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segunda-feira, abril 16, 2012

O computador dos morcegos

Quase todos nós estamos familiarizados com a forma como o som proveniente de (por exemplo) comboios se modifica à medida de se aproxima e posteriormente se afasta de nós.

A variação na frequência é causada pela alteração do movimento do comboio tendo como referência a posição do ouvinte. Primeiro o comboio dirige-se ao ouvinte, mas depois passa por ele e começa a afastar-se. Esta variação no tom chama-se "Efeito Doppler" ou "Variação Doppler".

Aplique-mos agora o mesmo princípio para o sistema de ecolocalização dos morcegos.

Os morcegos são mais sensíveis a certas frequências à medida que escutam o eco do grito breve e curto por eles emitido. Se tu és um morcego, tu escutas o eco proveniente de objectos fixos, como as árvores, mas também de insectos que estão em vias de se tornarem a tua próxima refeição.

Devido à diferença de movimento entre estes objectos - tendo como ponto de referência o teu vôo - o retorno que o efeito Doppler causa ao grito por ti emitido varia de uns para os outros. Essa variação pode colocar o eco de retorno fora do intervalo de alcance a que tu és mais sensível.

Os cientistas descobriram que o morcego resolve este problema calculando a modificação esperada na frequência devido ao efeito Doppler, e posteriormente, alterando o grito de modo a que o eco de retorno esteja na frequência necessária.

Quantos de nós poderia fazer o mesmo sem um computador ou outro tipo de equipamento sofisticado? Pois, o morcego já nasceu com um "computador" dentro de si.

Fonte: "Bats alter frequency of squeaks to aid hunt for prey." The San Diego Union, Mon., Oct. 23, 1989. p. D 1. Para mais informação em relação aos morcegos e à sua ecolocalização, ver http://science.howstuffworks.com/environmental/life/zoology/mammals/bat2.htm

* * * * * * * * *

Segundo os crentes evolucionistas, o morcego e o aparato biológico que ele usa para voar e caçar para sobreviver são o resultado de forças aleatórias que não o tinham em vista nem em mente. Ou seja, segundo os evolucionistas, o morcego é o resultado de forças naturais - e não o resultado de design inteligente.

Se alguém disser a um evolucionista que o computador que ele usa todos os dias é o resultado de forças não inteligentes, ele correctamente dirá que é impossível que forças não inteligentes gerem a informação em código lá presente.

No entanto, este mesmo evolucionista acredita que o morcego e o seu sistema de ecolocalização - bem mais complexos que o melhor dos computadores existentes no mundo - são o resultado das forças naturais a operar nas formas de vida durante os ridículos "milhões de anos".

Segundo o credo evolucionista, aquilo que seres inteligentes não conseguem fazer - ou têm dificuldade em fazer - as forças da natureza conseguem fazer por si só.

Isto, sim, é fé e devoção religiosa.

É desnecessário repetir isto, mas a maquinaria interna dos morcegos ajusta-se na perfeição com a tese que defende uma Causa Inteligente por trás do design existente no mundo. Forças não inteligentes não possuem a capacidade de gerar informação em código. Como a vida é composta por informação em código, é cientificamente valido rejeitar a teoria da evolução e subscrever a teoria do design inteligente.

Digno és, Senhor, de receber glória, e honra, e poder;
porque Tu criaste todas as coisas,
e por Tua vontade são e foram criadas.

Apocalipse 4:11


segunda-feira, setembro 19, 2011

ADN dos golfinhos reflecte ecolocalização dos morcegos

Naquele dia, o homem lançará às toupeiras e aos morcegos os seus ídolos de prata, e os seus ídolos de ouro, que fizeram para ante eles se prostrarem.
Isaías 2:20

Tanto os morcegos como os golfinhos usam nos seus ecossistemas uma forma natural de tecnologia sonar para navegar e caçar - chamada de "ecolocalização". Ambos partilham nos seus ouvidos uma pequena mas fundamental proteína que lhes permite ouvir frequências bastante elevadas. Como é que este sistema evoluiu duas vezes em dois tipos de animais distintos?

Duas reportagens presentes na Current Biology exploram a semelhança entre estas duas criaturas díspares. Os pesquisadores verificaram que: 1) um gene nomeado de prestina possui uma sequência semelhante nas duas espécies, e 2) ambos os animais produzem uma proteína - também chamada de prestina - com as mesmas especificações estruturais.

Stephen Rossiter, da "Queen Mary’s School of Biological and Chemical Sciences" (Reino Unido) e co-autor de um dos estudos, disse à BBC News:

Encontramos um conjunto inteiro de alterações nos aminoácidos que são comuns entre estes dois grupos que evoluíram paralelamente e de modo convergente.
(Amos, J. ‘Echoes’ in bat and dolphin DNA. BBC News. Posted on news.bbc.co.uk January 26, 2010, accessed February 8, 2010.)
Ignorando a mitologia evolutiva e fazendo uma análise científica baseada no que foi observado, o que eles encontraram foram sequências genéticas similares e nada mais. A história evolutiva do gene não foi determinada empiricamente mas assumida tendo como base a premissa evolutiva.

Versões distintas da proteína prestina são encontradas através dos mamíferos - com a excepção dos mamíferos ecolocalizadores que possuem uma forma específica da proteína (Li, Y. 2010. The hearing gene Prestin unites echolocating bats and whales. Current Biology. 20 (2): R55-R56.).

Os pesquisadores construíram uma árvore filogenética a partir da proteína. Esta árvore, como todas as outras árvores evolutivas, foi construída de modo a ajustar-se à sequência de dados do paradigma evolutivo - excluindo à priori qualquer outra explicação.

No entanto, faz mais sentido defender que este mesmo gene é o resultado de design intencional em ambas as criaturas. Não só a prestina codifica para a mesma proteína - executando na sua essência as mesmas funções tanto nos ouvidos dos morcegos como nos ouvidos dos golfinhos - como outras especificações são necessárias para a ecolocalização.

Todos os mamíferos possuem uma cóclea para amplificar, detectar e converter ondas de som em impulsos electro-químicos que estão em sincronismo com o cérebro. Mas os golfinhos e os morcegos possuem cócleas especiais.

Alguns dos mesmos pesquisadores haviam reportado em 2008 os requerimentos gerais para a ecolocalização dos morcegos. Para além duma versão única da proteína motora prestina, regiões extensas da cóclea dos morcegos dedicam-se aos sons de alta frequência.

A cóclea dos morcegos possui células-pêlo especializadas que são menores que as células-pêlo detectoras de som em baixa frequência dos outros mamíferos. Eles [os morcegos] possuem também "especializações nos centros auditivos do cérebro" que lhes permitem uma correcta interpretação dos dados provenientes do bio-sonar (Li, G. et al. 2008. The hearing gene Prestin reunites echolocating bats. Proceedings of the National Academy of Sciences. 105 (37): 13959-13964).

Portanto, não só os evolucionistas estão a propôr que a prestina especifica para o ultra-som evoluiu duas vezes, mas também que cada uma das partes componentes é também o resultado da selecção de mutantes que foram capazes de viver normalmente sem a ecolocalização antes das alterações.

De acordo com a BBC News, ambas as equipas de pesquisa possuem evidências que mostram que estas modificações na prestina foram selecionadas. A questão, no entanto, é: será que a natureza fez a selecção ao longo dos mitológicos milhões de anos, ou será que Deus fez a "selecção" logo no princípio da criação?

Considerando que a proteína prestina "deve ser fundamental para a ecolocalização animal" e que as probabilidades estão claramente contra uma adição por etapas dos componentes específicos necessários para o funcionamento da ecolocalização (e também contra duas adições faseadas em animais distintos), é perfeitamente óbvio que Um Criador Intencional , e não a natureza aleatória, é o Responsável.



quarta-feira, setembro 14, 2011

Morcegos usam mapas internos na sua navegação

"Naquele dia, o homem lançará às toupeiras e aos morcegos os seus ídolos de prata, e os seus ídolos de ouro, que fizeram para ante eles se prostrarem." - Isaías 2:20

Há muitos anos que o sistema de ecolocalização dos morcegos fascina os observadores. Durante o curso da história temos aprendido que, graças às suas capacidades radar, os morcegos não só conseguem detectar presas em pleno vôo (tais como insectos), mas podem-se também manobrar através das cavernas e entre as árvores facilmente.

Mas como é que os morcegos navegam grandes distâncias? Esta pergunta atormentou os pesquisadores durante anos e graças a pequenas experiências em laboratórios, eles começam a suspeitar que os morcegos têm algo parecido a um mapa interno. Mas como é que testámos isso na natureza?

De Sião vem a resposta.

Um grupo de pesquisadores Israelitas determinou-se em localizar e acompanhar os morcegos na natureza. Eles desenvolveram um mini sistema GPS que conseguiram colocar nos morcegos da fruta do Egipto. Os engenhos GPS transmitiram a localização dos morcegos aos pesquisadores.

Eles descobriram que os morcegos voltavam para a mesma árvore da fruta todas as noites, chegando mesmo a passar ao lado de outras árvores de fruta similares durante o seu percurso. Eles aprenderam também que os morcegos voavam em linha recta em direcção a árvores que estavam entre 11 a 24 quilómetros das suas caves.

Foi sugerido que os morcegos poderiam estar a usar algum tipo de navegação que se baseasse no reconhecimento de marcos paisagísticos ou luzes. Devido a isso, os investigadores levaram alguns dos morcegos para uma área 40 quilómetros a sul das suas cavernas.

Posteriormente, libertaram alguns dos morcegos e descobriram que eles continuaram a voar directamente para as suas árvores da fruta favoritas. Os outros morcegos foram alimentados e mantidos presos até a madrugada. Quando eles foram libertos, os mesmos voaram directamente para as suas cavernas.

Foi então sugerido que eles poderiam estar a usar a visão e marcos geográficos, e como tal os morcegos foram desta vez transportados para uma região 80 quilómetros a sul da sua caverna e libertos no crepúsculo. Mais uma vez, os morcegos voaram directamente para as suas árvores de fruta favoritas.

No entanto, alguns dos morcegos foram libertos numa cratera e como tal não tinham linha visual em direcção ao horizonte. Estes morcegos demoraram algum tempo a encontrar a forma de sair da cratera, mas mal se encontraram fora, os mesmos voaram em linha recta em direcção às suas árvores de fruta.

Isto levou a que os pesquisadores concluíssem que que os morcegos usam uma combinação de visão e algum tipo cognitivo de mapa interno que cobre uma larga área - provavelmente uma área que excede os 96 quilómetros em tamanho.

Conclusão:

Não só Deus construiu os morcegos com um sofisticado sistema de ecolocalização (vêr 1, 2, 3) como também os dotou com a capacidade de criar e utilizar um mapa interno dentro dos seus pequenos cérebros.

Da próxima vez que alguém te acusar de ser "cego que nem um morcego", agradece-os pelo elogio e aproveita a oportunidade para lhe falares dos características de design que Deus colocou nos morcegos. Posteriormente, fala-lhe do Plano de Salvação que Deus preparou para todos os que querem viver eternamente.


Em nenhuma parte da pesquisa a teoria da evolução serviu de plataforma frutífera para o avanço do nosso conhecimento científico. Não foi necessário acreditar nos ridículos "milhões de anos", nem acreditar que animais terrestres evoluíram para baleias. (Sim, os evolucionistas realmente acreditam nisso).

Paralelamente, não foi preciso acreditar que as formas de vida são o resultado dum processo aleatório , impessoal, sem guia e sem direcção. Pelo contrário, as evidências científicas apontam na direcção contrária. Sistemas de emissão, recepção e análise de sons são SEMPRE o resultado de design inteligente. Porque é que os militantes evolucionistas não usam a mesma forma de pensar para os sistemas biológicos?

A resposta é clara: DEUS. Os evolucionistas sabem que, se concederem que as formas de vida demonstram serem o efeito Duma Causa Inteligente, isso servirá de evidência muito forte contra o seu naturalismo, humanismo e ateísmo. Devido a isso, os ateus em geral negam que os morcegos e os seus sistemas de ecolocalização e de navegação sejam o resultado de design.

Mas a verdade não se deixa prender por motivos ideológicos. Mais cedo ou mais tarde todos aqueles que usam a teoria da evolução como desculpa para rejeitarem o Deus que eles sabem que existe irão ter um encontro com Esse Mesmo Deus. Para o seu próprio bem, oremos para que esse encontro seja ainda em vida, porque se fôr depois de mortos, já vai ser tarde demais.

Referências:

Fruit Bats Use Internal Maps to Navigate, RedOrbit.com, Aug. 16, 2011.

Siegel-Itzkovich, Judy, Researchers Use GPS to Study Fruit Bat Navigation, Jerusalem Post, Aug. 16, 2011.

quarta-feira, agosto 03, 2011

Traça bloqueia sonar dos morcegos

Os engenheiros náuticos não são os únicos que podem perturbar o sonar do inimigo. Cientistas descobriram uma espécie de traça-tigre que frustra os planos dos morcegos esfomeados emitindo cliques ruidosamente altos para bloquear a habilidade de eco-localização do morcego.

Há muito que os pesquisadores sabiam que algumas espécies de traças enviam cliques em resposta ao sonar dos morcegos, mas até agora, ninguém tinha provado que os supracitados cliques tinham alguma influência no morcego.

O estudante de ecologia da Universidade Wake Forest Aaron Corcoran, (co-autor do estudo publicado na revista Science) declara:

A ideia da perturbação do mecanismo já circulava há cerca de 50 anos, mas ninguém havia colocado um morcego e uma traça juntas (numa sala de vôo) para vêr o que acontecia.
Corcoran e os seus colegas colocaram uma espécie específica de traça-tigre, a Bertholdia trigona, contra morcegos castanhos treinados a caçar numa sala de vôo.

Enquanto as traças foram capazes de emitir cliques, os morcegos não as conseguiram capturar (embora as traças estivessem presas e suspensas por uma corda).


Mas quando os cientistas perfuraram as estruturas produtoras de som da traça (impossibilitando-a de emitir os cliques), a traça rapidamente se tornou no almoço do morcego.


James Fullard da Universidade Toronto - que não esteve envolvido no estudo - afirmou:

Este é o primeiro bom caso sólido disto ocorrer . . . Para este morcego e para esta traça parece convincente que algum tipo de perturbação está a ocorrer.

Fullard afirmou que uma das coisas que torna este estudo tão excitante é que nem todas as traças que produzem cliques conseguem perturbar o sonar. Pesquisas prévias revelaram que duas outras variedades da traça-tigre produzem cliques que são demasiado tranquilos para interferir com a eco-localização dos morcegos.

Em vez disso, afirmou Fullard, estas traças provavelmente usam o clique como um aviso: uma vez que a maioria das traças que respondem com cliques são venenosas, os cientistas colocam a hipótese do clique servir de aviso: "Não me comas. Eu tenho um mau sabor".

Mas não só a traça B. trigona não é venenosa como se deve levar em conta que os pesquisadores da Wake Forest usaram morcegos jovens que não haviam tido ainda qualquer contacto com traças produtoras de cliques e portanto não haviam aprendido a equivaler os cliques com o mau gosto. Mesmo depois de tentativas múltiplas e em noites distintas, os morcegos não podiam capturar a traça B. trigona.

Corcoran afirma:

Estivemos em testes durante sete dias mas os morcegos nunca se habituaram. Eles foram imediatamente "desviados" pela traça através de toda a experiência.
Os mamíferos assustam-se facilmente, mas estes morcegos não parecem estar a ser afectados pelo susto.

Mecanismo desconhecido.

Os pesquisadores não sabem ainda como é que o sistema anti-sonar das traças funciona, mas eles possuem duas hipóteses:
  • Os cliques da traça provavelmente agem como ecos falsos - essencialmente forçando o morcego a vêr em duplicado
  • Ou então elas interrompem o eco do morcego, fazendo com que a presa pareça estar mais próxima do que realmente está.

Ao contrário das outras traças, a B. trigona parece estar particularmente construída [por Quem?] para perturbar o sonar do morcego uma vez que consegue produzir 4,500 cliques por segundo. Um barulho quase constante é importante porque previne que o morcego oiça o eco do seu próprio sonar.

O perito em eco-locação Bill Conner, líder do projecto, misturou verdadeira ciência com mitologia evolutiva ao afirmar:

Se a temporização for acertada, se um clique chegar ao morcego na janela dos 2 milisegundos antes da chegada do eco verdadeiro, isto vai desviar o software de mapeamento do morcego . . . . Por isso é que pensamos que este animal tenha evoluído sons que cobrem todo o tempo acústico.
Esta referência à teoria da evolução está totalmente fora do contexto uma vez que até agora falamos de estruturas que envolvem planeamento, sofisticação, design e interdependência. Nada disto requer a intromissão de Darwin.

Conner continua:

Se ouvirmos as gravações, as traças fazem cliques o tempo todo e isso aumenta de forma significativa as probabilidades de alguns cliques serem assimilados na janela temporal precisa.
O grupo descobriu a traça B. trigona numa floresta do Equador, mas ficaram felizes por haverem descoberto a mesma forma de vida em regiões tão a norte como o Arizona.

Fonte


A única menção que é feita em todo o texto à mitologia neodarwinista é a que foi ressalvada logo na altura. Como se pôde ver, ela era totalmente desnecessária para o avanço do nosso conhecimento.

Este tipo de pesquisa revela mais uma vez que a inferência para o design é a que melhor explica a origem dos sistemas e sub-sistemas presentes nas formas de vida. Tentar encontrar uma força não-inteligente que consiga gerar sistemas de emissão, recepção e análise de som é claramente um empreendimento cientificamente ridículo.

A tragédia da ciência actual é que há centenas de pessoas um pouco por todo o mundo que passam o seu tempo (e o nosso dinheiro) a tentar encontrar evidencias para as alegações neodarwinistas. Isto é o que se chama perder o tempo a perseguir traças.

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