Mostrar mensagens com a etiqueta Católicos. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Católicos. Mostrar todas as mensagens

quinta-feira, outubro 28, 2010

Portal Ateu alegra-se com invasão de espaço religioso

A militância ateísta deixa os homens que a seguem cegos à razão e ao bom senso. Digo homens porque as mulheres no geral não parecem interessadas no ateísmo.

O Jairo fez um post onde um militante ateu humoriza uma situação que poderia ter causado danos físicos sérios (e talvez mortais) aos católicos que se encontravam no local.

Reproduzo-o na íntegra.


Esta semana, um indivíduo ao volante de um automóvel invadiu o recinto do Santuário de Fátima, colocando em perigo a integridade física e desrespeitando o sentimento e a liberdade religiosa dos peregrinos.

Tratando-se de um episódio isolado e que acabou em bem, talvez originado em alguma deficiência mental ou estado de bebedeira/"pedrada" do condutor do veículo, e não se tendo registado qualquer ferimento; ainda assim não há dúvidas de que este episódio é condenável.

Rui Janeiro, membro do Portal Ateu, achou que esta notícia justificava ser divulgada naquele espaço, supostamente dedicado ao "ateísmo". Colocou-a na categoria "Humor", deu-lhe o título "Uma alternativa à peregrinação dita standard" e introduziu o video com o seguinte comentário:

"Carmageddon!

Então já não se pode pagar a promessa? Não sei quantos quilómetros com techno a altos berros seguidos de meia dúzia de peões no Santuário em honra da Virgem."

"Carmageddon" é um jogo de video, simulação de corrida automóvel em que um dos objectivos é atropelar o maior número de pedestres para obter pontuação. O termo "peões" designa os que andam a pé. "Piões" é o plural de "pião", o brinquedo em forma de pinha que gira, e também o nome que se dá à manobra de fazer um automóvel girar. Ou Janeiro cometeu uma gaffe, ou acha mesmo divertido imaginar uma sessão de carmageddon real naquele local.

De qualquer forma, só um estúpido e fanático anti-religioso, pode achar divertida a invasão de um espaço de culto. Como, já anteriormente, só a mesma qualidade de imbecis podia ter achado piada à agressão a um homem idoso, apenas porque não gostam nem querem seguir a religião dele.

Os cobardes que não têm coragem para passar à acção contra quem odeiam, arcando com as consequências desses actos, alegram-se quando alguém mentalmente debilitado manifesta esses comportamentos anti-sociais. O que os torna duplamente cobardes.

Há tempos, tivémos em Espanha o caso de um ateu que interrompeu um batismo cristão, insultando os presentes e gritando que a cerimónia representava nada. Estamos perante o mesmo tipo de comportamento. Como os cultos e rituais religiosos não significam algo real para os ateus portalados, torna-se divertido que cerimónias e cultos religiosos sejam interrompidos por agressões e outros números do género.

Tudo de acordo com a cartilha neo-ateísta de Sam Harris e companhia, para quem o próprio respeito à religião é uma coisa má. Imaginando que alguém invadia e estragava uma destas "cerimónias pessoais humanistas" promovidas pelo Portal Ateu, fazendo uns piões no local ou agredindo um dos presentes; certamente os ateus portalados iriam compreender, como qualquer pessoa, que a ofensa e intromissão nada teria de divertida ou humorística. Mas basta a cerimónia ou local ter característica religiosa, e isso faz toda a diferença para estes tolerantes e nada violentos ou facciosos, militantes por um mundo melhor.

O líder máximo do Portal Ateu, gosta de se pavonear pelas televisões, com as suas falinhas-mansas. Mas aos membros da Associação PAMPAP-Portal Ateu Movimento Ateísta Português, tal como à Associação Ateísta Portuguesa, ninguém os mandatou como porta-vozes de "os ateus".

Também não temos qualquer razão para aceitar que alguém, apenas por ser ateu, se considere um legítimo juíz moral, provedor ou fiscalizador das actividades religiosas em Portugal.

É inadmissível que a comunicação social convide, entreviste e dê tempo de antena para estes ignorantes fanáticos se colocarem no papel arrogante de quem tem o direito de criticar e determinar qual o papel da religião na sociedade; mas nunca prepare as entrevistas, documentado-se previamente sobre a natureza deste tipo de militância e fazendo as perguntas que realmente se justificam.

Como seja, por exemplo, questioná-los olhos nos olhos e perante os telespectadores:

Qual a piada de alguém agredir um sacerdote ou utilizar um carro para invadir um espaço de culto religioso, e como se justifica que isso seja considerado assunto "ateísta"?!


"Neo-Orcs são seres de peles enrugadas e reptilescas com uma tonalidade que vai do verde musgo ao marrom escuro. As novas sociedades Orc são de formação semelhante ao voyeurismo militante. Passam o dia a imaginar e a observar os comportamentos de quem consideram inimigos, à espera de que algo de mal lhes aconteça. Neo-Orcs acreditam supersticiosamente que um dia dominarão a terra e tornarão a sociedade humana feliz."

sexta-feira, outubro 22, 2010

Governador mexicano é multado por mencionar Deus

Isto num país esmagadoramente católico. Qualquer dia ser cristão vai ser o mesmo que ser judeu na Alemanha nazi dos anos 30. Será?

Obrigado esquerdistas.

No passado, considerava-se delito blasfemar contra o nome de Deus, agora é crime mencioná-lo. Esse foi o caso do atual governador de Sinaloa, México, Mario López Valdez (foto acima) que venceu as recentes eleições para o governador e foi multado por ter, durante sua campanha eleitoral, pronunciado o nome de Deus.

O Tribunal Eleitoral do Poder Judiciário da Federação, órgão máximo na matéria no México, alegou a laicidade do estado e a proibição constitucional que proíbe o uso de expressões religiosas em disputa eleitoral, para justificar a punição.

Os Partidos derrotados ainda se acharam no dever de denunciar ao tribunal que Mario López invocou a proteção de Deus em outras ocasiões.

Como bem alertou o Professor Plinio Corrêa de Oliveira, em seu livro Revolução e Contra-Revolução, “o laicismo é uma forma de ateísmo. (...) Ele afirma a impossibilidade de se ter certeza da existência de Deus. De onde, na esfera temporal, o homem deve agir como se Deus não existisse. Ou seja, como pessoa que destronou a Deus.” (Parte I, Cap VII, pág 63, Art Press, 1998)

sexta-feira, outubro 08, 2010

Igreja Católica e Adão

Os ateus tentam sempre arrastar os católicos para o campo evolucionista como forma de rejeitar o facto da teoria da evolução ser uma ideologia ateísta. Uma das formas através das quais os ateus tentam passar o mito é afirmando que "a Igreja Católica não aceita que Adão e Eva sejam pessoas históricas".

Pois bem, ficam aqui algumas imagens dum catecismo português. (Cliquem para aumentar)







quinta-feira, outubro 07, 2010

Desespero secularista na base do ódio anti-católico

Original.

Um bom contributo para a compreensão do quadro mental jugular: The Secular Inquisition – The campaign to arrest the pope is the product of an increasingly desperate secularism, which can only find meaning through ridiculing the religious

There is nothing remotely positive in the demand that British cops lock up the pope and then drag him to some international court on charges of ‘crimes against humanity’. Instead it springs from an increasingly desperate and discombobulated secularism, one which, unable to assert itself positively through Enlightening society and celebrating the achievements of mankind, asserts itself negatively, even repressively, through ridiculing the religious.

(…)

It’s worth asking why otherwise fairly intelligent thinkers get so dementedly exercised over the pope and the Catholic Church. What exactly is their beef? What are they objecting to? Very few (if any) of the pope-hunters were raised Catholic, so this isn’t about personal vengeance for some perceived slight by a priest or nun.

(…)

The reason this crusade is so hysterical is because it is not really about the pope at all – it is about the New Atheists themselves. The contemporary pope-hunting springs from a secularist movement which feels incapable of asserting a sense of purpose or meaning in any positive, human-centred way – as the great atheists of old such as Marx or Darwin might have done – and which instead can only assert itself negatively, in contrast to the ‘evil’ of religion, by posturing against the alleged wickedness of institutionalised faith. It is the inner emptiness, directionless and soullessness of contemporary secularism – in contrast to earlier, Enlightened and more positive secular movements – which has given birth to the bizarre clamour for the pope’s head.

Secularism is in crisis. In Enlightened times, progressive secular movements, those which eschewed the guidance of God in favour of relying on mankind to work out what his problems were and how to solve them, were all about having a positive view of humanity. Their vision was both terrifying and extremely liberating: that man alone could master the complexities of life on Earth and improve it for himself and future generations. Today, however, we live in misanthropic, deeply downbeat times, where mankind is looked upon as a greedy, destructive, unreliable force whose behaviour and thoughts must be governed from without.

Indeed, one of the newspaper writers who cheered on the vengeance of Hitchens and Dawkins against Benedict used the very same column to argue that ‘ecocide’ – otherwise known as mankind’s impact on the planet – should also be made a ‘crime against humanity’. It perfectly illustrated that it is not faith in humankind that drives today’s ‘muscular secularism’, but something like its opposite: a profound confusion about mankind’s role, a discomfort with the world we inhabit today, a powerful sense of isolation amongst contemporary New Secularists – isolation from other people, from any coherent ideas, from any stand-up system of meaning. Driven more by doubt and disarray than by a desire to Enlighten, the New Secularists come across as alarmingly intolerant of any system of meaning which, unlike theirs, appears to have some coherence and authority.

This is what drives their war against religion: an instinct for ridiculing those who still, unlike contemporary secularists themselves, have an overarching outlook on life and a strong belief system. That is really what they find so alien about the Catholic Church in particular – its beliefs, its faith, its hierarchy. An atheism utterly alienated from the mass of humanity and from any future-oriented vision can only lash out in an extreme and intolerant way against those who still seem to have strong beliefs: the religious, or the ‘deluded ones’, as the New Atheists see it.

segunda-feira, setembro 27, 2010

A I República e o seu anti-catolicismo

Será que a I República via a fé da maioria dos portugueses como algo a combater? Cada uma tire as suas conclusões.

Como exposto no blog Neo-Ateísmo Português.

Artigo 17º
Define que os religiosos só podem contribuir para as despesas do seu culto por intermédio das corporações autorizadas pelo Governo.

Artigo 23º
As corporações encarregadas do culto devem submeter a sua contabilidade, orçamentos e inventários à aprovação e controlo do Governo.


Artigo 26º
Proíbe ministros religiosos de serem eleitos para dirigir, administrar ou gerir as corporações encarregadas pelo exercício do culto autorizadas pelo Governo.


Artigo 30º
Novos edifícios usados ou construídos futuramente para culto religioso, passam para domínio do Estado ao fim de 99 anos, contados desde o primeiro dia em que lá se praticar culto religioso, sem indemnização alguma. Durante 99 anos, tais edifícios (adquiridos ou construídos de futuro para o fim de culto religioso), não podem ser vendidos, hipotecados ou penhorados sem autorização do Governo.


Artigo 40º
Declara extintas as organizações que admitam quaisquer indivíduos anteriormente pertencentes a ordens e congregações religiosos que a I República extinguira. Todos os bens "sem excepção", passam para o Estado.

Artigo 43º
O culto público é limitado aos lugares "habitualmente destinados" e ao período entre o nascer e o pôr do Sol.


Artigo 44º
Define o poder da autoridade administrativa municipal para conceder excepção ao artigo 43.


Artigo 45º
Regula a administração de sacramentos religiosos.


Artigo 46º
Define que o Estado poderá fazer sempre representar-se numa cerimónia religiosa.

Artigo 48º
Proíbe ministros de qualquer religião de colocarem em dúvida os direitos do Estado presentes no decreto da Lei da Separação e na demais legislação sobre as igrejas, ou de criticarem as leis da República ou a forma de governo, em qualquer escrito publicado, discurso verbal público, sermão e culto.

Artigo 50º
Proíbe a realização de reuniões políticas nos locais de culto.

Artigo 55º
Proíbe cerimónias religiosas fora dos locais "destinados", incluindo as fúnebres, sem o consentimento da autoridade administrativa.

Artigo 51º
Define pena agravada para os que transformem uma reunião anunciada como religioso em reunião política.


Artigo 53º
Determina que crianças em idade escolar não podem assistir ao culto durante o horário das lições. (lembram-se quem podia intervir nos horários dos cultos?)


Artigo 59º
Regula os toques dos sinos durante o dia.


Artigo 60º
Impede a exposição de qualquer símbolo religioso nas fachadas de edifícios particulares e em qualquer outro lugar público, com a excepção das igrejas e dentro dos cemitérios.


Artigo 62º
Todos os bens da Igreja Católica passam à pertença e propriedade do Estado.

Sinceramente, depois de ler estes artigos, não sei donde veio a ideia de que a I República era anti-católica. Vê-se logo pelos artigos que o que a I República tinha em mente era a sã convivência entre o Estado e a Igreja Católica, certo?... Certo?!!

Depois de perder importante papel por recusar cenas de sexo, ator Neal McDonough encontra novos sucessos

Deus cuida dos Seus.
Peter J. Smith
HOLLYWOOD, Califórnia, EUA, 17 de agosto 2010 (Notícias Pró-Família) — Assumir uma postura em defesa de suas convicções religiosas e morais está compensando para Neal McDonough, ator de Hollywood e homem de família, que foi demitido em março de uma série de televisão por recusar realizar cenas picantes de sexo. Longe de terminar sua carreira, a carreira do ator está avançando com um papel num importante filme de Hollywood e no papel mais importante numa nova série de televisão chamada “Vigilante Priest” (Padre Justiceiro).
Embora a atitude dominante em Hollywood com relação a cenas de sexo seja que “todo o mundo está fazendo isso”, Nikki Fink do site Deadline.com disse em sua reportagem que McDonough perdeu seu papel na série “Scoundrels” da TV ABC por não se submeter às exigências dos executivos da ABC no dia 3 da filmagem, para que ele realizasse uma cena de sexo com Virginia Madsen.
McDonough disse “não”, afirmando que isso violaria sua fé católica e seu papel como marido e pai, o qual ele leva a sério. Ele é casado e tem três filhos. Por sua postura, Fink disse que McDonough pode ter perdido uma quantia de até 1 milhão de dólares em pagamento.
Além de desempenhar Buck Compton em “Band of Brothers” (Irmãos de Guerra), McDonough fez papéis nas séries “Desperate Housewives” e “Boomtown” — mas de novo, seus personagens mantiveram-se distantes de cenas de sexo.
Fink informa que embora McDonough tenha perdido oportunidades de emprego por sua postura, ele está agora produzindo o primeiro episódio de uma série no canal Starz acerca de um ex-policial que virou padre católico. McDonough desempenha o papel principal e seu personagem, conforme a reportagem, adota uma abordagem não convencional quando o assunto é fazer uma limpeza, “um pecador de cada vez”, nas ruas dominadas pelo crime em Los Angeles.
Starz está acelerando o progresso do projeto, que terá Walon Green da série “Law & Order” (Lei & Ordem) como produtor executivo e escritor. Dependendo do sucesso do primeiro episódio, Padre Justiceiro poderia se transformar num novo programa para McDonough.
McDonough está também co-estrelando a produção cinematográfica de “Capitão América” da Marvel Comic como Dum Dum Dugan, um agente da fictícia agência internacional de espionagem e policiamento SHIELD. Dugan é conhecido no universo das revistas Marvel por seu chapéu de feltro de marca registrada e por ser excelente atirador. O filme está no momento sendo rodado em Londres, e está marcado para estrear nos cinemas em julho de 2011.
McDonough atuou em vários filmes, inclusive “Star Trek: First Contact” (Jornada nas Estrelas: O Primeiro Contato), “Minority Report” (Minority Report — A Nova Lei) e “The Hitcher” (A Morte Pede Carona).
Para McDonough, há uma ironia amarga na situação inteira — embora os executivos da ABC o tenham forçado a se mandar das filmagens de “Scoundrels”, a expectativa de vida do programa está parecendo bem curta, depois de apenas oito episódios. A série de televisão foi um fiasco na noite de ontem em seu episódio final da temporada de verão trazendo apenas 2,84 milhões de telespectadores, os quais o noticiário de Broadcasting & Cable informou como uma queda de audiência de 38 por cento de sua estreia em junho. Não há expetativa para essa séria continuar outra temporada.
Veja a cobertura anterior de LifeSiteNews.com:
Traduzido por Julio Severo: www.juliosevero.com
Veja também este artigo original em inglês: http://www.lifesite.net/ldn/viewonsite.html?articleid=10081713

quinta-feira, setembro 23, 2010

Olavo: Maquiadores do crime

Por isto é que é importante não dar um palmo aos ateus, neo-ateus e todos aqueles que tentam relativizar a Verdade.

Lenin dizia que, quando você tirou do adversário a vontade de lutar, já venceu a briga. Mas, nas modernas condições de “guerra assimétrica”, controlar a opinião pública tornou-se mais decisivo do que alcançar vitórias no campo militar. A regra leninista converte-se portanto automaticamente na técnica da “espiral do silêncio”: agora trata-se de extinguir, na alma do inimigo, não só sua disposição guerreira, mas até sua vontade de argumentar em defesa própria, seu mero impulso de dizer umas tímidas palavrinhas contra o agressor.

O modo de alcançar esse objetivo é trabalhoso e caro, mas simples em essência: trata-se de atacar a honra do infeliz desde tantos lados, por tantos meios de comunicação diversos e com tamanha variedade de alegações contraditórias, com freqüência propositadamente absurdas e farsescas, de tal modo que ele, sentindo a inviabilidade de um debate limpo, acabe preferindo recolher-se ao silêncio. Nesse momento ele se torna politicamente defunto. O mal venceu mais uma batalha.

A técnica foi experimentada pela primeira vez no século XVIII. Foi tão pesada a carga de invencionices, chacotas, lendas urbanas e arremedos de pesquisa histórico-filológica que se jogou sobre a Igreja Católica, que os padres e teólogos acabaram achando que não valia a pena defender uma instituição venerável contra alegações tão baixas e maliciosas. Resultado: perderam a briga. O contraste entre a virulência, a baixeza, a ubiqüidade da propaganda anticatólica e a míngua, a timidez dos discursos de defesa ou contra-ataque, marcou a imagem da época, até hoje, com a fisionomia triunfante dos iluministas e revolucionários. Pior ainda: recobriu-os com a aura de uma superioridade intelectual que, no fim das contas, não possuíam de maneira alguma.

A Igreja continuou ensinando, curando as almas, amparando os pobres, socorrendo os doentes, produzindo santos e mártires, mas foi como se nada disso tivesse acontecido. Para vocês fazerem uma idéia do poder entorpecente da “espiral do silêncio”, basta notar que, durante aquele período, uma só organização católica, a Companhia de Jesus, fez mais contribuições à ciência do que todos os seus detratores materialistas somados, mas foram estes que entraram para a História – e lá estão até hoje – como paladinos da razão científica em luta contra o obscurantismo. (Se esta minha afirmação lhe parece estranha e – como se diz no Brasil – “polêmica”, é porque você continua acreditando em professores semi-analfabetos e jornalistas semi-alfabetizados. Em vez disso, deveria tirar a dúvida lendo John W. O’Malley, org., The Jesuits: Cultures, Sciences, and The Arts, 1540-1773, 2 vols., University of Toronto Press, 1999, e Mordecai Feingold, org., Jesuit Science and the Republic of Letters, MIT Press, 2003).

Foi só quase um século depois desses acontecimentos que Alexis de Tocqueville descobriu por que a Igreja perdera uma guerra que tinha tudo para vencer. Deve-se a ele a primeira formulação da teoria da “espiral do silêncio”, que, em extensa pesquisa sobre o comportamento da opinião pública na Alemanha, Elizabeth Noëlle-Neumann veio a confirmar integralmente em The Spiral of Silence: Public Opinion, Our Social Skin (2ª. ed., The University of Chicago Press, 1993). Calar-se ante o atacante desonesto é uma atitude tão suicida quanto tentar rebater suas acusações em termos “elevados”, conferindo-lhe uma dignidade que ele não tem. As duas coisas jogam você direto na voragem da “espiral do silêncio”. A Igreja do século XVIII cometeu esses dois erros, como a Igreja de hoje os está cometendo de novo.

A sujidade, a vileza mesma de certos ataques são plenejadas para constranger a vítima, instilando nela a repulsa de se envolver em discussões que lhe soam degradantes e forçando-a assim, seja ao silêncio, seja a uma ostentação de fria polidez superior que não tem como não parecer mera camuflagem improvisada de uma dor insuportável e, portanto, uma confissão de derrota. Você não pode parar um assalto recusando-se a encostar um dedo na pessoa do assaltante ou demonstrando-lhe, educadamente, que o Código Penal proíbe o que ele está fazendo.

As lições de Tocqueville e Noëlle-Newman não são úteis só para a Igreja Católica. Junto com ela, as comunidades mais difamadas do universo são os americanos e os judeus. Os primeiros preferem antes pagar por crimes que não cometeram do que incorrer numa falta de educação contra seus mais perversos detratores. Os segundos sabem se defender um pouco melhor, mas se sentem inibidos quando os atacantes são oriundos das suas próprias fileiras – o que acontece com freqüência alarmante. Nenhuma entidade no mundo tem tantos inimigos internos quanto a Igreja Católica, os EUA e a nação judaica. É que viveram na “espiral do silêncio” por tanto tempo que já não sabem como sair dela – e até a fomentam por iniciativa própria, antecipando-se aos inimigos.

A única reação eficaz à espiral do silêncio é quebrá-la – e não se pode fazer isso sem quebrar, junto com ela, a imagem de respeitabilidade dos que a fabricaram. Mas como desmascarar uma falsa respeitabilidade respeitosamente? Como denunciar a malícia, a trapaça, a mentira, o crime, sem ultrapassar as fronteiras do mero “debate de idéias”? Quem comete crimes não são idéias: são pessoas. Nada favorece mais o império do mal do que o medo de partir para o “ataque pessoal” quando este é absolutamente necessário. Aristóteles ensinava que não se pode debater com quem não reconhece – ou não segue – as regras da busca da verdade.

Os que querem manter um “diálogo elevado” com criminosos tornam-se maquiadores do crime. São esses os primeiros que, na impossibilidade de um debate honesto, e temendo cair no pecado do “ataque pessoal”, se recolhem ao que imaginam ser um silêncio honrado, entregando o terreno ao inimigo. A técnica da “espiral do silêncio” consiste em induzi-los a fazer precisamente isso.

terça-feira, setembro 14, 2010

A Reveladora Visita de Bento XVI

A visita misteriosa de Bento XVI à Inglaterra - país europeu onde ele tem mais possibilidades de ser insultado - tem sido o alvo de todos os elitistas esquerdistas da Grã-Bretanha. Um conjunto de revolucionários sexuais e ultra-esquerdistas selvagens vai-se alinhar contra ele. Tais pessoas geralmente não tem muito apoio popular.

A sua campanha contra o Papa anterior seria insignificante pese embora o facto do seu ódio por tudo o que é cristão ser o mesmo. Mas agora, "graças" às reportagens de abusos sexuais contra crianças por parte de alguns padres (na sua esmagadora maioria, homossexuais), junto com as alegações de que a Igreja Católica não está a fazer o suficiente para modificar essa situação, as coisas mudaram.

Agora os esquerdistas podem esconder o seu natural e histórico ódio ao cristianismo por trás do manto da "revolta contra os abusos sexuais". Agora é respeitável atacar a Igreja Católica. Se calhar os esquerdistas ainda não perdoam o facto dos católicos (principalmente João Paulo) terem sido fundamentais para a destruição do maligno império ateu e comunista soviético.

A pedofilia é revoltante principalmente entre homens dedicados ao Bem. Mas o Vaticano não ensina os seus padres a abusar de crianças. A maioria dos padres não abusa crianças. Melhor ainda, o Papa que tem sido alvo de ataques injustificados por parte dos revolucionários sexuais, tem-se desdobrado em pedidos de desculpa por aquilo que os homossexuais tem feito às crianças católicas dentro das igrejas.

As acusações que são feitas a Bento XVI são, na sua vasta maioria, pura mentira. Há outras que são claras distorções. Alguns dos críticos da visita de Bento XVI também foram examinados e um nome surgiu no radar: Peter Tatchell.

AY49393483Gay rights campai

É de admirar a coragem física e moral de Tatchell principalmente se levarmos em conta que ele foi violentamente espancado pelos seguranças do esquerdista Robert Mugabe quando ele tentou fazer uma "prisão civil" a este monstro. Os efeitos do espancamento ainda o perturbam.

No entanto, isto não anula o que pode ser uma hipocrisia nas suas atitudes - e hipocrisia dos esquerdistas no geral - ao declarar guerra a Bento XVI por supostamente fazer vista grossa à pedofilia.

A 26 de Junho de 1997 Peter Tatchell escreveu um artigo para o jornal Guardian. Nele ele defendia um "livro académico" (acerca de "amor por rapazinhos") contra aquilo que ele considerou tentativas de o censurarem.

Depois de ter sido contactado por alguns jornalistas, ele ressalvou que ele é "contra o sexo entre adultos e crianças", e que o seu propósito principal por trás da publicação do artigo foi o de defender a liberdade de expressão. Peter afirmou que "Eu estava a defender o livro das tentativas de censura e não a aceitar a pedofilia".

Como sempre acontece com os esquerdistas, estas suas últimas palavras foram uma forma de tentar manter a postura de superioridade moral em relação a Bento XVI. As suas palavras no artigo foram bem para além da simples "defesa da liberdade de expressão" uma vez que uma das coisas que disse foi que os argumentos do livro não eram chocantes mas "corajosos".

Segundo este esquerdista, é "corajoso" escrever um livro onde se promove a pedofilia.

Como se isso não fosse suficientemente destrutivo, ele disse que o livro documentou "vários exemplos de sociedades onde o sexo inter-geracional é considerado normal". Ele deu o exemplo duma tribo na Nova Guiné onde "todos os rapazes novos tem experiências sexuais com guerreiros mais velhos como processo normal da sua iniciação à vida adulta" e supostamente crescem "felizes e perfeitamente ajustados no papel de maridos e pais".

Ele depois conclui:

A natureza positiva de algumas relações entre adultos e crianças não é restrito a culturas não Ocidentais. Vários amigos meus - homossexuais ou heterossexuais - afirmam terem tido relações sexuais com adultos a partir dos 9 anos até aos 13. Nenhum deles sentiu que estava a ser abusado, e todos dizem que essa foi a sua escolha consciente e que na altura isso lhes deu grande alegria.

Embora seja impossível de aprovar a pedofilia, já é tempo da sociedade reconhecer a verdade que de nem todo o sexo que envolva crianças é indesejado, abusivo e prejudicial.

É sempre bom quando um esquerdista revela as ramificações da revolução sexual de forma tão reveladora como Tatchell. O que ele disse em 1997 continua verdadeiramente chocante para a maioria de nós, mas o choque esfuma-se até a aceitação. Muitas das coisas que são "normais" hoje em dia seriam chocantes para a população inglesa há 50 anos. As pessoas habituam-se ao mal.

Quando é que saberemos quando parar? Ou será que vamos continuar assim até ao fim?

À medida que os distribuidores de preservativos e os "educadores" do sexo-sem-moral avançam nas nossas escolas, e à medida que a pornografia vai ganhando força nos computadores pessoais da juventude, parece claro que o choque, por si só, não é defesa contra esta incessante destruição das barreiras morais.

No entanto quando um dos poucos homens a nível mundial defende com veemência, consistência e razão para um padrão absoluto de bondade, ele é atacado por certas alas da sociedade como se tivesse proposto sacrifícios humanos.


segunda-feira, setembro 06, 2010

Pedófilos, quem?

Original.
A imprensa tem reproduzido nos últimos dias, em todo o mundo, notícias veiculadas por grandes jornais dos Estados Unidos e da Europa que associam alguns padres católicos ao repugnante crime da pedofilia. Além disso, a maior parte das notícias se impregna de uma ferocidade cega e avança com insinuações malévolas e acusações infamantes contra a Igreja Católica e o Papa Bento XVI.

O jornalismo, praticado muitas vezes de forma ligeira, preguiçosa e inconseqüente, buscando o sensacionalismo não procura se aprofundar na análise do problema. Casos ocorridos há dez, vinte ou trinta anos são resgatados com fortes cores de escândalo como se fossem ocorrências recentes.

Denúncias são tornadas públicas de forma leviana contra o Sumo Pontífice para tentar incriminá-lo, como se fosse ele o responsável por tais atos vergonhosos ou aos culpados oferecesse o apoio da Igreja Católica.

A pedofilia é um crime ignominioso e inaceitável em qualquer circunstância. É uma conduta indesculpável, parta de quem partir ou ocorra onde e quando ocorrer. Mas o que fazem as numerosas reportagens veiculadas nos últimos dias, quando tratam dos crimes trazidos recentemente à tona na Europa se não confundir e vilipendiar o Papa Bento XVI? Quem acompanhou o noticiário ficou com a dolorosa impressão – se católico – de que a Igreja agiu de forma a desculpar e justificar tais atos.

Um jornalismo mais sério e responsável, ao contrário, deveria saudar a atitude do Santo Padre, que não hesitou em escrever uma carta plena de coragem e dignidade ao clero irlandês, condenando os abusadores naquele país, pedindo perdão às vítimas e esperando que a justiça cumpra o seu papel. A atitude corajosa do Sumo Pontífice nem de longe tem sido acompanhada pela maior parte dos jornalistas e dos críticos, incapazes de separar a histeria anti-católica da verdade criminal.

Para ilustrar esse raciocínio segue um dado interessante, tanto mais que restrito ao país do cardeal Ratzinger. Na Alemanha foi comprovado que houve , desde 1995, 210 mil denúncias de abusos a menores. Dessas 210 mil, 300 envolveram de alguma forma padres católicos. Ou seja, menos de 0,2%. Isso significa que, por serem poucos, esses casos devem ser minimizados? Longe disso. Já disse e repito: um único caso que seja de pedofilia é sempre vergonho e imperdoável.

O problema é que se está procurando partir de casos isolados para engrossar uma campanha de descrédito e de infâmia contra a Igreja Católica e seus dignitários, tornando mais profundo o difuso anti-catolicismo ocidental que já vai se tornando um dos inexplicáveis fenômenos do nosso tempo.

Nos Estados Unidos, onde as estatísticas têm mais credibilidade, já se constatou que a presença de pedófilos, é de duas a dez vezes mais alta entre os pastores protestantes do que entre os padres católicos. De qualquer forma, muito maior que o envolvimento de líderes religiosos (católicos ou protestantes) é, por exemplo, o de professores de ginástica e treinadores de equipes esportivas juvenis, muitos deles casados.

Da mesma forma, relatórios periódicos do governo norte-americano indicam que cerca de dois terços dos abusos sexuais contra crianças não vêm de estranhos ou de educadores, sejam eles padres ou pastores, mas de familiares – padrinhos, tios, primos, irmãos e, infelizmente, até pais, muitos deles também casados.

Esses dados vêm derrubar a opinião de alguns anti-católicos, que tentam atribuir ao celibato a causa do problema. Uma atitude mais séria e responsável recomendaria um estudo mais profundo para lhe descobrir as origens e criar no seio da sociedade os mecanismos capazes de preveni-lo. Exatamente o contrário do que tem sido feito, buscando-se cobrir de desonra a Igreja Católica, cuja doutrina abraça os melhores valores da nossa civilização.

Rodrigues, João Augusto - Jornal O Liberal - Belém - "Pedófilos, quem?"
MONTFORT Associação Cultural
http://www.montfort.org.br/index.php?secao=imprensa&subsecao=ultimas&artigo=pedofilos-quem〈=bra
Online, 22/08/2010 às 09:04h

quinta-feira, agosto 12, 2010

12 Coisas que todo Católico deveria Saber sobre os recentes escândalos de Pedofilia.

Excelente texto.

Ele está feito em forma de defesa aos católicos, mas acho que em traços gerais se aplica a todas as instituições cristãs que foram usadas por pedófilos (na sua esmagadora maioria, homossexuais) como cobertura para abusar de crianças e adolescentes.


Antonio Lemos, LC

É preciso colocar todas as cartas na mesa quando lidamos com a crise dos escândalos sexuais na Igreja.

Com frequência regular são amplamente divulgadas na maioria dos jornais, revistas, programas televisivos e internet, matérias sobre abusos sexuais na Igreja. Isso é muito importante, pois em primeiro lugar é uma maneira de dar apoio e fazer justiça às vítimas que foram profundamente feridas por esses atos terríveis. Além disso, a própria Igreja é beneficiada porque aprende com os erros de seus membros e pode colocar em prática os meios para acabar por completo com esta tragédia.

Todavia, há um sério problema. A grande parte dos meios de comunicação não está cumprido o dever de apresentar à sociedade com claridade e justiça todos os fatos relativos aos escândalos. Muitas notícias contêm informações contraditórias ou omitem dados importantes.

Um exemplo desse tipo de prática é a relativamente recente publicação de boatos falsos contra o Papa Bento XVI pelo New York Times no dia 25 de março de 2010. O jornal norte-americano alegou que o Santo Padre ocultou o caso de abusos de um sacerdote dos EUA quando era Prefeito da Congregação da Doutrina da Fé. O fato é que nesse específico caso, a Igreja atuou até melhor que as autoridades norte-americanas, aplicando severa e impecavelmente o direito canônico.

Com o objetivo de desenterrar informações que estão sendo ignorados pela vasta maioria da mídia, o periódico National Catholic Register apresentou na edição de 20 de abril de 2010, 12 pontos que devem ser tomados em consideração para avaliar a atual situação da crise dos abusos sexuais, especialmente nos EUA. Apresento uma síntese destes pontos, pois penso que também podem ser de ajuda para os católicos brasileiros, que não estão sendo poupados dos abusos de alguns agentes da mídia.

1. A crise está chegando ao fim. A maioria das alegações são do período entre 1960 e 1985, e apenas 6 casos de abuso sexual foram denunciados em 2009 nos EUA, onde há 46.700 sacerdotes. Isto significa que apenas 0,01% estão envolvidos nos escândalos.

2. Não existe uma tentativa mundial de encobrir os casos. A crise surgiu de situações individuais, distantes uma da outra em tempo e lugar. Ninguém teve os meios necessários para organizar uma operação de encobrimento em escala global.

3. Dar publicidade aos casos parecia a decisão errada a tomar naquele momento específico. O contexto cultural daquela época era diferente, quando o problema ainda não tinha sido completamente discernido e todas as grandes instituições silenciavam escândalos. Os escândalos foram silenciados (especialmente nos EUA e Irlanda) por razões que pareciam plausíveis naquela situação: proteção das vítimas e das suas famílias, oportunidade de reabilitação dos culpados, preocupação de poupar outras pessoas do escândalo. Por isso, é anacronismo julgar eventos que aconteceram 30 anos atrás com os critérios atuais.

4. O Papa Bento XVI é parte da solução, não do problema. Ele organizou profundas mudanças nos procedimentos do Vaticano e apoiou os bispos dos EUA na recuperação após as alegações de 2002, bem como na recente crise na Irlanda.

5. Ninguém está fazendo mais para lidar com a tragédia do abuso sexual de menores que a Igreja Católica. A Conferência de Bispos dos EUA informou que mais de 5 milhões de crianças receberam treinamento para criar um ambiente seguro e mais de 2 milhões de voluntários, empregados e membros do clero se submeteram à verificação de antecedentes.

6. Seminaristas agora são submetidos a uma análise mais profunda. Isso inclui tanto uma completa verificação de antecedentes e testes psicológicos, de acordo com a Conferência de Bispos norte-americanos.

7. Abuso sexual de crianças é um mal amplamente constatado em todos os campos sociedade, não somente na Igreja Católica. No dia 8 de abril, a pesquisadora da Faculdade de Justiça Criminal John Jay, Margaret Leland Smith, comentou na revista Nesweek que “o abuso sexual de meninos é comum, mas não é reconhecido, não é divulgado e nem tratado devidamente” concluiu o estudo.

8. As crianças podem estar mais seguras com sacerdotes do que com qualquer outra pessoa. De acordo com Dr. Garth Rattray (autor do livro The Gleaner, 2002), cerca de 85% dos abusos vem de membros da família, babás, vizinhos e amigos.

9. Relações com adolescentes adultos (efebo-filia) representam 90% dos casos envolvendo sacerdotes e menores de idade. Abusos de adolescentes menores de 13 anos contam apenas 10% dos casos. Desses, aproximadamente 60% são relações homossexuais e 30% heterossexuais. Nos EUA, 81% das vítimas são meninos e 19% meninas.

10. Laicização não é sempre a melhor solução. A insistência dos meios de comunicação para que os sacerdotes culpados sejam laicizados o quanto antes ignora dois fatos importantes: a primeira fase, chamada suspensão, da qual os bispos estão instruídos para seguir nesses casos, remove o sacerdote temporária ou permanentemente do ministério de forma que ele não seja mais um perigo para os menores de idade. Mas quando um sacerdote é laicizado, a Igreja já não pode monitorar as suas atividades e restringir o seu acesso a menores de idade, então o culpado estará livre para agir na sociedade.

11. A Igreja está cuidando das vítimas. Em 2009, a Conferência dos Bispos dos EUA informou que $6,5 milhões de dólares foram gastos na terapia das vítimas do abuso sexual cometido por sacerdotes (para informações completas em inglês http://www.usccb.org/catholic-church-sxl-ab.pdf). O Papa também tem manifestado publicamente diversas vezes sua dor e incondicional apoio pelas vítimas, tomando a iniciativa de encontrá-las em muitas ocasiões.

12. A Igreja é santa, muito embora seus membros sejam pecadores. Como afirma o Catecismo, “a Igreja, que no seu próprio seio encerra pecadores, é simultaneamente santa e chamada a purificar-se, prosseguindo constantemente no seu esforço de penitência e renovação” Todos os membros da Igreja, inclusive os seus ministros, devem reconhecer-se pecadores.

Em todos eles, o joio do pecado encontra-se ainda misturado com a boa semente do Evangelho até ao fim dos tempos. A Igreja reúne, pois, em si, pecadores abrangidos pela salvação de Cristo, mas ainda a caminho da santificação” (no. 827).

Todos esses aspectos ajudam a compreender que o problema dos abusos sexuais não é um problema exclusivo da Igreja, mas de toda a sociedade. Acredito, que a maior contradição na mídia brasileira é condenar vorazmente a Igreja no jornal da noite, e imediatamente na novela seguinte promover abertamente o erotismo e a vulgaridade.

O único meio de fazer um jornalismo sério e colaborar para o desenvolvimento integral da nação brasileira é comprometendo-se com a verdade e com a dignidade da pessoa humana. Basta aos abusos sexuais a menores em todos os setores da sociedade: igreja, escola, vizinhança, família. Mas também, basta de contradições, omissões e baixaria nos meios de comunicação.

Fonte: Pastoralis

quinta-feira, agosto 05, 2010

"Igreja" Evolucionista e Defensora do Homossexualismo em Decadência

Algumas vozes tem-se levantado a "exigir" que os cristãos ponham de lado ou minizem a importância do criacionismo nas suas interacções com os não-cristãos. Supostamente isto seria uma forma de ganhar mas respeitabilidade.

As intenções podem ser boas, mas como o povo diz, de boas intenções está o inferno cheio. Não faz sentido nenhum minimizar a importância da Doutrina da Criação (ou a do casamento ou dasantidade da vida) só porque os ateus acham que é "ridículo" acreditar que Deus criou em 6 dias ou que um Dilúvio cobriu toda a Terra. Convém não esquecer que muitos dos que acham que é "ridículo" que Deus possa criar em 6 dias, acreditam que a vida criou-se a si mesma, que répteis transformaram-se em passaros e que animais parecidos com o lobo evoluiram para baleias.

Além disso nós temos evidências empíricas de que a aceitação das mitologias ateístas só destroem a estrutura cristã. Caso de estudo: Igreja Anglicana.

Reconquista católica da Inglaterra?

Em Terras de Sua Majestade, o anglicanismo está em crise, mas o catolicismo revela pujança. Henrique VIII está a dar voltar no túmulo.

I. Há dias, o TLS trazia um excelente artigo: "Absent Anglicans" (2 de Julho), uma recensão de quatro livros (este , este , este e este ). O autor, Theo Hobson, acaba por falar de um fenómeno que não pode deixar de ser surpreendente: a crise do anglicanismo. Numa sociedade aberta e plural, a velha religião de Estado está a perder o papel tradicional de "unificador" moral da nação.

E isto abre espaço a novas religiões (sobretudo ao catolicismo). Ou seja, há um choque entre uma sociedade aberta e cosmopolita (não necessariamente pós-moderna) com uma igreja anglicana que foi fundada na negação da liberdade religiosa. Este choque está a danificar a reputação e o poder dos anglicanos.

II. Ora, este fenómeno está abrir espaços para o crescimento do catolicismo em Inglaterra (basta recordar a recente conversão de Tony Blair à Igreja Romana). Os meus amigos e amigas católicas estão em pulgas.

Acham que vão "reconquistar" a Inglaterra. Vai ser mesmo assim? Seja como for, uma coisa é certa: Bento XVI devia apostar forte e feio em Inglaterra. A muralha de Henrique VIII está em baixo.

Não é estranho que a instituição (não lhe chamo de "igreja") que mais se parece com o ateísmo é a mesma que está practicamente terminada e irrelevante? Por outro lado, os católicos, que defendem vigorosamente a santidade da vida e a definição tradicional do casamento (um homem + uma mulher) estão, de acordo com o Henrique Raposo,"pujantes"?

Isto é um sinal para nós: a minimização das doutrinas Bíblicas não nos torna mais "respeitados" mas faz exactamente ao contrário.

terça-feira, agosto 03, 2010

De lésbica a dona de casa e mãe de seis filhos

"Assim que, se alguém está em Cristo, nova criatura é: as coisas velhas já passaram; eis que tudo se fez novo."
1 Cor 5:17

Este é o tipo de coisas que os esquerdistas dizem que não acontece. "Ninguém abandona a vida homossexual!" dizem eles. "É impossível alguém deixar de ser lésbica" chilrem os esquerdistas.

Como geralmente acontece, eles estão errados. Pelo Poder do Criador, é possível deixar a vida de pecado (qualquer que seja o pecado), e caminhar numa nova vida sendo uma nova criatura (2 Cor 5:17).

É óbvio que os esquerdistas não sabem como é possível alguém deixar de ser homossexual, mas isso é o que seria de esperar de qualquer ideologia que desconhece a verdadeira natureza do homem.

Deus conhece a natureza do homem, e se Ele diz que é possível deixar a vida de pecado (1 Cor 6:10-11) então.....é possível deixar a vida de pecado. Ele é Quem manda no universo e não os esquerdistas ou os cristãos. Ele faz as coisas como quer, quando quer e a quem quiser. Não somos nós que dizemos a Ele como é que as coisas devem ser feitas.

Fica aqui mais um testemunho poderoso do Poder Transformador de Deus.

De lésbica a dona de casa e mãe de seis filhos: Jornalista canadense conta sua história
Georges Buscemi
20 de maio de 2010 (Notícias Pró-Família) — “Fui ateia por mais tempo do que posso me lembrar”, recordou Brigitte Bedard, uma jornalista de 41 anos, mas com aparência jovem. Com seu cabelo castanho cortado e desarranjado e seus óculos de estilo de aro grosso, ela é hoje mãe de seis filhos e cuida somente da casa. Ela estava se dirigindo a uma multidão de 200 participantes na conferência pró-vida da Coalizão da Vida de Quebec em 15 de maio, na cidade de Quebec.
Embora Bedard seja muito menos conhecida do que o palestrante principal da conferência — o Cardeal Marc Ouellet — cujas declarações solidamente pró-vida feitas depois naquela tarde foram rapidamente pegas pela mídia anti-vida de Quebec, ela poderia ser a palestrante que mais tocou os corações naquela tarde de sábado.
A sra. Bedard cresceu numa época em que a sociedade de Quebec estava passando pelo que os historiadores chamam de “Revolução Silenciosa”, um período do começo da década de 1960 até meados 1970 quando a sociedade de Quebec largou sua herança cristã e adotou valores seculares. “Nasci em 1968 — puro azar”, brincou ela.
Bedard teve uma típica infância num lar não religioso, e foi para a notoriamente esquerdista Universidade de Quebec em Montreal, onde estudou literatura, eventualmente se formando com um mestrado. “Enchi a mente de toda a literatura feminista radical — sorvi tudo”, disse ela.
Ela iniciou uma série de relacionamentos heterossexuais, todos terminando de forma infeliz. “Incitada o tempo inteiro pelo que eu estava lendo, comecei a pensar que já que todos os meus relacionamentos heterossexuais eram fracassos, que eu poderia ser uma lésbica”. E de fato ela mergulhou no estilo de vida lésbico, e confessou que se divertiu muito por algum tempo. “Foi realmente um tempo muito bom, de um jeito, estando com um grande grupo de garotas, andando pela cidade inteira, fumando um cigarro atrás do outro como se não fosse haver amanhã. Eu era também sexualmente muito atraente”.
Apesar da diversão e excitação do estilo de vida, ela se sentia arrebentada, recorda. “Mentalmente, eu estava em frangalhos. Eu sentia simplesmente que eu estava perdendo o controle, que eu estava mantendo as aparências, mas dentro eu estava em estado de miséria”. As coisas chegaram a um ponto crucial quando, inexplicavelmente, ela começou a chorar uma noite às 3 da madrugada e começou a gritar em seu apartamento vazio num bairro badalado de Montreal, implorando a Deus que “a levasse”. “Aqui estava eu, uma feminista militante atéia lésbica deitada no chão do meu apartamento clamando e implorando a Deus. Eu não estava com a mente legal, mas eu estava desesperada em busca de ajuda”.
Ela começou a buscar ajuda, vagueando e entrando e saindo de inúmeros programas tipos de 12 passos, na esperança de encontrar algum tipo de solução para sua ansiedade e “vida emporcalhada”. Para piorar o problema, ela havia acabado de parar de fumar: “De repente, fui forçada a enfrentar a vida nua e crua, sem nenhuma proteção ou pára-choque”.
Sem saber mais o que fazer, ela contou como alguém que ela conhecia falou sobre visitar “os monges” do Monastério Saint-Benoît em Saint-Benoît-du-Lac, Quebec. A ideia, tão bizarra quanto lhe parecia, a intrigou, e ela foi, mas não sem reservas. “Fui para o monastério armada de todo o desprezo e ódio pela Igreja patriarcal que eu havia acumulado durante os anos dos estudos feministas radicais. Para as feministas radicais, a Igreja é basicamente o inimigo número 1”.
Ela entrou no convento e lhe designaram uma sala e um monge com quem ela poderia conversar duas vezes por dia. “Por três dias seguidos, duas horas por dia, fiquei brava, gritei, praticamente espumei de raiva na face deste monge, escavando basicamente todo insulto, estereótipo e coisa suja que eu pudesse pensar, ou inventar sobre o Cristianismo. Eu estava tão louca da vida, tão magoada e irada, e eu estava descontando tudo neste monge, que jamais disse uma só palavra o tempo todo, mas em vez disso olhava para mim, balançando a cabeça”.
Então, no fim daqueles três dias, algo aconteceu que mudou a vida dela para sempre. “Foi o terceiro dia, a sexta hora de gritos. Estávamos para concluir mais uma vez. Basicamente, eu já tinha parado de gritar. Houve uma pausa. E então o monge levantou os olhos e me disse “você não tem ideia, absolutamente nenhuma ideia de quanto Deus ama você; Ele fez você do nada, ele conhece você, você não tem ideia de quanto ele ama você, Sua filha. Por isso, não sinta vergonha. Deixe tudo isso. Entregue tudo, entregue sua vida a Ele… Ele ama você muito”.
Essas simples palavras naquele momento crucial “a deixaram completamente no chão”, recordou ela. Daquele momento em diante, a vida dela mudou completamente. “Sou filha dEle, não há dois caminhos nessa questão. Não posso explicar isso”. Ela admite que se esforça para explicar exatamente o que foi que causou sua conversão: “Eu simplesmente digo que Deus me jogou ao chão, me abalou; eu não me converti, ele me trouxe a Si”.
Ela agora trabalha como jornalista independente e está casada e feliz como dona de casa e mãe de seis filhos. Mas a vida para ela agora não é um total mar de rosas. “Quando necessito quietude, não há nada que eu possa fazer, a não ser uma coisa: levantar-me às 4 da manhã. Eu faço isso muitas vezes, só para obter alguma paz”. Comentando as diferenças entre sua vida agora e sua vida na época em que ela era lésbica, ela disse brincando: “Viver com um homem é sem dúvida um sofrimento, mas viver com uma mulher o tempo inteiro era viver um inferno em vida”.
Brigitte Bedard, que escreve para o jornal Nouvel Informateur Catholique, foi uma das quatro participantes (além do palestrante principal, o Cardeal Marc Ouellet) na conferência anual da Coalizão da Vida de Quebec na cidade de Quebec em 15 de maio. Os vídeos das palestras (em francês no original, ou dublado em inglês) estão disponíveis por meio da Coalizão da Vida de Quebec.
Traduzido por Julio Severo: www.juliosevero.com
Veja também este artigo original em inglês: http://www.lifesite.net/ldn/viewonsite.html?articleid=10052001

quarta-feira, julho 21, 2010

Clima de Intimidação, "Bullying" e Ameaça contra Cristãos

"E odiados de todos sereis, por causa do Meu Nome: mas, aquele que perseverar até ao fim será salvo."
Mateus 10:11

Alguns incidentes que aconteceram nos últimos 2 meses produziram mais evidências de que os ataques às igrejas estão a aumentar. Pelo menos 3 igrejas sofreram destruição de seus bens ou foram ameaçadas. Como é normal, estas igrejas são congregações que defendem a normalidade sexual e outras coisas que irritam o mundo ateísta.

"Curiosamente", as mesquitas não parecem ser algo que o lobby homossexual esteja motivado a atacar, intimidar ou ameaçar, embora a posição islâmica em relação ao homossexualismo seja bem pior para os homossexuais. Isto refuta toda a crença de que os homossexuais só atacam os cristãos como forma de "vingança" pelo que os cristãos alegadamente fizeram durante "2000 anos". Se fosse só isso, os homossexuais também fariam isso aos muçulmanos, mas eles não fazem, portanto a sua desculpa é esfarrapada.

Em Fort Wayne, Indiana, um grupo chamado de "Bash Back" entrou numa igreja Evangélica, pintou "666" e outras mensagens numa carrinha da igreja e numa porta da mesma, entornou óleo por cima de livros e outros itens e roubou equipamento de construção valioso. ("Bash Back" é o mesmo grupo que a ADF está a processar depois deles terem perturbado um culto Dominical e terem bloqueado o trânsito devido a posição que a igreja tem no que toca ao crime do aborto e à perversão da homossexualidade)

Em Maywood, California, uma paróquia Católica foi arrombada, saqueada, pintada numa das paredes com o número "666"; teve também uma cruz colocada ao contrário e uma imagem da Virgem Maria tinha uma faca espetada nela. (O lobby homossexual é tão pacífico, não é?)

Em Chicago, um grupo (que suporta o comportamento homossexual) chamado de "Rainbow Sash Coalition" ameaçou perturbar uma Missa num Domingo de Pentecostes, bem como ameaçou a Catedral e outras igrejas espalhadas pelo país. O grupo homossexual disse que era motivado pelo facto da Igreja Católica classificar o comportamento homossexual como um pecado e por afirmar que o casamento é entre um homem e uma mulher. Felizmente que o ataque foi impedido antes que alguém sofresse alguma coisa.

Tal como está escrito em cima, se a posição dos cristãos em relação à perversão da homossexualidade fosse o único motivo para os ataques que estes grupos homossexuais fazem, então os mesmos grupos fariam ataques ainda piores aos muçulmanos, uma vez que, mesmo no ocidente, eles defendem que os homossexuais devem ser mortos. Como os homossexuais não atacam os muçulmanos, então nós podemos ver que há outros motivos que levam a que os homossexuais tenham tanto ódio aos cristãos (Cristofobia e Teofobia).

Há alguém que os motiva contra nós.

domingo, julho 18, 2010

O poder da oração contra o horror do aborto

"Porque, onde estiverem dois ou três reunidos, em Meu Nome, aí estou Eu no meio deles."
Mateus 18:20

"Elias era homem sujeito às mesmas paixões que nós, e, orando, pediu que não chovesse, e, por três anos e seis meses, não choveu sobre a terra"

Tiago 5:17

Os demónios que incitam os seres humanos a destruir a vida do bebé inocente nada podem contra o Nome do Senhor Jesus Cristo. No natural, nós não vemos as coisas a acontecerem, mas se orarmos com fé, o Sobrenatural de Deus é Irresistível.

O que estes católicos fizeram (e estão a fazer) é uma das muitas razões que leva a que os secularistas estejam tão interessados em exacerbar o abuso de crianças (feito maioritariamente por homossexuais) dentro das igrejas.

O poder da oração

(Pedimos desculpas pelas imagens com frases ofensivas.)

O número de abortos decresce em Rockford, e a clínica de aborto parece estar (corretamente) culpando o poder espiritual dos Padres.

*****

Em setembro de 2008 um grupo de Padres Católicos começou a rezar toda semana, em frente a uma clínica de aborto, orações especiais da Igreja para que a clínica fosse liberta da presença do mal. Imediatamente, as mulheres pró-vida que monitoram as atividades da clínica puderam perceber um dramático declínio no número de mães que procuravam o aborto, e um número sensivelmente crescente de mães que escolhiam a vida, mesmo à caminho da clínica.

Uma contagem não oficial mostra que o número total de abortos diminui por mais da metade. Foi então quando começaram a surgir cartazes nas janelas da clínica, atacando os Padres Católicos.

Em 29 de maio, uma sexta-feira, a clínica de aborto piorou os ataques. Enquanto um Padre pacificamente rezava as orações da Igreja, acompanhado de um seminarista, alguém dentro da clínica colocou um sinal que dizia claramente: “f... seus padres pervertidos” (“f... your perverted priests”).


Os Padres Católicos também tiveram que suportar insultos pessoais dos seguranças da clínica. O carro de um dos padres foi atingido com ovos por um ativista pró-aborto. Outro padre teve um cartaz escrito à mão pregado em seu carro, o cartaz dizia: “Eu violento crianças” (“I rape children”).

Uma coisa é certa. A clínica de aborto e seus apoiadores sabem que uma das principais razões da diminuição do número de bebês mortos ali foi pelo fato das orações constantes, comprometidas, e cheias de fé dos Padres Católicos, pedindo que o mal que envolve e sustenta a indústria do aborto fosse substituída pela graça de Jesus Cristo. Em Rockford esses padres e suas orações já salvaram incontáveis vidas e almas. É por isso que essa clínica odeia e ataca os padres dessa maneira desrespeitosa.

É como disse um ativista pró-vida de Rockford: “Esse grupo de padres rezou em frente a essa clínica independente do clima, da intimidação, e das ameaças que enfrentaram. No espírito de Jesus Cristo, eles responderam a esses ataques com oração, humildade e amor”.

Um homem afirmou acerca de um dos padres: “No último inverno, em um dia onde o vento gelado estava bem abaixo de zero grau, o Padre estava em oração na calçada com seu casaco aberto. Todos lhe disseram para se proteger melhor do frio, mas ele sabia que as pessoas que entravam na clínica precisavam saber eu um Padre estava ali. Uma jovem mulher hispânica olhou para o Padre, viu sua roupa, seu colarinho eclesiástico, viu que ele rezava por ela. Ela imediatamente deixou a clínica e nunca mais retornou”.


A comunidade cristã de Rockford espera que as autoridades da cidade olhem para a história longa e cheia de ódio da clínica de aborto, e venham a decidir que esse tipo de coisa não é aceitável na cidade.

E quanto a esses santos homens que rezam e trabalham pela vida e pelo fim da demoniacamente inspirada cultura da morte, devemos a eles nosso apoio, nossas orações, e nossa gratidão por nos liderar nessa batalha contra o pecado, satanás e a morte.

(...)
______________________________
Traduzido de:
http://www.prolifecorner.com/node/333

quinta-feira, junho 24, 2010

HOLOCAUSTO ESQUECIDO: 45 MILHÕES DE MÁRTIRES NO SÉCULO XX

Grande parte destes mártires morreram devido à opressão ateísta forçada nos países comunistas.

HOLOCAUSTO ESQUECIDO: 45 MILHÕES DE MÁRTIRES NO SÉCULO XX

Mártires do século XX

Cifras atualizadas:
45 milhões só no século XX.


Clique para ler

Calcula-se em 2 milênios a cifra de 70 milhões de mártires, 45 milhões somente no século XX, o que corresponde a 65% do total.

Curiosamente, o século onde o ateísmo chegou ao poder, é o século onde morreram mais cristãos. Não deve ser uma coincidência.

segunda-feira, junho 21, 2010

Ex-amante de baixista do Rolling Stones diz que a idade de consentimento tem de ser levantada

Peter J. Smith
LONDRES, Inglaterra, 20 de abril de 2010 (Notícias Pró-Família) — Mandy Smith, que quando era menina se tornou amante e mais tarde esposa do baixista Bill Wyman, da banda Rolling Stones, crê que a idade de consentimento sexual precisa ser levantada para 18 a fim de proteger as meninas novas, que são emocionalmente vulneráveis no que se refere a relacionamentos sexuais nessa idade. Numa entrevista ao jornal Daily Mail, da Inglaterra, Smith disse que havia dormido com o muito mais velho Wyman quando ela tinha 14 anos, iniciando um relacionamento que roubou completamente uma infância que ela “jamais conseguiu recuperar”.
Smith, agora com 39 anos, revelou para o Mail que no cenário das celebridades na década de 1980 em Londres, ela era uma adolescente rebelde, mas agora está solteira, celibatária e vivendo uma fé católica renovada, aconselhando meninas novas e envolvendo-se com obras de caridade.
Mas a experiência de seu relacionamento com Wyman, que era 34 anos mais velho que ela, a ensinou que as adolescentes não são emocionalmente equipadas para o sexo com a idade de 16 anos.
A questão não é sobre maturidade física. O que importa é a maturidade emocional”, Smith disse para Mail.
Não acho que a maioria das meninas de 16 anos esteja pronta. Acho que a idade de consentimento sexual deveria ser elevada para 18 no mínimo, e mesmo então algumas jovens não estão prontas”, ela disse. “As pessoas acham isso estranho vindo de mim. Mas penso que realmente sei sobre o que estou conversando aqui. Você ainda é uma criança — até mesmo aos 16 anos”.
Você nunca mais recuperará essa parte de sua vida, de sua infância. Eu nunca consegui”.
Smith revelou que seu pai era ausente na vida de sua família desde que ela tinha 3 anos, e sua mãe estava sempre doente quando ela conheceu Wyman. O roqueiro a havia conhecido num clube onde Smith e sua irmã Nicola, ambas adolescentes, costumavam participar das festas sociais e tentar se vestir e se conduzir como se tivessem o dobro de sua idade.
Smith disse que viu Wyman em parte como preenchendo o vazio de uma figura paterna em sua vida. Eles começaram a namorar quando ela tinha 13 anos, e revelou publicamente pela primeira vez para o Mail que Wyman teve relação sexual criminosa com ela quando ela tinha 14 anos. Quando Smith alcançou a idade de consentimento aos 16 anos, o relacionamento deles se tornou público; aos 18 ela e Wyman se casaram, e dois anos depois o relacionamento terminou em amargura e divórcio.
Olhando para seu passado, ela disse que cria que Wyman nunca “teria feito o que fez se meu pai estivesse por perto”.
Mas sua maior preocupação são as adolescentes que ela vê hoje sendo pegas numa cultura altamente sexualizada e suas expectativas.
Minha preocupação é que tudo — roupas, filmes, conversas — é muito sexualizado. As adolescentes com quem converso estão sob pressão de serem de um jeito”, disse Smith. “Elas pensam que têm de ter sexo, viver certa vida. Tento lhes dizer: ‘Fiquem firmes. Vocês não têm de fazer isso’”.
Smith é mãe de um filho de nove anos, Max, de um breve relacionamento com o modelo Ian Mosby. Ela diz que redescobriu sua fé em 2005 e diz ao Mail que “Deus é o único homem na minha vida agora”.
A grande coisa sobre a Igreja é que você pode voltar. Nunca é tarde demais”, ela disse, acrescentando que foi uma nota de uma das freiras que a ensinaram na escola que ajudou a trazê-la de volta.
Ela disse que Jesus não olha para os erros que eu fiz, ou as vezes que eu o havia ignorado. Até então, eu sentia uma culpa terrível sobre a vida que eu havia levado”, acrescentou Smith. “Percebi que havia outro caminho”.
O Parlamento estabeleceu pela primeira vez a idade de consentimento sexual na Inglaterra em 13 anos em 1875 em resposta a preocupações de meninas novas sendo exploradas para a prostituição. A idade de consentimento recebeu uma emenda para 16 anos em 1885 sob a Lei de Emenda Criminal.
Mas na Inglaterra recentemente a tendência tem sido abaixar a idade de consentimento. Dois anos atrás houve revolta quando o Parlamento aprovou um projeto de lei que exigia que a Irlanda do Norte abaixasse sua idade de consentimento de 17 para 16 anos sob a Norma de Crimes Sexuais da Irlanda do Norte de 2008, para estar em conformidade com o resto do Reino Unido.
Membros da Assembleia Legislativa da Irlanda do Norte acusaram Londres de agir com “desprezo à democracia” ao levar a cabo a medida apesar de sua oposição. Eles avisaram que a mudança incentivaria os predadores sexuais da República da Irlanda, onde a idade de consentimento sexual permanece nos 17 anos, a ir ao norte em busca de vítimas mais novas.
O Centro de Crise de Estupro de Belfast também objetou à mudança, dizendo que a nova lei tornaria difíceis seus esforços de proteger adolescentes vulneráveis de predadores sexuais.
Veja a cobertura relacionada de LifeSiteNews.com:
British Government Bill to Impose Lower Age of Consent in Northern Ireland
http://www.lifesitenews.com/ldn/2008/may/08050107.html
Traduzido por Julio Severo: www.juliosevero.com
Veja também este artigo original em inglês: http://www.lifesitenews.com/ldn/2010/apr/10042004.html

quinta-feira, junho 17, 2010

Argentina: Feministas atacam Católicos

Mais um exemplo do que o futuro reserva aos cristãos, e também do verdadeiro sentimento que as feministas tem em relação a quem se oponha ao assassínio de bebés (aborto). Talvez as feministas apenas se estejam a revoltar contra 2000 anos de ataques e perseguições e....e... (inserir desculpa esfarrapada aqui).

Sobre a Defesa da Catedral de Neuquen

Neste vídeo, que a mídia nacional preferiu ignorar na época, é mostrada uma manifestação ocorrida no dia 17 de agosto de 2008, na cidade de Neuquén, Argentina.

Ne período ocorreu um evento chamado “Encuentro Nacional de Mujeres”, de tom feminista. O movimento pregava palavras de ódio a religiosos e gritos de ofensa a qualquer um que fosse contra o aborto. O grupo também era composto de lésbicas.

Estavam planejados atos de vandalismo contra a Catedral de Neuquén, e vários jovens católicos perceberam a armação e então fizeram um cordão de isolamento na frente da Catedral. Enquanto faziam orações, sofriam ofensas e manifestações de violência psicológica por parte das feministas.

E, como tenho mostrado aqui neste blog, em vários exemplos, a mente esquerdista não é normal, e passa a encarar qualquer que não pense como eles como um inimigo, a ponto de merecer cusparada na cara. Vejam, aos 4:15 do vídeo, um jovem católico recebendo um cuspe no rosto de uma das manifestantes.

As manifestantes também arrancaram dos católicos uma grande faixa com as cores da bandeira argentina e queimaram.

Durante as ofensas, os jovens ignoraram as provocações e continuaram rezando, o que parecia aumentar ainda mais o ódio das feministas da manifestação, como se pode ver no vídeo.

Ainda que em situação de superioridade moral, pois a violência partiu apenas das esquerdistas, fica bem claro como a mera atitude de postura ereta dos cristãos é suficiente para causar ódio nos anti-religiosos. Isso, aliás, explica muito da postura neo ateísta.

Supondo agora que a não reação tenha sido uma versão literal do “oferecer a outra face”, e, se ao invés de um cuspe, a manifestante resolvesse dar um tiro na cara do garoto? Enfim, a partir do momento que a não reação é legitima, tudo é permitido, certo?

Enfim, o vídeo fica como um alerta. A não-reação tende a ter consequências mais desastrosas. O caso da Catedral de Nauquén (omitido, convenientemente, pela mídia) é apenas um aperitivo perto do que vai ocorrer SE NÃO existir uma reação enérgica dos líderes religiosos. Simples assim.

E as regras do jogo estão clara: (1) contra os religiosos, tudo é permitido, (2) tudo que for feito contra eles será inclusive omitido, para evitar punições dos culpados, (3) até por que, se tudo contra os religiosos é permitido, não existe culpa para anti-religiosos, (4) enquanto não reagirem, os anti-religiosos podem fazer cada mais contra eles.

A regra é clara. Se os cristãos mansos continuarem a ir por esse caminho, no futuro cuspe na cara será um afago perto do que está por ocorrer.

É simplesmente o ato de observar os fatos como eles ocorrem e não como gostaríamos que fossem. A realidade às vezes é cruel, mas ignorá-la é ainda pior.

Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...

Share

Twitter Delicious Facebook Digg Stumbleupon Favorites More