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sábado, janeiro 01, 2011

Comparando o Cristianismo com o Comunismo

quinta-feira, dezembro 30, 2010

A influência Judaico-Cristã sobre a ciência moderna

http://www.americanvision.org/articlearchive2007/08-15-07.asp

John D. Barrow, escrevendo no The World Within the World, comenta:

Já foi mesmo sugerido que essa visão teve um papel determinante no desenvolvimento bem sucedido da ciência nas culturas Ocidentais, e isso aconteceu porque essas culturas foram influenciadas pela tradição Judaico-Cristã, que promulgou a fé na racionalidade e na ordem da Natureza, durante um período da história em que as ideias humanas estavam intimamente ligadas a todo o tipo de noções mágicas e ocultas.
Hoje em dia, com o domínio das cosmologias "big bang" na astronomia e a desproporcional fé em Darwin entre os biólogos, podemos afirmar com algum nível de segurança que as noções "mágicas e ocultas" voltaram a fazer parte daquilo que chamamos de ciência.

segunda-feira, dezembro 27, 2010

ATEA tentou, mas empacou

A campanha da ATEA fracassou. Você pode ver algo aqui e aqui.

De cara vou fazer alguns comentários:

1. As frases são ofensivas.

2. Ateu não é elite intelectual.

3. A ciência cresceu como cresceu por causa da civilização ocidental cristã – a história prova isso.

4. Não podemos aceitar esse tipo de coisa no Brasil.

5. A trollagem deve ser banida.

Mas o Snow (aqui) fez algumas imagens parecidas com a deles, entretanto eu no lugar de TEA coloquei teismo.net (espero que o Snow não se importe, desde já agradeço ele por ter feito estas imagens – todo crédito ao Quebrando o Encanto do Neo-Ateísmo);

Gostei bastante das imagens. Se alguém quiser discutir as afirmações das imagens teístas e ateístas, é livre para comentar de forma lógica.

Divulguem as imagens com os devidos direitos autorais (Quebrando o Encanto do Neo-Ateísmo).

domingo, dezembro 26, 2010

Os planos do lobby homossexual para a família tradicional

O homossexual José Carlos Malato não gosta que os pais cristãos eduquem os seus filhos de acordo com as suas convicções religiosas e por isso ele diz:
Daqui a 40 anos talvez saia uma outra resolução qualquer, emanada de outro organismo qualquer, que advirta os pais [das crianças, em geral *] do perigo de educarem os seus filhos em conformidade com as suas convicções religiosas antes de os pequenos conseguirem pensar e decidir pela sua própria cabeça.

Quando isto acontecer, metade dos problemas que hoje afligem o mundo estarão resolvidos. De verdade.
(Fonte)

O homossexual José Carlos Malato infelizmente não diz o porquê de ser um "perigo" pais educarem os seus próprios filhos em conformidade com as suas próprias convicções. Supostamente isto acontece porque as convicções da maioria dos pais contradiz o estilo de vida "alternativo" que Malato leva. Ele não diz também o porquê dos pais só poderem educar os seus filhos depois destes "conseguirem pensar e decidir pela sua própria cabeça".

O homossexual José Carlos Malato não diz exactamente com que idade é que os filhos já pensam pela própria cabeça - e desde logo, já podem receber educação religiosa pelos pais que pagam as suas contas, lhes alimentam e lhes dão cuidados médicos.

Não se sabe também como é que o homossexual José Carlos Malato sabe que "metade dos problemas que hoje afligem estarão resolvidos" quando os pais deixarem de educar os seus próprios filhos antes destes "conseguirem pensar pela sua própria cabeça". Será que a fome em África será resolvida se os pais deixarem de falar de Deus aos seus filhos antes destes "conseguirem pensar pela sua própria cabeça"? Será que a epidemia de SIDA entre os homens homossexuais será resolvida?

Uma coisa no entanto podemos dizer em relação ao homossexual José Carlos Malato: para além dos seus vastos conhecimentos em educação infantil, ele parece ser um profundo conhecedor de vestuário masculino.

Ei-lo numa discoteca homossexual em Madrid:

Este homem, Teofóbico e Cristofóbico, e frequentador de sítios disseminadores de DTSs, acha que tem a moral suficiente para dizer o que os pais da criança devem e não devem dizer aos seus próprios filhos.

O hospício está a ser controlado pelos pacientes.

quarta-feira, dezembro 15, 2010

Imagem: Genocidas ateus

Pelos seus frutos os conhecereis, e os frutos do ateísmo tem sido devastadores para a humanidade.

Fonte

quarta-feira, dezembro 08, 2010

Ludwig Krippahl: O Estado Não Tem Nada Que Suportar Medidas Que Contradizem o Meu Neo-Ateísmo

O militante ateu e ávido evolucionista Ludwig Krippahl fez um post em resposta ao post que já lhe tinha sido dirigido. Depois de ler a sua "resposta" fiquei com a sensação que 1) ou o Ludwig não lê com atenção aquilo que os cristãos escrevem (o que duvido) 2) ou ele resolve forcar-se em pontos irrelevantes como forma de esconder a sua inabilidade de lidar com os factos da Medicina.

Por exemplo, na minha resposta eu escrevi:

Há vários estudos deste calibre feito por cientistas sérios, que demonstram que a religiosidade judaico-cristã produz efeitos positivos nos seus praticantes.
Depois de eu ter identificado a religiosidade (não os padres) como fonte de conforto e suporte em momentos de dificuldade, como é que o militante ateu Ludwig começa a sua épica "refutação"?
O Mats acha que o Serviço Nacional de Saúde deve pagar padres, desde que sejam cristãos.
Desafio o Ludwig a mostrar onde é que eu disse tal coisa.

Porque é que uma pessoa com formação académica resolve deturpar aquilo que é dito como forma de "refutar" o ponto alheio? Há uma explicação: o Ludwig está consciente ou inconscientemente a seguir a Regra 12 do livro "Rules for Radicals" de Saul Alinsky. Essa regra diz:

Escolhe um alvo, congela-o, personaliza-o e polariza-o. Remove toda a rede de apoio e isola o alvo de toda a simpatia. Persegue as pessoas e não as instituições; as pessoas magoam-se mais facilmente que as instituições.
O que o militante ateu está a fazer é tentar isolar e personalizar toda doutrina cristã nos padres, e refutar tudo o que o Cristianismo diz com os actos deles. Quem fôr ler o que eu disse vai ver que a palavra "padre" nem aparece no post.

O que o Ludwig não entende é que religiosidade judaico-cristã não tem que ser necessariamente praticada nos hospitais por padres. Aliás, não só nem é preciso ser uma pessoa do clero para se oferecer suporte espiritual judaico-cristão, como também não tem que ser necessariamente num hospital.

A frase inicial do post do Ludwig não faz sentido nenhum, especialmente se levarmos em conta o que já tinha sido escrito no post que originou a sua tentativa de resposta.

No entanto, o artigo que o Mats referiu omite o resultado principal do inquérito, cujo objectivo não era aferir a eficácia dos padres como medida terapêutica, como se compreende facilmente por apenas perguntar a opinião dos médicos e nem sequer mencionar padres.
Mas ninguém disse que o objectivo do estudo era o de mostrar a eficácia dos padres como medida terapêutica. Isto é mais uma fútil tentativa do missionário ateu de desvirtuar o ponto em discussão.

Os militantes ateus insurgem-se contra a comparticipação estatal em medidas de apoio espiritual aos doentes (mediante requisição dos próprios doentes) porque eles (os militantes ateus) pensam que 1) Deus não existe e 2) essas medidas não funcionam. Em resposta a isso eu listei dois textos (1, 2) onde se mostra que a espiritualidade judaico-cristã pode ajudar as pessoas a lidar com certas e determinadas situações médicas e psicológicas.

Dado isto, não se entende como é que um artigo onde NÃO se mede "a eficácia dos padres como medida terapêutica" é evidência contra um post que NÃO alega que padres são "medida terapêutica". Talvez o Ludwig possa explicar isso num próximo post.

O comunicado de imprensa da Universidade de Chicago, onde trabalha o autor, relata que o estudo mostra não haver correlação entre a religiosidade dos médicos e o tratamento de doentes desfavorecidos.
Nem tinha que mostrar, porque não era esse o ponto.
Em suma, um estudo mostrando que ser religioso não faz os médicos dedicar mais tempo aos menos favorecidos não é uma demonstração conclusiva dos efeitos terapêuticos dos padres.
Em suma, um estudo mostrando que ser religioso não faz os médicos dedicar mais tempo aos menos favorecidos não serve de evidência contra um post que não alega que ser religioso faz os médicos dedicar mais tempo aos menos favorecidos.

Os erros de lógica continuam:

Um resultado importante foi que a insistência nestes tratamentos mais agressivos, como ressuscitação e ventilação artificial, não resultou em «quaisquer diferenças na taxa de sobrevivência nem conduziu a um final de vida com mais qualidade». Essencialmente, este estudo demonstra que as pessoas mais religiosas, e com menos educação, têm mais dificuldade em lidar com estas situações extremas.
O que o Ludwig não menciona é que a evidência que ele usa de que essas pessoas tem "mais dificuldade em lidar com essa situações" é que as pessoas com fé religiosa fazem todos os possíveis para se manter em vida - não desistindo de acreditar que é possível haver curas quando o limitado conhecimento do homem chega ao fim.

Por outras palavras, os mais inclinados para o ateísmo param de lutar pela vida mais cedo, enquanto que os mais religiosos (judeus e cristãos) lutam até ao fim. Será que o Ludwig quer mesmo defender que lutar pela vida é uma "dificuldade em lidar com estas situações"?

Nós temos vários casos mundiais onde eventos que iam para além da Medicina ocorreram ("Three-year-old boy who was clinically dead for hours", "Miracle” as Baby Begins Breathing after Two Hours"). Segundo a óptica neo-ateísta do Ludwig, os médicos que lutaram até ao fim para salvar estas vidas tiveram "dificuldade em lidar com estas situações extremas".

Assim, sendo a saúde dos doentes e a boa gestão do dinheiro público mais importante do que a religião do Mats, concluo que mais vale investir em medicamentos ou outras terapias.
Ninguém ofereceu a dicotomia "ou medicamentos ou os padres". Isto é mais um falso dilema que o Ludwig levantou sem explicar porquê.
Ou mesmo na educação, que parece ser um bom substituto para a religiosidade.
Como se vê no caso dos EUA: um dos países mais cristãos do mundo é ao mesmo tempo o líder mundial da tecnologia e dos avanços científicos. Nenhum outro país na história da Humanidade ganhou mais prémios Nobel do que este pais cheio de fundamentalistas cristãos e judeus ortodoxos.

Como sempre, a realidade recusa-se a conformar com a militância ateísta.


Houve algumas coisas que o Ludwig se "esqueceu" de citar provavelmente porque citando-as, o argumento que ele não chegou a lidar ("a religiosidade judaico-cristã produz efeitos positivos nos seus praticantes") seria confirmado:
  • "More than half of physicians say religion and spirituality influence patients' health, and three in four doctors believe that religious beliefs help patients cope and provide a positive outlook, according to a new study." *
  • They found that 56% of physicians believe religion and spirituality have a significant influence on health and 54% said a supernatural being intervenes at times. *
  • 76% of doctors believe that faith helps patients to cope, 74% said it gives patients a positive state of mind and 55% said it provides emotional and practical support. *
  • Strong religious faith can help terminally ill cancer patients to better handle and cope with their disease during their last weeks of life, according to Boston scientists. **

Conclusão:

O Ludwig não chegou a lidar com o argumento principal do post que gerou a sua resposta. Ele apenas arranjou um "demónio" para atacar e limitou-se a fazê-lo. Iniciou o seu post alegando que eu acho "que o Serviço Nacional de Saúde deve pagar padres, desde que sejam cristãos" quando eu nunca disse tal coisa. Depois lidou com "a eficácia dos padres como medida terapêutica", mas ninguém alegou coisa que se pareça.

Este tipo de mentalidade é muito comum no Ludwig e nos militantes ateus. Como eles são incapazes de lidar com os dados da ciência e com o Cristianismo, eles deturpam ambas como forma de justificarem o seu ateísmo. Mas o mundo não funciona assim.

O Estado laico pode e deve comparticipar com medidas com provas dadas no que toca ao suporte espiritual dos pacientes. Como o Jairo já escreveu, a laicidade não é plataforma para a Teofobia e Cristofobia. Um Estado laico não está impedido de se associar a organizações católicas como forma de dar suporte social aos mais desfavorecidos.

O Estado laico trabalha com tudo e com todos desde que sejam para o bem da sociedade. Os militantes ateus colocam a sua ideologia maligna acima da saúde alheia. O seu ódio, raiva e desprezo a tudo o que é cristão é tão doentio que nem as idosas escapam aos seus ataques.

O militante ateu é uma pessoa doentia e socialmente perigosa como as evidências assim o confirmam. Não é de bom tom deixar que estes "revolucionários" frustrados e decadentes conduzam a maioria moral do país para aquilo que o filósofo católico Olavo de Carvalho chama de "espiral do silêncio".

Vêr também:

1. Prominent scientists show the efficacy of trust in God to treat anxiety.

2. Ludwig Krippahl diz que assistência espiritual é "uma mentira", porque sim. - Neo Ateísmo Português

3. Ludwig Krippahl e restantes Associados pela inexistência de Deus pensam ter autoridade para condenar e exigir o fim do apoio espiritual aos doentes, no SNS. - Neo Ateísmo Português

4. Psiquiatra ateísta age histericamente contra o apoio espiritual aos doentes tratados pelo SNS. - Neo Ateísmo Português

sábado, dezembro 04, 2010

Técnica: Hitler era cristão, mas jamais um ateu

Excelente artigo feito pelo Luciano.

Essa técnica visa tentar transformar Hitler em cristão a todo custo.

O objetivo, claro, é tentar dissociar ao máximo a imagem de Hitler do ateísmo, e associá-o ao cristianismo.

É a idéia de matar dois coelhos com uma cajadada só: ao mesmo tempo em que se lava as mãos, se joga a sujeira para cima do oponente.

O problema é que embora não se saiba se Hitler era exatamente ateu, com certeza não era cristão, como será mostrado aqui.

Mas claramente podemos demonstrar que Hitler era humanista, daqueles que usam todo o core da filosofia da mentalidade revolucionária.

Relembremos os cinco pontos que qualificam alguém como adepto da mentalidade revolucionária:

  • (1) Crença na idéia de que o homem pode e irá criar um mundo perfeito, isento de males

  • (2) Sensação de que se pertence ao grupo que irá consolidar este mundo perfeito

  • (3) Noção de que, ao se lutar por esse ideal, todos os atos estão a priori justificados

  • (4) Criação de campanha de rejeição social e fomentação de ódio contra um grupo, a ser selecionado como bode expiatório, grupo este que será divulgado como o “inimigo” deste novo mundo (para Dawkins, são os religiosos, para Hitler, eram os judeus, para Marx, eram os burgueses, para a Al Qaeda, são os norte-americanos)

  • (5) Ambições de dimensões globais em torno desse ideal

Todos os cinco itens acima são oposições ferrenhas a todos os princípios cristãos. Mas são adesão absoluta à todo paradigma do projeto Iluminista, que justamente criou tal tipo de mentalidade.

O paradigma do projeto Iluminista era inerentemente anti-religioso, com uma série de ateus radicais.

Isso não dá uma prova de que Hitler era ateu, mas sim de que Hitler estava alinhado com um paradigma da mentalidade revolucionária, de característica ateísta radical (estilo Dawkins) OU anti-religiosa, neste caso sem precisar ser necessariamente ateísta.

Mesmo assim, o conjunto de estratagemas neo ateus para tentar metamorfosear Hitler em cristão possui uma série de variantes.

Vejamos as principais delas, com as devidas refutações:

(1) A Igreja Católica assinou uma concordata com o Reich alemão em 1933

Realmente é um fato que a Igreja Católica assinou tal concordata, mas os neo ateus geralmente omitem os principais pontos do acordo, que visava obter o direito à liberdade de religião católica romana, a permissão de que a religião católica pudesse ser ensinada em determinadas escolas, com a possibilidade de contratação de professores específicos para este fim, e proibição de que clérigos fossem membros ativos de partidos políticos. A assinatura da concordata não comprova nenhum apoio ao Holocausto ou às iniciativas nazistas, visando simplesmente tentar proteger cidadãos e clérigos católicos. Também, naturalmente, não comprova que Hitler era cristão.

(2) Há fotos de Hitler saindo de Igrejas

Sim, e há fotos de Obama também fazendo o mesmo, ainda que este lute contra a religião frequentemente. O ato de um político adentrar a uma igreja ou qualquer recinto não o transforma automaticamente em portador do atributo relacionado ao recinto. Se um político visitar a associação de agro-negócio, isso não o torna automaticamente um produtor rural. Portanto, qualquer foto de Hitler saindo de uma Igreja não é uma evidência de que ele era cristão.

(3) Hitler foi batizado como católico

Decerto que várias pessoas foram batizadas como católicos. O problema para a tese neo ateísta (“Hitler era cristão ha ha ha”) é que Hitler disse em 1941 o seguinte: “O pior golpe que já atingiu a humanidade foi a chegada do cristianismo. O bolchevismo é o filho ilegítimo do cristianismo. Ambos são invenções dos judeus. A mentira deliberada na forma de religião foi introduzida no mundo pelo cristianismo [...]“. Que tipo de cristianismo será esse que é anti-cristão? Detalhes… Enfim, esse argumento neo ateísta só seria válido se todo aquele que fosse batizado como católico jamais pudesse deixar de sê-lo. O que, como sabemos, é falso.

(4) Há inscrições “Gott Mitt Uns” usadas pelo exército alemão

Só que tal frase nada mais era que um grito de guerra inspirado nos dizeres Nobiscum deus, do Império Romano, que, como todos sabem, não era nem de longe de orientação cristã. Pelo contrário, era uma orientação paganista.

(5) Há fotos de padres alemães junto de soldados alemães

Claro, assim como há hoje em dia o apoio do “cristão” Edir Macedo ao governo da anti-cristã Dilma. Isso é natural no jogo do poder, e não torna a Dilma cristã. Nem o Obama é transformado em cristão por se unir a alguns líderes cristãos. Como exemplo, alguns bispos apóiam o MST, movimento terrorista da esquerda. Obviamente, bispos que envergonham o cristianismo. O que também não torna o MST cristão. O fato de alguns padres alemães estarem em fotos com alguns oficiais alemães não transforma nem esses oficiais alemães em cristãos, como muito menos o faz em relação a Hitler.

(6) A Concordata citada anteriormente foi o que colocou Hitler no poder, pois foi por sua causa que o partido Zentrum, católico, colocou Hitler no poder, e isso configura o apoio da Igreja a Hitler

Este sub-item geralmente é composto de uma sucessão absurda de mentiras. Elas são tantas que é preciso citá-las em bullets. Vamos abaixo:

  • Neo ateus dizem que Hitler, em 1933, pediu que seus capangas ateassem fogo no Reichstag para colocar a culpa nos comunistas: Mentira! Até hoje não há evidências de que o incêndio foi provocado pelos próprios nazistas. Essa mentira é contada para tentar inventar a idéia de que não existia motivos para a sensação de estado de sítio na Alemanha.

  • O Partido Zentrum, católico, colocou Hitler no poder, ao votar a favor do Ermächtigungsgesetz (Lei de habilitação de grandes poderes), que seria justificável pelo estado de sítio. Esse foi o princípio da ascensão do nazismo: A única verdade é que tal ato realmente propiciou a ascensão do nazismo. Mas não é verdade que o “Zentrum colocou Hitler no poder”. Na verdade, todos os partidos não-comunistas votaram a favor do Ermächtigungsgeset.

  • Para que o partido Zentrum colocasse Hitler no poder, foi assinada a Concordata: Na verdade é mais uma mentira. Como Hitler jamais tinha desejado respeitar os direitos católicos ou religiosos na Alemanha, a Concordata foi a única forma encontrada para que os religiosos católicos não sofressem o mesmo que os judeus sofreram. Mesmo assim, Hitler violou a concordata em 30 de Julho do mesmo ano, dissolvendo logo em seguida a Liga da Juventude Católica. Aliás, a Igreja Católica ficou particularmente ofendida com os atos cometidos contra os judeus pois na doutrina cristã (e também na judaica) “perante Deus todos são iguais independente de raça”. No campo de concentração de Dachau, 2.600 clérigos católicos foram presos. Deles, 2000 foram mortos.

  • O Papa Pio XI foi conivente com todos os atos de Hitler, por causa da concordata: Essa mentira é refutada principalmente pela publicação da encíclica Mit brennender Sorge, de 1937, pelo Papa Pio XI, que “condenava o neopaganismo da ideologia nazista especialmente sua teoria da superioridade racial (…)“. A encíclica foi inclusive impressa em segredo, para evitar apreensão por parte da Gestapo, sendo distribuída a bispos, padres e clérigos em geral e lida em todos os templos da Alemanha no dia 21 de março de 1937 ao mesmo tempo, o que provocou violenta reação da Gestapo, aumentando a perseguição sobre católicos. A encíclica de Pio XI foi o primeiro documento oficial de protesto contra o nazismo feito por qualquer organização importante.

Todos os 6 itens acima (em especial o último, no qual eles meteram definitivamente o pé na jaca) mostram que as tentativas de associar Hitler ao cristianismo são patéticas e fraudulentas do início ao fim.

Não só Hitler não era cristão, como seguia uma ideologia em COMPLETA OPOSIÇÃO a tudo que o cristianismo pregava.

Da mesma forma não dá para afirmar com certeza que Hitler era ateu, mas quanto a ele ter sido usuário de uma ideologia da mentalidade revolucionária, isso podemos afirmar com certeza.

Em relação a isso, Hitler torna-se ideologicamente idêntico aos ateus extremistas (o que não significa todos os ateus), mas também similar aos marxistas, e aos ideólogos da civilização global.

Quando neo ateus usam esse estratagema, deve ser mostrado, com a refutação aos 6 truques deles (pois eles os cometem em sequência, de forma cumulativa), que Hitler agia exatamente igual aos neo ateus agem.

O próprio neo ateísmo é similar ao anti-semitismo. A diferença é que o anti-semitismo era focado em discriminação contra os judeus. O neo ateísmo e o humanismo secular são focados em discriminação contra todos os religiosos.

Mais um motivo para tirar toda a moral de qualquer neo ateu em tentar empurrar Hitler para os cristãos.

É evidente que Hitler foi alguém da turma deles. Assim como foram Marx, Stálin, Lênin…

sexta-feira, novembro 26, 2010

Reino Unido: lança-se campanha em defesa da cultura Cristã no País.

Será que ainda há tempo?


Os cristãos do Reino Unido pertencentes a todas as confissões religiosas promovem no período do Advento, a campanha nacional intitulada “Não se envergonhe”.

Os cristãos são muitas vezes vítimas de discriminação nas escolas e locais de trabalho no Reino Unido. A campanha pretende convidar todos os cristãos do país a permanecerem unidos.

Promovida pela “Christian Concern for our Nation”, organização que está na vanguarda na defesa da liberdade cristã no trabalho e na sociedade, a campanha convida os cristãos a usarem o emblema “Não se envergonhe” junto com o símbolo cristão, a cruz, bem visíveis durante o tempo litúrgico do Advento.

Numa nota do fundador da “Christian Concern for our Nation”, Andrea Minichiello Williams, publicada pelo “Independent Catholic News”, falou sobre a tentativa de retirar Jesus Cristo da vida pública, colocando a religião no âmbito privado e pessoal, causando com isso, efeitos desastrosos para as pessoas e as comunidades.

“Esta campanha visa incentivar os cristãos a não terem vergonha daquilo que são e da pessoa que crêem. Chegou o momento de a Igreja encontrar seu papel na vida pública”, ressaltou Williams. (MJ)

quinta-feira, novembro 25, 2010




Aviso: O vídeo contém linguagem forte e vulgar para se referir a práticas fortes e vulgares que os homossexuais cometem.

sábado, novembro 06, 2010

O fracasso do "cristianismo" liberal

O "cristianismo" liberal é tão irracional e inconsequente que até os ateus conseguem desmontar os seus argumentos. Vejam a forma como o ateu Christopher Hitchensnd revela a posição ilógica do liberalismo:
Maryiln Sewell: "O tipo de religião que você cita no seu livro é, em termos gerais, do tipo fundamentalista em todas as suas variantes. Eu sou uma cristã liberal e não interpreto as histórias das Escrituras de forma literal. Não acredito na doutrina da Expiação (que Jesus morreu pelos nossos pecados, por exemplo). Você faz alguma distinção entre os fundamentalistas e a fé liberal?"

Christopher Hitchens: "Eu diria que, se você não acredita que Jesus de Nazaré era o Cristo e o Messias, e que Ele ressuscitou dos mortos e que pelo Seu sacrifício os nossos pecados estão perdoados, então você não é em nenhum sentido significativo uma cristã."
O que é que podemos dizer do "cristianismo" liberal quando uma das suas representantes não consegue se elevar para o nível intelectual e Teológico de um dos Novos Ateus? Porque é que alguém se identificaria como "cristã" se não acredita na doutrina mais fundamental dessa mesma ideologia, nomeadamente, a Ressurreição do Senhor Jesus?

As ideologias que se colocam contra a Bíblia invariavelmente vão entrar em auto-contradição. A posição da srª Sewell é tão fraca que até um ateu a pôde desmascarar com uma só frase. Se vocês forem ver a entrevista, vão notar que ela nem tentou defender o seu "cristianismo". Mas para quê?

E de pensar que muitos centros Teológicos cristãos estão infestados por pessoas com este tipo de pensamento "liberal".

Outra coisa que convém notar é que estes liberais tem todos uma coisa em comum: nenhum deles aceita o que Génesis diz sobre a Criação. Nenhum deles aceita que Deus criou em seis dias, ou mesmo que Deus enviou um Dilúvio Universal para castigar o homem pelos seus pecados. Todos eles caíram no erro de tentar acomodar a Bíblia ao limitado conhecimento do homem, e todos eles acabaram por ser coerentes com as suas crenças iniciais.

Afinal, se o que Deus diz em Génesis não é Verdade, porque é que o que Ele diz em Mateus, ou João ou Romanos seria verdade? Quem rejeita a Criação tal como descrita em Génesis (seis dias e nada mais) invariavelmente vai ser coerente e começar a "alegorizar" ou "espiritualizar" outras partes da Bíblia.

Quando alguém se separa da nutrição que só vem pela Palavra de Deus, a apostasia é consequência lógica. Não é por acaso que o pais de Darwin é hoje um dos países mais anti-cristãos que existe no mundo. Pior provavelmente só a Coreia do Norte.

"A fé vem por ouvir, e por ouvir a Palavra de Deus" (Romanos 10:17)

quinta-feira, outubro 28, 2010

Avanços tecnológicos não dependem da fé em Darwin

É notável que haja ateus que tentem validar a mitologia da evolução comparando-a com o sucesso das invenções tecnológicas. O seu argumento é o de que o criacionismo, ao atacar a teoria da evolução (e por implicação - segundo os evolucionistas - a "ciência"), está a impedir o progresso tecnológico uma vez que esse progresso depende da mesma metodologia que valida a teoria da evolução.

Mas não é difícil notar que os avanços tecnológicos não dependem em nada dos delírios de Darwin nem da "metodologia evolucionista". Computadores, telemóveis, telefones, aviões e viagens à Lua não dependem de nada que tenha a ver com a evolução pelo simples facto da teoria da evolução ser uma história sobre o passado e não algo necessário para o dia a dia do biólogo.

Isto é feito óbvio pela existência de uma extensa comunidade científica que não tem fé na teoria da evolução mesmo em áreas relevantes para a mesma (microbiologia, etc).

De facto - e para surpresa de muitos - avanços nas áreas da tecnologia e da transportação aérea foram feitos por cientistas criacionistas:

  • O criacionista Robert Boyle (1627–1691) é o pai da Química moderna e um dos cientistas que demoliu a teoria aristotélica dos quatro elementos. Para além disso, Boyle financiou palestras em defesa do Cristianismo e patrocinou missionários e traduções Bíblicas.
  • Telemóveis dependem de teoria da radiação electromagnética cujos fundamentos dependem do trabalho do criacionista James Clerk Maxwell (1831–1879).

  • Máquinas computacionais foram inventadas por Charles Babbage (1791–1871), que pese embora não fosse um criacionista Bíblico era um criacionista no sentido lato. Ele acreditava que "o estudo dos sistemas da natureza com precisão científica era uma preparação necessária e indispensável para entender e interpretar o seu testemunho em favor da Sabedoria e Bondade do Autor Divino".

  • Os irmãos criacionistas Orville (1871-1948) e Wilbur Wright (1867-1912) inventaram o avião depois de estudar o design que Deus tinha posto nas áves.

  • A teoria das órbitas planetárias foi inventada por Johannes Kepler (1571–1630), famoso por alegar que as suas descobertas eram o resultado de "pensar os Pensamentos de Deus em conformidade". Kepler definiu a data da criação como tendo acontecido a 3992 a.C., data próxima dos cálculos do Bispo Ussher.

  • A teoria da gravidade e as leis da inércia, essencial para as alunagens, foram descobertas pelo criacionista Isaac Newton (1642/3–1727).

  • O programa de alunagem foi liderado por Werner von Braun (1912-1977), que acreditava no Designer e opunha-se à teoria da evolução. Para além disso, um criacionista Bíblico, James Irwin. andou na Lua.

Conclusão:

Será a teoria da evolução fundamental para os avanços tecnológicos que possuímos hoje? Analisando as evidências históricas, podemos dizer com firmeza que não. A importância da teoria da evolução não pode ser encontrada dentro da actividade científica mas sim dentro da ideologia naturalista.

terça-feira, outubro 19, 2010

Presidente do Chile louva a fé dos mineiros

Nas Suas Mãos estão as profundezas da terra, e as alturas dos montes são Suas.
Salmo 95:4

Enquanto o mundo esteve focado na salvação dramática dos 33 mineiros no Chile, o presidente do país louva a fé dos homens que de forma surpreendente surgiram das minas com espíritos positivos apesar de terem estado 69 dias debaixo da superfície.

Falando ao público no local de onde os mineiros foram retirados, o presidente Sebastian Pinera disse:

Os mineiros não são as mesmas pessoas que ficaram presas no dia 5 de Agosto. Eles voltaram mais fortes e ensinaram-nos uma lição. Mas o Chile também já não é o mesmo.

O que terminou como uma bênção de Deus começou como uma possível tragédia. Mas a unidade, a fé, o compromisso, a honestidade, a solidariedade dos chilenos durante aqueles 69 dias dão-nos orgulho.

A operação de salvação dos mineiros - que durou 22 horas - viu cada um dos mineiros a serem içados dentro de uma cápsula estreita.

Muitos vieram com problemas de saúde como resultado de terem vivido na sujidade e na escuridão da mina. Um dos mineiros foi diagnosticado com pneumonia mas a sua situação não é tida como séria.

O capelão presidencial, o Reverendo Alfredo Cooper reportou o seguinte à Premier Radio:

Todos eles querem testificar acerca do Senhor Jesus Cristo. Todos eles dizem que tiveram um encontro com Deus naquela mina. Cinco ou seis deles já eram Cristãos e realizaram serviços religiosos na mina. Muitos desceram sem fé em Deus mas todos eles afirmam:
Não éramos só 33 mas sim 34 porque o Senhor Jesus Cristo estava connosco lá embaixo.

O Reverendo afirma que a fé teve um papel importante neste drama, com muitos mineiros a terem um "encontro com Deus".

O capelão não só pediu aos apoiantes da Premier para se alegrarem e louvarem a Deus uma vez que "das profundezas veio este maravilhoso testemunho para o Senhor Jesus Cristo", mas também para orarem para que um verdadeiro avivamento ocorra no Chile e por todo o mundo.

Assim seja.

Que Deus use este incidente para aquecer os corações que entretanto tinham esfriado e para acender aqueles que nunca tiveram o seu espírito em sintonia com o Espírito de Deus.

PS: Que tipo de conforto espiritual o ateísmo poderia ter dado aos mineiros chilenos?



Fonte: http://www.christiantelegraph.com/issue11104.html

sábado, outubro 16, 2010

A paciência holandesa tem os seus limites

Os holandeses vão literalmente destruir o seu próprio país (com a sua famosa tolerância) ao permitirem uma colonização hostil por parte dos muçulmanos. No entanto, como esquerdistas que são, eles já não são tão tolerantes em relação ao cristianismo:
"Se a inscrição dissesse 'Allah Akbar', o conselho não se atreveria a removê-lo" disse Marianne Bons, membra da Igreja Protestante Reformada Holandesa. Ela refere-se à inscrição "Jesus Salva" que se encontra no telhado de uma fazenda. O conselho disse que o texto tem que ser removido. O dono da fazenda, o evangélico Joop van Ooijen, recusa-se a obedecer. O incidente uniu cristãos de várias denominações em redor da mensagem.

Descrevendo a atitude actual dos holandeses em relação à religião a srª Bons afirmou que "Nós podemos acreditar no que nós bem entendermos neste país, desde que não tenha nada a ver com cristãos ou com a Igreja".

O sr Van Ooijen tem-se aguentado durante os últimos 2 anos ao recusar-se a remover a mensagem do seu telhado. O conselho local de Giessenlanden tem-no multado 500 euros por semana mas ele recusa-se a pagar. Ele tem lutado a decisão durante os últimos dois anos e está disposto a ir até ao Tribunal Europeu se for necessário.

Boa sorte em obter algo mais de esquerdismo mandatório a partir do Tribunal Europeu.

Bons e Van Ooijen vivem naquilo que se chama a "Cintura Bíblica" da Holanda. Essa zona está anos-luz longe das autoridades esquerdistas que arrogantemente presidem sobre o declínio da Europa.

sexta-feira, outubro 15, 2010

Deus tem sentido de humor: China e o cristianismo

Tanto trabalho que os ateus estão a ter em combater o cristianismo aqui no ocidente, enquanto Deus está a levantar um verdadeiro exército do outro lado do mundo.

Tanto trabalho para nada. Bolas, pá!

China pode se tornar maior país cristão do mundo em algumas décadas

Reportagem do jornal Guardian mostra que há conversões em massa dos chineses ao cristianismo. Enquanto isso, o Estado, com medo do crescimento das igrejas em casas, está construindo várias igrejas (entre católicas e protestantes) e investindo em seminários cristãos.

Hoje, existem cerca de 40 milhões de cristãos registrados no Estado, mas, segundo o CBN, se acrescentarmos os cristãos que se reúnem em casas (logo, não-registrados), o número pode chegar a 100 milhões.

Uma diferença do cristianismo do século XXI na China daquele do início do século passado ou antes, é que o movimento cristão de hoje é liderado pelos próprios chineses, ao contrário de antes, liderado por missionários americanos ou pessoas vindas do Vaticano. Além disso, esses novos cristãos chineses creem que Deus lhes deu a missão de também converter seus familiares, amigos e a nação chinesa.

Em sua recente trajetória e com o Estado apoiando, como o ex-chefe de Pequim da revista Time David Aikman nota, dentro de três décadas poderá haver cerca de 400 milhões de cristãos na China. O futuro do Cristianismo pode bem estar no Oriente.

Vale lembrar também que a Coreia do Sul é um grande país cristão, o segundo que mais envia missionários em todo o mundo, além de ser o país onde estão as maiores igrejas evangélicas do mundo. O Cristianismo também cresce em Hong Kong.

Recentemente, David Aikman escreveu o livro "Jesus em Pequim: Como o Cristianismo está transformando a China e mudando a balança global do poder". Veja crítica aqui.

Fonte: Guardian e Asian Review of Books

segunda-feira, outubro 04, 2010

Sexualização da sociedade inglesa começa a dar "frutos"

Se um país tão anti-cristão como a Inglaterra começa a acordar para os perigos da sexualização da sociedade, então as coisas estão piores do que se pensava.

Incrível como mais uma vez a Verdade Bíblica se confirma: quando um homem, organização, grupo ou país se afasta da Moral Bíblica, invariavelmente eles caminham para a degeneração e auto-destruição. O ser humano caído olha para os Mandamentos de Deus como uma "prisão" ou algo que os "impede" de atingir o seu potencial ou a alegria que acha que é sua mas ele está totalmente errado.

Os Mandamentos de Deus foram-nos graciosamente dados para que tenhamos "uma vida em abundância" (João 10:10). Uma das condições para se ter uma vida plena é tentar viver de forma sã em corpo e em espírito. Uma nação cujos líderes estão em vias de tornar o Cristianismo uma religião ilegal não pode nunca ter uma vida abundante mas sim uma vida destrutiva.

Aqueles que se apercebem da sua condição de caídos e "destituídos da Gloria de Deus" (Romanos 3:23) e se aliam ao Criador, aumentam as suas possibilidades de terem uma vida mais realizadora do que aqueles que rejeitam o Criador. Aquilo que está a acontecer à Inglaterra é mais um exemplo do que acontece quando o Criador e a Sua Palavra são postos de lado.

99 por cento das músicas nas paradas de sucesso são “pornografia sutil”
Hilary White
LONDRES, Inglaterra, 20 de agosto de 2010 (Notícias Pró-Família) — Embora os líderes religiosos tenham estado avisando acerca dos efeitos morais no cenário da moderna música popular há décadas, agora até mesmo alguns líderes da indústria musical estão expressando suas preocupações. Hoje o produtor musical Mike Stock disse para os meios de comunicação britânicos que ele crê que a cultura popular está “sexualizando” as crianças.
“A indústria musical foi longe demais. Não é sobre eu ser antiquado. É sobre manter valores que são importantes no mundo moderno. Nesta época, você não consegue assistir às estrelas modernas — como Britney Spears ou Lady Gaga — com uma criança de dois anos”.
“Noventa e nove por cento das listas de músicas de sucesso é música popular e 99 por cento disso é pornografia sutil”, acrescentou ele.
Stock é membro do trio dos “legendários” produtores musicais que constituem Stock Aitken Waterman, cujas propriedades de talentos têm incluído Cliff Richard, Debbie Harry, Donna Summer, La Toya Jackson e Kylie Minogue. O trio foi uma das mais bem sucedidas parcerias de composição e produção de músicas na história do negócio das músicas, com mais de 40 das 100 paradas de sucesso da Inglaterra, e ganhando uma fortuna estimada em 60 milhões de libras.
Stock disse para o jornal Daily Mail, “As crianças estão sendo forçadas a virar adultas numa fase em que são novas demais. Olhe para os vídeos. Eu não ia querer, por necessidade, que meus filhos pequenos assistissem a esses vídeos. Com certeza eu ficaria envergonhado de ficar sentado ali com minha mãe”.
Na Inglaterra “Hit Parade”, a primeira lista de vendas de discos ingleses no começo da era da música popular, foi publicada em novembro de 1952, e era medida pelas vendas de partituras musicais. A primeira música número 1 na Hit Parade da Inglaterra foi “Here in My Heart” (Aqui está o meu coração) de Al Martino, o “cantor romântico popular” e ator ítalo-americano que é também conhecido por sua atuação como personagem Johnny Fontane no filme “The Godfather” (O Poderoso Chefão) de 1972.
Nesta semana, a Rádio BBC 1 declarou em reportagem que a posição número 1 na Inglaterra estava sendo mantida pelo cantor de rap Tramar Dillard, mais bem conhecido por seu nome artístico “Flo Rida”, por sua composição musical de rap “Club Can’t Handle Me” (O clube não consegue me suportar). A música, feita em grande parte em duas notas da escala musical, inclui um vídeo em que uma multidão frenética de frequentadores de clube noturno sai do clube tempestivamente e vai para as ruas, destruindo um loja de esquina e terminam fazendo giros numa lavandeira automática.
A amplamente criticada música de Lady Gaga “Alejandro” caiu para número 22 na lista das músicas mais populares. O vídeo apresenta Lady Gaga, exibida em peças íntimas bem curtas e traje debochador de freira, simulando sexo sadomasoquista e engolindo um rosário. Mostra também uma equipe de dançarinos seminus simulando atos homossexuais, temas que são tão comuns que estão começando a ser considerados ultrapassados na cultura popular britânica.
“Antes de as crianças chegarem a colocar o pé na escola, elas já têm todas essas imagens — os vídeos populares e jogos de computador como Grand Theft Auto — as confrontando, e os pais não conseguem impor controle”, continuou Stock.
Ele respondeu às preocupações dos pais produzindo o que ele chamou de “programa dirigido à família”. O “Go! Go! Go! Show” é um programa de música popular e danças realizadas por cantores quase adolescentes que está recebendo críticas positivas em Londres.
Brian Clowes, diretor de pesquisas da organização pró-vida e pró-família Human Life International, expressou surpresa que haja ainda alguém que “não creia que a indústria musical corrompa os valores morais, sexualize as meninas e desrespeite as mulheres”.
Tais pessoas, ele disse para LSN, “deveriam simplesmente visitar o YouTube e selecionar qualquer meia dezena de vídeos musicais para assistir”.
“Há só um punhado de artistas que chega a tentar promover bons valores morais, já que isso é considerado ‘maçante’ e, ainda mais importante, inútil. Muitos cantores fazem de seu alvo meninas pré-adolescentes com suas mensagens, e então essas meninas seguem o conselho e letras que ouvem e terminam arruinando suas vidas” comentou Clowes.
“É verdade que não somos forçados a assistir a esse lixo; mas somos também responsáveis por assegurar que nossas crianças cresçam santas, saudáveis e felizes. Se elas seguirem os vídeos e programas musicais, elas não conseguirão ser santas, saudáveis e felizes”.
Traduzido por Julio Severo: www.juliosevero.com
Veja também este artigo original em inglês: http://www.lifesite.net/ldn/viewonsite.html?articleid=10082007

Peter Hitchens converteu-se do ateísmo ao Cristianismo

Fiquei surpreendido como uma pintura do inferno foi a forma que Deus usou para trazer esta criatura de Deus para a Sua família. Isto pode ser um bom exemplo para nós cristãos que por vezes pensamos que o que fazemos ou escrevemos (ou traduzimos) não está a ter efeito nenhum no mundo. Nós não sabemos disso.

Deus pode usar um post, uma linha ou uma palavra por ti escrita como faísca para incendiar o coração frio e rebelde. O importante é tentar sempre que possível colocar a Palavra de Deus nos posts uma vez que a Bíblia claramente diz que "A fé vem por ouvir, e ouvir a Palavra de Deus" (Romanos 10:17)

Outra coisa que é importante notar é como Peter Hitchens diz que os neo-ateus não sabem que tipo de forças eles estão a tentar invocar quando tentam destruir o cristianismo.

Aqui pode-se discordar com Peter porque alguns ateus já começaram a entender o que o fim do cristianismo na Europa significa. Cultura pós-cristã significa cultura pagã e não cultura "secular".

Amor não correspondido: evangélicos e judeus

Alguns líderes israelitas começam a ver quem de facto está do lado de Israel.
Dr. Stuart Schwartz
Quem teria pensado que a maior arma no combate à crescente onda de antissemitismo nos Estados Unidos de Obama se encontraria nestas palavras: “Jesus me ama! Disto eu sei, pois é o que a Bíblia me diz.
Os filhos dos cristãos evangélicos cantam este hino em escolas bíblicas de todo o país, refletindo a crença em uma vida vivida de acordo com a vontade de Deus, tal qual revelada na Bíblia. Nada de relativismo moral aqui: de um lado, uma existência que honre a Deus; do outro, o pecado e a rebeldia. Certo e errado — simples assim. E é esta visão bíblica do mundo que embasa o apoio inabalável dos cristãos evangélicos a Israel e ao Judaísmo. Como o primeiro-ministro Benjamin Netanyahu observou, Israel e os judeus “não têm maiores amigos e aliados” do que a comunidade de 70 milhões de cristãos evangélicos dos Estados Unidos — amigos melhores, na verdade, do que boa parte da comunidade judaica americana.
Sua visão de mundo — influenciada pelos valores judaico-cristãos que embasam as Escrituras — sempre tem levado os evangélicos à conclusão de que a obra-em-curso conhecida como Israel merece apoio, em uma região do mundo onde brutalidade, terrorismo, e desprezo às mulheres são o status quo. Enfatizando o valor individual e uma vida correta, os israelenses possuem uma clareza moral que lhes permitiu construir uma democracia que está em sexto lugar entre 35 países democráticos no que diz respeito à justiça, próximo aos Estados Unidos. Os evangélicos americanos reconhecem isso, parcialmente contrabalançando o apoio suicida que uma parte significativa da comunidade judaica dá ao Partido Democrata, que se alia com aqueles que desejam eliminar os judeus, tanto estrangeiros quanto domésticos. Uma medida do poder desse apoio é o trabalho a que os esquerdistas têm se dado, diz Ed Lasky, da American Thinker, para criar uma cisão entre os evangélicos e Israel.
O Cristianismo continua a pôr de lado uma longa história de antissemitismo, para se investir do que os evangélicos, cada vez mais influentes, veem como uma perspectiva divina do povo judeu. O manual de teologia evangélica mais popular em voga é bastante direto em sua instrução aos crentes: reverenciar e respeitar o lugar especial dos judeus, do Judaísmo e de Israel no plano de Deus para a humanidade. Zev Chafets, politico israelense e ex-colunista do New York Daily News, chama a aliança judaico-evangélica de “um casamento feito no céu.” O Dr. Randall Price, líder do prestigioso instituto de estudos judaicos da Liberty University (universidade evangélica), tem uma relação de 30 anos com Israel, baseada na ordem para “amar a Deus, amar Israel e amar os judeus” dada pelas Escrituras.
Essa abordagem de base bíblica produziu um forte apoio evangélico. O turismo cristão manteve vivo o setor de turismo Israelense, enquanto os judeus o evitavam. O Ministério do Turismo israelense informa que 1.8 milhões dos 3 milhões de visitantes do ano passado eram cristãos, totalizando um aumento de 40% nos últimos oito anos, entre os cristãos dos Estados Unidos.
Os evangélicos são dramaticamente mais simpáticos a Israel do que os quase seis milhões de judeus americanos que, de acordo com a Pesquisa Populacional Judaica Nacional, se identificam como judeus reformados e/ou seculares, muitos dos quais são hostis, tanto a Israel quanto ao Judaísmo de base bíblica. Eles rejeitam Deus em favor da “nacionalidade.” Como Dennis Prager, o colunista e apresentador de talk show que se descreve como um judeu que honra a Bíblia observa, "a religião deles raramente é o Judaísmo.” Ao invés disso, “é todos os ‘ismos’ da esquerda. Eles incluem liberalismo, socialismo, feminismo, marxismo e ambientalismo.”
Resultado: Deus se tornou o inimigo de um número significativo de judeus americanos e os inimigos de Deus, seus aliados. O destacado erudito James Q. Wilson, ex-professor de Harvard que ganhou a Medalha Presidencial da Liberdade pela “clareza moral” de sua erudição, apontou que, na verdade, Deus está de permeio, entre a metade progressista e mais visível da comunidade judaica americana e os evangélicos. Os evangélicos olham as Escrituras como um guia para uma existência moral, enquanto que os judeus progressistas são radicais ordinários que veem Deus como um mito opressivo.
Ele prossegue: Depois que “as ideias do marxismo sobre o proletariado comprovaram ser falsas e o capitalismo provou ser o melhor meio de se alcançar a abundância econômica,” a esquerda substituiu “o proletariado” com “o oprimido” como seu “objeto de afeição.” Para a esquerda judaica, “Israel apenas substituiu John D. Rockefeller no topo de sua lista (de inimigos)”. Esses judeus são parte de uma fervorosa esquerda para a qual faz sentido que os cristãos evangélicos apoiem Israel, pois ambos reforçam o terrorismo com sua opressão aos “indefesos.” O caso em questão: o judeu furiosamente marxista e antissemita Dr. David Boyarin, um professor de Talmude (comentários tradicionais à bíblia judaica) na Universidade da Califórnia, em Berkeley, que afirma que a mais alta forma de judaísmo é a destruição de Israel e que a composição da raça judaica — se deixada crescer — resultará na opressão dos outros por parte dos judeus.
Os judeus americanos precisam repensar as alianças. O colunista e comentarista da Fox News Charles Krauthammer alerta a comunidade judaica de que “é um sinal da desorientação de um povo aflito e confuso que nós devamos achar tão difícil distinguir nossos amigos de nossos inimigos.” Ele bem pode ter tido em mente os comentários do rabino Eric Yoffie, que dirige a maior e mais amplamente secular afiliada do judaísmo americano (e que menos apoia Israel). Yoffie comparou líderes evangélicos como o falecido Dr. Jerry Falwell a Hitler. Entretanto, de acordo com Yechiel Eckstein, o rabino ortodoxo que dirige a Associação Internacional de Cristãos e Judeus, Falwell teve uma longa e intensa relação de amor com Israel e o Judaísmo, baseada em valores bíblicos comuns — em outras palavras, porque foi o que a Bíblia lhe ensinou. Outro judeu americano progressista, o líder de uma das maiores organizações judaicas nos Estados Unidos, a Liga Anti-Difamação, recentemente “declarou guerra contra os cristãos conservadores.” Os judeus progressistas têm demonstrado que, na ausência da fé no Deus das Escrituras e de uma visão de mundo baseada na Bíblia, os judeus americanos tendem à hostilidade contra Israel e à moralidade inspirada por Deus que define o judaísmo centrado na Bíblia (veja “Pensamento Progressista Judaico e o Novo Antissemitismo”). Na verdade, como o pensador americano Richard Baehr coloca, muitos já estão “trabalhando para o inimigo.”
Rodney Stark, o sociólogo educado em Berkeley que fez grande carreira explodindo o dogma das esquerdistas Elites do Conhecimento (o título de seu recente e altamente louvado estudo dos efeitos do Cristianismo sobre a cultura dá uma ideia de sua abordagem, “The Victory of Reason: How Christianity Led to Freedom, Capitalism, and Western Success” [A Vitória da Razão: Como o Cristianismo levou à Liberdade, ao Capitalismo e ao Sucesso Ocidental]), usa um estudo para mostrar que os “judeus irreligiosos” compõem uma parcela significativa das elites altamente educadas que estão abertas às religiões da Nova Era e a movimentos cúlticos. Os judeus irreligiosos afluem a movimentos semirreligiosos, tanto políticos quanto sociais, porque eles “carecem de uma ancoragem (na) fé convencional” das tradições judaico-cristãs. Em outras palavras, eles estão espiritualmente desnutridos.
Como Pogo, o personagem dos quadrinhos, (e gambá não sectário), famosamente disse, "Nós encontramos o inimigo e ele é a gente." Sem referências bíblicas, os judeus progressistas americanos se enfiaram em uma cena autodestrutiva de bar saída de Jornada nas Estrelas, um boteco Mos Eisley de liberais típicos, acadêmicos marxistas, e elites políticas e midiáticas abrindo o caminho a rosnadas rumo a sua aniquilação.
Talvez seja a hora de a outra metade mostrar sua cara. A parte menos visível da comunidade judaica americana teria, nos evangélicos, aliados fiéis, a exemplo de Israel, apoiando, juntamente com eles, as tradições judaico-cristãs e uma nação de Israel que tem sempre demonstrado moralidade e moderação para com aqueles que buscam destruí-la.
O que seria necessário? O primeiro passo para a comunidade judaica americana é adotar o slogan que surgiu de suas tradições bíblicas, servindo de fundação para o apoio cristão aos judeus e Israel: "Em Deus confiamos."
O Dr. Stuart H. Schwartz é ex-executivo na área de jornalismo e de vendas. Atualmente estuda na Liberty University, em Lynchburg, Virginia.
Tradução de Larry Martins, da equipe do blog DEXTRA, feita por recomendação e a pedido de Julio Severo
Texto original: The American Thinker
Divulgação: www.juliosevero.com

sexta-feira, outubro 01, 2010

O colapso das igrejas evandélicas ocidentais?

O "Vox Day" escreveu um artigo onde analisa as previsões do fim das igrejas evangélicas americanas. Mas os ateus que não se alegrem porque Deus tem uma surpresa que os vai deixar de olhos em bico.

O que nós temos aqui, nesta previsão do colapso do movimento evangélico, é o tipicamente americano falhanço de olhar para além das fronteiras culturais enquanto se tenta contemplar as tendências globais:
Estamos em vias de assistir durante os próximos 10 anos ao colapso do Cristianismo Evangélico. Esta fim anunciado vai acompanhar a deterioração do mundo Protestante e vai alterar fundamentalmente o ambiente cultural e religioso do Ocidente. Dentro de duas gerações, o "evangeliquismo" vai ser uma casa vazia de seus ocupantes. (Entre 25 a 35% dos americanos são protestantes.)

Durante o "Protestante" século 20 os evangélicos floresceram, mas dentro em breve eles irão viver num século 21 religiosamente antagonista. Este colapso vai anunciar a chegada do capítulo anti-cristão do ocidente pós-cristão. A intolerância ao Cristianismo vai subir para níveis muitos de nós nunca acreditaria ser possível durante as nossas vidas. As políticas públicas vão-se tornar hostis ao Cristianismo evangélico, olhando para ele como o inimigo do bem comum.

Se a nossa sensibilidade cultural se limita à Europa e aos Estados Unidos - como é o caso dos Novos Ateus e dos Cristãos americanos - esta previsão faz todo o sentido enquanto se ignorarem as tendências demográficas. Mas a partir do momento em que levamos em conta o crescimento explosivo do Cristianismo em África e na Ásia, esta tese cai por terra.

Artigo proveniente do NPR, por incrível que pareça: Na Terra de Mao, a Crescente Onda do Cristianismo:

Sondagens oficiais feitas pelos chineses agora mostram que 1 em cada 3 chineses descreve-se como cristão, um número surpreendente num país oficialmente ateu e onde a religião estava banida até 3 décadas atrás.

Os últimos 30 anos de reformas económicas testemunharam um crescimento de crença religiosa. O governo chinês reconhece oficialmente 5 religiões: Protestantismo, Catolicismo, Budismo, Islão e Daoísmo. O maior crescimento de todos tem-se verificado no Cristianismo, o mesmo que o governo tem tentado controlar.

Algumas sondagens recentes calcularam que podem existir até 100 milhões de protestantes chineses. Isto pode significar que a China tem mais cristãos do que membros do Partido Comunista, actualmente contabilizado nos 75 milhões.

Não tenho dúvidas que as crescentes igrejas "liberais" evangélicas vão seguir o caminho das antigas denominações e declinar até a irrelevância. Mal é cortada da raiz nutridora da Palavra de Deus, a igreja Cristã invariavelmente morre.

Há alguns sinais que suportem isto, mas o mais visível de todos é o estabelecimento de mulheres no púlpito. Um exercício revelador é contar o número de "eu" que uma pregador feminina faz nos seus "sermões" e fazer o mesmo quando é um homem a pregar. Eu lembro-me de um ilustre exemplo em Woodland Hills onde eu desisti e parei de contar as referências à sua própria pessoa uma vez que o monólogo narcisista era mais sobre esta mulher e os seus sentimentos do que uma psicoterapia normal.

Uma vez que o governo dos EUA tem sido basicamente bem sucedido em controlar as igrejas através do estabelecimento de licenças federais, é de se notar que embora a China esteja a tentar utilizar a mesma táctica, os cristãos chineses já estão bem familiarizados com os custos da centralização para resistir os esforços estatais de os controlar.

Os EUA estão a seguir o mesmo caminho que a Europa seguiu até chegar ao período pós-cristão. Mas como se pode ver pela Europa, uma Europa pós-cristã secular não é suportável e rapidamente inclina-se para o paganismo. E como já foi muitas vezes demonstrado através da História, o paganismo é facilmente vencido pelo Cristianismo. É um ciclo histórico observável.

Infelizmente, os ciclos históricos estão lavados de sangue.

segunda-feira, setembro 27, 2010

Insatisfação no pecado; satisfação em Deus

Provérbios 14:14

Dos seus próprios caminhos se fartará o infiel de coração, como também o homem bom se contentará dos seus.

quinta-feira, setembro 16, 2010

Provincia chinesa combate promiscuidade usando material cristão

A província chinesa de Yunnan está a implementar um novo programa sexual que visa encorajar a castidade entre os jovens baseando-se em material produzido pela organização cristã Focus on the Family.

O programa ensina o valor da abstinência sexual até ao casamento, e alegadamente oferece sugestões em como responder quando os rapazes tentam ter relações sexuais prematuras. Por exemplo, se o rapaz diz "é seguro. Eu tenho um preservativo," a rapariga é ensinada a responder "tu queres apostar o meu futuro com esse preservativo?"

Este programa está a ser oferecido em jeito de resposta ao aumento da promiscuidade sexual entre os adolescentes chineses, reportou o jornal espanhol ABC.

De acordo com uma pesquisa feita a estudantes universitários chineses levada a cabo em Abril último, 14.4% reportou ter tido relações sexuais fora do casamento, e 70% considerou isso aceitável.

Embora estes valores sejam baixos segundo os padrões ocidentais, eles causaram preocupação entre a liderança política chinesa.

O nível astronómico das taxas de aborto na China (cerca de 13 milhões por ano) está associado a tais relações sexuais fugazes entre os jovens.

Yang Gongh, um dos directores deste programa, disse ao jornal "China's Global Times" que tais programas, que são chamados de "educação sexual e educação de vida", vão ser iniciados em outras províncias também.

Conclusão:

Pelos vistos os chineses já se aperceberam que os "métodos" ocidentais para combater a epidemia de DST (doenças sexualmente transmitidas) não funcionam, e por isso optaram por outras vias. E fizeram bem. Distribuir preservativos como forma de combater a promiscuidade (ou de reduzir as DST) faz tanto sentido como dar fósforos às crianças como forma de ensiná-los que brincar com fogo é perigoso.

Curioso que um país que durante tanto tempo lutou contra Deus agora apercebe-se de que as coisas funcionam melhor quando a Sua Moral sexual é posta em prática.

Que pena que um país supostamente católico como Portugal esteja a ser levado na direcção contrária pelos socialistas que controlam os nossos destinos.

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