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domingo, outubro 24, 2010

Normalizando a estupidez:Transvestis querem usar as duas casas de banho

Transvestis argentinos estão em oposição à nova legislação que propõe criar uma terceira casa de banho para os transvesti em zonas comerciais.

A lei proposta, avançada pela intendente municipal Gimena Abonassar, tenciona proteger as mulheres dos homens que entram nas suas casas de banho vestidos como mulheres. Segundo se sabe, isto tem-se verificado com alguma frequência em alguns países. Claro que isto só surpreende quem quer ser surpreendido.

Temos em mente a criação de uma terceira casa de banho para os transvestis uma vez que alguns pais tem-se queixado que as suas filhas sentem-se desconfortáveis com a presença deles enquanto elas usavam a casa de banho.
Claro! Qual é o pai responsável que não se sentiria perturbado em saber que a sua filha pode estar a usar uma casa de banho onde homens mentalmente perturbados podem estar presentes? (Sim, homens que se vestem de mulheres é evidência de algum distúrbio emocional)

Embora Abonassar tenha afirmado que o grupo transvesti local apoie a medida, a Associação de Transvestis, Transsexuais e Transgéneros da Argentina (ATTTA) recusa-se a aceitá-la.

Nós somos contra essa medida porque ela aparenta ser descriminação.
Ah, lá está a palavra mágica "descriminação". Basta usar esta palavra para destruir toda e qualquer objecção à perversão.
A intendente municipal deveria informar-se mais e legislar em favor de mais integração.
Tradução: não ofereçam resistência à nossa agenda de ter acesso a rapariguinhas longe dos seus pais dentro das casas de banho.
A única coisa que esta lei consegue atingir é mais descriminação, sendo assim mais um exemplo de transfobia da parte de muitos políticos que não sabem o que as pessoas necessitam.
Hmm, não, senhores da ATTTA. A senhora intendente municipal está a pensar racionalmente quando propõe que homens que se vestem de mulheres não entrem numa casa de banho feminina. Chama-se a isto "bom senso".
Que triste situação chegou a civilização ocidental quando temos que criar uma TERCEIRA casa de banho para acomodar pessoas com distúrbios emocionais. Mas mal por mal, antes assim do que deixar que homens entrem em casas de banho femininas.

Talvez não seja má ideia construir uma terceira casa de banho para os homossexuais e transvestis uma vez que a existência de duas casas de banho tem como base (ou uma das bases) a atracção.

Se um homem está proibido de entrar numa casa de banho feminina por causa da atracção, então um homem homossexual também não deveria entrar numa casa de banho para homens. O mesmo para as lésbicas. Temos que ter então 5 casas de banho: uma para os homens com orientação sexual normal, outra para as mulheres com orientação sexual normal, outra para os homens homossexuais, outra para as lésbicas e outra para os transgénero/transvestis.

Tais são as consequências da normalização de comportamentos sexuais anormais.


segunda-feira, outubro 18, 2010

Aborto: orar faz a diferença


September 27, 2010 (40DaysforLife.com) - We often receive stories that get straight to the heart of what 40 Days for Life is all about. This one comes from Steve in Charlottesville, Virginia:

40 Days for Life is upon us and sometimes it’s hard to muster the courage and energy to confront the dark cloud of abortion that hangs over this nation. However, occasionally a ray of light shines through the darkness to remind us that God is still there and His love is triumphant.

When I moved to Charlottesville this summer I met a couple men who had been standing outside of Planned Parenthood for years. In fact, one of them had been standing for so long that he was starting to question his service.

He said to me, “It’s very rare that I get any positive feedback.” I told him that it was a small town, but I knew from my experience in Houston that lives were being changed simply by the presence of men and women outside of the abortion clinic praying and handing out literature.

No sooner had he crossed the street than a woman pulled up into the Planned Parenthood parking lot and started yelling at me. At first I thought she angry with me. But then she told me she wanted to tell me something. She pointed to the back seat of her car and said she had a grandson in a car seat that was alive because people were standing outside of the clinic — and she wanted to say thank you.

I ran across the street to the parking lot where my friend was parked to tell him the good news. But God wasn’t done!

A week later a young woman pulled off the side of the road to tell me that she, too, had changed her mind because people were standing outside of the clinic.

This woman later sent Steve a note. Here’s what she said:

I’m not sure why I was so inclined to stop and speak to you but remember feeling like I needed to tell someone my story, someone who changed my thought process when I was trying to decide whether or not I should carry my child to term.

I cannot thank you and others like you enough for standing up for what you believe in, because had it not been for you all I may have made a horrible decision and terminated my pregnancy. My girl is my entire world, and everything I do now is so that I can create a better life for her.

Please, do not stop doing what you are doing. I know it may seem like your messages are falling on deaf eyes and blind eyes, but I can assure you that me and my daughter are proof of the power that you all have.

“So when your feet start to hurt and your back begins to ache,” said Steve, “just remember this baby is alive today because a group of people overcame their fears, anxieties, and personal plans to help others.”

Amen!

sábado, outubro 09, 2010

Horripilante: aborcionistas apanhados com bebés abortados no congelador

A polícia fez uma rusga aos estabelecimentos de dois aborcionistas de Maryland e encontrou dúzias de bebés não nascidos em arcas congeladores.

As entidades de Maryland suspenderam as licenças dos dois "médicos" e ordenou que eles parassem de exercer Medicina no Estado. (WJZ)

O NC Register reportou:

Dois aborcionistas de Maryland (Dr. Steven Brigham e Dr. Nicola Riley) foram ordenados a parar de executar abortos em Maryland depois de uma mulher ter sido severamente ferida.

Subsequentemente, a polícia fez uma rusga às instalações em busca de registos médicos e, para seu horror, descobriram dúzias de bebés não nascidos guardados no congelador.

Depois do choque e dos sentimentos de repugna, a minha mente recuou alguns meses até um incidente que ocorreu por essa altura.

Isto seria uma história estranha e horrível se nunca tivesse ocorrido no passado, mas a alguns meses outro aborcionista (desta vez, em Filadélfia) foi apanhado com bebés abortados guardados em jarros.

Podem ver essa história de horror e nojo aqui.
As instalações do aborcionista Kermit Gosnell foram sujeitas a uma rusga no princípio deste ano, e o que se verificou lá é que as condições de higiene eram "deploráveis".
Mas eu pensava que legalizando o aborto, todas as mulheres teriam condições "excelentes" para matar os seus filhos, mas pelos vistos não foi isso que aconteceu.. Mesmo com o aborto legalizado, os abortos em condições bárbaras continuam. Parece que esse argumento era - como sempre acontece - falso.
As autoridades reportaram que "havia sangue no chão e partes do corpo de fetos abortados estavam dispostos em jarras".
Quando Deus é Removido da vida pública, quem sofre com isso são os mais frágeis da sociedade.

"Obrigado", feministas. A vossa cultura de morte está a reduzir o valor dum ser humano para o nível dum coelho, um rato ou um outro animal "digno" de ser exposto numa jarra.

Que Deus tenha misericórdia de todos nós, especialmente de todos aqueles que não só oferecem os seus filhos para o sacrifício humano, como também daqueles que tem prazer na morte de inocentes.


Jérôme Lejeune, geneticist. Discovery the Down’s syndrome:
  • If a fertilized ovule is not in itself a human, it could not become one, because nothing is added to it.

Pode-se perguntar qual é a relação entre o aborto e o debate “evolução versus criação”, mas acho que é bem claro. A crença de que se pode remover o bebé de dentro do útero humano e deitá-lo fora como um pedaço de carne é uma das consequências da rejeição do Deus Criador.

Se as pessoas pensam que não são o resultado do Poder criativo de Deus, mas sim uma forma de vida que, por acaso, conseguiu sobreviver ao longo dos milhões de anos, então o aborto é perfeitamente aceitável.

Quem não aceita o que Deus diz na Bíblia, e o valor que Deus confere ao ser humano desde o momento da concepção, é mais susceptível de estar de acordo com o aborto do que aquele que aceita a Bíblia como a Palavra de Deus.

Não é por acaso que alguns dos países com incidência elevada de aborto são países que foram dominados pela ideologia ateísta com o nome de comunismo durante muitos anos.

Salmo 130:13-16
Pois possuíste os meus rins; entreteceste-me no ventre de minha mãe. Eu Te louvarei, porque de um modo terrível e tão maravilhoso fui formado; maravilhosas são as Tuas obras, e a minha alma o sabe muito bem. Os meus ossos não Te foram encobertos, quando, no oculto, fui formado e entretecido, como nas profundezas da terra. Os teus olhos viram o meu corpo ainda informe, e no Teu livro todas estas coisas foram escritas; as quais iam sendo, dia a dia, formadas, quando nem ainda uma delas havia.

quarta-feira, outubro 06, 2010

Educação sexual nas escolas…

Coube-nos em sorte viver num tempo em que o óbvio deixou de o ser. Fomos apanhados de surpresa? Em parte. Na parte exacta em que às coisas que o nosso "instinto moral" tem como boas e duradouras falta, por vezes, o apoio de um discurso mais convincente para todos.

Também por isso, este tempo é um tempo bom.

A publicação da Lei 60/2009 de 6 de Agosto (e sua Portaria nº. 196-A/2010 de 9 de Abril) trouxe a educação sexual para a ordem do dia.

Apesar da relativa controvérsia, a Assembleia da República impôs a educação sexual, única e estatal, nos projectos educativos das escolas. Há agora algum mal-estar nas famílias e nas escolas: feriram-se os valores democráticos de fundo, alastra a dúvida sobre como reagir, e paira um medo difuso das retaliações para quem reagir

O momento é de firmeza tranquila, de pensamento prudente, e de acções fundamentadas.

Duas questões fundamentais se colocam:

· Primeira: são os pais quem tem o direito de educar os filhos. E têm o direito de o fazer segundo as suas convicções religiosas, políticas e filosóficas. Assim o reconhece a Constituição da Republica (Artigo 36.º , nº. 5. e Artigo 43.º) e a Declaração Universal dos Direitos Humanos (Artigo 26.º, nº. 3.)

Não basta, pois, que o Estado se mostre disponível para “ouvir os pais”, para depois fazer o que quiser. A vontade dos pais quanto à educação sexual – intimamente ligada à matriz valorativa que cada família escolhe em liberdade - deve ser respeitada, sem qualquer condicionamento.

Isso implica, à cabeça, que os pais tanto devem poder optar pela educação sexual oferecida nas escolas, como devem poder igualmente optar por recusar essa educação sexual oferecida pelas escolas.

· Segunda: qualquer programa de educação sexual, para vigorar nas escolas, tem de se fundar num trabalho científico metódico e sério.
Ora há muitas questões ainda sem resposta dada pelo Ministério, pelo que não é tolerável arriscar que os nossos filhos sejam usados nas experiências laboratoriais dos ideólogos do ministério.

O movimento de pais e cidadãos que se agregam em torno desta questão, pediu, e espera, junto do Ministério da Educação e da Ministra a atitude que a situação exige: cancelar de imediato a educação sexual por não se poder impôr a todos as ideologias não científicas de alguns.

Entretanto, que pode fazer cada pai e cada mãe? Escrever à escola uma mensagem simples: "não autorizamos que o nosso filho (a nossa filha) assista a qualquer aula, acção ou aconselhamento relativo a “educação sexual” sem o nosso acordo por escrito, atempadamente solicitado pela escola.”

O que apreciamos? Pluralismo. O que exigimos? Liberdade.

Não seja o Estado a definir o comportamento sexual dos jovens. Sejam os pais a educar os filhos.

plataforma-rn.org

domingo, outubro 03, 2010

Homossexual Tenta Violar Adolescente, É Agredido e Morre no Hospital

Será que a homofobia nunca mais terá um fim?

Homem homossexual tenta estuprar adolescente, é agredido e morre em hospital no interior de SP

DE RIBEIRÃO PRETO
Um vendedor homossexual acusado de tentar estuprar um adolescente no bairro Ipiranga, em Ribeirão Preto (313 km de São Paulo), morreu na noite de terça-feira em decorrência de agressões que sofreu no dia anterior.
De acordo com a Polícia Militar, Josué Fernandes da Silva, 32, agarrou o adolescente na porta de casa. Vizinhos ouviram os gritos do jovem e agrediram Silva. A Polícia Militar encontrou-o na rua, com marcas da agressão e seminu.
Silva foi encaminhado à UBDS (Unidade Básica Distrital de Saúde) do Sumarezinho, de onde foi levado ao CDP (Centro de Detenção Provisória) de Serra Azul.
Ele ficou em observação na enfermaria, mas na terça, com muitas dores, foi levado à UBDS do Castelo Branco, onde morreu às 20h, depois de receber atendimento médico. A reportagem não obteve contato com as famílias do adolescente e do acusado.
Comentário de Julio Severo: O crime relatado aqui é de natureza homossexual, porém a notícia omitiu completamente a palavra “homossexual”. Mas o que o jornal se recusa a mostrar, o Blog Julio Severo revela, inserindo no texto divulgado aqui, para maior clareza jornalística, a palavra em negrito que está na própria essência do crime noticiado.
Com a morte desse homossexual, agora mais um número incha as estatísticas de “crimes de homofobia” usadas para “provar” que os homossexuais são vítimas inocentes da brutalidade irracional de pessoas insanas, usando essas estatísticas para aprovar leis de proteção à sodomia, inclusive com direito de obrigar crianças e adolescentes a aprender que a sodomia é normal.
É óbvio que se a vítima fosse homossexual, o jornalismo esquerdista da Folha de S. Paulo não pouparia palavras como “homofobia”, “crime contra os direitos humanos”, “crime hediondo”, etc. E a reportagem traria o termo “homossexual”, que seria abundantemente usado a favor da agenda gay. Só em casos desfavoráveis ao homossexualismo é que o jornalismo irresponsável omite identificações fundamentais.
Líder de rede de pedofilia era influente assessor de assuntos homossexuais e crianças do governo escocês

domingo, setembro 26, 2010

Homossexual acusado de oferecer rapaz de 5 anos para sexo com adulto

Notícia com alguns anos, mas mesmo assim, relevante.

Oficial da Universidade Duke preso e acusado de oferecer rapaz de 5 anos para sexo.

Frank Mccorkle Lombard, director assistente do Centro para Políticas de Saúde, foi preso na Quarta Feira, 24 de Junho, depois de uma operação policial feita através da internet.

As autoridades afirmam que Lombard tentou persuadir uma pessoa - que ele não sabia ser um agente da polícia - a viajar para a Carolina do Norte para ter relações sexuais com uma criança.

Os detectives afirmam que Lombard declarou através da internet já ter molestado o rapaz. Os documentos legais dizem também que Lombard convidou o polícia a viajar até Carolina do Norte para ter relações sexuais com o pequeno rapaz, e até sugeriu que hotéis ele deveria usar.

Lombard disse que "gostava de incesto" e que ele tinha adoptado dois rapazes de etnia negra.

Oh.. mas as coisas ficam bem piores...
Na Segunda Feira, o detective Timothy Palchak da "Washington Metropolitan Police Department" conversou online com um indivíduo alcunhado de "F.L.".

O detective descreveu actos sexuais específicos que F.L. executou na criança de 5 anos.

Na transcrição das conversas entre o detective e F.L., este último é questionado sobre a forma de ter acesso a crianças tão jovens. Resposta do pedófilo?
"Adoptando. E o processo não é difícil se a criança for negra."
Este pedófilo homossexual com o "screen name" de F.L. (Frank Lombard?) diz que a forma mais fácil dum pedófilo ter acesso a crianças é.....adoptando.

Nessa tal conversa, F.L. disse ao detective Palchak que abusar crianças é "mais fácil quando elas não sabem o que lhes está a acontecer e quando eles não podiam falar." O pedófilo homossexual acrescentou que a criança "tinha ingerido demasiado Benadryl. Estava completamente pedrado."


Drogar crianças e depois abusar delas. Mais um evento que reforça a "sabedoria" de se entregar crianças indefesas a grupos sociais cujo estilo de vida é marcado por excessos sexuais.

quinta-feira, setembro 23, 2010

Padre católico filmado a apalpar uma criança dentro da igreja

O título do post é o sonho de qualquer esquerdista, mas infelizmente quem foi filmado a acariciar uma criança foi um muçulmano. Isto dentro de uma mesquita.

Pergunta relevante: qual é a orientação sexual de homens que sentem atracção por rapazes do mesmo sexo?



Uma das coisas mais horríficas deste vídeo é a passividade da criança. Alguma explicação para isto? Outra coisa relevante é que nem em locais de culto as crianças estão a salvo de predadores sexuais, na sua maioria, homossexuais.

domingo, setembro 19, 2010

Aborcionistas mexicanas conseguem a libertação de assassinas

Parece que a definição de aborto não é bem aquilo que as aborcionistas nos dizem. No México um grupo de mulheres deu à luz crianças saudáveis e depois mataram-nas. Obviamente foram presas por isso. Os grupos aborcionistas dizem que elas foram presas por motivo de "aborto".

Espera lá! Mas o aborto inclui seres humanos que já estão fora do corpo da mulher? Até quantos dias depois do nascimento ainda é "aborto" e quando é que passa a ser "assassínio"? Infelizmente as aborcionistas não dizem.

Matthew Cullinan Hoffman, correspondente na América Latina
GUANAJUATO, México, 2 de setembro de 2010 (Notícias Pró-Família) — Sete mulheres condenadas por infanticídio foram soltas pelo governador do estado de Guanajuato e por um juiz estadual depois de uma campanha imensa feita por grupos pró-aborto, que transformaram o caso delas num assunto amplamente discutido nos meios de comunicação nacionais.
O governador Juan Manuel Oliva também anunciou uma iniciativa legislativa para reduzir a pena criminal para o infanticídio entre 25 e 35 anos de prisão, para entre três e oito anos.
A decisão de soltar as mulheres ocorre depois de semanas de pressões feitas por organizações pró-aborto, membros do socialista Partido da Revolução Democrática (PRD) e dos meios de comunicação nacionais, os quais repetidamente afirmavam que as mulheres haviam realmente sido presas por “aborto”.
Hortensia Aragón Castillo, secretária geral do PRD, diz que não está satisfeita com as reformas legais propostas pelo governador Oliva, afirmando que “esquivam-se da questão central, que é a criminalização do direito de as mulheres decidirem sobre seus próprios corpos”.
Investigações feitas pelo Alto Comissário das Nações Unidas para os Direitos Humanos, bem como o comissário de direitos humanos do estado, não produziram nenhuma evidência de que as mulheres haviam sido condenadas por aborto deliberado. Contudo, grupos pró-aborto continuaram a insistir em que todas as sete mulheres presas por “assassinato por motivo de paternidade”, o termo legal no México que se refere a infanticídio, são inocentes da acusação.
Entre as que vão ser soltas está María Araceli Camargo, de 26 anos, condenada por infanticídio depois de dar a luz uma criança e abandoná-la para morrer numa latrina rural. De acordo com o jornal La Jornada, Camargo afirmou que achava que tinha diarreia, mas em vez disso deu a luz um bebê de 53 cm de comprimento, tamanho médio dos recém-nascidos, enquanto estava na latrina.
Em sua reportagem, La Jornada diz que Camargo cortou o cordão umbilical e abandonou o bebê, então foi até sua família afirmando que não estava se sentindo bem. Médicos do hospital para onde ela tinha sido levada reconheceram imediatamente que ela havia dado a luz, e alertaram os promotores, que encontraram a criança no fundo da latrina, com matéria fecal em seu sistema respiratório. Os promotores concluíram depois de uma autopsia que o bebê havia nascido saudável, com plena expectativa de vida. Camargo foi sentenciada a 26 anos de prisão, mas agora será solta depois de cumprir 8 anos.
Alma Yareli, solta recentemente pelo juiz estadual Miguel Valdez Reyes, havia sido condenada por infanticídio depois de dar a luz seu bebê de terceiro trimestre, o qual ela havia concebido num caso de adultério. Yareli afirmou que deu a luz o bebê prematuramente, e morto, numa banheira, e disse que ela foi motivada por medo quando o colocou num saco e o deixou numa rua, de acordo com o jornal Correo, de Guanajuato. Os promotores concluíram que o bebê de Yareli tinha morrido de hipotermia depois do nascimento.
Catorze outras mulheres estão atualmente sendo processadas pelo ministério público por crimes semelhantes, de acordo com reportagens dos meios de comunicação locais, embora haja dúvidas sobre o que será agora do caso delas.
Traduzido por Julio Severo: www.juliosevero.com
Veja também este artigo original em inglês: http://www.lifesite.net/ldn/viewonsite.html?articleid=10090301
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terça-feira, setembro 14, 2010

A Reveladora Visita de Bento XVI

A visita misteriosa de Bento XVI à Inglaterra - país europeu onde ele tem mais possibilidades de ser insultado - tem sido o alvo de todos os elitistas esquerdistas da Grã-Bretanha. Um conjunto de revolucionários sexuais e ultra-esquerdistas selvagens vai-se alinhar contra ele. Tais pessoas geralmente não tem muito apoio popular.

A sua campanha contra o Papa anterior seria insignificante pese embora o facto do seu ódio por tudo o que é cristão ser o mesmo. Mas agora, "graças" às reportagens de abusos sexuais contra crianças por parte de alguns padres (na sua esmagadora maioria, homossexuais), junto com as alegações de que a Igreja Católica não está a fazer o suficiente para modificar essa situação, as coisas mudaram.

Agora os esquerdistas podem esconder o seu natural e histórico ódio ao cristianismo por trás do manto da "revolta contra os abusos sexuais". Agora é respeitável atacar a Igreja Católica. Se calhar os esquerdistas ainda não perdoam o facto dos católicos (principalmente João Paulo) terem sido fundamentais para a destruição do maligno império ateu e comunista soviético.

A pedofilia é revoltante principalmente entre homens dedicados ao Bem. Mas o Vaticano não ensina os seus padres a abusar de crianças. A maioria dos padres não abusa crianças. Melhor ainda, o Papa que tem sido alvo de ataques injustificados por parte dos revolucionários sexuais, tem-se desdobrado em pedidos de desculpa por aquilo que os homossexuais tem feito às crianças católicas dentro das igrejas.

As acusações que são feitas a Bento XVI são, na sua vasta maioria, pura mentira. Há outras que são claras distorções. Alguns dos críticos da visita de Bento XVI também foram examinados e um nome surgiu no radar: Peter Tatchell.

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É de admirar a coragem física e moral de Tatchell principalmente se levarmos em conta que ele foi violentamente espancado pelos seguranças do esquerdista Robert Mugabe quando ele tentou fazer uma "prisão civil" a este monstro. Os efeitos do espancamento ainda o perturbam.

No entanto, isto não anula o que pode ser uma hipocrisia nas suas atitudes - e hipocrisia dos esquerdistas no geral - ao declarar guerra a Bento XVI por supostamente fazer vista grossa à pedofilia.

A 26 de Junho de 1997 Peter Tatchell escreveu um artigo para o jornal Guardian. Nele ele defendia um "livro académico" (acerca de "amor por rapazinhos") contra aquilo que ele considerou tentativas de o censurarem.

Depois de ter sido contactado por alguns jornalistas, ele ressalvou que ele é "contra o sexo entre adultos e crianças", e que o seu propósito principal por trás da publicação do artigo foi o de defender a liberdade de expressão. Peter afirmou que "Eu estava a defender o livro das tentativas de censura e não a aceitar a pedofilia".

Como sempre acontece com os esquerdistas, estas suas últimas palavras foram uma forma de tentar manter a postura de superioridade moral em relação a Bento XVI. As suas palavras no artigo foram bem para além da simples "defesa da liberdade de expressão" uma vez que uma das coisas que disse foi que os argumentos do livro não eram chocantes mas "corajosos".

Segundo este esquerdista, é "corajoso" escrever um livro onde se promove a pedofilia.

Como se isso não fosse suficientemente destrutivo, ele disse que o livro documentou "vários exemplos de sociedades onde o sexo inter-geracional é considerado normal". Ele deu o exemplo duma tribo na Nova Guiné onde "todos os rapazes novos tem experiências sexuais com guerreiros mais velhos como processo normal da sua iniciação à vida adulta" e supostamente crescem "felizes e perfeitamente ajustados no papel de maridos e pais".

Ele depois conclui:

A natureza positiva de algumas relações entre adultos e crianças não é restrito a culturas não Ocidentais. Vários amigos meus - homossexuais ou heterossexuais - afirmam terem tido relações sexuais com adultos a partir dos 9 anos até aos 13. Nenhum deles sentiu que estava a ser abusado, e todos dizem que essa foi a sua escolha consciente e que na altura isso lhes deu grande alegria.

Embora seja impossível de aprovar a pedofilia, já é tempo da sociedade reconhecer a verdade que de nem todo o sexo que envolva crianças é indesejado, abusivo e prejudicial.

É sempre bom quando um esquerdista revela as ramificações da revolução sexual de forma tão reveladora como Tatchell. O que ele disse em 1997 continua verdadeiramente chocante para a maioria de nós, mas o choque esfuma-se até a aceitação. Muitas das coisas que são "normais" hoje em dia seriam chocantes para a população inglesa há 50 anos. As pessoas habituam-se ao mal.

Quando é que saberemos quando parar? Ou será que vamos continuar assim até ao fim?

À medida que os distribuidores de preservativos e os "educadores" do sexo-sem-moral avançam nas nossas escolas, e à medida que a pornografia vai ganhando força nos computadores pessoais da juventude, parece claro que o choque, por si só, não é defesa contra esta incessante destruição das barreiras morais.

No entanto quando um dos poucos homens a nível mundial defende com veemência, consistência e razão para um padrão absoluto de bondade, ele é atacado por certas alas da sociedade como se tivesse proposto sacrifícios humanos.


segunda-feira, setembro 13, 2010

Educação Sexual: Grupo aborcionista português encontra resistência à sua indoutrinação

A resistência que os pais responsáveis tem feito ao "kit" que faz parte da "educação sexual" promovida pelos esquerdistas está a deixar algumas pessoas nervosas. Supostamente os pais agora já nem tem o direito de educar os seus próprios filhos segundo os seus valores morais; temos que colocar as crianças nas mãos de associações que lucram com o aborto.

Os kits construídos pela associação aborcionista Associação de Planeamento Familiar (AFP) está a gerar polémica uma vez que muitos pais não aprovam que tal conteúdo seja exposto aos seus filhos. Segundo uma fonte, "o Ministério da Educação esclareceu que os materiais eram apenas de apoio aos professores e técnicos de saúde e não para utilização de alunos." Mesmo assim, os pais disseram "Não, obrigado".

Pois bem, isto não agrada a alguns. Uma dessas pessoas que não está nada contente que os pais tenham prioridade no que toca à educação sexual dos seus próprios filhos e a Ana Matos Pires. Ela escreve que:

Apesar disso não deixa de ser grave e profundamente estúpido o modo como a educação para a saúde sexual continua a ser tratada e as dúvidas avolumam-se no meu espírito à medida que vou lendo artigos como este e este.
Avaliando a forma como a Ana fala, não parecem haver muitas "dúvidas" no seu espírito: aqueles que resistem à sua versão de "educação sexual" são uns "proibicionistas" (seja lá o que isso for).

Para além disso, o termo "saúde sexual" é muito vago. Quem é que define o que é "saúde sexual"? Serão as empresas que lucram com a promiscuidade sexual como a AFP? A Ana também não diz.

Para que diabo serve (também) a escola se não para ajudar na formação do carácter?
A Ana não diz qual é o "carácter" que ele tem em mente com este tipo de "educação sexual". Além disso formação de carácter não envolve nada do que a AFP tenta forçar nas escolas, uma vez que para a AFP "formação de carácter" envolve seguir comportamentos que nós sabemos serem auto-destrutivos (promiscuidade, homossexualidade, etc). Mas para a Ana nada disso importa. Quem resiste é um "proibicionista".
Que legalidade tem esta posição proibicionistas de alguns encarregados de educação que, para além do mais, viola os interesses dos jovens à informação?
Reparem no que ela está a tentar lançar no debate: "Será LEGAL um pai proibir o seu filho de receber educação sexual duma organização que lucra com a promiscuidade?" Ou seja, para a Ana, um pai que proíba a sua filha de assistir a aulas onde se indoutrinam os jovens com a tese de que a homossexualidade é normal pode estar a cometer um acto ILEGAL.

Vejam só como as coisas avançam, e vejam só até onde os esquerdistas podem chegar para tomar controle de filhos alheios.

Segundo, como é que ela sabe quais são os interesses dos jovens no que toca à informação sexual? Sabe ela melhor do que os próprios pais da criança?

Em que consistirá uma justificação fundamentada da falta à actividade lectiva?
A justificação fundamentada dos pais no que toca à ESTA versão de "educação sexual" é simples: não querem que as escolas indoutrinem os seus próprios filhos com teorias e ideologias sexuais com as quais eles não estão de acordo. Não é difícil de entender, Ana.

Segundo, quando ela diz "falta a actividade lectiva" o que ela deve querer dizer "falta às aulas de indoutrinação sexual". Ela aparentemente quer passar a imagem de pais que proíbem os filhos de adquirir genuíno conhecimento, mas não é isso que se passa. O que se passa é que os pais não concordam com a versão de educação sexual que os aborcionistas querem impor às crianças.

Cabecinhas sujas, estas, caramba.
Sim, quando alguém se opõem à indoutrinação sexual que parte de organizações que lucram com a promiscuidade, elas são "cabecinhas sujas". Mas organizações que escondem as suas más motivações por trás de frases vazias de significado como "educação sexual", então essas sim, já são cabecinhas limpinhas.

Senhora Ana, a César o que é de César. Como diz um site, "Uma coisa é explicar o aparelho reprodutor. Outra é falar da sexualidade, de afectos, e de modelos de família em que se incluem pessoas do mesmo sexo. Esta formação de valores compete aos pais, não à escola".

Deixe o trabalho de ensinar às crianças qual é o modelo de família funcional aos pais. Deixe de tentar usar o sistema de ensino par avançar com ideologias e comportamentos auto-destrutivos. Em suma, deixa de chamar de "sujos", "estúpidos" e "burros" os próprios pais das crianças apenas e só porque elas não concordam com a SUA versão de "educação sexual".



Vejam também este post do Orlando Braga.

sexta-feira, setembro 10, 2010

Educação Sexual Ateísta: Preservativos para Crianças de 12 Anos

Porque coisas como Matemática e Físico-Química podem ser demasiado para crianças de 12 anos, o socialista Lula da Silva (tal como o socialista Sócrates) resolve promover comportamentos socialmente destrutivos.

Escolas públicas de Florianópolis, João Pessoa e Brasília serão as primeiras

O que você acha de o governo distribuir camisinhas para crianças de 10 anos nas escolas?
Pois é. Esse é o projeto que o Ministério da Saúde está desenvolvendo nas escolas públicas. A máquina corruptora, desenvolvida pelo Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Santa Catarina (IF-SC), foi entregue nesta terça-feira (10 de julho), em Brasília. Uma equipe de “pesquisadores” apresentou o protótipo. O programa do Ministério da Saúde também irá aproveitar um projeto de João Pessoa, na Paraíba.
A instalação do equipamento nas escolas tem despertado muitas opiniões favoráveis do governo, de ONGs sustentadas pelo Estado e da mídia igualmente comprada. A opinião dos pais e mães, cuja maioria se opõe aos esforços do governo de erotizar ainda mais crianças e adolescentes, é literalmente jogada para debaixo do tapete pelo governo e seus aliados gananciosos.
De início, escolas de Florianópolis, João Pessoa e Brasília receberão a máquina, mas a intenção do governo é expandir para todas as escolas do Brasil. Alunos a partir de dez anos terão uma matrícula e receberão da escola uma senha para terem acesso gratuito às camisinhas, pois uma das prioridades do governo é o pleno prazer sexual de crianças e adolescentes.
Com informações da mídia secular.
Vídeo educacional contra a pedofilia homossexual: http://www.youtube.com/watch?v=CwOW76c0Dsg
O abuso estatal contra a ordem familiar

sábado, setembro 04, 2010

Terrorristas Islâmicos usam crianças como escudos humanos

Usam as crianças como escudos e depois usam a morte dessas mesmas crianças como propaganda contra Israel.




quinta-feira, setembro 02, 2010

Homossexual inglês reivindica redução da idade de consentimento sexual para 14 anos

Esta notícia é tão absurda que nem sabia por onde começar.

Primeira pergunta é: porque é que um homossexual está tão interessado em reduzir a idade de consentimento? Os homossexuais em regra geral não tem experiência nenhuma com crianças, portanto, como é que eles sabem o que é melhor para as mesmas?

Ou será que há por trás desta exigência algo macabro escondido?

LONDRES, Inglaterra, 1 de setembro de 2010 (Notícias Pró-Família) — Um dos principais ativistas homossexuais da Inglaterra de novo reivindicou a redução da idade de consentimento sexual de 16 para 14, dizendo que isso reduzirá os incidentes de abuso sexual de jovens.
Por outras palavras, a solução para se reduzir os incidentes de abuso sexual de jovens é.... parar de chamar a isso de "abuso sexual" e legalizar a prática. Seguindo esta lógica, e como medida para se reduzir o crime de furto, eu proponho que se qualifique a propriedade privada de "propriedade de todos os portugueses". Desta forma se um português roubar a outro português, o que está a acontecer não é bem um furto mas só uma transferência de um bem de uma mão para a outra.

O que o activista homossexual está a dizer é

  • Há homens que tem sexo com crianças de 14 ou 15 anos, e isso é, de acordo com a lei, abuso de menores. Como forma de acabar com o abuso sexual de crianças com 15 ou 14 anos, eu proponho que paremos de chamar a isso de abuso sexual.
Será que isso vai reduzir o abuso de crianças com 14/15 anos? Não; apenas vai trazer essa prática para dentro da lei. O argumento dos esquerdistas vai ser então "Se é legal, então não há problemas com isso!".
Peter Tatchell, fundador do grupo OutRage! (Revolte-se!), escreveu no site Big Think, “Quer gostemos ou não, muitos adolescentes têm sua primeira experiência sexual por volta da idade de 14 ou 15.”
Quer gostemos ou não, há mulheres que são espancadas pelos maridos. Quer gostemos ou não há raparigas que são abusadas pelos seus próprios namorados. O facto de certas coisas acontecerem não é base para se chamar a isso de "normal" ou mudar a lei para acomodar essa prática.
Se quisermos proteger os jovens, e eu quero, o melhor jeito de fazer isso é não os ameaçando de prisão, mas dando-lhes educação franca e de alta qualidade envolvendo sexo e relacionamentos sexuais, inclusive para crianças bem novas.
As crianças "bem novas" não estão prontas para lidar com as ramificações físicas, psicológicas e emocionais do acto sexual., e isto não devido à falta de "informação" mas sim pela natureza do acto. Este homem não está interessado na saúde mental e no bem estar das crianças mas sim em legalizar o sexo com crianças de 14 anos.
Isso inclui dar a eles mais permissões e autoridade, com treinamento, conhecimento e confiança para dizer não aos avanços sexuais indesejados e denunciar abusadores sexuais. Em comparação com a abrangente criminalização de menores de idade sexualmente ativos, essa estratégia de dar permissões é um jeito mais eficiente de proteger os jovens de pressões dos amigos e dos pedófilos”.

Uma idade de consentimento mais elevada realmente coloca adolescentes mais jovens em maiores riscos de abuso “ao reforçar a ideia de que jovens abaixo de 16 anos não têm direitos sexuais”, Tatchell disse.

Não ficou definido o que são "direitos sexuais" quando se fala de crianças de 14 anos, mas estou certo que este homossexual sabe o que isso é - melhor que os pais da criança.
Eles dão o sinal de que um jovem não tem a capacidade de fazer uma escolha racional e moral sobre quando ter sexo.
Se calhar porque......crianças de 14 anos não estão prontas para lidar com a emotividade envolvida na prática sexual.
Culpa e vergonha sobre sexo também aumentam a probabilidade de abuso sexual ao incentivar a malícia e o segredo em que se desenvolve o abuso”, ele acrescentou.
Totalmente falso. O abuso não se desenvolve em meios onde há "culpa e vergonha" mas sim entre pessoas que achem que crianças de 14 anos a terem relações sexuais com adultos (que é o que este homossexual tem em mente) é "normal" uma vez que a criança tem "direitos sexuais".
"Apesar do que os puritanos e odiadores do sexo dizem, sexo entre menores de idade é em grande parte feito de forma consentida, segura e divertida”, Tatchell disse.
Por "odiadores do sexo" e "puritanos" leia-se "pessoas que acham que adultos a terem relações sexuais com crianças de 14 anos está errado."
“Se danos são provocados, geralmente não é como consequência do sexo em si, mas por causa de abuso emocional dentro de relacionamentos e por causa de sexo inseguro, que pode transmitir infecções e engravidar meninas novas quando elas não estão preparadas para ser mães”.
Ou então devido a carga emocional que é inerente ao acto sexual. Mas isto é algo que este homem não quer levar em conta uma vez que isso vai contra a sua agenda sexual.
OutRage! está há muito tempo fazendo pressão política em prol da redução da idade de consentimento na Inglaterra, onde a idade já havia sido reduzida para atos homossexuais da idade de 21 em 1994 e de novo em 2000 para 16, depois de intensa pressão política de ativistas homossexuais.
Portanto chegamos ao busílis de toda argumentação: o lobby homossexual não se preocupa com a saúde mental e física da criança de 14 anos mas sim com os seus próprios interesses pervertidos. O seu "forcing" para diminuir a idade de consentimento tem mais a ver com a sua práctica sexual do que com o que as crianças querem. No entanto, eles (os homossexuais) sabem que a sociedade não veria com bons olhos que eles forçassem o sexo entre homens com crianças de 14 anos, portanto colocam a questão dentro do "sexo entre jovens", como se esse fosse o seu verdadeiro interesse.
Carolyn Moynihan, jornalista de Auckland com um interesse pessoal em questões de família, respondeu na Mercatornet, dizendo que é “um pouco surpreendente” que Tatchell tenha feito a sugestão na época em que fizer parte de uma manifestação contra o Papa Bento, ao qual ele acusa de não proteger jovens de predadores sexuais.
Sim, a contradição dos esquerdistas é flagrante. Acusam a igreja católica de não proteger as crianças dos predadores sexuais (na sua esmagadora maioria, homossexuais) no entanto querem legalizar o sexo com crianças de 14 anos.
Moynihan disse: “É claro que sempre haverá menores de idade que têm sexo, mas isso não significa que a lei deveria fazer vista grossa. Sexo é uma parte muito complicada da conduta humana que é complexa demais para os jovens entenderem”.

Ela citou estudos que mostram que os jovens, principalmente as meninas, que têm sexo muito cedo muitas vezes lamentam. Ela cita David Lindsay, colunista do jornal Daily Telegraph, dizendo: “O sexo é para pessoas que sabem como lidar com as consequências, físicas e outras. Numa palavra, adultos”.

Traduzido por Julio Severo: www.juliosevero.com

Fonte: http://noticiasprofamilia.blogspot.com

Veja também este artigo original em inglês: http://www.lifesitenews.com/ldn/2010/sep/10090110.html

segunda-feira, agosto 30, 2010

Leite materno favorece crescimento de bactérias intestinais que protegem bebês

Eis aqui um artigo que oferece uma evidência muito forte para o design inteligente mas que no entanto foi manchado por referências cientificamente desnecessárias ao mito ateu que se dá pelo nome de "teoria da evolução".

Interdependência bio-química é um dado científico que está de acordo com Génesis.

Grande parte do leite humano não pode ser digerida pelos bebês e parece ter uma finalidade bastante distinta da nutrição infantil – influenciar na composição das bactérias nos intestinos do bebê.

Os detalhes dessa relação a três entre mãe, criança e micróbios intestinais estão sendo analisados por três pesquisadores da Universidade da Califórnia, em Davis – Bruce German, Carlito Lebrilla e David Mills.

Junto a colegas, eles descobriram que um tipo específico de bactérias, uma subespécie da Bifidobacterium longum, possui um conjunto especial de genes que possibilita seu desenvolvimento nos componentes indigeríveis do leite.

Essa subespécie é comumente encontrada nas fezes de bebês amamentados. Ela reveste a superfície interior dos intestinos infantis, protegendo contra bactérias nocivas.

Os bebês supostamente adquirem a classe especial de “bifido” de suas mães, mas ela ainda não foi identificada em adultos. “Estamos todos imaginando onde ela se esconde”, disse Mills.

A substância indigerível que favorece a bactéria bifido é uma grande quantidade de açúcares complexos derivados da lactose, o principal componente do leite. Os açúcares complexos consistem de uma molécula de lactose à qual foram acrescentadas cadeias de outras unidades de açúcar.

O genoma humano não contém os genes necessários para quebrar os açúcares complexos, mas a subespécie bifido sim, afirmaram os pesquisadores, numa revisão de seu progresso na “Proceedings of the National Academy of Sciences”.

Sempre se acreditou que os açúcares complexos não possuíam importância biológica, mesmo constituindo até 21% do leite. Além de promover o crescimento da classe bifido, eles também servem como iscas para bactérias nocivas que possam atacar os intestinos do bebê.

Até aqui foi-nos oferecida ciência testável e empírica que nada tem a ver com mitos ateus. Mas os evolucionistas não poderiam deixar que as pessoas pensassem em "design" ou em "Deus" e como tal, trataram de acender mais uma vela ao seu deus Charles Darwin:
Produto da evolução

Os açúcares são muito parecidos com aqueles encontrados na superfície das células humanas, e são construídos nas mamas pelas mesmas enzimas. Muitas bactérias e vírus tóxicos se unem a células humanas ao se ancorar nos açúcares da superfície. Mas aqui, em vez disso, eles se unem aos açúcares complexos do leite. “Achamos que as mães evoluíram para transmitir essa substância ao bebê”, afirmou Mills.

Ah, eles "acham" que as mães evoluíram para transmitir esse químico aos seus filhotes. Não nos foi oferecida nenhuma evidência para tal posição. Ficamos só com o que este cientista "acha". A ciência evolutiva é assim; ela avança na base da fé e do que os cientistas "acham" e não baseada em evidências e dados concretos.
German considera o leite como “um impressionante produto da evolução”, que foi vigorosamente moldado pela seleção natural por ser tão essencial à sobrevivência de mãe e filho.
Reparem na lógica: este evolucionista não oferece nenhum suporte para o que ele "acha". Ele apenas diz que é "impressionante" e que foi "vigorosamente moldado" por ser essencial". Ou seja, a evidência de que o leite materno evoluiu é o facto de ele existir. Se ele não existisse, ele não teria evoluído.

Depois de divagarem na mitologia, os evolucionistas voltaram para a verdadeira ciência.

Tudo no leite vem da mãe – ela está literalmente dissolvendo seus próprios tecidos para produzi-lo”, explicou ele.

Do ponto de vista do bebê, ele nasce num mundo repleto de micróbios hostis, com um sistema imunológico destreinado e sem o cáustico ácido estomacal que, nos adultos, mata a maioria das bactérias. Qualquer elemento no leite capaz de protejer o bebê será fortemente favorecido pela seleção natural.

Ficamos impressionados que o leite tivesse tanto material indigerível pelo bebê”, disse German. “Descobrir que ele seletivamente estimula o crescimento de bactérias específicas, que por sua vez protegem a si mesmo, nos permite enxergar a genialidade da estratégia – as mães recrutando outra forma de vida para cuidar de seus filhos”.

Ok. Agora vem mais mitologia:
German e seus colegas estão tentando “desconstruir” o leite, na teoria de que o fluido foi moldado por 200 milhões de anos de evolução mamífera e guarda uma riqueza de informações sobre a melhor forma de alimentar e defender o corpo humano.
Não há evidências para "evolução mamífera" nem para os "200 milhões de anos", mas estes evolucionistas (baseados no que eles "acham" e não no que eles demonstraram), mas estes evolucionistas vão perder o seu tempo a tentar estudar o leite materno sob a óptica evolucionista.

Conclusão:

Podem ler o artigo completo aqui e ver como a complexa e altamente especificada interdependência química entre a mãe, o seu filho e as bactérias em nada depende de mitos ateus.

É triste que em muitos artigos científicos que podemos ler online haja muitas vezes mitologia mistura com dados reais.

quarta-feira, agosto 25, 2010

Russia nega-se a abandonar crianças inocentes nas mãos de parceiros homossexuais

Impressionante como nestes dias de escuridão global, países que foram dominados pelo ateísmo político - que sabem o que é ser-lhe imposto uma ideologia humanista - recusam-se a sucumbir às tentativas to lobby homossexual de ter acesso a crianças inocentes.

Enquanto que a Europa Ocidental caminha para a total liberalização da "adopção" de crianças por parte de homossexuais - ninguém parece juntar dois e dois e pensar sobre o porquê dos homossexuais querem ter acesso a crianças - a Europa que foi dominada pelo ateísmo político resista à depravação homossexual.

Rússia dá um fim em adoções para gays e solteiros

Peter J. Smith
MOSCOU, Rússia, 26 de julho de 2010 (Notícias Pró-Família) — Duplas homossexuais americanas não terão permissão de adotar crianças russas sob um novo acordo sobre adoções de crianças que está sendo redigido entre a Rússia e os Estados Unidos, informa Interfax. Fontes adicionais dizem que as autoridades russas também indicaram que pais solteiros americanos não mais terão permissão também.
Alina Levitskaya, elevada funcionária do Ministério da Educação e Ciência da Rússia, disse para o serviço noticioso russo que só casais heterossexuais terão permissão de adotar crianças órfãs da Rússia
Embora uma autoridade do Departamento de Estado dos EUA tenha dito ao AOL Notícias que “indivíduos solteiros e casais casados poderão adotar se cumprirem os requisitos de ambos os países”, a agência noticiosa observa que as autoridades russas declararam de modo enfático que a lei russa define “família” como “um marido e uma esposa”.
A mais recente rodada de negociações sobre a redação do acordo começou na quarta-feira passada; representantes do Departamento de Estado dos EUA e do Ministério da Educação e Ciência da Rússia esperam ter o acordo finalizado dentro das próximas semanas. Levitskaya disse para Interfax que não espera que o acordo sobre adoções de crianças seja assinado antes de novembro ou dezembro.
Interfax também informa que Pavel Astakhov, ombudsman para assuntos de crianças, deixou claríssimo que as agências estatais de assistência social infantil que quebrarem a lei enfrentarão “responsabilidade criminal”.
O acordo sobre adoções de crianças entre os EUA e a Rússia foi exigido pela Rússia depois que uma mulher solteira do Tennessee enviou seu filho russo adotado de 7 anos de volta para a Rússia sozinho, afirmando que ele tinha problemas psicológicos e que ela não mais poderia lidar com ele.
Torry Hansen provocou o incidente internacional quando enviou seu filho, Artyom Savelyev, num vôo para Moscou em abril, e contratou um homem para deixá-lo na entrada do Ministério da Educação e Ciência. Ela havia colocado uma etiqueta no menino, com a seguinte mensagem: “Lamento dizer que para a segurança de minha família, amigos e mim mesma… não mais desejo criar este menino. Como ele é russo, estou devolvendo-o à guarda de vocês”.
Hansen é uma enfermeira solteira de 33 anos, mas apesar disso queria ter uma família. Ela recrutou a ajuda de sua mãe, Nancy, para criar o menino, mas eventos comprovaram que nenhuma das duas estava equipada para disciplinar e criar Savelyev, e, de acordo com a Associated Press, elas esperavam que esses problemas comportamentais cada vez maiores pudessem ser curados pelo “amor”.
Depois do incidente, Sergey Lavrov, ministro das Relações Exteriores da Rússia, ordenou uma suspensão temporária nas adoções estrangeiras, chamando o ultraje de “a última gota”. A Rússia vem cada vez mais ficando preocupada com reportagens de que pelo menos doze crianças russas sofreram mortes violentas nas mãos de pais adotivos americanos, entre 60.000 crianças russas adotadas desde 1996.
Traduzido por Julio Severo: www.juliosevero.com
Veja também este artigo original em inglês: http://www.lifesite.net/ldn/viewonsite.html?articleid=10072602

domingo, agosto 15, 2010

Feminista aborcionista: "Devemos estar preparadas a matar pela causa"

Ás vezes as feministas revelam ao mundo o quão macabras são as suas intenções para com a vida indefesa. Reparem também que o aborto é apenas um método para se atingir um fim. Elas não se preocupam com as vidas que são perdidas uma vez que para os esquerdistas "os fins justificam os meios".

Lembrem-se também que são pessoas deste calibre moral que querem ter poder sobre os vossos filhos através do sistema de ensino/indoutrinação estatal.

Original
"O abortamento de 200.000 bebês no Reino Unido a cada ano é o mal menor, independente de como se defina vida ou morte. Se você está disposta a morrer por uma causa, deve estar prepara a matar por ela também."
Assim escreveu a feminista abortista Antonia Senior em uma coluna no jornal Times, de Londres. Em países do primeiro-mundo, onde o tal "problema de Saúde Pública" não faz mais parte da mistureba enganadora abortista, resta-lhes defender o aborto por aquilo que ele realmente é. E é por isto que Antonia Senior pode ser sincera e chamar a matança anual de 200.000 seres humanos de "mal menor".

A sincera feminista, em dado momento de seu artigo, depara-se com a questão da definição do início da vida:
"O que está bastante claro para mim, na ausência de uma objetiva definição, é que um feto é uma vida, seja por qualquer medição subjetiva. Minha filha foi formada na concepção, e toda aquela mal compreendida alquimia, o acidental encontro de um espermatozóide com um determino óvulo, tornou-se minha querida filha, tendo sua personalidade já impressa naquele momento. Ela é ela mesma de forma única -- formada em meu útero, não pela minha criação."
Ou seja, filtrando o determinismo biológico que achei mal colocado, não resta dúvida que a feminista Antonia Senior admite que a vida humana inicia na concepção. Mas isto não a impede de, logo no parágrafo seguinte, ir direto ao ponto que ela quer defender:
"Qualquer outra conclusão é uma mentira conveniente que nós, no lado pró-escolha [N. do T.: eufemismo para "pró-aborto"] do debate dizemos a nós mesmos para que nos sintamos melhor com a ação de tirar uma vida. Aquela pequena coisa em forma de cavalo-marinho flutuando pelo útero é o milagre da vida em crescimento. Em um útero que não o deseja não é uma vida, mas um feto -- e, desta forma, pode ser morto."
"Mentira conveniente"!!! Aqui ela deita por terra até mesmo os argumentos de seus companheiros pró-aborto que insistem em retirar do fruto da concepção seu status de vida humana. Ela é extremamente sincera: é vida humana sim!

No entanto, para ela, o que determina se esta vida humana pode ou não fazer parte de sua estatística de "mal menor" é o simples desejo da mãe. Para a feminista, é a mãe que determina, em qualquer momento da gestação, se ela quer chamar o que vai em seu ventre de vida ou de "feto", o que é a senha para que ser humano que ali vai possa ser morto.

Confuso? Claro que é! Isto não faz qualquer sentido... Porém, é admirável a sinceridade da feminista ao admitir que o lado pró-aborto engana-se ao acreditar em suas próprias "mentiras convenientes"; é admirável que, mesmo à falta de uma objetividade maior sobre o que é a vida (segundo suas palavras), ela admita que na concepção temos já uma vida humana; e é estarrecedor que ela atropele tudo isto para eleger a "vontade da mãe" como uma força maior que o direito à vida de seu filho -- uma vida humana! -- em seu ventre.

É por isto que dizer que aborto é um "problema de Saúde Pública", este mantra produzido por ONGs abortistas e repetido à exaustão por políticos dos mais variados matizes, é simples cortina de fumaça, simples "mentira conveniente" que esconde a real face da luta pró-aborto, que é a suplantação do fundamental direito à vida de um ser humano inocente e frágil pelo direito de que uma mãe escolha a vida ou morte de seu filho.

Já em países como o Reino Unido não há tanto a necessidade de enganar a população, e feministas abortistas como Antonia Senior podem muito bem falar que os pró-aborto têm que estar dispostos não apenas a morrer por sua causa, mas a matar também por ela, pois isto, em última instâcia, é o que o aborto é.

Esta é a essência do movimento pró-aborto: a luta pelo direito de matar seres humanos inocentes e frágeis, cujo único "crime" foi estar no ventre de uma mãe que não o deseja.

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Fontes:
LifeSiteNews
University of Toronto - Students for Life

domingo, agosto 08, 2010

Prisão perpétua para dois pedófilos que mataram mulher que os denunciaria

Alguém quer adivinhar qual é a orientação sexual destes dois pedófilos? Deixo uma pista: não são heterossexuais.

Original

Charles O'Neill (esq) and William Lauchlan.

Dois britânicos foram condenados à prisão perpétua pelo assassinato de uma mulher que ameaçava denunciá-los pelo abuso sexual de um menino. A promotoria convenceu o júri na Alta Corte de Glasgow, na Escócia, que Charles ONeill, 47 anos, e William Lauchlan, 33 anos, estrangularam Allison McGarrigle, 39 anos, enquanto ela dormia, e jogaram seu corpo no mar.

O juiz Lord Pentland descreveu o casal, na sentença, como "pedófilos diabólicos, determinados e manipuladores da pior espécie". Eles já haviam sido condenados a dez anos de prisão no mês passado pela mesma corte pelo abuso sexual de dois meninos, de seis e 14 anos.

O corpo de Allison McGarrigle nunca foi encontrado. Ela conheceu os réus em 1994, após separar-se de seu marido e mudar para uma cidade na ilha escocesa de Bute, onde ONeill e Lauchlan se ofereciam para tomar conta de crianças de mães alcoólatras. Eles molestaram o filho de McGarrigle por três anos. No dia seguinte à uma discussão em que ela ameaçou denunciá-los à polícia, ela desapareceu.

O júri ouviu da promotoria que os acusados a mataram em sua cama, esconderam seu corpo sob pedras em uma praia e, posteriormente, atiraram-na ao mar.

Em 1998, ONeill e Luchlan foram condenados a penas de oito e seis anos respectivamente por 31 acusações de abusos sexuais contra crianças. Eles tinham atraído cinco meninos com idades entre nove e 15 anos para uma casa, onde eles foram drogados e alcoolizados antes de serem molestados pelo casal. Os dois foram soltos em 2002 e seguiram cometendo abusos sexuais contra vários outros adolescentes, antes de serem presos novamente em 2004.

Quando saíram da prisão, em 2007, eles se mudaram para Blackpool, na Inglaterra. A polícia local ficou preocupada com o risco que eles representavam que colocou ambos sob vigilância constante, além de obter autorização judicial para instalar equipamentos de vigilância na van que eles usavam.

Um telefonema interceptado pela polícia revelou que ONeill e Lauchlan entraram em contato com a mãe de um menino de 6 anos, durante seis semanas. O menino chegou a ganhar um telefone celular de presente do casal homossexual.

A polícia escocesa assumiu o caso quando os dois viajaram com a mãe e o menino para um hotel, em 2008. Policiais encontraram uma cueca de criança na mesa de cabeceira do quarto, além de anotações narrando abusos sexuais.

Após os dois serem presos, a polícia descobriu que eles pretendiam levar a mãe e o menino para a Espanha com a promessa de arrumar trabalho. Eles também teriam convencido a mulher a virar mãe de aluguel para dar um filho para eles. Em 2010, os promotores decidiram acusar ONeill e Lauchlan novamente pela morte de McGarrigle.

sábado, agosto 07, 2010

O verdadeiro motivo para o empobrecimento sistemático da nação

Pessoas economicamente independentes são difíceis de se controlar. Pessoas mais pobres vivem à espera das ofertas do Estado, e desde logo, mais fáceis de controlar.

http://corta-fitas.blogs.sapo.pt/3765551.html

"Vinde para o Estado, criancinhas..."

É consabido que o socialismo acredita piamente no Estado, desconfia da iniciativa privada e, sobretudo da liberdade de escolha dos cidadãos: na economia, na educação, na saúde e, se pudessem, também no mundo do trabalho.

Desde 1995, ou seja, nos últimos 15 anos, o Partido Socialista 'governou' Portugal 12 anos, ou seja, 4/5 do tempo. A responsabilidade pela situação em que nos encontramos, designadamente por falta das reformas estruturais que há muito deveriam ter sido feitas, é pois do PS.

Se o desemprego se abeira dos 11%, com bem mais de 600 mil desempregados, a verdade é que as famílias da classe média que ainda conseguem ter trabalho vivem cada vez mais esmagadas pelo crescente peso dos impostos, cuja subida continuada apenas tem servido para esconder a incompetência das políticas socialistas e para, desse modo, prolongar o regabofe do despesismo público, de que as mega obras públicas são um eloquente exemplo.

Vem isto a propósito desta notícia, cuja leitura recomendo, e que nos dá conta de cada vez mais famílias são obrigadas a tirar os seus filhos das escolas que livremente escolheram, certamente por acreditarem que eram aquelas que melhor educação lhes davam, para os colocar no ensino público, seguramente por este ser o mais compatível com a sua presente situação económica.

Quer dizer: a escolha do ensino público não resulta de uma aposta na excelência e na qualidade do ensino; pelo contrário, decorre apenas das crescentes dificuldades económicas com que muitos pais se defrontam: é mau mas não se pode ter melhor...

Paradoxalmente, a lamentável situação económica do País e a falência das políticas públicas de crescimento económico, funcionam a favor do Estado socialista, sempre pronto a arvorar-se em grande educador do povo e desejoso de deitar a mão aos filhos da Nação.

É que, quanto mais grave for a crise e maior a inépcia do Governo, mais crianças e jovens abandonarão o ensino privado para engrossar as escolas públicas, onde não há faltas, dificilmente são impostas reprovações (retenções é como se lhes chama...) e a desmotivação dos professores só pode ser ignorada por marcianos.

Despreza-se a História, negligencia-se o Português e facilita-se a Matemática, que o que está a dar é encher o olho com os Magalhães, enfiar os Morangos com Açúcar nos curriculos escolares e a educação sexual na cabeça das crianças, que o resto são tretas ultrapassadas...

E assim vamos, tristemente, entregando os nossos filhos à escola pública, reduzindo-os à condição de cobaias das loucas experiências pedagógicas do Ministério da Deseducação.

Os Louçãs, os Jerónimos e os Sócrates têm pois razões para sorrir com as dificuldades económicas daquelas famílias que não têm remédio senão confiar os seus filhos aos cuidados do ensino socialista: é que este tudo fará - se o seu endémico laxismo o permitir - para os tornar bons progressistas igualitários. Já que ignorantes serão concerteza.

"Educação Sexual": Distribuição de Preservativos em Escolas Primárias

Nos dias que correm as escolas públicas já não dão tanta atenção aos cansativos tópicos de outrora - ler, escrever, aritmética, etc. Hoje em dia essas instituições colocam a sua ênfase em coisas mais importantes e mais divertidas, como por exemplo relações sexuais e ignorar as intenções dos pais:
Uma escola do distrito de New England não só aprovou uma medida que irá providenciar preservativos gratuitos a crianças de escolas primárias, como também instruiu os professores a não acatarem os desejos paternos que sejam contrário a tal medida.

A medida escolar, aprovada por unanimidade pela Provincetown School Committee não inclui limite de idade - o que significa que crianças de qualquer idade podem pedir - e receber - preservativos gratuitamente.

O comité indicou os professores no sentido de não honrarem os pedidos dos pais que se possam opor à ideia dos filhos receberem preservativos.

Por outras palavras, papá e mamã: vocês não tem o direito de impedir o vosso filho de 7 anos de receber um contraceptivo.

A superintendente Beth Singer tentou defender-se afirmando que as crianças são tão novas que de certo nem saberiam o que fazer com um preservativo, e como tal, é preciso que conselheiros estatais os ensinem (Imaginem isso: o Estado designar pessoas para dizer ao vosso filho de 5, 6 ou 7 anos como usar um preservativo.)

Provavelmente a maior parte dos miúdos vai usar os preservativos como balões de água, e por isso, para instigar a degeneração desde a mais tenra idade, é crucial que os funcionários públicos os digam para que é que eles servem.

Prontas para começar com actividade sexual

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