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sábado, novembro 26, 2011

Como é que 75 baleias acabaram num deserto?

Se mais evidências fossem precisas em relação à cegueira voluntária dos evolucionistas, esta notícia deve removê-las duma vez por todas.
Algumas pessoas acreditam que elas ficaram desorientadas e encalharam-se mutuamente. Por sua vez, outros alegam que as mesmas ficaram presas num lago depois dum desabamento de terra.

Mas os cientistas continuam desorientados em relação à forma como dezenas de baleias acabaram num deserto, a mais de 800 metros do mar.

Esta é uma desorientação propositada, como se vai vêr mais à frente.
Os esqueletos de mais de 75 baleias, datados com mais de 2 milhões de anos, foram desenterrados uns juntos aos outros - a apenas algumas jardas de distância - num dos mais bem preservados cemitérios de baleias pré-históricas.
Escusado será dizer isto, mas os "2 milhões de anos" não vinham escritos nos fósseis das baleias. Essa data é "determinada" a partir de crenças sem o mínimo de suporte científico.

'Extraordinary': Prehistoric bones belonging to 75 whales have been found in the Atacama desert near Copiapo, Chile. Scientists remain baffled as to how they got there
Os cientistas chilenos do Smithsonian Institution estudam a forma como as baleias - algumas do tamanho de autocarros - foram encontrados exactamente na mesma "esquina" no deserto do Chile.

Os peritos afirmam que outras baleias pré-históricas foram encontradas juntas no Peru e no Egipto, mas os fósseis chilenos fazem-se notar pelo seu número impressionante e pelos ossos elegantemente preservados.

Não será esta preservação "elegante" uma evidência em favor da tese de que os mesmos foram enterrados rapidamente ?
Da mais de 75 baleias descobertas até agora, 20 eram esqueletos perfeitamente intactos. Os pesquisadores acreditam que podem estar milhares ainda por desenterrar.

Beached: The skeletons, which include a sperm whale and a now-extinct dolphin with tusks, were found more than half a mile from the South Pacific Ocean


Digging: The bones were found during a highway-widening project in 2010. Locals had seen bones poking through the ground but were unaware there were so many

Nicholas Pyenson, do "National Museum of Natural History" disse o seguinte à Associated Press:

Acho que morreram todas mais ou menos ao mesmo tempo.
Um evento catastrófico, sem dúvida.
Há muitas formas através das quais uma baleia pode morrer. Nós ainda estamos a testar todas as hipóteses distintas.
Todas? Acho que há uma hipótese que eles nem sequer levam em consideração.

Pyenson disse que o local foi em tempos um ambiente contendo uma lagoa e que as baleias "provavelmente" morreram entre 2 a 7 milhões de anos atrás (segundo os sempre fiáveis métodos de datação evolucionistas).

Preparation: A paleontologist encases a whale fossil to be taken to Chile's Paleontological Museum of Caldera. Most of the fossils are baleen whales measuring 25ft long


Discovery: The researchers believe the fossilized remains could have accumulated over a long period of time, between two million and seven million years ago

Erich Fitzgerald, (Museum Victoria in Melbourne - Austrália) disse que esta descoberta é bastante significativa.

Os fósseis estão muito bem preservados e bastante completos - uma combinação rara na paleontologia e uma que provavelmente incidirá alguma luz sobre as faces . . . da ecologia e evolução destas espécies extintas.
A imaginada evolução, quis dizer Erich Fitzgerald.

Hans Thewissen, perito em baleias e professor de anatomia na "Northeast Ohio Medical University", disse:

É possível que as baleias se tenham reunidas numa lagoa e então um tremor de terra ou uma tempestade tenha fechado a saída para o oceano. Subsequentemente, a lagoa secou e as baleias morrem.
Ele qualificou a acumulação de tantos esqueletos completos uma "situação pouco usual". Ele acrescenta ainda:
Se isto tivesse sido uma lagoa que tivesse secado, seria de esperar encontrar sinais da evaporação tais como sal cristalizado e gipsita nas rochas.

Por outro lado, se uma onda gigante tivesse lançado as baleias para a costa, a mesma onda teria empurrado o solo oceânico por toda a volta e nós veríamos marcas nas rochas.

Portanto, podemos rejeitar ambas as hipóteses.

Conclusão:

Antes de fazermos qualquer tipo de conclusão, vamos listar os dados disponíveis:
  • 1. Dezenas de baleias enterradas a mais de 800 metros do mar.
  • 2. Fósseis extraordinariamente bem preservados.
  • 3. Existem probabilidades de haver ainda mais fósseis enterrados.
  • 4. As hipóteses oferecidas pelos evolucionistas são, segundo eles próprios, insuficientes.
  • 5. Segundo parece, as baleias morreram todas mais ou menos ao mesmo tempo, o que suporta a tese dum evento catastrófico fora do normal.

Com estes dados todos à nossa disposição, se um cientista Cristão disser "as baleias foram mortas por um movimentação anormal e catastrófica de água e sedimentos", é possível refutar esta interpretação com base nos dados observáveis? Se o mesmo cientista usar estes dados científicos em favor do Dilúvio de Noé, há alguma forma de falsificar esta posição apelando aos factos empíricos?

A resposta é por demais óbvia: não. À luz das evidências, o Dilúvio de Noé mostra-se fiável e cientificamente válido. Repito, à luz das evidências e não à luz de filosofias naturalistas em busca desesperada de validação científica.

O que os evolucionistas fazem é rejeitar à partida qualquer tipo de interpretação que contradiga a teoria da evolução, e lançar hipóteses que se possam harmonizar com a mesma. Depois de construírem uma que eles acreditem ser "suficiente", alegam que foi isso mesmo que aconteceu.

Isto não é ciência mas preconceito naturalista.

Convém dizer que isto não prova que o Dilúvio ocorreu: isto apenas mostra que as evidências se ajustam ao que a Bíblia declara. Nem sempre é possível "provar" eventos históricos com base nas evidências disponíveis. Geralmente o que se faz é comparar as hipóteses e as evidências e ver qual delas tem maior poder explicativo.

Se usarmos esta metodologia, veremos que a Palavra de Deus contém a hipótese mais robusta. As alternativas evolucionistas são, segundo os próprios evolucionistas, deficientes e bastante frágeis.

Que pena que estes mesmos "cientistas" nem sequer façam jus à sua qualificação de cientistas ao rejeitarem à priori (e apenas por motivos ideológicos/religiosos/filosóficos) a única explicação que está de acordo com as evidências científicas.

No ano seiscentos da vida de Noé, no mês segundo, aos dezassete dias do mês, naquele mesmo dia, se romperam todas as fontes do grande abismo, e as janelas dos céus se abriram,

E houve chuva sobre a terra quarenta dias e quarenta noites.

E no mesmo dia, entrou Noé, e Sem, e Cam, e Jafeth, os filhos de Noé, como também a mulher de Noé, e as três mulheres dos seus filhos com ele na arca.

Eles, e todo o animal, conforme a sua espécie, e todo o gado, conforme a sua espécie, e todo o réptil que se roja sobre a terra, conforme a sua espécie, e toda a ave, conforme a sua espécie, todo o pássaro de toda a qualidade,

E de toda a carne, em que havia espírito de vida, entraram de dois em dois para Noé na arca.

E os que entraram, macho e fêmea de toda a carne entraram, como Deus lhe tinha ordenado: e o Senhor o fechou por fora.

Génesis 7:11-16




terça-feira, julho 19, 2011

Evidências para uma Terra Jovem

"Porque, se vós crêsseis em Moisés, creríeis em Mim; porque de Mim escreveu ele."
João 5:46

A crença nos milhões de anos não provém dos dados da ciência mas sim de crenças construídas com o expresso propósito de destruir a Autoridade da Bíblia.

Como dizia um dos mentores da mitologia nos milhões de anos, o objectivo era "libertar a ciência [da influência] de Moisés". E porquê remover a influência de Moisés da ciência? Porque se nós acreditarmos no que o Profeta de Deus escreveu sobre a Criação e o Dilúvio nunca seremos levados a acreditar que a Terra tem "milhões de anos".

Se já é suficientemente problemático um ser humano assumir saber mais do que o Criador no que toca à idade da Terra, mais problemático é se esse ser humano se qualifica como "cristão" mas ao mesmo tempo rejeita o que a Bíblia claramente diz sobre o tempo que Deus levou para trazer o universo a existência.

Em baixo ficam algumas evidências listadas pelo Dr Jonathan Safarti em torno da idade da Terra. Este tipo de dados científicos são úteis em conversas com não-Cristãos. Para os Cristãos, a Palavra de Deus é Suficiente. (Para os laodiceanos, a Palavra de Deus aparentemente não é suficiente.)

Evidências para uma Terra Jovem.

Actualmente, 90% dos métodos de datação usados para estimar a idade da Terra apontam para uma idade muito inferior aos milhares de milhões de anos defendidos pelos evolucionistas (e seus aliados laodiceanos). Eis aqui algumas:

  • Glóbulos vermelhos e hemoglobina foram encontrados (não-fossilizados!) dentro de ossos de dinossauro. Estes nunca poderiam durar mais do que alguns milhares de anos - certamente nunca os 65 milhões de anos defendidos pelos evolucionistas como a data em que o último dinossauro desapareceu da Terra.

  • O campo magnético da Terra tem vindo a decair tão depressa que nunca poderia ter mais do que 10,000 anos. Reversões aceleradas durante o Dilúvio de Noé - e flutuações ocorridas pouco depois - causaram a que o campo magnético decaísse ainda mais depressa.

  • O hélio está a entrar na atmosfera devido ao decaimento radioactivo, mas muito dele não escapa. No entanto, a quantidade total de hélio na atmosfera é de cerca de 1/2000 da quantidade que se esperaria se a Terra tivesse os mitológicos "milhões de anos". Isto ocorre de forma razoavelmente rápida, mas ainda há tanto hélio em algumas rochas que ele não teve tempo para escapar - certamente não os "milhões de anos".

  • Uma supernova é a explosão duma estrela gigante. A explosão é tão brilhante que, por alguns instantes, ela obscura o resto da galáxia. De acordo com as equações físicas, os remanescentes de supernova (RSNs) deveriam continuar a expandir durante centenas de milhares de anos. No entanto, não há RSNs muito antigas e expandidas (Fase 3), nem algumas moderadamente antigas (Fase 2) na nossa galáxia (Via Láctea) ou nas galáxias satélite, as Nuvens de Magalhães.

    Isto é precisamente o que seria de esperar se estas galáxias não existissem a tempo suficiente para uma ampla expansão.

  • A lua está a afastar-se lentamente da Terra a uma velocidade de 4 cm por ano (e esta taxa era maior no passado). Mesmo que a lua tivesse iniciado a sua recessão practicamente encostada à Terra, ela atingiria a posição actual em cerca de 1,37 mil milhões de anos. Isto da uma idade máxima possível para a lua - e não a idade actual. Isto são idades demasiado recentes para a evolução e os mitológicos "milhões de anos" (e idades demasiados novas em si, se levarmos em conta o que a datação radiométrica "atribui" às rochas lunares).

  • O sal está a ser despejado nos mares mais rapidamente do que a quantidade de sal que escapa de lá. Se o sal está a ser depositado nos mares há "milhões de anos", nem de perto nem de longe os mares têm a salinidade prevista. Mesmo concedendo assumpções generosas para os crentes nos mitológicos "milhões de anos", os mares nunca poderiam ter mais do que 62 milhões de anos - muito menos do que os milhares de milhões defendidos pelos evolucionistas e os seus aliados laodecianos.

    Mais uma vez, isto indica uma idade máxima e não a idade actual.

Os defensores da Historicidade de Génesis sabem que é virtualmente impossível provar a idade da Terra usando um método de datação específico. Nós sabemos que a ciência é tentativa uma vez que nós (ao contrário de Deus) não estamos na posse de todos os dados - especialmente quando se fala do passado não observável.

Mas isto tanto é verdade para os criacionistas como o é para os crentes nos "milhões de anos" e os seus "argumentos" em favor das suas posições anti-Bíblicas. A história do evolucionismo está repleta de incidentes onde os seus defensores foram forçados a abandonar muitas das suas "evidências".

O ateu e crente nos milhões de anos Will Provine diz:

A maior parte do que aprendi da área na escola de graduação (1964–68) ou está errado ou foi alterado de modo significativo.
(Teaching about Evolution and the Nature of Science, A Review by Dr Will B. Provine; available online from (cited 18 February 1999))
Os criacionistas sabem das limitações destes métodos de datação melhor do que os evolucionistas que usam processos actuais para "provar" que a Terra tem milhares de milhões de anos. Na realidade, todos os métodos de datação - mesmo aqueles que apontam para uma Terra jovem - baseiam-se em crenças não sujeitas a teste empírico ou pressuposições não-provadas.

Há anos atrás ouvi um Cristão dizer que "a única forma segura de se saber a idade de algo, é saber quem a construiu e, assumindo que é uma pessoa séria, perguntar-lhe". Eu acrescento: ou isso, ou estar presente na altura em que tal é feito.

No que toca à idade da Terra, o Cristão não tem necessidade de ficar sujeito a qualquer "vento de doutrina" (Efésios 4:14) ou acreditar em "fábulas artificialmente compostas" (2 Pedro 1:16) uma vez nós temos o Testemunho Escrito Daquele que estava Presente quando a Terra surgiu. Aliás, não só Ele estava Presente, como Ele é o Autor.

Eu fiz a terra, o homem e os animais que estão sobre a face da terra, pelo Meu Grande Poder e com o Meu Braço estendido, e a dou àquele que Me agrada em Meus Olhos.
Jeremias 27:5

Porque em seis dias fez o Senhor os céus e a terra, o mar e tudo o que neles há, e ao sétimo dia descansou: portanto, abençoou o Senhor o dia do sábado, e o santificou.

Êxodo 20:11
PS: Ainda estou à espera que algum laodiceano me dê uma interpretação de Êxodo 20:11 que não seja em favor duma Terra Jovem.

Vêr também:

1. Sete motivos para o Cristão rejeitar os mitológicos “milhões de anos”

2. Os dias de Génesis

3. Teoria da falha contradiz a Bíblia

4. Galáxias inesperadas contradizem o Big Bang

5. Hititas: Bíblia refuta críticos (outra vez)

6. Será a Palavra do Criador Suficiente?

segunda-feira, julho 11, 2011

Hititas: Bíblia refuta críticos (outra vez)

1 Samuel 11:1
"ENTÃO subiu Naás, amonita, e, sitiou a Jabés-gilead: e disseram todos os homens de Jabés a Naás: Faze aliança connosco, e te serviremos."

Durante os últimos dois séculos, muitos críticos da Bíblia desenvolveram uma interpretação céptica em relação à mesma. O seu visão era a de que a Bíblia mais não era que um Documento que exibia a evolução da crença - e não algo Revelado Pelo Criador. De acordo com esta posição, o Cristianismo havia "evoluído" de religiões prévias.

Como resultado disto, muitos críticos (e infelizmente, muitos pseudo-cristãos) rejeitaram a ideia da Bíblia como a inerrante, inspirada e fiável Palavra de Deus em todos os assuntos a que ela alude (especialmente Génesis).

Uma vez que eles mantém esta interpretação, eles defendem terem encontrado "muitos erros na Bíblia" através dos anos.

Os "erros" da Bíblia.

Houve uma altura em que os críticos afirmavam que os Hititas mencionados na Bíblia Hebraica "nunca existiram". Segundo estes críticos, os antigos escritores dos Livros Bíblicos "inventaram" este povo como forma de fabricar vitórias Israelitas sobre eles.

Só que como acontece sempre que a Bíblia afirma algo, os dados vieram confirmar o que Deus disse. Eventualmente foram encontradas evidências arqueológicas da existência dos Hititas. Provando mais uma vez o forte sentido de humor que Deus tem, uma das primeiras evidências que foram encontradas foram jarros com pouco menos de 2 metros de altura!

Os críticos, esses, desapareceram desta discussão apenas para surgirem mais tarde a criticar outra alegação histórica da Palavra de Deus. Através dos anos estes críticos tem sido constantemente refutados pelas evidências, mas não parece que eles estejam a levar em conta este facto.

A Terra de Canaã.

De modo similar, era um "consenso" entre os críticos a noção de que os Israelitas nunca poderiam ter entrado na terra de Canaã na altura em que a Bíblia reporta isso ter acontecido. Eles alegavam que, como a Bíblia menciona os Amonitas - que os críticos erradamente pensavam só terem vivido na terra de Canaã mais tarde - então a datação Bíblica está "errada".

Mais uma vez, os críticos estavam errados e a Bíblia correcta uma vez que no ano de 1989 arqueólogos provaram que os Amonitas estiveram em Canaã muito antes da altura do Êxodo do Povo Judaico.

Conclusão:

Como escreve um arqueólogo Cristão, "geralmente, a ausência de evidência não é evidência para a ausência." A lição que o Cristão pode tirar disto é simples:
Se a Bíblia diz que algo é verdade, então acredita.
Se Deus diz que Ele criou o universo em seis dias, então acredita. Se Ele diz que houve um Dilúvio universal que cobriu de água toda a Terra, então acredita.

Se Ele diz que um dia voltará para julgar os vivos e os mortos, e aqueles cujos nomes não estão no Livro da Vida serão lançados no fogo eterno, então, obviamente, acredita e toma as providências para não seres lá lançado.

"A Tua Palavra é a Verdade."
João 17:17


Notas: "Late bronze city found in Jordan." Archaeology and Biblical Research, v. 4, n. 1., Winter 1991. p. 27.

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