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quarta-feira, abril 28, 2010

Um professor com fé e razão

Ouviram aquela história do fundamentalista religioso que queria ensinar Física na Universidade de Cambridge? Este projecto-de-instrutor não era só um Cristão: ele estava tão preocupado com a Profecia Bíblica que escreveu um livro intitulado de "Observações em Torno das Profecias de Daniel e do Apocalipse de São João."

Baseado na sua leitura de Daniel, ele previu a data do Apocalipse: não antes de 2060. Ele calculou o ano em que o mundo foi criado. Quando Génesis 1:1 diz "No princípio", ele determinou que isso significa 3988 a.C..

Não há muitas universidades dispostas a contratar alguém que defende não só o "design inteligente", mas a criação Divina por completo. Os escritos deste candidato em Astronomia, por exemplo, incluem estes pensamentos acerca do sistema solar:

Este maravilhoso sistema composto pelo sol, planetas e cometas só poderia proceder do Conselho e Domínio de Um Ser Inteligente e poderoso. . . Ele governa todas as coisas e sabe todas as coisas que são e as que podem vir a ser feitas.
Contratar alguém com tal visão para ensinar Física?! Só se for em alguma escola secundária Baptista bem dentro da "Cintura da Bíblia", porque em qualquer outro lugar a sua contratação causaria uma erupção nos órgãos directores da instituição. Muitos deles fariam eco das palavras de Richard Dawkins que afirma ser "hostil à religião fundamentalista porque ela perverte activamente o empreendimento científico. . . . Ela subverte a ciência e drena o intelecto."

Igualmente brusco é Sam Harris, outro inimigo da religião. Ele escreveu que "o conflito entre a religião e a ciência é inerente. (...) O sucesso da ciência frequentemente é feito à custa do dogma religioso: a sustentação do dogma religioso é sempre feito às custas da ciência."

Menos elegante mas mais influente, os "Padrões Nacionais para a Educação Científica" publicado pela Academia Nacional de Ciências, em 1995, colocaram a religião no grupo dos "mitos", "inspiração mística" e "superstição" - todas elas incompatíveis com o estudo científico. Michael Dini, biólogo da Texas Tech University esteve nas notícias em 2003 devido a sua política de negar cartas de recomendação a qualquer estudante que não conseguisse "verdadeira e abertamente dar uma resposta científica" à questão das origens do ser humano. A ciência e a religião, afirmou ele, "não se devem sobrepor".

Mas tais considerações não impediram Cambridge de contratar o indivíduo em cima referido mesmo sendo ele alguém totalmente mergulhado na Teologia e na Bíblia. De facto, eles nomearam-no para a prestigiante "Lucasian Chair of Mathematics" em 1668. Em boa hora eles o fizeram uma vez que Isaac Newton, apesar do seu fervor religioso e interesse intenso pela interpretação Bíblica, veio a ser o mais renomeado cientista da sua era, e provavelmente o mais influente em toda a história da ciência.Contrariamente à mensagem que os ateus contemporâneos tentam passar ao público, o seu criacionismo pelos vistos não foi impedimento nenhum para o seu trabalho científico.

O interesse absorvente de Newton pela Teologia, escatologia e os segredos da Bíblia é o assunto da exibição na Hebrew University em Jerusalém. Os seus vastos escritos religiosos - estimados na ordem das 3 milhões de palavras - estendiam-se das dimensões do Templo de Salomão, passando pelo estudo de um método para calcular a data da Páscoa, chegando à elucidação de símbolos Bíblicos.

Newton foi um dos últimos grandes homens da Renascença. (...) um pensador que trabalhou em Matemática, Física, Óptica, Alquimia, História, Teologia e a interpretação de Profecias e viu uma ligação entre todas elas.
O preconceito contemporâneo de que a religião [cristã] invariavelmente "subverte a ciência" é refutado pela figura extraordinária que conseguiu descobrir a composição da luz, deduzir as leis da inércia, inventar o cálculo, computar a velocidade do som, definir a gravitação universal, tudo isto enquanto acreditava no "domínio de Um Ser Inteligente e Poderoso". Longe de subverter a integridade científica, a exibição ressalva, "a piedade de Newton foi uma das inspirações para o estudo da natureza e para o que hoje chamamos de ciência."

Para Newton era axiomático que a pesquisa religiosa e a investigação científica complementavam-se. Havia verdade a ser encontrada nos dois "livros" autorados Pelo Criador, o Livro das Escrituras e o livro da natureza - ou como diria o criacionista Francis Bacon, "o Livro da Palavra de Deus" e o "livro das obras de Deus".

Estudar empiricamente o mundo não significava abandonar a fé cristã. Pelo contrário: quanto mais profundamente as obras da Criação fossem entendidas, mais próximos se estaria do Criador. Na linguagem do Salmo 19 "Os céus manifestam a glória de Deus e o firmamento anuncia a obra das Suas Mãos."


quinta-feira, abril 15, 2010

MITO: O cristianismo opõe-se à ciência

O temor do Senhor é o princípio da ciência
Provérbios 1:7

Uma das objecções mais comuns contra o cristianismo é a crença de que o mesmo é incompatível com o conhecimento científico. Mas será isto verdade?

A era da ciência tinha como um dos objectivos - supostamente - substituir a era da religião uma vez que a primeira fornece melhores explicações acerca do mundo natural onde vivemos. Já não "precisamos" de Deus uma vez que a ciência já nos explicou como é que as coisas realmente são.

A religião é "inimiga da ciência e da pesquisa" diz-nos o ateu Christopher Hitchens (God Is Not Great).

A lógica por trás desta acusação é mais ou menos esta: a religião odeia a ciência porque a religião é apenas uma questão de poder. Mal as pessoas aprendem acerca da forma como a natureza realmente funciona, elas não mais vão precisar de Deus e como tal elas não vão precisar de igrejas nem de líderes religiosos a dizerem-lhes o que fazer. Os líderes irão perder a sua influência e poder, e como tal, eles não podem permitir que tal aconteça.

Devido a isto, o ateu Clinton Richard Dawkins escreve:

Os místicos exultam-se com o mistério e querem que o mesmo permaneça um mistério. ....Um dos verdadeiramente maus efeitos da religião é que a mesma ensina-nos que existe virtude em não entender. (The God Delusion)
Tanto Dawkins como Hitchens declaram que a religião é inimiga da ciência. Segundo ambos, a ciência e a religião não podem coexistir pacificamente uma vez que elas oferecem explicações contrárias da realidade. Uma vez que apenas uma pode sobreviver, uma delas tem que deixar de existir, e devido a isso, elas estão numa luta de morte.

O exemplo que é oferecido com mais publicidade é, obviamente, o de Galileu Galilei. Embora este incidente não tenha sido algo menor, o mesmo não foi nada daquilo que os ateus nos dizem que foi. Verdadeiros erros foram feitos - científicos, teológicos e morais - e injustiças foram cometidas, e ninguém discorda com isso. Mesmo assim, um único evento histórico não anula o suporte entusiástico dado pela Igreja às ciências naturais durante 2 mil anos.

A imaginada hostilidade da religião às ciências naturais estende-se também a outras disciplinas. Christopher Hitchens diz:

A atitude da religião em relação à Medicina, tal como a mesma em relação à ciência, é sempre problemática e frequentemente muito hostil.

Hitchens acrescenta que a pesquisa médica só começou a florescer "quando os sacerdotes foram postos de lado com cotoveladas."

Curiosamente, Hitchens dá o exemplo de Louis Pasteur como um exemplo de um cientista iluminado sem nunca revelar que Pasteur era um católico convicto.

Isto é normal entre os missionários ateus: como não tem a verdade do seu lado, eles distorcem os dados, ou escondem factos, como forma de avançar com o seu "evangelho".

Um análise mais atenta aos factos históricos revela-nos uma realidade muito distinta daquela que nos é pintada pelos ateus.
A História mostra-nos que as ciências naturais cresceram a partir da cultura Cristã. Tal como o sociólogo Rodney Stark de forma tão convincente mostrou (For the Glory of God: How Monotheism Led to Reformations, Science, Witch-Hunts, and the End of Slavery), a ciência estava "por nascer" (eng: "still-born) nas grandes civilizações do mundo, excepto na civilização Cristã.

Porque é que a ciência empírica e o método científico não se desenvolveram na China (com a sua sofisticada sociedade), na Índia (com as suas escolas filosóficas), na Arábia (com a sua Matemática avançada), no Japão (com os seus laboriosos artífices e com a sua tecnologia) ou na antiga Grécia ou em Roma?

A resposta é razoavelmente directa. A ciência floresceu em sociedades onde a mentalidade Cristã discerniu a natureza não só como um lugar ordenado, mas também como sendo o resultado do Poder Sobrenatural Dum Criador Inteligente. A ciência cresceu em lugares onde as pessoas assumiram que o mundo natural fosse inteligível, e que o mesmo tivesse a "assinatura" do Seu Autor.

Isto é muito importante, e facilmente se vê porquê: se tu acreditas que o universo é um lugar que opera de forma racional e organizada, a forma como tu fazes ciência vai ser bem diferente daquela que tu fazes se tu pensares que o universo é o resultado de forças caóticas, sem inteligência e sem planeamento. Se tu acreditas que o Criador é Inteligente e quer ser Conhecido pelo ser humano, então tu vais logicamente assumir que Ele terá posto na Sua Criação "parte de Si Mesmo" (tal como os artistas humanos colocam sempre algo deles mesmos nas suas obras de arte).

Se tu acreditas Num Criador Ordenado, Pessoal e Relacional, faz sentido assumires que o universo seja um lugar racional e inteligível. Se tu, por outro lado, és ateu e acreditas que o universo é o resultado de forças não inteligentes, então não faz sentido tu assumires que o universo seja um lugar racional.

Longe de ser um obstáculo à ciência, o solo Cristão foi o húmus necessário onde a ciência pôde enraizar.

O suporte não apologético do Cristianismo à ciência é nascido do contributo directo da Igreja à ciência. Tomando apenas como exemplo uma área - a astronomia - J.L. Heilbron, da Universidade da Califórnia-Berkeley, escreveu:

A Igreja Católica Romana deu mais ajuda financeira e suporte social para o estudo da Astronomia durante o período de seis séculos, desde a recuperação de conhecimento antigo durante a Idade Média até ao Iluminismo, que qualquer outra, e provavelmente, que todas as outras instituições.
Com isto em mente, a alegação de Hitchens de que "o direito de olhar através dos telescópios e especular acerca do resultado foi obstruído pela Igreja" parece ser insincero.
O que se diz sobre a Astronomia pode ser dito da Medicina, Física, Matemática e Química.
Tal como a igreja Cristã apadrinhou as artes, ela também suportou as pesquisas científicas. A visão da Igreja como sendo obscurantista e promotora da ignorância pura e simplesmente não corresponde à verdade histórica.

Alguns dos maiores cientistas da História - Newton, Pasteur, Galileu, Lavoisier, Kepler, Copérnico, Faraday, Maxwell, Bernard e Heisenberg - eram cristãos. A lista não termina aqui. Alguns cientistas de renome, como por exemplo, Nicolau Copérnico, eram padres Católicos!

Conclusão:

O Cristianismo não é contra a ciência, mas sim contra uma leitura absolutista da ciência. As ciências empíricas não podem fazer tudo e nem detém o monopólio da sabedoria e da verdade. Muitas questões importantes - provavelmente, as mais importantes - estão fora do âmbito da ciência.

Qual é o propósito da vida? Como é que nos devemos tratar uns aos outros? O que é que acontece quando morremos? Mesmo que um cientista trabalhe horas a fio no seu laboratório, os seus instrumentos nunca lhe vão revelar as respostas para estas perguntas. A ciência é a ferramenta errada para este tipo de trabalho. Nós não podemos descrever em termos científicos a beleza duma paisagem, o amor que sentimos pelos nosso filhos, e nem podemos responder às grandes questões da vida através da investigação científica.

Às vezes vale à pena perguntar se, apesar dos seus protestos, os ateus verdadeiramente querem avançar com um diálogo entre a ciência e o cristianismo. Hitchens diz que "todas as tentativas em se reconciliar a fé com a ciência estão condenadas ao fracasso e ao ridículo". Se isto é o que é assumido à partida, não faz sentido continuar com o diálogo.

Aparentemente, a guerra entre a ciência e a fé Cristã originou-se não nos cristãos mas sim nos crentes ateus. Até parece que os ateus querem provar algo aos cristãos.

O que será?


terça-feira, abril 13, 2010

Ateu Critica Darwinistas Dogmáticos

O dogma tem que ser abandonado. Jerry Fodor, um filósofo na "Rutgers University", está perturbado com darwinistas dogmáticos que vêem a selecção natural como "pau para toda a obra" no que toca às mudanças evolutivas. Mas ele não é um criacionista: ele é um ateu convicto.

Ele debateu o seu livro What Darwin Got Wrong, co-escrito com Massimo Piattelli-Palmarini (professor ateu de Ciências Cognitivas na Universidade do Arizona) no site Salon.com. Thomas Rogers, que entrevistou Fodor, ficou surpreso com a existência de um ataque a Darwin que não partia da "Direita Religiosa".

Ele diz:

O livro de ambos mostra detalhadamente (em linguagem técnica) como as recentes descobertas na Genética questionam muitas das nossas "verdades" em torno da selecção natural, e como estas descobertas tem o potencial para fragilizar muito do que nós sabemos acerca da teoria da evolução e da Biologia.
Por questionarem Darwin, Fodor e Piattelli-Palmarini receberam comentários obscenos nos blogs ateus e evolucionistas. Como é normal, os evolucionistas respondem a ataques à teoria da evolução com o seu tradicional fervor religioso fundamentalista.

O problema de Fodor com a selecção natural é a sua propensão para contar histórias. Porque é que as pessoas possuem características como cabelo nas suas cabeças, e porque é que possuem cabelo escuro com olhos escuros?

Tu podes inventar uma história para explicar como era bom ter essas propriedades no ambiente de selecção original. (...) Será que temos alguma razão para pensar que essa história corresponde a verdade? Não.
Por outras palavras, a invocação à selecção natural permite aos evolucionistas inventarem qualquer tipo de histórias. Basta-lhes dizer que ter esta ou aquela característica era evolutivamente seleccionável, e pronto. Se é verdade ou não, isso é evolutivamente irrelevante. O que importa é que seja plausível.

Fodor afirma que não há forma de se saber quais eras as características que eram seleccionáveis por contribuírem para a aptidão, e quais as características que apareceram ao longo do caminho.

Dentro da visão darwinista não há nada que responda a questão:

"Porque é que temos unhas nos pés?"

Será que há um propósito evolutivo? Como é que podemos saber? Até pode ser que no ambiente em que as unhas nos pés apareceram houvessem factores que favoreceram o seu aparecimento. Mas também pode ser que não.

(...)

Agora, a questão é: quanto da variação evolutiva é determinada por factores ambientais e quanta dessa mesma variação é controlada pela organização do organismo? A resposta é: ninguém sabe.

Fodor chega mesmo a afirmar que escolher uma característica pode ser irrelevante e sem sentido. A girafa tem um longo pescoço. Será que a natureza seleccionou característica, ou será que faz parte do "pacote de características" da girafa?
Os animais podem ter pescoços longos e unhas nos pés, mas se tu tentas particionar essa criatura em características, e dizes "Muito bem, O que é que seleccionou esta característica?", cometes um erro logo à partida. (...) A desintegração dum organismo em características é em si uma actividade artificial.
Fodor acredita que a selecção trabalha no organismo como um todo, e isto não é difícil de se entender porquê. Imaginem o que é necessário para transformar um carro que anda sobre as estradas, num veículo de transporte 100% restrito a movimentar-se na água. De que é que me vale ir transformando o método de locomoção pouco a pouco, sem mudar, ao mesmo tempo, a forma de conter oxigénio dentro do carro, para quem estivesse lá dentro?

Agora imaginem o mesmo num ser vivo. Imaginem o que seria preciso levar em conta para transformar um dinossauro (um réptil) numa ave, ou transformar um animal 100% terrestre num animal 100% aquático. Pensem na forma de locomoção, comunicação, reprodução, visão, aleitamento, respiração e tudo o mais.

Estudarem-se características sem se levar em conta o todo é superficial e vazio. Os evolucionistas sabem disso, mas como não tem mais nada com que defender a sua fé, eles continua com a ilusão.

Conclusão:
Para quem segue com relativa atenção o que os órgãos de informação cristãos tem vindo a dizer, as palavras deste ateu não são novidade. A teoria da evolução é "uma actividade artificial", vazia, sem estrutura e sem valor científico algum. Inventar histórias sobre as "vantagens selectivas" duma características é tão válido (em termos científicos) como dizer que a fada madrinha gerou essa funcionalidade dum dia para o outro. Se é para ouvir histórias, talvez os evolucionistas devessem restringir as suas palestras aos jardins infantis, deixando os laboratórios de biologia para verdadeiros cientistas.

Adivinhação não é ciência, e a primeira permeia a teoria da evolução. Qualquer semelhança entre a evolução e a astrologia é pura coincidência.

segunda-feira, março 29, 2010

Criacionistas e a Astronomia

Os céus manifestam a Glória de Deus
e o firmamento anuncia a obra das Suas Mãos.
Salmo 19:1

Um cientista grego de nome Aristarco, que viveu no século III a.C., acreditava que a Terra e todos os outros planetas giravam em volta do Sol. Não o podia provar, no entanto, e por isso foram muito poucos os que se mostraram dispostos a acreditá-lo.

Muitas centenas de anos passaram antes que se pudesse reunir um número suficiente de informações exactas sobre os planetas capaz de enfraquecer a convicção de que tudo girava em torno da Terra.

Em 1543 o astrónomo polaco Nicolau Copérnico publicou um livro em que renovava a tese de que os planetas descrevem órbitas à volta de um ponto situado perto do Sol, e não em torno da Terra. Ainda não se dispunha de observações capazes de demonstrar a verdade da teoria, mas desta vez a tese foi bem recebida pelos outros astrónomos. Embora o sistema copernicano continuasse a utilizar deferentes e epiciclos, tornou muito mais simples o cálculo de futuras posições dos planetas.

Menos de cem anos depois de Copérnico, o astrónomo alemão Johannes Kepler efectuou uma série de cálculos sobre a órbita de Marte. Em consequência disso, descobriu que se podia por de lado toda a complicada utilização de deferentes e epiciclos. Marte, descobriu Kepler, desloca-se em torno do Sol numa trajectória oval, chamada elipse; com certeza que os outros planetas se deverão mover da mesma maneira, foi a conclusão a que Kepler finalmente chegou.

Mas ninguém sabia ainda porque é que os planetas deveriam descrever elipses.

A resposta não seria descoberta antes de 1687, quando o inglês Isaac Newton descobriu a Lei da Gravitação Universal. Newton mostrou que a gravidade «exigia» que os planetas se deslocassem em círculos ou elipses à volta do Sol.

Finalmente tínhamos uma teoria que combinava todo o conhecimento que o homem até então alcançara sobre o Universo, e que também provava que todos os corpos celestes, sejam eles quais forem, se comportam de harmonia com as leis da Física.

Fora dado um gigantesco passo em frente na maneira de os homens conceberem a Astronomia.

Fonte: "Segredos do Cosmos", Colin A. Ronan, página 30, (1964)


Os crentes ateus tem sempre o cuidado de contrapor "ciência" com "criacionismo", e "cientista" com "criacionista", como se um homem não pudesse ser ambos, e como se o criacionismo não estivesse em pleno acordo com a ciência. Ao fazerem isto, os ateus não só estão do lado errado da ciência, mas também estão do lado errado da História da ciência que eles tanto dizem seguir.

Reparem nos nomes dos homens que estão citados em cima: Nicolau Copérnico, Kepler e Isaac Newton. Todos eles eram criacionistas Bíblicos, e sem eles, a astronomia como nós a conhecemos provavelmente não estaria tão avançada.

Isto de maneira nenhuma "prova" que Deus criou o mundo em 6 dias, nem prova que o universo tem 6000 anos, mas serve, sim, de evidência muito forte contra a crença de que não é possível ser um homem de ciência e um criacionista Bíblico.

A ciência deve muito a homens como Galileu, Newton, Pascal, Mendel e outros criacionistas, mas se levássemos em conta apenas o que os ateus dizem, nunca haveríamos de saber acerca das raízes criacionistas da ciência moderna.

Diversos académicos já ressalvaram as origens Bíblicas da ciência moderna, mas pelos vistos muitas pessoas (incluindo muitos de nós cristãos) ainda não se aperceberam disso.

Loren Eiseley afirmou:

A filosofia da ciência experimental...começou com as suas descobertas e fez uso dos seus métodos na posição de fé (e não de conhecimento) que propõe que estamos a lidar com um um universo racional controlado por Um Criador que não age caprichosamente, e que não interfere com as forças que Ele pôs em funcionamento.....

É certamente um dos grandes paradoxos da história que a ciência, que profissionalmente pouco tem a ver com a fé, tenha as suas origens no acto de fé que afirma que o universo pode ser racionalmente interpretado, e que a ciência sustenha essa pressuposição.

Rodney Stark:

....suposições teológicas únicas ao Cristianismo explicam o porquê da ciência [moderna] ter nascido apenas na Europa cristã. Contrariamente à sabedoria prevalecente, a religião e a ciência não só são compatíveis, mas eram inseparáveis.

David A. Noebel acrescenta:

O facto da ciência ter emergido de todo é um testemunho poderoso para a veracidade do Cristianismo.C omo Louis Victor de Broglie afirmou, "Nós não estamos suficientemente perplexos com o facto de qualquer tipo de ciência ser possível".

O historiador e filósofo da ciência Stanley Jaki diz que "a crença Num Deus Pessoal e Racional, como manifesta na fé Cristã, suportaram a visão de que o mundo era um entidade objectiva e ordenada, investigável pela mente porque a mente era também um produto ordenado e objectivo proveniente do Mesmo Criador Racional, Consistente e Ordenado".

O ser humano acreditou que a ciência era possível porque o ser humano acreditou no Deus da razão e da ordem.

Conclusão:

Na era em que vivemos que controla a informação e os livros escolares, controla a população. Quem contra o que se ensina às novas gerações, controla o futuro. Hoje em dia, e principalmente na Europa, vivemos uma era pós-cristã onde tudo o que pode de alguma forma suportar a Bíblia tem que ser rejeitado. Uma das formas onde isto é manifesto é na História da ciência. Escondem-se as raízes cristãs da ciência moderna como forma de avançar com o ateísmo biológico (teoria da evolução) e ateísmo político (socialismo). A única forma de se vencer as várias formas em que nos é apresentado o ateísmo, não só é manter-mo-nos informados mas também disseminar a informação.

As falsas ideologias não toleram o livre acesso à informação que eles não possam controlar.

sexta-feira, março 19, 2010

Mito: Os ateus são mais inteligentes

Naquele tempo, respondendo Jesus, disse: Graças Te dou, ó Pai, Senhor do céu e da terra, que ocultaste estas coisas aos sábios e entendidos, e as revelaste aos pequeninos.
Mateus 11:25

É um mito prevalecente nos dias de hoje, sem surpresa propagado pelos ateus, que os crentes religiosos são um grupo de pessoas sem educação que abandonou o uso da razão em favor da fé cega.

Devido a isso, no seu livro "Letter to a Christian Nation", Sam Harris escreve que, para o resto do mundo, e por causa da sua religiosidade, os EUA aparentam ser um "gigante bélico, desajeitado e ignorante".

Não é surpreendente que dois dos mais vocais autores ateus sejam britânicos; eles representam uma ilha conhecida nos dias de hoje pela sua indiferença religiosa.

Sem dúvida que a religiosidade não-apologética dos EUA faz com que muitos europeus se sintam desconfortáveis, no entanto muitos pensadores através da História (como por exemplo, Alexis de Tocqueville) identificaram as convicções religiosas dos EUA como a sua maior força.

Os livros ateus são sem surpresa melhor recebidos nas regiões costeiras da América, que se gabam de ser cosmopolitas, do que nas áreas "crédulas" da América central, também conhecidas por "Terras de Jesus".

O crente ateu Richard Dawkins declara:

O que é impressionante é a contradição entre a religiosidade do público americano no seu todo com o ateísmo da sua elite.
Dawkins referiu-se recentemente aos estados da "Cintura Bíblica" como o "o cérebro reptilínio do sul e do centro da América" em contraste com o "cortéx cerebral do norte e das áreas costeiras" americanas.

O ateu Dawkins está certo até um certo ponto.

É perfeitamente sabido que, não só as áreas costeiras orgulham-se da sua visão liberal e irreligiosa, como também que a prática religiosa diminui não só nessas mesmas áreas mas também nos círculos universitários. O significado disto é um ponto de debate.

A elite intelectual também era bem mais susceptível de ser enganada pelas mentiras do ateísmo político (comunismo) e pelo eugenismo evolutivo de Hitler do que o resto da população. Curiosamente, em média os assassinos em série possuem QIs (Quociente de Inteligência) mais elevados do que a norma. Os génios são também mais propensos a enlouquecerem do que os demais. O que é que isto prova? Muito pouco.

Qualquer correlação entre a fé e a educação diz-nos muito pouco sobre a questão se Deus existe ou não. Se é verdade, como sugere o Senhor Jesus, que os simples e os humildes descortinam as verdades importantes mais facilmente que os educados e orgulhosos (Mateus 11:25), então não é surpresa nenhuma que os sem educação formal sejam tão ou mais sábios nos caminhos de Deus do que os hiper-educados.

Nós podemos verificar isto empiricamente: muitas pessoas inteligentes e bem formadas navegam nos blogues e grupos de discussão ateus, mas se fossemos perguntar a todos eles se eles acreditam que um réptil se pode transformar numa ave através dos milhões de anos, a esmagadora maioria diria que sim. Porquê? Porque já viram isso a acontecer? Porque tem evidências que confirmem esse mito? Não, mas apenas e só porque é assim que eles foram ensinados a pensar. Para eles, ser intelectual significa acreditar em coisas ridículas como universos a criarem-se a si mesmos, formas de vida aparecerem na Terra por meios não-inteligentes e animais terrestres evoluírem para baleias.

Tal como na história do rei que ia nu, no Evangelho é-nos dito que as crianças observam a realidade mais claramente do que adultos argumentativos. O senso comum muitas vezes parece ter sido sufocado dentro dos antros académicos.

Isto não implica que algumas das mentes mais brilhantes da História não tenham sido fervorosos crentes religiosos.

Um breve prospecção ao nosso passado mostra que a crença religiosa permeia (e sempre permeou) todos os grupos sociais, incluindo os intelectuais. Alguns dos mais renomeados políticos, historiadores, artistas, cientistas, poetas, e filósofos através da História descobriram que a fé religiosa é complementar - e não antagónica - às suas escolhas profissionais.

De acordo com os estudos de John Galbraith Simmons, dos 20 cientistas de topo da História, 15 eram crentes religiosos (destes, 4 eram deístas), 2 eram agnósticos, e 3 eram ateus. Havia mais Católicos entre eles do que agnósticos ou ateus, e outros 5 vieram de outras denominações cristãs. Portanto, uma boa metade dos cientistas mais influentes da História eram cristãos.

Sir Isaac Newton, por exemplo, a quem Simmons confere o título do cientista mais importante que alguma vez viveu, foi grandemente ajudado nas suas pesquisas científicas pela sua crença num universo ordenado, criado por Um Deus Ordenado . Devido a isso, este cientista criacionista pôde escrever:

É a perfeição das obras de Deus que elas sejam todas feitas com a maior das simplicidades. Ele é o Deus da ordem e não da confusão. [alusão ao verso 1 Cor 14:33]
Newton não viu nenhuma incompatibilidade entre a sua fé cristã e a pureza da sua ciência uma vez que uma complementava a outra. O mesmo afirmou:
Na ausência de qualquer outra prova, o polegar por si só convenceria-me da existência de Deus.

Conclusão:

Nenhuma visão do mundo tem o monopólio dos "ignorantes". Acho que todos nós já encontramos pessoas inteligentes e pessoas menos inteligentes entre ateus e entre cristãos. A pseudo-sofisticação das nossas elites, com a sua pretensão de superioridade moral, não nos deveria impressionar (muito pelo contrário).

Em suma, podemos dizer que as verdades mais importantes da vida estão à disposição de todo o ser humano, independentemente da etnia, posição social, possessões ou passado familiar.

Deus ama a todos e revela-Se a todos de forma persuasiva e perfeitamente convincente.

Rom 1:19-20
Porquanto, o que de Deus se pode conhecer, neles se manifesta, porque Deus lho manifestou.
Porque as Suas Coisas Invisíveis, desde a criação do mundo, tanto o Seu Eterno Poder, como a Sua Divindade, se entendem, e claramente se vêem, pelas coisas que estão criadas, para que eles fiquem inexcusáveis

terça-feira, janeiro 12, 2010

Teoria da evolução e a sua importância para o avanço do ateísmo

Um dos grandes paradoxos da religião ateísta está na veneração a que Darwin é alvo: os seus fiéis devotos consideram-no como um dos grandes cientistas de todos os tempos, posição esta que não deixa de ser curiosa uma vez que ele estava errado em practicamente tudo o que postulou:
1. A natureza das características herdadas (foi o criacionista Gregory Mendel - que não achou as teorias de Darwin convincentes - quem estabeleceu os fundamentos da genética moderna);

2. A origem das variações (Darwin pensava que elas apareciam devido ao uso e desuso);

3. O poder da selecção natural (que nunca foi mostrado como sendo capaz de produzir nada mais que as pequenas variações dentro do mesmo tipo);

4. A origem das espécies (que continua a ser um problema para os ateus);

5. Embriões dos vertebrados (que Darwin falsamente acreditava que mostravam o nosso progenitor "na fase adulta");

6. E a distribuição geográfica das espécies (muitas das quais, como documentou o biólogo francês Léon Croizat, não estão de acordo com a teoria de Darwin).

Apesar dos óbvios falhanços científicos de Darwin, o jornalista Chris Mooney afirma que o livro de Darwin é "um dos livros mais brilhantes alguma vez escritos".

Em relação às festividades do Ano de Darwin, Mooney questiona:

Porque é que será que isto acontece? Existirá algum outro cientista que nós celebremos assim tanto? E será apenas devido a mais famosa teoria de Darwin ou será algo mais?
Mooney responde às suas próprias perguntas:
Eu acho que Darwin significa muito (mas muito!) mais do que a ciência por si só pode transmitir. Ele epitomiza algo mais e eu quero arriscar que é o seguinte: uma visão secular.....Darwin não é apenas alguém era brilhante; ele é uma forma de vida.
Importantes admissões por parte deste evolucionista.

Apanharam bem o que ele disse? Para os ateus, Darwin não é só alguém que transmite informação científica, mas um estilo de vida. Vida secular. Secularismo mascarado de ciência.

Existem cientistas mais importantes que Darwin.

Outros cientistas que nós poderíamos celebrar incluem nomes como Isaac Newton, James Clerk Maxwell e Albert Einstein na Física; Robert Boyle, Antoine Lavoisier e Willard Gibbs na Química; e Carolus Linnaeus, Georges Cuvier e Gregor Mendel na Biologia.

Cada um deles contribuiu mais para a ciência e tecnologia que Charles Darwin.

De facto, a Física, a Química e a Biologia contemporânea poderia nem existir se não fossem eles.

Se vamos celebrar o livro mais importante para a história da ciência, o livro "Principia" do criacionista Isaac Newton seria um candidato melhor colocado que "A Origem das Espécies" de Charles Darwin. Mas como Mooney afirmou, a importância de Darwin é a de suportar a "visão secular" (ateísmo).

Conclusão:

O ano de Darwin não era tanto uma celebração em torno de alguém cujas palavras foram cientificamente importantes, mas sim a celebração de alguém que ofereceu aos ateus uma plataforma pseudo-científica para avançar com o ateísmo. Isto explica o porque do Dia Internacional de Darwin ter sido projectado pela Associação Humanista Americana. Esta organização dedica-se a promover uma filosofia "não teísta". Isto também explica o porquê dos ateus quererem estabelecer o "Dia de Darwin" como a alternativa secular ao Natal.

O debate entre a criação e a evolução não é um debate entre religiosos e cientistas, mas sim entre dois grupos religiosos. O que muda é só a religião, mas o fervor é o mesmo.

domingo, dezembro 20, 2009

Breve Entrevista ao sr Monckton

Os aquecimistas ficaram zangados pelo facto de Mockton comparar os jovens que defendem o aquecimento global (às vezes violentamente) com a juventude hitleriana.

Um desses jovens encontrou o cientista e fez-lhe algumas perguntas.

segunda-feira, dezembro 14, 2009

A tragédia do Climategate

Artigo Original por Rui G. Moura

Os meios de comunicação social anglo-saxões e a blogosfera continuam cheios de informações, análises e debates acerca do Climategate. Mas em Portugal, ao contrário, os media escondem tanto quanto podem esta tragédia da ciência. A tentativa de silenciamento deste escândalo de enormes proporções, que se abateu tanto no campo científico como no campo político, não honra os media portugueses.

Convém recapitular os factos:

Um ou mais hackers, por enquanto desconhecidos, tornaram públicos quase sete mil ficheiros com cerca de mil emails da unidade de investigação CRU (Climate Research Unit) da Universidade de East Anglia, Norwich, Reino Unido.

Por sua vez, a CRU está intimamente ligada a outro centro de investigação Hadley Center (daí a existência do acrónimo HadCRU) na reconstrução do índice das temperaturas médias globais da superfície do planeta obtidas a partir de observações termométricas.

Esta informação HadCRU é difundida pelo Met Office inglês (equivalente ao nosso Instituto de Meteorologia) e, igualmente, pela Organização Meteorológica Mundial. O IPCC utiliza, oficialmente, esta informação e ignora as observações dos satélites meteorológicos

Assim, o correio electrónico, os ficheiros e os códigos informáticos sacados pelos hackers valem uma autêntica fortuna pois revelam a extensão conspirativa dos que tramaram o mito do aquecimento global. O material revelado cobre algo mais do que uma dúzia de anos (de 1996 a 2009). Seria desejável saber como todo este material foi tornado público e porque o foi. Uma dissidência interna de cientistas que se mantêm escrupulosos?

Curiosamente, os hackers tiveram o cuidado de explicitar o objectivo da sua acção ao escreverem no cabeçalho do arquivo a seguinte nota explicativa:

«Pensamos que, actualmente, a ciência do clima é demasiado importante para que se mantenha secreta. Por isso, tornamos público correspondência, códigos e documentos escolhidos aleatoriamente. Esperamos que isto abra os olhos para se ver em que ponto está esta ciência e como ela é utilizada por estes responsáveis.»

Outra curiosidade reside na designação que os hackers deram ao nome do arquivo que é um tesouro informático: FOI2009. Não foi por acaso que se escolheu este nome. Para os anglo-saxões FOIA é o acrónimo de Freedom of Information Act, a lei da liberdade de informação.

Deste modo, os hackers, sabedores de que violavam uma lei sobre pirataria informática, quiseram dar a entender que, antes deles, o CRU violou uma outra lei, a lei da liberdade de informação, uma lei sagrada para os anglo-saxónicos.

Dado o cuidado com que o pacote informático foi preparado para divulgação pública na internet, tudo leva a concluir que os hackers são pessoas dentro dos meandros de toda esta questão.

Será algum cientista da própria Universidade de East Anglia, do CRU ou mesmo do Hadley Center? Seja quem for, é alguém que ficou deveras chocado com os procedimentos sem escrúpulos dos “cientistas” envolvidos neste processo: a maior impostura científica de toda a história da Ciência.

Se tivesse sido um hacker vulgar, poder-se-ia perguntar qual a razão por que ele não atacou os servidores informáticos de James Earl Hansen ou de Michael Mann. Ou de Gavin Schmidt, braço direito de Hansen.

Até agora nenhum emissor ou receptor da correspondência electrónica negou a genuidade da documentação publicada na internet. Alguns até reconheceram a autoria dos emails.

Foi o caso de Michael Mann e Kevin Trenberth, segundo o Washington Post. Mas outros dos apanhados com a boca na botija apresentam desculpas esfarrapadas e procuram minimizar o significado dos seus escritos.

Alguns, quando não conseguem dar respostas aos jornalistas, dizem que “já não se lembram de ter escrito ou recebido tais emails…”. Tais respostas são, na realidade, uma confirmação de que têm culpas no cartório.

Os responsáveis do CRU não se atrevem a afirmar que os emails não são verdadeiros ou que foram fabricados pelos hackers. Há múltiplas cópias desses emails em muitos servidores da internet, tanto no Reino Unido como nos EUA.

Torna-se evidente que algumas das personagens envolvidas nesta tragédia da ciência deverão ser levadas a depor em julgamento, pelo menos nos EUA. No Reino Unido, o perjúrio acarreta também uma pena pesada.

Com tantas pessoas envolvidas, é provável que alguém diga toda a verdade ao invés de correr o risco de ir parar à prisão por perjúrio. Mas quanto mais prevaricarem após o rebentamento do escândalo mais probabilidades têm de ser castigados quando forem chamados a depor. Alguns dos prevaricadores sabem que têm a espada pronta a cair em cima da cabeça. Um deles é Phil Jones.

A prevaricação é por demais evidente. Os juízes não vão perdoar o facto de eles não terem querido fornecer – como é norma da lei – os dados pedidos por Steve McIntyre. Nem perdoarão o facto de terem apagado ou tentado apagar dados.

McIntyre está agora em condições de, a partir dos códigos informáticos, reproduzir as curvas das temperaturas e verificar aquelas que foram manipuladas. Este tipo de coisas acontece quando um cientista se escusa de fornecer os dados e os códigos.

Tenhamos esperança de que, a partir de agora, o escândalo coíba futuros comportamentos anti-éticos e atentados à idoneidade científica. Deve-se exigir que os dados e os códigos sejam públicos a fim de poderem ser replicados os resultados. As consequências deste processo para as tomadas de decisão política – com efeitos na vida do cidadão comum – assim o exigem.

A fraude do Climagate corrobora plenamente tudo o que diziam os cépticos do aquecimento global. Tal trapaça deveria fazer reflectir políticos como os do governo português e da União Europeia.

Sem entenderem nada do assunto, estes políticos deram endosso total e acrítico às teses do global warming. Eles gastaram rios de dinheiro com a patranha do aquecimento global, além de deformarem gravemente a política energética dos países da UE pois a mesma foi posta a reboque dos impostores climáticos.

quarta-feira, dezembro 02, 2009

Geologia: Onde Darwin se enganou

domingo, junho 28, 2009

Livro: "Signature in the Cell"

Foi recentemente lançado um novo livro escrito por um dos líderes da teoria do "Design Inteligente" (DI) com o nome "Signature in the Cell" ("Assinatura na Célula"). Tal como o livro do Dr Michael Behe escrito há 13 anos atrás ("Darwin's Black Box"), este livro está condenado a enviar ondas de choque entre os crentes darwinistas.

Neste livro o autor (Dr Stephen Meyer) analisa em detalhe o tema que ele tem trabalhado durante as últimas duas décadas: a descoberta de informação codificada no ADN reacendeu antigos argumentos ideialistas contra os materialistas [pessoas que acreditam que a matéria é tudo o que existe]; as células vivas possuem de facto uma componente fundamental não encontrada na matéria sem vida: informação.

Sem que tenha sido verificada uma única violação deste princípio, a nossa experiência diz-nos que a informação é sempre o efeito de uma inteligência. Dito de outra forma, não há nenhum sistema de informação presente nos nossos dias (cujas origens tenham sido observadas) que não tenha uma causa cônscia e inteligente.

Enquanto ele explicava esta tese em grande detalhe, o Dr Meyer reportou também a sua história pessoal em torno da questão da origem da vida.

O livro combina a História com a filosofia da ciência na sua investigação da Biologia Molecular. O Dr Meyer prova que, em contraste com a filosofia "matéria veio primeiro" do materialismo, apenas a filosofia "Mente veio primeiro" presente na teoria do DI é capaz de explicar aquilo que Watson e Crick descobriram em 1953: uma linguagem da vida codificada com letras químicas no ADN. As implicações de tal descoberta têm aumentado exponencialmente à medida que novos níveis de informação complexa e especificada tem sido revelada pelas descobertas vertiginosas dos nossos dias.

O Dr Meyer sabe que a sua tese em favor do DI vai ser atacada pelos Darwinistas, mas ele tem mostrado que pode lidar com as suas críticas. Tendo adquirido o seu segundo Doutoramento em Filosofia da Ciência pela Universidade de Cambridge, ele não só está bem ciente dos argumentos materialistas propostos pelos antigos Gregos, mas também pelos argumentos propostos pelo Iluminismo, também pelos propostos nos séculos 19 e 20 e pelos argumentos contemporâneos.

Os materialistas (ou naturalistas) depositaram imensa fé na posição que afirma que, mais cedo ou mais tarde, uma sequência contínua de causas naturais seria capaz de explicar não só o universo, mas também o planeta Terra e a vida. Esta sua fé tem encontrado o seu mais severo ataque nos nossos dias. A existência de informação codificada na célula torna o materialismo falso.

Os ateus (os maiores proponentes do materialismo) obviamente que não se deixam vencer pelos argumentos contra a sua fé, e como tal já tomaram "medidas" em relação a isso. Uma das medidas que eles tomaram para explicar a existência de informação na célula é a de afirmar que a informação é apenas uma "ilusão". Supostamente nós é que incorporamos informação na célula ao descrevermos os seus mecanismos automatizados.

Para eles, e no que toca ao ADN, "descrição" e "codificação" são a mesma coisa.

Usando a mesma lógica, quando nós fazemos uma tradução de uma lingua estrangeira para o português. nós é que geramos a informação. Antes da tradução, o texto escrito na língua estrangeira não tinha significado nenhum.

Obviamente que isto é ridículo, mas serve para se vêr até onde os ateus estão dispostos a sacrificar o seu intelecto como forma de rejeitarem Deus. O ADN tem informação codificada quer nós saibamos o que está lá codificado ou não. O facto de nós usarmos conceitos nossos para descrever os mecanismos presentes nas formas de vida não significa que nós estamos a impôr aos sistemas biológicos estruturas e significado que não existiam anteriormemente.

terça-feira, maio 19, 2009

Resposta ao Ludwig: o conflito que nunca existiu

Num dos comentários a este post o ateu evolucionista Ludwig afirmou o seguinte:

A minha palestra era sobre o contributo de Darwin para o conflito entre ciência e religião

O Darwin contribuiu para o conflito? :-) Em euros ou libras?

Agora a sério, esse imaginado "conflito" é ilusório (mais ou menos como a sequência dos fósseis que confirmam a evolução). Para se vêr isto, basta perguntar "Que ciência e que religião?"

Não há conflito entre a ciência e o cristianismo, mas sim entre o naturalismo e o cristianismo. O que se passa é que os ateus definem "ciência" como "naturalismo" e afirmam que há "conflito" entre a "religião" (qual delas?) e a "ciência" (= naturalismo).

A natureza parasítica do ateísmo mais uma vez fica exposta ao assumir para si uma coisa (ciência) que não teve em conta o ateísmo durante o seu progresso.

Vêr Também:

1. Como a Ciência Refuta o Ateísmo

2. A Aliança Histórica Entre a Ciência e o Cristianismo

3. Cristianismo e a Ciência

4. Quando o Ateísmo Contradiz a Ciência

5. Cristianismo e Ciência - 1

6. James Clerk Maxwell - Cientista Criacionista

7. Sir Isaac Newton - Cientista Criacionista

8. Robert Boyle: Cientista Criacionista

domingo, abril 05, 2009

Cientistas Ideologicamente Motivados Falsificam Dados

O ser humano é uma criatura de certa maneira previsível. Ponham-no na melhor escola, ensinem-lhe os melhores instrumentos músicais, encham a sua conta bancária, mas a sua natureza caída mais cedo ou mais tarde vai-se manifestar.

Deus disse no Livro do Profeta Jeremias 17:9 "Enganoso é o coração" e disse ainda "Todos pecaram e removidos estão da Glória de Deus" (Romanos 3:23), mas ainda há pessoas que julgam que a educação, as roupas e o dinheiro podem mudar o coração do homem. Nada pode mudar o coração do homem a não ser Aquele que criou o coração do homem. Mas, como um Médico, Ele só pode trabalhar nos corações que aceitem a condição em que estão ("removidos da Glória de Deus").

Uma história na edição de 9 de Março da "USA Today" chamou atenção. Debaixo do título "Cientistas Explicam o Porquê de Plagiarem", o artigo baseou-se num estudo presente na "Science" para referir que 28% dos cientistas apanhados com a "boca na botija" negaram o plágio, 35% admitiram má conduta e expressaram remorso, e 22% afirmaram que eles eram co-autores mas não escreveram os manuscritos.

Muito mais perturbador, no entanto, é o que foi encontrado, enterrado bem dentro da história no USA Today.

De acordo com um estudo conduzido pela entidade federal "Office of Research Integrity", cerca de 3% dos pesquisadores observaram má conduta científica todos os anos, consistindo não só em plágio, mas maioritariamente em dados falsificados.

A suspeita normal é de que a má conduta é bem superior ao que foi reportado mas que nunca é reportada ou descoberta. O que é mais fácil de aceitar a) Os pesquisadores observaram toda a má conduta que existiu durante aquele período, ou 2) houve mais más condutas que não foram reportadas/descobertas?

Quanto mais ideologicamente importante fôr um tema, quase de certeza que a má conduta é mais dominante. Tendo isto em conta, pode-se assumir que em tópicos como o aquecimento global ou evolução, os exemplos de má conduta são mais prevalecentes que em outras áreas científicas.

Um exemplo disto é a história reportada pelo site da "Prision Planet":

“Cientistas Climáticos aliados com a PIMC ("Painel Intergovernamental Sobre o Mudança Climática" da UN) foram apanhados a citar dados errados como forma de comprovar que o aquecimento global está a acelerar.”

De acordo com artigo, "Os dados produzidos pela NASA usados para fazer a alegação, e especial os registos das temperaturas cobrindo largas áreas da Russia, eram meramente as que foram continuadas do mês anterior"

E quem pode esquecer o "Piltdown Man", uma fraude que enganou uma geração inteira?

Vêr também:

Será a ciência livre de preconceito?

domingo, março 29, 2009

Psiquiatra ateu diz que Homosexuais Podem Mudar

Este cientista ateu confirma aquilo que a Bíblia afirma: não há nenhum pecado que o Senhor não possa curar em nós. Desde mentiras, violência, passando por adultério, pornografia, homosexualidade, o nosso Criador, o Senhor Jesus Cristo, pode e QUER mudar a nossa vida de forma que tenha repercussões para a eternidade.

Pelo Poder do Senhor Jesus Cristo, milhões de pessoas têm deixado a nostalgia (que era o meu caso), as drogas, a prostituição, a solidão, a pornografia e muitas coisas mais.

O mundo, no seu engano, diz que é impossível alguém deixar a práctica homosexual. As evidências médicas e a Palavra do Criador dizem exactamente o contrário.

Só Deus sabe a quantidade de pessoas estão hoje presas na mentira da homosexualidade apenas e só porque alguns "médicos" disseram que a homosexualidade era "normal".

João 8:10: O ladrão não vem senão a roubar, a matar e a destruir: Eu (O Senhor Jesus Cristo) vim para que tenham vida, e a tenham com abundância.

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O artigo seguinte encontra-se aqui: http://www.christianitytoday.com/ct/2005/april/20.94.html

Entrevistado por Douglas Leblanc

Robert L. Spitzer testemunhou em 1973 que a homosexualidade não é uma disordem clínica, e o seu contributo foi importante para que a "American Psychiatric Association" chegasse à mesma conclusão.

Trinta anos depois Spitzer causou outra comoção ao afirmar que homosexuais que queiram mudar a sua orientação sexual podem fazê-lo. (Archives of Sexual Behavior, October 2003).

O Dr Spitzer é professor de Psiquiatria na Columbia University, e chefe do "New York State Psychiatric Institute's Biometrics Research Department". Ele identifica-se a si mesmo como um judeu ateu.

A seguinte entrevista foi feita via telefone por Douglas LeBlanc.

Douglas Leblanc [DL]: O que é que o motivou a fazer o estudo sobre a terapia reparativa para os homosexuais?
Robert Spitzer [RS]: Eu estava num encontro anual da APA (American Psychiatric Association) onde falei com alguns ex-homosexuais que estavam às portas do encontro. Eles explicaram-me como eles tinham mudado. Isto interessou-me. Seguidamente tentei organizar um debate àcerca deste tópico, mas enquanto eu organizava o debate, tornou-se claro que as pessoas que eu gostaria que fizessem parte do debate afirmavam que não havia estudos suficientemente bons, e que tudo mais não seria que uma troca de opiniões.

[DL]: Houve alguma coisa que o tivesse surpreendido durante as entrevistas?
[RS]: Provavelmente o que me surpreendeu foi o quão convincentes os testemunhos eram. Joseph Nicolosi [National Association for Research and Therapy of Homosexuality] concordou em referenciar-me, penso eu, 10 ou 20 pacientes. No entanto ele insistiu em obter um resumo dos resultados antes de avançar. Provavelmente ele não queria ser enganado. Mas começando pela primeira pessoa com quem falei, eu tive sempre a sensação de que eu estava a lidar com algo genuíno.

[DL]: O que é que o fêz vêr que os pacientes estavam a ser genuínos?
[RS]: Quando falamos com as pessoas, ficámos com a sensação se elas estão a ser cândidas ou não. Eu tive a impressão que estavam a ser genuínas. Para além disso, havia consistência nos seus testemunhos uma vez que a mudança foi descrita como lenta e não imediata.

[DL]: Alguns dos seus críticos dizem que apenas os fundamentalistas [cristãos] poderiam pensar em terapia reparativa.
[RS]: O panorama mudou muito durante os últimos 20 ou 30 anos. Quando eu comecei a práctica clínica em 1961, era normal receber-se pacientes masculinos com intenções de mudar a sua orientação sexual. Hoje em dia eles já não vão a psiquiatras porque a notícia espalhou-se de que os profissionais da saúde mental já não consideram a homosexualidade um problema.


[DL]: De que modo é que o seu estudo afectou a sua relação com os seus colegas?
[RS]: Muitos dos meus colegas ficaram furiosos. Lembro-me que, quando apareci nos orgãos de comunicação pela primeira vez, recebi uma carta do deão de admissões na Universidade Columbia. Ele escreveu-me a dizer que era uma desgraça que um professor da Columbia fizesse tal coisa. Dentro da comunidade homosexual houve, inicialmente, uma raiva tremenda e um sentimento de traição. Julgo no entanto que esses sentimentos já se dissiparam. Mas convém dizer que eu estou num ponto da minha carreira onde eu já não me importo com essas coisas.

[DL]: Chegou a considerar um estudo-continuação?
[RS]: Não. Sinto-me um pouco fatigado. Alem disso não sei sobre o que é que o estudo seria. Algumas pessoas disseram: "Segue o progresso destas pessoas. Entrevista-as daqui a 5 anos. Hás-de vêr quantas é que voltaram para a homosexualidade". É sabido que muitas pessoas que tentam abandonar a vida homosexual voltam a cair nela.
Mas imagina que 5 ou 10% voltaram a cair na homosexualidade. E depois? Provavelmente haverias de encontrar estatísticas semelhantes entre pessoas que tentam abandonar o consumo de drogas. Algumas vão voltar a cair nas malhas da droga.

O estudo que deveria ser feito deveria ser um estudo controlado onde as pessoas entram na terapia, e depois são inicialmente avaliadas. Mais tarde voltas a avaliar e vês quantos é que realmente conseguiram mudar. Tal estudo, infelizmente, não vai ser feito.

[DL]: Isso deve-se à falta de interesse ou a falta de investimento?
[RS]: As razões são, primeiro, terapeutas reparativos não são cientistas - eles não fazem estudos. A segunda razão é que, se alguém propusesse ao National Institute of Mental Health que fizesse tal estudo, certamente que os homosexuais do estudo haveriam de dizer que é uma perda de tempo. Eles diriam: "Nós já sabemos que é uma fantochada. Para quê fazê-lo"?

[DL]: Você afirmou claramente que ninguém deve ser coagido a entrar numa terapia reparativa.
[RS]: Julgo que o termo politicamente correcto é "terapia de reorientação". Reparativa já implica que alguma coisa está "por reparar". Terapeutas reparativos, obviamente, acreditam nisto, mas chamar a este procedimento de "reparativo" mais ou menos enerva os homosexuais.

Copyright © 2005 Christianity Today

sábado, março 07, 2009

O Verdadeiro Motivo da Popularidade de Darwin

Já ouviste falar nas inúmeras celebrações em torno da pessoa de Darwin que vão ser feitas um pouco por todo o mundo durante o ano de 2009?

A Nature emitiu uma edição especial que mostrava a vida, a ciência, e o legado de Charles Darwin. O "Natural History Museum" (Londres) dedicou um site onde era promovido um programa nacional de eventos celebrando as ideias científicas de Darwin. Museus, universidades, e organizações científicas estão a juntar esforços a nível global para promover Darwin através de exibições, palestras e conferências.

Há eventos planeados em países como os EUA, o RU (Reino Unido), Austrália, China, Coreia do Sul, Portugal, Alemanha, Egipto e Hong Kong. Até mesmo exibições artísticas e festivais musicais vão dispôr pinturas, esculturas e trabalho orquestral a louvar Darwin e a sua teoria da evolução.

Estes eventos são no mínimo curiosos.

Porque é que o mundo está envolvido numa tal euforia em torno de Darwin, quando hoje se sabe que a maioria das coisas que Darwin disse estão erradas? Porque é que cientistas como Sir Isaac Newton, Louis Pasteur, James Maxwell, Albert Einstein ou Gregor Mendel não capturam a imaginação mundial como Darwin? Porque é que homens que de facto fizeram verdadeiro trabalho científico não são alvo do louvor que Darwin recebe?

Isso deve-se ao facto de que as celebrações em torno de Darwin não são devido à sua ciência.

Para melhor vêrmos isso, basta vêr quem é que está a louvar Darwin.

A União Internacional de Humanistas honra Darwin porque, segundo as suas próprias palavras, a teoria da evolução "tornou deuses criadores numa redundância". Tomem nota: a evolução torna o Criador "Redundante".

Sir Julian Huxley (neto do T.H. Huxley, o chamado "Darwin's bulldog"), disse que o "Darwinismo removeu da esfera da discussão racional a ideia de Deus como o Criador dos organismos". Sublinhem: Darwin removeu Deus.

O sumo sacerdote do ateísmo contemporâneo, Clinton Richard Dawkins, afirma que "Darwin tornou possível ser-se um ateu intelectualmente realizado". Por outras palavras, a teoria da evolução facilitou a vida do ateu. Will Provine confirma isto ao afirmar que a "evolução é o maior motor para o ateísmo alguma vez inventado".

Conclusão
O que é que se conclui com estas palavras ditas por eminentes evolucionistas? A conclusão óbvia é que as suas celebrações não têm nada a ver com a ciência, mas sim com religião. A promoção da teoria da evolução é uma forma de lutar contra o Criador, e não uma forma de elevar o conhecimento cientifico da população.

Isto é algo que os cristãos que pactuam com a teoria da evolução têm que levar em conta. Para quê promover uma religião alternativa se já se sabe a Verdade? Para quê promover uma filosofia que não têm evidências nenhumas do seu lado, quando a Bíblia já nos reporta os factos tal como eles aconteceram?

Não há necessidade.

domingo, fevereiro 08, 2009

James Clerk Maxwell - Cientista Criacionista

I Coríntos 2:5
para que a vossa fé não se apoiasse na sabedoria dos homens, mas no poder de Deus.

Albert Einstein afirmou a dada altura que James Clerk Maxwell fêz maiores contribuições para a Física que qualquer outro cientista, com a excepção de Isaac Newton.

Maxwell desenvolveu complexas explicações teoréticas e matemáticas para as forças no universo, com a excepção da gravidade e das forças nucleares. Fez ainda contribuições científicas nas áreas da Termodinâmica e Matemática.

Maxwell era um cientista de proporções colossais cujo trabalho ainda permanece muito respeitado hoje em dia.

Levando em conta a terminologia actual, se Maxwell fosse vivo, ele seria considerado um "fundamentalista cristão".

Maxwell foi contemporâneo de Darwin, e estava bem informado sobre a teoria da evolução. Ele era de opinião que o darwinismo era contra a ciência, chegando mesmo a escrever uma poderosa refutação contra ela. Ele disponibilizou ainda uma refutação à crença de que o sistema solar tinha evoluído a partir de uma nuvem de gás. Essa crença, como deve ser do conhecimento público, está na base da teoria do "big bang".

Este grande cientista sabia que o Senhor Jesus Cristo era o Salvador que Deus Pai tinha providenciado como a Única Forma de salvar a humanidade da culpa, do poder e do castigo (inferno) seu próprio pecado. Um escrito seu encontrado após a sua morte mostra que a motivação para o seu trabalho era a firme certeza de que Deus tinha criado todas as coisas tal como Génesis reporta.

Como Deus tinha criado o ser humano à Sua Imagem, a actividade científica era um empreendimento legítimo.

A sua fé era o fundamento para tudo o que ele fêz, começando no estudo das leis da natureza que Deus implantou no universo, chegando às aulas que ele deu a homens da classe operária como forma de ajudar a igreja local.

A sua contribuição como um cientista cristão e um firme crente na criação são inestimáveis.

Sir Isaac Newton - Cientista Criacionista

Provérbios 2:6
Porque o Senhor dá a sabedoria; da Sua Boca procedem o conhecimento e o entendimento


Se o Sir Isaac Newton ou outro cientista não tivessem feito as descobertas que fizeram, o nosso mundo seria muito diferente. Newton é um dos cientistas mais importantes de toda a história da ciência. O que muitos não sabem é que Newton era um criacionista, tendo mesmo escrito mais comentários sobre a Bíblia do que sobre ciência.

A Newton é creditada a autoria de muitas contribuições científicas e matemáticas, chegando mesmo a ser considerado o pai da ciência moderna.

Para além de ser um ardente crente na Bíblia e no Livro de Génesis, ele era um físico, um matemático, um astrónomo, um filósofo e um alquimista. Ele afirmou:

"Tenho uma crença fundamental na Bíblia como a Palavra de Deus escrita por homens inspirados. Estudo a Bíblia diariamente."(Perloff, p241.)

Disse também:

"Todas as minhas descobertas vieram como resposta às minhas orações".(Perloff, p241.)

Newton é mais conhecido pela descoberta da lei da gravitação universal, e as leis do movimento. Newton construiu o primeiro telescópio reflector, e desenvolveu o Cálculo como um ramo da Matemática. Ele pesquisou ainda sobre a natureza da luz, e explicou como a luz é composta por muitas cores.

Sendo um ávido estudante da Bíbla, Newton escreveu artigos que defendiam a datação do universo feita pelo Bispo Ussher. O Bispo Ussher, começando pela Bíblia, e levando em conta outros documentos históricos, concluiu que a Terra tinha cerca de 6000 anos. O imenso trabalho escolástico do Bispo Ussher foi saudado por um eminente evolucionista, Stephen Jay Gould que disse o seguinte (ênsafe meu):

‘I shall be defending Ussher’s chronology as an honourable effort for its time and arguing that our usual ridicule only records a lamentable small-mindedness based on mistaken use of present criteria to judge a distant and different past. …

Ussher represented the best of scholarship in his time. He was part of a substantial research tradition, a large community of intellectuals working toward a common goal under an accepted methodology. …

‘I close with a final plea for judging people by their own criteria, not by later standards that they couldn’t possibly know or assess.’ (Gould, S.J., Fall in the house of Ussher, Natural History 100(11):12–21, 1991)

Não só Newton acreditava na verdadeira idade do universo, como naturalmente defendia os seis dias de criação que Deus revelou no Livro do Génesis.

Newton foi também um dos primeiros cientistas criacionistas a sugerir que as rochas sedimentárias eram o resultado do Dilúvio de Noé.

Da próxima vez que um ateu disser que é impossível ser-se um cientista e ser-se um criacionista, pensem em Isaac Newton.

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Tem circulado entre meios ateus a crença de que Newton não acreditava na doutrina da Trindade. Os ateus usam este argumento como forma de impedir os criacionistas de usá-lo como evidência para a posição de que se pode ser um criacionista e um excelente cientista. Mesmo que Newton não defendesse a doutrina da Trindade (nunca vi nada que ele tivesse escrito que contradisesse a Trindade, é preciso vêr como é que a doutrina da Trindade está qualificada), isso não invalida que:
1. Newton era um criacionista.
2. Um verdadeiro cientista.

sábado, fevereiro 07, 2009

Robert Boyle: Cientista Criacionista

Efésios 2:10
Porque somos feitura sua, criados em Cristo Jesus para boas obras, as quais Deus antes preparou para que andássemos nelas.

Hoje em dia nós ouvimos muitas vezes que nenhum "cientista sério" é criacionista porque a ciência "refuta" a Criação. A verdade da questão é que a maioria dos fundadores de muitos ramos da ciência moderna eram criacionistas.

Como se isso não fosse suficiente, presentemente há inúmeros cientistas que não vêem contradição nenhuma entre o que se pode observar no mundo biológico e a descrição da Criação reportada no Livro de Génesis.

Um dos cientistas mais famosos de todos os tempos foi Robert Boyle.

Tendo vivido na parte final do século 17, Boyle desenvolveu trabalho pioneiro nas áreas da Química e da Física. Provavelmente já deves ter ouvido falar na "Lei de Boyle," que relaciona a pressão, a temperatura e o volume de gás.

Para além de ser um excelente cientista, Boyle era um cristão dedicado. Ele contribuiu com o seu dinheiro em empreendimentos que visavam traduzir as Escrituras em línguas que ainda não tinham versões próprias da Bíblia

Boyle estava também preocupado com aqueles que, no seu tempo, pensavam que a ciência mostrava que a Bíblia estava errada. (Qualquer coincidência com o moderno evolucionista é pura coincidência.) Como forma de combater este mito, Boyle e outros fundaram a "Royal Society of London" uma das mais antigas organizações criacionistas.

Sendo um entusiasmado estudante da Bíblia, Boyle investiu muito do seu tempo e dinheiro em formas de garantir que o Evangelho seria anunciado e defendido contra outras religiões (como o paganismo e o ateísmo).

No ano de 1690, um ano antes de morrer, Boyle publicou um livro intitulado de The Christian Virtuoso. Nesse livro Boyle explicou que o estudo e o domínio da natureza eram um dever que Deus tinha oferecido aos seres humanos. O fundamento para esta posição é o Livro de Génesis capítulo 1, verso 28 que diz:

"Então Deus os abençoou e lhes disse: Frutificai e multiplicai-vos; enchei a terra e sujeitai-a; dominai sobre os peixes do mar, sobre as aves do céu e sobre todos os animais que se arrastam sobre a terra."

Através dos seus escritos, Robert Boyle mostrou que a ciência e a confiança em Deus podem coexistir pacificamente. Por outras palavras, contrariamente ao que os ateus afirmam, a fé cristã de modo nenhum é inimiga da verdadeira ciência

Boyle louvou a Deus pelas descobertas científicas que ele fêz, e urgiu que outros fizessem o mesmo. Ele viu que o universo funciona em conformidade com as leis que Deus instalou para a sua ordem e control.

Pouco antes de morrer (Londres, 30 de Dezembro de 1691), Boyle tomou provisões no seu testamento para o suporte das famosas "Boyle Lectures", feitas com o propósito de defender o Cristianismo.

segunda-feira, dezembro 29, 2008

Chris Williams, Ph.D., Biochemistry Ohio State University

Entrevista publicada aqui. (Ênfase addicionado)

"As a biochemist and software developer who works in genetic and metabolic screening, I am continually amazed by the incredible complexity of life. For example, each of us has a vast "computer program" of six billion DNA bases in every cell that guided our development from a fertilized egg, specifies how to make more than 200 tissue types, and ties all this together in numerous highly functional organ systems.

Few people outside of genetics or biochemistry realize that evolutionists still can provide no substantive details at all about the origin of life, and particularly the origin of genetic information in the first self-replicating organism. What genes did it require - or did it even have genes? How much DNA and RNA did it have - or did it even have nucleic acids?

How did huge information-rich molecules arise before natural selection? Exactly how did the genetic code linking nucleic acids to amino acid sequence originate? Clearly the origin of life - the foundation of evolution - is still virtually all speculation, and little if no fact."
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segunda-feira, outubro 06, 2008

Bruno ou Galileo: Mentir Para Salvar a Vida

O Pedro Amaral Couto propôs uma situação hipotética onde justificou o uso da mentira, do engano e da decepção como "necessárias" para salvar uma vida.
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A situação era a seguinte: forças nazis perseguem um ou mais judeus que se encontram escondidos na minha casa. Um dos nazis chega perto do dono de casa pergunta se há algum judeu escondido dentro de casa. O que fazer? Dizer a verdade, e practicamente entregar as vidas fugitivas nas mãos de alguém que os quer pôr em campos de concentração, ou mentir e salvar as vidas?
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O Pedro Amaral Couto e o '-com-dá+', juntamente com mais umas vozes supostamente "cristãs", dizem que é mais correcto moralmente é mentir para salvar as vidas. A verdade, dizem eles, tem que ser posta de parte porque o mais importante é salvar vidas humanos.
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Eu disse que do ponto de vista cristão essas não são as únicas alternativas. Eu posso me negar a responder, evitando assim violar o mandamento Divino que diz "Não dirás falso testemunho" - (Êxodo 20:16).
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O que me foi dito é que eu seria "tão responsável" pela suposta morte dos fugitivos como aqueles que os matassem. Isto, obviamente, assume que eles seriam mortos. Houve muitos judeus que cairam nas mãos de nazis mas que ainda estão vivos.
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Como tal eu proponho agora um pergunta:
Quem agiu correctamente do ponto de vista moral: Giordanno Bruno, por dar a sua vida por aquilo que pensava ser a verdade, ou Galileo, que sacrificou a verdade para manter a sua vida?

Giordanno Bruno

Do ponto de vista ateu, "moralmente" falando , quem é que agiu correctamente?

sábado, outubro 04, 2008

Publicações Que Defendem o Design Inteligente

Peer-Reviewed & Peer-Edited Scientific Publications Supporting the Theory of Intelligent Design

Featured Articles

Meyer, S. C. DNA and the origin of life: Information, specification and explanation, in Darwinism, Design, & Public Education (Michigan State University Press, 2003), Pp. 223-285. (PDF, 1.13MB)
Meyer contends that intelligent design provides a better explanation than competing chemical evolutionary models for the origin of the information present in large bio-macromolecules such as DNA, RNA, and proteins. Meyer shows that the term information as applied to DNA connotes not only improbability or complexity but also specificity of function. He then argues that neither chance nor necessity, nor the combination of the two, can explain the origin of information starting from purely physical-chemical antecedents. Instead, he argues that our knowledge of the causal powers of both natural entities and intelligent agency suggests intelligent design as the best explanation for the origin of the information necessary to build a cell in the first place.
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(Os outros artigos podem ser vistos no link acima mencionado)
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A importância de artigos como estes é que eles esvaziam o balão darwinista quando este afirma que os cientistas que contestam a teoria da evolução não publicam em revistas científicas. Para além do facto de isso ser irrelevante para a verdade de uma teoria (em que revista científica é que Darwin publicou a sua teoria?), isto mostra um total desconhecimento da princípios ideológicos que controlam os maiores jornais científicos, especialmente naqueles que abordam temas biológicos (a maior parte dos jornais científicos rejeita à priori qualquer documento científico que produza evidências contra a teoria da evolução).
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No entanto, e apesar da "PIDE" intelectual que controla os jornais naturalistas, muitos cientistas estão conseguir publicar os seus artigos e livros em revistas científicas.
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A lógica darwinista não deixa de ser tragicamente engrançada. Primeiro rejeitam artigos que atacam a evolução, e depois dizem que a evidência que esses artigos não são científicos é porque eles são rejeitados.
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A lógica funciona assim:
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1. Cientista A apresenta um artigo científico (X) que ataca a evolução.
2. Árbitros científicos rejeitam o artigo X porque ataca a evolução.
3. Um dos árbitros vem a praça pública anunciar que a evidência de que X não é ciência é porque foi rejeitado. O que o árbitro não diz é que o artigo já era considerado não-científico antes de ter sido rejeitado.
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Nestes dois videos o Dr Steven Meyer explica o que é a teoria do Design Inteligente.

Part 1


Part 2

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