre o último "mapa do céu", um imenso olhar em 3-D para as galáxias distantes. Esse mapa claramente mostra que a matéria dentro do universo está concentrada em grupos maciços separados por enormes espaços vazios. Estes cachos cosmológicos são um enorme embaraço para as versões naturalistas da origem do universo.

De acordo com a cosmologia standard, um início explosivo (tal como o big bang) deveria ter distribuído a matéria de forma mais homogénea no universo. Shaun Thomas, autor principal da pesquisa publicada no jornal Physical Review Letters, declarou o seguinte à Wired Science,

Potencialmente, isto pode ser um dos primeiros sinais de que algo peculiar está a decorrer.
"Potencialmente?" Sinais de que as teorias naturalistas são deficientes foram já expostas neste blogue:

Thomas e os seus colegas usaram dados provenientes do Sloan Digital Sky Survey para analisar em 3-D a distribuição de centenas de milhares de galáxias. Vistas a partir de tão grandes distâncias, e assumindo uma origem naturalista, a matéria deveria parecer ser duplamente mais homogénea (isto é, distribuída de forma uniforme) do que realmente é.

No entanto, e contradizendo as expectativas naturalistas, a matéria dentro do universo é "mais agrupada do que os astrónomos esperavam" (Grossman, L. Clumpiness of Distant Universe Surprises Astronomers. Wired Science. Posted on wired.com June 16, 2011, accessed June 17, 2011. ).

(Por "astrónomos" entenda-se "astrónomos que acreditam no big bang".)

Esta observação recente, adicionada às outras que, juntas, demonstram como a distribuição da matéria dentro do universo não se ajusta aos modelos evolutivos, demonstram como os dados empíricos estão de acordo com o modelo Bíblico.

Tal como a organização das moléculas numa célula viva, a organização das galáxias é melhor explicada como ajuste propositado (isto é, criação).

Evolucionistas "respondem".

Numa tentativa de ajustar as observações científicas em torno do agrupamento material com a sua fé no big bang, os evolucionistas inventaram entidades como "matéria escura" e "energia escura". Supostamente a gravidade de entidades não observadas chamadas de "energia escura" ou a força de energia não detectada podem ter atraído a matéria que compõe as galáxias até ao estado agrupado que hoje existe - deixando grandes zonas vazias onde não há galáxias.

Mas a invocação da distribuição da matéria ou energia escura como forma de resolver o problema da distribuição da verdadeira matéria gera ainda mais questões. O que é a matéria escura e donde vem ela? Qual foi o processo que distribuiu a matéria escura em grupos e zonas vazias de modo a que a verdadeira matéria fizesse o mesmo?

Este novo estudo descreve o universo com características que não podem ser justificadas mesmo por uma distribuição ad hoc da energia e da matéria escura. Devido a isto, os autores escrevem que agrupamentos desta dimensão implicam "uma anomalia nas maiores escalas físicas por parte das galáxias" (Thomas, S. A., F. B. Abdalla and O. Lahav. 2011. Excess Clustering on Large Scales in the MegaZ DR7 Photometric Redshift Survey. Physical Review Letters. 106 (24): 241301.)

Segundo a Wired Science:

O resultado pode significar que os cosmólogos [evolucionistas] precisem de reavaliar o seu entendimento da energia escura, a força misteriosa que conduz o universo para o exterior segundo uma taxa crescente.

É suposto que a energia escura seja quase perfeitamente uniforme, mas os agrupamentos de energia escura podem atrair cachos de matéria visível ao seu redor.

Estes agrupamentos extra podem significar também que a energia escura não exista de todo. Em vez disso, o comportamento da gravidade a larga escala pode ser diferente do seu comportamento em escalas menores - significando que a teoria da Relatividade de Einstein tenha que ser revista.
(Thomas, B. Inflation Hypothesis Doesn't Measure Up to New Data. ICR News. Posted on icr.org January 29, 2009, accessed June 20, 2011.)

Portanto, em vez de inferirem que as galáxias são o resultado de ordenação inteligente - hipótese que melhor se adapta aos dados - estes "cientistas" questionam as leis fundamentais da Física tais como a relatividade.

O que é que causaria que a gravidade se comportasse de um modo diferente em distancias amplas? Donde é que surgiu essa causa?

Não era suposto as teorias científicas adaptarem-se às evidências? Porque é que os evolucionistas distorcem a ciência como forma da mesma se "ajustar" ao naturalismo?

Conclusão:

Se a Bíblia está correcta quando diz que "o Senhor, o que estende o céu, e que funda a terra, e que forma o espírito do homem dentro dele" (Zacarias 12:1), então faz sentido que o universo tenha uma organização que contradiga as teorias naturalistas. Faz sentido que Deus tenha construído o universo com particularidades propositadas (não-aleatórias) de modo a que quem quer que as observe fique sem justificação ao negar a Sua existência.

O recentemente observado agrupamento da matéria universal, que é "mais agrupada do que os modelos cosmológicos [naturalistas] prevêem" parece ser exactamente este tipo de assinatura.

Para além de falharem no campo da biologia, os modelos evolutivos defendidos por Ludwig Krippahl (aqueles que supostamente são melhores que o modelo Bíblico em torno das nossas origens) falham também na cosmologia. Fica então a pergunta: qual é a utilidade dum modelo que falha em todas as áreas onde é testado?


segunda-feira, agosto 01, 2011

Planeta Mercúrio é único

Quando vejo os Teus céus, obra dos Teus Dedos, a lua e as estrelas que preparaste;
Que é o homem mortal, para que Te lembres dele? e o filho do homem, para que o visites?
Salmo 8:3-4

Mercúrio, o planeta mais próximo do Sol, tem uma rotação tão lenta que um dia seu tem a duração de 59 dias terrestres. O planeta tem apenas 3 dias em cada um dos seus anos e o lado solar é tão quente que o chumbo facilmente derreteria por lá.

Mercúrio possui características únicas e os novos dados recolhidos pelo veículo espacial Messenger estão a disponibilizar pistas sobre a sua origem. Mas infelizmente para os crentes no big bang, as pistas apontam na direcção oposta àquela esperada pelo consenso dos astrónomos.

Numa sessão Q&A com a Space.com [Q&A = "Question and Answer" = período de pergunta e respostas], o principal investigador do Messenger, Sean Solomon, disse que há já algum tempo que está interessado na forma como Mercúrio adquiriu as suas peculiaridades, tais como o seu enorme núcleo. Um enorme núcleo de ferro pode justificar a tremenda densidade de Mercúrio, mas segundo os modelos naturalistas para a origem do universo (big bang e afins), "nem de perto nem de longe Mercúrio pode ter a densidade que realmente tem."

Dito de outra forma: deve haver algo de errado com os dados porque os mesmos não estão de acordo com o big bang. É sempre mau quando isso acontece.

A Space.com reportou que os dados do Messenger estão a "fornecer algumas surpresas tantalizadoras", entre elas encontram-se "os elevados níveis de enxofre que se encontram na superfície do planeta." Mas se assumirmos que Mercúrio se formou naturalmente e perto do Sol (então em formação), elementos leves como o enxofre perder-se-iam no espaço. No entanto Mercúrio possui elevados níveis de enxofre.

Em relação a isto, Sean Solomon comentou que "eu estou agora fascinado pela magnetosfera". E ele tem boas razões para estar, uma vez que, durante muito anos, a "teoria dínamo" (provada falsa) era a única explicação oferecida para os campos magnéticos de planetas rochosos que supostamente tem idades na ordem dos milhares de milhões.

No entanto, esta nova teoria requer um núcleo de magma derretido, mas Mercúrio é tão pequeno (pouco maior que a Lua) que o seu núcleo já teria arrefecido e solidificado há milhões de anos atrás. Portanto, não deveria de todo ter um campo magnético, muito menos um que tem estado em decaimento numa trajectória de milhares de anos. Mas tem.

As novas medições do Messenger pecam por não explicarem o porquê de Mercúrio ainda ter um campo magnético. Ao invés, estes novos dados científicos aumentam o já de si enorme arsenal de dados contra uma origem naturalista do planeta.

Como se isto não fosse suficientemente problemático para a mitologia dos "milhões de anos", os crentes no big bang não esperavam descobrir que o campo magnético de Mercúrio é assimétrico; é mais forte no norte do planeta do que no sul. Qual é o processo natural capaz de causar isto?


Mercúrio está cheio de peculiaridades e como tal a sua origem é quase impossível de se explicar dentro do naturalismo. Este tipo de qualidades distintas aponta para design intencional - facto que leva Ralph McNutt, o "project scientist" do Messenger, a afirmar que "Mercúrio de facto é um mundo nele mesmo".

Se a natureza formou os planetas a partir da mesma nuvem de detritos espaciais, porque é que os planetas não são uniformes em termos de constituição, orientação e localização? O normal entre os planetas seria eles serem basicamente iguais visto que são o resultado do mesmo processo natural. Poderia-se encontrar um ou outro planeta com uma composição distinta devido a um evento passado, mas o constante seria eles serem basicamente análogos.

Mas o que nós observamos é que os planetas são, normalmente, diferentes uns dos outros em termos de composição, orientação e rotação. Como é que os naturalistas explicam esta divergência entre a sua versão das nossas origens e os dados observacionais?

De acordo com a Space.com, "os cientistas não entendem na plenitude a importância das descobertas do Messenger." Levando em conta o que podem ser tidas como as peculiaridades propositadas de Mercúrio - bem como o seu "jovem" campo magnético - a frase da Space.com pode ser traduzida para:

Os cientistas que acreditam nos milhões de anos não entendem o porquê das descobertas de Messanger mostrarem um planeta Mercúrio que parece recente e o efeito de criação propositada.

Conclusão:

Ou muito me engano ou os crentes no big bang iniciarão o lançamento da hipótese de vários big bangs terem criado os diferentes planetas: os planetas que forem parecidos uns com os outros serão tidos como o efeito do mesmo big bang, mas aqueles que forem distintos serão tidos como o efeito de outro "big bang" qualquer. E assim preserva-se a fé no naturalismo e impede-se que os nefastos criacionistas usem os achados do Messanger em favor duma criação recente.

Este é mais um caso onde os evolucionistas tem a verdade bem à sua frente mas recusam-se a aceitá-la devido às ramificações ideológicas pró-Criacionistas.


domingo, julho 03, 2011

Galáxias inesperadas contradizem o Big Bang

O Criador diz em Isaías 45:12:
Eu fiz a terra, e criei nela o homem; Eu o fiz: as Minhas Mãos estenderam os céus, e a todos os seus exércitos dei as Minhas ordens.
1 Coríntios 15:41 diz:
Uma é a glória do sol, e outra a glória da lua, e outra a glória das estrelas; porque uma estrela difere em glória de outra estrela.
Se o que a Bíblia diz é verdade, então os planetas, as estrelas e as galáxias deveriam ser únicas, desafiando deste modo as explicações naturalistas em torno da origem do universo. A mais famosa das teorias naturalistas em torno das causas do universo é o mitológico big bang.

A verdade da posição Bíblica em torno da singularidade dos corpos celestes está perfeitamente confirmada no sistema solar uma vez que cada planeta possui uma composição química essencialmente única.1 A descoberta de galáxias "velhas" misturadas com galáxias "novas" mostra que a formação galáctica como proposta pelos crentes no big bang (e nos milhões de anos) é practicamente impossível.2

Será que a criação Bíblica é a melhor explicação para a singularidade das entidades celestes?

No dia 13 de Junho deste ano, a revista New Scientist sumarizou o trabalho recente do astrónomo John Kormendy e o cosmólogo Jim Peebles. Os astrónomos estão a descobrir evidências que, segundo Peebles, mostram que "as galáxias são complicadas e nós não entendemos como é que elas se formam. Isto é realmente um embaraço."3

Na edição de Janeiro da revista Nature, Peebles sumarizou dois artigos científicos que descrevem discos galácticos que falham em se conformarem às expectativas dos modelos naturalistas em torno da origem do universo.4

As galáxias que eles investigaram continham pontos de massa muito densos no centro dos seus núcleos. Mas só cerca de metade delas tinham uma saliência de estrelas associadas por perto. As outras galáxias eram planas quando vistas de lado, embora aparentassem ser mais brilhantes perto do centro.

De acordo com Peebles, galáxias sem saliência são "espantosamente inesperadas, segundo o modelo padrão" [big bang].3 Ele escreve na Nature:

Um desafio para o poder progressivo dos métodos teoréticos é a compreensão desta migração interna da matéria e o porquê de ter preferencialmente alimentado pseudosaliências [concentração de estrelas dentro das galáxias] em algumas galáxias e buracos negros noutras.4
Por outras palavras, porque é que a matéria se tornou saliente para além da superfície plana de algumas galáxias em espiral ou em disco, enquanto que em outras galáxias (com formas semelhantes) a matéria se manteve confinada dentro da superfície lisa da galáxia?

Eles descobriram um largo número de galáxias "slimline" em "espirais pristinas". Estas são um "problema enorme" porque, tal como Kormendy disse à New Scientist, "Não sabemos como prevenir a formação de saliências quando as galáxias ficam demasiado grandes devido a fusões."3

Segundo o modelo tradicional, no início do universo, proto-galáxias chocaram umas com as outras até formarem as maciças galáxias actuais - proposição que não tem qualquer suporte científico algum. Mas mesmo esta conjectura defende que tais colisões gerassem desorganizações e saliências, mas o que se observa é que quase metade das galáxias observadas são ordenadas e achatadas.

Um aspecto das galáxias planas (como a Via Láctea e a Galáxia M101) que não foi discutido é o quão jovens aparentam. Não deveriam os seus milhões de estrelas ter tido ampla oportunidade para colidir durante os milhões de anos, especialmente nas áreas mais densas? Pelo menos algumas - senão a maioria - das estrelas deveria ter sido chocada para fora da planície galáctica. Em vez disso, o seu agrupamento é tão ordenado como pontos de tinta numa folha de papel. Observações similares mostram que os anéis achatados de Saturno aparentam ser jovens.5


Esta aparência juvenil não é problema alguma para a criação recente como expressa na Palavra de Deus. Paralelamente, a mistura entre galáxias salientes e galáxias sem saliência é facilmente explicável como sendo o resultado da Intenção Criativa de Deus. Isto foi feito desta forma precisamente para refutar qualquer tipo de interpretação naturalista.

Modificado a partir do original

Referências:

  1. Thomas, B. Exoplanet Discoveries Demolish Planet Formation Theories. ICR News. Posted on icr.org January 24, 2011, accessed June 16, 2011.
  2. Coppedge, D. F. 2006. Mature at Birth: Universe Discredits Evolution. Acts & Facts. 35 (10).
  3. Thomas, V. and R. Webb. 2011. Slim and beautiful: Galaxies too good to be true. New Scientist. 2816: 32-35.
  4. Peebles, P. J. E. 2011. Astrophysics: How galaxies got their black holes. Nature. 469 (7330): 305-306.
  5. Coppedge, D. 2008. Rescuing Ring Ages. Acts & Facts. 37 (10): 15.

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