Mostrar mensagens com a etiqueta Deus. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Deus. Mostrar todas as mensagens

sexta-feira, janeiro 21, 2011

Deus criou o sistema óptico; homem tenta imitar

Então, em visão, falaste do teu santo, e disseste: Socorri um que é esforçado, exaltei a um eleito do povo.
Salmo 89:19


Não é só a complexidade dos sistemas biológicos que é tão desafiadora; a incrível perspicácia manifesta no seu design também é de se apreciar. A perspicácia do design biológico é particularmente evidente quando é manifestada em soluções para problemas análogos àqueles que nós nos deparamos na nossa tecnologia.

Sem a a existência da câmaras e dos telescópios, a maior parte da perspicácia e brilhantismo do design dos olhos passaria despercebido. Embora as componentes anatómicas dos olhos fossem já bem conhecidas por parte dos cientistas do século 15, a perspicácia do seu design não foi muita apreciada até ao século 17, quando a óptica rudimentar na formação de imagens foi claramente expressa por Kepler e mais tarde por Descartes.

No entanto, foi só nos séculos 18 e 19, aquando da altura em que a construção de instrumentos ópticos tornou-se mais complicada, usando uma íris móvel, um engenho de focagem, e correcções para aberrações esféricas e cromáticas - tudo isto funções que tem equivalências na vista - que a perspicácia do sistema óptico pôde ser finalmente apreciado por parte de Darwin e os seus contemporâneos.

Sabemos hoje que o sistema óptico e um instrumento muito mais sofisticado do que era apreciado a 100 anos atrás. Estudos electro-fisiológicos revelaram as conexões minuciosas entre as células nervosas da retina, células essas que permitem a que o olho possa desempenhar variados tipos de processamento preliminar de dados de informação visual antes de transmiti-los em forma binária até ao cérebro.

A inteligência destes mecanismos foi mais uma vez ressalvada pela sua íntima analogia ao tipo de processos de intensificação e clareamento de imagens levados a cabo pelos computadores.

Hoje em dia é mais acertado pensar numa câmara de televisão quando se pensa numa analogia para o sistema de visão.

Conclusão:

Quão Poderoso é o Nosso Deus e quão ilógicos são todos aqueles que acreditam que sistemas de processamento de dados são o resultado de forças não inteligentes.

Os meus olhos estão continuamente no Senhor,
pois Ele tirará os meus pés da rede
Salmo 25:15


quarta-feira, janeiro 05, 2011

Preconceito naturalista: deuses pagãos? Ok. Deus da Bíblia? Não!

Uma reportagem que analisou um dos milagre que o Senhor Jesus fez há mais de 2000 foi recentemente retirado duma publicação médica. A revista Virology Journal havia publicado um artigo (escrito por pesquisadores chineses) que detalhava o caso duma mulher com febres altas que o Senhor Jesus curou. Os autores do estudo especularam que a mulher poderia ter gripe.

Algumas semanas após ter sido publicado, a blogsfera cristofóbica e Teofóbica tratou de ridicularizar e desrespeitar o trabalho de pesquisa dos cientistas. Devido a isto, a Virology Journal pediu desculpas e retirou o artigo da circulação.

Uma vez que a ciência moderna e a tecnologia são normalmente empregadas na pesquisa de eventos passados, porque é que este artigo em particular gerou tanta polémica? Nenhuma razão científica foi oferecida mas muitas razões ideológicas.

Um colunista escrevendo para a LiveScience disse:

Os autores do estudo diagnosticaram a mulher que [o Senhor] Jesus curou como sofrendo de gripe. Se os pesquisadores tivessem examinado algum documento recentemente descoberto, um corpo mumificado, ou outra tipo de evidência forense, isso seria uma coisa. Agora, usar os Evangelhos de Marcos, Mateus e Lucas da versão King James da Bíblia como a única base de dados torna o "Virology Journal" parecer a revista "Mad" ou o "The Onion.
Considerando que Marcos, Mateus e Lucas foram testemunhas oculares e escritores históricos do seu tempo, serão eles menos fiáveis que, por exemplo, Platão?

Há cerca de 2,000 anos atrás o filósofo grego descreveu a cidade perdida de Atlantis que supostamente se afundou no mar. A alusão a esta cidade iniciou a busca dos seus restos arqueológicos ou outro tipo de evidência em seu favor.

No ano de 2005 a revista científica Geology, que "os geólogos profissionais e estudantes universitários.......usam....para se manterem actualizados no que toca as tendências das pesquisas científicas" publicou um artigo intitulado de "Destruction of Atlantis by a Great Earthquake and Tsunami? A geological analysis of the Spartel Bank hypothesis."

Platão é o primeiro escritor a mencionar a cidade, e os outros comentários acerca dela são baseados na sua narrativa. Os seus escritos também mencionam o envolvimento do deus grego Poseidon, em cujos cuidados os outros deuses gregos haviam deixado Atlantis. Aparentemente Poseidon havia-se enamorado por uma mulher mortal, Cleito, que deu à luz cinco pares de gémeos masculinos.

Curiosamente, apesar de todas estas referências a deuses e ao seu envolvimento na vida humana, os escritos de Platão foram tão levados a sério que fomentaram não só estudos arqueológicos mas também estudos geológicos.

Pergunta para os naturalistas que subverteram a ciência e agora dominam as publicações científicas: o que é que faz dos escritos de Platão evidência suficiente para os geólogos iniciarem as suas pesquisas em torno de eventos passados, mas faz os escritos Bíblicos clinicamente e cientificamente inválidos à priori por parte dos médicos chineses? Até o Darth Vader fez uma aparição na revista Psychiatry Research:

Segundo alguns pesquisadores, a transformação de Anakin Skywalker para Darth Vader pode ter mais a ver com questões psicológicas do que com a Força.
Outros eventos Bíblicos (incluindo a estrela de Belém) foram usados para investigações científicas - especialmente em tentativas de as refutar. Porque é que alguns "eventos sobrenaturais" podem ser usados como base para a ciência mas os eventos sobrenaturais da Bíblia não podem?

Ao contrário da Guerra das Estrelas, a Bíblia é um Livro Histórico que contém comentários que, cientificamente falando, nunca podem ser barrados de escrutínio científico. As pesquisas vão continuar quer os jornais com "revisão de pares"publiquem os artigos ou não.

Conclusão:

O facto do artigo dos pesquisadores chineses ter sido retirado demonstra duas coisas:

  • A descriminação propositada contra visões que contradigam a cosmovisão mantida pela comunidade científica secular;
  • A habilidade dos jornais "científicos" de retirarem artigos científicos devido à pressões da opinião pública.
A rejeição do trabalho dos cientistas por parte da comunidade ateísta não foi baseada em argumentos científicos mas em argumentos anti-cristãos. Os ateus sentem-se fragilizados sempre que a ciência e a Bíblia se mostram em harmonia, e por isso tentam a todo o custo usar a censura como forma de esconder a harmonia que há entre uma e outra.

Este evento mostra bem como as crenças pessoais podem moldar a forma como fazemos análises científicas.


domingo, janeiro 02, 2011

O princípio antrópico não é ciência

OS céus manifestam a glória de Deus e o firmamento anuncia a obra das suas mãos - Salmo 19:1

O naturalismo tem a tendência de mostrar as suas mais discutíveis doutrinas duma forma que esconde a sua verdadeira natureza. Isto é feito de uma forma confusa. Frequentemente as doutrinas do naturalismo são apresentadas como tautologias ou truísmos cuja verdade é óbvia. É isto que acontece com o princípio antrópico.

Historicamente os cientistas há muito que sabem que a Terra é um lugar peculiar contendo muitas propriedades raras necessárias para a vida. Por exemplo, a distância da Terra para o Sol e a órbita quase circular da primeira mantém uma temperatura ajustada para a vida.

Para além disso, a Terra possui água abundante e uma temperatura média que, "por acaso", está dentro dos limites que proporcionam a que a água esteja no estado líquido. A inclinação da Terra é perfeita: se a mesma fosse menor, então uma maior parte da Terra estaria sob o domínio do frio dos pólos ou dos desertos equatoriais.

Se a inclinação fosse maior, então largas partes da Terra teriam seis meses de noite seguidos por seis meses de dia.

O campo magnético e a camada de ozono (O3) filtram a maior parte das radiações letais vindas do espaço. Outras características especiais da Terra incluem a sua massa, a sua densidade, o seu rádio, a sua velocidade de rotação, o sistema meteorológico, a pressão atmosférica e a sua composição química. Se estas características fossem substancialmente diferentes, então a vida tal como a conhecemos não seria possível.

Os naturalistas respondem.

Esmagados por todos estas "coincidências" do planeta Terra, os evolucionistas alegaram que existem outros planetas diferentes da Terra, e que esta última apenas teve a "sorte" de ter as propriedades necessárias para a vida. Portanto, concluíram os evolucionistas, o universo não favorece a Terra ou a vida de forma alguma.

Mas o universo é especial também.

As últimas descobertas científicas tem destronado esta explicação naturalista uma vez que novas evidências científicas mostram que o universo em si possui numerosas propriedades necessárias para a vida. Por exemplo, se a carga eléctrica dos electrões fosse ligeiramente diferente, então as estrelas seriam incapazes de queimar hidrogénio e hélio. Se a relativa potência das forças nucleares e electromagnéticas fosse diferente, então os átomos de carbono não existiriam na natureza e como tal nós não existiríamos.
Se um segundo após o big bang a taxa de expansão fosse 1/100 000 000 000 000 000 menor, o universo sofreria um colapso antes de atingir a dimensão actual. (Stephen Hawking, 1988, "A Brief History of Time: From the Bbig Bang to Black Holes", páginas 121-122)
Parâmetros fundamentais - electromagnetismo, gravidade, a carga e a massa das partículas fundamentais - tinham que estar todas em harmonia até ao mais pequeno detalhe. Como é que estes parâmetros podem ser explicados dentro do naturalismo? O universo parece ter sido criado por Uma Mente Racional com vista a vida. A maior parte da população mundial através da História interpretou as evidências precisamente desta forma. Uma minoria tem outras "respostas".

A nova resposta dos evolucionistas.

A resposta dos naturalistas é o princípio antrópico. A ideia é apresentada desta forma:
O princípio antrópico...pode ser parafraseado assim: "Nós vemos o universo da forma que é porque nós existimos". (Hawking, 1988,página 124)
O princípio antrópico é, portanto, tipicamente apresentado desta forma - dando ênfase no papel do homem como observador. O universo tem as propriedades necessárias para a nossa sobrevivência porque se não tivesse, nós não estaríamos aqui para o observar. Às vezes o conceito leva um toque esotérico que o torna interessante: O universo é da forma que é porque nós o estamos a observar. Isto parece indicar que "observar" o universo afecta-o de alguma forma.

Não é ciência.

Apesar de toda a pompa e circunstância, o princípio antrópico não é ciência mas sim uma tentativa naturalista de evitar a inferência lógica para a causa do universo (Criação).

Na verdade, há duas versões do princípio antrópico: o tautológico e o metafísico.

  • Princípio Antrópico Tautológico: O universo tem propriedades propícias para a sobrevivência (e observação) porque nós sobrevivemos (e observamos).

O princípio antrópico tautológico soa cientifico e explanatório mas não é. Porque é que nós sobrevivemos? Porque o universo tem propriedades propícias à sobrevivência. Como é que sabemos que o universo tem propriedades propícias à sobrevivência? Ora, porque sobrevivemos.

O princípio antrópico tautológico não é ciência por duas razões: é circular e não é testável. Além disso, ele foca a nossa atenção no homem e na sua existência como observador e distrai-nos do foco principal: as propriedades do universo.

Quando dito de forma clara a racionalidade por trás do princípio antrópico é clara e directa. Isto gera a segunda formulação:

  1. O naturalismo assume que a natureza não favorece de forma especial a vida ou a nossa existência.
  1. No entanto, as observações científicas mostram que o universo tem propriedades altamente improváveis necessárias para a vida e para a nossa existência.
  1. Os pontos (1) e (2) geram um conflito e o mesmo é resolvido com o princípio antrópico metafísico:
  • Principio Antrópico Metafísico: Existe uma infinitude de outros universos contendo propriedades distintas do universo conhecido; quase todos os outros universos são vazios de qualquer vida. Como tal, a "natureza" (toda esta infinitude de universos) em média não tem nenhum favor especial em relação à vida ou ao ser humano.
O princípio antrópico metafísico é a formulação nua e crua que contém algum poder explanatório. Embora esteja quase sempre escondida, esta é a formulação que os evolucionistas usam quando tentam explicar as peculiares características do universo. Este argumento tenta diluir o design que existe no universo adicionado outros (nunca observados) universos que não tem design.

Quanto mais improváveis forem as características deste universo, mais "outros universos" tem que ser adicionados de modo a que a "diluição" seja eficiente. Portanto, o argumento alega que em média a natureza não possui design algum, nem algum favor peculiar em prol da vida ou em prol da humanidade. O argumento alega que o design que o universo tem é o resultado de casualidade fortuita.

Como é óbvio, os evolucionistas evitam revelar a verdade do princípio antrópico metafísico uma vez que a noção dos "outros universos" é metafísica e sem suporte observacional. Isto imediatamente dá a noção de não ser ciência.

Conclusão:

O princípio antrópico é uma tentativa de explicar o design do universo sem apelar ao Criador. Como forma de o fazer, eles alegam que o nosso universo é um de muitos universos. O que nos distingue dos outros universos é que nesta há vida e nos outros não. Infelizmente não há a mínima evidência para os outros imaginados universos.

Para além disto, os naturalistas tentam desviar o foco da discussão das propriedades do universo para o observador. Supostamente o facto de nós observarmos o universo torna-o propício para a vida.

Nenhuma das explicações naturalistas está de acordo com os dados da ciência observacional. A explicação mais lógica e coerente é:

O universo tem propriedades peculiares para a vida precisamente porque o mesmo foi criado com esse propósito.
O design não é acidental: é propositado. Esta hipótese é a única que está de acordo com a calibração das leis da física e com as propriedades do universo. Como sempre acontece, é o naturalismo que é falsificado pelas observações.

Digno és, Senhor, de receber glória, e honra, e poder; porque tu criaste todas as coisas, e por tua vontade são e foram criadas.
Revelação 4:11


Fonte: "The Biotic Message", páginas 59-62

A Bíblia e a prosperidade económica

Este fica na língua original.

Fonte: Conservapedia.


Conservative North Dakota still has the lowest rate of unemployment in the United States. In September of 2010, the state unemployment rate was declared to be 3.7% according to the U.S. Bureau of Labor Statistics[1]

Another positive aspect of North Dakota is that according to a CUNY 2000 religious survey, it appeared to have the lowest per capita number of atheists in the United States (people who answered "no religion" on a survey which admittedly includes agnostics and theists who don't identify with any particular religion).[2]

The Bible declares, "The Lord is my shepherd, I shall not want" (Psalm 23:1). North Dakota, which contains plenty of Conservative Christians, certainly seems to be a shining example of this Bible verse. North Dakota has more churches per capita than any state in the United States plus has the highest percentage of people who attend church.[3][4]

Contents

Oregon atheists: Too soon old, too late smart!

See also: Oregon atheists: Too soon old, too late smart!

According to the aforementioned CUNY 2000 religious survey, Oregon was declared to have the highest per capita number of atheists in the United States (people who answered "no religion" on a survey).[5] 28% of the Oregon population declared they had "no religion".[6] According to the CUNY 2000 survey, Oregon had 7 times the rate of atheism than North Dakota.(people who answered "no religion" on a survey).[7]

The U.S. Bureau of Labor Statistics reported in September of 2010 that Oregon had the 7th highest level of unemployment in the United States - an unemployment rate of 10.6% .[8] The unemployment rate in Oregon in September of 2010 was reported to be nearly three times the rate of God fearing North Dakota which had an unemployment rate of 3.7![9] If Oregon atheists are so smart, then why are so many of them unemployed? Unlike conservative economists, did they fail to predict the arrival of the Great Recession?[10] The Austrian school of economics which predicted the Great Recession is on the rise![11] By the way, the Boy Scouts, who affirm the existence of God, believe in being prepared! It appears as if words of Solomon still ring true today: "The fear of the Lord is the beginning of wisdom (Proverbs 1:7)."

I hope you didn't think I would fail to mention the Soviet Union and atheistic communism!

Karl Marx established atheism as a key part of communism. He famously said, "Religion ... is the opium of the masses."[12] He believed it was part of the "superstructure," a false culture built to maintain the status quo. Thus he denigrated Christianity as a fictional religion. Instead, Marx was an avowed atheist, as he wrote, "Communism begins from the outset with atheism; but atheism is at first far from being communism; indeed, that atheism is still mostly an abstraction."[13]

Vladimir Lenin similarly wrote: "A Marxist must be a materialist, i. e., an enemy of religion, but a dialectical materialist, i. e., one who treats the struggle against religion not in an abstract way, not on the basis of remote, purely theoretical, never varying preaching, but in a concrete way, on the basis of the class struggle which is going on in practice and is educating the masses more and better than anything else could."[14]

In September of 2010 Fox News reported:

Jeffrey Goldberg, a national correspondent for The Atlantic magazine, asked Castro if Cuba's economic system was still worth exporting to other countries, and Castro replied: "The Cuban model doesn't even work for us anymore," Goldberg wrote Wednesday in a post on his Atlantic blog.

The Cuban government had no immediate comment on Goldberg's account.[15]

The Soviet atheists, Cuban atheists and many other world atheists could have picked any economic system they wished. What economic system did they pick? Communism! The joke among Russians under Soviet communism was: "We pretend to work. And the state pretends to pay us".

Capitalism and belief in God

Michael Novak wrote concerning theism and capitalism:

The economic historian David Landes, who describes himself as an unbeliever, points out that the main factors in this great economic achievement of Western civilization are mainly religious:

• the joy in discovery that arises from each individual being an imago Dei called to be a creator;

• the religious value attached to hard and good manual work;

• the theological separation of the Creator from the creature, such that nature is subordinated to man, not surrounded with taboos;

• the Jewish and Christian sense of linear, not cyclical, time and, therefore, of progress; and

• respect for the market.[16]

Capitalism has lifted more people out of poverty than any other economic system in the history of the earth.[17]

quarta-feira, dezembro 29, 2010

Homologia: Embriologia Invalida Pretenções Evolutivas

Eu fiz a terra, o homem e os animais que estão sobre a face da terra, pelo Meu grande poder e com o Meu Braço Estendido, e a dou àquele que me agrada em Meus Olhos.
Jeremias 27:5

De acordo com a mitologia evolutiva a homologia é
O estudo biológico das semelhanças entre estruturas de diferentes organismos que possuem a mesma origem ontogenética e filogenética.
Segundo a mesma fonte
A homologia tem sido uma forte evidência em favor da Teoria da Evolução, pois ela sugere ancestralidade comum entre organismos diferentes possuindo estruturas frequentemente semelhantes com a mesma origem embriológica, lembrando que o desenvolvimento do embrião recapitula parcialmente as origens do organismo.
O problema para os evolucionistas é que, para além da recapitulação não suportar a filogenia, órgãos ditos homólogos seguem percursos embrionários totalmente distintos.

A validade da interpretação evolutiva da homologia seria grandemente fortificada não só se as pesquisas genéticas e embriológicas pudessem mostrar que estruturas homólogas são especificadas por meio de genes homólogos, mas também que essas mesmas estruturas seguissem padrões de desenvolvimento embrionário homólogos.

Tal homologia seria sem dúvida fortemente sugestiva de "verdadeiro relacionamento; hereditariedade a partir dum ascendente comum". Mas a ciência tem mostrado que esta crença evolutiva não tem suporte experimental.

O falhanço das tentativas de se encontrarem bases genéticas e embriológicas para a homologia é discutido por Sir Gavin de Beer (embriólogo e antigo Director do Museu Britânico da História Natural) na sua monografia "Homology, an Unresolved Problem" (1971).

Um exemplo dado por de Beer é a formação embrionária do canal alimentício (aparelho digestivo) entre os vários vertebrados. A forma como o mesmo se materializa no tubarão, na lampreia, no sapo, nas áves e nos répteis é totalmente distinta uma das outras.

Outra exemplo é o do rim do vertebrado. Nos peixes e nos anfíbios o rim deriva-se directamente dum órgão embrionário chamado de mesônefro, enquanto que nos répteis e nos mamíferos o mesônefro degenera-se mais para o final da vida embrionária e não tem papel algum na formação do rim adulto.

Se estas estruturas descendem de um ancestral comum, porque é que ao nível embrionário seguem caminhos tão distintos?

Devido à enorme diferença existente nos estágios embrionários iniciais entre as distintas classes dos vertebrados, não há a mínima dúvida de que os órgãos e as estruturas consideradas "homólogas" nos vertebrados adultos não podem ser associados de volta a células ou regiões na fase inicial da embriogénese.

Dito de outra forma, as estruturas tidas como homólogas não só são codificadas de forma distinta, como desenvolvem-se de forma díspar.

Então....qual é a utilidade evolutiva da homologia?

A utilidade evolutiva da homologia é a mesma da teoria da evolução em si: argumento contra Deus. O seu propósito é demonstrado nas palavras do "profeta" Darwin:
Nada pode ser mais despropositado do que tentar explicar a semelhança dos padrões nos membros da mesma classe aludindo à doutrina das causas finais. (...) Segundo a visão normal da criação independente da cada ser [coisa que nenhum criacionista defende - Mats], nós podemos apenas dizer que é o que é: - que foi do agrado do Criador construir todos os animais e plantas em cada classe maior de acordo com um plano uniforme: mas isto não é uma resposta científica.
Portanto, o propósito da interpretação da homologia é apenas e só o de dizer que "não faz sentido Deus construir sistemas com funções semelhantes de acordo um plano arquitectónico semelhante. Deus deveria construir todos os animais diferentes uns dos outros!" Claro que nenhum designer funciona assim. Um designer que se preze de certo que aplicaria o mesmo design funcional em outros sistemas que executassem funções similares.

Conclusão:

A homologia não serve de evidência para a descendência comum das formas de vida. Embora as estruturas na idade adulta tenham funções semelhantes, ao nível embrionário elas desenvolvessem de forma distinta. Não é lógica assumir que embora elas se desenvolvam de forma tão diferente umas das outras, elas tenham um passado comum apenas e só porque na idade adulta elas apresentam semelhanças.

Segundo: a semelhança entre as estruturas não é um argumento contra Deus uma vez que qualquer designer usa um design óptimo em diferentes estruturas. Todos os veículos que andam sobre as estradas tem rodas ou sistemas circulares entre si e a estrada. Será que isso é evidência contra a inteligência do homem, ou será antes o uso de uma estrutura funcional em vários veículos que navegam sobre a mesma estrada?

O que o evolucionista tem que explicar ao mundo é como é possível um processo não inteligente siga caminhos distintos mas chegar às mesmas estruturas biológicas. Porque é que genes distintos codificam para estruturas semelhantes, e genes idênticos fazem exactamente o contrário?

A teoria da evolução não tem explicação científica para estes dados para além de "Deus nunca faria isto assim". Mas, citando um famoso evolucionista, "isto não é uma resposta científica".


Modificado a partir do livro "Evolution: A Theory in Crisis" - páginas 145 e 146.

sábado, dezembro 25, 2010

Ele é a Imagem do Deus invisível

"É Ele a imagem do Deus invisível,
o Primogénito de toda a criatura;
porque foi nEle que todas as coisas foram criadas,
no céu e na terra,
as visíveis e as invisíveis,
os Tronos e as Dominações,
os Poderes e as Autoridades,
todas as coisas foram criadas por Ele e para Ele.
Ele é anterior a todas as coisas
e todas elas subsistem nele.
É Ele a cabeça do Corpo,
que é a Igreja.
É Ele o princípio,
o Primogénito de entre os mortos,
para ser Ele o primeiro em tudo;
porque foi nEle que aprouve a Deus
fazer habitar toda a plenitude
e, por Ele e para Ele, reconciliar todas as coisas,
pacificando pelo sangue da Sua cruz,
tanto as que estão na terra
como as que estão no céu."


(São Paulo, Carta aos Colossenses 1, 15-20)

segunda-feira, dezembro 13, 2010

O interior de uma célula

À medida que vão vendo este vídeo, não se esqueçam que de acordo com a mitologia evolucionista, todo este aparato é o resultado de forças sem inteligência, sem propósito, sem direcção e sem plano.

É preciso muita fé para se ser ateu.

sábado, dezembro 11, 2010

Borboleta para ateus: "Adivinhem Quem me ensinou a escolher medicamentos para os meus filhos. Dica: Não foi a evolução!"

"Porque as Suas Coisas Invisíveis, desde a criação do mundo, tanto o Seu Eterno Poder, como a Sua Divindade, se entendem, e claramente se vêem, pelas coisas que estão criadas, para que eles fiquem inexcusáveis"
Romanos 1:20

Quanto mais estudamos a natureza, mais óbvio o facto da criação se torna. É pena que os artigos onde as maravilhas da natureza são mostradas estejam cheios de alusões a mitologia evolutiva.
As borboletas-monarcas desenvolveram um comportamento aparentemente com um objectivo medicinal em relação à sua descendência.
As borboletas desenvolveram esse comportamento nelas mesmas. Reparem na fé evolucionista misturada com a verdadeira ciência.
A observação foi feita por biólogos da universidade norte-americana de Emory e publicada na revista Ecology Letters.

"Demonstrámos que algumas espécies de plantas das quais se alimentam as larvas podem reduzir a infecção por parasitas nas borboletas-monarcas", explicou o investigador Jaap de Roode, que coordenou o estudo.

A equipa demonstrou também que as borboletas infectadas preferem depositar os ovos em plantas que diminuem a infecção. "Isso sugere que as borboletas-monarcas evoluíram no sentido desta capacidade de medicar os filhos", sublinhou o mesmo investigador.

Não foi dito como é que a borboleta sobreviveu antes de evoluir nela mesma este comportamento. Semelhantemente, também não foi dito como é que a borboleta soube quais as plantas que poderiam ajudá-la a combater a infecção.

Como é normal, os evolucionistas só contam parte da história.

Até hoje, poucos estudos foram feitos sobre a capacidade de automedicação dos animais. Esta investigação oferece provas "muito fortes" nesse sentido.
Para quem não está ébrio com o DarWINE o comportamento da borboleta monarca é clara evidência para a Criação. A prática de medicina preventiva é algo que só pode ser explicada como tendo uma origem Inteligente uma vez que é preciso saber qual o químico que vai reagir com a infecção específica, e saber qual é a substância que possui o químico específico.

Abandonar a ciência e procurar "mecanismos evolutivos" é perder tempo uma vez que os "mecanismos evolutivos" só existem na mente dos evolucionistas.


Vêr também este tag do WordPress. Eis alguns textos:

1. Aves Migratórias Practicam Medicina Preventiva?

2. Planta do tabaco liberta químico que atrai predadores de lagartas

3. David Attenborough: "É difícil imaginar como é que isto evoluiu"

4. Osga com conhecimentos de Física?

5. O Supercomputador da Mosca

6. O GPS das aves migratórias

7. Pássaros confirmam criacionismo e refutam mito ateu

8. Ciência Produtiva Imita a Natureza

9. Ciência Refuta (Mais Um) Consenso Evolutivo: Cérebro de Áves Similar ao dos Mamíferos

10. Engenharia interna dos olhos da aranha suportam Criação

11. O Sistema de Visão Revela a Mão de Deus e Refuta Mitos Ateus

12. Mosca Acentua Curva Descendente da Teoria da Evolução

13. Evolucionistas: Vamos Copiar a Forma do Olho Humano Mas Depois Chamá-lo de "Mau Design"

14. Grilos Confirmam Teoria da Evolução

15. Cérebro Electrónico Fragiliza Ateísmo

16. Sistema de Visão da Mariposa Refuta Ateísmo

17. Selecção Natural e Mutações Aleatórias Geram Sistema Capaz de Construir Produto Mais Forte Que o Aço

18. 20 coisas ridículas que tens de acreditar para seres ateu

19. Deus para ateus: Estudem melhor o que EU criei antes de o qualificarem de “mau design”, ok?

20. Engenheiros esforçam-se para imitar o não-existente design do mundo animal

domingo, dezembro 05, 2010

Como é que o polvo imitador adquiriu as suas extraordinárias capacidades?

"Eu fiz a terra, o homem e os animais que estão sobre a face da terra, pelo Meu Grande Poder e com o Meu Braço estendido, e a dou àquele que Me agrada em Meus Olhos"
Jeremias 27:5

Francamente falando, o polvo imitador é inacreditável. Ele tem uma capacidade tal de alterar a sua forma, textura e côr de forma a fazer-se passar por uma das criaturas venenosas ou coloridas que existem nos mares que os biólogos foram enganados por eles durante décadas. Foi finalmente descoberto em 1998 e catalogado como Thaumoctopus mimicus.

Os evolucionistas tem-se dedicado a tentar descobrir como é que estes cefalópodes "evoluíram". (Perda de tempo) Eles examinaram algumas sequências de ADN dum polvo imitador da Indonésia que é capaz de imitar mais de 15 criaturas distintas.

Os resultados foram revelados na publicação Biological Journal of the Linnean Society. Para determinarem a suposta história evolutiva do polvo imitador, os pesquisadores construíram uma árvore filogenética. Com esta dita árvore (que vai ser rejeitada pelos evolucionistas mais cedo ou mais tarde) os evolucionistas tentam descobrir a partir de que animal este animal evoluiu baseados na similaridade de alguns dos seus genes com os genes de outros polvos.

(Já foi explicado várias vezes aos evolucionistas que semelhança genética ou morfológica, por si só, não é evidência para descendência comum, mas como eles não tem mais nada, continuam agarrados num dado amplamente desacreditado)

Do acordo com uma das pesquisadoras, Christine Huffard, um dos desafios para a evolução é explicar o "porquê dos familiares do T. mimicus usarem outras cores e camuflarem-se com sucesso de forma a evitar os predadores."

Se os familiares do T. mimicus - e supostamente, os seus ancestrais - não só sobreviveram e prosperaram usando outras cores (eng: "drab colors"), como também usaram a atitude "Não olhes para mim enquanto eu me misturo na multidão", então porque é que outros polvos começaram a usar a estratégia de defesa exactamente oposta, nomeadamente, "olhem para mim, e vejam o quão venenoso eu sou" ?

Para além disso, como é que esses ancestrais foram capazes de sobreviver aos predadores enquanto que as suas habilidades mímicas ainda estavam em desenvolvimento? Certamente que eles estariam expostos durante milhões de anos antes de encontraram as características "certas". Isso resultaria em eles serem comidos e não em eles evoluírem.

Um anuncio à imprensa feito pela California Academy of Sciences sumarizou três passos fundamentais que os autores ofereceram para "explicar" a evolução do polvo imitador:

1. Primeiro os ancestrais do T. mimicus evoluíram o uso da disposição cromática castanho-e-preto, usado-a como uma defesa de "choque" secundária, como forma de surpreender os predadores se a camuflagem falha-se.

2. A seguir, eles desenvolveram ao mesmo tempo a forma de nadar semelhante ao do peixe conhecido como linguado e os braços longos para lhe facilitar nesta forma de locomoção.

3. Finalmente, o T. mimicus começou a exibir padrões cromáticos arrojados ao mesmo tempo que imitava o linguado - tanto durante as caminhadas diurnas, longe da sua toca, como enquanto descansava. Em termos evolutivos, este último passo representa uma mudança extremamente arriscada na estratégia defensiva.

Para além dos problemas já mencionadas antes desta última citação, há graves problemas científicos com estes "3 passos".

Primeiro, não há justificação para a metodologia usada - nomeadamente, a construção de um cenário baseado na árvore filogenética inspirada na evolução após análise de sequências de ADN escolhidas a dedo. A história é escrita no anúncio noticioso como se as coisas estivessem escritas no ADN.Tal como as histórias "Just So" de Rudyard Kipling, a história é simplista e infantil. No entanto, ninguém estava presente para observar - e muito menos investigar - um único evento desta história evolutiva imaginária.

Segundo, os verbos usados na história"just so" citada em cima não caracterizam nenhuma lei da natureza. O único agente real capaz de usar, desenvolver, facilitar, exibir, e imitar são as pessoas.

É precisamente por isto que o T. mimicus é uma evidência poderosa para a Criação. As suas características extraordinariamente bem ajustadas - o comprimento dos tentáculos, os pequenos músculos na pele, as células epidérmicas capazes de gerar cores e os nervos associados, os programas cognitivos de processamento usados para coordenar todas estas características e o instinto para imitar criaturas específicas - tinham que ser postas no polvo por Uma Pessoa.

No Evangelho de João, logo nos primeiros versos, a Pessoa que criou estas capacidades extraordinárias no polvo é Identificado como sendo o Senhor Jesus Cristo, o Criador de todas as coisas visíveis e invisíveis.

Como sempre acontece, a teoria da evolução é cientificamente embaraçosa.




terça-feira, novembro 30, 2010

Olavo: Deus Existe? A quem cabe o ônus da prova?

sábado, novembro 13, 2010

Porque os pés dos pinguins não congelam no gelo?

O pinguim já “veste um terno”, mas não ficaria bonito de sapatos sociais. Aliás, poderia morrer se vestisse algo nos pés. Calçado não faz parte do código de vestimenta das aves de sangue quente. Pés descalços evitam que eles “morram de calor”.

A maior parte do corpo do pinguim é aquecida por sua acolhedora plumagem, quente e impermeável. Debaixo da pele, a gordura também contribui para o isolamento. Juntas, a gordura e as penas funcionam tão bem que uma ave descuidada pode superaquecer em um dia ensolarado.

É por isso que o bico e os pés descalços permitem que o calor escape, ajudando o organismo a manter uma temperatura constante.

Um pouco de ingenuidade biológica impede que as extremidades congelem. Algumas artérias da perna do pinguim podem ajustar o fluxo sanguíneo em resposta à temperatura do pé, alimentando-o com sangue suficiente para mantê-lo poucos graus acima de zero. Mas nem todas as espécies precisam de tal sistema. Na linha do equador, os pinguins de Galápagos enfrentam o sol escaldante e o calor apenas com muita ajuda de seus pés gelados.

[LifesLittleMysteries]

quinta-feira, novembro 11, 2010

"Temos sempre de lutar contra o mal"

"O mundo é frequentemente mau, superintendente. Nada podemos contra isso. No entanto, temos sempre de lutar contra o mal". 1
Lutar contra o mal é algo que muitos já desistiram de fazer, infelizmente. Por uma razão ou por outra, inúmeras pessoas neste mundo já não tentam combater os impulsos e os desejos que eles sabem serem contra a Vontade do Criador.

Nós olhamos à nossa volta e lemos coisas como estas e questiona-mo-nos sobre o porquê de pessoas voluntariamente destruírem o seu corpo de tal forma. Não há explicação racional ou lógica mas tais coisas acontecem.

O pior no entanto não é quando verificamos pessoas que não estão salvas a submeterem-se a falsas ideologias e a crenças ridículas. A parte mais trágica é quando pessoas que se identificam como cristãs deixam que falsas crenças entrem na sua vida e nada façam para as combater.

Em nenhuma outra área da Teologia cristã isto é feito mais claro do que na questão da Historicidade do Livro de Génesis. Ideias e ideologias ateístas permeiam os outrora grandes centros de educação cristã mas o mundo cristão oferece pouca resistência a esse avanço. As coisas chegam a ser tão ridículas que chegamos a ter "professores" ateus a ensinar em escolas cristãs ideias que contrariam o Cristianismo.

Provavelmente tu , como cristão, ficas desmoralizado quando lês coisas como essas, ou quando lês que mais e mais países estão a tentar marginalizar aqueles que defendem a Historicidade de Génesis. Mas, como está aludido na citação no topo do texto, não há muito mais a fazer do que combater o mal que nos rodeia. A alternativa é desobedecer o Criador e ver a tua vida passar sem teres ao menos resistido à onda de mal que vai avançando no mundo. Certamente que não é isso que queres para a tua vida.

A vantagem da luta cristã contra o mundo é "só" uma: nós sabemos que no fim vencemos. Como tal, por pior que as coisas estejam agora (e ainda vão ficar piores para os cristãos) a vitória está assegurada. Não há que ter receio dos "rugidos" dos ateus evolucionistas porque é tudo fumo sem fogo. Eles sabem que estão a combater uma guerra perdida, mas como não tem a esperança de uma vida eterna, continuam a sua luta perdida.

Não há que ter receio de ficar firme no que Deus diz em Génesis (ou Noutro Livro da Bíblia). As evidências, a ciência e a própria natureza humana estão firmemente do lado de Génesis, portanto, não há razões para parar de lutar e entregar o ouro legitimidade ao "bandido" evolucionista.

Oremos a Deus para que nenhum de nós caia no erro dos "cristãos" evolucionistas que desistiram de combater e acomodaram essa decepção na sua visão. A vitória já é nossa em Cristo Jesus.

Estes combaterão contra o Cordeiro, e o Cordeiro os vencerá, porque é o Senhor dos senhores e o Rei dos reis; vencerão os que estão com ele, chamados, e eleitos, e fiéis.
Revelação 17:14
.......
1. "Crime no Museu Britânico" , J.B. Livingstone, página 212

quarta-feira, novembro 10, 2010

USP cria nariz eletrônico

Mais uma sistema que tenta imitar o que Deus criou. Impressionante como os cientistas investem tanto tempo a tentar imitar os sistemas que estão na natureza, mas depois afirmam com confiança que "não há evidência design inteligente na Biologia".

Não há fé mais irracional que a fé ateísta.

Nariz eletrônico identifica cocaína e maconha no ambiente

O nariz eletrônico funciona independentemente para cocaína e para maconha, já que cada droga exige um sensor com um modificador químico diferente.[Imagem: Matheus Manoel Teles de Menezes]

Cientistas da USP no campus de Ribeirão Preto criaram um equipamento que consegue identificar cocaína e maconha pelo ar em menos de um minuto.

O equipamento, chamado de "nariz eletrônico, foi desenvolvido pelo químico Matheus Manoel Teles de Menezes, juntamente com o professor Marcelo Firmino de Oliveira.

Cheiro de cocaína e maconha

O aparelho é muito sensível, detectando cocaína e maconha mesmo em quantidades ínfimas, de até 10 nanogramas por centímetro cúbico de ar.

"A técnica utilizada funciona como um 'nariz eletrônico', identificando as drogas pelo ar. Os métodos atuais necessitam da abertura e coleta de uma porção da droga. Mas, com a nova técnica, é possível encontrar a droga escondida (num pacote, numa mala ou com a própria pessoa)", comenta Menezes.

Segundo o químico, o método é ideal para batidas policiais em locais onde houve manuseio das drogas. "O equipamento poderia dispensar o uso do cão farejador, que fica vulnerável aos riscos do trabalho", destaca. A técnica também pode ser utilizada em outros ambientes, como em aeroportos, nos contêineres embarcados em aviões de carga, onde muitas vezes são escondidas as drogas.

Menezes lançará futuramente um protótipo que deverá ter dimensões entre 10 centímetros (cm) e 15 cm de largura e entre 15cm e 20 cm de altura (mais ou menos o formato de uma caixa de giz), equipado com sensores específicos para cada droga. Apesar de que protótipos deste tipo já existam para outras finalidades, este será o primeiro desenvolvido no Brasil para drogas de abuso.

"O estudo possui uma aplicação direta na sociedade. Há uma crescente preocupação com o uso de drogas entre as várias faixas sociais e uma deficiência muito grande no estudo de metodologias que forneçam parâmetros seguros para a polícia", afirma Menezes.

Sensores de drogas

Os sensores utilizados no trabalho são constituídos por uma finíssima lâmina de quartzo que é parcialmente recoberta por uma película de ouro, que funciona como eletrodo.

Nariz eletrônico identifica cocaína e maconha no ambiente
Esquema do sensor, baseado em um cristal de quartzo. O modificador químico vai acima da película de ouro (eletrodo metálico). [Imagem: Matheus Manoel Teles de Menezes]

É nesse eletrodo que o modificador químico - a substância orgânica que captura as drogas de interesse - é depositado.

O segredo da técnica consiste exatamente no modificador químico, que reage com as moléculas da cocaína e da maconha. Em seguida, um instrumento medidor de frequência aponta uma alteração no valor da frequência, fruto do contato das moléculas das drogas com o modificador.

"A substância do modificador químico 'prenderá' as moléculas da droga. Durante este processo, a frequência de vibração do cristal muda, até que um novo patamar de frequência seja atingido. Isto sugere que o modificador químico encontra-se saturado pela droga", explica Menezes.

Chip de celular

Esse mecanismo funciona independentemente para cocaína e para maconha, já que cada droga exige um sensor com um modificador químico diferente.

O sensor de cocaína detecta diretamente as suas moléculas, destacando-as de substâncias que normalmente são misturados à droga, como a xilocaína, estricnina, cafeína e anfetaminas.

Já o sensor da maconha reconhece alguns dos canabinoides, substâncias que compõem a planta da maconha, e o &tetha;9-THC, principal canabinoide responsável pelas alterações no sistema nervoso central humano.

"Os sensores para cada droga funcionam como os chips de um celular: eles são diferentes para cada operadora, mas podem ser usados no mesmo celular", ilustra o químico.

Agora Menezes pretende aprofundar sua pesquisa em sua tese de doutorado. "A próxima etapa visa aperfeiçoar os estudos relacionados à cocaína e seus interferentes."

terça-feira, novembro 09, 2010

Rim artificial contradiz ateísmo

As notícias que nos chegam da nano-tecnologia ou da bio-tecnologia possuem sempre a mesma estrutura:
  • cientistas observaram os sistemas que Deus criou na natureza
  • copiaram o seu design
  • construíram uma sistema relativamente análogo mas bem mais arcaico e rudimentar quando comparado com o original.

Apesar da estrutura tipo-máquina das formas de vida, ainda existem pessoa (uma minoria, sem dúvida) que pensa que as forças não inteligentes da natureza conseguem gerar sistemas melhores do que aqueles que os nossos melhores cientistas constroem.

Há uma nome para isto; credulidade. Os ateus estão dispostos a acreditar nas coisas mais ridículas que alguma vez se pensou apenas e só porque não querem aceitar que Deus existe e que Ele é Quem manda nas suas vidas.

Pois, bem; os ateus são livres de ter a sua fé, mas eles não são livres de chamar a sua fé de "ciência".

Fonte.

Pesquisadores da Universidade da Califórnia, em São Francisco, nos Estados Unidos, apresentaram um modelo de um aparelho que poderá se tornar o primeiro rim artificial implantável, em um desenvolvimento que poderá eliminar a necessidade de diálise e acabar com as filas de transplantes.

Biofiltro

O aparelho contém milhares de filtros microscópicos e um biorreator que replica as funções de equilíbrio metabólico e da água de um rim real.

O rim artificial implantável está sendo desenvolvido em um esforço colaborativo multidisciplinar, que inclui engenheiros, biólogos e médicos de várias instituições dos Estados Unidos.

O tratamento já comprovou ser eficiente - uma versão maior do aparelho e as suas partes constituintes foram testadas com sucesso em modelos animais e em pacientes graves.

O objetivo dos cientistas agora e miniaturizar o equipamento, usando a tecnologia de fabricação de chips para criar um rim artificial "do tamanho de uma caneca de café", além de compartimentos especiais para inserir culturas de células vivas do rim.

Rim artificial implantável

O rim artificial implantável é um equipamento em dois estágios que usa um hemofiltro para remover as toxinas do sangue.

Contudo, mais do que um mero filtro, o equipamento emprega as últimas técnicas de engenharia de tecidos - tecidos biológicos crescidos em laboratório - que permitem que células tubulares renais vivas cresçam em compartimentos adequados dentro do equipamento, fornecendo outras funções biológicas de um rim saudável.

O equipamento funciona com base na pressão do sangue do próprio paciente para realizar a filtragem, dispensando o uso de bombas e, portanto, de baterias ou de uma fonte de energia externa.

A primeira fase do projeto, que já foi concluída, incluiu o desenvolvimento das tecnologias necessárias para miniaturizar o equipamento até um tamanho que possa caber no corpo humano e o teste dos componentes individuais em modelos animais.

Na segunda fase, que começou agora, a equipe está fazendo o trabalho de acabamento mais sofisticado, necessário para dimensionar o rim artificial para seres humanos.

Transplante de rim artificial

Segundo os médicos, o dispositivo poderá ser implantado sem a necessidade de usar supressores imunológicos, permitindo que o paciente leve uma vida mais próxima do normal do que quando ele precisa se deslocar constantemente para fazer diálises ou após receber um transplante de um doador humano.

"Este dispositivo foi projetado para oferecer a maior parte dos benefícios de um transplante de rim, resolvendo o problema do reduzido número de doadores de rins," disse Shuvo Roy, um especialista no desenvolvimento de sistemas microeletromecânicos (MEMS) para aplicações biomédicas.

Segundo Roy, os primeiros rins artificiais vão agora começar a ser testados em modelos animais, e deverão estar prontos para testes clínicos em humanos em um período de cinco a sete anos.

A insuficiência renal crônica, a fase final da doença renal, atualmente só é plenamente tratada com um transplante de rim. O número de pacientes que chegam a esse estágio está aumentando, em parte por causa de lesões renais associada ao diabetes e à hipertensão.

segunda-feira, novembro 01, 2010

Médicos podem passar a receitar músicas em vez de remédios

Contudo, o Senhor mandará de dia a sua misericórdia, e de noite a sua canção estará comigo: a oração ao Deus da minha vida.
Salmo 42:8

Que a música tem um efeito poderoso nos seres humanos (e muitos animais) já era sabido, mas que podia ser um substituto para medicamentos é que se calhar muitos de nós não sabia.

Glória a Deus por dar ao homem a capacidade de criar boa música.

Segundo uma nova pesquisa da Universidade Caleidonian de Glasgow, as emoções que a música desperta podem ser usadas para tratar dores físicas e depressão.

O projeto, que reuniu engenharia de áudio e psicologia musical, procurou analisar de que forma a música nos ajuda quando estamos passando por momentos difíceis na vida. Segundo os pesquisadores, os resultados mostraram que isso é mais complicado do que assumir que a música rápida nos deixa mais felizes enquanto a música lenta faz com que fiquemos tristes.

Primeiro é importante saber que as letras das músicas, e não apenas o ritmo, influenciam o nosso humor. Outro fator importante apontado pelos cientistas é o que você associa com a música (se você estava se sentindo bem quando a ouviu pela primeira vez, por exemplo).

Durante a pesquisa, voluntários ouviram várias músicas de diferentes estilos que nunca haviam escutado antes. Depois eles indicavam que sentimento a música passava. O resultado mostrou que as músicas associadas com sentimentos positivos têm uma batida regular, timbre claro e constante.

O próximo passo da projeto é criar um modelo matemático que “traduza” a habilidade das músicas de transmitir emoções e convertê-lo em um programa de computador que analise as necessidades de cada indivíduo e componha uma música especial para ele, podendo substituir antidepressivos e remédios para a dor física. [DailyTech]

domingo, outubro 31, 2010

Provando a Existência de Deus

Contrariamente ao que os ateus possam anunciar, a ciência é uma das armas mais fortes para se promover o Evangelho do Senhor Jesus Cristo. Este artigo mostra que a Física está totalmente do lado de Deus - e não contra Ele, como erradamente acredita o ateu Stephen Hawking.
por Frank J. Tipler

Será possível postular a "Causa Sem Causa" na Física para explicar a origem do universo, provando desde logo a existência de Um Deus Pessoal?

No ano de 1966 Stephen Hawking publicou a sua primeira - e totalmente válida - prova da existência de Deus. Durante os 7 anos seguintes ele publicou ainda mais teoremas fortes provando a existência de Deus.

Então como é que Hawking, que com tanto sucesso provou a existência de Deus, permaneceu um ateu? Simples. Ele apenas negou que as pressuposições que ele usou nas suas provas eram verdadeiras. Dentro da lógica, se as pressuposições numa prova são falsas, então as conclusões também são falsas.

Quais foram as pressuposições que o jovem Hawking fez? Ele assumiu que as leis da Física, principalmente a teoria da Gravidade de Einstein, era verdade. Sumariando a sua pesquisa inicial, nomeadamente o seu livro "The Large Scale Structure of Space-Time", Hawking escreveu:

Parece ser um bom princípio que a previsão de [Deus] por parte de uma teoria física indica que a teoria entrou em colapso, isto é, já não providencia uma correcta descrição das observações.

Hawking começou então a trabalhar com a gravidade quântica na esperança de que Deus seria pelo menos eliminado das equações. Infelizmente, isso não aconteceu: Deus era ainda mais Proeminente - e Inevitável - dentro da gravidade quântica do que na teoria da gravidade de Einstein.

No seu último livro, The Grand Design, Hawking depositou a sua fé na teoria M, uma teoria sem suporte experimental algum, e desde logo, não é uma teoria da Física. Para além disso, não só não está confirmado que a teoria M é matematicamente consistente, como também não está provado que Deus tenha Sido Eliminado da teoria M.

Há alguns sinais inquietantes (para Hawking e companhia) que Ele é também Inevitável na teoria M, tal como Ele O é na na teoria da gravidade de Einstein, tal como Ele O é na gravidade quântica.

Apesar do que a imprensa ateísta tenta fazer passar, as coisas estão más para o ateísmo actual. E não deixa de ser extraordinário as voltas que o ateu Hawking dá para evitar o óbvio: Deus existe.

O leitor mais atento vai notar que na citação de cima Hawking não usou a palavra "Deus", mas é isso que ele tem em mente. Para ver isto, vamos ver o que a palavra "Deus" significa.

Considerem as palavras iniciais do Credo de Niceia:

Nós cremos em Um só Deus, o Omnipotente Pai, Criador de todas as coisas visíveis e invisíveis.
Estas palavras dão-nos a definição básica de "Deus" usado por Cristãos e Judeus: Deus é a Causa de tudo, mas Ele não tem causa. Deus é a Causa Primária Sem causa.

Na sua "Second Way" Tomás Aquinas prova a existência da Primeira Causa (Eficiente) Sem Causa e conclui: "ao Qual todos dão o Nome de "Deus" (quam omnes Deum nominant)."

Portanto voltemos aos teoremas do jovem Hawking. Ao seguirmos a história do universo recuando no tempo - ou seja, ao seguirmos as causas deste universo para trás no tempo - Hawking provou que todas estas causas tinham uma Causa Comum; uma Causa Comum que não tinha causa. Esta Causa Comum era a Causa Sem Causa que estava para além do controle das leis da Física, para além do controle de qualquer possível lei da Física. Em vez disso, o universo inteiro começou nesta Causa Sem Causa.

Exactamente da mesma forma que Aquinas usou a palavra "criar", nós podemos dizer que a Primeira Causa sem Causa, cuja existência foi provada há décadas atrás por Hawking, criou o universo. Hawking chamou à Causa sem Causa de "Singularidade", mas dadas as propriedades desta "Singularidade", é óbvio que é Deus de Quem se fala. Por isso é que substitui a palavra "singularidade" que Hawking usou por aquilo que ele realmente significa, de acordo com Aquinas.

Para mostrar que esta Singularidade Cosmológica - a Causa sem Causa - pode-Se manifestar de forma pessoal seria preciso um livro - que eu já escrevi. De facto, a natureza Pessoal de Deus não é feita óbvia através das provas que Hawking dá para a Sua existência. Mas isso também não foi feito óbvio através das provas de Aquinas; ele também precisou de um livro para estabelecer a Natureza Pessoal de Deus.

O que há de mais interessante em relação à prova de existência de Deus por parte de Hawking é que isso pode ser testado de forma experimental, uma vez que é baseado em leis da Física perfeitamente confirmadas. Eu publiquei um artigo num jornal arbitrado por pares há alguns anos atrás a ressalvar isto mesmo. Eventualmente a experiência vai ser feita, mas isso requer dezenas de milhares de dólares em equipamento.

Portanto, não desesperem, meus companheiros teístas! A recente carrada de best-sellers ateus, supostamente baseados na ciência, é o seu último fôlego. Lembrem-se das palavras de Ghandi:

Primeiro eles ignoram-te, depois riem-se de ti, a seguir lutam contra ti, mas no fim tu vences.
Nós teístas estamos na terceira fase.

Frank J. Tipler is Professor of Mathematical Physics at Tulane University. He is the co-author of The Anthropic Cosmological Principle (Oxford University Press) and the author of The Physics of Immortality and The Physics of Christianity both published by Doubleday.

segunda-feira, outubro 25, 2010

"Eu vendi a minha alma ao diabo"







sábado, outubro 23, 2010

Milagre de bebê começando a respirar depois de duas horas

Milagres não acontecem.....excepto quando acontecem....
Hilary White
SYDNEY, Austrália, 30 de agosto de 2010 (Notícias Pró-Família) — Médicos ficaram perplexos em abril quando um bebê prematuro que havia sido declarado como morto por eles pareceu voltar à vida depois de duas horas encostado à sua mãe. A equipe havia entregado o menino, Jamie, um gêmeo, para sua mãe segurar e “dizer adeus” depois que o menino de 27 semanas de gestação havia sido pronunciado como morto. O médico que estava dando atendimento havia passado 20 minutos depois do nascimento tentando fazer o menino respirar.
Kate Ogg, de Sydney, Austrália, segurou o bebê diretamente encostado na sua pele e quando ele mostrou sinas de vida, lhe deu algum leite materno na ponta do dedo.
Mas Kate e seu marido David Ogg dizem agora que temem que seu filho, que nasceu junto com sua irmã gêmea Emily, poderá sofrer danos cerebrais ou sofrer complicações médicas de longo prazo porque seu médico não acreditou neles quando o menino mostrou o que os pais criam eram sinais de vida. Depois que Jamie começou a se mexer, eles pediram que o médico voltasse, mas ele recusou, enviando a parteira para dizer que o bebê estava simplesmente nos últimos momentos de agonia da morte.
“Sabíamos que o medico não estava voltando. Por isso, o chamamos de novo”, Kate Ogg disse mais tarde para um entrevistador na TVl da Austrália. “Nesse meio tempo, a parteira fez algumas filmagens e minha mãe e minha irmã estavam tirando fotos de nós. Meu marido acabou dizendo: ‘Vão e digam ao médico que não estávamos prontos para dar atenção à explicação dele de como o bebê morreu. Será que ele pode vir e explicar isso de novo?’ e foi aí que ele voltou”.
Jamie só acabou recebendo cuidados médicos duas horas mais tarde.
Um amigo do casal Oggs disse para o jornal Daily Mail que “Para ser justo, os médicos acreditam com sinceridade que Jamie estava morto. Quando ele voltou ao quarto, até ele disse para Kate que isso era um milagre”, mas acrescentou que se Jamie sofrer efeitos colaterais pela falta de tratamento, não poderia haver ação legal.
A Sra. Ogg disse para o programa de televisão australiano Today Tonight que ouvir as palavras de que seu bebê estava morto “foi o pior sentimento que já tive”.
Quando Jamie foi entregue a ela, ela disse que queria segurá-lo encostado diretamente na pele dela.
“Tirei a camisola hospitalar e o ajeitei em meu peito com a cabeça dele sobre meu braço e só fiquei ali segurando-o. Ele não estava fazendo nenhum movimento e nós simplesmente começamos a conversar com ele. Nós dissemos a ele qual era o nome dele e que ele tinha uma irmã. Dissemos a ele as coisas que queríamos fazer com ele durante a vida inteira dele”.
Jamie começou a ofegar, mas seus pais foram informados de que isso era apenas ação “reflexa”.
“Mas então o senti se mover como se ele estivesse espantado, então começou a lutar mais para respirar até que sua respiração foi normalizando. Dei para Jamie um pouco de leite materno no meu dedo, ele o recebeu e começou a respirar normalmente”.
“Pensei: ‘Oh, meu Deus! O que está acontecendo?’ Um curto tempo depois ele abriu os olhos. Foi um milagre. Então ele estendeu a mão e agarrou-me o dedo. Ele abriu os olhos e moveu a cabeça de lado a lado. O médico ficava balançando a cabeça e dizendo: ‘Não acredito nisso, não acredito nisso’”.
Traduzido por Julio Severo: www.juliosevero.com
Veja também este artigo original em inglês: http://www.lifesitenews.com/ldn/2010/aug/10083002.html
Copyright © LifeSiteNews.com. Este texto está sob a licença de Creative Commons Attribution-No Derivatives. Você pode republicar este artigo ou partes dele sem solicitar permissão, contanto que o conteúdo não seja alterado e seja claramente atribuído a “Notícias Pró-Família”. Qualquer site que publique textos completos ou grandes partes de artigos de Notícias Pró-Família ou LifeSiteNews.com em português tem a obrigação adicional de incluir um link ativo para “NoticiasProFamilia.blogspot.com”. O link não é exigido para citações. A republicação de artigos de Notícias Pró-Família o LifeSiteNews.com que são originários de outras fontes está sujeita às condições dessas fontes.

Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...

Share

Twitter Delicious Facebook Digg Stumbleupon Favorites More