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terça-feira, outubro 27, 2009

Freud está desactualizado. Quem é o próximo?

Lembram-se de Sigmund Freud? Ele era o ícone da psicologia durante a altura em que o século 19 se tornava no século 20. Ele era exaltado pelos cientistas da altura como um dos grandes pensadores contemporâneos (juntamente com Marx e Darwin). Não só o seu impacto no pensamento moderno foi imensurável, como também nos deu palavras como id, ego e superego e conceitos como o "inconsciente" que prevalecem ainda.

Devido aos "discernimentos" e "percepções" de Freud, um número incontável de pessoas preocupou-se com coisas como o "Complexo de Édipo" e outras coisas mais. As mesmas gastaram somas incríveis de dinheiro deitadas no divãs, a serem alvo de "psicanálise" como forma de serem "curadas" de doenças mentais - algumas delas sem dúvida trazidas ao de cima devido ao poder da sugestão aquando da enumeração dos sintomas das doenças.

O que é que os cientistas de 1909 diriam da citação seguinte, se lhes fosse trazida por um viajante do tempo?

Qualquer pessoa que fosse ler os trabalhos originais de Sigmund Freud poderia muito bem ser seduzida pela beleza da sua prosa, a elegância dos seus argumentos e pela acuidade da sua intuição.

No entanto, aqueles que possuem algumas bases científicas ficaram chocados pelo abandono com o qual ele elaborou as suas teorias, baseando-se efectivamente no vazio de evidências empíricas.

Esta é uma das razões principais pela qual o estilo de psicanálise promulgada por Freud esta desactualizada: o seu elevado consumo - os tratamentos podem durar anos - não é balanceado por evidências que confirmem a sua eficácia. (1)

O propósito do editorial da revista Nature foi o de introduzir esta lição do passado no decadente mundo da Psicologia moderna:
Se a Psicologia Clínica nos EUA quer-se manter viável e relevante no sistema de saúde moderno, ela tem que publicamente abraçar a ciência.
Será que a neurociência cognitiva aprendeu as lições do passado? Aparentemente não:
Existe um imperativo moral de transformar a arte da psicologia - presentemente em perigo de se desactualizar como as teorias de Freud - numa robusta e valorizada ciência, suportada pelas melhores pesquisas e economia de evidências.
Os editores não identificaram o fundamento para a moral nem para a ciência.

Será que Darwin é o próximo a cair? Será que ele é o vai ser o grande "já-era" no ano de 2020? Certamente que sim.

Reparem nos outros deuses do triunvirato, Marx e Freud. Com a excepção de alguns "fortes" académicos (e alguns escritores), os seus vastos impérios foram totalmente destruídos.

Sim, ainda existem ditaduras como a China, Vietname, Cuba e Coreia do Norte que exteriormente ainda se agarram à imagem de Marx, mas ninguém realmente acredita em coisas como "materialismo dialético" ou a "ditadura do proletariado" (não é assim, Van Jones?).

As bases filosóficas e empíricas para o Marxismo e o Freudismo (se é que alguma vez elas existiram) desmoronaram-se. Hoje em dia se alguém acha que o ateu Marx era brilhante, essa pessoa deveria fazer uma visita de estudo aos gulags (e aos campos de extermínio) e rever o vídeo da queda do Muro de Berlim. Do mesmo modo, se alguém acha que Freud era brilhante, esse alguém deveria ter a sua cabeça examinada.

A eminente queda de Darwin não vai por si só trazer uma nova era de paz intelectual e integridade. O inimigo das nossas almas e adversário de Deus vai-se certificar disso. As más ideologias tem que ser rapidamente substituídas pela Verdade, portanto prepara-te com a Boa Nova e fica firme na Rocha porque muitas pessoas desiludidas com o materialismo vão precisar de Deus.


1. Editorial, Nature 461, 847 (15 October 2009) | doi:10.1038/461847a.

terça-feira, outubro 13, 2009

O brilhantismo de Charles Darwin

Quando em Novembro próximo oferecermos a estudantes universitários 170,000 cópias do livro A Origem das Espécies , eu quero que cada um dos 170 mil estudantes leia o livro todo e não só a Introdução. Eu quero que eles leiam o livro Origem das Espécies minuciosamente.

Quando eu li o livro eu fiquei impressionado com o brilhantismo de Charles Darwin. Se ele fosse vivo, estou certo que ele faria parte dos criativos da Disney, ou faria uma fortuna como um dos roteiristas [eng: screenwriter] dos filmens de ficção científica.

Entre muitas outras coisas, Darwin reparou que os ursos pretos nadam durante horas com a boca aberta, apanhando insectos na água. Ele acreditava que, se eles mantivessem a sua boca aberta o dia todo, todos os dias (durante um longo período de tempo), eles adquiririam "bocas cada vez mais largas até quem uma criatura tão monstruosa como a baleia fosse produzida".

Os estudantes vão poder ler a sua explicação para o facto de não haver evidências empíricas para a sua teoria - que todas as variedades "intermédias desapareceram - tal como as placas douradas do Mormonismo, que supostamente foram entregues ao Joseph Smith pelo anjo Moroni, "desapareceram". Há uma diferença fundamental entre as placas douradas e as variedades intermédias. Os mórmones afirmam que só duas placas douradas desapareceram. Darwin disse que milhões de fósseis (aos quais ele chama de "inumeráveis") se encontram desaparecidos.

Passados 150 anos, os "elos perdidos" ainda se encontram perdidos.

Os estudantes podem ler como a cauda da girafa evoluiu do modo a poder afugentar as moscas. Pensem nos milhões de anos o pobre animal teve que sofrer antes da cauda ter evoluído.

Eles podem também ler como Darwin se questionava se o abutre não ficou calvo (durante os milhões de anos) devido ao facto de constantemente pôr a sua cabeça na carne podre. Darwin aconselhou, no entanto, alguma cautela porque "a cabeça do peru, que come comida limpa, também é calva". Os estudantes podem também reparar que milhões de homens são calvos e duvidar que tal se deve porque os seus ascendentes esfregavam as suas cabeças na carne em decomposição.

No livro de Darwin, nada é tal como Deus as criou. Deus não só não criou a cauda da girafa de modo a esta afugentar as moscas, como também não criou o abutre e o peru com uma cabeça calva. Em vez disso, toda a criação evoluiu milagrosamente -- partindo da boca do urso até a cauda da girafa, tudo evoluiu. Curiosamente, e após milhões e milhões de anos de redundância, tudo atingiu o estado de maturidade precisamente nos nossos dias.

Abram alas, J. R. R. Tolkien, Arthur C. Clark e J. K. Rowling! Estes três escritores juntos não se comparam com Charles Darwin. A maior parte dos fãs dos três escritores mencionados nas linhas de cima sabem que os seus escritos são fantasia, mas os fiéis discípulos de Darwin não sabem o mesmo em relação aos seus escritos.

sábado, agosto 29, 2009

Darwin estava errado em relação ao apêndice

O apêndice, esse orgão relegado pelos darwinistas para o estatuto de "orgão vestigial", está bem vivo e com redobrada consideração.

A "estória" por trás da relação entre o apêndice e os darwinistas é fácil de contar: havendo depositado a sua fé na mitologia darwiniana, e acreditando que as formas de vida são o resultado de processos não-inteligentes, os darwinistas inferiram que, dada essa situação, seria de prevêr a presença no corpo humano de orgãos que tenham perdido a sua função durante os imaginados "milhões de anos".

Há décadas atrás, os darwinistas elaboram uma lista de supostos "orgãos vestigias" e nessa lista estava incluido o apêndice (além de outros mais). Como geralmente acontece, a ciência destruiu essa crença evolucionista e mostrou que o apêndice afinal tem uma função.

A Science Daily anunciou os resultados do estudo. Conclusão?

Darwin estava errado. O apêndice é muito mais do que apenas um remanescente evolutivo. Não só ele está mais disperso na natureza do que se pensava anteriormente, mas tem estado presente há mais tempo do que se julgava.

Tradução: A teoria da evolução afirmava uma coisa, mas a ciência mostra exactamente o contrário.

Pesquisadores da "Duke University Medical Center" haviam já reportado que o apêndice parece fazer um "reboot" à flora intestinal após uma crise. Desta vez eles partiram do princípio proposto por Darwin segundo o qual o apêndice havia evoluido a partir de um ceco. No entanto eles depararam-se com dois problemas com esta ideia.

Primeiramente, alguns animais possuem um ceco e um apêndice. Não só isso, mas vasta propagação do apêndice na natureza mitiga contra a noção evolutiva de que o mesmo é um orgão sem função e em processo de ser eliminado pela selecção natural. Os pesquisadores da Universidade de Duke acreditam que o apêndice tem uma função no sistema imunitário.

O artigo tentou minimizar o golpe dado a Darwin dizendo que o sábio velhote não tinha dados suficientes à sua disposição. Neste ponto discordo. O Rei David não tinha "dados suficientes à sua disposição", mas pôde eloquentemente afirmar:

Eu Te louvarei, porque de um modo terrível e tão maravilhoso fui formado; maravilhosas são as Tuas obras, e a minha alma o sabe muito bem. - Salmo 139:14

Não foi a "falta de dados" que levou Darwin a imaginar que as formas de vida criaram-se a si mesmas, mas sim a falta de vontade.

Se Darwin estivesse ciente do facto de existirem espécies com um apêndice conectado ao ceco, e do facto do apêndice estar bem dissiminado na natureza, ele não teria pensado que o apêndice era um vestigio da evolução.

Do mesmo modo, se a minha avó não tivesse morrido, ela estaria viva. Claro. A questão não são "os dados disponíveis" no tempo de Darwin, mas sim o que levou o sábio velhote a imaginar uma coisa que a ciência refuta. Claro que não havia dados suficientes para se saber das funções imunitórias do apêndice, mas também não havia dados alguns que o levassem a imaginar que o mesmo era um orgão vestigial. Porque é que ele resolveu acreditar numa coisa sem dados em detrimento de outra opção também sem dados? A resposta é que uma das respostas está de acordo com o naturalismo e a outra não.

Um dos autores do estudo (Dr. William Parker) afirmou que

Se calhar está na hora de se corrigir os livros escolares.

Mais uma vez, os evolucionistas lá vão ter que "desdizer" o que anteriormente era um "facto científico".

Lembrem-se de estudos científicos como estes da próxima vez que os ateus usarem um "facto científico" como evidência contra a Bíblia.

terça-feira, abril 28, 2009

Quando Darwin recebe o que pertence a Deus

A RTP2 passou ontem à noite (27 de Abril 2009) um programa onde falava da velocidade dos animais terrestes. Falou-se da velocidade de alguns ursos (>65Km/h), da velocidade de leões e tigres (>70km/h) de alguns canídeos (lobos, etc).

Segundo o supra citado programa, o animal mais rápido sobre a Terra e a chita (Acinonyx jubatus). Este animal consegue atingir a espantosa velocidade de 110km/h (às vezes até mais) quando persegue a sua vítima, embora "só" consiga manter esta velocidade durante cerca de 300/400m.

Por cada passada que ela dá, a chita consegue percorrer cerca de 8 metros (!). Todo o seu corpo está arquitetado para a velocidade e para a caça:

* Corpo franzino e ossos leves
* Narinas largas para maior absorção de oxigénio
* Cauda forte que serve de "leme" durante a corrida
* Unhas semi-retráteis (ajudam-na a "agarrar" o solo)
* Manchas escuras junto à vista, como forma de não ser afectada pelo luz durante a corrida.

Todo este aparato e design estão feitos para permitir à chita perseguir com sucesso a sua presa.

O programa, claro está, falou em "design", "engenharia", "estrutura", "performance" e muitas outras palavras que claramente apontam para design inteligente, mas quando chegou a hora de falar sobre as origens do dito animal, o comentador disse algo como:

A evolução consegui aperfeiçoar este animal de uma forma impressionante.

E pronto. Com a palavra mágica "evolução" escusa-se de explicar como as complexas e interdependentes estruturas da chita podem ter surgido como resultado de forças aleatórias.

Evidências? Mecanismos? Não, nada disso. A teoria da evolução não precisa disso. Com a teoria da evolução basta dizer "evoluiu" para se "explicar" as origens que qualquer sistema biológico.

A teoria da evolução é como um filme de suspense. Nós vamos vendo o filme e as evidências vão acumulando na direcção de um suspeito. Quando chegamos ao final do filme, há um "volte-face" totalmente inesperado e afinal o suspeito é inocente, e a culpada é outra pessoa qualquer.

No que toca às origens da biosfera passa-se o mesmo. Nós vamos recolhendo evidências e observando sistemas, caminhando calmamente para a posição que suporta o design inteligente. Vêmos informação codificada, estruturas interdependentes, mecanismos de conversão de nutrientes, mecanismos de visão, engenharia celular, e muitas outras coisas que normalmente estão associadas ao design inteligente.

Quando o trabalho está todo feito e estamos prontos para concluir "design", lá vem o evolucionista afirmar "impressionante como tudo isto surgiu por acaso, como consequência de milhões de anos e milhões de mutações aleatórias!!"

Esta declaração filosófica nada acrescenta ao nosso conhecimento científico, mas o evolucionista, sabendo o que está em jogo, gosta de pôr esta cereja podre por cima do bolo da criação.

A pergunta fica: porque é que Darwin recebe a glória que é devida a Deus?

Isaías 62: 2
A Minha Mão fez todas essas coisas, e assim todas elas vieram a existir, diz o Senhor.

Isaías 44:24
Eu sou o Senhor que faço todas as coisas, que Sozinho estendi os céus, e espraiei a terra.

sábado, abril 25, 2009

Obrigado Charles Darwin

Este post é uma resposta ao post do Barros intitulado de "Obrigado, Senhor". Pelo endereço do post, pode-se vêr que o título actual não era o original. Pergunto-me o que levou o Barros a mudar o título para o actual.

No post supracitado o Barros culpa o Deus da Bíblia pelas calamidades naturais, pelas guerras supostamente feitas no Seu Nome, na morte de inocentes e no sofrimento daqueles que estão em estados terminais. O que está subentendido no post é que existe algo de errado com o sofrimento humano. O Barros infelizmente não disse qual era o problema do sofrimento humano, e nem disse o porquê da moralidade que ele subsecreve se aplicar aos outros. Afinal, embora para a moral do Barros a morte de inocentes seja uma coisa má, como Deus supostamente não existe (o que implica que a moralidade seja relativa) então se calhar a morte de inocentes seja uma coisa boa para outras pessoas.

O mais irónico disto tudo é que, segundo a religião que o Barros subescreve, a morte, a fome e as guerras são coisas boas. Charles Darwin disse:

"Thus, from the war of nature, from famine and death, the most exalted object which we are capable of conceiving, namely. the production of the higher animals, directly follows. There is grandeur in this view of life" - (Origin, 1st. Edition 1859).

Se o próprio Charles Darwin diz que a morte, as guerras e a fome causaram o aparecimento dos "higher animals" (o que inclui o ser humano), porque é que o Barros contradiz o santo Darwin?

Este post, é portanto, a minha resposta humilde ao seu post.

Obrigado pela tua teoria, Charles Darwin


1. Graças a ela nós podemos justificar a bestialidade. Afinal se nós somos todos animais, quem é que pode proibir um homem de ter relações sexuais com uma cabra?

"This does not make sex across the species barrier normal, or natural, whatever those much-misused words may mean, but it does imply that it ceases to be an offence to our status and dignity as human beings."
2. Graças a tua teoria, Charles Darwin, podemos pôr um ser humano numa jaula como se ele fosse um animal:
One of the most fascinating stories about the effects of evolution on human relations is the story of Ota Benga, a pygmy who was put on display in a zoo as an example of an evolutionarily inferior race. The incident clearly reveals the racism of evolutionary theory and the extent to which the theory gripped the hearts and minds of scientists.
3. Graças à tua teoria, Darwin, podemos justificar a infidelidade matrimonial:
The second is the more primitive one of scattering his seed wherever and whenever he gets the chance. If he finds himself in the company of an adult female who is not his family partner, he may feel the urge to engage in a brief bout of sexual activity with her, even if he will never encounter her again.
4. Graças à tua teoria, Darwin, podemos também justificar a violação como uma "adaptação evolutiva":
There is obviously some evolutionary basis to rape just like there is some evolutionary basis to all aspects of living things. In the book we narrow it down to two plausible specific evolutionary reasons for why we are a species in which rape occurs. One is just a by-product of evolved differences between the sexualities of males and females. Or, two, rape might be an adaptation. There might have been selection favouring males who raped under some circumstances in the past. And therefore there might be some aspects of male brains designed specifically to rape under some conditions.
5. Muito obrigado pela tua teoria, Darwin, porque sem ela provavelmente nunca haveria fundamento "científico" para a eliminação sistemática de mais de 6 milhões de judeus:
"The German Führer, as I have consistently maintained, is an evolutionist; he has consciously sought to make the practice of Germany conform to the theory of evolution." - Sir Arthur Keith, Evolution and Ethics, 1947, p. 14
Darwin classificou os africanos e os nativos australianos de raças inferiores. Hitler apenas acrescentou os judeus a essa lista.

Obrigado Charles Darwin. O século 20 seria bem diferente sem a tua teoria.

sábado, abril 18, 2009

Racismo Evolutivo

Adolf Hitler's Mein Kampf was a work which contained evolutionary racism.[1] In his work Mein Kampf, Hitler wrote of "Monstrosities halfway between man and ape" and decried Christians going to "Central Africa" to set up "Negro missions," which Hitler stated resulted in the turning of "healthy . . . human beings into a rotten brood of bastards."[2]

Adolf Hitler also wrote the following evolutionary racist statement in Mein Kampf:

"The stronger must dominate and not blend with the weaker, thus sacrificing his own greatness. Only the born weakling can view this as cruel, but he, after all, is only a weak and limited man; for if this law did not prevail, any conceivable higher development (Hoherentwicklung) of organic living beings would be unthinkable."[3]
Charles Darwin was also an evolutionary racist.[4][5]

Prominent evolutionist Richard Dawkins stated:

“What’s to prevent us from saying Hitler wasn’t right? I mean, that is a genuinely difficult question."[6]

Não, não é uma questão difícil se levarmos em conta a Palavra do Criador. No entanto, como os ateus acreditam que o mundo criou-se a si mesmo, então é perfeitamente normal eles não verem nada de mal no que Hitler fêz.

quarta-feira, abril 15, 2009

Mais Problemas Para a Evolução das Áves

Uma das coisas que mais gosto da teoria da evolução é como a esmagadora maioria das evidências contra ela é descoberta por outros evolucionistas. Há um livro chamado de "The Biotic Message" onde o autor (Walter ReMine) propõe uma nova teoria científica chamada de "Message Theory".

Um dos factos que tornam o livro interessante é o de ele construir todo o seu caso contra Darwin citando apenas evolucionistas. Claro que todas as citações estão "fora do contexto", e claro que o evolucionista citado na verdade tinha em mente exactamente o contrário daquilo que o Walter queria passar.

A ciência está em grande dívida para com os evolucionistas que não têm medo de falar sobre os imensos problemas com a teoria da evolução.

O mesmo se passa com os evolucionistas citados neste artigo.

O que se passa é que os evolucionistas estão a apontar para mais uma falha na imaginada evolução dos dinossauros para pássaros. Segundo a reportagem da PhysOrg, Robert Nudds da "University of Manchester" e Gareth Dyke da "University College Dublin" chamaram a atenção para o "óbvio mais até hoje negligenciado facto de os pássaros modernos não oferecerem muitas pistas sobre a forma como eles chegaram ao actual estado das suas habilidades voadoras".

A ponto específico é: como é que elas aprenderam a bater as asas ao mesmo tempo (simetricamente)? Os animais terrestes, incluindo o suposto ancestral das áves, o dinossauro, movem as suas pernas de forma alternada e assimétrica enquanto caminham. Um dinossauro corredor, mesmo que tivesse asas, não teria os movimentos certos que lhe possibilitassem levantar vôo. Os confundidos cientistas consideram este dado como sendo um problema chave da evolução dinossauro-pássaro. O pesquisador Nudds afirmou:

As áves são modelos pobres dos seus ancestrais não-voadores. Elas estão num estado morfológico avançado no que toca ao desenvolvimento das capacidades voadoras. Elas possuem distinta musculação aviária.

Por outras palavras, ao analisarmos as áves modernas, não conseguimos de forma alguma vêr como é que o mecanismo de "bater as asas" pode ter evoluído de um animal que se movia na terra.

A equipa de investigadores especulou inicialmente que os dinosauros que viviam nas árvores podem ter dado origem ao batimento de asas simétrico, uma vez que os que vivem nas árvores poderiam ter mantido os membros juntos enquanto saltavam de ramo para ramo. O problema é que o registo fóssil da suposta evolução dinossauro-áve "sugere" que as áves evoluiram de animais terrestes e não de animais qye viviam nas árvores.

Sem terem resolvido o problema, os cientistas eventualmente concluiram que "mesmo movimentos assimétricos moderados são o suficiente". Isto essencialmente ignora a sua falta de resposta, e contradiz o seu ponto original.

Se calhar o batimento de asas é a consequência de uma série de modificações graduais na forma e no movimento das asas.

Et voilá. Aquilo que era um problema deixou de o ser devido a poção mágica com o nome de "modificações graduais".

Mesmo identificando um problema sério na imaginada evolução das áves, estes pesquisadores avançam com uma "solução" como forma de suster a sua fé em Darwin. Noções vagas e imaginativas sobre "modificações graduais" podem ser importadas para resolver qualquer problema em torno da teoria da evolução. De facto, podemos até escolher aleatoriamente dois animais e "imaginar" o elo comum, tentando explicar que a transição de um para o outro é o efeito de "modificações graduais". Mecanismos? Evidência? Isso são coisas do passado. A teoria da evolução não precisa dessas coisas. Basta só dizer "modificações graduais" e está "explicado".

Estas fantasias mascaradas de "ciência" só convencem quem já está convertido, uma vez que o céptico facilmente pode vêr que a "explicação" não explica nada.

sábado, março 07, 2009

O Verdadeiro Motivo da Popularidade de Darwin

Já ouviste falar nas inúmeras celebrações em torno da pessoa de Darwin que vão ser feitas um pouco por todo o mundo durante o ano de 2009?

A Nature emitiu uma edição especial que mostrava a vida, a ciência, e o legado de Charles Darwin. O "Natural History Museum" (Londres) dedicou um site onde era promovido um programa nacional de eventos celebrando as ideias científicas de Darwin. Museus, universidades, e organizações científicas estão a juntar esforços a nível global para promover Darwin através de exibições, palestras e conferências.

Há eventos planeados em países como os EUA, o RU (Reino Unido), Austrália, China, Coreia do Sul, Portugal, Alemanha, Egipto e Hong Kong. Até mesmo exibições artísticas e festivais musicais vão dispôr pinturas, esculturas e trabalho orquestral a louvar Darwin e a sua teoria da evolução.

Estes eventos são no mínimo curiosos.

Porque é que o mundo está envolvido numa tal euforia em torno de Darwin, quando hoje se sabe que a maioria das coisas que Darwin disse estão erradas? Porque é que cientistas como Sir Isaac Newton, Louis Pasteur, James Maxwell, Albert Einstein ou Gregor Mendel não capturam a imaginação mundial como Darwin? Porque é que homens que de facto fizeram verdadeiro trabalho científico não são alvo do louvor que Darwin recebe?

Isso deve-se ao facto de que as celebrações em torno de Darwin não são devido à sua ciência.

Para melhor vêrmos isso, basta vêr quem é que está a louvar Darwin.

A União Internacional de Humanistas honra Darwin porque, segundo as suas próprias palavras, a teoria da evolução "tornou deuses criadores numa redundância". Tomem nota: a evolução torna o Criador "Redundante".

Sir Julian Huxley (neto do T.H. Huxley, o chamado "Darwin's bulldog"), disse que o "Darwinismo removeu da esfera da discussão racional a ideia de Deus como o Criador dos organismos". Sublinhem: Darwin removeu Deus.

O sumo sacerdote do ateísmo contemporâneo, Clinton Richard Dawkins, afirma que "Darwin tornou possível ser-se um ateu intelectualmente realizado". Por outras palavras, a teoria da evolução facilitou a vida do ateu. Will Provine confirma isto ao afirmar que a "evolução é o maior motor para o ateísmo alguma vez inventado".

Conclusão
O que é que se conclui com estas palavras ditas por eminentes evolucionistas? A conclusão óbvia é que as suas celebrações não têm nada a ver com a ciência, mas sim com religião. A promoção da teoria da evolução é uma forma de lutar contra o Criador, e não uma forma de elevar o conhecimento cientifico da população.

Isto é algo que os cristãos que pactuam com a teoria da evolução têm que levar em conta. Para quê promover uma religião alternativa se já se sabe a Verdade? Para quê promover uma filosofia que não têm evidências nenhumas do seu lado, quando a Bíblia já nos reporta os factos tal como eles aconteceram?

Não há necessidade.

quarta-feira, fevereiro 11, 2009

Homenagem a Darwin

Como forma de homenagiar o homem que quebrou toda o pensamento lógico do mundo ocidental, e sugeriu que as formas de vida são o resultado do acaso, eis aqui alguns desenhos em sua honra e louvor.











sábado, fevereiro 07, 2009

O Enigma de Darwin

João 18:38a
Perguntou-Lhe Pilatos: "Que é a verdade?"

Como é que sabes que aquilo que tu sabes é realmente verdade? Charles Darwin perguntou-se isso mesmo, e a resposta à sua pergunta revela muita coisa sobre o debate em torno das nossas origens.

Uma vez que Darwin não tinha educação formal em ciência, o seu argumento a favor da evolução baseou-se na filosofia e não na ciência. A Filosofia e a Teologia eram, afinal, as disciplinas onde Darwin tinha formação.

Este fundo académico conduziu-o a fazer uma pergunta importante:

"The horrid doubt always arises whether the convictions of man's mind, which was developed from the mind of lower animals, are of any value or at all trustworthy. Would anyone trust in the convictions of a monkey's mind, if there were any convictions in such a mind?"
Por outras palavras, o que Darwin estava a afirmar é que, se a sua teoria fosse verdade, ela era o produto de uma mente não muito maior que a mente de um macaco. Quem, incluindo Darwin, poderia confiar numa mente assim?

A única forma através da qual os pensamentos humanos podem ser postos bem acima dos "pensamentos" dos animais é se a Criação é verdade.

A inferência óbvia é a de que, para podermos confiar naquilo que se passa no nosso cérebro, temos que rejeitar o naturalismo/ateísmo/evolucionismo, e aceitar a Verdade Bíblica que afirma que nós fomos criados à Imagem do Deus.

Os ateus por vezes afirmam que os cristãos não são "neutros" ou "imparciais" na forma de pensar uma vez que nós assumimos à partida a Bíblia como Verdade. A explicação para isso é simples: se nós não assumirmos a Bíblia como Verdade à partida, nós não temos fundamento nenhuma que justifique as nossas capacidades cognitivas.

Tal como foi aludido em cima, se a nossa mente é apenas o resultado de um processo evolutivo aleatório, não direccionado, não planeado, porque é que deveríamos confiar no que lá se passa? Se o nosso cérebro é apenas uma junção fortuita de químicos, quem é que me garante que os químicos no meu cérebro estão "organizados" da forma correcta? (Alguns ateus dizem que os químicos do meu cérebro não estão organizados da forma certa, mas isso é outro assunto!)

A única forma de eu poder confiar no que se passa na mente de um ateu é se eu assumir que o seu cérebro, tal como o meu, é o resultado de design inteligente, e que as leis da lógica que funcionam no seu cérebro aplicam-se a todos os seres humanos.

Ao afirmar que fomos criados à Imagem de Deus, A Bíblia é único Livro que oferece uma plataforma lógica para se confiar nas capacidades cognitivas do ser humano. Se eu rejeito a Bíblia como Factual em todos os assuntos a que alude (especialmente no que toca às nossas origens) eu fico sem forma de justificar o pensamento humano. Eu tenho que assumir a Bíblia se quero criticar a Bíblia.

Não é por acaso que, à medida que a fé na teoria que afirma as origens "animais" do ser humano aumenta, o ser humano cada vez mais se comporta como um animal.

Ideias têm consequências.

sábado, janeiro 24, 2009

Árvore de Darwin Atacada por Evolucionistas

A Julho de 1837 Charles Darwin teve uma ideia original. Durante os seus estudos em Londres, ele voltou a página do seu livro de apontamentos e escreveu "I think". Então fez um esboço de uma árvore.

Tanto quanto se sabe, essa foi a primeira vez que ele aludiu ao conceito da "árvore da vida" como forma de explicar o suposto relacionamento evolutivo entre as espécies. Esse conceito ficou tão firme na mente de Darwin, que quando o seu livro "On The Origin of Species" foi publicado 22 anos mais tarde, a sua árvore já se tinha transformado e crescido bastante.

Este ícone da teoria da evolução ganhou vida própria e hoje é muito difícil encontrar um evolucionista que não aluda a àrvore de Darwin como explicação dos acima mencionados supostos relacionamentos evolutivos.

Mas a ciência tem o "péssimo" hábito de refutar os mitos darwinistas.

Segundo este artigo, os problemas começaram com a descoberta doa ADN:

"Então, o que é que aconteceu? Estritamente falando, o ADN aconteceu."
A descoberta do ADN abriu novos horizontes para a Biologia:
"Finalmente aqui estava o cerne da hereditariedade onde certamente estava escrita a história da vida. Se ao menos nós conseguíssemos descodificá-lo".

Descodificação"
implica "codificação". Quem é que codificou o ADN? Infelizmente o artigo não disse.

Com esta descoberta, os darwinistas naturalmente acreditaram que o que fosse descoberto haveria de confirmar a crença de que o mundo biológico criou-se a si mesmo. Infelizmente, como o artigo refere, aconteceu exactamente o contrário.

"Os problemas começaram no princípio da década 90 quando se tornou possivel sequenciar os genes "archaeal" e os genes das bactérias, e não só o RNA. Toda a gente esperou ["toda a gente" = evolucionistas) que estas sequências do ADN fossem confirmar a árvore do RNA. De facto, em casos pontuais, assim se verificou, mas em momentos cruciais, isso não aconteceu. O RNA, por exemplo, pode sugerir que a espécie A está mais próxima em termos evolutivos da espécie B, do que a espécie C, mas uma árvore feita com o ADN sugeria exactamente o contrário."

Lembrem-se de artigos como este e como este sempre que virem a suposta "árvore da vida" exposta num livro escolar. O que estão a vêr não é ciência mas um mito naturalista mascarado de ciência.

Conclusão:
Não existe nenhuma "árvore da vida" evolutiva porque a evolução nunca aconteceu. A ciência mais uma vez acrescenta lenha na fogueira onde a teoria da evolução está a arder.

Os tipos básicos das formas de vida estão separadas desde o princípio da criação, e a única forma de uni-las é rejeitar as observações e converter-se ao naturalismo.

Mais uma vez se vê que a interpretação Bíblica está de acordo com as observações, e a mitologia darwinista não tem bases científicas.

sábado, janeiro 10, 2009

Soltem os prisioneiros

Todos os sistemas jurídicos do mundo civilizado funcionam sob a presopusição que o homem é algo mais para além da sua componente física/material. Todos os sistemas jurídicos assumem que o homem pode livremente escolher entre os comportamentos que vai adoptar, e que a sua escolha é independente da sua composição material. Um homem com menos um braço ou menos uma perna não é mais nem menos susceptível de cometer crimes que uma pessoa anatomicamente completa. Um loiro não é mais susceptível de mentir do que uma pessoa de etnia chinesa.

Isto levanta várias questões uma vez, que segundo o materialismo, tudo o que nós somos é apenas matéria e nada mais. Segundo o naturalismo/materialismo, não existe nenhuma componente imaterial no ser humano, e como tal, a forma como nós agimos é apenas reacção resultante do alinhamento químico do nosso corpo. Não existe o livre arbítrio e portanto as pessoas não têm culpa da forma como agem.

Se esta posição fosse levada a sério (ou, usando uma palavra tanto do gosto dos críticos da Bíblia, "literalmente"), e as pessoas começassem a acreditar que tudo o que nós somos é máquinas sem vontade própria, o que fazer com as cadeias? Deveriamos abrir as cadeias e deixar todos os condenados voltar para a sociedade? Afinal de contas, segundo o naturalismo, eles não podem ser culpados de violações, assassínions e furtos, certo? Todas essas actividades são o resultado de forças que eles não podem controlar.

Como seria caótica uma sociedade que fosse totalmente regida sob um sistema jurídico baseado no darwinismo/naturalismo/materialismo.

Felizmente, tal como acontece no ciência, quando se começam a lidar com assuntos sérios e dados reais, o naturalismo tem que ser posto de parte.

Para grande alívio das sociedades, as leis vigentes operam segundo princípios que estão de acordo com a visão Bíblica da natureza do homem.

O homem é uma criatura materialmente ligada às outras formas de vida, mas espiritualmente ligada a Deus. Nós temos uma alma um espírito e um corpo. Nós temos o livre arbítrio e temos a força para escolhermos entre o bem o mal. Os nossos sistemas jurídicos punem quem livremente escolhe violar as normas legais.

Essa punição seria totalmente ilógica se o naturalismo/materialismo/darwinismo estivessem se acordo com a realidade.

Deuteronómio 30:19

O céu e a terra tomo hoje por testemunhas contra ti de que te pus diante de ti a vida e a morte, a bênção e a maldição; escolhe pois, a vida, para que vivas, tu e a tua descendência,

sábado, dezembro 27, 2008

Resposta ao Carlos Sobre Darwin e Eugenismo

O Carlos afirmou algumas coisas neste post que eu gostaria de comentar fazendo um post à parte.

Ele afirma:

Se te tivesses dado ao trabalho de procurar o original da frase de Darwin que citas, em citação secundária (pois seguramente nunca te deste ao trabalho de ler os originais) retirada de um site criacionista qualquer — torpe e mal intencionado — terias reparado que a frase está fora de contexto e que a sua continuação é a seguinte:

“The aid which we feel impelled to give to the helpless is mainly an incidental result of the instinct of sympathy, which was originally acquired as part of the social instincts, but subsequently rendered, in the manner previously indicated, more tender and more widely diffused. Nor could we check our sympathy, if so urged by hard reason, without deterioration in the noblest part of our nature.”

Queres mais amor pelo próximo do que isto? Darwin afirma, com todas as letras — na última frase — que abandonar a nossa solidariedade (sympathy) para com os desprotegidos seria deteriorar a parte mais nobre da nossa natureza humana!
O facto de ele chamar "simpatia" como a parte mais nobre da nossa natureza, não quer necessariamente dizer que ele suporte o comportamento de cuidar dos fracos debilitados e doentes. Como é que explicas a seguinte frase :
"…the weak members of civilised societies propagate their kind. No one who has attended to the breeding of domestic animals will doubt that this [vaccines to prevent epidemics] must be highly injurious to the race of man."
Por outras palavras, vacinas para previnir epidemias são, nas palavras de Darwin, "highly injurious to the race of man". Repito, se ele considera que tais prácticas (tomar conta dos doentes) é mau para a raça humana, o que é que achas que está subentendido?
Como já alguém disse, o pior cego não é o que não vê… mas sim o que não quer ver.
Concordo plenamente. O pior cego é o que não quer vêr o que as ideias naturalistas de Darwin, que incluiam reduzir o ser humano (criado à Imagem de Deus) para o nível de um cão, tiveram consequências devastadoras para milhões de pessoas. Ainda hoje há darwinistas que, implicitamente, defendem a "preservação dos bons genes da raça humana".
Convenceste-te de que a teoria da evolução era má, que o darwinismo era diabólico e não consegues (ou não queres ver) que essa não é a realidade.
Mas o século 20, o século da teoria da evolução e do ateísmo, mostram de facto as consequências da crença que postula que o ser humano é apenas mais um animal, e não uma preciosa criatura de Deus. Não sou eu que o digo, mas sim a história que o mostra. Lê a trágica história de Ota Benga, o pigmeu que foi posto numa jaula porque evolucionistas via-no, não como um ser humano criado à Imagem de Deus, mas um "elo perdido" na evolução humana. Eis aqui o sumário:
"One of the most fascinating stories about the effects of evolution on human relations is the story of Ota Benga, a pygmy who was put on display in a zoo as an example of an evolutionarily inferior race. The incident clearly reveals the racism of evolutionary theory and the extent to which the theory gripped the hearts and minds of scientists."
Depois de ter sido posto numa jaula com animais, Ota Benga eventualmente suicidou-se. Tu provavelmente vais dizer "Ah, mas Darwin nunca teria suportado a colocação de seres humanos em jaulas".

Talvez, mas isso não invalida que ele colocou os seres humanos ao mesmo nível do que animais, o que haveria sempre de ter consequências maléficas. Além disso o Darwin não pensava que os africanos e os aborígenes estivessem no mesmo nível de evolução que os europeus. O Hitler pegou na deixa e incluiu os Judeus na lista de "seres inferiores", com as consequências que todos sabemos.

O darwinismo feroz, agressivo e demoníaco que pintas, não existe… a não ser na tua mente empedernida.
Era bom que isso fosse verdade, mas os milhões de mortos nos campos de concentração e os centenas de milhares de aborígenas que foram perseguidos por motivos evolutivos dizem exactamente o contrário. A História é um testemunho vivo que ideias tem consequências, e a ideia darwinistas teve milhões de consequências.
Usa um pouco da tua fé na humanidade (aquela que dizes ter) e tenta entender que há gente boa e bem intencionada com ideias e visões do mundo diferentes da tua. E aceita essas pessoas!
O facto de haver "gente boa e bem intencionada" com visões diferentes da minha não invalida que haja visões do mundo que tenham tido consequências nefastas para os mais desprotegidos da sociedade.
Ou teremos de ser todos iguais a ti? Ou será que temos todos de ser do mesmo “partido”? Do teu “partido”? Eu não sou religioso, sou agnóstico. Contudo, eu não contesto o teu Deus. É o teu Deus, são as tuas convicções. Não tenho que me interpor entre ti e Ele. Apenas te digo que a ideia que tens de ciência, da evolução e do darwinismo (sim, darwinismo é ciência) é ERRADA, nada mais.
Mas eu não digo que nao tenhas o direito de ter visões contrárias. O que eu digo é que a visão que subscreves, segundo os dados históricos, teve consequências nefastas.

O Criador, o Senhor Jesus Cristo disse:

Mateus 7:16-20 - "Pelos seus frutos os conhecereis. Colhem-se, porventura, uvas dos espinheiros, ou figos dos abrolhos? Assim, toda árvore boa produz bons frutos; porém a árvore má produz frutos maus. Uma árvore boa não pode dar maus frutos; nem uma árvore má dar frutos bons. Toda árvore que não produz bom fruto é cortada e lançada no fogo. Portanto, pelos seus frutos os conhecereis."
Se assim é, (e a Escritura não pode ser Quebrada) sabendo as consequências que o darwinismo teve, então essa crença deve ser uma "má arvore". Uma boa "árvore" dá bons frutos, e uma "má árvore" dá maus frutos. Os frutos do darwinismo são históricamente, cientificamente, biologicamente, socialmente, pedagogicamente maus, o que nos leva a concluir que a "árvore é má".

quarta-feira, novembro 05, 2008

E Se Darwin Fosse Vivo?

Uma das coisas que é normal serem ditas em certos círculos cristãos é: “Com o conhecimento científico que existe hoje, será que Darwin ainda haveria de acreditar na sua própria teoria?”
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Esta pergunta assume uma coisa falsa. Ela assume que no tempo de Darwin o conhecimento científico suportava a sua mitologia. A verdade é que no tempo de Darwin a ciência era tão contra Darwin tal como ela é hoje.
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Contrariamente à “sabedoria comum”, não foram os “fanáticos religiosos” que se opuseram à teoria de Darwin, mas sim os cientistas:


Sir John Herschel, famous mathematician, astronomer and Fellow of the Royal Society, disliked Darwin’s theory so much that he called it ‘the law of higgledy-pigglety [sic]’.2 The brilliant physicist James Clerk Maxwell strenuously opposed Darwinism.3 Renowned science philosopher William Whewell, author of the classic The History of Inductive Sciences, wouldn’t even let Darwin’s book into the Cambridge library.
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There were many others, such as Adam Sedgwick the geologist (who taught Darwin the elements of field geology) and Andrew Murray the entomologist, who all decided firmly against Darwin’s theory. Sedgwick even wrote to Darwin after he read his book, telling him, ‘I have read your book with more pain than pleasure. Parts of it I admired greatly, parts I laughed at till my sides were almost sore; other parts I read with absolute sorrow, because I think them utterly false and grievously mischievous.’4

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A resposta darwinista a estes dados é a de que, apesar de os cientistas se terem oposto a Darwin, com o passar do tempo as descobertas científicas vieram confirmar as suas teorias.
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Nada poderia estar mais longe da verdade. Com o passar dos anos, a ciência tem vindo a demonstrar coisas que vão contra a fábula darwinista, especialmente nas áreas da paleontologia e da microbiologia.
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O registo fóssil continua a ser hoje um problema grave para a teoria da evolução tal como o era no tempo de Darwin. Darwin “desculpou-se” afirmando que o registo fóssil estava incompleto. Para além da óbvia circularidade deste argumento (como é que ele sabe que o registo fóssil está incompleto?), a verdade é que nós hoje temos inúmeros fósseis (especialmente dos invertebrados - que são a maioria), e em nenhum deles há evidência da “macro”-evolução imaginada por Darwin.
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No tempo de Darwin era fácil dizer-se que a célula era “simples”. Hoje em dia sabemos que isso não é assim. Hoje, com os avanços na ciência, sabemos que a célula é, na verdadeira acepção da palavra, uma máquina em miniatura. Não se “parece” com uma máquina; é uma máquina.

Conclusão:
Se Darwin fosse vivo, será que ele haveria de acreditar na sua teoria? Provavelmente sim. Porquê? Porque uma vez que ele não começou a acreditar na sua teoria devido às evidências (não havia nenhuma na altura), de certeza que hoje ele não se importaria com as evidências científicas que mostram que a sua teoria é uma fábula.
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Não foi a ciência da altura que o tornou um crente na sua teoria, e portanto não seria a ciência actual a mudar-lhe a opinião.
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Para Darwin, tal como os seus fiéis discípulos, a filosofia naturalista fala mais alto que as evidências científicas.

sexta-feira, setembro 05, 2008

Darwin Estava Errado Mas Foi Melhor Assim

Darwinistas a usarem falsas evidências para suportar a sua teoria é coisa comum. Desde o tristemente célebre Piltdown Man, passando pelo Nebraska Man, não esquecendo os ainda usados desenhos fraudulentos de Heackel, o passado da teoria está repleto de falsidades e mentiras.

Pois, mas eu sou um criacionista e a minha opinião não serve de nada, certo? Só aquilo que os darwinistas afirmam em relação à evolução é que conta, porque só eles é que percebem de Biologia.

Pois bem. Para complementar o post "Mentido Para Darwin", deixo-vos aqui esta pérola da mente darwinista. Reparem bem como ela está na mesma linha de pensamento do post acima mencionado.


"Thus, while we may still appreciate the role of Darwin in helping scientists wining a upper hand in fighting against the creationists for filling our intellectual void of understanding life's origin and evolution, we must realize that Darwin's fetal (sic) mistakes have also misled science into a dead end of fruitless search for the non-existent last common ancestor (LCA) and some useless constructions of some untruthful universal tree of life (TOL) (4-5).



Parafraseando, a "árvore da vida" proposta por Darwin está manifestamente errada, mas foi bastante útil na altura como forma de derrotar os criacionistas. Por outras palavras, esta erro fez o seu trabalho, e agora é tempo de esquecer a crença de que todos as formas de vida tem um parente comum.

Reparem que, tal como o post anterior, este darwinista não parece preocupado que falsas evidências tenham sido usadas contra a Criação Bíblica. O que interessa, segundo este darwinista, é derrotar os criacionistas, nem que para isso se tenha que recorrer a mentiras

Isto leva-nos de volta a uma das perguntas que foram feitas no post anterior:


"6. Que outras "evidências" presentemente usadas para suportar a teoria não são usadas como "mentiras temporárias", apenas com o propósito de convencer/enganar/mentir aos alunos? "


"Darwin estava errado, mas foi melhor assim".

sábado, março 01, 2008

Darwin e Hitler - Por John Koster

Darwin e Hitler

Por John Koster

30 de December de 2007

Muitos nomes foram citados além dos de Hitler para explicar o Holocausto.

De modo estranho, o de Charles Darwin quase nunca se encontra entre eles. Todavia... as idéias de Darwin e de Huxley quanto ao lugar do homem no Universo preparam o caminho para o Holocausto... Hitler e Stalin assassinaram mais vítimas inocentes do que as que morreram em todas as guerras religiosas da história da humanidade.

Eles não assassinaram estas vítimas enganados pela idéia de salvar as suas almas ou punir os seus pecados, mas por serem comprometidos na questão do alimento e obstáculos ao "progresso evolutivo". Muitos humanitários, cristãos, judeus, ou agnósticos compreenderam a relação entre as idéias de Nietzsche e as equipes de assassinato em massa e os crematórios de Hitler.

Poucos, porém, voltaram um passo atrás fazendo a ligação com Darwin, o "cientista" que inspirou diretamente a teoria do super-homem de Nietzsche e o corolário nazista de que alguns indivíduos são subumanos.

A evidência estava toda ali - o temo neodarwinismo foi usado abertamente para descrever as teorias raciais nazistas. A expressão "seleção natural", como aplicada a seres humanos, foi encontrada na Conferência de Wannsee no principal documento do Holocausto...

Podemos ver os eventos na Alemanha de Hitler e na Rússia de Stalin como uma coleção sem sentido de atrocidades que tiveram lugar porque os alemães e os russos são pessoas perversas, nada parecidas conosco. Ou podemos compreender que a imposição das teorias de Huxley e Darwin, de que a-vida-é-patológica, de depressão clínica disfarçada de ciência, desempenhou um papel crítico na era das atrocidades. E que isso nos sirva de aviso. As pessoas têm de aprender a deixar de pensar em seus semelhantes como se fossem máquinas e aprender a pensar neles como homens e mulheres possuidores de uma alma.

fonte: John P. Koster, Jr. The Atheist Syndrome (Brentwood TN: Wolgemuth & Hyatt, 1989), 142, 187-189

Última Atualização ( 31 de December de 2007 )

sábado, abril 28, 2007

Quem realmente se opôs a Darwin?

Um dos grandes mitos urbanos que os darwinistas propagam é o de que quando seu livro "On the Origin of Species" foi publicado, a maior oposição que Darwin encontrou veio dos líderes religiosos e não dos cientistas.

Nada poderia estar mais longe da verdade. A maior oposição que Darwin encontrou veio de outros cientistas que apontaram evidências que não estavam de acordo com a sua teoria, principalmente o registo fóssil.

Eis uma pequena lista de centistas que rejeitaram o darwinismo por razões científicas:

  • Louis Agassiz - Professor de Zoologia na Universidade de Harvard
  • George Cuvier
  • H.G. Bronn
  • François Jules Pictet
  • Richard Owen - Anatomista britânico
O Dr Michael Denton, no seu livro "Evolution: A Theory in Crisis", páginas 104 e 105, diz:
O anti-evolucionismo dos eminentes biólogos do século 19 não era baseado na religião.
Ele acrescenta na página 100:
O facto de que muito dos fundadores da Biologia moderna, aqueles que descobriram todos os factos básicos da morfologia comparativa sobre o qual a Biologia evolutiva moderna é baseada, viam a Natureza como essencialmente um discontinuo de tipos isolados, únicos e sem "pontes" de variedades transitórias, posição totalmente contrária às ideias evolucionistas, é obviamente muito difícil de reconciliar com a noção popular de que todos os factos da Biologia irrefutavelmente suportam a interpretação evolucionista.
("Evolution: A Theory in Crisis; pag 100)"
Por outras palavras, aqueles que fundaram os alicerces da Biologia moderna não acreditavam na teoria da evolução, mas acreditavam que a natureza exibia "tipos" distintos.

Esta clara divisão existente entre as formas de vida é precisamente aquilo que poderíamos prever, baseados na Palavra de Deus. No capítulo 1 do Livro de Génesis, quatro vezes a Palavra de Deus diz "conforme a sua espécie" ou "segundo a sua espécie", referindo-se às plantas e aos animais. Ou seja, as formas de vida quando nascem, já têm dentro de si a informação genética necessária para a geração seguinte. Os gatos hão-de sempre dar a luz gatos, os cães hão-de sempre dar à luz cães, os macacos hão-de sempre dar à luz outros macacos, assim sucessivamente.

Não só isto é totalmente o contrário do que poderíamos esperar se a teoria da evolução estivesse de acordo com as evidências, mas é uma confirmação da Bíblia.

Mais uma vez vêmos que a ciência, quando propriamente interpretada, confirma a Palavra de Deus.

A ciência e as Escrituras são contra a teoria da evolução.

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