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terça-feira, agosto 17, 2010

Como combater a epidemia de DST: Seguindo a Bíblia

Margie Mason reportou recentemente que a China está a sofrer uma epidemia maciça de sífilis. Ela não só alertou para o facto de em todas as horas um bebé chinês nascer com sífilis como também ressalvou que "entre os períodos de 2003 e 2008 a taxa de transmissão mãe-para-filho disparou de 7 para 57 casos por cada 100,000 novos nascimentos".

Actualmente os casos reportados de sífilis estão a "crescer à ordem de 30% todos os anos". Margie Mason disse também que a mesma doença está em crescimento nos EUA também.

A que causas é que Mason e os peritos que ela consultou atribui o aumento da infecção? Ela diz:

Na China, as prostitutas e os homens homossexuais ou bissexuais (muitos deles casados e com famílias) estão a aumentar os níveis de sífilis.
Ela afirmou também que nos EUA "mais de 60% dos novos casos de sífilis estão conectados com o sexo homossexual".

Qual é a solução para as epidemia das DST (Doenças Sexualmente Transmitidas) como a sífilis? O Centro de Controle de Doenças delineou um modo simples e eficiente para erradicar estas doenças:

A maneira mais segura de se evitar a transmissão de doenças como a sífilis, é abster-se do contacto sexual ou estar num relacionamento a longo prazo mutuamente monogâmico com um parceiro que já foi testado e de quem se sabe estar limpo de doenças.
Espera lá! Abster-se de contacto sexual ou estar num relacionamento mutuamente monogâmico a longo prazo?!! Mas isso parece algo tirado de um Livro Antigo escrito há séculos atrás por "pastores ignorantes" não?

Para quem não tem estado no planeta Terra durante os últimos 6,000 anos, a "receita" médica proposta pelo Centro de Controle de Doenças como forma de combater a epidemia de DST é exactamente aquilo que a Bíblia nos diz sobre uma conduta sexual saudável.

Os Mandamentos do Criador no que tocam à sexualidade dizem-nos que o sexo tem que ser reservado para a aliança dum casamento para toda a vida entre um homem e uma mulher (Mateus 19:1-4, Hebreus 13:4, 1 Corintios 6:15-20). A medicina moderna vem agora dizer que esta é a melhor forma para se combater as DST. Deve ser "coincidência".

Na verdade, o que Deus diz sobre o sexo e sobre todos os aspectos da vida humana tem como propósito levar o homem a usufruir plenamente daquilo que Ele nos deu. Em Deuteronómio 6:24 o Profeta Moisés escreveu:

E o Senhor nos ordenou que fizéssemos todos estes estatutos, para temer ao Senhor, nosso Deus, para o nosso perpétuo bem, para nos guardar em vida, como no dia de hoje.
Se Deus criou os seres humanos, e se Ele sabe tudo sobre eles, então Ele é o Único Ser em posição de estabelecer padrões perfeitos para a felicidade humana. As medidas humanas, como se vê nas políticas ateístas de distribuição de preservativos entre a população ou ensino de posições sexuais a crianças com idades que podem chegar aos 12,13 ou 14 anos, não funcionam e a medicina demonstra-o.

Infelizmente, muitas pessoas não entendem a motivação por trás dos Mandamentos de Deus. As pessoas erradamente assumem que Deus está a tentar privá-los de gozar a vida ou está a forçá-los a evitar coisas que trariam prazer. A realidade, porém, mostra que Deus criou os seres humanos de forma a que eles fossem capazes de atingir "vida abundante" ao seguirem os Seus Graciosos Mandamentos (João 10:10)

Conclusão:

Porque é que Deus regula aspectos da vida humana como a sexualidade? A resposta prática é: porque desta forma os seres humanos podem evitar muitas situações dolorosas como bebés a nascer com sífilis que causa "danos irreversíveis" como surdez, problemas neurológicos e deformações ósseas.

A resposta Teológica é: porque Deus ama todos os seres humanos e quer que todos eles possam viver a vida da forma mais abundante possível nesta Terra, como também possuir a expectativa de vida eterna com Ele (2 Pedro 3:9).

Deus tem a solução para os nossos problemas terrenos, e tem No Seu Filho a Solução para os nossos problemas eternos. O facto da Medicina confirmar aquilo que a Bíblia diz é exactamente o que seria de esperar se a Bíblia fosse o que afirma ser, nomeadamente, a Palavra do Criador do Universo.

Se és ateu pensa assim: se naquilo que nós podemos testar a Bíblia confirma-se como Correcta, porque é que ainda pensas que nas coisas que não se podem testar ela está errada?

Faz a tua escolha.

Ver também:

O Plano de Salvação de Deus


terça-feira, agosto 03, 2010

De lésbica a dona de casa e mãe de seis filhos

"Assim que, se alguém está em Cristo, nova criatura é: as coisas velhas já passaram; eis que tudo se fez novo."
1 Cor 5:17

Este é o tipo de coisas que os esquerdistas dizem que não acontece. "Ninguém abandona a vida homossexual!" dizem eles. "É impossível alguém deixar de ser lésbica" chilrem os esquerdistas.

Como geralmente acontece, eles estão errados. Pelo Poder do Criador, é possível deixar a vida de pecado (qualquer que seja o pecado), e caminhar numa nova vida sendo uma nova criatura (2 Cor 5:17).

É óbvio que os esquerdistas não sabem como é possível alguém deixar de ser homossexual, mas isso é o que seria de esperar de qualquer ideologia que desconhece a verdadeira natureza do homem.

Deus conhece a natureza do homem, e se Ele diz que é possível deixar a vida de pecado (1 Cor 6:10-11) então.....é possível deixar a vida de pecado. Ele é Quem manda no universo e não os esquerdistas ou os cristãos. Ele faz as coisas como quer, quando quer e a quem quiser. Não somos nós que dizemos a Ele como é que as coisas devem ser feitas.

Fica aqui mais um testemunho poderoso do Poder Transformador de Deus.

De lésbica a dona de casa e mãe de seis filhos: Jornalista canadense conta sua história
Georges Buscemi
20 de maio de 2010 (Notícias Pró-Família) — “Fui ateia por mais tempo do que posso me lembrar”, recordou Brigitte Bedard, uma jornalista de 41 anos, mas com aparência jovem. Com seu cabelo castanho cortado e desarranjado e seus óculos de estilo de aro grosso, ela é hoje mãe de seis filhos e cuida somente da casa. Ela estava se dirigindo a uma multidão de 200 participantes na conferência pró-vida da Coalizão da Vida de Quebec em 15 de maio, na cidade de Quebec.
Embora Bedard seja muito menos conhecida do que o palestrante principal da conferência — o Cardeal Marc Ouellet — cujas declarações solidamente pró-vida feitas depois naquela tarde foram rapidamente pegas pela mídia anti-vida de Quebec, ela poderia ser a palestrante que mais tocou os corações naquela tarde de sábado.
A sra. Bedard cresceu numa época em que a sociedade de Quebec estava passando pelo que os historiadores chamam de “Revolução Silenciosa”, um período do começo da década de 1960 até meados 1970 quando a sociedade de Quebec largou sua herança cristã e adotou valores seculares. “Nasci em 1968 — puro azar”, brincou ela.
Bedard teve uma típica infância num lar não religioso, e foi para a notoriamente esquerdista Universidade de Quebec em Montreal, onde estudou literatura, eventualmente se formando com um mestrado. “Enchi a mente de toda a literatura feminista radical — sorvi tudo”, disse ela.
Ela iniciou uma série de relacionamentos heterossexuais, todos terminando de forma infeliz. “Incitada o tempo inteiro pelo que eu estava lendo, comecei a pensar que já que todos os meus relacionamentos heterossexuais eram fracassos, que eu poderia ser uma lésbica”. E de fato ela mergulhou no estilo de vida lésbico, e confessou que se divertiu muito por algum tempo. “Foi realmente um tempo muito bom, de um jeito, estando com um grande grupo de garotas, andando pela cidade inteira, fumando um cigarro atrás do outro como se não fosse haver amanhã. Eu era também sexualmente muito atraente”.
Apesar da diversão e excitação do estilo de vida, ela se sentia arrebentada, recorda. “Mentalmente, eu estava em frangalhos. Eu sentia simplesmente que eu estava perdendo o controle, que eu estava mantendo as aparências, mas dentro eu estava em estado de miséria”. As coisas chegaram a um ponto crucial quando, inexplicavelmente, ela começou a chorar uma noite às 3 da madrugada e começou a gritar em seu apartamento vazio num bairro badalado de Montreal, implorando a Deus que “a levasse”. “Aqui estava eu, uma feminista militante atéia lésbica deitada no chão do meu apartamento clamando e implorando a Deus. Eu não estava com a mente legal, mas eu estava desesperada em busca de ajuda”.
Ela começou a buscar ajuda, vagueando e entrando e saindo de inúmeros programas tipos de 12 passos, na esperança de encontrar algum tipo de solução para sua ansiedade e “vida emporcalhada”. Para piorar o problema, ela havia acabado de parar de fumar: “De repente, fui forçada a enfrentar a vida nua e crua, sem nenhuma proteção ou pára-choque”.
Sem saber mais o que fazer, ela contou como alguém que ela conhecia falou sobre visitar “os monges” do Monastério Saint-Benoît em Saint-Benoît-du-Lac, Quebec. A ideia, tão bizarra quanto lhe parecia, a intrigou, e ela foi, mas não sem reservas. “Fui para o monastério armada de todo o desprezo e ódio pela Igreja patriarcal que eu havia acumulado durante os anos dos estudos feministas radicais. Para as feministas radicais, a Igreja é basicamente o inimigo número 1”.
Ela entrou no convento e lhe designaram uma sala e um monge com quem ela poderia conversar duas vezes por dia. “Por três dias seguidos, duas horas por dia, fiquei brava, gritei, praticamente espumei de raiva na face deste monge, escavando basicamente todo insulto, estereótipo e coisa suja que eu pudesse pensar, ou inventar sobre o Cristianismo. Eu estava tão louca da vida, tão magoada e irada, e eu estava descontando tudo neste monge, que jamais disse uma só palavra o tempo todo, mas em vez disso olhava para mim, balançando a cabeça”.
Então, no fim daqueles três dias, algo aconteceu que mudou a vida dela para sempre. “Foi o terceiro dia, a sexta hora de gritos. Estávamos para concluir mais uma vez. Basicamente, eu já tinha parado de gritar. Houve uma pausa. E então o monge levantou os olhos e me disse “você não tem ideia, absolutamente nenhuma ideia de quanto Deus ama você; Ele fez você do nada, ele conhece você, você não tem ideia de quanto ele ama você, Sua filha. Por isso, não sinta vergonha. Deixe tudo isso. Entregue tudo, entregue sua vida a Ele… Ele ama você muito”.
Essas simples palavras naquele momento crucial “a deixaram completamente no chão”, recordou ela. Daquele momento em diante, a vida dela mudou completamente. “Sou filha dEle, não há dois caminhos nessa questão. Não posso explicar isso”. Ela admite que se esforça para explicar exatamente o que foi que causou sua conversão: “Eu simplesmente digo que Deus me jogou ao chão, me abalou; eu não me converti, ele me trouxe a Si”.
Ela agora trabalha como jornalista independente e está casada e feliz como dona de casa e mãe de seis filhos. Mas a vida para ela agora não é um total mar de rosas. “Quando necessito quietude, não há nada que eu possa fazer, a não ser uma coisa: levantar-me às 4 da manhã. Eu faço isso muitas vezes, só para obter alguma paz”. Comentando as diferenças entre sua vida agora e sua vida na época em que ela era lésbica, ela disse brincando: “Viver com um homem é sem dúvida um sofrimento, mas viver com uma mulher o tempo inteiro era viver um inferno em vida”.
Brigitte Bedard, que escreve para o jornal Nouvel Informateur Catholique, foi uma das quatro participantes (além do palestrante principal, o Cardeal Marc Ouellet) na conferência anual da Coalizão da Vida de Quebec na cidade de Quebec em 15 de maio. Os vídeos das palestras (em francês no original, ou dublado em inglês) estão disponíveis por meio da Coalizão da Vida de Quebec.
Traduzido por Julio Severo: www.juliosevero.com
Veja também este artigo original em inglês: http://www.lifesite.net/ldn/viewonsite.html?articleid=10052001

segunda-feira, julho 26, 2010

Reino Unido: 1/3 das crianças vivem apenas com um pai

Mais um dos efeitos da perda da identidade cristã na Inglaterra. O mais triste de notícias como esta é que Portugal está a tentar seguir os mesmos ensinos sobre a família e sobre a sexualidade que nós sabemos que não funcionam.

Glória a Deus por países como a Polónia e a Lituânia que ainda resistem à intromissão nociva da ONU e das organizações europeias.

Original

No Reino Unido, 1 em cada 3 crianças vive sem seu pai ou sem sua mãe. É estimado que 3,8 milhões de crianças vivam nessas condições por lá. 2,7 milhões vivem apenas com a mãe, 200.000 apenas com o pai, cerca de 500.000 moram com novas famílias sem casamento e 400.000 em novas famílias com novo casamento. Desse total, mais da metade raramente vê o pai ou mãe que não vive com ela.

Em uma década, tais crianças passaram de 1/5 para quase 30% do total de crianças, de acordo com estudo da ONS - Office for National Statistics.

Os dados foram divulgados com outras estatísticas que mostram a desintegração da família: segundo projeções da ONS, o número de solteiros e pessoas que coabitam ultrapassará o número de casados dentro de 20 anos.

Segundo o Daily Mail, o aumento de crianças em famílias desestruturadas veio durante os anos em que o governo Labour (Tony Blair e Gordon Brown) determinou que todos os tipos de família são igualmente bons para as crianças e o sistema de benefícios foi reformulado para recompensar pais solteiros e penalizar casais.

Daquelas 3,8 milhões de crianças, mais de 2 milhões nunca ficou com o pai ou mãe faltoso mais de um dia seguido.

O analista da ONS, Ben Wilson, disse: "O crescimento do número de crianças com um pai ou mãe não-residente é uma dimensão de uma crescente diversidade das formas de família".

No entanto, apoiadores da família tradicional pediu ao governo de David Cameron que tente atuar no sentido de ajudar que famílias tradicionais consigam continuar juntas.

Patricia Morgan, pesquisadora e autora na área da família, disse: "Isto não é diversidade. Isto é um desastre".

"Toda evidência independente mostra que isso é uma coisa ruim. Estes dados mostram que a desintegração da família está se acelerando, com todos os problemas inevitáveis que se seguirão".

Jill Kirby, do think tank Centro para Estudos de Política, disse: "Crescer em uma família desestruturada pelo menos duplica o risco da criança ir mal na escola, sofrer de problemas de saúde, ficar desempregada quando crescer, ficar grávida quando chegar à adolescência, ou ir para o crime".

"É crucial que o governo faça algo para tentar dar às crianças um melhor começo. O Labour preferiu diversidade à estabilidade e prejudicou as crianças - o novo governo necessita mudar isso".

A ONS também prevê que o número de pais solteiros ou em coabitação irá ultrapassar o número de pais casados já em 2030.

Já hoje, a proporção da população adulta que é casada caiu para abaixo de 50%, a saber, para 49%. Em 2033, esse número chegará a 42%, segundo projeções. Já o número de casais coabitando subirá de 2,3 milhões para 3,8 milhões.

Fonte: Daily Mail

domingo, julho 25, 2010

Homens tem um mecanismo anti-evolutivo que suporta a fidelidade

Mais evidências que 1) suportam a normalidade da heterossexualidade e 2) não seriam de esperar se a evolução tivesse acontecido.
Alexandre Pimentel

Qual o segredo para se manter fiel e nem ao menos cobiçar em situações tentadoras? Bem, alguns cientistas da Universidade da Florida descobriram a resposta.

De acordo com um estudo realizado por eles, o amor faz com que o cérebro humano se torne incapaz de prestar atenção em rostos muito atraentes.

O estudo funcionou assim:

Eles mediram a atenção de 113 homens e mulheres, que foram expostos a fotos de pessoas lindas e outras não tão atraentes. Metade dos voluntários escreveram, antes da experiência, um texto falando sobre o amor que tinham pelo seu parceiro. A outra metade fez uma redacção sobre felicidade.

Em seguida, as fotos foram exibidas com os olhos dos voluntários monitorizados por um computador. Quem tinha escrito e pensado em amor, passou a ignorar as imagens de pessoas bonitas . Seus olhos simplesmente não se fixavam sobre as fotos. E essa rejeição só acontecia com as fotos de gente linda; com as imagens de pessoas comuns, não havia diferença.

Como isso acontece ?

De acordo com os cientistas , quando nós pensamos em amor , nosso neocórtex automaticamente passa a repelir pessoas que podem nos levar ao adultério , ou seja , pessoas muito atraentes ou tentadoras passam a ser ignoradas.

OBS : Nos homens, esse mecanismo antitraição é quatro vezes mais forte do que nas mulheres

Repetindo a pergunta do início do post.

Qual o segredo para se manter fiel e nem ao menos cobiçar em situações tentadoras ?

Pense em sua esposa (o), namorada (o) e lembre de quem você ama, pois Deus se encarregou de lhe trazer um mecanismo para lhe tornar monogâmico ou fiel a quem você ama.

Alguma dúvidas:

* Em que um sistema que ajuda a se tornar monogâmico iria ajudar na evolução do homem ?

* Será que ela traria algum benefício ?

* Não seria mais vantajoso para a evolução do homem sair por ai à se reproduzindo com várias mulheres?

segunda-feira, julho 19, 2010

"Só os castos são fortes"

Original

Do latim "castitas", de "castus", originariamente termo da linguagem religiosa que significava: conforme aos ritos; posterior­mente foi tomado como particípio do verbo "careo" = carecer e passou a significar tam­bém: isento de, puro.

É uma virtude moral que preserva o homem de qualquer complacência indevida com a satisfação sexual.

É a expres­são de uma plena vitória da vontade sobre o instinto.

É uma nota inconfundível das almas nobres e fortes.

O homem casto não é apenas aquele que não tem uma vida desregrada, mas é o que exerce pleno controle não só sobre seus atos e palavras, mas também sobre seus impulsos íntimos e seus desejos.

As reações do animal obedecem, de modo exclusivo e ine­lutável, aos estímulos dos instintos de conser­vação e reprodução. Mas nele esses instintos têm uma regulação automática e um equilíbrio natural. No homem, esse equilíbrio é exercido pela razão consciente e voluntária. E nisso re­side a nobreza do ser humano.

O devasso acaba se assemelhando ao animal, escravo dos próprios instintos. O casto controla os seus ins­tintos, segundo as finalidades superiores da razão: não vive para comer, mas come para viver; não vive para o sexo, mas submete a atividade sexual à sua função imanente de transmitir o dom da vida e de permitir entre os esposos a realização da plenitude de amor humano.

A castidade é o resultado de uma autodisciplina, permanentemente exercida so­bre os pensamentos, os desejos, os sentidos num ideal de nobre austeridade voluntaria­mente aceito. A impostura dos devassos con­siste em se apresentarem como corajosos, li­bertos de todos os tabus.

Na realidade, são covardes que abdicaram da luta interior e se tornaram escravos de suas paixões, porque, de fato, só os castos são fortes.


___________________________

Fonte: Pe. Fernando Bastos de Ávila, S.J. - Pequena Enciclopédia de Moral e Civismo, MEC - Ministério da Educação e Cultura, FENAME - Fundação Nacional do Material Escolar, 2a edição, 1975, verbete Castidade, página. 116.

sábado, julho 17, 2010

Prostituição: Onde está o feminismo quando a mulher mais precisa?

Com tantas mulheres a serem exploradas pela industria do sexo, seria de esperar que as feministas se organizassem para acabar com isso, mas parece que isso não é assim tão importante. Até parece que as feministas não se importam que as mulheres sejam vistas como objectos sexuais.

Provavelmente isso se deva ao facto de que quanto mais promiscua for uma sociedade, maiores são as hipóteses de gravidez indesejada, e maiores são as probabilidades de ter que matar o bebé.

O lobby feminista anda as reboque das intenções do lobby aborcionista, e portanto, as feministas não se importam que a sociedade se torna mais promiscua. Aliás, as feministas juntam-se à ONU de forma a ensinar às meninas formas de começar as actividades sexuais, e, claro, onde ir no caso de precisar de fazer um aborto.

A única ideologia que de facto dá valor às mulheres é o Cristianismo. Todas as outras ideologias invariavelmente pioram a condição da mulher.

Mais consequências da rejeição da moral cristã.

A indústria do sexo é a força mais destrutiva contra as mulheres

Organização católica ACRATH combate este flagelo na Austrália

SYDNEY, terça-feira, 8 de junho de 2010 (ZENIT.org). – A Austrália é uma das conexões centrais do tráfico de seres humanos, que envolve milhões de mulheres provenientes da Ásia, Europa e América do Sul, e movimenta cerca de 9 bilhões de dólares ao ano.

No país, a ACRATH (Australian Catholic Religious Against Trafficking in Humans) é um dos principais atores na luta para libertar as mulheres da indústria do sexo.

Segundo estatísticas citadas pela organização, o tráfico de seres humanos constitui a terceira maior indústria criminosa do mundo, após o tráfico de armas e o narcotráfico.

Leia o artigo inteiro em: http://www.zenit.org/article-25162?l=portuguese

Transsexual "obrigou os seus filhos a comer comida para animais"

Esta história tem tantos níveis de insanidade que ficamos sem saber por onde começar.
Um realizador transsexual foi preso por alegadamente colocar os seus filhos em jaulas e fazer clips de videos onde se viam os filhos a ingerir comida para cães. Segundo foi alegado, "Mum" Alle Segretti, de 41 anos, que anteriormente se chamava Alan Todd, forçou os seus 4 filhos a cometer "actos inaceitáveis no nome da realização de filmes".
Quem é que define o que são "actos aceitáveis" no nome da realização de filmes?
Segretti, que segundo informações locais se vestia "como a prostituta do filme 'Pretty Woman', papel desempenhado por Julia Roberts", foi preso [ou presa?] devido a suspeitas de crueldade infantil após queixas feita pelos serviços sociais.

A Polícia reportou a forma como "ela" tinha transformado a sua casa num "enorme estúdio de filmagem". Uma fonte disse:

Os oficiais que entraram lá dentro encontraram câmaras e luzes em todos os quartos. A alegação foi a de que as crianças tinham sido presos em jaulas e tinham sido forçadas a comer comida de gato e comida de cão enquanto o seu "pai" os filmava. Os oficiais estão habituados a coisas chocantes mas isto deixou-os perturbados.
Pois, à medida que o mundo vai ficando cada vez mais secular, esperem mais coisas como esta a acontecerem. Quando as pessoas deixam de obedecer aos Mandamentos do Criador, elas seguem o que os seus instintos mais básicos lhes dizem para fazer, e isso nunca é bom. Para além da nossa natureza caída ser campo fértil para criar maldade por todo o lado, temos ainda a "ajuda" dos anjos caídos para completar o cenário.

Acentuam-se agora os efeitos da rejeição da Bíblia:

Segretti, que no princípio deste ano foi um dos convidados do reality show americano "Kirstie Alley's Big Life", teve dois rapazes e duas raparigas com duas mulheres distintas antes de decidir viver como uma mulher.
Divórcio fácil, casamentos efémeros, homossexualidade, desrespeito pela dignidade e valor humanos, relativismo moral, etc, etc. Os efeitos sociais do ateísmo não poderiam ser mais óbvios

Conclusão:

Infelizmente para Segretti, ele foi preso antes de se tornar um realizador conceituado. Se a Hollyweird (Hollywood + "weird") ficou maluca com o incidente em torno de Roman Polanski, que drogou e abusou sexualmente de uma rapariga, então esta mesma Hollyweird não teria problemas em desculpa os erros de Segretti. Afinal de contas, os seus crimes foram provavelmente feitos no melhor interessas das Artes, o que transcende noções pedestres e vulgares do certo e errado.

Alan Todd, visionário e pioneiro cultural.

segunda-feira, julho 12, 2010

Praticantes de "swing" têm mais risco de contrair DST do que prostitutas

Quando o ser humano abandona a ética sexual que Deus nos nos comandou (abstinência enquanto solteiro e fidelidade depois de casado - 1 Cor 7:2-3) coisas más estão destinadas a acontecer.
Um estudo holandês publicado na revista científica "British Medical Journal" mostra que praticantes de "swing", especialmente os que têm mais de 45 anos, apresentam índices mais altos de DSTs (Doenças Sexualmente Transmissíveis) do que prostitutas.

O trabalho, feito pela pesquisadora Anne-Marie Niekamp, da Universidade de Maastricht, analisou pacientes que buscaram tratamento para DST entre 2007 e 2008 em três centros de saúde na Holanda. Ao todo, foram realizadas 9 mil consultas e um em cada nove pacientes era praticante de "swing", com idade média de 43 anos.

De acordo com Niekamp, o problema é que os "swingers" são extremamente vulneráveis às DST, já que a prática envolve troca de parceiros sexuais. Mas eles são praticamente ignorados pelos programas de prevenção.

O estudo mostrou que os índices de clamídia e gonorreia são de aproximadamente 10% entre heterossexuais, 14% entre homens gays e abaixo de 5% entre prostitutas do sexo feminino. Já entre os "swingers", a taxa é de 10,4%.

Os resultados indicaram que um em dez praticantes de "swing" apresentava clamídia e um em vinte, gonorreia.

A clamídia é a DST mais comum entre as mulheres e, em 70% dos casos, não há sintomas. A infecção, provocada por bactéria, pode causar doença inflamatória pélvica, gravidez fora do útero e infertilidade. A gonorreia também é uma infecção bacteriana que pode causar infertilidade, se não for adequadamente tratada.

* Com informações da Reuters

Não se esqueçam que os promotores deste tipo de comportamento auto-destrutivo são as mesmas pessoas que querem ensinar aos vossos filhos o que é um "comportamento sexual saudável".

quinta-feira, julho 08, 2010

Evolução Suporta Infidelidade e a Mentira

Original

Duas notícias me chamaram a atenção hoje: “Crianças que mentem viram adultos bem-sucedidos” e “Poliamor permite amar mais de uma pessoa ao mesmo tempo”.
São a pura expressão prática do que Isaías escreveu 2.700 anos atrás: “Ai de vós que ao mal chamais bem, e ao bem, mal, que tomais as trevas por luz” (Is 5: 20). Leia aqui o resumo das matérias e veja se o mundo não está mesmo torto:

Seu filho pequeno anda contando mentiras? Não fique bravo, fique feliz! É o que aconselham pesquisadores do Instituto de Estudos Infantis da Universidade de Toronto, no Canadá. Depois de testar 1.200 crianças com idades entre dois e 16 anos, eles afirmam que os pequenos que mentem com pouca idade mostram um desenvolvimento mental especialmente rápido – o que indica que eles crescerão para se tornar adultos mais desenvoltos e perspicazes. E quanto mais novos eles começam a mentir, melhor! ‘Os pais não devem ficar alarmados caso os filhos contem mentirinhas’, diz o Dr. Kang Lee, líder do estudo. ‘Quanto mais bem construída for a mentira, melhor é o desenvolvimento cognitivo da criança. Eles podem se tornar grandes banqueiros no futuro’, conta. [...](Superinteressante)

E a outra notícia:
[O poliamor] se trata de uma maneira diferente de se relacionar, que recusa a monogamia e permite amar mais de uma pessoa ao mesmo tempo. Quem segue o poliamor, ama e é amado por mais de uma pessoa, mas os poliamoristas garantem que nada tem a ver com promiscuidade.

Nesse tipo de relação, não há traições: todos os envolvidos sabem e concordam com a não exclusividade do parceiro e vivem de maneira responsável e profunda seus amores. ‘Não há ciúme, pois não há medo de perder’, diz a psicoterapeuta e sexóloga Regina Navarro Lins, autora do livro A Cama na Varanda (Editora Best Seller), do Rio de Janeiro, que dedica um capítulo ao assunto. [...] ‘A exclusividade nos relacionamentos está saindo de cena para dar lugar a novas maneiras de amar, como o poliamor’ [, diz ela].” (UOL)

quarta-feira, julho 07, 2010

Evolucionismo diz: seja malvado nos relacionamentos

Original

Não há nada melhor do que se sentir feliz e seguro em um relacionamento amoroso, certo? Errado. Durante tempos difíceis, ter parceiros emocionalmente inseguros pode ser bom para nos alertar sobre possíveis perigos.

Quando encontram problemas conjugais, as pessoas reagem de forma diferente dependendo se elas consideram o mundo um lugar seguro ou não. Essa mesma reação acontece com as demais ameaças da vida.

Segundo a pesquisa, publicada no jornal Perspectives on Psychological Science, o processo de evolução do ser humano fez com que fossem formados grupos mistos de pessoas seguras e inseguras.

Esses grupos mesclados teriam (e ainda têm) mais chances de sobreviver do que exclusivos de cada tipo de pessoa. Pessoas bem-sucedidas no amor possuem o chamado estilo de apego seguro. Eles vêem o mundo de forma otimista e não deixam que pensamentos negativos atrapalhem sua vida. Até aí tudo bem, maravilha.

O problema é que, diante de uma adversidade, eles tendem a agir dessa forma mais despreocupada também. “Pessoas seguras demoram mais para reagir aos perigos porque elas têm que se organizar antes”, diz o psicólogo Tsachi Ein-Dor, da Nova Escola de Psicologia de Herzliya, em Israel.

Por outro lado, temos as pessoas inseguras. Sua vida amorosa pode não ser lá muito sólida, mas, em situações inesperadas que exigem raciocínio rápido, elas se dão bem. “O comportamento de apego é uma adaptação de sobrevivência”, diz Ein-Dor. Por não conseguirem sobreviver por conta própria, as crianças têm de se unir aos seus pais.

Se uma criança chora e é acalmada pela mãe, ela descobre que pode confiar nos outros para receber amor e apoio. Já aqueles cujos pais não têm tempo ou energia para lhe dar atenção aprendem na marra que têm de cuidar de si mesmas.

Para testar sua ideia de que grupos mistos beneficiaria sobrevivência, Ein-Dor e seus colegas colocaram grupos de três alunos em salas com máquinas de fumaça escondidas, que foram ligadas para simular um incêndio. Os grupos que mais rapidamente perceberam a fumaça eram aqueles que continham mais indivíduos de apego inseguro. Esses grupos também foram os primeiros a agir diante da ameaça e fugir da sala supostamente em chamas.

(Hypescience)

Nota: O criacionismo, por outro lado, como tem a Bíblia como fundamento moral, estabelece que a verdadeira felicidade está nos relacionamentos estáveis e baseados no amor verdadeiro que vem de Deus. Em caso de adversidade, casais assim procurarão resolver juntos os problemas, contando com a ajuda de Deus, em quem confiam e, por isso, não se desesperam - mesmo diante de "incêndios".[MB]

segunda-feira, julho 05, 2010

Infidelidade e Psicologia Evolutiva

E agora. um bocado de humor evolutivo.

Mais uma da turminha "evo psy"

"Estudo liga infidelidade masculina a QI mais baixo", noticiou o site da BBC, enfatizando um estudo que associa a escassez de inteligência à infidelidade masculina: "Homens que traem as esposas e namoradas tendem a ter QI mais baixo e ser menos inteligentes, segundo um estudo publicado na revista especializada Social Psychology Quarterly."

Só pelo título já foi possível vislumbrar o "dedo de Darwin" por trás. E não deu outra:

"Kanazawa foi mais longe e disse que outra conclusão do estudo é que o comportamento "fiel" do homem mais inteligente seria um sinal da evolução da espécie.
Sua teoria é baseada no conceito de que, ao longo da história evolucionária, os homens sempre foram “relativamente polígamos”, e que isso está mudando.
Para Kanazawa, assumir uma relação de exclusividade sexual teria se tornado então uma “novidade evolucionária” e pessoas mais inteligentes estariam mais inclinadas a adotar novas práticas em termos evolucionários – ou seja, a se tornar “mais evoluídas”.
Para o autor, isso se deve ao fato de pessoas mais inteligentes serem mais “abertas” a novas idéias e questionarem mais os dogmas.
Mas segundo Kanazawa, a exclusividade sexual não significa maior QI entre as mulheres, já que elas sempre foram relativamente monogâmicas e isso não representaria uma evolução."


O estudo é tão absurdo que ele, por si mesmo, se auto aniquila. Se já é complicado "medir a inteligência", imagine-se só medi-la à luz de eventos que supostamente aconteceram a milhões de anos ("Sua teoria é baseada no conceito de que, ao longo da história evolucionária, os homens sempre foram “relativamente polígamos”, e que isso está mudando").

Ademais, essa besteira de Q.I. também já há muito perdeu sua razão de ser (uma pessoa que sabe tocar violino não é nem um pouco mais inteligente do que um roceiro laçador de bois). É por essas e outras que o darwinismo cada vez mais se auto destrói. Sim, afinal, uma teoria que mete o bedelho em tudo quanto é buraco não pode ser levada muito a serio.

Pobre Salomão, que dizem ter tido mil mulheres! ((rs))

É isso!

quarta-feira, junho 30, 2010

"Retirem das escolas esse modelo de educação sexual. Amanhã será tarde demais"

Consequências da "educação sexual" (versão ateísmo) que os secularistas querem impor nas escolas.
Expresso - 28 Mai 05

‘Carta aberta aos pais portugueses’

WILLIAM Coulson é investigador em Etnopsicologia. Durante 17 anos foi consultor para as questões das Dimensões Humanas do Programa de Educação Médica da Universidade de Georgetown, nos EUA. Com doutoramentos em Filosofia e em Aconselhamento Psicológico, Coulson foi investigador associado de Carl Rogers. Em conjunto escreveram 17 volumes sobre psicologia e educação humanística. Neste artigo, Coulson conta que as suas teorias e de Rogers ganharam adeptos entre os técnicos de educação da SIECUS, um grupo que desenvolve os currículos de educação sexual enviados às delegações nacionais da IPPF (órgão internacional que reúne as associações de planeamento para a família). Coulson dedica hoje o seu tempo a falar a católicos e protestantes sobre os efeitos nefastos das suas teorias. Esteve em Portugal em Novembro, a alertar para os materiais de educação sexual portugueses que diz serem baseados nas filosofias que agora rejeita.

O MEU nome é William Coulson. Doutorei-me em Psicologia e Filosofia e, nos anos 60 e 70, fui colaborador muito próximo de Carl Rogers, o psicólogo americano de fama mundial. É conhecido que nós os dois coordenámos a edição de uma série de 17 livros promovendo uma nova técnica da psicologia chamada «Clarificação de Valores». O nosso objectivo era aumentar o bem-estar e a auto-estima das crianças, mas o que realmente aconteceu foi algo completamente diferente. A dada altura, desenvolvemos um currículo de educação sexual baseado nos jogos de clarificação de valores, o que incluía actividades em que as crianças eram convidadas a falar abertamente sobre sentimentos e desejos de natureza sexual.

Experimentámos esta nova técnica nas escolas dirigidas pela ordem do Imaculado Coração, na Califórnia. No início da experiência, a ordem tinha 58 escolas e 600 freiras. Em 2002, a BBC exibiu um documentário sobre a nossa experiência e o balanço que fazia era este: «O efeito da experiência foi um verdadeiro cataclismo. Em menos de um ano, 300 freiras - metade do convento - pediram ao Vaticano para serem dispensadas dos seus votos e, seis meses depois, o convento fechou as portas. Tudo o que restou foi um pequeno grupo de freiras… que se tornaram lésbicas radicais». Se o efeito sobre adultos é este, qualquer pessoa pode imaginar qual o efeito sobre crianças.

Eu poderia dar-lhes muitos dados e contar-lhes muitas histórias. A título de exemplo, conto a história da Carolyn (não é o seu verdadeiro nome), uma aluna que no sexto ano seguiu um programa de clarificação de valores. Carolyn aprendeu a tomar decisões autónomas sobre todo o tipo de coisas, incluindo algumas matérias sobre as quais ela não devia sequer pensar e muito menos ter a possibilidade de experimentar.

Tal como os outros alunos dos programas de clarificação de valores, ela aprendeu a fazer escolhas autónomas e sinceras no seu quadro próprio de valores. Como disse um dos seus colegas no funeral, Carolyn acabou por se convencer que só poderia estar segura de que as suas decisões eram autónomas caso fizesse aquilo que os adultos lhe diziam para não fazer.

Acabou por achar que o maior prazer da vida era fazer o que as pessoas proíbem. Como resultado disso, num certo dia de Março, saiu da escola num intervalo com um colega e o seu tio passador de droga. Nas margens de um rio, tomou droga, foi violada e depois lançada ao rio. O corpo da criança encantadora e inteligente (ela era a chefe de turma) só apareceu três semanas depois.

Para nós, desde a experiência nas escolas das freiras, era evidente que a nossa técnica psicológica não era boa nem para as crianças nem para os adultos. Ficou claro que tínhamos desenvolvido um instrumento perigoso para a saúde dos jovens, que em vez de os enriquecer os destruía.

Essa não era a nossa intenção, mas foi o que aconteceu. Infelizmente, as nossas teorias (ou uma versão delas, ainda mais extrema, promovida por Louis Raths) tornaram-se muito populares entre os técnicos de educação sexual da SIECUS, um grupo americano que desenvolve currículos de educação sexual que depois são espalhados pelo mundo inteiro pelas delegações nacionais de uma organização chamada IPPF.

Em 1983, num dos seus livros, Carl Rogers descreveu as nossas experiências como um «padrão de fracasso». Contudo, depois da sua morte, o editor (que publica livros para professores e alunos de ciências da educação) reeditou o livro removendo todas as referências ao «padrão de fracasso».

Parte deste padrão é o muro de silêncio que se constrói em torno dos seus resultados trágicos. Ainda assim, tanto hoje como então (embora não tão frequentemente quanto deveria), a realidade por vezes vem à tona. Em 1998, o «The New York Times» publicou um artigo intitulado «EUA acordam para uma epidemia de doenças sexuais».

Nesse artigo, a dr.ª Judith Wasserheit, especialista em doenças sexualmente transmissíveis (DST) e ex-directora da Divisão de Prevenção de DST do US Center for Disease Control, disse ao «Times» que aquilo que se está a passar nos EUA é um «desastre nacional». Disse ainda que «a maioria dos americanos nem sequer tem consciência de que está perante uma epidemia».

Na realidade,, lentamente vai crescendo a consciência relativamente a esse facto. E talvez, bem mais cedo do que podem pensar, os portugueses descubram que algo de semelhante se está a passar com os seus filhos. Em Novembro de 2004, estive em Portugal a estudar os materiais de educação sexual enviados para as escolas em 2000. Fiquei aterrado.

Talvez não haja em todo o mundo um currículo mais influenciado pelas ideias que eu e Carl Rogers testámos nos anos 60. Escrevo, pois, esta carta como um apelo. Eu sei o que vai acontecer às crianças de Portugal caso se apliquem nas escolas actividades baseadas nos jogos de clarificação de valores.

Estou certo de que vocês gostam muito dos vossos filhos. Por isso (e se me é permitido falar com emoção): retirem das escolas esse modelo de educação sexual. Amanhã será tarde demais. Eu ajudei a criar o monstro. Por favor, ajudem-me a matá-lo.

Califórnia, 20 de Maio de 2005

sábado, junho 26, 2010

"Sexo, por que não?"

Original
Como quase toda jovem cristã, ela era muito romântica e sonhava conhecer a pessoa ideal com quem se casar. Encontrou o “príncipe” e o namoro começou.

Só que, com o tempo e a intimidade, os limites que haviam estabelecido começaram a ser desafiados. “A cada dia a gente falava mais sobre amor, e até sobre casamento. Era tão bom ficar com ele!”, relata a moça que prefere não ter o nome divulgado. “Mas percebemos que alguma coisa errada acontecia entre nós quando o sexo dominava nosso relacionamento.

Quanto mais nos envolvíamos,mais íntimos nos tornávamos; e, mesmo assim, brigávamos muito. De qualquer maneira, estava segura de que ele era a pessoa certa para mim.”

O problema é que a “pessoa certa” acabou se transformando com o tempo. “Pouco a pouco, perdemos o respeito um pelo outro... Logo, tudo se inverteu. O amor começou a se desgastar. Havíamos compartilhado tudo e, como éramos muito jovens para nos casar, nosso relacionamento perdeu a graça.

Haviam me prevenido sobre isso. Falaram-me repetidas vezes sobre a mágoa de se dar algo que nunca mais poderá ser recuperado. Agora entendo. Fui tola o bastante para descobrir por mim mesma.”


A garota da história acima tinha apenas 15 anos quando terminou o namoro e ficou com as mágoas. Ela ficou com medo de se apaixonar de novo e confiar novamente em alguém.

Tremia só de pensar em falar de seu passado com um novo namorado. Tinha medo de não poder ter uma vida verdadeiramente íntima com ele, caso não contasse.

“É terrível sentir-se privada do mistério do futuro, de sua dignidade, valor e respeito próprio. Eu amava o Guto*. A ferida vai demorar muito tempo para sarar”, é o desabafo de uma alma muito jovem para suportar tanto peso. [Leia mais]

domingo, junho 13, 2010

Feminismo aumenta felicidade .....do homem?!!

Sim, aparentemente o feminismo tem sido muito bom para os homens. Não é difícil de se ver porque. Agora, muito graças ao movimento feminista, o homem pode ter tudo o que quer da mulher sem ter que se comprometer com ela.
Como as feministas explicam a queda da satisfação feminina?

Em outubro de 2009, a revista Época publicou uma matéria mostrando estudos confirmando um fato evidente. Há um alto grau de insatisfação feminina com sua condição nos dias atuais, mesmo que em nenhum outro momento da história as mulheres tivessem tamanha emancipação. Ora, se o objetivo foi conquistado, qual o motivo para a frustração?

O feminismo exagerado sempre foi focado em que as opções oferecidas aos homens deveriam ser oferecidas às mulheres. Até aí tudo bem, pois é um direito legítimo. O problema é que as feministas usaram isso de forma MILITANTE, inclusive fazendo pressão sobre uma parte das mulheres que não queriam acesso aos mesmos direitos. Por exemplo, direito de rachar a conta no restaurante. Será que todas queriam esse “direito”?

Quer dizer, se algumas mulheres queriam apenas um casamento, e viver com os filhos, ela estaria ERRADA perante o novo paradigma feminista. Pois o paradigma feminista afirma que as mulheres devem CONQUISTAR POSIÇÕES antes apenas oferecidas aos homens.

Esqueciam-se elas de que aquilo que deveria ser apenas uma opção foi transformado em uma OBRIGAÇÃO, e naturalmente uma mulher, se quiser as mesmas posições que o homem (em termos profissionais, inclusive), irá ser COBRADA da mesma forma, oras.

A pergunta a ser feita agora é: estavam os conservadores certos ao criticarem, nos anos 60 e 70, os exageros do feminismo? O que importa é o que os dados dizem: e o gráfico abaixo mostra um declínio acentuado da felicidade feminina, com um aumento inversamente proporcional da felicidade masculina.

Há ainda argumentos pró-feminismo, inclusive explicitados na reportagem. Um deles é dizer que existe hoje em dia uma “ditadura da beleza”, que faz com que as mulheres sejam cobradas não só pelo seu sucesso profissional, como também pela sua beleza. Ué, mas a tal “ditadura da beleza” não existe também para os homens? Se as mulheres são mais emancipadas hoje do que no tempo de nossas avós, então podem também transformar os homens em meros objetos sexuais. Logo, a crítica aqui é vaga e não serve para defender a causa feminista neste ponto.

Um questionamento legítimo é o seguinte: será que as feministas, ao levantarem seu movimento, estavam preocupadas com as mulheres como um todo ou apenas com sua ideologia? O resultado atual nos mostra que a preocupação era realmente ideologia. Pois é uma ingenuidade achar que as feministas realmente tinham em mãos uma carta branca para defender as mulheres, com apoio irrestrito da maioria das mulheres.

E, em média, os homens atualmente, que seriam a classe a SER COMBATIDA pelo feminismo, está com um sorriso de orelha a orelha quando visualiza sua condição atual.

Quanto a isto, eis aqui o gesto que os homens deixam para as feministas:

domingo, maio 30, 2010

Até onde irá a imaginação deles?

O Inimputável faz uma pergunta relevante:

Até onde irá a imaginação deles?



Com o fim dos temas fracturantes há que puxar pela imaginação. Temos que reconhecer que a esquerda revolucionária continua a esforçar-se. Avança-se já uma premonição de uma futura proposta (ver foto).
A destruição da estrutura da família continua e os Loiçãs, Cavacos e Sócrates deste país não se importam com isso.

Curiosamente, ainda hoje li uma notícia da morte de uma ex-estrela juvenil de nome Gary Coleman. Uma das coisas que o mesmo diz é que o seu ambiente familiar não era dos melhores. Isso pode ter influenciado a sua vida adulta conturbada. Mas o que é isso para os "mandadores sem lei"?

Já seria de esperar que os esquerdistas tentassem destruir a família uma vez que isso é um dos objectivos do socialismo/comunismo (ver ponto 40). Agora, um suposto homem da "direita" como o Cavaco a assinar uma legislação que destrói os princípios católicos que ele deveria defender não lembra a ninguém.

Mas isto faz parte dos sinais do fim dos tempos. Como cristãos devemos olhar para estes eventos da Vinda Próxima do Criador e não como situações que nos deixam desmoralizados e fragilizados. Não há nada que os anti-cristãos façam no seu processo de destruição da sociedade que não tenha sido prevista pelO Criador.

E Jesus, respondendo, disse-lhes: Acautelai-vos, que ninguém vos engane;
Porque muitos virão em meu nome, dizendo: "Eu sou o Cristo"; e enganarão a muitos. E ouvireis de guerras e de rumores de guerras; olhai, não vos assusteis, porque é mister que isso tudo aconteça, mas ainda não é o fim.

Porquanto se levantará nação contra nação, e reino contra reino, e haverá fomes, e pestes, e terramotos, em vários lugares.

Mas todas estas coisas são o princípio de dores.

Então vos hão-de entregar para serdes atormentados, e matar-vos-ão; e sereis odiados de todas as gentes, por causa do meu nome. Nesse tempo, muitos serão escandalizados, e trair-se-ão uns aos outros, e uns aos outros se aborrecerão.

E surgirão muitos falsos profetas, e enganarão a muitos. E, por se multiplicar a iniquidade, o amor de muitos esfriará. Mas aquele que perseverar até ao fim será salvo.

E este evangelho do reino será pregado em todo o mundo, em testemunho a todas as gentes, e então virá o fim.
Mateus 24:4-14

sexta-feira, maio 14, 2010

Desintegração da família está custando 41 bilhões de libras ao governo inglês Patrick B. Craine

O secularismo continua a destruir famílias.
CAMBRIDGE, Inglaterra, 9 de março de 2010 (Notícias Pró-Família) — A desintegração das famílias está agora custando ao governo inglês 41 bilhões de libras por ano, avaliou a Fundação Relacionamentos, um instituto com sede na Inglaterra.
“É uma verdade impopular que escolhas têm conseqüências e custos, os quais nem sempre são arcados por aqueles que fizeram as escolhas”, escrevem eles num relatório de fevereiro, intitulado “Counting the Cost of Family Failure” (Contando o Custo do Fracasso Familiar).
A estimativa da Fundação inclui 12.38 bilhões de libras em créditos de impostos e benefícios, 4.27 bilhões em auxílio-moradia e 13.68 em assistência social e saúde. Os autores relatam que sua estimativa sai em 1.350 por ano por contribuinte do imposto de renda.
“A desintegração reduz a saúde, os bens e o bem-estar — as três coisas nas quais as pessoas mais têm interesse”, continuam eles. “E saúde, bens e bem-estar reduzidos todos colocam pressões nos relacionamentos tornando o ciclo da desintegração mais provável de continuar voltando”.
Eles observam que “não há solução fácil ou de curto prazo para a desintegração dos relacionamentos”, mas insistem em que a atual sobrecarga de gastos é “insustentável”.
O custo está se elevando “rapidamente”, dizem os membros do instituto, que também frisam que os números “não levam em consideração o sofrimento e a dor muitas vezes intensa vividos por aqueles que passam pela experiência de fracasso familiar”. “Quando os relacionamentos se desintegram os custos totais são incalculáveis”, acrescentam eles.
“Famílias que funcionam são a chave para o aprendizado, para o desenvolvimento de habilidades, para a aquisição de conhecimentos profissionais e para o fornecimento de assistência”, declara o relatório do instituto. “Elas fornecem assistência e apoio social no valor de 73 bilhões por ano na Inglaterra, e os negócios de família geram um movimento de mais de 1 trilhão, contribuindo 73 bilhões por ano em impostos”.
“Os relacionamentos custam muito mais do que dinheiro, mas os crescentes custos financeiros e emocionais mais amplos deviam motivar os responsáveis pelas políticas públicas a aumentar seu apoio aos relacionamentos”, continuam eles.
Num artigo opinativo no jornal Daily Mail no final de janeiro, a colunista Melanie Phillips ligou a desintegração da família à erosão da instituição do casamento na sociedade britânica. “A desintegração da família é o centro da gradual desintegração da conduta moral e social — e a erosão do casamento é o centro dessa desintegração”, argumentou ela.
O “frágil estado” do casamento, disse ela, “é devido ao fato de que o casamento vem sendo sistematicamente esvaziado de seu sentido”. Ela insistiu em que o casamento precisa de proteções legais e culturais e depende da promoção da “fidelidade e castidade”, mas em vez disso, “por mais de cinco décadas, essas leis e costumes vêm sendo sistematicamente corroídos ou destruídos”.
Ela indicou de forma especial o aumento de divórcio sem condenação da parte culpada, a aceitação do sexo fora do casamento, a coabitação e o Estado incentivando a criação de crianças fora do matrimônio.
Neste sentido, os líderes pró-família também frisam que a promoção da educação sexual nas escolas e as uniões homossexuais por parte do governo britânico são as principais causas da degradação do casamento, bem como da prática desenfreada do aborto.
A Fundação Relacionamentos exorta os responsáveis pelas políticas públicas a “fazer escolhas informadas em termos de motivação pública, oportunidade e apoio que levarão a relacionamentos mais estáveis, vidas prósperas e assim reduzirão os custos dos fracassos nos relacionamentos”.

quarta-feira, maio 12, 2010

Coabitação ligada a aumento exponencial em risco de relacionamentos fracassados

Mais uma vez se vê que o modelo secular para o casamento não funciona.
Thaddeus M. Baklinski
ANN ARBOR, Michigan, EUA, 4 de março de 2010 (Notícias Pró-Família) — Mais um novo estudo engrossa as fileiras das evidências persuasivas de que a coabitação antes do casamento aumenta de forma significativa a instabilidade dos relacionamentos.
A Dra. Pamela J. Smock, professora de pesquisas no Centro de Estudos Populacionais da Universidade de Michigan em Ann Arbor, publicou um estudo na Revista de Casamento e Família acerca de dados coletados sobre a coabitação nos Estados Unidos e as implicações da coabitação na estabilidade dos relacionamentos.
“A partir da perspectiva de muitos jovens adultos, casar sem viver junto parece à primeira vista algo bem tolo”, disse a Profª Smock. “Só porque alguns estudos acadêmicos mostram que viver junto pode de certa forma aumentar a chance de divórcio, os jovens adultos parecem não crer nisso”.
“A coabitação está cada vez mais se tornando a primeira união co-residencial formada entre jovens adultos”, disse o estudo. “Como conseqüência da crescente preponderância da coabitação, o número de crianças que nascem de pais amigados solteiros também aumentou”.
A Profª Smock constatou que a proporção de mulheres entre 35 e 40 anos de idade que já haviam coabitado havia duplicado nos últimos 15 anos, de 30 para 61 por cento, e que aproximadamente metade dos casais que coabitam casam dentro de três anos.
Contudo, o estudo revelou que, com diferenças baseadas em raça e etnicidade levadas em consideração, crianças que nascem de pais amigados em comparação com crianças que nascem de pais casados têm mais de cinco vezes o risco de experimentar a separação de seus pais, mostrando um aumento exponencial em relacionamentos fracassados para casais que atualmente coabitam ou já coabitaram.
A Profª Smock também constatou que relacionamentos fracassados devido à coabitação, a partir da perspectiva dos filhos desses casais, são mais comuns em casais brancos do que em casais negros ou hispânicos.
“Essa diferença em estabilidade da união é maior para as crianças brancas, em comparação com crianças negras ou mexicanas dos EUA. Para crianças brancas, diferenças nos níveis educacionais dos pais, uso de drogas por parte dos pais e casamento e filhos anteriores são as principais causas da instabilidade mais elevada vivida pelas crianças que nascem de pais amigados”.
O estudo conclui que os casais que vivem juntos antes de se casar têm menos probabilidade de permanecerem casados do que aqueles que não vão morar juntos antes do noivado ou casamento.
Um resumo do estudo “Married and Cohabiting Parents' Relationship Stability: A Focus on Race and Ethnicity” está disponível aqui.
Leia os artigos relacionados de LifeSiteNews:
Study Confirms Cohabitation Leads To Higher Chance Of Divorce and Lower Relationship Quality
http://www.lifesitenews.com/ldn/2009/jul/09071502.html
Reality Says Cohabitation a Disaster for Marriage but Poll Shows Public Believes Otherwise
http://www.lifesitenews.com/ldn/2008/aug/08080106.html
Cohabitation is bad for men, worse for women, and horrible for children
http://www.lifesitenews.com/ldn/2007/oct/07100902.html
Cohabitation Ends in Separation 90% of the Time
http://www.lifesitenews.com/ldn/2006/jul/06072106.html
Living Together Before Marriage Has Disastrous Results Study Finds
http://www.lifesitenews.com/ldn/2005/oct/05100305.html
Traduzido por Julio Severo: www.juliosevero.com
Veja também este artigo original em inglês: http://www.lifesite.net/ldn/viewonsite.html?articleid=10030411

sexta-feira, abril 30, 2010

Casamento Versão Ateísmo Continua a Falhar

Ele, porém, respondendo, disse-lhes: Não tendes lido que Aquele que os fez, no princípio, macho e fêmea os fez,
E disse: "Portanto, deixará o homem pai e mãe, e se unirá a sua mulher, e serão dois numa só carne" ?
Assim, não são mais dois, mas uma só carne. Portanto, o que Deus ajuntou, não o separe o homem.
Mateus 19:4-6

O Jornal "Destak" afirmou no dia 16 de Abril que "Esta foi a semana dos divórcios".
Comecemos por este mesmo, o 'repetente' Larry King. O apresentador norte-americano, de 76 anos, oficializou ontem o pedido de divórcio da sua oitava mulher, Shawn Southwick, de 50 anos. Depois de um casamento de 13 anos e de dois filhos em comum, começam já os problemas adjacentes à separação, já que tanto Shawn como Larry querem a guarda dos filhos.

Ficando ainda pelo número oito, Mel Gibson terminou a relação que mantinha com a mãe da sua oitava filha. Segundo uma fonte do actor, a separação de Oksana Grigorieva foi amigável. «São amigos e cuidarão de Lucia (filha) juntos», disse a mesma fonte.

Segue-se Kate Walsh, a Adison das séries Anatomia de Grey e Clínica Privada, que finalizou o processo de divórcio com o seu agora ex-marido Alex Young.

Casados durante 14 meses, os divorciados de fresco usaram uma forma inovadora de separar bens, atirando uma moeda ao ar.

Próximo? Depois dos problemas com álcool e drogas e de ter sido internado numa clínica de reabilitação, Charlie Sheen arranjou uma amante.

Quem não gostou da história foi a mulher do actor, Brooke Mueller, que está agora a considerar seriamente a hipótese de divórcio.

Em quatro dias da semana, quatro divórcios no mundo dos famosos. Será maldição?

Não, não é maldição, mas sim a consequência da destruição da cultura cristã. A cultura que agora reina no seu lugar promove a promiscuidade e o divórcio fácil (por sinal, um dos pontos tão querido dos comunistas), e como tal não é de estranhar que as pessoas mudem de marido ou mulher como quem muda de roupa.

No entanto, apesar dos promotores do secularismo não serem capazes de gerar um modelo de casamento que seja benéfico para a sociedade, eles querem destruir a definição de casamento que já existe como forma de englobar comportamentos sexuais auto-destrutivos.

Reparem no paradoxo: as mesmas pessoas que não sabem manter os seus próprios casamentos fazem todos os possíveis para que a definição de casamento que funciona (um homem + uma mulher) seja destruído. Isto seria o mesmo que ouvir conselhos matemáticos de quem pensa que 2 +2 = 8.

Claro que, como em tudo, quem sofre quando Deus é Removido da equação são os mais frágeis. As crianças que são geradas de tais uniões efémeras são as que vão crescer com o sentimento de que os seus pais não souberam ficar juntos. Muitas crianças podem até pensar que é culpa delas quando na verdade elas são as únicas inocentes neste processo.

Ateísmo é mau para a sociedade.

Tal como em tudo o resto, sempre que o ateísmo toma conta de uma instituição, coisas más acontecem. Uma árvore má só pode dar maus frutos, e isso é visível com a religião ateísta. Isto verifica-se na ciência, na música, nas artes, na política, na medicina e na vida familiar. Por outro lado, quando a Santidade de Deus e a Bíblia são levadas em consideração coisas boas daí advém.

"Eu vos digo, porém, que qualquer que repudiar a sua mulher, não sendo por causa de prostituição, e casar com outra, comete adultério; e, o que casar com a repudiada, também comete adultério."

Mateus 19:9

segunda-feira, março 08, 2010

Distribuição de preservativos ineficaz no combate as DSTs

(DST = Doenças sexualmente transmitidas)

Vidas humana continuam a ser ceifadas pelo ateísmo aplicado à sexualidade. Governos continuam a focar o seu combate às DSTs exclusivamente (ou maioritariamente) na distribuição de preservativos, mas as evidências mostram que esse método não é eficaz no combate.

Se ao menos os "mandadores sem lei" tomassem atenção ao que a Palavra do Criador diz, eles saberiam que há um método eficaz, bom e barato para combater as DSTs: abstinência enquanto solteiro, e fidelidade enquanto casado. Mas os "sábios" não se importam com medidas que possam de alguma forma validar a Bíblia. Eles preferem investir milhões em medidas falhadas do que reconhecerem que os seus métodos não funcionam.

Entretanto, mais e mais pessoas vão contraindo DSTs.

Estudo diz que 56% dos jovens num novo relacionamento sexual estão infectados com o HPV

John-Henry Westen

MONTREAL, Canadá, 3 de fevereiro de 2010 (Notícias Pró-Família) — Se já houve uma razão para os pais avisarem seus filhos adolescentes a evitar encontros sexuais antes do casamento, um estudo a descobriu. O estudo pioneiro de casais revelou que mais da metade (56 por cento) dos jovens num novo relacionamento sexual estavam infectados com a doença sexualmente transmissível HPV — o vírus do papiloma humano.

O HPV, um vírus contra o qual a camisinha não dá proteção, é a principal causa de câncer do colo do útero. Dos que estão infectados com o HPV, aproximadamente metade (44 por cento) estavam infectados com um tipo de HPV que provoca câncer.

O estudo, dirigido pelo Professor Eduardo Franco, diretor da Unidade de Epidemiologia e Câncer da Universidade de McGill, em colaboração com uma equipe de colegas da Universidade de McGill e do Centro Hospitalar da Universidade de Montreal, é o primeiro estudo de grande escala de infecção do HPV entre casais no começo de seus relacionamentos sexuais, quando a transmissão é mais provável.

Os resultados, publicados nas edições de janeiro de 2010 da revista de Epidemiologia e Doenças Sexualmente Transmissíveis, também indicam que há elevada probabilidade de transmissão do HPV entre parceiros. Quando um parceiro tinha o HPV, os pesquisadores observaram que em 42 por cento dos casais, o outro parceiro também tinha a infecção.

Além disso, os pesquisadores descobriram que a presença do HPV num parceiro é o fator que mais prognostica a descoberta do mesmo tipo de HPV no outro parceiro. Se um parceiro estava infectado com o HPV, a chance de o outro também estar infectado com o mesmo tipo de HPV aumentava para mais de 50 vezes.

Além do câncer de colo de útero, o HPV provoca outros cânceres, inclusive o de vulva, vagina, ânus e pênis. Embora os vírus do HPV sejam muito comuns — mais de 70 por cento das mulheres e dos homens terão esse tipo de infecção em algum ponto — a vasta maioria das infecções são assintomáticas e duram não mais que um ou dois anos. Muito embora menos de 1 por cento das mulheres que têm o HPV contrairão câncer do colo do útero, os números permanecem alarmantes.

Embora a abstinência antes do casamento seja o único modo seguro de evitar infecções, as empresas farmacêuticas desenvolveram uma polêmica vacina contra o HPV que vem sendo fortemente promovida pelos governos. A vacina — Gardasil — foi desenvolvida apressadamente e está cheia de relatórios de riscos de saúde, e está associada a várias mortes.

Uma organização defensora dos direitos dos cidadãos chamada Judicial Watch obteve informações sobre a Gardasil a partir de pedidos de Liberdade de Informação em 2007 e 2008, descobrindo um total de 47 mortes e milhares de efeitos colaterais graves ligados à vacina.

Traduzido por Julio Severo: www.juliosevero.com

Fonte: http://noticiasprofamilia.blogspot.com

Veja também este artigo original em inglês: http://www.lifesitenews.com/ldn/2010/feb/10020310.html

quinta-feira, fevereiro 18, 2010

Coabitação Prenupcial Pode Estragar Casamento

Um estudo recente aludido no LiveScience sugere que casais que coabitam antes do casamento são mais susceptíveis de se divorciar do que casais que não vivem juntos até o casamento.

Segundo uma estimativa, mais de 70% dos casais norte-americanos coabitam antes do casamento. O estudo, publicado na edição de Fevereiro do Journal of Family Psychology, indica que tal passo pode não ser sensato. Isto não se deve ao facto de uma das pessoas começar a enervar a outra, mas sim ao facto de viver junto poder conduzir o casal a entrar no matrimónio pelas razões erradas.

A pesquisadora chefe Galena Rhoades (University of Denver) afirma:

Nós julgamos que casais que começam a viver juntos sem um verdadeiro compromisso para o casamento podem acabar por serem arrastados para um casamento parcialmente porque já estão a viver juntos.
Os casais podem também ser empurradas para o casamento devido a uma dívida comum (casa, carro, etc) ou devido a presença de um animal de estimação.
Nós achamos que existe um sub-conjunto de pessoas que começou a coabitar antes do casamento, que possa ter decido casar por motivos diferentes do que o seu relacionamento.
Por outras palavras, o casamento que se seguiu a coabitação não foi algo que veio acrescentar algo a relação nem ao compromisso, mas sim algo que a dada altura foi "prático". Claro que se um relacionamento que se quer para toda a vida começa como algo "prático", há grandes probabilidades de se dissolver mais tarde.

Se é "prático" casar para ficarem juntos, talvez seja prático terminar o relacionamento quando o sentido prático se desvanecer. O casamento não será portanto, uma decisão baseada no compromisso, mas sim um passo baseado no utilitarismo.

Conclusão

A destruição da instituição do casamento é mais um dos muitos sinais da secularização da sociedade ocidental.

Será que há alguma coisa boa que o ateísmo produza para a sociedade? *

Mateus 19:4-6
Ele, porém, respondendo, disse-lhes:
Não tendes lido que Aquele que os fez, no princípio, macho e fêmea os fez,
E disse: Portanto, deixará o homem pai e mãe,
e se unirá a sua mulher, e serão dois numa só carne?

Assim, não são mais dois, mas uma só carne.
Portanto, o que Deus ajuntou, não o separe o homem.

* Pergunta retórica.

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